O Agente Secreto marca a abertura do Festival de Brasília e reafirma a força do cinema político brasileiro

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Há sessões de cinema que são mais do que projeções. Elas reverberam como acontecimentos. Em 12 de setembro de 2025, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro — prestes a completar seis décadas de existência — abre sua 58ª edição com a exibição de O Agente Secreto, novo longa do aclamado cineasta Kleber Mendonça Filho. E ali, sob as luzes do Cine Brasília, não estará apenas o filme mais esperado do ano, mas uma reflexão viva sobre o Brasil, sua história política recente e o poder inquietante da imagem.

Depois de uma consagrada estreia mundial no Festival de Cannes, onde conquistou quatro prêmios — incluindo o de Melhor Direção e Melhor Ator para Wagner Moura — O Agente Secreto chega à sua primeira exibição no Brasil carregado de expectativas, memórias e significados. E talvez nenhum palco fosse mais simbólico do que o Festival de Brasília, local que moldou a trajetória de Kleber e onde a política e o cinema sempre caminharam lado a lado.

Um festival que molda e resiste

Criado em 1965, no auge do regime militar, o Festival de Brasília foi pensado como um espaço para o cinema brasileiro se afirmar artisticamente, politicamente, culturalmente. Em sua longa trajetória, enfrentou censura, crises de financiamento, ameaças institucionais, mas nunca deixou de ser palco de resistência. Não por acaso, tornou-se referência como o mais tradicional festival do cinema nacional. É o festival onde Glauber Rocha foi vaiado e aplaudido, onde filmes foram cortados, mas também consagrados. Onde os embates entre estética e política nunca foram evitados — apenas encenados, com todas as suas contradições, na frente da tela e na plateia.

Kleber conhece bem esse território. Em 2004, seu curta Vinil Verde venceu o prêmio da crítica no festival. Dois anos depois, voltou com Noite de Sexta, Manhã de Sábado. Em 2012, exibiu fora de competição O Som ao Redor, o longa que o catapultou ao cenário internacional. “Brasília foi fundamental para mim. O festival tem esse caráter formador, confrontador. A cidade, o cinema, as discussões — tudo é político ali. Voltar agora, com esse filme, tem um peso emocional e simbólico enorme”, declarou o cineasta em nota à imprensa.

O thriller da repressão: espionagem, memória e resistência

A obra é um filme sobre fantasmas. Não os sobrenaturais, mas os que rondam a história recente do Brasil: a ditadura militar, os desaparecidos, os arquivos secretos, os pactos de silêncio. Ambientado em Recife, em 1977, o filme acompanha Marcelo (Wagner Moura), um professor universitário perseguido por seus vínculos com a luta armada. Após deixar São Paulo por razões não totalmente claras, Marcelo retorna à sua cidade natal para recomeçar a vida, rever o filho pequeno, e se esconder dos olhos do Estado — mas encontra uma cidade vigiada, dividida, e marcada pela paranoia coletiva.

A tensão cresce à medida que o protagonista se envolve com figuras da resistência local e entra em conflito com agentes infiltrados, burocracias opressoras e traumas não resolvidos. A trama, densa e labiríntica, é atravessada por temas como traição, afeto, censura, e a difícil arte de sobreviver sem se corromper. O título, que remete à clássica obra de Joseph Conrad, não é gratuito: como no romance, o “agente secreto” é ao mesmo tempo símbolo do sistema e seu reflexo interior.

A direção de Kleber é precisa: planos longos, som diegético que incomoda, silêncios que dizem mais do que os diálogos. É um cinema que exige escuta e atenção — como quem tenta decifrar uma escuta clandestina.

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Um elenco que carrega o peso do país

Wagner Moura vive um dos papéis mais intensos de sua carreira. Seu Marcelo é contido, ferido, vigilante. Um homem que já viu demais, que carrega o cansaço da luta e a culpa dos que ficaram para trás. Sua performance em Cannes foi considerada “magnética” por críticos internacionais, e o prêmio foi apenas o reconhecimento de uma entrega rara.

Ao lado dele, nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Udo Kier, Thomás Aquino e Isabél Zuaa formam um elenco afiado, que representa diferentes faces de um país sob regime de exceção: o delator, o resistente, o cúmplice silencioso, o burocrata cínico.

A diversidade de sotaques, idades e histórias contribui para a sensação de um Brasil fragmentado, porém interligado por um fio de tensão constante. Cada personagem é um pequeno espelho da sociedade — e nenhum escapa ileso.

Uma estética da opressão

Do ponto de vista técnico, o longa é um primor. A direção de arte de Thales Junqueira reconstrói a Recife dos anos 70 com precisão afetiva e política: salas de aula sombrias, apartamentos com ventiladores barulhentos, ruas de paralelepípedo com postes de luz intermitente. A cidade aparece como um organismo nervoso, com suas janelas fechadas, seus cinemas decadentes, suas conversas sussurradas.

A fotografia de Evgenia Alexandrova usa a escuridão a seu favor: há uma constante sensação de vigilância, de que algo (ou alguém) observa, registra, acusa. Em alguns momentos, a câmera parece ela mesma um agente infiltrado — indiscreta, cúmplice, silenciosa.

A trilha sonora, sutil e atmosférica, é composta por sons concretos: passos, telefones que não param de tocar, o chiado de fitas cassete. Não há melodias fáceis nem recursos emocionais óbvios. O espectador é desafiado a sentir a opressão na pele, não apenas assisti-la.

De Cannes para o mundo

Após a consagração no Festival de Cannes foi ovacionado por 10 minutos e se tornou um fenômeno internacional. A distribuidora francesa MK2 vendeu os direitos para mais de 90 países, incluindo mercados estratégicos como China, Coreia do Sul, México, Alemanha, Índia e Estados Unidos.

