Resumo da novela Dona de Mim de hoje (10) – Leo assume a guarda de Sofia

0

No capítulo da novela Dona de Mim de hoje, quarta-feira, 10 de setembro, Samuel confessa a Ryan que não deseja que Sofia conviva com ele, reforçando sua posição firme, e encontra apoio imediato em Leo, que se mostra solidário ao amigo e disposto a ajudá-lo a proteger os interesses da menina. Enquanto isso, Nina aconselha Filipa a aceitar a ajuda de Jaques, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, alianças podem fazer a diferença na criação das crianças. Davi e Ayla chegam a um acordo delicado: permitem que Leo assuma a responsabilidade pelo cuidado de Sofia, confiando em seu julgamento. Nesse contexto, Caco se aproxima de Ayla e pede uma oportunidade para participar ativamente da vida das crianças, demonstrando seu desejo de envolvimento e comprometimento.

No meio dessas negociações, Rosa compartilha com Filipa detalhes sobre o acidente de Olívia, trazendo preocupações e lembranças dolorosas à tona. Leo, preocupado com o bem-estar de Sofia, questiona Samuel sobre a guarda da menina, tentando compreender melhor a situação e planejar seus próximos passos. Jeff, percebendo a tensão crescente, decide apoiar Ryan, aumentando a força do grupo que busca proteger Sofia. Quando o juiz nega o pedido de guarda feito por Samuel, Leo aproveita a oportunidade e solicita oficialmente o direito de responder pelos cuidados da menina, intensificando ainda mais a disputa e estabelecendo um novo capítulo de conflitos, alianças e decisões que impactam a vida de todos os envolvidos.

Confira o que vai acontecer nos últimos capítulos de Dona de Mim

O juiz decide conceder a guarda provisória de Sofia a Leo, definindo um novo capítulo na vida da menina e na rotina de todos à sua volta. Ryan se muda com Lucas, mas logo enfrenta a oposição de Vespa e Durval, que o interceptam e deixam claro que não será tão fácil se livrar das responsabilidades e dívidas. Rosa e Filipa se mostram indignadas com a decisão judicial, contestando o resultado e discutindo formas de garantir o bem-estar de Sofia. Em um gesto de cuidado e proteção, Rosa decide doar suas ações da Boaz para a menina, consultando Vivian sobre os trâmites necessários para concretizar a transferência.

Enquanto isso, Ryan enfrenta tensão e nervosismo ao se deparar com uma blitz policial, e Solange observa sua reação com desconfiança. Durval e Vespa aproveitam para zombar de Ryan, reforçando que ele não conseguirá se livrar tão facilmente das pendências com eles. No meio desses acontecimentos, Marlon compartilha com Alan sua sensação de culpa pelo mau desempenho dos alunos do galpão no exame de faixa do kickboxing, enquanto Danilo mostra um vídeo impactante de Bárbara sendo deportada dos Estados Unidos, mobilizando emocionalmente Marlon.

Filipa investiga detalhes sobre a briga de Olívia e Abel antes do acidente, sondando Denise e Jaques para compreender melhor a situação. Sofia, sentindo saudade de casa, encontra apoio e conforto em Leo, que se dedica a ajudá-la a se adaptar à nova rotina. Rosa, Filipa e Davi aproveitam para visitar Sofia na casa de Leo, reforçando o vínculo afetivo e oferecendo segurança à menina em meio às mudanças.

Paralelamente, Filipa começa a dar aulas de teatro, e Jaques se inscreve no curso, revelando novos interesses e oportunidades de aprendizado. Sofia inicia sua vida em uma nova escola, enquanto Nina garante a Filipa que não pretende se mudar da casa de Jaques, mantendo a estabilidade para a filha. Entretanto, a ameaça ao cotidiano não desaparece: Kami recebe mensagens de um assediador e pede ajuda a Marlon para lidar com a situação. No final do dia, Ryan busca Dedé e Sofia na escola, tentando conciliar a rotina familiar com os desafios que surgem, enquanto Jaques descobre que Abel não podia ter filhos biologicamente, trazendo novas perguntas sobre o passado e as relações entre eles.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito consolida sucesso e entra para o top 5 de bilheterias de 2025

0

O fenômeno da animação japonesa Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito atingiu um marco notável no cenário cinematográfico global. De acordo com o Box Office Mojo, o longa alcançou a quinta posição entre os filmes mais lucrativos de 2025, acumulando US$ 659 milhões em arrecadação mundial, sendo US$ 527 milhões fora do Japão e US$ 131 milhões no território japonês. Mesmo após semanas de lançamento, o filme continua em cartaz e apresenta potencial para incrementar ainda mais esses números, consolidando-se como um dos maiores sucessos da franquia até hoje.

Dirigido por Haruo Sotozaki e produzido pelo estúdio de animação Ufotable, Castelo Infinito adapta o arco homônimo do mangá Kimetsu no Yaiba, escrito por Koyoharu Gotouge entre 2016 e 2020. Trata-se da quarta produção cinematográfica da série, sucedendo Mugen Ressha-hen (2020), To the Swordsmith Village (2023) e Hashira Training (2024). Diferentemente dos dois últimos filmes, que consistiam em compilações de episódios da série, este longa apresenta uma narrativa cinematográfica completa, mantendo a intensidade dramática e o ritmo envolvente do arco original. O resultado é uma experiência única, comparável à recepção massiva de Mugen Train, que também conseguiu equilibrar ação, emoção e suspense.

