Patrulha das Fronteiras desta quarta (13/08) – Casos inusitados, como pele de urso e passaporte de falecido, agitam o episódio

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Nesta quarta-feira,13 de agosto, a partir das 22h45, o programa Patrulha das Fronteiras, exibido pela Record TV e apresentado por Reinaldo Gottino, mergulha no universo das alfândegas internacionais, mostrando como agentes ao redor do mundo lidam com situações inusitadas, arriscadas e, por vezes, surpreendentes. Com um olhar atento à fiscalização de portos e aeroportos, o programa revela histórias curiosas que vão muito além do que o passageiro comum imagina ser possível levar na bagagem.

O episódio desta semana promete prender a atenção do público com uma sequência de casos que desafiam a lógica e, ao mesmo tempo, evidenciam o trabalho detalhista dos agentes na prevenção de crimes transnacionais. Entre os itens apreendidos estão uma pele de urso, um colete com drogas escondidas, passaportes de pessoas já falecidas, chifres de cervo e até líquidos suspeitos, além de plantas medicinais proibidas e passageiros com histórias pessoais que despertam a atenção das autoridades.

O trabalho diário das fronteiras

As fronteiras internacionais são muito mais do que simples pontos de passagem de viajantes e mercadorias. Elas funcionam como barreiras estratégicas para impedir a circulação de itens ilícitos, proteger a saúde pública e garantir que leis nacionais e internacionais sejam respeitadas. Nesse cenário, a rotina dos agentes é intensa, exigindo atenção aos detalhes e uma intuição apurada para identificar irregularidades.

Reinaldo Gottino, ao apresentar Patrulha das Fronteiras, leva o público para dentro desse universo, mostrando não apenas a técnica dos profissionais, mas também a pressão emocional que acompanha cada decisão. Entre scanners de bagagens, interrogatórios e procedimentos legais, cada apreensão pode representar desde uma pequena irregularidade até a interrupção de um esquema de tráfico internacional.

O episódio desta quarta ilustra bem a diversidade de situações enfrentadas pelos agentes, revelando que a rotina na fronteira vai muito além da fiscalização convencional.

Casos curiosos e apreensões surpreendentes

Um dos casos mais impactantes do episódio envolve a apreensão de pele de urso na bagagem de um viajante. A situação chamou atenção não apenas pela ilegalidade do transporte de espécies protegidas, mas também pela forma como o item foi disfarçado entre roupas e objetos pessoais. O episódio evidencia a importância da fiscalização rigorosa e do conhecimento sobre legislações ambientais, mostrando que agentes precisam estar preparados para identificar desde pequenos produtos proibidos até animais exóticos escondidos.

Outro caso que surpreendeu os profissionais foi a descoberta de um colete contendo drogas escondidas. Disfarçado de equipamento pessoal, o item era aparentemente inofensivo, mas a inspeção minuciosa revelou substâncias ilícitas dentro de compartimentos ocultos. Esse tipo de apreensão ilustra o nível de criatividade dos criminosos e a necessidade de agentes altamente treinados para detectar tentativas sofisticadas de transporte de drogas.

Além dessas apreensões, o episódio mostra situações peculiares envolvendo passaportes de pessoas já falecidas. Em alguns casos, indivíduos tentaram utilizar documentos inválidos para contornar sistemas de controle de imigração. Embora possa parecer um caso estranho, a ação dos agentes é fundamental para impedir fraudes e garantir a segurança de fronteiras nacionais e internacionais.

Outros itens curiosos também chamam a atenção no episódio: chifres de cervo, frascos com líquidos suspeitos e plantas medicinais. Cada um desses casos revela uma faceta diferente da fiscalização, seja na proteção de espécies ameaçadas, na prevenção de transporte de substâncias perigosas ou na garantia de cumprimento de regras sanitárias e fitossanitárias.

Pessoas e histórias por trás das bagagens

Mais do que objetos, a Patrulha das Fronteiras também registra histórias humanas surpreendentes. Entre os episódios exibidos nesta quarta, um caso chamou atenção: um estudante que viajava para estudar na Alemanha, mas não falava alemão. A situação gerou estranhamento nos agentes, levantando questionamentos sobre planejamento, imigração e intenções de viagem. Esses momentos humanizam o programa, mostrando que, por trás das bagagens e das apreensões, existem pessoas com trajetórias, escolhas e, às vezes, contradições inesperadas.

A apresentação de Gottino ressalta a dimensão humana dessas situações. Não se trata apenas de mostrar objetos ilícitos, mas de contextualizar cada caso, trazendo à tona a realidade de viajantes, agentes e familiares. A narrativa destaca a responsabilidade social da fiscalização, que protege não só a lei, mas também a integridade de pessoas e do meio ambiente.

A tecnologia a serviço da segurança

Outro ponto destacado pelo programa é o uso de tecnologia avançada na fiscalização. Scanners corporais, máquinas de raio-X, sensores químicos e inteligência artificial são apenas algumas das ferramentas utilizadas pelos agentes para identificar irregularidades. A combinação entre tecnologia e experiência humana aumenta significativamente a eficiência da fiscalização, permitindo apreensões precisas e minimizando riscos.

O episódio mostra como essas ferramentas são aplicadas em tempo real, com agentes realizando inspeções detalhadas e cruzando informações para garantir que nada passe despercebido. Em muitos casos, a tecnologia permite detectar itens escondidos de maneira engenhosa, como o colete com drogas ou os líquidos suspeitos, reforçando a importância do investimento contínuo em inovação.

Marty Supreme | Timothée Chalamet encanta como protagonista no trailer oficial

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A A24, estúdio que há anos se consolidou como sinônimo de inovação e qualidade cinematográfica, acaba de divulgar o primeiro trailer de Marty Supreme, produção que promete ser um marco em sua história. Dirigido por Josh Safdie, conhecido por trabalhos como Joias Brutas, o longa traz Timothée Chalamet no papel principal e já desperta grande expectativa, tanto pela qualidade do elenco quanto pelo investimento histórico do estúdio, estimado em impressionantes US$ 70 milhões. Abaixo, veja o trailer:

O filme acompanha a trajetória fictícia de Marty Mauser, um jovem talentoso no pingue-pongue, esporte muitas vezes subestimado, que encontra na determinação e na coragem a chave para realizar seus sonhos. Apesar de ter inspiração em Marty Reisman, jogador profissional de tênis de mesa, Marty Supreme não se configura como uma biografia. A narrativa, cuidadosamente construída pelo roteiro de Ronald Bronstein — colaborador frequente de Safdie —, mistura ficção, comédia e aventura esportiva, criando um universo próprio, leve e ao mesmo tempo emocionante.

