Juntos | Novo horror de Michael Shanks chega aos cinemas nesta quinta, 14

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta, 14 de agosto, o público brasileiro terá a chance de vivenciar uma experiência de cinema intensa e perturbadora com a estreia nacional de Juntos, distribuído pela Diamond Films. Mais do que um filme de terror tradicional, a produção dirigida e roteirizada por Michael Shanks mergulha na complexidade das relações humanas, explorando como o amor pode se tornar sufocante, visceral e, às vezes, assustador.

Protagonizado por Alison Brie, estrela de Bela Vingança, e Dave Franco, conhecido por Anjos da Lei, o filme se diferencia pelo fato de os atores serem casados na vida real. Essa relação fora das telas acrescenta uma química genuína às performances, tornando cada cena de conflito e intimidade ainda mais intensa. A história acompanha Millie (Brie) e Tim (Franco), um casal em crise que enfrenta a codependência emocional e os limites do amor. Conforme os personagens tentam se reconectar, pequenas frustrações do dia a dia se transformam em manifestações grotescas de horror corporal, criando uma narrativa única, que mistura drama, humor ácido e terror físico.

Desde sua estreia mundial no Festival de Sundance, o filme vem chamando atenção por seu formato original. Críticos internacionais destacam o talento de Shanks e sua habilidade de equilibrar elementos extremos do gênero sem perder a humanidade dos personagens. David Rooney, do Hollywood Reporter, descreveu o diretor como “um talento promissor a ser observado” e chamou JUNTOS de “um filme ideal para um encontro à meia-noite, desde que nenhum dos dois seja sensível demais”. Já Benjamin Lee, do The Guardian, elogiou a forma como o filme utiliza o som e a escuridão, transformando cada deformação corporal dos protagonistas em uma experiência auditiva e visual que deixa o público inquieto.

O que torna o longa-metragem tão envolvente é a forma como combina horror físico e psicológico. A maquiagem e os efeitos visuais exageram as transformações dos corpos de Tim e Millie, mas cada detalhe é carregado de simbolismo. A deterioração física dos personagens funciona como uma metáfora para os efeitos da codependência emocional e do desgaste nas relações. Ao mesmo tempo, a narrativa não perde seu toque de humor negro, oferecendo momentos de leveza cínica que equilibram o clima intenso e permitem que o público respire entre uma cena e outra de tensão.

A direção de Shanks também se destaca pelo cuidado com a experiência sensorial. O design de som, aliado à fotografia sombria e ao uso estratégico de espaços claustrofóbicos, faz com que o espectador se sinta dentro da relação disfuncional do casal. Cada suspiro, cada batida ou estalo é ampliado, transformando momentos cotidianos em cenas carregadas de suspense e desconforto. É um filme que exige atenção, mas que recompensa quem se entrega à sua proposta.

As atuações de Brie e Franco são outro ponto alto. Alison Brie interpreta Millie com uma intensidade que vai da ternura à agressividade, mostrando a complexidade de uma mulher que ama profundamente, mas sofre com a própria dependência emocional. Dave Franco dá vida a Tim de forma convincente, revelando fragilidade, frustração e desespero em meio às transformações grotescas do corpo e da mente. Juntos, os dois criam uma relação crível e emocionante, capaz de prender o espectador do início ao fim.

O roteiro também merece destaque por fugir de clichês do gênero. Shanks constrói a história de maneira a envolver o público antes de entregar o horror explícito. O cotidiano do casal, com suas pequenas discussões e momentos de ternura, cria um contraste que torna os momentos de terror ainda mais impactantes. É um equilíbrio delicado entre drama, suspense e grotesco que transforma o filme em algo muito além de sustos superficiais: é uma análise do que significa se perder em um relacionamento e, ao mesmo tempo, tentar se reencontrar.

Além de sua força narrativa, o filme provoca reflexões sobre o papel do horror no cinema contemporâneo. O filme mostra que o terror não precisa se limitar a sustos repentinos ou cenas sangrentas. Ele pode ser uma ferramenta para explorar emoções humanas complexas, medos internos e dinâmicas afetivas. Ao transformar conflitos emocionais em horror corporal e psicológico, Shanks entrega uma obra que provoca, incomoda e emociona, deixando uma marca duradoura na memória do espectador.

A Diamond Films aposta alto ao trazer o filme para o público brasileiro. Reconhecida por seu catálogo de filmes de terror inovadores, a distribuidora aposta em obras que desafiam expectativas e oferecem experiências sensoriais e emocionais completas. Com Juntos, não é diferente: o filme promete movimentar as salas de cinema, gerar debates sobre intimidade e dependência emocional e conquistar fãs do gênero em todo o país.

A estética visual do filme é outro destaque. A fotografia e o design de produção criam um clima de tensão constante, utilizando luzes contrastantes, cores saturadas e cenários claustrofóbicos que reforçam a sensação de desconforto e inquietação. Cada cena é cuidadosamente planejada para amplificar o impacto emocional e sensorial da narrativa, fazendo do filme uma experiência cinematográfica completa.

Por fim, o longa-metragem é uma obra que fala sobre amor, fragilidade e os limites das relações humanas, mas faz isso por meio do horror, do grotesco e do humor ácido. É um filme que desafia o espectador a confrontar sentimentos reais, transformando medo e desconforto em reflexão e empatia. Para quem busca uma experiência de cinema diferente, intensa e provocadora, o horror surge como uma obra essencial, capaz de emocionar e inquietar ao mesmo tempo.

