Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel 11/05/2025 chega com nova temporada do game show Show do Milhão EMS

Neste domingo, 11 de maio, a partir das 19h, estreia a nova temporada do Show do Milhão EMS dentro do Programa Silvio Santos, no SBT. Agora sob o comando de Patricia Abravanel, o programa retorna em sua segunda edição liderada por ela, prometendo desafiar os participantes e envolver toda a família brasileira em uma jornada de aprendizado e diversão.

🧠 Um clássico que atravessa gerações

Criado por Silvio Santos em 1999, o programa originalmente se chamava Jogo do Milhão e foi um sucesso imediato. Em 2000, o nome foi atualizado para Show do Milhão, e a atração se consolidou como um verdadeiro fenômeno da televisão brasileira. Com perguntas de múltipla escolha, trilha sonora de suspense e bordões que se tornaram inesquecíveis, como “Está certo disso?” e “Posso perguntar?”, o game show marcou época e até hoje é lembrado com carinho pelo público.

Após as temporadas com Silvio, encerradas em 2009, o formato voltou ao ar em 2021 com apresentação de Celso Portiolli, e agora ganha fôlego renovado com Patricia, que empresta carisma e conexão familiar à atração.

💊 Parcerias que valorizam o conhecimento

Mais do que um simples programa de perguntas e respostas, o Show do Milhão EMS é uma verdadeira celebração do saber, e conta com o patrocínio de grandes marcas que compartilham essa missão. A EMS, líder no setor farmacêutico e sinônimo de saúde e bem-estar, dá nome ao programa. Já o Passei Direto, a maior rede de estudos da América Latina e integrante do grupo UOL Edtech, reforça o valor do aprendizado. Ambas as marcas mostram que informação, entretenimento e cuidado com as pessoas podem caminhar juntos.

🎮 Dinâmica do programa: como funciona?

O jogo começa muito antes da luz vermelha do estúdio acender. Os interessados devem se inscrever pelo site oficial do SBT. Após a triagem, 12 participantes são sorteados ao vivo no palco, e um deles começa a disputar o prêmio de até 1 milhão de reais. Se errar ou desistir, outro participante é sorteado, e até três pessoas podem jogar a cada episódio.

A disputa é composta por 17 perguntas, divididas em níveis de dificuldade:

  • 5 perguntas fáceis
  • 6 perguntas médias
  • 5 perguntas difíceis
  • 1 pergunta final, valendo 1 milhão de reais

O participante pode desistir e levar o valor da última pergunta correta respondida. Caso erre, recebe 50% do valor da rodada anterior. Na última pergunta, porém, não há meio-termo: é tudo ou nada — se errar, perde o prêmio acumulado.

🆘 Ajuda para quem sabe usar

Durante o jogo, o competidor pode contar com quatro tipos de ajuda, que tornam a disputa ainda mais estratégica e emocionante. Porém, elas não estão disponíveis para a última pergunta. Veja quais são:

  • Passei Direto (Assistente Virtual): com acesso ao conteúdo da maior rede de estudos da América Latina, o participante pode recorrer ao auxílio da plataforma para encontrar a resposta certa.
  • Cartas: um baralho especial define quantas alternativas da pergunta serão eliminadas — podendo ser nenhuma, uma, duas ou três, de acordo com a sorte.
  • Universitários: três estudantes de diferentes universidades são convidados para dar suas opiniões e ajudar o jogador.
  • Pulos EMS: o participante pode “pular” até três perguntas durante o jogo, sem perder o valor acumulado até aquele momento.

💬 Patricia comanda com leveza e emoção

Patricia Abravanel traz ao palco o charme, o carisma e a espontaneidade que herdou de seu pai, mantendo viva a tradição da família Abravanel na televisão. Com os bordões que viraram marca registrada do programa, ela cria um clima de proximidade com o público e os participantes, conduzindo a competição com muito bom humor e respeito.


🗓 Anote na agenda:

Estreia da nova temporada do Show do Milhão EMS
🗓 Domingo, 11 de maio
🕖 A partir das 19h
📍 Dentro do Programa Silvio Santos, no SBT

O Mapa Que Me Leva Até Você: romance com Madelyn Cline e KJ Apa ganha trailer e data de estreia no Prime Video

Foto: Reprodução/ Internet

Em tempos de incertezas, o desejo por histórias que tocam o coração e celebram a busca por conexão humana ganha força — e é exatamente nessa sintonia que chega O Mapa Que Me Leva Até Você, novo romance do Prime Video, com estreia marcada para 30 de agosto.

A plataforma divulgou, na última terça-feira (15), o trailer oficial do filme, que adapta o best-seller homônimo de J.P. Monninger, um dos romances mais elogiados da última década por seu retrato intimista sobre juventude, escolhas e encontros que mudam tudo.

Sob a direção do sueco Lasse Hallström, cineasta de dramas memoráveis como Querido John e Chocolate, o longa acompanha a trajetória de Heather, interpretada com delicadeza por Madelyn Cline (Outer Banks, Entre Facas e Segredos). Prestes a iniciar uma vida meticulosamente planejada, Heather embarca em uma última aventura pela Europa ao lado das melhores amigas — um rito de passagem antes de mergulhar no mundo adulto.

Mas o destino, como o próprio título sugere, guarda surpresas. Durante a viagem, ela conhece Jack, vivido por KJ Apa (Riverdale), um jovem misterioso e cativante, cuja presença vira sua bússola emocional. O que começa como um encontro casual se transforma em uma jornada de autoconhecimento e entrega, em que cada parada no mapa representa uma chance de repensar o rumo da própria vida.

O filme também conta com Madison Thompson, Sofia Wylie, Orlando Norman e Josh Lucas, compondo um elenco que reforça as nuances de afeto, amizade e descoberta presentes na narrativa. Ambientado em paisagens pitorescas da Europa, o longa combina visuais encantadores com emoções contidas, tocando em temas como liberdade, pertencimento e o medo silencioso de fazer escolhas irreversíveis.

