Saiba qual filme vai passar na Super Tela 31/05/2025

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Neste sábado, 31 de maio de 2025, a Super Tela, da Record TV, apresenta aos telespectadores o impactante filme “Midway – Batalha em Alto-Mar”, uma superprodução que mergulha fundo em um dos momentos mais dramáticos e estratégicos da Segunda Guerra Mundial. Dirigido por Roland Emmerich — mestre dos épicos grandiosos, responsável por títulos como O Dia Depois de Amanhã e Independence Day —, o longa promete uma sessão repleta de tensão, ação e emoção, revivendo a histórica Batalha de Midway, ocorrida em junho de 1942.

Um marco decisivo no Oceano Pacífico

A narrativa reconstrói com riqueza de detalhes o confronto naval que ocorreu no coração do Oceano Pacífico, envolvendo as forças dos Estados Unidos e do Japão. A trama é centrada não apenas nos embates táticos e combates aéreos, mas também nas histórias pessoais dos homens que arriscaram tudo em nome de seu país. O longa evidencia o papel crucial da inteligência militar americana, que conseguiu decifrar os códigos da Marinha Imperial Japonesa, antecipando seus movimentos e planejando um contra-ataque decisivo. Essa reviravolta estratégica é considerada por muitos como o ponto de virada do conflito no Pacífico, mudando o rumo da guerra a favor dos Aliados.

Drama humano e espetáculo visual

Com 2 horas e 19 minutos de duração, Midway impressiona pela grandiosidade de suas cenas de combate, recriadas com realismo técnico e efeitos visuais de tirar o fôlego. No entanto, o filme vai além da ação ao explorar o drama humano por trás da guerra — as angústias, o heroísmo e os sacrifícios vividos por soldados e pilotos de ambos os lados do conflito.

Elenco incrível revive personagens históricos

O elenco reúne nomes de peso do cinema internacional:

  • Ed Skrein dá vida ao corajoso piloto Dick Best,
  • Patrick Wilson interpreta o analista de inteligência Edwin Layton,
  • Woody Harrelson assume o papel do Almirante Chester Nimitz, comandante das forças navais americanas.

Esses personagens reais ganham voz e rosto no filme, trazendo à tona o esforço conjunto de lideranças e combatentes que escreveram um dos capítulos mais emblemáticos da história militar moderna.

Como Treinar o Seu Dragão segue firme nas bilheterias e já ultrapassa US$ 350 milhões no mundo

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Desde que estreou nos cinemas em 12 de junho de 2025, o remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão tem chamado muita atenção e feito bonito nas bilheterias. Já são mais de US$ 358 milhões arrecadados globalmente. Nos Estados Unidos, o filme acumulou US$ 160,4 milhões e continua liderando as bilheterias mesmo na segunda semana, faturando US$ 37 milhões só no último fim de semana — deixando para trás as estreias do terror Extermínio: A Evolução e da animação Elio, que juntos não passaram de US$ 51 milhões.

A estreia nos EUA foi além do esperado, com US$ 83 milhões só no fim de semana de lançamento — acima das previsões que indicavam algo entre US$ 70 e 80 milhões. As sessões antecipadas já tinham dado um sinal forte, com US$ 8 milhões só nas prévias de quinta-feira (12). Isso fez o mercado revisar as expectativas para cima, e o público confirmou o interesse.

Crítica – “Como Treinar o Seu Dragão” é a aventura que conquista mais pelo coração do que pela batalha

No resto do mundo, o filme também está indo muito bem, somando US$ 114 milhões logo no lançamento. México, Reino Unido, Irlanda e China são alguns dos países onde a recepção foi mais quente, com arrecadações de US$ 14 milhões, US$ 11,2 milhões e US$ 11,2 milhões, respectivamente. Esses números já superam as projeções iniciais, mostrando que a história tem muito chão pela frente.

