A TV Globo aposta em suspense e emoção para movimentar a programação de janeiro com a estreia de “The Castaways – Isolados”, a partir do dia 9. A série chega com uma narrativa envolvente, marcada por mistérios, escolhas difíceis e segredos que vêm à tona em meio a cenários tão belos quanto ameaçadores.
Tudo começa durante férias que pareciam perfeitas. As irmãs Erin (Celine Buckens) e Lori (Sheridan Smith) se veem envolvidas em uma discussão que muda o rumo da viagem. Lori decide seguir sozinha e embarca em um voo que desaparece sem deixar qualquer rastro. Meses depois, sem respostas e com poucas esperanças, a tragédia ganha novos contornos quando um detalhe inesperado surge: o cartão de crédito de Lori é usado em uma pequena vila nas ilhas Fiji. Para completar o mistério, imagens indicam que o piloto do avião pode estar vivo.
Movida pelo afeto e pela necessidade de entender o que realmente aconteceu, Erin decide ir atrás da irmã. A busca, no entanto, rapidamente se transforma em uma jornada perigosa. O que à primeira vista parece um paraíso tropical revela um ambiente hostil, repleto de mentiras, interesses ocultos e riscos constantes. A cada passo, Erin se vê mais próxima de verdades que podem mudar tudo o que acreditava saber.
Baseada no livro homônimo de Lucy Clarke, a série constrói sua força ao alternar as perspectivas das duas irmãs, conduzindo o espectador por diferentes linhas do tempo. Entre tensão, ação e emoção, “The Castaways – Isolados” explora não apenas o mistério do acidente, mas também os vínculos familiares, a culpa, a esperança e os limites humanos diante do desconhecido.
Criada por Ben Harris, que assina o roteiro ao lado de Polly Buckle e Jesse O’Mahoney, a produção conta com cinco episódios, lançados originalmente em 2023. O elenco reúne nomes como Sheridan Smith, Celine Buckens, Dominic Tighe, Charlotte Vega e Lasarus Ratuere, que dão profundidade emocional à trama e reforçam o clima de constante desconfiança.
O primeiro episódio vai ao ar nesta sexta-feira, dia 9, logo após o Seleção BBB. Nas semanas seguintes, a série será exibida sempre às sextas-feiras, depois do Big Brother Brasil 26, convidando o público a embarcar em uma história que mistura suspense psicológico, drama e revelações capazes de prender a atenção até o último minuto.
Nesta segunda-feira, 27, às 19h30, o “Aparecida Sertaneja” chega com aquele clima gostoso de nostalgia e música boa que a gente adora. Comandado pela sempre simpática Mariangela Zan, o programa traz o quadro “Memória Sertaneja”, que nesta semana vai relembrar hits marcantes dos anos 80. E como música boa nunca é demais, o palco também recebe artistas que representam com carinho a essência da música sertaneja atual.
Trio Los Angeles: os donos do “Mambolê”
Se tem uma música que fez todo mundo dançar nos anos 80, foi “Vamos Dançar Mambolê”. E adivinha? O Trio Los Angeles está de volta pra nos transportar direto pra essa época cheia de brilho e batidas marcantes! Formado em 1982 por Márcio Mendes, Ana Maria e Cléo Ferreira, o trio foi um fenômeno desde o início. Eles emplacaram vários sucessos, tiveram músicas em novelas e conquistaram uma legião de fãs. Depois de uma pausa nos anos 90, o grupo voltou em 1998 com uma nova formação, mas sempre com Márcio à frente. Uma coisa é certa: eles continuam mandando bem demais!
Placa Luminosa: clássicos que não saem da cabeça
Outra atração que promete arrepiar os fãs da boa música é a banda Placa Luminosa. A história deles começou lá nos anos 70, mas foi nos 80 que o grupo estourou de vez, especialmente com o hit “Velho Demais”, tema da novela global “Sem Lenço, Sem Documento”. Ao longo dos anos, a banda emplacou sucessos como “Fica Comigo”, “O Nosso Amor é Lindo” e “Faz de Conta”. E o melhor? Eles seguem firmes e fortes, levando seus shows por todo o Brasil. É talento que atravessa gerações e toca fundo no coração.