Saiba quem foi eliminado no Chef de Alto Nível de terça (12/08)

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Na última terça, 12 de agosto, o reality culinário Chef de Alto Nível deu um importante passo na sua primeira temporada ao iniciar a tão esperada fase individual da competição. Exibido pela Globo, o nono episódio marcou o momento em que as equipes lideradas por Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto deram lugar à disputa solo, onde cada participante assume integralmente a responsabilidade pelo próprio destino na cozinha. Foi também a noite de despedida para duas competidoras que emocionaram com sua trajetória: Luiza e Flan.

A transição para a fase individual trouxe consigo uma carga ainda maior de tensão e desafio. Até então, os cozinheiros contavam com o suporte de suas equipes para dividir as tarefas, somar forças e trocar experiências. Agora, cada um está sozinho, encarando o fogão, o relógio e os julgamentos dos mentores. Sem aliados, cada decisão, cada escolha de ingrediente e técnica passa a ser fundamental para garantir a permanência no jogo. Essa mudança de dinâmica não apenas elevou o nível das provas, mas também expôs o lado mais vulnerável e humano dos participantes.

Além do desafio de cozinhar sob pressão, o episódio destacou a importância do cobiçado Broche do Tempo — um prêmio que vai muito além do símbolo. Quem conquista o broche ganha dez segundos extras para escolher ingredientes na próxima prova e, de quebra, o direito de cozinhar na cozinha do topo, equipada com os melhores utensílios e maior variedade de alimentos. Essa vantagem pode ser decisiva, já que o acesso facilitado aos recursos permite explorar o potencial criativo ao máximo, enquanto os demais cozinham em ambientes com limitações que exigem ainda mais habilidade.

A prova individual que abriu essa etapa foi intensa. Os participantes tiveram que mostrar autonomia e adaptabilidade para lidar com as limitações impostas pelas cozinhas intermediária e precária, além de brilhar quando tinham acesso à cozinha do topo. Cada prato entregue era uma carta aberta aos jurados, revelando a técnica, a criatividade e a personalidade de quem o preparava. Em um ambiente onde o erro pode custar caro, Luiza e Flan não conseguiram alcançar o padrão exigido e foram eliminadas, deixando para trás não só suas receitas, mas também laços fortes criados durante a competição.

A despedida delas emocionou colegas e mentores, que reconheceram a garra, o empenho e o talento de ambas ao longo do programa. Mais do que uma competição, o Chef de Alto Nível tem sido palco de histórias reais de superação, amizade e paixão pela gastronomia. Cada eliminação representa um capítulo que chega ao fim, mas também o aprendizado e crescimento que ficarão para sempre na memória dos participantes e do público.

O formato brasileiro, inspirado no norte-americano Next Level Chef, tem conquistado espaço ao desafiar cozinheiros profissionais e amadores em provas que exploram diferentes níveis de cozinha — desde a mais equipada até a mais precária. Essa diversidade de ambientes exige técnica apurada e criatividade redobrada, características essenciais para quem sonha em ser o melhor e levar o prêmio máximo para casa.

Saiba quem foi eliminado no MasterChef Brasil de terça (12/08)

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Na última terça-feira, 12 de agosto, o MasterChef Brasil entregou um dos episódios mais emocionantes e saborosos da temporada. O 12º capítulo da competição culinária da Band trouxe de volta o temido e adorado desafio da Caixa Misteriosa, mas com um toque especial: a cozinha se transformou em um verdadeiro mapa gastronômico do Brasil.

Ao levantarem as tampas, os competidores se depararam com uma surpresa que arrancou suspiros e olhares curiosos. Dentro da Caixa Misteriosa, cinco compartimentos representavam cada região do país — Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul — repletos de ingredientes típicos que carregam a identidade de cada canto do Brasil.

No Norte, peixes amazônicos e ervas aromáticas; no Nordeste, coco, dendê e raízes de sabor marcante; no Centro-Oeste, grãos e cortes de carne que remetem à vida no campo; no Sudeste, queijos artesanais e temperos frescos; e no Sul, embutidos e verduras robustas típicas da serra. Para unir todos esses elementos, uma proteína obrigatória: o frango, aparentemente simples, mas que no contexto do programa exige técnica, ousadia e uma boa dose de criatividade.

Criatividade à prova

O desafio pedia mais do que domínio técnico: exigia respeito às tradições e a capacidade de surpreender. Misturar ingredientes tão distintos sem perder harmonia foi a grande dificuldade da noite. Alguns competidores se arriscaram em fusões improváveis, tentando criar pratos que transitassem entre regiões; outros preferiram mergulhar em um único território, apostando na força de sabores conhecidos.

Os jurados, atentos a cada detalhe, avaliaram ponto, sabor, apresentação e coerência com a proposta. E, como sempre, não pouparam críticas quando sentiram que a execução ficou abaixo das expectativas.

Bastidores de pressão

Nos bastidores, a tensão era visível. Minutos antes de entregar os pratos, o clima na cozinha estava carregado de olhares preocupados para o relógio, mãos apressadas e panelas fumegantes. O desafio da Caixa Misteriosa é conhecido por provocar esse efeito: mesmo os mais experientes sentem o peso do improviso e do tempo limitado.

Quando chegou a hora da avaliação, alguns pratos encantaram pela originalidade, enquanto outros deixaram a sensação de que faltou ousadia ou equilíbrio.

A prova de eliminação e a despedida

Após a análise dos pratos da Caixa Misteriosa, alguns competidores foram salvos e seguiram para o mezanino. Já os que não se destacaram encararam a temida prova de eliminação. Foi ali que o destino de Taynan e Fernanda foi selado.

