Crítica | Kleber Mendonça Filho reinventa o cinema político e a memória brasileira em O Agente Secreto

0

Kleber Mendonça Filho consolida sua posição como um dos cineastas mais audaciosos do Brasil contemporâneo em O Agente Secreto, apresentado na Competição Oficial deste ano. Ao contrário de diretores que dialogam com gêneros cinematográficos clássicos de maneira convidativa, como Paul Thomas Anderson ou Richard Linklater, Mendonça adota um caminho mais instigante: suas referências não existem para confortar o público, mas para desestabilizá-lo, provocar reflexão e despertar curiosidade. O cineasta cria um cinema de intensidade calculada, em que cada elemento — da narrativa à ambientação — participa de uma teia de significados que desafiam a percepção imediata do espectador.

O longa se passa em Recife, cidade já simbólica na filmografia de Mendonça Filho, aqui recriada em 1977, um período marcado por tensões políticas e sociais no Brasil. No centro da narrativa está um ex-acadêmico em conflito com o governo, inicialmente apresentado como Marcelo e depois revelado como Armando. Essa ambiguidade nomeia o tom da obra: um filme que se recusa a ser facilmente categorizado, que opera em um espaço de incertezas, misturando memória, política e cinema de gênero. O próprio enredo, estruturado quase como um mosaico, recusa linearidade: cada personagem, evento e detalhe histórico atua como fragmento de uma realidade maior, conduzindo o espectador por camadas de significado que exigem atenção e reflexão.

Com uma duração próxima de duas horas e quarenta minutos, O Agente Secreto apresenta um universo densamente povoado, entrelaçando narrativas secundárias que, à primeira vista, parecem dispersas, mas que se articulam para criar uma representação vívida de uma época. Mendonça Filho demonstra maestria em integrar elementos de cenário, como o carnaval, a imprensa local e referências cinematográficas da década de 1970, sem reduzi-los a meros indicadores temporais. Pelo contrário, cada detalhe contribui para a construção de uma textura narrativa própria, rica e polifônica.

O filme se distingue também pela inserção inesperada do presente na narrativa, promovendo uma reflexão sobre memória política e social. Essa estratégia, que já aproxima o longa de obras como Ainda Estou Aqui (2024), de Walter Salles, vai além da comparação: enquanto Salles oferece compreensão e contextualização, Mendonça Filho provoca desconforto e frustração, recusando o prazer didático do cinema baseado em fatos reais. O espectador é constantemente desafiado a decifrar nuances, subtextos e ambiguidades, tornando a experiência cinematográfica ativa e exigente.

Sequências como a perseguição de Armando por assassinos de aluguel ilustram o domínio do diretor sobre a tensão narrativa. Ao subverter expectativas — desviando o clímax e negando a catarse tradicional do thriller — Mendonça reafirma seu compromisso com um cinema politicamente engajado e formalmente inventivo. Essa recusa deliberada ao conforto emocional e narrativo não é apenas um recurso estilístico, mas um posicionamento crítico que atravessa toda a obra.

Além disso, o diretor manipula habilmente os códigos do cinema de gênero. O que poderia se tornar uma narrativa linear e previsível, adequada a formatos de streaming convencionais, é transformado em um cinema de subversão e complexidade. Cada desvio, cada pausa, cada corte inesperado funciona como um recurso expressivo, ampliando camadas de significado e mantendo o filme vivo na memória do espectador muito depois da exibição.

O Agente Secreto é um cinema de tensão e reflexão, que se recusa a ser facilmente consumido. Desafiador e repleto de arestas, o filme convida o público a perder-se para, paradoxalmente, encontrar uma representação profunda de uma época e um espelho crítico do presente. Mendonça Filho reafirma sua singularidade, articulando memória, política e cinefilia em um longa que confirma seu lugar como um dos autores mais originais e relevantes do cinema brasileiro contemporâneo.

Crítica – O Homem do Saco aposta no terror, mas não convence totalmente

1

Às vezes, um filme nos faz questionar os critérios usados para chegar aos cinemas. “O Homem do Saco”, dirigido por Colm McCarthy, não só nos deixa com essa pergunta, mas nos faz refletir se o próprio diretor sabia o que estava tentando criar. Vendido como uma “história de fantasmas antiquada”, o longa acaba sendo uma colcha de clichês mal costurados, sem tensão, emoção ou personalidade.

A premissa tem certo potencial: Patrick (Sam Claflin), um inventor em crise, volta para a casa de infância com sua família e começa a ser atormentado por pesadelos e uma entidade misteriosa. Até aí, parece uma fórmula conhecida, mas aceitável. No entanto, a execução é desastrosa. Os sustos previsíveis e os diálogos sem vida tornam difícil qualquer envolvimento emocional com a história.

Nos primeiros quinze minutos, já se percebe que o filme tem apenas dois truques: barulhos ensurdecedores e luzes piscantes. Cada cena que tenta criar tensão se transforma em uma piada involuntária, deixando o espectador mais entediado do que assustado.

