Superman ultrapassa US$ 550 milhões globalmente e reforça o renascimento da DC nos cinemas

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Há algo profundamente especial na maneira como o Superman resiste ao tempo — e às telas. O herói que nasceu nas páginas dos quadrinhos, nos anos 1930, e ganhou o mundo nas adaptações cinematográficas, nunca deixou de ser uma figura símbolo de esperança, coragem e luta pelo bem. Agora, em 2025, em meio a tantas produções de heróis e universos cinematográficos que se multiplicam, ele retorna com uma nova história — e já mostra sinais claros de que seu voo está longe de acabar.

O longa-metragem, dirigido por James Gunn e estrelado pelo jovem David Corenswet, ultrapassou a marca de US$ 550 milhões em arrecadação global, sendo mais de US$ 315 milhões só nos Estados Unidos. Essa façanha o torna o primeiro filme da DC desde The Batman (2022) a passar dos US$ 300 milhões no mercado americano, reacendendo a chama da esperança para a editora e seus fãs. As informações são do site Box Office Mojo.

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Um Homem de Aço diferente, mais humano

Ao contrário das versões clássicas, onde o herói já é uma figura consolidada, esse novo filme nos apresenta um Clark Kent mais jovem, que ainda está aprendendo o que significa carregar não apenas o poder, mas a responsabilidade de ser o protetor da Terra. Trinta anos após ter sido enviado por seus pais biológicos, Jor-El e Lara, para escapar da destruição do planeta Krypton, Kal-El — ou Clark Kent — vive em Metrópolis como repórter, tentando encontrar seu lugar no mundo.

Interpretado por David Corenswet, Clark é um personagem que cativa justamente porque ainda está em formação. Ele não é um herói perfeito; é alguém que sente dúvidas, erros, medos. A relação com Lois Lane, interpretada por Rachel Brosnahan, e com outros aliados, revela um Superman muito mais próximo e acessível do que a figura quase mitológica que muitos conhecem.

Uma trama de ação, política e dilemas morais

A história se desenrola em meio a um conflito geopolítico entre Borávia e Jarhanpur — países fictícios que lembram muito as tensões reais do mundo atual. Clark tenta intervir para evitar uma guerra, mas logo é manipulado por Lex Luthor, um vilão maquiavélico que usa um clone chamado Ultraman para incriminá-lo.

Essa virada traz ao filme um tom de suspense e mistério, onde o herói precisa lutar não apenas contra ameaças físicas, mas também contra a opinião pública e intrigas políticas. Quando Homem de Aço é preso em uma dimensão artificial e enfraquecido pela kriptonita, seu caminho para redenção fica mais complexo — e emocionante.

Com a ajuda da Liga da Justiça, do herói Metamorfo, do cão Krypto e até da chegada inusitada de sua prima Kara Zor-El, Superman enfrenta batalhas épicas para salvar Metrópolis e restaurar sua honra. O filme mistura cenas de ação espetaculares com momentos de vulnerabilidade e diálogo, dando ao público uma experiência completa.

O desafio de fazer o filme dar lucro

Produzir um filme de super-herói hoje em dia não é tarefa fácil. Com orçamentos que ultrapassam os US$ 200 milhões e campanhas de marketing que custam ainda mais, a pressão para que o filme seja um sucesso comercial é enorme.

O site TheWrap reportou que Superman precisava faturar pelo menos US$ 500 milhões globalmente para cobrir seus custos. No entanto, para ser considerado um filme lucrativo e um verdadeiro sucesso para o estúdio, ele deveria ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões.

O longa teve uma estreia promissora: no seu primeiro dia, arrecadou US$ 56,5 milhões, ficando atrás apenas do fenômeno Um Filme Minecraft entre as maiores estreias do ano. No primeiro final de semana, o total mundial chegou a US$ 217 milhões, levemente acima das previsões dos analistas.

Agora, com o total acima de meio bilhão, o Homem de Aço mostra que tem força para seguir firme, especialmente com lançamentos programados em mercados importantes e formatos especiais, como IMAX, RealD 3D e Dolby Cinema — que atraem os fãs mais dedicados e aumentam a receita.

O futuro do Superman e da DC no cinema

Com a bilheteria atual, Superman está no caminho certo para alcançar a lucratividade, e isso abre espaço para possíveis continuações e spin-offs. A introdução de personagens como Metamorfo e Kara Zor-El também aponta para uma expansão do universo da Liga da Justiça, que deve ganhar cada vez mais espaço nos próximos anos.

Enquanto isso, o público pode esperar que o Homem de Aço continue enfrentando desafios não só no campo de batalha, mas também em seu crescimento pessoal, em histórias que misturam o extraordinário e o cotidiano.

Dinossauros de volta ao topo! Jurassic World: Recomeço ultrapassa US$ 760 milhões no mundo

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É curioso como algumas histórias insistem em não acabar. E talvez seja justamente isso que as mantém vivas. Em um mundo onde reboots e continuações parecem brotar com a mesma velocidade de memes nas redes sociais, é fácil olhar com ceticismo para mais um filme da franquia Jurassic Park. Mas Jurassic World: Recomeço, o novo capítulo lançado em 2025, tem provado que — apesar das dúvidas — ainda há um enorme apetite por dinossauros. Literalmente.

Com US$ 766 milhões arrecadados nas bilheteiras mundiais, sendo US$ 317 milhões só nos Estados Unidos, o longa dirigido por Gareth Edwards não é apenas um sucesso comercial. Ele é também uma tentativa ambiciosa de resgatar um sentimento que parecia enterrado nas trilhas de Isla Nublar: a admiração, o medo e o fascínio diante do desconhecido. As informações são do Omelete.

Mas para além dos números e dos efeitos especiais, o que o novo filme tem a dizer? E mais: ele realmente precisava existir?

A natureza se adapta. A franquia também.

Cinco anos se passaram desde os eventos de Jurassic World: Domínio — tanto na cronologia da história quanto no nosso mundo real. Depois da confusão global causada pelos dinossauros soltos no planeta, a Terra meio que “resolveu” o problema por conta própria. As criaturas sobreviveram apenas em zonas tropicais remotas, lugares hostis para humanos, mas semelhantes aos seus habitats originais. Foi a forma do planeta dizer: “Vocês mexeram demais, agora deixem que eu arrumo.”