Apesar da garra e da trajetória marcante no programa, as duas não conseguiram apresentar pratos que convencessem os jurados nessa etapa decisiva. A decisão foi anunciada com a tensão típica do MasterChef: silêncio no estúdio, respirações suspensas e, por fim, o veredicto. As despedidas foram emocionadas, com abraços apertados, lágrimas e palavras de incentivo vindas de colegas e jurados.

Barbara Gancia fala de recomeços e memórias no The Noite com Danilo Gentili

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Na noite desta terça-feira, 12 de agosto, o sofá do The Noite com Danilo Gentili recebe uma convidada que é sinônimo de autenticidade: Barbara Gancia. Jornalista de verbo afiado, cronista premiada e escritora que não teme se despir emocionalmente diante do público, ela retorna à TV para falar sobre a nova edição de A Saideira — um relato intenso e profundamente pessoal sobre sua luta contra o alcoolismo e sobre os 18 anos de sobriedade que já coleciona.

O encontro, exibido pelo SBT, mistura os dois elementos que definem a trajetória de Barbara: uma franqueza desarmante e o humor inteligente que tempera suas palavras. No bate-papo, ela revisita lembranças de infância, revive momentos de vulnerabilidade e reflete sobre o que significa viver sem álcool — tudo com a mesma intensidade que sempre imprimiu em suas crônicas.

O início precoce de uma relação perigosa

Barbara fala sem rodeios sobre quando começou a beber de verdade. “Com uns 13 ou 14 anos, comecei a beber de forma mais contundente. Percebi cedo que iria gostar de beber”, recorda. Mas a história não começa aí. Ela conta que, segundo sua mãe, aos três anos já havia experimentado o resto de bebidas de uma festa e, para surpresa de todos, achado “gostoso”.

Essa relação tão cedo com o álcool tem raízes no ambiente familiar. “Meu pai veio da Itália para o Brasil para montar uma fábrica de vinho. Minha família, há muitos anos, mexe com bebida; somos italianos, e meu tataravô inventou um vinho doce de sobremesa”, explica.

O contexto, recheado de taças e garrafas, fez com que o álcool fosse parte natural da vida doméstica. Mas, para Barbara, o efeito ia além do social: logo percebeu que aquela sensação prazerosa era algo a que se apegaria com facilidade.

O fundo do poço e a virada de chave

O momento decisivo veio anos depois. Ela lembra com precisão a última vez que bebeu: um almoço com um amigo, meia garrafa de Fernet, e um programa ao vivo no Band Sports marcado para poucas horas depois. “Quando terminei o programa, minha mãe me ligou e disse: ‘Você bebeu hoje’. Nunca tinha dado problema no meu trabalho, mas, naquele dia, senti que transpareceu.”

A frase foi como um alerta final. Barbara desligou o telefone, procurou seu editor e pediu internação. “Falei que aquela tinha sido a última vez. E foi. Nunca mais bebi.”

Desde então, ela defende que a sobriedade não é sinônimo de vida monótona: “Dá para parar de beber e continuar a rir, sair, dançar, transar, encontrar os amigos. Dá para fazer tudo.”

36 anos de jornalismo e histórias de sobra

Se a batalha contra o álcool foi marcada por coragem, a carreira no jornalismo também não foi diferente. Barbara entrou “de paraquedas” na profissão, mas permaneceu por 36 anos na Folha de S. Paulo, onde se firmou como uma das cronistas mais conhecidas do país.

Com um estilo direto e muitas vezes provocador, acumulou admiradores e detratores na mesma medida — e isso nunca a intimidou. No programa, ela compartilha lembranças divertidas de redação e fala sobre a amizade com Silvio Luiz, narrador esportivo com quem mantém uma relação de afeto e trocas bem-humoradas.

Outra parte curiosa de sua trajetória é a ligação da família com o automobilismo, que influenciou seu interesse por esportes e pautas ligadas ao setor.

“A Saideira”: um livro-confissão que inspira

O fio condutor da entrevista é a nova edição de A Saideira. Mais do que uma autobiografia, o livro é um convite a uma conversa honesta sobre dependência, recaídas, medos e vitórias.

A obra ganhou capítulos inéditos que revelam o que mudou na vida de Barbara desde a publicação original — e como ela construiu uma rotina sólida sem álcool, encontrando novos jeitos de se divertir e criar.

Sem tom moralista, a autora deixa claro que sua intenção é inspirar: “Quero mostrar que há vida depois do álcool. Não é uma vida menor, não é uma vida triste. É mais rica, mais verdadeira.”

HBO divulga trailer de Task, minissérie policial que estreia em 7 de setembro

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Foto: Reprodução/ Internet

Em setembro de 2025, a HBO Max prepara o lançamento de Task, uma minissérie original que já nasce com o peso e a expectativa de marcar uma nova era para o gênero dos dramas policiais. Criada por Brad Ingelsby, roteirista aclamado por seu trabalho em Mare of Easttown, a série reúne um elenco de grandes nomes, como Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e promete mergulhar fundo nas complexidades humanas, dilemas éticos e tensões sociais que rondam uma investigação criminal.

A plataforma de streaming lançou o trailer oficial da minissérie original, que estreia no próximo dia 7 de setembro. O vídeo apresenta cenas intensas que mostram a investigação de uma série de assaltos violentos na Filadélfia, destacando a tensão crescente entre o agente do FBI Tom (Mark Ruffalo) e o suspeito Robbie (Tom Pelphrey).

Ao contrário das séries policiais tradicionais que apostam em um antagonista claramente definido, a série se destaca por apresentar um conflito mais complexo e instigante. A trama se passa em um dos bairros operários da Filadélfia, cidade que se torna um personagem vivo na narrativa, com seus desafios, tensões e raízes históricas.

