Justiça de Goiás determina que Amazon retire anúncios do Prime Video para assinantes antigos e mantenha valor da mensalidade

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Se você assina o Prime Video há um tempinho e ficou revoltado com a enxurrada de anúncios que começaram a aparecer nos filmes e séries, temos uma boa notícia: o Tribunal de Justiça de Goiás decidiu que a Amazon precisa parar com essa história — pelo menos para os assinantes antigos.

A decisão é liminar (ou seja, ainda pode ser revista), mas já dá um alívio pra muita gente. O juiz mandou a Amazon tirar as propagandas do ar para quem assinou o serviço antes de abril de 2025, quando a empresa começou a incluir anúncios no catálogo. E mais: a empresa está proibida de cobrar aquela taxa extra de R$ 10 pra remover os anúncios. Quem já pagava R$ 19,90 por mês vai continuar pagando esse valor — sem comerciais no meio da maratona.

A bronca veio do Ministério Público, que acusou a Amazon de mudar as regras do jogo no meio da partida. Segundo a promotoria, a empresa impôs as mudanças sem aviso claro, transformando um serviço que antes era 100% sem anúncios em algo que agora parece TV aberta — só que paga. O MP ainda disse que isso parece uma “venda casada disfarçada”, já que o cliente é forçado a pagar mais para ter a experiência que já estava incluída no plano original.

E a Justiça concordou. Para o tribunal, a Amazon foi nada transparente: não explicou quanto tempo durariam os anúncios, com que frequência eles apareceriam e nem deu escolha real para o usuário. Resultado? Frustrou a expectativa de quem assinou o serviço acreditando que ele era livre de propaganda — e agora se depara com interrupções em pleno filme de suspense ou no episódio final daquela série favorita.

A tal mudança começou oficialmente no Brasil em 2 de abril de 2025, e desde então todos os usuários — novos e antigos — passaram a ver propagandas antes e durante os conteúdos. Só que a reação foi imediata: redes sociais lotadas de reclamações, gente cancelando assinatura e críticas à falta de respeito com o consumidor.

Agora, com essa decisão provisória, a Amazon terá que voltar atrás pelo menos para quem já era assinante antes da mudança. A empresa ainda pode recorrer, então essa novela pode ganhar novos capítulos. Mas, por enquanto, os consumidores saem na vantagem.

Vamos acompanhar os próximos passos — e, quem sabe, isso não abre um precedente para outras plataformas pensarem duas vezes antes de empurrar anúncios goela abaixo?

Novas temporadas da franquia FBI chegam ao Universal TV em estreia tripla

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Foto: Reprodução/ Internet

Na próxima quinta-feira, 24, os fãs de séries policiais têm um convite irrecusável: uma maratona especial com a estreia simultânea das novas temporadas das três séries da franquia FBI no Universal TV. Prepare-se para uma noite intensa, que começa às 21h30 e só termina perto da meia-noite, repleta de mistérios, investigações perigosas e personagens que enfrentam não só criminosos, mas também seus próprios conflitos.

Essa é uma chance rara de acompanhar, em sequência, os episódios que abrem a sétima temporada de FBI, a quarta de FBI: Internacional e a sexta de FBI: Most Wanted. Cada uma delas traz seu tempero especial — do drama nas ruas de Nova York à tensão de missões internacionais e às caçadas implacáveis aos mais procurados.

Começo eletrizante: a sétima temporada de FBI coloca a equipe frente a um protesto que sai do controle

O ponto de partida da noite é o episódio “Abandonado”, que lança o público direto no meio de uma situação que rapidamente foge do controle. Um protesto pacífico termina em violência e uma morte, e a equipe do FBI é convocada para evitar que a situação piore ainda mais.

Além do suspense pelo crime em si, há um toque pessoal na trama: o agente Jubal Valentine se depara com alguém do seu passado no meio do tumulto, reacendendo velhas lembranças e criando uma tensão que vai muito além do trabalho. É esse equilíbrio entre ação e emoção que mantém a série tão conectada com o público, fazendo da sétima temporada uma das mais aguardadas.

Território estrangeiro e novos líderes: o desafio da quarta temporada de FBI: Internacional

Logo depois, às 22h20, a ação ganha escala global com o episódio “Um líder, não um turista”. A equipe de agentes que atua fora dos Estados Unidos enfrenta novos desafios — não apenas no campo, mas também dentro do próprio time.

A saída do antigo líder deixa um vazio difícil de preencher, e o novo comandante, Wesley Mitchell, chega com personalidade forte e estilo próprio, que inicialmente gera resistência, mas promete conquistar a confiança dos colegas com seu jeito determinado. A temporada reserva muito trabalho de campo, suspense e o impacto real das investigações em diferentes países, mostrando o FBI numa versão globalizada e ainda mais perigosa.

A caçada continua: FBI: Most Wanted retoma histórias de altos riscos com episódios eletrizantes

Para fechar a noite, às 23h10, FBI: Most Wanted retoma a sua missão mais intensa: encontrar e capturar os criminosos que estão sempre um passo à frente da lei. O episódio “Bebedouro” traz a equipe lidando com as consequências da bomba que quase explodiu em Nova York, mostrando que o trabalho deles nunca para — mesmo quando o perigo parece ter sido contido.

Essa temporada promete manter o público na ponta da cadeira, com casos que testam a inteligência e coragem dos agentes, além de explorar o lado humano desses profissionais dedicados que enfrentam riscos constantes para manter a segurança de todos.

Uma experiência imersiva que vai além da ação

O que torna essa noite de estreia algo especial não é apenas a quantidade de episódios, mas o modo como cada série constrói sua narrativa. A franquia FBI, criada por Dick Wolf, se destaca por mostrar que por trás das investigações existem pessoas com histórias, dúvidas e emoções.

Ao assistir, o público não apenas acompanha perseguições e revelações — mas também se conecta com personagens que vivem dilemas reais, dentro e fora do trabalho, trazendo um frescor humano que torna as histórias ainda mais cativantes.

