“Five Nights at Freddy’s 2” ganha trailer eletrizante e aquece os fãs antes da Comic-Con 2025

0

Foi sem aviso, sem contagem regressiva, sem teaser antecipado. Horas antes do painel oficial da franquia na San Diego Comic-Con 2025, a Blumhouse Productions e a Universal Pictures surpreenderam o mundo do entretenimento com o lançamento do primeiro trailer de “Five Nights at Freddy’s 2” — sequência direta do filme de terror lançado em 2023, baseado na popular e sombria série de videogames criada por Scott Cawthon.

Com menos de dois minutos, o vídeo entregou uma amostra poderosa do que está por vir: um mergulho ainda mais profundo no trauma, na possessão e nos mistérios sombrios que assombram a Freddy Fazbear’s Pizza — o restaurante infantil que, há mais de uma década, deixou de ser apenas um cenário de horror digital e se transformou em símbolo de uma geração marcada pelo medo inteligente, psicológico e inesperado.

Previsto para chegar aos cinemas em 5 de dezembro de 2025, o novo filme traz de volta nomes já queridos pelos fãs — como Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard —, e ainda amplia seu elenco com nomes de peso como Skeet Ulrich, Wayne Knight, Mckenna Grace e Teo Briones. Um time formado por veteranos e jovens talentos, pronto para sustentar uma narrativa que equilibra tensão emocional, horror prático e um universo mitológico que não para de crescer.

O retorno à pizzaria que marcou uma geração

Para entender a magnitude desse lançamento, é preciso voltar ao início: 2014. Foi naquele ano que um jogo independente, com gráficos simples e atmosfera claustrofóbica, ganhou a internet — e o coração de milhões de jovens e adultos. “Five Nights at Freddy’s”, desenvolvido por Scott Cawthon, convidava os jogadores a passar cinco noites como seguranças noturnos em uma pizzaria onde os animatrônicos criavam vida durante a madrugada. Uma premissa aparentemente banal, mas que escondia um terror latente, psicológico, construído sobre silêncio, sons metálicos, ruídos de respiração e o constante temor do que poderia surgir do escuro.

A partir daí, a franquia cresceu em diversas mídias: jogos, livros, teorias de fãs, animações e, por fim, o aguardado salto para o cinema. Em 2023, o primeiro filme chegou cercado de expectativas — e, apesar de dividir opiniões da crítica, foi um sucesso estrondoso de bilheteria, superando os 270 milhões de dólares em arrecadação. O recado estava dado: o público não só conhecia a mitologia FNAF, como queria explorá-la ainda mais.

“Five Nights at Freddy’s 2”: uma produção com sangue novo e feridas abertas

A sequência foi anunciada em janeiro de 2024 pelo próprio Josh Hutcherson, que interpreta Mike Schmidt, o protagonista marcado pelo desaparecimento do irmão e pela culpa que carrega desde então. Em abril do mesmo ano, a Blumhouse confirmou oficialmente a produção do novo filme, mantendo Emma Tammi na direção e Scott Cawthon no roteiro — uma combinação que, agora, tem a missão de expandir o universo com mais profundidade e maturidade.

As filmagens ocorreram entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, em um set envolto por segredo. O que se sabe é que a Creature Shop de Jim Henson está de volta, responsável por dar vida aos animatrônicos — agora com novos rostos conhecidos dos jogos: Toy Freddy, Toy Chica, Toy Bonnie e The Puppet, ícones do segundo game.

Além do retorno de Mike, Abby (Piper Rubio) e Vanessa (Elizabeth Lail), o filme introduz Henry Emily, interpretado por Skeet Ulrich, personagem central na mitologia dos jogos e cofundador da Freddy Fazbear’s Pizza, com um passado tão perturbador quanto o de Afton. Os papéis de Wayne Knight, Mckenna Grace e Teo Briones ainda são mantidos sob sigilo, mas os fãs especulam: novos sobreviventes? Fantasmas do passado? Ou mais vilões na espreita?


Trailer: um aperitivo sombrio, denso e emocional

O trailer liberado mostra um salto narrativo e estético em relação ao primeiro filme. A atmosfera está mais carregada, o ritmo mais sufocante, e os temas parecem ganhar camadas existenciais. Logo nos primeiros segundos, vemos Abby, agora mais conectada com os animatrônicos, presa em uma sala escura, onde olhos brilham no escuro e vozes infantis ecoam em sussurros sinistros. Mike, mais fragilizado, revisita traumas familiares e tenta desvendar, junto com Vanessa, o legado macabro deixado por William Afton (Matthew Lillard).

O momento mais simbólico — e provavelmente mais comentado — do trailer mostra Henry Emily observando fotografias antigas da pizzaria, enquanto narra, com voz embargada: “Nós construímos aquilo para fazer as crianças sorrirem… mas enterramos gritos entre os brinquedos.”

Com essa fala, o filme parece propor um terror que ultrapassa o susto: um horror com memória, culpa e intenção.

Matthew Lillard, o peso do vilão com alma

Em entrevistas recentes, o ator Matthew Lillard demonstrou entusiasmo ao aprofundar ainda mais seu papel como William Afton — personagem com um contrato para três filmes. “O Afton do segundo filme é mais humano. O que o torna ainda mais monstruoso. Veremos suas motivações despidas, os limites que ele rompeu por obsessão, e o rastro de dor que ele deixa atrás de si”, disse o ator, emocionado ao relembrar como o papel mexeu com suas próprias questões como pai e artista.

Emma Tammi também compartilhou sua visão: “Neste capítulo, nosso foco é o peso das decisões. O que acontece quando o mal não morre? Quando ele se reinventa em outros corpos, outras máquinas, outras gerações? O horror de ‘FNAF 2’ não está só no que vemos, mas no que herdamos.”

Fãs, teorias e a promessa de um novo clássico do terror pop

A base de fãs de Five Nights at Freddy’s é uma das mais ativas e apaixonadas da cultura pop. Teorias surgem a cada novo frame, e o trailer já reacendeu debates antigos: será que o filme mostrará o “Bite of ’87”? Os animatrônicos serão possuídos por crianças assassinadas, como nos jogos? Vanessa seguirá o destino de sua contraparte nos games, Vanny?

Na internet, os fóruns já fervilham. Uma simples sombra no fundo da pizzaria ou um corte abrupto entre cenas são motivos para vídeos de 15 minutos no YouTube com títulos como: “Você percebeu isso no trailer de FNAF 2?” ou “Henry está vivo ou é só mais uma ilusão?”

E esse engajamento espontâneo é exatamente o que garante a longevidade da franquia: FNAF não é apenas sobre monstros. É sobre luto, culpa, inocência corrompida e a eterna tentativa de proteger o que restou da infância.

5 de dezembro: uma nova noite se aproxima

A estreia de Five Nights at Freddy’s 2 marca mais do que o lançamento de uma sequência. É a confirmação de que o terror pode ser autoral, simbólico e ainda assim, popular. Que é possível construir medo não só com sangue, mas com silêncio. Que um urso de pelúcia animatrônico pode carregar mais peso emocional do que muitos vilões com mil falas.

