“Outras versões de nós”: romance interativo espanhol chega ao Brasil e convida o leitor a reescrever o próprio destino

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E se o amor não fosse uma única história, mas várias versões possíveis do mesmo sentimento? E se o coração partido ganhasse novas chances, não por mágica, mas por escolha? Esses são os fios condutores de “Outras versões de nós”, romance interativo da autora espanhola Esperanza Luque, que acaba de ser lançado no Brasil pelo selo Mood, do Grupo Ciranda Cultural.

Muito além de um livro comum, a obra apresenta uma proposta ousada: colocar o leitor no centro das decisões afetivas da protagonista, como num espelho emocional onde cada escolha revela algo íntimo de quem está lendo.

Charlotte e as mil possibilidades do amor

A história gira em torno de Charlotte, uma artista jovem e sensível que se vê diante de uma nova chance após uma reviravolta misteriosa: ela conhece uma vidente enigmática que oferece a possibilidade de voltar no tempo e alterar decisões que marcaram sua vida amorosa. Mas o que poderia soar como um roteiro mágico se transforma em algo mais profundo: um mergulho em versões alternativas de si mesma.

A partir dessa virada, o leitor se torna responsável por definir qual caminho Charlotte deve seguir. A obra permite que se transite entre seis narrativas diferentes, interligadas por sentimentos universais como saudade, esperança, insegurança e desejo.

Do drama à comédia, do passado ao presente — tudo em um só livro

Esperanza Luque usa o romance como palco para brincar com os gêneros narrativos e períodos históricos. Cada trajetória de Charlotte pode levar o leitor a uma época distinta — da Era Vitoriana à Segunda Guerra Mundial, de um colégio moderno a uma noite de Natal melancólica. Em cada linha do tempo, o cenário muda, os personagens mudam, mas o dilema central permanece: quem ser, e com quem dividir esse caminho?

É como se a autora dissesse: “o amor pode ter muitas formas, e nenhuma delas é errada”. Em tempos em que tudo exige certezas e finais perfeitos, “Outras versões de nós” rompe com a rigidez das fórmulas românticas e aposta na multiplicidade dos afetos.

Romance ou espelho emocional?

A principal força do livro está justamente na forma como ele espelha o leitor. Em vez de apenas acompanhar a história de Charlotte, somos convidados a fazer escolhas que refletem nossas próprias dúvidas e desejos. E, no fim, a pergunta fica no ar: que história cada um escreveria se pudesse voltar atrás?

Mais do que uma leitura interativa, o livro funciona como uma ferramenta de introspecção leve e profunda ao mesmo tempo. Ao humanizar o tropeço, a dúvida e o arrependimento, Luque constrói um espaço de conforto para quem já se sentiu fora de rumo. Charlotte não é uma heroína idealizada — ela é frágil, contraditória e, por isso mesmo, real.

Literatura interativa em tempos de escolhas rápidas

Num mundo em que tudo parece acelerado, Esperanza propõe o oposto: parar, escolher, refletir. O formato “escolha sua própria aventura”, popularizado em livros infantojuvenis, aqui ganha uma nova roupagem — madura, emocional e afetuosa. É um lembrete de que a vida é feita de bifurcações e que até o amor mais improvável pode ser uma versão legítima da felicidade.

Uma leitura para quem carrega perguntas não respondidas

“Outras versões de nós” é indicado para quem se emociona com histórias de amor, mas também para quem vive no terreno das dúvidas. Para quem já pensou “e se eu tivesse feito diferente?”, para quem sente saudade do que não foi ou deseja reencontrar a si mesmo num outro tempo.

Esperanza Luque entrega uma experiência literária fora do comum — com narrativa fluida, estrutura inovadora e um convite silencioso para olharmos com mais carinho para a nossa própria trajetória.

Porque talvez, no fim das contas, não exista só uma versão da felicidade. E sim, muitas formas de ser verdadeiro consigo mesmo.

Raphaela Santos é destaque deste sábado (12) no “Eita, Lucas!”

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Em tempos em que a televisão busca reconexão com o público, “Eita, Lucas!” vem se firmando como um raro exemplo de entretenimento que não abandona o afeto. E neste sábado (12), às 15h30, o SBT exibe uma edição especial do programa diretamente de Recife (PE), cidade onde o calor humano vai além da temperatura e onde histórias ganham voz em meio à música, aos jogos e às surpresas que transformam vidas.

