Quem é Galactus? Conheça o novo vilão do MCU apresentado em “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”

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Ele não é um monstro. Nem um deus. Ele é a fome.
Quando o devorador de mundos desce sobre a tela em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, não é apenas o destino da Terra que está em jogo. É a própria noção de moralidade, equilíbrio cósmico e sacrifício que entra em colisão com a grandiosidade dessa entidade que desafia nossa compreensão do que é ser vilão.

Galactus, interpretado com peso e gravidade por Ralph Ineson, é mais que o antagonista do mais novo filme da Marvel Studios. Ele é uma força da natureza, uma entidade trágica e imensa que finalmente ganha a representação cinematográfica que os fãs esperaram por décadas. Mas quem é, afinal, esse ser colossal? E por que ele é considerado o inimigo definitivo do Quarteto Fantástico?

Vamos olhar além das explosões e portais cósmicos. Esta é a história de Galactus — das páginas dos quadrinhos aos cinemas. Uma figura que é, ao mesmo tempo, destruição e renascimento.

Galactus: entre mito e tragédia

Antes de mais nada, é preciso compreender: Galactus não é um vilão comum. Ele não está atrás de dominação, riqueza ou vingança. Ele consome planetas porque precisa. E é exatamente aí que mora sua complexidade.

Originalmente chamado Galan, era um cientista em um universo anterior ao nosso. Sim, anterior. No fim desse antigo cosmos, Galan sobreviveu ao cataclisma final conhecido como o Big Crunch, e renasceu após o Big Bang como uma entidade cósmica singular. Na gestação entre uma existência e outra, fundiu-se com a Sentença do Universo — uma espécie de força vital que molda as leis cósmicas. O resultado? Galactus.

Seu nascimento não é uma benção. É uma maldição carregada por um ser condenado a consumir planetas com energia vital para continuar existindo. Em sua essência, Galactus é um ciclo: onde ele pisa, a vida desaparece, mas sua existência também impede o desequilíbrio do cosmos.

Ele não quer destruir. Ele precisa destruir. E essa é a tragédia que o acompanha — e que o torna tão assustador.

A primeira aparição: Stan Lee e Jack Kirby criam um titã

Galactus surgiu pela primeira vez nas páginas da HQ Fantastic Four #48, em março de 1966, no arco que ficou conhecido como “A Trilogia de Galactus”. Criado por Stan Lee e Jack Kirby, o personagem foi uma tentativa ambiciosa de levar o conceito de vilania a um novo patamar. Ao invés de um inimigo humanoide, Lee e Kirby deram vida a uma ameaça metafísica. Algo que está além do bem e do mal.

E foi um sucesso. A imponência de Galactus, sua lógica alienígena e seu arauto poético — o Surfista Prateado — cativaram leitores e marcaram uma virada narrativa na Marvel.

Ao longo das décadas, ele apareceu em dezenas de histórias, protagonizou sagas inteiras, destruiu mundos e, ocasionalmente, foi até mesmo julgado em tribunais cósmicos por suas ações. Entre as participações mais marcantes, está o julgamento de Reed Richards, quando o Sr. Fantástico foi acusado por salvar a vida de Galactus — e, com isso, ser cúmplice de incontáveis genocídios cósmicos.

Foi nesse arco que os leitores conheceram uma das verdades mais desconcertantes do universo Marvel: Galactus não é um vilão. Ele é uma necessidade.

Do papel para as telas: a redenção visual do devorador

Em 2007, Galactus deu as caras pela primeira vez no cinema. Ou melhor, uma nuvem cósmica com o nome de Galactus. Foi no filme Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, sequência do longa de 2005 produzido pela 20th Century Fox. A decisão de retratá-lo como uma massa de energia amorfa — sem o icônico capacete ou visual antropomórfico — gerou revolta instantânea nos fãs.

Era uma versão que faltava peso, literal e simbólico. A ameaça era abstrata, e Galactus se tornou um vilão genérico entre tantos outros. O personagem, símbolo da escala épica da Marvel, havia sido reduzido a um borrão nos céus.

Mas em 2025, tudo mudou.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos finalmente entrega a representatividade visual, emocional e narrativa que Galactus merecia.

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A chegada de Galactus ao MCU

Dirigido por Matt Shakman, o filme se passa em uma Terra retrofuturista da década de 1960, no universo alternativo 828. Ali, Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) e Johnny Storm (Joseph Quinn) já são heróis estabelecidos, adorados pelo mundo como uma família de celebridades científicas.

Mas o tom muda quando o céu se rompe e a prateada Shalla-Bal (Julia Garner) surge com um aviso: Galactus está a caminho. E ele não quer apenas energia — ele quer o filho ainda não nascido de Sue e Reed, Franklin Richards, uma criança que carrega em si um poder cósmico ainda não compreendido.

Ao contrário das ameaças anteriores, Galactus não pode ser vencido com socos, explosões ou armadilhas. Ele é inevitável. O que está em jogo não é apenas a Terra — é a alma da família Richards.

A interpretação de Ralph Ineson: voz, presença e gravidade

Com sua voz grave e presença imponente, Ralph Ineson (conhecido por The Witch e Game of Thrones) encarna Galactus com camadas. O personagem é digitalmente ampliado, sim — mas há humanidade em seus olhos. Há tristeza. Há urgência.

Matt Shakman insistiu que Galactus fosse “interpretado” e não apenas criado por CGI. E isso faz toda a diferença. Ineson gravou suas falas nos estúdios Pinewood, mas também passou dias em prédios altos, segundo o próprio, para “sentir o mundo pequeno aos seus pés”. Um ator dentro da armadura, não apenas um dublador. E isso transparece.

A armadura fiel aos quadrinhos, em roxo e azul, foi produzida especialmente para o ator. Nas palavras do próprio diretor: “Queríamos que Galactus fosse não apenas uma ameaça, mas um personagem com uma alma partida.”

A tragédia de Sue e a redenção cósmica

No clímax do filme, Reed tenta esconder a Terra de Galactus usando uma rede de portais intergalácticos. Mas tudo falha. Em uma sequência intensa, Galactus captura Franklin e ameaça consumir tudo.

É então que Sue se sacrifica. Usando seus poderes até o limite, ela força Galactus a atravessar o último portal. O esforço é tanto que ela morre. Mas não por muito tempo.

No final, o bebê Franklin — agora manifestando um poder incompreensível — revive sua mãe em uma das cenas mais emocionantes do MCU até agora. Galactus é jogado no vazio do espaço-tempo, e a Terra, por ora, está salva.

Mas algo permanece claro: Galactus não foi vencido. Apenas afastado. Por enquanto.

Galactus: símbolo do inevitável

O que torna Galactus tão fascinante, e ao mesmo tempo tão assustador, é o fato de ele representar algo que todos nós tememos: o fim inevitável. Ele é o fim da linha, o esgotamento de recursos, a consequência de decisões impensadas, o colapso que ninguém quer encarar.

Mas ao mesmo tempo, Galactus também representa renovação. Seu ciclo de destruição abre caminho para novos começos. Nos quadrinhos, planetas destruídos por ele geram novas galáxias. Há algo de profundamente mitológico nessa dualidade.

Ele não é o mal. Ele é o necessário. Como a morte. Como a entropia. Como o tempo.

E o futuro? Um retorno inevitável

A cena pós-créditos de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos mostra uma figura misteriosa — de capa verde, máscara nas mãos — observando Franklin. Fãs atentos sabem: é Victor Von Doom, o Doutor Destino, principal inimigo da equipe.