Tom (Mark Ruffalo) é um agente do FBI experiente, carregado de cicatrizes emocionais e morais, chamado para liderar uma força-tarefa especial encarregada de investigar uma série de assaltos violentos que vêm aterrorizando a cidade. O que torna seu trabalho mais complicado é o perfil do principal suspeito: Robbie (Tom Pelphrey), um homem aparentemente comum, pai de família, sem histórico criminal, mas que desperta desconfianças e intrigas.

A série aposta em explorar as linhas tênues entre o certo e o errado, o legal e o moral, e como as escolhas pessoais podem se transformar em decisões que alteram destinos. Robbie é um personagem que, à primeira vista, não parece o típico criminoso, e é essa ambiguidade que instiga o público a questionar suas próprias percepções.

Quem é a mente por trás da série?

Para quem conhece a obra de Brad Ingelsby, o nome por trás de Task já é um motivo de confiança. Ingelsby conquistou elogios da crítica e do público com Mare of Easttown (2021), série que combinou investigação policial com um olhar profundo para personagens fragilizados e complexos.

Ingelsby não apenas criou o roteiro, mas também atua como showrunner e produtor executivo, o que lhe confere controle criativo total para garantir que sua visão se mantenha intacta ao longo da produção.

Sua assinatura é clara: personagens multifacetados, trama que privilegia a emoção contida, dilemas éticos e o impacto social do crime. O roteiro da série busca ir além do simples “quem cometeu o crime?”, para focar no “por quê” e “como” — como o crime afeta famílias, comunidades e a própria identidade dos envolvidos.

Talentos que elevam a narrativa

Mark Ruffalo, conhecido mundialmente por interpretar o Hulk na franquia Vingadores, traz para a série sua habitual intensidade e profundidade dramática. Em papéis anteriores, como em Spotlight (2015) e Zodíaco (2007), Ruffalo demonstrou habilidade em equilibrar força e vulnerabilidade, qualidades essenciais para o personagem Tom, um agente marcado pelas pressões do trabalho e pela própria humanidade.

No papel de Robbie, temos Tom Pelphrey, um ator que vem ganhando destaque graças a personagens complexos em séries como Ozark (Netflix) e Iron Fist (Marvel/Netflix). Em Task, Pelphrey interpreta um homem dividido entre os compromissos familiares e um lado sombrio que pode estar ligado aos crimes investigados. Sua performance promete ser um dos pontos altos da série, pois o papel exige nuances e uma transformação sutil.

Personagens secundários

Além do núcleo principal, a produção conta com um time robusto de atores em papéis secundários e recorrentes, que ajudam a construir o universo social onde a trama acontece. Entre eles estão nomes como Silvia Dionicio, Owen Teague, Margarita Levieva, Raphael Sbarge, Mickey Sumner, Elvis Nolasco, Brian Goodman, Colin Bates, Isaach De Bankolé, Phoebe Fox, Coral Peña, Martha Plimpton e Mireille Enos.

Esses personagens ampliam o olhar da série para além do crime e da investigação, mostrando como os acontecimentos reverberam em diferentes setores da comunidade — familiares, amigos, autoridades e cidadãos comuns. A construção dessa rede humana contribui para que Task não seja apenas um suspense, mas um drama social com camadas e nuances.

Por que devemos ficar de olho nessa série?

O mercado de dramas policiais já conta com inúmeras produções de sucesso, mas Task surge com uma proposta diferenciada: priorizar a complexidade dos personagens e o contexto social, sem abrir mão da tensão e do suspense. O cuidado na construção do roteiro, a direção sensível e o elenco talentoso formam uma combinação que promete entregar uma experiência audiovisual densa, emocionalmente rica e instigante. Para os fãs do gênero, é uma oportunidade de acompanhar uma história que foge do óbvio e convida à reflexão — um convite para olhar para o crime e para a justiça com olhos mais humanos e questionadores.

Quando estreia?

Com estreia marcada para 7 de setembro de 2025, a nova série chega à HBO Max como uma das principais apostas da emissora para o segundo semestre do ano. A minissérie tem tudo para se consolidar como um marco do gênero, graças à junção da expertise de Brad Ingelsby, o talento de Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e a força de uma equipe técnica comprometida com a excelência.


Estrelado por Denise Fraga, Sonhar com Leões ganha trailer oficial

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O cinema brasileiro se prepara para abraçar uma história que toca fundo no coração, feita com delicadeza, coragem e muita verdade. Sonhar com Leões, protagonizado pela talentosa Denise Fraga e dirigido por Paolo Marinou-Blanco, chega às telas no dia 11 de setembro, depois de conquistar olhares atentos e emocionados em festivais mundo afora. Esse filme especial envolve o espectador com sua sensibilidade, misturando momentos de leveza e risos com reflexões profundas sobre a vida, o tempo que temos e a forma como escolhemos viver. Abaixo, confira o trailer divulgado:

O que move Sonhar com Leões?

No centro da trama está Gilda, uma mulher brasileira vivendo em Lisboa que enfrenta um diagnóstico terminal de câncer, com expectativa de vida de apenas um ano. Mas, mais do que uma narrativa sobre doença, o filme fala sobre o desejo de manter a própria identidade, a dignidade e a vontade de escolher como viver e morrer.

Paolo Marinou-Blanco, que também assina o roteiro, constrói uma tragicomédia baseada na experiência pessoal que viveu ao acompanhar o fim da vida do seu pai. Para ele, a morte não precisa ser um tabu carregado de silêncio e tristeza absoluta. Pelo contrário: o humor e o riso são formas de resistência, de afirmar a vida mesmo diante da dor.