Por que acompanhar a franquia FBI?

Seja você fã de séries policiais ou alguém que busca uma narrativa bem construída com personagens complexos, as séries FBI, FBI: Internacional e FBI: Most Wanted oferecem um panorama rico e diversificado do universo das forças especiais.

A combinação de roteiros inteligentes, suspense bem dosado e uma direção que privilegia o realismo faz com que cada episódio seja uma pequena aula de investigação — e também de humanidade.

Super Tela 03/05/2025: Caçada Brutal é o grande destaque da noite

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A noite de sábado na Record será marcada por tensão e ação explosiva com a exibição de “Caçada Brutal” (First Kill, no original) na faixa Super Tela, no dia 3 de maio de 2025. O longa, protagonizado por Bruce Willis e Hayden Christensen, combina adrenalina, drama familiar e reviravoltas em um suspense policial envolvente.

Uma caçada que se transforma em um pesadelo

Lançado originalmente em 2 de agosto de 2021 no serviço de streaming Paramount+, o filme tem 1h37min de duração e traz a assinatura do diretor Steven C. Miller, especialista em filmes de ação intensos. O roteiro é de Nick Gordon, que cria um enredo denso sobre escolhas morais e sobrevivência.

Na história, Will (Hayden Christensen) é um homem comum que decide levar seu filho para uma viagem de caça, tentando estreitar os laços familiares. No entanto, tudo muda quando ele e o garoto testemunham o assassinato de um policial cometido por um criminoso armado. O que parecia ser um episódio isolado logo se transforma em um pesadelo ainda maior: o filho de Will é sequestrado pelo assassino, e agora ele precisa entrar em ação para salvar o menino.

Enquanto isso, Bruce Willis interpreta um policial veterano que investiga um assalto a banco ocorrido na mesma região — crime que, aos poucos, revela ligações inesperadas com o sequestro e a família envolvida. A narrativa se desdobra em tensão crescente, com confrontos armados, perseguições pela floresta e segredos que vêm à tona.

Um duelo de interpretações

Com uma filmografia recheada de clássicos de ação, Bruce Willis entrega uma performance contida e misteriosa, que contrasta com a carga emocional intensa vivida por Hayden Christensen, conhecido mundialmente pelo papel de Anakin Skywalker na franquia Star Wars. Juntos, eles conduzem a história com carisma e credibilidade, criando um clima de suspense constante.

Gethin Anthony, conhecido por seu trabalho em Game of Thrones, também participa do elenco, contribuindo para o tom sombrio e imprevisível do filme.

Disponível no streaming

Quem desejar assistir ao filme fora da TV aberta pode encontrá-lo na plataforma Adrenalina Pura, disponível por assinatura. Com classificação indicativa não recomendada para menores de 14 anos, Caçada Brutal é uma escolha certeira para quem busca um suspense cheio de reviravoltas, ação bem coreografada e dilemas familiares que tocam fundo.

Super Tela aposta alto no suspense policial

A faixa Super Tela da Record é conhecida por trazer filmes de tirar o fôlego nas noites de sábado — e com Caçada Brutal, a promessa é de mais uma exibição que vai deixar o público grudado na tela. O equilíbrio entre drama familiar e ação intensa torna o longa uma boa pedida para quem gosta de tramas com emoções à flor da pele.

Êta Mundo Melhor | Resumo semanal da novela de 17/09 a 20/09

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Capítulo 069 da novela Êta Mundo Melhor – Quarta-feira, 17 de setembro
O grupo de resgate ganha um novo fôlego quando Sabiá se une a Candinho, Zulma e Aladin, aumentando as esperanças de que a missão seja bem-sucedida. Enquanto isso, Samir tenta resistir à crueldade de Aderbal e Marilda, que o tratam com extrema frieza, e procura uma forma de pedir ajuda sem ser notado. Na delegacia, Estela visita Ernesto, mas o encontro se torna tenso quando ele lança insinuações maldosas sobre sua relação com Celso, deixando-a visivelmente abalada. Haydée sofre com a distância emocional de Lúcio, e Policarpo aconselha Candinho a manter a calma para não comprometer a busca pelos filhos. Carneiro alerta sobre a necessidade urgente de internação de Cunegundes, enquanto Sandra, em sua sede por ascensão social, decide se afastar temporariamente do Barão para reforçar sua aliança com Inês. Paralelamente, Marilda e Aderbal conseguem capturar Samir, Jasmin, Asdrúbal, Picolé e Zé dos Porcos, trancando todos em um galpão isolado, o que intensifica a sensação de perigo e suspense.

Capítulo 070 – Quinta-feira, 18 de setembro
No galpão, Samir tenta acalmar Jasmin e os demais amigos, transmitindo confiança de que Candinho virá resgatá-los, mesmo em meio ao medo e à insegurança. Enquanto isso, Carneiro cumpre a determinação médica e interna Cunegundes, e Ernesto continua a atormentar Celso com provocações, justo no momento em que ele recebe a notícia de sua transferência de prisão. Na Europa, Sandra demonstra sua frieza e impressiona Inês ao revelar conhecimentos detalhados sobre venenos, reafirmando sua ambição sem limites. Candinho finalmente descobre o paradeiro do galpão e se prepara para libertar as crianças, mas a inesperada chegada do misterioso chefe de Marilda e Aderbal ameaça complicar toda a operação. Em paralelo, Tobias se incomoda com a aproximação entre Lauro e Sônia, Simbá cria intrigas para afastar Anabela de Aladin, Celso e Estela decidem romper a relação, Olímpia aproveita uma oportunidade para humilhar Dita na rádio, e Candinho, contando com a força de Zulma e Aladin, arma um plano ousado e arriscado para salvar os reféns.

