Vale a pena assistir O Ritual? O filme de exorcismo que desafia sua fé e mexe com a sua mente

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Filmes de exorcismo são como velhas orações: repetidos tantas vezes que, para funcionar, precisam ser ditos com algo novo na voz. O Ritual se propõe a fazer exatamente isso — revisitar um gênero saturado, mas com a promessa de trazer mais do que sustos fáceis. Dirigido por David Midell e estrelado por Al Pacino, Dan Stevens e Abigail Cowen, o longa parte de um caso real para explorar não apenas o sobrenatural, mas também o peso da dúvida, a fragilidade da fé e os limites da mente humana.

O filme leva o público a uma viagem intensa entre o sobrenatural e o psicológico. Inspirado em um caso real ocorrido em 1928, o longa acompanha Emma Schmidt, uma jovem de uma pequena cidade agrícola de Iowa que começa a apresentar sinais perturbadores: crises violentas, aversão a símbolos religiosos e a habilidade de falar idiomas que jamais estudou. Preocupada, sua família recorre à Igreja Católica, que designa o experiente padre Theophilus Riesinger e o jovem padre Joseph Steiger para ajudá-la. No isolamento de um convento, durante 23 dias de exorcismos, fé e dúvida se entrelaçam, revelando segredos sombrios e forçando todos os envolvidos a confrontar seus próprios limites.

O elenco do terror ainda conta com Ashley Greene como Irmã Rose, Patricia Heaton como a Madre Superiora, Patrick Fabian no papel de Bispo Edwards e María Camila Giraldo como Irmã Camila, cada um contribuindo para o retrato multifacetado da vida no convento.

Um caso que começou no interior dos Estados Unidos

A história é inspirada em eventos ocorridos em 1928, na cidade agrícola de Earling, Iowa. Emma Schmidt — interpretada com intensidade por Abigail Cowen — começou a apresentar comportamentos estranhos: falava idiomas que nunca estudou, tinha acessos de violência sem motivo, rejeitava qualquer símbolo sagrado e, segundo testemunhas, parecia conversar com “vozes” que não eram suas.

A família, profundamente religiosa, buscou ajuda na Igreja Católica. É assim que entram em cena dois padres com visões de mundo quase opostas: Theophilus Riesinger (Al Pacino), experiente, acostumado a rituais de exorcismo, e Joseph Steiger (Dan Stevens), jovem, cético e carregando traumas pessoais.

A dupla se encontra em um convento isolado, onde o ritual é conduzido ao longo de 23 dias. É um cenário perfeito para o terror: corredores estreitos, luz fraca, paredes que parecem absorver cada sussurro.

A dúvida como motor da narrativa

O diferencial do filme está no ritmo e na construção da história. Ao contrário de muitas produções do gênero, ele não joga o espectador de cara no caos demoníaco. O filme planta sementes de incerteza: será que Emma está realmente possuída, ou tudo não passa de um caso grave de distúrbio mental?

Cada nova cena reforça essa ambiguidade. Quando Emma grita em latim, isso pode ser interpretado como um sinal sobrenatural… ou como resultado de algum conhecimento inconsciente adquirido na infância. Quando ela demonstra força sobre-humana, é algo demoníaco… ou uma descarga extrema de adrenalina?

Essa abordagem faz com que a verdadeira “protagonista” seja a dúvida. O espectador é convidado a oscilar entre a ciência e a fé, sem saber em qual terreno está pisando.

O convento onde se passa a maior parte da trama é mais do que um cenário — é um personagem silencioso. Os corredores parecem estreitar à medida que a tensão aumenta. A luz das velas cria sombras que nunca estão quietas. O som de passos ecoa de forma quase imperceptível, fazendo o espectador se perguntar se há mais alguém ali.

Midell opta por um visual que flerta com o gótico: poucos elementos em cena, paleta de cores frias, e um jogo de luz e sombra que sugere mais do que mostra. Os efeitos especiais são sutis. Não há explosões visuais nem exageros de CGI. O terror nasce da sugestão, não da exposição.

Quando o terror tropeça

Nem tudo, no entanto, funciona. O maior deslize está na movimentação da câmera. Em várias cenas, principalmente nos momentos de maior tensão, o diretor usa uma câmera trêmula, tentando transmitir urgência e confusão. Mas o excesso dessa técnica prejudica a imersão e chega a provocar desconforto visual.

Além disso, o clímax do filme acaba cedendo a alguns clichês do gênero — olhos virando, vozes graves, levitações — que, embora bem executados, soam previsíveis. É como se, depois de construir algo diferenciado, o roteiro cedesse à pressão de entregar o que o público “espera” de um filme de possessão.

Vale a pena assistir?

A resposta depende do tipo de experiência que você procura.

Se a sua ideia de terror é baseada em sustos frequentes e efeitos exagerados, talvez o filme não seja o filme ideal. Ele exige paciência, atenção e disposição para lidar com incertezas.

Mas, se você aprecia histórias que exploram o lado psicológico do medo, que desafiam certezas e que se sustentam mais pela atmosfera do que pelo choque visual, O Ritual pode ser uma experiência recompensadora.

Acerte ou Caia! de hoje (10) recebe Carlinhos Aguiar, Ceará, Duda Nagle, Fernando Caruso, Gustavo Moura e Rafael, Naldo Benny, Regis Danese e Rezende

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O Dia dos Pais é, para muita gente, aquele domingo com cheiro de almoço de família, mesa cheia, histórias repetidas que ainda arrancam risadas e uma sensação gostosa de pausa na correria do dia a dia. Neste 10 de agosto, a Record decidiu transformar essa data em algo ainda mais divertido: um encontro de personalidades queridas do público no palco do Acerte ou Caia!, o game show que mistura conhecimento, improviso e — claro — a temida queda pelo buraco mais famoso da televisão brasileira.

E desta vez, a disputa promete mexer com a nostalgia, o humor e até com o coração do público. Afinal, quem está no palco são artistas, cantores, comediantes e influenciadores que carregam histórias marcantes na TV e na internet. Todos com um objetivo em comum: vencer a disputa e levar para casa um prêmio de até R$ 300 mil.

A graça do Acerte ou Caia! não está apenas nas respostas corretas. Está nos olhares aflitos, nas risadas espontâneas e nas reações inesperadas quando o chão se abre e o participante desaparece, deixando plateia e telespectadores em polvorosa. É o tipo de programa que não se assiste sozinho: cada pergunta é uma oportunidade para testar o próprio conhecimento, e cada queda é motivo para comentários entre a família.

Nesta edição especial de Dia dos Pais, a emissora juntou um elenco que poderia facilmente ser o centro das atenções em qualquer mesa de domingo. E conhecer as histórias de cada um deles só deixa a torcida mais calorosa. Abaixo, confira os participantes deste domingo:

Carlinhos é daqueles rostos que a gente reconhece instantaneamente. Entre pegadinhas que marcaram época no Sorria, Você Está na Record e participações memoráveis no Show do Tom, ele se tornou sinônimo de humor popular, aquele que conversa diretamente com o público.

Wellington Muniz, o Ceará, é um camaleão do humor. Sua imitação de Silvio Santos é tão afiada que chega a confundir quem ouve de longe. Mas o palco do Acerte ou Caia! não é para interpretações teatrais — é para respostas rápidas e estratégias certeiras.

Filho da jornalista Leda Nagle, Duda construiu uma carreira sólida como ator, com papéis marcantes em novelas e séries. No Acerte ou Caia!, porém, ele já provou que também é bom de raciocínio rápido: venceu uma edição anterior e levou R$ 44 mil para casa.