Mas mesmo com a sombra de Destino surgindo, o universo Marvel agora carrega a marca de algo ainda maior: Galactus. E seu retorno é inevitável.

Com a introdução de Franklin Richards, o surgimento do Surfista Prateado e a escala cósmica crescente do MCU, é certo que o Devorador de Mundos voltará — e talvez, da próxima vez, como aliado. Ou como juiz.

Cinemaço deste domingo (27/07) exibe “Golpe de Mestre” – Suspense coreano eletrizante sobre corrupção, traição e inteligência policial

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Na noite deste domingo, 27 de julho, o Cinemaço da TV Globo traz um thriller sul-coreano de tirar o fôlego: “Golpe de Mestre” (Master), um filme que mescla ação, drama e investigação em uma trama complexa sobre redes de corrupção, poder e manipulação. Lançado originalmente em 2016, o longa dirigido por Jo Ui-seok conquistou o público coreano e se espalhou para mais de 30 países, consolidando-se como um dos maiores sucessos do cinema asiático recente. As informações são do AdoroCinema.

O filme será exibido logo após o Domingo Maior, e promete uma madrugada de tensão e reviravoltas para os amantes de histórias de crime corporativo e investigações implacáveis.

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Uma teia de poder, fraudes e perseguições

A história gira em torno de Jin Hyun-pil, interpretado com frieza cirúrgica por Lee Byung-hun (conhecido por filmes como “G.I. Joe” e “O Contratado”). Jin é o CEO da One Network Inc., uma empresa de fachada que, sob o pretexto de ser um negócio multinível promissor, funciona como um esquema bilionário de fraude financeira envolvendo empresários influentes, políticos e membros do alto escalão coreano.

Do outro lado da lei, temos o incansável detetive Kim Jae-myung (vivido por Gang Dong-won), chefe da unidade de crimes intelectuais da polícia, que suspeita das operações da One Network. O que começa como uma investigação silenciosa, logo se transforma em um jogo perigoso de espionagem corporativa, manipulação digital e caçadas internacionais.

O ponto de virada ocorre com a entrada de Park Jang-gun (Kim Woo-bin), o cérebro da arquitetura digital da empresa. Jovem, brilhante e levemente arrogante, Park é convencido a colaborar com Kim em troca de um acordo judicial. Mas ele tem seus próprios planos: trair Jin, roubar o fundo secreto da empresa e desaparecer com uma fortuna.

A partir daí, “Golpe de Mestre” se torna uma batalha de estratégias onde ninguém é exatamente o que parece — e cada movimento pode ser fatal.

Elenco afiado e direção precisa

Parte do charme de “Golpe de Mestre” está na atuação estelar de seu trio principal. Lee Byung-hun oferece um vilão carismático e ameaçador, que mistura charme empresarial com brutalidade silenciosa. Gang Dong-won incorpora o investigador com seriedade e empatia, equilibrando a rigidez do cargo com convicções morais fortes. Já Kim Woo-bin brilha como o hacker duplo, ambíguo e essencial para o desenrolar da trama.

A direção de Jo Ui-seok é dinâmica, elegante e muitas vezes surpreendente. Conhecido por seu trabalho em “Cold Eyes” (2013), Ui-seok constrói o filme com tensão crescente, bons planos de câmera e cortes que mantêm o espectador preso. A montagem é rápida sem ser confusa, e os momentos de ação são bem coreografados, sem perder o tom realista.

Impacto internacional e sucesso de bilheteria

O sucesso de “Golpe de Mestre” não se restringiu à Coreia do Sul. Antes mesmo da estreia nos cinemas coreanos, o longa já havia sido vendido para 31 países durante o American Film Market de 2016 — o que mostra o crescente interesse global por thrillers asiáticos com alto nível de produção.

Logo no lançamento, o filme ocupou 1.448 salas e liderou as bilheteiras com quase 400 mil ingressos vendidos no primeiro dia. Ao longo das semanas, “Golpe de Mestre” atingiu mais de 7 milhões de ingressos vendidos e arrecadou quase 50 milhões de dólares, entrando para o top 15 dos maiores sucessos coreanos daquele ano.

Um suspense que espelha realidades

O roteiro de “Golpe de Mestre” é mais do que entretenimento. Ele dialoga diretamente com escândalos políticos e financeiros que têm assolado governos e empresas em todo o mundo — inclusive no Brasil. Ao mostrar como uma empresa fraudulenta se infiltra no poder político, manipula a mídia e intimida seus opositores, o filme coloca o espectador diante de um espelho social incômodo.

A tensão aumenta quando percebemos que a justiça, mesmo quando bem-intencionada, enfrenta uma máquina muito mais bem equipada, rica e articulada. A figura do detetive Kim Jae-myung se torna quase simbólica: um herói realista, movido mais pela persistência do que pela força bruta.

Um desfecho imprevisível

Sem dar spoilers, vale dizer que o final de “Golpe de Mestre” quebra expectativas e adiciona uma camada extra à complexidade da história. O que parecia resolvido se transforma novamente — num gesto que honra os grandes thrillers políticos, onde a verdade é muitas vezes mais ambígua do que se deseja.

O espectador é levado a refletir sobre os limites da justiça, a facilidade com que o dinheiro compra silêncio e a fragilidade das instituições diante do crime de colarinho branco.

Por que assistir hoje no Cinemaço?

Para quem gosta de thrillers inteligentes, “Golpe de Mestre” é uma verdadeira aula de como contar uma história envolvente com temas atuais, personagens bem construídos e um ritmo alucinante. A exibição na TV Globo é uma ótima oportunidade para conhecer (ou rever) um dos maiores acertos do cinema coreano moderno — numa madrugada que promete prender até os mais sonolentos.

Jason retorna às origens em novo “Sexta-Feira 13”, revelado na San Diego Comic-Con 2025

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A neblina sobre o Lago Crystal nunca se dissipou totalmente. Décadas após o primeiro grito ecoar na floresta, Jason Voorhees volta à cena, não em um reboot ou uma série milionária, mas num curta-metragem violento, direto e brutal, como o personagem exige. Intitulado “Sweet Revenge”, o novo capítulo da franquia Sexta-Feira 13 foi revelado durante o aguardado painel na San Diego Comic-Con 2025 e levou os fãs à loucura — tanto os veteranos que viram o original em VHS quanto os jovens que descobriram o assassino mascarado nas plataformas de streaming.

Dirigido por Mike P. Nelson, conhecido por seu olhar cru e sem concessões no reboot de O Massacre da Serra Elétrica, Sweet Revenge chega como um lembrete de que o terror pode ser curto, mas impactante — e que Jason nunca dorme por muito tempo.

Jason não precisa de muito para assustar

Diferente de grandes produções que se perdem em explicações ou backstories desnecessários, Sweet Revenge opta pela simplicidade e pelo instinto, entregando 15 minutos de tensão crescente, violência gráfica e homenagens diretas ao filme que deu origem a tudo, em 1980.

O trailer exibido na Comic-Con já deixa claro que não há tempo a perder: um grupo de jovens se isola em uma cabana na floresta. É o tipo de premissa que qualquer fã de slasher reconhece à primeira vista — e é exatamente isso que o curta quer. A ação começa com uma garota remando sozinha em um pequeno barco, quando ouve um som estranho vindo debaixo d’água. Um segundo depois, ela desaparece, puxada por algo invisível. O que se segue é um colapso emocional, uma tensão crescente entre os amigos e, claro, o surgimento do assassino que transforma o lugar em um matadouro a céu aberto.

