Gravações de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” indicam ambientação em Nova York, apesar das filmagens na Escócia

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Foto: Reprodução/ Internet

Ele está de volta. Ele nunca foi embora. Ele continua sozinho, pendurado entre os arranha-céus e carregando o peso do mundo nos ombros. Mas agora, ele tem um novo dia pela frente. E, acredite: os fãs também.

O nome é Spider-Man: Brand New Day — em português, Homem-Aranha: Um Novo Dia — e as primeiras imagens do set de filmagens já começaram a causar alvoroço na internet. As cenas estão sendo rodadas em Glasgow, na Escócia, mas, ao que tudo indica, a ação continua situada no coração de Nova York. Ou seja: a Marvel está apostando no bom e velho disfarce cinematográfico para nos levar de volta ao lar do teioso, mesmo que os quarteirões tenham sotaque britânico.

Mas calma, tem mais do que cenário bonito rolando por trás dessas imagens. Uma placa de construção vista em uma das fotos do set revela um detalhe crucial: um prédio com previsão de conclusão marcada para dezembro de 2027. Isso deu aos fãs um pequeno mapa temporal — o filme se passa, provavelmente, no início de 2027. A Marvel não confirma nada, claro. Mas quando se trata do MCU, até placa de obra vira pista de enredo.

O que esperar de “Um Novo Dia”?

O título já entrega bastante. Quem conhece os quadrinhos da Marvel sabe que “Brand New Day” não é só um nome bonito. É também o arco que, lá no final dos anos 2000, tentou reconfigurar a vida de Peter Parker depois de momentos pesados — leia-se: morte de tia, separação, identidade exposta, caos na vida amorosa e na existência em geral.

No cinema, a vibe é parecida. Após os eventos de Sem Volta Para Casa, Peter está mais só do que nunca. Ninguém lembra quem ele é, ele perdeu os amigos, o amor da sua vida e até o amparo tecnológico dos Vingadores. Está literalmente recomeçando — e esse novo filme vem pra mostrar exatamente esse renascimento silencioso e agridoce.

Pense em um Peter mais pé no chão, menos dependente de gadgets milionários, mais ligado às raízes do Queens. Um herói de alma partida, mas ainda de coração gigante. É a essência do Aranha: cair e levantar. Levar porrada do destino e continuar sorrindo (mesmo que por trás da máscara).

Peter Parker, MJ, Ned… e o Justiceiro (!?)

Sim, Tom Holland volta a vestir o uniforme — com um novo design, mais artesanal, sem as firulas da tecnologia Stark. Ele está envelhecendo junto com o personagem, e isso é ótimo. A fase colegial ficou pra trás, e agora temos um Peter enfrentando a vida real, o aluguel, o anonimato. O amadurecimento está vindo com força.

Zendaya também retorna como MJ, o que já deixa o coração do fandom mais quentinho. A última vez que os vimos juntos, ela já não sabia quem ele era. Será que o novo filme vai explorar o reencontro, ou o distanciamento emocional definitivo? Os roteiristas prometeram emoção — então prepare os lencinhos.

Jacob Batalon também volta como Ned Leeds, e torcemos para que ele tenha mais do que piadinhas a oferecer. Ele já demonstrou talento de sobra para dramas, e essa fase mais melancólica da história pode dar a ele um novo arco.

Agora, a grande bomba: Jon Bernthal, o Justiceiro, está confirmado. E isso muda tudo.

Frank Castle não é só mais um vigilante mascarado. Ele é brutal, vingativo, movido por traumas profundos. A presença dele ao lado (ou contra?) o Homem-Aranha pode transformar o tom do filme. Imagine Peter lidando com dilemas morais enquanto vê Castle resolver tudo no estilo “atira primeiro, pergunta depois”. O contraste entre os dois promete tensão, profundidade e muita discussão sobre o que é justiça num mundo sem regras.

E as surpresas?

Entre os nomes misteriosos do elenco, temos Sadie Sink, de Stranger Things, e Liza Colón-Zayas, de The Bear. Nenhuma das duas teve seus papéis revelados, mas o Twitter já fez o trabalho investigativo de sempre. A teoria favorita? Sadie como Felicia Hardy, a Gata Negra — uma anti-heroína cheia de charme, rivalidade e uma química explosiva com Peter. Seria ousado, seria sexy, seria perfeito.

Já Liza pode estar assumindo o papel de alguma figura materna ou autoridade. Talvez uma nova tia May? Uma chefe no Clarim Diário? Só saberemos mais perto do lançamento. Mas o fato é: o elenco está redondinho, e a química entre eles promete incendiar a tela.

Uma nova direção

Sai Jon Watts, entra Destin Daniel Cretton. E isso não é apenas uma troca de cadeira — é uma mudança de tom.

Cretton foi responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, um dos poucos filmes da fase quatro que conseguiram agradar público e crítica. Ele sabe trabalhar personagens com profundidade emocional, lutas estilosas e narrativa centrada em identidade. Exatamente o que o Homem-Aranha precisa neste momento.

Aliás, este pode ser o filme mais emocionalmente carregado do Aranha desde Homem-Aranha 2, de Sam Raimi. O roteiro continua nas mãos de Chris McKenna e Erik Sommers, dupla já veterana na trilogia anterior. Mas agora, com a direção de Cretton, talvez vejamos menos piadas e mais alma.

Uma Nova York (fingida) para chamar de lar

Pode parecer estranho ver Peter salvando civis e enfrentando bandidos pelas ruas de Glasgow. Mas a cidade escocesa já foi pano de fundo de várias produções de Hollywood por um motivo simples: arquitetura similar a Nova York, custo reduzido e clima perfeito para cenas urbanas.