Nascido em uma família circense, Edy sabe como é se equilibrar na corda bamba — literalmente. Como palhaço, aprendeu que o erro e a queda fazem parte do espetáculo, e no Acerte ou Caia!, isso pode ser uma vantagem.

“Sabe o que é mais engraçado? No circo, a gente cai para fazer o público rir. Aqui, a gente cai porque errou. A diferença é que no circo eu levanto depois. Aqui, só Deus sabe onde eu vou parar”, disse, arrancando gargalhadas de quem estava no camarim.

Ator, humorista, dublador… Caruso é um verdadeiro canivete suíço do entretenimento. Acostumado a ter o controle do palco nos shows de stand-up, ele reconhece que no Acerte ou Caia! a dinâmica muda completamente.

Com sucessos que atravessaram gerações, como Aquela Nuvem e Nosso Juramento, Gilliard é conhecido por sua voz suave e sua presença tranquila. Mas não se engane: ele está determinado a não cair antes da hora.

A dupla sertaneja formada por Gustavo Moura e Rafael cresceu cercada de música e histórias de estrada. Agora, eles trocam os palcos por um cenário onde não basta cantar em sintonia — é preciso pensar em sintonia. “Se a gente começar a discutir sobre qual resposta é certa, aí já viu… O buraco nos engole”, brincou Rafael.

Naldo é pura energia. Desde os tempos do funk carioca até os sucessos pop, ele aprendeu a se reinventar e a lidar com pressão. “Esse jogo é igual show: tem que entrar no ritmo, sentir o momento e não perder o tempo. E se cair, a gente levanta cantando”, garantiu.

Conhecido no Brasil todo por suas músicas gospel, Régis Danese acredita que a fé ajuda não apenas na vida, mas também em jogos como esse. “Eu venho tranquilo. Se ganhar, glória a Deus. Se cair, glória a Deus também”, afirmou, com um sorriso sereno.

Com mais de 33 milhões de inscritos, Rezende é um fenômeno digital. Mas, no Acerte ou Caia!, não dá para cortar o erro e gravar de novo. “Aqui é na hora. Errou, caiu. É bem diferente, mas é isso que me atrai”, confessou.

A Hora do Mal surpreende em estreia com US$ 70 milhões na bilheteria mundial

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No universo do cinema, onde grandes franquias costumam dominar as bilheterias e sequências infinitas parecem ser a regra, de vez em quando surge uma produção que surpreende e resgata a força da história original. Esse é o caso de A Hora do Mal, filme de terror e mistério que estreou em agosto de 2025 com uma força inesperada, conquistando o público e a crítica e dominando as bilheterias ao redor do mundo.

Dirigido por Zach Cregger, um nome que tem chamado atenção nos últimos anos por sua abordagem inovadora dentro do gênero, A Hora do Mal chegou às telas nos Estados Unidos com uma arrecadação impressionante de US$ 42,5 milhões só no primeiro fim de semana — e somando US$ 70 milhões globalmente. E o mais surpreendente: seu orçamento modesto, de US$ 38 milhões, fez com que o filme se tornasse lucrativo praticamente desde o seu lançamento.

Uma história que mistura medo e humanidade

Ao contrário de muitos filmes do gênero que se apoiam apenas no susto fácil, o filme entrega uma trama que toca o emocional e instiga a mente. A narrativa começa com um desaparecimento inexplicável: dezessete crianças da mesma turma somem de suas casas, em uma pequena cidade da Pensilvânia, deixando uma única sobrevivente para contar o que aconteceu.

A partir desse ponto, o longa constrói um clima de tensão crescente, envolvendo autoridades, familiares desesperados e um mistério que parece desafiar todas as explicações lógicas. O filme é uma mistura delicada entre horror sobrenatural e o drama de personagens reais, cada um lutando para lidar com o medo, a perda e a culpa.

Personagens que marcam e performances que impressionam

Um dos pontos mais elogiados por críticos e espectadores é o elenco, que traz nomes experientes e promissores, capazes de dar vida a personagens complexos e muito humanos.

Julia Garner brilha como Justine, a professora da turma desaparecida. Sua interpretação vai além do papel tradicional de educadora — ela representa a angústia de quem se sente responsável e impotente diante de um desastre inexplicável. Josh Brolin, como o policial Paul Morgan, e Alden Ehrenreich, interpretando Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, também entregam performances intensas, mostrando as múltiplas faces do medo e da esperança.

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O olhar sensível de Zach Cregger

Para quem acompanha a trajetória de Zach, o diretor não é estranho ao universo do terror com alma. Após o sucesso de Barbarian (2022), Cregger decidiu mergulhar em uma história mais pessoal e ambiciosa, inspirada em perdas reais e em reflexões sobre o tempo e a memória.

A perda do amigo próximo Trevor Moore teve grande impacto em sua escrita, que buscou criar um roteiro capaz de conectar o público não só pelo medo, mas pela emoção sincera e pelo questionamento sobre a fragilidade humana.

Influências de grandes obras, como Magnolia e A Visit from the Goon Squad, são perceptíveis na forma como o roteiro entrelaça personagens, memórias e eventos traumáticos, criando um terror que é tanto psicológico quanto sobrenatural.

Desafios e mudanças no caminho até a tela

A jornada do longa-metragem até o lançamento não foi fácil. Greves em Hollywood em 2023 e conflitos de agenda causaram mudanças significativas no elenco original. Pedro Pascal, Renate Reinsve e outros nomes tiveram que se afastar, abrindo espaço para Josh Brolin, Julia Garner e Benedict Wong.

Mesmo com os contratempos, a produção manteve a essência e a força do roteiro, e a equipe mostrou resiliência para manter a qualidade do filme.

A escolha de Atlanta como local das filmagens, com a construção da escola primária que centraliza a trama, foi estratégica para dar realismo e peso à narrativa, contando ainda com um grande número de crianças no set — mais de 170 em alguns dias —, o que exigiu uma logística cuidadosa.

Nota máxima no Rotten Tomatoes

O filme chegou a alcançar a incrível marca de 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 42 avaliações, um feito raro para qualquer gênero — e ainda mais para o terror. Essa pontuação o coloca em uma seleta lista de produções do gênero que conseguiram esse nível de unanimidade, ao lado de obras renomadas como His House, outro filme original que também chamou atenção nos últimos anos. Esse reconhecimento inicial confirmou a força da narrativa de Zach Cregger e a qualidade da produção como um todo.

Com o passar dos dias e o aumento do número de críticas, a produção manteve seu prestígio e hoje ostenta 95% de aprovação, com mais de 230 avaliações no Rotten Tomatoes. Esse número reforça o impacto duradouro que o filme vem tendo no público e na crítica, destacando-se não apenas como um suspense eficiente, mas como uma obra de terror inteligente e emocionalmente rica. É uma prova clara de que o filme vai muito além do susto imediato, explorando camadas profundas de mistério, medo e humanidade.

O sucesso crítico de A Hora do Mal evidencia como o terror pode ser um veículo para histórias densas e bem construídas, capazes de ressoar com o público e a crítica ao mesmo tempo. A obra de Cregger mostra que, quando há um roteiro sólido, atuações intensas e uma direção cuidadosa, o gênero pode surpreender e emocionar, quebrando barreiras e conquistando seu espaço no cenário cinematográfico contemporâneo.