O que surpreende não é o “quê”, mas o “como”. Jason não aparece como uma sombra mítica ou uma figura em CGI — ele é palpável, bruto, humano e monstruoso ao mesmo tempo. Interpretado por um ator ainda não revelado, o vilão ressurge com sua clássica máscara de hóquei, sua postura ameaçadora e suas mortes criativas, rápidas e dolorosas.

Um projeto nascido da paixão e da espera

Sweet Revenge não foi feito para lucrar, nem para iniciar uma nova cronologia. Ele nasceu de uma vontade genuína de homenagear o original. Com a série Crystal Lake adiada indefinidamente por problemas nos bastidores e disputas criativas, o diretor Mike P. Nelson viu uma brecha e propôs à equipe detentora dos direitos da franquia algo menor — mas cheio de alma.

Durante o painel, Nelson explicou: “Queríamos mostrar que Jason ainda funciona. Sem precisar de um filme de duas horas, sem tentar ser moderno demais. Voltar ao básico. Floresta, escuridão, juventude e sangue. Jason é isso.”

E ele não está errado. Em tempos onde o terror caminha entre o elevado e o autoral, ver uma produção que abraça o slasher puro como forma de entretenimento é quase um ato de rebeldia — e de saudade.

O terror que não morre

Lançado originalmente em 1980, o primeiro Sexta-Feira 13 não nasceu com a intenção de se tornar o império de máscaras, facões e gritos que conhecemos hoje. Dirigido por Sean S. Cunningham e escrito por Victor Miller, o longa foi claramente inspirado pelo sucesso de Halloween (1978), mas com mais sangue e uma reviravolta inesperada: o assassino era a mãe de Jason, Pamela Voorhees.

O filme fez história: arrecadou quase 60 milhões de dólares com um orçamento de 500 mil e inaugurou uma franquia que, mesmo com altos e baixos, definiu o gênero slasher ao lado de Freddy Krueger e Michael Myers. Jason, que sequer era o assassino no original, assumiu o manto a partir do segundo filme e tornou-se um dos vilões mais reconhecíveis do cinema de horror.

Ao longo de doze filmes, um crossover com A Hora do Pesadelo e um reboot em 2009, a franquia se reinventou, flertou com o sci-fi (Jason X, alguém?), foi ao inferno, voltou e até viajou no tempo. Mas uma coisa permaneceu constante: Jason sempre volta. Como um pesadelo coletivo que atravessa gerações.

O retorno aos efeitos práticos

Um dos elementos mais celebrados do curta Sweet Revenge é seu uso exclusivo de efeitos práticos. Nada de sangue digital, mortes em CGI ou ambientações sintéticas. Tudo foi feito como nos velhos tempos: maquiagem, próteses, litros de sangue cenográfico e muito trabalho artesanal.

Essa escolha não é apenas estética, mas simbólica. É um sinal de respeito aos filmes originais, que conquistaram o público pelo choque físico e não por ilusões digitais. Os fãs, sempre atentos aos detalhes, já classificam o curta como “um verdadeiro respiro” num mercado saturado por efeitos artificiais.

E onde está a série Crystal Lake?

A grande expectativa dos últimos anos era a chegada da série Crystal Lake, planejada como uma prequel focada em Pamela e o jovem Jason. Produzida pelo Peacock com envolvimento de Bryan Fuller (Hannibal), o projeto teve diversas reviravoltas, incluindo a saída de Fuller, e segue sem previsão de estreia.

A indecisão em torno da série abriu espaço para que Sweet Revenge surgisse como um interlúdio violento e bem-vindo, capaz de manter o nome da franquia pulsando enquanto o futuro não se decide. Ao que tudo indica, o curta não faz parte de nenhuma cronologia específica, mas também não contradiz nada que já foi feito — o que permite que ele funcione tanto como tributo quanto como peça isolada.

A importância cultural de Jason Voorhees

Jason é mais do que um vilão de cinema. Ele é uma entidade cultural, uma espécie de símbolo do medo coletivo. A máscara de hóquei, o facão, os passos lentos e silenciosos, o ambiente do acampamento — tudo isso ultrapassou o cinema e se tornou ícone do imaginário pop.

Durante a Comic-Con, os corredores estavam repletos de fãs usando camisetas com estampa da Camp Crystal Lake, máscaras de papelão e até bonecos personalizados. O curta Sweet Revenge foi recebido com aplausos de pé por boa parte do público presente, que parecia ver ali um renascimento do que o slasher tem de melhor: tensão, criatividade, e a doce (ou amarga) expectativa de que ninguém está seguro.

O que o futuro reserva?

Com o sucesso do curta e a reação positiva dos fãs, é possível que Sweet Revenge funcione como um termômetro para novos projetos. Mike P. Nelson já declarou interesse em dirigir algo maior no universo da franquia. Mas, por enquanto, o curta cumpre seu papel: reacender o nome de Jason com o peso que ele merece.

Rita Batista emociona o público no quadro “Quem Vem Pra Cantar” no Domingão com Huck deste domingo (27)

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Neste domingo, 27 de julho de 2025, o palco do Domingão com Huck será tomado por emoção, afeto e boas doses de surpresa. Convidada especial do quadro Quem Vem Pra Cantar, a apresentadora, jornalista e radialista Rita Batista protagoniza um dos momentos mais marcantes da temporada. Conhecida pelo carisma vibrante e pela autenticidade que carrega em sua trajetória, Rita revisita memórias, solta a voz e encara um dueto misterioso que promete tocar fundo o coração dos telespectadores — e o dela também.

Ao lado de Luciano Huck, Rita mergulha em lembranças que moldaram sua vida pessoal e profissional. O reencontro com uma figura importante de sua história, cuidadosamente mantida em segredo até o momento final, é o ápice de uma participação que celebra mais do que talento: celebra resiliência, representatividade e a potência das conexões humanas.

Neste especial, vamos mergulhar na biografia de Rita Batista, reviver os principais momentos da sua carreira e entender por que sua presença no Domingão neste domingo é mais do que um simples quadro musical — é um tributo à mulher negra que vem abrindo caminhos e inspirando tantas outras a fazerem o mesmo.

Um reencontro inesquecível no ‘Quem Vem Pra Cantar’

O quadro Quem Vem Pra Cantar, uma das atrações mais populares do Domingão com Huck, é conhecido por promover reencontros entre celebridades e pessoas marcantes em suas vidas — tudo através da música. No caso de Rita, o suspense envolveu o público e a própria convidada, que recebeu pistas de Luciano Huck enquanto tentava adivinhar quem se escondia atrás do telão. O mistério, no entanto, era mais do que uma brincadeira de palco: era o prenúncio de uma catarse emocional.

Rita Batista, acostumada aos microfones e câmeras, deixou transparecer sua emoção de forma comovente. Ao reconhecer a voz do seu convidado-surpresa durante o dueto, foi impossível conter as lágrimas — e o público acompanhou cada segundo da descoberta com o coração apertado. Trata-se de alguém profundamente conectado à jornada de Rita, alguém que esteve presente em momentos decisivos e ajudou a moldar a profissional e mulher que ela é hoje.

Esse tipo de narrativa genuína é o que fortalece a conexão entre o programa e a audiência. Rita, com sua habitual espontaneidade, alternou entre sorrisos e lágrimas, agradecendo pela oportunidade de reviver sentimentos muitas vezes guardados em silêncio.

