Superman já tem data oficial para chegar ao streaming no Brasil — veja onde assistir ao novo épico da DC!

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Atualmente nos cartaz das telonas levando uma nova abordagem para o herói mais icônico da cultura pop, Superman já tem data marcada para chegar ao streaming no Brasil. A partir do dia 26 de agosto, os fãs poderão conferir em casa a superestreia que marcou o início de uma nova era para o universo cinematográfico da DC.

Disponível nas principais plataformas de aluguel digital — como Apple TV, Prime Video, Google Play e Claro TV+ — o longa chega com força total, após um desempenho estável nas bilheterias e uma recepção positiva da crítica. Nos Estados Unidos, o lançamento digital rola um pouco antes: 15 de agosto, com exclusividade inicial no Prime Video. As informações são do O Vício.

Mas o que torna essa versão do Superman tão especial? A resposta vai muito além dos efeitos visuais ou da clássica capa vermelha. Estamos falando de um novo ponto de partida, um reboot com alma, cérebro e coração — e que coloca o herói mais uma vez no centro da conversa cultural.

Um novo começo: James Gunn assume o leme

O filme marca o primeiro capítulo do novo DCU (DC Universe), agora sob o comando de James e Peter Safran, os chefes do recém-criado DC Studios. E, se depender da dupla, o caos do antigo universo compartilhado da DC fica definitivamente para trás. Gunn não só dirige como também assina o roteiro, inspirado nos quadrinhos de All-Star Superman, de Grant Morrison e Frank Quitely — uma das versões mais reverenciadas do herói nos últimos anos. O resultado é uma história que honra o passado, mas dialoga com o presente de forma inteligente e emocional.

Trama política, dilemas morais e um Superman mais humano

Diferente das abordagens anteriores mais sombrias ou distantes, Superman (2025) traz um Clark Kent mais próximo do público. Interpretado por David Corenswet, o personagem já atua como Superman há três anos quando a trama começa — e vive o desafio de equilibrar a identidade secreta de repórter em Metrópolis com a responsabilidade de ser um símbolo de esperança no mundo.

Mas essa esperança é colocada à prova. Envolvido em um conflito geopolítico entre os fictícios Borávia e Jarhanpur, Superman acaba caindo numa armadilha criada por ninguém menos que Lex Luthor — agora vivido por Nicholas Hoult em uma performance sutil, cínica e ameaçadora.

A grande virada vem quando Luthor utiliza um clone sinistro, o Ultraman, para manchar a reputação do herói. De salvador da Terra, Clark se torna o alvo número um da opinião pública — e isso abre espaço para um arco de reconstrução, dúvidas, queda e renascimento.

Krypto, Liga da Justiça e novos aliados

Se você achou que ia assistir mais do mesmo, é aí que o filme começa a subverter expectativas. Clark não está sozinho: mesmo isolado em uma dimensão artificial, ele conta com o apoio inesperado do seu fiel escudeiro de quatro patas, Krypto, o Supercão, que brilha em momentos de emoção e leveza.

O roteiro ainda introduz novos rostos do universo DC que têm tudo para crescer nos próximos filmes: a destemida Mulher-Gavião (Isabela Merced), o enigmático Metamorfo (Anthony Carrigan), o genial Senhor Incrível (Edi Gathegi) e o irreverente Lanterna Verde Guy Gardner, vivido por Nathan Fillion em um tom debochado que pode dividir opiniões — mas rouba a cena.

Vale a pena?

Vale. Mesmo que você não seja fã de quadrinhos ou tenha se cansado dos blockbusters de super-heróis, o longa-metragem entrega algo raro: coração verdadeiro. Não é um filme só sobre poderes — é sobre identidade, pertencimento, esperança e coragem. Se James continuar nesse caminho, pode ser que a DC finalmente tenha encontrado sua fórmula — que, ironicamente, é menos sobre explosões e mais sobre humanidade.

Toque Familiar | A sensível obra-prima sobre memória, velhice e dignidade chega ao Brasil

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O cinema tem o poder de nos conectar com nossas próprias experiências, nossos medos mais íntimos e nossas alegrias silenciosas. Em sua estreia brasileira marcada para 18 de setembro, “Toque Familiar”, longa-metragem de Sarah Friedland, promete exatamente isso: um mergulho visceral na fragilidade humana, nos laços familiares e na complexa relação entre memória e identidade. Vencedor de três prêmios no prestigiado Festival de Veneza em 2024 — Leão do Futuro (Melhor Filme de Estreia), Melhor Direção na seção Orizzonti e Melhor Atriz para Kathleen Chalfant — o filme chega às telas brasileiras com o selo da Imovision, trazendo uma experiência cinematográfica intensa e profundamente tocante.

A obra já havia conquistado público e crítica internacionais. Com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e 88/100 no Metacritic, “Toque Familiar” também foi destaque na 48ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde levou o prêmio de Melhor Filme de Ficção, consolidando-se como um dos filmes mais elogiados e comentados do último ano. Mas mais do que números e troféus, o que torna a experiência de assistir ao filme tão impactante é sua humanidade crua e honesta, que se infiltra em cada cena e cada silêncio.

Uma história que reflete nossa própria humanidade

No centro da história está Ruth, uma mulher que enfrenta os primeiros estágios do Alzheimer e é levada a se mudar para uma casa de repouso. A narrativa se desenrola de maneira sensível, quase poética, explorando não apenas os desafios da memória em declínio, mas também os laços que nos conectam à nossa história pessoal, à nossa família e à nossa própria dignidade.

O filme levanta questões fundamentais: o que resta quando a memória se dissolve? Quem somos quando nossas lembranças, que moldaram nossa identidade, começam a desaparecer? Sarah Friedland não oferece respostas fáceis; ela nos convida a refletir sobre a vulnerabilidade do corpo envelhecido, a complexidade das relações familiares e a beleza que ainda pode ser encontrada em uma vida que se transforma a cada momento.

A diretora que conheceu a realidade de perto

Sarah Friedland, nascida em 1994 nos Estados Unidos, não é apenas cineasta — ela é também coreógrafa e estudiosa de cultura moderna e mídia pela Brown University. Antes de dirigir “Toque Familiar”, trabalhou como assistente de grandes nomes do cinema, como Steve McQueen e Kelly Reichardt, experiências que influenciaram sua sensibilidade narrativa e sua atenção aos detalhes do movimento e da corporalidade.

