Winny e Satang estampam a capa da RIZZ Magazine e celebram o sucesso de That Summer

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Os atores Winny Thanawin (O Presidente da Minha Escola, Estrela na Minha Cabeça e Somos amigos) e Satang Kittiphop (Wednesday Club, Nosso céu e The Gifted: Graduation), uma das duplas mais queridas da nova geração de astros tailandeses, são as grandes estrelas da nova edição da RIZZ Magazine. A capa, lançada nesta semana, celebra o sucesso da série That Summer, já em exibição pela GMMTV, e consolida o momento de ascensão da dupla, cuja química dentro e fora das telas vem encantando fãs em toda a Ásia. Abaixo, confira a imagem:

Com um ensaio que mescla delicadeza, juventude e intensidade, Winny e Satang aparecem em um cenário que remete à trama serena e melancólica da série. As imagens, captadas com luz natural e tons suaves, traduzem a essência da série: um encontro entre o passado e o presente, entre o silêncio e o afeto. A RIZZ Magazine apostou em uma estética que foge da pose tradicional — Winny e Satang surgem espontâneos, risonhos em algumas fotos e introspectivos em outras, mostrando diferentes nuances do vínculo que os une tanto na ficção quanto na vida real.

A reportagem que acompanha o ensaio traz reflexões sobre o impacto de That Summer, produção que estreou recentemente e já se tornou um dos maiores destaques da temporada televisiva tailandesa. Na série, Winny interpreta Java, um jovem enviado pela mãe para viver com o tio em uma vila costeira, onde conhece Wave, personagem de Satang, um homem misterioso encontrado inconsciente à beira-mar. A partir desse encontro improvável, nasce uma relação marcada por aprendizado, empatia e descobertas emocionais — um retrato sobre como o amor e a memória podem transformar vidas.

Além da dupla protagonista, o elenco do dorama BL reúne alguns dos nomes mais promissores da televisão tailandesa. Mond Tanutchai Wijitvongtong dá vida a Peng, enquanto Ryu Phudtripart Bhudthonamochai interpreta o Dr. Wut, figura essencial na jornada de Wave. A trama ainda conta com participações marcantes de Neo Trai Nimtawat (Tum), Mint Thishar Thurachon (Kratae) e Fluke Gawin Caskey (Natee), além de aparições especiais de Tee Teeradech Vitheepanich, Namtan Tipnaree Weerawatnodom e Golf Ornanong Thaisriwong.

Com direção de Jojo Tidakorn Pookaothong e roteiro de Sai Nattamon Yimyam, o k-drama tem sido elogiada por sua fotografia lírica e pelo uso simbólico do mar como metáfora de renascimento. A série apresenta uma narrativa contemplativa, reforçada pela trilha sonora de Pure Kanin e pelo trabalho preciso do diretor de arte Sirisak Patkeat, que cria uma ambientação quase sensorial. O resultado é uma produção que emociona pela simplicidade e pelo olhar humano sobre o reencontro consigo mesmo.

Kysha e Mine estreiam turnê 2026 com show histórico no Espaço Hall, no Rio de Janeiro

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O público jovem tem um encontro marcado com a emoção no próximo dia 16 de novembro, quando Kysha e Mine sobem ao palco do Espaço Hall, no Rio de Janeiro, para viver um dos momentos mais importantes da carreira. A dupla, que conquistou uma geração com hits cheios de energia e mensagens positivas, grava o primeiro audiovisual ao vivo e dá início à aguardada turnê 2026, que passará pelas principais capitais do país.

Com o nome simbólico Kysha e Mine – Best Friends Forever, o espetáculo comemora a trajetória das duas amigas que transformaram a cumplicidade e o amor pela música em sucesso. O show promete ser uma verdadeira festa, reunindo cerca de 5 mil fãs — e a empolgação é tanta que mais da metade dos ingressos já está esgotada.

Um show que marca o início de uma nova fase

Conhecidas pela espontaneidade e pela conexão genuína com o público infantojuvenil, que vai dos 7 aos 15 anos, Kysha e Mine chegam ao palco acompanhadas, pela primeira vez, de banda ao vivo. O novo formato promete surpreender os fãs com arranjos inéditos, coreografias vibrantes e um repertório que mistura grandes sucessos, músicas do EP Não Pare o Som, trilhas da série Lance de Escola e faixas inéditas criadas especialmente para o projeto.

Participações especiais e muita nostalgia

O espetáculo contará com participações de nomes que já fizeram parte da história da dupla, como MC Divertida, do hit TIK TAKA — que já ultrapassou 100 milhões de visualizações — e Belinha, parceira em Oxe Boy, Oxe Boyzinha. Outras surpresas ainda estão sendo mantidas em segredo, mas prometem emocionar quem acompanha a trajetória das meninas desde o início.

