Vale a pena assistir Os Caras Malvados 2? Um filme para quem quer rir e se surpreender

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Sabe aquele filme que você assiste achando que é só uma animação infantil, cheia de piadas bobas e personagens caricatos, e sai com um sorriso no rosto e até um pouco mais esperançoso com o mundo? Pois é, Os Caras Malvados 2 é exatamente esse tipo de filme — uma continuação que sabe divertir e emocionar, sem cair nas armadilhas de tantas sequências que insistem em fazer tudo igual, mas sem alma.

No centro da história, está a gangue liderada pelo Sr. Lobo — um lobo charmoso, cheio de dúvidas e, acima de tudo, com uma vontade quase humana de provar que pode ser mais do que um bandido. Junto com ele, estão a Srta. Tarântula, a hacker inteligente e sarcástica; o Sr. Cobra, especialista em abrir cofres e — spoiler — com um apetite um tanto duvidoso; o Sr. Tubarão, mestre dos disfarces; e o Sr. Piranha, aquele que solta um gás desastroso, mas que também tem seu valor no grupo.

O que o filme faz de diferente é pegar essa turma, tradicionalmente vista como “vilões”, e mostrar que por trás das aparências, cada um carrega suas inseguranças, sonhos e a vontade — nem sempre fácil — de mudar. É uma reflexão leve sobre segundas chances e sobre como, às vezes, o rótulo que a sociedade coloca pode ser uma prisão maior do que qualquer cadeia.

Humor que não subestima nem as crianças, nem os adultos

O que me conquistou bastante é como o filme equilibra seu humor. As piadas são divertidas, sim, mas não forçadas, nem dependem só de piadinhas fáceis. Tem aquela ironia fina que faz os adultos rirem sem perder o interesse das crianças, e momentos de humor físico que são clássicos e garantem gargalhadas espontâneas.

A Srta. Tarântula, interpretada pela voz superexpressiva de Awkwafina, rouba a cena com seu timing impecável. Ela consegue ser engraçada e, ao mesmo tempo, ter um lado mais sensível, mostrando que não é só mais um personagem feito para arrancar risadas. E o Sr. Lobo do Sam Rockwell? Tem aquele tom meio cansado da vida de bandido, misturado com um otimismo meio relutante, que faz a gente torcer por ele de verdade.

Visual que é um banho de criatividade

Se tem algo que chama a atenção logo no início é o visual do filme. Não é a animação super-realista típica que estamos acostumados, nem aquela caricatura exagerada e comum em desenhos infantis. A DreamWorks apostou em um estilo gráfico que mistura o clássico com o moderno — uma espécie de quadrinhos ganhando vida, com cores vibrantes e cenas cheias de movimento.

Cada personagem tem um design que combina com sua personalidade — o Sr. Tubarão é literalmente afiado e meio ameaçador, enquanto a Srta. Tarântula é cheia de movimentos rápidos e ágeis, como uma hacker mesmo. As cores são quentes, com contrastes que fazem o filme parecer uma fábula urbana, onde o perigo espreita, mas o coração está sempre pulsando.

Uma história que flui, mas também toca o coração

Se você espera só uma sequência de cenas de ação, pode se surpreender. A história sabe exatamente quando acelerar e quando dar espaço para que a gente entenda o que está acontecendo dentro dos personagens.

O enredo envolve um plano que mistura roubo, enganação e uma boa dose de reviravoltas, mas também uma conversa verdadeira sobre confiança, amizade e honestidade — mesmo que seja aquela “honestidade” meio bagunçada dos bandidos que querem virar gente boa.

É um filme que fala sobre encontrar o próprio caminho, mesmo quando todo mundo já te colocou numa caixinha de “vilão”. E isso, vamos combinar, não é só coisa de animação infantil, né?

Para quem é esse filme?

O melhor do filme é que ele não tenta ser tudo para todos. Ele é um filme para quem gosta de uma boa história, com personagens cativantes, uma animação caprichada e aquele humor que funciona tanto para crianças quanto para adultos.

Se você está cansado dos filmes que parecem só encher linguiça, ou dos desenhos que só apostam em apelação visual, esse é um respiro. Ele traz um equilíbrio raro: é leve, divertido, mas não vazio. Tem ação, mas não só isso. Tem risadas, mas também momentos para refletir — e quem não gosta de uma boa mistura assim?

Os filmes que vão passar na Sessão da Tarde esta semana (11 a 16 de agosto)

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Nesta segunda, 11 de agosto, a Sessão da Tarde traz para você uma aventura envolvente e cheia de magia com a exibição de Branca de Neve e o Caçador (2012). Diferente da tradicional história de princesa e encantos, este filme oferece uma releitura épica e sombria do clássico conto de fadas, apresentando uma Branca de Neve mais forte, uma rainha implacável e batalhas que prometem prender a atenção do público do começo ao fim.

Nesta versão, a princesa interpretada por Kristen Stewart é muito mais do que uma donzela em perigo. Crescida sob a sombra da tirania da rainha Ravenna, ela descobre sua força interior para liderar uma revolução contra a maldade que domina seu reino. Com um olhar determinado e uma espada na mão, Branca de Neve se transforma em uma verdadeira guerreira. Ao seu lado, o Caçador Eric, vivido por Chris Hemsworth, traz uma presença marcante: inicialmente um inimigo, torna-se aliado fundamental na luta pela liberdade.

A vilã deste conto é uma figura poderosa e fascinante, vivida com maestria por Charlize Theron. Sua obsessão por juventude e poder a torna temível, mas também humana em sua fragilidade. A atuação da atriz sul-africana adiciona camadas à personagem, que não é apenas cruel, mas também complexa, motivada pelo medo da perda e pela busca incessante pela beleza eterna.

Na terça, 12 de agosto, prepare o coração para se emocionar com Marley & Eu (2008), uma comédia dramática que celebra a relação única entre humanos e seus animais de estimação. O filme conta a história de Marley, um labrador bagunceiro que conquista a família Grogan e transforma suas vidas com muita diversão e amor.