O longa nasceu de uma experiência pessoal profundamente marcante. A diretora acompanhou sua avó durante os estágios de demência e observou como a família passou a tratá-la no verbo passado, como se já tivesse deixado de existir. Essa percepção sobre a linha tênue entre a pessoa que foi e a que ainda permanece em seu corpo físico tornou-se o ponto de partida para a construção do filme. Para aprofundar sua pesquisa e garantir autenticidade, Friedland trabalhou por três anos como cuidadora, convivendo com idosos em casas de repouso, aprendendo seus hábitos, seus medos e, principalmente, suas formas de comunicação não verbal.

Um dos aspectos mais impressionantes do processo criativo de Friedland foi a decisão de envolver residentes reais em oficinas de cinema, na Villa Gardens, em Pasadena. Esses participantes não apenas atuaram, mas tornaram-se co-criadores, contribuindo para uma narrativa genuína, sem estereótipos, e respeitando integralmente a ética e o consentimento.

Kathleen Chalfant: uma performance que transcende o cinema

Se Sarah Friedland construiu um universo sensível e delicado, Kathleen Chalfant foi a artista escolhida para dar vida à protagonista, Ruth. Com uma carreira icônica no teatro americano, especialmente na Broadway, Chalfant entrega aqui o que muitos críticos consideram sua melhor performance no cinema.

O LA Times descreveu sua atuação como “monumental e profundamente humana”, ressaltando a capacidade da atriz de encarnar múltiplas dimensões de Ruth — mãe, amante, profissional, criança e mulher. Cada gesto, cada olhar e até o silêncio da atriz carregam camadas de emoção que conectam o espectador diretamente com a experiência da personagem. A habilidade de Chalfant em humanizar a velhice e a vulnerabilidade de sua memória transforma a narrativa em um espelho que reflete nossas próprias memórias, perdas e relações familiares.

Um filme que se constrói nos detalhes

O filme não se apoia em efeitos grandiosos ou trilhas sonoras convencionais para emocionar o público. Ao contrário, Friedland optou por uma abordagem sensorial mais intimista, utilizando sons ambientes como a verdadeira trilha sonora. O barulho do ar-condicionado, murmúrios, passos e toques se tornam o score natural do filme, permitindo que o público experimente o universo mental de Ruth de forma imersiva.

Outro elemento que chama atenção é a exploração da sexualidade na velhice. Ao retratar flertes, desejos e relacionamentos afetivos entre idosos, o filme desafia estigmas e tabus. Cenas delicadas, que mesclam ciúme, prazer e vulnerabilidade, humanizam personagens que muitas vezes são invisibilizados na narrativa cinematográfica tradicional. É uma abordagem rara e necessária, que mostra que a vida emocional e sexual não se encerra com a idade ou com o declínio cognitivo.

Um percurso de reconhecimento internacional

Desde sua estreia em Veneza, o longa-metragem percorreu diversos festivais ao redor do mundo, incluindo o New York Film Festival e o AFI Fest, gerando debates significativos sobre a representação da velhice, memória e cuidados com idosos. Nos Estados Unidos, o filme ganhou espaço em veículos de prestígio como The New Yorker, onde discussões sobre ética, cinema e empatia foram amplamente destacadas. Além disso, exibições especiais com bate-papos e workshops tornaram a experiência ainda mais enriquecedora, reforçando a importância do filme como ferramenta de reflexão social.

No Brasil, a expectativa é igualmente alta. A Imovision aposta no longa como um dos destaques de 2025, oferecendo ao público brasileiro a oportunidade de vivenciar uma obra que não apenas entretém, mas provoca empatia e introspecção.

Um filme sobre nós, para nós

Mais do que um relato sobre Alzheimer ou velhice, o drama é uma história sobre humanidade, fragilidade e conexão. Cada cena, cada interação e cada silêncio lembram ao público que, por trás da memória, existe a dignidade de cada indivíduo e a necessidade de relações genuínas.

A abordagem de Friedland — ética, respeitosa e profundamente sensível — transforma o filme em uma experiência quase terapêutica. Ele nos força a pensar sobre como tratamos nossos idosos, como lidamos com perdas e como encontramos beleza e significado mesmo em meio à fragilidade humana.

Netflix renova Casal Perfeito para 2ª temporada

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A Netflix bateu o martelo e confirmou: “O Casal Perfeito” vai ganhar uma segunda temporada! Mas não pense que será uma simples continuação. A série, que conquistou o público com sua trama cheia de mistério e reviravoltas, agora assume oficialmente o formato de antologia. A nova fase será baseada no livro “Swan Song”, da renomada autora Elin Hilderbrand, prometendo manter o clima de drama, segredos e tensão que marcou a primeira temporada.

Além de uma nova história, a série também traz novidades nos bastidores. Joanna Calo, que brilhou como co-showrunner de “O Urso”, assume a liderança criativa desta nova fase. Com isso, a expectativa é que a produção ganhe um frescor narrativo, sem perder sua essência. Apesar dessa mudança, a equipe original continua firme e forte, com nomes de peso como Nicole Kidman, Susanne Bier, Gail Berman, Shawn Levy, Per Saari e Hend Baghdady retornando como produtores executivos.

Se a primeira temporada nos levou para um casamento dos sonhos que se transformou em um pesadelo, a nova história não fica atrás no quesito tensão. “Swan Song” acompanha os Richardsons, um casal misterioso que compra uma mansão de US$ 22 milhões na deslumbrante ilha de Nantucket. Vivendo uma vida de festas luxuosas e ostentação, eles rapidamente se tornam o centro das atenções. Mas o que começa como um conto de fadas logo se transforma em um enredo de tirar o fôlego: a mansão pega fogo e um funcionário da casa desaparece sem deixar rastros. O que parecia ser apenas mais uma história de glamour se torna um emaranhado de segredos e intrigas que prometem prender os espectadores do começo ao fim.

Relembrando o sucesso da primeira temporada

A temporada de estreia da trama trouxe a história de Amelia Sacks (Eve Hewson), uma jovem prestes a se casar com um dos herdeiros mais cobiçados de Nantucket. O evento, planejado nos mínimos detalhes por sua sogra, Greer Garrison Winbury (Nicole Kidman), deveria ser um dos casamentos mais grandiosos do ano. Mas tudo muda quando um corpo aparece na praia, transformando a celebração em um verdadeiro escândalo policial. O sucesso da série veio da combinação irresistível de suspense, drama e um elenco estrelado, garantindo uma experiência viciante para os fãs.