Uma vida dedicada à comunicação

Nascida em 22 de maio de 1979, em Salvador, Rita de Cássia Batista Suzart cresceu em meio ao calor baiano e ao fervor cultural de uma cidade marcada por contrastes e tradições. Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Católica do Salvador, Rita iniciou sua trajetória no Grupo Metrópole em 2003, revelando desde cedo um apetite voraz por contar histórias, comunicar com paixão e desafiar os formatos tradicionais da mídia.

Ela se destacou em diferentes funções — apresentadora, repórter e produtora — e não demorou a deixar sua marca também no rádio. Criou o ousado programa “Rita para Maiores”, que abordava sexualidade de forma aberta e educativa, e participou da bancada do Aratu Notícias, da TV Aratu, afiliada do SBT. Desde então, sua atuação passou a ser sinônimo de quebra de tabus e combate à invisibilidade das mulheres negras no jornalismo.

Da Bahia para o Brasil

Aos poucos, Rita foi se consolidando como um rosto querido e respeitado na mídia baiana, o que a levou a novas oportunidades na TV Bandeirantes Bahia, onde comandou o Boa Tarde Bahia e se destacou no tradicional Band Folia, cobrindo o carnaval com irreverência e competência.

Foi também nesse período que o Brasil começou a enxergar o brilho de Rita. Em 2012, ela chegou à Rede Bandeirantes nacional para apresentar o programa de variedades Muito+. No ano seguinte, integrou o elenco do aclamado A Liga, mergulhando em reportagens de impacto social e mostrando um lado mais investigativo e empático do jornalismo.

Mesmo com altos e baixos — como a demissão da TV Aratu em 2016, após o fim do Bom Dia Bahia — Rita manteve sua determinação. Regressou à Rádio Metrópole, explorou novas linguagens na TVE Bahia, apresentou o carnaval na TV pública e consolidou sua imagem como comunicadora versátil e comprometida com pautas sociais relevantes.

Da TV pública ao estrelato na TV Globo

Entre 2018 e 2020, Rita esteve à frente do telejornal TVE Revista, e em seguida iniciou uma trajetória ascendente na TV Globo, integrando os quadros da Super Manhã, do Encontro, Mais Você e É de Casa. Sua chegada à bancada fixa do É de Casa em julho de 2022, ao lado de Maria Beltrão, Talitha Morete e Thiago Oliveira, foi mais do que uma promoção: foi um marco simbólico na diversidade da emissora, representando milhões de brasileiros que se viram nela pela primeira vez.

No GNT, em 2024, Rita também brilhou ao integrar o time do Saia Justa, ao lado de Eliana, Bela Gil e Tati Machado. A troca de ideias entre quatro mulheres com histórias distintas e potentes fez da temporada uma das mais assistidas e comentadas dos últimos anos.

Uma voz que representa muitas

A presença de Rita Batista na televisão brasileira vai muito além de sua competência como jornalista ou apresentadora. Ela é um símbolo de resistência, autoestima e representatividade negra em um meio historicamente dominado por padrões excludentes. Mulher preta de Salvador, de origem periférica, com sotaque, com gírias, com corpo fora do padrão. E com coragem de não abrir mão de nenhum desses traços.

Seu trabalho não é apenas performático — é político. Rita fala com a alma de quem já foi subestimada, de quem já precisou abrir caminho onde não havia trilha. E, ao fazer isso, ela inspira outras mulheres negras a ocuparem seus lugares com dignidade, orgulho e ambição.

‘Domingão com Huck’ em clima de homenagem e celebração

Além do Quem Vem Pra Cantar, o Domingão com Huck deste domingo promete fortes emoções com quadros como Pequenos Gênios, que destaca o talento de crianças prodígio, e Quem Quer Ser Um Milionário, o tradicional game show que une entretenimento e conhecimento. O quadro Encontrar Alguém também marca presença, com uma história especial em homenagem ao Dia dos Avós — tema que costuma arrancar lágrimas e sorrisos dos telespectadores.

Na famosa “bomboniere” do programa, Ed Gama, Déa Lúcia, Lívia Andrade e Preto Zezé trazem comentários irreverentes sobre os acontecimentos do palco, reforçando o clima de festa, leveza e reflexão que é marca registrada da atração dominical.

O legado que Rita constrói

Rita Batista não chegou à televisão por acaso, tampouco teve uma jornada facilitada. Sua história é feita de persistência, rupturas, reconstruções e coragem. Neste domingo, ao cantar no palco do Domingão, ela canta por todas as vozes que foram silenciadas. Canta por sua ancestralidade, por sua cidade, por sua caminhada e, principalmente, por um futuro onde mais Ritas possam brilhar — sem pedir licença.

Hazbin Hotel | Segunda temporada ganha data de estreia e participação especial de Patrick Stump na San Diego Comic-Con 2025

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Em meio a um dos eventos mais aguardados da cultura pop mundial, a San Diego Comic-Con 2025 foi palco para uma revelação que fez o público vibrar: a segunda temporada de Hazbin Hotel finalmente tem data para chegar ao Prime Video — será no dia 29 de outubro. O anúncio, feito durante o painel oficial da série, veio acompanhado de um clipe inédito, informações de bastidores e uma surpresa especial para os fãs da animação criada por Vivienne Medrano, conhecida como VivziePop.

Patrick Stump entra em cena como Abel, o irmão redimido

Um dos momentos mais comentados do painel foi a confirmação da participação do vocalista da banda Fall Out Boy, Patrick Stump, no elenco da nova temporada. Ele dará voz a Abel, o irmão de Caim e filho de Adão, que será interpretado novamente por Alex Brightman. A notícia pegou o público de surpresa e imediatamente provocou reações empolgadas nas redes sociais. Stump, que já flertou com projetos de animação no passado, traz um novo charme musical à série, unindo ainda mais os mundos da música e da animação adulta.

Helluva Boss também chega ao Prime Video

Além de Hazbin Hotel, o universo infernal de VivziePop se expande ainda mais com o anúncio de que Helluva Boss, série derivada e igualmente querida pelos fãs, também estreará no Prime Video. As duas temporadas do spin-off estarão disponíveis a partir de 10 de setembro, ampliando o acesso do público geral ao trabalho da SpindleHorse Toons. Essa movimentação estratégica da Amazon demonstra a aposta do serviço de streaming no gênero de animação adulta e na potência dos títulos criados de forma independente.

Do YouTube ao streaming global: uma história de sucesso independente

O que começou como um projeto independente, financiado por fãs no Patreon e lançado no YouTube em outubro de 2019, se transformou em um fenômeno global. Hazbin Hotel não apenas sobreviveu ao seu status inicial de “série feita por animadores freelancers”, como conquistou o coração de milhões de espectadores ao redor do mundo. Quando a primeira temporada estreou oficialmente no Prime Video em janeiro de 2024, tornou-se a maior estreia global de uma série animada original da plataforma até aquele momento.

O sucesso não veio à toa. A proposta ousada de reimaginar o Inferno como um cenário musical, misturando comédia ácida, drama existencial e estética gótica vibrante, resultou em algo inédito na televisão. VivziePop, com sua equipe, provou que ainda há espaço para criações autorais, visuais e narrativamente ousadas, em um mercado dominado por fórmulas prontas.