A Neon, distribuidora responsável por sucessos como Parasita e Anatomia de Uma Queda, lançará o longa nos EUA em circuito limitado no fim de novembro, de olho na temporada de premiações. A aposta é alta: muitos já consideram O Agente Secreto um forte candidato ao Oscar de Filme Internacional.

No Brasil, o lançamento nacional está marcado para 6 de novembro, com distribuição da Vitrine Filmes. Mas antes, o longa passará por sessões especiais no Recife — terra natal de Kleber —, nos cinemas São Luiz e Cinema do Parque, reafirmando o compromisso do diretor com o cinema de rua e com as memórias coletivas da cidade.

Loteria Federal de Hoje | Resultado do concurso 6013-5 de quarta (29/10) – Prêmio estimado em R$ 500 mil

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concurso 6013 da Loteria Federal, que será realizado nesta quarta-feira, 29 de outubro de 2025, promete agitar apostadores de todas as regiões do país e reforçar o prestígio de uma das modalidades mais tradicionais da Caixa Econômica Federal. O sorteio acontecerá no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP), com transmissão pública e fiscalização de auditores independentes, garantindo transparência e credibilidade ao processo.

Resultado do concurso 6013

PrêmioNúmeros sorteados
1º Prêmio (R$500.000)08871
2º Prêmio (R$35.000)64470
3º Prêmio (R$30.000)65463
4º Prêmio (R$25.000)64229
5º Prêmio (R$20.363)12430

🎯 Como será o sorteio

Assim como em todas as extrações, o concurso 6013 contará com cinco prêmios principais e dezenas de premiações secundárias distribuídas conforme milhar, centena e dezena. Os resultados oficiais serão divulgados logo após o sorteio, e os números sorteados poderão ser conferidos no site da Caixa Loterias e em canais oficiais de comunicação.

A expectativa é grande entre os apostadores, já que a Loteria Federal é reconhecida por oferecer mais chances de vitóriado que outras modalidades. O primeiro prêmio desta edição pagará R$ 500 mil, seguido de valores menores que também podem transformar a vida de muitos sortudos.

💫 Tradição, confiança e transparência

Com mais de 60 anos de história, a Loteria Federal é uma das modalidades mais antigas e respeitadas do país. Seu formato simples — com bilhetes numerados e sorteios públicos — garante transparência e credibilidade, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações.

A presença constante de auditores independentes e o acompanhamento aberto ao público fortalecem a imagem de um jogo confiável, que sobreviveu ao tempo sem precisar de grandes reformulações.

🎟️ Como participar

Jogar na Loteria Federal é fácil, acessível e cheio de emoção. Os bilhetes do concurso 6012-7 estão disponíveis em casas lotéricas credenciadas e com vendedores autorizados em todo o país.

Cada bilhete tem uma sequência numérica única, e muitos apostadores escolhem números com significados especiais — como aniversários, datas marcantes ou combinações consideradas de sorte.

Um dos diferenciais é a possibilidade de adquirir frações: cada bilhete é dividido em dez partes, que podem ser compradas separadamente.
Quem leva o bilhete completo recebe o valor integral do prêmio; quem compra apenas uma fração, ganha 10% do valor correspondente. Assim, o jogo se torna democrático e acessível, permitindo que cada pessoa aposte conforme seu orçamento.

🍀 Mais chances de ganhar

As probabilidades são um dos grandes atrativos da Loteria Federal. A chance de conquistar o prêmio principal é de 1 em 100.000, número muito mais favorável que em outras loterias, como a Mega-Sena.

Além disso, há diversas formas de premiação secundária, o que aumenta as oportunidades de ganho. De acordo com a Caixa Econômica Federal, a probabilidade média de receber algum prêmio é de 1 em 4,78, uma das melhores entre todas as modalidades oficiais.

💰 Como resgatar os prêmios

Após o sorteio, os vencedores poderão retirar seus prêmios com segurança e praticidade.

  • Valores de até R$ 2.259,20 poderão ser sacados diretamente em casas lotéricas, mediante apresentação de documento e CPF.
  • Quantias superiores deverão ser resgatadas em agências da Caixa Econômica Federal, com assinatura de recibo e comprovação de identidade.

Os prêmios prescrevem em 90 dias após a data do sorteio. Caso não sejam resgatados, os valores são revertidos ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), beneficiando milhares de estudantes brasileiros.

❤️ Uma tradição que une gerações

Mais do que um simples jogo, a Loteria Federal é parte da memória afetiva de milhões de brasileiros.
Famílias inteiras cultivam o hábito de acompanhar os sorteios, torcendo juntas e compartilhando sonhos. Em muitos casos, a tradição de apostar é passada de pais para filhos, mantendo viva a emoção e o encanto de esperar o número premiado.

Mesmo com a popularização das plataformas digitais, a Loteria Federal mantém seu ritual clássico — com o som das bolinhas, o suspense a cada número e o entusiasmo do público — preservando o toque humano que a tornou um símbolo nacional.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura 19/04, sábado

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Neste sábado, 19 de abril, a Record TV convida o público a redescobrir dois dos personagens mais amados da literatura infantil — mas sob um olhar totalmente novo. A emissora exibe no Cine Aventura o filme “Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos”, uma fantasia com profundidade emocional que promete surpreender quem espera apenas mais uma adaptação de contos de fadas.

A proposta da produção é ousada: e se Peter Pan e Alice no País das Maravilhas tivessem crescido na mesma casa, como irmãos? E mais: e se a origem dos mundos mágicos que conhecemos viesse de um lugar real — doloroso, mas cheio de ternura?


Quando a dor vira imaginação: o nascimento de dois mundos

Escrito por Marissa Kate Goodhill e dirigido por Brenda Chapman, de Valente, o longa é uma espécie de prólogo não-oficial dos clássicos de Lewis Carroll e J.M. Barrie. Mas ao invés de se apoiar na nostalgia pura, o filme parte da pergunta que raramente é feita em histórias de fantasia: de onde vem a necessidade de fugir para mundos imaginários?