O segundo filme tem todos os ingredientes para se consolidar como o capítulo mais sombrio — e mais poderoso — da saga. Com um elenco afiado, uma equipe criativa conectada à alma da franquia e uma comunidade de fãs que nunca abandona seus personagens, o futuro parece promissor.

A pergunta que fica é: você está pronto para mais cinco noites?

Nesta quarta (30), GNT exibe conversa profunda de Tati Machado no “Fantástico Entrevista”

0

Nesta quarta, 30 de julho, o GNT exibe, logo após o “Saia Justa”, uma edição especial do quadro “Fantástico Entrevista”, conduzido por Renata Capucci. A jornalista visita a casa da apresentadora Tati Machado e do cineasta Bruno Monteiro para uma conversa íntima e tocante, marcada pela coragem de falar sobre o luto, o amor e a reconstrução.

Uma conversa para além das câmeras

Desta vez, o “Fantástico Entrevista” deixa os estúdios e ganha novos contornos ao entrar na casa de Tati Machado, em um cenário repleto de afeto, silêncio e memórias. Ali, longe do burburinho dos palcos e dos holofotes, a apresentadora divide, pela primeira vez com o público, um dos momentos mais difíceis de sua vida: a perda do filho Rael, ainda na gestação, após 33 semanas.

O episódio, que já emocionou o público da TV Globo no último domingo, ganha reapresentação no GNT, levando ao canal de TV por assinatura uma das entrevistas mais sinceras e emocionantes já realizadas pela jornalista Renata Capucci. A conversa é conduzida com delicadeza, respeito e empatia, mas, sobretudo, com humanidade — aquela que transforma a dor em algo partilhável.

Luto, amor e reconstrução

Ao lado do marido, o cineasta e diretor de fotografia Bruno Monteiro, Tati Machado abre o coração. Fala sobre o luto que ainda pulsa no cotidiano, da ausência física que contrasta com o amor que não deixou de existir. “A gente esperava o Rael com todo o nosso ser. E quando ele foi embora, a gente precisou reaprender a respirar”, confessa Tati com os olhos marejados, em um dos momentos mais intensos da conversa.

O casal fala sem subterfúgios sobre a dor que atravessa a experiência de perder um filho ainda na barriga. É um relato que rompe o silêncio que muitas famílias enfrentam — um silêncio muitas vezes imposto pela sociedade, pelo medo de não saber o que dizer, pelo receio de parecer invasivo, ou pela incapacidade de compreender tamanha dor.

Um lar marcado pela esperança

Durante a entrevista, as câmeras não registram apenas palavras. Elas revelam a atmosfera da casa de Tati e Bruno: um lar que ainda carrega sinais da espera por Rael. O quartinho do bebê, a parede decorada, os brinquedos… tudo ali permanece como memória viva da presença que não se concretizou fisicamente, mas que jamais será esquecida.

É nesse espaço de saudade e ternura que o casal reflete sobre maternidade e paternidade, sobre como reconstruir sonhos e seguir vivendo. “O amor pelo Rael não foi embora com ele. Ele continua aqui, na gente, nos detalhes da nossa casa, nas nossas conversas antes de dormir. O amor fica”, diz Bruno, emocionado.

Tati além da TV: uma trajetória de afeto com o público

Embora conhecida por seu carisma, talento e alto astral, a apresentadora revela nessa entrevista uma dimensão que muitos ainda não conheciam tão de perto: a da mulher forte que não tem medo de se vulnerabilizar. Seu sorriso, que tantas vezes iluminou as manhãs do público da Globo, convive com as lágrimas que agora ela não tem mais receio de mostrar.

A carreira dela é marcada por uma trajetória de esforço, leveza e paixão pela comunicação. Da infância nos bastidores do “Gente Inocente” ao sucesso na “Dança dos Famosos”, sua presença sempre foi sinônimo de empatia. E é essa mesma Tati — agora mais madura, atravessada por uma dor profunda — que continua conquistando o público, não com performances, mas com verdade.

Da dança ao silêncio: o outro lado do palco

Vencedora da “Dança dos Famosos” em 2024, ao lado do bailarino Diego Maia, Tati virou fenômeno nas redes sociais ao esbanjar talento, energia e bom humor. No entanto, poucos sabiam que, fora do palco, ela vivia uma montanha-russa emocional, acompanhando com amor cada etapa da gestação de Rael.

“Foi tudo muito planejado, muito amado. Quando a notícia da perda chegou, foi como se o chão tivesse sumido. Mas a gente decidiu não guardar isso só pra gente. Porque sabemos que muitas mulheres, muitos casais, passam por isso em silêncio”, conta Tati. Com essa decisão, ela transforma sua dor em gesto coletivo, abrindo espaço para que outras histórias também possam ser contadas.

Renata Capucci: empatia como condutora

A sensibilidade da entrevista também é mérito da jornalista Renata Capucci, que atua não apenas como entrevistadora, mas como interlocutora sensível, presente e respeitosa. Renata guia a conversa com delicadeza, permitindo que os silêncios também falem. “A dor precisa ser ouvida. E, às vezes, o silêncio é o que diz mais”, comenta ela nos bastidores.

Com produção de Marcela Amodio e edição de Daniel Targueta e Rafael Medeiros, o quadro ganha um tom quase documental, preservando a espontaneidade das respostas e os detalhes do ambiente, como o sofá em que o casal se apoia, os quadros na parede e até o cachorro que, em alguns momentos, surge no enquadramento, como um respiro carinhoso entre temas tão intensos.

Quando o pessoal é também coletivo

Ao se abrir sobre o luto, a comunicadora faz algo que vai além da exposição pessoal: ela politiza a dor. Traz à tona um tema que, embora íntimo, é profundamente coletivo. Abortos espontâneos, perdas gestacionais e a dor das mães que não seguram seus filhos nos braços são realidades invisibilizadas por muito tempo. Tati, ao compartilhar sua história, oferece acolhimento a outras mulheres — celebridades ou anônimas — que já passaram pelo mesmo.

“Se minha fala puder consolar alguém, já valeu a pena. Eu não queria que fosse necessário passar por isso para falar desse assunto, mas agora que aconteceu, eu me sinto no dever de ser voz”, diz ela.

Um futuro com outras possibilidades

Apesar da dor, a entrevista também carrega esperança. Tati e Bruno falam sobre a possibilidade de novos caminhos, de reconstruir sonhos e continuar a acreditar na vida. Não há promessas nem planos imediatos, mas há um sentimento de continuidade que se impõe. “A gente está reaprendendo a viver com leveza. E vamos vivendo dia após dia, com carinho, com respeito pela nossa dor, mas também com fé no que virá”, afirma Bruno.