Mais do que um romance, O Mapa Que Me Leva Até Você é uma história sobre o tempo — o que vivemos, o que deixamos para trás e o que ainda estamos dispostos a encontrar. Com trilha sonora sensível e direção voltada ao detalhe emocional, o filme propõe uma reflexão delicada: e se o amor for menos sobre destino e mais sobre coragem?

Com estreia global agendada para 30 de agosto no Prime Video, o longa promete conquistar tanto os fãs de histórias românticas quanto aqueles que buscam algo mais profundo: um lembrete de que, às vezes, é preciso se perder para encontrar o que realmente importa.

Primeiros feitiços lançados! Nova série de “Harry Potter” terá 8 episódios e bastidores revelados por Adriano Goldman

Em algum lugar entre a nostalgia e o desejo por algo novo, uma nova era do mundo bruxo está tomando forma. E dessa vez, não é com Daniel Radcliffe ou Emma Watson, tampouco nos corredores conhecidos de Hogwarts que conhecemos nos cinemas. A magia está voltando, sim — mas agora sob o olhar da HBO, com um novo elenco, uma nova estética e, principalmente, com a missão de honrar uma história que marcou (e ainda marca) gerações inteiras.

Durante uma entrevista à Forbes Brasil, o diretor de fotografia Adriano Goldman — conhecido por seu trabalho premiado em The Crown — deixou escapar a primeira grande revelação: a primeira temporada da série terá 8 episódios, e não 6, como havia sido amplamente divulgado.

Parece pouco? Para os fãs mais atentos, isso significa mais espaço para nuances, mais tempo para aprofundar tramas que foram cortadas nos filmes e, claro, mais oportunidade de mergulhar nas entrelinhas de Hogwarts com olhos renovados.

“A pré-produção durou 18 semanas”, contou Goldman, destacando que esse momento inicial foi essencial para construir a espinha dorsal da série. “Nesse período, o diretor, o diretor de fotografia e o diretor de arte trabalham como um corpo só. Todas as decisões visuais e conceituais passam por esse trio — e por suas equipes.”

É a primeira vez que ouvimos com tamanha clareza como a série está sendo montada nos bastidores. E, mesmo que ainda estejamos longe da estreia, a sensação é de que algo grande está a caminho. Algo pensado com tempo, cuidado e respeito pela obra que moldou a infância e adolescência de tanta gente.

Um novo Dumbledore, uma nova McGonagall, um novo tudo

Se você está se perguntando quem são os rostos por trás dos personagens que tanto ama, aqui vai uma notícia boa: o elenco já começou a ser revelado — e está recheado de nomes conhecidos (e alguns surpreendentes).

John Lithgow, veterano premiado por seu trabalho em The Crown e Conclave, será o novo Alvo Dumbledore. No papel de Minerva McGonagall, quem assume é a impecável Janet McTeer, vista em A Rainha Branca. Já o enigmático Snape será interpretado por Paapa Essiedu, que brilhou em Gangs of London e I May Destroy You. E, numa escolha que dividiu opiniões e arrancou sorrisos nostálgicos, Nick Frost (de Todo Mundo Quase Morto) será Hagrid — uma aposta ousada, mas promissora.

Outros nomes também foram confirmados: Luke Thallon como o professor Quirrell e Paul Whitehouse como o rabugento Filch. Mas as grandes expectativas estavam mesmo voltadas para o trio principal — e sim, ele já foi escalado.

Dominic McLaughlin é o novo Harry Potter. Arabella Stanton viverá Hermione Granger. Alastair Stout será Ron Weasley. Todos jovens atores britânicos, ainda pouco conhecidos, mas escolhidos a dedo — e após um processo seletivo rigoroso.

Segundo fontes ligadas à produção, a escolha foi baseada não apenas em talento, mas na capacidade de representar a complexidade dos personagens desde muito cedo. O desafio é grande: crescer diante das câmeras, sob o peso de uma das maiores franquias de todos os tempos. Soa familiar?

Recomeçar sem apagar o passado

É impossível falar de Harry Potter sem pensar em tudo o que veio antes. De 2001 a 2011, os oito filmes da saga encantaram milhões, arrecadaram bilhões e formaram um dos trios mais amados do cinema: Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Foi uma década mágica. Literalmente.

Produzidos por David Heyman e dirigidos por nomes como Chris Columbus, Alfonso Cuarón e David Yates, os filmes transformaram a literatura de J.K. Rowling em um universo visual arrebatador. Mas nem tudo dos livros coube nas telas. Foram muitas as passagens que ficaram de fora — seja por tempo, orçamento ou decisões criativas.

Agora, com a série da HBO, o objetivo é fazer diferente. Mais tempo, mais camadas, mais profundidade. O plano é ambicioso: uma temporada para cada livro, o que significa pelo menos sete anos de jornada se tudo sair como o esperado.

“Queremos um olhar novo sobre essa história tão conhecida. Não se trata de refazer o que já foi feito, mas de explorar o que ainda não foi mostrado”, confidenciou uma fonte próxima à produção.

A origem de um fenômeno

Tudo começou de forma quase despretensiosa, nos bastidores de um escritório em Londres. Uma secretária leu o manuscrito de Harry Potter e a Pedra Filosofal e levou ao produtor David Heyman. O livro, que havia sido relegado à prateleira das ideias medianas, logo virou obsessão.

Em 1999, a Warner Bros. comprou os direitos de adaptação dos quatro primeiros livros por cerca de 1 milhão de libras. A única exigência de Rowling? Que o elenco principal fosse estritamente britânico. E assim foi.

A produção do primeiro filme começou com Chris Columbus na direção, Steve Kloves no roteiro e um elenco jovem, estreante e cheio de promessas. Deu certo. A franquia decolou. E os livros também.

Hoje, Harry Potter é uma marca global, com parques temáticos, peças de teatro, spin-offs (Animais Fantásticos) e, agora, uma nova série prestes a ganhar vida.

Uma chance de fazer diferente

Se você leu os livros, deve lembrar de personagens que nunca apareceram nos filmes. Ou de cenas que passaram voando. Ou de histórias paralelas que mereciam mais espaço. Pois é exatamente aí que a série da HBO quer acertar.