Com truques de câmera, CGI e um bom trabalho de direção de arte, Glasgow se transforma numa Manhattan convincente. E não deixa de ser curioso: um dos personagens mais nova-iorquinos da cultura pop sendo recriado do outro lado do Atlântico. É o mundo globalizado do cinema em sua melhor forma.

Entre greves e reviravoltas

A produção do filme não foi um mar de rosas. Desde o final de Sem Volta Para Casa, muita coisa mudou. Tom Holland chegou a dizer que não sabia se continuaria no papel. O contrato tinha acabado. A Marvel estava passando por turbulências criativas. E ainda teve a greve dos roteiristas de 2023, que paralisou tudo por meses.

Mas, aos poucos, as peças se ajeitaram. Holland voltou com entusiasmo, desde que pudesse participar criativamente da jornada do personagem. Zendaya também topou retornar, contanto que a história tivesse propósito. A Marvel ouviu. A Sony cedeu. E cá estamos nós: com filmagens em andamento e a estreia marcada para 31 de julho de 2026.

O legado do Aranha (e o futuro da Marvel)

Não é exagero dizer que Peter Parker tem carregado nas costas o coração do MCU. Mesmo depois de tantas fases, multiversos e linhas temporais, é nele que os fãs encontram humanidade, falhas, amor e empatia.

Com Um Novo Dia, a Marvel pode estar sinalizando uma nova abordagem: menos espetáculo, mais história. Menos CGI em excesso, mais alma. E, claro, ainda assim com muita ação, porque estamos falando de um herói que luta contra vilões em pleno topo do Empire State.

E talvez seja esse o segredo do sucesso do Aranha. Não são apenas os vilões, os uniformes ou os efeitos. É o garoto por trás da máscara, tentando fazer o certo mesmo quando tudo dá errado. É o humano num mundo de deuses.

Então, o que vem por aí?

Se você esperava um novo vilão galáctico, talvez precise segurar a empolgação. Se queria mais Doutor Estranho, portais e multiverso… também pode se decepcionar.

Mas se o que você quer é ver Peter Parker enfrentando a vida real, se equilibrando entre o herói que o mundo precisa e o jovem que tenta sobreviver com dignidade, então Um Novo Dia vai entregar exatamente isso.

Vai ter emoção, dilemas morais, batalhas urbanas, reencontros, talvez novos amores, e quem sabe até a semente para a chegada de Miles Morales — um desejo antigo dos fãs e do próprio Tom Holland.

O importante é saber que o Aranha está de volta. E, mais do que nunca, pronto pra viver um novo capítulo. Ou melhor, um novo dia.

Turma da Mônica lança collab com Tupode em edição limitada que une nostalgia e skatewear

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Ela correu atrás do Cebolinha, enfrentou o preconceito, virou símbolo de força e, agora, encara mais um desafio — sobre rodas. A Mônica dos anos 70, com seus traços clássicos e olhar determinado, é a estrela da primeira collab da Tupode, marca brasileira de streetwear que estreia em grande estilo ao lado da MSP Estúdios. A coleção, anunciada nesta semana, traduz o espírito do skate para um lugar onde a infância e a rebeldia conversam com liberdade criativa e verdade emocional.

É a dona da rua de uma geração ganhando fôlego novo — agora empunhando um shape e estampando moletons, camisetas, bonés e jaquetas que equilibram o lúdico com o urbano. “Se fosse para fazer a primeira collab da marca, tinha que ser com algo que realmente conversasse com a nossa essência”, conta Cleverson Maniglia, fundador da Tupode. “Crescemos lendo a Turma da Mônica. Trazer esse universo para o nosso foi natural. A conexão entre os dois mundos — o dos quadrinhos mais brasileiros de todos os tempos e o da cultura skate — nasce da valorização do que é feito com verdade e pertencimento.”

Ícone dos gibis, símbolo das ruas

A escolha da versão vintage da Mônica não foi por acaso. A personagem dos anos 70 representa não só um resgate afetivo, mas também um tempo em que o traço era mais simples e as histórias, carregadas de ingenuidade e resistência. Ao inseri-la nesse novo contexto, a collab reinventa sem apagar o passado. O azul clássico do Sansão, por exemplo, agora aparece como elemento gráfico nos shapes e detalhes das peças — um símbolo que conecta gerações.

“Ver o universo da Turma da Mônica se conectando ao universo da moda urbana e do skate é emocionante”, afirma Marcos Saraiva, diretor executivo da MSP Estúdios. “É mais uma forma de mostrar como nossos personagens atravessam o tempo e continuam inspirando diferentes formas de expressão cultural.”

Peças para vestir com memória

A coleção é feita para andar — mas também para lembrar. São jaquetas jeans utilitárias com cortes retos, moletons encorpados, camisetas com estampas exclusivas, calças baggy e uma linha completa de acessórios, como bonés, gorros, meias e bags. Os shapes de skate, feitos em maple canadense, reforçam o compromisso com qualidade e performance. Tudo com bordados de alta definição e cores que misturam o universo da Turma da Mônica com referências visuais da década de 70.

Onde está disponível?

Os preços vão de R$ 59,90 a R$ 699,90. E a regra é clara: edição limitada, sem reposições. A coleção já está disponível no site oficial da Tupode e em lojas parceiras. E como toda boa história em quadrinhos… essa também pode acabar rápido.

Wicked: Parte 2 deve dominar bilheterias globais com previsão de estreia acima de US$ 200 milhões

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A contagem regressiva chegou ao fim. Estamos em 18 de novembro e faltam apenas dois dias para que Wicked: Parte 2 aterrisse oficialmente nos cinemas brasileiros, em 20 de novembro, enquanto as sessões de pré-estreia acontecem já nesta quarta-feira, 19. E, como se não bastasse o clima de euforia dos fãs, as previsões de bilheteria indicam que a nova produção da Universal deve quebrar recordes logo no primeiro fim de semana.