O filme surge, portanto, como uma pergunta aberta para todos nós: até onde a vida é um peso a carregar, e até que ponto pode ser um ato de vontade e coragem? E, se vivemos com essa consciência, como lidar com os últimos momentos sem perder a humanidade?

Denise Fraga em um papel inesquecível

O desafio de interpretar Gilda coube à atriz Denise Fraga, que não apenas abraçou o papel, mas também se emocionou profundamente com a história. Para Denise, Gilda é uma das personagens mais ricas e complexas que já teve a oportunidade de vivenciar.

“A força da personagem está na sua humanidade — ela ri, sofre, ama e enfrenta o medo. É uma mulher que não se entrega, que luta para ser ela mesma até o fim”, comenta Denise. Segundo ela, o equilíbrio entre o humor e a dor que o roteiro oferece faz com que o filme tenha uma verdade que toca o espectador de forma única.

Ela destaca também o jeito sensível com que Paolo dirige a história, criando um espaço onde a tragicomédia não se torna leve demais, nem pesada em excesso. “É um fio da navalha muito delicado, que ele percorre com maestria. E o público vai se identificar, com certeza.”

Reconhecimento além das fronteiras

Antes de estrear no Brasil, o longa-metragem já rodou o mundo em festivais importantes. A estreia internacional aconteceu no Black Nights Film Festival, na Estônia, onde recebeu elogios pela originalidade e profundidade. O filme também foi exibido no Red Sea International Film Festival, na Arábia Saudita, e no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México — um percurso que demonstra o alcance universal da história de Gilda.

Agora, o filme chega ao Brasil para sua première nacional durante o Festival de Cinema de Gramado, evento que celebra o melhor da produção audiovisual brasileira e que poderá premiar o longa com o Kikito, a mais tradicional honraria do festival.

Uma coprodução entre Brasil, Portugal e Espanha

O filme é um exemplo vivo da força do cinema colaborativo, resultado da união entre produtoras de três países: Capuri (Brasil), Promenade e Darya Filmes (Portugal) e Cinètica (Espanha). Essa coprodução internacional reflete na riqueza do filme, que explora com sensibilidade a experiência de uma brasileira em solo estrangeiro.

Além disso, a distribuição pelo selo Pandora Filmes para Brasil e América Latina, e pela Nos Audiovisuais para Portugal e África, mostra o desejo de alcançar públicos diversos e promover um diálogo sobre temas tão universais quanto a vida, a doença e a coragem.

O que o público pode esperar?

Assistir a “Sonhar com Leões” é embarcar em uma jornada cheia de nuances, onde o humor surge como alívio e como resistência. O filme não foge da tristeza, mas também não a deixa dominar completamente. Essa mistura traz autenticidade e permite que o espectador se conecte com Gilda e com seus conflitos, seus medos e suas pequenas vitórias.

É um convite para refletir sobre como lidamos com a finitude, como cuidamos da nossa própria história e da história daqueles que amamos. Mais do que isso, é um chamado para enxergar a beleza da vida mesmo quando o cenário parece sombrio.

Sessão da Tarde – Saiba qual filme vai passar nesta quarta-feira (13)

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Nesta quarta, 13 de agosto, a TV Globo exibe na tradicional Sessão da Tarde o filme brasileiro Um Tio Quase Perfeito 2, sequência da comédia familiar que conquistou o público em 2017. Com direção de Pedro Antônio Paes e roteiro de Sabrina Garcia, Rodrigo Goulart e Leandro Muniz, o longa retoma a história de Tony, um tio carismático e atrapalhado que, após abandonar a vida de trambiqueiro, tenta se transformar no herói da família e ganhar o coração dos sobrinhos Patricia, Valentina e João.

Mas a chegada de Beto, novo namorado da irmã Ângela, traz uma reviravolta à rotina pacata da casa e acende a chama da disputa por atenção e carinho, especialmente entre Tony e o intruso. Repleto de confusões, situações engraçadas e uma dose de drama familiar, o filme traz à tona questões universais como ciúmes, amor, aceitação e os desafios do convívio entre gerações diferentes.

O longa-metragem é mais que uma comédia leve e divertida. Ele reflete o jeito brasileiro de lidar com as relações familiares, misturando humor com temas cotidianos. Em um cenário onde o tio figura como um personagem quase lendário dentro do núcleo familiar, Tony representa o familiar imperfeito, mas com um coração gigante, que tenta ao máximo se redimir das falhas do passado para ser alguém digno da confiança e do afeto dos sobrinhos.

O filme é uma sequência que soube aproveitar a fórmula do sucesso do primeiro longa, de 2017, sem perder sua essência. A repetição do elenco principal e da equipe de produção trouxe naturalidade e coesão, elementos que ajudam o espectador a se conectar emocionalmente com os personagens e suas histórias.

Personagens que encantam e divertem

O grande destaque é, claro, Marcus Majella, que retorna ao papel de Tony com seu carisma único, trazendo uma mistura de ingenuidade, teimosia e bom humor. Tony é aquele tio quase perfeito, pois erra muito, se mete em confusões e não sabe como agir diante das mudanças da família, mas que se esforça para fazer o melhor por aqueles que ama.

Os sobrinhos, interpretados por Julia Svacinna (Patrícia), Sofia Barros (Valentina) e João Barreto (João), dão frescor e autenticidade ao filme, com personagens que transitam entre a inocência da infância e as primeiras descobertas da adolescência, criando cenas que os adultos reconhecem do seu próprio cotidiano familiar.