Adriano Goldman reforçou que a abordagem visual será diferente. “Não queremos copiar os filmes. Eles já são obras completas. Nosso trabalho é reinterpretar. Trazer uma nova luz. Literalmente.”

A fotografia — uma das áreas mais elogiadas de seu trabalho em The Crown — será uma aliada para transformar Hogwarts, Hogsmeade, o Ministério da Magia e tantos outros locais mágicos em algo ainda mais rico e imersivo.

E a J.K. Rowling nisso tudo?

Rowling continua envolvida no projeto, mas de forma mais distante. Ela atua como produtora executiva, mas o time criativo da HBO parece ter liberdade para inovar — inclusive em questões de representatividade e inclusão.

A escolha de atores como Paapa Essiedu para papéis centrais é um indicativo de que a série quer ser mais contemporânea, mais plural, mais conectada com o mundo atual. E isso, inevitavelmente, traz conversas — algumas apaixonadas, outras críticas. Mas todas fazem parte do processo.

O desafio de honrar uma lenda

A verdade é que, mesmo com elenco talentoso, roteiro fiel e direção primorosa, o maior desafio da série da HBO será emocional. Como tocar em algo que tanta gente ama tanto sem decepcionar?

Refazer Harry Potter é como tentar recontar um sonho — sem perder a delicadeza, a intensidade e o encanto. E embora muita gente ainda torça o nariz para a ideia de recomeçar uma história tão recente (e tão definitiva), outras vozes celebram a oportunidade de ver algo que ficou faltando.

Quem sabe, agora, possamos conhecer mais a fundo os dilemas de Lupin, o passado de Neville, a inteligência de Fleur, a revolta dos elfos domésticos, a genialidade de McGonagall. Quem sabe, agora, vejamos Hogwarts por outros ângulos. Com mais tempo, mais nuance, mais alma.

Quando estreia?

Ainda não há uma data oficial, mas as previsões mais otimistas apontam para 2026. As gravações já começaram e os anúncios do elenco seguem em ritmo acelerado. Até lá, o fandom segue ansioso. Entre memes, teorias e comparações, cresce a esperança de que a série consiga capturar aquilo que fez Harry Potter ser tão especial: não apenas a magia dos feitiços, mas a magia das escolhas, da amizade, da coragem e do amor. Porque, como já nos ensinaram, “as palavras são, na minha não tão humilde opinião, nossa mais inesgotável fonte de magia”.

No Programa Silvio Santos de domingo (03/08), Patrícia Abravanel recebe Alexandre Pires, homenageia o grupo Raça Negra e lança nova estrela

Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o público de todo o Brasil tem um encontro marcado com a tradição, a música e a emoção em mais uma edição especial do “Programa Silvio Santos”. Sob o comando de Patrícia Abravanel, que vem ganhando cada vez mais espaço e desenvoltura no palco herdado do pai, a atração promete uma noite recheada de surpresas, homenagens e momentos que celebram a música popular brasileira em suas mais diversas formas. As informações são do O Planeta TV.

Desde a estreia do comando de Patricia, o programa tem passado por uma revitalização sutil, mas consistente, que mantém a essência que consagrou o formato, mas também imprime uma nova identidade, feita para um público mais jovem, sem perder o charme das gerações que acompanham o “Programa Silvio Santos” há décadas.

Alexandre Pires

Um dos grandes nomes confirmados para esta edição é o cantor Alexandre Pires, que retorna ao palco da atração para uma participação especial, trazendo sua voz única e um repertório que faz todo mundo cantar junto. Para quem cresceu nos anos 1990 e início dos anos 2000, o nome Alexandre Pires é sinônimo de sucesso, ritmo e emoção.

O cantor ficou mundialmente conhecido à frente do grupo Só Pra Contrariar (SPC), uma das maiores bandas de pagode da história do Brasil, responsável por clássicos que marcaram época e até hoje embalam festas, rádios e playlists. Músicas como “Depois do Prazer”, “Que Se Chama Amor” e “Mineirinho” são verdadeiros hinos para diferentes gerações, e nesta edição do programa, o público terá a oportunidade de reviver esses momentos com uma apresentação ao vivo, repleta de energia e emoção.

Além dos grandes sucessos que marcaram sua carreira com o SPC, Alexandre também aproveita a ocasião para apresentar novidades de sua trajetória solo, como a música “Beijo de Outro Ângulo”, parceria recente com o cantor sertanejo Murilo Huff. Essa mistura de estilos reforça a versatilidade do artista, que transita com naturalidade entre o samba, o pagode, o pop e o sertanejo, conquistando fãs de diferentes públicos.

Entre uma música e outra, Alexandre Pires participará dos quadros do programa, que são a marca registrada do “Silvio Santos”. Com muito bom humor e carisma, ele interage com Patricia Abravanel, contando histórias de bastidores, desafios da carreira e momentos curiosos que viveu ao longo dos anos. Essa troca descontraída faz parte do charme do programa e aproxima o artista do público, criando uma atmosfera intimista e divertida.

Raça Negra: a história de um ícone da música brasileira em homenagem emocionante

Outro ponto alto da edição será a homenagem ao grupo Raça Negra, um dos nomes mais respeitados e queridos da música popular brasileira. Com quase 40 anos de carreira, a banda tem uma trajetória marcada por sucessos incontestáveis e uma legião de fãs fiéis espalhados por todo o país.

Formado na década de 1980, o Raça Negra é reconhecido por ter popularizado o pagode romântico, com canções que falam diretamente ao coração e que se tornaram trilhas sonoras de histórias de amor, festas e encontros familiares. Hits como “Cheia de Manias”, “Cigana” e “É Tarde Demais” atravessam décadas e continuam em alta, seja nas rádios, nas plataformas digitais ou nas apresentações ao vivo.

A homenagem no programa promete ser uma celebração da carreira e do legado do grupo, com uma retrospectiva que inclui imagens raras, depoimentos emocionados dos integrantes e convidados especiais, além de manifestações dos fãs. A produção preparou ainda surpresas ao vivo, que certamente vão comover a plateia e quem assiste de casa.