Agora, com “Swan Song”, a Netflix aposta novamente no universo de Elin Hilderbrand, reforçando seu compromisso com o formato de antologia. Mesmo com histórias independentes, a promessa é manter a atmosfera sofisticada e repleta de mistério que conquistou o público na primeira temporada.

James Gunn esclarece: “Superman não precisa atingir US$ 650 milhões para ser sucesso”

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Desde que chegou às telonas, o mais novo filme do Superman tem sido motivo de muita conversa, especulação e análise, especialmente sobre seu desempenho nas bilheterias e seu impacto no universo do entretenimento. Um dos assuntos que mais chamou atenção nas últimas semanas foi a ideia de que o longa precisava alcançar a marca de US$ 650 milhões para ser considerado um sucesso financeiro — uma pressão que parecia pesar sobre a equipe e o estúdio. Mas James Gunn, diretor do filme e co-CEO da DC Studios, tratou de colocar um ponto final nessas especulações.

Em uma postagem recente na rede social Threads, Gunn afirmou com clareza que essa ideia de “precisar” atingir esse valor para ser lucrativo é “completamente falsa”. Segundo ele, quem defende esse tipo de pensamento “não entende nada da indústria cinematográfica” — e que a própria DC jamais estabeleceria uma meta tão rígida para o primeiro filme de uma nova franquia.

Até agora, o filme já arrecadou cerca de US$ 569 milhões mundialmente, com previsões de ultrapassar os US$ 600 milhões até o fim da sua passagem nos cinemas. Esses números mostram um desempenho bastante sólido, principalmente se considerarmos o momento delicado que o cinema vive, enfrentando concorrência acirrada com as plataformas de streaming, mudanças no comportamento do público e a instabilidade econômica global.

Especialistas apontam que o custo total do longa gira em torno de US$ 350 milhões, somando os US$ 225 milhões de produção aos US$ 125 milhões investidos em marketing e divulgação. Por isso, muita gente calculava que o filme precisava alcançar os US$ 650 milhões para quebrar o investimento — o chamado breakeven. No entanto, como Gunn ressaltou, esses números são simplificações que não traduzem toda a complexidade da rentabilidade em projetos desse porte.

Para o diretor, o sucesso financeiro de um filme não pode ser medido apenas por números fixos. Hoje, várias fontes de receita entram em jogo — desde vendas digitais, parcerias comerciais e licenciamento de produtos até o fortalecimento da marca do estúdio. Gunn reforça que a DC Studios tem como objetivo construir uma franquia sustentável, e que o valor bruto arrecadado nas bilheterias é só uma parte dessa equação.

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Personagens e narrativa construídos com cuidado

O sucesso do filme vai além dessa nova visão do herói. Ele reflete o trabalho dedicado de uma equipe que respeitou a mitologia do personagem, mas que também soube renovar sua história para o nosso tempo.

O ator que interpreta o Homem de Aço não se dedicou só à preparação física, mas também à construção psicológica do personagem, entregando uma atuação que equilibra força e vulnerabilidade com naturalidade. Já a atriz que interpreta Lois Lane foge do estereótipo do interesse amoroso, trazendo uma personagem com voz e protagonismo próprios — um reflexo das transformações sociais e do papel da mulher na cultura contemporânea.

Outro destaque fica por conta do vilão, que não é um antagonista simplista. Ele traz uma complexidade ética e social que faz o espectador refletir sobre as nuances entre o bem e o mal. Essa profundidade dá ao filme uma dimensão maior do que apenas entretenimento, abrindo espaço para discussões sobre temas atuais e relevantes.

Efeitos visuais que servem à história

Em um gênero onde os efeitos especiais costumam dominar tudo, o novo Homem de Aço consegue um equilíbrio raro: os efeitos são grandiosos, mas sempre a serviço da história e dos personagens.

A direção de fotografia, a paleta de cores, os movimentos de câmera e a edição trabalham juntos para construir um universo visualmente impressionante, mas também emocionalmente envolvente. O público não é apenas levado a presenciar batalhas espetaculares, mas é convidado a embarcar numa jornada pessoal, cheia de escolhas difíceis e suas consequências.

Esse cuidado técnico e artístico aproxima o filme tanto dos fãs de ação quanto daqueles que buscam uma experiência cinematográfica mais profunda.

Muito além das bilheterias

Ultrapassar a marca de 4 milhões de espectadores e gerar mais de R$ 86 milhões no Brasil não é só um número. É a prova de que o cinema segue sendo um espaço de encontro, emoção e reflexão.

O novo Superman fomentou debates nas redes sociais, encontros em salas de cinema e eventos que movimentaram fãs e amantes da cultura pop em todo o país. Ele trouxe de volta discussões importantes sobre o que significa ser herói hoje, sobre a necessidade de empatia e coragem para enfrentar os desafios do nosso tempo.

Além disso, a introdução de novos personagens e a expansão do universo do Homem de Aço abrem caminho para futuras produções, que prometem manter viva a chama do entretenimento inteligente e emocionante.

O que vem por aí?

Com o sucesso do primeiro filme e o aval de James Gunn sobre a sustentabilidade do projeto, as expectativas para os próximos capítulos da DC Studios estão altas. O diretor e sua equipe sabem dos desafios para manter a qualidade e a inovação, sem cair na armadilha de priorizar apenas números e grandes orçamentos.

Invasão | Terceira temporada da série da Apple TV+ ganha trailer eletrizante e data de estreia

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A humanidade volta a encarar o desconhecido. A Apple TV+ revelou o aguardado trailer da terceira temporada de Invasão (Invasion), série de ficção científica criada por Simon Kinberg e David Weil, com estreia marcada para 22 de agosto de 2025. A nova leva de episódios promete intensificar o caos instaurado no planeta após a chegada dos alienígenas, aprofundando os dilemas humanos em meio à destruição e ao medo.

Estrelada por um elenco internacional — com Golshifteh Farahani, Shioli Kutsuna, Shamier Anderson, India Brown, Billy Barratt, entre outros —, a série retorna com novos confrontos, perdas e reconfigurações emocionais. O mundo, já profundamente alterado pela ameaça extraterrestre, mergulha em um estado de guerra total.

A ficção científica como espelho emocional

Lançada em 2021, Invasão fugiu da rota tradicional de séries do gênero ao investir menos na ação frenética e mais no impacto subjetivo do colapso global. Em vez de se fixar apenas na ameaça alienígena, a narrativa se expande a partir de múltiplos pontos de vista, em diferentes partes do mundo, retratando o desespero, a resiliência e os conflitos humanos com sensibilidade e complexidade.