“Hipertensão” | Clássico dos anos 80 da autora Ivani Ribeiro chega ao Globoplay Novelas em setembro

0
Foto: Arquivo/ TV Globo

Se você gosta de novelas que mexem com o coração, despertam curiosidade e trazem personagens que ficam na memória, no dia 1º de setembro, o Globoplay Novelas vai resgatar uma joia da teledramaturgia brasileira que ficou guardada por quase 40 anos. Estamos falando de Hipertensão, uma novela que marcou época, escrita pela talentosa Ivani Ribeiro, com um elenco que é puro talento e uma história que mistura mistério, drama e muito afeto.

Para quem não conhece, essa novela é daquelas que parecem feitas sob medida para quem ama um enredo cheio de segredos, com personagens que convivem com o peso do passado, mas que também sonham com o futuro. E o melhor: tudo isso ambientado na pacata e encantadora cidade fictícia de Rio Belo, onde as emoções se misturam entre a simplicidade da vida no interior e os dramas profundos que só as grandes histórias conseguem contar.

Imagine só a cena: três homens morando juntos em uma fazenda, tentando seguir a vida depois da perda das mulheres que amavam — e ainda por cima, essas mulheres eram irmãs trigêmeas! É assim que começa a trama de Hipertensão. Napoleão, Candinho e Romeu, interpretados por grandes nomes da nossa dramaturgia, compartilham essa vida de lembranças, memórias e também de muita convivência diária.

A rotina desses personagens é interrompida quando chega a cidade um grupo de artistas mambembes, uma trupe de teatro itinerante que traz frescor e novas perspectivas para Rio Belo. Entre eles está Carina, uma jovem atriz que mexe com os sentimentos dos três homens — e não é para menos. Carina é praticamente a cópia das irmãs trigêmeas que eles perderam, e esse detalhe desperta uma série de dúvidas e mistérios: será que um deles é seu pai? Como isso pode ser possível?

Esse segredo — que se desenrola lentamente, episódio após episódio — é o motor que move a novela, criando um clima de suspense e emoção que mantém a gente grudado na tela.

Apesar de toda a tensão e do mistério, a trama é uma história que fala profundamente sobre família. Ela mostra como o amor pode permanecer, mesmo após a perda, e como a esperança pode se renovar quando menos se espera.

A novela traz ainda um crime misterioso — o assassinato de Luzia — que cria uma teia de suspeitos, tensões e segredos. Cada personagem tem sua história, seus motivos e seu jeito particular de lidar com o acontecimento, o que deixa tudo ainda mais envolvente.

Quem já viu sabe que é impossível não se emocionar com a luta de Odete, mãe de Luzia, que busca justiça e, ao mesmo tempo, tenta lidar com a dor imensa da perda. Também é impossível não se apaixonar pelo radialista Túlio, que tem seu próprio jeito de amar e proteger aqueles que lhe são caros.

Um dos grandes diferenciais de Hipertensão é o elenco. Com nomes como Paulo Gracindo, Ary Fontoura, Cláudio Corrêa e Castro, Maria Zilda Bethlem, Elizabeth Savalla e tantos outros, a novela é uma verdadeira aula de interpretação. Muitos desses atores se tornaram ícones da televisão brasileira, e assistir a essa novela é como ter uma aula sobre a arte de atuar.

Para quem gosta de conhecer o trabalho dos veteranos e também quer ver nomes que continuaram brilhando no cenário atual, essa é uma chance imperdível. O carisma e a entrega desses artistas fazem toda a diferença na construção dessa história tão envolvente.

Por que Hipertensão ainda fala com a gente, mesmo depois de tantos anos?

É curioso pensar que uma novela escrita e exibida em meados dos anos 80 consegue ainda hoje tocar temas tão presentes na vida real. A busca por identidade, a reconstrução da família, o enfrentamento da perda e a sede por justiça são sentimentos universais que não têm prazo de validade.

Além disso, o cenário da pequena cidade – com suas tradições, fofocas, alianças e rivalidades – traz uma atmosfera que muita gente reconhece e sente saudade. É aquele lugar onde todo mundo se conhece, mas onde cada um esconde suas próprias dores.

E o melhor é que a narrativa, apesar de clássica, não envelheceu. Os mistérios continuam surpreendendo, e o jeito como a história é contada faz com que a gente se conecte com cada personagem, com suas dúvidas, medos e sonhos.

Onde e como assistir

Se você quer embarcar nessa viagem no tempo e se apaixonar por uma novela que combina drama, mistério e emoção, basta assinar o Globoplay e sintonizar o canal Globoplay Novelas a partir do dia 1º de setembro.

A novela vai ao ar de segunda a sexta, às 14h30, com reprises à noite, além de maratonas especiais aos domingos — para quem prefere ver tudo de uma vez só.

Vans patrocina I Wanna Be Tour pelo segundo ano consecutivo

0
Foto: Reprodução/ Internet

Em algum momento, entre um grito engasgado em refrão, uma lágrima borrando o delineador e um par de Vans batendo no chão da pista, o emo deixou de ser apenas um gênero musical ou uma estética dos anos 2000. Virou memória. Virou identidade. Virou uma forma de existir — intensa, exagerada e profundamente sincera. E em 2025, esse sentimento volta com tudo na I Wanna Be Tour, agora com a Vans cravando seu patrocínio pela segunda vez como quem diz: “tamo junto desde o começo, e ainda vamos mais longe”.

Mais do que uma parceria, é um reencontro de almas. De um lado, a Vans, símbolo eterno da rebeldia estilizada, da cultura de rua e do “faça você mesmo”. Do outro, uma legião de emos novos e veteranos que encontram nas guitarras distorcidas e nos versos cortantes o espaço para serem quem são — com todas as dores, exageros e abraços coletivos que esse estilo carrega.

E sim, vai ter muita franja no olho, coturno surrado, braços erguidos e camiseta preta colada no peito.

De volta ao epicentro emo: a tour que virou ritual

A I Wanna Be Tour 2025 chega com duas paradas: no dia 23 de agosto em Curitiba, na monumental Pedreira Paulo Leminski, e no dia 30 em São Paulo, no icônico Allianz Parque. Mas não é só uma turnê. É um portal. Um bilhete de volta para aquela época em que a vida era feita de MySpace, CDs riscados e letras que entendiam mais a gente do que os próprios pais.

O line-up está simplesmente arrebatador: Fall Out Boy, Good Charlotte, Yellowcard, Fresno, Gloria, Forfun, Dead Fish, The Veronicas, The Maine, Neck Deep, Story Of The Year e Fake Number. Um verdadeiro tratado sonoro sobre juventude, vulnerabilidade e caos emocional — tudo isso com muito estilo.

E se você ainda não garantiu ingresso… bom, emo que é emo vive no limite. Mas talvez seja uma boa correr, porque a chance de esgotar é quase tão grande quanto a vontade de chorar ouvindo “Sugar, We’re Goin Down”.

Raspe, ganhe e viva: ativações que já começam no pré-show

O rolê emo começa bem antes da banda subir no palco. A Vans, sabendo disso, criou uma série de ações promocionais para esquentar o coração dos fãs com brindes, mimos e — claro — aquele toque de exclusividade.