Letícia Isnard interpreta Ângela, a irmã de Tony, que, ao encontrar um novo amor em Beto (Danton Mello), vê seu mundo e o da família se transformar. Beto, por sua vez, surge como um personagem amável, mas que acaba despertando o ciúme do tio, gerando uma série de planos e estratégias cômicas para desmascará-lo, o que rende momentos hilários.

Ana Lúcia Torre, como a matriarca Cecília, imprime um tom de sabedoria e equilíbrio, sendo o alicerce que ajuda a amenizar os conflitos familiares, sempre com doses de humor e ternura.

Uma produção que valoriza o Brasil

As filmagens foram realizadas no Rio de Janeiro e região serrana, locais que não apenas servem de cenário, mas valorizam a identidade brasileira da produção. Locais como Petrópolis, Lagoa Rodrigo de Freitas, Laranjeiras e Ipanema são palco para cenas que mostram uma diversidade de ambientes, do urbano ao mais tranquilo, criando um panorama que o público local reconhece e o público de outras regiões admira.

A parceria entre Arpoador Audiovisual, Globo Filmes, Sony Pictures e Morena Filmes garantiu um trabalho com produção caprichada e qualidade técnica compatível com as melhores comédias familiares nacionais. Sob a direção experiente de Pedro Antônio Paes, conhecido por seu talento em comédias, o filme mantém um ritmo ágil e equilibrado, com piadas que funcionam para crianças e adultos.

Desafios do lançamento em meio à pandemia

Lançado em janeiro de 2021, o filme teve sua estreia marcada por um cenário desafiador: o fechamento temporário dos cinemas e as restrições causadas pela pandemia da COVID-19. Mesmo assim, o filme conseguiu atrair mais de 78 mil espectadores e arrecadar mais de R$ 1 milhão, números expressivos para uma produção nacional em tempos tão difíceis.

Além da bilheteria, o longa recebeu indicações importantes na 21ª edição do Grande Otelo, prestigiando sua qualidade nas categorias de Melhor Longa-metragem Infantil e Melhor Ator Coadjuvante para Danton Mello.

Mensagens que ficam para além das risadas

Embora seja uma comédia leve, o filme também traz mensagens valiosas sobre família, perdão e aceitação. Tony, apesar de suas falhas, mostra a importância do esforço para crescer, mudar e valorizar os vínculos afetivos. A convivência entre gerações, com suas desavenças e reconciliações, é representada com sensibilidade e humor, lembrando ao espectador que a família é feita de momentos imperfeitos, mas essenciais.

As crianças no elenco ajudam a transmitir a simplicidade e a pureza do amor familiar, enquanto os adultos mostram como é possível superar as diferenças e inseguranças quando a empatia prevalece.

O legado e a despedida de Eduardo Galvão

O filme também marca um momento especial para o público e para o cinema nacional: é um dos últimos trabalhos do ator Eduardo Galvão, que interpreta Gustavo, o pai ausente na trama. Sua morte em 2020, em decorrência da COVID-19, deixou uma lacuna na produção artística brasileira. A participação dele em Um Tio Quase Perfeito 2 traz um significado afetivo e simbólico, representando o valor da família e a importância de deixar um legado.

Família Addams volta aos cinemas com novo filme após sucesso de Wandinha

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Foto: Reprodução/ Internet

Nos últimos tempos, a Família Addams, aquele clã excêntrico e sombrio que habita o imaginário popular há quase um século, voltou a ganhar destaque no entretenimento. O responsável por reacender essa paixão mundial foi o sucesso da série Wandinha (no original, Wednesday), que estreou na Netflix e rapidamente conquistou uma legião de fãs. E agora, impulsionados por esse fenômeno, os criadores da série anunciaram que estão desenvolvendo um novo filme de animação da Família Addams, marcando o retorno dos personagens ao cinema após anos de ausência.

Criada pelo cartunista Charles Addams na década de 1930, a Família Addams sempre foi um reflexo irônico da família tradicional americana. Diferente das famílias perfeitinhas e normais dos anos 20 e 30, os Addams eram bizarros, sombrios e adoravam o macabro — e, no entanto, amavam-se profundamente. Com um humor negro e uma pitada de sarcasmo, a família conquistou leitores da revista The New Yorker antes de se tornar uma das franquias mais queridas da cultura pop.

Ao longo das décadas, os Addams ganharam várias versões: da série de televisão dos anos 60, que popularizou nomes e características dos personagens, aos filmes de Hollywood na década de 1990, e mais recentemente, a animação em 3D lançada em 2019 e sua sequência em 2021.

A série que capturou uma nova geração

Apesar do histórico de sucesso da Família Addams, a série Wandinha foi a responsável por transformar a franquia numa febre mundial recente. A produção da Netflix, lançada em novembro de 2022, gira em torno da filha mais velha da família, Wandinha Addams, trazendo um olhar moderno, cheio de suspense, humor e mistério.

Jenna Ortega, que interpreta Wandinha, recebeu elogios por sua atuação que combina frieza, sarcasmo e um charme único. A série foi dirigida nos seus primeiros episódios por Tim Burton, nome que carrega uma forte ligação com o universo gótico e excêntrico dos Addams.

Ambientada em um internato para jovens com dons sobrenaturais, a trama mistura o universo adolescente com elementos de terror e investigação policial, trazendo uma proposta fresca que agradou desde fãs antigos até novos espectadores.

O anúncio do novo filme

Empolgados com o sucesso da série, os criadores Alfred Gough e Miles Millar anunciaram que estão desenvolvendo um novo filme de animação da Família Addams, em parceria com a Amazon MGM. Segundo Gough, o projeto é um reinício completo e não terá ligação com os filmes anteriores ou com a série da Netflix.