O futuro do terror segundo Zach Cregger

Se a estreia d o filme já foi tão impactante, o que esperar do futuro do diretor? O cineasta demonstra com esse filme que está comprometido em reinventar o gênero, trazendo histórias que emocionam e desafiam. Seu olhar atento para a complexidade humana, combinado com uma direção segura e criativa, promete novas obras que podem continuar a surpreender e ampliar o alcance do terror.

Spin-off inédito de One Piece com foco nas protagonistas femininas da franquia é confirmado

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O universo de One Piece conquistou o mundo com suas histórias épicas, repletas de aventuras, amizade e batalhas inesquecíveis. No evento One Piece Day 2025, no Japão, os fãs receberam uma surpresa que promete agitar ainda mais a franquia: a confirmação oficial do anime One Piece: Heroines, um spin-off dedicado às personagens femininas da série. Essa novidade abre uma nova era para a obra, que desde sua criação em 1997 tem encantado leitores e espectadores ao redor do globo.

Por mais de duas décadas, a história acompanhou as jornadas do jovem Monkey D. Luffy e sua tripulação em busca do lendário tesouro One Piece. Embora as histórias dos piratas tenham ganhado destaque, as personagens femininas, embora marcantes, raramente tiveram espaço para brilhar sozinhas. Heroines surge para corrigir essa lacuna, colocando em foco as mulheres que ajudaram a moldar esse universo tão vasto, revelando suas histórias, motivações e forças de forma profunda e envolvente.

O spin-off é uma adaptação da light novel lançada em 2021, escrita por Jun Esaka e ilustrada por Sayaka Suwa. Agora, a Toei Animation assume a produção do anime, com a direção de Haruka Kamatami, roteiro de Momoka Toyoda e design de personagens por Takashi Kojima. Embora ainda não haja data oficial de lançamento, o anúncio já despertou grande entusiasmo, pois promete ampliar a visão sobre as protagonistas femininas que fazem parte do universo One Piece, trazendo um olhar renovado e uma narrativa rica.

Quem são as heroínas?

Entre as protagonistas que receberão destaque, estão figuras já consagradas, como Nami, a navegadora astuta e determinada; Nico Robin, a arqueóloga misteriosa com um passado conturbado; e Boa Hancock, a imperatriz pirata conhecida por sua beleza e poder. Cada uma dessas personagens carrega histórias únicas e inspiradoras, que refletem coragem, inteligência e resiliência, elementos que o spin-off se propõe a explorar com mais profundidade, dando voz a suas jornadas pessoais e desafios enfrentados.

Por que um spin-off focado nas mulheres?

Embora One Piece seja uma série de sucesso que inclui personagens femininas fortes, a narrativa principal sempre foi centrada em Luffy e sua tripulação, com as mulheres frequentemente atuando em papéis coadjuvantes. O spin-off representa um avanço importante, reconhecendo a demanda crescente por histórias com protagonistas femininas complexas e multifacetadas. Além disso, essa iniciativa promove maior representatividade e empoderamento, oferecendo um espaço para que essas personagens sejam protagonistas de suas próprias aventuras.

Um fenômeno que ultrapassa gerações e fronteiras

Desde sua estreia, o anime conquistou fãs de todas as idades e países, com mais de 1.000 capítulos lançados e volumes que somam centenas de milhões de cópias vendidas no mundo todo. A obra de Eiichiro Oda é uma das maiores da história dos mangás, combinando uma trama cativante, personagens carismáticos e um mundo rico em detalhes. O anime, produzido pela Toei Animation desde 1999, contribuiu para expandir essa popularidade, alcançando audiências globais, inclusive no Brasil, onde o público acompanha a série por plataformas como Crunchyroll e Netflix.

A importância cultural de One Piece no cenário mundial

Mais do que uma simples história de piratas, a história é um retrato de valores universais, como amizade, justiça e a busca pela liberdade. O mangá quebrou recordes de venda e conquistou um lugar de destaque na cultura pop mundial, refletindo temas atuais e humanos. A série é reconhecida por sua capacidade de emocionar e inspirar, além de sua influência na indústria do entretenimento, sendo referência para diversos outros trabalhos e gerando uma comunidade global de fãs.

O que esperar do novo anime?

Apesar da pouca informação oficial, espera-se que One Piece: Heroines traga uma narrativa dinâmica, focada na personalidade, crescimento e desafios das personagens femininas. A equipe criativa, majoritariamente composta por mulheres, promete uma abordagem sensível e autêntica, valorizando cada protagonista em sua complexidade. O público poderá conhecer melhor suas histórias, suas batalhas internas e externas, e a importância que têm no universo dos piratas, em uma produção que deve equilibrar ação, emoção e profundidade.

Adaptação da Netflix que traz os Piratas do Chapéu de Palha para a vida real

Em 2023, a Netflix lançou uma das adaptações mais aguardadas e desafiadoras dos últimos anos: a série live-action de One Piece. Baseada no mangá icônico de Eiichiro Oda, que há décadas conquista leitores e espectadores ao redor do mundo, essa produção se propõe a transportar para a tela a energia, o humor e a aventura que fizeram do original um fenômeno global. A parceria entre Netflix, Tomorrow Studios, Kaji Productions e Shueisha garantiu uma estrutura sólida para que esse ambicioso projeto pudesse sair do papel e ganhar vida.

A participação direta de Eiichiro Oda como produtor executivo foi fundamental para que a essência da história fosse preservada, oferecendo aos fãs a segurança de que seus personagens e enredos favoritos seriam tratados com respeito. Oda acompanhou de perto todas as etapas da produção, do roteiro à escolha do elenco, reforçando seu compromisso com a qualidade e fidelidade da série.

O elenco escolhido reúne talentos internacionais que mergulharam de cabeça na missão de dar forma a personagens tão carismáticos quanto complexos. Iñaki Godoy se destaca como Monkey D. Luffy, o jovem capitão cujo sonho de se tornar o Rei dos Piratas é o motor da trama. Ao seu lado, Emily Rudd, Mackenyu, Jacob Romero Gibson e Taz Skylar encarnam seus companheiros de tripulação, cada um trazendo nuances que enriquecem a dinâmica do grupo e ampliam a empatia do público.

No cerne da história, está a busca pelo lendário tesouro conhecido como One Piece, que representa mais do que riqueza material: simboliza liberdade, sonhos e a promessa de um futuro melhor. A série explora as aventuras e os perigos enfrentados pelos Chapéus de Palha enquanto navegam por mares traiçoeiros, enfrentam inimigos formidáveis e fortalecem os laços de amizade que os mantêm unidos diante de qualquer desafio.

Visualmente, a produção impressiona pela atenção aos detalhes. Os efeitos especiais são utilizados com parcimônia, equilibrando realismo e fantasia para dar vida aos poderes sobrenaturais das Akuma no Mi. Os cenários, que vão de ilhas exuberantes a fortalezas imponentes, são construídos com esmero para transportar o espectador ao vibrante mundo criado por Oda.

A chegada da série live-action ampliou o alcance de One Piece, atraindo novos públicos que talvez nunca tenham se envolvido com o mangá ou o anime. Ao mesmo tempo, ofereceu aos fãs antigos a oportunidade de revisitar seus personagens e histórias sob uma nova perspectiva, gerando debates apaixonados e fortalecendo ainda mais a comunidade global de admiradores.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel de hoje (10): Show do Milhão Celebridades e MC Daniel, Melody, Geraldo Luís, Giba e Reinaldo Nascimento no Jogo das 3 Pistas

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No próximo domingo, dia 10 de agosto, o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel prepara uma edição especialmente dedicada ao Dia dos Pais, recheada de homenagens, momentos emocionantes e atrações inéditas que vão encantar toda a família. Tradicionalmente um dos programas mais queridos do público brasileiro, o dominical do SBT promete transformar a data em uma celebração de afeto, música e alegria, reunindo artistas renomados, talentos em ascensão e suas famílias para dividir histórias, brincadeiras e muita diversão.