O anúncio do filme ocorreu em junho de 2024, logo após o final da quarta temporada do anime, revelando o início de uma trilogia de filmes que promete expandir o universo de Demon Slayer. Lançado oficialmente no Japão em 18 de julho de 2025, pelo consórcio das distribuidoras Aniplex e Toho, Castelo Infinito rapidamente conquistou público e crítica, sendo elogiado por sua animação detalhada, sequências de ação coreografadas com maestria e uma trilha sonora envolvente que amplifica a intensidade emocional da narrativa.

Uma narrativa de poder e coragem

A história acompanha Tanjiro Kamado, jovem que se juntou à Demon Slayer Corps após sua irmã, Nezuko, ser transformada em demônio. Enquanto os membros da corporação participam do Treinamento dos Hashira, uma preparação estratégica para o confronto final contra as forças demoníacas, Muzan Kibutsuji, líder supremo dos demônios, invade a Mansão Ubuyashiki, sede da organização. A ameaça coloca em risco a vida do comandante da corporação e desencadeia uma série de eventos que leva Tanjiro e os Hashira a uma queda em um território misterioso e perigoso, o Castelo Infinito.

É nesse ambiente sombrio que se desenrola o confronto decisivo entre caçadores e demônios. O longa combina ação intensa, estratégias táticas, batalhas épicas e momentos de profundo drama emocional, aprofundando a conexão dos personagens com o público e explorando temas como coragem, lealdade e sacrifício.

Além do impacto narrativo, Castelo Infinito também é um marco cultural, demonstrando o poder global do anime japonês. A franquia Demon Slayer não apenas conquistou fãs em todo o mundo, mas também elevou o padrão das adaptações animadas de mangás, mostrando que histórias de fantasia sombria podem atrair audiências massivas e competir de igual para igual com produções hollywoodianas de grande porte.

Com números expressivos de bilheteria, elogios da crítica especializada e uma base de fãs cada vez maior, Demon Slayer: Castelo Infinito reafirma a força da franquia e consolida seu lugar entre os filmes mais memoráveis do ano. A expectativa é que os próximos capítulos cinematográficos mantenham o mesmo padrão de excelência, ampliando ainda mais o legado de uma das sagas mais influentes do anime moderno.

Diamond Films divulga novo teaser de Nuremberg, suspense histórico com Rami Malek e Russell Crowe

0
Foto: Reprodução/ Internet

A Diamond Films divulgou um novo teaser de Nuremberg, drama histórico dirigido e roteirizado por James Vanderbilt (Conspiração e Poder), que chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro. A prévia entrega um clima sombrio e inquietante, explorando a tensão psicológica que marcaria um dos momentos mais decisivos da história moderna: os julgamentos que colocaram frente a frente os maiores responsáveis pelas atrocidades nazistas e a nascente noção de justiça internacional.

Mais do que apresentar imagens poderosas, o teaser — que você pode conferir logo abaixo — revela a essência do filme: um suspense construído sobre diálogos cheios de subtexto, embates silenciosos e a busca desesperada por compreender a mente humana após a devastação deixada pela Segunda Guerra Mundial.

Para dar vida aos personagens reais que moldaram os bastidores dos julgamentos, Vanderbilt reúne um elenco de grande peso dramático. Rami Malek (Bohemian Rhapsody, Mr. Robot, O Destino de uma Nação, 007 Sem Tempo Para Morrer, The Pacific) interpreta Douglas Kelley, o psiquiatra do Exército dos EUA encarregado de avaliar os réus nazistas dias antes de enfrentarem a Corte Internacional. Já Russell Crowe (Gladiador, Uma Mente Brilhante, Os Miseráveis, O Informante, Robin Hood, Noé) assume o papel de Hermann Göring, uma das figuras mais influentes do regime de Hitler — e um homem que, mesmo preso, continuava exercendo poder através de sua inteligência estratégica e personalidade manipuladora.

O time se completa com Michael Shannon (A Forma da Água, Nocturnal Animals, O Homem de Aço, Entre Facas e Segredos, 8 Mile), Leo Woodall (The White Lotus, One Day, Vampire Academy), Richard E. Grant (Can You Ever Forgive Me, Logan, Saltburn, Star Wars A Ascensão Skywalker, Downton Abbey), Colin Hanks (Fargo, King Kong, The Good Guys, Jumanji Bem-Vindo à Selva) e John Slattery (Mad Men, Spotlight Segredos Revelados, Capitão América Guerra Civil, Homem de Ferro 2, O Ajuste).

Baseado no livro O Nazista e o Psiquiatra, de Jack El-Hai, o filme acompanha a jornada de Kelley, um oficial acostumado à disciplina militar que se vê empurrado para o território cinzento da mente criminosa. Seu trabalho não é apenas registrar comportamento — é entender o que se passa na psique daqueles que arquitetaram crimes inimagináveis.

Foto: Reprodução/ Internet

O relacionamento entre Kelley e Göring se torna o núcleo emocional e moral do filme. Nas sessões de avaliação, os dois mergulham em conversas que ultrapassam o limite entre análise clínica e manipulação psicológica. A cada encontro, Kelley percebe que está em um jogo perigoso, no qual o brilhantismo retorcido de Göring ameaça não apenas seu trabalho, mas sua própria estabilidade emocional.