É nesse cenário que conhecemos Zora Bennett, vivida por Scarlett Johansson, uma agente secreta recrutada para uma missão com cara de “última chance”. Ela se une ao paleontólogo Dr. Henry Loomis (Jonathan Bailey) e ao líder da operação Duncan Kincaid (Mahershala Ali), em uma jornada até a misteriosa Ilha Saint-Hubert — um lugar que, como muitas ilhas no universo Jurassic, deveria ter continuado inacessível.

O plano é encontrar três espécies raríssimas — uma terrestre, uma marinha e uma voadora — e coletar seu DNA. A promessa é tentadora: esse material genético pode revolucionar a medicina e salvar milhões de vidas. Mas a gente já sabe como esse tipo de história termina, não é?

Entre monstros e memórias

Quando a equipe chega à ilha, percebe que não está sozinha. Uma família de turistas — que deveria estar em um passeio tranquilo — foi surpreendida por criaturas marinhas e acabou naufragando ali. Com isso, o filme ganha uma camada emocional importante. Não é só uma missão científica ou militar. Há crianças em perigo, pais desesperados e jovens apaixonados tentando sobreviver a algo que jamais imaginaram enfrentar.

E é aí que Recomeço revela sua face mais sombria. A ilha, usada no passado como centro de pesquisa pela InGen, guarda segredos que ninguém deveria ter redescoberto. Criaturas modificadas, híbridos fracassados, dinossauros com mais membros do que deveriam ter. Um deles, inclusive, é o Distortus rex, um T. rex mutante com seis membros e aparência assustadoramente alienígena. Outro destaque são os Mutadons, mistura bizarra entre pterossauros e velociraptores, que cruzam o céu como pesadelos com penas.

O retorno do Espinossauro, ausente há anos, também empolga os fãs mais antigos. Mas ele vem repaginado, mais ameaçador e com presença digna de antagonista. O filme, de fato, entrega quando o assunto é visual.

O humano por trás da missão

Talvez o maior mérito de Recomeço não esteja nos dinossauros — mas nas pessoas. Scarlett Johansson lidera o elenco com segurança e sensibilidade. Sua Zora é uma mulher treinada, estratégica, mas que claramente carrega traumas. Ela não está ali apenas por dever, mas porque acredita, de alguma forma, que pode corrigir erros do passado. Johansson não interpreta uma heroína de ação caricata — ela é humana, falha e determinada.

Mahershala Ali, como Duncan, confere um tom sóbrio à liderança, enquanto Jonathan Bailey surpreende ao fugir do estereótipo do cientista ingênuo. O trio funciona bem, e suas interações — em meio a perseguições, ataques e descobertas — ajudam a manter o público engajado.

O núcleo da família naufragada, com Manuel Garcia-Rulfo e os jovens Luna Blaise, David Iacono e a pequena Audrina Miranda, representa o lado mais vulnerável da história. Eles não queriam estar ali, mas agora lutam por sobrevivência. E é através deles que o filme consegue arrancar os momentos mais sinceros.

Uma bilheteria promissora, um futuro em aberto

Com US$ 8,4 milhões arrecadados só no último fim de semana nos Estados Unidos, o novo longa da franquia de Dinossauros continua firme nas bilheteiras, mesmo após mais de um mês em cartaz. Ainda não chegou ao bilhão como seu antecessor, mas parece não estar preocupado com isso. O longa foca em construir novos caminhos, e não apenas repetir velhas fórmulas.

Crítica | Os Caras Malvados 2 mantém o charme, refina a fórmula e entrega uma continuação afiada da DreamWorks

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Quando um estúdio de animação decide lançar uma continuação de um sucesso inesperado, inevitavelmente surge a pergunta: vale mesmo a pena revisitar aquele universo? No caso de Os Caras Malvados 2 , a resposta é um sonoro “sim”. Com ares de blockbuster animado, ritmo de comédia policial e um elenco vocal carismático, a nova produção da DreamWorks não só retoma o espírito irreverente do original como se aprofunda em suas próprias qualidades. O resultado é um filme ágil, estiloso e, acima de tudo, consciente de sua missão: entreter sem subestimar o público.

Lançado em 2022, o primeiro filme surpreendeu a todos — inclusive a própria DreamWorks — ao transformar uma modesta adaptação de livros infantis australianos em um fenômeno global. Com um orçamento de cerca de US$ 80 milhões, o filme arrecadou mais de US$ 250 milhões mundialmente, revelando um apetite do público por animações com linguagem pop, estética ousada e tramas que combinam ação, humor e um certo frescor narrativo. Foi um acerto difícil de ignorar — e que o estúdio, sabiamente, decidiu não deixar esfriar.

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Um retorno inteligente e bem planejado

Ao contrário de algumas continuações que parecem feitas às pressas ou motivadas exclusivamente por lucro, Os Caras Malvados 2 demonstra uma preocupação genuína em expandir o universo da história original. O roteiro, ainda que mantenha a leveza e o humor esperados, investe na complexidade das relações entre os personagens e cria novos desafios que evitam a simples repetição da fórmula.

Mr. Wolf, dublado com carisma irresistível por Sam Rockwell, retorna como o líder do grupo de ex-vilões reformados, agora enfrentando o dilema de manter seu novo estilo de vida longe do crime, mesmo quando o passado insiste em bater à porta. Rockwell, mais uma vez, comprova que sua voz tem tanto peso quanto sua presença física, conduzindo cenas com uma naturalidade que torna o personagem ainda mais encantador.

Já Awkwafina, como a hacker Srta. Tarântula, encontra aqui mais espaço para brilhar. Se no primeiro filme sua performance já era divertida, nesta sequência ela se mostra ainda mais afiada, equilibrando ironia e sensibilidade em doses muito bem dosadas. O grupo original continua funcionando com excelente química, e a introdução de novas personagens, como as vozes de Danielle Brooks, Maria Bakalova e Natasha Lyonne, adiciona dinamismo e diversidade à narrativa, sem parecer forçado ou desnecessário.

Estilo visual como identidade narrativa

Um dos grandes trunfos da franquia é, sem dúvida, sua estética. A animação mantém o estilo visual que mistura referências do film noir com quadrinhos modernos, em uma paleta de cores vibrante que garante apelo tanto para o público infantil quanto para adultos que apreciam uma direção de arte criativa. Os traços angulosos, o uso expressivo da luz e sombra, e a fluidez da animação tornam cada sequência visualmente estimulante.