O grande antagonista, o temido Homem do Saco, é apresentado como uma figura mística que sequestra apenas crianças boas. Uma ideia intrigante, mas que rapidamente se desfaz com um visual risível. Em vez de provocar calafrios, o monstro parece uma fantasia de Halloween retirada da lixeira de uma loja de descontos.

A construção da mitologia em torno do vilão também é rasa e sem criatividade. O roteiro não explora o suficiente para tornar essa figura verdadeiramente assustadora ou simbólica.

Colm McCarthy, que já mostrou competência em projetos anteriores, parece perdido aqui. O ritmo arrastado, combinado com uma direção apática, faz com que até os momentos de tensão pareçam forçados. O resultado é um filme que se leva a sério demais, sem oferecer nada que justifique essa pretensão.

“O Homem do Saco não é apenas um filme esquecível — é um exemplo de como não se fazer terror. Sem sustos, sem tensão e sem originalidade, o longa deixa uma lição: às vezes, é melhor que certas histórias nunca saiam do papel.

Apple TV+ lança trailer de “Chefe de Guerra”, drama histórico estrelado por Jason Momoa

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na última quinta-feira, 10 de julho, o Apple TV+ abriu as cortinas para Chefe de Guerra, um drama histórico que vai muito além do convencional, trazendo Jason Momoa não só como protagonista, mas também como roteirista e produtor executivo. O astro de Aquaman e See mergulha fundo na ancestralidade das ilhas havaianas para contar a história de Ka’iana — um guerreiro ambicioso que busca unificar um arquipélago à beira de grandes transformações.

A força do olhar nativo na narrativa

Mais que uma série, Chefe de Guerra é um resgate cultural, idealizado por Momoa e Thomas Pa’a Sibbett, ambos conectados às suas raízes polinésias. O projeto se destaca por abraçar a voz local, valorizando atores majoritariamente polinésios, como Luciane Buchanan (Sweet Tooth), Temuera Morrison (O Livro de Boba Fett) e o novato Kaina Makua, que incorporam a alma do Pacífico em cena.

Bastidores que impressionam: diretores, showrunners e trilha sonora épica

Por trás das câmeras, a responsabilidade fica por conta de Doug Jung, conhecido pelo roteiro do explosivo Star Trek: Sem Fronteiras, que assume o posto de showrunner, enquanto Justin Chon, que dirigiu filmes como Gook, assina os primeiros episódios. Momoa, fiel ao compromisso com a autenticidade, assume a direção do episódio final, fechando a trama com seu olhar visceral.

E para elevar ainda mais a atmosfera, Hans Zimmer — o gênio musical por trás de Duna e O Rei Leão — assina a trilha sonora, ao lado de James Everingham, com arranjos que prometem transportar o espectador direto para as ondas e montanhas havaianas.

Estreia marcada: uma viagem no tempo começa em agosto

Com nove episódios cuidadosamente produzidos, Chefe de Guerra chega ao Apple TV+ em 1º de agosto, disponibilizando os dois primeiros episódios na estreia, com capítulos semanais até 19 de setembro. É a chance de se perder em uma narrativa épica, onde a luta pelo poder, honra e identidade indígena ganham vida com intensidade e reverência.

Paulistar deste sábado (09/08) destaca a história da Calçada do Samba e o legado da família Mina no Jardim Almanara

0

No próximo sábado, 9 de agosto de 2025, o programa Paulistar convida o público para mergulhar em uma das histórias mais inspiradoras da Zona Norte de São Paulo: a da Calçada do Samba, no Jardim Almanara, Brasilândia. Em uma edição carregada de emoção, música e afeto, a apresentadora Valéria conduz uma verdadeira viagem pelo coração cultural e comunitário da região, revelando como a família Mina transformou sua casa e calçada em um ponto de encontro onde o samba é mais que música — é resistência, identidade e cura coletiva.

O samba que nasceu da porta de casa

A abertura do programa já dá o tom do episódio. Ao som de “Alguém Me Avisou”, de Dona Ivone Lara, interpretada por Luiz Mina, o espectador é transportado para o clima caloroso da Brasilândia. As imagens mostram crianças brincando na rua, vizinhos conversando nas calçadas e tambores sendo afinados, enquanto a voz de Luiz embala memórias e sentimentos.

No centro dessa história estão Dona Ivani e Seu Luiz, casados há 68 anos, protagonistas de um amor que atravessou décadas e crises, sempre com o samba como pano de fundo. Entre sorrisos e olhares cúmplices, eles relembram como chegaram ao bairro e como, pouco a pouco, sua casa se tornou um farol de cultura e convivência.

— “O samba sempre esteve com a gente. Não é só música, é como a gente aprendeu a resistir e a se alegrar, mesmo nas dificuldades”, diz Dona Ivani, com a voz embargada.