Juan Viola e Gabrielly: amor e música na veia
Representando a nova geração, o casal mineiro Juan Viola e Gabrielly chega cheio de carisma e paixão pela música sertaneja raiz. Eles não só cantam – eles vivem a música. Com arranjos caprichados e vozes que combinam perfeitamente, a dupla leva a cultura sertaneja para todos os cantos, sempre com aquele toque especial que só quem ama o que faz consegue transmitir.
Guto e Nando: um recomeço cheio de energia
Pra fechar a noite com chave de ouro, quem sobe ao palco é a dupla Guto e Nando. Em uma nova fase da carreira, eles chegam com a turnê “Novo Ciclo”, trazendo músicas inéditas e releituras de grandes sucessos. É aquela mistura de novidade e nostalgia que todo mundo adora.
Então já sabe, né? Segunda-feira, às 19h30, é hora de se aconchegar no sofá, ligar na TV Aparecida e curtir o “Aparecida Sertaneja”. Prepare-se pra cantar, se emocionar e, quem sabe, até ensaiar uns passinhos do “Mambolê”! 🎶
Nesta terça-feira, 29 de abril, o Aparecida Debate mergulha em um tema de profunda relevância social: a cultura e a educação dos povos indígenas no Brasil. Sob o comando da jornalista Rafaela Lourenço, o programa da TV Aparecida convida o público a refletir sobre os saberes ancestrais, as lutas históricas e os avanços contemporâneos dos povos originários, com foco especial na importância da educação como ferramenta de resistência e valorização cultural.
Segundo dados levantados pela produção, o Brasil abriga atualmente cerca de 1,7 milhão de indígenas, distribuídos em mais de 300 etnias, das quais mais da metade reside na região da Amazônia Legal. Apesar da diversidade e da riqueza cultural, os povos indígenas ainda enfrentam desafios constantes relacionados ao reconhecimento de seus direitos, à demarcação de terras, ao acesso à educação de qualidade e à preservação de suas línguas e tradições. É nesse contexto que o programa propõe um debate urgente, trazendo convidados que representam diferentes frentes de atuação em prol da causa indígena.
Convidados compartilham vivências, saberes e lutas
Entre os destaques do episódio estão três importantes nomes do movimento indígena contemporâneo:
🔸 Daniel Munduruku – Reconhecido nacional e internacionalmente, o escritor, filósofo e educador indígena é uma das principais vozes da literatura brasileira dedicada à valorização da identidade dos povos originários. Diretor-Presidente do Instituto Uka e do selo editorial Uka, Daniel é também membro fundador da Academia de Letras de Lorena (SP). Sua trajetória inclui a criação da primeira livraria online especializada em obras de autores indígenas, além da realização do Encontro de Escritores e Artistas Indígenas, que acontece há duas décadas no Rio de Janeiro em parceria com a FNLIJ. Autor de mais de 50 livros, Daniel Munduruku tem se dedicado a promover uma educação antirracista, inclusiva e pautada na valorização da diversidade cultural brasileira.
🔸 Cristiano Kiririndju – Ativista e articulador político, Cristiano é coordenador de políticas indígenas e tem forte atuação na defesa dos direitos coletivos e na construção de políticas públicas que contemplem as especificidades dos povos indígenas. Sua presença no programa acrescenta uma visão institucional e estratégica, abordando questões como educação diferenciada, políticas de inclusão, protagonismo indígena nos espaços de poder e a proteção dos territórios tradicionais.
🔸 Cristian Wariu – Jovem influenciador digital, comunicador e ativista, Cristian nasceu no território Parabubure, localizado na região do Vale do Araguaia (MG). Com um trabalho focado no combate ao preconceito e na desconstrução de estereótipos sobre os povos indígenas, ele conquistou destaque com seu canal no YouTube, o Wariu, que soma mais de 52 mil inscritos. Nas redes sociais, Cristian usa a linguagem jovem e acessível para mostrar a diversidade das culturas indígenas e abordar temas como racismo, identidade, pertencimento e resistência digital. Seu trabalho evidencia como a tecnologia pode ser uma aliada na luta por visibilidade e representatividade.