Uma história que a gente já conhece, mas com cara nova

Essa saga que muita gente conhece e ama ganhou uma versão em live-action que dá um novo fôlego para a aventura. Soluço (Mason Thames) é um jovem viking que não se encaixa nos padrões da sua comunidade. Enquanto seu pai, o chefe Stoico (Gerard Butler), espera um guerreiro forte e destemido, Soluço é mais sensível e pensa diferente. Ele não sabe caçar dragões, e nem quer.

Quando ele acaba capturando um dragão raro chamado Fúria da Noite, em vez de matá-lo, Soluço forma uma amizade inesperada com a criatura — a quem batiza de Banguela. Essa relação muda tudo, colocando em xeque tudo o que os vikings acreditavam sobre os dragões.

Com a ajuda da destemida Astrid (Nico Parker) e do ferreiro meio atrapalhado Bocão Bonarroto (Nick Frost), Soluço lidera uma mudança importante. Eles descobrem que dragões podem ser amigos, não inimigos. Mas quando uma ameaça antiga volta a rondar a ilha, essa amizade se torna mais do que especial — é a única chance de salvar todo mundo.

Uma aventura com alma

O diretor Dean DeBlois, que já comandou a trilogia animada, traz uma narrativa mais profunda, que não se apoia só nos efeitos visuais ou nas cenas de ação. O filme fala sobre coragem, amizade, respeito ao diferente e a força que nasce da compreensão.

Os personagens ganham camadas emocionais novas, os dragões parecem mais reais do que nunca, e o universo de Berk se mostra um lugar cheio de vida e desafios. No fim, é uma história sobre crescer, enfrentar o medo e, principalmente, aprender a se conectar com aquilo que parecia distante.

E pelo jeito, essa nova versão conquistou o público. Você já conferiu? Vale a pena voar junto com Soluço e Banguela — sem precisar sair do lugar.

O Deserto de Akin estreia em 31 de julho e ganha cartaz oficial, imagens inéditas e nova versão do trailer

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Com estreia marcada para 31 de julho, o novo filme de Bernard Lessa mistura política, afeto e pertencimento ao contar a jornada de um médico cubano deslocado no Brasil. O longa teve sua estreia na abertura do Festival de Vitória e já deixou claro: é um daqueles filmes que ficam ecoando depois dos créditos finais.

Por trás de cada deserto existe uma travessia — geográfica, emocional ou política. Em O Deserto de Akin, o que se atravessa é o Brasil, mas também os afetos, os silêncios e as fronteiras entre quem chega e quem já está à deriva. Com direção do capixaba Bernard Lessa, o filme chega aos cinemas em 31 de julho, depois de uma estreia de prestígio na abertura do 32º Festival de Vitória, onde concorre na categoria de Melhor Longa Nacional.

A história acompanha Akin, médico cubano vivido pelo premiado Reynier Morales (vencedor de Melhor Ator no Festival do Rio 2024), que desembarca em uma comunidade indígena no Espírito Santo como parte do (agora extinto) programa Mais Médicos. Mas o filme não se limita à função profissional. Akin é um estrangeiro num país à beira do colapso político e afetivo — e o que ele encontra aqui não são só pacientes, mas um espelho: do próprio deslocamento, da solidão e do desejo de se enraizar.O Deserto de Akin

Um filme sobre acolhimento — e suas rachaduras

Durante sua permanência, Akin é acolhido por Érica (Ana Flavia Cavalcanti) e Sérgio (Guga Patriota), dois brasileiros que também carregam suas próprias lacunas, memórias partidas e zonas de silêncio. Não é romance, necessariamente. É algo mais tênue, mais humano. Talvez amizade, talvez afeto suspenso, talvez uma tentativa de pertencimento compartilhado entre quem já não sabe onde — ou com quem — está.