A começar pelas lojas físicas: quem gastar R$ 499,99 ou mais, recebe uma raspadinha temática. Os prêmios vão de descontos nos ingressos até kits exclusivos e até convites cortesia para a tour. E se você já tem ingresso na mão, ganha raspadinha em dobro. Porque emoção que é emoção é em dobro mesmo.

Passando de R$ 599,99, o presente fica ainda mais icônico: uma camiseta exclusiva Vans x IWBT, com design que une música e moda alternativa num só grito visual.

E tem mais. Em Curitiba e São Paulo, as lojas físicas da Vans vão distribuir bandanas temáticas em qualquer compra. No e-commerce, também tem brinde — porque ser emo de internet também vale, claro.

Uma geração que nunca deixou de sentir

Na plateia da I Wanna Be Tour, não importa se você chorou ouvindo NX Zero em 2007 ou se descobriu Paramore pelo TikTok em 2022. Emo não é sobre quando você entrou — é sobre como você se sente.

E nesse mar de sentimentos, a Vans está ali, firme como um refrão gritado do fundo do peito. A marca não está apenas “apoiando um festival”. Está honrando uma história. Está andando de mãos dadas com quem se vestia de preto para se proteger do mundo, com quem desenhava corações partidos no caderno e com quem ainda hoje precisa de um lugar para desabafar.

A Hora do Mal assusta no Programa Silvio Santos e esquenta estreia do novo terror da Warner Bros.

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite do último domingo, 3 de agosto, o público do Programa Silvio Santos com Patrícia Abravanel foi pego de surpresa — e não só pelas clássicas Câmeras Escondidas, mas por um crossover inusitado entre a televisão brasileira e o cinema de terror americano. Em parceria com a Warner Bros. Pictures Brasil, o SBT lançou uma nova pegadinha inspirada no filme A Hora do Mal, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira, dia 7.

Mas antes de qualquer susto, teve convite especial: Zach Cregger, diretor e roteirista do longa, apareceu em vídeo direto dos Estados Unidos para cumprimentar a audiência e convidar os brasileiros a conferirem seu novo filme nas telonas. O gesto mostra não só o respeito pela cultura pop brasileira, mas também o poder que a audiência do SBT ainda tem, principalmente quando se trata das câmeras escondidas mais tradicionais da TV nacional.

No centro da pegadinha, a atriz Camila Porfiro conduz “vítimas” para um suposto teste cognitivo em uma sala aparentemente comum. A tensão começa quando, sozinhos, os participantes assistem a um trecho do novo longa-metragem — e é aí que o terror ganha vida. Um garoto sinistro, interpretado pelo ator mirim Gui Rodrigues, surge literalmente da tela, rompendo a barreira entre ficção e realidade.

As reações são intensas: tem grito, correria, tropeço e até gente implorando para sair. O medo toma conta e o caos se instala, gerando não só susto, mas também risos inevitáveis para quem assiste de fora. É a velha receita da pegadinha do SBT, agora com uma pitada cinematográfica.

O filme é um dos lançamentos mais aguardados do gênero em 2025. Dirigido por Zach Cregger – o mesmo que conquistou o público e a crítica com o elogiado Noites Brutais (Barbarian, 2022) – o longa mergulha em uma trama sombria e inquietante, centrada no desaparecimento misterioso de crianças.

Agora imagine: você acorda no meio da madrugada e percebe que seu filho simplesmente sumiu. E não só ele – quase toda a turma da escola também desapareceu, ao mesmo tempo, sem deixar rastro. É exatamente assim que começa A Hora do Mal, um suspense que mexe com o psicológico. De uma hora pra outra, 17 crianças de uma mesma classe saem de casa sozinhas, como se estivessem sendo guiadas por alguma força invisível. Nenhum sinal de invasão, nenhum grito, nenhum alarde. Apenas o vazio. Uma única aluna permanece, mas está tão abalada quanto os pais desesperados e as autoridades em choque. Com a cidade inteira virando do avesso em busca de respostas, só uma coisa parece clara: o que quer que esteja por trás desse mistério vai muito além do que qualquer um pode imaginar.

Uma campanha que conversa com o público brasileiro

A escolha do SBT para promover o filme não foi ao acaso. As “Câmeras Escondidas” já viralizaram internacionalmente diversas vezes, principalmente quando envolvem temas sobrenaturais — vide as pegadinhas de Annabelle, Chucky e A Freira, que somam centenas de milhões de visualizações no YouTube. Há um histórico bem-sucedido entre a emissora e os estúdios de Hollywood, e isso mostra como a linguagem do humor, mesmo quando recheada de sustos, pode aproximar universos tão distintos.

Dessa vez, com A Hora do Mal, a fórmula é repetida com frescor e precisão. O timing é certeiro: a pegadinha vai ao ar poucos dias antes da estreia do filme, criando o chamado “buzz” nas redes sociais e nas conversas de segunda-feira. É marketing com cara de entretenimento — e o público adora.

O filme conta com um elenco de respeito: Josh Brolin (de Sicario e Vingadores: Guerra Infinita), Julia Garner (Ozark), Alden Ehrenreich (Han Solo), Benedict Wong (Doutor Estranho), Austin Abrams, June Diane Raphael e Amy Madigan. A produção começou em Atlanta, em junho de 2024, e a estreia nos Estados Unidos está marcada para 8 de agosto, um dia depois da estreia no Brasil e em Portugal.

Um detalhe curioso é que Pedro Pascal estava originalmente escalado para o papel principal, mas precisou abandonar o projeto por conta das filmagens de Quarteto Fantástico (2025). Quem assumiu seu lugar foi Brolin, garantindo uma nova pegada ao personagem central.

Outro destaque é a influência de Magnólia (1999), filme de Paul Thomas Anderson, na construção narrativa de Weapons. A ideia de tramas paralelas que se entrelaçam aos poucos — e que podem ou não ter relação direta — é um dos pilares estruturais do roteiro de Cregger. Isso significa que o filme não entrega tudo de bandeja: exige atenção, interpretação e, claro, coragem.

Saiba qual filme vai passar no Cinema em Casa deste sábado (09)

0

Neste sábado, 9 de agosto de 2025, o SBT traz para o público em sua sessão Cinema em Casa o filme Esquadrão Tigre, uma produção chinesa que mistura ação, comédia e guerra em uma trama ambientada no turbulento cenário da Segunda Guerra Mundial. Com direção e roteiro de Ding Sheng, o longa traz ninguém menos que Jackie Chan no papel principal, estrelando como Ma Yuan, um ferroviário que lidera um grupo de combatentes da liberdade em uma missão para sabotar a ocupação japonesa na China.