Educação como ponte entre tradição e futuro
Ao propor um olhar aprofundado sobre a educação indígena, o programa amplia o foco para discutir modelos pedagógicos alternativos, bilinguismo, transmissão oral de saberes e os desafios enfrentados nas escolas localizadas em territórios indígenas. O programa também debate a urgência da inclusão de conteúdos indígenas nos currículos escolares formais, conforme estabelece a Lei 11.645/2008, e a necessidade de se combater o apagamento histórico promovido ao longo de séculos.
Mais do que uma conversa, o episódio desta terça-feira é um convite à escuta sensível e ao reconhecimento da pluralidade de vozes que formam o Brasil. Com perspectivas distintas e complementares, os convidados mostram que educar e preservar a cultura indígena é fundamental para construir um país mais justo, diverso e consciente de suas raízes.
Que horas vai ao ar?
📺 Aparecida Debate vai ao ar na TV Aparecida nesta terça-feira, 29 de abril, às 22h. Um encontro necessário para quem deseja compreender melhor a riqueza e a complexidade dos povos indígenas no Brasil de hoje.
No clima de Dia das Mães, o programa Sensacional desta segunda-feira, 5 de maio de 2025, na RedeTV!, traz um depoimento tocante de Silvia Abravanel — filha de Silvio Santos e apresentadora querida do público. Em uma conversa íntima e cheia de emoção com Dani Albuquerque, Silvia abre o coração sobre os desafios e alegrias da maternidade, revisita momentos difíceis de sua trajetória e fala com sensibilidade sobre identidade, adoção e perda.
“Ela toma canabidiol há três anos e está mais falante”
Mãe de duas filhas, Luana, de 27 anos, e Amanda, de 19, Silvia se emociona ao falar sobre a jornada ao lado da primogênita, que foi diagnosticada ainda bebê com galactosemia, uma doença genética rara que impede o organismo de metabolizar a galactose — o açúcar presente no leite e seus derivados.
“Ela toma canabidiol há três anos. Está muito bem, está mais falante”, conta Silvia, com um sorriso orgulhoso no rosto. A apresentadora explicou que, com o tratamento e o uso do canabidiol, os progressos de Luana foram visíveis e transformadores.
Mas nem tudo foi fácil. Silvia relembra, com a voz embargada, a dor de não ser acolhida como mãe quando mais precisava. “Era mãe de primeira viagem e um médico conceituado, de um hospital conceituado, chegar e falar isso para mim: ‘O meu tempo com a sua filha acabou, a gente não quer mais cuidar dela’. Abriu um buraco embaixo dos meus pés.”
Adoção, identidade e a busca pela origem
Silvia também fala com franqueza sobre sua adoção por Silvio Santos e Maria Aparecida Vieira, primeira esposa do apresentador. Em um relato sincero, ela compartilha que, durante a juventude, teve curiosidade sobre suas origens e chegou a buscar pistas da mãe biológica.
“Você se parece com a sua mãe, com seu pai… E eu me parecia com quem?”, questiona. “Fui atrás, consegui chegar quase perto de onde tinha nascido, mas aconteceu uma situação na minha família que falei: ‘Não, melhor deixar para lá’. Porque os pais pensam: ‘O que a gente fez para ela querer ir atrás da mãe biológica?’ Mas o meu querer era curiosidade, com quem eu parecia.”
É um daqueles momentos raros de televisão em que o público vê a pessoa por trás da figura pública — uma mulher com dúvidas, medos e afetos, como qualquer um de nós.
“Minha mãe virou uma estrelinha”
Silvia ainda recorda um dos episódios mais dolorosos de sua infância: a perda de sua mãe adotiva, Maria Aparecida, quando tinha apenas cinco anos. Ela relembra com delicadeza o dia em que soube da notícia, uma memória que ainda dói.
“Não me deixaram ir ao velório, fiquei sabendo pelo meu pai depois que enterraram. Ele falou que tinha uma coisa para me contar, vi que ele estava muito emocionado. Ele falou que minha mãe tinha virado uma estrelinha.”