O filme, no fundo, é sobre isso: sobre encontros possíveis em tempos difíceis. E sobre como, às vezes, o gesto de permanecer é um ato de resistência. Entre consultas médicas, caminhadas na mata e conversas atravessadas pelo idioma e pela hesitação, O Deserto de Akin constrói um retrato silencioso e delicado de uma experiência real vivida por centenas de profissionais estrangeiros que atuaram no Brasil — e que, com a mudança de governo em 2018, viram seus contratos encerrados de forma abrupta, em um cenário que flertava com xenofobia institucional.

Do Espírito Santo para o mundo: paisagens, corpos e política

Rodado entre Nova Almeida, Aracruz, Vitória e Vila Velha, o filme valoriza os cenários capixabas com uma fotografia que mistura rusticidade e lirismo. Mas, acima de tudo, valoriza os rostos. Os corpos em trânsito. As vozes contidas. A atuação de Morales impressiona justamente pela contenção — ele diz muito com o olhar, com a hesitação no português, com o desconforto de quem precisa se adaptar sem ser convidado.

Ana Flavia Cavalcanti entrega mais uma performance potente e ao mesmo tempo terna. Érica é uma mulher com dores acumuladas, mas que oferece espaço. E esse gesto, no filme, tem um peso enorme: acolher alguém, mesmo com medo, é também se permitir ser transformado.

No elenco ainda estão Welket Bungué (A Viagem de Pedro) e Patricia Galleto, ampliando a dimensão humana da narrativa com presenças igualmente marcantes.

A estética de um cinema que observa mais do que grita

Bernard Lessa já vinha se destacando por filmes como A Mulher e o Rio (2019) e A Matéria Noturna (2021), premiado no Festival de Brasília. Mas em O Deserto de Akin, ele talvez tenha encontrado seu filme mais maduro. Há uma calma no olhar — mas uma calma inquieta, que observa as rachaduras das instituições, a falência das promessas políticas, e a força dos pequenos gestos de cuidado.

HBO estreia minissérie brasileira sobre a epidemia de AIDS nos anos 80: solidariedade, coragem e resistência em Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente

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Em tempos de incerteza, quem cuida de quem cuida? A nova minissérie nacional da HBO, Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente, estreia no dia 31 de agosto no canal e na HBO Max, trazendo à tona uma história real de coragem silenciosa, vivida longe dos holofotes — mas que salvou vidas.

Com direção geral de Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus) e direção de Carol Minêm, a produção da Morena Filmes mergulha em um dos períodos mais sombrios da história recente do Brasil: a crise da AIDS nos anos 1980, quando o medo, o preconceito e o abandono estatal criaram uma tempestade perfeita contra uma geração já vulnerabilizada.

Uma rede de solidariedade contra o silêncio

Dividida em cinco episódios, a minissérie acompanha um grupo de comissários de bordo que, diante do colapso institucional e da perda de amigos e colegas, decide agir. Eles passam a contrabandear o medicamento AZT do exterior — o único com algum efeito conhecido contra o HIV naquela época — em uma operação clandestina, mas guiada por um senso de dever maior: salvar vidas, mesmo fora da lei.

Mais do que uma trama de tensão, é uma história sobre cuidado coletivo, afeto político e resistência anônima. A série levanta uma pergunta incômoda, mas necessária: quantas pessoas só estão vivas hoje porque alguém, no passado, desobedeceu?

Elenco potente, memória viva

Com um trio protagonista ainda mantido em sigilo pela produção, o elenco já confirmado traz nomes de peso da dramaturgia brasileira: Eli Ferreira, Hermila Guedes, Kika Sena, Igor Fernandez, Duda Matte, Andréia Horta e Carla Ribas, entre outros. Eles dão corpo a personagens inspirados em figuras reais, muitas vezes apagadas da memória oficial.

A proposta é clara: resgatar histórias de coragem silenciosa e escancarar o descaso do poder público diante de uma epidemia que matou — e ainda mata — milhões, especialmente em comunidades LGBTQIAPN+ e periféricas.