A DreamWorks, aqui, parece determinada a criar um produto esteticamente distinto de seus concorrentes — algo que já havia começado em filmes como Os Croods e Capitão Cueca, mas que em Os Caras Malvados se consolidou como uma assinatura. A sequência abraça essa identidade com ainda mais convicção, utilizando o estilo gráfico para reforçar o tom de fábula urbana, com cenas de ação que remetem a perseguições de filmes policiais e momentos de comédia física dignos de desenhos animados clássicos.

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Narrativa ágil, mas com espaço para emoção

A estrutura da trama é bastante eficiente: o grupo de heróis reformados precisa lidar com uma nova ameaça — interna e externa — que coloca em risco não só sua liberdade, mas também a confiança que conquistaram junto à sociedade. Há uma camada de comentário sutil sobre segundas chances e o estigma da reputação, que embora nunca se torne moralizante, adiciona algum peso emocional à narrativa.

Diferente de muitas continuações que exageram no número de personagens ou subtramas, Os Caras Malvados 2 opta por manter o foco no essencial. A edição ágil e a trilha sonora energética garantem um ritmo constante, mas o roteiro permite pequenas pausas para que o espectador respire junto aos personagens — o que enriquece a experiência sem comprometer a diversão.

Um elenco vocal que é parte vital do sucesso

A escolha do elenco de voz é um dos elementos mais bem acertados da produção. Sam Rockwell está mais à vontade do que nunca como Mr. Wolf, e sua química com os demais integrantes da gangue continua afiada. Craig Robinson (Mr. Shark), Marc Maron (Mr. Snake) e Anthony Ramos (Piranha) oferecem, novamente, atuações vocais que mesclam comicidade e autenticidade.

As adições de Danielle Brooks, Maria Bakalova e Natasha Lyonne ampliam o repertório emocional da história. Bakalova, por exemplo, adiciona uma doçura agridoce à sua personagem, contrastando com a energia explosiva da personagem de Lyonne. Já Danielle Brooks traz uma força calma que funciona como âncora em momentos de conflito. O resultado é um elenco coeso, onde cada voz acrescenta nuance sem competir por atenção.

Trilha sonora e montagem: ritmo em sintonia

A trilha sonora de Daniel Pemberton — também responsável pelo primeiro filme — retorna como um elemento narrativo crucial. O compositor consegue traduzir em música a dualidade entre ação e leveza que define o universo da franquia. São faixas que remetem tanto a filmes de espionagem quanto a desenhos animados modernos, sempre pontuando a ação com precisão e ajudando a criar a atmosfera estilizada que é marca registrada da série.

A montagem segue o ritmo ditado pela trilha. A direção não tem medo de apostar em transições ousadas, cortes rápidos e movimentos de câmera animados que dão vida às sequências mais agitadas. E mesmo nos momentos mais calmos, a animação mantém uma expressividade notável, reforçada pela dublagem e pelo detalhamento nas expressões faciais dos personagens.

Uma sequência que acerta por saber quem é

A animação pode não ambicionar prêmios ou quebrar recordes, mas é exatamente essa sua força. Em vez de tentar reinventar a roda, a DreamWorks opta por polir a fórmula que deu certo — e faz isso com esmero. A continuação entrega uma animação estilosa, ritmada, espirituosa e tecnicamente impecável, que respeita seu público e mantém acesa a chama de um universo que ainda tem muito a oferecer.

Num mercado onde sequências animadas frequentemente soam genéricas ou desnecessárias, Os Caras Malvados 2 prova que é possível sim dar continuidade a uma história com inteligência, criatividade e charme. O resultado é um filme que diverte crianças e adultos, sem perder sua alma ou diluir seu impacto.

E talvez seja isso o mais importante: ao final da sessão, saímos do cinema com a certeza de que, mesmo sendo “caras malvados”, esses personagens conquistaram de vez o coração do público — e isso, convenhamos, é um baita feito para qualquer franquia.

Superman já tem data oficial para chegar ao streaming no Brasil — veja onde assistir ao novo épico da DC!

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Atualmente nos cartaz das telonas levando uma nova abordagem para o herói mais icônico da cultura pop, Superman já tem data marcada para chegar ao streaming no Brasil. A partir do dia 26 de agosto, os fãs poderão conferir em casa a superestreia que marcou o início de uma nova era para o universo cinematográfico da DC.

Disponível nas principais plataformas de aluguel digital — como Apple TV, Prime Video, Google Play e Claro TV+ — o longa chega com força total, após um desempenho estável nas bilheterias e uma recepção positiva da crítica. Nos Estados Unidos, o lançamento digital rola um pouco antes: 15 de agosto, com exclusividade inicial no Prime Video. As informações são do O Vício.

Mas o que torna essa versão do Superman tão especial? A resposta vai muito além dos efeitos visuais ou da clássica capa vermelha. Estamos falando de um novo ponto de partida, um reboot com alma, cérebro e coração — e que coloca o herói mais uma vez no centro da conversa cultural.

Um novo começo: James Gunn assume o leme

O filme marca o primeiro capítulo do novo DCU (DC Universe), agora sob o comando de James e Peter Safran, os chefes do recém-criado DC Studios. E, se depender da dupla, o caos do antigo universo compartilhado da DC fica definitivamente para trás. Gunn não só dirige como também assina o roteiro, inspirado nos quadrinhos de All-Star Superman, de Grant Morrison e Frank Quitely — uma das versões mais reverenciadas do herói nos últimos anos. O resultado é uma história que honra o passado, mas dialoga com o presente de forma inteligente e emocional.

Trama política, dilemas morais e um Superman mais humano

Diferente das abordagens anteriores mais sombrias ou distantes, Superman (2025) traz um Clark Kent mais próximo do público. Interpretado por David Corenswet, o personagem já atua como Superman há três anos quando a trama começa — e vive o desafio de equilibrar a identidade secreta de repórter em Metrópolis com a responsabilidade de ser um símbolo de esperança no mundo.

Mas essa esperança é colocada à prova. Envolvido em um conflito geopolítico entre os fictícios Borávia e Jarhanpur, Superman acaba caindo numa armadilha criada por ninguém menos que Lex Luthor — agora vivido por Nicholas Hoult em uma performance sutil, cínica e ameaçadora.

A grande virada vem quando Luthor utiliza um clone sinistro, o Ultraman, para manchar a reputação do herói. De salvador da Terra, Clark se torna o alvo número um da opinião pública — e isso abre espaço para um arco de reconstrução, dúvidas, queda e renascimento.