Segundo dados divulgados pelo Deadline, as estimativas globais apontam para uma arrecadação inicial superior a US$ 200 milhões. O número, que por si só já impressiona, coloca o filme entre os maiores lançamentos do ano e reforça o fenômeno em que a franquia Wicked se transformou após a bem-sucedida primeira parte lançada em 2024.

Um fenômeno global em ascensão

Das projeções totais, cerca de US$ 70 milhões devem vir do mercado internacional, onde o filme estreia simultaneamente em 78 territórios. Essa distribuição robusta amplia o alcance e mantém o interesse aquecido, especialmente após as reações extremamente positivas registradas nas últimas semanas em exibições especiais.

Nos Estados Unidos e no Canadá, as projeções estão ainda mais elevadas. A expectativa é que o filme atinja entre US$ 125 milhões e US$ 150 milhões apenas no mercado norte-americano, exibido em aproximadamente 4.000 salas. Esse número supera de maneira confortável a abertura da Parte 1, que arrecadou US$ 112,5 milhões na América do Norte.

Com tanta atenção internacional e uma base de fãs mais engajada do que nunca, o cenário está preparado para uma estreia histórica.

As primeiras reações empolgaram — e muito

As primeiras impressões que circularam nas redes e na imprensa especializada mostram um consenso incomum: Wicked: Parte 2 é maior, mais emotivo e mais ousado do que sua antecessora. Os críticos destacam que o filme aprofunda os conflitos de poder em Oz, amplia a relação entre as protagonistas e entrega números musicais ainda mais elaborados.

Enquanto a Parte 1 apresentou o universo, a Parte 2 promete expandi-lo com novas nuances políticas, dramáticas e emocionais. Essa combinação de espetáculo e densidade narrativa é um dos grandes impulsionadores da atenção global — e, consequentemente, da bilheteria.

Quem são as estrelas do filme?

Cynthia Erivo (Harriet, Bad Times at the El Royale, Widows) indicada ao Oscar e amplamente reconhecida por seu talento vocal e dramático, lidera a narrativa como Elphaba, em uma performance frequentemente descrita como poderosa e visceral. Sua interpretação explora o lado mais vulnerável e combativo da personagem, o que já está emocionando quem teve acesso antecipado ao filme.

Ao lado dela está Ariana Grande (Victorious, Sam & Cat, Não Olhe Para Cima), que retorna como Glinda. Se na primeira parte o público se surpreendeu com sua entrega dramática, na continuação a atriz e cantora demonstra ainda mais maturidade, transitando entre momentos de leveza, conflito e autodescoberta. A química entre as duas protagonistas é apontada como um dos pilares narrativos do filme.

Entre os demais destaques estão Jonathan Bailey (Bridgerton, Broadchurch) como Fiyero, ganhando um papel mais decisivo no desfecho da história; Michelle Yeoh (Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, A Lenda do Anel dos Dragões, 007 – O Amanhã Nunca Morre) como a imponente Madame Morrible; e Jeff Goldblum (Jurassic Park, Independence Day, A Mosca) como o carismático e manipulador Mágico de Oz. O elenco é complementado por Marissa Bode, Ethan Slater (SpongeBob SquarePants: The Musical), Bowen Yang (Saturday Night Live, Fire Island), Bronwyn James (Harlots) e Keala Settle (O Rei do Show), todos responsáveis por dar vida ao lado mais humano — e às vezes caótico — de Oz.

A Parte 2 também introduz novos personagens, incluindo Aaron Teoh como Averic, Grecia de la Paz como Gilligan, Colin Michael Carmichael (Good Omens, Belfast) como o Professor Nikidik e Adam James (Vigil, Peep Show) como o pai de Galinda. Além disso, a chegada de Dorothy Gale conecta a trama diretamente ao clássico O Mágico de Oz, ampliando ainda mais o alcance da história.

Um mundo mais sombrio — e ainda mais mágico

Sob direção de Jon M. Chu e roteiro de Winnie Holzman, a segunda parte explora camadas mais profundas da política e da moralidade em Oz. Agora reconhecida como a “Bruxa Má do Oeste”, Elphaba se vê no centro de uma disputa que coloca em xeque sua integridade e sua relação com Glinda. É uma história sobre injustiça, poder, amizade e a eterna questão: quem decide quem é o vilão?

O filme também expande visualmente o universo, trazendo cenários inéditos e sequências musicais que prometem ficar marcadas na cultura pop. A expectativa é que algumas canções da primeira parte, que viralizaram no TikTok, encontrem agora sua resposta temática e emocional na nova leva de números musicais.

Pré-estreia no Brasil: expectativa de salas lotadas

Com as sessões de pré-estreia marcadas para 19 de novembro, redes de cinema em todo o país registram alta procura, especialmente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Em muitos locais, horários nobres já apresentam sessões esgotadas — um indicativo claro de que o público brasileiro está tão ansioso quanto o internacional.

“Eita, Lucas!” deste sábado (26/07) desembarca em Governador Valadares com MC Daniel

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Foto: Divulgação/SBT

Não tem tempo ruim quando a energia é boa e o povo é caloroso. E é com essa vibe que o “Eita, Lucas!” segue sua caravana pelos quatro cantos do Brasil, levando alegria, desafios inusitados e histórias emocionantes para a televisão aberta. Neste sábado, 26 de julho de 2025, a Arena do programa estaciona em Governador Valadares, no coração de Minas Gerais, antes de seguir rumo à ensolarada Itabuna, na Bahia. E como já virou marca registrada, o público pode esperar muito mais do que risadas: tem talento, música, superação e, claro, prêmios em dinheiro!

Foto: Divulgação/SBT

Governador Valadares: quando a voz vale 5 mil reais (ou um banho gelado)

Em solo mineiro, o quadro “Chuveiro ou Dinheiro” promete arrancar gargalhadas e aplausos em medidas iguais. A proposta é simples, mas o nervosismo é real: subir ao palco, cantar com garra e tentar convencer o público – e os jurados – de que merece embolsar até 5 mil reais. Mas se desafinar… o castigo vem de cima: um banho de chuveiro na frente da plateia lotada!