O longa-metragem foi lançado originalmente em 2016 e rapidamente chamou a atenção pela combinação inusitada de gêneros. O filme não é apenas uma obra de ação — cheia de cenas de luta coreografadas e sequências de tensão — mas também um exemplo de comédia, com o típico humor físico e carismático de Jackie Chan, conhecido por seu estilo único que mistura acrobacias e comicidade.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a história se passa em dezembro de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando o Japão expandia sua ocupação para o Sudeste Asiático, incluindo partes da China. A ferrovia que liga Tianjin a Nanjing, importante rota estratégica, é tomada pelas forças japonesas e fortemente vigiada para garantir o transporte militar. É neste contexto que surge Ma Yuan, um trabalhador ferroviário comum, que decide lutar contra a invasão. Com seu conhecimento profundo das rotas ferroviárias, ele forma um grupo de combatentes chamado “Tigres da Ferrovia”, que luta para sabotar os planos do inimigo usando táticas criativas e improvisadas.

O enredo

Ao contrário dos tradicionais filmes de guerra que se apoiam em batalhas grandiosas e exércitos organizados, Esquadrão Tigre mostra uma resistência mais simples, porém corajosa, de pessoas comuns. Sem armas poderosas nem treinamento militar, Ma Yuan e seu grupo usam o que têm à mão: martelos, pás, tábuas soltas nos trilhos e até trens desviados. Essa abordagem gera cenas tensas, mas também divertidas, pois mostra como a inteligência e a coragem podem fazer a diferença mesmo diante de uma força militar muito maior.

O ponto alto do filme é a missão de explodir uma ponte ferroviária fortemente guardada, um ato de sabotagem que pode mudar o curso da guerra naquela região. A tensão cresce conforme os Tigres enfrentam dificuldades, tiros errados e reforços japoneses, e mesmo desorganizados, o grupo protagoniza momentos de heroísmo, camaradagem e sacrifício.

Jackie Chan

Para quem conhece o trabalho de Jackie Chan, a escolha do ator para o papel de Ma Yuan é certeira. Chan é famoso mundialmente por seus papéis em filmes que misturam artes marciais, ação e comédia — como nas franquias A Hora do Rush e Police Story. Aqui, ele traz seu carisma e sua habilidade de luta para um contexto histórico, tornando Ma Yuan um personagem que é ao mesmo tempo heróico e acessível.

Além de atuar, Jackie Chan também contribuiu para tornar o filme uma experiência mais leve em meio ao drama da guerra, graças às sequências cômicas que aliviam a tensão sem tirar a seriedade da causa defendida pelos personagens. O filme também conta com a participação de Jaycee Chan, filho de Jackie, que interpreta Rui Ge, adicionando um toque familiar ao elenco.

Elenco e personagens que complementam a trama

O elenco de Esquadrão Tigre é diverso e composto por talentos do cinema chinês, como Huang Zitao, Wang Kai, Darren Wang e Xu Fan. Cada personagem tem seu momento de destaque, representando diferentes perfis dentro da resistência: desde os mais impulsivos até os estrategistas mais cuidadosos. A participação especial de Andy Lau, renomado ator e cantor asiático, como Professor, também enriquece a produção, trazendo um personagem misterioso e com uma aura de sabedoria que ajuda o grupo.

Curiosidades do filme

Com um orçamento estimado em 50 milhões de dólares, o filme teve cenas ferroviárias filmadas com trens a vapor em Diaobingshan, proporcionando uma ambientação realista e visualmente impressionante. A direção de Ding Sheng — conhecido por seu trabalho em filmes de ação — equilibra bem o ritmo entre cenas explosivas e momentos mais leves, garantindo que o filme não perca a atenção do espectador.

Além disso, Esquadrão Tigre foi distribuído internacionalmente pela Well Go Entertainment, alcançando públicos em territórios de língua inglesa, como América do Norte, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, o que mostra o apelo global da história.

Foto: Reprodução/ Internet

Recepção crítica e comercial

Nas bilheterias chinesas, o filme teve um desempenho sólido, arrecadando aproximadamente 215 milhões de yuans (cerca de 30 milhões de dólares) em seu fim de semana de estreia, e somando ao redor de 697 milhões de yuans durante toda sua exibição local. Esses números mostram que a combinação de ação e comédia, aliada ao apelo patriótico da história, conquistou o público na China.

Por outro lado, a recepção crítica foi mista, com uma avaliação no Rotten Tomatoes em torno de 38% de aprovação, indicando que, embora o filme tenha seus méritos, a crítica apontou falta de foco e mudanças bruscas de tom. Mesmo assim, muitos fãs de Jackie Chan consideram Esquadrão Tigre uma homenagem ao estilo clássico do ator, com sequências de ação criativas e momentos engraçados que remetem aos seus trabalhos mais icônicos.

Por que assistir ao Esquadrão Tigre no Cinema em Casa?

Em tempos em que as plataformas de streaming dominam a forma como consumimos cinema, uma sessão de filme na TV aberta como o Cinema em Casa do SBT é uma oportunidade para redescobrir obras que talvez passaram despercebidas. Esquadrão Tigre é uma dessas produções que, apesar de não ser um blockbuster global, oferece uma experiência divertida e emocionante para quem gosta de filmes de ação com uma pitada de humor.

Além disso, o filme traz uma perspectiva histórica pouco explorada no cinema ocidental — a resistência chinesa durante a ocupação japonesa — e mostra como o cinema pode ser um veículo para contar histórias de coragem e luta por liberdade, mesmo que através do entretenimento.

Patrulha das Fronteiras desta quarta (13/08) – Casos inusitados, como pele de urso e passaporte de falecido, agitam o episódio

0

Nesta quarta-feira,13 de agosto, a partir das 22h45, o programa Patrulha das Fronteiras, exibido pela Record TV e apresentado por Reinaldo Gottino, mergulha no universo das alfândegas internacionais, mostrando como agentes ao redor do mundo lidam com situações inusitadas, arriscadas e, por vezes, surpreendentes. Com um olhar atento à fiscalização de portos e aeroportos, o programa revela histórias curiosas que vão muito além do que o passageiro comum imagina ser possível levar na bagagem.

O episódio desta semana promete prender a atenção do público com uma sequência de casos que desafiam a lógica e, ao mesmo tempo, evidenciam o trabalho detalhista dos agentes na prevenção de crimes transnacionais. Entre os itens apreendidos estão uma pele de urso, um colete com drogas escondidas, passaportes de pessoas já falecidas, chifres de cervo e até líquidos suspeitos, além de plantas medicinais proibidas e passageiros com histórias pessoais que despertam a atenção das autoridades.

O trabalho diário das fronteiras

As fronteiras internacionais são muito mais do que simples pontos de passagem de viajantes e mercadorias. Elas funcionam como barreiras estratégicas para impedir a circulação de itens ilícitos, proteger a saúde pública e garantir que leis nacionais e internacionais sejam respeitadas. Nesse cenário, a rotina dos agentes é intensa, exigindo atenção aos detalhes e uma intuição apurada para identificar irregularidades.

Reinaldo Gottino, ao apresentar Patrulha das Fronteiras, leva o público para dentro desse universo, mostrando não apenas a técnica dos profissionais, mas também a pressão emocional que acompanha cada decisão. Entre scanners de bagagens, interrogatórios e procedimentos legais, cada apreensão pode representar desde uma pequena irregularidade até a interrupção de um esquema de tráfico internacional.