Um dos momentos mais aguardados da noite será o “Jogo das 3 Pistas”, que recebe MC Daniel e Melody ao lado de seus pais, formando duplas para uma disputa repleta de descontração e interação familiar. MC Daniel, apelidado carinhosamente de “Falcão do Funk”, tem uma trajetória marcada por superação. Desde o início da carreira, a música foi seu refúgio para enfrentar momentos difíceis, como a luta contra a depressão. Hoje, um dos artistas mais respeitados do gênero, MC Daniel vive também uma nova fase da vida como pai do pequeno Rás, de cinco meses. Recentemente, ele fez sua estreia como ator na novela “A Caverna Encantada”, produção do próprio SBT na qual interpreta a si mesmo, mostrando seu talento multifacetado. Ao seu lado, o pai Christian Daniel Nicola, empresário e influenciador digital, com um público fiel nas redes sociais, participa ativamente da carreira do filho, formando uma família unida que celebra conquistas e apoia sonhos.

Já Melody, fenômeno da música pop entre os jovens, traz toda sua energia e carisma para o palco ao lado do pai Thiago Abreu, conhecido como MC Belinho. Desde muito cedo, Melody revelou seu talento para o canto e para as redes sociais, conquistando milhões de seguidores e consolidando seu nome no cenário musical brasileiro. O pai, que além de ter sido seu primeiro incentivador, continua a gerir sua carreira e a da irmã mais nova, Bella Angel, mostrando a força da parceria familiar no mundo do entretenimento. A cumplicidade entre Melody, Thiago e o público promete momentos de muita emoção e diversão, reforçando os laços que unem arte e afeto.

Nos bastidores, a família de MC Daniel esteve presente em peso. O pequeno Rás, acompanhado pela mãe, os irmãos e o avô, participaram da gravação, que contou com um clima familiar muito especial. O avô do cantor, emocionado, fez questão de expressar sua admiração pelo apresentador Silvio Santos, lembrando a importância da figura que há décadas marca o cenário televisivo nacional.

Talento e sintonia no quadro Qual é a Música

Em outro quadro que celebra a conexão entre pais e filhos, o “Qual é a Música” traz para o palco três duplas especiais que unem talento e afeto. O jornalista e apresentador Geraldo Luís, conhecido por sua carreira consolidada em programas que tocam o público com histórias emocionantes e linguagem popular, aparece ao lado do filho João Pedro Sacramento. Conhecido como DJ John Sakra, João Pedro conquistou fama nas redes sociais, especialmente ao viralizar por sua incrível semelhança com o próprio Silvio Santos. A dupla oferece um momento de descontração e cumplicidade que emociona o público.

O universo musical também está presente com o cantor Reinaldo Nascimento, que ficou eternizado pelo sucesso do grupo “Terra Samba” e sua carreira solo, que segue firme desde 2014. Ao seu lado, o filho Brunno Zaia dá continuidade ao legado musical, apresentando o projeto “Filhos da Bahia”. Com a proposta de atualizar os clássicos do axé para as novas gerações, Brunno traz uma visão fresca e contemporânea, mostrando que o talento pode atravessar gerações.

Complementando a seleção, o ícone do esporte brasileiro, o ex-jogador de vôlei Giba, aparece com sua filha Nicoll Pirv Godoy, que além de influenciadora digital, segue carreira como modelo. A presença da família reforça o espírito da edição, que celebra não só a música e o entretenimento, mas também a força dos laços familiares em todas as áreas da vida. Em um momento especial, Patrick Godoy, filho caçula de Giba e irmão de Nicoll, é convidado por Patricia Abravanel a subir ao palco para interagir com o público, trazendo ainda mais leveza e alegria ao programa.

Mostrando talentos em família: o Show de Calouros

O “Show de Calouros” traz um time de jurados animados e experientes para receber duplas formadas por pais e filhos que disputam a aprovação do público e da bancada. Com apresentações que vão desde dança, mágica, acrobacias e outras expressões artísticas, o programa reafirma seu compromisso de revelar e incentivar talentos de todas as idades. Sob o olhar atento de Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Lord Vinheteiro, Rodrigo Capella, Thayse Teixeira e Xaropinho, cada apresentação ganha uma avaliação cheia de carinho, profissionalismo e entusiasmo.

A importância da memória cultural na Agenda Cultural

Além das performances e jogos, o programa dedica um momento especial à valorização da cultura. Rodrigo Leal, filho do saudoso Roberto Leal — cantor português que conquistou o Brasil com suas músicas alegres e tradicionais — conduz uma homenagem ao legado do pai. Reinterpretando clássicos com uma nova roupagem, Rodrigo busca transmitir à nova geração o amor pela música e a riqueza cultural deixada por Roberto Leal. Para quem quiser conferir, estão programados shows em São Paulo nos dias 16 e 30 de agosto, além de outras apresentações em setembro, promovendo o encontro entre passado e presente.

Novidade: estreia do Show do Milhão EMS Celebridades

O programa também marca a estreia de uma versão especial do clássico “Show do Milhão” com celebridades, reunindo artistas para uma competição de perguntas e respostas que testam o conhecimento e o carisma dos participantes. Mantendo a essência que consagrou o formato ao longo das décadas, a atração traz nomes como Blogueirinha, Danilo Gentili, Falcão, Marcelo Adnet, Marcelo Tas, Maria Clara Gueiros, Nany People e Ratinho. Monica Iozzi assume a apresentação a partir do segundo episódio, substituindo Danilo Gentili, enquanto Luiz Bacci, Luiza Possi e Rebeca Abravanel compõem a bancada de universitários que ajudam os competidores durante o jogo.

Patricia Abravanel, que assumiu oficialmente a apresentação do programa em 2024, fala com entusiasmo sobre o novo formato: “Aqui não tem moleza, o jogo é para valer! Os artistas vieram prontos para competir de verdade e estão preparados para se divertir, aprender e, claro, para virar meme na internet, porque esse é o espírito do programa. Estou muito feliz com esse time tão especial que aceitou o desafio.”

Risadas garantidas com as Câmeras Escondidas

Para fechar a noite com leveza e bom humor, o programa traz uma pegadinha inédita no quadro “Câmeras Escondidas”. Intitulada “Mosca com Sono”, a brincadeira envolve Ivo Holanda e Adriano Arbool em um cenário simples: uma padaria onde um atendente — interpretado por um dos atores — finge estar perseguindo uma mosca que não para de incomodar. O outro, fazendo o papel de cliente, se envolve na confusão ao testemunhar as tentativas inusitadas de espantar o inseto, que vão desde abanar o ambiente com um pano até usar um pulverizador de talco “venenoso”. O resultado são situações engraçadas e reações espontâneas que prometem arrancar gargalhadas da plateia e dos telespectadores.

James Marsden comenta a volta ao papel icônico de Ciclope em Vingadores: Doomsday

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É curioso como certos personagens conseguem, ao longo do tempo, entrar na nossa vida e permanecer ali, quase como velhos amigos que a gente não vê há anos, mas que sabemos que sempre estarão lá quando precisarmos. Para James Marsden, esse personagem é Scott Summers — o Ciclope dos X-Men, que há mais de duas décadas marcou o início de uma nova era dos filmes de super-heróis.