Na trama, Alice (Keira Chansa) e Peter (Jordan Nash) são crianças cheias de vida que vivem em uma casa bucólica com os pais — Rose, interpretada com delicadeza por Angelina Jolie, e Jack, vivido por David Oyelowo. A rotina feliz é interrompida por uma tragédia que transforma a estrutura da família. Para suportar o luto, os irmãos começam a construir mundos próprios — ela sonha com coelhos apressados e portas mágicas, ele vislumbra espadas, piratas e florestas voadoras.

Mais do que fantasia, o filme entrega uma metáfora sobre a infância como refúgio emocional, onde a dor encontra escape na criatividade.


Um conto de fadas com camadas reais

O filme acerta ao não subestimar seu público. Mesmo com elementos mágicos, é uma história madura, que aborda temas como perda, amadurecimento e resiliência sem perder a ternura. As atuações ajudam muito nesse equilíbrio: Jolie brilha em um papel sensível e contido, mostrando uma mãe tentando lidar com sua própria dor enquanto ainda precisa ser apoio para os filhos. Já Oyelowo entrega humanidade ao pai que caminha entre o desespero e o dever.

A estética do longa também é um espetáculo à parte. A fotografia, com tons suaves e luz natural, contrasta com os cenários oníricos que surgem nas fantasias das crianças, criando uma ponte visual entre o real e o imaginário. É um prato cheio para quem gosta de histórias que mexem com o olhar e o coração.


Para quem é o filme?

“Alice e Peter” é para quem ama fantasia, sim — mas, sobretudo, para quem valoriza histórias com alma, que falam sobre família, superação e o poder transformador da imaginação. Se você cresceu ouvindo que crescer significa deixar de sonhar, talvez este filme venha para te lembrar que os sonhos, na verdade, são ferramentas para seguir em frente.

E claro, é uma boa oportunidade para ver uma Angelina Jolie diferente da Malévola poderosa: aqui, ela está vulnerável, humana, maternal — e tocante.


Dica para o sábado — e para depois

O filme será exibido na faixa Cine Aventura, neste sábado, às 15h00 (horário de Brasília), na Record TV. Mas se você perder, tudo bem: “Alice e Peter” também está disponível no catálogo da Netflix, do Telecine e pode ser alugado no Prime Video. Então vale tanto para uma sessão com a família quanto para um momento mais introspectivo no fim do dia.


📌 FICHA RÁPIDA
🎬 Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos (Come Away)
🗓 Exibição: Sábado, 19 de abril de 2025
🕒 Horário: 15h00
📺 Canal: Record TV – Cine Aventura
🎭 Elenco: Angelina Jolie, David Oyelowo, Jordan Nash, Keira Chansa
🎞 Gênero: Fantasia dramática
📊 Classificação indicativa: 12 anos

“The Voice Brasil” tem inscrições encerradas no SBT e inicia nova era sob o comando de Tiago Leifert e Boninho

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Um novo capítulo está prestes a ser escrito na história de um dos realities musicais mais queridos da televisão brasileira. O “The Voice Brasil”, agora sob a chancela do SBT, teve suas inscrições encerradas neste sábado (19), marcando oficialmente o início da contagem regressiva para uma temporada histórica. Com estreia prevista para setembro, a nova versão promete manter a essência do formato, mas com tempero inédito: produção renovada, transmissão multiplataforma e o retorno de nomes emblemáticos que fizeram parte da trajetória do programa.

A notícia do fim do período de inscrições foi compartilhada pelas redes sociais do SBT e por Boninho, agora confirmado como showrunner e co-produtor do programa. “As inscrições para o ‘The Voice Brasil’ estão encerradas! Em menos de duas semanas, milhares de vozes de todo o país se inscreveram para viver esse sonho. Agora é cruzar os dedos e torcer para brilhar nas audições às cegas!”, celebrou a legenda da publicação, que rapidamente viralizou entre os fãs.

A nova casa do talento brasileiro

Depois de 12 temporadas exibidas pela TV Globo, o reality musical inicia um novo ciclo em outra emissora, pela primeira vez em sua história. A 13ª temporada marcará a estreia da atração no SBT, resultado de um acordo firmado com a Disney+, que também transmitirá o programa em sua plataforma de streaming.

A estreia está marcada para setembro de 2025, com a promessa de manter a emoção das famosas audições às cegas, mas trazendo novidades estruturais e tecnológicas que devem atrair tanto os fãs antigos quanto novos públicos.

Tiago Leifert volta ao comando

O nome mais simbólico dessa nova era talvez seja o retorno de Tiago à apresentação do programa. Após sair da Globo e se afastar da TV por um período, o jornalista e apresentador retoma o posto que ocupou por 10 temporadas, sendo parte essencial da consolidação do reality no Brasil.

Tiago será o rosto que vai conduzir os participantes, jurados e o público em mais uma jornada de vozes emocionantes, histórias de vida tocantes e, claro, disputas acirradas que culminam na escolha de uma nova estrela da música brasileira.

“Voltar ao ‘The Voice’ é como voltar para casa. Mas agora em uma casa nova, com ares de recomeço e muitas ideias diferentes. O público pode esperar uma temporada mais moderna, mais conectada e com a mesma paixão pela música que sempre esteve no DNA do programa”, declarou Leifert em recente entrevista.

Boninho assume nos bastidores com liberdade criativa

Outro nome que promete causar impacto nos bastidores é Boninho, que assume o cargo de showrunner e co-produtor da atração. Conhecido por sua mente criativa e por ter sido um dos arquitetos do sucesso do “The Voice” na TV Globo, Boninho chega com carta branca para repaginar o formato.

Ele será responsável por liderar a adaptação do programa ao estilo do SBT, respeitando sua identidade leve e popular, mas também mantendo o alto nível técnico que fez do reality um dos mais assistidos da TV aberta. Boninho já adiantou que o programa terá mais interatividade, quadros inéditos e até uma repaginação visual nos palcos e na edição.