Muito além da música

Além da experiência musical, o público poderá aproveitar a lojinha oficial de Kysha e Mine, que estará montada no Espaço Hall com produtos exclusivos, como bonés, camisetas e cadernos personalizados. Tudo foi pensado para transformar o evento em uma celebração completa, divertida e acolhedora — perfeita para toda a família.

Bastidores de uma superprodução

Com direção musical dos renomados Umberto Tavares e Jefferson Júnior, o show aposta em uma sonoridade moderna e dançante. Já a parte visual está nas mãos de Victor Frad e Danilo Kundera, com Tatiana Nascimento e Igor Dias, da Casa Saturno, à frente da direção geral. O resultado promete unir o melhor da tecnologia com a sensibilidade artística que sempre marcou o trabalho de Kysha e Mine.

Série AYÔ, de Lucas Oranmian, será exibida no Festival Mix Brasil e celebra novas narrativas negras e LGBTQIAP+

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Depois de emocionar o público no Festival do Rio, onde suas sessões lotaram duas salas, a série AYÔ chega agora ao Festival Mix Brasil da Cultura da Diversidade, um dos eventos mais importantes do país dedicados à representatividade e à inovação no audiovisual. A exibição acontece no dia 17 de novembro, às 19h, no CineSesc, em São Paulo, e promete repetir o sucesso da estreia, reunindo elenco, equipe e público em uma noite de celebração da arte e da pluralidade.

Criada, roteirizada e protagonizada por Lucas Oranmian, AYÔ nasce de um desejo profundo de ocupar o centro da narrativa com um personagem que raramente tem esse espaço: um homem negro, gay e artista, vivendo a intensidade da vida contemporânea em São Paulo. A série, composta por seis episódios, apresenta o cotidiano desse protagonista entre afetos, escolhas profissionais, desejos e incertezas, enquanto reflete sobre o que significa buscar pertencimento em um mundo que ainda impõe tantas barreiras.

A direção é assinada por Yasmin Thayná e a produção por Gabriel Bortolini, formando uma tríade criativa que dá vida a uma obra profundamente sensível e política. No elenco, nomes como Breno Ferreira, Aretha Sadick, Caio Blat, Lázaro Ramos, Tânia Toko, Caio Mutai, Odá Silva e Gilda Nomacce ajudam a construir um mosaico de personagens que representam a multiplicidade da capital paulista — seus encontros, seus contrastes e sua pulsação.

Para Lucas, AYÔ é mais do que um projeto artístico: é um gesto de afirmação. Ele explica que sempre sentiu falta de ver personagens negros em papéis que pudessem simplesmente viver — amar, errar, desejar e sonhar — sem serem definidos apenas pela dor ou pela luta. “Quis criar um personagem comum, mas complexo. Um cara que ama, que trabalha, que tem sucesso e fracassos, como qualquer outro. Isso, por si só, ainda é uma transgressão”, compartilha o ator e roteirista.

A série não se propõe a oferecer respostas, mas a provocar um diálogo sobre como a arte pode refletir a pluralidade do país e questionar o lugar do corpo negro e LGBTQIAP+ na tela. Ao combinar poesia visual, humor e crítica social, AYÔ cria uma linguagem própria — contemporânea, vibrante e afetiva — que se aproxima de produções internacionais como I May Destroy You e Atlanta, mas com um ritmo e uma sensibilidade que só o Brasil tem.

A diretora Yasmin Thayná define a experiência de dirigir AYÔ como um marco pessoal e coletivo. “Dirigir essa série foi uma oportunidade de olhar para a sensibilidade de um homem negro de uma forma que raramente vemos. E foi também um momento de encontro entre profissionais que estão assinando seus primeiros trabalhos de direção e criação. Isso é histórico. Essas oportunidades só existem porque políticas públicas culturais tornam possível a diversidade de olhares e vozes”, afirma.

O produtor Gabriel Bortolini complementa que a obra é fruto de um processo colaborativo que reflete o próprio espírito da diversidade. “AYÔ é sobre afeto, mas também sobre estrutura. Foi preciso reunir uma equipe que acreditasse na importância de construir novas imagens sobre o que é ser negro e LGBTQIAP+ no Brasil. Quando colocamos essas histórias no centro, o resultado é revolucionário — porque muda o imaginário coletivo.”

Com fotografia cuidadosa, trilha envolvente e uma estética urbana que traduz o pulsar de São Paulo, AYÔ convida o público a se enxergar em seus personagens — com suas vulnerabilidades, potências e contradições. A obra reafirma que a representatividade não é uma tendência, mas uma urgência cultural.

A série é uma produção da REPRODUTORA, que completa 10 anos de trajetória em 2025, e conta com patrocínio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Governo Federal e Ministério da Cultura, por meio da Lei Paulo Gustavo.