Ao transitar entre os Estados Unidos, o Japão, o Oriente Médio e a Europa, a série constrói um mosaico geopolítico e cultural raro em produções sci-fi. A alienação causada pela presença invasora funciona como metáfora para o isolamento, a perda e o sentimento de impotência diante de forças que escapam ao controle humano.

O que traz a terceira temporada

O novo trailer antecipa um cenário mais sombrio e direto: a invasão, que antes se desenhava como ameaça silenciosa, agora assume formas devastadoras e concretas. Cidades entram em colapso, governos se fragmentam e a conexão entre as pessoas — já fragilizada — torna-se ainda mais tênue.

No centro da narrativa, Aneesha Malik (Farahani) continua em fuga com os filhos, enfrentando não apenas os horrores externos, mas também os internos: a perda, o luto e a necessidade de manter os laços familiares em meio à ruína. Trevante Cole (Anderson), ex-militar, se vê cada vez mais envolvido em iniciativas de resistência, enquanto a cientista Mitsuki Yamato (Kutsuna) se aprofunda em sua busca pela comunicação com os alienígenas — e talvez com o próprio sentido da vida diante do desconhecido.

A temporada também amplia o protagonismo juvenil, com India Brown e Billy Barratt ganhando destaque como jovens que tentam entender e reagir ao mundo à beira do abismo. Mais do que esperança, eles representam uma nova forma de consciência — menos baseada no controle e mais aberta à escuta e à adaptação.

Um dos pilares da série é seu elenco global, que dá corpo a uma narrativa igualmente plural. O drama se constrói a partir da experiência de personagens que vivem realidades profundamente distintas — mas interligadas pela mesma catástrofe. Em um mundo fraturado, as histórias cruzadas revelam como a sobrevivência, a empatia e a resistência ganham formas diferentes, mas igualmente essenciais.

O retorno de nomes como Enver Gjokaj, Nedra Marie Taylor e Naian González Norvind adiciona novas camadas às tramas já conhecidas, ampliando o leque de conflitos éticos, científicos e afetivos.

Com uma estética que privilegia o silêncio e a tensão crescente, a série conquistou um público fiel ao longo de suas duas primeiras temporadas. Apesar de críticas iniciais à sua abordagem contemplativa, a série encontrou espaço entre espectadores que valorizam construções lentas, mas densas — onde o verdadeiro horror se revela nos gestos contidos, nas despedidas silenciosas e nas decisões difíceis.

Indicada ao Visual Effects Society Awards, a série também impressiona pela excelência técnica: a fotografia minimalista, os efeitos visuais realistas e a trilha sonora inquietante criam uma atmosfera que evoca tanto a grandiosidade do espaço quanto a vulnerabilidade do ser humano.

Dollhouse | Shinobu Yaguchi estreia no terror japonês com suspense psicológico intenso

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Nesta quinta-feira, 6 de novembro, o público brasileiro poderá conhecer Dollhouse, o primeiro filme de terror do diretor Shinobu Yaguchi. Conhecido por comédias como Waterboys e Swing Girls, Yaguchi se aventura no universo do J-Horror com uma história que mistura suspense, perda e obsessão, oferecendo uma experiência intensa e perturbadora para os fãs do gênero.

O filme acompanha Kae Suzuki, uma mãe que ainda carrega a dor pela morte da filha de cinco anos, Mei. Durante uma visita a um mercado de antiguidades, ela encontra uma boneca assustadoramente parecida com a menina e, em sua solidão, começa a tratá-la como se fosse um membro da família. A princípio, o objeto parece trazer conforto, mas o que seria um refúgio emocional rapidamente se transforma em fonte de tensão.

Com o nascimento da segunda filha de Kae, Mai, a boneca começa a ser esquecida, mas estranhos acontecimentos passam a assombrar a casa. Aya, como a boneca é chamada, mostra-se resistente a qualquer tentativa de ser afastada, transformando o cotidiano da família em uma experiência de terror psicológico. Entre sustos e acontecimentos inexplicáveis, o longa-metragem explora os limites entre memória, culpa e o medo do desconhecido.

O diretor Shinobu Yaguchi comenta que sempre foi fascinado por histórias de medo e queria criar um filme que prendesse a atenção do público do começo ao fim. “Quis transformar a experiência do cinema em um verdadeiro parque de diversões de terror. Meu objetivo é que, ao sair da sessão, o público sinta aquele arrepio e diga: ‘Ainda bem que foi só um filme’”, declarou.

Além do suspense, o filme se destaca pela produção cuidadosa: a trilha sonora de Yaffle, combinada com a música tema “Katachi” da banda Zutomayo, intensifica a atmosfera perturbadora, enquanto o elenco — liderado por Masami Nagasawa, Koji Seto e Aoi Ikemura — entrega performances que equilibram emoção e tensão de forma impressionante.

Dollhouse estreia em várias cidades do Brasil, incluindo São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Goiânia, Curitiba e Boa Vista, e será exibido em japonês com legendas em português. A duração de 110 minutos garante tempo suficiente para que o público mergulhe na história sem alívio, vivenciando cada momento de suspense e ansiedade.

Typhoon Family | Saiba a data de lançamento do 7º episódio da 1ª temporada na Netflix

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O k-drama sul-coreano Typhoon Family continua conquistando o público mundial com sua narrativa envolvente e personagens carismáticos. O sexto episódio da série estreou na Netflix neste domingo (26), enquanto o sétimo episódio será disponibilizado no próximo sábado, 1º de novembro, mantendo o ritmo semanal de lançamento característico dos dramas coreanos transmitidos originalmente pela tvN. Ao todo, a série contará com 16 episódios, prometendo mergulhar os espectadores em uma trama intensa de superação, relações familiares e desafios do mundo corporativo.

Escrita por Jang Hyun-sook e dirigida por Lee Na-jeong e Kim Dong-hwi, Typhoon Family estreou em 11 de outubro de 2025, na tvN, com exibição aos sábados e domingos às 21h10 (horário local de Seul, KST). A série também está disponível globalmente na Netflix, ampliando seu alcance e consolidando seu sucesso entre os dramas coreanos mais assistidos. O elenco principal conta com Lee Jun-ho e Kim Min-ha, que interpretam personagens centrais cujas trajetórias se entrelaçam de forma dramática e emocionante ao longo da narrativa.