Multiplataforma: SBT + Disney+

Pela primeira vez, o “The Voice Brasil” será exibido simultaneamente na TV aberta e em uma plataforma de streaming, com todos os episódios indo ao ar no SBT e sendo disponibilizados no Disney+, por meio de um acordo inédito de co-produção.

A parceria com o Disney+ permitirá, ainda, a criação de conteúdos exclusivos, como bastidores, entrevistas e até um especial de 20 minutos ao final de cada episódio, trazendo um olhar mais íntimo e humanizado sobre os participantes e técnicos. O conteúdo sob demanda também permitirá que o público maratone os episódios, conheça as histórias por trás das vozes e acompanhe a evolução dos candidatos de forma ainda mais aprofundada.

O formato que atravessa gerações

Desde que estreou no Brasil, em 23 de setembro de 2012, o programa arrebatou audiências e corações ao trazer o talento bruto do povo brasileiro para os holofotes. Ao longo de 185 episódios e 12 temporadas, o reality revelou grandes vozes e se tornou referência entre os programas de calouros da era moderna.

O programa é baseado no formato holandês “The Voice of Holland”, criado por John de Mol, e ganhou versões em dezenas de países. Aqui no Brasil, o sucesso foi imediato, impulsionado por uma combinação de jurados carismáticos, performances emocionantes e o emblemático botão vermelho das audições às cegas.

Técnicos da nova temporada: Mumuzinho, Duda Beat e Matheus & Kauan

A nova fase também chega com um time renovado de técnicos, responsáveis por orientar os participantes durante a competição. Os primeiros nomes anunciados para os famosos “tronos giratórios” foram:

  • Mumuzinho – com sua voz marcante e trajetória no samba, promete trazer emoção e sensibilidade ao programa.
  • Duda Beat – aclamada como a “rainha da sofrência pop”, estreia no reality apostando em seu carisma e olhar moderno para a música brasileira.
  • Matheus & Kauan – a dupla sertaneja entra como representação da força popular e do alcance do sertanejo nas grandes massas.

Esses nomes substituem um legado de estrelas como Claudia Leitte, Ivete Sangalo, Lulu Santos, Michel Teló, Carlinhos Brown, Iza e outros gigantes que já passaram pelas cadeiras giratórias ao longo da trajetória do reality.

Diversidade e emoção: marcas registradas do programa

Mais do que um programa de competição, o “The Voice Brasil” se destacou desde o início por valorizar histórias de vida inspiradoras, representatividade, inclusão e a força da música como ferramenta de transformação social. Candidatos das mais variadas idades, estilos, regiões e histórias já passaram pelo palco da atração — e emocionaram o público com suas trajetórias.

Com a mudança para o SBT, essa vertente humanizada do programa promete ganhar ainda mais destaque. A emissora, conhecida por apostar em formatos que falam com o coração da audiência, deve dar ainda mais espaço às histórias dos participantes, suas famílias e suas jornadas pessoais.

Aposta de renovação para o SBT

A chegada do novo reality ao SBT representa também uma estratégia importante da emissora de Silvio Santos para renovar sua grade de programação e atrair novos públicos. Em tempos de mudanças no consumo de mídia, trazer um produto consolidado, com projeção internacional e apelo emocional, pode ser um trunfo valioso para a emissora.

“O SBT está passando por uma transformação. Nosso público é fiel, mas sabemos que precisamos dialogar com a nova geração. Trazer o ‘The Voice Brasil’ é uma maneira de mostrar que estamos atentos ao futuro, sem esquecer o carinho e a identidade popular que construímos ao longo dos anos”, afirmou Daniela Beyruti, CEO da emissora e filha de Silvio Santos.

Resumo semanal da novela As Filhas da Senhora Garcia de 11/09 a 19/09

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Capítulo 049 da novela As Filhas da Senhora Garcia – Quinta-feira, 11 de setembro

Camila intensifica sua pressão sobre Juan, determinada a romper de vez os laços dele com Mar e assumir o controle de sua vida, transformando a disputa silenciosa em um jogo de estratégias, manipulações e conflitos emocionais, enquanto Luis tenta intervir para evitar que a tensão exploda em um escândalo irreversível. O clima familiar se torna sufocante, com desentendimentos, olhares desconfiados e mal-entendidos transformando cada canto da residência em um campo de batalha psicológico. Valeria, devastada pela revelação sobre Rocío, se fecha emocionalmente para Arturo, buscando se proteger da dor que ameaça consumi-la, ao mesmo tempo em que Mar, aconselhada por Luis a se afastar de Juan antes que a situação chegue ao limite, encontra apoio inesperado em Valeria e, enfim, revela uma verdade sombria e impactante, capaz de mudar o destino da família para sempre, mergulhando a casa Portilla em um ápice de tensão e desespero.

Capítulo 050 da novela As Filhas da Senhora Garcia – Sexta-feira, 12 de setembro

Arturo, ferido pela rejeição de Valeria, enfrenta a solidão profunda e a frieza da mulher que ama, enquanto ela cria forças para enfrentar Ofélia e acusá-la de manipular Mar e manter a mentira sobre a verdadeira paternidade do bebê, mostrando que, mesmo em meio à dor, a busca pela justiça pode prevalecer. Paula, revelando seu lado mais sombrio, trama dopar Luis para assumir o controle absoluto da família, colocando todos em risco iminente, e Mar, em um gesto de coragem, rompe o pacto silencioso que mantinha a ordem na casa ao expulsar Camila e assumir, enfim, sua posição de liderança. O ápice da tormenta se instala quando Rocío, dilacerada pela culpa e pelo desespero, provoca um acidente que deixa Graciela à beira da morte, evidenciando que os segredos, traições e escolhas da família Portilla continuam a gerar consequências inesperadas, dramáticas e de longo alcance emocional.