Crítica | Caramelo transforma um vira-lata em símbolo de redenção e humanidade

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O mais recente sucesso nacional da Netflix, Caramelo, dirigido por Diego Freitas, chega com a aura de um “filme que emociona” — e, de fato, emociona. Mas por trás da superfície acolhedora e das belas paisagens praianas, há uma obra que tenta equilibrar ambição estética, crítica social e um apelo popular que beira o previsível. O resultado é um longa sensível e tecnicamente competente, ainda que, por vezes, excessivamente dependente do afeto fácil.

O enredo gira em torno de Pedro (Rafael Vitti), um chef de cozinha que, ao receber um diagnóstico de saúde inesperado, se vê obrigado a rever suas prioridades. Sua jornada — que parte do concreto sufocante de São Paulo rumo ao litoral — é construída como um espelho emocional: o cinza urbano traduz o colapso interior, enquanto o mar se torna símbolo de renascimento. Essa estrutura visual funciona bem, mas também evidencia certa obviedade simbólica.

Freitas faz da geografia um componente narrativo, e nisso demonstra domínio visual. No entanto, a transição entre os dois mundos — o da culpa e o da cura — é menos orgânica do que o filme gostaria. Em muitos momentos, Caramelo parece mais interessado em “parecer profundo” do que em deixar que suas camadas existenciais se revelem de forma natural.

A força da contenção — e o risco da melancolia excessiva

A direção acerta ao adotar uma estética intimista, com câmera próxima, luz natural e silêncios que sugerem mais do que dizem. Essa escolha confere autenticidade ao drama, especialmente nas cenas que evitam o melodrama explícito. Contudo, a busca por sutileza às vezes resvala no contrário: um ritmo contemplativo que enfraquece a progressão dramática.

Freitas parece admirar o cinema de observação — e, de fato, há ecos de Cuarón e Dolan em suas escolhas formais —, mas o resultado é irregular. O filme brilha quando se contém, mas tropeça quando tenta sublinhar o óbvio: a fragilidade humana e o poder do afeto não precisam ser reiterados em cada gesto ou olhar.

Amendoim: mais símbolo do que personagem

O título e o cão Amendoim, um típico vira-lata caramelo, são o coração e a metáfora do longa. Ele representa o afeto puro, a segunda chance, a simplicidade que salva o homem moderno de si mesmo. É uma leitura válida e emocionalmente eficaz, mas também previsível. O filme trata o animal quase como uma entidade redentora, sem lhe conceder uma verdadeira presença narrativa.

Ainda assim, a relação entre Pedro e Amendoim é o ponto mais genuíno da obra. Há ternura sem pieguice e uma química natural que evita o sentimentalismo barato. O cão, mesmo simbólico, ancora o protagonista em algo real — e é justamente essa troca silenciosa que salva o filme de mergulhar de vez na autoindulgência.

Atuações sólidas, mas roteiro hesitante

Rafael Vitti entrega talvez sua atuação mais madura até aqui, fugindo de gestos fáceis e encontrando no silêncio o peso da transformação. Arianne Botelho e Kelzy Ecard complementam o elenco com presença discreta, mas eficiente. O problema está menos nas performances e mais na condução do texto: há um esforço nítido em criar um cinema “universal”, que fale de amor, perda e reconciliação, mas em alguns trechos o roteiro perde o foco entre o íntimo e o simbólico.

“Caramelo” quer ser poesia visual, mas em certos momentos se aproxima de um manual de autoajuda ilustrado — uma armadilha comum a dramas existenciais recentes. Falta-lhe a coragem de abraçar o desconforto, de explorar com mais contundência o que há de feio e contraditório no processo de cura.

Entre o doce e o amargo

É inegável, contudo, que o filme encontra ressonância no público. Ao alcançar o Top 10 global da Netflix, Caramelo comprova que há espaço para produções brasileiras sensíveis e autorais, ainda que feitas sob o olhar de um streaming que exige apelo universal. É um produto bem acabado, com fotografia belíssima e um discurso emocional acessível — qualidades que explicam sua popularidade, mas que também limitam sua ousadia artística.

Um passo adiante, mas ainda seguro demais

No fim, Caramelo é um filme que fala de humanidade com sinceridade, embora sem arriscar o desconforto que o tema mereceria. É doce, visualmente encantador e conduzido com competência, mas falta-lhe o amargor que tornaria sua reflexão realmente inesquecível.

Diego Freitas demonstra domínio técnico e sensibilidade narrativa — o que já é muito. Mas ao tentar equilibrar arte e apelo popular, o longa acaba preso entre duas intenções: ser um drama universal ou um retrato verdadeiramente humano.

Crítica | Até o Céu se Engana é uma sátira inteligente que transforma humor em crítica social

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Em Até o Céu se Engana, Aziz Ansari prova mais uma vez que o humor pode ser um instrumento poderoso para provocar reflexão. Dirigido, roteirizado e protagonizado por ele mesmo, o longa equilibra comédia, drama e fantasia para explorar um tema urgente: as desigualdades sociais e o autoengano que sustenta o mito da meritocracia.