Apesar da pouca idade na época, Silvia guarda lembranças doces: “Chegava da escola, deitava no colo e ela ficava fazendo cafuné, cantando músicas para mim.”
Um retrato real e corajoso da maternidade
No especial de Dia das Mães do Sensacional, Silvia Abravanel mostra que ser mãe vai muito além do que aparece nas redes sociais ou nos comerciais de TV. É sobre enfrentar o inesperado, ter coragem de buscar ajuda, proteger os filhos com unhas e dentes — e, acima de tudo, amar sem medida.
Em um raro momento de vulnerabilidade e entrega, Silvia se despe da imagem pública e mostra a mulher forte, sensível e amorosa por trás das câmeras. Uma mãe que, como tantas outras, aprendeu na marra, enfrentou julgamentos, buscou respostas — e, no fim, encontrou força onde menos esperava.
Atenção, fãs de dinossauros e emoção nas telonas: começou a contagem regressiva para um dos filmes mais esperados do ano! A Universal Pictures acaba de liberar a pré-venda oficial de ingressos para “Jurassic World: Recomeço” (Jurassic World: Rebirth), o novo capítulo eletrizante da franquia que há 30 anos nos faz temer (e amar) cada passo de um tiranossauro.
A partir desta quarta-feira, 19 de junho, às 10h, você já pode garantir seu lugar na sessão — e, vamos ser sinceros, esse é daqueles filmes que merecem ser vistos com pipoca grande, som no talo e cadeira que treme!
Estrelando a musa Scarlett Johansson, o filme se passa cinco anos depois dos eventos de Jurassic World: Domínio, em um mundo onde humanos e dinossauros tentam dividir o mesmo espaço sem (literalmente) se devorarem. Johansson vive Zora Bennett, uma agente secreta linha-dura que lidera uma missão sinistra: entrar numa ilha esquecida pelos mapas, onde restos de pesquisas genéticas do antigo Jurassic Park ainda se escondem… junto com algumas criaturas que o tempo (e os humanos) deveriam ter deixado em paz.
E prepare-se: não estamos falando de dinossaurinhos simpáticos de parque temático. No meio da selva, Zora e sua equipe vão encarar três dinossauros colossais e geneticamente únicos, capazes de virar o jogo entre a vida e a extinção.
Além de Scarlett, o elenco traz nomes de peso como o premiado Mahershala Ali (Moonlight, Green Book) e o queridinho do momento, Jonathan Bailey (Bridgerton, Wicked). A direção é de Gareth Edwards (Rogue One), e a produção carrega a assinatura mágica do próprio Steven Spielberg.
“Jurassic World: Recomeço” estreia exclusivamente nos cinemas em 3 de julho. Mas se você quer ver antes de todo mundo e escapar dos spoilers jurássicos, corre agora e garanta seu ingresso!
Julho chegou e, com ele, a promessa de histórias que arrebatam, que fazem pensar, suspirar, se emocionar — ou simplesmente esquecer do mundo por duas horas escuras e acolhedoras dentro de uma sala de cinema. Nesta quinta-feira, dia 3 de julho, as estreias misturam o épico com o íntimo, o selvagem com o sensível, a ação eletrizante com o silêncio cortante dos dramas familiares.
De dinossauros que podem salvar vidas humanas a mães que precisam aprender a deixar seus filhos voarem, passando por descobertas afetivas à beira do mar e sonhos embalados por arte e juventude em uma Paris dos anos 80, os filmes da semana desenham um retrato multifacetado da vida — real ou imaginada, mas sempre pulsante.
L to R: Jonathan Bailey as paleontologist Dr. Henry Loomis and Scarlett Johansson as skilled covert operations expert Zora Bennett in JURASSIC WORLD REBIRTH, directed by Gareth Edwards.
🦖 Jurassic World: Recomeço
Quando a cura da humanidade repousa nos ombros de gigantes extintos
Esqueça o zoológico jurássico ou a ideia de dinossauros domesticados. O novo capítulo da franquia, “Jurassic World: Recomeço”, não é sobre controle — é sobre sobrevivência. E reverência. Cinco anos após o colapso causado pelos experimentos da humanidade, os poucos dinossauros restantes vivem isolados em pontos equatoriais do planeta, onde o clima imita os tempos pré-históricos.