Reconhecimento internacional e impacto cultural

Antes mesmo da estreia, a minissérie já conquistou o olhar atento da crítica internacional. Máscaras de Oxigênio foi exibida com destaque no Festival de Berlim, onde recebeu uma Menção Honrosa da Queer Media Society, reconhecimento que ressalta o compromisso da obra com a representatividade e a verdade histórica.

Além disso, a produção foi premiada no Festival Luna de Valência como Melhor Série de TV, além de levar o prêmio do júri jovem e menções honrosas em Melhor Roteiro e Melhor Som e Trilha Sonora Original.

Uma história que continua pulsando

Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente não é apenas uma reconstituição de época. É um chamado à empatia, uma homenagem a quem lutou (e ainda luta) para que o cuidado seja um direito e não um privilégio. A série lança luz sobre uma geração marcada pela perda, mas também pela força de se levantar — mesmo quando o ar parecia faltar.

No Caldeirão com Mion, Mateus Solano embarca em uma viagem divertida à infância

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Depois de meses de ensaios, arranhando as notas mais altas e afinando os corações, chegou o momento que todo mundo aguardava: a final da primeira temporada do Caldeirão de Vozes vai rolar neste sábado, dia 12 de julho! Segure o coração e afine a garganta, porque os corais Villa Voice e Coral Livre vão se enfrentar numa disputa que promete fazer até o palco tremer — e, claro, levar para casa o cobiçado título de melhor grupo vocal do Brasil, junto com o prêmio de 100 mil reais.

Mas aqui não é só sobre técnica — é sobre histórias que emocionam, superações que inspiram e aquele amor pela música que já conquistou jurados de peso como o maestro Marconi Araújo, a diva Zizi Possi e o fenômeno Edson Cordeiro. Eles vão estar de ouvidos atentos, prontos para sentir cada vibração, cada arrepio, e definir quem vai brilhar no pódio!

Além da música: bate-papo pra lá de especial com Mateus Solano no “Por Que, Mion?”

E se você pensa que o sábado vai ser só vozeirão, se prepara! O Caldeirão é mesmo um caldeirão — cheio de ingredientes variados e gostosos. No quadro Por Que, Mion?, o apresentador recebe o ator Mateus Solano para um papo leve, divertido e cheio de surpresas.

As perguntas das crianças, curiosas e sinceras, vão levar Solano para uma viagem à infância, essa fase mágica que é combustível para os sonhos e escolhas da vida. “Falar de infância é voltar para a raiz da imaginação, da ludicidade. É onde tudo começa”, conta o ator, que já dá um spoiler: “Tenho um pressentimento de que vai ser uma grande palhaçada. Vocês não podem perder!”

Então já sabe, né?

Neste sábado, sua missão é clara: sintonizar no programa e embarcar numa jornada de música, emoção e gargalhadas. Vem soltar a voz, se inspirar e se divertir com os finalistas do Caldeirão de Vozes e a energia contagiante do bate-papo com Mateus Solano. Prepare o coração, o fôlego e o sorriso — porque essa noite vai ficar na memória!

Arashi Gaiden chega à Steam com trailer inédito e oferta especial de lançamento

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O mercado de jogos nacionais avança de forma consistente, e Arashi Gaiden, lançado hoje na Steam, representa uma nova demonstração dessa evolução. Spin-off do premiado Pocket Bravery — primeiro jogo brasileiro indicado ao The Game Awards —, o título aposta em uma combinação inovadora: a integração da estratégia por turnos com ação em tempo real.

Desenvolvido em parceria pelos estúdios Statera Studio e Wired Dreams Studio, e publicado pela Nuntius Games, Arashi Gaiden oferece uma experiência dinâmica que desafia os jogadores a agir com rapidez e precisão, utilizando power-ups e estratégias em um ambiente em constante transformação. São sete fases principais, compostas por 20 cenários cada, totalizando mais de 140 desafios que exigem foco e habilidade.