Para Chalamet, o novo filme representa um novo desafio em sua carreira. Após a vitória no SAG Awards e a indicação ao Oscar por sua interpretação de Bob Dylan em Um Completo Desconhecido, o ator retorna às telonas em um papel que exige não apenas presença dramática, mas também habilidades físicas aprimoradas.

“Josh me encorajou a realizar algumas das minhas próprias acrobacias, o que tornou a experiência incrivelmente imersiva”, revelou Chalamet em entrevista recente. Além disso, o ator precisou adaptar sua visão para algumas cenas: o diretor optou por fazê-lo usar óculos de grau com lentes de contato por baixo, criando um efeito visual que deixava seus olhos aparentarem menores — algo que, segundo Chalamet, atrapalhou temporariamente sua visão, mas acrescentou autenticidade ao personagem.

O comprometimento do ator foi intenso. Durante meses, ele treinou rigorosamente com ex-jogadores de tênis de mesa Diego Schaaf e Wei Wang, aperfeiçoando reflexos, movimentos e a precisão necessária para tornar as partidas de pingue-pongue críveis nas telonas. O resultado, visível no trailer, promete impressionar não apenas fãs de cinema, mas também apreciadores de esportes.

O longa ainda conta com Gwyneth Paltrow no papel de Carol Dunne, interesse amoroso de Marty, além de Odessa A’Zion, Kevin O’Leary, Tyler Okonma, Abel Ferrara e Fran Drescher, que interpreta a mãe de Marty, a Sra. Mauser. A presença de atores veteranos como Fran Drescher e nomes inusitados, como o artista francês Philippe Petit, demonstra a ousadia da produção em mesclar diferentes universos artísticos.

Segundo Safdie, a escolha de um elenco diversificado foi intencional. “Queríamos criar uma tapeçaria de personagens que refletisse a riqueza do mundo ao redor do nosso protagonista. Cada presença traz algo inesperado, seja humor, tensão ou emoção”, explicou o diretor.

Conhecido por seu estilo único de direção, Josh Safdie assina Marty Supreme com a experiência adquirida em longas como Joias Brutas, Bom Comportamento e Amor, Drogas e Nova York. O diretor mantém sua assinatura, mas agora em um projeto que combina comédia, drama e aventura esportiva, criando uma experiência cinematográfica inédita para o público.

A fotografia de Darius Khondji, filmada em 35 mm, reforça a proposta visual do filme. Khondji, que acumula experiência em projetos como Se7en e O Grande Gatsby, trouxe textura, profundidade e cores que valorizam tanto as cenas intimistas quanto as partidas de pingue-pongue, transformando cada ponto em um espetáculo visual. O veterano designer de produção Jack Fisk colaborou para criar cenários que equilibram realismo e fantasia, com locais que remetem à Nova York clássica e espaços inesperados do mundo do esporte.

Além da fotografia e do design, Safdie integrou cerca de 140 não-atores ao elenco, trazendo uma autenticidade crua e espontânea às cenas cotidianas. Essa escolha aproxima o público da realidade do protagonista, tornando cada vitória e cada desafio ainda mais palpáveis.

A história gira em torno de Marty Mauser, um jovem determinado a se destacar em um esporte tradicionalmente ignorado: o pingue-pongue. Enquanto lida com a pressão da competição, Marty inicia um romance com Carol Dunne, uma estrela de cinema interpretada por Gwyneth Paltrow. A trama combina momentos de humor, romance e tensão esportiva, explorando temas como perseverança, paixão e autodescoberta.

Embora inspirado em Marty Reisman, o roteiro evita se prender a fatos biográficos, optando por criar uma narrativa que mistura realidade e ficção. “Queríamos capturar a essência da coragem e do talento, sem nos limitar à cronologia de um atleta real”, explicou Ronald Bronstein, co-roteirista.

O filme também destaca a jornada pessoal de Marty, suas inseguranças e desafios familiares, incluindo a relação com a mãe, Sra. Mauser, interpretada por Fran Drescher. A dinâmica familiar e as relações afetivas são tão importantes quanto os jogos em si, criando um enredo rico em emoções e nuances.

Produção: história e desafios

O projeto foi anunciado em dezembro de 2023, quando Timothée Chalamet revelou que seu próximo trabalho seria um filme envolvendo pingue-pongue. No ano seguinte, a Variety confirmou que Josh Safdie dirigiria Marty Supreme, marcando seu primeiro projeto solo desde The Pleasure of Being Robbed (2008).

O orçamento de US$ 70 milhões torna o filme o mais caro da história da A24, superando Guerra Civil (2024). Essa cifra reflete não apenas o investimento em elenco e cenários, mas também a ambição de criar um filme que seja visualmente impressionante e narrativamente envolvente.

A fotografia principal começou em Nova York, em 23 de setembro de 2024, e se estendeu até 5 de dezembro do mesmo ano. Filmagens adicionais ocorreram no Japão, em fevereiro de 2025, garantindo diversidade de cenários e autenticidade em cenas que envolvem competições internacionais.

Expectativa e lançamento

A data de estreia nos Estados Unidos está marcada para 25 de dezembro de 2025, período estratégico que visa aproveitar o fluxo de público durante as festas de fim de ano. Além disso, a A24 contou com a Nordisk Film para cuidar da distribuição nos países nórdicos, incluindo Finlândia, Noruega, Dinamarca e Suécia.

O primeiro trailer revela um filme que combina ritmo acelerado, humor afiado e emoção intensa. Desde o treinamento rigoroso de Chalamet até as interações familiares e românticas, o filme promete se destacar como uma experiência cinematográfica completa, capaz de atrair tanto amantes de esportes quanto fãs de dramas humanos e comédias sofisticadas.

O impacto da A24 e a aposta em Marty Supreme

A A24 construiu sua reputação ao longo dos anos com produções inovadoras e cultuadas, como Hereditário, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo e Moonlight. Cada filme do estúdio carrega a marca de ousadia narrativa, estética diferenciada e, muitas vezes, orçamentos modestos.