É nesse cenário que um grupo de cientistas e aventureiros embarca em uma missão que parece impossível: coletar DNA das três criaturas mais colossais dos tempos antigos — do céu, do mar e da terra. Mas o que está em jogo vai além da biotecnologia: a missão pode ser a última esperança da medicina moderna de curar doenças incuráveis.
Com Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali nos papéis principais, e direção do visionário Gareth Edwards (Godzilla, Rogue One), o filme mistura ação de alto nível com uma pergunta sutil, mas poderosa: será que merecemos essa segunda chance com a natureza?
Prepare o coração e a pipoca: essa jornada selvagem também é uma expedição moral.
🌊 Hot Milk
Quando o cuidado vira prisão — e o amor precisa aprender a soltar
Sofia acompanha sua mãe Rose numa viagem quase mística ao sul da Espanha, em busca de uma cura para uma doença rara que os médicos ainda não conseguiram explicar. A rotina entre exames, clínicas alternativas e esperas dolorosas começa a asfixiar a jovem. Até que ela conhece uma garota misteriosa que a convida para experimentar o mundo fora da sombra da doença, fora da sombra da mãe.
Hot Milk, da diretora e roteirista Rebecca Lenkiewicz, não é um filme sobre diagnósticos, mas sobre fronteiras emocionais. É sobre onde termina o cuidado e começa o controle. Sobre o corpo — e tudo que ele pode carregar além da carne: pressões, desejos, ausências.
Emma Mackey (de Sex Education) entrega uma performance delicada e feroz como Sofia, ao lado da sempre brilhante Fiona Shaw (de Killing Eve), numa narrativa que aquece devagar, como leite no fogão, até quase ferver.
🧩 Pedaço de Mim
Um amor tão grande que precisa aprender a se diminuir
Imagine uma casa silenciosa, um pequeno apartamento onde tudo gira em torno de uma única relação: Mona, mãe solo, e seu filho adulto Joël, que vive com deficiência. Eles se entendem no olhar, no ritmo, na rotina. Até que algo escapa: o amor.
Joël está apaixonado por Océane, colega de trabalho. E ela está grávida. Mas Mona não sabe. E talvez não esteja pronta para saber.
Em Pedaço de Mim, a diretora Anne-Sophie Bailly conduz com ternura e honestidade brutal um drama que toca fundo em qualquer mãe, filho ou cuidador. É um filme sobre a coragem de soltar a mão de quem amamos, mesmo que essa mão ainda precise da nossa.
Com diálogos mínimos, mas expressões que dizem tudo, o longa é um lembrete de que nem todo sacrifício é saudável — e que todo amor maduro é, antes de tudo, amor por si mesmo.
🎭 Jovens Amantes
Paixão, teatro e os sonhos que só se têm aos vinte anos
Paris, final da década de 80. Um grupo de jovens apaixonados por teatro tenta entrar na prestigiada escola criada por Patrice Chéreau e Pierre Romans no lendário Théâtre des Amandiers, em Nanterre. Eles têm 20 anos, desejos à flor da pele, e um mundo inteiro prestes a se abrir — ou desmoronar.
Jovens Amantes é sobre a euforia da juventude, os primeiros palcos, os primeiros amores, as primeiras tragédias. Mas também é sobre uma geração marcada pela arte, pela ousadia e pela sensibilidade em tempos conturbados.
A câmera observa com delicadeza os momentos em que tudo parece eterno — até que não é mais. É nostalgia sem clichê. É juventude sem filtro. E é uma carta de amor ao teatro como modo de vida.
🍿 Entre dinossauros e dilemas, o que você vai ver primeiro?
Nesta semana, os cinemas não oferecem apenas histórias — oferecem experiências. Filmes que nos tiram do lugar comum, que nos lembram que o mundo pode ser tão vasto quanto um desfiladeiro jurássico ou tão íntimo quanto o silêncio entre mãe e filha.
Então, escolha seu refúgio. Sua emoção. Seu grito ou sua lágrima. E vá. O cinema ainda é um dos poucos lugares onde a gente pode viver outra vida sem sair da nossa.
