Saiba tudo sobre os filmes de hoje (10) na Temperatura Máxima, Domingo Maior e Cinemaço da TV Globo

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Domingo (10) é dia de relaxar e aproveitar aquele filme que faz o coração acelerar, a adrenalina subir e a gente se envolver de verdade com uma história emocionante. E a Temperatura Máxima da TV Globo preparou exatamente isso para você: Arranha-Céu: Coragem Sem Limite, um filme que vai fazer você prender a respiração do começo ao fim.

A trama gira em torno de Will Sawyer, vivido por Dwayne Johnson, um homem que já passou por muita coisa difícil na vida — ele é veterano de guerra e ex-líder de resgates do FBI. Mas o que Will enfrenta aqui é diferente: ele vai precisar usar toda sua força e inteligência para salvar a família que está presa no arranha-céu mais alto e seguro do mundo, um prédio futurista em Hong Kong.

Imagine só: um edifício que é uma verdadeira cidade nas alturas, com toda a tecnologia e segurança do mundo. Só que, do nada, ele vira palco de um incêndio devastador. E para piorar, o próprio Will é acusado de ter provocado tudo aquilo. A situação parece impossível, quase um pesadelo. Mas é aí que ele mostra o que significa ser um herói de verdade.

O filme não é só explosões e cenas de ação — tem muito coração também. A relação entre Will e sua esposa Sarah, interpretada por Neve Campbell, traz uma emoção real para a história. A gente entende que, no meio daquele caos todo, o que ele mais quer é proteger quem ama. É essa luta que torna tudo mais intenso e humano.

Além disso, o filme fala sobre coragem, justiça e o poder da determinação. Will não desiste, mesmo quando tudo está contra ele. A gente torce, vibra e sofre junto, porque aquela não é só uma aventura qualquer: é uma corrida contra o tempo para salvar vidas.

A produção do filme é incrível, com efeitos que deixam a gente quase sentindo o calor do fogo e a vertigem das alturas. As filmagens aconteceram em Vancouver, no Canadá, e o trabalho dos técnicos foi minucioso para que tudo parecesse real e impressionante.

Se você gosta de filmes que misturam ação de tirar o fôlego com uma história que mexe com o coração, Arranha-Céu: Coragem Sem Limite é para você. Dwayne Johnson, que já é conhecido por seus papéis cheios de energia, aqui entrega uma performance que mistura força física com sensibilidade, mostrando que heróis também sentem medo, mas escolhem seguir em frente.

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Domingo Maior exibe Planeta dos Macacos: O Confronto

A TV Globo traz para a sua tela o emocionante e aclamado filme Planeta dos Macacos: O Confronto, uma produção que vai além da ação e da ficção científica para falar sobre dilemas profundos da convivência, liderança e o futuro de duas espécies marcadas por conflitos históricos.

Dez anos depois de conquistar a liberdade, César, o chimpanzé líder da comunidade símia, vive em um refúgio tranquilo na floresta próxima a São Francisco, onde ele e sua espécie desenvolveram uma sociedade baseada no respeito e no apoio mútuo. Enquanto isso, os humanos enfrentam uma crise sem precedentes: um vírus criado em laboratório dizimou grande parte da população, deixando os sobreviventes isolados e desesperados.

Nesse cenário de tensão e incerteza, um grupo humano tenta reativar uma usina hidrelétrica dentro do território dos macacos, na esperança de restaurar a energia elétrica e salvar o que resta da civilização. Malcolm, o líder desse grupo e um dos poucos que conhece verdadeiramente César e sua comunidade, busca evitar a guerra e promover a paz entre as espécies. Mas nem todos compartilham dessa visão.

O filme conduz o espectador por uma narrativa rica em emoção, política e ética, onde lealdades são testadas e decisões difíceis precisam ser tomadas. A figura de César, interpretada magistralmente por Andy Serkis através de captura de movimento, representa a luta por coexistência pacífica, enquanto o bonobo Koba, seu ex-tenente e um sobrevivente de crueldades humanas, alimenta o ressentimento e a sede por vingança.