Desde filhote, Marley demonstra uma energia inesgotável e uma personalidade que foge ao comum. Suas travessuras e desobedecimentos são motivo de risadas, mas também de lições sobre paciência e companheirismo. O cão que não cabe em si mesmo é interpretado por vários labradores, trazendo realismo e autenticidade para a tela.

O casal John e Jenny Grogan, vivido por Owen Wilson e Jennifer Aniston, enfrenta os desafios do casamento, carreira e paternidade com a ajuda de Marley. A trajetória da família é mostrada com humor e sensibilidade, passando pelas alegrias, dificuldades e inevitáveis despedidas.

Filmado em locações reais e com uma trilha sonora envolvente, o filme consegue equilibrar momentos de comédia com cenas emocionantes. Além dos protagonistas, o elenco conta com participações especiais que enriquecem a narrativa, fazendo do longa uma experiência calorosa e inesquecível.

Na quarta, 13 de agosto, a Globo apresenta Um Tio Quase Perfeito 2 (2021), uma comédia brasileira leve e divertida que mostra as trapalhadas de Tony, o tio mais atrapalhado e querido da família, que precisa lidar com a chegada de um novo personagem que ameaça seu posto junto aos sobrinhos.

Marcus Majella retorna ao papel do tio Tony, que agora enfrenta um rival inesperado: Beto, namorado da irmã Ângela, interpretado por Danton Mello. A disputa pela atenção dos sobrinhos rende cenas engraçadas e situações cheias de criatividade e humor inocente.

Apesar das confusões, o filme fala sobre aceitação e união familiar. Tony e Beto, mesmo em lados opostos, mostram que o que realmente importa é o afeto e o cuidado com as crianças.

Com direção de Pedro Antônio Paes, o filme conta ainda com Letícia Isnard e Ana Lúcia Torre, além de um elenco infantil cheio de energia. A produção foi reconhecida no cinema brasileiro e emocionou o público com sua mensagem positiva.

Na quinta, 14 de agosto, a TV Globo exibe Superação: O Milagre da Fé (2019), um drama baseado em fatos reais que acompanha a luta de uma família pela vida do jovem John, que após um grave acidente é dado como morto, mas cuja mãe se recusa a perder a esperança.

Joyce, interpretada por Chrissy Metz, é o coração da história, cuja força espiritual move toda a trama. Com o apoio do marido Brian (Josh Lucas) e do pastor Jason (Topher Grace), ela batalha contra a ciência e o tempo para acreditar no milagre.

Dirigido por Roxann Dawson, o filme evita exageros melodramáticos e foca nas emoções reais de uma família unida pela fé. A história foi baseada no livro escrito por Joyce Smith e trouxe uma mensagem poderosa de superação.

Na sexta, 16 de agosto, a emissora traz muita adrenalina e tensão com o filme Velocidade Máxima (1994), um clássico do cinema de ação que marcou gerações e continua eletrizando o público com sua trama eletrizante e sequências inesquecíveis.

A história começa simples, mas rapidamente se transforma em um desafio extremo: um ônibus comum, com dezenas de passageiros inocentes, se torna uma armadilha mortal. Um psicopata terrorista instala uma bomba que explodirá se o veículo diminuir a velocidade abaixo de 80 km/h. A missão para evitar o desastre fica nas mãos do policial Jack Traven (Keanu Reeves), que precisa agir rápido para salvar vidas e impedir que a tragédia aconteça.

Quando o motorista do ônibus sofre um acidente, a passageira Annie (Sandra Bullock) não hesita e assume o volante, mesmo sem experiência, em uma demonstração de coragem e determinação. A química entre Keanu Reeves e Sandra Bullock acrescenta emoção e dinamismo às cenas de ação, tornando o filme mais do que um simples thriller.

Dennis Hopper interpreta o psicopata Howard Payne, cuja frieza e inteligência aumentam o suspense. Cada momento do filme mantém o espectador na ponta da cadeira, enquanto o relógio corre e o ônibus avança a toda velocidade por ruas movimentadas e pontes perigosas.

Um dos destaques técnicos de “Velocidade Máxima” é sua trilha sonora e os efeitos sonoros, que foram reconhecidos com o Oscar da Academia na categoria de Melhor Som e Efeitos Sonoros. O ruído dos pneus derrapando, o motor acelerado e a tensão nas ruas da cidade são parte fundamental para criar a atmosfera eletrizante que define o filme.

Além de Keanu Reeves, Sandra Bullock e Dennis Hopper, o elenco conta com Jeff Daniels, Joe Morton e Alan Ruck, todos contribuindo para a construção de uma narrativa rápida, intensa e cheia de surpresas. A dublagem brasileira, com vozes de Márcio Simões, Manolo Rey, Sheila Dorfman, entre outros, também ajuda a manter a emoção e naturalidade dos personagens para o público nacional.

Pacificador – O que podemos esperar do retorno ousado e afiado na 2ª temporada?

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A cada passo que o universo de super-heróis da DC dá, as expectativas dos fãs só crescem — e a chegada da segunda temporada de Pacificador é uma prova disso. Marcada para estrear em 21 de agosto de 2025 na HBO Max, essa continuação não é apenas mais um lançamento no calendário da DC; ela é peça-chave para entender o futuro que a DC Studios está traçando para seu universo, agora remodelado e conhecido como DC Universe (DCU).

O cenário mudou muito desde os primeiros filmes do DCEU (Universo Estendido DC). Após algumas turbulências criativas e tentativas de alinhamento, a DC Studios está adotando uma abordagem renovada para seu universo compartilhado, com foco em uma narrativa mais conectada e uma identidade própria — o DCU. O lançamento do filme Superman em 2025 foi o marco inicial dessa nova fase, abrindo espaço para que produções como Pacificador não só continuem histórias já conhecidas, mas se entrelacem com novas tramas e personagens.