À frente da atração está Lucas Guimarães, apresentador que tem conquistado o Brasil não apenas pelo carisma, mas pela capacidade de escutar, de acolher e de rir junto — um comunicador que compreende que a TV aberta ainda é janela, palco e abraço para milhões de brasileiros.

Entre o riso e o reconhecimento

O cenário desta semana é a Arena montada na capital pernambucana, que celebra com cores, sotaques e sorrisos a pluralidade nordestina. O quadro Game do Povo, uma das marcas do programa, traz à disputa as assistentes de palco Perlla de Cássia e Walesca Melo, cujas histórias pessoais também ecoam representatividade. Entre provas divertidas e muita interação com o público local, o quadro mostra que a leveza também é forma de resistência.

A convidada musical é Raphaela Santos, uma das vozes mais potentes da nova cena popular, que transforma a chamada “sofrência” em força cênica e artística. Além de cantar seus sucessos ao vivo, ela encara um duelo de dança descontraído com Lucas, num momento que reforça o tom espontâneo e afetivo do programa.

Histórias que merecem ser ouvidas

Mas talvez o ponto alto do programa esteja no quadro Carona da Sorte, que esta semana apresenta a trajetória de Dona Neidinha, moradora de Itabuna (BA). Aos 67 anos, Dona Neidinha carrega cicatrizes profundas — perdeu filhos, marido e passou por períodos de grave dificuldade financeira. Ainda assim, é conhecida na vizinhança pela fé inabalável e pela solidariedade com quem tem menos.

Sem saber, ela é surpreendida por Lucas Guimarães no meio da plateia. Emocionada, participa do quadro onde pode ganhar até R$ 10 mil, respondendo perguntas com o auxílio da inteligência artificial Áurea. Mas, mais do que o valor em dinheiro, o verdadeiro prêmio está na escuta, no respeito à sua história, e no reconhecimento de que vidas comuns merecem visibilidade.

Resumo da notícia

📍 “Eita, Lucas!” – edição especial gravada em Recife (PE)
📅 Sábado, 12 de julho
15h30, no SBT
🎤 Participações: Raphaela Santos, Perlla de Cássia, Walesca Melo e Dona Neidinha (Carona da Sorte)
📺 Quadros: Game do Povo, Duelo de Dança e Carona da Sorte

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel recebe José Loreto e Carol Castro neste domingo (13)

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Imagine ligar a TV num domingo à noite e dar de cara com um ator que já foi segurança da Gisele Bündchen, se transformou em Jesus no teatro e agora quer virar Chorão no cinema. Ao lado dele, uma atriz que cresceu nos bastidores do teatro e já brilhou em novelas, séries e streamings. Agora coloque isso dentro de um game show maluco de três pistas. Pronto, você nem começou a assistir o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel e já está hipnotizado.

Neste domingo, 13 de julho, o programa não entrega apenas entretenimento — entrega um roteiro de comédia, emoção e surpresa com gostinho de TV brasileira raiz, com toques de modernidade que só o SBT sabe equilibrar.

🧩 Quando um ex-segurança vira Jesus e uma atriz de novela revive o início

No Jogo das 3 Pistas, a coisa vai além do jogo. José Loreto, entre uma dica e outra, compartilha o impacto espiritual de interpretar Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Pernambuco em 2025, fala sobre viver com diabetes e revela como foi sair das ruas de Los Angeles — onde já cuidou da segurança de celebridades — até virar galã de novelas como Avenida Brasil e Pantanal.

Ao lado dele, Carol Castro reativa memórias da infância no teatro com o pai, reflete sobre a fama precoce em Mulheres Apaixonadas e mostra como é crescer sob os holofotes, mantendo a elegância e o talento em alta por mais de três décadas. É mais que jogo: é uma sessão de memórias com plateia.

⏱️ 60 segundos de caos e um prêmio que muda tudo

O Nada Além de 1 Minuto volta com fôlego novo e um cenário onde a tensão tem cronômetro. Um minuto parece pouco? Para o competidor Kayo, é o tempo exato entre sair com nada ou sair com R$ 300 mil no bolso. A nova temporada chega mais frenética, mais difícil e com a mesma promessa: você vai segurar a respiração por 60 segundos sem perceber.