A tensão cresce à medida que desconfiança, medo e passado traumático ameaçam explodir em um conflito aberto. As cenas impressionantes que misturam tecnologia de ponta, efeitos visuais realistas e atuações intensas transportam o público para esse universo onde o futuro das espécies está em jogo.

Além do elenco principal, com nomes como Jason Clarke (Malcolm), Gary Oldman (Dreyfus) e Keri Russell (Ellie), a dublagem brasileira também se destaca, trazendo vozes marcantes que dão vida aos personagens e intensificam a experiência emocional do filme.

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Cinemaço exibe Clube da Luta

Na madrugada deste domingo, o Cinemaço traz um filme que é referência quando o assunto é cinema provocativo e cheio de camadas: Clube da Luta (Fight Club), dirigido por David Fincher. Mais do que uma história sobre violência, o filme é um retrato intenso da luta interna de um homem contra o vazio da vida moderna e as amarras do consumismo.

O protagonista, interpretado por Edward Norton, é um homem sem nome que vive uma existência sufocante — preso em um trabalho burocrático, sofrendo de insônia e buscando sentido em meio à monotonia. Para tentar aliviar sua angústia, ele começa a frequentar grupos de apoio para pessoas com doenças graves, mesmo sem realmente sofrer delas. É nesses encontros que encontra um alívio temporário, até cruzar o caminho de Marla Singer, personagem enigmática e tão perdida quanto ele.

Tudo muda quando ele conhece Tyler Durden, vivido por Brad Pitt — um homem carismático e subversivo, que o convida a participar de um clube secreto de luta. O clube nasce como uma forma crua de liberdade, onde homens comuns se enfrentam para sentir que estão vivos, quebrando a rotina anestesiante da sociedade consumista. Mas o que era para ser uma válvula de escape se transforma em algo muito maior e perigoso.

Clube da Luta é uma reflexão sobre a identidade, o poder e o desespero de uma geração que se sente desconectada do mundo à sua volta. A relação complexa entre o narrador e Tyler revela camadas profundas sobre dualidade e autoconhecimento, em um roteiro que surpreende e desafia o espectador a questionar a própria realidade.

A direção de David Fincher é precisa e intensa, utilizando a violência e o caos como metáforas para o conflito interno do protagonista e para uma crítica social mordaz. Helena Bonham Carter, no papel de Marla, traz uma presença única, representando tanto o desespero quanto a possibilidade de redenção.

Quando foi lançado, Clube da Luta dividiu opiniões, mas com o tempo se tornou um clássico cult, influenciando gerações e sendo constantemente revisitado por seu estilo inovador e mensagem profunda.

Festival de Veneza abre as portas para quatro joias da MUBI — com Sorrentino, Park Chan-wook, László Nemes e Jim Jarmusch

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A MUBI, plataforma global que une serviço de streaming, distribuidora e produtora, chega com força total ao 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza. São quatro estreias de peso — “La Grazia”, “No Other Choice”, “Orphan” e “Father Mother Sister Brother” — que prometem marcar a temporada de premiações e confirmar o investimento da empresa em um cinema autoral, profundo e esteticamente marcante. As informações são da Vogue.

Com direção de nomes como Paolo Sorrentino, Park Chan-wook, László Nemes e Jim Jarmusch, os filmes não apenas competem pelo Leão de Ouro, como representam uma pluralidade de vozes e estéticas cinematográficas, abordando temas como o poder, a moralidade, a perda, a memória e os laços familiares.

A seguir, mergulhamos em cada uma das obras e em suas nuances, personagens e contextos, para entender por que essas estreias estão entre as mais esperadas do ano.

