Scarlet, o novo épico de Mamoru Hosoda, ganha trailer ao som de Mana Ashida

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O premiado diretor japonês Mamoru Hosoda, responsável por algumas das obras mais sensíveis e inventivas da animação contemporânea, está de volta com um novo projeto que promete emocionar o público. Seu próximo filme, Scarlet, ganhou um trailer inédito ao som de “Hateshi naki”, canção-tema interpretada pela atriz e cantora Mana Ashida, que também dá voz à protagonista. Abaixo, confira o vídeo:

Produzido pelo Studio Chizu, o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2025 no Japão e já vem sendo apontado como um dos títulos mais aguardados do ano. No Brasil, a previsão é que o filme chegue aos cinemas apenas em 2026, ainda sem data definida. As informações são do site O Vício.

Uma fábula sobre vingança, tempo e redenção

Descrito como uma mistura de fantasia medieval e ficção temporal, a trama acompanha a jornada de uma princesa espadachim que viaja através do tempo e do espaço em busca de vingança pelo assassinato do pai. No entanto, o destino a conduz a um confronto mais profundo — não apenas com o inimigo, mas com os próprios sentimentos que a movem.

Após uma batalha que a deixa gravemente ferida, Scarlet desperta em um mundo moderno e surreal, onde conhece um jovem idealista que a ajuda a reencontrar seu propósito. É nesse encontro improvável entre eras e ideais que a protagonista começa a questionar o peso da vingança e o verdadeiro significado de liberdade.

Combinando ação, emoção e filosofia, Hosoda constrói um conto épico sobre a dor e a cura — temas recorrentes em sua filmografia, mas agora revisitados sob uma perspectiva mais sombria e madura.

O mestre da emoção

Para quem acompanha o cinema japonês, o nome Mamoru dispensa apresentações. O diretor já foi aclamado por produções como Guerras de Verão (2009), Crianças Lobo (2012) e o visualmente deslumbrante BELLE (2021), que foi indicado ao Oscar e consolidou Hosoda como um dos grandes contadores de histórias da atualidade.

Em Scarlet, ele assina tanto o roteiro quanto a direção, mergulhando novamente em suas obsessões criativas: o choque entre mundos, o amadurecimento emocional e as relações humanas diante do impossível. “Quis explorar o que resta de nós quando tiramos tudo — a glória, o poder e o tempo. Scarlet é sobre o que sobra: a alma”, declarou o diretor em entrevista recente à imprensa japonesa.

Recepção antecipada e trilha sonora poderosa

Apresentado fora de competição no 82º Festival de Veneza, o longa arrancou aplausos de pé e elogios por sua direção artística e pela performance vocal de Mana Ashida, que já havia trabalhado com Hosoda em O Menino e o Mundo dos Demônios. A canção “Hateshi naki”, composta especialmente para o filme, tem sido descrita como um hino de esperança após a dor, e promete marcar presença entre as trilhas mais memoráveis do cinema japonês recente.

Lançamento internacional e planos futuros

A distribuição japonesa ficará por conta da Toho, enquanto a Sony Pictures Classics será responsável pelo lançamento internacional, com uma exibição especial de qualificação a prêmios prevista para o fim de 2025. O lançamento comercial fora do Japão deve ocorrer em fevereiro de 2026, com forte aposta em festivais e indicações.

Amalia Ulman estreia Magic Farm com exclusividade na MUBI: uma sátira alucinada sobre mídia, autenticidade e o olhar colonial contemporâneo

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Foto: Reprodução/ Internet

A partir desta sexta-feira, 11 de julho, a MUBI — plataforma de streaming, distribuidora e produtora reconhecida por sua curadoria ousada e autoral — disponibiliza com exclusividade o aguardado Magic Farm, novo longa da artista visual e cineasta Amalia Ulman, que explora com humor ácido, estética experimental e um olhar provocativo os bastidores da construção de narrativas na era das mídias performativas.

Mais do que um filme, Magic Farm é uma desconstrução — do olhar branco, da indústria de conteúdo, da fronteira entre ficção e realidade. Inspirado pelo jornalismo “semi-gonzo” popularizado pela Vice News na década de 2010, o filme propõe uma reflexão sobre como o suposto olhar alternativo sobre o “terceiro mundo” muitas vezes perpetua estereótipos sob uma nova roupagem, cool e desencanada.

Satirizando a sede por narrativas exóticas

Na trama, acompanhamos uma equipe de documentaristas outsiders em busca da próxima grande “história estranha” em um país latino-americano não especificado. O grupo, formado por personalidades que flertam com o narcisismo, a ignorância cultural e a falsa empatia, embarca numa jornada que começa como cobertura jornalística e rapidamente se transforma em espetáculo grotesco — uma crítica clara à exploração midiática travestida de engajamento.

O roteiro, escrito pela própria Ulman, é afiado ao expor os mecanismos contemporâneos de criação de conteúdo e de produção de personagens. Magic Farm desmonta o fetiche ocidental por experiências “autênticas” em territórios que são vistos mais como cenário do que como realidade. É um retrato inquietante — e muitas vezes cômico — do privilégio de quem pode entrar, gravar e sair, sem se comprometer com as consequências.

Elenco potente, ironia visual e camadas de desconforto

O filme conta com um elenco de destaque, reunindo Chloë Sevigny (ícone do cinema indie norte-americano), Alex Wolff (Oppenheimer, Um Lugar Silencioso: Dia Um), Simon Rex (Red Rocket), Joe Apollonio, Camila del Campo e a própria Amalia Ulman, que também assume papel central na narrativa. Juntos, eles habitam um universo onde o real e o encenado se misturam em um jogo cínico e escancaradamente desconfortável.

Visualmente, Magic Farm é vibrante, fragmentado e instável — como um feed de rede social em colapso. A montagem brinca com texturas documentais, vídeos de bastidores, cenas encenadas e imagens de arquivo manipuladas. Tudo se costura como num pesadelo digital, onde nada é confiável e tudo pode ser conteúdo.