“Tem que ter coragem e carisma. Aqui a gente valoriza quem se arrisca, quem coloca o coração na voz, mesmo que desafine um pouquinho”, brinca Lucas Guimarães, apresentador da atração, que se mostra cada vez mais à vontade nesse papel que mistura comunicador, parceiro e incentivador do povo.

E para deixar tudo ainda mais animado, o convidado especial da semana é ninguém menos que MC Daniel. O funkeiro, que tem arrastado multidões por onde passa, chega com o sorriso largo e uma playlist cheia de sucessos. Ele também entra na dança do quadro, ajudando Lucas a decidir quem leva o prêmio e quem vai sair de banho tomado.

“Adoro estar perto do povo. Esse programa tem uma vibe boa demais. É leve, engraçado, mas também tem histórias que tocam a gente”, comentou Daniel, que aproveita para cantar os hits que o consagraram como um dos nomes mais populares do funk atual.

De Minas à Bahia: emoção na estrada com o “Gaga de Itamotinga”

Após a folia mineira, a equipe do “Eita, Lucas!” ruma para o sul da Bahia. Em Itabuna, o público acompanha uma verdadeira jornada de superação e carisma com o quadro “Carona da Sorte”. Nele, Felipe – mais conhecido como “Gaga de Itamotinga” – embarca em uma carona especial com Lucas Guimarães pelas ruas da cidade, enfrentando provas, conversando com moradores e revelando sua história de vida com bom humor e autenticidade.

Felipe se tornou um fenômeno local não só por sua forma divertida de se expressar, mas por sua capacidade de rir de si mesmo e inspirar os outros com leveza e simpatia. Ao lado de Lucas, ele encara o desafio de vencer a inteligência artificial Áurea em uma série de perguntas e missões que testam memória, agilidade e sensibilidade.

O ápice da carona acontece em uma plantação de cacau, cenário típico da região cacaueira baiana. Lá, Felipe precisa cumprir um desafio envolvendo a colheita e o processamento do fruto, valendo até 10 mil reais em prêmios. Entre suor e risadas, o momento rende imagens lindas e uma conexão direta com a cultura local.

Um programa que é cara do Brasil

Mais do que um programa de auditório, “Eita, Lucas!” tem se consolidado como um verdadeiro retrato do Brasil profundo. Com linguagem popular, locações reais e histórias que misturam humor e emoção, o programa busca dar visibilidade a personagens comuns que, de repente, se tornam protagonistas em rede nacional.

Lucas Guimarães, que ficou conhecido nas redes sociais, mostra no palco da televisão que tem carisma e empatia de sobra. Ele escuta, vibra, brinca, abraça e se envolve com cada participante de forma genuína. Não à toa, a atração tem conquistado cada vez mais público e elogios pela abordagem humanizada.

“É muito mais do que um programa de prêmios. A gente quer levar alegria, autoestima e mostrar que o povo brasileiro é cheio de histórias lindas. E também sabe se divertir como ninguém!”, resume Lucas.

Convidados especiais que somam à festa

A cada edição, o “Eita, Lucas!” recebe artistas e personalidades que, além de entreter, também compartilham um pouco da própria trajetória. No palco, eles se misturam à plateia, participam dos quadros e cantam seus sucessos.

MC Daniel, por exemplo, não poupou elogios à experiência. “Ver a alegria desse povo, cantar junto, dar risada com Lucas… é tudo de bom. O Brasil precisa de mais coisas assim”, comentou o artista, que aproveitou para divulgar sua nova música e ainda surpreender um fã que estava na plateia.

Cultura local valorizada

O “Eita, Lucas!” também se destaca por integrar elementos regionais em cada cidade por onde passa. Seja numa plantação de cacau, em uma feira popular, ou em rodas de conversa com moradores antigos, o programa respeita as tradições locais e as transforma em cenários vivos de afeto e reconhecimento.

Em Itabuna, por exemplo, a produção destacou a importância histórica da cultura cacaueira na economia e na memória da cidade. Já em Governador Valadares, a música mineira e o jeitinho acolhedor dos valadarenses foram o pano de fundo perfeito para os quadros.

Prêmios, mas também autoestima

Ao fim de cada episódio, o saldo vai além dos valores distribuídos. Participantes saem transformados, cheios de histórias para contar e com um brilho diferente nos olhos. O público também se sente representado, vendo pessoas parecidas consigo ocupando o centro do palco, com dignidade e humor.

Felipe, o “Gaga de Itamotinga”, resumiu o sentimento com um sorriso largo e olhos marejados: “Nunca pensei que ia aparecer na televisão assim, sendo eu mesmo, com meu jeito, minhas falas… E ainda sair com um prêmio! Mas o melhor foi o carinho das pessoas”.

Rodrigo Tardelli fala sobre o impacto e os desafios da websérie “Estranho Jeito de Amar”

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Foto: Júlio Andrade/ Divulgação

Por trás de uma câmera ou mergulhado em um roteiro, Rodrigo Tardelli não apenas atua — ele se entrega. Conhecido por protagonizar e cocriar a websérie independente “Estranho Jeito de Amar”, sucesso no YouTube com mais de 11 milhões de visualizações, o ator deu rosto e alma a uma história que foge dos lugares-comuns do amor romântico para iluminar feridas que, por muito tempo, foram varridas para debaixo do tapete — especialmente dentro da comunidade LGBTQIAPN+.