Seus cinco filhos cresceram embalados por rodas de samba improvisadas na sala, no quintal e, mais tarde, na própria calçada. Assim nasceu, há dez anos, a Calçada do Samba, um movimento espontâneo que hoje é patrimônio afetivo da comunidade.

Do quintal para o bairro: a força da união

O Jardim Almanara, como muitos bairros da periferia paulistana, é feito de histórias de superação. O programa mostra como a família Mina soube transformar a simplicidade da vida cotidiana em um legado cultural. A cada encontro na Calçada do Samba, vizinhos e amigos encontram não só música, mas também um espaço seguro para compartilhar, rir e lembrar.

O episódio traz depoimentos emocionantes de moradores que viram no samba uma forma de superar perdas, enfrentar crises e celebrar conquistas. Há relatos de quem conheceu o espaço em um momento difícil e encontrou ali acolhimento e incentivo para seguir.

— “Eu vinha aqui só para ouvir, depois comecei a cantar. Foi assim que voltei a acreditar em mim”, conta uma moradora, com lágrimas nos olhos.

A força empreendedora do bairro

O Paulistar também abre espaço para mostrar como o espírito comunitário do Jardim Almanara vai além da música. Valéria visita um restaurante que se tornou referência local, comandado por Flávio, morador e empreendedor nascido e criado na região. Ele relembra as ruas da infância e revela como decidiu investir no próprio bairro, transformando memórias em oportunidade.

— “Aqui é minha raiz. Quis criar um negócio que valorizasse o que temos de melhor e que trouxesse movimento para a nossa comunidade”, afirma Flávio. Seus planos de expansão prometem gerar empregos e fomentar ainda mais a economia local.

A Igreja de Zinco e a fé que une

Outro ponto de destaque no episódio é a Igreja Santo Apóstolos, carinhosamente apelidada de Igreja de Zinco. Sua arquitetura chama atenção: o teto em formato de Bíblia é símbolo da persistência e da criatividade dos moradores.

Carlos e Vânia, dois dos filhos de Dona Ivani e Seu Luiz, contam histórias vividas no templo e refletem sobre como a diversidade religiosa sempre foi respeitada na família. Católicos, evangélicos e umbandistas convivem lado a lado, reforçando a ideia de que, no Jardim Almanara, a fé é mais ponte do que muro.

— “A gente aprendeu cedo que respeito é a base de tudo. Aqui, ninguém precisa deixar de ser quem é para fazer parte da roda”, diz Vânia.

Cultura viva na Casa de Cultura da Brasilândia

O roteiro do programa também passa pela Casa de Cultura da Brasilândia, espaço que ganhou nova vida após reformas e hoje pulsa com atividades culturais. Valéria participa de aulas de samba rock e cavaquinho, e conhece o trabalho das trancistas locais, que transformam cada penteado em uma afirmação de identidade e orgulho da beleza negra.

A visita evidencia como a arte, a moda e a música se entrelaçam na preservação da memória e no fortalecimento da autoestima comunitária.

A grande roda: 10 anos de Calçada do Samba

O clímax do episódio chega com a roda de samba especial em homenagem aos dez anos da Calçada. O encontro reúne gerações da família Mina, vizinhos e amigos, todos unidos em um círculo onde a música dita o compasso do afeto.

Carlos abre cantando “Foram Me Chamar”, enquanto olhares e aplausos aquecem a noite. Em seguida, Vânia faz um discurso emocionado, relembrando momentos em que o samba foi cura para tristezas profundas.

O encerramento fica por conta de uma convidada especial: Eliana de Lima, que interpreta seu clássico “Desejo de Amar”. Sua presença sela a importância da Calçada como símbolo da força cultural periférica, reconhecida além dos limites do bairro.

— “A periferia é um celeiro de talento, e espaços como este são fundamentais para manter nossa história viva”, declara Eliana.

“Stick” | Comédia esportiva da AppleTV+ é renovada para a 2ª temporada com Owen Wilson à frente

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na contramão dos clichês de superação esportiva, Stick chegou ao catálogo da AppleTV+ no início de junho de 2025 como quem não queria nada — com um humor seco, uma trilha sonora suave e uma trama sobre fracassos pessoais mais do que sobre vitórias no green. Mas bastaram poucos episódios para que o público se afeiçoasse a Pryce Cahill, o ex-jogador de golfe vivido com precisão melancólica por Owen Wilson, e ao mundo disfuncional, cômico e tocante que a série apresenta.

Agora, para alegria dos fãs, Stick acaba de ser renovada para a segunda temporada. O anúncio veio justamente na semana do último episódio da primeira leva, o que fez com que a comoção nas redes se transformasse em celebração. As informações são do Variety.

“Acho que todos nós nos divertimos muito fazendo isso”, disse Owen Wilson em comunicado. “É muito bom ver a série se conectar com as pessoas e saber que temos a chance de continuar a história.”