O filme também retrata o ambiente do pós-guerra: cidades destruídas, famílias despedaçadas e um mundo tentando reaprender a viver enquanto busca justiça. O caos externo dialoga com o caos interno do protagonista, que enfrenta conflitos éticos cada vez mais profundos.

Apresentado no Festival Internacional de Toronto, o longa-metragem foi recebido com uma das ovações mais longas da edição: quatro minutos de aplausos. Críticos destacaram especialmente a entrega visceral de Russell Crowe, considerado uma das forças dramáticas centrais do longa, além da condução delicada e intensa de Vanderbilt, que transforma um episódio histórico amplamente documentado em um thriller psicológico surpreendentemente íntimo.

Com distribuição da Diamond Films, referência entre as independentes da América Latina, Nuremberg estreia nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, prometendo oferecer uma experiência tensa, emocionalmente complexa e profundamente atual.

Twisted Metal é renovada para a terceira temporada pelo Peacock: A série pós-apocalíptica prova seu poder e consolida novo showrunner

0
Foto: Reprodução/ Internet

A indústria do entretenimento sempre se reinventa, mas vez ou outra uma produção aparentemente improvável consegue romper barreiras, atrair um público fiel e se tornar um ativo valioso para qualquer plataforma. É exatamente o caso de Twisted Metal, adaptação televisiva da clássica franquia de jogos da Sony, que se solidificou como uma das surpresas mais consistentes do catálogo do Peacock. Nesta terça-feira (18), o serviço anunciou oficialmente a renovação da série para sua terceira temporada, acompanhada de uma mudança importante nos bastidores: a entrada de David Reed, conhecido por seu trabalho em Supernatural e The Boys, como novo showrunner.

A saída de Michael Jonathan Smith, responsável pela visão inicial das duas primeiras temporadas, marca uma transição significativa, mas não um sinal de instabilidade. Ao contrário: a troca é apresentada como parte natural do amadurecimento de uma série que já provou seu valor comercial e narrativo. Reed assume a condução de uma franquia consolidada, com números expressivos e um universo criativo em plena expansão.

E os números falam por si. De acordo com informações divulgadas pela Deadline, a segunda temporada registrou 993 milhões de minutos assistidos, tornando-se a segunda temporada original roteirizada mais assistida do Peacock. Para uma plataforma que ainda disputa espaço entre gigantes como Netflix, Prime Video e Max, trata-se de um marco relevante — e de um forte indicativo de que Twisted Metal não é apenas mais uma adaptação gamer, mas uma peça estratégica no catálogo.

A série é estrelada por Anthony Mackie (Capitão América 4: Nova Ordem Mundial, Altered Carbon), que lidera o elenco com uma interpretação carismática e marcada por um humor ágil, dando profundidade inesperada a John Doe. Ao seu lado, Stephanie Beatriz (Brooklyn Nine-Nine, Encanto) entrega uma atuação intensa como Quiet, distanciando-se do tom cômico que a consagrou para explorar camadas mais sombrias e emocionais.

O icônico Sweet Tooth ganha vida através da presença física de Joe Seanoa (WWE Raw, AEW Dynamite) e da voz de Will Arnett (Arrested Development, BoJack Horseman), que acrescenta personalidade e ironia ao palhaço assassino. O elenco ainda conta com Thomas Haden Church (Sideways, Homem-Aranha 3), que interpreta o rígido e implacável Agente Stone, e Anthony Carrigan (Barry, Gotham), que adiciona ao universo da série seu carisma peculiar e humor sombrio característico.

Uma adaptação que parecia improvável — e justamente por isso deu certo

Quando a proução foi anunciada, ainda em 2019, a reação foi carregada de curiosidade e desconfiança. Afinal, transformar um jogo centrado em batalhas automobilísticas, personagens extravagantes e caos absoluto em uma narrativa televisiva parecia arriscado. O desafio era enorme: expandir um universo originalmente pouco linear e criar uma história capaz de sustentar um elenco fixo, arcos emocionais e episódios semanais.

O trio responsável pela adaptação — Rhett Reese, Paul Wernick e Michael Jonathan Smith — enxergou uma oportunidade criativa onde outros viam apenas dificuldade. Com histórico em produções que misturam humor, violência e excentricidade, como Deadpool e Zumbilândia, Reese e Wernick ajudaram a estabelecer o tom. Smith, por sua vez, trouxe experiência em equilibrar drama e irreverência em Cobra Kai, algo essencial para que a série encontrasse personalidade própria.

A Peacock confiou no projeto e encomendou uma temporada completa em 2022. O resultado: uma estreia bem recebida, que gerou conversas positivas e chamou a atenção por não tentar copiar a lógica dos games, mas sim reinterpretá-los de forma criativa. O que poderia ser apenas uma adaptação superficial acabou se tornando uma obra com identidade própria.

O mundo devastado e os personagens que seguram o caos

O ponto forte da série está na ambientação e nos personagens. Twisted Metal se passa em uma versão distorcida e fragmentada dos Estados Unidos, agora chamados de Estados Divididos da América, após um evento misterioso conhecido como A Queda. A sociedade se reorganizou de maneira violenta e desordenada, abrindo espaço para facções, saqueadores e governantes improváveis.