E o sucesso é tanto que agora tem versão de tabuleiro — sim, você pode errar em casa também e ainda ser julgado pela família.

🎪 Show de Calouros ou reality de talentos surreais?

E quando você acha que já viu tudo, o Show de Calouros entrega o que ninguém espera: freiras fazendo beatbox, dupla de acroyoga, drag queens empoderando o palco e até senhorinhas com coreografia ensaiada.

Avaliação? Fica por conta do painel de personalidades que une irreverência e faro de talento: Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Gaby Cabrini, Victor Sarro, Felipeh Campos e o eterno Xaropinho.

É o tipo de segmento que mistura show de talentos, programa de auditório e viral do TikTok — tudo ao mesmo tempo agora.

💰 Show do Milhão: quem ousa sonhar, responde com calma

Patricia Abravanel comanda o Show do Milhão EMS com aquele sorriso calmo de quem sabe que uma simples pergunta pode deixar alguém milionário. A tensão aumenta a cada rodada, o auditório segura a respiração e o público em casa tenta responder como se valesse também. Será que neste domingo alguém chega até o final?

🧊 Pegadinha com bug no tempo: o humor no modo congelado

E pra fechar com chave de ouro (e boas gargalhadas), a Câmera Escondida da semana vai brincar com o inesperado. Na pegadinha “Pedir Informação e Congelar”, o ator Adriano Arbool para o tempo — literalmente. Ele pede uma informação e, no meio da conversa, simplesmente… trava. Fica parado como estátua no meio da CCXP 2024, deixando os fãs nerds tentando entender se aquilo é cosplay, performance ou um bug da realidade.

Resultado? Reações hilárias, confusão e a certeza de que o humor simples ainda é o mais eficaz.

📺 Muito além da nostalgia: um domingo onde tudo pode acontecer

O Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel deste domingo não é apenas uma sequência de quadros. É um show à moda antiga com fôlego de streaming, onde o improviso encontra o roteiro, o clássico abraça o viral e a plateia se torna cúmplice de um espetáculo que só a televisão brasileira sabe entregar.

Então, fica o convite: domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT. Porque se tem freira no beatbox, Jesus no game show e prêmio de R$ 300 mil em 60 segundos… você sabe que não é só um programa — é um evento.

Apple TV+ confirma segunda temporada da série Diários de um Robô-Assassino com Alexander Skarsgård

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de conquistar fãs com sua mistura afiada de suspense, humor e ficção científica, “Diários de um Robô-Assassino” acaba de garantir a luz verde para sua segunda temporada no Apple TV+. A notícia chega justamente no dia em que a primeira temporada fecha seu ciclo, com o lançamento do décimo e último episódio nesta sexta-feira, 11 de julho.

Criada pelos irmãos Chris e Paul Weitz — nomes por trás de filmes cultuados como Um Grande Garoto e Rogue One — e estrelada pelo carismático Alexander Skarsgård (sim, o mesmo que brilhou em Succession e Big Little Lies), a série já se firmou como um dos mais originais títulos de ficção científica da atualidade.

Um robô com vontade própria e gostos nada robóticos

Aqui, a história foge do clichê do robô frio e calculista: o protagonista — um robô de segurança que decidiu se autohackear para ter livre arbítrio — é um anti-herói relutante, que foge de emoções humanas, mas não consegue resistir a suas próprias obsessões, como maratonar novelas futuristas. Essa dose de humor sutil e humanidade inesperada é o que fez a série se destacar.

Baseada no premiado livro The Murderbot Diaries da autora Martha Wells — que já conquistou o Hugo e o Nebula, duas das maiores honrarias da ficção científica — a adaptação captura com leveza e inteligência a jornada desse robô tentando achar seu lugar no universo, enquanto enfrenta perigos reais.

A promessa para a próxima temporada: mistério e “Sanctuary Moon”

Chris e Paul Weitz não escondem o entusiasmo: “Estamos ansiosos para mergulhar ainda mais fundo no universo de Martha Wells, com Alexander, a Apple, CBS Studios e nossa equipe”. Já Matt Cherniss, da Apple TV+, aposta no impacto crescente da série: “É uma criação vibrante que captura a imaginação e surpreende a cada episódio”.