O episódio desta quarta ilustra bem a diversidade de situações enfrentadas pelos agentes, revelando que a rotina na fronteira vai muito além da fiscalização convencional.

Casos curiosos e apreensões surpreendentes

Um dos casos mais impactantes do episódio envolve a apreensão de pele de urso na bagagem de um viajante. A situação chamou atenção não apenas pela ilegalidade do transporte de espécies protegidas, mas também pela forma como o item foi disfarçado entre roupas e objetos pessoais. O episódio evidencia a importância da fiscalização rigorosa e do conhecimento sobre legislações ambientais, mostrando que agentes precisam estar preparados para identificar desde pequenos produtos proibidos até animais exóticos escondidos.

Outro caso que surpreendeu os profissionais foi a descoberta de um colete contendo drogas escondidas. Disfarçado de equipamento pessoal, o item era aparentemente inofensivo, mas a inspeção minuciosa revelou substâncias ilícitas dentro de compartimentos ocultos. Esse tipo de apreensão ilustra o nível de criatividade dos criminosos e a necessidade de agentes altamente treinados para detectar tentativas sofisticadas de transporte de drogas.

Além dessas apreensões, o episódio mostra situações peculiares envolvendo passaportes de pessoas já falecidas. Em alguns casos, indivíduos tentaram utilizar documentos inválidos para contornar sistemas de controle de imigração. Embora possa parecer um caso estranho, a ação dos agentes é fundamental para impedir fraudes e garantir a segurança de fronteiras nacionais e internacionais.

Outros itens curiosos também chamam a atenção no episódio: chifres de cervo, frascos com líquidos suspeitos e plantas medicinais. Cada um desses casos revela uma faceta diferente da fiscalização, seja na proteção de espécies ameaçadas, na prevenção de transporte de substâncias perigosas ou na garantia de cumprimento de regras sanitárias e fitossanitárias.

Pessoas e histórias por trás das bagagens

Mais do que objetos, a Patrulha das Fronteiras também registra histórias humanas surpreendentes. Entre os episódios exibidos nesta quarta, um caso chamou atenção: um estudante que viajava para estudar na Alemanha, mas não falava alemão. A situação gerou estranhamento nos agentes, levantando questionamentos sobre planejamento, imigração e intenções de viagem. Esses momentos humanizam o programa, mostrando que, por trás das bagagens e das apreensões, existem pessoas com trajetórias, escolhas e, às vezes, contradições inesperadas.

A apresentação de Gottino ressalta a dimensão humana dessas situações. Não se trata apenas de mostrar objetos ilícitos, mas de contextualizar cada caso, trazendo à tona a realidade de viajantes, agentes e familiares. A narrativa destaca a responsabilidade social da fiscalização, que protege não só a lei, mas também a integridade de pessoas e do meio ambiente.

A tecnologia a serviço da segurança

Outro ponto destacado pelo programa é o uso de tecnologia avançada na fiscalização. Scanners corporais, máquinas de raio-X, sensores químicos e inteligência artificial são apenas algumas das ferramentas utilizadas pelos agentes para identificar irregularidades. A combinação entre tecnologia e experiência humana aumenta significativamente a eficiência da fiscalização, permitindo apreensões precisas e minimizando riscos.

O episódio mostra como essas ferramentas são aplicadas em tempo real, com agentes realizando inspeções detalhadas e cruzando informações para garantir que nada passe despercebido. Em muitos casos, a tecnologia permite detectar itens escondidos de maneira engenhosa, como o colete com drogas ou os líquidos suspeitos, reforçando a importância do investimento contínuo em inovação.

Netflix divulga trailer oficial e confirma estreia da 3ª temporada de A Diplomata

0
Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix revelou o trailer oficial da tão aguardada terceira temporada de A Diplomata, e as expectativas não poderiam ser maiores. A série, que conquistou público e crítica com seu suspense político inteligente e personagens complexos, retorna para mergulhar ainda mais fundo nas tensões internacionais e nos dilemas pessoais de Kate Wyler, interpretada com intensidade por Keri Russell.

Criada por Debora Cahn, a trama acompanha Kate, uma diplomata experiente que, de forma inesperada, assume o cargo de embaixadora dos Estados Unidos no Reino Unido. Com essa nomeação chega também uma crise internacional que desafia sua habilidade, paciência e ética. A cada episódio, a protagonista precisa equilibrar decisões de impacto global com sua própria vida pessoal, explorando os limites do poder, da lealdade e da ambição.

A terceira temporada promete colocar Kate em um ponto crítico de sua carreira e de sua vida pessoal. Depois de acusar a então vice-presidente Grace Penn (Allison Janney) de tramarem um plano terrorista e expor suas ambições presidenciais, Kate agora enfrenta as consequências dessa denúncia. Com a morte inesperada do presidente dos Estados Unidos, e com suspeitas envolvendo seu marido, Hal Wyler (Rufus Sewell), mesmo que de forma indireta, Kate é lançada em um cenário de intrigas e incertezas.

Grace Penn assume o comando da Casa Branca, e Hal, determinado a apoiar a ascensão de Kate à vice-presidência, enfrenta dilemas éticos que testam a própria moralidade. Neste novo cenário, Kate precisa navegar uma liberdade política inédita e, ao mesmo tempo, lidar com tensões pessoais profundas, equilibrando ambições, responsabilidades e sentimentos conflitantes.

Um drama político reconhecido pela crítica

Desde sua estreia, a série tem recebido elogios por seu roteiro ágil, desenvolvimento de personagens e atuações impressionantes. Keri Russell e Allison Janney se destacam com performances intensas e complexas, mostrando diferentes facetas de poder, ambição e vulnerabilidade. Russell, indicada a dois Primetime Emmy Awards, dois Screen Actors Guild Awards e dois Globos de Ouro, dá vida a uma protagonista multifacetada que lida com pressão extrema, tanto profissional quanto pessoal. Janney, por sua vez, constrói uma vice-presidente estratégica, ambiciosa e implacável, cuja moralidade é constantemente questionada.

A série também se diferencia por mostrar a diplomacia de forma realista e detalhada, longe dos clichês de escândalos ou conspirações superficiais. Ela revela o trabalho silencioso dos diplomatas, as negociações delicadas e a complexidade de decisões que moldam o destino de países inteiros.

Um elenco de peso e personagens memoráveis

Além de Keri Russell e Allison Janney, o elenco conta com Rufus Sewell, David Gyasi e Bradley Whitford, entre outros nomes de destaque como Ali Ahn, Rory Kinnear, Ato Essandoh, Celia Imrie e Miguel Sandoval. Cada personagem tem um arco bem definido, com motivações e conflitos próprios que se entrelaçam à narrativa principal, criando uma teia de relações pessoais e políticas que mantém o público atento e envolvido.

A interação entre os personagens reflete não apenas estratégias de poder, mas também dilemas humanos: ambição, lealdade, traição, amor e arrependimento são explorados de forma profunda, oferecendo à série uma densidade emocional rara no gênero político.