Com duas temporadas já lançadas e uma terceira em desenvolvimento, a série tem chamado atenção em festivais internacionais pela forma sensível e corajosa com que trata relacionamentos abusivos, dependência emocional, traumas e identidade. Um mergulho denso e necessário, que nasceu da própria inquietação de Rodrigo com o silenciamento em torno de dinâmicas violentas entre homens gays — algo ainda pouco explorado no audiovisual brasileiro.

Em uma conversa franca e acolhedora, ele fala sobre os bastidores da produção, os desafios de dar vida a uma narrativa tão visceral e o impacto que a série tem causado na vida de quem assiste. Com a voz embargada em alguns momentos e o coração à flor da pele, Rodrigo deixa claro: o “estranho jeito de amar” pode até doer, mas também pode ser o início de uma libertação.

Foto: Júlio Andrade/ Divulgação

Como surgiu a ideia de criar “Estranho Jeito de Amar”? O que te motivou a contar essa história?

A ideia nasceu de uma inquietação muito verdadeira. Eu sentia falta de ver na tela narrativas LGBTQIAPN+ que abordassem as feridas mais profundas, aquelas que muitos evitam tocar. Estranho Jeito de Amar veio da necessidade de falar sobre as relações abusivas dentro da comunidade gay — um tema ainda pouco debatido e envolto em muito silêncio. Vi pessoas próximas passando por isso e percebi o quanto a arte pode ser um espaço de acolhimento e alerta. Quis transformar essa dor em diálogo, e foi assim que tudo começou.

A série conquistou público dentro e fora do Brasil. Como você explica esse alcance?

Acho que o sucesso está justamente na coragem de mostrar a realidade sem romantização. A gente não vende uma ideia idealizada do amor; mostramos como ele pode ser distorcido pela dependência, pelo controle e pelo medo. Mais do que isso, é uma produção feita com verdade, onde cada ator, cena e palavra do roteiro tem entrega total. As pessoas se veem ali, independente do país ou cultura. Emoção, dor, amor — tudo isso é universal. Quando a história é contada com alma, ela atravessa fronteiras.

Quais foram os maiores desafios durante a produção?

Desafios foram muitos. Fazer uma produção independente no Brasil já é complicado por si só. Agora, realizar uma série LGBTQIAPN+ com essa carga emocional, com cenas intensas, sem o suporte financeiro de grandes patrocinadores e ainda lutar contra os algoritmos das plataformas digitais… é uma batalha diária. Mas isso também é o que me move. Cada “não” que recebíamos só nos fazia entregar ainda mais. O maior desafio talvez tenha sido equilibrar toda essa estrutura enquanto eu atuava, dirigia, produzia e vivia essa história tão densa.

A série aborda temas delicados. Como foi lidar com essa responsabilidade?

Com muita escuta e cuidado. Não escrevemos pensando só em entreter, mas em causar impacto. Tudo foi construído com pesquisa, consultorias e conversas reais. A ideia nunca foi chocar, mas mostrar o que tantas pessoas vivem em silêncio. Eu sabia da responsabilidade de tocar nesses assuntos, principalmente dentro da comunidade, então meu compromisso sempre foi com a verdade e o respeito à dor do outro.

Você esperava a repercussão tão positiva?

Acreditei na força da história, sim, mas a dimensão que ela tomou superou minhas expectativas. No começo, eu só queria que alguém assistisse e dissesse “eu vivi isso” ou “isso me fez enxergar meu relacionamento de outro jeito”. Quando começaram a chegar mensagens assim, de todos os cantos do Brasil e até do exterior, percebi que a série tinha se tornado muito mais que um projeto — virou um espelho para muita gente.

Qual retorno do público mais te marcou até hoje?

O retorno tem sido muito forte. Recebi relatos de pessoas que passaram por situações parecidas e, graças à série, conseguiram se libertar. Também ouvi quem teve dificuldade de assistir até o fim, porque o conteúdo traz muitos gatilhos. O personagem Gael, por exemplo, seduz e prende o público, assim como essas personalidades fazem na vida real, mas também machuca. Muitas pessoas se viram ali, revivendo sentimentos e cicatrizes. É pesado, mas necessário. Quando um trabalho provoca esse tipo de reflexão e abre diálogos que estavam reprimidos, eu entendo que criamos algo que vai muito além do entretenimento — está ecoando dentro das pessoas.

“Estranho Jeito de Amar” abriu portas na sua carreira?

Sem dúvida. Me reconectou profundamente com minha essência artística. Trouxe visibilidade, me levou a festivais internacionais e colocou meu trabalho no radar de pessoas e lugares que antes pareciam distantes. Mas mais que isso, abriu portas internas. Cresci muito fazendo esse projeto, me redescobri como criador, ator e ser humano.

Existem planos para uma nova temporada ou projetos relacionados?

Sim! A série ainda tem muito para contar. Estamos desenvolvendo novos desdobramentos e possibilidades. Claro que tudo depende de estrutura e apoio, mas vontade não falta. O universo de Estranho Jeito de Amar é poderoso demais para acabar por aqui, e o público é quem mais nos inspira a continuar, com seu carinho, perguntas e teorias.

Como você vê o papel da série na representação LGBTQIAPN+ no audiovisual?

A série ocupa um espaço que até então ninguém havia ocupado dessa forma. Falamos de amor, mas também de violência, abuso emocional e traumas. Representar a comunidade não é só mostrar beijo ou finais felizes; é mostrar suas complexidades, suas sombras e feridas. E, ao fazer isso com profundidade, ajudamos o público LGBTQIAPN+ a olhar para si mesmo de maneira mais honesta. Para mim, isso é revolucionário.

O que você aprendeu, pessoal e profissionalmente, com essa experiência?

Que a vulnerabilidade é uma força. Que coragem não é ausência de medo, mas agir apesar dele. Aprendi a confiar na minha intuição e a defender uma história mesmo quando parecia impossível realizá-la. Entendi que o afeto cura, mas também pode adoecer, e reconhecer isso é o primeiro passo para quebrar ciclos. Como artista, aprendi que não precisamos esperar permissão para criar. Quando temos algo urgente a dizer, a arte sempre encontra um caminho.