Em uma entrevista recente para o Vanity Fair, Marsden falou com uma mistura de nostalgia, alegria e um toque de humor sobre o retorno ao papel que o consagrou. “Eu estou ficando meio velho para o uniforme de super-herói”, disse ele rindo, mas também com aquela sinceridade que só quem já viveu muita coisa pode ter. Afinal, são mais de vinte anos ouvindo perguntas, esperanças e pedidos dos fãs para que ele voltasse a vestir o icônico visor vermelho e liderar os X-Men.

Mas o que significa, afinal, voltar a um papel que mudou uma vida? Para Marsden, é uma experiência que vai muito além da roupa ou da maquiagem. É reencontrar uma parte de si mesmo, revisitar uma história que, de certa forma, também faz parte da história de muita gente. “Foi o primeiro projeto real de que fiz parte,” ele conta, “e é um personagem que eu realmente amo. Voltar a ele é como voltar para casa.” Esse “voltar para casa” acontece agora dentro de um dos momentos mais ambiciosos e aguardados do Universo Cinematográfico Marvel: Avengers: Doomsday.

O filme Vingadores: Doomsday promete reunir um elenco épico — Vingadores, X-Men, Quarteto Fantástico, Wakandanos e muitos outros — em uma batalha que vai mexer com o destino de todos. E Marsden, que deu vida ao líder dos X-Men pela primeira vez no filme que ajudou a abrir o caminho para esse universo cinematográfico, está lá para recordar os tempos em que tudo começou, mas também para fazer parte do que vem por aí.

“Eu teria mais problemas para caber no uniforme se esperassem mais uns anos para me chamar de volta,” ele brinca, mostrando uma humildade adorável. Mas por trás da brincadeira, há um orgulho sincero. Um orgulho de fazer parte de algo que ultrapassou gerações e que conquistou corações mundo afora. Essa sensação de pertencimento é algo que muitos atores raramente conseguem expressar tão abertamente. Mas para Marsden, Ciclope não é só um personagem, é um pedaço da sua própria jornada, um símbolo do que ele construiu como artista.

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A vida de Marsden é uma narrativa de persistência e paixão. Natural de Stillwater, Oklahoma, ele começou com pequenos papéis e, com talento e determinação, foi crescendo, até ganhar o mundo com o uniforme vermelho do Ciclope. Passou por dramas, comédias, séries de TV e filmes, sempre levando consigo um compromisso com a autenticidade. Hoje, ele é reconhecido não só pelo papel que o lançou ao estrelato, mas também por trabalhos recentes, como na série Westworld, onde mostrou outra faceta de seu talento. Ainda assim, o convite para revisitar Ciclope veio como um presente inesperado e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de conectar passado e presente.

O MCU, com seu multiverso e suas narrativas complexas, tem feito algo raro: unir diferentes gerações de fãs e personagens, criando um universo rico e cheio de possibilidades. E Marsden sente essa energia. “Ser parte disso é como participar de uma família enorme,” ele diz, “onde cada um traz sua história e seu jeito, mas todo mundo está ali para contar uma coisa maior.” Ao falar do filme, que terá como grande vilão o Doutor Destino, interpretado por ninguém menos que Robert Downey Jr., Marsden demonstra entusiasmo pela chance de fazer parte dessa aventura única. Um filme que vai juntar heróis de todos os cantos, numa luta que é, acima de tudo, sobre união, coragem e esperança.

Para ele, o poder de Scott Summers não está só nos raios que saem dos seus olhos, mas na humanidade que ele carrega. “O que torna o personagem especial são as escolhas que ele faz, os conflitos que vive, as pessoas que ama,” conta Marsden. “É isso que o torna real para o público.” E essa conexão entre ator, personagem e público é o que torna esse retorno tão significativo. É a certeza de que, mesmo com o tempo passando, as histórias que tocamos continuam vivas e pulsantes, prontas para ganhar novos capítulos.

Enquanto as câmeras começam a rodar no Pinewood Studios e as locações pelo mundo se preparam para receber a equipe, os fãs aguardam ansiosos. Não é só um filme — é o reencontro de uma geração, a celebração de uma história que acompanha muitos desde o começo. James sabe que essa jornada é especial.

Saiba mais sobre o filme

O Universo Cinematográfico Marvel segue evoluindo, surpreendendo e, acima de tudo, reunindo histórias e personagens que conquistaram gerações. Avengers: Doomsday surge como um desses encontros especiais — um filme que promete juntar o melhor do MCU, dos X-Men, do Quarteto Fantástico e outras equipes icônicas em uma única missão que pode mudar tudo. Com direção dos Irmãos Russo, responsáveis por alguns dos maiores sucessos da franquia, e um roteiro assinado por Michael Waldron e Stephen McFeely, Doomsday já nasce com o peso de ser um dos filmes mais ambiciosos da saga até agora.

Na história, pouco mais de um ano após os eventos do filme Thunderbolts, várias forças do universo Marvel se juntam para enfrentar uma ameaça que ultrapassa tudo que já vimos: o Doutor Destino. Os Vingadores, os Wakandanos, o Quarteto Fantástico, os Novos Vingadores e os X-Men “originais” precisam aprender a trabalhar juntos, em meio a conflitos, dúvidas e esperanças, para impedir que o multiverso seja destruído.

A produção enfrentou alguns desafios, como mudanças na equipe criativa e no elenco, mas isso só reforça o empenho dos estúdios para entregar um filme à altura das expectativas. As filmagens começaram no famoso Pinewood Studios, na Inglaterra, em 2025, com locações ao redor do mundo, mostrando que o projeto é grande, ambicioso e feito para deixar uma marca inesquecível no MCU.

A chegada do filme está marcada para o final de 2026, e junto com a sequência Avengers: Secret Wars, que estreará em 2027, promete fechar com chave de ouro a Fase Seis do MCU — uma fase que explorou os mistérios do multiverso e preparou o terreno para histórias ainda maiores e mais emocionantes.



Tela Quente exibe nesta segunda (11) o explosivo Bad Boys Para Sempre, estrelado por Will Smith e Martin Lawrence 

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda, 11 de agosto, a Tela Quente traz para a sua programação um filme que promete muita ação, humor e emoção: Bad Boys Para Sempre. Quase 17 anos depois do segundo filme lançado em 2003, Will Smith e Martin Lawrence voltam a interpretar os detetives Mike Lowrey e Marcus Burnett, numa aventura que mistura nostalgia com novos desafios, mostrando que, mesmo depois de tanto tempo, a parceria entre os dois ainda é uma das mais divertidas e eletrizantes do cinema.

Quem cresceu nos anos 90 provavelmente se lembra da primeira vez que viu a dupla Mike e Marcus na tela. A franquia se tornou um marco do cinema de ação ao unir cenas explosivas a uma química de amizade e humor que parecia verdadeira. Depois do segundo filme, que ampliou a adrenalina e o escopo da história, os fãs ficaram na expectativa por uma continuação que demorou muito a chegar.

Bad Boys Para Sempre não só atende a essa expectativa, como também traz uma atualização interessante para a franquia. O mundo mudou, e os personagens também. Agora, a narrativa reflete as fases da vida dos protagonistas, o equilíbrio entre o perigo da profissão e as responsabilidades pessoais, e o valor da amizade que supera o tempo.

Sinopse: Quando o passado retorna, não há escapatória

No filme, segundo informa o AdoroCinema, acompanhamos Mike Lowrey, ainda tão destemido e audacioso quanto sempre foi, apaixonado por seu trabalho e pelo seu carro rápido. Já Marcus Burnett está em um momento diferente: mais centrado na família e na vida longe do perigo constante. Essa oposição dá um tempero especial para a história, porque coloca em xeque o que significa ser um “bad boy” em diferentes momentos da vida.