Diplomacia, ambição e humanidade

Um dos pontos mais fascinantes da série é a maneira como a política é humanizada. Kate Wyler, no centro de decisões globais, também lida com crises pessoais, casamento em tensão e relações complexas com colegas e adversários. A série mostra que cada decisão política carrega consequências emocionais, revelando o lado humano por trás do jogo de poder.

Ao invés de reduzir a narrativa a escândalos e conspirações, The Diplomat transforma a diplomacia em uma arte estratégica, onde palavras, gestos e escolhas podem alterar destinos. Essa abordagem permite que o público compreenda a importância das negociações internacionais e o impacto real das ações de líderes e diplomatas.

O que esperar da 3ª temporada?

A terceira temporada intensifica os riscos e desafios para Kate. A ascensão de Grace Penn à presidência, os segredos envolvendo Hal e a complexidade das relações com Austin Dennison e Todd Penn prometem criar uma narrativa multifacetada, onde o suspense político se mistura ao drama pessoal.

O público pode esperar episódios carregados de tensão, estratégias políticas afiadas, reviravoltas inesperadas e momentos de introspecção. Cada decisão de Kate Wyler é uma prova de sua inteligência, coragem e resiliência, fazendo com que a série seja, ao mesmo tempo, um thriller político e uma história profundamente humana.

A Hora do Mal retorna ao topo das bilheterias e ultrapassa US$ 250 milhões com suspense sobrenatural intenso

0
Foto: Reprodução/ Internet

O terror e o suspense continuam dominando as telas de cinema em 2025, e neste final de semana, A Hora do Mal reafirmou seu poder de atração ao retornar à liderança das bilheterias norte-americanas. O longa, dirigido por Zach Cregger, arrecadou impressionantes US$ 12,4 milhões apenas nos Estados Unidos, consolidando um total de US$ 134,6 milhões na bilheteria doméstica. Internacionalmente, o filme já soma cerca de US$ 250 milhões, um desempenho notável especialmente se considerarmos seu orçamento relativamente modesto de US$ 38 milhões. Esses números colocam o longa de terror entre os maiores sucessos de terror do ano e demonstram a força contínua do gênero no público global.

Foto: Reprodução/ Internet

Elenco de peso e atuações envolventes

Um dos pontos fortes do filme é, sem dúvida, seu elenco diversificado e talentoso. Josh Brolin, Julia Garner, Alden Ehrenreich, Cary Christopher, Benedict Wong, Amy Madigan e Austin Abrams se revezam em personagens que transitam entre o cotidiano e o sobrenatural, criando uma atmosfera de tensão constante. Cada ator contribui de forma significativa para a narrativa, tornando os sustos mais eficazes e a trama mais envolvente. A química entre Julia Garner, que interpreta a professora Justine Gandy, e Alden Ehrenreich, no papel de Archer Graff, é particularmente destacada, oferecendo momentos de drama e suspense que prendem o espectador à tela.

Além disso, a direção de Cregger combina elementos de terror psicológico e sobrenatural, construindo um ritmo que alterna tensão e alívio de maneira precisa, mantendo o público atento do começo ao fim. O equilíbrio entre medo, mistério e desenvolvimento de personagens é uma das razões pelas quais o filme tem sido tão bem recebido pela crítica e pelo público.

Um enredo que mistura suspense e sobrenatural

“A Hora do Mal” se passa em Maybrook, Pensilvânia, cidade pequena que se vê abalada pelo desaparecimento de dezessete crianças em uma única noite. O único sobrevivente é Alex Lilly, aluno da professora Justine Gandy, que rapidamente se torna o centro das atenções da investigação. Justine, afastada do cargo após ser suspeita de negligência, enfrenta não apenas a pressão da comunidade, mas também uma crise pessoal, lidando com recaídas no alcoolismo enquanto tenta compreender os eventos misteriosos que cercam os desaparecimentos.

Conforme a narrativa se desenrola, Justine se une a Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, para tentar desvendar o mistério. Eles enfrentam situações cada vez mais perigosas: moradores sob feitiços, sonhos perturbadores e a constante ameaça de Gladys, uma figura misteriosa que se apresenta com maquiagem de palhaço e habilidades sobrenaturais, capaz de manipular adultos e controlar o destino das crianças.

Gladys: a vilã que eleva o terror

O ponto alto do filme é a revelação de Gladys, tia de Alex, que se mostra uma bruxa poderosa. Ela utiliza feitiços para manter as crianças presas em seu porão, ao mesmo tempo em que exerce controle sobre os pais e outros habitantes da cidade, drenando suas energias vitais para aumentar seu poder. Cada aparição de Gladys provoca tensão imediata, e suas interações com Justine e Archer aumentam a adrenalina da trama.

As cenas de confronto direto entre os protagonistas e os seguidores enfeitiçados da vilã são cuidadosamente coreografadas, combinando ação, suspense e horror sobrenatural de forma coerente. A direção de Zach Cregger consegue equilibrar o terror explícito com elementos psicológicos, criando momentos em que o medo é tanto visual quanto emocional. Este equilíbrio é um dos fatores que diferencia o terror americano de outros filmes do gênero lançados recentemente.

Produção técnica e efeitos visuais de destaque

Outro elemento que contribui para o sucesso do longa é a produção técnica de alto nível. A fotografia sombria e cuidadosamente planejada intensifica o clima de suspense, enquanto a trilha sonora provoca arrepios nos momentos certos. Os efeitos especiais, apesar de sutis em algumas cenas, são fundamentais para a construção do terror sobrenatural, permitindo que o público sinta a presença ameaçadora de Gladys e a tensão crescente em Maybrook.

A direção de arte também merece destaque: os cenários reforçam o clima de mistério e perigo, desde a escola silenciosa e vazia até a casa de Alex, transformada em um espaço opressor pelo poder de Gladys. A atenção aos detalhes, como objetos aparentemente inofensivos que escondem pistas ou ameaças, contribui para a experiência imersiva e mantém os espectadores envolvidos na trama.

Repercussão internacional e impacto cultural

Desde sua estreia em 7 de agosto no Brasil, com distribuição da Warner Bros. Pictures, o longa-metragem tem conquistado público e crítica. O longa também estreou em Portugal, distribuído pela Cinemundo, ampliando ainda mais seu alcance internacional. Críticos destacam não apenas os sustos inteligentes e a narrativa envolvente, mas também a profundidade emocional dos personagens, que adiciona camadas de drama ao terror.

Por que “A Hora do Mal” é imperdível

O longa-metragem considerado uma experiência cinematográfica completa, equilibrando suspense psicológico, mistério e elementos sobrenaturais. Sustos são entregues de maneira inteligente, evitando clichês do gênero e mantendo o público em constante expectativa. As atuações consistentes do elenco, combinadas com a direção segura de Cregger, resultam em um longa que é ao mesmo tempo aterrorizante e emocionalmente envolvente.