Sinopse envolvente

Typhoon Family se passa em um período crítico da economia sul-coreana: a crise financeira de 1997. A história acompanha a vida de um jovem CEO que, além de lidar com os desafios de gerir sua própria carreira, precisa proteger a pequena empresa de seu pai da iminente falência. A trama foca não apenas nos obstáculos financeiros, mas também nas dificuldades enfrentadas por sua família e pelos funcionários da empresa, que se veem envolvidos em conflitos internos e dilemas éticos ao tentarem salvar o negócio da ruína.

O enredo se destaca pela combinação de drama familiar e narrativa corporativa, mostrando como relações pessoais e profissionais podem se entrelaçar de maneira complexa, sobretudo em momentos de crise. Cada episódio revela novas camadas da história, explorando a resiliência, os conflitos de poder e os vínculos emocionais que unem os personagens.

Trilha sonora que emociona

Além de uma narrativa envolvente, Typhoon Family também se destaca pela sua trilha sonora original, que complementa a intensidade emocional da série. Em 2 de outubro, foi anunciado que os protagonistas Lee Jun-ho e Kim Min-ha contribuiriam com faixas da OST (Original Soundtrack), reforçando o vínculo entre a atuação e a música.

A primeira música lançada foi “Eternity”, interpretada por Kim Min-ha, uma faixa de piano com vocais suaves que transmite a melancolia e a esperança presentes na série. A canção estreou em 12 de outubro, às 18h (KST), e rapidamente conquistou os fãs, tornando-se uma referência emocional para a narrativa do drama.

Outro destaque é o tema de abertura do programa, intitulado Did You See The Rainbow?, interpretado por Lee Jun-ho. A faixa de pop rock suave também é utilizada no final do segundo episódio, reforçando a ligação entre a história e a música, e foi lançada oficialmente em 19 de outubro de 2025. Mais recentemente, em 24 de outubro, a terceira faixa da OST, interpretada por Han Ji-sung, integrante do grupo Stray Kids, foi anunciada. A canção, intitulada 상승기류 (traduzida como “Corrente Ascendente”), traz uma sonoridade de rock alternativo, com bateria marcante e guitarras distorcidas, adicionando intensidade aos momentos de maior tensão do drama.

Sucesso de audiência

Desde sua estreia, a série se destacou nas plataformas de streaming. Na Netflix Coreia do Sul, a série estreou na segunda posição, rapidamente alcançando o primeiro lugar e mantendo essa posição desde então. O sucesso não se restringe ao mercado local: durante a semana de 13 a 19 de outubro, o programa ficou em quinto lugar globalmente na categoria de produções não inglesas da Netflix e entrou no top 10 em 19 países, confirmando o apelo internacional do k-drama.

O bom desempenho da série pode ser atribuído não apenas à trama envolvente, mas também à combinação de elementos clássicos dos dramas coreanos: romances, conflitos familiares, tensão corporativa e reviravoltas inesperadas. Essa mistura garante que Typhoon Family seja capaz de manter o público conectado episódio após episódio, especialmente com a alternância entre momentos de emoção intensa e cenas mais leves, que oferecem equilíbrio à narrativa.

Pacificador | Teaser do episódio final da 2ª temporada promete reviravolta emocional e ação intensa

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O universo do Pacificador está prestes a atingir um novo ápice. A segunda temporada da série acaba de divulgar um teaser do episódio final que promete cenas inéditas, carregadas de tensão, ação e drama. Os fãs já acostumados ao humor ácido e à violência estilizada de Chris Smith terão motivos para segurar o fôlego, enquanto a narrativa mergulha ainda mais fundo nos dilemas pessoais e éticos do personagem. Abaixo, confira o vídeo:

Desde sua estreia, a série se consolidou como uma produção que transcende o típico espetáculo de super-heróis. Criada por James Gunn, a série combina ação explosiva, comédia irreverente e drama emocional, oferecendo aos espectadores uma experiência única que desafia os limites do gênero. Nesta nova temporada, o protagonista enfrenta um ponto crítico de sua trajetória, onde cada escolha, seja pessoal ou profissional, carrega consequências intensas e imprevisíveis.

Chris Smith, vivido por John Cena, permanece um personagem multifacetado. Por trás do humor provocativo e da fachada violenta, o Pacificador revela vulnerabilidades que o tornam mais humano e relacionável. A segunda temporada aprofunda a dualidade do protagonista: impulsivo, chauvinista e imprevisível, mas também capaz de introspecção e arrependimento.

O roteiro explora a jornada de Chris de forma cuidadosa, equilibrando cenas de ação vertiginosas com momentos silenciosos de reflexão. Entre perseguições explosivas e confrontos intensos, o público acompanha a evolução de um homem que luta para conciliar instintos, senso de justiça próprio e responsabilidade sobre os atos cometidos. As ameaças que surgem nesta temporada não testam apenas sua força física, mas também sua ética e moral, desafiando-o a repensar suas escolhas em um mundo que raramente oferece respostas simples.

Ao longo da temporada, Chris enfrenta dilemas que afetam amigos, aliados e familiares, ampliando o drama e a complexidade emocional da narrativa. Essa abordagem torna a série mais do que um entretenimento de ação: ela se transforma em um estudo sobre redenção, culpa e a constante busca por equilíbrio entre dever e desejo pessoal.

Apesar de seu lado sombrio e das cenas de violência estilizada, Pacificador não perde o humor que se tornou sua assinatura. O timing cômico de John Cena, aliado a diálogos rápidos e ironias mordazes, garante que a série mantenha uma leveza mesmo nos momentos mais tensos. Essa alternância entre comédia e drama permite que o público se conecte de forma mais profunda com o personagem, compreendendo suas motivações e frustrações.

O equilíbrio entre ação, humor e drama é um dos trunfos da série. Enquanto a primeira temporada explorou a rotina caótica de Chris e as repercussões de suas missões, o novo ciclo expande o escopo narrativo. Inimigos mais perigosos, alianças inesperadas e dilemas éticos complexos transformam a segunda temporada em um relato mais amplo e envolvente sobre a vida do Pacificador, que precisa aprender a navegar entre extremos sem perder a própria essência.

Elenco sólido e novas adições enriquecem a trama

A força da tramma também está em seu elenco. John Cena lidera o time com uma combinação rara de presença física, carisma e timing cômico refinado. Ao seu lado, veteranos da primeira temporada retornam para reforçar a narrativa. Danielle Brooks, conhecida por Orange Is the New Black e The Color Purple, traz profundidade emocional; Freddie Stroma (Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Unreal) acrescenta nuances dramáticas; Jennifer Holland (O Esquadrão Suicida, Titans), Steve Agee (Guardiões da Galáxia Vol. 2, GLOW) e Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2, The X-Files) oferecem autoridade, humor e tensão.