Com Bill Murray, “Um Santo Vizinho” é o destaque da Sessão de Sábado de hoje (27) na TV Globo

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A Sessão de Sábado de hoje, 27 de dezembro, exibe na TV Globo o filme Um Santo Vizinho, uma comédia dramática sensível e tocante que encontra beleza justamente onde menos se espera. Lançado em 2014, o longa dirigido e escrito por Theodore Melfi conquistou público e crítica ao contar uma história simples, mas profundamente humana, sobre amizade, solidão e a capacidade de enxergar bondade além das aparências.

A trama acompanha Maggie, interpretada por Melissa McCarthy, uma mãe solo que se muda com o filho Oliver para o Brooklyn em busca de um recomeço. Enfrentando dificuldades financeiras e uma rotina exaustiva de trabalho, Maggie se vê sem alternativas quando precisa de alguém para cuidar do menino após a escola. É nesse contexto que surge Vincent MacKenna, o vizinho da porta ao lado, vivido por Bill Murray, um homem que, à primeira vista, parece tudo menos confiável. (Via: AdoroCinema)

Vincent é um aposentado ranzinza, beberrão, endividado e socialmente inadequado. Sua postura grosseira e seu jeito nada acolhedor fazem com que seja visto como alguém a ser evitado. Ainda assim, motivado mais pelo dinheiro do que por empatia, ele aceita tomar conta de Oliver. O acordo informal entre os dois começa de forma desajeitada, marcada por situações pouco convencionais e escolhas questionáveis por parte de Vincent.

Oliver, interpretado por Jaeden Lieberher, é um garoto de apenas 10 anos, tímido, inteligente e em processo de adaptação a uma nova escola e a uma nova realidade. Ele sofre bullying dos colegas e sente falta de estabilidade emocional, algo comum para uma criança que vive apenas com a mãe e enfrenta constantes mudanças. É justamente nessa vulnerabilidade que a amizade entre ele e Vincent começa a se formar.

Apesar de levar Oliver a lugares nada apropriados para sua idade, como bares, corridas de cavalos e até encontros com Daka, uma prostituta grávida interpretada por Naomi Watts, Vincent acaba se tornando uma figura importante na vida do garoto. Aos poucos, Oliver passa a enxergar além da superfície e descobre que, por trás da fachada áspera, existe um homem solitário, marcado por perdas e frustrações, mas ainda capaz de gestos sinceros de cuidado.

O grande mérito de Um Santo Vizinho está em não romantizar seus personagens. Vincent não é transformado em herói clássico, nem Oliver surge como um salvador ingênuo. A relação entre os dois se constrói a partir de falhas, erros e aprendizados mútuos. Oliver encontra em Vincent alguém que o trata como igual, sem condescendência, enquanto Vincent passa a lidar com sua própria solidão ao se permitir criar laços novamente.

Melissa McCarthy entrega uma atuação contida e emocionalmente honesta, fugindo do tom exagerado de algumas de suas comédias mais conhecidas. Maggie é retratada como uma mulher cansada, mas determinada, que tenta equilibrar trabalho, maternidade e as próprias dores. Já Naomi Watts surpreende em um papel delicado e cheio de humanidade, dando profundidade a uma personagem que poderia facilmente cair em estereótipos.

Bill Murray, por sua vez, é o coração do filme. Sua interpretação de Vincent mistura humor ácido, melancolia e fragilidade, criando um personagem que provoca risos e incômodo na mesma medida. Murray constrói um homem falho, longe de qualquer ideal de perfeição, mas extremamente real. É justamente essa imperfeição que torna Vincent tão cativante.

O roteiro de Theodore Melfi se destaca por tratar temas delicados com leveza e respeito. Questões como abandono, envelhecimento, solidão, julgamento social e empatia são abordadas de forma acessível, sem discursos moralistas. O título do filme ganha sentido ao longo da narrativa, quando a ideia de “santidade” é apresentada não como perfeição, mas como a capacidade de fazer o bem, mesmo carregando inúmeros defeitos.

As filmagens tiveram início em julho de 2013 e foram realizadas majoritariamente no Brooklyn, em Nova York, cenário que contribui para o tom acolhedor e cotidiano da história. A ambientação urbana reforça o contraste entre a dureza da vida adulta e a sensibilidade do olhar infantil de Oliver.

Para quem deseja assistir a Um Santo Vizinho além da exibição na TV, o filme também está disponível no formato SVOD, por streaming, no catálogo da Amazon Prime Video.

Crítica – Eternidade é um filme que emociona, mas não escapa de escolhas seguras

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Eternidade”, novo longa dirigido por David Freyne, parte de uma premissa naturalmente comovente: após 65 anos de casamento, Larry e Joan morrem com poucos dias de diferença e se reencontram em um mundo intermediário. Ali, cada alma tem uma semana para escolher onde passará o resto da eternidade. O reencontro, que deveria apontar para um desfecho reconfortante, torna-se inesperadamente complexo quando o primeiro marido de Joan, morto na guerra, ressurge após esperar por ela durante 67 anos. Esse triângulo amoroso inusitado funciona como motor da narrativa e, ao mesmo tempo, expõe as virtudes e limitações de um filme que é sensível, porém familiar.

Freyne aposta em um universo futurista esteticamente bem resolvido, com elementos visuais que ajudam a construir um limbo coerente e intrigante. Há, de fato, cuidado na criação desse pós-vida, que funciona como cenário e como metáfora para as zonas cinzentas das relações humanas. Ainda assim, apesar da ambientação elaborada, a obra prefere seguir caminhos bastante seguros no que diz respeito à estrutura dramática.