Jonathan Silva, produtor do jogo e CEO da Nuntius Games, define o projeto como “mais que um jogo de ação por turnos; Arashi Gaiden combina ação estilizada, estratégia acelerada e uma narrativa carregada de emoção e profundidade”. Essa declaração evidencia a ambição da equipe: entregar não apenas mecânicas inovadoras, mas também uma história capaz de estabelecer uma conexão emocional com o jogador.

Entretanto, essa ousadia traz desafios. A mescla entre tempo real e estratégia por turnos exige uma curva de aprendizado considerável, que pode não agradar a todos os públicos. Encontrar o equilíbrio entre fluidez e profundidade tática representa um desafio especialmente relevante para o mercado brasileiro, ainda em processo de consolidação.

A oferta de lançamento com preço promocional é uma estratégia inteligente para ampliar o alcance do título, sobretudo diante da forte concorrência global. Além disso, Arashi Gaiden está previsto para ser lançado em breve para PlayStation, Xbox e Nintendo Switch, o que pode ampliar sua visibilidade, mas também aumentará as exigências técnicas e de adaptação.

F1: O Filme ultrapassa 1 milhão de espectadores no Brasil e conquista as bilheteiras com velocidade máxima

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Quando as luzes se apagam na sala de cinema e o rugido dos motores preenche o espaço, o espectador não está apenas assistindo a um filme — ele está sendo transportado diretamente para o centro de uma corrida de Fórmula 1. Com essa proposta visceral e ambiciosa, F1: O Filme não só chegou aos cinemas brasileiros, mas cruzou a linha de chegada como um dos maiores sucessos do ano. Em menos de um mês, o longa ultrapassou a marca de R$ 27,9 milhões em bilheteria no país, com mais de 1,1 milhão de pessoas já impactadas pela experiência.

O realismo como protagonista

Diferente de tudo que o gênero já viu, o longa dirigido por Joseph Kosinski (de Top Gun: Maverick) aposta em uma imersão radical: atores como Brad Pitt e Damson Idris gravaram cenas dentro de carros reais da Fórmula 1, nos próprios circuitos do campeonato mundial de 2024.

Não há truque de computação gráfica capaz de simular o que foi captado ali. O público sente o calor, o tremor, a tensão da largada. “É quase como se o cinema tivesse descoberto uma nova maneira de nos colocar dentro da ação”, diz o crítico esportivo e cineasta Lucas Pina, em entrevista exclusiva. “Você não vê a corrida — você participa.”

Brad Pitt no papel mais acelerado da carreira

O astro vencedor do Oscar interpreta Sonny Hayes, um ex-piloto que deixou a Fórmula 1 no auge e retorna ao mundo das corridas em um momento de crise pessoal e profissional. Sua missão: ajudar a salvar uma equipe à beira do colapso, treinando e convivendo com um jovem talento cheio de garra e ambição.

A química entre Pitt e Idris (que vive Joshua Pierce) é um dos pontos altos do filme, e remete ao clássico embate entre experiência e juventude, algo muito presente no universo do automobilismo. Já Javier Bardem, no papel de Ruben Cervantes, entrega a intensidade de um homem que aposta tudo na última cartada.

O toque de Hamilton: autenticidade com assinatura campeã

Se a autenticidade é a alma do filme, muito disso se deve ao envolvimento direto de Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Fórmula 1 e produtor do projeto. Ele foi responsável por garantir que todos os detalhes — dos capacetes aos diálogos dos boxes — refletissem a realidade do paddock.

O próprio diretor conta que tudo começou com um simples e-mail: “Eu escrevi para o Lewis dizendo que queria fazer o filme de corrida mais autêntico já feito. Ele não hesitou em topar”, lembra Kosinski.

Trilha sonora que acelera o coração

E como se não bastasse a adrenalina visual, a trilha sonora do filme tem a assinatura do lendário Hans Zimmer, responsável por transformar motores em música e curvas em emoção. “A música não apenas acompanha a cena — ela a conduz”, afirmou o compositor em material de divulgação. A batida das faixas se funde com o som dos pneus queimando, resultando numa das trilhas mais intensas do cinema recente.