Com isso, a ideia é apresentar um longa original, que respeite a essência bizarra e charmosa dos personagens, mas que explore novas histórias e linguagens. Kevin Miserocchi, conhecido por seu trabalho na Fundação Addams e contato direto com Charles Addams, também está envolvido no projeto, garantindo que o filme mantenha a autenticidade da franquia.

Apesar do entusiasmo, o filme ainda está em fases iniciais de desenvolvimento, sem previsão oficial de lançamento, mas já é aguardado com ansiedade por fãs e críticos.

Por que a Família Addams continua encantando?

O segredo do sucesso da Família Addams está no seu contraste com o convencional. Enquanto a sociedade tradicional busca o normal, o ideal e o previsível, os Addams celebram a diferença, a estranheza e o incomum. Eles amam o que é sombrio, têm humor ácido e, apesar de todas as bizarrices, são uma família unida e amorosa.

Essa mistura de humor negro, crítica social e personagens carismáticos faz com que a franquia seja sempre atual, mesmo com quase cem anos desde sua criação. Além disso, o visual marcante e o estilo gótico dos Addams inspiraram diversas subculturas e influenciaram moda, música e arte.

O impacto cultural de Wandinha

A série não só reavivou o interesse na família macabra, mas também elevou o padrão para produções do gênero. Com uma narrativa que combina mistério, drama adolescente e toques sobrenaturais, a série conquistou público e crítica, tornando-se uma das produções mais assistidas da Netflix em inglês.

Além do sucesso em audiência, a série recebeu importantes indicações e prêmios, incluindo Globo de Ouro e Primetime Emmy, reforçando sua qualidade e relevância no cenário atual.

O que esperar do futuro?

Com a confirmação do novo filme de animação, fica claro que a Família Addams ainda tem muito a oferecer. A proposta de recomeçar a franquia, com liberdade criativa e respeito à essência original, abre caminho para que os personagens ganhem vida para públicos de todas as idades.

Enquanto isso, os fãs já podem acompanhar a segunda temporada da série, que promete aprofundar ainda mais a mitologia dos personagens e trazer novas surpresas.

Resumo da novela Dona de Mim de hoje (12) – Jaques é confirmado presidente da Boaz

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Foto: Reprodução/ Internet

No capítulo da novela Dona de Mim de hoje, 12 de agosto, a matriarca Rosa (interpretada com a sensibilidade que Suely Franco empresta ao papel) finalmente confirma a nomeação do seu único filho vivo, Jaques, como presidente da Boaz, a fábrica que carrega toda a história e o esforço da família. Porém, a confirmação não virá sem condições, e essa nova fase da empresa promete trazer profundas mudanças, principalmente no modo como a liderança vai se relacionar com os funcionários. As informações são do Gshow.

A cena que marca esse capítulo é carregada de emoção e tensão. Jaques, que até então exerce a presidência interina, se dirige a Rosa com um misto de esperança e expectativa: “Eu sou o filho que você preparou para essa função. Seu único filho vivo. Eu não sou o presidente da Boaz?”, questiona, buscando uma resposta definitiva da mãe.

Rosa, firme e decidida, não apenas confirma sua escolha, mas logo impõe limites: “Você será confirmado presidente da Boaz… mas com limites”. Essa frase, simples mas poderosa, revela que a liderança da empresa não será mais como antes. A matriarca quer assegurar que Jaques saiba que sua posição é uma grande responsabilidade, que requer equilíbrio, respeito e uma nova visão para os negócios.

Logo após essa conversa familiar, Rosa desce até o chão da fábrica, um gesto simbólico que reforça sua conexão direta com as pessoas que fazem a Boaz funcionar todos os dias. Em meio aos funcionários, que ainda carregam as marcas das recentes turbulências, ela se desculpa sinceramente pelos erros cometidos na gestão anterior.

“Eu devo um pedido de desculpas a cada uma de vocês pela insensibilidade das medidas que Jaques adotou como presidente interino da Boaz. Todos os cortes e demissões estão revogados”, diz ela, com a voz embargada pela emoção e pelo reconhecimento das falhas.

Esse momento é crucial para o capítulo, pois revela uma mudança de postura que vai muito além das decisões administrativas. Rosa entende que o verdadeiro valor da empresa está nas pessoas que ali trabalham, e que políticas duras e frias, que tratam os funcionários como números, podem ser nocivas para o ambiente e para os resultados.

“Aqui é um ambiente de trabalho, mas nossas relações não precisam ser de máquinas desprovidas de humanidade. Como dizia Abel e meu marido antes dele, a Boaz é feita de gente, gente que trabalha, que se respeita”, afirma, citando com carinho os pilares que sempre nortearam a fábrica desde sua fundação.

Para Rosa, o futuro da Boaz depende não apenas da eficiência e do lucro, mas da retomada do respeito mútuo, da empatia e da valorização humana. Ela deixa claro que esses valores serão as chaves para esse novo tempo que se inicia: “O respeito e a empatia são as chaves para esse novo tempo. Vão nos curar e nos reerguer para vivermos os próximos sessenta anos.”

Essa fala ressoa como um compromisso não só com os trabalhadores, mas com toda a comunidade que depende da Boaz, e também com os telespectadores que acompanham a novela. Em meio às dificuldades, Rosa personifica a esperança de que é possível mudar, corrigir erros e construir um ambiente onde as pessoas se sintam valorizadas.

