Saiba quem foi eliminado no Chef de Alto Nível de terça (12/08)

0

Na última terça, 12 de agosto, o reality culinário Chef de Alto Nível deu um importante passo na sua primeira temporada ao iniciar a tão esperada fase individual da competição. Exibido pela Globo, o nono episódio marcou o momento em que as equipes lideradas por Alex Atala, Jefferson Rueda e Renata Vanzetto deram lugar à disputa solo, onde cada participante assume integralmente a responsabilidade pelo próprio destino na cozinha. Foi também a noite de despedida para duas competidoras que emocionaram com sua trajetória: Luiza e Flan.

A transição para a fase individual trouxe consigo uma carga ainda maior de tensão e desafio. Até então, os cozinheiros contavam com o suporte de suas equipes para dividir as tarefas, somar forças e trocar experiências. Agora, cada um está sozinho, encarando o fogão, o relógio e os julgamentos dos mentores. Sem aliados, cada decisão, cada escolha de ingrediente e técnica passa a ser fundamental para garantir a permanência no jogo. Essa mudança de dinâmica não apenas elevou o nível das provas, mas também expôs o lado mais vulnerável e humano dos participantes.

Além do desafio de cozinhar sob pressão, o episódio destacou a importância do cobiçado Broche do Tempo — um prêmio que vai muito além do símbolo. Quem conquista o broche ganha dez segundos extras para escolher ingredientes na próxima prova e, de quebra, o direito de cozinhar na cozinha do topo, equipada com os melhores utensílios e maior variedade de alimentos. Essa vantagem pode ser decisiva, já que o acesso facilitado aos recursos permite explorar o potencial criativo ao máximo, enquanto os demais cozinham em ambientes com limitações que exigem ainda mais habilidade.

A prova individual que abriu essa etapa foi intensa. Os participantes tiveram que mostrar autonomia e adaptabilidade para lidar com as limitações impostas pelas cozinhas intermediária e precária, além de brilhar quando tinham acesso à cozinha do topo. Cada prato entregue era uma carta aberta aos jurados, revelando a técnica, a criatividade e a personalidade de quem o preparava. Em um ambiente onde o erro pode custar caro, Luiza e Flan não conseguiram alcançar o padrão exigido e foram eliminadas, deixando para trás não só suas receitas, mas também laços fortes criados durante a competição.

A despedida delas emocionou colegas e mentores, que reconheceram a garra, o empenho e o talento de ambas ao longo do programa. Mais do que uma competição, o Chef de Alto Nível tem sido palco de histórias reais de superação, amizade e paixão pela gastronomia. Cada eliminação representa um capítulo que chega ao fim, mas também o aprendizado e crescimento que ficarão para sempre na memória dos participantes e do público.

O formato brasileiro, inspirado no norte-americano Next Level Chef, tem conquistado espaço ao desafiar cozinheiros profissionais e amadores em provas que exploram diferentes níveis de cozinha — desde a mais equipada até a mais precária. Essa diversidade de ambientes exige técnica apurada e criatividade redobrada, características essenciais para quem sonha em ser o melhor e levar o prêmio máximo para casa.

Cinesystem lança combo exclusivo de Branca de Neve

0

Os admiradores da clássica história de Branca de Neve já podem adquirir um item exclusivo para celebrar a nova versão live-action do filme. A Cinesystem apresenta um combo temático especial, proporcionando uma experiência cinematográfica ainda mais imersiva.

O kit inclui um balde personalizado, estampado com cenas icônicas da animação original da Disney. Com um design exclusivo, a peça presta homenagem ao conto de fadas atemporal, sendo uma lembrança ideal para os fãs que desejam levar um fragmento dessa magia para casa.

O combo pode ser adquirido nas bombonieres das unidades da Cinesystem. No entanto, por se tratar de uma edição limitada, a disponibilidade do item pode variar de acordo com cada cinema. Recomenda-se consultar a unidade antes da compra para garantir a aquisição dessa coleção especial.

O produto está disponível exclusivamente nos cinemas da rede Cinesystem, enquanto durarem os estoques. Aproveite essa oportunidade para reviver a magia de Branca de Neve e tornar sua experiência cinematográfica ainda mais especial.

Sobre o filme

A aguardada adaptação live-action de Branca de Neve, produzida pela Disney, chegou aos cinemas, trazendo uma nova abordagem para o conto clássico dos Irmãos Grimm. Sob a direção de Marc Webb, conhecido por seu trabalho em O Espetacular Homem-Aranha, e com roteiro de Erin Cressida Wilson, o filme promete resgatar a essência da animação de 1937, ao mesmo tempo em que moderniza a narrativa para o público contemporâneo.