De “El Planeta” à crítica da indústria cultural

Ulman, que já havia se destacado com El Planeta (2021), filme sobre sobrevivência feminina na Espanha pós-crise, mostra aqui uma maturidade autoral ainda mais afiada. Enquanto El Planeta era introspectivo e delicado, Magic Farm é expansivo, debochado e profundamente incômodo — um ataque direto à estética do “cool consciente”, ao jornalismo superficial e à fome ocidental por histórias que misturem tragédia e pitadas de exotismo.

Para a diretora, a lógica do “Fake it ‘til you make it” (finja até conseguir) é mais do que uma crítica — é uma lente para compreender como subjetividades são criadas e comercializadas hoje, tanto na arte quanto no jornalismo, na política ou nas redes sociais.

“Rampage – Destruição Total” é a atração da Temperatura Máxima neste domingo, 15 de fevereiro, na TV Globo

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A tarde deste domingo, 14 de fevereiro de 2026, ganha contornos de superprodução com a exibição de Rampage – Destruição Total na TV Globo. O longa de 2018 leva para a tela uma história que mistura afeto, ciência fora de controle e consequências que fogem completamente das mãos de quem achou que poderia manipular a natureza.

Dirigido por Brad Peyton e inspirado no clássico jogo da Midway Games, o filme acompanha Davis Okoye, um primatologista de poucas palavras que encontra nos animais a conexão que evita nas pessoas. Ele criou George desde filhote, acompanhou seu desenvolvimento e construiu com o gorila uma relação baseada em confiança silenciosa e gestos simples. Não é apenas um pesquisador cuidando de um animal raro; é alguém que enxerga no outro uma forma de pertencimento.

Esse vínculo é colocado à prova quando um experimento genético ilegal atinge diferentes predadores, entre eles George. Em pouco tempo, o gorila dócil se transforma em uma criatura gigantesca, desorientada e agressiva. Ao mesmo tempo, um lobo e um crocodilo passam pela mesma mutação, espalhando destruição por onde avançam. O que antes era pesquisa se converte em emergência nacional.

Davis, interpretado por Dwayne Johnson, deixa de ser apenas o cuidador e assume o papel de alguém disposto a arriscar tudo para salvar o amigo. Ao lado de uma cientista vivida por Naomie Harris, ele corre contra o tempo em busca de um antídoto que possa reverter a mutação. Enquanto isso, a resposta militar cresce na mesma proporção das criaturas, ampliando o conflito e a tensão.

O elenco ainda conta com Malin Åkerman, Jake Lacy e Jeffrey Dean Morgan, que ajudam a compor um cenário em que interesses corporativos, decisões impulsivas e responsabilidade científica se cruzam de maneira explosiva.

Produzido pela New Line Cinema e distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme custou cerca de 120 milhões de dólares e ultrapassou 428 milhões em bilheteria mundial. Os números confirmam o apelo da história, mas o que sustenta a narrativa é o contraste entre a escala da destruição e a intimidade da relação entre homem e animal.

Mais do que acompanhar prédios caindo e confrontos de proporções improváveis, o público é convidado a refletir sobre limites éticos e sobre o preço de interferir em processos que não se compreendem totalmente. No centro de tudo está uma pergunta simples e humana: até onde alguém vai para proteger quem ama, mesmo quando o mundo inteiro enxerga essa figura como uma ameaça?

Globo Repórter revela a beleza e diversidade da República Dominicana nesta sexta (08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta sexta, 8 de agosto, o Globo Repórter convidará o público a conhecer a República Dominicana para além dos tradicionais cartões-postais. Durante 15 dias de imersão, a equipe da emissora explorará um país rico em contrastes, beleza natural, história e cultura, revelando um retrato profundo e sensível dessa nação caribenha. Com imagens deslumbrantes e depoimentos emocionados, a reportagem conduzida pela repórter Dulcineia Novaes mostrará que a República Dominicana será muito mais do que praias paradisíacas e resorts de luxo.

A jornada começará em Cayo Arena, uma pequena ilha conhecida como Cayo Paraíso, situada na costa noroeste, perto de Punta Rucia. Ali, águas cristalinas e corais coloridos formarão um cenário quase surreal, onde o tempo parecerá desacelerar. Um dos momentos mais marcantes da reportagem será a observação das baleias-jubarte na Baía de Samaná, um espetáculo natural que emocionará por sua grandiosidade e delicadeza. Essas majestosas criaturas percorrerão milhares de quilômetros desde as águas geladas do Canadá e Estados Unidos para dar à luz nas águas quentes da República Dominicana. A repórter compartilhará sua experiência: “Estar tão perto dessas gigantes gentis será um presente da natureza, uma conexão que tocará a alma e deixará uma marca inesquecível.”

Mas o encanto do país não se restringirá a suas paisagens. O verdadeiro coração da República Dominicana pulsará em seu povo, um povo acolhedor, alegre e resiliente. A equipe do programa percorrerá comunidades locais, acompanhará a rotina dos dominicanos e capturará histórias que mesclarão desafios e esperança. Em meio a músicas, danças e festividades populares, o país se revelará cheio de vida e autenticidade. “Mais do que mostrar cenários, quereremos apresentar a República Dominicana real, feita por gente que receberá o visitante com sorriso e abraço abertos”, destacará Dulcineia.

No sudoeste, o Lago Enriquillo surpreenderá por sua natureza singular. Com uma extensão quase equivalente à Baía de Guanabara, esse lago salgado apresentará uma salinidade maior que a dos oceanos, criando um ambiente hostil para muitas espécies, mas perfeito para os crocodilos-americanos que nadarão livremente em suas águas. As paisagens áridas, combinadas com montanhas que cercarão o lago, formarão um cenário de contraste e beleza impressionante. A região também guardará histórias e lendas locais, que enriquecerão o tecido cultural dominicano.