O charme da série reside exatamente nesse equilíbrio: um anti-herói que é tão bruto quanto complexo, vivido por John Cena com uma dose certa de carisma, sarcasmo e vulnerabilidade. A primeira temporada conquistou fãs por mostrar um personagem que, embora rude e imperfeito, luta por uma ideia distorcida de justiça, o que cria um terreno fértil para questionamentos morais e reflexões pessoais.

Além disso, a trama brinca com o gênero de comédia negra e drama de super-herói, oferecendo cenas de ação impactantes, mas sem perder a humanidade dos personagens. A mistura do humor ácido de James Gunn, que também dirige e escreve, com o desenvolvimento profundo do protagonista faz de Pacificador uma produção diferente de tudo que se vê atualmente no mundo das adaptações de quadrinhos.

O que sabemos sobre a segunda temporada?

Após o sucesso da primeira leva de episódios, a segunda temporada de Pacificador foi encomendada rapidamente, mas sua produção enfrentou alguns desafios. James, além de ser showrunner da série, assumiu a co-presidência da DC Studios, o que exigiu que ele dividisse seu tempo entre essa função executiva e seu trabalho direto nas produções. Além disso, o foco inicial foi direcionado para a série spin-off Waller, que acabou adiada por causa das disputas trabalhistas em Hollywood em 2023.

Com isso, a produção da segunda temporada da série foi retomada com prioridade no começo de 2024. As filmagens ocorreram entre junho e novembro no Trilith Studios, em Atlanta, e aconteceram em paralelo com as filmagens do filme Superman, reforçando a conexão entre as duas produções.

John Cena retorna como Chris Smith, o Pacificador, e estará novamente acompanhado por um elenco robusto, incluindo Danielle Brooks, Freddie Stroma, Jennifer Holland, Steve Agee, Robert Patrick, Sol Rodríguez, David Denman, Tim Meadows e Michael Rooker. Um destaque especial é a presença de Frank Grillo, que interpreta Rick Flag Sr., pai de Rick Flag (personagem de Joel Kinnaman), que teve um papel importante nos filmes do Esquadrão Suicida. A presença de Grillo conecta diretamente a série com o universo maior da DC, já que ele também participará do novo filme Superman, criando uma teia narrativa que promete surpreender os fãs.

Para onde vai a história?

Na segunda temporada, a jornada da série ganha novos contornos com a entrada do Pacificador na Gangue da Justiça, grupo que foi apresentado no recente filme Superman. Em uma cena reveladora, ele passa por uma entrevista com membros importantes da equipe, como Mulher-Gavião, interpretada por Isabela Merced (conhecida por The Last of Us), e Lanterna Verde, vivido por Nathan Fillion (famoso por Guardiões da Galáxia: Volume 3). Além disso, Maxwell Lord, interpretado por Sean Gunn (que também atuou em O Esquadrão Suicida), aparece como o financiador desse grupo, indicando que o Pacificador está sendo inserido em um universo maior, cheio de alianças e tensões. As informações são do Rolling Stone.

Outro elemento que promete apimentar a narrativa é a introdução de Rick Flag Sr., papel de Frank Grillo (Capitão América: O Soldado Invernal). Ele é o pai do Coronel Rick Flag, personagem que teve um destino trágico nas mãos do próprio Pacificador no filme O Esquadrão Suicida (2021). A busca por justiça — ou vingança — de Rick Flag Sr. cria uma dinâmica carregada de emoção e conflito, aprofundando o desenvolvimento do protagonista e mostrando como as consequências de suas ações reverberam além do seu controle.

Teaser sinistro de Alien: Earth promete suspense e medo na nova série

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O universo Alien está de volta com tudo. Alien: Earth, a nova série que expande essa franquia lendária de terror e ficção científica, acaba de liberar seu primeiro teaser oficial, que você pode conferir logo abaixo, já deixou os fãs arrepiados e ansiosos para a estreia, marcada para 12 de agosto de 2025. Ambientada no ano de 2120, a produção promete contar uma história inédita que antecede em dois anos os eventos do clássico Alien, o 8º Passageiro, de 1979.

Se você já sentiu aquele frio na barriga ao assistir ao filme original, você vai viver uma experiência ainda mais próxima, porque desta vez o terror não está numa nave perdida no espaço — ele acontece aqui, na Terra. O teaser já entrega uma atmosfera densa, cheia de tensão e mistério, mostrando uma queda de nave espacial que desencadeia uma série de acontecimentos desesperadores. A promessa é clara: essa não será uma história qualquer de alienígenas e monstros, mas um mergulho no medo real e palpável que toma conta das pessoas diante do desconhecido.

A trama gira em torno da nave Maginot, que despenca em nosso planeta, e do grupo liderado por uma jovem interpretada por Sydney Chandler (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa). Ao lado dela, um time de soldados que não se encaixa no padrão dos heróis perfeitos precisa aprender a lidar com o caos e enfrentar uma ameaça que pode significar o fim da humanidade como conhecemos. O que torna tudo ainda mais intenso é justamente o fato de que esses personagens não são invencíveis; eles são humanos, vulneráveis, cheios de dúvidas, o que torna a tensão muito mais real e próxima do que se imagina.

Dirigida criativamente por Noah Hawley, responsável por séries reconhecidas pela profundidade psicológica como Legion, e com Ridley Scott, o visionário por trás do filme original, envolvido como produtor executivo, Alien: Earth promete um equilíbrio perfeito entre respeito ao legado da franquia e inovação. Isso significa que veremos aquela mistura clássica de suspense sufocante, terror brutal e um drama humano intenso que marcou toda a saga.

Ambientada num futuro não tão distante, o ano de 2120 traz uma visão da Terra onde a tecnologia avançou, mas a humanidade continua vulnerável — talvez até mais do que imaginamos. A chegada da nave Maginot simboliza o contato inevitável com o desconhecido e o perigo que pode estar muito mais perto do que gostaríamos de acreditar. Essa proposta da série nos coloca frente a frente com o questionamento: o que faríamos se algo inimaginável acontecesse aqui, em nossa casa?