No papel da icônica princesa está Rachel Zegler, que ganhou notoriedade em Amor, Sublime Amor (2021). Ela interpreta uma Branca de Neve destemida, cuja beleza desperta a inveja da Rainha Má, vivida por Gal Gadot (Mulher-Maravilha). Determinada a eliminar sua enteada, a vilã arquiteta um plano cruel, mas a princesa encontra refúgio na floresta, onde é acolhida por sete anões. A trama se desenrola entre momentos de aventura, fantasia e musicalidade, trazendo uma nova perspectiva para essa história atemporal.

Além das performances do elenco, um dos destaques do filme é a trilha sonora, que conta com canções originais compostas por Benj Pasek e Justin Paul, dupla premiada responsável pelas músicas de La La Land e O Rei do Show. A sonoridade promete enriquecer ainda mais a experiência cinematográfica, combinando elementos clássicos e contemporâneos.

Terceira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos inicia filmagens e divulga visual do protagonista

0
Foto: Reprodução/ Internet

Desde que chegou ao Disney+ em dezembro de 2023, a série Percy Jackson e os Olimpianos conquistou rapidamente uma base fiel de fãs — tanto os leitores antigos dos livros de Rick Riordan quanto quem descobriu a história agora. E a boa notícia é que as filmagens da terceira temporada já começaram, deixando a galera ainda mais animada para acompanhar as novas aventuras do semideus Percy Jackson e seus amigos nesse universo mitológico tão rico e envolvente.

Abaixo, confira o visual de Walker Scobbell, que interpreta Percy Jackson na série. Como a história se passa nos dias atuais, o ator aparece vestido como um adolescente comum — nada de túnicas ou armaduras, mas sim roupas casuais que combinam com o estilo do personagem. Com um novo corte de cabelo e agora aos 16 anos, Scobbell traz um ar mais maduro para Percy, sem perder a essência aventureira e irreverente que conquistou os fãs.

Foto: Reprodução/ Internet

A terceira temporada retoma a jornada de Percy (Walker Scobbell) um ano depois dos eventos da primeira temporada. A grande missão agora é encontrar Grover (Aryan Simhadri), o fiel sátiro e melhor amigo de Percy, que desapareceu misteriosamente. Para isso, o grupo vai encarar uma jornada até o lendário Mar de Monstros, em busca do Velocino de Ouro — um artefato poderoso que pode salvar vidas e proteger o Acampamento Meio-Sangue de ameaças cada vez maiores.

Embora essa aventura já tenha sido apresentada no segundo livro de Riordan e adaptada na segunda temporada, a nova fase promete expandir os desafios enfrentados pelos jovens heróis, aprofundar suas relações e revelar segredos que vão muito além do mundo mortal.

Produzida pela Disney+ com a participação direta de Rick Riordan e o roteiro de Jonathan E. Steinberg, a série vem se destacando não só pela fidelidade à obra original, mas também pela qualidade da produção e pelo carisma do elenco jovem. Walker Scobbell, Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover) formam um trio que tem encantado o público, trazendo vida e autenticidade para personagens tão queridos.

Com oito episódios, a primeira temporada estreou em dezembro de 2023 e logo chamou a atenção, acumulando 16 indicações ao Children’s & Family Emmy® Awards — incluindo a disputa de melhor série infantojuvenil. Isso mostra o quanto o público está conectado com a trama, que mistura aventura, humor, drama e temas importantes como amizade, coragem e crescimento.

Personagens que conquistam gerações

Um dos grandes acertos da série está no elenco, que incorpora com sensibilidade a complexidade dos personagens. Walker Scobbell traz à tona a bravura e também as dúvidas típicas da adolescência, especialmente ao lidar com a descoberta de ser filho de Poseidon. Leah Sava Jeffries destaca a inteligência e a força de Annabeth Chase, filha de Atena, cuja relação com Percy é marcada por respeito e cumplicidade. Aryan Simhadri, por sua vez, dá leveza e lealdade a Grover, o sátiro que protege os amigos em todas as aventuras.

Além deles, a série ganhou reforços importantes na segunda temporada, como Daniel Diemer no papel do ciclope Tyson e Tamara Smart como Thalia Grace, filha de Zeus — ampliando ainda mais o universo dos semideuses.

O que podemos esperar da terceira temporada?

Com a confirmação da terceira temporada, os fãs podem esperar muita ação, batalhas épicas contra monstros e deuses, além de um mergulho maior na relação entre os personagens. A busca pelo Velocino de Ouro será o fio condutor, mas a narrativa também vai explorar temas como lealdade, sacrifício e amadurecimento.

A produção segue investindo pesado em efeitos visuais impressionantes, cenários detalhados e uma direção que equilibra tensão e momentos mais leves — tudo para criar uma experiência ainda mais imersiva para quem assiste.