Resumo semanal da novela As Filhas da Senhora Garcia de 15/09 a 19/09

Capítulo 051 – Segunda-feira, 15 de setembro

No saguão do hospital, Mar e Juan se encontram inesperadamente em um cenário cuidadosamente preparado por Paula, que arma uma cilada sofisticada ao registrar cada gesto e palavra do casal com câmeras discretas, acumulando provas que podem ser usadas como instrumento de manipulação. Ciente das fragilidades emocionais de Mar, Paula arquiteta um plano calculado para conquistar sua confiança, explorando sentimentos de insegurança e esperança, e se posicionando como uma figura de aparente apoio. Enquanto isso, Susana, tomada pelo desejo de vingança, recorre a Gloria para interceder junto ao Sr. Portilla, articulando estratégias que visam prejudicar Ofélia e reacender antigas rivalidades familiares. O clima de intriga se intensifica, envolvendo todos em uma rede de desconfiança e jogadas calculadas que ameaçam a estabilidade da família.

Capítulo 052 – Terça-feira, 16 de setembro

Luis, cada vez mais preocupado com as influências negativas que cercam Mar, confronta Juan de forma firme, estabelecendo limites claros e exigindo respeito pela jovem, ao mesmo tempo em que enfrenta as provocações de Camila, reafirmando sua autoridade paterna e tentando protegê-la de escolhas precipitadas. Paralelamente, Ofélia decide investigar a origem de um quadro misterioso que chega à mansão Portilla e, ao visitar a galeria de arte, começa a juntar peças de uma teia de manipulações que cercam sua família. Convencida de que Paula representa um perigo real, Ofélia alerta Mar, mas sua filha, ingênua e confiante, acaba caindo na armadilha ardilosamente preparada, revelando como a astúcia e a persuasão da rival podem colocar todos em risco e aumentar ainda mais a tensão na casa Portilla.

Capítulo 053 – Quarta-feira, 17 de setembro

Um dia de aparente rotina se transforma em crise quando Camila desmaia de repente, levando Juan e Mar a correrem para o hospital, onde recebem a notícia inesperada de que ela está grávida, revelação que mistura alegria, preocupação e responsabilidade e que imediatamente altera a dinâmica emocional da família. Enquanto isso, Paula segue em sua escalada manipuladora, acionando uma repórter amiga para registrar imagens de Ofélia em situação de fragilidade e pobreza, explorando sua vulnerabilidade para controlar a narrativa sobre a família Portilla e expandir sua influência. O ambiente de intriga e manipulação se adensa, deixando Mar, Juan e Ofélia em posição ainda mais vulnerável frente às investidas calculadas da rival.

Capítulo 054 – Quinta-feira, 18 de setembro

Sozinha e debilitada, Ofélia é socorrida por Amparo, que percebe a gravidade de sua situação e imediatamente solicita a ajuda de Juan para levá-la ao hospital, garantindo que receba cuidados médicos. Amparo tenta contato com as filhas de Ofélia, mas se depara com a indiferença e o afastamento delas, o que apenas reforça o abandono e a negligência que a matriarca enfrenta. Diante desse quadro de solidão e desprezo, Ofélia toma uma decisão firme: não mais se deixará subjugar pelas manipulações e humilhações de quem deveria protegê-la. Sua postura ganha contornos de coragem e dignidade, marcando um ponto de virada em sua trajetória e sinalizando o início de uma luta para recuperar o controle de sua vida.

Capítulo 055 – Sexta-feira, 19 de setembro

Valéria, movida pelo desejo de reconstruir os laços familiares, insiste em se reaproximar de Ofélia com paciência e amor, enfrentando a resistência da mãe em um esforço persistente de reconciliação. Ao mesmo tempo, Paula e Leonardo intensificam os preparativos para o lançamento da nova marca, organizando cada detalhe do evento com precisão estratégica para consolidar poder e prestígio, reforçando sua habilidade em manipular as circunstâncias a seu favor. Mar, por sua vez, se emociona ao testemunhar a dedicação de Juan no cuidado com Ofélia e, em um gesto sincero e generoso, lhe deseja felicidade ao lado de Camila e do bebê que está por vir, encerrando o dia com uma nota de esperança e reconciliação em meio às intrigas e tensões que ainda pairam sobre a família Portilla.

“Você Bem Melhor” deste sábado (19/07) exibe história emocionante de superação e alerta sobre sinais silenciosos do corpo

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, às 16h, a TV Aparecida apresenta uma edição inédita do programa Você Bem Melhor que traz à tona um tema urgente e ainda pouco debatido com a profundidade que merece: como sintomas discretos podem ser a porta de entrada para diagnósticos mais sérios — e como o autoconhecimento pode salvar vidas.

Sob a condução do Dr. Rodrigo Gurgel, a atração dá voz à trajetória de Irati de Paula, convidada especial que compartilha sua experiência pessoal desde os primeiros sinais que pareciam inofensivos até a descoberta de uma condição de saúde que exigia atenção imediata.

Irati notou, ao longo de semanas, pequenas alterações: retração de pele na região das axilas, queda capilar persistente e unhas quebradiças. Em um primeiro momento, atribuiu tudo aos efeitos naturais da menopausa — uma etapa biológica que, muitas vezes, acaba por camuflar sintomas que poderiam acender alertas mais cedo.

No entanto, a insistência em ouvir o próprio corpo e buscar respostas a levou a uma bateria de exames, que revelou um diagnóstico mais complexo. Essa virada em sua jornada será o fio condutor do episódio, que convida o público a refletir sobre a importância da escuta corporal e da prevenção.

Para aprofundar a discussão, o programa contará com a presença do mastologista e ginecologista endócrino Dr. Matheus Galhardo. O especialista fará uma análise técnica do caso e orientará o público sobre os sinais menos óbvios de doenças relacionadas à saúde feminina, especialmente em fases hormonais de transição, como a menopausa.

“O corpo se comunica de forma precisa, mas muitas vezes ignoramos o que ele tenta dizer. Identificar essas pistas precocemente pode ser determinante entre um diagnóstico tardio e uma chance real de tratamento eficaz”, destaca Galhardo.