Uma comédia sobre falhas — e como conviver com elas

Criada por Jason Keller, Stick não tenta pintar o golfe como um campo de glórias, e sim como um espaço de confrontos interiores. Logo no primeiro episódio, somos apresentados a Pryce Cahill, um ex-atleta que já esteve nos holofotes, mas hoje vive à sombra de seus próprios erros e lutos. Vendedor de tacos de golfe em uma loja mediana e com um humor amargo, ele é uma figura entre o cômico e o patético — o retrato de alguém que caiu do pedestal e ainda está tentando entender o que fazer no chão.

A série, no entanto, evita qualquer tentativa óbvia de redenção. É nas entrelinhas, nos silêncios, nos olhares e nas relações quebradas que Stick encontra sua força dramática. A chegada de Santi Wheeler (Peter Dager), um jovem golfista prodígio que desistiu do esporte após traumas familiares, estabelece a dupla improvável no centro da trama. Pryce vê em Santi a chance de resgatar não só uma carreira, mas também um sentido para a vida.

Não se trata de mentor e aprendiz nos moldes clássicos, mas de dois homens tentando se reconstruir — cada um à sua maneira. Enquanto Santi lida com as feridas deixadas por um pai ausente, Pryce tenta encontrar redenção pela perda de seu filho Jett, uma dor que ainda ecoa em cada flashback, cada conversa atravessada, cada momento de silêncio desconfortável.

A leveza que vem do amargo

O humor da série é um dos seus trunfos. Stick acerta ao inserir pitadas de comédia onde menos se espera, usando o sarcasmo de Pryce, os tropeços sociais dos personagens e as situações absurdas que surgem entre uma tacada e outra para quebrar o drama com naturalidade.

Personagens como Zero (Lilli Kay), uma barman de espírito livre, e Mitts (Marc Maron), o ex-caddie e parceiro de derrotas de Pryce, oferecem uma camada extra de humanidade à trama. Cada um carrega suas dores, seus dilemas, suas fraturas — mas ninguém se leva a sério demais. É como se todos estivessem apenas tentando sobreviver, com um taco de golfe na mão e uma piada pronta na ponta da língua.

Owen Wilson em sua melhor forma

Famoso por papéis cômicos, muitas vezes excêntricos, Owen Wilson entrega aqui uma de suas performances mais densas e contidas. Pryce não é um herói. Tampouco um vilão. É apenas um homem quebrado tentando juntar os cacos com os recursos que tem — o cinismo, a ironia, a dor mal resolvida e uma nostalgia que nunca cessa.

A atuação de Wilson equilibra perfeitamente humor e vulnerabilidade, o que torna o personagem fascinante mesmo nos momentos mais controversos. Ao lado de Peter Dager, que brilha com sutileza e intensidade como o jovem Santi, ele constrói uma das duplas mais complexas e emocionantes da atual televisão americana.

O elenco que dá alma à série

Além de Wilson e Dager, o elenco de Stick é um espetáculo à parte. Mariana Treviño emociona como Elena, a mãe solo que tenta manter Santi em uma linha tênue entre esperança e frustração. Lilli Kay, como a espirituosa Zero, ilumina cada cena com sua presença descomplicada e libertária.

Entre os rostos recorrentes, Judy Greer rouba a cena como Amber-Linn, a ex-mulher de Pryce, enquanto Timothy Olyphant surge com charme e rivalidade no papel de Clark Ross, antigo parceiro de jogos e atual espinho no sapato do protagonista.

As participações especiais — como as de jogadores reais de golfe e comentaristas — conferem um toque de realismo e autenticidade aos torneios exibidos na série, como o fictício ReadySafe Invitational.

Uma história de luto, legado e reinvenção

O que torna Stick tão especial é que, por trás do pano de fundo esportivo, existe uma história sobre luto. Sobre paternidades falhadas. Sobre relações que precisam ser desenterradas, lavadas e remendadas. É sobre o peso do que não foi dito — e o esforço constante para encontrar uma nova forma de existir.

A figura do filho falecido de Pryce, Jett Cahill, é um fantasma silencioso que ronda toda a série. Interpretado por três atores em diferentes idades, o personagem aparece em lembranças fragmentadas, em sonhos, em vislumbres emocionais que nunca são explícitos, mas sempre profundos. É nesse subtexto que a série mais comove.

AppleTV+ aposta na continuidade

A renovação para a segunda temporada vem como resposta à boa recepção da crítica e do público. Embora o golfe seja o pano de fundo, a trama consegue atravessar as barreiras esportivas e emocionar até quem nunca segurou um taco na vida.

A AppleTV+ vem apostando em produções que mesclam originalidade e sensibilidade — e Stick é um exemplo claro dessa curadoria cuidadosa. Com uma abordagem moderna, personagens tridimensionais e um roteiro que valoriza o não-dito, a série conquistou um espaço próprio na plataforma.

O que esperar da segunda temporada?