É nesse cenário que conhecemos John Doe, interpretado por Anthony Mackie, que aqui se distancia completamente do papel comedido que interpreta no MCU. Doe é um entregador de longa distância — um “milkman” — otimista, sagaz e com um passado que ele não consegue lembrar. Sua missão aparentemente simples, entregar um pacote através de um país devastado, se transforma em um mergulho em territórios hostis, alianças frágeis e encontros com figuras tão excêntricas quanto perigosas.

Por que a série funciona tão bem?

O segredo da série é simples: ela sabe exatamente o que quer ser. Twisted Metal não tenta emular dramas pós-apocalípticos convencionais e não almeja profundidade filosófica exagerada. Ao mesmo tempo, evita o excesso de humor gratuito e paródico. A narrativa encontra um ponto de equilíbrio raro entre insanidade estilizada e emoção genuína.

John Doe funciona como guia — um personagem que reage ao absurdo com naturalidade e, ao mesmo tempo, carrega consigo uma necessidade íntima de descobrir quem realmente é. Isso permite que o espectador navegue pelo caos com empatia e curiosidade.

O mundo também é cuidadosamente construído. Cada região dos Estados Divididos da América carrega sua própria lógica, cultura e ameaça. Há cidades muradas, territórios dominados por milicianos, desertos sem lei e estradas controladas por gangues caricatas, quase como homenagens a clássicos do cinema de ação. Essa diversidade geográfica e estética dá fôlego à série, que consegue alternar entre humor, suspense e drama de forma orgânica.

O humor, um dos pilares da produção, funciona porque é inteligente, mordaz e bem ritmado. Mackie e Beatriz sustentam diálogos afiados, silêncios significativos e momentos de vulnerabilidade que elevam a dinâmica entre John e Quiet para além das expectativas.

Sessão da Tarde: Globo exibe o musical “Annie” nesta quinta-feira (5), estrelado por Jamie Foxx e Cameron Diaz

0

A programação da Sessão da Tarde desta quinta-feira, 5 de março de 2026, aposta em uma história emocionante, cheia de música, humor e esperança. O filme escolhido pela TV Globo é Annie, releitura moderna de um dos musicais mais conhecidos da cultura pop.

Lançado em 2014, o longa traz uma versão contemporânea da clássica história da pequena órfã que acredita que dias melhores estão por vir. Com direção de Will Gluck, o filme mistura comédia, drama e números musicais para contar uma história sobre família, amizade e esperança.

O elenco reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Jamie Foxx, Cameron Diaz, Bobby Cannavale, David Zayas e a jovem estrela Quvenzhané Wallis, que interpreta a protagonista.

Uma história clássica reinventada

A trama acompanha Annie Bennett, uma garota órfã cheia de energia e otimismo que vive em um orfanato administrado pela rígida e pouco carinhosa Srta. Hannigan. Apesar das dificuldades do dia a dia, Annie mantém o espírito positivo e acredita que seus pais voltarão algum dia para buscá-la.

A vida da menina muda completamente quando ela cruza o caminho de Will Stacks, um empresário bilionário que decide entrar para a política e concorrer ao cargo de prefeito da cidade. Durante um incidente nas ruas, ele acaba salvando Annie de um acidente, gesto que chama a atenção da mídia.

Percebendo o potencial da situação para sua campanha eleitoral, Stacks decide levar Annie para passar alguns dias em sua luxuosa mansão. O que começa como uma estratégia de marketing político acaba se transformando em algo muito maior.

Ao chegar à casa do milionário, Annie passa a conviver com funcionários que rapidamente se afeiçoam a ela. Sua personalidade carismática e seu olhar otimista começam a transformar o ambiente — inclusive a forma como Will Stacks enxerga a própria vida.

Música, humor e emoção

Por se tratar de uma adaptação de um musical clássico, “Annie” traz diversas canções que ajudam a contar a história e reforçam o clima leve da produção. As músicas acompanham os momentos mais marcantes da jornada da protagonista, desde as dificuldades no orfanato até as descobertas em sua nova realidade.

O filme é inspirado no musical da Broadway de 1977, que por sua vez foi baseado na famosa história em quadrinhos Little Orphan Annie, criada por Harold Gray em 1924.

Essa versão de 2014 atualiza a narrativa para os tempos modernos e também trouxe mudanças importantes na representação dos personagens principais. Na nova adaptação, Annie e Will Stacks são interpretados por atores afro-americanos, reforçando a diversidade e oferecendo uma nova leitura da história para as novas gerações.

Produção e bastidores

A produção do filme contou com nomes de peso da indústria do entretenimento. Entre os produtores estão o rapper e empresário Jay-Z e o ator Will Smith, que ajudaram a trazer uma abordagem contemporânea para o projeto.

Com orçamento estimado em cerca de 65 milhões de dólares, “Annie” arrecadou mais de 130 milhões mundialmente, mostrando que a história ainda tem grande apelo junto ao público.

Nos cinemas da América do Norte, o longa chegou às telas em dezembro de 2014 e disputou espaço nas bilheterias com grandes produções da época, como O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos e Uma Noite no Museu 3.