Além do depoimento e da análise clínica, o programa também exibirá o quadro interativo Plantão Saúde, espaço dedicado às dúvidas do público, com respostas ao vivo de profissionais da área médica. É uma oportunidade de tirar dúvidas diretamente com especialistas, tornando o conhecimento acessível, claro e confiável.

Com um formato que alia informação de qualidade, acolhimento e linguagem direta, Você Bem Melhor segue consolidando seu papel como referência em saúde e bem-estar na TV brasileira. A edição deste sábado, em especial, se destaca por transformar uma vivência real em ferramenta de conscientização — mostrando que prestar atenção aos sinais do corpo pode ser o primeiro passo para cuidar de si com responsabilidade.

Love of Silom | Confira os novos pôsteres do aguardado BL estrelado por Up Poompat e Poom Phuripan

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O amor floresce onde menos se espera — e é exatamente isso que Love of Silom, novo drama tailandês estrelado por Up Poompat Iam-samang e Poom Phuripan Sapsangsawat, quer mostrar. Situada em Silom, um dos bairros mais vibrantes e contraditórios de Bangkok, a série promete misturar romance, dor e autodescoberta em meio às luzes da cidade. Os novos pôsteres oficiais, divulgados recentemente, destacam a química intensa entre o casal principal e já deixaram os fãs ansiosos pelo que vem por aí. Abaixo, confira as imagens:

Dirigida por Pepsi Banchorn Vorasataree e escrita por Violet Rain, a trama acompanha Krit (Up Poompat), um universitário que carrega nas costas o peso das expectativas de todos ao seu redor. Enquanto tenta dar conta dos estudos e das pressões sociais, ele sente que está perdendo a própria identidade. Do outro lado, está Wayu (Poom Phuripan), um jovem policial que vive dividido entre o dever, a lealdade à família e o desejo de ser ele mesmo. O encontro entre esses dois mundos — o da obediência e o da liberdade — acende uma fagulha que vai mudar a vida de ambos. As informações são do My Drama List.

Love of Silom não se limita a contar uma história de amor; ele fala sobre o medo de decepcionar, o peso de ser diferente e a coragem de se permitir sentir. Ao longo dos episódios, Krit e Wayu se veem obrigados a confrontar não apenas o preconceito e a homofobia que os cercam, mas também os próprios demônios internos. O resultado é uma narrativa humana, delicada e real, que busca representar o amor LGBTQ+ com sinceridade e profundidade.

O elenco de apoio também chama atenção, reunindo rostos conhecidos do público tailandês. Jai Sira interpreta Fei, Chanakan Poonsiriwong vive Sky, e Kade Tanapon Hathaidachadusadee dá vida a Henry. Completam o time F4 Perawitch Chotimanon (Rico), Intouch Kooramasuwan (Kenji), Phollawat Manuprasert (Phithak), Rina Wacharin Anantapong (Pimjit), Gam Yanissa Diatorn (Rosa) e Talay Sanguandikul (Light). Cada personagem, à sua maneira, reflete um pedaço da realidade que permeia a vida na capital tailandesa — cheia de contrastes entre tradição e liberdade.

Ainda sem data de estreia confirmada, a trama já é um dos dramas BL mais aguardados de 2025 da WeTV.

Pluribus | Novo teaser revela o universo perturbador de Vince Gilligan na Apple TV+

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Vince Gilligan retorna em grande estilo, mas desta vez a jornada não atravessa o submundo do crime — ela mergulha no abismo da mente humana. O novo teaser de Pluribus, lançado na Apple TV+, apresenta uma série que mistura ficção científica, suspense psicológico e dilemas sobre identidade e liberdade, mostrando um universo completamente diferente do que o criador de Breaking Bad e Better Call Saul já explorou.

O teaser divulgado pelo DiscussingFilm cumpre seu papel com maestria: provoca, inquieta e deixa claro que Gilligan criou uma história visualmente arrebatadora e emocionalmente instigante, pronta para desafiar o espectador a refletir sobre identidade, liberdade e o verdadeiro preço da paz coletiva.

O título da série, Pluribus, vem da expressão latina E Pluribus Unum, “de muitos, um”, conceito que norteia a trama: um mundo em que os indivíduos desaparecem e o coletivo domina. Em poucos segundos, o teaser apresenta um planeta transformado pelo vírus alienígena chamado “A União”, que conecta todas as mentes humanas em um fluxo único e silencioso. A aparente perfeição — sem guerras, fome ou egoísmo — contrasta com a ausência de desejos, vontades e emoções próprias.

Nesse cenário, Carol Sturka (Rhea Seehorn) sobrevive, imune à infecção, sentindo cada emoção perdida pelo resto da humanidade. Em poucos segundos, o teaser transmite de forma poderosa a tensão entre pertencimento e solidão, entre segurança e perda da própria identidade, oferecendo um vislumbre de um universo inquietante e profundamente humano.

Após Better Call Saul, muitos esperavam que Gilligan continuasse explorando o crime, mas ele decidiu desafiar sua própria zona de conforto, mergulhando na ficção científica com o mesmo olhar clínico e emocional que marcou sua carreira. Albuquerque surge silenciosa e quase irreconhecível, como se tivesse sido absorvida por um mundo homogêneo. A fotografia fria e dessaturada, aliada a uma trilha sonora minimalista, reforça o clima de isolamento e inquietação, despertando a curiosidade do espectador em cada frame.

A produção de Pluribus também teve sua trajetória desafiadora. Em outubro de 2023, a greve do Sindicato dos Roteiristas da América interrompeu a escrita da primeira temporada, obrigando Gilligan e sua equipe a se reagrupar para finalizar os dois últimos episódios. As filmagens, iniciadas em fevereiro de 2024 e concluídas em setembro do mesmo ano, se estenderam por sete meses em Albuquerque, sob o título provisório de Wycaro 339, com um orçamento estimado de US$ 15 milhões por episódio. Em março de 2024, Karolina Wydra foi escalada para o papel principal de Zosia, adicionando ainda mais força ao elenco da série.