A trama da segunda temporada, batizada com o intrigante nome “Sanctuary Moon”, promete elevar o suspense e o mistério, levando o robô-assassino a desafios ainda maiores — e, claro, momentos hilários que só ele pode proporcionar.

Onde assistir e o que vem por aí

Se você ainda não embarcou nessa viagem entre ação, drama e risadas inteligentes, a primeira temporada de Diários de um Robô-Assassino está inteira no Apple TV+. E para os que já são fãs, preparem-se: o futuro reserva ainda mais reviravoltas, questionamentos existenciais e, claro, aquela pitada de humor irreverente que só um robô com vontade própria poderia entregar.

O décimo episódio estreia nesta sexta-feira, 11 de julho. E a segunda temporada? Em breve, muito em breve.

Marina Dutra lança Sonho e Pesadelo, uma fantasia lírica sobre amor proibido e destino divino

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Imagine um universo onde o amor é uma ameaça à ordem cósmica, e a simples troca de olhares pode estremecer as fundações do mundo. Assim nasce Sonho e Pesadelo, o novo romance da escritora Marina Dutra, que chega às prateleiras como uma das obras mais sensíveis e ousadas da nova geração da fantasia brasileira.

Misturando elementos de mitologia própria, linguagem poética e uma narrativa marcada por dualidades, o livro apresenta dois deuses destinados a nunca se encontrar — e que, ao desafiar essa regra, colocam em xeque tudo aquilo que conhecem sobre si mesmos, sobre o mundo e sobre o amor.

Um amor dividido entre luz e sombra

Na história, acompanhamos Sonho, divindade nascida da luz do luar, criada sob os cuidados de Esperança e Vontade, e responsável por inspirar os devaneios mais puros dos mortais. Do outro lado da realidade, separado por uma barreira sagrada, está Pesadelo, moldado pelas emoções de Angústia e Medo, solitário guardião das sombras que habitam o inconsciente coletivo.

Ambos vivem isolados em reinos opostos, proibidos de se encontrar pelos Criadores, figuras míticas que estabeleceram uma única lei imutável: luz e trevas não devem jamais se unir. Mas quando uma pequena brecha se abre nessa muralha milenar, o improvável acontece: Sonho e Pesadelo se veem. E nada mais será como antes.

Fábula romântica com DNA pop

Embora a estrutura remeta a clássicos trágicos como Romeu e Julieta, o romance de Marina evita o tom fatalista. Inspirada em obras como Castelo Animado, do Studio Ghibli, e influenciada pela estética das grandes animações japonesas, a autora combina drama existencial com lirismo visual e emoção contida.

A narrativa alterna entre os dois protagonistas, revelando camadas emocionais profundas e construindo aos poucos uma mitologia original, repleta de simbolismos celestes, paisagens oníricas e figuras arquetípicas. É uma história que fala sobre amor, mas também sobre medo, identidade, escolhas e revolta contra um destino pré-escrito.

Mais do que fantasia: um comentário sobre liberdade

Além da beleza da escrita e do romance central, Sonho e Pesadelo provoca reflexões sobre temas contemporâneos. Em suas entrelinhas, o livro discute o poder da emoção reprimida, o impacto de sistemas que separam e o preço de viver uma vida que não é sua.

“O que mais me atrai em histórias fantásticas é a possibilidade de abordar questões reais sob uma ótica metafórica. Neste livro, falo sobre liberdade, sobre o direito de sentir e sobre quebrar estruturas que nos foram impostas antes mesmo de nascermos”, explica Marina.

Suzana Pires vai protagonizar e roteirizar nova adaptação de “Tieta do Agreste” para o cinema

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O clássico “Tieta do Agreste”, de Jorge Amado, vai ganhar uma nova adaptação cinematográfica com uma proposta ousada: repensar a trajetória da protagonista sob um olhar genuinamente feminino. A atriz, roteirista e produtora Suzana Pires foi escalada para viver Tieta nas telonas, além de assinar o roteiro do projeto, que será dirigido por Joana Mariani (“Todas as Canções de Amor”) e produzido por Eliane Ferreira, da Muiraquitã Filmes.