O roteiro apresenta sutilezas interessantes, sobretudo quando se recusa a transformar qualquer um dos pretendentes de Joan em antagonista. É um gesto louvável dentro de um gênero acostumado a simplificações, e que aqui ganha uma leitura mais madura. No entanto, essa mesma delicadeza narrativa também impede o filme de explorar com mais ousadia o peso dessa escolha. A jornada emocional da protagonista é consistente, mas raramente surpreendente.

O humor, aplicado em doses moderadas, flerta com o sombrio e contribui para equilibrar o tom melancólico. Funciona bem quando surge de forma natural, mas nem sempre encontra o ritmo ideal para sustentar o impacto emocional que o filme deseja alcançar. Em certos momentos, a comédia surge como respiro; em outros, como uma tentativa de suavizar conflitos que poderiam ter sido tratados com mais profundidade.

Ainda assim, é inegável que o longa provoca questionamentos relevantes. A ideia de um pós-vida burocratizado, onde decisões definitivas são tomadas em poucos dias, abre espaço para reflexões sobre luto, memória e responsabilidade afetiva. O público inevitavelmente se coloca no lugar de Joan: seria possível escolher uma eternidade sabendo que pessoas queridas ainda permanecem vivas? A dúvida é real e incômoda, e o filme ganha força justamente quando explora essa ambiguidade.

O trio central sustenta boa parte dessa autenticidade emocional. Elizabeth Olsen entrega uma protagonista sensível, construída a partir de pequenos gestos, ainda que confinada em um arco previsível. Miles Teller e Callum Turner, por sua vez, compõem figuras empáticas sem recorrer à caricatura, tornando o triângulo amoroso genuíno o suficiente para manter o espectador comprometido. O elenco de apoio funciona dentro do que é proposto, dando textura ao universo do pós-vida sem nunca roubar a cena.

No conjunto, “Eternidade” é um filme eficaz, capaz de emocionar e de carregar o espectador até o fim. Entretanto, essa eficiência também denuncia certa falta de ambição. A obra se contenta em ser delicada quando poderia arriscar mais; prefere o seguro quando teria espaço para tensionar as estruturas tradicionais da comédia romântica. Não reinventa o gênero, tampouco pretende fazê-lo, mas encontra conforto em uma fórmula que equilibra sensibilidade e previsibilidade.

Crítica – Nascido para Vencer é uma jornada de redenção com coração, lutas e clichês

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Nascido para Vencer apresenta uma trama que, embora siga o caminho familiar de filmes sobre luta e superação, se destaca por um toque humano capaz de manter o espectador envolvido do começo ao fim. A história gira em torno de Mickey Kelley (interpretado por Sean Patrick Flanery), um homem que busca redenção após se afastar do mundo das artes marciais, tentando reconstruir sua vida e encontrar equilíbrio com sua família. O enredo, com sua abordagem sobre a luta interna contra as adversidades da vida, é um clássico exemplo de superação, um tema sempre emocionante e profundo. A transição de Mickey de um campeão de jiu-jitsu para um homem em busca de uma vida mais pacífica é retratada de forma eficaz, equilibrando cenas de ação intensas com momentos de introspecção, que revelam suas vulnerabilidades e dilemas pessoais.

Porém, como é comum no gênero, a narrativa peca ao cair em alguns clichês e padrões previsíveis, o que tira um pouco da originalidade da trama. Mesmo assim, o filme consegue manter o interesse do público com seu ritmo envolvente e as atuações sólidas do elenco. Sean Patrick Flanery faz um trabalho convincente ao interpretar Mickey, conseguindo transmitir tanto a vulnerabilidade quanto a força interior de seu personagem, o que faz com que o público se conecte emocionalmente com sua jornada. Dennis Quaid, como o mentor de Mickey, traz uma performance emocionalmente rica, com uma sensibilidade que complementa bem o papel de guia do protagonista. No entanto, o filme não se aprofunda tanto nos personagens secundários, que, embora bem interpretados, acabam sendo bastante superficiais, não deixando um impacto duradouro.

A química entre Flanery e Katrina Bowden, que interpreta a esposa de Mickey, é um dos pontos positivos, e embora o roteiro ofereça uma boa dinâmica entre o casal, há uma sensação de que esse relacionamento poderia ter sido mais explorado, revelando mais sobre as complexidades dessa parceria e os desafios que ela enfrenta. A relação deles, que é uma parte central da jornada de Mickey, se sente um pouco negligenciada, o que impede o filme de atingir seu potencial máximo de profundidade emocional.

No que diz respeito à ação, o filme não decepciona. As cenas de luta são bem executadas, intensas e realistas, com coreografias de MMA e jiu-jitsu que agradam os fãs do esporte. A energia das lutas é bem capturada, e isso mantém a tensão alta, mesmo nas cenas mais calmas. No entanto, a ausência de um grande conflito ou de uma reviravolta impactante no enredo faz com que o filme não se destaque tanto entre outros do mesmo gênero. Apesar disso, Nascido para Vencer ainda oferece uma história inspiradora de superação, honra e redenção pessoal, tocando em temas universais de luta, perda e recomeço.

Em resumo, embora o filme tenha seus méritos, como uma execução técnica eficiente, atuações consistentes e uma mensagem positiva, ele peca pela previsibilidade e pela falta de um elemento surpreendente que o faça se destacar no gênero. Para quem busca uma trama simples, porém emocionante, pode ser uma boa escolha de entretenimento, mas aqueles que esperam algo mais inovador e imprevisível podem achar a experiência um pouco aquém das expectativas.