Krypto, Liga da Justiça e novos aliados

Se você achou que ia assistir mais do mesmo, é aí que o filme começa a subverter expectativas. Clark não está sozinho: mesmo isolado em uma dimensão artificial, ele conta com o apoio inesperado do seu fiel escudeiro de quatro patas, Krypto, o Supercão, que brilha em momentos de emoção e leveza.

O roteiro ainda introduz novos rostos do universo DC que têm tudo para crescer nos próximos filmes: a destemida Mulher-Gavião (Isabela Merced), o enigmático Metamorfo (Anthony Carrigan), o genial Senhor Incrível (Edi Gathegi) e o irreverente Lanterna Verde Guy Gardner, vivido por Nathan Fillion em um tom debochado que pode dividir opiniões — mas rouba a cena.

Vale a pena?

Vale. Mesmo que você não seja fã de quadrinhos ou tenha se cansado dos blockbusters de super-heróis, o longa-metragem entrega algo raro: coração verdadeiro. Não é um filme só sobre poderes — é sobre identidade, pertencimento, esperança e coragem. Se James continuar nesse caminho, pode ser que a DC finalmente tenha encontrado sua fórmula — que, ironicamente, é menos sobre explosões e mais sobre humanidade.

Quando O Brutalista chega ao streaming? Conheça o filme que consagrou Adrien Brody como grande vencedor do Oscar!

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Imagine um filme que não apenas conta uma história, mas esculpe emoções em concreto. Um drama que transita entre os escombros do passado e os traços brutos de um novo mundo. Assim é O Brutalista, o elogiado longa estrelado por Adrien Brody, que finalmente chega ao Brasil no dia 22 de agosto, diretamente no catálogo do Prime Video — sem custo adicional para os assinantes. As informações são do Rolling Stone.

Aclamado pela crítica, premiado nas maiores cerimônias de cinema do mundo e celebrado como uma das obras mais impactantes dos últimos anos, o filme é muito mais que uma experiência visual: é um mergulho profundo na alma de um homem que tenta reconstruir não apenas cidades, mas a própria vida.

Um protagonista em ruínas — e reconstrução

No centro da trama está László Toth, um arquiteto judeu-húngaro que sobreviveu ao Holocausto. Carregando cicatrizes visíveis e invisíveis, ele deixa para trás um continente marcado por horrores e imigra para os Estados Unidos com a esperança de começar de novo. Mas, como tantas outras histórias de recomeço, a dele é marcada por barreiras — culturais, emocionais e estruturais.

Interpretado com rara sensibilidade por Adrien Brody — que levou o Oscar de Melhor Ator por esse papel —, László é um homem calado, introspectivo, que vê na arquitetura não apenas uma profissão, mas uma linguagem para expressar tudo aquilo que não consegue dizer em palavras. Sua busca pelo “sonho americano” é menos sobre glória e mais sobre encontrar um lugar onde possa existir sem precisar apagar quem foi.

Qual é o significado do título?

O título do filme não é por acaso. “O Brutalista” faz referência ao movimento arquitetônico do brutalismo, conhecido pelo uso de concreto aparente, estruturas pesadas e formas geométricas rígidas. Um estilo que, à primeira vista, pode parecer duro, impessoal. Mas que, no contexto do filme, ganha outra camada: a de uma arquitetura emocional.

A dureza da forma espelha a dureza da vida. As estruturas frias e cinzentas não escondem imperfeições — ao contrário, as revelam. São como László: marcadas, resistentes, honestas.

Uma produção que respira cinema de verdade

Sob a direção de Brady Corbet, que também assina o roteiro ao lado de Mona Fastvold, “O Brutalista” é um exemplo raro de cinema autoral em larga escala. Filmado no formato clássico VistaVision — pouco utilizado hoje em dia —, o longa impressiona por seu visual imersivo e sua fotografia minuciosa, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Fotografia.

O elenco é um show à parte: Felicity Jones, Guy Pearce, Joe Alwyn, Raffey Cassidy, Stacy Martin, Emma Laird, Isaach de Bankolé e Alessandro Nivola formam um conjunto poderoso que dá vida a personagens que cruzam a trajetória de László, influenciando-o de formas sutis e, às vezes, devastadoras.

A trilha sonora, vencedora do Oscar de Melhor Trilha Original, mistura o industrial com o clássico, o melancólico com o épico. Cada nota parece dialogar com os ambientes frios e grandiosos do brutalismo, amplificando a solidão do protagonista e suas pequenas vitórias silenciosas.

Um caminho do anonimato à consagração

A jornada do filme foi, curiosamente, semelhante à do personagem principal: discreta, determinada e, no fim, gloriosa. “O Brutalista” teve sua estreia no prestigiado Festival de Veneza, em setembro de 2024, onde Corbet venceu o Leão de Prata de Melhor Direção.

Nos Estados Unidos, começou tímido, em poucas salas, arrecadando pouco mais de US$ 266 mil no fim de semana de estreia. Mas a força do boca a boca, as críticas entusiasmadas e o peso das premiações fizeram o longa crescer aos poucos. Em poucas semanas, já estava presente em mais de mil salas e ultrapassava os US$ 50 milhões de bilheteria mundial, com um custo de produção modesto: US$ 9,6 milhões.

Além das 10 indicações ao Oscar, o filme venceu em três categorias importantes e ainda conquistou três Globos de Ouro, incluindo Melhor Filme – Drama. O American Film Institute o incluiu na lista dos 10 melhores filmes do ano.

Duração longa, impacto ainda maior

O filme tem 215 minutos de duração — sim, são 3 horas e 35 minutos. Em exibições nas telonas dos cinemas, o longa foi dividido em duas partes com um intervalo de 15 minutos. No streaming, esse intervalo é simbólico, reduzido a cerca de um minuto, o que permite uma maratona contínua, caso você deseje (e consiga) encarar essa jornada emocional de uma vez só.

Mas não se assuste com o tempo. O filme não desperdiça um minuto sequer. Cada cena constrói, demole e reconstrói sensações, como um arquiteto que esboça, destrói e redesenha a mesma estrutura até que ela revele algo verdadeiro.

Por que você deveria assistir?