Conhecida por seu trabalho em filmes como “Tropa de Elite”, “Casa Grande” e pela dramaturgia autoral de “Câncer com Ascendente em Virgem”, Suzana Pires assume o desafio de dar nova vida a uma personagem já eternizada por Sonia Braga (no cinema) e Betty Faria (na televisão). Em nota, a atriz afirmou que encara o papel com responsabilidade e desejo de aprofundar a personagem sob outra perspectiva. “É uma responsabilidade profunda”, declarou. “Tieta é um símbolo de resiliência e liberdade, e essa versão vai ressaltar isso de forma inédita.”

Uma Tieta do nosso tempo

A nova leitura de Tieta tem como proposta central atualizar o olhar sobre a personagem, explorando com mais profundidade os conflitos femininos, familiares e sociais que atravessam sua trajetória. Segundo Suzana, o roteiro vai destacar a oposição entre Tieta, representante da liberdade e da transgressão, e sua irmã Perpétua, símbolo da repressão e do moralismo — dualidade que, para a autora, reflete “a divisão de pensamento que o mundo ainda enfrenta”.

A adaptação será ambientada no Nordeste brasileiro, mantendo a essência da obra original, mas com um tratamento narrativo voltado para o público contemporâneo, em especial para mulheres que reconhecem em Tieta um reflexo de suas lutas cotidianas por autonomia, afeto e pertencimento.

Produção com alcance internacional

A produção está a cargo da Muiraquitã Filmes, responsável por títulos como “Querência” (Berlinale, 2019) e “Retrato de um Certo Oriente” (Festival de Roterdã, 2024). A expectativa é de que o novo longa tenha circulação internacional em festivais de prestígio, repetindo o caminho de outras adaptações da obra de Jorge Amado que conquistaram crítica e público fora do Brasil.

A pré-produção já foi iniciada, e as filmagens devem acontecer ao longo de 2026, com locações previstas no interior da Bahia. O elenco de apoio ainda será anunciado.

Literatura, cinema e representatividade

Lançado originalmente em 1977, o romance “Tieta do Agreste” é uma das obras mais populares de Jorge Amado, com temática centrada na repressão sexual, no moralismo social e no retorno da mulher expulsa de casa por “conduta imprópria”. Na nova adaptação, a intenção é atualizar essas discussões, ressaltando a atualidade da personagem e a força simbólica que ela ainda representa no debate sobre os direitos e o lugar da mulher na sociedade brasileira.

Cine Record Especial desta terça (15) exibe o filme Perseguindo Abbott, estrelado por Milla Jovovich

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Na noite desta terça-feira, 15 de julho, o Cine Record Especial convida os telespectadores a embarcarem numa jornada de adrenalina, incertezas e reviravoltas com o filme “Perseguindo Abbott” (Survivor, 2015), dirigido por James McTeigue e protagonizado por dois ícones do cinema: Milla Jovovich e Pierce Brosnan.

A trama, escrita por Philip Shelby, não é apenas mais um thriller de ação. É uma história sobre confiança quebrada, sistemas corruptos e o instinto humano de sobrevivência quando tudo parece estar contra você.

Uma mulher, um país estrangeiro e uma missão impossível

Kate Abbott (vivida com firmeza e sensibilidade por Milla Jovovich) é funcionária da embaixada americana em Londres, especializada em segurança e vetos para vistos de entrada nos Estados Unidos. Quando começa a suspeitar de um esquema envolvendo identidades falsas e possíveis ameaças terroristas, ela acaba se tornando peça-chave em um jogo sujo que ultrapassa fronteiras.

Após uma explosão devastadora, Kate é não só a única sobrevivente como também a principal suspeita. Agora, caçada pela polícia britânica, pela mídia e pelo verdadeiro culpado — um assassino frio e meticuloso conhecido como “O Relógio” (interpretado com precisão gélida por Pierce Brosnan) —, ela precisa correr contra o tempo para provar sua inocência e impedir um novo atentado iminente em plena virada de Ano Novo, em Nova York.

Foto: Reprodução/ Internet

Thriller com alma: ação com propósito

Mais do que cenas de perseguições e tiroteios, o longa-metragem levanta questionamentos relevantes sobre o quanto o sistema pode falhar com aqueles que nele acreditam, especialmente mulheres em ambientes de poder. A protagonista, mesmo altamente treinada, é desacreditada por seus pares, perseguida pelo governo e deixada à própria sorte — uma metáfora poderosa sobre o isolamento que acompanha quem decide fazer o certo quando todos preferem ignorar os sinais. Além disso, o longa tem um ritmo ágil e uma ambientação urbana que realça o senso de urgência, com destaque para as cenas nas ruas de Londres em meio à tensão política e paranoia coletiva.