“La Grazia” — O poder e o peso das decisões morais

Estreia: 27 de agosto de 2025, Sala Grande do Palazzo del Cinema (filme de abertura do festival) Direção: Paolo Sorrentino
Elenco: Toni Servillo (“A Grande Beleza”), Anna Ferzetti (“A Máfia só Mata no Verão”), Massimo Venturiello (“Suburra”)

No que pode ser seu filme mais contido e maduro até aqui, Paolo Sorrentino retorna a Veneza para abrir o festival com “La Grazia”. O diretor, conhecido por seu estilo visual exuberante e crítica política embutida em lirismo, retrata aqui o cotidiano de Mariano De Santis, um fictício presidente da República Italiana à beira do fim de seu mandato.

Viúvo, católico e pai de uma jurista, Mariano se depara com dois pedidos de indulto que desafiam sua consciência. São decisões aparentemente técnicas, mas que se imbricam com sua história pessoal de maneira inesperada. Em um clima de introspecção e melancolia, o longa reflete sobre justiça, perdão e o papel do indivíduo em estruturas de poder.

Toni Servillo, colaborador frequente de Sorrentino, entrega mais uma performance que promete arrebatar o público. O roteiro equilibra a tensão moral com diálogos densos e momentos de rara sensibilidade.

“No Other Choice” — A fúria silenciosa da sobrevivência

Estreia: A confirmar
Direção: Park Chan-wook
Elenco: Lee Byung-hun (“Mr. Sunshine”), Son Ye-jin (“Pousando no Amor”), Park Hee-soon (“Meu Nome”), Lee Sung-min (“Misaeng”)

Park Chan-wook — mestre do suspense emocional e da brutalidade poética — adapta o romance “O Machado”, de Donald E. Westlake, para criar um retrato contemporâneo da desesperança masculina no capitalismo tardio.

Em “No Other Choice”, acompanhamos Man-su, um homem comum, dispensado da fábrica onde trabalhou por 25 anos. O que começa como um drama social rapidamente ganha contornos de thriller psicológico: ele resolve eliminar todos os concorrentes às vagas de emprego que ambiciona, numa espiral de violência silenciosa, disfarçada de pragmatismo.

Mais do que um suspense, o filme é uma crítica aguda ao sistema que transforma seres humanos em números descartáveis. Park explora as contradições morais desse protagonista de forma quase cirúrgica, com uma câmera que vigia, enquadra e sufoca.

O elenco entrega performances intensas, especialmente Lee Byung-hun, cuja contenção e expressividade remetem à sua atuação em “I Saw the Devil”.

“Orphan” — As cicatrizes da História e a perda da identidade

Estreia: A confirmar
Direção: László Nemes
Elenco: Bojtorján Barabas (estreante), Grégory Gadebois (“O Oficial e o Espião”), Andrea Waskovics (“Curtas de Budapeste”)

Vencedor do Oscar por “O Filho de Saul”, o húngaro László Nemes retorna com um novo mergulho nas feridas abertas da Europa do pós-guerra. Em “Orphan”, ambientado em 1957, vemos o trauma coletivo refletido na vida de um jovem judeu, Andor, criado sob a imagem idealizada de um pai heróico — até que um homem violento bate à porta, dizendo ser o verdadeiro pai.

A abordagem de Nemes é íntima, quase claustrofóbica. Ele usa longos planos-sequência e foco reduzido para aproximar o espectador da confusão e do pânico de Andor. A narrativa fragmentada, como a memória de quem sobreviveu à dor, exige paciência e entrega, mas recompensa com força emocional bruta.

Mais uma vez, o diretor usa um protagonista jovem como ponto de vista para refletir sobre responsabilidade histórica, identidade e reconstrução pós-trauma.