Fidelidade ao material original: o diferencial da série

Uma das principais reclamações das adaptações cinematográficas anteriores da saga era a falta de fidelidade aos livros de Rick Riordan. No Disney+, isso mudou. Com Riordan supervisionando de perto a produção, a série mantém a essência das histórias, respeitando mitologia, personagens e ritmo. Essa combinação tem sido fundamental para conquistar tanto os fãs antigos quanto uma nova geração que talvez nunca tenha lido os livros.

Impacto no entretenimento e na cultura pop

O sucesso da série na plataforma de streaming é parte de um movimento maior que valoriza adaptações cuidadosas e conteúdo original de qualidade para públicos variados. Os números falam por si: nos primeiros seis dias após o lançamento dos dois primeiros episódios, a série foi assistida mais de 13,3 milhões de vezes entre Disney+ e Hulu. Além do entretenimento, a série também tem um papel educativo, despertando interesse pela mitologia grega, história e literatura clássica — um legado importante que ultrapassa as telas.

O que o elenco diz sobre essa nova fase?

Em entrevistas recentes, Walker Scobbell falou sobre a empolgação de continuar vivendo Percy e crescer junto com o personagem. Leah Sava Jeffries ressaltou o orgulho de interpretar Annabeth, uma personagem forte e inspiradora. Aryan Simhadri destacou a importância de Grover, tanto como amigo leal quanto símbolo da conexão com a natureza.

Izabella Camargo participa do programa Companhia Certa deste sábado (12)

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na madrugada deste sábado (12) para domingo (13), às 0h30, a RedeTV! exibe uma conversa íntima e inspiradora no Companhia Certa. Ronnie Von recebe Izabella Camargo, jornalista admirada pelo público e hoje uma referência quando o assunto é saúde mental e equilíbrio emocional. Longe dos telejornais desde 2018, ela fala com franqueza sobre sua transformação após um episódio de burnout — e sobre como a pausa forçada virou uma nova missão de vida.

“Fui escolhida por aquilo que vivi”

Com a serenidade de quem atravessou o caos e voltou com novas ferramentas, Izabella conta como o burnout que a afastou da televisão acabou se tornando um ponto de virada. “Fui escolhida em uma situação que vivi para levar essa pauta adiante”, diz, referindo-se à defesa da saúde mental nos ambientes de trabalho. Hoje, ela atua como consultora e produz o podcast Interioriza, onde fala sobre bem-estar, propósito e reconstrução.

Mesmo após ter sofrido um “apagão” ao vivo durante a previsão do tempo — cena que rodou o país —, Izabella optou por não se prender à dor. “Poderia ter ficado muito mal, mas consegui ressignificar”, afirma, com a convicção de quem transformou vulnerabilidade em força.

Entre microfones e fraldas: o despertar da maternidade

Outro capítulo marcante da entrevista é a maternidade. Mãe de Angelina, de 4 anos, e grávida de Antônio, Izabella compartilha que o desejo de ter filhos só surgiu depois da reconexão consigo mesma. “Nunca imaginei que seria mãe. No ritmo do hard news, não cabia um filho na minha vida. Mas depois que cuidei da minha saúde e experimentei o amor próprio… gerei o amor.”

A chegada de Antônio está prevista para o dia 17 de julho — data que, curiosamente, é também o aniversário de Ronnie Von. “É a previsão máxima… e é muito simbólico estar aqui com você hoje. Estou feliz com essa coincidência”, conta ela, em tom leve e afetuoso.

Um pé no agora e outro no futuro

Apesar do afastamento da TV aberta, Izabella não descarta um retorno. E se depender dela, o reencontro com as câmeras pode vir com um novo propósito: “Nunca quis sair. Se eu pudesse levar essa comunicação sobre saúde para a TV aberta, alcançaria pessoas que não estão na internet.”

A fala reforça que a comunicação continua sendo sua essência — só mudou a pauta. Hoje, ela prefere os silêncios entre as frases, a pausa consciente, o tempo do corpo. E é justamente essa mudança de ritmo que torna sua trajetória tão atual.

Polícia Militar é acionada em sessão de Demon Slayer: Castelo Infinito após crianças tentarem assistir ao filme em São Paulo

0

Uma situação inusitada chamou a atenção dos frequentadores de uma sala de cinema da rede Cinemark em São Paulo no último sábado (13). Segundo relatos de testemunhas, a sessão de Demon Slayer: Castelo Infinito, longa de animação japonesa com classificação indicativa para maiores de 18 anos, precisou ser interrompida após uma mãe levar seus dois filhos menores para assistir ao filme. A confusão terminou com a intervenção da Polícia Militar.