Milla Jovovich, conhecida por sua força e entrega em filmes como Resident Evil, entrega aqui uma atuação mais contida e emocionalmente crua. Já Pierce Brosnan, ex-007, se afasta completamente do charme britânico para viver um vilão meticuloso, que planeja cada passo como se estivesse jogando xadrez com vidas humanas. Dylan McDermott também participa do filme como o aliado mais próximo de Kate — e talvez o único disposto a escutá-la.

“Perseguindo Abbott” é um convite a olhar para além do barulho das explosões e perceber as microexpressões de uma mulher determinada a ser ouvida. Em tempos de desinformação e julgamentos precipitados, o filme nos lembra o quanto é fácil culpar e o quão difícil pode ser confiar. Se você é fã de tramas que unem suspense, crítica política e personagens femininas fortes, a exibição desta terça promete prender sua atenção do início ao fim.

🎬 Quer rever o filme ou não vai conseguir assistir na TV?

O filme americano também está disponível no Prime Video, com aluguel a partir de R$ 6,90.

Frank Castle está de volta: especial sombrio do Justiceiro com Jon Bernthal entra em produção no Disney+

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Um justiceiro não esquece. E tampouco seus fãs. Após anos de especulações e pedidos insistentes nas redes sociais, Frank Castle está oficialmente de volta, e o retorno não poderia ser mais fiel às origens do personagem: solitário, sombrio e movido por dor.

A nova produção da Marvel Studios para o Disney+ — um especial de TV centrado no Justiceiro — já está em andamento. A confirmação veio com flagras de Jon Bernthal no set, caracterizado como Castle, e com declarações que não deixam dúvidas: esse retorno não será feito para suavizar o personagem, mas sim para reencarnar sua essência mais crua e emocional.

“Frank Castle não foge da escuridão. E essa história também não vai fugir. Ela não será confortável, nem feita para agradar todo mundo. Vai ser honesta”, revelou Bernthal em entrevista nos bastidores.

Um formato direto ao ponto — como o Justiceiro

Inspirado no modelo de Lobisomem na Noite, o especial do Justiceiro terá duração próxima à de um filme curto, mas com a estrutura narrativa de um episódio fechado. Nada de temporadas longas, tramas arrastadas ou arcos abertos demais. A proposta é impactar de imediato, com uma história coesa, intensa e voltada totalmente para o personagem.

A estreia está prevista para 2026, ano em que também chega ao streaming a aguardada segunda temporada de Demolidor: Born Again, consolidando o retorno dos heróis urbanos da Marvel para narrativas mais densas e adultas.

Uma equipe afiada, um elenco de peso

O projeto tem Dario Scardapane como showrunner — roteirista com histórico em tramas de ação e espionagem como Jack Ryan e The Bridge. A ideia é construir um especial que mergulhe no psicológico de Frank Castle sem abrir mão da violência estilizada que tornou o personagem icônico.

No elenco, o especial contará com Margarita Levieva, Sandrine Holt, Michael Gandolfini, Arty Froushan e Lou Taylor Pucci, em papéis ainda mantidos sob sigilo. A diversidade de nomes sugere um enredo que vai além da jornada solitária do anti-herói e pode explorar novos personagens do submundo urbano da Marvel.

Do silêncio ao impacto: o renascimento de um símbolo

Desde o fim da série original The Punisher (2017–2019), da Netflix, o futuro de Castle era incerto. O tom brutal e a abordagem madura da série conquistaram fãs, mas também causaram desconforto em estúdios que buscavam padronizar sua linha de conteúdo. A transição da Marvel para o Disney+ reacendeu o debate: haveria espaço para personagens mais complexos, violentos e moralmente ambíguos?

Com este especial, a resposta parece clara: sim, desde que haja propósito.

Jon Bernthal nunca escondeu que só voltaria ao papel se fosse para honrar a profundidade do personagem. E agora, com liberdade criativa e uma equipe alinhada com essa visão, o Justiceiro não apenas retorna — ele ressurge com algo a dizer.