Nos encontramos na poltrona 12 da fileira do meio. 🌌
Quando a franquia Jurassic Park estreou nos anos 90, ela redefiniu o conceito de espetáculo cinematográfico. Trinta anos depois, Jurassic World: Recomeço tenta equilibrar respeito ao passado com ambições de um novo começo. E embora não revolucione a fórmula, entrega uma produção visualmente deslumbrante, com momentos de pura adrenalina.
Dirigido por Gareth Edwards (Godzilla, Rogue One), o filme impressiona desde os primeiros minutos com sua escala grandiosa e direção segura. O cineasta tem um olhar aguçado para criar tensão e impacto visual, e sabe exatamente como construir a sensação de que o ser humano voltou a ser minúsculo diante das forças da natureza.
🧬 Scarlett Johansson lidera com força e sutileza
Scarlett Johansson estreia com brilho na franquia como Zora, uma cientista marcada por decisões do passado. A atriz traz intensidade emocional e presença magnética, conseguindo transmitir complexidade mesmo quando o roteiro não aprofunda tanto suas motivações. Sua atuação é um dos grandes destaques e confere credibilidade a uma trama que poderia facilmente escorregar para o exagero.
O elenco de apoio também se sai bem, com boas performances e química em cena. Embora falte espaço para desenvolvimentos mais robustos, todos entregam o necessário para manter a história em movimento — com empatia, leveza e ritmo.
🦕 Dinossauros imponentes, ação na medida certa
Se há uma promessa que Recomeço cumpre com louvor, é a de oferecer um verdadeiro show de criaturas pré-históricas. Os efeitos visuais são excepcionais, e as sequências de ação têm energia e coreografia bem resolvidas. Há dinossauros novos, mutações intrigantes e até um toque de terror em certos momentos. O design sonoro e a trilha também ajudam a construir a atmosfera de aventura com tensão constante.
Mais do que sustos e perseguições, o filme também acerta ao apresentar uma ambientação que mistura o tecnológico e o selvagem, refletindo o caos gerado por décadas de manipulação genética. Essa fusão entre passado e futuro é um dos temas que Recomeço aborda com mais consistência.
🔄 Um recomeço cauteloso, mas promissor
Apesar do título ambicioso, o roteiro ainda se prende a estruturas familiares. Elementos como a corporação vilanesca, a criatura que escapa do controle e o embate final grandioso já são conhecidos do público. Mas, diferentemente dos últimos filmes da trilogia World, aqui há mais equilíbrio entre nostalgia e avanço. O filme não tenta apagar o passado, mas dialoga com ele — e isso já representa um progresso.
Há, sim, espaço para mais ousadia em filmes futuros, principalmente em termos temáticos e dramáticos. Mas Recomeço serve como uma ponte bem construída entre o que foi e o que pode vir. Ele planta sementes para uma nova fase — mais sombria, mais reflexiva e, quem sabe, mais surpreendente.
🎬 Uma aventura digna, com alma blockbuster e coração clássico
Jurassic World: Recomeço talvez não seja o capítulo mais inovador da saga, mas é um dos mais bem executados da era moderna. Com visual arrebatador, ritmo eficiente e uma protagonista forte, o longa cumpre seu papel de entretenimento com qualidade.
É o tipo de filme que vale ser visto na tela grande — não apenas pelos dinossauros, mas pelo esforço sincero de entregar algo relevante dentro de uma franquia marcada por altos e baixos. Um recomeço que pode, com os ajustes certos, levar a um novo auge.
A história de amizade entre um jovem viking e um dragão indomável voltou às telas — desta vez em carne, osso e efeitos visuais arrebatadores. O remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão não apenas tocou os corações dos antigos fãs, como também conquistou uma nova geração. E os números não deixam dúvidas: a magia está de volta, mais forte do que nunca.
Desde sua estreia, o longa já acumula US$ 479 milhões em bilheteria mundial, mostrando que o apelo emocional da trama, aliado à tecnologia de ponta e à nostalgia cuidadosamente dosada, ainda é uma fórmula poderosa.