Capítulo 071 – Sexta-feira, 19 de setembro
Com o carro de Marilda e Aderbal se aproximando do local, Candinho e seus aliados correm contra o tempo para abrir o galpão e garantir a salvação de Samir, Jasmin e das demais crianças. Ao mesmo tempo, Quinzinho encontra um bilhete enigmático deixado por Pedro II, revelando um segredo sobre Cunegundes, e desmaia ao saber da internação da esposa. Candinho consegue libertar os reféns, mas Dita sofre um duro golpe ao receber a notícia de que Rogério desistiu de contratá-la na rádio, ao mesmo tempo em que é pressionada por Olímpia para abandonar a pensão. Estela e Anabela enfrentam dilemas afetivos distintos, a primeira dividida por sentimentos em relação a Celso e a segunda em dúvida sobre seu vínculo com Aladin, enquanto Zulma se preocupa com o laço cada vez mais intenso entre Candinho e Samir. Já Cunegundes, ao encontrar Quinzinho desacordado, entra em desespero, elevando a tensão da trama e deixando todos à sua volta em estado de alerta.

Capítulo 072 da novela Êta Mundo Melhor – Sábado, 20 de setembro
Quinzinho recobra a consciência a tempo de impedir que Cunegundes seja internada contra sua vontade, reacendendo a chama de sua devoção à esposa. Sabiá, decidido a fazer justiça, denuncia Marilda, Aderbal e o chefe deles, resultando na prisão do trio por conta do sequestro das crianças. Mesmo com esse alívio, os problemas continuam: Simbá insiste em enganar Aladin a respeito de Anabela, Margarida decide expulsar Dita da pensão, e Quitéria alerta Candinho sobre o incômodo da cantora em relação à proximidade dele com Zulma, colocando o protagonista diante de novos conflitos pessoais. Enquanto isso, Quinzinho revela a Cunegundes a existência de um mapa de esmeraldas, mas a revelação é abruptamente interrompida pela chegada inesperada de Asdrúbal. Estela dá início a uma amizade com Carmem, Lúcio confessa a Margarida que Haydée acredita ser sua filha, Sandra e Inês continuam elaborando planos ardilosos contra o Barão, Tobias ordena que Francine vigie Sônia, e Dita, cansada das incertezas, toma a decisão de morar com Candinho. A semana se encerra com viradas dramáticas em todos os núcleos, abrindo novas possibilidades para os próximos acontecimentos.

Êta Mundo Melhor | Resumo semanal da novela de 22/09 a 27/09

Capítulo 073 – Segunda-feira, 22 de setembro
Padre Lucas surpreende Candinho ao revelar que, por ser desquitada, Dita não poderá se casar novamente, deixando o rapaz entristecido e dividido entre a fé e o coração. Carmem, atenta aos movimentos à sua volta, percebe que pode usar informações para pressionar Estela, ao mesmo tempo em que Sônia decide pedir demissão do dancing para buscar novos rumos em sua vida. Mirtes desabafa com Tamires sobre sua vontade de ajudar Ernesto a reencontrar Paixão, e Quincas surpreende Sônia ao convidá-la para morar com ele no sítio, abrindo novas possibilidades para o futuro da moça. Determinada a recomeçar, Dita comunica a Manoela que vai se mudar para a casa de Candinho junto de Joaquim, enquanto Cunegundes se apega cada vez mais ao sonho de enriquecer com o mapa das esmeraldas, sendo alertada por Quinzinho sobre os riscos representados por Asdrúbal. Ao mesmo tempo, Maria Divina exige que Medeia devolva sua esmeralda, e Carmem, ao procurar Zulma, reconhece Samir, desencadeando novas reviravoltas na trama.

Capítulo 074 – Terça-feira, 23 de setembro
Temendo ser alvo de chantagem, Zulma oferece abrigo a Carmem e lhe garante proteção, dando início a uma inesperada aliança. Enquanto isso, Dita e Joaquim deixam a pensão de Margarida e começam uma nova vida ao lado de Candinho, e Quincas anuncia seu retorno ao sítio, renovando suas esperanças no campo. Carmem alerta Zulma sobre os perigos de se apaixonar por um homem comprometido, e Celso confessa a Olga e Araújo que fechou seu coração para o amor. No aniversário de Estela, Anabela lhe entrega um presente carinhoso, ao mesmo tempo em que Margarida revela a Haydée que Lúcio nega ser seu pai. Cunegundes, obcecada, promete a Asdrúbal comprar novamente o sítio de Candinho, enquanto o próprio Candinho conta a Samir que pediu ajuda a Sabiá para encontrar o pai do menino. Simbá, por sua vez, continua manipulando Aladin para afastá-lo de Anabela, e Dirce hesita em aceitar Joaquim na escola pelo fato de ele ser filho de uma mulher desquitada. Apesar dos obstáculos, Candinho e Samir prometem a Celso que não descansarão até encontrar o pai do garoto.

Capítulo 075 – Quarta-feira, 24 de setembro
A determinação de Candinho e Samir de seguir nas buscas angustia Celso, que não sabe como lidar com a situação. Dita enfrenta os primeiros desafios de reorganizar sua vida com Joaquim ao lado de Candinho, enquanto Paixão pede ajuda a Lúcio para localizar Ernesto, mas o delegado avisa que o vilão será transferido para a penitenciária. Tamires e Vermelho passam dificuldades para encontrar um bom cantor para o dancing, e Carmem reencontra Candinho, despertando o ciúme de Zulma. Margarida pressiona Lúcio a esclarecer a verdade sobre Haydée, e Tobias alerta Lauro sobre o comportamento de Sônia, que enfim admite estar apaixonada por ele. Anabela convida Celso para o jantar de aniversário de Estela, mas ele hesita em aceitar. Nesse meio tempo, Medeia descobre o mapa das esmeraldas de Cunegundes, enquanto Candinho consola Dita com um abraço de apoio, despertando a reprovação de Manoela, que não esconde sua desaprovação.