A transformação que se desenha na Boaz traz à tona temas muito atuais, como a importância da liderança humanizada nas empresas, a responsabilidade social e o impacto das decisões dos gestores sobre a vida das pessoas. Mais do que números no balanço financeiro, são histórias de famílias, sonhos e batalhas diárias que estão em jogo.

Os Caras Malvados 2 estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta, 14

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta-feira, 14 de agosto, os cinemas brasileiros recebem a aguardada sequência da animação da DreamWorks, Os Caras Malvados 2. Produzido pela DreamWorks Animation e distribuído pela Universal Pictures, o filme promete encantar tanto crianças quanto adultos com uma história cheia de energia, personagens cativantes e um roteiro repleto de surpresas. Para celebrar a estreia, a Universal preparou uma ativação especial e gratuita na Avenida Paulista, em São Paulo, que traz uma experiência interativa e muito divertida para os fãs.

No primeiro filme, lançado em 2022, uma gangue de animais criminosos antropomórficos — liderada pelo carismático Sr. Lobo — tenta abandonar a vida de crimes para se tornarem “caras legais”. O sucesso da animação foi garantido pela combinação de humor inteligente, visual estilizado e personagens cheios de personalidade, conquistando espectadores ao redor do mundo. Agora, a continuação traz novos desafios para essa turma, aprofundando suas relações e colocando-os frente a frente com um grupo rival que promete mexer com a dinâmica da história.

No vídeo inédito dos bastidores divulgado, os diretores Pierre Perifel e JP Sans, junto com o produtor Damon Ross, revelam detalhes do processo criativo por trás do filme. JP Sans comenta de forma divertida: “Os caras malvados estão de volta com força total. A vida deles era eletrizante, mas eles escolheram ser legais. E estão sofrendo.” Essa frase expressa o tom da nova aventura: personagens tentando se encaixar em uma nova realidade, enquanto enfrentam situações que desafiam suas próprias transformações. Abaixo, confira o vídeo:

O retorno do elenco original e os novos rostos da animação

A animação mantém o elenco original de vozes que tornou o primeiro filme tão especial. Sam Rockwell retorna como o Sr. Lobo, o líder astuto e cheio de charme que guia a gangue; Marc Maron continua como o Sr. Cobra, especialista em abrir cofres e desvendar senhas; Craig Robinson dá vida ao Sr. Tubarão, mestre dos disfarces; Anthony Ramos retorna como o explosivo Sr. Piranha; e Awkwafina segue como a hacker inteligente Srta. Tarântula. Essa equipe dinâmica promete trazer muita química e momentos engraçados, garantindo o equilíbrio entre ação e humor.

A grande novidade do filme fica por conta das “Garotas Malvadas”, um esquadrão de mulheres criminosas que sequestram os protagonistas para forçá-los a participar de um ousado e perigoso assalto. O grupo traz um frescor e uma força inéditos à trama, com personagens interpretadas por atrizes renomadas: Danielle Brooks (indicado ao Oscar) como Kitty Kat, a leopardo-das-neves e líder do grupo; Maria Bakalova (famosa por “Borat: Fita de Cinema Seguinte”) no papel da engenheira Pigtail, uma javali búlgara brilhante; e Natasha Lyonne, ícone da comédia e indicada ao Emmy, como Doom, uma corvo irônica e mestre da enganação. Essas personagens femininas trazem uma energia nova, representando protagonismo e diversidade dentro da animação.

Experiência imersiva na Avenida Paulista

Para aproximar o público ainda mais dessa aventura, a Universal Pictures criou uma ativação especial e gratuita na Avenida Paulista, um dos pontos mais emblemáticos de São Paulo. Entre os dias 12 e 18 de agosto, o abrigo de ônibus no número 501 da avenida se transforma em um espaço interativo, com um fliperama temático inspirado no filme. A proposta é oferecer aos visitantes, principalmente crianças e jovens, uma experiência divertida e imersiva, conectando a narrativa do filme com momentos reais de lazer e entretenimento.

Inovação e emoção no processo criativo

O processo de produção da sequência foi detalhado pelos próprios diretores e pelo produtor no vídeo dos bastidores. Pierre Perifel, que estreou na direção de longas com o primeiro filme, retornou com o desafio de elevar a qualidade técnica e narrativa da animação. Segundo ele, a ideia era preservar a identidade visual única e o humor afiado da franquia, ao mesmo tempo em que adicionavam profundidade aos personagens e à história. Damon Ross reforça que o objetivo foi entregar um filme não apenas divertido, mas que também possuísse um “coração”, abordando temas como amizade, mudanças e escolhas com leveza e emoção.

O sucesso que motivou a sequência

O sucesso do primeiro “Os Caras Malvados” não é por acaso. Baseado na série de livros infantis do autor Aaron Blabey, que já vendeu mais de 30 milhões de exemplares pelo mundo, o filme adaptou com fidelidade e criatividade a essência das histórias originais. A gangue de animais que tenta se redimir conquistou o público com sua mistura de ação, humor e uma mensagem de redenção que ressoa com espectadores de todas as idades. No Brasil, a recepção também foi positiva, consolidando a franquia como uma opção favorita para o entretenimento familiar.

A força da animação no cinema contemporâneo

Além do entretenimento, o longa-metragem é um exemplo da evolução da animação no cinema atual, que vai muito além de ser “apenas para crianças”. O gênero tem se consolidado como um meio capaz de abordar temas relevantes, misturando tecnologia avançada, narrativas envolventes e personagens que emocionam. A DreamWorks, com seu estilo próprio, mostra mais uma vez que é possível divertir e fazer pensar ao mesmo tempo.

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