A trama parte de uma premissa engenhosa: Gabriel (Keanu Reeves), um anjo encarregado de salvar motoristas distraídos, decide interferir na vida de um homem pobre e desiludido (Ansari). Movido pela curiosidade e por um impulso de compaixão, ele troca o destino do rapaz com o de um milionário inconsequente (Seth Rogen). O gesto, que deveria trazer justiça, acaba revelando as contradições do próprio sistema — e do céu que o observa de cima.

Ansari, com seu estilo característico de humor inteligente e autocrítico, constrói uma narrativa que lembra clássicos como Feitiço do Tempo e Quero Ser Grande, mas com uma pegada muito mais ácida e contemporânea. Aqui, a fantasia não serve como fuga, e sim como lente: por meio da troca de lugares, o filme desnuda a fragilidade dos discursos otimistas e a superficialidade das soluções mágicas para problemas estruturais.

Keanu Reeves é uma das grandes surpresas do elenco. Seu anjo Gabriel mistura serenidade e vaidade, o que o torna um personagem fascinante — um ser celestial que, ao tentar fazer o bem, acaba expondo o quanto até o altruísmo pode ser atravessado por ego. Já Seth Rogen, no papel do homem rico desconectado da realidade, encarna o privilégio com naturalidade desconcertante.

Mas é Keke Palmer quem oferece o contraponto mais potente da história. Como Elena, uma trabalhadora que tenta criar um sindicato e vê seus esforços frustrados, ela representa a voz da consciência coletiva. Em uma das cenas mais marcantes, quando o protagonista tenta consolá-la com frases de autoajuda, Elena o interrompe com uma resposta seca e lúcida: “É fácil falar quando se está no topo.” Essa fala resume o coração do filme — a crítica à ilusão de que basta acreditar para vencer um sistema que foi feito para poucos.

Visualmente, Até o Céu se Engana é simples e eficaz. Ansari evita o espetáculo e aposta em uma direção contida, focada nas relações e nos diálogos. A trilha sonora acompanha esse tom, alternando momentos de leveza e melancolia, enquanto o roteiro alterna o riso e o desconforto com precisão.

O grande mérito do filme está na sua coragem de rir daquilo que normalmente é doloroso. Ansari não oferece soluções fáceis, tampouco vilões caricatos — apenas pessoas tentando encontrar sentido em um mundo desigual. O resultado é uma comédia existencial, crítica e humana, que diverte sem deixar o público escapar ileso.

Até o Céu se Engana é uma sátira social disfarçada de comédia leve, uma fábula sobre empatia e poder que nos lembra: às vezes, o céu erra — mas é nos erros, e nas trocas improváveis, que a humanidade pode se reconhecer.

Marshals: Uma História de Yellowstone estreia em 2026 na CBS e inaugura um novo momento na trajetória dos Dutton

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Depois de meses de rumores, expectativas e especulações nas redes sociais, a CBS finalmente tornou oficial a data de estreia de Marshals: Uma História de Yellowstone. O spin-off, que nasce diretamente do final de Yellowstone, chega em 1º de março de 2026, marcando um momento especial para os fãs: pela primeira vez, uma produção desse universo será exibida em TV aberta nos Estados Unidos. No Brasil, a série será disponibilizada pelo Paramount+, garantindo que o público latino-americano acompanhe essa nova fase quase simultaneamente.

A notícia reacende o entusiasmo em torno da franquia criada por Taylor Sheridan, responsável por transformar o neofaroeste moderno em um dos gêneros televisivos mais prestigiados da última década. E agora, Sheridan retorna com mais uma ramificação dessa árvore narrativa que parece não parar de crescer.

Um spin-off que nasce grande — e emocionalmente carregado

Criada por Taylor Sheridan, David C. Glasser e Spencer Hudnut, Marshals não é apenas um derivado. É uma continuação direta da jornada dos Dutton, um capítulo que se abre justamente quando parecia que não havia mais caminhos a explorar. Mas Sheridan nunca acreditou em silêncio emocional — ele acredita em evolução.

E é essa evolução que move Kayce Dutton.

Interpretado novamente por Luke Grimes, Kayce surge em um ponto de virada muito particular: depois de carregar traumas da vida militar e enfrentar dilemas familiares profundos, ele agora se junta a um grupo especializado de U.S. Marshals. Sua missão? Proteger o território de Montana de ameaças externas, internas e — como toda boa história ambientada nesse universo — de conflitos que não respeitam fronteiras entre lei, lealdade e sangue.

É uma nova etapa para um personagem que sempre caminhou com um pé na violência e outro no dever moral. Um homem dividido entre o rancho e o instinto de defesa, entre a família que tenta preservar e os fantasmas que insistem em retornar.