O dilema da redenção: uma trama que toca em feridas reais

No coração de Hazbin Hotel está Charlie Morningstar, a princesa do Inferno, que se recusa a aceitar a lógica do extermínio anual de pecadores. Seu sonho de abrir um hotel onde demônios possam se redimir e buscar uma segunda chance no Céu não é apenas uma metáfora poderosa — é uma crítica direta à forma como nossa sociedade lida com os erros, os desvios e a possibilidade (ou não) de mudança.

Essa mensagem profunda, disfarçada em números musicais cativantes, personagens caricatos e humor sombrio, ressoa com uma audiência jovem-adulta cada vez mais exigente. A segunda temporada promete explorar ainda mais essas tensões morais, ampliando a mitologia da série com novos personagens celestiais, dilemas éticos e confrontos emocionantes.

Mais do que entretenimento, uma comunidade

O painel da Comic-Con 2025 não foi apenas sobre trailers e anúncios. Foi também uma celebração da comunidade de fãs que cresceu em torno do universo de Hazbin Hotel. Muitos deles, aliás, conheceram a série ainda na fase embrionária, quando tudo parecia apenas um sonho ousado postado no YouTube. Hoje, esses mesmos fãs assistem à profissionalização do projeto e ao reconhecimento internacional com um sentimento de pertencimento raro no entretenimento atual.

VivziePop, presente no painel, emocionou-se ao agradecer o apoio contínuo do público. Em suas palavras: “Sem vocês, nada disso existiria. E seguimos criando porque sabemos que vocês acreditam nesse universo tanto quanto a gente.”

Expectativas altas e o futuro do inferno animado

Com a estreia da nova temporada marcada para 29 de outubro, Hazbin Hotel se posiciona como um dos lançamentos mais aguardados do segundo semestre. A escolha da data não é aleatória: coincide com o clima sombrio do Halloween e prepara o terreno para uma temporada ainda mais intensa, tanto em narrativa quanto em estilo visual.

“Terra da Padroeira” deste domingo (27/07) recebe Delley & Dorivan, Caju & Castanha, Luma & Nathi e Micarla

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Neste domingo, dia 27 de julho, a partir das 9h da manhã, o “Terra da Padroeira” convida o público da TV Aparecida para mais uma manhã de celebração à cultura popular brasileira — com muita música, boas histórias e uma surpresa que promete emocionar os fãs. Comandado por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira, o programa deixará por alguns momentos o seu palco tradicional para colocar o pé na estrada e visitar a casa de uma personalidade bastante conhecida do mundo sertanejo, num novo quadro batizado de “Terra Visita Especial”.

O nome do homenageado ainda é guardado a sete chaves, mas os apresentadores prometem um encontro sincero, afetivo e repleto de revelações. A proposta do quadro é justamente essa: mostrar o lado mais humano dos artistas, longe dos holofotes, revelando seus hábitos, memórias e a relação íntima com suas raízes.

Delley & Dorivan: tradição e paixão pela viola

Entre os convidados que se apresentam ao vivo no palco do programa, está uma dupla que representa a força da música de raiz: Delley & Dorivan. Delley, considerado um dos maiores violeiros do país, já percorreu diferentes formações musicais desde os anos 1980. A parceria atual com Dorivan já dura mais de duas décadas, e juntos acumulam 12 CDs e um DVD, além de sucessos que marcaram gerações, como “Estrada do Amor” e “Aconteceu Comigo”.

A música da dupla se destaca pelo equilíbrio entre o tradicional e o contemporâneo, com letras que falam de amor, saudade e vida simples no campo, tudo acompanhado por arranjos sofisticados na viola caipira. É uma apresentação imperdível para quem aprecia a autenticidade da música sertaneja clássica.

Caju & Castanha: poesia rimada com irreverência

Outro grande momento do programa será a participação de Caju & Castanha, uma das duplas mais emblemáticas da embolada nordestina. Com mais de 40 anos de estrada e 28 álbuns lançados, os irmãos pernambucanos reinventaram a arte de improvisar versos ao som de pandeiro e batidas ritmadas. O carisma e a agilidade mental impressionam até os espectadores menos familiarizados com o estilo.

Caju & Castanha não se restringem à tradição: já embolaram com forró, MPB, ciranda, cordel, rock, e até hip-hop. São artistas completos, que usam o humor e a crítica social para dialogar com diferentes gerações, sem nunca perderem suas raízes. No palco do “Terra da Padroeira”, a promessa é de um show contagiante e cheio de interação com a plateia.

Vozes da nova geração: Luma & Nathi e Micarla

O quadro “Vozes da Terra” é conhecido por revelar novos talentos da música sertaneja e, neste domingo, ele destaca duas apostas femininas de grande talento: Luma & Nathi e Micarla.

As primas Luma e Nathi começaram cantando por brincadeira nas redes sociais, mas logo conquistaram milhares de seguidores com suas harmonias afinadas e carisma espontâneo. Hoje, formam uma dupla promissora, com repertório que vai de modas de viola tradicionais até composições autorais. Seu recente projeto audiovisual, com nove faixas, traz um frescor à cena sertaneja, com destaque para “Superei”, uma música que fala sobre superação emocional e força feminina.

Micarla, natural de Duque de Caxias (RJ), é prova viva de que o sertanejo já extrapolou o eixo Sudeste-Centro-Oeste. Começou a cantar aos 13 anos, passou por barzinhos e eventos locais até alcançar as redes sociais, onde viralizou com covers de clássicos do gênero. Hoje, aos 27, ela já tem um DVD completo com 30 faixas — mesclando composições próprias e regravações — e músicas autorais que conversam diretamente com o público feminino, como “Tome Juízo” e “Amiga Que é Parça”.

Música como elo de fé, memória e identidade

Muito mais do que um programa musical, “Terra da Padroeira” é um espaço de valorização da cultura popular brasileira, em especial a música sertaneja em suas múltiplas vertentes — da raiz à moderna, da embolada à canção autoral.

A cada edição, Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira reafirmam seu compromisso em levar ao público um conteúdo afetuoso, familiar e representativo, onde a fé, o humor e a boa música se entrelaçam. A visita especial desta semana promete emocionar, mas também inspirar. É a televisão abrindo as portas para histórias de vida reais, de artistas que carregam a identidade do Brasil em cada verso cantado.

Quando assistir?

O “Terra da Padroeira” vai ao ar neste domingo, 27 de julho, a partir das 9h da manhã, na TV Aparecida. Prepare o café, reúna a família e se permita sentir, cantar e se emocionar com mais uma edição desse encontro que celebra a alma sertaneja do nosso país.

Virginia Cavendish revisita carreira e vida pessoal em conversa com Ronnie Von no “Companhia Certa” deste sábado (26/07)

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Foto: Reprodução/ Internet

No cenário acolhedor do programa “Companhia Certa”, que vai ao ar na madrugada deste sábado (26) para domingo (27), à 0h30, na RedeTV!, o apresentador Ronnie Von recebe uma convidada que carrega nos olhos a força de quem transforma histórias em emoções: Virginia Cavendish. Atriz, diretora, produtora e um dos nomes mais marcantes da dramaturgia brasileira contemporânea, ela entrega ao público uma conversa honesta, cheia de memória afetiva, reflexões profundas e afeto.

Aos 54 anos, Virginia fala com serenidade e brilho nos olhos sobre uma trajetória que começou no teatro, floresceu na televisão e conquistou definitivamente o cinema nacional. Foi em 1999, ao dar vida à encantadora Rosinha na adaptação televisiva de O Auto da Compadecida, que seu rosto se eternizou na memória afetiva de milhões de brasileiros. Mas por trás do sucesso, havia o nervosismo e o medo comum a quem encara grandes desafios.