Cultura pop e legado da Fórmula 1

O sucesso de F1: O Filme também marca um ponto de virada cultural: é a primeira vez que o automobilismo é retratado com tamanha profundidade, qualidade e impacto cinematográfico. Não é à toa que o filme já é apontado como um divisor de águas no gênero esportivo.

Em exibição nos cinemas

Com distribuição em todo o Brasil, F1: O Filme segue em cartaz nas principais redes de cinema. Para quem busca uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego, essa é uma sessão obrigatória — e, preferencialmente, na maior tela possível.

Kevin James se reinventa em Família à Prova de Balas: Ação, comédia e um pai disposto a tudo pela família

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Foto: David Scott Holloway

Quando pensamos em Kevin James, a imagem que vem à mente é a de um comediante capaz de arrancar gargalhadas com seu jeito simples e carismático. Mas no seu novo filme, Família à Prova de Balas (“Guns Up”), que estreia no Brasil em 31 de julho, James vai além. Ele mostra que é possível misturar ação eletrizante com o humor que lhe é tão natural — e ainda contar uma história de amor e proteção familiar que toca fundo no coração. Abaixo, confira o trailer do filme:

Um pai comum, um herói improvável

No centro da trama está Raymond ‘Ray’ Hayes, um ex-policial que, como muitos pais, só quer construir um futuro tranquilo para sua esposa e filhos. Ray quer deixar para trás os dias turbulentos da força policial e investir em um negócio familiar, buscando aquela estabilidade que todo pai sonha para os seus. Mas o passado insiste em persegui-lo — e quando ele se vê marcado pela máfia, a luta para proteger quem ama ganha um novo sentido.

É nesse conflito entre o desejo de paz e a necessidade de ação que Kevin James brilha. Ele não interpreta apenas o homem que dá socos e tiros, mas aquele que enfrenta medos, dúvidas e o peso da responsabilidade que todos os pais conhecem tão bem.

Risadas no meio do caos

Se o filme fosse só ação, talvez faltasse algo. Mas Família à Prova de Balas entende que a vida real é uma mistura: às vezes, a gente se vê diante do inesperado — e a melhor arma é um sorriso ou uma piada certeira. Kevin James usa seu talento para aliviar a tensão, mostrando que até nos momentos mais complicados, o humor é um refúgio, uma forma de manter a humanidade intacta.

O elenco, com nomes como Christina Ricci e Luis Guzmán, dá suporte a essa mistura, trazendo personagens que ajudam a construir um mundo onde perigo e afeto andam lado a lado.

No fim das contas, Família à Prova de Balas é uma homenagem àqueles que correm riscos diários para garantir segurança e amor dentro de casa. É um lembrete de que, por trás de cada pai, mãe ou responsável, existe uma força imensa — uma vontade de proteger que não mede esforços.

Esse filme chega para nos lembrar que, mesmo quando o mundo lá fora parece louco e caótico, dentro de casa podemos encontrar a coragem para continuar, a inspiração para lutar, e o motivo para nunca desistir.

Na telona, uma experiência para todos

Com estreia marcada para o dia 31 de julho e distribuição da Diamond Films, o longa promete não só divertir como também conectar o público com uma história universal e verdadeira — aquela que fala do amor, da luta e da resiliência da família.

Grey’s Anatomy anuncia estreia da 22ª temporada nos Estados Unidos para 16 de outubro

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Após quase duas décadas marcando gerações com histórias emocionantes e intensas, Grey’s Anatomy está pronta para dar mais um passo. A ABC anunciou oficialmente que a 22ª temporada da série médica mais longeva da TV americana estreia em 16 de outubro nos Estados Unidos, renovando a promessa de drama, tensão e humanidade que cativou milhões de fãs pelo mundo.