Reencontros, novos rostos e histórias que se entrelaçam

O elenco da série equilibra o afeto do público com a empolgação do novo. Velhos conhecidos retornam para reforçar o vínculo emocional com a franquia: Gil Birmingham (de Crepúsculo, Wind River e A Chegada) revive o imponente Thomas Rainwater, líder cuja força política e espiritual segue sendo um pilar da trama; Mo Brings Plenty (conhecido por trabalhos em The Revenant e Hell on Wheels) retorna como Mo, presença silenciosa, firme e essencial ao lado de Rainwater; e Brecken Merrill (que também participou de This Is Us) volta, agora mais maduro, como Tate Dutton, preservando o núcleo sensível que sempre conectou Kayce ao lado mais humano da família.

Ao mesmo tempo, a série apresenta novos rostos que prometem sacudir o equilíbrio desse universo já complexo: Arielle Kebbel (O Segredo da Cabana, The Vampire Diaries, Lincoln Rhyme) surge como Bela; Ash Santos (American Horror Story, Raven’s Home) interpreta Andrea; Tatanka Means (Killers of the Flower Moon, The Son) entra no elenco em papel mantido sob sigilo; e Logan Marshall-Green (Upgrade, Prometheus, The Invitation) assume o papel de Pete Calvin.

A primeira estreia da franquia na TV aberta — e por que isso importa

Marcar a estreia para o domingo, às 20h, em plena programação da CBS, não é um gesto qualquer. É uma declaração. A emissora coloca o spin-off em um dos horários mais competitivos e prestigiados da televisão norte-americana.

É, também, um reconhecimento da força popular de Yellowstone — uma franquia que já se provou capaz de dialogar com diferentes públicos, idades e regiões. Do público urbano ao rural, do assinante de streaming ao espectador tradicional da TV, a narrativa criada por Sheridan conseguiu atravessar fronteiras culturais sem perder o DNA.

E agora, ao chegar na TV aberta, Marshals pode transformar o que antes era um sucesso massivo em um fenômeno cultural ainda maior.

No Brasil, o Paramount+ será o responsável por levar essa história ao público. Com a base de fãs crescente e a força internacional da franquia, a expectativa é que a série se torne rapidamente uma das mais assistidas do catálogo.

Uma nova fase para o universo Yellowstone

A franquia Yellowstone já provou que sabe contar histórias sobre poder, território, herança e perda. Também já provou que suas narrativas conversam com o presente sem abandonar a estética do velho oeste.

Com Marshals, o que se vê é a construção de uma ponte entre passado e futuro: o velho espírito Dutton continua vivo, mas agora dividido com o peso e o rigor da lei federal. É como se Kayce fosse obrigado a enfrentar não apenas inimigos, mas versões diferentes de si mesmo — o soldado, o fazendeiro, o pai e o homem que luta para encontrar um lugar no mundo.

E é justamente essa tensão humana que deve mover a série.

O público não volta a este universo apenas por tiros, perseguições ou paisagens de tirar o fôlego. Volta porque os personagens carregam dores reais, vínculos complexos e escolhas impossíveis. Volta porque, em cada trama, há sempre algo profundamente humano — algo que diz respeito a pertencimento, a legado, a proteção.

Traição Entre Amigas ganha nova data de estreia: Larissa Manoela e Giovanna Rispoli encaram seus papéis mais maduros no filme de Bruno Barreto

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Depois de muita expectativa, Traição Entre Amigas finalmente ganhou sua nova data oficial de lançamento: o filme chega aos cinemas no dia 11 de dezembro, marcando o retorno de Bruno Barreto (Flores Raras, Dona Flor e Seus Dois Maridos) à direção de uma história sobre afeto, imperfeições e o limite entre lealdade e perda. O longa estava programado para estrear mais cedo, mas o novo calendário coloca a produção como um dos últimos lançamentos nacionais do ano — e promete encerrar 2025 com uma narrativa intensa e profundamente humana.

A mudança de data vem acompanhada de um burburinho crescente porque o filme funciona como um divisor de águas para suas duas protagonistas: Larissa Manoela (Além da Ilusão, Modo Avião, Carrossel) e Giovanna Rispoli (Cinderela Pop, Totalmente Demais, Das Tripas Coração) vivem aqui os papéis mais desafiadores e emocionalmente complexos de suas carreiras. Elas interpretam Penélope e Luiza, melhores amigas que passam anos construindo uma relação quase familiar — até que uma traição inesperada abala tudo o que parecia inabalável.

O filme é baseado no primeiro livro de Thalita Rebouças (Fala Sério, Mãe!, É Fada!, Tudo por um Pop Star), escrito antes de ela se tornar um fenômeno teen. É um texto que carrega nuances adultas, dores reais e situações que fogem do conforto. A própria autora divide o roteiro com Marcelo Saback (De Pernas pro Ar, Minha Mãe É Uma Peça 3, É Fada!), trazendo sua visão íntima da história para a tela enquanto Saback ajuda a equilibrar humor, intensidade emocional e conflito.