“Era uma responsabilidade enorme. Eu estava ali com atores consagradíssimos, me sentindo pressionada, querendo muito acertar”, relembra ela com vulnerabilidade, ao comentar os bastidores da produção dirigida por Guel Arraes — diretor com quem também compartilhou uma década de vida conjugal e uma filha, a atriz Luísa Arraes.

Muito além de Rosinha

Virginia não é apenas lembrada por seus papéis doces ou cômicos. Seu repertório artístico inclui uma profunda versatilidade. De Lisbela e o Prisioneiro a séries autorais e produções independentes, a atriz sempre buscou personagens que lhe provocassem inquietações e verdades. “Gosto do desafio. A personagem precisa me dizer alguma coisa, provocar, fazer pensar. Não gosto de ficar no confortável”, confessa, revelando o olhar artístico apurado que a move.

Um amor que virou afeto eterno

Durante a conversa com Ronnie Von, o tom muda suavemente quando o tema envereda pela vida pessoal. Virginia fala com maturidade e generosidade sobre o fim do casamento com Guel Arraes — união que resultou não só em colaborações marcantes na televisão e no cinema, mas também em uma relação familiar de grande afeto.

“Foi um amor muito importante. Não éramos só um casal, éramos uma dupla criativa. Tivemos uma filha linda, fizemos projetos incríveis. A separação foi difícil porque desmonta uma estrutura. Mas o amor virou amizade e respeito. Eu ainda o admiro muito”, diz, com a calma de quem elaborou suas emoções com delicadeza e verdade.

O Brasil que vive em suas histórias

Virginia Cavendish é uma dessas artistas que não perderam o encanto pelo próprio ofício. E isso fica evidente quando fala com paixão sobre o cinema nacional — setor que, segundo ela, precisa ser reconhecido pelo público como um verdadeiro patrimônio emocional.

“A gente precisa olhar para o nosso cinema como olhamos para o futebol. Há tanto talento, tantas histórias lindas e urgentes para contar. Quando um filme brasileiro chega ao Oscar, o país vibra. Mas precisamos vibrar sempre, inclusive com as produções menores, independentes, que resistem com tanta garra”, defende.

Ao longo da entrevista, ela destaca como o Brasil é fértil em narrativas potentes, com um povo que respira cultura mesmo diante das dificuldades. “É no cinema que a gente se vê, se reconhece. É ali que a gente cura feridas ou entende o outro. Por isso, precisamos apoiar cada vez mais nossas produções”, afirma.

Arte como destino

Criada em uma família de artistas, Virginia diz que nunca se imaginou em outro lugar que não fosse no palco ou diante das câmeras. “Para mim, a arte é um modo de viver. Sempre foi. Desde muito cedo, o teatro me salvava de muitas coisas, me dava força, me explicava o mundo”, relembra. Ainda hoje, quando sobe ao palco, sente uma mistura de euforia e medo. “É como se fosse sempre a primeira vez”, confessa, sorrindo.

Hoje, ela também se arrisca na direção e produção, incentivando novos talentos e projetos autorais. “Gosto de estar nos bastidores, de ver a engrenagem funcionando. Há muita potência em contar histórias por outros ângulos também”, destaca.

Um papo necessário e reconfortante

No “Companhia Certa”, Ronnie Von conduz a conversa com elegância e empatia. Ao lado de Virginia, constrói um espaço onde o tempo desacelera e o público se conecta com a essência da convidada. O programa, que vem se consolidando como uma das boas surpresas da programação noturna, aposta em entrevistas mais íntimas, valorizando o percurso de artistas que marcaram — e continuam marcando — gerações.

Para Virginia, aceitar o convite foi uma forma de revisitar a própria caminhada. “A gente se esquece do quanto viveu, do quanto cresceu. Foi bom olhar para trás e perceber que cada escolha, cada dor e cada conquista ajudaram a formar quem eu sou hoje”, conclui.

Um encontro para não perder

A entrevista completa com Virginia Cavendish vai ao ar neste sábado (26), na virada para o domingo (27), à 0h30, na RedeTV!. Uma oportunidade de redescobrir uma artista intensa, generosa e que continua reinventando sua arte — e a si mesma — a cada novo projeto.

Domingo Legal (27/07): Celso Portiolli recebe Renata Banhara, Geisy Arruda e Solange Gomes no “Passa ou Repassa”

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Foto: Reprodução/ Internet

Imagine acordar no domingo, preparar um café reforçado, sentar no sofá com a família e saber que dali pra frente o riso está garantido. Assim tem sido há anos para milhões de brasileiros que escolhem começar o último dia da semana com leveza, brincadeiras e emoção. E neste domingo, 27 de julho de 2025, o Domingo Legal promete manter essa tradição com um programa daqueles que a gente comenta até segunda-feira. As informações são do SBT.

Sob o comando carismático de Celso Portiolli, que há anos virou sinônimo de diversão nas manhãs de domingo, a atração vai ao ar ao vivo a partir das 11h15 no SBT com um cardápio recheado de quadros icônicos, convidados pra lá de inusitados e provas que transitam entre o absurdo e o hilário.

Uma surpresa chamada “Trocando as Bolas”

Sabe aquele plano de passar um dia relaxando em um hotel luxuoso, com direito a roupão felpudo, massagem e taça de espumante? Pois é exatamente isso que Narcisa Tamborindeguy e a influenciadora Jaquelline Grohalski (vencedora de A Fazenda 15) acham que vão encontrar. Mas, claro, elas esqueceram que estão no Domingo Legal — e aqui, as surpresas nunca são o que parecem.

No quadro “Trocando as Bolas”, elas são levadas direto para o campo, trocando o luxo pela lida rural. O choque é instantâneo: Narcisa, toda produzida, se vê diante de cercas para consertar, montes de esterco de cavalo para limpar e galinhas correndo em volta. Jaquelline, mais acostumada com provas de resistência em reality shows, também não escapa da comédia da situação.

A graça está exatamente aí: em ver duas personalidades conhecidas pela vaidade e irreverência mergulharem em um cenário onde a única regra é se sujar — e dar boas risadas de si mesmas.

Passa ou Repassa: torta, disputa e gargalhada

Nada mais clássico do que o “Passa ou Repassa”, e neste domingo o quadro vem mais afiado do que nunca. De um lado, o time azul formado pelos irmãos João Gabriel e João Pedro, queridinhos do TikTok com seus vídeos de humor familiar, e o espontâneo e divertido Mateus Pires, conhecido nas redes pelo jeito “gente como a gente” e piadas que viralizam.

Do outro lado, o time amarelo traz uma seleção de mulheres que não têm medo de encarar desafios: Renata Banhara, figura carismática da TV brasileira, a polêmica e sincera Geisy Arruda, e a icônica Solange Gomes, que promete não deixar torta na cara passar batido.

Como sempre, o público pode esperar de tudo: respostas absurdas, provas relâmpago, quedas hilárias e muita torta voando. É o tipo de competição em que o verdadeiro prêmio é arrancar risadas da plateia — e do próprio Celso, que se diverte como se fosse o primeiro programa da carreira.

Bitelo entra em cena: quando o imprevisível acontece

E se você já está rindo, prepare-se: Bitelo, o personagem gigante do Domingo Legal, também marca presença no palco com um desafio ao vivo que ninguém sabe como vai terminar. Pode ser levantamento de objetos estranhos, provas de força, equilíbrio ou algo completamente maluco.