Embora detalhes sobre a nova temporada ainda não tenham sido divulgados, a renovação abre portas para aprofundar os conflitos familiares de Santi, os fantasmas de Pryce e os desafios futuros no circuito profissional.

Será interessante ver como a parceria entre mentor e pupilo se desenvolve agora que os papéis estão menos claros. Pryce, afinal, também precisa ser salvo. E Santi talvez seja sua única chance real de encontrar paz — ou pelo menos, perdão.

Além disso, os desdobramentos com Amber-Linn, os atritos com Clark Ross e as questões não resolvidas com Elena prometem ganhar mais força.

Pequenas Empresas e Grandes Negócios de sábado (16) mostra bolsas térmicas premium, tecnologia verde e o artesanato que marca a Festa de Barretos

0
Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 16 de agosto, o Pequenas Empresas e Grandes Negócios (PEGN) chega com um cardápio variado de histórias que mostram que empreender pode nascer tanto de uma boa ideia quanto de um talento cultivado por anos. Na tela, desfilam desde marcas que unem design e funcionalidade, passando por inovações tecnológicas que aproximam pessoas e natureza, até tradições que resistem ao tempo e eventos que movimentam bilhões.

A primeira parada é em Salvador (BA), onde Léo Barros decidiu transformar a habilidade de criar bolsas térmicas artesanais em um negócio de alto padrão. As peças, feitas à mão, se destacam não só pelo visual sofisticado, mas também por detalhes técnicos que conquistam o público exigente: isolamento térmico de até 12 horas e bandeja antivazamento patenteada. Hoje, com 500 unidades produzidas por mês e faturamento anual de R$ 3,5 milhões, Léo prepara a próxima etapa — levar sua marca ao varejo de luxo e ampliar a presença no mercado nacional.

De lá, o programa segue para São Carlos (SP), onde quatro pesquisadoras formadas pela UFSCar criaram um aplicativo de educação ambiental que vai muito além da informação básica. Ele funciona offline, oferece dados históricos, culturais e ambientais de trilhas, parques e museus, e ainda inclui audiodescrição, Libras e jogos interativos para tornar a experiência mais inclusiva e divertida. O projeto já está ativo em lugares icônicos, como o Parque Nacional do Iguaçu e o Parque Lage (RJ), e garante à startup um faturamento de cerca de R$ 80 mil por mês, com apoio de instituições e programas de inovação.

A nova série especial sobre a Festa do Peão de Barretos estreia com um personagem que carrega a cultura sertaneja nas mãos há quase quatro décadas. Artesão de selas e acessórios, ele vê sua produção e suas vendas dispararem durante o evento, provando que tradição e negócio podem andar juntos.

No quadro “Dica do Bacca”, Marcelo Baccarini abre o mapa de oportunidades no setor de eventos, que deve movimentar R$ 140 bilhões em 2025. O número impressiona, mas o que chama atenção é a previsão de contratação de mais de 2,7 milhões de microempreendedores individuais, em áreas que vão de montagem de estandes e alimentação a tecnologia e brindes personalizados.

Para encerrar, a história de Matheus Vitor, um chef apaixonado pelo churrasco americano, que encontrou no tempero dry rub e nas carnes defumadas a receita para reescrever sua vida. No início da pandemia, com a esposa grávida e a ameaça de perder o emprego, investiu R$ 280 em carnes e começou a vender seus preparos por delivery. A aposta deu tão certo que hoje ele comanda uma equipe de quase 20 pessoas e é reconhecido como referência no segmento.

Jacarés à solta! Predadores Assassinos é a atração do Cinemaço deste domingo, 25/05

0
Foto: Reprodução/ Internet

Se você gosta de filme com adrenalina pura, respiração presa e aquele suspense que faz até o sofá parecer perigoso… pode preparar a pipoca! O Cinemaço deste domingo, 25 de maio de 2025, vai te deixar grudado na TV com Predadores Assassinos — um daqueles filmes em que tudo que pode dar errado… dá errado mesmo!

A história é o seguinte: durante um furacão poderoso que devasta uma cidade da Flórida, uma jovem (vivida por Kaya Scodelario) ignora os alertas de evacuação e volta à sua antiga casa para tentar resgatar o pai (interpretado por Barry Pepper), que está ferido e preso no porão. Até aí já seria uma missão complicada, certo?

Mas a coisa piora. MUITO.

Além da água subindo rapidamente e da casa desmoronando aos poucos, eles descobrem que não estão sozinhos: jacarés gigantes e famintos invadiram o local, trazidos pela enchente, e estão sedentos… por mais do que água. A partir daí, começa uma batalha desesperadora por sobrevivência, com cenas que vão fazer você dar aquele gritinho interno (ou externo mesmo, tá tudo bem!).

O filme, no original chamado Crawl, foi dirigido por Alexandre Aja, que já tem um histórico respeitável no gênero terror e suspense. Ele sabe como prender a atenção do começo ao fim, e em “Predadores Assassinos” entrega um verdadeiro show de tensão, com direito a água até o pescoço — literalmente.