Na capital, Santo Domingo, a história ganhará vida nas ruas de pedra do bairro colonial, considerado o primeiro núcleo urbano europeu das Américas. Por entre fortalezas centenárias e casarões que testemunharam séculos de conquistas e transformações, o Globo Repórter mostrará a relevância histórica da cidade. Além disso, Dulcineia explorará a produção artesanal dos famosos charutos dominicanos, símbolo de orgulho e tradição, onde o trabalho manual e o saber passado de geração em geração manterão viva essa atividade que impulsionará a economia local.

A Cordilheira Central, no coração do país, revelará um outro lado da República Dominicana. Conhecida como a “Suíça Caribenha”, a região de Constanza e Jarabacoa encantará pelo clima fresco e pelas paisagens que remeterão às montanhas europeias. Produção agrícola pujante, com morangos gigantes e outras frutas, se unirá a oportunidades para o turismo de aventura, com cachoeiras, trilhas e rafting. Esse trecho do país, pouco explorado pelo turismo convencional, se destacará como um segredo precioso, convidando a uma experiência mais genuína e próxima da natureza.

Outro tesouro dominicano apresentado pela reportagem serão as reservas de âmbar, consideradas umas das maiores do mundo. Este material fossilizado, conhecido como “ouro líquido”, preservará insetos, flores e pequenos animais pré-históricos com impressionante perfeição, despertando o interesse tanto da ciência quanto da arte. Nas minas e ateliês visitados, o âmbar ganhará forma em joias e objetos que carregarão consigo séculos de história, conectando o presente às eras passadas.

Além das belezas naturais e do patrimônio histórico, o programa mostrará a exuberância da natureza selvagem dominicana. Áreas preservadas com corredeiras, desfiladeiros e blocos de pedra que parecerão flutuar em águas transparentes oferecerão o cenário ideal para esportes radicais e contato íntimo com a fauna e flora locais. Essas regiões, ainda pouco acessadas pelo turismo de massa, serão um convite para aventuras e descobertas, reforçando o compromisso do país com a preservação ambiental.

E, claro, o roteiro não estará completo sem as praias de luxo que atrairão turistas do mundo inteiro. Resorts sofisticados, campos de golfe de padrão internacional e uma infraestrutura turística moderna farão da República Dominicana um destino cobiçado para férias exclusivas e celebrações especiais. Celebridades frequentemente escolherão essas praias para relaxar e desfrutar momentos inesquecíveis, movimentando a economia local e consolidando a imagem do país no cenário turístico global.

Ao final da viagem, Dulcineia Novaes compartilhará sua impressão sobre a experiência: “A República Dominicana me ensinará que é possível conviver com diversidade e harmonia. Aqui, o luxo se misturará à simplicidade, a natureza se revelará em seus múltiplos aspectos e a história estará presente em cada canto. O que mais me marcará será a generosidade e a alegria do povo, que mesmo diante das dificuldades manterá viva a esperança e o amor pela sua terra.”

O programa de hoje prometerá levar o telespectador a uma viagem inesquecível, mostrando um país vibrante e cheio de vida, onde cada canto guardará histórias, belezas e emoções. Uma verdadeira celebração à República Dominicana, um destino que surpreenderá e conquistará pelo olhar humano e sensível.

Casimiro Miguel encerra Tá Feito com Fernanda Torres com uma história sobre coragem, humildade e reinvenção digital

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O último episódio da série Tá Feito com Fernanda Torres estreia nesta terça-feira, 15 de julho, com um convidado que personifica como poucos a potência da transformação digital no Brasil: Casimiro Miguel, o Cazé. Apresentador, streamer e criador da influente CazéTV, ele compartilha com Fernanda um lado mais íntimo de sua jornada — muito além dos memes e das lives que conquistaram milhões. Abaixo, confira o episódio completo:

Entre lembranças da juventude, escolhas difíceis e reviravoltas inesperadas, Casimiro abre o coração. Conta sobre a infância sem mesada, a decisão de trocar a faculdade pelo trabalho e o momento em que, durante a pandemia, percebeu que precisava agir para ajudar os pais. Foi ali, num quarto simples e com uma câmera ligada na madrugada, que começou a desenhar uma nova trajetória. “Eu era o cara que fazia Pix pros amigos comprarem camisa pra mim, e de repente me vi famoso, recebendo do exterior e podendo aposentar meu pai e minha mãe”, diz, emocionado.

A força de quem inventou o próprio caminho

Para Fernanda, que conduziu todas as conversas da temporada, Casimiro representa um caso raro de timing, talento e autenticidade. “O Casimiro é um caso incrível. Começou no quarto dos pais fazendo react na madrugada e hoje comanda uma potência de comunicação que compra jogos, negocia campeonatos e influencia milhões de pessoas. A era digital permitiu que ele existisse, mas ele também inventou uma nova forma de se comportar na era digital.”

Ao longo do episódio, o público acompanha não apenas a ascensão de um comunicador carismático, mas também o impacto real das escolhas conscientes. Cazé fala sobre família, sobre pressão, sobre estar à frente de algo maior do que ele mesmo. E tudo isso com o humor e a sinceridade que o tornaram um dos nomes mais queridos da internet brasileira.

Quando tecnologia e educação financeira andam juntas

É dentro desse contexto — de reinvenção e responsabilidade — que o programa apresenta o Pix Parcelado, funcionalidade que permite fazer um Pix e pagar depois, de forma planejada. A ferramenta é apresentada como mais do que uma comodidade: trata-se de uma solução pensada para ampliar a autonomia financeira das pessoas, especialmente em tempos de mudanças rápidas.

Para Thaiza Akemi, superintendente de Comunicação e Conteúdo do Itaú Unibanco, a escolha de Casimiro para o episódio final foi natural: “O Casimiro é um símbolo dessa nova geração que encontrou formas de transformar sua realidade com criatividade, consistência e escolhas bem planejadas. A história dele inspira porque mostra como caminhos alternativos podem levar a mais bem-estar financeiro, estabilidade para a família e liberdade de construir a própria trajetória.”