Capítulo 076 – Quinta-feira, 25 de setembro
Candinho garante a Manoela que seu maior desejo é apenas proteger Dita, reforçando seu papel de apoio e não de conquista. Celso, por sua vez, confessa a Anabela que ainda ama Estela, mas decide não comparecer ao jantar de aniversário para evitar novas dores. Jasmin aconselha Aladin a se aproximar de Anabela, mas os planos de reconciliação ficam ameaçados quando Asdrúbal impede que Candinho assine documentos preparados por Celso, desmascarando um possível golpe. Samir se diverte ao presenciar as tentativas fracassadas de Zulma contra Adelaide, e Medeia revela a Asdrúbal informações valiosas sobre o mapa das esmeraldas de Cunegundes. Enquanto Maria Divina insiste em viver ao lado de Zé dos Porcos, Lauro rompe com Sônia, que decide retornar ao dancing, e Zulma busca uma nova aproximação com Candinho. Em outro núcleo, Sabiá informa a Lúcio que Ernesto está preso, e o vilão, conformado, agradece a Mirtes por ter lhe ajudado a localizar Paixão.

Capítulo 077 – Sexta-feira, 26 de setembro
Candinho deixa claro a Zulma que seu coração pertence a Dita, mas a moça, confiante, insiste em suas investidas. Dita, em contrapartida, recebe apoio de Estela para enfrentar Dirce e garantir que Joaquim tenha o direito de estudar. Em outra ponta da trama, Sônia confidencia a Francine que Lauro é diferente de todos os homens que já conheceu, e Tamires surpreende Celso com um beijo inesperado, levando-o a refletir e decidir lutar novamente pelo amor de Estela. Zé dos Porcos e Maria Divina conseguem recuperar a esmeralda roubada por Medeia, enquanto Celso procura Estela, mas é colocado em xeque quando a moça percebe o perfume de Tamires em suas roupas e começa a desconfiar. No mesmo momento, Zulma beija Candinho à força, e Dita, ao flagrar a cena, fica chocada com o que presencia, abrindo um conflito explosivo.

Capítulo 078 – Sábado, 27 de setembro
Dita, tomada pela indignação, confronta Candinho, que tenta explicar que não sente nada por Zulma, enquanto Estela, decepcionada com Celso, o expulsa de sua casa ao perceber suas contradições. Zulma, emocionada pelo beijo que roubou, deixa Carmem intrigada com suas intenções. Em outra frente, Asdrúbal impede as compras de Araújo, Celso e Olga, frustrando os planos do trio de enriquecer com um golpe. Candinho comunica a Dita que sairá da mansão para que ela e Joaquim possam viver com mais tranquilidade, mesmo sacrificando seu próprio conforto. Sônia decide se mudar para o sítio com Quincas, buscando paz e estabilidade, enquanto Estela, unida a Dita, consegue convencer Dirce a aceitar Joaquim na escola. Sem ter onde ficar, Candinho procura abrigo com Celso, que recusa sua presença e ainda expulsa Policarpo, aumentando as tensões. Enquanto Medeia se desespera com a perda da esmeralda, Dita vai atrás de Zulma para esclarecer de vez a situação, encerrando a semana em clima de confrontos intensos e decisões cruciais.

Resumo da novela A.Mar de hoje (10) – Estrella enfrenta sabotagem e inimigos tramam contra seu sucesso

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No capítulo da novela A.Mar que vai ao ar hoje, 10 de outubro, Estrella comunica aos empregados de seu pai que pretende se tornar capitã, mas enfrenta rejeição imediata: eles se recusam a aceitar que uma mulher lidere o trabalho. Enquanto isso, Gertrudis manipula Yazmín, fazendo-a acreditar que Fabián recuperou a custódia legal dela, e pede que seja a única a se opor ao pai.

Mais tarde, Estrella se prepara para ir pescar, mas ao tentar mover o barco, cai, dando espaço para Tiburón zombar dela e questionar sua capacidade de trabalhar. No meio dos conflitos, Estrella percebe que Érika está intervindo em seus problemas com Fabián e a adverte para se manter afastada. Em silêncio, Érika promete que não descansará até ver Estrella fora da cidade, reforçando o clima de tensão e rivalidade que cerca a protagonista.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A.Mar?

O clima na pesca esquenta quando Fabián culpa Estrella por cortar suas redes e decide levar toda a sua pesca. Determinada, Estrella o impede e, furiosa, pega uma das caixas de peixe e a esvazia em cima dele, mostrando que não se deixará intimidar. Ao descobrir que foi Tiburón quem realmente cortou as redes, ela alerta Fabián de que ele acabou caindo em sua própria armadilha, comparando o traidor a um “tubarão” que mordeu a própria cauda.

Enquanto isso, Perla se desfaz em lágrimas ao se lembrar das maldades de Tiburón e dos momentos em que sofreu por sua culpa. Fabián demonstra preocupação ao perceber que Estrella e sua família ficarão responsáveis por toda a pesca, mas ela o repreende, lembrando que ele deveria se preocupar com seus próprios empregados, já que colocou um traidor em sua tripulação.

No meio de tanta tensão, Yazmín pede a Fabián que agradeça a Érika por convencê-la a morar com ele. Ela confessa estar profundamente apaixonada, mas teme que Fabián acabe destruindo sua vida como fez com a dela e com a mãe. Furioso, Fabián reclama com Érika por se intrometer nos assuntos da filha e garante que não a perdoará por atrapalhar seus planos.

Perla, por sua vez, repreende Brisa por não ter ajudado na pescaria, enquanto Estrella tenta acalmar as irmãs e pede que cada uma faça a sua parte. Com coragem renovada, Perla enfrenta Fabián e reafirma que Tiburón foi o verdadeiro responsável pelo corte das redes, deixando claro que a injustiça não passará em branco.