Além deles, Frank Grillo, Sol Rodríguez, David Denman, Tim Meadows e Michael Rooker contribuem com momentos marcantes, seja no drama, na ação ou na comédia. A combinação de veteranos com novos talentos cria uma química que enriquece a narrativa e garante que cada episódio seja imprevisível e dinâmico.

Entre os novos integrantes, destacam-se Masa Yamaguchi, que interpreta o misterioso comandante japonês Tetsuo Harada, e Lauren Grimson como Hazel, personagem que adiciona leveza e emoção à trama. O elenco de apoio, com nomes como Denny Bernard, Laura Brogan Browne e Aswan Reid, reforça a diversidade de personagens e a riqueza das interações, tornando o universo de Pacificador ainda mais complexo e envolvente.

Bastidores: desafios, planejamento e estética visual

A produção da segunda temporada não foi isenta de obstáculos. Inicialmente encomendada em fevereiro de 2022, as filmagens planejadas para 2023 foram adiadas devido à reorganização da DC Studios e à prioridade dada à série Waller. As gravações finalmente começaram em março de 2024, nos Trilith Studios em Atlanta, e se estenderam até novembro.

O cuidado com a estética visual é evidente em cada detalhe. Mark Wareham liderou a fotografia, conferindo às cenas de ação e aos momentos introspectivos uma identidade visual própria. Esther Rosenberg, responsável pelo design de produção, e Meiko Wong, à frente da direção de arte, criaram cenários e figurinos que equilibram realismo e estilo, reforçando o tom único da série. Cada explosão, cada perseguição e cada diálogo visual foi pensado para oferecer ao público uma experiência cinematográfica intensa, sem perder a coesão narrativa.

Além da estética, a segunda temporada também aprimora o ritmo da narrativa. A alternância entre ação e introspecção permite que os episódios fluam de maneira natural, sem sobrecarregar o espectador. Essa cadência, aliada à construção cuidadosa dos personagens e à complexidade das tramas, transforma Pacificador em um produto muito além do habitual conteúdo de super-heróis, mostrando que é possível unir entretenimento, humor e reflexão em doses equilibradas.

Expectativa pelo episódio final

Com o teaser do episódio final já disponível, a expectativa entre os fãs é enorme. Sem revelar detalhes cruciais, as cenas sugerem confrontos decisivos, revelações importantes e momentos emocionantes que podem redefinir o destino de Chris Smith e daqueles ao seu redor. A promessa de um desfecho impactante mantém o público em suspense, ansioso para descobrir como os dilemas morais e éticos do protagonista serão resolvidos.

Altas Horas 10/05/2025: Serginho Groisman recebe Ana Castela, Fafá de Belém Lucinha Lins, Naiara Azevedo, Nicolas Prattes e Tássia Reis

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O próximo Altas Horas, que vai ao ar neste sábado, dia 10 de maio de 2025, promete tocar fundo no coração do público. Em clima de Dia das Mães, Serginho Groisman prepara uma edição especial e cheia de afeto, reunindo mães e filhos que dividem com o Brasil momentos inesquecíveis de suas histórias, relembrando a infância, os desafios do crescimento, as conquistas, os tombos, e claro, muitas risadas, lágrimas e abraços apertados.

O programa vira praticamente um grande encontro de família no palco, com relatos comoventes, memórias doces, e apresentações musicais que refletem o elo profundo entre mães e filhos. E não faltam surpresas nem revelações que arrancam sorrisos e fazem a gente se sentir parte dessa festa tão íntima e verdadeira.

Entre os convidados, a cantora Ana Castela se emociona ao contar que, antes de estourar no sucesso, pensava em seguir uma carreira bem diferente: chegou a cursar Odontologia. Ao lado da mãe, Michele Castela, ela revela que o sonho de cantar, na verdade, nasceu primeiro na mãe. “Era o sonho dela, e eu herdei sem perceber. Quando vi, tava no palco”, diz Ana. As duas dividem os vocais em “Abandonada”, num momento de pura conexão e cumplicidade.

Ana também fala com brilho nos olhos sobre sua admiração por Fafá de Belém — que, por sua vez, a acolhe como uma verdadeira neta do coração. Ícone da música brasileira, Fafá se emociona ao lembrar sua grande virada na carreira, há 50 anos, após se apresentar no Fantástico e conquistar o país inteiro. Sua filha, Mariana Belém, compartilha o momento em que percebeu que sua mãe era, de fato, uma estrela. “Acho que eu tinha uns oito anos. A gente andava na rua e as pessoas vinham cantar com ela… aí caiu a ficha”, diz Mariana. Juntas, cantam “Coração do Agreste”, unindo gerações através da música e do afeto.

E não para por aí. Lucinha Lins e o filho, Cláudio Lins, também dividem o palco e o coração. Lucinha relembra, com uma mistura de orgulho e saudade, quando o filho anunciou que queria sair de casa. “Ele chegou e falou: ‘Mãe, acho que quero morar sozinho’. Eu, linda, disse: ‘Que bom, filho’. Mas fui pro quarto e chorei igual uma novela mexicana”, brinca. A dupla canta “O Melhor Vai Começar”, em um dueto cheio de emoção.

Naiara Azevedo, outro nome de peso da música brasileira, também marca presença ao lado da mãe, Iraci Azevedo. Elas relembram o começo de tudo — ainda quando Naiara era só uma menininha cercada de moda de viola e tradições mineiras, mesmo com a mãe não sendo fã de sertanejo. “A família do meu marido ouvia muito, e ela foi se apaixonando por aquilo”, conta Iraci. Naiara se comove ao lembrar da despedida quando saiu de casa para estudar, e a emoção toma conta durante a apresentação de “No Dia em Que Eu Saí de Casa”.

O ator Nicolas Prattes, por sua vez, revive a infância nos bastidores dos teatros ao lado da mãe, Gisele Prattes, ex-atriz e integrante da banda que acompanhava Tim Maia. “Minha infância foi ali, entre coxias e camarins. Cresci vendo minha mãe brilhar no palco”, diz Nicolas, com carinho. Eles cantam “Um Dia de Domingo”, trazendo uma atmosfera nostálgica e cheia de afeto.