Uma parceria que ultrapassa a tela

O episódio também celebra a crescente conexão entre o Itaú e o universo digital. Em abril, o banco anunciou uma parceria de três anos com a LiveMode, empresa responsável pela CazéTV, marcando uma nova fase de atuação no cenário esportivo — agora mais focada em inovação, interatividade e formatos nativos das redes.

Ao lado de um dos maiores fenômenos da mídia contemporânea, o Itaú busca não apenas falar com novas gerações, mas fazer parte da rotina delas. Seja patrocinando transmissões esportivas, seja criando conteúdos originais como Tá Feito, o objetivo é o mesmo: estar presente de forma relevante, acessível e transformadora.

Marshals: Uma História de Yellowstone estreia em 2026 na CBS e inaugura um novo momento na trajetória dos Dutton

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de meses de rumores, expectativas e especulações nas redes sociais, a CBS finalmente tornou oficial a data de estreia de Marshals: Uma História de Yellowstone. O spin-off, que nasce diretamente do final de Yellowstone, chega em 1º de março de 2026, marcando um momento especial para os fãs: pela primeira vez, uma produção desse universo será exibida em TV aberta nos Estados Unidos. No Brasil, a série será disponibilizada pelo Paramount+, garantindo que o público latino-americano acompanhe essa nova fase quase simultaneamente.

A notícia reacende o entusiasmo em torno da franquia criada por Taylor Sheridan, responsável por transformar o neofaroeste moderno em um dos gêneros televisivos mais prestigiados da última década. E agora, Sheridan retorna com mais uma ramificação dessa árvore narrativa que parece não parar de crescer.

Um spin-off que nasce grande — e emocionalmente carregado

Criada por Taylor Sheridan, David C. Glasser e Spencer Hudnut, Marshals não é apenas um derivado. É uma continuação direta da jornada dos Dutton, um capítulo que se abre justamente quando parecia que não havia mais caminhos a explorar. Mas Sheridan nunca acreditou em silêncio emocional — ele acredita em evolução.

E é essa evolução que move Kayce Dutton.

Interpretado novamente por Luke Grimes, Kayce surge em um ponto de virada muito particular: depois de carregar traumas da vida militar e enfrentar dilemas familiares profundos, ele agora se junta a um grupo especializado de U.S. Marshals. Sua missão? Proteger o território de Montana de ameaças externas, internas e — como toda boa história ambientada nesse universo — de conflitos que não respeitam fronteiras entre lei, lealdade e sangue.

É uma nova etapa para um personagem que sempre caminhou com um pé na violência e outro no dever moral. Um homem dividido entre o rancho e o instinto de defesa, entre a família que tenta preservar e os fantasmas que insistem em retornar.

Reencontros, novos rostos e histórias que se entrelaçam

O elenco da série equilibra o afeto do público com a empolgação do novo. Velhos conhecidos retornam para reforçar o vínculo emocional com a franquia: Gil Birmingham (de Crepúsculo, Wind River e A Chegada) revive o imponente Thomas Rainwater, líder cuja força política e espiritual segue sendo um pilar da trama; Mo Brings Plenty (conhecido por trabalhos em The Revenant e Hell on Wheels) retorna como Mo, presença silenciosa, firme e essencial ao lado de Rainwater; e Brecken Merrill (que também participou de This Is Us) volta, agora mais maduro, como Tate Dutton, preservando o núcleo sensível que sempre conectou Kayce ao lado mais humano da família.

Ao mesmo tempo, a série apresenta novos rostos que prometem sacudir o equilíbrio desse universo já complexo: Arielle Kebbel (O Segredo da Cabana, The Vampire Diaries, Lincoln Rhyme) surge como Bela; Ash Santos (American Horror Story, Raven’s Home) interpreta Andrea; Tatanka Means (Killers of the Flower Moon, The Son) entra no elenco em papel mantido sob sigilo; e Logan Marshall-Green (Upgrade, Prometheus, The Invitation) assume o papel de Pete Calvin.

A primeira estreia da franquia na TV aberta — e por que isso importa

Marcar a estreia para o domingo, às 20h, em plena programação da CBS, não é um gesto qualquer. É uma declaração. A emissora coloca o spin-off em um dos horários mais competitivos e prestigiados da televisão norte-americana.

É, também, um reconhecimento da força popular de Yellowstone — uma franquia que já se provou capaz de dialogar com diferentes públicos, idades e regiões. Do público urbano ao rural, do assinante de streaming ao espectador tradicional da TV, a narrativa criada por Sheridan conseguiu atravessar fronteiras culturais sem perder o DNA.

E agora, ao chegar na TV aberta, Marshals pode transformar o que antes era um sucesso massivo em um fenômeno cultural ainda maior.

No Brasil, o Paramount+ será o responsável por levar essa história ao público. Com a base de fãs crescente e a força internacional da franquia, a expectativa é que a série se torne rapidamente uma das mais assistidas do catálogo.

Uma nova fase para o universo Yellowstone

A franquia Yellowstone já provou que sabe contar histórias sobre poder, território, herança e perda. Também já provou que suas narrativas conversam com o presente sem abandonar a estética do velho oeste.

Com Marshals, o que se vê é a construção de uma ponte entre passado e futuro: o velho espírito Dutton continua vivo, mas agora dividido com o peso e o rigor da lei federal. É como se Kayce fosse obrigado a enfrentar não apenas inimigos, mas versões diferentes de si mesmo — o soldado, o fazendeiro, o pai e o homem que luta para encontrar um lugar no mundo.

E é justamente essa tensão humana que deve mover a série.

O público não volta a este universo apenas por tiros, perseguições ou paisagens de tirar o fôlego. Volta porque os personagens carregam dores reais, vínculos complexos e escolhas impossíveis. Volta porque, em cada trama, há sempre algo profundamente humano — algo que diz respeito a pertencimento, a legado, a proteção.