De acordo com informações compartilhadas nas redes sociais por espectadores presentes, funcionários da rede solicitaram que todas as crianças deixassem a sala, em respeito à classificação indicativa. No entanto, uma das famílias se recusou a cumprir a orientação, alegando que os menores estavam acompanhados de um responsável. A resistência provocou tensão e a exibição do filme foi suspensa por cerca de uma hora. Durante esse período, quatro policiais militares foram chamados para garantir que a lei fosse cumprida, enquanto outros espectadores pressionavam para que a família saísse da sala.

A Cinemark emitiu uma nota oficial destacando a importância de respeitar a classificação indicativa. “Nosso compromisso é com a segurança e o bem-estar de todos os clientes. Lamentamos qualquer transtorno, mas é fundamental que as normas sejam seguidas. Filmes classificados para maiores de 18 anos não podem ser assistidos por menores, mesmo acompanhados de responsáveis”, afirmou a rede.

Um fenômeno da animação japonesa

Demon Slayer: Castelo Infinito é o mais recente longa da franquia japonesa Kimetsu no Yaiba, criada por Koyoharu Gotouge e publicada originalmente entre 2016 e 2020. A obra mistura ação intensa, fantasia sombria e uma narrativa repleta de elementos emocionais. Este filme adapta o arco “Castelo Infinito”, dando continuidade direta à quarta temporada do anime, e representa a quarta adaptação cinematográfica da série. Antes dele, os fãs tiveram acesso a Mugen Ressha-hen (2020), To the Swordsmith Village (2023) e Hashira Training (2024).

Dirigido por Haruo Sotozaki e produzido pelo estúdio Ufotable, o longa mantém o alto padrão visual e narrativo que tornou a série popular mundialmente. Diferente de Swordsmith Village e Hashira Training, que são compilações de episódios, Castelo Infinito foi desenvolvido como um longa-metragem completo, explorando o ritmo dramático do arco e ampliando o impacto das cenas de ação, de maneira similar ao sucesso de Mugen Train (2020).

A trama do filme

A narrativa acompanha Tanjiro Kamado, um jovem determinado que se junta ao Demon Slayer Corps – a corporação dedicada a caçar demônios – após sua irmã Nezuko ser transformada em uma dessas criaturas. Ao longo da série, Tanjiro enfrenta desafios crescentes, aprimorando suas habilidades enquanto constrói laços profundos com os Hashira, os caçadores de elite do grupo.

Em Castelo Infinito, os personagens participam de um programa coletivo de fortalecimento conhecido como Treinamento dos Hashira, preparando-se para o confronto final contra os demônios. A situação se complica quando Muzan Kibutsuji, o antagonista principal da série, invade a Mansão Ubuyashiki, sede do Demon Slayer Corps, colocando o líder da organização em perigo. Tanjiro e os Hashira são então lançados em uma descida vertiginosa rumo a um espaço desconhecido: o Castelo Infinito, reduto dos demônios e palco do confronto final.

O longa explora batalhas intensas, desafios estratégicos e dilemas morais, mantendo o público em constante tensão. Além da ação, a narrativa valoriza temas de amizade, coragem e sacrifício, elementos que conquistam tanto fãs jovens quanto adultos.

Repercussão e debate sobre classificação indicativa

O episódio em São Paulo reacendeu discussões sobre a responsabilidade dos pais e a importância da classificação indicativa. Especialistas em mídia e psicologia infantil afirmam que filmes destinados a maiores de 18 anos podem conter cenas de violência extrema, terror psicológico e conteúdo sensível, inadequados para crianças. O cumprimento da classificação indicativa, portanto, é essencial para garantir a segurança emocional dos menores.

Nas redes sociais, o incidente gerou opiniões divergentes. Alguns internautas criticaram a atitude da família, destacando que a lei existe para proteger crianças, enquanto outros questionaram a rigidez das regras em casos excepcionais. Entre os espectadores presentes, havia indignação com o fato de que a sessão foi interrompida e uma expectativa frustrada de assistir ao filme, mas a maioria reconheceu a necessidade de respeitar a legislação.

Legislação e papel da Polícia Militar

No Brasil, a classificação indicativa é regulamentada pelo Ministério da Justiça e tem caráter educativo, orientando pais e responsáveis sobre o conteúdo de filmes, séries e jogos. Filmes com classificação para maiores de 18 anos não podem ser assistidos por menores de idade, independentemente da presença de adultos, pois podem apresentar cenas de violência explícita, consumo de drogas, conteúdo sexual ou linguagem imprópria.

A Polícia Militar, ao ser acionada, cumpriu seu papel de garantir o respeito à lei e assegurar que a sessão pudesse ser retomada de maneira segura. O episódio ilustra a importância de conscientização tanto dos responsáveis quanto das redes de cinema sobre os limites estabelecidos pela classificação indicativa.