Mart Supreme, com seu investimento recorde, mostra que a A24 está pronta para expandir seus horizontes, mesclando a ousadia artística de sempre com um projeto ambicioso e comercialmente mais robusto. Essa produção pode marcar uma nova fase do estúdio, consolidando seu nome não apenas no circuito de festivais, mas também no mercado mainstream.

Park Bo-gum desembarca no Brasil com uma experiência única para fãs em São Paulo

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O coração dos fãs de k-drama no Brasil vai bater mais forte neste ano: Park Bo-gum, um dos atores mais talentosos e carismáticos da Coreia do Sul, anunciou sua chegada a São Paulo. O astro, que em 2025 conquistou o público com os sucessos Se a Vida Te Der Tangerinas… e Um Bom Garoto, fará um fanmeeting no dia 21 de setembro, no Vibra SP, como parte da turnê mundial [BE WITH YOU], que ainda passará pelo México e Chile durante sua passagem pela América Latina.

Para muitos, a oportunidade de ver o artista de perto vai além de um simples evento: é um momento de celebração da cultura sul-coreana e da paixão global pelos dramas coreanos, que conquistaram audiências de diferentes gerações. Os ingressos do fanmeeting variam de R$ 320, para a Platera Superior com visão parcial e meia-entrada, a R$ 1.240 para a Cadeira VIP inteira. A venda será aberta na próxima segunda-feira, 18 de agosto, às 13h, pelo site da Ticketmaster Brasil.

O ator nasceu em Seul, em 16 de junho de 1993, o caçula de três irmãos. Seu nome, que significa “espada preciosa”, já indicava a singularidade de sua trajetória. A vida, entretanto, trouxe desafios desde cedo: perdeu a mãe quando ainda cursava a quarta série, um episódio que marcou profundamente sua sensibilidade.

Desde a infância, Park mostrou interesse pela música e pelas artes. Aprendeu piano no jardim de infância, participou do coral da igreja que frequentava e integrou a equipe de natação de sua escola. Durante o segundo ano do ensino médio, enviou um vídeo cantando e tocando piano para algumas agências de talentos, recebendo múltiplas propostas. Inicialmente, sua intenção era se tornar cantor e compositor, mas, após sugestões de profissionais, decidiu explorar também a atuação.

Ele concluiu o ensino médio na Shinmok High School em 2012 e ingressou na Universidade Myongji em 2014, graduando-se em Teatro Musical. Durante o período acadêmico, participou de intercâmbios culturais na Europa, dirigiu peças baseadas em Anton Chekhov e atuou como diretor musical em produções teatrais, incluindo Hairspray. Essa formação diversificada contribuiu para consolidar sua capacidade de atuar, cantar e se conectar com diferentes públicos.

O ator niciou sua trajetória artística oficialmente em 2011, no filme Blind, sob a gestão da Sidus HQ. Em 2012, participou do filme de comédia Runway Cop e do drama histórico Bridal Mask, além de estrear em produções televisivas como Still Picture. Em 2013, conquistou seu primeiro papel relevante no drama Wonderful Mama, interpretando o filho playboy da protagonista. Essas experiências iniciais foram fundamentais para aprimorar seu talento e preparar o caminho para papéis mais complexos.

Ascensão rápida: reconhecimentonacional

Em 2014, Park deu passos decisivos para se tornar uma estrela. Interpretou a versão adolescente do protagonista em Wonderful Days e um violoncelista prodígio em Naeil’s Cantabile, adaptação do mangá Nodame Cantabile. Seus papéis chamaram atenção, garantindo indicações como Melhor Ator Revelação no KBS Drama Awards e no APAN Star Awards.

O cinema também trouxe reconhecimento: participou de A Hard Day, exibido no Festival de Cannes, e The Admiral: Roaring Currents, que se tornou o filme coreano de maior bilheteira de todos os tempos. Paralelamente, em 2015, co-apresentou o programa Music Bank ao lado de Irene, do Red Velvet, conquistando fãs com sua presença carismática e habilidades musicais.

Seu talento dramático se destacou em Hello Monster, que lhe rendeu prêmios de Popularidade e Melhor Ator Coadjuvante. Pouco depois, interpretou o gênio do jogo Go, Choi Taek, em Reply 1988, drama que conquistou alta audiência e marcou sua consolidação como ídolo nacional, recebendo o apelido carinhoso de “irmãozinho da nação”.

Reconhecimento internacional e música

Entre 2016 e 2021, Park Bo-gum expandiu sua carreira internacionalmente. Estrelou Love in the Moonlight, interpretando um príncipe herdeiro, drama que alcançou enorme sucesso na Coreia e no exterior. Lançou a trilha sonora My Person, que liderou as paradas de música online e demonstrou sua versatilidade.

Em 2016, iniciou sua primeira turnê asiática de encontros com fãs, visitando oito cidades e recebendo mais de 30 mil pessoas. Após um hiato, retornou em 2018 com o melodrama Encounter, e em 2019 protagonizou Seo Bok, um filme de ficção científica. Também lançou singles e seu primeiro álbum japonês, Blue Bird, reforçando sua presença internacional como cantor e ator.

Em 2020, participou do drama juvenil Record of Youth, interpretando um modelo aspirante a ator, e comemorou o nono aniversário de sua carreira com o single All My Love. Esses trabalhos consolidaram Park como um artista completo, capaz de unir atuação, canto e engajamento com o público.

Serviço militar e retorno

O cantor cumpriu o serviço militar obrigatório entre 2020 e 2022, atuando na banda militar da Marinha como soldado de promoção cultural. Durante o período, recebeu licença para trabalhar como cabeleireiro e organizou diversos concertos patrióticos. Em fevereiro de 2022, foi dispensado antecipadamente devido à pandemia de COVID-19.

Seu retorno às atividades foi marcado pelo reencontro com o elenco de Love in the Moonlight no programa Young Actors’ Retreat, mostrando que sua presença continua a cativar fãs e consolidando sua imagem de artista completo e comprometido com seu público.

A chegada ao Brasil

O anúncio de sua visita ao Brasil provocou uma onda de entusiasmo entre fãs de diferentes estados. O fanmeeting em São Paulo será uma oportunidade única de ver Park Bo-gum de perto, em uma experiência que vai além da mera apresentação. Os fãs poderão participar de sessões interativas, ouvir relatos do próprio ator, ver performances musicais e criar memórias que ficarão para sempre.