E o programa ainda reserva um momento muito especial com Tássia Reis e sua mãe, Myriam Reis. Tássia compartilha como a música sempre foi um elemento presente em casa — e principalmente na cozinha. “Minha mãe fazia pão, bolo, e cantava alto, com o coração. Clara Nunes, Elis, Alcione… tudo visceral, tudo forte”, relembra. A dupla canta “Não Deixe o Samba Morrer”, numa homenagem poderosa à ancestralidade musical feminina.

Mais do que um especial de Dia das Mães, o Altas Horas deste sábado é um convite para mergulhar em histórias reais, com sentimentos que todo mundo já viveu ou sonha viver. Mães que foram a primeira plateia, filhos que viraram parceiros de palco, e lembranças que fazem o tempo voltar por alguns instantes.

Êta Mundo Melhor | Resumo semanal da novela de 04/09 a 13/09

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Capítulo 058 da novela Êta Mundo Melhor – Quinta-feira, 4 de setembro
O clima de emoção toma conta da vila com a consagração de Dita. Candinho, encantado, tenta se aproximar dela, mas seus planos são interrompidos por Manoela, que, tomada pelo ciúme, faz de tudo para afastá-los. Enquanto isso, em São Paulo, Zé dos Porcos chega trazendo notícias que podem virar o jogo na disputa pelo sítio, mexendo com os ânimos de todos. Tobias, decidido a pôr fim às intrigas, procura Sônia para esclarecer os boatos envolvendo Lauro. Ele promete uma conversa aberta, mesmo sem ter todas as respostas. Já Ernesto, cada vez mais acuado pelas mudanças ao seu redor, pressiona Tamires numa tentativa desesperada de retomar o controle da situação. No campo, o destino arma uma surpresa: Candinho cruza o caminho de Policarpo e Samir, encontro que abre espaço para revelações sobre origens e laços de sangue. Ao mesmo tempo, Celso conhece Marilda e Aderbal, um casal disposto a adotar Samir, reacendendo nele a esperança de que o menino finalmente encontre um lar e um futuro mais digno.

Capítulo 059 – Sexta-feira, 5 de setembro
O dia começa com esperança: Marilda e Aderbal se encantam pela possibilidade de adotar Samir, gesto que reacende em Celso o sonho de ver o menino amparado por um lar de verdade. Já Candinho, atento, começa a notar em Policarpo atitudes que despertam a desconfiança de que ele possa estar ligado ao filho perdido. Na rádio, a polêmica ganha força quando Olímpia contesta o resultado do concurso e sugere até uma recontagem, espalhando comentários por toda a cidade. Ao mesmo tempo, Sônia, dividida entre sentimentos e dúvidas, revela a Lauro que Tobias deseja encontrá-la, intensificando o triângulo amoroso. Na fábrica, Araújo surpreende Olga ao oferecer-lhe o cargo de secretária, enquanto Manoela, movida por inveja e rancor, pressiona Asdrúbal a desistir de Margarida. Do outro lado, Zé dos Porcos corre até Candinho para alertá-lo sobre o perigoso plano de Cunegundes e Quinzinho de tomar o sítio à força. Mas a tensão se agrava quando Cunegundes afirma ter recebido uma visão de Dom Pedro II, alimentando sua determinação. Entre reviravoltas e segredos, Sônia abre o coração e declara seu amor a Tobias. Mirtes confidencia a Tamires a existência da mala de dinheiro recuperada, enquanto Estela encontra coragem para dividir com Dita o segredo que tanto tem guardado.

Capítulo 060 da novela Êta Mundo Melhor – Sábado, 6 de setembro
Estela cumpre a promessa feita a si mesma e abre o coração para Dita, revelando segredos do passado que sempre carregou em silêncio. Em troca, encontra na amiga uma confidente atenta e solidária. Enquanto isso, um mal súbito atinge Anabela, que é levada às pressas ao hospital por Dirce, deixando a todos em sobressalto. Durante a recuperação, Estela permanece ao lado da jovem, fortalecendo um vínculo de afeto em meio à preocupação. Na fábrica, Olga assume oficialmente o cargo de secretária e inicia essa nova etapa com entusiasmo e disposição para provar seu valor. Já em outro núcleo, Zulma e Samir cruzam o caminho de Ivete, uma mulher enigmática cuja presença promete influenciar seus destinos. Paralelamente, Quincas leva Zé dos Porcos ao dancing numa tentativa de afastar as tensões, mas nem mesmo a diversão consegue abafar as inquietações. Maria Divina, por sua vez, começa a temer novos desatinos ao ouvir Cunegundes insistir em suas falas enigmáticas sobre Dom Pedro II. O clima se complica ainda mais quando Celso, tomado pelo desespero, toma uma atitude arriscada: altera secretamente a marca de nascença de Samir. A manobra ameaça impedir Candinho de reconhecer o próprio filho e lança a trama em uma perigosa reviravolta.

Resumo semanal da novela Êta Mundo Melhor de 08/09 a 13/09

Capítulo 061 – Segunda-feira, 8 de setembro
Ernesto vive momentos de puro desespero ao ser implacavelmente perseguido por Sabiá, até se ver encurralado por uma multidão, sem chance de escapar. Paralelamente, Tamires reafirma sua posição de mando e intimida Francine e Mirtes com ameaças que deixam claro o alcance de seu poder. No campo dos sentimentos, Sônia decide se abrir e declara seu amor a Lauro, mas Tobias não suporta mais a indefinição e pressiona o amigo a tomar uma decisão definitiva, encerrando de vez o impasse entre eles. Já na rádio, o clima é de emoção: Tales e Lúcio anunciam que Dita fará uma turnê como rainha do rádio, enchendo a jovem de expectativas e sonhos para o futuro. Enquanto isso, Olga surpreende Celso e Araújo ao demonstrar sua astúcia estratégica e promete manipular Asdrúbal em benefício próprio. O ritmo da trama se acelera quando Sabiá finalmente consegue capturar Ernesto. Ao mesmo tempo, Celso apresenta o casal interessado em adotar Samir, e Zulma oficializa o processo, reacendendo esperanças, mas também medos. Estela se desespera ao ver Ernesto hospitalizado, Dita sofre com a perspectiva de se afastar de Joaquim por causa da viagem, e Samir, tomado pelo pavor, implora a Candinho que não permita sua entrega a uma família que o assusta.