Sucesso internacional da franquia

Apesar do incidente em São Paulo, Demon Slayer: Castelo Infinito segue conquistando fãs em todo o mundo. A franquia se consolidou como um fenômeno global da animação japonesa, com público engajado e apaixonado. O filme já registra sessões lotadas, discussões em fóruns e redes sociais e uma crescente presença em rankings de bilheteria, reforçando a força cultural da obra.

O impacto vai além da animação. Cosplays, fanarts e eventos temáticos têm movimentado comunidades de fãs, tornando Demon Slayer não apenas uma história de entretenimento, mas um fenômeno cultural que conecta pessoas de diferentes idades e nacionalidades.

Paul Rudd e Tim Robinson se metem em altas confusões na comédia Friendship — e o trailer já está no ar!

0

Imagina conhecer um vizinho que te arrasta para uma noite insana de exploração urbana, shows punk e até umas discussões sobre antiguidades paleolíticas (pois é, bem aleatório mesmo). Essa é a vibe de Friendship, a nova comédia estrelada por Paul Rudd (Homem-Formiga) e Tim Robinson (Pânico 5) que já ganhou seu primeiro trailer. E olha… parece que vem coisa boa por aí!

Dirigido e roteirizado por Andrew DeYoung (Caçadoras de Recompensas), o filme traz ainda Kate Mara (Quarteto Fantástico), Meredith Garretson, Jack Dylan Grazer, Josh Segarra e Jon Glaser no elenco. A produção é da queridinha A24, que dispensa apresentações com seus sucessos diferentões, como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo.

Uma amizade que dá ruim

A trama gira em torno de Craig Waterman (Robinson), um pai de família que leva uma vida sossegada até cruzar o caminho do novo vizinho Austin Carmichael (Rudd), um cara misterioso e absurdamente carismático. O bromance entre eles parece promissor, até que Craig começa a agir de forma… digamos, intensa demais. E como já era de se esperar, a amizade desanda com direito a tretas hilárias e situações completamente fora do controle.

Quando chega?

A estreia rola em maio nos Estados Unidos. Por aqui, ainda não tem previsão — mas bora torcer para a A24 não fazer a gente esperar muito, né? Se não for nos cinemas, que venha pelo streaming.

Sem dúvidas! Paul Rudd é sempre garantia de diversão, e Tim Robinson tem um humor caótico que casa perfeitamente com essa premissa meio absurda. Com a assinatura da A24, é quase certo que Friendship vai misturar boas risadas com aquele toque de “pera, o que eu acabei de assistir?”.

Se você curte uma comédia fora do padrão com pitadas de caos e bizarrices, coloca Friendship no seu radar. Porque, convenhamos: amizades improváveis e desastres hilários são sempre uma boa pedida. 🎸

Nathan Fillion entra de vez no universo DC e confirma participação em “Lanterns”, série sombria da HBO

0
Foto: Reprodução/ Internet

Depois de dar as caras como Guy Gardner no recém-lançado Superman — primeiro filme oficial do novo DCU — o ator Nathan Fillion acaba de confirmar que vai reprisar o papel na aguardada série “Lanterns”, produção original da HBO e Max prevista para chegar às telas em 2026.

Desta vez, o universo dos Lanternas Verdes ganha um tom bem diferente do que o público está acostumado. Esqueça o espetáculo espacial: Lanterns mergulha no suspense investigativo, com os holofotes voltados para a Terra — mais precisamente, para o interior dos Estados Unidos, onde um assassinato misterioso desafia até os membros mais experientes da Tropa.

Foto: Reprodução/ Internet

Um crime, dois Lanternas e um legado em jogo

A trama da série gira em torno do jovem John Stewart (vivido por Aaron Pierre) e do veterano Hal Jordan (Kyle Chandler, de Friday Night Lights), forçados a trabalhar juntos diante de um caso que ameaça os alicerces da própria Tropa dos Lanternas Verdes. Há quem diga que a vítima do crime seja justamente um dos membros da força policial intergaláctica — e que esse evento servirá como rito de passagem para Stewart, que só então receberá o lendário anel verde que transforma vontade em poder.

No meio dessa dupla improvável, surge Guy Gardner. Com seu humor ácido, seu ego inflado e seu estilo nada ortodoxo, o personagem de Fillion promete ser uma espécie de carta embaralhada no baralho — alguém que tanto pode ajudar quanto atrapalhar, dependendo do dia (ou do planeta).

Um elenco de peso e um vilão lendário

O elenco da série também impressiona. Além de Fillion, Pierre e Chandler, Lanterns contará com Garrett Dillahunt (Onde os Fracos Não Têm Vez), Kelly Macdonald (Boardwalk Empire) e Ulrich Thomsen, escalado como Sinestro, figura central da mitologia dos Lanternas e ex-mestre de Hal Jordan, que aqui deve assumir um papel de antagonista silencioso — mas perigosamente calculado.