The Calling | Thriller do criador de Big Little Lies estreia no Universal TV e mergulha em crimes, fé e dilemas morais

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Foto: Reprodução/ Internet

Em um universo televisivo cada vez mais repleto de investigações, policiais durões e reviravoltas sangrentas, uma nova série estreia com a ousadia de unir o suspense do crime à delicadeza da fé e da introspecção. The Calling, produção criada por David E. Kelley — o nome por trás de sucessos como Big Little Lies e Ally McBeal — chega ao Universal TV na próxima sexta-feira, 8 de agosto, às 22h20, trazendo um protagonista improvável e profundamente humano: o detetive Avraham Avraham, um judeu ortodoxo que busca resolver crimes não apenas com lógica, mas com empatia, compaixão e uma fé inabalável na humanidade.

Baseada no romance The Missing File, best-seller do autor israelense Dror Mishani, a série é mais do que um thriller policial: é um mergulho no dilema moral e na espiritualidade de um homem que, em meio ao caos da cidade de Nova York, tenta ouvir uma voz interior — seu chamado — para encontrar a verdade.

Com direção do veterano Barry Levinson, vencedor do Oscar por Rain Man, e uma fotografia sombria que traduz o peso existencial dos personagens, a série é uma proposta narrativa diferente: menos barulhenta, mais reflexiva; menos sobre a caça ao criminoso e mais sobre o que se perde e se revela no processo de investigação.

O detetive que acredita

Interpretado por Jeff Wilbusch, ator alemão-israelense conhecido por seu papel em Nada Ortodoxa, o detetive Avraham Avraham é uma presença inquietante logo nos primeiros minutos da série. Vestindo paletó escuro, barba por fazer, olhos atentos e postura quase messiânica, Avi — como é chamado pelos colegas — não parece um investigador comum. Ele escuta antes de perguntar. Observa antes de agir. E reza, discretamente, antes de entrar em cena.

“Tenho muito orgulho de interpretar um detetive judeu religioso”, contou Wilbusch em entrevistas à imprensa internacional. “É uma história importante. Vivemos um tempo em que empatia e humanidade são raras. Avi é um personagem que me desafia e me inspira.”

Na estreia, o episódio “Desaparecido” nos apresenta ao mundo de Avi com uma sequência inusitada: uma confissão obtida de um suspeito vestido de cachorro-quente. Em qualquer outro contexto, pareceria cômico ou absurdo. Mas em The Calling, tudo é tratado com uma camada de mistério e profundidade. E rapidamente entendemos que, para Avraham, o crime não é um espetáculo — é uma dor humana a ser compreendida.

O enredo se desenrola a partir do desaparecimento de um jovem de família tradicional. Enquanto os colegas de departamento correm atrás de provas, Avraham prefere seguir um caminho mais sensível: reconstituir, com detalhes quase espirituais, os últimos passos do garoto. Em vez de interrogar brutalmente, ele conversa. Em vez de acusar, ele pergunta. “O que você sente?”, diz ele, mais de uma vez.

Fé, intuição e método

A espiritualidade do personagem principal não é mero adorno. Diferentemente de outras séries policiais, em que a religião é tratada como pano de fundo ou símbolo de trauma, em The Calling ela é central. Avraham Avraham ora, observa os rituais, reflete sobre passagens sagradas. Mas não impõe sua fé: ele vive por ela.

Essa abordagem incomum tem origem direta no livro que deu origem à série. O autor, Dror Mishani, é um dos grandes nomes da literatura policial israelense e quis criar um detetive com alma — alguém que usasse a intuição, a empatia e o silêncio como armas principais. E é isso que vemos em tela.

David E. Kelley, que já havia explorado a complexidade humana em séries como The Undoing e Nine Perfect Strangers, mergulha na proposta com entusiasmo. “Eu queria criar um drama policial diferente. Um em que o herói não fosse apenas um solucionador de problemas, mas alguém que fosse, ele mesmo, um enigma moral”, disse Kelley à Variety.

Um elenco afiado e multifacetado

Ao lado de Jeff Wilbusch, o elenco de The Calling oferece personagens tão humanos quanto seu protagonista. Juliana Canfield vive a detetive Janine Harris, uma parceira cética e prática, que aos poucos aprende a respeitar — e até admirar — o método nada convencional de Avi. Karen Robinson interpreta a Capitã Kathleen Davies, figura de autoridade que precisa equilibrar a burocracia do departamento com o gênio introspectivo do detetive.

Outro destaque é Michael Mosley, como o detetive Earl Malzone, típico investigador nova-iorquino durão, que serve como contraponto ao protagonista. A interação entre esses personagens não segue os clichês da “dupla policial improvável”. Aqui, as relações são mais sutis, menos caricatas, mais próximas da vida real — em que divergências não se resolvem com piadas, mas com convivência e tensão.

Um thriller que desacelera

A produção é uma série policial, mas não espere tiroteios a cada dez minutos ou perseguições frenéticas por becos escuros. O ritmo é mais contemplativo. As cenas se estendem, os diálogos são pausados, os silêncios são significativos. É um thriller que pede ao espectador o mesmo que seu protagonista pede aos suspeitos: atenção, escuta, paciência.

Essa proposta pode soar arriscada em um mercado dominado por narrativas ágeis, roteiros cheios de plot twists e heróis sarcásticos. Mas The Calling aposta no contrário: na lentidão como construção de tensão, na ausência como indício, na ambiguidade como fonte de verdade. E é aí que está sua força.

Barry Levinson, experiente diretor que sempre prezou por histórias humanas (como em Sleepers, Good Morning, Vietnam e Liberty Heights), entrega uma direção sutil e madura. Cada episódio é quase um pequeno estudo de personagem. E ao fim de cada caso, não é apenas o criminoso que é revelado — são as dores de uma família, os silêncios de uma comunidade, os fantasmas que cada um carrega.