“O Jogo de uma Vida” inspira a Sessão da Tarde da próxima segunda (21/07) com história real de superação no esporte

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Foto: Reprodução/ Internet

Na próxima segunda-feira, 21 de julho de 2025, a Sessão da Tarde, da Globo, apresenta um filme que vai muito além do esporte. “O Jogo de uma Vida”, dirigido por Thomas Carter, é uma daquelas histórias que tocam fundo e lembram o espectador do verdadeiro significado da palavra “vitória”. Baseado em uma história real, o longa acompanha a jornada de Bob Ladouceur, treinador de um time colegial que conquistou o impossível: 151 vitórias consecutivas no futebol americano estudantil — um feito que ainda hoje é lembrado como um dos maiores da história esportiva dos Estados Unidos.

Mas se engana quem pensa que o filme se resume a números e troféus. “O Jogo de uma Vida” é, acima de tudo, uma narrativa sobre fé, caráter, empatia e liderança. É sobre como um professor – antes de ser técnico – inspirou jovens a se tornarem mais do que atletas: cidadãos conscientes, resilientes e preparados para os desafios da vida.

Muito além do placar

Interpretado com profundidade por Jim Caviezel (conhecido por seu papel como Jesus em “A Paixão de Cristo”), Bob Ladouceur não é o típico herói hollywoodiano. Ele não grita, não impõe pelo medo, nem transforma seus jogadores com discursos inflamados. Pelo contrário. Sua liderança se manifesta em gestos contidos, na escuta paciente, nas perguntas feitas na hora certa. Ele guia pelo exemplo — e é isso que torna sua história tão poderosa.

Quando assumiu o modesto time dos Spartans de De La Salle High School, na Califórnia, Bob encontrou um grupo de garotos sem perspectiva, desacreditados até por eles mesmos. Em vez de buscar vitórias imediatas, ele plantou valores: humildade, disciplina, espírito coletivo. Os resultados, ironicamente, vieram como consequência — e não como obsessão.

E vieram em grande estilo: mais de uma década sem perder uma única partida. Mas o roteiro do filme, assim como a vida real, é cheio de reveses. Crises familiares, tragédias pessoais, problemas de saúde e pressões externas colocam à prova a fibra moral da equipe e a serenidade do treinador.

Elenco em sintonia revela emoção sem exageros

O elenco é um dos pontos altos do filme. Jim Caviezel constrói um Bob Ladouceur introspectivo, mas com firmeza espiritual impressionante, revelando o tipo de força silenciosa que transforma realidades. Ao seu lado, Laura Dern entrega uma atuação comovente como Bev Ladouceur, a esposa que acompanha de perto os altos e baixos do marido, equilibrando lucidez, amor e preocupação.

Michael Chiklis, no papel do assistente técnico Terry Eidson, funciona como a alma prática da equipe — mais direto, mais duro, mas igualmente apaixonado. Ele é o tipo de aliado que empurra para frente quando o caminho começa a parecer pesado demais.

Já os jovens atores — como Alexander Ludwig (da série “Vikings”) e Stephan James (“Selma”, “Se a Rua Beale Falasse”) — carregam nas costas o peso de representar uma geração pressionada por expectativas e carente de referenciais reais. Com honestidade, eles mostram que nem sempre é fácil ser jovem em um mundo que cobra vitórias, mas não ensina a lidar com derrotas.

Uma direção segura que entende o que realmente importa

A condução do diretor Thomas Carter, que já havia trabalhado no universo esportivo com “Coach Carter”, é sensível e eficiente. Carter não se prende ao clichê do “jogo do século” — embora as cenas de campo sejam empolgantes —, e prefere mergulhar nos bastidores das decisões, nos silêncios entre as jogadas, nos dilemas que se escondem no vestiário ou no jantar em família.

A fotografia é intimista quando precisa ser e enérgica nos momentos certos. A trilha sonora, discreta, colabora para uma narrativa que emociona sem manipular. O resultado é um filme que funciona tanto como entretenimento quanto como reflexão.

Lições para muito além do esporte

A exibição do filme em pleno 2025, na tradicional Sessão da Tarde, é mais do que uma escolha de grade. É um lembrete necessário em tempos de imediatismo e cultura da performance. Num mundo onde a vitória se tornou quase uma obsessão e o fracasso virou sinônimo de fraqueza, o filme vem com a força de uma parábola moderna: o que realmente significa vencer?