Mas a paz dura pouco. Quando Mike se torna alvo de uma tentativa de assassinato, Marcus não tem escolha a não ser se juntar a ele para caçar quem está por trás da ameaça. O antagonista é Armando Aretas, um jovem com um passado obscuro e motivação pessoal que vai mexer profundamente com Mike. Para complicar ainda mais, Isabel Aretas, mãe de Armando, entra em cena como uma figura implacável que não quer nada além da morte do protagonista.

Essa combinação de ação, perigo real e conflitos pessoais dá ao filme uma dimensão emocional que vai além dos tiroteios e perseguições, mostrando os personagens mais vulneráveis e humanos.

Elenco de peso e personagens que fazem a diferença

A força do filme está também no elenco. Além dos protagonistas, que retomam seus papéis com naturalidade e carisma, novos personagens trazem frescor à trama. Kate del Castillo, uma atriz mexicana reconhecida internacionalmente, aparece como a poderosa e ameaçadora Isabel Aretas, entregando uma antagonista que foge do estereótipo e tem camadas complexas.

Vanessa Hudgens e Alexander Ludwig representam a nova geração da polícia, prontos para mostrar seu valor ao lado dos veteranos. Essa mistura cria um equilíbrio interessante entre o respeito pelo passado e a necessidade de renovação.

Joe Pantoliano, que interpreta o Capitão Howard, volta para garantir que a pressão sobre Mike e Marcus continue, com suas reclamações e frustrações, mas também com momentos de alívio cômico. Já os membros da família de Marcus, incluindo sua esposa Theresa e a filha Megan, são importantes para mostrar o lado mais sensível e humano do detetive, trazendo equilíbrio à tensão da história.

A produção por trás do sucesso

O caminho para o lançamento do longa-metragem foi longo e cheio de idas e vindas. Desde o fim do segundo filme em 2003, houve vários planos e roteiros, mudanças de diretores, atrasos e dúvidas sobre a continuidade da franquia.

O próprio Michael Bay, diretor dos dois primeiros filmes, manifestou vontade de comandar o terceiro, mas questões de orçamento e agendas complicaram o projeto. Ao longo dos anos, nomes como Joe Carnahan entraram e saíram da produção. Muitas vezes parecia que o filme não sairia do papel.

Só em 2018, com os diretores belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah no comando e a confirmação de Will Smith e Martin Lawrence de volta, as coisas finalmente começaram a acontecer. A produção ganhou ritmo e, em 2019, as filmagens ocorreram em cidades como Atlanta, Miami e Cidade do México, dando ao filme uma identidade visual vibrante e contemporânea.

A magia da dublagem brasileira

Para o público brasileiro, a experiência de assistir ao filme é enriquecida pela dublagem, que foi cuidadosamente realizada pelo estúdio Delart. A direção de dublagem, comandada por Manolo Rey, e a tradução feita por Guilherme Mendes garantem que o humor e a emoção dos personagens não se percam na adaptação para o português.

Vozes conhecidas como as de Márcio Simões (Mike Lowrey) e Mauro Ramos (Marcus Burnett) emprestam autenticidade e personalidade, fazendo com que os espectadores brasileiros se sintam ainda mais próximos da história e dos personagens.

Impacto e recepção

Lançado no início de 2020, o filme foi recebido com entusiasmo tanto pelos fãs antigos quanto pelo público novo. Os críticos destacaram a capacidade do filme de trazer ação de alta qualidade sem perder o humor e a humanidade dos personagens.

Will Smith e Martin Lawrence provaram que, mesmo após tantos anos, a química entre eles permanece intacta, reforçando o que torna a franquia tão especial: a amizade real entre os protagonistas, que se traduz na tela em momentos de leveza em meio ao caos.

Além disso, o filme dialoga com temas atuais, como o peso do envelhecimento, o papel da família e a necessidade de reinventar-se, tornando a história mais rica e acessível para diferentes gerações.

Conheça curiosidades da franquia

Um detalhe que vai agradar os fãs é a participação especial do próprio Michael Bay, que aparece como mestre de cerimônias em uma cena de casamento, uma homenagem sutil à sua importância para a franquia.

Outro ponto curioso é a aparição do DJ Khaled, que interpreta Manny, o açougueiro, inserindo um toque de humor e autenticidade à trama.

A fotografia do filme merece destaque, com o uso de equipamentos de última geração, como as câmeras Sony CineAlta VENICE e lentes Panavision anamórficas, que garantem imagens vibrantes e cenas de ação visualmente impactantes.

A estreia mundial do filme aconteceu em Hollywood, com Will Smith e Martin Lawrence chegando ao evento dirigindo um Porsche 911 Carrera 4S customizado, mostrando que estilo e atitude fazem parte da marca Bad Boys até no tapete vermelho.

Onde posso assistir?

Além da exibição especial na Tela Quente, você pode assistir o filme em várias plataformas de streaming por assinatura, como a Amazon Prime Video e a Universal+. Para quem prefere alugar o filme, o Prime Video oferece a opção de locação a partir de R$ 5,90, permitindo que você assista quando quiser. Confira todas as opções disponíveis nas plataformas digitais e aproveite a ação da dupla Mike Lowrey e Marcus Burnett no conforto da sua casa.

No Domingo Espetacular de hoje (10), Cabrini enfrenta homem que simulou a própria morte e revela maior apreensão de ouro no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite deste domingo, 10 de agosto, o Domingo Espetacular promete uma noite repleta de emoções, revelações e reportagens exclusivas que aprofundam histórias surpreendentes e, muitas vezes, dramáticas. O programa, conhecido por sua abordagem investigativa e humanizada, traz uma variedade de temas que vão desde crimes complexos até histórias de superação e encontros memoráveis na música brasileira.

O jornalista Roberto Cabrini vai a fundo em uma das histórias mais intrigantes dos últimos tempos: o caso de Edilson Paulo Peter, empresário acusado de arquitetar um plano audacioso que teria envolvido simular o próprio sequestro, cometer um homicídio e até pedir para ser torturado, tudo para enganar a polícia e fazer parecer que estava sendo alvo de um atentado contra a vida.

Em entrevista exclusiva, Edilson rompe o silêncio e assume com franqueza: “Forjei”. O relato traz detalhes impressionantes e inquietantes, revelando como ele teria idealizado e colocado em prática um esquema que misturou violência e engano para confundir as autoridades.

A reportagem mostra os bastidores dessa investigação que envolve mortes, simulações e uma trama que parecia quase impossível de ser desvendada. A conversa entre Cabrini e Edilson ajuda a entender as motivações e o impacto dessa história, que deixou marcas profundas nas pessoas envolvidas.

A maior apreensão de ouro já registrada no Brasil

Em outra matéria exclusiva, o programa acompanha o desdobramento da maior apreensão de ouro da história brasileira, realizada recentemente pela Polícia Rodoviária Federal na região Norte do país. Mais de 100 quilos em barras foram encontrados escondidos dentro de uma picape, totalizando um valor estimado em mais de 60 milhões de reais.

O programa revela como a polícia chegou até o veículo e por que o motorista transportava essa enorme carga sem a devida documentação. Além dos detalhes da operação, a reportagem mergulha nos possíveis impactos dessa apreensão para o combate ao contrabando, crimes ambientais e a proteção da Amazônia.