Não Erre a Letra

Para os fãs dos quadros tradicionais do programa, uma novidade que promete divertir é a estreia do influenciador e cantor André Marinho no quadro “Não Erre a Letra”. Ex-integrante do grupo pop Br’oz, André traz seu carisma e talento para um desafio que mistura música, memória e bom humor.

O quadro “Não Erre a Letra” é conhecido por colocar artistas e convidados à prova para que eles cantem músicas populares, mas com letras embaralhadas, desafiando o conhecimento e a rapidez de raciocínio dos participantes. É um momento que sempre gera risadas, momentos espontâneos e muita interação com a plateia.

André, que hoje atua também como influenciador digital, promete trazer uma energia nova e leve para o quadro, encantando o público com sua simpatia e capacidade de improvisação. A participação dele traz ainda uma conexão especial para quem acompanha a música pop brasileira dos anos 2000, pois o Br’oz marcou época com seus hits e impacto na cultura jovem daquela época.

Patricia Abravanel: construindo seu espaço com carisma e naturalidade

Desde que assumiu o comando do programa, a filha de Silvio Santos vem mostrando sua habilidade natural para conduzir a atração sem perder a leveza, o humor e a emoção que são marcas registradas da atração. Mais do que herdeira do nome e do legado, a apresentadora tem conquistado o público com sua espontaneidade, carisma e capacidade de lidar com diferentes momentos, do humor descontraído às homenagens emocionantes.

Patricia conversa com o público e os convidados de um jeito simples e direto, como se estivesse falando com amigos em casa, o que deixa o clima do programa sempre leve e acolhedor — uma das maiores qualidades do “Programa Silvio Santos”. E, ao mesmo tempo, ela dá sua cara ao programa, mostrando que está no comando com segurança e que o legado está em boas mãos para continuar conquistando gerações.

Globo Repórter revela a beleza e diversidade da República Dominicana nesta sexta (08)

Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta sexta, 8 de agosto, o Globo Repórter convidará o público a conhecer a República Dominicana para além dos tradicionais cartões-postais. Durante 15 dias de imersão, a equipe da emissora explorará um país rico em contrastes, beleza natural, história e cultura, revelando um retrato profundo e sensível dessa nação caribenha. Com imagens deslumbrantes e depoimentos emocionados, a reportagem conduzida pela repórter Dulcineia Novaes mostrará que a República Dominicana será muito mais do que praias paradisíacas e resorts de luxo.

A jornada começará em Cayo Arena, uma pequena ilha conhecida como Cayo Paraíso, situada na costa noroeste, perto de Punta Rucia. Ali, águas cristalinas e corais coloridos formarão um cenário quase surreal, onde o tempo parecerá desacelerar. Um dos momentos mais marcantes da reportagem será a observação das baleias-jubarte na Baía de Samaná, um espetáculo natural que emocionará por sua grandiosidade e delicadeza. Essas majestosas criaturas percorrerão milhares de quilômetros desde as águas geladas do Canadá e Estados Unidos para dar à luz nas águas quentes da República Dominicana. A repórter compartilhará sua experiência: “Estar tão perto dessas gigantes gentis será um presente da natureza, uma conexão que tocará a alma e deixará uma marca inesquecível.”

Mas o encanto do país não se restringirá a suas paisagens. O verdadeiro coração da República Dominicana pulsará em seu povo, um povo acolhedor, alegre e resiliente. A equipe do programa percorrerá comunidades locais, acompanhará a rotina dos dominicanos e capturará histórias que mesclarão desafios e esperança. Em meio a músicas, danças e festividades populares, o país se revelará cheio de vida e autenticidade. “Mais do que mostrar cenários, quereremos apresentar a República Dominicana real, feita por gente que receberá o visitante com sorriso e abraço abertos”, destacará Dulcineia.

No sudoeste, o Lago Enriquillo surpreenderá por sua natureza singular. Com uma extensão quase equivalente à Baía de Guanabara, esse lago salgado apresentará uma salinidade maior que a dos oceanos, criando um ambiente hostil para muitas espécies, mas perfeito para os crocodilos-americanos que nadarão livremente em suas águas. As paisagens áridas, combinadas com montanhas que cercarão o lago, formarão um cenário de contraste e beleza impressionante. A região também guardará histórias e lendas locais, que enriquecerão o tecido cultural dominicano.

Na capital, Santo Domingo, a história ganhará vida nas ruas de pedra do bairro colonial, considerado o primeiro núcleo urbano europeu das Américas. Por entre fortalezas centenárias e casarões que testemunharam séculos de conquistas e transformações, o Globo Repórter mostrará a relevância histórica da cidade. Além disso, Dulcineia explorará a produção artesanal dos famosos charutos dominicanos, símbolo de orgulho e tradição, onde o trabalho manual e o saber passado de geração em geração manterão viva essa atividade que impulsionará a economia local.

A Cordilheira Central, no coração do país, revelará um outro lado da República Dominicana. Conhecida como a “Suíça Caribenha”, a região de Constanza e Jarabacoa encantará pelo clima fresco e pelas paisagens que remeterão às montanhas europeias. Produção agrícola pujante, com morangos gigantes e outras frutas, se unirá a oportunidades para o turismo de aventura, com cachoeiras, trilhas e rafting. Esse trecho do país, pouco explorado pelo turismo convencional, se destacará como um segredo precioso, convidando a uma experiência mais genuína e próxima da natureza.

Outro tesouro dominicano apresentado pela reportagem serão as reservas de âmbar, consideradas umas das maiores do mundo. Este material fossilizado, conhecido como “ouro líquido”, preservará insetos, flores e pequenos animais pré-históricos com impressionante perfeição, despertando o interesse tanto da ciência quanto da arte. Nas minas e ateliês visitados, o âmbar ganhará forma em joias e objetos que carregarão consigo séculos de história, conectando o presente às eras passadas.