O Primata | Novo terror da Paramount ganha trailer eletrizante com Troy Kotsur e Johnny Sequoyah

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Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

O novo longa de terror O Primata teve seu primeiro trailer divulgado em 16 de outubro nas redes sociais da Paramount Pictures, revelando uma prévia sombria e claustrofóbica que promete prender o público do início ao fim. A trama acompanha Lucy, uma jovem que retorna da faculdade para passar as férias com a família em uma casa tropical isolada. Entre os membros da casa está Ben, o chimpanzé de estimação da família, cuja presença inicialmente parece inofensiva. No entanto, um inesperado surto de raiva transforma o animal em uma ameaça mortal. O que seria um período de descanso e união rapidamente se converte em uma noite de puro terror, na qual Lucy e seus amigos precisam lutar por suas vidas e encontrar maneiras de sobreviver à fúria do animal. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Quem faz parte do elenco?

O elenco reúne nomes de peso e jovens talentos. Troy Kotsur (CODA – No Ritmo do Coração), vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, interpreta Adam, o patriarca da família. Johnny Sequoyah (Dexter: Sangue Novo, Believe) dá vida à protagonista Lucy, enquanto Jessica Alexander (Saltburn, A Pequena Sereia), Kevin McNally (Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra), Victoria Wyant (The White Lotus), Gia Hunter (School Spirits), Benjamin Cheng (Warrior), Charlie Mann (The Power), Tienne Simon (His Dark Materials), Miguel Torres Umba (The Crown), Kae Alexander (Game of Thrones), Amina Abdi (Black Ops) e Alberto Magashi (Silent Witness) completam o elenco. A direção é assinada por Johannes Roberts, cineasta britânico conhecido por filmes como Medo Profundo (2017) e Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City (2021), reforçando o clima de tensão e claustrofobia característico de sua filmografia.

Como foi a produção do longa?

A Paramount Pictures deu sinal verde para o projeto em julho de 2024, com Johannes Roberts e Ernest Riera responsáveis pelo roteiro. A produção ficou sob os cuidados de Walter Hamada, por meio de um acordo de primeira vista com o estúdio. Após a confirmação de Troy Kotsur no elenco, Johnny Sequoyah foi escalada em agosto, seguida pelos demais nomes até o encerramento do casting em outubro. As filmagens principais começaram em 16 de setembro de 2024, conforme revelou o próprio Roberts em suas redes sociais, e foram oficialmente concluídas em 4 de novembro do mesmo ano.

Saiba quando o filme chega aos cinemas

Ainda sem uma data exata de lançamento, “O Primata” deve chegar aos cinemas em 2025, com previsão de estreia mundial pela Paramount Pictures. A expectativa é que o longa se consolide como uma das produções de terror mais intensas do ano, mesclando suspense psicológico, violência instintiva e um estudo sombrio sobre os limites entre a humanidade e a selvageria. Com o retorno de Johannes Roberts ao gênero que o consagrou, a promessa é de uma experiência cinematográfica visceral, repleta de tensão e atmosfera sufocante.

O que podemos esperar do filme?

Mesmo com poucos detalhes revelados, o trailer já indica que “O Primata” seguirá uma linha de terror de sobrevivência com forte apelo psicológico, semelhante a produções como Corra! e Annihilation. O contraste entre o ambiente paradisíaco e a brutalidade dos acontecimentos cria uma tensão constante, enquanto o comportamento imprevisível do chimpanzé funciona como uma metáfora do medo instintivo e da natureza incontrolável que existe tanto nos animais quanto nos humanos. Johannes Roberts, conhecido por explorar espaços confinados e atmosferas opressoras, parece levar essa característica a um novo extremo, transformando a selva tropical em uma verdadeira armadilha emocional.

The Noite com Danilo Gentili desta quinta (14/08) recebe o ator e humorista Marcelo Mansfield

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Foto: Reprodução/ Internet

O palco do The Noite com Danilo Gentili, nesta quinta-feira, 14 de agosto, recebe um dos grandes pioneiros do humor brasileiro: Marcelo Mansfield. Com uma trajetória que atravessa décadas e gerações, o comediante chega ao programa para celebrar 40 anos de carreira, ao lado de Murilo Couto e Léo Lins. Entre risadas e lembranças, Mansfield revisita momentos emblemáticos de sua vida profissional, desde os primeiros passos no stand-up até participações em novelas e programas de televisão que marcaram época.

Para os fãs, é uma oportunidade única de conhecer o percurso de um artista que, ao longo de quatro décadas, conseguiu inovar, inspirar e conquistar o público com inteligência, criatividade e irreverência. Entre histórias de bastidores, personagens inesquecíveis e memórias de programas que ajudaram a moldar o humor brasileiro contemporâneo, o convidado transforma o programa em uma verdadeira viagem pela história da comédia nacional.

Um espetáculo para celebrar uma vida de risadas

O ator não chega apenas para conversar. Nos dias 23 e 24 de agosto, ele apresenta no Clube Barbixas, em São Paulo, o espetáculo O Show do Mansfield, uma celebração de sua carreira e um marco na trajetória do humorista. Criador do Clube da Comédia, o primeiro espetáculo de stand-up de São Paulo, Mansfield também é conhecido por seus personagens icônicos no “Terça Insana”, como Seu Lili e Seu Merda, que conquistaram o público pela mistura de irreverência e humor popular.

“É um show que eu criei para fazer por apenas dois dias. Fazia muito tempo que eu não produzia e é uma trabalheira enorme… A princípio serão duas apresentações para comemorar os 40 anos de carreira e depois, talvez, viajar ou ir para outro teatro”, revela Mansfield. O artista adianta que o espetáculo traz tanto o stand-up clássico quanto elementos de seus primeiros shows, incluindo “Hollywood que se Cuide”, além dos personagens que marcaram sua carreira.