Mesmo com a forte concorrência, o filme conseguiu conquistar seu público, especialmente entre famílias e fãs de musicais.

Um filme sobre esperança

No centro da narrativa está a ideia de que pequenos gestos podem transformar vidas. Annie representa o olhar inocente e otimista de quem acredita que sempre existe uma chance de recomeçar.

Ao mesmo tempo, o filme mostra a transformação de Will Stacks, que começa a história focado apenas em sua carreira política e termina descobrindo que existem coisas muito mais importantes do que fama e poder.

Essa combinação de humor, emoção e música faz de “Annie” um filme leve e inspirador — perfeito para a proposta da Sessão da Tarde, conhecida por exibir produções voltadas para toda a família.

Predador: Terras Selvagens quebra recordes e se torna a maior estreia da franquia nos EUA

0

O caçador mais implacável do cinema voltou à ativa — e em grande estilo. Predador: Terras Selvagens chegou aos cinemas dos Estados Unidos com um desempenho digno de blockbuster: US$ 40 milhões arrecadados no primeiro final de semana, o maior número da história da franquia. O recorde anterior pertencia a Alien vs. Predador (2004), com US$ 38,2 milhões.

O desempenho do novo filme chega em um momento estratégico. Depois de um outubro fraco — o pior em quase três décadas nas bilheteiras americanas — o filme dirigido por Dan Trachtenberg, o mesmo de O Predador: A Caçada (Prey, 2022), reacende o entusiasmo dos estúdios e do público. A 20th Century Studios apostou em uma divulgação modesta, mas eficiente: poucos trailers, foco na atmosfera e uma ênfase quase total na protagonista vivida por Elle Fanning, que entrega uma atuação visceral, alternando fragilidade e coragem.

O longa teve sua estreia mundial no TCL Chinese Theatre, em Hollywood, no dia 3 de novembro, e chegou ao Brasil e Portugal no dia 6, com ampla distribuição feita em parceria com a Crunchyroll e a Disney, atual controladora do estúdio. A campanha discreta funcionou — o mistério foi o maior chamariz.

Uma caçada entre feras e fantasmas

Sexto filme live-action da franquia (e o nono, se contarmos spin-offs e crossovers), Terras Selvagens leva a história para um novo território — literal e emocionalmente. Ambientado nas vastas paisagens da Nova Zelândia, o longa transforma o cenário natural em uma personagem à parte: selvagem, silenciosa e ameaçadora.

Na trama, Elle Fanning vive uma jovem exilada de uma comunidade isolada que tenta sobreviver nas terras áridas conhecidas como “as Terras Selvagens”. Sua rotina muda quando um Predador surge na região, transformando a solidão em um campo de caça mortal. Ela se une a Tane (interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi), um guerreiro local que desconfia de suas intenções, e juntos precisam enfrentar tanto a criatura quanto os traumas que carregam.

Trachtenberg constrói um filme de ritmo lento e tenso, onde cada som na floresta carrega ameaça. O suspense cresce com o silêncio — um retorno ao terror de sobrevivência que tornou o primeiro Predador (1987) tão icônico. Mais do que tiros e sangue, o diretor quer que o público sinta o peso da solidão e o medo daquilo que não se vê.

As filmagens começaram em agosto de 2024, sob o título provisório Backpack, uma estratégia para manter o projeto em sigilo — a mesma usada em Prey. O diretor de fotografia Jeff Cutter, parceiro de Trachtenberg, cria aqui um visual quase hipnótico, equilibrando a beleza natural com o terror iminente.

A Nova Zelândia se impõe em cada plano: montanhas encobertas por névoa, florestas densas e horizontes que parecem infinitos. O isolamento dos personagens é palpável, e a natureza age como uma força impiedosa, tão perigosa quanto o próprio Predador. O filme aposta no realismo físico, evitando o CGI excessivo e valorizando locações reais e efeitos práticos — um detalhe que torna cada confronto mais intenso.

A franquia que se recusa a morrer

Desde 1987, quando Arnold Schwarzenegger enfrentou a criatura pela primeira vez no clássico dirigido por John McTiernan, Predador sobreviveu a altos e baixos, reboots e experimentos. Predador 2 (1990) levou a ação para o caos urbano; os crossovers com Alien dividiram os fãs; e O Predador (2018), de Shane Black, foi criticado por transformar o terror em espetáculo exagerado.

Tudo mudou com Prey (2022), uma história minimalista e visceral que resgatou o respeito da crítica ao focar na sobrevivência e não na destruição. Terras Selvagens segue esse mesmo caminho: um retorno à essência. É um filme sobre confronto e medo, mas também sobre humanidade, trauma e instinto.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel recebe José Loreto e Carol Castro neste domingo (13)

0

Imagine ligar a TV num domingo à noite e dar de cara com um ator que já foi segurança da Gisele Bündchen, se transformou em Jesus no teatro e agora quer virar Chorão no cinema. Ao lado dele, uma atriz que cresceu nos bastidores do teatro e já brilhou em novelas, séries e streamings. Agora coloque isso dentro de um game show maluco de três pistas. Pronto, você nem começou a assistir o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel e já está hipnotizado.

Neste domingo, 13 de julho, o programa não entrega apenas entretenimento — entrega um roteiro de comédia, emoção e surpresa com gostinho de TV brasileira raiz, com toques de modernidade que só o SBT sabe equilibrar.