Essa adaptação chega aos cinemas pelas mãos da LC Barreto, produtora responsável por alguns dos filmes mais marcantes do nosso cinema, em parceria com a Imagem Filmes, que assina a distribuição. O conjunto reforça que Traição Entre Amigas é uma produção grande, cuidadosa e pensada para dialogar tanto com o público jovem quanto com espectadores que buscam narrativas sobre amadurecimento.

A trama começa com o encontro de Luiza e Penélope em um curso de teatro. A partir dali, as duas se tornam inseparáveis, construindo uma amizade que mistura sonhos, inseguranças e planos compartilhados. Luiza segue para a Psicologia, sempre metódica e observadora; Penélope escolhe o Jornalismo, mas vive com o coração preso ao desejo de atuar. Mesmo com personalidades opostas, elas se completam na medida certa — até que um deslize muda tudo.

Numa festa, Penélope acaba se envolvendo com o namorado de Luiza. É uma linha que se cruza rápido, daqueles erros que parecem pequenos no instante, mas carregam um peso enorme quando a verdade aparece. O filme acompanha o impacto emocional desse rompimento, explorando sentimentos como culpa, mágoa, vergonha e raiva com honestidade rara. Ao invés de transformar a história em uma vilanização simples, o roteiro mergulha na complexidade de ambas as personagens e mostra como cada uma tenta lidar com o que sobrou.

O afastamento é inevitável. Luiza decide fugir do colapso pessoal e se muda para Nova York, em busca de um recomeço e de um mundo onde não precise revisitar a dor todos os dias. Penélope fica, tentando reconstruir sua identidade e enfrentando as consequências de suas atitudes enquanto se arrisca em relacionamentos pela internet — que trazem liberdade, mas também perigos e desilusões.

Além das protagonistas, o elenco conta com André Luiz Frambach (Todas as Garotas em Mim, Malhação: Viva a Diferença, Rensga Hits!), Emanuelle Araújo (Ó Paí, Ó, Malhação: Viva a Diferença, Samantha!), e Dan Ferreira (Segundo Sol, Encantado’s, Todas as Flores), nomes que ajudam a expandir o universo emocional das personagens e dar corpo às relações ao redor delas.

A escolha de Barreto para comandar esse projeto é um dos pontos altos da produção. Com décadas de carreira e experiência tanto no drama quanto na comédia, ele costura a narrativa com delicadeza e precisão, mantendo o equilíbrio entre momentos leves e passagens mais duras. É um tipo de direção que reconhece que amizade também é um território emocional tão profundo quanto amor romântico — e às vezes, muito mais difícil de curar.

Crítica – Wicked: Parte 2 entrega grandiosidade e emoção, mas perde força frente ao impacto do primeiro filme

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Depois do fenômeno cinematográfico que foi a Parte 1, o segundo capítulo da adaptação dirigida por Jon M. Chu chega aos cinemas sob expectativas quase míticas — e sem a mesma capacidade de sustentá-las. Se o primeiro filme conquistou o público pela força emocional, pelo apuro estético e pela fidelidade arrebatadora ao musical da Broadway, Wicked: Parte 2 tenta expandir o universo de Oz e concluir a jornada de Elphaba e Glinda com espetáculo, cor e densidade dramática. No entanto, o que deveria ser um desfecho épico assume um caráter mais irregular: visualmente exuberante, narrativamente relevante, mas dramaticamente menos necessário do que se imaginava.

Um espetáculo maior e paradoxalmente mais frágil

O novo longa é maior, mais ambicioso e, curiosamente, mais frágil. É inegável que esta Parte 2 é mais segura de si do que seu antecessor. Chu dirige com firmeza o gigantesco aparato visual, construindo cenários grandiosos, figurinos elaborados e efeitos digitais mais polidos, que ajudam a moldar uma Oz ainda mais viva — e mais ameaçada pela tirania, pelo medo e pelos jogos políticos do Mágico.

Porém, apesar desse rigor estético, a narrativa se esvazia em vários momentos, transmitindo a sensação de uma trama secundária, quase protocolar, como se existisse apenas para conectar o fim da Parte 1 ao arco clássico já conhecido de O Mágico de Oz. Com isso, o impacto dramático se dilui, e a transformação de Elphaba na temida “Bruxa Má” frequentemente parece mais uma sequência de episódios do que um clímax emocional genuíno.

A trilha sonora perde vibração e derruba parte da magia

A trilha sonora representa o primeiro grande tropeço. Se na Parte 1 as canções eram memoráveis e emocionalmente carregadas, aqui elas soam menos marcantes e, em muitos momentos, burocráticas. A montagem musical raramente alcança o mesmo vigor; números que deveriam ser catárticos acabam em técnica sem transcendência. É uma perda sentida, sobretudo considerando a potência vocal de Cynthia Erivo e o salto impressionante de Ariana Grande desde o filme anterior.