“Father Mother Sister Brother” — Laços familiares em ruínas (e redenção)

Estreia: A confirmar
Direção: Jim Jarmusch
Elenco: Tom Waits (“Flores Partidas”), Adam Driver (“Annette”), Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”), Charlotte Rampling (“45 Anos”), Cate Blanchett (“TÁR”), Vicky Krieps (“Bergman Island”), Sarah Greene (“Normal People”), Indya Moore (“Pose”), Luka Sabbat (“Grown-ish”), Françoise Lebrun (“A Mãe e a Puta”)

Jim Jarmusch volta com um projeto ambicioso, mas surpreendentemente delicado. “Father Mother Sister Brother” é um tríptico — três histórias independentes, passadas nos EUA, Irlanda e França — conectadas por um fio comum: filhos adultos confrontando seus pais e entre si.

Com sua marca registrada de diálogos pausados, enquadramentos contemplativos e trilhas sonoras que misturam jazz e silêncios, Jarmusch retrata a incomunicabilidade dos afetos. Mas aqui há também ternura, humor sutil e uma certa aceitação do caos.

Na primeira parte, Adam Driver e Tom Waits interpretam pai e filho que só se entendem na ausência de palavras. Em Dublin, Mayim Bialik e Charlotte Rampling revivem ressentimentos e culpas em um reencontro tardio. Já em Paris, Cate Blanchett e Vicky Krieps vivem irmãs que precisam decidir o destino da mãe enferma.

O filme é, acima de tudo, um ensaio sobre o envelhecer, sobre o que se herda e o que se perde, com um olhar melancólico, mas sem cinismo.

MUBI e Veneza: uma aliança cada vez mais estratégica

As quatro estreias da MUBI em Veneza sinalizam o papel central que a plataforma tem assumido no novo ecossistema audiovisual. Mais do que um canal de distribuição, a MUBI investe diretamente na produção de filmes de alto padrão artístico, conectando realizadores renomados ao público global.

Em um contexto em que blockbusters dominam salas de cinema e algoritmos regem o conteúdo online, a curadoria da MUBI aparece como um oásis de cinema autoral, diversificado e arriscado. Sua presença forte em festivais — de Cannes a Berlim, agora Veneza — reforça o prestígio da marca.

Adaptação de Stephen King com Glen Powell, O Concorrente ganha trailer intenso

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Foi divulgado nesta segunda-feira (1º) o primeiro trailer de “O Concorrente”, thriller distópico que chega aos cinemas brasileiros em 6 de novembro. Estrelado por Glen Powell e baseado no livro homônimo de Stephen King, o filme retrata um futuro onde o entretenimento ultrapassou qualquer limite moral: uma competição transmitida ao vivo onde sobreviver significa vencer — e morrer rende ibope.

Um homem comum, uma decisão desesperada

No centro da trama está Ben Richards (Powell), um trabalhador exausto e sem recursos, que vê no programa “O Concorrente” sua última chance de salvar a filha gravemente doente. A proposta é simples e brutal: sobreviver por 30 dias enquanto assassinos profissionais o caçam em rede nacional. Cada dia vivo aumenta o prêmio. A cada novo episódio, o público quer mais sangue.

Ben entra no jogo pelas razões mais humanas, mas logo se transforma em um símbolo: tanto de resistência quanto de espetáculo. E isso o torna perigoso — não só para os caçadores, mas para o próprio sistema que o colocou ali.

Crítica afiada com ritmo de ação

Dirigido por Edgar Wright, o longa entrega cenas eletrizantes embaladas por uma crítica ácida ao culto da violência e ao voyeurismo das massas. Conhecido por seu estilo visual dinâmico e cortes precisos, Wright também assina o roteiro ao lado de Michael Bacall (“Anjos da Lei”), criando uma narrativa que mistura sátira social, tensão constante e doses de humor sombrio.

Elenco de impacto

Além de Powell e Josh Brolin, que interpreta o maquiavélico produtor do programa, o filme reúne nomes como Colman Domingo, William H. Macy, Lee Pace, Emilia Jones, Michael Cera, Daniel Ezra e Jayme Lawson. O conjunto promete entregar personagens ambíguos, intensos e prontos para desafiar as expectativas.