🧩 Quando um ex-segurança vira Jesus e uma atriz de novela revive o início

No Jogo das 3 Pistas, a coisa vai além do jogo. José Loreto, entre uma dica e outra, compartilha o impacto espiritual de interpretar Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Pernambuco em 2025, fala sobre viver com diabetes e revela como foi sair das ruas de Los Angeles — onde já cuidou da segurança de celebridades — até virar galã de novelas como Avenida Brasil e Pantanal.

Ao lado dele, Carol Castro reativa memórias da infância no teatro com o pai, reflete sobre a fama precoce em Mulheres Apaixonadas e mostra como é crescer sob os holofotes, mantendo a elegância e o talento em alta por mais de três décadas. É mais que jogo: é uma sessão de memórias com plateia.

⏱️ 60 segundos de caos e um prêmio que muda tudo

O Nada Além de 1 Minuto volta com fôlego novo e um cenário onde a tensão tem cronômetro. Um minuto parece pouco? Para o competidor Kayo, é o tempo exato entre sair com nada ou sair com R$ 300 mil no bolso. A nova temporada chega mais frenética, mais difícil e com a mesma promessa: você vai segurar a respiração por 60 segundos sem perceber.

E o sucesso é tanto que agora tem versão de tabuleiro — sim, você pode errar em casa também e ainda ser julgado pela família.

🎪 Show de Calouros ou reality de talentos surreais?

E quando você acha que já viu tudo, o Show de Calouros entrega o que ninguém espera: freiras fazendo beatbox, dupla de acroyoga, drag queens empoderando o palco e até senhorinhas com coreografia ensaiada.

Avaliação? Fica por conta do painel de personalidades que une irreverência e faro de talento: Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Gaby Cabrini, Victor Sarro, Felipeh Campos e o eterno Xaropinho.

É o tipo de segmento que mistura show de talentos, programa de auditório e viral do TikTok — tudo ao mesmo tempo agora.

💰 Show do Milhão: quem ousa sonhar, responde com calma

Patricia Abravanel comanda o Show do Milhão EMS com aquele sorriso calmo de quem sabe que uma simples pergunta pode deixar alguém milionário. A tensão aumenta a cada rodada, o auditório segura a respiração e o público em casa tenta responder como se valesse também. Será que neste domingo alguém chega até o final?

🧊 Pegadinha com bug no tempo: o humor no modo congelado

E pra fechar com chave de ouro (e boas gargalhadas), a Câmera Escondida da semana vai brincar com o inesperado. Na pegadinha “Pedir Informação e Congelar”, o ator Adriano Arbool para o tempo — literalmente. Ele pede uma informação e, no meio da conversa, simplesmente… trava. Fica parado como estátua no meio da CCXP 2024, deixando os fãs nerds tentando entender se aquilo é cosplay, performance ou um bug da realidade.

Resultado? Reações hilárias, confusão e a certeza de que o humor simples ainda é o mais eficaz.

📺 Muito além da nostalgia: um domingo onde tudo pode acontecer

O Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel deste domingo não é apenas uma sequência de quadros. É um show à moda antiga com fôlego de streaming, onde o improviso encontra o roteiro, o clássico abraça o viral e a plateia se torna cúmplice de um espetáculo que só a televisão brasileira sabe entregar.

Então, fica o convite: domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT. Porque se tem freira no beatbox, Jesus no game show e prêmio de R$ 300 mil em 60 segundos… você sabe que não é só um programa — é um evento.

Novocaine: À Prova de Dor ganha trailer final repleto de ação e violência

0

A Sony Pictures lançou o trailer final de Novocaine: À Prova de Dor, novo thriller de ação estrelado por Jack Quaid (The Boys, Oppenheimer, Pânico V). O filme chega aos cinemas brasileiros em 13 de março e promete muita adrenalina, pancadaria e um protagonista bem fora do comum.

Na trama, Quaid interpreta Nathan Caine, um cara que nasceu com Insensibilidade Congênita à Dor (CIPA) – um distúrbio raríssimo que o impede de sentir dor física. Desde pequeno, ele precisou de uma série de adaptações para sobreviver, como triturar a comida para não mastigar a própria língua e cronometrar as idas ao banheiro. Mas sua vida pacata muda drasticamente quando um grupo de criminosos invade o banco onde trabalha e faz sua namorada refém. Sem medo de se machucar (literalmente!), ele parte em uma missão desesperada para resgatá-la, transformando sua condição em sua maior vantagem.

O elenco de peso traz Amber Midthunder (Prey, Legion, A Estrada 47), Jacob Batalon (Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, Meninas Malvadas 2024), Betty Gabriel (Corra!, Upgrade, Os Inocentes), Matt Walsh (Se Beber, Não Case!, Ted, A Entrevista), e Ray Nicholson (Panic, Licorice Pizza, Nosso Último Verão).

O roteiro é assinado por Lars Jacobson, e a direção fica por conta de Robert Olsen e Dan Berk (Vingança FM, Body, Os Assassinos do Amanhã). Além disso, Novocaine é a primeira produção do novo selo Infrared, da FilmNation Entertainment, que promete trazer filmes de ação mais intensos e diferenciados.