Grandes momentos icônicos, mas tratados como notas de rodapé

Ainda assim, Wicked: Parte 2 entrega algumas das passagens mais icônicas do universo da franquia. A falsa morte de Elphaba é construída com força visual e tensão legítima. A transformação de Boq no Homem de Lata ganha contornos sombrios e finalmente confere ao personagem uma importância que sempre lhe faltou. A introdução de Dorothy, Espantalho e Totó funciona como ponte eficiente para o mito original — embora a aparição seja mais apressada do que o ideal.

O problema é que todas essas tramas parecem existir mais para cumprir o destino já conhecido de Elphaba do que para impulsionar a narrativa, funcionando como pequenos marcadores obrigatórios, não como motores dramáticos de fato.

O Mágico perde força e a crítica política também

Outro ponto frágil é a figura do Mágico. Embora a obra sempre o tenha retratado como manipulador, aqui o personagem surge diminuído, quase irrelevante. Falta presença, falta ameaça, falta convicção. Para um antagonista que deveria simbolizar o colapso moral de Oz, a construção é tímida e superficial. É uma escolha que enfraquece a crítica ao autoritarismo — um dos pilares ideológicos que sustentam o universo Wicked.

Ariana Grande dá um show e carrega o filme nas costas

Se há, porém, um elemento que realmente eleva este segundo filme, esse elemento é Ariana Grande. Sua Glinda surge mais contraditória, vulnerável e politizada, ganhando profundidade que ultrapassa a versão tradicionalmente dócil do musical. Grande entrega uma performance madura, tecnicamente precisa e emocionalmente consistente, transformando diálogos simples em momentos de impacto.

A queda de relevância de Madame Morrible — reduzida quase a um adereço — abre espaço para que Glinda se torne protagonista de fato no destino político e afetivo de Oz. Se a indicação ao Oscar era apenas uma possibilidade na Parte 1, aqui se torna uma expectativa real.

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Cynthia Erivo mantém a intensidade — mas recebe menos do que merece

Cynthia Erivo, por sua vez, mantém a força interpretativa que a consagrou, oferecendo uma Elphaba intensa, ferida e politicamente marcada. No entanto, o roteiro limita seu alcance emocional. Falta densidade interna, falta conflito, falta a queda dramática que deveria sustentar a mitologia da personagem. A produção confia demais no conhecimento prévio do público — recurso sempre perigoso — e entrega menos do que Erivo tem potencial para realizar.

Um final grandioso, mas com gosto de “poderia ser mais”

No desfecho, Wicked: Parte 2 é grandioso e emocional, honra a mitologia criada há décadas e entrega o espetáculo que os fãs esperam. Mas também deixa uma sensação persistente de frustração. É um filme lindamente filmado, tecnicamente impecável, cheio de momentos poderosos, mas que não sustenta por si só a própria importância. Depende demais da Parte 1, e ainda mais do imaginário coletivo moldado por O Mágico de Oz.

Mariana Lewis vive fase decisiva da carreira com formatura histórica na Guildhall, estreia em “The Hunger Games On Stage” e indicação no British Web Awards

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A atriz brasileira Mariana Lewis atravessa um momento raro na trajetória de jovens talentos que se lançam ao cenário internacional: tudo acontece ao mesmo tempo, e cada conquista parece ampliar o alcance da próxima. Recém-formada pela Guildhall School of Music & Drama, em Londres, Mariana celebra não apenas o fim de um ciclo intenso de estudos, mas a consolidação de um caminho que a levou a estrear na primeira adaptação teatral de Jogos Vorazes e a ser indicada ao British Web Awards 2025 como Melhor Atriz Coadjuvante pela série Queen Lear.

A trajetória até aqui é resultado de anos de dedicação e de um gesto que já carrega significado histórico: Mariana foi a primeira brasileira a ingressar na Guildhall, uma instituição que há décadas ocupa o topo do ensino de artes dramáticas no Reino Unido. A escola moldou carreiras de nomes consagrados do teatro e do cinema britânico, e agora também acolheu a presença de uma jovem artista que chegou trazendo sotaque, referências brasileiras e a certeza de que a diversidade enriquece qualquer cena.

Mariana descreve a formação como um processo profundo, moldado por rigor técnico, investigação artística e encontros que transformaram seu modo de criar. Mais do que o diploma, ela destaca as descobertas internas que surgiram durante a jornada: a compreensão do próprio corpo em cena, a lapidação da voz como instrumento expressivo e a coragem de experimentar linguagens que antes pareciam distantes. A experiência, segundo ela, foi tão desafiadora quanto libertadora, e trouxe a confirmação de que artistas brasileiros podem ocupar espaços de excelência no exterior sem abrir mão de suas identidades.

Paralelamente à formatura, a atriz vive outro marco: sua estreia como Glimmer na primeira produção teatral inspirada na saga The Hunger Games. A personagem, conhecida dos livros e do cinema como uma competidora do Distrito 1, ganha no palco uma nova dimensão. Mariana entrega uma versão mais densa, forte e estratégica da tributo, construindo fisicalidade, presença e intensidade dramática que dialogam com a grandiosidade do universo distópico criado por Suzanne Collins. Para ela, interpretar Glimmer é uma oportunidade de ressignificar uma figura icônica e mostrar ao público uma camada que vai além da imagem superficial atribuída à personagem.