Truque de Mestre: O 3º Ato estreia no topo das bilheterias dos Estados Unidos e marca o retorno triunfal dos Cavaleiros

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Depois de anos de silêncio, boatos, mudanças de direção, reescritas e impasses, a franquia Truque de Mestre finalmente reapareceu nos cinemas. E o retorno não poderia ter sido mais emblemático: O 3º Ato estreou direto no topo das bilheterias dos Estados Unidos, como se estivesse lembrando ao mundo que ainda sabe provocar encantamento.

O filme arrecadou US$ 21,3 milhões no primeiro fim de semana (14 a 16 de novembro), uma marca expressiva para uma sequência tão tardia — e uma prova de que o charme dos Cavaleiros não diminuiu com o tempo. Se alguém achou que o prestígio da franquia tinha se perdido, os números deixaram claro: o público estava com saudade. As informações são do Box Office Mojo.

O desafio de estrear num mercado disputado

E não foi uma vitória simples. A mesma semana trouxe a estreia de “O Sobrevivente”, novo suspense adaptado de Stephen King, que chegou forte e arrecadou US$ 17 milhões. Mesmo assim, ficou em segundo lugar. Abaixo deles, “Predador: Terras Selvagens” resistiu como pôde com US$ 13 milhões — uma queda natural para a segunda semana, mas ainda assim um sinal de disputa pesada.

Fechando o ranking, dois filmes que vêm chamando atenção do público mais jovem, “Se Não Fosse Você” e “O Telefone Preto 2”, ambos impulsionados pela presença do ator Mason Thames. Mas mesmo com todos esses competidores, foi o terceiro capítulo dos mágicos-ladrões que tomou o topo — com direito a vibração nostálgica dos fãs.

A longa travessia até o terceiro filme

Dizer que o filme demorou para sair é quase um elogio. Foram anos de idas e vindas, mudanças de direção, roteiros refeitos, agendas incompatíveis… e aquele medo silencioso de que o projeto nunca veria a luz do dia.

A Lionsgate anunciou o terceiro filme ainda em 2015, antes da estreia de “Now You See Me 2”. Parecia simples: apenas continuar a franquia que já era querida. Mas o caminho acabou sendo tortuoso. Jon M. Chu, diretor do segundo filme, estava previsto para retornar, mas novos compromissos e mudanças criativas tiraram o plano do eixo.

Só em 2022, com a entrada de Ruben Fleischer, o projeto finalmente encontrou estabilidade. Fleischer trouxe algo que faltava: frescor, humor e energia, com a preocupação de manter o estilo do universo. Ele também foi o responsável por resgatar parte da essência perdida do segundo filme — e por dar aos fãs a sensação de reencontro.

O retorno do elenco original — e aquele gostinho de “finalmente!”

Jesse retorna como Danny Atlas, agora ainda mais impaciente, obsessivo e perfeccionista. O ator entrega um Danny envelhecido emocionalmente, mas com o mesmo brilho de quem acredita ser dono do melhor truque da sala. Eisenberg traz uma intensidade mais madura, mostrando que o personagem sofreu, cresceu e voltou mais reflexivo — ainda que sem abrir mão da arrogância charmosa característica.

Woody reprisa seu papel como Merritt McKinney, o mentalista sarcástico que domina a leitura fria e a hipnose. Ele continua dono das melhores tiradas cômicas, mas agora adiciona um toque de amargura, como alguém que viu demais, perdeu demais e precisa voltar a acreditar no grupo. Harrelson sabe equilibrar humor e humanidade de um jeito que faz Merritt parecer mais humano do que nunca.

Dave volta como Jack Wilder, e não é exagero dizer que seu personagem cresceu. Se antes era o “caçula inconsequente” do grupo, agora ele surge mais seguro, mais autêntico e mais consciente do próprio talento. Ainda assim, mantém a leveza que sempre o acompanhou — e as cenas de truques de cartas continuam entre as mais divertidas do filme.

Talvez o retorno mais comemorado pelo público, Isla Fisher veste novamente o figurino de Henley Reeves, a escapista destemida que encantou multidões no primeiro filme. Sua ausência no segundo longa sempre pareceu um ponto fora da curva, e finalmente ela volta trazendo força, emoção e aquele humor rápido que só ela tem. Henley está mais plena, mais experiente e com a mesma coragem que fez os fãs se apaixonarem lá atrás.

Mark Ruffalo retorna como Dylan Rhodes, dividido entre os traumas do passado e a responsabilidade de orientar um grupo que ainda o vê como líder. Ruffalo entrega uma performance mais melancólica, mais carregada de memória, sem perder a ironia que equilibra a narrativa.

E claro, ele: Morgan Freeman, como Thaddeus Bradley. Sempre misterioso, sempre elegante, sempre ambíguo. Nesse filme, Thaddeus se posiciona como uma espécie de guardião silencioso — alguém que sabe mais do que diz e que move peças no tabuleiro sem que ninguém perceba. Freeman entrega uma presença imponente, mesmo nas cenas em que mal precisa falar.

A nova geração que chega para bagunçar — e renovar — o jogo

Smith interpreta Charlie, um mágico autodidata que cresceu reproduzindo truques dos Cavaleiros na internet. Ele é talentoso, acelerado, curioso — e funciona como ponte entre o legado dos veteranos e a magia da nova era. Dominic vive Bosco, um ilusionista cerebral, estrategista e obcecado por combos de ilusão e tecnologia. Ele é o tipo de personagem que parece ter estudado cada truque conhecido — e que monta cenários inteiros dentro da própria cabeça. Bosco funciona como o cérebro analítico que contrapõe o improviso caótico de Danny.