Com esse time, a HBO sinaliza que Lanterns não será apenas mais uma série de super-heróis. A proposta é mergulhar em tons mais densos, com estética realista e ritmo de thriller, apostando em diálogos afiados, dilemas morais e uma investigação que pode ter consequências galácticas.

DCU se consolida entre cinema e streaming

A participação de Nathan Fillion tanto no cinema quanto na televisão não é coincidência. Sob o comando de James Gunn e Peter Safran, o novo Universo DC quer integrar de fato suas produções, criando conexões orgânicas entre filmes e séries — algo que seu “concorrente” Marvel ensaiou, mas nem sempre conseguiu executar com coesão.

Fillion, que já trabalhou com Gunn em diversos projetos e é conhecido por equilibrar drama e humor com naturalidade, parece ter encontrado em Guy Gardner um personagem feito sob medida. E, ao que tudo indica, o Lanterna de cabelo esculpido e temperamento difícil ainda terá muito espaço nessa nova fase da DC.

E quando estreia?

Ainda sem data exata, “Lanterns” tem previsão de lançamento para meados de 2026, exclusivamente na HBO e na plataforma Max. Até lá, os fãs podem revisitar o primeiro vislumbre do novo DCU em Superman — e ficar de olho nos detalhes que plantam as sementes do que promete ser um dos projetos mais ousados da nova era da DC.

Crítica | A Mulher que Nunca Existiu: quando desaparecer é a única maneira de existir

0
Foto: Reprodução/ Internet

Com estreia celebrada na seleção oficial do Festival de Veneza, o longa A Mulher que Nunca Existiu (Aïcha, no original), do cineasta tunisiano Mehdi Barsaoui, parte de uma premissa potente: e se a única chance de viver for desaparecer? A proposta é provocadora — uma jovem que sobrevive a um acidente fatal e decide abandonar sua vida, seu nome, sua história —, mas o desenvolvimento da trama, embora envolvente em muitos momentos, oscila entre o drama íntimo e a denúncia social sem encontrar o equilíbrio ideal.

Aya, interpretada com intensidade contida por Lili Farhadpour, é uma mulher nos seus vinte e poucos anos, presa a uma existência sufocante no sul da Tunísia: mora com os pais, vive sob regras conservadoras, e seu trabalho em um hotel turístico é sua única conexão com o mundo exterior. Quando a van que a transporta diariamente sofre um grave acidente, e ela se vê como única sobrevivente, surge a primeira reviravolta: a chance de recomeçar do zero. Aya foge, muda de cidade, assume outra identidade e se torna Aïcha. É aí que o filme começa — e também onde ele se divide.

A nova vida, feita de silêncios, receios e pequenos rituais de adaptação, é apresentada com sensibilidade. Há uma riqueza nos detalhes, no modo como a personagem aprende a caminhar em um novo ritmo, como se ajusta ao anonimato, como testa a liberdade que nunca teve. No entanto, a narrativa parece hesitar quando se trata de expandir essa experiência para além do seu drama pessoal.

A segunda grande virada da trama — quando Aïcha testemunha um caso de violência policial — traz de volta a tensão social e política que o filme ensaia explorar. Mas essa subtrama, que poderia alavancar o longa para um outro patamar de contundência, é tratada com um certo distanciamento, quase como se Barsaoui temesse deixar o terreno seguro do drama existencial e mergulhar mais fundo na crítica sistêmica.

O resultado é um filme visualmente refinado, com direção segura e atuações intensas, mas que parece podar o próprio impacto. Os dilemas morais da protagonista — entre manter sua liberdade ou se tornar testemunha de uma injustiça — são relevantes e dolorosos, mas faltam camadas ao conflito. O roteiro não se compromete totalmente nem com a transformação individual, nem com o embate político. Fica entre os dois, e acaba enfraquecendo ambos.

Outro ponto que merece atenção é o ritmo. A primeira metade do filme, focada na fuga e reinvenção de Aya, é envolvente e bem conduzida. Mas ao chegar ao segundo ato, o enredo perde um pouco de fôlego, como se não soubesse exatamente para onde conduzir sua protagonista. Faltam tensão dramática real, escolhas difíceis visíveis em cena, e consequências mais agudas.

Ainda assim, A Mulher que Nunca Existiu é um filme importante. Porque fala, mesmo que com moderação, de uma geração de mulheres árabes que tentam escapar de narrativas impostas, de vidas pré-determinadas, de ausências que doem mais do que a presença. É um filme que merece ser visto, debatido, reconhecido — mesmo que, no fim, deixe a sensação de que poderia ter ido mais longe, gritado mais alto, e feito da sua protagonista muito mais do que apenas uma metáfora da invisibilidade.