O show se transforma, assim, em uma espécie de cápsula do tempo, permitindo que o público reviva momentos que vão desde o surgimento do stand-up brasileiro até os dias atuais. Para Mansfield, é também uma forma de prestar homenagem à própria trajetória e a todos que, de alguma forma, acompanharam seu trabalho ao longo dos anos.

Televisão, novelas e oportunidades inesperadas

A carreira do humorista na televisão é extensa e multifacetada. Ele apresentou o “Marcelo Mansfield Show” na TV Gazeta, programa que se tornou uma vitrine para seu talento e abriu portas para outras oportunidades. Uma dessas portas foi a Globo, onde viveu o agente James Blonde em “Armação Ilimitada”, com o apoio de Andreia Beltrão, e participou de novelas como “Mulheres de Areia” e da minissérie “Chiquinha Gonzaga”.

“Eu havia feito um trabalho com Jayme Monjardim e, por conta disso, assinei um contrato com a Manchete para um programa que acabou não acontecendo. Fiquei um ano contratado sem fazer nada. Pedi para participar do meu programa e ele disse que não poderia ir porque iria fazer Chiquinha Gonzaga na Globo. Alguns dias depois, me ligou pedindo para eu ir, pois Raul Cortez não queria fazer, e acabei sendo chamado para substituí-lo”, lembra Mansfield. Essa história ilustra a resiliência e a capacidade do humorista de transformar obstáculos em oportunidades.

Além da televisão, Mansfield participou de dezenas de filmes publicitários e produções audiovisuais, consolidando-se como um profissional versátil. Entre suas campanhas mais lembradas estão trabalhos para Nescafé, Consul, Ford, Chevrolet, Lada, Nestlé e Kellogg’s, experiências que exigiam precisão cômica e capacidade de comunicação imediata, características que ele aprimorou ao longo da carreira.

Uma carreira internacional e o retorno ao Brasil

Antes de conquistar o público brasileiro, o ator iniciou sua trajetória artística nos Estados Unidos, apresentando-se em cidades como Boston e Los Angeles. De volta ao Brasil, integrou o grupo Harpias, ao lado de Ângela Dip, Grace Gianoukas e Giovanna Gold. Foi nesse período que começou a desenvolver seu estilo único: uma mistura de observação social, humor físico e personagens que rapidamente se tornaram icônicos.

Essas experiências internacionais também enriqueceram sua visão sobre o humor, permitindo que Mansfield trouxesse para o Brasil técnicas e referências que, na época, ainda eram pouco exploradas. Seu retorno ao país marcou o início de uma trajetória sólida e inovadora, que incluiria programas de televisão, cinema, teatro e publicidade.

Cinema, teatro e criatividade sem limites

Mansfield não se limitou à televisão. No cinema, participou de produções como “Festa”, dirigido por Ugo Giorgetti, e “Durval Discos”, de Anna Muylaert. Um dos projetos mais curiosos foi “Loira Incendiária”, no qual ele foi coautor do roteiro, adaptando sua própria peça teatral para o cinema ao lado de Ângela Dip e Mauro Lima. Essa versatilidade evidencia não apenas seu talento como humorista, mas também sua capacidade de transitar entre linguagens artísticas diferentes.

No teatro, Mansfield brilhou com espetáculos solos, como “Como Entrar Mudo e Sair Calado” e “Nocaute”, além de integrar o elenco de “Terça Insana”, por quatro anos. Mais recentemente, em 2022, lançou filmes como “Amor Sem Medida” e “Rir para Não Chorar”, além de estrelar a peça “Humor aos Pedaços”, ao lado de Guilherme Uzeda, reafirmando sua relevância no cenário artístico mesmo após quatro décadas de carreira.

Pioneiro do stand-up no Brasil

O ator é considerado um dos precursores do stand-up comedy no país. Em 2005, idealizou e apresentou o Clube da Comédia Stand-Up, que se tornou referência para a disseminação do gênero no Brasil. Antes disso, seu trabalho no Terça Insana já mostrava sua capacidade de inovar, misturando personagens, sátira e humor de situação com crítica social e observação da vida cotidiana. Para muitos humoristas, Mansfield foi um verdadeiro mestre e inspiração. Sua abordagem, que combina técnica, improviso e sensibilidade, ajudou a consolidar o stand-up brasileiro como forma de arte reconhecida e respeitada. Além disso, sua capacidade de reinventar-se ao longo dos anos tornou seu trabalho atemporal.

Reconhecimento e contribuição para a cultura brasileira

Ao longo da carreira, Mansfield colecionou reconhecimento crítico e popular. Em 1993, recebeu a Bolsa Vitae para estudar comediantes nos Estados Unidos, acompanhando gravações de seriados como The Nanny e The Naked Truth. Em 1997, manteve uma coluna semanal no jornal Folha de S.Paulo e colaborou com revistas como Marie Claire, Set e Contigo!, demonstrando versatilidade na comunicação com diferentes públicos.

Em 2011, foi co-host no programa Agora É Tarde, inicialmente apresentado por Danilo Gentili e depois por Rafinha Bastos, consolidando ainda mais sua presença na televisão nacional. A Revista Bravo! o apontou como um dos principais nomes do stand-up brasileiro, reconhecimento que coroou décadas de dedicação e inovação.

Rádio, novas linguagens e a reinvenção constante

Além de TV, cinema e teatro, Mansfield explorou a rádio. Em 2015, lançou Clube dos Cinco na Rádio BandNews FM, comentando notícias com leveza e interação com o público. A experiência, ainda que breve, mostrou sua capacidade de dialogar com diferentes linguagens e formatos, sem perder a autenticidade.

A reinvenção constante é uma característica marcante de sua carreira. Mesmo após quatro décadas, o ator continua ativo, explorando novos projetos, personagens e formatos, sempre com o mesmo entusiasmo e paixão que marcaram o início de sua trajetória.

Legado e inspiração

Marcelo é uma referência para toda uma geração que cresceu assistindo suas performances e aprendendo, muitas vezes sem perceber, sobre timing cômico, improviso e observação social. Seu legado vai além do riso: ele ajudou a moldar a forma como o humor é feito no Brasil, pavimentando caminhos para novos artistas e fortalecendo o stand-up como expressão cultural.