O que se sabe é que, quando Bitelo aparece, o clima muda. O auditório vai ao delírio, os participantes entram no modo “missão impossível” e o estúdio vira uma arena de gritos, torcida e, claro, tombos.

Quem Arrisca Ganha Mais: tensão, coragem e até R$ 100 mil

Se o riso toma conta em boa parte do programa, também há espaço para a emoção pura. No “Quem Arrisca Ganha Mais”, duas duplas sobem ao palco com um objetivo claro: levar até R$ 100 mil reais pra casa. Mas como o nome já diz, é preciso arriscar.

A cada pergunta respondida, as duplas acumulam valores. Mas a cada rodada, surge o dilema: seguir adiante e arriscar tudo — ou parar e garantir o que já conquistaram? É nessa corda bamba que surgem os momentos mais tensos do programa, com o público inteiro prendendo a respiração junto com os participantes.

E é impossível não se emocionar quando vemos que o dinheiro não é só prêmio, mas uma chance real de mudar a vida. Pagar uma dívida, reformar a casa, ajudar a família. O Domingo Legal sabe dosar diversão e esperança como poucos.

Até Onde Você Chega? Um sonho em cada resposta

E se a ideia é emoção, então o quadro “Até Onde Você Chega?” é feito sob medida. Com uma proposta semelhante a um game show de sobrevivência, os participantes enfrentam uma escalada de perguntas e decisões, sempre podendo desistir com o que ganharam ou arriscar tudo por mais.

O diferencial está no ritmo emocional da jornada. Cada participante carrega uma história de luta e superação, o que faz com que cada decisão tenha peso. Quando alguém diz “vou até o fim”, não é só jogo — é a vida pulsando ali, diante das câmeras.

A cada rodada, cresce a tensão, a torcida e o coração na boca. Vai parar? Vai seguir? Vai ganhar? Vai perder tudo? É aquele tipo de quadro que faz o público levantar do sofá e gritar com a televisão.

📺 Anote aí: neste domingo, 27 de julho, o Domingo Legal vai ao ar a partir das 11h15, no SBT, com tudo isso e muito mais. Prepare o coração, o estômago (porque tem risada que dói) e aproveite uma manhã com a leveza que só o domingo pode trazer.

Websérie “O Que Não Falamos” estreia com sucesso no YouTube e traz drama, música e segredos de uma girlband dos anos 2000

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Foto: Reprodução/ Internet

A produtora Bera Play, reconhecida por suas séries de sucesso como Estranho Jeito de Amar e Entre Nós, lançou na última quinta-feira, 17 de julho, a tão aguardada websérie O Que Não Falamos. Com uma narrativa envolvente e inspirada pelas lendárias girlbands Rouge e Spice Girls, a série já conquistou o público ao alcançar a marca de 40 mil visualizações em apenas um episódio, reafirmando o poder da dramaturgia digital e o fascínio por histórias que mesclam música, emoção e segredos. As informações são do Sessão Cinéfila.

Uma trama que revisita o auge das girlbands com um olhar contemporâneo

O Que Não Falamos acompanha o reencontro da fictícia girlband Moulin, um grupo formado por cinco mulheres que fez sucesso no início dos anos 2000 e, após uma década afastada dos holofotes, decide voltar a se reunir. No entanto, o retorno não é apenas uma celebração do passado: ele traz à tona traumas, conflitos e sentimentos que foram mantidos em silêncio por muito tempo.

A série não apenas presta homenagem às girlbands que marcaram época, mas também aborda temas atuais, como os desafios enfrentados por mulheres em espaços de poder, a pressão da indústria da música e a importância da autenticidade e do apoio mútuo. É uma produção que dialoga com as novas gerações, ao mesmo tempo em que desperta a nostalgia daqueles que viveram a febre dos anos 2000.

Personagens complexas e um romance secreto que muda tudo

No coração da narrativa está o relacionamento oculto entre Luciana, interpretada pela talentosa Gabi Dallacosta, e Fabiana, papel de Maria Fernanda. O romance entre as duas integrantes da Moulin é um dos principais motores da trama, trazendo à tona questões sobre amor, sigilo e aceitação. Durante anos, o relacionamento foi mantido longe do público, um segredo que cria tensão tanto dentro do grupo quanto entre os fãs.

Esse arco emocional não só oferece profundidade à história, mas também contribui para um debate importante sobre representatividade LGBTQ+ na mídia. A websérie, com sensibilidade e naturalidade, mostra os impactos do segredo em cada personagem, revelando medos, angústias e a busca por liberdade para serem quem realmente são.

Além de Luciana e Fabiana, o elenco conta com Francis Helena Cozta no papel de Paloma, Gabriella Cristina como Amanda, e a ex-BBB Leidy Elin interpretando Karine. Cada uma das personagens carrega suas próprias bagagens emocionais, conflitos pessoais e sonhos, criando um mosaico rico e multifacetado de histórias.

Produção e lançamento: inovação e interação com o público

O lançamento de O Que Não Falamos é parte de uma estratégia inovadora da Bera Play, que tem se destacado no cenário digital brasileiro por criar conteúdos que exploram narrativas contemporâneas com qualidade cinematográfica. Os episódios são lançados semanalmente, sempre às quintas-feiras às 20h, no canal oficial da produtora no YouTube, o que cria uma rotina de engajamento e expectativa entre os espectadores.

Essa periodicidade ajuda a construir uma comunidade de fãs que se conecta com a série não apenas pelo conteúdo, mas também por debates e interações nas redes sociais. A produtora estimula o diálogo aberto sobre os temas abordados, criando espaços para discussões sobre diversidade, empoderamento feminino e os bastidores da indústria musical.

Música que é protagonista: EP exclusivo da banda fictícia Moulin

A música tem papel fundamental em O Que Não Falamos, não só como elemento narrativo, mas também como produto cultural. A banda Moulin ganhou vida fora da tela com o lançamento de um EP exclusivo, contendo faixas autorais que refletem o universo das personagens e a atmosfera dos anos 2000.

Disponível nas principais plataformas digitais de áudio, o EP amplia a experiência dos fãs, que podem ouvir e se conectar com as músicas apresentadas na série. Essa integração entre audiovisual e música digital representa uma tendência crescente no mercado de entretenimento, que aposta em projetos multiplataformas para fortalecer a relação com o público.

Repercussão e expectativas para a continuação da série

Desde a estreia, O Que Não Falamos tem recebido críticas positivas pelo roteiro bem construído, atuações convincentes e produção cuidadosa. A websérie combina elementos de drama, mistério e música de forma harmoniosa, capturando a atenção de diferentes públicos, desde fãs de música pop até espectadores que buscam histórias humanas e representativas.

A presença de atrizes já reconhecidas pelo público, como Gabi Dallacosta e Leidy Elin, contribui para a visibilidade da série e amplia seu alcance. Além disso, a abordagem do romance entre Luciana e Fabiana tem sido muito elogiada por trazer um olhar sensível e realista sobre a comunidade LGBTQ+, tema ainda pouco explorado com profundidade em produções digitais brasileiras.

Os próximos episódios prometem aprofundar os conflitos, revelar segredos guardados há anos e mostrar a transformação das personagens à medida que confrontam seus passados e tentam reconstruir suas vidas pessoais e profissionais.

O impacto da websérie no cenário digital brasileiro

A chegada de O Que Não Falamos ao YouTube reforça o potencial das plataformas digitais como espaços para a criação e difusão de conteúdo audiovisual de qualidade. Com produção independente e distribuição direta ao público, a websérie demonstra que é possível aliar criatividade, relevância social e entretenimento em um formato acessível.