Além das belezas naturais e do patrimônio histórico, o programa mostrará a exuberância da natureza selvagem dominicana. Áreas preservadas com corredeiras, desfiladeiros e blocos de pedra que parecerão flutuar em águas transparentes oferecerão o cenário ideal para esportes radicais e contato íntimo com a fauna e flora locais. Essas regiões, ainda pouco acessadas pelo turismo de massa, serão um convite para aventuras e descobertas, reforçando o compromisso do país com a preservação ambiental.

E, claro, o roteiro não estará completo sem as praias de luxo que atrairão turistas do mundo inteiro. Resorts sofisticados, campos de golfe de padrão internacional e uma infraestrutura turística moderna farão da República Dominicana um destino cobiçado para férias exclusivas e celebrações especiais. Celebridades frequentemente escolherão essas praias para relaxar e desfrutar momentos inesquecíveis, movimentando a economia local e consolidando a imagem do país no cenário turístico global.

Ao final da viagem, Dulcineia Novaes compartilhará sua impressão sobre a experiência: “A República Dominicana me ensinará que é possível conviver com diversidade e harmonia. Aqui, o luxo se misturará à simplicidade, a natureza se revelará em seus múltiplos aspectos e a história estará presente em cada canto. O que mais me marcará será a generosidade e a alegria do povo, que mesmo diante das dificuldades manterá viva a esperança e o amor pela sua terra.”

O programa de hoje prometerá levar o telespectador a uma viagem inesquecível, mostrando um país vibrante e cheio de vida, onde cada canto guardará histórias, belezas e emoções. Uma verdadeira celebração à República Dominicana, um destino que surpreenderá e conquistará pelo olhar humano e sensível.

Domingo Legal recebe Raça Negra e traz Geraldo Luís, Dani Brandi e Marco Pagetti para falar sobre o retorno do Aqui Agora, e os quadros Quem Arrisca Ganha Mais e Até Onde Você Chega?

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O próximo Domingo Legal, que vai ao ar pelo SBT na manhã deste domingo, 10 de agosto, promete mais do que simples entretenimento: será uma manhã de pura nostalgia, gargalhadas e emoção. Sob o comando vibrante e acolhedor de Celso Portiolli, a atração vai abrir espaço para encontros marcantes, desafios divertidos e um show especial que promete tocar fundo na memória afetiva do público. O grande destaque fica por conta da presença de um dos grupos mais amados e atemporais do Brasil: o Raça Negra, que sobe ao palco para relembrar clássicos e reforçar por que se tornou um verdadeiro patrimônio da música nacional.

Com mais de 40 anos de carreira, o Raça Negra é sinônimo de romantismo, samba e pagode com identidade própria. Liderado pelo carismático Luiz Carlos, o grupo atravessou gerações embalando histórias de amor, paixões de verão e encontros inesquecíveis. Músicas como Cheia de Manias, Cigana e É Tarde Demais se tornaram trilha sonora de casamentos, festas de família e até daqueles momentos solitários em que a música parece conversar diretamente com a alma. No palco do SBT, o repertório será uma verdadeira viagem no tempo, capaz de emocionar quem viveu os anos 90 e 2000 e conquistar também os mais jovens, que reconhecem o valor e o peso dessas canções no cenário musical brasileiro. A atmosfera será de baile romântico, daqueles que fazem a gente cantar sem perceber, sorrir sem razão aparente e, por alguns minutos, esquecer do relógio.

Mas o domingo não será feito apenas de música. O quadro Passa ou Repassa, um clássico da televisão brasileira, promete arrancar gargalhadas com desafios inusitados e, claro, as famosas tortas na cara que continuam sendo as verdadeiras estrelas da competição. Desta vez, o time azul contará com o ator Joaquim Lopes, a jornalista Fernanda Gentil e o influenciador Lucas Guedez, enquanto o time amarelo será formado pelo ator Oscar Magrini, a atriz Helga Nemeczyk e o ilusionista Pyong Lee. Entre risadas, improvisos e pequenas provocações amistosas, a disputa vai mostrar que, mesmo quando a competitividade aparece, o que vale é a diversão e o clima leve que une gerações em frente à TV.

Outro momento especial será a participação dos apresentadores Geraldo Luís, Dani Brandi e Marco Pagetti para falar sobre o retorno do lendário telejornal Aqui Agora. Ícone dos anos 90, o programa se destacou pela linguagem direta, popular e próxima das pessoas, registrando o dia a dia do Brasil de forma única. Agora, de cara nova, retorna à programação do SBT com o desafio de reconectar-se ao público sem perder a essência. No palco, Celso Portiolli conduz uma conversa descontraída que mistura nostalgia e expectativas para essa nova fase, mostrando como a TV aberta segue encontrando formas de se reinventar.

E como todo bom domingo no SBT, não vai faltar adrenalina. O quadro Quem Arrisca Ganha Mais colocará duas duplas frente a frente na disputa por até R$ 100 mil, em um jogo que exige raciocínio rápido, coragem e uma boa dose de sorte. Cada decisão tomada pode aproximar do prêmio ou custar tudo, e a cada rodada a tensão aumenta, envolvendo tanto a plateia presente quanto os telespectadores que torcem de casa. Na sequência, o Até Onde Você Chega? continua sua busca pelo próximo milionário, levando ao palco pessoas comuns que enfrentam perguntas e desafios que podem transformar completamente suas vidas. A cada acerto, cresce a expectativa; a cada dúvida, o coração dispara, e o público vibra junto.

Globo Repórter faz retrato emocionante da vida no campo e do universo boiadeiro nesta sexta (15)

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Na noite desta sexta-feira, 15 de agosto de 2025, o Globo Repórter convida o público para um passeio especial pelo coração do Brasil. A edição mergulha no universo rural, mostrando como o campo continua sendo um espaço de tradição, trabalho duro e também de celebrações que moldaram a identidade nacional.

A coprodução com a EPTV, afiliada da Globo, revela a rotina de peões e peoas, mas vai além: explora como a vida no interior é atravessada por música, moda, gastronomia e valores que permanecem vivos mesmo em meio à modernização. As reportagens, assinadas por Dirceu Martins e Paulo Gonçalves, resgatam histórias de gente que vive de forma simples, mas com orgulho de manter suas raízes firmes na terra.