Porque “O Brutalista” é cinema feito com alma. Não é só uma história sobre um arquiteto; é sobre a busca de qualquer um que já precisou reconstruir sua vida após uma tragédia. É sobre lidar com o silêncio do luto, com a estranheza de um novo começo, com a rigidez do mundo e com a esperança de moldá-lo — nem que seja um pouquinho — ao nosso jeito de existir.


O Telefone Preto 2 | Tudo o que sabemos sobre a sequência sombria que promete expandir o universo de terror estrelado por Mason Thames

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A escuridão ainda ecoa. Depois do sucesso inesperado do primeiro filme, lançado em 2021, a Universal Pictures decidiu retornar ao porão abafado onde a tensão e o sobrenatural andam lado a lado. A sequência, intitulada O Telefone Preto 2, tem estreia marcada para o dia 17 de outubro de 2025, e promete ser mais do que uma simples continuação — está sendo anunciada como o início de uma nova franquia de terror. Mas o que sabemos até agora sobre essa volta ao universo perturbador criado por Joe Hill?

De conto a franquia: a origem do terror

O primeiro filme nasceu da mente criativa de Joe Hill, filho do mestre do horror Stephen King. A história curta, lançada em 2004, foi adaptada para o cinema pelo diretor Scott Derrickson, conhecido por filmes como O Exorcismo de Emily Rose (2005) e Doutor Estranho (2016). Com roteiro coescrito por C. Robert Cargill, o filme se destacou pelo clima opressor e uma tensão crescente, misturando violência realista e elementos sobrenaturais com uma delicadeza rara no gênero.

Na trama original, acompanhamos Finney, um garoto sequestrado por um misterioso assassino conhecido como O Agarrador. Trancado em um porão à prova de som, Finney encontra sua única chance de escapar em um telefone preto desconectado da parede — por onde ele começa a se comunicar com as almas das vítimas anteriores do serial killer.

A combinação entre o terror psicológico, o simbolismo do telefone e as atuações intensas fizeram do longa um sucesso tanto de crítica quanto de público. Com orçamento modesto, o filme arrecadou mais de US$ 161 milhões nas bilheteiras mundiais, se tornando uma das grandes surpresas do terror nos últimos anos.

Uma sequência que ninguém esperava — e agora todos querem

Mesmo com o final do primeiro filme sugerindo um encerramento sólido para a jornada de Finney, o próprio Joe Hill não descartou a possibilidade de expandir esse universo sombrio. Segundo Scott Derrickson, o autor apresentou uma “ideia maravilhosa” para uma sequência — e a recepção calorosa do público serviu como combustível para que esse plano saísse do papel.

Agora, O Telefone Preto 2 vem sendo trabalhado como algo ainda maior. Não apenas uma continuação, mas uma porta de entrada para um universo narrativo mais amplo, algo nos moldes de franquias como Invocação do Mal ou Atividade Paranormal. Mas ao contrário dessas sagas, a aposta aqui é no horror psicológico com atmosfera sufocante, quase teatral, onde os personagens precisam lidar tanto com monstros reais quanto com os próprios traumas.

O elenco retorna — e ganha reforços

Um dos grandes trunfos do primeiro filme foi o elenco. Felizmente, os principais nomes estão de volta.

Mason Thames retorna ao papel de Finney, o jovem protagonista que sobreviveu a um dos piores horrores imagináveis. O ator, que desde então tem se destacado em produções como For All Mankind (Apple TV+), carrega agora o peso de aprofundar um personagem marcado por perdas e cicatrizes invisíveis.

Ao seu lado, está novamente Madeleine McGraw, que vive Gwen, a irmã sensitiva de Finney. A jovem atriz, também conhecida por seu trabalho em Outcast e Toy Story 4 (voz de Bonnie), foi uma das grandes revelações do primeiro longa — equilibrando carisma, inocência e intensidade emocional em uma atuação memorável.

O sempre versátil Ethan Hawke também está confirmado, reprisando o perturbador papel do vilão conhecido como O Agarrador. Hawke, que raramente se aventura por vilões tão extremos, entregou uma performance impactante e desconcertante, usando gestos sutis, mudanças de tom e, claro, as icônicas máscaras criadas por Tom Savini para dar vida ao assassino.

Jeremy Davies, no papel do problemático pai de Finney e Gwen, também retorna. Com passagens por séries como Lost e Justified, Davies oferece sempre um tom emocionalmente denso, o que deve se intensificar ainda mais agora que seu personagem carrega a culpa por não ter protegido os filhos.

Outra presença confirmada é Miguel Cazarez Mora, que viveu Robin, o espírito de uma das vítimas do Agarrador. Sua atuação como um tipo de mentor espiritual para Finney foi um dos elementos mais tocantes do primeiro filme.

A grande novidade no elenco é o premiado ator Demián Bichir, indicado ao Oscar por Uma Vida Melhor (2011). Ainda não há detalhes sobre seu personagem, mas sua entrada no universo do terror psicológico já está gerando grande expectativa entre os fãs do gênero.

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Nos bastidores

A sequência mantém Scott Derrickson na direção, além de contar novamente com C. Robert Cargill no roteiro e produção. A dupla, que também colaborou em A Entidade (2012), é conhecida por seu domínio da construção de tensão e da ambientação sombria. A produção executiva ainda conta com Jason Blum, nome por trás da Blumhouse Productions, responsável por reviver o terror moderno com hits como Corra! e Fragmentado.

As filmagens começaram em novembro de 2024, em Toronto, sob o título de produção Mysterium. A expectativa é de que as gravações se encerrem em janeiro de 2025, mantendo um cronograma apertado, mas promissor. Até o momento, detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo absoluto — uma estratégia comum em franquias que apostam no impacto das revelações.

O que esperar de O Telefone Preto 2?

Embora ainda não haja uma sinopse oficial, especulações indicam que o novo filme pode expandir o universo espiritual criado no primeiro longa. Será que outras crianças também conseguiram se comunicar com o além? Quem são as vozes que atendem do outro lado da linha? O retorno do Agarrador também levanta uma pergunta crucial: estamos lidando com uma nova manifestação sobrenatural ou há mais por trás da figura desse vilão do que imaginávamos?

Outro ponto que desperta curiosidade é o papel de Gwen. Sua mediunidade será aprofundada? Teremos um novo tipo de antagonista? A presença de Demián Bichir no elenco pode indicar a introdução de figuras com conhecimento paranormal — como investigadores, médiuns ou até novos assassinos.