A turnê latino-americana [BE WITH YOU] reforça a importância do Brasil no circuito global de artistas sul-coreanos e aproxima a comunidade de fãs, que acompanha sua carreira com entusiasmo e carinho há anos. A expectativa é de um evento memorável, capaz de unir cultura, emoção e entretenimento de alta qualidade.

Premiações e reconhecimento

O cantor e ator é amplamente reconhecido tanto por fãs quanto pela crítica. Ele foi o ator mais jovem a receber o título de Ator do Ano pela Gallup Korea e o primeiro a liderar a lista de Celebridades Mais Poderosas da Coreia pela Forbes. Seus papéis, que vão de advogados a príncipes e músicos, mostram sua habilidade de interpretar personagens complexos, tornando-o um dos artistas mais completos da sua geração.

Juntos | Novo horror de Michael Shanks chega aos cinemas nesta quinta, 14

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta, 14 de agosto, o público brasileiro terá a chance de vivenciar uma experiência de cinema intensa e perturbadora com a estreia nacional de Juntos, distribuído pela Diamond Films. Mais do que um filme de terror tradicional, a produção dirigida e roteirizada por Michael Shanks mergulha na complexidade das relações humanas, explorando como o amor pode se tornar sufocante, visceral e, às vezes, assustador.

Protagonizado por Alison Brie, estrela de Bela Vingança, e Dave Franco, conhecido por Anjos da Lei, o filme se diferencia pelo fato de os atores serem casados na vida real. Essa relação fora das telas acrescenta uma química genuína às performances, tornando cada cena de conflito e intimidade ainda mais intensa. A história acompanha Millie (Brie) e Tim (Franco), um casal em crise que enfrenta a codependência emocional e os limites do amor. Conforme os personagens tentam se reconectar, pequenas frustrações do dia a dia se transformam em manifestações grotescas de horror corporal, criando uma narrativa única, que mistura drama, humor ácido e terror físico.

Desde sua estreia mundial no Festival de Sundance, o filme vem chamando atenção por seu formato original. Críticos internacionais destacam o talento de Shanks e sua habilidade de equilibrar elementos extremos do gênero sem perder a humanidade dos personagens. David Rooney, do Hollywood Reporter, descreveu o diretor como “um talento promissor a ser observado” e chamou JUNTOS de “um filme ideal para um encontro à meia-noite, desde que nenhum dos dois seja sensível demais”. Já Benjamin Lee, do The Guardian, elogiou a forma como o filme utiliza o som e a escuridão, transformando cada deformação corporal dos protagonistas em uma experiência auditiva e visual que deixa o público inquieto.

O que torna o longa-metragem tão envolvente é a forma como combina horror físico e psicológico. A maquiagem e os efeitos visuais exageram as transformações dos corpos de Tim e Millie, mas cada detalhe é carregado de simbolismo. A deterioração física dos personagens funciona como uma metáfora para os efeitos da codependência emocional e do desgaste nas relações. Ao mesmo tempo, a narrativa não perde seu toque de humor negro, oferecendo momentos de leveza cínica que equilibram o clima intenso e permitem que o público respire entre uma cena e outra de tensão.

A direção de Shanks também se destaca pelo cuidado com a experiência sensorial. O design de som, aliado à fotografia sombria e ao uso estratégico de espaços claustrofóbicos, faz com que o espectador se sinta dentro da relação disfuncional do casal. Cada suspiro, cada batida ou estalo é ampliado, transformando momentos cotidianos em cenas carregadas de suspense e desconforto. É um filme que exige atenção, mas que recompensa quem se entrega à sua proposta.

As atuações de Brie e Franco são outro ponto alto. Alison Brie interpreta Millie com uma intensidade que vai da ternura à agressividade, mostrando a complexidade de uma mulher que ama profundamente, mas sofre com a própria dependência emocional. Dave Franco dá vida a Tim de forma convincente, revelando fragilidade, frustração e desespero em meio às transformações grotescas do corpo e da mente. Juntos, os dois criam uma relação crível e emocionante, capaz de prender o espectador do início ao fim.

O roteiro também merece destaque por fugir de clichês do gênero. Shanks constrói a história de maneira a envolver o público antes de entregar o horror explícito. O cotidiano do casal, com suas pequenas discussões e momentos de ternura, cria um contraste que torna os momentos de terror ainda mais impactantes. É um equilíbrio delicado entre drama, suspense e grotesco que transforma o filme em algo muito além de sustos superficiais: é uma análise do que significa se perder em um relacionamento e, ao mesmo tempo, tentar se reencontrar.

Além de sua força narrativa, o filme provoca reflexões sobre o papel do horror no cinema contemporâneo. O filme mostra que o terror não precisa se limitar a sustos repentinos ou cenas sangrentas. Ele pode ser uma ferramenta para explorar emoções humanas complexas, medos internos e dinâmicas afetivas. Ao transformar conflitos emocionais em horror corporal e psicológico, Shanks entrega uma obra que provoca, incomoda e emociona, deixando uma marca duradoura na memória do espectador.

A Diamond Films aposta alto ao trazer o filme para o público brasileiro. Reconhecida por seu catálogo de filmes de terror inovadores, a distribuidora aposta em obras que desafiam expectativas e oferecem experiências sensoriais e emocionais completas. Com Juntos, não é diferente: o filme promete movimentar as salas de cinema, gerar debates sobre intimidade e dependência emocional e conquistar fãs do gênero em todo o país.

A estética visual do filme é outro destaque. A fotografia e o design de produção criam um clima de tensão constante, utilizando luzes contrastantes, cores saturadas e cenários claustrofóbicos que reforçam a sensação de desconforto e inquietação. Cada cena é cuidadosamente planejada para amplificar o impacto emocional e sensorial da narrativa, fazendo do filme uma experiência cinematográfica completa.

Por fim, o longa-metragem é uma obra que fala sobre amor, fragilidade e os limites das relações humanas, mas faz isso por meio do horror, do grotesco e do humor ácido. É um filme que desafia o espectador a confrontar sentimentos reais, transformando medo e desconforto em reflexão e empatia. Para quem busca uma experiência de cinema diferente, intensa e provocadora, o horror surge como uma obra essencial, capaz de emocionar e inquietar ao mesmo tempo.