Frankenstein, de Guillermo del Toro, ganha trailer final na Netflix e promete reinventar clássico de Mary Shelley

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Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix apresentou o trailer final de Frankenstein, a mais nova produção gótica de ficção científica dirigida por Guillermo del Toro. Baseado no romance homônimo de Mary Shelley, publicado em 1818, o longa estreia globalmente na plataforma em 7 de novembro de 2025, depois de uma trajetória que incluiu lançamento em cinemas selecionados nos Estados Unidos e no Brasil, consolidando-se como um dos lançamentos mais aguardados do ano. Abaixo, confira o vídeo:

O filme teve sua estreia mundial na competição principal da 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, em 30 de agosto de 2025, recebendo elogios imediatos por sua abordagem estética e narrativa inovadora. Posteriormente, foi exibido de forma limitada nos cinemas dos Estados Unidos em 17 de outubro e no Brasil em 23 de outubro, permitindo ao público uma prévia da grandiosidade visual e emocional que Del Toro trouxe para o clássico da literatura universal.

Diferente das adaptações tradicionais que se concentram no terror, Frankenstein promete explorar mais a tragédia humana e o drama existencial de sua história central. O longa acompanha Victor Frankenstein (Oscar Isaac), um cientista brilhante, porém egocêntrico, que se empenha em dar vida a uma criatura a partir da morte. O experimento, que combina obsessão científica e paixão artística, desencadeia uma sequência de eventos trágicos que afetam tanto o criador quanto sua criação, levantando questões profundas sobre moralidade, ambição e humanidade.

Guillermo del Toro, conhecido por filmes como O Labirinto do Fauno e A Forma da Água, afirmou que seu objetivo não era criar um filme de terror convencional, mas uma narrativa “incrivelmente emocionante”, que explorasse o conflito entre ciência, ética e emoções humanas. O cineasta enfatiza que o longa não se limita à escalada do horror, mas se concentra na complexidade psicológica dos personagens, trazendo uma abordagem sensível e profunda à obra de Shelley.

O filme reúne um elenco internacional de peso, trazendo nomes consagrados do cinema contemporâneo. Oscar Isaac (Star Wars: O Despertar da Força, Duna, Ex Machina) interpreta Victor Frankenstein, enquanto Christian Convery (Sweet Tooth, The Christmas Chronicles 2) dá vida à versão jovem do cientista, mostrando a formação do caráter e da obsessão que definem sua trajetória. O Monstro de Frankenstein é interpretado por Jacob Elordi (Euphoria, O Último Verão, After), que combina vulnerabilidade e intensidade para criar uma das representações mais humanas da criatura.

O elenco ainda conta com Mia Goth (Suspiria, Pearl, Nimic) como Elizabeth Lavenza, personagem central no drama pessoal de Victor; Felix Kammerer (Never Look Away, Babylon Berlin) como William Frankenstein; Lars Mikkelsen (House of Cards, The Killing, Sherlock Holmes) no papel do Capitão Anderson; Christoph Waltz (Django Livre, 007 – Spectre, Bastardos Inglórios) como Henrich Lavenza; Charles Dance (Game of Thrones, Drácula de Bram Stoker, The Imitation Game) como Barão Leopold Frankenstein; e David Bradley (Harry Potter, Game of Thrones, Doctor Who) como o Homem Cego. Outros nomes incluem Lauren Collins (Degrassi: The Next Generation), Sofia Galasso (Não divulgado), Ralph Ineson (O Hobbit, The Witch, The Lighthouse) e Burn Gorman (The Dark Knight Rises, Pacific Rim, Torchwood), que compõem um universo coeso e detalhado, reforçando a dimensão dramática da narrativa.

Produção e cenários impressionantes

As filmagens de Frankenstein ocorreram entre 12 de fevereiro e 30 de setembro de 2024, com locações principais em Toronto. Algumas cenas adicionais foram gravadas na histórica Royal Mile, em Edimburgo, e na Burghley House, em Stamford, Lincolnshire, locais que proporcionaram cenários imponentes e autênticos à atmosfera gótica da narrativa. A direção de arte, a fotografia e a ambientação visual reforçam o tom sombrio e épico da história, criando uma experiência cinematográfica rica em detalhes.

Del Toro também investiu em elementos práticos e efeitos visuais de última geração, garantindo que cada cena transmitisse realismo, intensidade emocional e fidelidade estética ao período histórico representado. O resultado é um filme que combina o melhor da tradição gótica com técnicas modernas de cinema, proporcionando uma experiência visual e narrativa única.

A obra de Mary Shelley revisitada

Mary Shelley publicou Frankenstein em 1818, e desde então a obra tem inspirado múltiplas adaptações para cinema, teatro e televisão. A narrativa original questionava os limites da ciência, os perigos da ambição desmedida e a complexidade das emoções humanas. Del Toro respeita esses elementos, mas acrescenta uma dimensão contemporânea, explorando a moralidade do criador, o impacto da criação e o drama íntimo de cada personagem.

O diretor também utiliza referências culturais, visuais e históricas para construir a atmosfera da narrativa, fazendo com que o filme seja ao mesmo tempo uma homenagem à tradição literária e uma experiência cinematográfica moderna. A adaptação procura humanizar o Monstro, enfatizando sua vulnerabilidade e suas questões éticas, aproximando o público da perspectiva da criatura de forma inédita.

James Gunn confirma que sequência de Superman entrará em produção em breve

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Enquanto o novo Superman segue conquistando fãs nas telonas, o diretor e roteirista James Gunn não perde tempo e já está de olho na continuação da saga do Homem de Aço. Em entrevista recente ao Collider, ele confirmou que a sequência está mais próxima do que muita gente imaginava e compartilhou detalhes sobre o processo criativo que vai moldar o futuro do DC Universe (DCU) nesta nova fase cinematográfica.