Ariana interpreta June, uma personagem elétrica, irônica e cheia de recursos. Ela é o “fogo” da nova trinca — impulsiva, apaixonada, desafiadora — e traz uma energia que dialoga muito bem com Henley, criando uma espécie de laço entre gerações. Rosamund Pike encarna Veronika Vanderberg, líder de um sindicato global de diamantes e uma mulher que domina todos os quartos em que entra. Elegante, fria, calculista, com aquele olhar que diz “eu já sei o truque antes de você pensar nele”.

O charme dos truques reais — e a busca por autenticidade

Ruben Fleischer queria que o público sentisse que a magia estava acontecendo ali. Por isso, insistiu em efeitos práticos sempre que possível. Vários truques foram ensaiados por semanas, e o elenco passou por treinamentos reais com ilusionistas renomados. O resultado é nítido: as cenas têm textura, têm peso, têm presença. É magia “real” em plena era do CGI.

A première que trouxe a franquia de volta ao mundo

A grande estreia mundial aconteceu no Harbour Club, em Amsterdã, transformando o evento em um espetáculo próprio. Fãs, mágicos profissionais e jornalistas lotaram o local como se fosse o retorno de uma velha banda querida. Era quase um reencontro emocional entre público e franquia. No Brasil e em Portugal, o filme chegou no dia 13 de novembro, dois dias antes dos EUA — e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Primeiras imagens do filme live-action de The Legend of Zelda redefinem as expectativas e inauguram uma nova era para a Nintendo nas telonas

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Foto: Reprodução/ Internet

As primeiras imagens oficiais do aguardado live-action de The Legend of Zelda finalmente foram reveladas — e, pela primeira vez desde o anúncio do projeto, o público consegue visualizar com clareza a direção artística escolhida para a adaptação. Até então, o debate era guiado por rumores, vídeos amadores de bastidores e muita especulação. Agora, com conteúdo autorizado e cuidadosamente produzido, o filme deixa o campo da suposição e passa a ocupar um espaço concreto no imaginário do público. As informações são do Caderno POP.

O momento da divulgação não é acidental. Ela chega logo após a confirmação do início das filmagens, marcando um ponto de virada na estratégia de marketing da Nintendo e da Sony. A liberação das imagens funciona como um gesto de confiança: mostra que as equipes estão seguras do que estão construindo e que desejam convidar os fãs a acompanhar o processo desde cedo — mas sem revelar mais do que o necessário.

Um elenco jovem diante de uma das histórias mais emblemáticas dos games

Marcado para estrear em 7 de maio de 2027, o longa apresenta Benjamin Evan Ainsworth como Link. O ator, que vem se destacando por performances sensíveis em personagens complexos, assume aqui talvez o papel mais desafiador de sua carreira. Link é, simultaneamente, um símbolo da bravura e um herói silencioso — características que exigem expressividade corporal e emocional mesmo com pouquíssimas falas.

Ao lado dele, Bo Bragason interpreta a Princesa Zelda, uma decisão de casting celebrada por muitos fãs. A personagem, frequentemente responsável pela carga mítica, política e espiritual das narrativas da franquia, parece assumir um papel de protagonismo amadurecido nas imagens iniciais. A postura firme, a expressão determinada e um figurino que combina elementos clássicos a tecidos mais contemporâneos sugerem uma abordagem que respeita a essência dos jogos, mas procura expandi-la para o cinema.

A química entre os intérpretes é um dos pontos mais aguardados, já que Zelda não é apenas uma história de aventura: é também uma narrativa sobre alianças, confiança e sacrifícios compartilhados.

A direção de Wes Ball e o desafio de uma mitologia que atravessa gerações

A responsabilidade criativa está nas mãos de Wes Ball, diretor conhecido por construir mundos com ambição visual e profundidade atmosférica. Sua experiência em Maze Runner e, sobretudo, em Planeta dos Macacos: O Reinado reforça sua habilidade em equilibrar tecnologia, emoção e grandiosidade.

Em Zelda, o desafio é ainda maior. Hyrule não é um reino qualquer: é um universo com múltiplas eras, lendas, civilizações e símbolos que definem a própria identidade da franquia desde 1986. Transportar esse ecossistema para o cinema exige não apenas técnica, mas compreensão cultural.

As primeiras imagens reveladas mostram que o projeto parece estar trilhando um caminho coerente. A paleta de cores, as texturas dos figurinos e o uso de iluminação natural evocam a sensação de desbravamento presente em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. As orelhas pontudas dos Hylians, o traje de Link e o ambiente aberto — amplos campos, nuvens altas, grama realista — apontam para uma adaptação que não tem vergonha de ser fiel ao que os fãs conhecem.

O silêncio sobre a trama é parte da estratégia

Apesar de a produção ter se tornado mais transparente com a divulgação das imagens, o enredo continua sendo o aspecto mais bem guardado do filme. A franquia The Legend of Zelda possui dezenas de jogos, múltiplas linhas do tempo e interpretações variadas sobre a origem e a evolução dos personagens. Qual caminho o longa vai seguir permanece um mistério — e isso tem sido uma vantagem estratégica.

A herança de uma franquia monumental

The Legend of Zelda é uma das séries mais influentes da história dos videogames. Títulos como Ocarina of Time redefiniram padrões de jogabilidade e narrativa na década de 1990, enquanto Breath of the Wild revolucionou a forma como os jogadores interagem com mundos abertos no século XXI. Esse legado monumental significa que o filme não pode ser apenas mais uma adaptação — ele precisa dialogar com décadas de memórias, expectativas e afetos.

A presença de Shigeru Miyamoto na produção reforça essa responsabilidade. Criador de Zelda e um dos nomes mais importantes da Nintendo, Miyamoto atua como guardião criativo, assegurando que decisões fundamentais preservem a identidade da franquia. Seu envolvimento indica que não haverá concessões fáceis e que o foco está em construir um filme que converse tanto com fãs veteranos quanto com novos públicos.

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