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Além do suspense e do terror, a nova série aposta numa narrativa que explora as relações humanas sob pressão. O grupo desorganizado de soldados e a jovem protagonista não só precisam lutar contra o monstro alienígena, mas também enfrentar seus próprios medos, conflitos e desconfianças. Essa abordagem humaniza a história, fazendo com que o público se conecte emocionalmente, torça pelos personagens e sinta o peso das decisões difíceis que eles precisam tomar para sobreviver.

O elenco, que inclui talentos como Timothy Olyphant (Justified, Deadwood), Essie Davis (O Babadook, Miss Fisher’s Murder Mysteries) e Alex Lawther (The End of the F**ing World*, Black Mirror), reforça essa mistura de vulnerabilidade e força. Cada personagem carrega suas próprias histórias e complexidades, o que deve tornar o desenrolar da série cheio de reviravoltas e surpresas.

Visualmente, o teaser já dá uma amostra do clima sombrio e opressivo que dominará a produção. A escuridão dos cenários, os flashes rápidos de ação e o silêncio tenso criam uma sensação de ansiedade que se espalha a cada frame. A expectativa é que a série use esses elementos para construir uma atmosfera onde o medo se torna quase palpável, prendendo o público do começo ao fim.

Com o roteiro assinado por Hawley, sabemos que o drama psicológico e as questões existenciais estarão no centro da narrativa. Afinal, a franquia sempre se destacou por explorar não só o terror externo — a criatura alienígena — mas também o medo interno, o instinto de sobrevivência e a fragilidade da condição humana diante do desconhecido.

A estreia no Disney+ e nas plataformas FX e FX no Hulu vai permitir que a série alcance um público global, algo que é fundamental para uma produção desse porte. A reação dos fãs, já manifestada nas redes sociais, mostra que o universo Alien continua vivo no imaginário popular, e que há uma fome por histórias que tragam tensão e emoção de verdade.

Em tempos em que o avanço tecnológico nos aproxima cada vez mais do futuro, a série surge como um lembrete de que o progresso não é sinônimo de segurança absoluta. O encontro com o “outro”, o desconhecido, pode trazer consequências imprevisíveis — e a sobrevivência dependerá não só da força física, mas da capacidade humana de adaptação, cooperação e coragem.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos conquista US$ 430 milhões e reacende a chama dos super-heróis no MCU

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Quando se fala em super-heróis, o nome Quarteto Fantástico carrega uma história que vai muito além das páginas dos quadrinhos. São décadas de aventuras, dramas e laços familiares que conquistaram fãs ao redor do mundo — embora, no cinema, a equipe tenha enfrentado altos e baixos, especialmente em versões passadas que não conseguiram traduzir toda essa magia para as telas.

Mas em 2025, algo mudou. Com o lançamento de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, a Marvel Studios fez mais do que simplesmente recontar uma história já conhecida. Ela deu um passo ousado para construir um universo novo, cheio de emoção, coragem e esperança, e o público respondeu à altura: o filme já ultrapassa a impressionante marca de US$ 430 milhões em bilheteria mundial. As informações são do Deadline.

Um renascimento esperado e celebrado

Para muitos fãs, a chegada deste filme não foi apenas um lançamento — foi a realização de um desejo antigo. Desde que a Marvel recuperou os direitos da equipe, após a compra da Fox pela Disney em 2019, as expectativas foram crescendo, e o receio de um novo fracasso rondava as discussões entre os fãs.

Mas o que viu-se nas telas foi muito além do esperado. Um roteiro que foge do clichê da origem, um elenco que transmite humanidade e química em cada cena, e uma direção sensível, que soube equilibrar ação e sentimento.

Um quarteto que é, acima de tudo, uma família

Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Ebon Moss-Bachrach e Joseph Quinn, que dão vida a Reed, Sue, Ben e Johnny, respectivamente, não são apenas heróis com poderes extraordinários — são pessoas com dúvidas, medos, amor e conflitos reais.

O filme não perde tempo com a exposição tradicional da origem dos personagens, optando por um universo já estabelecido, onde o quarteto já é uma referência mundial. Essa escolha narrativa abre espaço para explorar as relações íntimas, os desafios do cotidiano e o impacto que a fama e a responsabilidade têm sobre cada um deles.

A chegada do bebê de Sue traz para a história um tempero especial, ampliando o tema da família e do legado. A narrativa se aprofunda no que significa proteger não só o mundo, mas aqueles que amamos, mesmo quando o preço a pagar é alto demais.

Enfrentando o cosmos: Galactus e o Surfista Prateado

Se o filme emociona pelo drama familiar, ele também impressiona pela ambição e pela grandiosidade da ameaça que apresenta. Galactus, um ser cósmico com uma fome que devora mundos, e seu arauto, o Surfista Prateado, colocam o quarteto diante do maior desafio de suas vidas — um dilema que mescla poder, sacrifício e moralidade. O embate contra forças tão vastas e incompreensíveis é tratado com respeito e criatividade, criando momentos que prendem o espectador tanto pela ação quanto pela carga emocional.

A humanidade em meio ao extraordinário

O que realmente diferencia “Primeiros Passos” de outras produções de super-heróis é a maneira como ele conecta o extraordinário com o humano. O filme aborda temas universais — medo do desconhecido, dilemas éticos, a luta para equilibrar vida pessoal e missão, o peso das expectativas — que ressoam em qualquer pessoa, independente de gostar ou não de quadrinhos.

O impacto cultural e a resposta do público

Desde a estreia, o filme tem sido um fenômeno cultural. Nas redes sociais, fãs discutem teorias, personagens favoritos e o significado das escolhas feitas pelo quarteto. Críticas elogiam o equilíbrio entre nostalgia e inovação, destacando a sensibilidade da direção e o elenco carismático. Além do sucesso comercial, que ultrapassa US$ 430 milhões, o filme reacendeu a discussão sobre o potencial da equipe no MCU e abriu portas para histórias que vão além do óbvio, mostrando que é possível trazer profundidade a produções blockbuster.