No elenco, além de Scodelario e Pepper, temos também Morfydd Clark, completando o trio de rostos conhecidos. Mas a grande estrela mesmo são os jacarés digitais que parecem saídos de um pesadelo molhado.

Então, se você curte um bom filme de desastre com pitadas de terror e muito aperto no coração, essa é a pedida certa pra fechar o domingo com emoção.

Aventura e emoção em família! “Shazam!” é o grande destaque da Temperatura Máxima deste domingo (14) na Globo

0

A tarde deste domingo, 14 de dezembro de 2025, promete aventura e boas risadas na Globo. A emissora exibe na faixa da Temperatura Máxima o filme “Shazam!”, produção lançada em 2019 que conquistou o público ao apresentar um super-herói diferente do padrão tradicional: menos sisudo, mais humano e com o coração de uma criança. Misturando ação, fantasia e comédia, o longa se tornou um dos títulos mais carismáticos do universo cinematográfico da DC Comics, ideal para reunir a família em frente à televisão.

Dirigido por David F. Sandberg, “Shazam!” aposta em uma narrativa leve e acessível, sem abrir mão de emoção e mensagens profundas. A trama acompanha Billy Batson, um garoto órfão que passou grande parte da vida pulando de lar em lar enquanto tenta, obstinadamente, reencontrar a mãe biológica. Desconfiado, irônico e acostumado a se virar sozinho, Billy representa milhares de jovens que cresceram sem raízes sólidas e aprenderam cedo a não esperar muito do mundo. Sua trajetória ganha uma reviravolta inesperada quando ele é escolhido por um antigo e misterioso mago para receber poderes extraordinários.

Ao pronunciar a palavra “Shazam”, Billy se transforma em um herói adulto com força sobre-humana, resistência, velocidade e habilidades mágicas. O detalhe que dá identidade ao filme é que, apesar do corpo poderoso, sua mente continua sendo a de um adolescente em fase de descobertas. Essa dualidade é explorada com inteligência e humor, principalmente através da atuação de Zachary Levi, que assume a versão heroica do personagem com entusiasmo, espontaneidade e um carisma que rapidamente conquista o público.

O aprendizado sobre como usar esses poderes acontece ao lado de Freddy Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer, um garoto inteligente, fã assumido de super-heróis e dono de comentários afiados. Freddy se torna o maior aliado de Billy, ajudando-o a testar limites, entender referências do universo DC e, principalmente, se divertir com a nova realidade. A amizade entre os dois é um dos pontos altos do filme, garantindo cenas engraçadas, leves e cheias de identificação com o público jovem.

Apesar do tom descontraído, “Shazam!” não deixa de apresentar conflitos mais densos. O vilão da história, Dr. Thaddeus Sivana, vivido por Mark Strong, é um personagem marcado pela frustração e pela rejeição. Ainda criança, Sivana também foi considerado digno dos poderes do mago, mas acabou descartado por não demonstrar pureza de coração. Anos depois, tomado pelo ressentimento, ele encontra forças sombrias e decide provar que o mundo errou ao ignorá-lo. O embate entre herói e vilão vai além das cenas de ação e coloca em contraste duas formas opostas de lidar com traumas e decepções.

Outro aspecto que diferencia “Shazam!” dentro do gênero é o destaque dado ao conceito de família. Billy é acolhido por um lar adotivo comandado por um casal carinhoso e formado por crianças e adolescentes com histórias muito distintas. Nesse ambiente, ele passa a conviver com personagens interpretados por nomes como Grace Fulton e Adam Brody, aprendendo, pouco a pouco, que laços verdadeiros nem sempre vêm do sangue, mas da convivência, do cuidado e da escolha diária de permanecer. Essa mensagem atravessa todo o filme e emociona justamente por sua simplicidade.

Nos bastidores, “Shazam!” também chama atenção pela grandiosidade da produção. As filmagens começaram em janeiro de 2018 e ocorreram majoritariamente no Pinewood Toronto Studios, no Canadá, além de diversas locações reais da cidade de Toronto, como a universidade local, centros comerciais e pontos históricos. A produção foi finalizada em maio do mesmo ano, com refilmagens realizadas no fim de 2018 para ajustes narrativos e técnicos.

Um dos detalhes mais curiosos envolve o figurino do herói. Cada uniforme utilizado por Zachary Levi custou cerca de um milhão de dólares, devido à tecnologia empregada e ao cuidado extremo com o visual musculoso do personagem. Ao todo, aproximadamente dez trajes foram confeccionados, representando um investimento significativo e evidenciando o compromisso da DC em dar ao personagem uma identidade visual marcante.

Lançado como o sétimo filme do DC Extended Universe, “Shazam!” chegou aos cinemas em um momento de transição para o estúdio, que buscava se afastar de narrativas excessivamente sombrias e apostar em histórias mais leves e otimistas. O resultado foi positivo: o longa recebeu boas críticas, teve ótima recepção do público e mostrou que ainda havia espaço para humor e emoção dentro do universo dos super-heróis. O sucesso levou ao desenvolvimento de uma sequência, confirmada oficialmente poucos meses após a estreia.