Entre o espetáculo e o colapso

“O Concorrente” não se limita à ação frenética: é também um espelho desconfortável sobre o que consumimos em nome do entretenimento. A cada cena, a pergunta se impõe: o quanto da nossa humanidade estamos dispostos a sacrificar diante das câmeras?

Com estreia marcada para novembro, o filme já nasce como um dos lançamentos mais aguardados da temporada. A distopia imaginada por King, agora reformulada por Wright, pode soar exagerada — ou apenas real demais.

Pré-venda de Invocação do Mal 4: O Último Ritual inicia hoje — Saiba tudo sobre o capítulo final da franquia de terror

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O universo do terror sobrenatural nos cinemas se prepara para um dos lançamentos mais aguardados do ano. A Warner Bros. Pictures Brasil inicia nesta quinta-feira, 21 de agosto, a pré-venda de ingressos para Invocação do Mal 4: O Último Ritual, a nova produção que promete encerrar de forma aterrorizante a trajetória dos renomados investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren. Com estreia marcada para 4 de setembro, o longa se apresenta como a conclusão de uma das franquias de horror mais icônicas da indústria cinematográfica, construída ao longo de quase uma década de sustos, mistérios e casos inspirados em eventos reais.

A expectativa é alta. Fãs da série já se mobilizam para garantir seus lugares nas sessões, ansiosos para testemunhar o que promete ser o capítulo mais perturbador da carreira dos Warrens. O filme acompanha um caso enigmático, considerado o mais impactante do casal, e apresenta novos elementos que aprofundam a mitologia da franquia, revelando detalhes que permaneciam até então nas sombras. Para entrar no clima do lançamento, a Warner Bros. também programou a exibição dos três primeiros filmes da saga entre os dias 21 e 27 de agosto, permitindo que o público relembre os eventos anteriores ou descubra pela primeira vez os horrores que marcaram cada investigação.

Uma franquia que redefiniu o terror contemporâneo

Desde a estreia de Invocação do Mal em 2013, a franquia se consolidou como um marco do terror contemporâneo. O primeiro filme, dirigido por James Wan, apresentou ao público a dupla Ed e Lorraine Warren, investigadores de fenômenos paranormais cuja carreira real é marcada por casos notórios de possessão, poltergeist e assombrações inexplicáveis. A fórmula de combinar narrativa ficcional com elementos baseados em eventos reais se mostrou um sucesso, resultando em uma franquia que se expandiu para múltiplos spin-offs, incluindo os filmes de Annabelle, The Nun e A Maldição da Chorona.

O longa-metragem chega para fechar a narrativa principal da saga, prometendo não apenas sustos, mas também uma exploração mais profunda da relação entre Ed e Lorraine, que equilibram sua vida familiar com os desafios sobrenaturais que enfrentam. Ao abordar o que é descrito como o caso mais perturbador do casal, o filme se destaca por trazer uma tensão psicológica intensa, aliada à estética clássica da franquia: ambientes escuros, trilha sonora marcante e efeitos cuidadosamente planejados para amplificar o medo sem depender de clichês exagerados.

Inspiração em eventos reais

O longa é baseado nas investigações reais dos Warrens relacionadas à assombração dos Smurl, um dos casos mais notórios de atividade paranormal dos anos 1980. A história acompanha Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) enquanto enfrentam forças sobrenaturais de intensidade nunca antes vista, testando não apenas suas habilidades como investigadores, mas também seus limites pessoais e familiares. Além de lidar com entidades malignas, o casal precisa proteger sua filha Judy (Mia Tomlinson) e o namorado dela, Tony Spera (Ben Hardy), ampliando a dimensão emocional do filme e criando momentos de tensão que vão além do terror convencional.

A narrativa do filme combina elementos clássicos da série, como possessões e fenômenos inexplicáveis, com um enfoque mais psicológico. O espectador é convidado a mergulhar na mente dos personagens, acompanhando não apenas os eventos sobrenaturais, mas também a luta interna de cada um diante do desconhecido. Essa abordagem reforça o diferencial da franquia: o terror não é apenas externo, mas também emocional, explorando medos universais e pessoais.