Enquanto brilha nos palcos, a atriz também colhe frutos no audiovisual digital. Sua indicação ao British Web Awards 2025 como Melhor Atriz Coadjuvante por Queen Lear reforça a pluralidade de sua atuação e a capacidade de transitar entre diferentes formatos. A premiação, uma das mais relevantes do circuito de webséries do Reino Unido, reconhece produções de diversos países e destaca o trabalho de artistas que exploram novas narrativas. A série do Canal Demais, que revisita temas shakespearianos a partir de uma estética contemporânea, aparece ainda em outras categorias, incluindo Melhor Drama, Melhor Adaptação, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Edição, Melhor Atriz para Claudia Alencar e Melhor Pôster. Atualmente, Queen Lear ocupa o quarto lugar na Copa do Mundo das Webséries, consolidando sua força internacional.

Em meio a tantas conquistas, Mariana reflete sobre o momento com maturidade e gratidão. Ela reconhece que viver a formatura, a estreia e uma indicação internacional simultaneamente cria uma espécie de colagem emocional, onde cada elemento fortalece o outro. A atriz destaca que seu maior propósito continua sendo contar histórias que atravessam fronteiras e conectam pessoas, independentemente do idioma ou do formato.

Yuri Higa estreia com single romântico, conquista as redes sociais e desponta como nova aposta do sertanejo pop

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O amor sempre foi uma das grandes forças da música brasileira, e é justamente por meio dele que Yuri Higa dá os primeiros passos oficiais em sua carreira. Com o lançamento de “Deus Desenhou”, o jovem cantor e compositor apresenta ao público uma canção que traduz sentimentos simples, verdadeiros e universais, marcando sua chegada ao cenário musical com identidade, sensibilidade e personalidade própria.

Mais do que um single de estreia, Deus Desenhou funciona como um cartão de visitas. A música revela quem é Yuri Higa artisticamente: um intérprete romântico, conectado às emoções do cotidiano e atento às sonoridades que dialogam com o público atual. A faixa se apoia na base do sertanejo contemporâneo, mas vai além, ao incorporar elementos do forró — como o triângulo bem marcado — e nuances do pop, resultando em um arranjo leve, dançante e acolhedor.

A canção fala sobre o impacto do amor verdadeiro na vida de alguém. Não se trata de uma transformação que apaga identidades, mas de um sentimento que amplia horizontes. Em Deus Desenhou, o eu lírico descobre o prazer de dividir a vida, de pensar em conjunto e de construir um “nós” sem perder a essência do “eu”. É uma narrativa delicada, que se reflete em versos simples e eficazes, capazes de criar identificação imediata com quem escuta.

Trechos como “cê me amarrou sem nem dar nó” e “o te amo é mais bonito na sua voz” demonstram a força da composição ao apostar em imagens cotidianas e afetivas. São frases que soam espontâneas, quase como uma conversa íntima, e que ajudam a explicar por que a música tem encontrado tanto eco entre os ouvintes. A combinação entre letra sensível e melodia envolvente transforma Deus Desenhou em uma daquelas canções feitas para ouvir, cantar junto e dedicar.

Além da música, Yuri Higa também chama atenção pela forma como constrói sua relação com o público. Em um cenário cada vez mais impulsionado pelas redes sociais, o artista tem se destacado pela proximidade e autenticidade. Em menos de 30 dias de trabalho intenso, Yuri já ultrapassou a marca de 40 mil seguidores no Instagram e soma mais de 21 mil no TikTok, números expressivos para um artista em início de carreira.

Nas plataformas digitais, ele compartilha trechos de suas músicas, bastidores de gravações, momentos simples do dia a dia e reflexões pessoais, criando uma conexão direta com os fãs. Essa presença constante e verdadeira ajuda a fortalecer sua imagem como um artista acessível, que divide não apenas o resultado final, mas também o processo e os sonhos por trás da carreira musical.

Carisma, presença e verdade parecem ser os principais pilares dessa estreia. Yuri Higa não surge como alguém que tenta seguir fórmulas prontas, mas como um artista que entende seu tempo e seu público, apostando em sentimentos reais e em uma estética musical que conversa com diferentes influências. Deus Desenhou nasce com clima de hit romântico, daqueles que atravessam playlists, viralizam em vídeos curtos e embalam histórias de amor reais.

Disponível em todas as plataformas digitais, a música também ganhou um clipe oficial no YouTube, ampliando ainda mais o alcance do lançamento e reforçando a identidade visual do artista. Com essa estreia promissora, Yuri Higa deixa claro que Deus Desenhou é apenas o começo de uma trajetória que tem tudo para render novos capítulos, novas canções e muitos refrões cantados em coro.

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