Um futuro promissor no Universo Marvel

Com uma sequência já confirmada, o futuro do Quarteto Fantástico parece brilhante. Os elementos apresentados — desde a luta contra ameaças cósmicas até os dramas familiares — abrem um leque enorme de possibilidades para explorar personagens, novas ameaças e conexões com o universo expandido da Marvel. A narrativa do “Primeiros Passos” é, como o título sugere, só o começo de uma jornada que promete emocionar e surpreender.

Saiba quem saiu da disputa do Game dos 100 neste domingo (10)

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O reality show Game dos 100 segue firme na sua missão de desafiar a resistência, habilidade e coragem dos competidores, mas a cada passo a tensão aumenta. No episódio exibido na tarde deste domingo, 10 de agosto, dez participantes foram eliminados após não conseguirem cumprir as provas no tempo ou com a precisão necessária para seguir na disputa pelo prêmio de R$ 300 mil. As informações são da Record.

Cada eliminação carrega consigo não apenas a perda da competição, mas também o encerramento temporário de uma trajetória marcada por desafios pessoais e muito esforço.

Entre os eliminados, está Carol Godoi, que, apesar de ter mostrado muita força no desafio inicial do boliche gigante, acabou enfrentando dificuldades nas provas seguintes, que exigiam equilíbrio e paciência. Já Matheus Prado não conseguiu manter a calma durante a tarefa de empilhar latas sobre a água, e o nervosismo falou mais alto, causando a queda da sua torre e, consequentemente, sua eliminação.

Fernanda Gomes encarou com muita persistência o complicado desafio de transportar bolinhas numa raquete furada, mas a pressão do tempo e o peso da disputa acabaram cobrando seu preço. Por sua vez, Caio Maron perdeu o ritmo necessário na prova de separar balas por cor, o que foi decisivo para sua saída do programa.

Diamante, um dos competidores mais habilidosos no desafio de construir e lançar aviãozinhos de papel, viu seu sonho interrompido ao errar o pouso, deixando a disputa de forma inesperada. Renata Stapf não conseguiu acompanhar a sequência das tarefas e acabou eliminada nas fases seguintes.

A liderança de Yanne Anttunes no mega vôlei gigante foi um dos destaques do episódio, mas a dinâmica do jogo e o desgaste físico cobraram seu preço, levando à sua eliminação. Edilson Chiquinho trouxe leveza e bom humor ao desafio de morder cerejas penduradas na cabeça, mas a dificuldade e o tempo apertado foram obstáculos difíceis demais de superar.

MC Mello, que mostrou muita concentração no desafio de acertar latas em uma cesta enquanto pedalava uma bicicleta, não conseguiu acertar o alvo com a precisão necessária para garantir sua vaga. Por fim, Thais Cristina, que demonstrou grande perseverança até o fim, foi barrada pelo clássico desafio de encontrar a tampa certa para o pote, prova que exige atenção extrema e rapidez.

Mais do que simples números ou nomes, os eliminados representam histórias de superação, coragem e aprendizado. Cada um trouxe para o programa sua personalidade única e o desejo sincero de ir até o fim. Para quem permanece na disputa, a jornada fica ainda mais desafiadora.

A cada episódio, as provas aumentam em dificuldade e a arena se torna um verdadeiro campo de testes para mente, corpo e espírito. E para o público, as eliminações geram uma mistura de emoções — tristeza pela despedida, esperança pelo sucesso dos favoritos e aquela vontade de acompanhar tudo até o fim.

Canal Livre de hoje (10) recebe Gilberto Kassab para debater crise política após prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

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Neste domingo, 10 de agosto, o programa Canal Livre vai receber para uma entrevista exclusiva Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e um dos líderes mais influentes do chamado Centrão — bloco político que exerce papel decisivo no Congresso Nacional e na política brasileira. A conversa vai abordar os desdobramentos recentes, a ocupação simbólica da Câmara dos Deputados e do Senado Federal por apoiadores do ex-presidente e os desafios para a governabilidade e estabilidade institucional.

O programa trará à tona um debate intenso sobre as recentes sanções que serão aplicadas pelos Estados Unidos ao Brasil, especialmente no contexto do chamado “tarifaço” americano. Para Kassab, essa atitude dos Estados Unidos configurará uma interferência direta não apenas no comércio brasileiro, mas também no campo político e judicial do país. As informações são da Band.

Segundo Kassab, a reação brasileira será unificada para rejeitar essas medidas externas que ultrapassarão o âmbito econômico e entrarão no terreno da política internacional. Ele destacará que os documentos oficiais norte-americanos revelarão um posicionamento que poderá ser interpretado como uma tentativa de interferir no funcionamento do Poder Judiciário brasileiro, algo que, para o político, representará uma verdadeira afronta à soberania nacional. Essa percepção reforçará a necessidade de uma resposta firme e coesa por parte do Brasil.

Um dos pontos mais sensíveis que Kassab levantará será o uso das sanções conhecidas como lei Magnitsky, que serão aplicadas recentemente ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Originalmente criadas para combater o terrorismo e o tráfico de drogas, essas sanções serão agora usadas como instrumentos políticos, segundo Kassab, transformando-se em “armas” dentro de um cenário que ele considerará perigoso para a estabilidade institucional brasileira. O fato de haver ameaças de extensão dessas sanções a outros ministros do STF acentuará ainda mais a gravidade do momento.

Prisão domiciliar de Bolsonaro

A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após o descumprimento de medidas cautelares, tem causado um impacto profundo no cenário político brasileiro, reacendendo discussões sobre a solidez das instituições democráticas, a segurança jurídica e os rumos das eleições presidenciais de 2026. Em um momento tão delicado, entender as nuances dessa crise é essencial para qualquer cidadão interessado no futuro do país.

A decisão do STF de determinar a prisão domiciliar de um ex-presidente brasileiro nunca antes vista no país é um marco que carrega significados muito além da esfera judicial. Bolsonaro, investigado por supostas práticas ilegais e já submetido a medidas cautelares, foi enquadrado após violar as determinações impostas, o que levou à medida mais rigorosa.