A importância da representatividade religiosa

Em tempos de crescente intolerância, a série se destaca também por representar com respeito e profundidade a religiosidade judaica — sem estereótipos ou caricaturas. Avraham Avraham não é um rabino, não é um “espião israelense”, não é o “judeu engraçado da história”. Ele é um homem de fé. Um cidadão comum com um cargo difícil. Um ser humano que tenta fazer o certo, mesmo que isso lhe custe reconhecimento.

Essa representação importa. Em uma indústria que, por décadas, tratou temas religiosos com superficialidade — quando não com desdém —, a série abre espaço para uma abordagem mais respeitosa e realista. E isso se alinha ao movimento mais amplo de produções que buscam diversidade cultural e espiritual com autenticidade, como Nada Ortodoxa, Messias, Ramy e Shtisel.

Sem meias palavras! Guilherme Boulos enfrenta debate direto no No Alvo desta segunda (25/08)

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Nesta segunda-feira, 25 de agosto de 2025, o programa No Alvo recebe um convidado que não costuma medir palavras: o deputado federal Guilherme Boulos. Conhecido por sua trajetória política marcada por combatividade e posicionamentos claros, Boulos se depara com um formato que privilegia perguntas diretas e um debate sem rodeios, testando sua capacidade de lidar com críticas, provocações e questões delicadas sobre a cena política brasileira.

O programa, exibido em horário nobre, tem como proposta justamente esse confronto franco: não há espaço para respostas evasivas ou discursos ensaiados. Desde os primeiros minutos, Boulos mostra que está pronto para entrar no jogo. Com postura firme e tom incisivo, o político deixa claro que veio para dizer o que pensa e não se intimidar diante de rivais ou do público que assiste ao debate.

Ao longo da conversa, Boulos demonstra conforto com a exposição. Ele fala abertamente sobre adversários políticos, analisa os movimentos da direita brasileira e não poupa críticas a colegas de cena política que considera oportunistas ou descompromissados com causas sociais. Entre declarações fortes, o deputado não hesita em comentar apelidos e provocações que recebeu ao longo da carreira, sempre com uma pitada de ironia ou crítica direta.

Em um dos momentos mais comentados da entrevista, ele afirma que “o caminho mais fácil na política é se aliar, se vender ao sistema”, refletindo sua visão sobre aquilo que considera compromissos vazios ou alianças oportunistas. A frase resume bem a postura de Boulos diante de um cenário político que, segundo ele, valoriza mais acordos pragmáticos do que ideais ou projetos de impacto social.

Outro ponto que chamou atenção foi a avaliação de nomes em ascensão na política ou na internet, como Pablo Marçal, que Boulos classificou sem hesitar como “um picareta”. A declaração gerou repercussão imediata nas redes sociais, evidenciando a disposição do deputado de expor sua opinião sem receio de críticas ou polêmicas.

Críticas Diretas à Imprensa

O deputado também aproveitou o espaço para fazer uma análise crítica da imprensa, ressaltando que, muitas vezes, os meios de comunicação reforçam narrativas convenientes para determinados grupos políticos e econômicos. “A mídia tradicional tem um papel relevante, mas não é neutra. É preciso que o cidadão esteja atento a isso”, comentou.

Segundo Boulos, o debate público e a imprensa deveriam fomentar a reflexão e a pluralidade de opiniões, mas acabam, em alguns casos, reforçando discursos polarizados ou superficialmente sensacionalistas. Ele defende que a política, quando reduzida a manchetes rápidas ou análises superficiais, perde espaço para discussões de fundo que realmente impactam a vida das pessoas.

Essa postura crítica não é novidade na trajetória do deputado. Desde suas primeiras campanhas, Boulos se posiciona como alguém que desafia o status quo, questiona estruturas consolidadas e busca dar voz a grupos historicamente marginalizados, como movimentos sociais e organizações populares.

Avaliação da Direita Brasileira

O tema da direita política também dominou boa parte do debate. Boulos não poupou análises e críticas sobre o que considera estratégias populistas ou manobras políticas que, segundo ele, visam apenas conquistar votos sem apresentar propostas consistentes. Para o deputado, parte da direita brasileira se apoia em discursos inflamados, polarização e campanhas midiáticas, deixando de lado discussões estruturantes sobre políticas públicas, educação e desigualdade social.

“É mais fácil gritar slogans do que construir um projeto político sério. E isso acaba sendo prejudicial para o país como um todo”, afirmou. A declaração reflete um dos eixos centrais da entrevista: a crítica à superficialidade política e à adoção de discursos convenientes em detrimento de ações concretas.

Personalidade e Combatividade

Mais do que comentar adversários ou estratégias políticas, Boulos também revelou um pouco de sua personalidade. O deputado demonstrou ser alguém que valoriza a coerência e o compromisso com princípios, mesmo em um ambiente de debate acirrado. Ele comentou sobre a pressão constante que acompanha quem decide se expor publicamente e sobre a necessidade de manter firmeza diante de ataques, provocações ou polêmicas.

Em vários momentos, sua fala mesclou seriedade e leveza, mostrando que é possível criticar e confrontar sem perder a humanidade. Essa combinação de combatividade e autenticidade é um dos elementos que cativa parte do público que acompanha sua trajetória, seja no Congresso Nacional, nas redes sociais ou em entrevistas e debates como o “No Alvo”.

Altas Horas deste sábado (02/08) comemora 60 anos da Jovem Guarda e reúne Wanderléa, Golden Boys, The Fevers, Ana Cañas, Pedro Calais e Rick & Renner

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite do próximo sábado, 2 de agosto de 2025, o Altas Horas celebra os 60 anos da Jovem Guarda com um tributo especial que atravessa gerações e emoções. Mais do que uma simples viagem ao passado, o programa coloca no centro do palco um movimento que marcou época e redefiniu juventude, comportamento e liberdade nos anos 1960. Será um encontro vibrante entre ícones que fizeram história e novas vozes que, décadas depois, ainda se reconhecem nas melodias, nas atitudes e no espírito da Jovem Guarda.