Incertezas sobre o elenco principal aumentam curiosidade

O anúncio, embora esperado, traz ainda uma atmosfera de mistério: quais rostos acompanharão Meredith Grey nessa nova fase? A intérprete da protagonista, Ellen Pompeo, que se tornou sinônimo da série, ainda não confirmou sua permanência, alimentando especulações e curiosidade entre os espectadores.

Esta nova temporada seguirá um formato mais enxuto, com 18 episódios — um ajuste estratégico da ABC para lidar com os custos crescentes do elenco veterano, que permanece entre os mais bem pagos da televisão. Essa decisão traz um frescor e a chance de focar em histórias mais intensas, evitando o desgaste das temporadas muito longas.

Desde seu lançamento em 2005, Grey’s Anatomy transformou-se em muito mais do que um drama hospitalar. Através da trajetória da médica Meredith Grey, acompanhamos temas profundos como amizade, perdas, amor e resiliência, sempre com um olhar atento para as complexidades da vida real. A série soube se reinventar ao longo dos anos, adaptando seu elenco e suas narrativas para manter a relevância e a emoção.

Elenco original e as mudanças ao longo das temporadas

O elenco original contava com nove talentos que hoje fazem história na televisão, e mesmo com as inúmeras mudanças — saídas de nomes icônicos e chegadas de novos personagens —, Grey’s Anatomy não perdeu sua essência. Na 16ª temporada, por exemplo, o grupo tinha dezesseis atores, entre eles ainda figuras emblemáticas como Ellen Pompeo e James Pickens Jr., pilares da narrativa.

Mesmo com as oscilações naturais que acompanham séries tão longas, a produção segue firme entre os programas mais assistidos nos EUA, conquistando tanto a audiência quanto o reconhecimento da crítica. Prêmios como o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama e diversas indicações ao Emmy reforçam o valor artístico e cultural da produção.

Como acompanhar as temporadas atuais e anteriores

Hoje, os fãs podem acompanhar a 21ª temporada no Sony Channel, enquanto as temporadas anteriores estão disponíveis no Disney+, proporcionando uma maratona completa para os apaixonados pela série.

Na TV Aparecida, Sula Miranda é a convidada do “Terra da Padroeira” deste domingo (20/07)

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Neste domingo, 20 de julho de 2025, às 9h da manhã, a TV Aparecida exibe mais uma edição especial do programa “Terra da Padroeira”, apresentado por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira. Desta vez, o palco da atração matinal será ocupado por grandes nomes da música sertaneja e por grupos que celebram a tradição do interior do Brasil. Entre os destaques da semana está Sula Miranda, a eterna Rainha dos Caminhoneiros, que retorna ao programa com todo o carisma e repertório que marcaram gerações.

A atração, já tradicional na grade da emissora, segue firme na missão de valorizar os artistas que mantêm viva a música de raiz, as expressões culturais do campo e o jeito autêntico do povo caipira de ser. Com um clima de festa e acolhimento, a edição deste domingo promete emocionar o público com nostalgia, talento e cultura popular.

Sula Miranda: a Rainha dos Caminhoneiros volta ao palco do Terra

A presença de Sula Miranda no programa é motivo de celebração para os fãs da música sertaneja. Com mais de quatro décadas de carreira, Sula iniciou sua trajetória artística no final dos anos 1970 ao lado das irmãs em um grupo que se tornou um verdadeiro fenômeno: As Melindrosas. Com uma estética ousada e músicas animadas, o trio conquistou o Brasil e foi responsável por abrir caminhos para a presença feminina na música popular da época.

Mas foi no universo sertanejo que Sula construiu sua identidade artística mais forte. Em 1986, lançou seu primeiro disco solo e, com ele, a canção “Caminhoneiro do Amor” — um hino que lhe rendeu o título carinhoso de Rainha dos Caminhoneiros, reconhecimento que ela carrega com orgulho até hoje.

No “Terra da Padroeira”, Sula promete interpretar esse e outros sucessos de sua carreira, como “Seu Olhar”, “Com o Pé na Estrada”, “Filme Triste” e “Rumo Certo”. Carismática e experiente, ela também deve compartilhar um pouco de sua história com os apresentadores, em um bate-papo descontraído e cheio de afeto com o público.