Além disso, o projeto reafirma a importância da representatividade e da diversidade nas narrativas brasileiras, trazendo para o centro da cena personagens complexas que fogem de estereótipos e dialogam com as múltiplas realidades do país.

O sucesso inicial da série também indica uma tendência de fortalecimento da cultura pop nacional no ambiente digital, que tem se tornado cada vez mais rico e plural, com projetos que valorizam a identidade brasileira e incentivam o diálogo sobre temas contemporâneos.

Onde assistir e o que esperar

Os episódios de O Que Não Falamos são disponibilizados toda quinta-feira, às 20h, no canal oficial da Bera Play no YouTube, onde o público pode acompanhar a trama desde o começo e interagir com a produtora e os fãs.

Além da trama envolvente e das músicas que embalam a história, a série convida o público a refletir sobre a importância de enfrentar o que não foi dito, seja na vida pessoal ou coletiva. É um convite para olhar para o passado com coragem, transformar dores em aprendizado e celebrar a força das mulheres que, juntas, desafiam o silêncio.

Gen V | Trailer da 2ª temporada do spin-off de The Boys é revelado na San Diego Comic-Con

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Foto: Reprodução/ Internet

Durante a San Diego Comic-Con 2025, que aconteceu na sexta-feira, 25 de julho, fãs de cultura pop foram presenteados com a estreia do trailer da segunda temporada de Gen V. A série, que rapidamente conquistou uma legião de admiradores desde seu lançamento em setembro de 2023 na Amazon Prime Video, promete elevar ainda mais o nível da trama e aprofundar o universo dos jovens super-heróis da Universidade Godolkin. O retorno desses personagens vem carregado de tensão, conspirações e uma luta aberta contra a poderosa Vought International. Abaixo, confira o vídeo apresentado durante o evento:

Gen V nasceu como um spin-off da série de sucesso The Boys, criada por Eric Kripke, Craig Rosenberg e Evan Goldberg. Diferentemente da série original, que foca nos heróis já estabelecidos e suas relações com o poder, Gen V aborda a primeira geração de super-heróis jovens, que crescem e se formam dentro do sistema da Vought. A série é inspirada no arco “We Gotta Go Now” das histórias em quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, trazendo uma abordagem crua, repleta de críticas sociais e dilemas morais.

Na Universidade Godolkin, onde a Vought treina esses jovens para se tornarem os próximos super-heróis do planeta, a competição é intensa e o ambiente, hostil. A segunda temporada parece trazer um ponto de virada decisivo, com os estudantes finalmente percebendo que não são apenas peças de um jogo corporativo, mas protagonistas de suas próprias histórias — e, dessa vez, preparados para enfrentar a empresa que os controla.

O destaque permanece na personagem Marie Moreau, interpretada pela talentosa Jaz Sinclair. Marie possui um poder impressionante e inquietante: ela controla seu próprio sangue, transformando-o em armas e ferramentas. Seu desejo de se juntar aos Sete, a elite de super-heróis da Vought, é o que a motiva a atravessar inúmeras adversidades. No entanto, a jornada de Marie está longe de ser simples, pois escândalos e desafios éticos emergem no campus, exigindo que ela e seus colegas tomem decisões que podem mudar tudo.

Outro personagem que conquista espaço no enredo é Andre Anderson, vivido por Chance Perdomo. Como um veterano e um dos mais populares alunos da universidade, Andre domina a manipulação de metal e mantém uma forte amizade com Luke Riordan, interpretado por Patrick Schwarzenegger, que detém o poder do fogo e é um dos alunos mais influentes. Essa dinâmica entre os personagens traz camadas importantes de amizade, rivalidade e lealdade para a série.

Emma Meyer, carinhosamente chamada de Grilinha (Lizze Broadway), adiciona uma leveza especial à narrativa. Seu poder de encolher seu corpo a tamanhos minúsculos a torna uma aliada valiosa para Marie, além de representar o espírito de resistência e coragem mesmo nas situações mais complicadas. Já Cate Dunlap (Maddie Phillips), com suas habilidades psíquicas, introduz uma dimensão de popularidade e relacionamento interpessoal, especialmente por seu romance com Luke, o que traz uma carga emocional à trama.

Entre os personagens mais complexos está Jordan Li, interpretado por London Thor e Derek Luh, que tem o poder de mudar de sexo, com habilidades diferentes em cada forma: invulnerabilidade na forma masculina e rajadas de energia na feminina. Essa dualidade vai além da ação, abrindo discussões essenciais sobre identidade de gênero e aceitação, temas urgentes no cenário atual.

Outro personagem que não pode ser deixado de lado é Sam Riordan (Asa Germann), irmão de Luke, dotado de força sobre-humana e invulnerabilidade. Inicialmente confinado em um centro de controle da Vought, sua história traz o peso das tensões familiares e a luta contra um sistema que busca controlar cada passo dos jovens heróis.

Indira Shetty (Shelley Conn), a reitora da Universidade e ex-terapeuta, é um personagem-chave no equilíbrio da narrativa. Mesmo sem poderes, sua influência é grande, funcionando como uma espécie de guia e, às vezes, antagonista para os estudantes. Sua moral ambígua adiciona um tom de mistério e conflito à história.

A série não foge de temas essenciais como a ética na utilização dos poderes, a pressão social para se encaixar e vencer, além das tensões envolvendo identidade e diversidade. Personagens como Jordan Li são um marco para o debate sobre gênero e fluidez sexual, inseridos de forma natural e poderosa no enredo, refletindo a diversidade da audiência atual.

O relacionamento entre os personagens é outro ponto alto. Amizades, rivalidades, amores e traições se entrelaçam em meio a batalhas épicas e escândalos que vão muito além do universo acadêmico. Isso traz humanidade para figuras que, apesar de superpoderosas, enfrentam dilemas e sentimentos que muitos jovens reconhecem em si mesmos.

Além de tudo isso, Gen V se conecta diretamente com o universo maior de The Boys. Situada entre a terceira e quarta temporada da série principal, a produção expande a mitologia, aprofundando aspectos do controle corporativo da Vought e as consequências disso para as novas gerações. A série animada The Boys Presents: Diabolical também compõe esse universo, criando um ecossistema rico e coeso para os fãs explorarem.

A segunda temporada promete um ritmo ainda mais intenso, com reviravoltas que vão desafiar os personagens em suas crenças e lealdades. O trailer já mostra uma resistência crescente contra a Vought, que parece determinada a manter seu poder a qualquer custo. Novas alianças surgirão, antigos segredos serão revelados e a linha entre o herói e o vilão ficará cada vez mais tênue.

Para quem busca uma história que mistura ação, crítica social, personagens complexos e um olhar afiado sobre temas atuais, Gen V é uma aposta certeira. A série ultrapassa o mero entretenimento, tornando-se um retrato da juventude em busca de identidade, propósito e liberdade num mundo que tenta moldá-la à sua própria imagem.

Quando a nova temporada estreia?

A segunda temporada de Gen V está marcada para estrear no Prime Video no dia 17 de setembro de 2025, trazendo de volta o universo intenso e cheio de reviravoltas da Universidade Godolkin. Com a promessa de aprofundar ainda mais os conflitos entre os jovens super-heróis e a poderosa Vought International, essa nova fase promete surpreender e envolver os fãs com muita ação, drama e uma crítica social afiada.

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