Bob Ladouceur ensina, com simplicidade, que a verdadeira vitória não está no placar, mas no crescimento pessoal, na integridade e na coragem de ser fiel aos próprios valores mesmo sob pressão. Não há prêmios para isso. Mas há transformação — e ela é profunda.

O legado que continua vivo

Na vida real, Bob Ladouceur se aposentou do cargo de técnico em 2013, após 34 anos dedicados ao ensino e ao esporte. Seu legado, no entanto, segue vivo. Mais do que títulos, ele deixou uma comunidade marcada por seus ensinamentos. Pais, professores e ex-alunos o reverenciam como um exemplo de ética, humanidade e compromisso com a juventude.

Sua filosofia — baseada na formação de caráter — hoje é estudada em universidades, clínicas esportivas e fóruns de liderança. Ele mostrou que um bom treinador não forma apenas jogadores: forma cidadãos. E que o impacto de um educador vai muito além dos muros da escola.

Um convite para ver (ou rever) com o coração aberto

“O Jogo de uma Vida” é um filme ideal para assistir em família, sozinho ou com amigos, especialmente em momentos em que precisamos reencontrar sentido em meio à correria do dia a dia. Ele emociona sem ser piegas, inspira sem precisar levantar bandeiras, e nos faz lembrar que cada escolha, por menor que pareça, pode transformar vidas.

E para quem perder a exibição na televisão, há uma boa notícia: o longa também está disponível para aluguel no Prime Video, com valores a partir de R$ 6,90. Uma ótima oportunidade para conhecer — ou revisitar — essa obra que emociona por dentro, nos lembrando que os melhores jogos da vida são aqueles em que se joga com o coração.

Marcos e Belutti levam seus maiores sucessos à Suhai Music Hall em show emocionante no dia 25 de outubro

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No dia 25 de outubro, os fãs de sertanejo têm um encontro marcado na Suhai Music Hall, em São Paulo. Marcos & Belutti, uma das duplas mais queridas do cenário nacional, sobem ao palco para um show que promete emocionar e celebrar uma trajetória marcada por grandes sucessos e conexões profundas com o público.

Com mais de 15 anos de estrada, a dupla construiu um legado sólido, repleto de canções que fizeram parte da vida de milhões. Hits como “Domingo de Manhã”, “Aquele 1%” e “Insubstituível” são exemplos do repertório que emociona diferentes gerações, revelando a força do trabalho e o carinho que Marcos & Belutti dedicam aos seus fãs.

Números que refletem paixão e dedicação

Mais do que os títulos e prêmios, a verdadeira medida do sucesso da dupla está na relação com o público. São mais de 2 bilhões de visualizações nos vídeos oficiais, 1 bilhão de streamings nas plataformas digitais e uma base fiel de mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais — números que atestam a proximidade e a admiração recíproca entre artistas e fãs.

Essa presença marcante mostra que Marcos & Belutti vão além das músicas: eles acompanham, celebram e emocionam a vida de muita gente, dia após dia.

O espetáculo preparado para encantar

A apresentação na Suhai Music Hall foi cuidadosamente pensada para oferecer um espetáculo à altura da carreira da dupla. O palco será o cenário ideal para reviver grandes sucessos e também apresentar novidades que reforçam a identidade única da dupla.

Com capacidade para receber o público com conforto, a casa oferece acessibilidade e estrutura completa, como ar-condicionado, para garantir que todos desfrutem da noite sem preocupações.

O show começa às 22h, mas as portas abrem duas horas antes, dando tempo para que o público se acomode e aproveite cada momento.

Informações importantes para o público

O evento é exclusivo para maiores de 16 anos, sendo que os jovens nessa faixa etária devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais para entrar. Essa medida reforça o compromisso com a segurança e o bem-estar do público.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online no site Ticket Store, com pagamento facilitado via cartão de crédito, débito ou PIX. A pré-venda exclusiva para clientes Suhai Seguradora começa no dia 28 de julho, a partir das 12h, seguida da venda geral no mesmo dia e horário.

Diversidade de opções para todos os gostos

Os fãs poderão escolher entre diferentes setores, que variam desde áreas VIPs mais exclusivas até plateias com preços acessíveis, contemplando tanto ingressos inteiros quanto meia-entrada. Essa variedade permite que o público encontre o espaço ideal para curtir a noite conforme sua preferência e orçamento.

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