“Estamos organizando tudo agora. Terminei totalmente o tratamento. Meus tratamentos são intensos, não são nada convencionais. São 60 páginas, com diálogos e tudo. Agora, estou transformando isso em roteiro. Já estamos planejando quando filmar. Vai acontecer bem mais cedo do que vocês pensam”, contou Gunn, mostrando seu jeito meticuloso de trabalhar. O cineasta deixou claro que não se trata apenas de uma sequência comum, mas de algo maior: a chamada “Saga do Superman”, que deve lançar as bases para uma nova era do universo DC nos cinemas.

Mesmo com o primeiro filme ainda em cartaz nas telonas, Gunn já tem os próximos passos do herói bem definidos. Segundo ele, o tratamento finalizado para a sequência já organiza os arcos de todos os personagens principais, garantindo uma continuidade natural e bem estruturada. O documento serve como um guia completo, com diálogos, cenários e caminhos da história, facilitando a criação do roteiro definitivo.

Em entrevista ao Collider, o diretor comentou que David Corenswet, intérprete do Superman, já sabe que fará parte da sequência, mas ainda não conhece os detalhes completos da história. “Ele sabe que faz parte disso, mas não sabe exatamente o que é”, explicou Gunn, mostrando como gosta de combinar surpresa, estratégia narrativa e desenvolvimento gradual da mitologia do personagem.

O comprometimento da Warner Bros. com a nova fase do DCU ficou evidente nas palavras de David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery. Segundo ele, Gunn é peça-chave para manter a coesão do universo cinematográfico. “James tem uma visão clara e estratégica para o Superman e para o DCU. Estamos confiantes de que ele conduzirá a saga de forma inovadora e conectada”, afirmou Zaslav.

A ideia é que cada filme funcione sozinho, mas ainda assim contribua para um universo conectado. O objetivo é criar uma narrativa consistente, em que cada longa-metragem fortalece os personagens, seus conflitos e eventos globais dentro do DCU, sem confundir ou perder o público.

Lançado em 11 de julho, o filme trouxe uma nova abordagem para o icônico personagem da DC. Estrelado por David Corenswet, Rachel Brosnahan e Nicholas Hoult, o longa inaugura o Capítulo 1: Deuses e Monstros, encerrando a fase do antigo DCEU (2013–2023) e abrindo espaço para histórias mais conectadas e contemporâneas.

A produção foi rapidamente elogiada por fãs e críticos, principalmente por humanizar Superman e explorar dilemas éticos e emocionais de um herói jovem. Com 25 anos e três anos de carreira heroica, Clark Kent é apresentado de forma mais madura, lidando não só com inimigos poderosos, mas também com questões internas e responsabilidades que desafiam sua visão de justiça.

Diferente das versões passadas, Clark Kent não aparece apenas como um herói invencível. Ele ainda está aprendendo a equilibrar a responsabilidade de seus poderes com a vida cotidiana. Entre proteger a humanidade e manter sua identidade secreta como repórter em Metrópolis, o herói enfrenta dilemas morais e pressões da opinião pública.

David Corenswet equilibra força física e sensibilidade emocional em sua interpretação. Seu Superman é confiante, mas vulnerável; firme, mas sujeito a dúvidas. Essa combinação dá mais profundidade ao personagem, permitindo que o público se conecte com ele não só como símbolo de esperança, mas como alguém real, com quem se pode se identificar.

A trama em poucas palavras

O longa começa com Clark se envolvendo em um conflito internacional entre Borávia e Jarhanpur, manipulado nos bastidores pelo vilão Lex Luthor, interpretado por Nicholas Hoult. Luthor usa um clone, Ultraman, para incriminar Superman, colocando Clark em uma situação complicada diante da opinião pública.

Ferido emocionalmente, ele se retira para a Fortaleza da Solidão e descobre que Luthor distorceu mensagens de seus pais kryptonianos, fazendo parecer que Kal-El planejava dominar a Terra. Assim, o filme não foca apenas em batalhas físicas, mas também em dilemas éticos e emocionais, mostrando um herói que precisa se reinventar frente à manipulação e à desconfiança, reafirmando coragem, integridade e altruísmo.

Lois Lane assume o protagonismo

Rachel Brosnahan dá uma nova cara para Lois Lane: uma jornalista investigativa, ativa e protagonista da própria história. Lois não é só interesse romântico de Clark, mas uma parceira estratégica, ajudando a expor os planos de Luthor e garantindo que a verdade venha à tona.

A relação entre Clark e Lois vai além do romance. Existe confiança, respeito e parceria em cada decisão. Essa abordagem respeita as HQs clássicas, mas adiciona nuances modernas, mostrando um protagonismo feminino real e impactante dentro da narrativa.

Lex Luthor, o vilão que desafia Clark

Nicholas Hoult entrega um Lex Luthor sofisticado e multifacetado. Ele não se limita a batalhas físicas; é astuto, carismático e manipulador, desafiando o Homem de Aço em nível moral e intelectual. Luthor influencia eventos globais, manipula a opinião pública e questiona os princípios éticos do herói, tornando-o alvo de desconfiança e aumentando a tensão narrativa.

Essa escolha reflete a estratégia de Gunn de criar conflitos complexos, com vilões que desafiam o herói em várias dimensões, deixando a história mais envolvente e instigante.

Construindo a nova era DC

Com o sucesso do primeiro filme, Gunn estabeleceu um padrão que deve se repetir nos próximos capítulos. A Saga do Homem de Aço vai funcionar como o núcleo de uma narrativa maior, conectando outros heróis e vilões do DCU em histórias interligadas. O objetivo é equilibrar continuidade e autonomia: cada filme pode ser curtido sozinho, mas também contribui para o universo como um todo.

Além disso, a abordagem mais realista e emocional do personagem permite explorar temas contemporâneos, como ética, responsabilidade social e identidade, ampliando o alcance da franquia e tornando-a relevante para um público mais diverso.

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