Além disso, o visual icônico das máscaras — que já são quase um símbolo da franquia — deve voltar com novas variações. Joe Hill chegou a mencionar que elas foram parte da inspiração para construir uma sequência, o que sugere que elas podem ter até um significado mais profundo do que o inicialmente mostrado.

Caminho para o futuro

A estratégia de transformar a história em franquia não é acidental. Em tempos em que o terror se consolida como um dos gêneros mais lucrativos e artisticamente férteis do cinema, a Universal aposta em expandir esse universo com histórias que se comunicam, mas que também podem caminhar por si só. Se bem-sucedido, a sequência pode abrir espaço para prequels, spin-offs e outras histórias ambientadas no mesmo universo, explorando temas como mediunidade, violência doméstica, luto e redenção — sempre com o terror como pano de fundo.

Quando chega aos cinemas Invocação do Mal 4: O Último Ritual? Saiba tudo sobre o encerramento da saga dos Warren

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Os fãs do terror já podem se preparar: a tão esperada continuação da saga dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren está chegando às telonas brasileiras no dia 4 de setembro de 2025 — um dia antes da estreia nos Estados Unidos. Intitulado Invocação do Mal 4: O Último Ritual, este capítulo promete encerrar com força total a jornada do casal mais famoso do cinema assustador.

O que aguardar desse último capítulo?

Depois de três filmes que conquistaram o público ao redor do mundo com histórias baseadas nos relatos reais dos Warrens, essa nova produção chega com o compromisso de elevar ainda mais o suspense, a tensão e as aparições sobrenaturais. Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam para viver Ed e Lorraine Warren, trazendo toda a humanidade e emoção que já conquistaram os fãs. A química entre os atores e a mistura do terror clássico com dramas pessoais é o que mantém a franquia viva e relevante.

Além deles, o elenco traz nomes como Mia Tomlinson, que interpreta Judy Warren — a filha do casal, cuja presença adiciona uma camada nova e interessante à trama. Ben Hardy também aparece como Tony Spera, namorado de Judy, prometendo dinamizar as relações familiares e o drama da história. Com Steve Coulter no papel do Padre Gordon e outros atores de peso, o filme aposta numa equipe sólida para criar uma atmosfera ainda mais envolvente e aterrorizante.

Quem são os Warrens?

Para quem não conhece bem a história por trás da franquia, Ed e Lorraine Warren foram um casal real que se tornou referência em investigações paranormais. Eles trabalharam em casos famosos, como o do Amityville — que inspirou dezenas de filmes e documentários — e em muitos outros fenômenos ligados a possessões, exorcismos e aparições. Seus relatos foram a base para a criação do universo de “Invocação do Mal”, que mistura ficção e fatos reais para provocar medo e reflexão. Desde o lançamento do primeiro filme, em 2013, a série se transformou em um sucesso internacional, combinando sustos bem construídos, histórias emocionantes e uma mitologia que cresceu ao longo dos anos. Spin-offs como “Annabelle” e “A Freira” expandiram ainda mais esse universo, dando novas cores e detalhes à trama dos Warrens.

Por dentro da produção

O diretor Michael Chaves, que comandou o terceiro filme, volta para essa despedida da série. Em entrevistas, ele já adiantou que o roteiro traz um desfecho marcante, que une emoção e terror numa mistura que promete agradar aos fãs mais fiéis. Os produtores James Wan e Peter Safran, que desde o começo vêm garantindo a identidade da franquia, retornam para supervisionar a qualidade do projeto. James Wan, especialmente, é um nome que dispensa apresentações no gênero, sendo o criador do primeiro “Invocação do Mal” e dos spin-offs. O roteiro, escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick com revisões de Ian Goldberg e Richard Naing, traz uma narrativa consistente e carregada de tensão, buscando fechar todas as pontas soltas e aprofundar os personagens sem perder o ritmo do suspense.

Foto: Reprodução/ Internet

Cenário, filmagens e trilha sonora

As filmagens começaram no final de 2024, em Londres, cenário escolhido para dar uma nova textura visual ao filme. A ambientação europeia adiciona um clima mais sombrio e clássico, que casa perfeitamente com a atmosfera assustadora da história. Na trilha sonora, houve uma novidade: Benjamin Wallfisch assume a composição musical, substituindo Joseph Bishara, que marcou presença nas trilhas anteriores da franquia. Wallfisch é conhecido por criar atmosferas sonoras intensas e cheias de suspense, o que deve ajudar a elevar ainda mais o impacto emocional e aterrorizante do filme.

Os personagens que você vai ver

O elenco principal retorna com Vera Farmiga, conhecida por sua atuação intensa como Lorraine Warren e Patrick Wilson, que vive Ed Warren desde o começo da série (presente também em todos os filmes anteriores). Além deles, Mia Tomlinson assume o papel de Judy Warren, a filha do casal, trazendo uma nova dinâmica familiar para a trama — sua personagem começa a ganhar mais destaque nesta sequência. Ben Hardy interpreta Tony Spera, namorado de Judy, adicionando tensão e emoção ao enredo. Steve Coulter retorna como Padre Gordon (que apareceu em “Invocação do Mal 3: A Ordem do Diabo” de 2021), junto com outros nomes que prometem enriquecer a narrativa e intensificar o clima de mistério e suspense.

O que dizem os atores e a equipe

Vera Farmiga fala sobre seu papel com entusiasmo, destacando a oportunidade de explorar o lado mais sombrio e emocional do terror, enquanto Patrick Wilson reforça o desafio e a satisfação de dar vida a um homem que enfrenta forças que a ciência ainda não explica — e que faz tudo isso pelo amor à família. Michael Chaves ressalta que o filme não é só sobre assustar, mas também sobre fechar com chave de ouro a história desses personagens tão queridos, conectando tudo o que veio antes e dando um final à altura para os fãs.

Por que essa franquia faz tanto sucesso?

Invocação do Mal conquistou seu espaço ao misturar elementos tradicionais do terror com histórias inspiradas na vida real, o que aumenta o sentimento de veracidade e deixa o público mais envolvido — e, claro, mais assustado. Além disso, a franquia conseguiu construir um universo compartilhado, com spin-offs e histórias paralelas, algo raro no gênero de terror, que geralmente foca em narrativas isoladas. Isso amplia o interesse do público, cria conexões entre os filmes e mantém a saga viva e pulsante.