Capítulo 062 da novela Êta Mundo Melhor – Terça-feira, 9 de setembro
Com paciência e ternura, Candinho tenta acalmar os medos de Samir, mostrando ao menino que Aderbal e Marilda podem lhe oferecer carinho e proteção em um novo lar. Enquanto isso, Estela, sufocada pela angústia, busca em Celso a força necessária para enfrentar a delicada internação de Ernesto. No entanto, nem todos compartilham do mesmo espírito conciliador: Zulma, tomada pela fúria, jura que fará de tudo para arruinar Celso. Já Asdrúbal começa a desconfiar das verdadeiras intenções de Olga, percebendo que há muito mais por trás de suas atitudes calculistas. Em outro núcleo, Medeia se surpreende ao descobrir que Zé dos Porcos viajou para São Paulo atrás de Candinho, enquanto Olímpia e Lauro protagonizam um confronto marcado por mágoas antigas e palavras duras. No hospital, Ernesto passa a noite sob a vigilância implacável de Sabiá, e Estela, dividida entre razão e sentimento, desabafa a Celso, confessando que o homem que sempre amou agora se encontra frágil e indefeso diante dela. Aderbal e Marilda finalmente recebem Samir em sua casa. Mas o início dessa nova etapa, apesar de cheio de esperanças, revela-se também delicado e repleto de incertezas sobre o futuro do garoto.

Capítulo 063 – Quarta-feira, 10 de setembro
Samir conhece o quarto de sua nova casa e, apesar do carinho aparente de Aderbal e Marilda, o casal celebra em segredo o êxito de sua farsa, escondendo intenções sombrias. No sítio, Jasmin e as crianças sentem a falta do amigo e se entristecem com a separação. Candinho, cada vez mais inquieto, teme pelo futuro do menino, enquanto Celso alerta Estela de que Ernesto já foi capaz de enganar até os mais próximos — incluindo sua própria irmã e a ex-esposa de Candinho —, ressaltando o perigo que ele ainda representa. Dita, insegura com a responsabilidade da turnê, procura conselhos de Candinho para seguir adiante. Já Sônia recebe de Lauro uma posição definitiva: ele só pode lhe oferecer amizade, aumentando o peso do dilema afetivo. Em meio às distrações, Maria Divina foge para proteger suas galinhas, e Zé dos Porcos surpreende Francine com um convite inesperado para dançar. Mas o clima de leveza é abruptamente quebrado quando chega a notícia da fuga de Ernesto do hospital. Estela entra em desespero, e Candinho assume a missão de encontrá-lo, reacendendo a tensão e preparando o terreno para um confronto inevitável.

Capítulo 064 – Quinta-feira, 11 de setembro
Em um confronto eletrizante, Policarpo consegue derrubar Ernesto, permitindo que Sabiá o capture mais uma vez e o leve direto à delegacia. Lá, o vilão não perde tempo e liga para Tamires, exigindo a ajuda de um advogado para tentar escapar da justiça. Enquanto isso, no dancing, Zé dos Porcos se envolve em uma confusão e acaba expulso do local, ao passo que Celso recebe uma carta de Sandra, repleta de recordações e sentimentos do passado. Já no campo amoroso, Sônia se deixa levar pela emoção e beija Lauro, mas o gesto provoca irritação no rapaz, deixando-a frustrada e ainda mais dividida. Maria Divina, por sua vez, refugia-se na gruta com suas galinhas, aguardando a chegada de Zé dos Porcos, e Haydée pede a Tobias ajuda para preparar um presente especial. Na rádio, Dita deixa claro a Lúcio que só aceitará viajar em turnê se Joaquim puder acompanhá-la, impondo sua condição sem abrir espaço para discussão. No lar adotivo, Zulma e Zenaide visitam Samir, despertando a desconfiança de Aderbal e Marilda sobre suas intenções. Paralelamente, Candinho enfrenta Ernesto na delegacia e o pressiona a revelar o paradeiro de seu filho, mas esbarra na obstinação e no silêncio do rival, acendendo ainda mais a tensão.

Capítulo 065 – Sexta-feira, 12 de setembro
Frio e provocador, Ernesto encara Candinho e afirma que jamais revelará o paradeiro de seu filho, mergulhando o rapaz em angústia e desespero. Enquanto isso, Estela devolve às crianças as provas que guardava e passa a refletir sobre o futuro escolar de Samir, dividida entre responsabilidades e incertezas. Celso confirma que Ernesto continua preso, mas Zulma alerta Candinho sobre os riscos que cercam Marilda e Aderbal, acendendo novas desconfianças em torno do casal adotivo. Em paralelo, Sandra escreve em seu diário memórias de sua relação com Barão, enquanto Francine, ao avistar Zé dos Porcos no carro de Candinho, se convence de que ele enriqueceu. No sítio, Carneiro leva a Quinzinho a notícia do agravamento da saúde de Cunegundes, trazendo mais preocupações para a família. Já na prisão, Ernesto pede a Tamires que acione seu padrinho em busca de ajuda, reforçando sua rede de manipulações. Candinho, por sua vez, pressiona Celso para que revele as verdadeiras intenções de Marilda e Aderbal. E, nesse ínterim, o casal anuncia a Samir que pretende levá-lo em uma viagem. A novidade, em vez de animar, deixa o garoto inseguro e o clima cada vez mais ameaçador.

Capítulo 066 – Sábado, 13 de setembro
Samir pede a Candinho a chance de levar um amigo ao sítio, mas o rapaz, tomado pela desconfiança, decide antes consultar Padre Lucas para avaliar melhor as intenções de Marilda e Aderbal. Enquanto isso, Manoela entra em atrito com Dita, irritada com a decisão da jovem de priorizar Joaquim em vez da carreira na rádio. Já Haydée surpreende Lúcio com um presente inesperado, e Sabiá cria coragem para declarar seu desejo de namorar Zenaide. A tensão aumenta quando Samir confidencia a Zulma que está prestes a viajar com sua nova família, despertando ainda mais sua apreensão. Na delegacia, Ernesto recebe a visita de Mirtes, que logo depois é orientada por Tamires a procurar o advogado Doutor Paixão, em mais uma manobra para tentar libertá-lo. Em paralelo, Maria Divina mostra a Medeia a esmeralda encontrada na gruta, levantando novas dúvidas e possibilidades. Na cidade, Asdrúbal se envolve em um acidente que atinge Picolé e Zé dos Porcos, causando confusão. Mas o maior impacto vem no desfecho: Candinho e Zulma descobrem que Marilda e Aderbal fugiram levando Samir e Jasmin, desencadeando uma corrida desesperada contra o tempo para salvar as crianças.

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