O retrato de um Brasil que resiste no campo

Quem nasce e cresce no interior carrega marcas que vão além do sotaque ou do “r” puxado. É o modo de viver, a forma de olhar a natureza, o cuidado com os animais e a hospitalidade que transformam o caipira em um guardião de tradições.

Um exemplo é José Maria, o “Seu Zelão”, de 73 anos. Morador do interior paulista, ele ainda se orgulha de acordar ao som do galo e do mugido das vacas. No sítio, cuida de 60 cabeças de gado e 28 vacas leiteiras, cada uma batizada com um nome carinhoso.

“Sou caipira do pé rachado mesmo. Nomeio as vacas não só por carinho, mas porque ajuda na organização da ordenha. Mesmo com as máquinas, eu não abro mão desse cuidado”, diz Zelão, sorrindo. Casado há 54 anos com Dona Lúcia, que aprendeu a fazer queijo aos 12 anos, ele resume o sentimento de muitos que vivem no campo: “Eu gosto da cidade, mas meu lugar é aqui”.

Rodeios: tradição, turismo e identidade

Se a roça guarda silêncio e trabalho, as festas de peão traduzem a celebração coletiva da cultura sertaneja. Em 2025, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos completa 70 anos, consolidada como o maior evento do gênero no país. Mas ela não está sozinha: o Brasil soma mais de 1.100 festas anuais, das quais 180 fazem parte do Circuito Mundial de Rodeios.

Esses eventos movimentam milhões de reais, lotam hotéis e restaurantes, geram empregos temporários e atraem turistas de todas as regiões. Muito além das montarias, o rodeio é um espaço onde música, moda e fé se misturam, reforçando laços de pertencimento.

E se por muito tempo o protagonismo era apenas masculino, hoje as mulheres conquistaram espaço. A reportagem destaca Ana Claudia Garcia, pioneira como madrinheira – profissional responsável por acompanhar peões e garantir o bem-estar dos animais.

“Ser madrinheira é mais do que estar na arena. É cuidar, orientar e zelar pela segurança de todos. É uma responsabilidade enorme, mas eu amo o que faço”, afirma Ana Claudia, com brilho nos olhos.

Moda sertaneja: entre tradição e reinvenção

Quem vê as arquibancadas lotadas em Barretos ou em qualquer festa de rodeio percebe de imediato: a moda sertaneja virou um fenômeno cultural e de mercado. Botas de couro, chapéus, calças jeans e camisas bordadas deixaram de ser apenas trajes de trabalho para se transformarem em estilo urbano, conquistando jovens em grandes cidades.

Segundo o repórter Dirceu Martins, o setor se reinventa com criatividade: “É incrível ver como as botas, as calças e até os chapéus ganham novas cores, brilhos e bordados. A moda sertaneja virou uma linguagem de identidade, que une tradição e modernidade”.

Hoje, estilistas especializados estudam tendências e criam peças que transitam entre a arena e a passarela, mantendo viva a estética cowboy enquanto ampliam sua influência na moda nacional.

Foto: Reprodução/ Internet

A música como memória e emoção

Nenhuma história do campo estaria completa sem falar da música. No interior de São Paulo, a Orquestra de Viola de Piracicaba preserva há duas décadas a sonoridade raiz, mantendo viva a tradição da viola, instrumento que simboliza a alma caipira.

Com melodias que falam de amor, saudade e trabalho, a viola conecta gerações. “A música caipira é um retrato de quem somos. Ela guarda a vida da família, a lida com a terra, a fé e também a dor”, comenta um dos músicos da orquestra, emocionado.

O programa mostra ensaios e apresentações que revelam como a música ainda é capaz de reunir famílias inteiras, seja em pequenas festas de bairro ou em palcos consagrados dos rodeios.

Peão raiz x peão moderno

Outra abordagem do programa é a convivência entre o peão tradicional e o contemporâneo. Enquanto os mais antigos seguem valorizando práticas manuais, os mais jovens buscam tecnologias para otimizar a lida no campo.

No entanto, há algo que não muda: a paixão pelos animais e pela arena. “Eu também sou do interior, de Marília, e me sinto um repórter caipira. Ao visitar propriedades rurais, o que mais me impressionou foi a receptividade das pessoas. É um povo que adora prosear e abrir as portas de casa”, conta o jornalista Paulo Gonçalves, emocionado com as gravações.

O impacto econômico e cultural

As festas de peão e a vida rural vão muito além da estética. São motores da economia local, movimentam cadeias produtivas e ainda funcionam como um espaço de preservação cultural.

Cada montaria, cada canção e cada peça de roupa carregam símbolos de identidade que se perpetuam de geração em geração. O turismo sertanejo cresce, e com ele surgem oportunidades para pequenos produtores, artesãos e comerciantes.

Histórias que emocionam

Mais do que estatísticas, o Globo Repórter dá voz a histórias humanas. Dona Lúcia, com seus queijos artesanais, representa mulheres que transformam saberes tradicionais em fonte de renda e orgulho comunitário. Zelão, com seu gado nomeado, mostra como o afeto também está no trabalho.

No campo, o lazer também é valorizado: almoços de domingo, modas de viola ao entardecer, festas juninas e rodas de conversa reforçam a ideia de comunidade. Como resume Seu Zelão: “A roça ensina a ter paciência e respeito. Cada dia é uma lição”.

Educação no campo e futuro das tradições

Outro ponto abordado é a educação rural. Escolas e projetos comunitários buscam integrar ensino formal e valorização cultural. Crianças aprendem matemática e português, mas também participam da ordenha, cuidam da horta e vivenciam a rotina do campo – fortalecendo um vínculo com suas origens e incentivando práticas sustentáveis.

Mesmo diante da urbanização, a cultura sertaneja mostra capacidade de se reinventar. Os jovens incorporam tecnologia, mas continuam participando das festas, cantando modas de viola e vestindo com orgulho o chapéu de cowboy.