De acordo com informações da TV Globo, a edição especial, ainda inédita, foi gravada nos estúdios da emissora em São Paulo e será exibida com exclusividade neste fim de semana. Com curadoria atenta de Serginho Groisman, o programa reúne nomes que participaram diretamente daquele período revolucionário da música brasileira e também talentos contemporâneos que reinterpretam os clássicos sob novos olhares.

Uma noite com a ternura de Wanderléa e o espírito de uma geração

Figura essencial do movimento cultural, Wanderléa é uma das grandes atrações da noite. Com a leveza que sempre carregou em cena, a cantora revive parte de sua trajetória ao interpretar “Pare o Casamento”, uma das músicas que marcaram o auge do movimento. Aos 77 anos, ela permanece como símbolo de resistência feminina em um tempo em que o protagonismo musical era majoritariamente masculino.

Durante o programa, ela também divide os vocais com Ronaldo, integrante dos Golden Boys, em uma versão de “Foi Assim”, que promete aquecer o coração dos fãs da velha guarda. Mais do que cantar, Wanderléa compartilha lembranças de uma era marcada por descobertas, liberdade criativa e o início de sua parceria com Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

A Jovem Guarda pelo olhar de quem veio depois

A força do especial também está nos artistas contemporâneos que reconhecem na Jovem Guarda um legado que continua presente. Ana Cañas, por exemplo, interpreta “Eu Sou Terrível” e reflete sobre a importância da presença de Wanderléa naquela época: “Ela não estava apenas ocupando um espaço como mulher. Ela estava abrindo caminho, num ambiente totalmente dominado por homens”, conta em um dos trechos da gravação.

Já Kell Smith compartilha uma lembrança íntima: o dia em que o pai lhe presenteou com um disco de vinil de Wanderléa. “Todo mundo queria ouvir CD naquela época, mas lá em casa a gente andava por lojas de vinil. Foi assim que conheci a Ternurinha. Aquilo me marcou profundamente”, revela. A cantora também participa das homenagens com uma performance delicada de “Quando”, ao lado da dupla Rick & Renner.

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Clássicos revisitados e interpretações cheias de identidade

A noite reserva momentos de pura reinvenção. O cantor Lucas Leto, representante da nova geração do pop rock nacional, apresenta sua versão de “É Proibido Fumar”. A canção, imortalizada na voz de Roberto Carlos, ganha uma roupagem atual, sem perder o espírito rebelde e ousado que a consagrou.

Fernanda Takai, conhecida pelo trabalho no Pato Fu e por suas incursões na música brasileira dos anos 1960 e 70, interpreta “A Pobreza (Paixão Proibida)” com sua suavidade habitual. A escolha da música e a delicadeza da interpretação dialogam diretamente com o tom melancólico e romântico da Jovem Guarda.

Também participam do especial os The Fevers, grupo fundamental na construção da trilha sonora afetiva daquela geração. Na formação atual com Luiz Cláudio e Rama, o grupo apresenta “Mar de Rosas”, um clássico que resiste ao tempo e continua povoando memórias afetivas por todo o país.

Histórias que atravessam a infância e ganham o palco

O ator Murilo Rosa recorda, com espontaneidade, a relação que construiu com as músicas da Jovem Guarda desde menino. “Meu pai me deu uma guitarrinha de brinquedo. Eu ficava o dia inteiro pela casa cantando Roberto Carlos. Aquilo ficou”, comenta em uma das conversas com Serginho. Embora não seja cantor, Murilo participa com entusiasmo das homenagens e reforça como a Jovem Guarda foi presença constante nas famílias brasileiras.

Quem também solta a voz no especial é a atriz Nathalia Dill, que interpreta “As Curvas da Estrada de Santos” e surpreende com uma performance intensa e emotiva. É mais um exemplo de como o repertório da Jovem Guarda continua dialogando com diferentes expressões artísticas.

Juventude em ebulição: Pedro Calais e a energia da nova geração

O vocalista da banda Lagum, Pedro Calais, traz ao palco sua leitura irreverente de “Vem Quente que Estou Fervendo”. Com sua postura despojada e contemporânea, Pedro imprime nova energia à música e mostra que o espírito da Jovem Guarda ainda pulsa no coração da juventude brasileira.

“Eu gosto da ousadia daquela época. Não era só sobre amor ou música boa. Era sobre viver com intensidade”, comenta durante os bastidores da gravação. A apresentação promete ser um dos momentos mais animados do programa.

Raul Seixas em foco

Um dos trechos mais simbólicos do especial é a participação do ator Ravel Andrade, que recentemente deu vida a Raul Seixas na minissérie “Raul Seixas: Eu Sou”, do Globoplay. No programa, ele canta “Doce, Doce Amor”, composição da fase inicial de Raul, ainda com fortes influências da Jovem Guarda.

Ravel destaca o papel de Raul como figura de transição entre o romantismo dos anos 60 e o pensamento crítico que viria com os anos 70. “Raul começou dentro dessa estética mais comportada e depois rompeu com tudo. Mas dá pra perceber que ele não nega essas raízes. Elas estão ali, bem vivas”, afirma.

Uma homenagem que valoriza a memória cultural do país

Mais do que reviver sucessos, o especial do Altas Horas reforça o valor da memória musical brasileira. Ao reunir artistas de diferentes gerações, o programa costura afetos e traduz em performances ao vivo um capítulo importante da nossa história cultural.

Serginho, como de costume, atua mais como anfitrião do que como apresentador. Seu estilo acolhedor cria um ambiente em que os artistas se sentem à vontade para compartilhar histórias, emoções e experiências pessoais com o público.

O que vai ao ar neste sábado é mais do que uma edição comemorativa. É um testemunho afetivo de como a música atravessa o tempo, acompanha trajetórias e permanece viva no imaginário coletivo. Os 60 anos da Jovem Guarda não pertencem apenas ao passado — pertencem a todos que, de alguma forma, continuam se conectando com seu legado, seja pelo vinil herdado do pai, pelo refrão ouvido no rádio ou pela primeira música tocada no violão.