Saiba quem foi eliminado no Chef de Alto Nível de terça (12/08)

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Na última terça, 12 de agosto, o reality culinário Chef de Alto Nível deu um importante passo na sua primeira temporada ao iniciar a tão esperada fase individual da competição. Exibido pela Globo, o nono episódio marcou o momento em que as equipes lideradas por Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto deram lugar à disputa solo, onde cada participante assume integralmente a responsabilidade pelo próprio destino na cozinha. Foi também a noite de despedida para duas competidoras que emocionaram com sua trajetória: Luiza e Flan.

A transição para a fase individual trouxe consigo uma carga ainda maior de tensão e desafio. Até então, os cozinheiros contavam com o suporte de suas equipes para dividir as tarefas, somar forças e trocar experiências. Agora, cada um está sozinho, encarando o fogão, o relógio e os julgamentos dos mentores. Sem aliados, cada decisão, cada escolha de ingrediente e técnica passa a ser fundamental para garantir a permanência no jogo. Essa mudança de dinâmica não apenas elevou o nível das provas, mas também expôs o lado mais vulnerável e humano dos participantes.

Além do desafio de cozinhar sob pressão, o episódio destacou a importância do cobiçado Broche do Tempo — um prêmio que vai muito além do símbolo. Quem conquista o broche ganha dez segundos extras para escolher ingredientes na próxima prova e, de quebra, o direito de cozinhar na cozinha do topo, equipada com os melhores utensílios e maior variedade de alimentos. Essa vantagem pode ser decisiva, já que o acesso facilitado aos recursos permite explorar o potencial criativo ao máximo, enquanto os demais cozinham em ambientes com limitações que exigem ainda mais habilidade.

A prova individual que abriu essa etapa foi intensa. Os participantes tiveram que mostrar autonomia e adaptabilidade para lidar com as limitações impostas pelas cozinhas intermediária e precária, além de brilhar quando tinham acesso à cozinha do topo. Cada prato entregue era uma carta aberta aos jurados, revelando a técnica, a criatividade e a personalidade de quem o preparava. Em um ambiente onde o erro pode custar caro, Luiza e Flan não conseguiram alcançar o padrão exigido e foram eliminadas, deixando para trás não só suas receitas, mas também laços fortes criados durante a competição.

A despedida delas emocionou colegas e mentores, que reconheceram a garra, o empenho e o talento de ambas ao longo do programa. Mais do que uma competição, o Chef de Alto Nível tem sido palco de histórias reais de superação, amizade e paixão pela gastronomia. Cada eliminação representa um capítulo que chega ao fim, mas também o aprendizado e crescimento que ficarão para sempre na memória dos participantes e do público.

O formato brasileiro, inspirado no norte-americano Next Level Chef, tem conquistado espaço ao desafiar cozinheiros profissionais e amadores em provas que exploram diferentes níveis de cozinha — desde a mais equipada até a mais precária. Essa diversidade de ambientes exige técnica apurada e criatividade redobrada, características essenciais para quem sonha em ser o melhor e levar o prêmio máximo para casa.

Saiba quem foi eliminado no MasterChef Brasil de terça (12/08)

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Na última terça-feira, 12 de agosto, o MasterChef Brasil entregou um dos episódios mais emocionantes e saborosos da temporada. O 12º capítulo da competição culinária da Band trouxe de volta o temido e adorado desafio da Caixa Misteriosa, mas com um toque especial: a cozinha se transformou em um verdadeiro mapa gastronômico do Brasil.

Ao levantarem as tampas, os competidores se depararam com uma surpresa que arrancou suspiros e olhares curiosos. Dentro da Caixa Misteriosa, cinco compartimentos representavam cada região do país — Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul — repletos de ingredientes típicos que carregam a identidade de cada canto do Brasil.

No Norte, peixes amazônicos e ervas aromáticas; no Nordeste, coco, dendê e raízes de sabor marcante; no Centro-Oeste, grãos e cortes de carne que remetem à vida no campo; no Sudeste, queijos artesanais e temperos frescos; e no Sul, embutidos e verduras robustas típicas da serra. Para unir todos esses elementos, uma proteína obrigatória: o frango, aparentemente simples, mas que no contexto do programa exige técnica, ousadia e uma boa dose de criatividade.

Criatividade à prova

O desafio pedia mais do que domínio técnico: exigia respeito às tradições e a capacidade de surpreender. Misturar ingredientes tão distintos sem perder harmonia foi a grande dificuldade da noite. Alguns competidores se arriscaram em fusões improváveis, tentando criar pratos que transitassem entre regiões; outros preferiram mergulhar em um único território, apostando na força de sabores conhecidos.

Os jurados, atentos a cada detalhe, avaliaram ponto, sabor, apresentação e coerência com a proposta. E, como sempre, não pouparam críticas quando sentiram que a execução ficou abaixo das expectativas.

Bastidores de pressão

Nos bastidores, a tensão era visível. Minutos antes de entregar os pratos, o clima na cozinha estava carregado de olhares preocupados para o relógio, mãos apressadas e panelas fumegantes. O desafio da Caixa Misteriosa é conhecido por provocar esse efeito: mesmo os mais experientes sentem o peso do improviso e do tempo limitado.

Quando chegou a hora da avaliação, alguns pratos encantaram pela originalidade, enquanto outros deixaram a sensação de que faltou ousadia ou equilíbrio.

A prova de eliminação e a despedida

Após a análise dos pratos da Caixa Misteriosa, alguns competidores foram salvos e seguiram para o mezanino. Já os que não se destacaram encararam a temida prova de eliminação. Foi ali que o destino de Taynan e Fernanda foi selado.

Apesar da garra e da trajetória marcante no programa, as duas não conseguiram apresentar pratos que convencessem os jurados nessa etapa decisiva. A decisão foi anunciada com a tensão típica do MasterChef: silêncio no estúdio, respirações suspensas e, por fim, o veredicto. As despedidas foram emocionadas, com abraços apertados, lágrimas e palavras de incentivo vindas de colegas e jurados.

Barbara Gancia fala de recomeços e memórias no The Noite com Danilo Gentili

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Na noite desta terça-feira, 12 de agosto, o sofá do The Noite com Danilo Gentili recebe uma convidada que é sinônimo de autenticidade: Barbara Gancia. Jornalista de verbo afiado, cronista premiada e escritora que não teme se despir emocionalmente diante do público, ela retorna à TV para falar sobre a nova edição de A Saideira — um relato intenso e profundamente pessoal sobre sua luta contra o alcoolismo e sobre os 18 anos de sobriedade que já coleciona.