Crítica | Perrengue Fashion combina humor, propósito e temas contemporâneos

Perrengue Fashion é um daqueles filmes que abraçam a leveza sem abrir mão de uma mensagem relevante. Dirigido com ritmo ágil e olhar pop, o longa estrelado por Ingrid Guimarães e Rafa Chalub aposta na mistura certeira entre humor, crítica social e empatia, entregando uma comédia que dialoga com os dilemas contemporâneos da influência digital, do consumo consciente e da busca por reconexão familiar.

Logo de início, o filme mostra que não é apenas sobre o universo da moda — é sobre o que existe por trás dele. A narrativa acompanha uma mãe influenciadora, interpretada por Ingrid Guimarães em mais uma atuação cheia de timing cômico e carisma, que vive mergulhada em compromissos, likes e parcerias publicitárias. Quando o filho (Rafa Chalub) decide se desconectar e embarcar em uma jornada de autoconhecimento voltada à natureza e à sustentabilidade, o contraste entre os dois mundos se torna o coração da história. A frase que define a essência do filme — “a mãe tá on… e o filho off!” — sintetiza com humor e afeto o conflito entre gerações, estilos de vida e prioridades.

Elenco carismático e química irresistível

Um dos maiores trunfos de Perrengue Fashion está na sintonia entre Ingrid Guimarães e Rafa Chalub. A dupla funciona de forma orgânica, equilibrando espontaneidade, improviso e emoção. Ingrid reafirma seu domínio sobre o gênero da comédia popular, mas também deixa espaço para camadas mais sutis — há momentos em que sua personagem expõe vulnerabilidade e solidão, humanizando uma figura muitas vezes idealizada pelas redes sociais. Chalub, por sua vez, surge como uma revelação promissora: sua presença leve e natural dá frescor ao filme, equilibrando a intensidade da mãe com uma calma introspectiva.

O restante do elenco colabora com uma energia afinada. Os coadjuvantes entram com ritmo preciso, contribuindo para as situações cômicas sem sobrecarregar a trama. Essa harmonia ajuda o espectador a mergulhar em um universo que, embora caricatural em alguns momentos, mantém um pé na realidade dos “perrengues” cotidianos.

Moda, consumo e propósito

O roteiro se destaca ao ir além da simples sátira do mundo fashion. Ele mergulha em temas urgentes, como o impacto ambiental da indústria da moda, o consumo desenfreado e a superficialidade das redes. Mas o faz de maneira leve, quase pedagógica, sem se tornar panfletário. É um equilíbrio delicado: o humor nunca anula a crítica, e a crítica nunca sufoca a diversão.

Há cenas particularmente inspiradas que ilustram bem essa dualidade — como os momentos em que a protagonista tenta manter a pose de influenciadora enquanto enfrenta situações inusitadas fora de sua zona de conforto, em um cenário mais natural e despojado. São nessas que o filme brilha: as risadas nascem da desconexão entre a imagem ideal e a vida real, um território no qual Ingrid Guimarães transita com maestria desde De Pernas pro Ar e Fala Sério, Mãe!.

Humor que flui com naturalidade

O humor de Perrengue Fashion é eficiente e bem calibrado. As piadas funcionam não apenas por causa do texto, mas pela entrega dos atores e pelo timing da direção. Não há pressa em fazer rir — o riso surge de situações cotidianas, de pequenos constrangimentos e de contrastes geracionais. Em alguns trechos, o filme flerta com o exagero, mas rapidamente retoma o tom leve e acessível que o público espera.

Diferente de comédias que se apoiam em bordões ou humor físico excessivo, aqui o riso vem do comportamento — do jeito como os personagens lidam com o mundo e consigo mesmos. Essa escolha dá ao filme um charme particular e uma identidade que o diferencia de outros produtos do gênero.

Esteticamente, o longa é um deleite. A fotografia colorida e o figurino exuberante contrastam com os tons mais crus da natureza, reforçando a dualidade entre o artificial e o autêntico. A direção de arte brinca com os símbolos do universo fashion — passarelas, eventos, filtros e ring lights — enquanto os contrapõe a cenas simples e verdadeiras, criando uma experiência visual que acompanha a transformação dos personagens.

A trilha sonora, repleta de batidas modernas e canções brasileiras contemporâneas, reforça o ritmo leve e jovial da narrativa. Ela traduz a energia de um filme que fala sobre reencontro e desconexão digital sem jamais perder o senso de humor.

Por trás das risadas, o filme propõe uma reflexão sobre o valor da presença — estar realmente disponível para quem se ama, desconectar-se das aparências e reconectar-se com o que é essencial. O filme convida o público a rir de si mesmo, a reconhecer exageros e a pensar sobre o que realmente importa na era das curtidas.

É uma comédia que acerta por não se levar a sério demais, mas também por não subestimar a inteligência emocional de seu público. Há empatia na maneira como a narrativa trata os erros e aprendizados de seus personagens. Tudo é feito com leveza, mas também com propósito.

Sucesso! Zootopia 2 alcança US$ 1,4 bilhão e se consolida como o maior fenômeno do cinema em 2025

Zootopia 2 não está apenas indo bem nos cinemas. O filme está fazendo história. Em seu quinto fim de semana em cartaz, a animação alcançou a impressionante marca de US$ 1,4 bilhão em bilheteria mundial, impulsionada por um desempenho gigantesco fora dos Estados Unidos, onde já soma mais de US$ 1 bilhão. Com isso, o longa se torna o primeiro filme de 2025 a atingir esse patamar e se consolida como o grande lançamento do ano.

O resultado coloca a produção em um lugar muito especial dentro da Disney. A sequência já é oficialmente o filme de animação americano mais lucrativo da história no mercado internacional. E a sensação é de que esse número ainda vai crescer. Tudo indica que, em pouco tempo, o longa deve ultrapassar Frozen II, que arrecadou US$ 1,45 bilhão, e assumir o posto de maior bilheteria da história da Disney Animation Studios. Um feito que reforça o tamanho da franquia e o carinho do público por esse universo.

Mas o sucesso não vem só dos números. O longa conquistou o público porque entrega exatamente o que se espera de uma grande sequência: uma história maior, mais ousada e emocionalmente mais profunda, sem perder o charme que fez o primeiro filme se tornar um clássico moderno.