“Companhia Certa” desta quarta (30/07) recebe Nasi, voz histórica do Ira! e ícone do rock nacional

0

À meia-noite desta quarta-feira, 30 de julho, a RedeTV! convida o público para um encontro raro: não um talk show qualquer, mas uma espécie de acerto de contas com a vida. No sofá do programa Companhia Certa, Ronnie Von recebe ninguém menos que Nasi, vocalista do Ira!, ícone do rock nacional e uma alma em constante reconstrução.

A conversa vai além das perguntas. É quase uma sessão de terapia em horário nobre. Entre memórias de um tempo em que guitarras gritavam mais alto que algoritmos e reflexões sobre os tropeços do caminho, Nasi se despe de persona e mostra o homem por trás da voz rouca e das letras intensas. O artista, sim, mas também o filho, o irmão, o amigo, o cara que já se perdeu — e fez questão de se reencontrar.

“O Ira! não acabou, a gente só se machucou demais”

A entrevista começa com o inevitável: o fim (e o recomeço) do Ira!. A separação em 2007 ainda é uma ferida cicatrizada com pontos mal dados. “Não queria sair da banda. Só precisava de um tempo. A gente já não se escutava mais”, confessa Nasi, sem medo de encarar os próprios erros.

Entre silêncios e respiros longos, ele reconhece que o ego — o dele, o de Edgar Scandurra, o de todos — atrapalhou. “Era como um cachorro com muitos donos: ninguém cuidava direito. Morreu de fome. A banda desandou.”

Mas, como tudo que é verdadeiro, a música resistiu. Em 2013, o reencontro veio com um show beneficente. Sem contratos, sem promessas. Só dois caras no palco, reencontrando a faísca que um dia os uniu. “Ali, a gente viu que ainda tinha lenha pra queimar. Voltamos. Voltamos querendo”, diz ele, com um brilho que escapa pelos olhos.

Solo, mas inteiro

Longe do Ira!, Nasi se reinventou. Gravou nove álbuns solo, experimentou blues, psicodelia, baladas viscerais. “No Ira! existe uma moldura. No solo, eu posso pintar fora dela”, explica.

Ele fala do blues como quem fala de um velho amigo: confiável, profundo, meio triste, mas libertador. Desde os tempos de Nasi e os Irmãos do Blues, esse estilo serve como refúgio emocional e criativo. “Tem coisa que não cabe no Ira!. Mas isso não quer dizer que não mereça existir. O blues me entende.”

A liberdade também abriu portas para aventuras autorais. Tem série animada (Rockstar Ghost), documentário sobre religiões afro-brasileiras (Exu e o Universo), programa noturno no Canal Brasil (Nasi Noite Adentro). Um artista inquieto, plural, que desafia rótulos com a mesma voracidade com que enfrenta seus próprios fantasmas.

Crítico, mas não amargo

Entre um gole de água e outro, Nasi solta o verbo sobre o cenário musical atual. “Hoje a música virou trilha de festa. Tá tudo pasteurizado. Cadê a arte que cutuca, que incomoda?”, pergunta, mais intrigado do que indignado.

Ele faz questão de dizer que não é saudosista. Mas sente falta de algo que, para ele, não se negocia: verdade. “Não acho que tudo era melhor nos anos 80, mas naquela época a gente brigava pra dizer alguma coisa. Hoje, parece que ninguém quer mais ouvir.”

Mesmo assim, torce por um sopro de renovação. “Talvez surja uma nova geração com mais alma. Vai saber. A arte é imprevisível. Às vezes, do nada, ela volta com força.”

Cicatrizes à mostra

Nasi nunca teve medo de se expor. Falou abertamente sobre dependência química, sobre as relações que desabaram, sobre a própria incapacidade de ser leve em certos momentos. Largou a cocaína em 1997. Em 2007, dispensou também a maconha. “Não foi um renascimento. Foi um resgate. Eu queria continuar vivo.”

Essa honestidade brutal aparece também quando fala da própria trajetória. Nasceu na Bela Vista, cursou História na USP, fundou o Ira! em 1981, namorou atrizes famosas, brigou feio com o irmão, bateu de frente com empresários e jornalistas. Viveu o rock no limite. E, de alguma forma, sobreviveu a tudo — inclusive a si mesmo.

Em uma vida que daria um roteiro de filme — aliás, já deu —, ele ainda arrumou tempo pra ser apresentador, dublador, radialista, ator, roteirista e até comentarista esportivo. São-paulino roxo, apresentou o 90 Minutos na Kiss FM e chegou a abrir o show do AC/DC no Morumbi, para delírio dos fãs e surpresa dos céticos.