Depoimentos exclusivos de agentes envolvidos e especialistas ajudam a contextualizar a importância dessa ação para a segurança pública e para a preservação do meio ambiente.

Um jogo online sob investigação: riscos para crianças e adolescentes

O programa também dedica espaço para investigar um fenômeno preocupante dentro do universo dos games. Um dos maiores jogos online do mundo, acessado por milhões de crianças, está no centro de polêmicas graves: a plataforma tem sido usada para promover apologia ao crime, tráfico de armas e drogas, além de conter material pornográfico.

Além disso, o Ministério Público do Trabalho iniciou uma investigação sobre possíveis casos de exploração de trabalho infantil relacionados ao jogo, com crianças submetidas a jornadas excessivas para garantir recompensas virtuais.

A reportagem mostra os riscos que esse tipo de conteúdo representa para o público jovem e como as autoridades e especialistas estão tentando frear essa situação, protegendo crianças e adolescentes dos perigos ocultos dentro do universo digital.

Um pai em busca da verdade após a morte da filha

Em uma reportagem emocionante, o programa acompanha a luta de um pai que não aceita a versão oficial da morte da filha, que teria sido um acidente de trânsito. Para ele, tanto a jovem quanto o namorado foram vítimas de uma abordagem policial violenta, que resultou em tragédia.

Determinado a descobrir a verdade, o pai reúne provas e testemunhas para questionar as investigações e exigir justiça. A reportagem acompanha sua jornada, mostrando o impacto da perda e a busca incansável pela transparência e pela responsabilização.

Esse relato traz à tona o debate sobre violência institucional e a importância do direito à verdade para as famílias brasileiras.

O “atleta de chinelos” que conquistou a internet

Diretamente do Pará, o programa apresenta a história de Isaque dos Santos Pinho, conhecido como “Isaque Corredor”. Morador de rua na cidade de Garrafão do Norte, ele virou sensação nas redes sociais depois de completar uma corrida de 8 km usando apenas chinelos, e ainda alcoolizado — e tudo isso sem ter feito inscrição para o evento.

O programa vai até a cidade para conhecer esse jovem que, mesmo enfrentando desafios difíceis, encontrou uma forma de inspirar pessoas com sua determinação. Desde que viralizou, Isaque tem recebido apoio de marcas e da comunidade local, além de esperança para superar o vício em álcool e reconstruir sua vida.

Sua trajetória é um exemplo de coragem e de como o esporte pode transformar vidas.

Um encontro inesquecível no mundo do sertanejo

Para encerrar a edição, o Domingo Espetacular traz imagens exclusivas e depoimentos emocionantes do projeto “Pedaço de Minha Vida”, que marca os 50 anos de carreira da dupla Matogrosso & Mathias. Para celebrar essa data tão importante, nomes gigantes do sertanejo se reuniram para uma gravação especial.

Artistas consagrados como Zezé di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó, Leonardo, Edson & Hudson, Daniel, Jorge & Mateus e Cesar Menotti & Fabiano participaram desse encontro único, que celebra não só a carreira da dupla, mas também a força e a história da música sertaneja no Brasil.

Game dos 100 deste domingo (10) traz boliche gigante, empilhar latas, separar balas, avião de papel, pilhas na lanterna, mega vôlei, cereja na cabeça, cesta na bicicleta e tampa do pote

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 10, a partir das 14h, o Game dos 100 retorna com tudo, trazendo um episódio que promete fazer a temperatura subir e a ansiedade bater forte para quem está na disputa — e para quem assiste de casa. Depois de uma série de desafios e eliminações, agora são 70 competidores que encaram uma sequência intensa de provas, cada uma mais imprevisível que a outra.

O objetivo? Simples e cruel: não ser o último a cumprir cada tarefa, para continuar firme na briga pelo grande prêmio de R$ 300 mil. A tensão já é palpável, porque, para esses jogadores, um erro pode significar o fim dos sonhos naquele instante.

Primeiro desafio: força e mira no boliche gigante

Para abrir o dia, os competidores enfrentam um boliche nada convencional — aqui, a bola é uma caçamba pesada, e o pino, uma gigante estrutura que parece desafiadora de derrubar. Cada participante tem que empurrar com toda a força para tentar fazer um strike logo de cara.

Quem acerta o pino na primeira tentativa fica tranquilo, mas os que erram precisam esperar sua vez novamente, sob pressão crescente. O último a conseguir derrubar o pino deixa o jogo ali mesmo — e a fila dos eliminados já começa a crescer.

Construção e equilíbrio: o desafio das latas sobre a água

Não há espaço para pressa quando a missão é empilhar latas vazias em cima de um prato que flutua em um recipiente cheio d’água. Essa prova é quase uma dança silenciosa: mãos firmes, respiração controlada e um equilíbrio que desafia até os mais pacientes.

A tensão toma conta porque, a qualquer momento, uma pilha pode desabar e o competidor terá que recomeçar. No final, quem não conseguir levantar sua torre de cinco latas em tempo perde a chance de continuar.

Habilidade e paciência: transportar bolinhas numa raquete furada

Agora, a missão é transportar cinco bolinhas usando apenas uma mão — e, para complicar, a raquete tem um furo no meio! Cada bolinha que cai no chão obriga o participante a voltar e tentar de novo.

Essa prova vira um verdadeiro teste de coordenação e persistência, com jogadores apertando os dentes para não deixar a bolinha escapar, enquanto o tempo passa implacável.

Cor e velocidade: a separação das balas

Parece fácil separar balas por cor, certo? Mas a pressão do relógio e o medo de ficar para trás tornam essa tarefa um verdadeiro pesadelo. Cada competidor recebe um pote cheio de balas coloridas e deve organizar tudo corretamente em recipientes diferentes.

À medida que o tempo avança, mãos tremem, dúvidas aparecem, e a velocidade é tudo. O último que terminar deixa o Game dos 100 e seus sonhos para trás.

Criatividade na ponta dos dedos: construindo e lançando aviãozinhos de papel

Aqui, o talento manual e a mira se encontram. Primeiro, os jogadores têm que dobrar seus papéis para montar um aviãozinho — simples na teoria, difícil na prática quando a pressão está alta. Depois, o lançamento precisa ser certeiro para que o aviãozinho pouse em uma pista delimitada.

Quem conseguir acertar segue firme, mas o grupo vai encolhendo à medida que um após outro falha no pouso. O último a errar dá adeus à competição.

Tateando no escuro: encaixando pilhas em lanternas sem enxergar

Essa prova desafia o tato e a concentração. Sentados diante de caixas fechadas, com apenas os braços livres para mexer dentro do espaço escuro, os competidores precisam encaixar as pilhas dentro de uma lanterna até fazê-la acender.

Quem acende primeiro garante sua vaga, enquanto o último a completar a tarefa sente o peso da eliminação.

Trabalho em equipe e estratégia: o mega vôlei gigante

A competição ganha uma dinâmica diferente quando os jogadores se dividem em dois times para uma partida de vôlei com uma bola gigante em uma quadra enorme. Mais do que força, o jogo exige estratégia, agilidade e, claro, muita coordenação para evitar que a bola toque no chão do próprio lado.

A equipe derrotada não está fora na hora, mas precisa disputar mais rodadas para não ver seus integrantes serem eliminados um a um até restar um único representante.

Equilíbrio e boca: mordendo cerejas sem usar as mãos

Um desafio que mistura graça e dificuldade: capacetes com “cerejas” presas em hastes ficam penduradas na cabeça dos participantes. A missão? Morder todas as quatro cerejas sem ajuda das mãos.