A trama se passa logo após os acontecimentos do longa original. Judy Hopps e Nick Wilde agora são oficialmente parceiros na Polícia de Zootopia, mas a convivência não é tão simples quanto parece. As diferenças de personalidade dos dois continuam rendendo atritos, e uma operação desastrosa contra uma quadrilha de contrabando de tamanduás coloca a dupla na mira do Chefe Bogo. Como última chance, eles são obrigados a participar de sessões de terapia com a excêntrica Dra. Fuzzby, uma quokka que traz leveza e humor a um momento decisivo da relação dos dois.

É nesse contexto que Judy começa a desconfiar de algo muito maior. Durante a operação, ela encontra indícios da presença de uma cobra na cidade, algo considerado praticamente impossível dentro da lógica social de Zootopia. As pistas levam ao Baile Zootenário, evento que celebra os 100 anos da cidade e reúne sua elite política e social, incluindo a tradicional família Lincesley, descendente do fundador de Zootopia.

O que deveria ser apenas uma investigação discreta vira caos. Uma víbora misteriosa surge durante o evento, sequestra o patriarca Milton Lincesley e rouba um diário antigo que guarda segredos sobre as muralhas climáticas da cidade. A partir daí, Zootopia 2 muda de ritmo e assume um tom mais investigativo, político e emocional, sem jamais deixar de ser acessível para toda a família.

Injustamente acusados, Judy e Nick se tornam fugitivos e acabam entrando em regiões pouco vistas da cidade, como a Feira do Brejo, onde répteis vivem escondidos após terem sido apagados da história oficial de Zootopia. O filme acerta ao tratar temas como exclusão, preconceito e apagamento histórico de forma clara, mas sem ser pesado ou panfletário. Tudo é conduzido com humor, ritmo e sensibilidade.

No centro dessa grande conspiração está a revelação de que a verdadeira fundadora de Zootopia foi Agnes A’Cobra, uma réptil cujo legado foi roubado e apagado por gerações de poder. Essa virada dá peso emocional à narrativa e amplia o significado da cidade como símbolo de diversidade, algo que sempre esteve presente na essência da franquia.

Mesmo com uma trama ambiciosa, o coração do filme continua sendo a relação entre Judy e Nick. A parceria dos dois é colocada à prova diversas vezes, culminando em momentos de afastamento, reconciliação e amadurecimento. O desfecho, com a caneta de cenoura consertada e a declaração gravada de Nick, resume perfeitamente o espírito do filme, feito de afeto, confiança e crescimento.

O sucesso estrondoso de Zootopia 2 deixa claro que o público não queria apenas rever aqueles personagens, mas acompanhar sua evolução. A animação cresce junto com quem a assiste, entrega entretenimento de alto nível e ainda encontra espaço para discutir temas relevantes de forma leve e inteligente.

Resumo da novela A Nobreza do Amor de sábado (11/04) – Botelho se prepara para decidir o caso das joias roubadas

No resumo da novela A Nobreza do Amor deste sábado, 11 de abril de 2026, Botelho aceita o acordo proposto por Graça e Virgínia. Ao perceber o inspetor ao lado das duas, Adônis estranha a situação. Em seguida, ele vai até a casa de José para buscar Lúcia/Alika e Vera/Niara, levando-as para a delegacia, onde acontece a acareação sobre as joias. Soliman é colocado na prisão e afirma a Chinua que mantém seu apoio à revolução em Batanga.

Kênia e Jendal conversam com Çinar em busca de informações sobre o estado de saúde de Omar. Mundica conta que Mirinho foi o responsável por sabotar a carroça de Tonho. Diógenes questiona Virgínia e Graça ao suspeitar que elas já conheciam o inspetor Botelho. Jendal descobre que o navio de Soliman foi saqueado. Akin e outros moradores comemoram o apoio de Soliman à revolução, após a doação de objetos de valor. Por fim, Botelho se prepara para anunciar sua decisão sobre o caso das joias roubadas.

Próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor

Botelho declara que as joias apresentadas por Alika e Niara não correspondem às que foram roubadas em São Paulo e as inocenta. A decisão provoca a revolta de Virgínia e levanta suspeitas em Diógenes. Lúcia/Alika afirma a Diógenes que Virgínia deve lhe pedir desculpas. Burak mente para Jendal ao dizer que o navio de Soliman foi alvo de piratas. Dumi revela a Akin que teme pela reação de Soliman na prisão. Mirinho resolve cobrar o valor do suborno aceito por Botelho. Miguel muda de posição e decide alugar a casa para que Lúcia/Alika inicie seu novo negócio. Diógenes repreende Virgínia.

Geralda percebe o interesse de Onildo por Vera/Niara, deixando Belmira desapontada. Omar recupera a consciência, e Chinua e Çinar comemoram. Salma flagra Tonho ao lado de Lúcia/Alika. Jendal entra em desespero ao receber a notícia da morte de Soliman, enquanto Burak faz uma oração em homenagem ao Paxá. Tonho e Dona Menina auxiliam Isaura durante o parto. Jendal determina que a tripulação de Soliman continue trabalhando em Batanga. Çinar se incomoda ao saber que precisará deixar Omar sob os cuidados de Chinua. Vera/Niara e Maria Helena entregam a Bartô um abaixo-assinado pedindo a reconstrução da escola em Barro Preto.

Manoel conhece Josias. Dumi e Chinua afirmam que Batanga conquistará sua liberdade. Tonho incentiva Januário a se envolver novamente. Salma reencontra Fuad. Virgínia estranha ao ver Adalgisa reconhecer Mirinho. Alika se irrita ao ler uma matéria que exalta Jendal e decide se vingar, prometendo também limpar a memória de Cayman. Adalgisa e Mirinho despistam Virgínia, e Adalgisa se insinua para ele. Maria Helena recorre a Dôra para tentar interceder junto a Bartô sobre a reconstrução da escola. Onildo passa a desconfiar de Vera. Alika e Niara cogitam ir ao Rio de Janeiro em busca de apoio para a intervenção em Batanga. Virgínia e Lúcia/Alika acabam se encontrando na estação de trem.

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