No Programa Silvio Santos de domingo (03/08), Patrícia Abravanel recebe Alexandre Pires, homenageia o grupo Raça Negra e lança nova estrela

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o público de todo o Brasil tem um encontro marcado com a tradição, a música e a emoção em mais uma edição especial do “Programa Silvio Santos”. Sob o comando de Patrícia Abravanel, que vem ganhando cada vez mais espaço e desenvoltura no palco herdado do pai, a atração promete uma noite recheada de surpresas, homenagens e momentos que celebram a música popular brasileira em suas mais diversas formas. As informações são do O Planeta TV.

Desde a estreia do comando de Patricia, o programa tem passado por uma revitalização sutil, mas consistente, que mantém a essência que consagrou o formato, mas também imprime uma nova identidade, feita para um público mais jovem, sem perder o charme das gerações que acompanham o “Programa Silvio Santos” há décadas.

Alexandre Pires

Um dos grandes nomes confirmados para esta edição é o cantor Alexandre Pires, que retorna ao palco da atração para uma participação especial, trazendo sua voz única e um repertório que faz todo mundo cantar junto. Para quem cresceu nos anos 1990 e início dos anos 2000, o nome Alexandre Pires é sinônimo de sucesso, ritmo e emoção.

O cantor ficou mundialmente conhecido à frente do grupo Só Pra Contrariar (SPC), uma das maiores bandas de pagode da história do Brasil, responsável por clássicos que marcaram época e até hoje embalam festas, rádios e playlists. Músicas como “Depois do Prazer”, “Que Se Chama Amor” e “Mineirinho” são verdadeiros hinos para diferentes gerações, e nesta edição do programa, o público terá a oportunidade de reviver esses momentos com uma apresentação ao vivo, repleta de energia e emoção.

Além dos grandes sucessos que marcaram sua carreira com o SPC, Alexandre também aproveita a ocasião para apresentar novidades de sua trajetória solo, como a música “Beijo de Outro Ângulo”, parceria recente com o cantor sertanejo Murilo Huff. Essa mistura de estilos reforça a versatilidade do artista, que transita com naturalidade entre o samba, o pagode, o pop e o sertanejo, conquistando fãs de diferentes públicos.

Entre uma música e outra, Alexandre Pires participará dos quadros do programa, que são a marca registrada do “Silvio Santos”. Com muito bom humor e carisma, ele interage com Patricia Abravanel, contando histórias de bastidores, desafios da carreira e momentos curiosos que viveu ao longo dos anos. Essa troca descontraída faz parte do charme do programa e aproxima o artista do público, criando uma atmosfera intimista e divertida.

Raça Negra: a história de um ícone da música brasileira em homenagem emocionante

Outro ponto alto da edição será a homenagem ao grupo Raça Negra, um dos nomes mais respeitados e queridos da música popular brasileira. Com quase 40 anos de carreira, a banda tem uma trajetória marcada por sucessos incontestáveis e uma legião de fãs fiéis espalhados por todo o país.

Formado na década de 1980, o Raça Negra é reconhecido por ter popularizado o pagode romântico, com canções que falam diretamente ao coração e que se tornaram trilhas sonoras de histórias de amor, festas e encontros familiares. Hits como “Cheia de Manias”, “Cigana” e “É Tarde Demais” atravessam décadas e continuam em alta, seja nas rádios, nas plataformas digitais ou nas apresentações ao vivo.

A homenagem no programa promete ser uma celebração da carreira e do legado do grupo, com uma retrospectiva que inclui imagens raras, depoimentos emocionados dos integrantes e convidados especiais, além de manifestações dos fãs. A produção preparou ainda surpresas ao vivo, que certamente vão comover a plateia e quem assiste de casa.

Não Erre a Letra

Para os fãs dos quadros tradicionais do programa, uma novidade que promete divertir é a estreia do influenciador e cantor André Marinho no quadro “Não Erre a Letra”. Ex-integrante do grupo pop Br’oz, André traz seu carisma e talento para um desafio que mistura música, memória e bom humor.

O quadro “Não Erre a Letra” é conhecido por colocar artistas e convidados à prova para que eles cantem músicas populares, mas com letras embaralhadas, desafiando o conhecimento e a rapidez de raciocínio dos participantes. É um momento que sempre gera risadas, momentos espontâneos e muita interação com a plateia.

André, que hoje atua também como influenciador digital, promete trazer uma energia nova e leve para o quadro, encantando o público com sua simpatia e capacidade de improvisação. A participação dele traz ainda uma conexão especial para quem acompanha a música pop brasileira dos anos 2000, pois o Br’oz marcou época com seus hits e impacto na cultura jovem daquela época.

Patricia Abravanel: construindo seu espaço com carisma e naturalidade

Desde que assumiu o comando do programa, a filha de Silvio Santos vem mostrando sua habilidade natural para conduzir a atração sem perder a leveza, o humor e a emoção que são marcas registradas da atração. Mais do que herdeira do nome e do legado, a apresentadora tem conquistado o público com sua espontaneidade, carisma e capacidade de lidar com diferentes momentos, do humor descontraído às homenagens emocionantes.

Patricia conversa com o público e os convidados de um jeito simples e direto, como se estivesse falando com amigos em casa, o que deixa o clima do programa sempre leve e acolhedor — uma das maiores qualidades do “Programa Silvio Santos”. E, ao mesmo tempo, ela dá sua cara ao programa, mostrando que está no comando com segurança e que o legado está em boas mãos para continuar conquistando gerações.

Domingão com Huck de hoje (03/08) revela elenco da Dança dos Famosos e homenageia Taís Araújo no Linha do Tempo

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Foto: Reprodução/ Internets

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o Domingão com Huck marca a estreia oficial da nova temporada da Dança dos Famosos 2025, em um programa recheado de reencontros, emoção e celebração da arte. Taís Araújo será a grande homenageada do quadro Linha do Tempo.

A temporada 2025 da Dança dos Famosos começa com a promessa de manter o alto nível de entretenimento e emoção que consagrou o quadro ao longo dos anos. No palco do Domingão com Huck, os 16 novos competidores serão apresentados ao público neste domingo (4), ao lado de seus professores. A cerimônia de revelação do elenco ocorre ao vivo, com direito a torcida, música e clima de festa.

Nas redes sociais, os primeiros nomes já foram confirmados: a cantora Wanessa Camargo e o influenciador Álvaro, que agora enfrentam o desafio de mostrar talento e resistência também na pista de dança. Outros nomes serão divulgados durante a transmissão, o que aumenta a expectativa dos fãs.