O encontro, exibido pelo SBT, mistura os dois elementos que definem a trajetória de Barbara: uma franqueza desarmante e o humor inteligente que tempera suas palavras. No bate-papo, ela revisita lembranças de infância, revive momentos de vulnerabilidade e reflete sobre o que significa viver sem álcool — tudo com a mesma intensidade que sempre imprimiu em suas crônicas.

O início precoce de uma relação perigosa

Barbara fala sem rodeios sobre quando começou a beber de verdade. “Com uns 13 ou 14 anos, comecei a beber de forma mais contundente. Percebi cedo que iria gostar de beber”, recorda. Mas a história não começa aí. Ela conta que, segundo sua mãe, aos três anos já havia experimentado o resto de bebidas de uma festa e, para surpresa de todos, achado “gostoso”.

Essa relação tão cedo com o álcool tem raízes no ambiente familiar. “Meu pai veio da Itália para o Brasil para montar uma fábrica de vinho. Minha família, há muitos anos, mexe com bebida; somos italianos, e meu tataravô inventou um vinho doce de sobremesa”, explica.

O contexto, recheado de taças e garrafas, fez com que o álcool fosse parte natural da vida doméstica. Mas, para Barbara, o efeito ia além do social: logo percebeu que aquela sensação prazerosa era algo a que se apegaria com facilidade.

O fundo do poço e a virada de chave

O momento decisivo veio anos depois. Ela lembra com precisão a última vez que bebeu: um almoço com um amigo, meia garrafa de Fernet, e um programa ao vivo no Band Sports marcado para poucas horas depois. “Quando terminei o programa, minha mãe me ligou e disse: ‘Você bebeu hoje’. Nunca tinha dado problema no meu trabalho, mas, naquele dia, senti que transpareceu.”

A frase foi como um alerta final. Barbara desligou o telefone, procurou seu editor e pediu internação. “Falei que aquela tinha sido a última vez. E foi. Nunca mais bebi.”

Desde então, ela defende que a sobriedade não é sinônimo de vida monótona: “Dá para parar de beber e continuar a rir, sair, dançar, transar, encontrar os amigos. Dá para fazer tudo.”

36 anos de jornalismo e histórias de sobra

Se a batalha contra o álcool foi marcada por coragem, a carreira no jornalismo também não foi diferente. Barbara entrou “de paraquedas” na profissão, mas permaneceu por 36 anos na Folha de S. Paulo, onde se firmou como uma das cronistas mais conhecidas do país.

Com um estilo direto e muitas vezes provocador, acumulou admiradores e detratores na mesma medida — e isso nunca a intimidou. No programa, ela compartilha lembranças divertidas de redação e fala sobre a amizade com Silvio Luiz, narrador esportivo com quem mantém uma relação de afeto e trocas bem-humoradas.

Outra parte curiosa de sua trajetória é a ligação da família com o automobilismo, que influenciou seu interesse por esportes e pautas ligadas ao setor.

“A Saideira”: um livro-confissão que inspira

O fio condutor da entrevista é a nova edição de A Saideira. Mais do que uma autobiografia, o livro é um convite a uma conversa honesta sobre dependência, recaídas, medos e vitórias.

A obra ganhou capítulos inéditos que revelam o que mudou na vida de Barbara desde a publicação original — e como ela construiu uma rotina sólida sem álcool, encontrando novos jeitos de se divertir e criar.

Sem tom moralista, a autora deixa claro que sua intenção é inspirar: “Quero mostrar que há vida depois do álcool. Não é uma vida menor, não é uma vida triste. É mais rica, mais verdadeira.”

HBO divulga trailer de Task, minissérie policial que estreia em 7 de setembro

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Foto: Reprodução/ Internet

Em setembro de 2025, a HBO Max prepara o lançamento de Task, uma minissérie original que já nasce com o peso e a expectativa de marcar uma nova era para o gênero dos dramas policiais. Criada por Brad Ingelsby, roteirista aclamado por seu trabalho em Mare of Easttown, a série reúne um elenco de grandes nomes, como Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e promete mergulhar fundo nas complexidades humanas, dilemas éticos e tensões sociais que rondam uma investigação criminal.

A plataforma de streaming lançou o trailer oficial da minissérie original, que estreia no próximo dia 7 de setembro. O vídeo apresenta cenas intensas que mostram a investigação de uma série de assaltos violentos na Filadélfia, destacando a tensão crescente entre o agente do FBI Tom (Mark Ruffalo) e o suspeito Robbie (Tom Pelphrey).

Ao contrário das séries policiais tradicionais que apostam em um antagonista claramente definido, a série se destaca por apresentar um conflito mais complexo e instigante. A trama se passa em um dos bairros operários da Filadélfia, cidade que se torna um personagem vivo na narrativa, com seus desafios, tensões e raízes históricas.

Tom (Mark Ruffalo) é um agente do FBI experiente, carregado de cicatrizes emocionais e morais, chamado para liderar uma força-tarefa especial encarregada de investigar uma série de assaltos violentos que vêm aterrorizando a cidade. O que torna seu trabalho mais complicado é o perfil do principal suspeito: Robbie (Tom Pelphrey), um homem aparentemente comum, pai de família, sem histórico criminal, mas que desperta desconfianças e intrigas.

A série aposta em explorar as linhas tênues entre o certo e o errado, o legal e o moral, e como as escolhas pessoais podem se transformar em decisões que alteram destinos. Robbie é um personagem que, à primeira vista, não parece o típico criminoso, e é essa ambiguidade que instiga o público a questionar suas próprias percepções.

Quem é a mente por trás da série?

Para quem conhece a obra de Brad Ingelsby, o nome por trás de Task já é um motivo de confiança. Ingelsby conquistou elogios da crítica e do público com Mare of Easttown (2021), série que combinou investigação policial com um olhar profundo para personagens fragilizados e complexos.

Ingelsby não apenas criou o roteiro, mas também atua como showrunner e produtor executivo, o que lhe confere controle criativo total para garantir que sua visão se mantenha intacta ao longo da produção.

Sua assinatura é clara: personagens multifacetados, trama que privilegia a emoção contida, dilemas éticos e o impacto social do crime. O roteiro da série busca ir além do simples “quem cometeu o crime?”, para focar no “por quê” e “como” — como o crime afeta famílias, comunidades e a própria identidade dos envolvidos.