O roteiro bem estruturado permite que cada cena contribua para o desenvolvimento da história, seja revelando informações cruciais sobre o desaparecimento das crianças ou aumentando a tensão em confrontos diretos com Gladys. Esse cuidado narrativo transforma “A Hora do Mal” em uma obra que se destaca em um ano repleto de lançamentos de terror, consolidando-se como referência em qualidade e inovação.

Call of Duty | Paramount confirma filme live-action inspirado na icônica franquia de jogos

0

Na manhã da última terça, 2 de agosto, uma notícia fez barulho no mundo dos games e do cinema: a Paramount confirmou oficialmente a produção de um filme live-action inspirado em Call of Duty, franquia que se tornou sinônimo de adrenalina, guerras históricas e ação cinematográfica desde 2003.

Segundo comunicado, o longa será “projetado para empolgar sua enorme base global de fãs ao entregar as características que tornaram a franquia icônica, ao mesmo tempo em que expande ousadamente a saga para públicos totalmente novos”. É a primeira vez que a promessa de um longa baseado em Call of Duty ganha contornos oficiais e, desta vez, parece que não há volta: Hollywood decidiu entrar de vez nesse campo de batalha.

Uma franquia que definiu gerações

Lançado em 2003, o primeiro Call of Duty nasceu como um jogo de tiro em primeira pessoa ambientado na Segunda Guerra Mundial. À época, os jogadores foram surpreendidos pelo realismo das missões e pela intensidade das batalhas. Não se tratava apenas de mirar e atirar: havia uma sensação de imersão, de estar dentro do front, lado a lado com outros soldados.

Esse diferencial logo destacou Call of Duty de seus concorrentes. Enquanto Medal of Honor ainda reinava, a nova franquia mostrou ousadia ao oferecer narrativas paralelas em diferentes perspectivas – do exército americano, britânico e soviético. Foi o início de um legado que, ao longo dos anos, expandiria horizontes.

Hoje, com mais de 400 milhões de cópias vendidas e faturamento acima de US$ 15 bilhões, a série não é apenas um game: é parte da cultura pop global. Personagens como o capitão Price ou Alex Mason se tornaram símbolos para gerações, tão icônicos quanto protagonistas de filmes de ação clássicos. Para muitos jovens, Call of Duty foi a primeira porta de entrada para histórias de guerra, política internacional e até mesmo dilemas éticos sobre o que significa estar em combate.

A jornada até Hollywood

Não é de hoje que Call of Duty é visto como material perfeito para cinema. Desde 2015, quando a Activision Blizzard criou uma divisão dedicada a filmes e TV, circulavam boatos sobre um possível universo cinematográfico inspirado na franquia. Chegou-se a falar em algo semelhante ao modelo da Marvel, com múltiplos filmes interconectados.

Mas o tempo passou, os planos ficaram engavetados, e muitos acreditaram que o projeto não sairia do papel. Agora, quase uma década depois, a Paramount assumiu a missão de transformar esse sonho em realidade.

A escolha do estúdio também faz sentido. A Paramount busca reforçar seu catálogo de grandes franquias globais, e Call of Duty traz justamente isso: uma marca consolidada, com alcance mundial e um público jovem extremamente engajado. Para Hollywood, é uma equação perfeita – desde que o resultado nas telas esteja à altura da expectativa.

O que esperar da adaptação?

Ainda não há informações sobre o enredo, direção ou elenco, mas os jogos oferecem um cardápio riquíssimo de possibilidades narrativas. O desafio será escolher qual caminho seguir – e como transportá-lo para um formato de duas horas de cinema.

Uma opção natural seria voltar às origens e explorar a Segunda Guerra Mundial. Imagine cenas recriando a Batalha de Stalingrado ou o Dia D, com a grandiosidade de produções como O Resgate do Soldado Ryan. Seria um aceno à nostalgia dos fãs mais antigos.

Outra possibilidade é apostar na série Modern Warfare, a mais popular da franquia. Com terrorismo, espionagem e personagens queridos, essa linha narrativa já nasceu com espírito cinematográfico. Uma adaptação desse arco teria forte apelo tanto para fãs quanto para o público leigo.

A franquia Black Ops, com seu clima sombrio de Guerra Fria, conspirações e missões secretas, também se mostra promissora. A mistura de mistério e ação renderia um thriller eletrizante.

Há ainda a chance de criar uma história inédita, inspirada nos elementos que tornaram Call of Duty tão marcante: camaradagem entre soldados, missões impossíveis e ação ininterrupta. Essa escolha daria liberdade criativa e evitaria comparações diretas com os jogos.

O peso da expectativa dos fãs

Se há algo certo é que os fãs de Call of Duty estarão atentos a cada detalhe do longa. Essa comunidade é apaixonada, mas também exigente. Para eles, não basta ver explosões ou batalhas: é preciso sentir que o filme traduz a intensidade e a emoção que os jogos entregam.

Esse nível de cobrança pode ser tanto uma vantagem quanto uma ameaça. A vantagem é que há um público garantido, pronto para lotar as salas de cinema. O risco é que qualquer deslize – seja na caracterização de personagens, na escolha de armas ou até na condução da narrativa – pode gerar críticas virulentas nas redes sociais.

Hollywood tem aprendido a lidar com esse desafio. Filmes como Sonic ou Uncharted mostraram que adaptações de games podem sim conquistar tanto fãs quanto espectadores casuais. A expectativa é que Call of Duty siga esse mesmo caminho.

Call of Duty e a cultura pop

Mais do que números impressionantes de vendas, Call of Duty moldou a forma como a cultura pop enxerga guerras e batalhas virtuais. Seus gráficos realistas, campanhas emocionantes e missões históricas colocaram jogadores dentro de narrativas dignas de cinema.

Não é exagero dizer que muitos fãs sentem que já “viram” um filme de Call of Duty ao jogar. Cenas como a invasão ao Rio de Janeiro em Modern Warfare 2 ou os conflitos secretos de Black Ops são lembradas como se fossem trechos de grandes produções de Hollywood.

Essa natureza cinematográfica é justamente o que torna a adaptação tão promissora. O DNA da franquia sempre esteve próximo da linguagem do cinema. A diferença é que, agora, essa experiência ganhará uma tela muito maior.

Desafios de produção

Apesar do entusiasmo, a tarefa não será simples. Produzir um filme à altura da franquia exigirá um orçamento milionário. Grandes batalhas, efeitos especiais de ponta e locações ao redor do mundo demandam investimentos pesados.

Outro dilema será a classificação indicativa. Os jogos são conhecidos pela violência explícita e pela abordagem crua da guerra. A Paramount terá de decidir se mantém esse tom adulto ou se suaviza para atingir um público mais amplo.

Há também o desafio narrativo: como recriar no cinema a sensação de imersão que só um jogo consegue oferecer? Jogar Call of Duty é interagir, decidir, estar no centro da ação. Já assistir a um filme é uma experiência passiva. Encontrar o equilíbrio entre fidelidade e linguagem cinematográfica será talvez a prova mais difícil do projeto.

almanaque recomenda