Estreia com fôlego de blockbuster
Nos Estados Unidos, o longa foi além das previsões mais otimistas do mercado. Lançado em meio a uma temporada competitiva, o filme superou expectativas e estreou com US$ 83 milhões, quando a previsão mais confiante girava entre US$ 70 e US$ 80 milhões. Ao fim do fim de semana prolongado de 4 de julho, já havia somado US$ 224 milhões no mercado doméstico, mantendo-se firme no top 3 das bilheteiras e mostrando que há espaço para narrativas sensíveis em meio a tantos heróis e monstros.
No mundo, o coração dos dragões bate forte
O sucesso também ecoou além das fronteiras americanas. O remake arrecadou US$ 114 milhões em sua abertura internacional, com destaques para o México (US$ 14 milhões), Reino Unido e Irlanda (US$ 11,2 milhões) e China (US$ 11,2 milhões). Esses mercados demonstraram uma forte conexão com a história universal sobre empatia, coragem e superação — temas que, somados a visuais impressionantes, continuam encantando plateias diversas.
Entre a nostalgia e a inovação: o que torna o remake tão poderoso?
Diferente de muitas releituras que apenas recriam planos da animação original, o novo Como Treinar o Seu Dragão aposta em uma reinterpretação sensível. Mantendo o núcleo emocional da relação entre Soluço e Banguela, o filme oferece uma experiência visual mais madura, com um mundo vívido, batalhas intensas e uma nova textura dramática. Ainda assim, sem abandonar o espírito encantador da franquia, que sempre falou sobre ver o mundo com os olhos da empatia — até mesmo quando esse mundo tem escamas e solta fogo.
Sabe aquele tipo de filme que faz a criançada se encantar na poltrona do cinema, os pais se emocionarem e todo mundo sair com vontade de abraçar uma árvore? Pois é exatamente isso que Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil promete entregar a partir do dia 24 de julho, nas telonas de todo o país.
Dirigido por João Amorim, o longa mistura animação, live-action e fantoches supercarismáticos para contar a história dos irmãos Thiago e Ísis, que embarcam com o pai numa verdadeira jornada pelo coração da natureza brasileira. No caminho, eles vão cruzar o Cerrado, o Pantanal e a Mata Atlântica, conhecer bichos incríveis, encarar desafios e aprender — junto com o público — o valor imenso dos nossos ecossistemas.
Mas calma, não é um documentário chato! A proposta aqui é encantar, divertir, informar e emocionar tudo ao mesmo tempo, com música, humor, aventuras e aquele jeitinho brasileiro de contar boas histórias com coração.
Uma história que começa com curiosidade… e vira missão de vida
O filme é inspirado na série de sucesso exibida no Canal Futura, TV Brasil, Canal Educação e também disponível na Globoplay, que já encantou milhares de crianças pelo país. Só que agora, nas telonas, tudo ganha mais cor, mais som, mais emoção. Thiago e Ísis não são apenas irmãos aventureiros — são nossos guias nessa expedição cheia de descobertas, segredos da natureza e dilemas reais sobre preservação, espécies ameaçadas e o papel de cada um na proteção do planeta.
A trama chega às salas de cinema em um momento simbólico: o ano da COP30, que acontecerá no Brasil. Ou seja, além de divertido, o filme também é um convite — leve, criativo e acessível — para pensarmos sobre o futuro do meio ambiente. E, principalmente, sobre como educar as próximas gerações para amar e cuidar daquilo que é nosso.
Música boa, personagens cativantes e um universo que vai muito além da tela
Não bastasse o filme em si, o projeto se desdobra em outras plataformas. As canções originais, que fazem parte da trilha sonora do longa, estarão disponíveis no Spotify, perfeitas para os pequenos ouvirem em casa, no carro ou na escola. E a história também chega às livrarias, em versão literária lançada pela Editora Franco — ou seja, Thiago e Ísis vão conquistar a criançada não só nas telas, mas também nas páginas e nas playlists.
E sabe o que é ainda mais incrível? O filme já é multipremiado! Antes mesmo da estreia oficial nos cinemas, Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil passou por 25 festivais nacionais e internacionais, levando sete prêmios importantes, incluindo:
🏆 Melhor Filme Infantojuvenil – FESTin (Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa) 🏆 Melhor Longa-Metragem Documentário Ambiental – New York Documentary Film Awards 2024 🏆 Melhor Diretor de Longa-Metragem – Portugal Indie Film Festival 2024
Não é pouca coisa, hein?