Esse episódio precisa ser analisado dentro do regime democrático e das instituições que sustentam o Estado de Direito no Brasil. A polarização e a intolerância que marcaram os últimos anos representam um risco real para a estabilidade política do país, sobretudo em um cenário eleitoral conturbado.

A ocupação do Congresso

Na mesma semana da prisão domiciliar, apoiadores de Bolsonaro realizaram uma ocupação simbólica e sem precedentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, numa tentativa clara de impedir a tramitação da pauta legislativa. O episódio causou comoção nacional e levantou preocupações quanto à capacidade das instituições brasileiras de resistir a pressões externas e manter o diálogo em tempos de crise.

Esse tipo de ação é vista como uma tentativa de desafiar o funcionamento regular do Estado e coloca em risco a governabilidade e o funcionamento da democracia. O diálogo e o entendimento entre os diversos grupos são fundamentais para superar esse momento turbulento, reforçando a importância do pluralismo e da convivência democrática.

A experiência de um político multifacetado

Para compreender a visão de Gilberto Kassab sobre o atual momento, é importante conhecer a trajetória que o formou como um dos nomes mais influentes do cenário político brasileiro.

Nascido em São Paulo em 1960, Kassab é economista, engenheiro civil, empresário e corretor de imóveis, além de um político com vasta experiência em cargos executivos e legislativos. Seu legado familiar inclui a diversidade cultural que caracteriza o Brasil — filho de pai libanês e mãe italiana, ele carrega na história a marca do pluralismo.

Formado pela Escola Politécnica e pela Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP), Kassab também investiu em estudos complementares em ciência política e comércio exterior, consolidando uma visão ampla e estratégica sobre o país.

Ingressou na política aos 25 anos, quando participou do Fórum de Jovens Empreendedores da Associação Comercial de São Paulo. Desde então, ocupou cargos de vereador, deputado federal, secretário de planejamento e, em 2006, tornou-se prefeito da maior cidade do país, São Paulo, após a renúncia de José Serra. Reelegeu-se em 2008, destacando-se pela capacidade administrativa e articulação política.

Em 2011, fundou o Partido Social Democrático (PSD), que rapidamente ganhou espaço e protagonismo na política nacional, especialmente dentro do Centrão — bloco que atua estrategicamente no Congresso e influencia as decisões do Executivo.

James Gunn esclarece: “Superman não precisa atingir US$ 650 milhões para ser sucesso”

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Desde que chegou às telonas, o mais novo filme do Superman tem sido motivo de muita conversa, especulação e análise, especialmente sobre seu desempenho nas bilheterias e seu impacto no universo do entretenimento. Um dos assuntos que mais chamou atenção nas últimas semanas foi a ideia de que o longa precisava alcançar a marca de US$ 650 milhões para ser considerado um sucesso financeiro — uma pressão que parecia pesar sobre a equipe e o estúdio. Mas James Gunn, diretor do filme e co-CEO da DC Studios, tratou de colocar um ponto final nessas especulações.

Em uma postagem recente na rede social Threads, Gunn afirmou com clareza que essa ideia de “precisar” atingir esse valor para ser lucrativo é “completamente falsa”. Segundo ele, quem defende esse tipo de pensamento “não entende nada da indústria cinematográfica” — e que a própria DC jamais estabeleceria uma meta tão rígida para o primeiro filme de uma nova franquia.

Até agora, o filme já arrecadou cerca de US$ 569 milhões mundialmente, com previsões de ultrapassar os US$ 600 milhões até o fim da sua passagem nos cinemas. Esses números mostram um desempenho bastante sólido, principalmente se considerarmos o momento delicado que o cinema vive, enfrentando concorrência acirrada com as plataformas de streaming, mudanças no comportamento do público e a instabilidade econômica global.

Especialistas apontam que o custo total do longa gira em torno de US$ 350 milhões, somando os US$ 225 milhões de produção aos US$ 125 milhões investidos em marketing e divulgação. Por isso, muita gente calculava que o filme precisava alcançar os US$ 650 milhões para quebrar o investimento — o chamado breakeven. No entanto, como Gunn ressaltou, esses números são simplificações que não traduzem toda a complexidade da rentabilidade em projetos desse porte.

Para o diretor, o sucesso financeiro de um filme não pode ser medido apenas por números fixos. Hoje, várias fontes de receita entram em jogo — desde vendas digitais, parcerias comerciais e licenciamento de produtos até o fortalecimento da marca do estúdio. Gunn reforça que a DC Studios tem como objetivo construir uma franquia sustentável, e que o valor bruto arrecadado nas bilheterias é só uma parte dessa equação.

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Personagens e narrativa construídos com cuidado

O sucesso do filme vai além dessa nova visão do herói. Ele reflete o trabalho dedicado de uma equipe que respeitou a mitologia do personagem, mas que também soube renovar sua história para o nosso tempo.

O ator que interpreta o Homem de Aço não se dedicou só à preparação física, mas também à construção psicológica do personagem, entregando uma atuação que equilibra força e vulnerabilidade com naturalidade. Já a atriz que interpreta Lois Lane foge do estereótipo do interesse amoroso, trazendo uma personagem com voz e protagonismo próprios — um reflexo das transformações sociais e do papel da mulher na cultura contemporânea.

Outro destaque fica por conta do vilão, que não é um antagonista simplista. Ele traz uma complexidade ética e social que faz o espectador refletir sobre as nuances entre o bem e o mal. Essa profundidade dá ao filme uma dimensão maior do que apenas entretenimento, abrindo espaço para discussões sobre temas atuais e relevantes.

Efeitos visuais que servem à história

Em um gênero onde os efeitos especiais costumam dominar tudo, o novo Homem de Aço consegue um equilíbrio raro: os efeitos são grandiosos, mas sempre a serviço da história e dos personagens.

A direção de fotografia, a paleta de cores, os movimentos de câmera e a edição trabalham juntos para construir um universo visualmente impressionante, mas também emocionalmente envolvente. O público não é apenas levado a presenciar batalhas espetaculares, mas é convidado a embarcar numa jornada pessoal, cheia de escolhas difíceis e suas consequências.