Influenciadora literária Vitória Souza lança o livro “Círculos Não São Infinitos”

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O fim do amor. A pausa forçada. O silêncio criativo. Trinta dias afastada do trabalho e tudo o que Maeve Lee tem é um vazio — no papel, no peito, no casamento. Mas é justamente desse espaço de dor que nasce a trama de Círculos não são infinitos, novo romance da paraense Vitória Souza, que chega às livrarias em agosto e promete conversar diretamente com os leitores que já se perguntaram como (re)começar.

Com uma carreira consolidada como influenciadora literária e uma escrita marcada pela sensibilidade emocional, Vitória entrega aqui sua obra mais íntima. Um livro que, embora não seja autobiográfico, carrega a vivência de quem já passou pela sensação de estar longe de si mesma — e precisou voltar.

Uma protagonista quebrada (e profundamente real)

Maeve, a protagonista, é uma jovem escritora no auge do sucesso editorial e no limite do colapso emocional. Casada, premiada e aparentemente no controle, ela se vê desmoronando por dentro. Tudo o que ela tenta esconder — as dúvidas, o cansaço, a desconexão espiritual — transborda de repente. E é nesse vórtice que um pequeno objeto muda tudo: um caderno antigo encontrado ao acaso em um sebo silencioso de bairro.

O caderno, com páginas rabiscadas e capa azul desbotada, não carrega fórmulas nem profecias, mas provoca nela algo ainda mais incômodo: memórias. Fragmentos do passado. Instantes que ela tentou esquecer ou romantizar. Reencontros com versões suas que ficaram para trás. Aos poucos, ela entende que talvez não esteja sendo “levada de volta no tempo”, mas sim convocada a olhar para sua história com outros olhos — com verdade.

Fé como reencontro, não como pregação

Ao contrário de muitas narrativas que abordam espiritualidade com rigidez, Vitória opta por um caminho mais sutil e sensível. Aqui, a fé cristã não é uma bandeira ou um discurso pronto — é um lugar de retorno. Um espaço de silêncio, de escuta, de rendição.

“Eu não quis escrever sobre religião, mas sobre o que acontece dentro da gente quando a fé parece ter sumido. O livro é sobre o momento em que a gente para de fingir que está bem e começa, finalmente, a procurar a cura”, diz a autora, em entrevista.

Ao invés de oferecer respostas, Círculos não são infinitos oferece espaço: para dúvidas, para orações tímidas, para tentativas imperfeitas de perdão — inclusive do perdão a si mesma. A escrita de Vitória caminha nesse fio delicado entre o drama e a esperança, sem nunca soar artificial.

Quando o passado não é um lugar, mas uma chave

Entre as memórias que Maeve revê estão o início da faculdade, a paixão por Liam (o marido de quem ela se afasta), o sucesso precoce que a isolou, e o afastamento doloroso dos pais. Cada episódio surge como uma chance de fazer as pazes com alguma versão esquecida de si — não para consertar o que foi, mas para entender onde ela deixou de se ouvir.

E é aí que mora a potência do livro: não há viagem no tempo literal, mas há deslocamento emocional real. Um mergulho que confronta, sim, mas também limpa. Cicatriza. E aponta caminhos.

Círculos não são infinitos chega ao mercado como uma das apostas mais sensíveis do ano no gênero healing fiction, trazendo representatividade emocional para jovens e adultos que convivem com a sensação de falhar consigo mesmos. A estética minimalista da narrativa, os capítulos breves e a linguagem afetiva criam uma experiência quase confessional.

Com influências que vão de Taylor Jenkins Reid a Henri Nouwen, Vitória constrói uma protagonista vulnerável sem torná-la frágil, religiosa sem ser doutrinária, e corajosa sem ser heroína. Maeve apenas tenta. Cai. Levanta. Ora. Silencia. E volta.

Mesmo antes do lançamento oficial, leitores vêm se mobilizando online para discutir os temas do livro — como culpa, reconciliação, reconexão familiar e espiritualidade contemporânea. Clubes de leitura começam a se formar de forma espontânea e sessões de autógrafos já estão marcadas para São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

A expectativa é que o romance dialogue não apenas com o público jovem adulto, mas com qualquer leitor que já sentiu que algo dentro de si precisava de atenção — e não sabia por onde começar.

O título do livro já antecipa o que Maeve (e muitos de nós) precisa entender: nem todo ciclo precisa ser eterno. Nem toda dor precisa se repetir. Há tempo para refazer, redizer, refazer. Porque os círculos só parecem infinitos quando a gente anda em círculos dentro de si.

Conversa com Bial de quarta (14/05) traz um papo imperdível com o jornalista José Trajano

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Se você curte esportes e histórias de vida inspiradoras, essa edição do Conversa com Bial vai te conquistar! O jornalista esportivo José Trajano é o convidado da noite de quarta-feira, 14 de maio de 2025, para contar um pouco da sua trajetória na cobertura do esporte brasileiro, um percurso cheio de momentos marcantes e paixão pelo que faz.

Além disso, Trajano apresenta seu mais novo livro, “1960, quando as estrelas ficaram vermelhas”, onde ele traz relatos emocionantes da sua infância e compartilha histórias do último título estadual do América, o time do coração dele. É uma mistura de memórias pessoais com um resgate histórico que promete encantar tanto fãs de futebol quanto amantes de boas narrativas.

O Conversa com Bial vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre às 23h45, no GNT — e você ainda pode assistir logo depois do Jornal da Globo, na TV Globo.

Com apresentação e redação final do próprio Pedro Bial, o programa conta com a direção de Fellipe Awi e Mairo Fischer, produção de Anelise Franco e direção de gênero de Claudio Marques, garantindo um conteúdo de qualidade e um papo super envolvente.

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