Tremembé | Série do Prime Video sobre detentos famosos e o sistema prisional já está disponível

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 31 de outubro de 2025, o Prime Video estreia Tremembé, série original que explora o cotidiano de um dos presídios mais emblemáticos do Brasil. Conhecido popularmente como “o presídio dos famosos”, Tremembé II é palco de histórias de detentos que ganharam notoriedade nacional. A produção combina true crime e drama, com direção de Vera Egito (que também assina o roteiro ao lado de Ulisses Campbell, Juliana Rosenthal, Thays Berhe e Maria Isabel Iorio) e chega justamente no Halloween, reforçando o clima de tensão, mistério e reflexão sobre crime e punição.

Um olhar que vai além do fato policial

Tremembé não se limita a recriar casos famosos, como os de Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e os irmãos Cravinhos. A série aprofunda-se na convivência diária dentro do presídio, mostrando rivalidades, alianças, estratégias de sobrevivência e as pequenas fragilidades humanas que surgem mesmo em um ambiente extremo.

Cada episódio convida o público a refletir sobre dilemas universais: medo, arrependimento, orgulho e a busca por reconhecimento. Ao mesmo tempo, a produção evidencia problemas estruturais do sistema prisional brasileiro, como superlotação, falhas de gestão e os impactos sociais de se tornar notório no país. Dessa forma, Tremembé oferece não apenas entretenimento, mas debate e reflexão social.

Saiba quem dá vida aos detentos

O elenco de Tremembé é um dos grandes atrativos da série, reunindo nomes consagrados e emergentes da televisão e do cinema brasileiro. Marina Ruy Barbosa (Império, Totalmente Demais, Deus Salve o Rei) interpreta uma detenta inspirada em Suzane von Richthofen, combinando intensidade e vulnerabilidade. Bianca Comparato (3%, Avenida Brasil) assume papel baseado em Elize Matsunaga, trazendo profundidade emocional à trama. Carol Garcia (A Dona do Pedaço, Quanto Mais Vida, Melhor!) vive outra detenta central, transmitindo a complexidade do dia a dia prisional.

Entre os personagens masculinos, Felipe Simas (Totalmente Demais, Salve-se Quem Puder) interpreta Daniel Cravinhos, enquanto Kelner Macêdo (Guerreiros do Sol, cinema e séries independentes) vive Christian Cravinhos, explorando o peso de suas decisões dentro da prisão. Completam o elenco Letícia Rodrigues (Malhação, Verdades Secretas), Anselmo Vasconcelos (O Auto da Compadecida, Velho Chico) e Lucas Oradovschi (Outras Produções Independentes), todos contribuindo para a densidade dramática da produção e fortalecendo a autenticidade da narrativa.

Participação do sistema e críticas sociais

Mais do que drama, Tremembé se propõe a levantar questões sociais e estruturais do sistema prisional brasileiro. Ao mostrar a rotina de um presídio que abriga detentos célebres, a série aborda superlotação, ressocialização, estigmatização e os impactos da fama dentro da prisão. A pesquisa para a produção foi extensa e detalhada, incluindo livros, entrevistas e estudos sobre os casos reais, garantindo fidelidade aos fatos sem perder o ritmo dramático. Ao equilibrar entretenimento e reflexão, Tremembé provoca debates sobre ética, justiça e a forma como a sociedade encara o crime e a punição.

Trailer de Casa de Dinamite revela suspense político tenso dirigido por Kathryn Bigelow

0

O suspense político que promete se destacar em 2025 ganhou nesta quarta-feira, 3 de setembro, seu primeiro teaser oficial, revelando a intensidade dramática e a tensão eletrizante que Kathryn Bigelow entrega mais uma vez ao público. O longa Casa de Dinamite, com estreia limitada nos cinemas brasileiros em 9 de outubro, estará disponível globalmente na plataforma de streaming Netflix a partir de 24 de outubro, apresentando uma narrativa marcada por crises e decisões extremas diante de uma ameaça nuclear iminente.

O trailer, que você confere logo abaixo, já vem provocando grande repercussão entre os fãs de thrillers. Ele apresenta o início de uma trama carregada de urgência e tensão: um míssil não identificado atinge o território norte-americano, desencadeando uma série de ações imediatas dentro do governo. Entre salas de situação, bases militares e reuniões de emergência, cada segundo se transforma em um dilema estratégico e ético, em que decisões precipitadas podem ter consequências catastróficas.