Talentos que elevam a narrativa

Mark Ruffalo, conhecido mundialmente por interpretar o Hulk na franquia Vingadores, traz para a série sua habitual intensidade e profundidade dramática. Em papéis anteriores, como em Spotlight (2015) e Zodíaco (2007), Ruffalo demonstrou habilidade em equilibrar força e vulnerabilidade, qualidades essenciais para o personagem Tom, um agente marcado pelas pressões do trabalho e pela própria humanidade.

No papel de Robbie, temos Tom Pelphrey, um ator que vem ganhando destaque graças a personagens complexos em séries como Ozark (Netflix) e Iron Fist (Marvel/Netflix). Em Task, Pelphrey interpreta um homem dividido entre os compromissos familiares e um lado sombrio que pode estar ligado aos crimes investigados. Sua performance promete ser um dos pontos altos da série, pois o papel exige nuances e uma transformação sutil.

Personagens secundários

Além do núcleo principal, a produção conta com um time robusto de atores em papéis secundários e recorrentes, que ajudam a construir o universo social onde a trama acontece. Entre eles estão nomes como Silvia Dionicio, Owen Teague, Margarita Levieva, Raphael Sbarge, Mickey Sumner, Elvis Nolasco, Brian Goodman, Colin Bates, Isaach De Bankolé, Phoebe Fox, Coral Peña, Martha Plimpton e Mireille Enos.

Esses personagens ampliam o olhar da série para além do crime e da investigação, mostrando como os acontecimentos reverberam em diferentes setores da comunidade — familiares, amigos, autoridades e cidadãos comuns. A construção dessa rede humana contribui para que Task não seja apenas um suspense, mas um drama social com camadas e nuances.

Por que devemos ficar de olho nessa série?

O mercado de dramas policiais já conta com inúmeras produções de sucesso, mas Task surge com uma proposta diferenciada: priorizar a complexidade dos personagens e o contexto social, sem abrir mão da tensão e do suspense. O cuidado na construção do roteiro, a direção sensível e o elenco talentoso formam uma combinação que promete entregar uma experiência audiovisual densa, emocionalmente rica e instigante. Para os fãs do gênero, é uma oportunidade de acompanhar uma história que foge do óbvio e convida à reflexão — um convite para olhar para o crime e para a justiça com olhos mais humanos e questionadores.

Quando estreia?

Com estreia marcada para 7 de setembro de 2025, a nova série chega à HBO Max como uma das principais apostas da emissora para o segundo semestre do ano. A minissérie tem tudo para se consolidar como um marco do gênero, graças à junção da expertise de Brad Ingelsby, o talento de Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e a força de uma equipe técnica comprometida com a excelência.


Estrelado por Denise Fraga, Sonhar com Leões ganha trailer oficial

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O cinema brasileiro se prepara para abraçar uma história que toca fundo no coração, feita com delicadeza, coragem e muita verdade. Sonhar com Leões, protagonizado pela talentosa Denise Fraga e dirigido por Paolo Marinou-Blanco, chega às telas no dia 11 de setembro, depois de conquistar olhares atentos e emocionados em festivais mundo afora. Esse filme especial envolve o espectador com sua sensibilidade, misturando momentos de leveza e risos com reflexões profundas sobre a vida, o tempo que temos e a forma como escolhemos viver. Abaixo, confira o trailer divulgado:

O que move Sonhar com Leões?

No centro da trama está Gilda, uma mulher brasileira vivendo em Lisboa que enfrenta um diagnóstico terminal de câncer, com expectativa de vida de apenas um ano. Mas, mais do que uma narrativa sobre doença, o filme fala sobre o desejo de manter a própria identidade, a dignidade e a vontade de escolher como viver e morrer.

Paolo Marinou-Blanco, que também assina o roteiro, constrói uma tragicomédia baseada na experiência pessoal que viveu ao acompanhar o fim da vida do seu pai. Para ele, a morte não precisa ser um tabu carregado de silêncio e tristeza absoluta. Pelo contrário: o humor e o riso são formas de resistência, de afirmar a vida mesmo diante da dor.

O filme surge, portanto, como uma pergunta aberta para todos nós: até onde a vida é um peso a carregar, e até que ponto pode ser um ato de vontade e coragem? E, se vivemos com essa consciência, como lidar com os últimos momentos sem perder a humanidade?

Denise Fraga em um papel inesquecível

O desafio de interpretar Gilda coube à atriz Denise Fraga, que não apenas abraçou o papel, mas também se emocionou profundamente com a história. Para Denise, Gilda é uma das personagens mais ricas e complexas que já teve a oportunidade de vivenciar.

“A força da personagem está na sua humanidade — ela ri, sofre, ama e enfrenta o medo. É uma mulher que não se entrega, que luta para ser ela mesma até o fim”, comenta Denise. Segundo ela, o equilíbrio entre o humor e a dor que o roteiro oferece faz com que o filme tenha uma verdade que toca o espectador de forma única.

Ela destaca também o jeito sensível com que Paolo dirige a história, criando um espaço onde a tragicomédia não se torna leve demais, nem pesada em excesso. “É um fio da navalha muito delicado, que ele percorre com maestria. E o público vai se identificar, com certeza.”

Reconhecimento além das fronteiras

Antes de estrear no Brasil, o longa-metragem já rodou o mundo em festivais importantes. A estreia internacional aconteceu no Black Nights Film Festival, na Estônia, onde recebeu elogios pela originalidade e profundidade. O filme também foi exibido no Red Sea International Film Festival, na Arábia Saudita, e no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México — um percurso que demonstra o alcance universal da história de Gilda.

Agora, o filme chega ao Brasil para sua première nacional durante o Festival de Cinema de Gramado, evento que celebra o melhor da produção audiovisual brasileira e que poderá premiar o longa com o Kikito, a mais tradicional honraria do festival.

Uma coprodução entre Brasil, Portugal e Espanha

O filme é um exemplo vivo da força do cinema colaborativo, resultado da união entre produtoras de três países: Capuri (Brasil), Promenade e Darya Filmes (Portugal) e Cinètica (Espanha). Essa coprodução internacional reflete na riqueza do filme, que explora com sensibilidade a experiência de uma brasileira em solo estrangeiro.