“A gente se perdoou. E isso salva”

A entrevista com Ronnie Von tem algo de confissão. Mas também tem reencontro. Nasi fala com carinho da volta do Ira!, mas, principalmente, da volta do diálogo com Edgar Scandurra. “Hoje a gente conversa. Escuta mais. Cede mais. O rock é rebelde, mas não precisa ser burro”, diz, com aquele tom ácido e certeiro que é só dele.

A reconciliação não foi só com a banda — foi consigo mesmo. Com o passado, com o menino que sonhava com discos, com o homem que quase se perdeu, com o artista que ainda quer dizer algo relevante.

Aos 62 anos, ele não fala em aposentadoria. Fala em continuidade. Quer gravar mais, compor mais, viver mais. “Enquanto tiver voz, vou cantar. Enquanto tiver o que dizer, vou falar. Se não for por mim, que seja por quem precisa ouvir.”

Christian Chávez anuncia retorno ao Brasil em 2026 com turnê que celebra a conexão eterna com fãs brasileiros

0
Foto: Reprodução/ Internet

Christian Chávez, cantor e ator mexicano que conquistou o mundo como parte do fenômeno RBD, acaba de anunciar seu tão aguardado retorno ao Brasil em 2026 com a turnê “Christian Chávez Para Siempre Tour”. O projeto celebra a relação profunda e duradoura do artista com um dos públicos mais fiéis da sua carreira.

A nova série de apresentações passará por 12 cidades brasileiras, incluindo quatro datas exclusivas produzidas pela Opus Entretenimento: Recife (27 de janeiro, Teatro RioMar Recife), Fortaleza (28 de janeiro, Teatro RioMar Fortaleza), São Paulo (6 de fevereiro, Teatro Bradesco) e Rio de Janeiro (7 de fevereiro, Teatro Opus Città). Os ingressos estarão disponíveis a partir desta quinta-feira, às 10h, pelo site uhuu.com e pontos autorizados.

Uma turnê que une passado e presente

“Christian Chávez Para Siempre Tour” é mais que uma sequência de shows: é um reencontro emotivo com os fãs que o acompanharam desde a era Rebelde, agora com uma proposta renovada. O espetáculo traz uma produção pensada para teatros, criando uma atmosfera intimista que valoriza a emoção e a conexão entre artista e público.

O repertório traz um equilíbrio cuidadoso entre os grandes sucessos do RBD e as faixas da carreira solo, além de surpresas que reforçam a autenticidade e o crescimento artístico de Christian. A turnê promete momentos visuais impactantes e emocionantes do começo ao fim.

“Para Siempre”: o elo musical da turnê

O título da turnê é também o nome da nova música que Christian lançará cerca de dois meses antes dos shows. A canção resgata a energia e o romantismo que marcaram sua trajetória na banda, mas com uma identidade própria, refletindo a evolução do artista. Esse novo single será o fio condutor da experiência, conectando passado e presente em uma narrativa musical envolvente.

Chávez sempre ressaltou o carinho especial que sente pelo Brasil, definindo o país como uma verdadeira “segunda casa”. Para ele, essa turnê é uma forma de retribuir o amor e a fidelidade dos fãs brasileiros, oferecendo um espetáculo que é uma verdadeira declaração de afeto e gratidão.

Da explosão do RBD à carreira solo

De garoto que conquistou o mundo como parte do fenômeno RBD a artista solo que constrói sua própria identidade, sua trajetória é marcada por evolução e por um compromisso sincero com a arte e a autenticidade.

Foi como integrante do RBD, grupo que explodiu na América Latina e no mundo nos anos 2000, que Christian conquistou o público. A série Rebelde e a banda que dela surgiu foram fenômenos culturais que marcaram uma geração. Com sua voz marcante e presença cativante, Christian personificou o espírito de uma juventude cheia de sonhos, desejos e conflitos reais.

Sua interpretação como Giovanni Méndez na novela trouxe não só fama, mas também a oportunidade de impactar fãs que se viam refletidos nas histórias e emoções que o grupo transmitia.

Após o fim do grupo, o cantor enfrentou o desafio de se reinventar. Essa fase foi marcada por uma busca profunda por identidade artística e pessoal. Com coragem, ele compartilhou sua verdade e abraçou temas importantes, incluindo sua representatividade LGBTQIA+, tornando-se uma voz inspiradora para muitos.

Sua música solo reflete uma maturidade conquistada com experiências, que mistura elementos do pop latino com letras que falam de amor, resistência e esperança. A relação próxima com os fãs se mantém viva, graças a uma autenticidade que ultrapassa o palco.

Christian sempre destacou o Brasil como um país que acolhe seu coração. Considerado por ele um “lugar seguro”, o Brasil é palco de uma ligação afetuosa que se traduz em shows memoráveis e uma base de fãs extremamente dedicada. Essa conexão ganha nova expressão com a turnê “Para Siempre”, que celebra essa história construída lado a lado.

almanaque recomenda