Com um visual estiloso, muita pancadaria e aquele humor ácido que mistura violência e momentos insanos, Novocaine tem tudo para ser um dos filmes de ação mais divertidos do ano. O trailer já deixa claro que a jornada de Nathan será caótica, cheia de explosões, perseguições e lutas brutais – e Jack Quaid, que já provou ser ótimo tanto na ação quanto na comédia, parece estar se divertindo horrores no papel.

Agora é só marcar no calendário: 13 de março nos cinemas! Confira o trailer e prepare-se para sentir (ou não) toda essa pancadaria! 🎬

Gachiakuta vai além do mangá e do anime e anuncia adaptação em live-action para os palcos japoneses

0

A jornada de Gachiakuta continua se expandindo para além das páginas do mangá e das telas da televisão. Neste domingo, dia 21, foi anunciado que a obra criada por Kei Urana ganhará uma adaptação em live-action em um formato pouco convencional para produções do gênero: uma peça de teatro. O espetáculo terá apresentações programadas entre maio e junho de 2026, passando por Tóquio e Kyoto, duas das cidades mais importantes do cenário cultural japonês.

A novidade reforça o crescimento constante da franquia, que vem conquistando público desde sua estreia na Weekly Shōnen Magazine, da Kodansha, em fevereiro de 2022. Escrita e ilustrada por Kei Urana, com colaboração visual de Ando Hideyoshi, responsável pelos marcantes grafites que definem a identidade estética da obra, Gachiakuta rapidamente se destacou por sua proposta ousada, tanto em narrativa quanto em estilo artístico. Até novembro de 2025, a série teve seus capítulos reunidos em 17 volumes tankōbon, consolidando sua presença no mercado editorial.

O reconhecimento da obra ultrapassou as páginas do mangá. Entre julho e dezembro de 2025, a história ganhou uma adaptação em anime produzida pelo estúdio Bones Film, conhecida por trabalhos de grande impacto visual e narrativo. A boa recepção do público e da crítica levou ao anúncio de uma segunda temporada, confirmando o interesse contínuo pela história e por seu universo sombrio e provocador.

No centro da narrativa está Rudo, um jovem que vive nas favelas de uma sociedade extremamente desigual. Ele pertence aos chamados “tribais”, descendentes de criminosos e pessoas banidas da cidade principal, a Esfera. Desde cedo, Rudo convive com o desprezo da elite, que trata tudo o que considera inútil como lixo, incluindo vidas humanas. Esses descartes são lançados em um gigantesco abismo conhecido como Poço, um local cercado por medo e estigmas.

Criado por seu pai adotivo, Regto, Rudo cresce observando a crueldade do sistema que governa a Esfera. Regto lhe conta que seu pai biológico foi jogado no Poço antes mesmo de seu nascimento, acusado de um crime. Essa revelação molda profundamente a visão de mundo do garoto e fortalece seu sentimento de revolta contra a classe dominante, que vive cercada de privilégios enquanto descarta tudo aquilo que não lhe convém.

A história ganha contornos ainda mais trágicos quando Rudo encontra Regto assassinado ao retornar para casa. Preso no local do crime, ele é imediatamente acusado do homicídio, sem qualquer investigação justa. Por ser um tribal, Rudo é tratado como culpado desde o início. Condenado, ele é lançado no Poço, repetindo o destino de tantas outras pessoas excluídas pela sociedade. Antes de cair, o jovem faz um juramento silencioso de vingança contra aqueles que o condenaram injustamente.

No fundo do Poço, Rudo desperta em um cenário hostil, formado por montanhas de lixo, estruturas abandonadas e criaturas monstruosas criadas a partir dos resíduos descartados pela Esfera. Sua sobrevivência só é possível graças à intervenção de Enjin, um homem misterioso que o resgata e revela uma verdade chocante: o Poço não é o fim do mundo, mas a superfície, onde tudo aquilo que é rejeitado acaba se acumulando.

Enjin apresenta a Rudo os Limpadores, um grupo formado por indivíduos conhecidos como Doadores, capazes de extrair poder emocional de objetos e transformá-los em armas chamadas instrumentos vitais. Esses artefatos são usados para combater as criaturas que infestam o local. Mesmo relutante, Rudo aceita se juntar aos Limpadores, enxergando nessa escolha a única chance de sobreviver e, um dia, retornar à Esfera para confrontar o sistema que o destruiu.

Na “Sessão da Tarde” desta terça (22/07), TV Globo exibe o filme Dolittle, estrelado por Robert Downey Jr.

0
Foto: Reprodução/ Internet

Em tempos de telas aceleradas, algoritmos que moldam gostos e narrativas que competem por atenção, ainda há espaço para histórias que aquecem o coração de todas as idades. É nesse espírito que a TV Globo reapresenta nesta terça-feira, 22 de julho de 2025, na tradicional Sessão da Tarde, o filme “Dolittle”, estrelado por Robert Downey Jr. — uma jornada visualmente encantadora sobre escuta, cura e reconexão com o mundo.

Um clássico repaginado para encantar novas gerações

Lançado em 2020, o longa é uma nova leitura das aventuras do Dr. Dolittle, personagem criado pelo autor britânico Hugh Lofting em 1920. A história atravessou gerações, mas foi repaginada para dialogar com os tempos atuais — não apenas por seus efeitos modernos e trilha sonora envolvente, mas também por trazer mensagens sensíveis sobre luto, empatia e amizade verdadeira.