Para rir, refletir e se reconectar com a natureza
Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil é daquelas produções que mostram que entretenimento infantil pode (e deve!) ser inteligente, criativo e engajado. É um filme que diverte sem subestimar a inteligência da criança e emociona sem ser piegas. Um conteúdo que funciona tão bem para o pequeno de cinco anos quanto para o adulto que o acompanha na sessão.
É sobre olhar a natureza com mais atenção, sobre valorizar o Brasil que existe fora dos grandes centros urbanos, e sobre entender que cada animal salvo, cada floresta preservada, é um passo rumo a um futuro mais bonito — e mais possível.
A partir desta sexta-feira, 18 de julho, às 19h30, o Canal Brasil dá início à exibição da série documental “Nação Zumbi – No Movimento das Marés”, que convida o público a revisitar — e sentir — a trajetória da banda que transformou a lama do mangue em movimento cultural, som e poesia urbana.
Dirigida por Aquiles Lopes e Leo Crivellare, a produção é dividida em quatro episódios de 25 minutos e entrelaça memórias, imagens de arquivo, bastidores e depoimentos sinceros de quem viveu cada fase da banda. Com passagens por Recife, Olinda, Rio de Janeiro e São Paulo, a série não apenas narra uma história musical, mas também o nascimento de uma linguagem que uniu maracatu, rock, crítica social e identidade nordestina com originalidade feroz.
Ecos do Manguebeat, vozes de gerações
Mais do que um relato biográfico, “No Movimento das Marés” é uma escuta atenta da Nação Zumbi por meio de muitas vozes. Os atuais integrantes — Jorge Du Peixe, Dengue, Toca Ogan, Marcos Matias, Da Lua, Tom Rocha e Neilton Carvalho — se juntam a ex-membros, músicos parceiros e nomes importantes da crítica musical para reconstruir os caminhos trilhados pela banda.
Marcelo D2, Frejat, Charles Gavin, Edgard Scandurra, Lorena Calábria e Arthur Dapieve compartilham suas visões sobre a força inovadora do grupo e seu impacto na música brasileira. As falas são íntimas, afetivas, e revelam como a Nação segue pulsando — com os pés no barro e os olhos no mundo.
Do início revolucionário à reinvenção constante
No episódio de estreia, intitulado “Hoje, Amanhã e Depois”, a série costura passado e presente: mostra a turnê pela Europa em 2017, o dia histórico no estúdio Abbey Road, em Londres, e retorna ao início de tudo — o Manifesto Manguebeat, os primeiros shows, o contrato com a gravadora, e o estouro nacional que colocou Recife no mapa sonoro do país. É também nesse capítulo que os integrantes relembram a perda do visionário Chico Science, morto precocemente em 1997, e o vazio que se abriu a partir dali.
Já no segundo episódio, “Um Sonho”, a narrativa foca na reconstrução. A banda seguiu viva, criativa, e lançou álbuns como “Futura”, “Fome de Tudo”, “NZ” e “Radiola NZ”. Com o tempo, os integrantes passaram a explorar com mais liberdade suas individualidades musicais, criando um som plural, com assinatura própria.
Ritmos, raízes e reinterpretações
O terceiro capítulo, “Foi de Amor”, mergulha no processo de composição, nas influências regionais e na diversidade de parcerias que ampliaram o alcance sonoro da Nação. Também ganha destaque o projeto Los Sebosos Postizos, formado por integrantes da banda, que homenageia a obra de Jorge Ben Jor em releituras suingadas e cheias de afeto.
Por fim, no quarto episódio, a série retorna à origem pessoal: cada integrante fala sobre como a música entrou em sua vida e o momento em que ela se tornou profissão. É uma reflexão não só sobre carreira, mas sobre vocação, resistência e identidade. Com a ajuda de músicos, críticos e pesquisadores, o episódio traça um retrato do estilo único da Nação Zumbi, que sempre escapou de rótulos fáceis.