O desafio parece engraçado, mas o equilíbrio e a persistência são fundamentais para quem não quer ser o último a conseguir, e consequentemente, ser eliminado.

Precisão em movimento: acertando a lata na cesta da bicicleta

Na prova seguinte, o corpo em movimento precisa se sincronizar com a mira. Uma bicicleta com cesta na frente percorre a arena, enquanto o competidor tenta acertar sua lata dentro dela.

A concentração é total — errar o alvo pode custar caro.

Desafio final: o clássico quebra-cabeça das tampas e potes

Para fechar com chave de ouro, o programa traz um desafio que muitos brasileiros conhecem bem na rotina: encontrar a tampa certa para o pote certo.

Mas, para os competidores, a tarefa não é tão simples. Os potes e tampas estão espalhados, e só quem consegue achar as peças certas e encaixá-las a tempo garante a permanência.

Quem vai resistir?

O Game dos 100 é um verdadeiro teste de nervos, habilidades e resistência física e mental. A cada domingo, o programa mostra que aqui não basta sorte — é preciso foco, estratégia, rapidez e, às vezes, aquela pitada de improviso que só a pressão extrema consegue extrair.

Rafa Brites e Felipe Andreoli seguem no comando, garantindo o clima animado e aquela energia contagiante que tornam o programa uma das atrações mais queridas da faixa da tarde. A participação especial de Márcia Fu só deixa tudo ainda mais divertido e imprevisível.

Homem-Aranha: Um Novo Dia revela trailer inédito dos bastidores e promete nova fase para o herói

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Foto: Reprodução/ Internet

O clima de reencontro tomou conta das redes quando a Marvel e a Sony divulgaram o primeiro vídeo de bastidores de Homem-Aranha: Um Novo Dia, quarto filme estrelado por Tom Holland. Em poucos segundos, o material mostrou o ator novamente vestindo o uniforme vermelho e azul, abraçando pessoas e parceiros de cena, e apresentando possíveis adições ao elenco. Foi o suficiente para reacender a expectativa dos fãs e dar uma amostra de que este não será apenas mais um capítulo — e sim o início de uma nova fase para o Amigão da Vizinhança.

Desde Sem Volta para Casa, o público sabe que Peter Parker ficou mais sozinho do que nunca. Ele perdeu amigos, aliados e, de certa forma, a própria identidade. Agora, Um Novo Dia promete mostrar um Peter mais maduro, reconstruindo a vida e retomando a essência de herói de bairro.

Não veremos mais o garoto deslumbrado com Vingadores e ameaças intergalácticas. Em vez disso, teremos um jovem que enfrenta criminosos, lida com dilemas cotidianos e tenta equilibrar responsabilidades como qualquer nova-iorquino. Essa mudança de tom resgata as raízes do personagem e deve trazer um clima mais próximo das HQs clássicas.

Reencontros que aquecem o coração

A volta de Zendaya como MJ é, por si só, uma das maiores alegrias dos fãs, ainda que sua participação deva ser mais curta por conta de outros compromissos da atriz. Mesmo assim, Kevin Feige já adiantou que, apesar do tempo reduzido, a personagem terá um impacto emocional significativo na trama.

Jacob Batalon, como Ned Leeds, deve ganhar mais destaque, talvez até entrando em campo ao lado de Peter em momentos de perigo. A química entre os três continua sendo um dos pilares da franquia, e os produtores parecem dispostos a explorar essa conexão ao máximo.

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Novos rostos, novos mistérios

A entrada de Sadie Sink é um dos grandes enigmas do filme. Conhecida por seu papel intenso em “Stranger Things”, a atriz deve trazer uma energia nova ao elenco. As teorias já pipocam: alguns fãs apostam que ela viverá Felicia Hardy, a Gata Negra; outros acreditam que seja uma personagem inédita criada para o MCU.

Outro destaque é Jon Bernthal, reprisando o papel de Frank Castle, o Justiceiro. Sua presença sugere que o filme terá momentos mais sombrios, talvez explorando o lado moralmente ambíguo da luta contra o crime. Essa combinação de personagens é perfeita para criar conflitos éticos que testam os limites de Peter Parker.

A volta de vilões e heróis

Um Novo Dia também trará o retorno de Michael Mando como Mac Gargan/Escorpião, vilão apresentado em “De Volta ao Lar” e aguardado desde então para um confronto direto. Além disso, Mark Ruffalo aparecerá como Bruce Banner/Hulk, conectando o longa a outros eventos importantes do MCU.

Há ainda a possibilidade de rever Charlie Cox como Matt Murdock/Demolidor, advogado e vigilante que já ajudou Peter antes. Caso se confirme, a interação entre os dois poderia reforçar o clima urbano e policial do filme.

Uma produção marcada por desafios

Chegar até este ponto não foi fácil. Em 2019, Sony e Marvel quase romperam a parceria, e havia o risco real de que o Homem-Aranha saísse do MCU. As negociações foram intensas e só com o sucesso gigantesco de “Sem Volta para Casa”, em 2021, as portas para uma nova trilogia se abriram.

O roteiro, escrito por Chris McKenna e Erik Sommers, passou por ajustes e foi impactado pela greve dos roteiristas em 2023. Quando a paralisação acabou, o projeto ganhou novo fôlego com a entrada de Destin Daniel Cretton na direção. O cineasta, elogiado por “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, é conhecido por equilibrar cenas de ação empolgantes com momentos emocionais genuínos — algo essencial para esta nova fase do Aranha.

Filmagens em locações reais

As gravações começaram em agosto de 2025, usando Glasgow, na Escócia, para representar ruas e avenidas de Nova York. Essa escolha, comum em grandes produções, ajuda a criar uma atmosfera mais densa e autêntica. Tom Holland comentou em entrevistas que filmar em locais reais ajuda a “sentir o peso da cidade” e se conectar melhor com o personagem.

As cenas mais complexas, com uso intensivo de efeitos visuais, estão sendo feitas nos Pinewood Studios, no Reino Unido, combinando tecnologia de ponta com cenários físicos para que os atores possam reagir a ambientes mais palpáveis.

O que esperar da história

Ainda não há sinopse oficial, mas tudo indica que veremos um Peter Parker lidando com criminosos perigosos, tentando proteger inocentes e, ao mesmo tempo, reconstruir sua própria vida. O envolvimento do Justiceiro e do Escorpião aponta para confrontos de alta tensão, enquanto a participação do Hulk sugere que certos eventos podem escapar do controle.

A promessa é de um equilíbrio entre ação intensa, drama pessoal e humor característico — a fórmula que fez do Homem-Aranha um dos heróis mais queridos do mundo.

Quando o filme chega nos cinemas?

Um Novo Dia chega aos cinemas em 31 de julho de 2026, fazendo parte da Fase Seis do Universo Cinematográfico Marvel. Essa fase é apontada como uma das mais ambiciosas da história da Marvel, preparando o terreno para eventos grandiosos como “Guerras Secretas”. Mesmo com um foco mais local, o filme reforçará que Peter Parker continua sendo peça importante desse quebra-cabeça gigante.

O peso para Tom Holland

Para Tom, o retorno ao papel é também um momento pessoal. O ator já declarou que considera Peter Parker parte de sua vida e que, apesar de ter pensado em encerrar sua jornada após “Sem Volta para Casa”, sentiu que ainda havia histórias importantes para contar.

O próprio título “Um Novo Dia” parece refletir não só a trajetória de Peter, mas também a do intérprete: um recomeço, com maturidade e novas responsabilidades, tanto na vida do personagem quanto na do ator.

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