O filme acompanha como líderes políticos e especialistas em segurança tentam descobrir a origem do ataque e definir a resposta adequada antes que a situação se torne catastrófica. Mais do que cenas de ação, o material expõe o lado humano da crise. A tensão não está apenas nos números e nas decisões, mas nas pessoas responsáveis por salvar milhões de vidas, revelando medos, pressões e dilemas morais que tornam o conflito plausível e palpável.

Elenco reúne estrelas e talentos em ascensão

A obra conta com um elenco robusto e diversificado, reunindo atores consagrados e nomes em ascensão. Idris Elba assume o papel do presidente, representando liderança, firmeza e vulnerabilidade ao mesmo tempo. Rebecca Ferguson vive a capitã responsável pela comunicação com a cúpula militar, tornando-se um elo vital entre informação e ação.

Gabriel Basso interpreta o conselheiro de segurança Jake Baerington, personagem que enfrenta tensões éticas e decisões críticas, enquanto Jared Harris, Tracy Letts, Anthony Ramos e Moses Ingram completam o núcleo central de oficiais e especialistas. O elenco também inclui Jonah Hauer-King, Greta Lee, Jason Clarke, Brittany O’Grady e Kaitlyn Dever, cada um trazendo perspectivas diferentes sobre a crise, desde análises estratégicas até impactos pessoais e familiares.

Direção e produção com foco no realismo

Com Bigelow na direção, o filme explora a tensão de decisões políticas e militares com realismo e precisão. A cineasta é reconhecida por transformar contextos complexos em narrativas intensas, e aqui não é diferente: o público acompanha cada passo, cada reunião e cada decisão estratégica com detalhes que ampliam a imersão.

O roteiro de Noah Oppenheim, que também assina a produção, contribui para uma narrativa equilibrada, que une política, ação e drama humano. A produção conta ainda com Greg Shapiro, enquanto Brian Bell e Sarah Bremner assumem a produção executiva. A direção de fotografia de Barry Ackroyd garante imagens vibrantes e tensas, enquanto Jeremy Hindle cria cenários que refletem fielmente o ambiente governamental e militar, transportando o espectador diretamente para o centro da crise.

As filmagens ocorreram em Trenton, Nova Jersey, e o filme passou por pós-produção intensa no final de 2024, resultando em um produto cuidadosamente lapidado, com ritmo ágil e narrativa coesa.

Estreia e reconhecimento internacional

O longa teve sua estreia mundial na competição principal do 82º Festival de Veneza, em 2 de setembro de 2025, sendo indicado ao Leão de Ouro, uma das maiores honrarias do cinema internacional. A exibição inicial nos cinemas do Reino Unido acontece em 3 de outubro, seguida pelo lançamento nos Estados Unidos em 10 de outubro, antes da disponibilidade em plataformas digitais em 24 de outubro.

Esse lançamento estratégico evidencia a intenção de conciliar prestígio cinematográfico com ampla acessibilidade, permitindo que audiências ao redor do mundo acompanhem o suspense político e as decisões de alto risco em tempo real.

Temas atuais e relevância social

O filme explora questões de enorme relevância contemporânea: ameaças nucleares, decisões de retaliação e segurança global, além da responsabilidade moral que recai sobre líderes e especialistas em momentos críticos. Cada cena reforça o peso da decisão individual e coletiva, mostrando que, mesmo diante de estruturas de poder e protocolos militares, a dimensão humana é central.

O trailer já sugere que o longa vai além de um simples thriller de ação: trata-se de uma reflexão sobre liderança, coragem, ética e sobrevivência. A narrativa também enfatiza a importância da comunicação clara, da colaboração entre diferentes setores e da preparação estratégica diante de ameaças inesperadas.

Suspense que conecta ação e drama

O material divulgado mostra sequências de ação, reuniões de emergência, mapas estratégicos e momentos de tensão emocional, destacando a habilidade de Bigelow em combinar dinamismo visual e profundidade psicológica. Ao invés de focar apenas no efeito de destruição, a história prioriza o impacto das escolhas sobre indivíduos e nações, criando uma experiência de suspense completa, capaz de engajar o espectador do início ao fim.

Essa abordagem torna o filme mais do que entretenimento: ele se transforma em um estudo sobre como decisões de liderança podem moldar o destino de milhões de pessoas, explorando não apenas a ação, mas também a ética e a moral envolvidas em cada passo.

Expectativas do público e crítica

O teaser já provocou grande expectativa, com comentários de fãs e especialistas destacando o equilíbrio entre tensão, realismo e personagens bem construídos. Analistas de cinema apontam que o longa tem potencial para se tornar referência no gênero de suspense político, combinando entretenimento e reflexão, algo raro em produções contemporâneas. Além disso, o alcance global proporcionado pelo streaming garante que diferentes públicos possam acompanhar e debater a obra, ampliando discussões sobre liderança, segurança e decisões em cenários de crise.

almanaque recomenda