Além disso, a distribuição pelo selo Pandora Filmes para Brasil e América Latina, e pela Nos Audiovisuais para Portugal e África, mostra o desejo de alcançar públicos diversos e promover um diálogo sobre temas tão universais quanto a vida, a doença e a coragem.

O que o público pode esperar?

Assistir a “Sonhar com Leões” é embarcar em uma jornada cheia de nuances, onde o humor surge como alívio e como resistência. O filme não foge da tristeza, mas também não a deixa dominar completamente. Essa mistura traz autenticidade e permite que o espectador se conecte com Gilda e com seus conflitos, seus medos e suas pequenas vitórias.

É um convite para refletir sobre como lidamos com a finitude, como cuidamos da nossa própria história e da história daqueles que amamos. Mais do que isso, é um chamado para enxergar a beleza da vida mesmo quando o cenário parece sombrio.

Sessão da Tarde – Saiba qual filme vai passar nesta quarta-feira (13)

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Nesta quarta, 13 de agosto, a TV Globo exibe na tradicional Sessão da Tarde o filme brasileiro Um Tio Quase Perfeito 2, sequência da comédia familiar que conquistou o público em 2017. Com direção de Pedro Antônio Paes e roteiro de Sabrina Garcia, Rodrigo Goulart e Leandro Muniz, o longa retoma a história de Tony, um tio carismático e atrapalhado que, após abandonar a vida de trambiqueiro, tenta se transformar no herói da família e ganhar o coração dos sobrinhos Patricia, Valentina e João.

Mas a chegada de Beto, novo namorado da irmã Ângela, traz uma reviravolta à rotina pacata da casa e acende a chama da disputa por atenção e carinho, especialmente entre Tony e o intruso. Repleto de confusões, situações engraçadas e uma dose de drama familiar, o filme traz à tona questões universais como ciúmes, amor, aceitação e os desafios do convívio entre gerações diferentes.

O longa-metragem é mais que uma comédia leve e divertida. Ele reflete o jeito brasileiro de lidar com as relações familiares, misturando humor com temas cotidianos. Em um cenário onde o tio figura como um personagem quase lendário dentro do núcleo familiar, Tony representa o familiar imperfeito, mas com um coração gigante, que tenta ao máximo se redimir das falhas do passado para ser alguém digno da confiança e do afeto dos sobrinhos.

O filme é uma sequência que soube aproveitar a fórmula do sucesso do primeiro longa, de 2017, sem perder sua essência. A repetição do elenco principal e da equipe de produção trouxe naturalidade e coesão, elementos que ajudam o espectador a se conectar emocionalmente com os personagens e suas histórias.

Personagens que encantam e divertem

O grande destaque é, claro, Marcus Majella, que retorna ao papel de Tony com seu carisma único, trazendo uma mistura de ingenuidade, teimosia e bom humor. Tony é aquele tio quase perfeito, pois erra muito, se mete em confusões e não sabe como agir diante das mudanças da família, mas que se esforça para fazer o melhor por aqueles que ama.

Os sobrinhos, interpretados por Julia Svacinna (Patrícia), Sofia Barros (Valentina) e João Barreto (João), dão frescor e autenticidade ao filme, com personagens que transitam entre a inocência da infância e as primeiras descobertas da adolescência, criando cenas que os adultos reconhecem do seu próprio cotidiano familiar.

Letícia Isnard interpreta Ângela, a irmã de Tony, que, ao encontrar um novo amor em Beto (Danton Mello), vê seu mundo e o da família se transformar. Beto, por sua vez, surge como um personagem amável, mas que acaba despertando o ciúme do tio, gerando uma série de planos e estratégias cômicas para desmascará-lo, o que rende momentos hilários.

Ana Lúcia Torre, como a matriarca Cecília, imprime um tom de sabedoria e equilíbrio, sendo o alicerce que ajuda a amenizar os conflitos familiares, sempre com doses de humor e ternura.

Uma produção que valoriza o Brasil

As filmagens foram realizadas no Rio de Janeiro e região serrana, locais que não apenas servem de cenário, mas valorizam a identidade brasileira da produção. Locais como Petrópolis, Lagoa Rodrigo de Freitas, Laranjeiras e Ipanema são palco para cenas que mostram uma diversidade de ambientes, do urbano ao mais tranquilo, criando um panorama que o público local reconhece e o público de outras regiões admira.

A parceria entre Arpoador Audiovisual, Globo Filmes, Sony Pictures e Morena Filmes garantiu um trabalho com produção caprichada e qualidade técnica compatível com as melhores comédias familiares nacionais. Sob a direção experiente de Pedro Antônio Paes, conhecido por seu talento em comédias, o filme mantém um ritmo ágil e equilibrado, com piadas que funcionam para crianças e adultos.

Desafios do lançamento em meio à pandemia

Lançado em janeiro de 2021, o filme teve sua estreia marcada por um cenário desafiador: o fechamento temporário dos cinemas e as restrições causadas pela pandemia da COVID-19. Mesmo assim, o filme conseguiu atrair mais de 78 mil espectadores e arrecadar mais de R$ 1 milhão, números expressivos para uma produção nacional em tempos tão difíceis.

Além da bilheteria, o longa recebeu indicações importantes na 21ª edição do Grande Otelo, prestigiando sua qualidade nas categorias de Melhor Longa-metragem Infantil e Melhor Ator Coadjuvante para Danton Mello.

Mensagens que ficam para além das risadas

Embora seja uma comédia leve, o filme também traz mensagens valiosas sobre família, perdão e aceitação. Tony, apesar de suas falhas, mostra a importância do esforço para crescer, mudar e valorizar os vínculos afetivos. A convivência entre gerações, com suas desavenças e reconciliações, é representada com sensibilidade e humor, lembrando ao espectador que a família é feita de momentos imperfeitos, mas essenciais.

As crianças no elenco ajudam a transmitir a simplicidade e a pureza do amor familiar, enquanto os adultos mostram como é possível superar as diferenças e inseguranças quando a empatia prevalece.

O legado e a despedida de Eduardo Galvão

O filme também marca um momento especial para o público e para o cinema nacional: é um dos últimos trabalhos do ator Eduardo Galvão, que interpreta Gustavo, o pai ausente na trama. Sua morte em 2020, em decorrência da COVID-19, deixou uma lacuna na produção artística brasileira. A participação dele em Um Tio Quase Perfeito 2 traz um significado afetivo e simbólico, representando o valor da família e a importância de deixar um legado.

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