Resumo da última semana da novela Vale Tudo de 16/10 a 18/10

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Capítulo 172 da última semana da novela Vale Tudo de quinta, 16 de outubro
A alegria toma conta da narrativa com o nascimento dos gêmeos de Solange e Afonso, trazendo esperança e renovação para toda a família. Enquanto isso, Consuelo e Marieta investigam relatórios de fraudes na TCA, revelando detalhes que podem abalar o império empresarial. Raquel, emocionada, compartilha fotos do neto Salvadorzinho com Poliana, reforçando os laços de ternura e união. Freitas circula entre reuniões, mas é flagrado sozinho em um táxi, despertando suspeitas sobre suas intenções. Fátima enfrenta questionamentos de Olavo, enquanto policiais aparecem no apartamento de Marco Aurélio, ampliando a tensão e o suspense da trama.

Capítulo 173 – sexta, 17 de outubro
O drama atinge seu ponto máximo com a prisão de Marco Aurélio, que recebe visitas de Tiago e de seu advogado, refletindo sobre suas escolhas e as consequências de seus atos. Em paralelo, Raquel encontra momentos de tranquilidade no Paladar, acompanhada por Bartolomeu e Poliana, enquanto Fátima organiza seus pertences no muquifo e enfrenta seus próprios medos. Afonso e Solange celebram a vida na praia com os filhos, encerrando um ciclo de luta com amor e união. Freitas aparece em um bangalô paradisíaco, insinuando rumos inesperados e misteriosos para seu destino.

Capítulo 174 da última semana da novela Vale Tudo de sábado, 18 de outubro
O episódio apresenta uma reprise do último capítulo, permitindo aos espectadores relembrar os momentos mais intensos e emocionantes da semana, reforçando os dramas, conquistas e revelações que marcaram a trama.

Mortal Kombat II ganha primeiro trailer explosivo e pôsteres inéditos com Karl Urban como Johnny Cage

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Foto: Reprodução/ Internet

A escuridão avança sobre o Plano Terreno — e os guerreiros estão de volta ao campo de batalha. Nesta semana, a Warner Bros. Pictures Brasil revelou com exclusividade o primeiro trailer oficial de “Mortal Kombat II”, sequência do longa lançado em 2021, acompanhado de pôsteres individuais inéditos que destacam personagens icônicos da franquia, agora sob uma nova ameaça: o domínio do impiedoso Shao Kahn.

Com direção novamente a cargo de Simon McQuoid, a produção mergulha de vez nas entranhas místicas e violentas do universo criado por Ed Boon e John Tobias, levando às telonas o que promete ser um dos confrontos mais viscerais da temporada cinematográfica. Se o primeiro filme foi uma introdução eletrizante, o segundo chega para elevar a aposta — e o risco.

Johnny Cage entra em cena

Entre as novidades mais aguardadas está a estreia do astro Karl Urban como Johnny Cage, astro de ação, provocador nato e combatente surpreendentemente letal. O personagem, ausente no primeiro longa, agora surge como peça-chave numa trama marcada por alianças perigosas e confrontos decisivos.

No novo filme, Cage se junta aos defensores do Plano Terreno numa missão urgente: frear o avanço das forças de Shao Kahn e impedir a queda definitiva do reino dos humanos. A balança entre mundos está prestes a ruir, e cada lutador terá de fazer escolhas que podem custar sua vida — ou sua alma.

O elenco de volta à luta

Reforçando a atmosfera de fidelidade aos jogos, o elenco retorna com nomes já familiares ao público. Chin Han vive novamente o ardiloso Shang Tsung, senhor de almas e aliado traiçoeiro da Exoterra. Joe Taslim retoma seu papel como o gélido e impiedoso Sub-Zero, enquanto Tadanobu Asano retorna como o sereno e enigmático Raiden. Hiroyuki Sanada, por sua vez, encarna mais uma vez o espírito vingativo de Hanzo Hasashi, o lendário Scorpion.

A presença desses personagens, agora mais densos e testados por perdas e desafios, fortalece a narrativa e promete confrontos de tirar o fôlego. O novo roteiro, assinado por Jeremy Slater (Moon Knight, The Umbrella Academy), busca aprofundar os vínculos entre mundos e os dilemas morais dos guerreiros — sem abrir mão do que a franquia faz de melhor: combates brutais e icônicos.

Entre o épico e o visceral

“Mortal Kombat II” é produzido por Todd Garner, James Wan, Toby Emmerich, E. Bennett Walsh e Simon McQuoid, com produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Jeremy Slater e Lawrence Kasanoff — nome histórico na trajetória de Mortal Kombat no cinema desde os anos 1990.

O jogo que chocou o mundo e se tornou lenda

Antes de se tornar uma franquia multimilionária no cinema, Mortal Kombat era apenas uma ideia ousada nas mãos de dois desenvolvedores da Midway Games: Ed Boon e John Tobias. O ano era 1992, e o mercado de jogos eletrônicos vivia sob a sombra de Street Fighter II. Mas foi com sangue, magia negra e artes marciais brutais que Mortal Kombat rompeu todas as expectativas — e deu início a uma das franquias mais controversas, influentes e duradouras da história dos videogames.

Hoje, com o segundo filme a caminho e personagens como Johnny Cage, Scorpion, Sub-Zero e Raiden novamente em evidência, vale voltar ao início e entender por que o primeiro Mortal Kombat não foi apenas um jogo: foi um divisor de águas cultural.

Personagens lendários e rivalidades eternas

Ao contrário de muitos jogos da época, Mortal Kombat não se limitou à pancadaria: ele criou um universo próprio, com mitologia e conflitos épicos entre reinos paralelos. A narrativa misturava torneios místicos, tradições orientais e guerra interdimensional — uma base rica que se desdobrou em continuações, séries animadas, HQs e filmes.

Personagens como o espectral Scorpion, o ninja gelado Sub-Zero, o deus do trovão Raiden e o irreverente astro de cinema Johnny Cage rapidamente ganharam status de ícones da cultura pop. Cada um tinha um estilo de luta, uma história de fundo e um fatality próprio — fórmula que ampliava o apelo do jogo para diferentes públicos.

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