Esse cuidado técnico e artístico aproxima o filme tanto dos fãs de ação quanto daqueles que buscam uma experiência cinematográfica mais profunda.

Muito além das bilheterias

Ultrapassar a marca de 4 milhões de espectadores e gerar mais de R$ 86 milhões no Brasil não é só um número. É a prova de que o cinema segue sendo um espaço de encontro, emoção e reflexão.

O novo Superman fomentou debates nas redes sociais, encontros em salas de cinema e eventos que movimentaram fãs e amantes da cultura pop em todo o país. Ele trouxe de volta discussões importantes sobre o que significa ser herói hoje, sobre a necessidade de empatia e coragem para enfrentar os desafios do nosso tempo.

Além disso, a introdução de novos personagens e a expansão do universo do Homem de Aço abrem caminho para futuras produções, que prometem manter viva a chama do entretenimento inteligente e emocionante.

O que vem por aí?

Com o sucesso do primeiro filme e o aval de James Gunn sobre a sustentabilidade do projeto, as expectativas para os próximos capítulos da DC Studios estão altas. O diretor e sua equipe sabem dos desafios para manter a qualidade e a inovação, sem cair na armadilha de priorizar apenas números e grandes orçamentos.

Fantástico de hoje (10) mostra três casos de violência no mesmo posto de saúde e a apreensão de 103 kg de ouro em uma caminhonete

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Foto reprodução internet

O Fantástico deste domingo, 10 de agosto, prepara uma edição que passeia por diferentes realidades: da rotina interrompida pela violência em um posto de saúde, à caçada ao criminoso mais procurado do Rio Grande do Norte; do mistério de mais de cem quilos de ouro encontrados numa estrada, à delicada cirurgia que separou duas irmãs que nasceram unidas. São histórias que revelam o quanto o Brasil pode ser, ao mesmo tempo, duro e surpreendente.

Quando o posto de saúde vira cenário de medo

Para quem precisa de atendimento médico, um posto de saúde deveria ser sinônimo de cuidado, paciência e acolhimento. Mas, em uma cidade brasileira, esse conceito foi virado de cabeça para baixo. Em apenas uma semana, três episódios de violência transformaram um local de cura em um espaço de tensão. No primeiro caso, um paciente, irritado com a espera, empurrou uma enfermeira contra a parede. Dias depois, um homem armado ameaçou destruir equipamentos e intimidou a equipe. O terceiro episódio envolveu uma tentativa de invasão, com gritos e ameaças.

Para médicos e enfermeiros, a sensação é de vulnerabilidade. “A gente está aqui para salvar vidas, mas ultimamente é a nossa vida que corre risco”, disse, com a voz embargada, uma funcionária que pediu para não ser identificada. As ocorrências já estão registradas na polícia. Enquanto autoridades prometem reforçar a segurança, o Fantástico traz relatos de quem continua trabalhando no local, movido por vocação, mas marcado pelo medo.

A perseguição que durou quase um dia inteiro

No interior do Rio Grande do Norte, a tranquilidade de uma madrugada foi substituída pelo som de helicópteros, sirenes e tiros. Foram 22 horas de cerco ao homem que a polícia considera o mais perigoso e procurado do estado. O suspeito é apontado como líder de uma facção envolvida em tráfico, assaltos e homicídios. Localizado em uma área rural, ele foi cercado por dezenas de policiais. A operação contou com apoio de drones, helicópteros e barreiras montadas em estradas vicinais.

Os moradores da região sentiram o peso da operação. Muitos tiveram que deixar suas casas ou se trancar por medo de se tornarem vítimas do confronto. “A gente nunca viu nada assim por aqui. Parecia cena de filme, só que de verdade”, contou um agricultor. O Fantástico exibirá imagens inéditas dessa caçada e mostrará como, cada vez mais, o crime organizado se infiltra em regiões distantes dos grandes centros, exigindo operações de alto risco.

Ouro escondido sob o banco de uma caminhonete

No meio de uma blitz de rotina, um achado que surpreendeu até policiais experientes: 103 quilos de ouro, embalados de forma discreta, estavam escondidos sob o banco traseiro de uma caminhonete. O valor da carga ultrapassa a casa dos milhões de reais. Mas o maior mistério não é o destino final e sim a origem.

A Polícia Federal suspeita que o metal tenha saído de garimpos ilegais na Amazônia, onde a extração descontrolada provoca danos ambientais e conflitos com comunidades indígenas. Segundo investigadores, o transporte do ouro ilegal envolve uma cadeia organizada que vai de pequenas pistas de pouso improvisadas até empresas de fachada que “esquentam” o material. O Fantástico vai acompanhar o caminho dessa riqueza, da extração clandestina até a tentativa de inseri-la no mercado formal, revelando o impacto humano e ambiental desse comércio.

Duas irmãs, um só corpo e uma jornada pela vida

Nem só de tensão e denúncia será feita a edição deste domingo. Uma das histórias mais emocionantes vem de uma comunidade isolada da Amazônia, onde nasceram duas irmãs unidas pelo tórax e pelo abdômen. Para chegar até a cirurgia que mudaria suas vidas, a família atravessou rios, enfrentou chuvas e se despediu temporariamente de casa. Foram horas de viagem em barco e depois em avião até alcançar um hospital especializado.

A operação mobilizou uma equipe médica numerosa e exigiu planejamento de meses. O procedimento foi longo e delicado, mas terminou com o que os pais mais sonhavam: ver as filhas respirando e se mexendo de forma independente. O reencontro das meninas com a família, já em recuperação, promete ser um dos momentos mais comoventes da noite.

Entre o choque e a esperança

Cada reportagem dessa edição revela um pedaço do Brasil. A violência no posto de saúde mostra o esgotamento de quem deveria ter paz para trabalhar. O cerco policial no Rio Grande do Norte revela a força e os riscos do combate ao crime organizado. O ouro apreendido escancara a riqueza ilegal que atravessa estradas e fronteiras. E a cirurgia das gêmeas reforça que, mesmo em meio a tantas dificuldades, ainda existem histórias que nos lembram da capacidade de superação e cuidado.