Nesta versão, conhecemos um Dr. John Dolittle recluso, ainda marcado pela morte da esposa, vivendo isolado em sua mansão ao lado de animais exóticos que são, literalmente, seus únicos interlocutores. O dom de falar com os bichos o tornou uma lenda, mas também um homem desconectado dos humanos — até que a doença misteriosa da Rainha Vitória o obriga a sair da toca.

Uma missão que é também um reencontro consigo mesmo

O chamado da Rainha chega por meio da jovem Lady Rose, que convence Dolittle a embarcar em uma jornada para encontrar uma fruta lendária capaz de curá-la. Mas a missão, claro, vai além da busca por um antídoto: trata-se também da busca pela cura interior do próprio médico.

A aventura leva Dolittle e seus fiéis companheiros pelos oceanos, florestas e ilhas encantadas. Cada etapa é uma metáfora das emoções que ele precisa enfrentar: medo, raiva, negação, saudade. E cada animal ao seu lado simboliza partes de sua psique — do gorila ansioso à arara sensata, passando por um urso-polar medroso e um avestruz pessimista. Juntos, formam um retrato emocional e divertido da alma humana.

Um elenco completo

Robert Downey Jr., mundialmente conhecido por interpretar o Homem de Ferro, mergulha aqui em um personagem completamente diferente. Sua performance sensível, com trejeitos teatrais e sotaque excêntrico, dividiu opiniões, mas é inegavelmente corajosa.

Ao seu redor, um elenco digno de tirar o chapéu: Antonio Banderas (A Máscara do Zorro, A Pele que Habito) interpreta o Rei Rassouli, Michael Sheen (Frost/Nixon, The Queen) vive o vilão Dr. Müdfly, e Harry Collett (Dunkirk) traz frescor e carisma como o jovem aprendiz Tommy Stubbins. A presença de Jessie Buckley (Estou Pensando em Acabar com Tudo, Wild Rose), Jim Broadbent (As Horas, Harry Potter e o Enigma do Príncipe) e Kasia Smutniak (Lembranças de um Amor Eterno, Perfect Strangers) complementa o time com elegância.

Na dublagem original, o show é dos astros: Emma Thompson (Razão e Sensibilidade, Nanny McPhee), Rami Malek (Bohemian Rhapsody, Mr. Robot), John Cena (O Esquadrão Suicida, Velozes & Furiosos 9), Octavia Spencer (Histórias Cruzadas, Ma), Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, O Diabo de Cada Dia), Selena Gomez (Os Feiticeiros de Waverly Place, Only Murders in the Building), Craig Robinson (The Office, É o Fim), Marion Cotillard (Piaf – Um Hino ao Amor, A Origem), Ralph Fiennes (O Paciente Inglês, O Grande Hotel Budapeste) e Jason Mantzoukas (Brooklyn Nine-Nine, Big Mouth) dão voz aos animais com humor e personalidade.

Dublagem brasileira

A versão exibida pela Globo, dublada em português, mantém a excelência com vozes consagradas como Guilherme Briggs, Alexandre Moreno, Marco Ribeiro, Marize Motta, entre outros. A tradução criativa, com adaptações culturais bem aplicadas, torna o humor mais acessível e o conteúdo ainda mais envolvente para o público brasileiro.

A dublagem nacional — há décadas aclamada por fãs de animações e blockbusters — transforma Dolittle em um verdadeiro presente para as famílias que acompanham a Sessão da Tarde.

Bastidores do longa

Dirigido por Stephen Gaghan, conhecido por dramas sérios como Traffic, o filme foi um desafio à parte. Filmado em locações do Reino Unido, como o Great Windsor Park e as montanhas do norte do País de Gales, a produção mescla cenários reais e efeitos digitais de ponta para criar um universo mágico.

Com um orçamento estimado em 175 milhões de dólares, Dolittle enfrentou atrasos, refilmagens e reestruturação de roteiro durante a pós-produção. As críticas na estreia foram mistas, mas a resposta do público — especialmente famílias — garantiu ao filme uma bilheteria mundial superior a 250 milhões de dólares.

Sessão da Tarde: o ritual de gerações

A escolha da Globo por exibir o clássico repaginado na Sessão da Tarde não é aleatória. O espaço, que há mais de 50 anos exibe filmes que formam memórias afetivas em milhões de brasileiros, mantém sua relevância justamente por unir diferentes gerações.

Pais que cresceram assistindo aos filmes de Eddie Murphy como Dr. Dolittle nos anos 90 agora se sentam ao lado dos filhos para ver a nova versão. Avós que liam as fábulas originais reconhecem na ambientação vitoriana um pedaço de seu imaginário. Crianças de hoje se encantam com um cinema que ainda acredita no poder da fantasia.

O legado de Dolittle

Apesar das críticas iniciais, Dolittle conquistou seu espaço como uma obra que não precisa ser perfeita para ser significativa. Sua mensagem — de que ouvir o outro pode ser o primeiro passo para curar a si mesmo — reverbera em um mundo onde a escuta se tornou rara.

O filme continua sendo exibido em plataformas de streaming e nas grades de canais abertos, provando que seu apelo familiar e sua estética encantadora seguem conquistando novos públicos.

almanaque recomenda