Além dos novos participantes, a atração também celebra o legado da competição. Estarão presentes no palco artistas que marcaram edições anteriores, como Gil do Vigor, Rafa Kalimann, Xande de Pilares, Carla Diaz, Lucy Alves, Thalita Morete, Lexa, Barbara Reis, Juliano Floss, MC Daniel, Samuel de Assis e Klara Castanho. O reencontro entre gerações promete uma das aberturas mais emocionantes dos últimos anos.

Campeãs recentes do reality também retornam ao palco: Tati Machado (vencedora de 2024), Priscila Fantin (2023) e Vitória Strada (2022) participarão da apresentação especial. A ideia é inspirar os novos competidores com histórias de superação, dedicação e conexão com o público.

Linha do Tempo homenageia Taís Araújo

A atriz Taís Araújo será a grande homenageada deste domingo no quadro Linha do Tempo, que revisita momentos marcantes da trajetória de personalidades brasileiras. Em cartaz atualmente na reprise de Vale Tudo como Raquel, e com mais de 30 anos de carreira, Taís fará uma viagem por suas conquistas pessoais e profissionais, desde os primeiros papéis na infância até se consolidar como uma das principais atrizes do país.

Imagens de arquivo, depoimentos de colegas de trabalho e familiares, e momentos marcantes da TV e do cinema irão compor a homenagem. Mais do que uma retrospectiva, o Linha do Tempo com Taís Araújo será um tributo à representatividade, ao talento e à força de uma artista que atravessa gerações.

Pequenos Gênios: talento que impressiona

O programa ainda exibe mais uma rodada do Pequenos Gênios, quadro que reúne crianças com altas habilidades cognitivas em desafios de memória, lógica e raciocínio. Em um país onde a educação é um tema sensível, o sucesso do quadro evidencia o interesse do público por histórias de jovens talentos que impressionam tanto pela inteligência quanto pelo carisma.

Tragédia do voo Voepass 2283: Domingo Espetacular de hoje (03/08) traz registros exclusivos e investigações inéditas

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Foto: Reprodução/ Internet

Às 13h22 do dia 9 de agosto de 2024, o céu azul de um bairro tranquilo foi rompido por um som surdo, seco e definitivo. Em segundos, o que era silêncio virou caos. O avião da Voepass Linhas Aéreas, que seguia de Cascavel (PR) para São Paulo, caiu em parafuso sobre o condomínio Recanto Florido, levando consigo 62 vidas — entre elas médicos, professores, crianças, famílias inteiras.

Nesta semana em que a tragédia completa um ano, o Domingo Espetacular, da Record TV, apresenta uma reportagem especial que não se limita a rever o desastre. O programa mergulha fundo nas histórias humanas que ficaram enterradas sob os escombros, nas dúvidas que ainda pairam sobre a causa do acidente e nas dores que seguem vivas, dia após dia, para quem ficou. As informações são da Record TV.

O voo que não voltou

O ATR-72, matrícula PS-VPB, parecia mais uma aeronave rotineira da malha regional brasileira. O embarque, no aeroporto de Cascavel, começou por volta das 11h30. Passageiros com destino a reuniões, consultas médicas, eventos acadêmicos e reencontros familiares tomavam seus lugares. Nada anunciava o desfecho.

Mas 1 hora e 24 minutos depois da decolagem, o avião caiu em queda vertical. Especialistas chamam de “parafuso chato” — uma perda total de controle que faz a aeronave girar sobre si mesma até o impacto.

Testemunhas viram o avião em espiral no céu. Moradores ouviram o som da turbina cessando repentinamente antes do impacto, seguido de uma explosão. O que restou foi uma cratera, destroços carbonizados e uma dor que se espalhou por todo o país.

“Eu vi meu filho embarcar. Nunca pensei que seria a última vez”

No especial, o Domingo Espetacular traz relatos inéditos de familiares que, até hoje, tentam reconstruir suas rotinas em meio à ausência. A professora aposentada Ivone Bernardes, mãe de Gustavo, um dos oncologistas que embarcaram para um congresso em São Paulo, segura uma foto do filho durante a entrevista.

“Ele era meu único filho. O sonho dele era salvar vidas. E a vida dele foi levada por algo que ninguém explica direito até hoje.”

Na sala da casa dela, os quadros continuam nos mesmos lugares. A xícara do café, o porta-retratos, o jaleco no armário. Tudo ali. O tempo não passou. Ele apenas parou.

Imagens que congelam o tempo

O especial também revela vídeos feitos por passageiros minutos antes da decolagem. Um menino de quatro anos ri ao lado da irmã, segurando um ursinho de pelúcia. Um grupo de médicos tira uma selfie. Um casal celebra o aniversário de casamento. Momentos banais, íntimos e preciosos — que hoje se tornaram relíquias.

As imagens inéditas, obtidas com exclusividade pelo programa, são um soco no estômago e uma lembrança cruel de que por trás de estatísticas há sempre histórias, laços, afetos. Gente.

O que aconteceu com a aeronave?

Embora o relatório final do CENIPA ainda não tenha sido publicado, o que se sabe é que a queda foi repentina e catastrófica. Investigações iniciais apontaram para possível acúmulo de gelo nas asas, um problema conhecido na aviação com esse tipo de aeronave — o ATR-72. Mas o que preocupa especialistas é que alertas sobre manutenção precária e procedimentos operacionais inseguros já vinham sendo feitos nos bastidores da empresa.

Um ano depois, e ainda sem respostas

O avião caiu em agosto de 2024. Estamos em agosto de 2025. E o Brasil ainda não conhece o laudo final das causas do acidente. A Força Aérea Brasileira prometeu concluir os trabalhos até o fim do ano, mas para as famílias, o atraso é doloroso.

A Comissão Externa da Câmara dos Deputados, criada para acompanhar o caso, realizou apenas duas audiências públicas em um ano. Nenhum representante da Voepass prestou depoimento formal. O Ministério Público Federal abriu procedimento investigativo, mas os avanços são lentos.

Enquanto isso, a empresa continua operando voos — inclusive na mesma rota de Cascavel para São Paulo.

Quando e que horas vai passar?

A matéria completa vai ao ar neste domingo, 3 de agosto, às 20h30, na Record TV. A reportagem mergulha na dimensão mais profunda da tragédia: a humana. Porque um acidente não termina quando as sirenes param. Ele continua — nas vidas de quem ficou.

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