Doc Investigação de segunda (11) revela os bastidores e novas perspectivas do caso Gil Rugai

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Na noite de 28 de março de 2004, o bairro de Perdizes, na zona oeste de São Paulo, se tornou cenário de um dos crimes mais marcantes da crônica policial brasileira. Pouco depois das 21h30, tiros interromperam a rotina silenciosa da Rua Atibaia. Ao todo, onze disparos tiraram a vida de Luiz Carlos Rugai e de Alessandra de Fátima Troitino, respectivamente pai e madrasta de Gil Grego Rugai, então um jovem estudante de jornalismo. As informações são do G1.

O caso, carregado de reviravoltas e detalhes que beiravam o roteiro de um filme, rapidamente ganhou espaço nas manchetes, nas discussões jurídicas e, principalmente, na imaginação popular.

Na próxima segunda-feira, 11 de agosto, às 22h45, o Doc Investigação promete revisitar essa história, trazendo novas informações, entrevistas e análises que podem lançar luz sobre aspectos ainda nebulosos do processo. É uma oportunidade de revisitar não apenas os fatos, mas também o clima de uma época em que a cobertura midiática de crimes começava a ganhar formatos mais próximos das séries investigativas de hoje.

O início de um conflito familiar

Gil Rugai não era um desconhecido para o pai. Pelo contrário, trabalhava diretamente com ele na produtora Referência Filmes, empresa comandada por Luiz Carlos. Jovem, com aparência calma e estudando jornalismo na PUC-SP, Gil cuidava da contabilidade da produtora.
Mas, segundo as investigações, a relação entre os dois começou a se deteriorar quando Luiz Carlos descobriu um desfalque de mais de R$ 25 mil nos cofres da empresa. Para a promotoria, esse teria sido o estopim do conflito.

No dia 22 de março de 2004, apenas seis dias antes do crime, a tensão chegou ao ápice. Gil foi expulso da casa onde vivia com o pai e a madrasta. O rompimento foi brusco e definitivo, deixando no ar um ressentimento que, para os investigadores, se tornaria combustível para a tragédia que viria.

A noite do crime

Era um domingo. O casal Luiz Carlos e Alessandra estava em casa quando, segundo a perícia, alguém arrombou a porta. Os disparos foram rápidos e fatais. Luiz Carlos foi atingido várias vezes, e Alessandra também não teve chance de reação.
Testemunhas ouviram os tiros e chamaram a polícia, mas já era tarde. O corpo do empresário foi encontrado caído na sala, e o de Alessandra, próximo ao quarto.

No dia seguinte, o vigia da rua afirmou ter visto Gil Rugai saindo da casa do pai na noite do crime, acompanhado de outra pessoa que nunca foi identificada. O detalhe adicionava um elemento de mistério: quem seria esse possível cúmplice?

As provas que mudaram o rumo do caso

As investigações avançaram rapidamente. Uma semana após o crime, a Polícia Técnico-Científica encontrou um cartucho de bala no quarto de Gil, que teria sido disparado pela mesma arma usada no assassinato. Em 6 de abril de 2004, Gil foi preso preventivamente. Ele negava qualquer envolvimento, mas a promotoria acreditava ter um conjunto sólido de provas.

O ponto decisivo veio em 25 de junho de 2005, quando a arma do crime foi encontrada no prédio onde Gil mantinha um escritório. Além disso, uma pegada compatível com a dele foi registrada na porta arrombada da casa das vítimas.

Idas e vindas da prisão

O caso não seguiu um caminho linear. Gil Rugai passou por diferentes regimes de prisão e períodos em liberdade.
Entre 2004 e 2006, permaneceu detido, até que o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu sua liberdade. Em 2008, foi preso novamente, acusado de violar condições judiciais ao se mudar para Santa Maria, no Rio Grande do Sul, sem comunicar o juiz — segundo ele, para prestar vestibular.

Em 2010, voltou a ser solto, enquanto a defesa buscava novas perícias e questionava as provas técnicas. Essa estratégia acabou atrasando o julgamento por anos, com sucessivos pedidos de exames e esclarecimentos.

O julgamento e a condenação

Em 2013, quase nove anos após o crime, Gil Rugai foi finalmente julgado. O caso atraiu grande atenção da mídia: jornalistas, curiosos e até estudantes de direito lotaram o Fórum Criminal da Barra Funda.
O júri considerou o conjunto de provas suficiente para condená-lo a 33 anos e 9 meses de prisão em regime fechado.

A defesa, comandada pelo advogado Marcelo Feller, sustentava que havia lacunas na investigação e questionava a confiabilidade das provas periciais. Já o promotor Rogério Zagallo argumentava que a motivação, as evidências físicas e as testemunhas formavam um quadro claro de culpa.

O juiz Adilson Paukoski Simoni determinou que Gil poderia recorrer em liberdade, o que manteve o réu fora da prisão por mais algum tempo.

Recursos e progressão de pena

Mesmo após a condenação, o caso continuou a gerar movimentações jurídicas. Em agosto de 2020, o Supremo Tribunal Federal rejeitou um novo pedido da defesa e manteve a condenação.
No final de 2021, a juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani autorizou que Gil passasse para o regime semiaberto. Porém, em abril de 2022, a Justiça, atendendo ao Ministério Público, cassou essa decisão e determinou a realização de um teste de Rorschach — exame psicológico famoso por usar manchas de tinta para avaliar a personalidade.

Somente em 14 de agosto de 2024 é que Gil Rugai obteve a progressão para o regime aberto, deixando a prisão para cumprir o restante da pena sob condições.

A nova abordagem do Doc Investigação

O episódio que vai ao ar nesta segunda-feira promete aprofundar pontos pouco explorados. Segundo informações de bastidores, a produção entrevistou peritos, advogados, jornalistas e pessoas próximas ao caso. Além da reconstituição da noite do crime, o programa deve trazer novos documentos e imagens de arquivo, além de discutir como a cobertura midiática influenciou a percepção do caso.

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