Alcino Alves: talento de compositor e guardião da música de raiz

Outro nome de peso na edição deste domingo é Alcino Alves, cantor, compositor e produtor musical paranaense que fez história na música sertaneja. Nascido em São Sebastião da Amoreira (PR), Alcino integrou a famosa dupla Teodoro & Sampaio, com quem gravou de 1996 a 2010. Após a separação da dupla, formou o duo Alcino Alves & Rocha, que permaneceu ativo até 2015.

Além de intérprete, Alcino é dono de um acervo impressionante de composições. São mais de 600 músicas gravadas, entre elas clássicos como “As Andorinhas”, “Vestido de Seda” e “E Se a Casa Cair” — faixas que se tornaram referência no repertório sertanejo romântico e raiz. No palco da TV Aparecida, ele reencontra o público com sua voz marcante e canções que atravessam gerações.

Com a serenidade de quem conhece a estrada da música como poucos, Alcino deve emocionar com sua interpretação sincera e suas histórias de bastidores. Mais do que um show, sua presença é uma aula de história da música sertaneja brasileira.

Lucas & Luan: irmãos que marcaram o sertanejo romântico dos anos 90

A dupla Lucas & Luan também marca presença no “Terra da Padroeira”. Naturais de Guará (SP), os irmãos José Lucas de Ângelo e Josué de Ângelo começaram cedo na música, vencendo festivais e gravando discos regionais. O reconhecimento nacional veio em 1996, quando lançaram a música “Horizonte Azul”, que rapidamente se tornou uma das mais tocadas daquele ano em todo o Brasil — exceto, curiosamente, em São Paulo e Rio de Janeiro.

Desde então, a dupla se consolidou no circuito sertanejo, com agenda cheia de shows e um repertório que combina romantismo e estilo próprio. No palco da TV Aparecida, Lucas & Luan devem reviver seus maiores sucessos e aquecer a manhã dos fãs nostálgicos.

A sonoridade marcante da dupla, somada à sintonia de irmãos que cantam juntos há décadas, faz deles um dos grandes representantes do sertanejo romântico dos anos 90, um estilo que até hoje emociona o público.

Raízes do Catira: tradição e cultura passadas de geração em geração

Completando o elenco do programa, o grupo Raízes do Catira chega diretamente de Atibaia (SP) com sua proposta de preservar e divulgar a cultura caipira através da música e da dança. O projeto é mantido pelo Centro de Tradições Caipiras da cidade e envolve artistas e famílias que se dedicam à valorização de um dos estilos mais autênticos do interior paulista.

Sob a liderança de Gustavo Maiolli e de seu avô Marcelino Ribas, o grupo apresenta músicas caipiras clássicas acompanhadas por coreografias características do catira, dança marcada por sapateados e palmas, passada de pai para filho há gerações. O repertório inclui composições eternizadas por duplas como Vieira & Vieirinha, entre outros ícones da música rural.

A apresentação promete ser uma aula viva de tradição, reforçando o compromisso do “Terra da Padroeira” com a preservação das raízes culturais brasileiras. É uma oportunidade para o público conhecer — ou reencontrar — as expressões culturais que mantêm pulsando o coração do interior.

Celebração da fé, da música e do Brasil profundo

O “Terra da Padroeira” não é apenas um programa de televisão — é um espaço de encontro entre gerações, estilos e histórias. Com uma linguagem leve e respeitosa, a atração valoriza os artistas que, longe dos holofotes comerciais, mantêm viva a cultura popular, especialmente aquela ligada à fé, ao campo e às tradições familiares.

Neste domingo, a união entre nomes consagrados e novos protagonistas da cena sertaneja reafirma o compromisso da TV Aparecida com um conteúdo que respeita o público, promove a identidade brasileira e emociona quem assiste.

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