Elenco: veteranos e novos rostos

O filme mantém a dupla principal, com Patrick Wilson e Vera Farmiga reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren. A continuidade desses personagens é crucial para a narrativa, pois estabelece uma conexão direta com os eventos anteriores e mantém a coerência emocional da saga. Farmiga, em entrevistas anteriores, destacou o desafio de aprofundar o medo de forma orgânica: “É interessante, temos que aumentar o medo a cada filme. Demonologia já é tão aguda e operística”, afirmou a atriz, ressaltando o compromisso em manter o nível de tensão elevado.

Além dos protagonistas, o elenco traz novos nomes que adicionam frescor à história. Mia Tomlinson interpreta Judy Warren, a filha do casal, agora adulta e confrontando o legado familiar de investigação paranormal. Ben Hardy assume o papel de Tony Spera, namorado de Judy, cuja presença traz novas dinâmicas de relacionamento e tensão. Outros nomes confirmados incluem Rebeca Calder, Elliot Cowan, Kíla Lord Cassidy, Beau Gadsdon, Molly Cartwright, João Brotherton e Shannon Kook como Drew, contribuindo para um elenco diversificado que amplia a complexidade dos acontecimentos.

Produção e bastidores

O desenvolvimento do filme começou pouco após o lançamento de Invocação do Mal 3: A Ordem do Diabo em 2021. O diretor Michael Chaves, que retornou à franquia após dirigir o terceiro filme, comentou em entrevistas sobre a intenção de criar um desfecho único e impactante. “Este tem um final muito único para os filmes Invocação do Mal. Eu ficaria animado para ver onde isso poderia ir a partir daqui”, afirmou Chaves, destacando o desejo de encerrar a saga de forma satisfatória para os fãs.

O roteiro passou por diversas fases de desenvolvimento, inicialmente escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick e posteriormente revisado por Ian Goldberg e Richard Naing, a partir de uma história original coautorada por James Wan e Johnson-McGoldrick. Essa colaboração garantiu que a essência da franquia fosse mantida, ao mesmo tempo em que novas ideias e abordagens foram incorporadas, criando um equilíbrio entre fidelidade à narrativa e inovação cinematográfica.

As filmagens ocorreram em Londres entre 17 de setembro e 22 de novembro de 2024, em locações que proporcionaram o clima sombrio necessário para o longa. A produção buscou recriar cenários autênticos de casas assombradas, ambientes claustrofóbicos e espaços que potencializam o suspense, mantendo a tradição visual da franquia. A direção de fotografia e o design de produção foram fundamentais para transmitir a atmosfera opressiva que caracteriza os filmes, garantindo que cada cena contribua para o medo crescente e a tensão narrativa.

Trilha sonora e elementos de tensão

A trilha sonora é assinada por Benjamin Wallfisch, substituindo Joseph Bishara, compositor dos três primeiros filmes. Wallfisch trabalhou para manter a identidade sonora da franquia, mas introduziu elementos novos que intensificam a experiência emocional e sensorial do espectador. A música desempenha papel central no desenvolvimento do suspense, guiando o público através de momentos de terror psicológico e elevando a dramaticidade das cenas mais impactantes. A colaboração entre trilha sonora, efeitos sonoros e direção visual reforça a imersão, fazendo com que cada cena seja sentida de forma intensa.

Pré-venda e maratona de filmes

Com a pré-venda iniciada em 21 de agosto, o público brasileiro tem agora a oportunidade de garantir os ingressos antecipadamente e evitar filas no lançamento. A Warner Bros. também promoveu uma maratona dos três primeiros filmes da franquia entre os dias 21 e 27 de agosto, permitindo que os espectadores revisitassem os casos anteriores ou conhecessem a história desde o início. Essa estratégia não apenas aumenta a expectativa para o quarto filme, mas também reforça a imersão no universo dos Warrens, oferecendo contexto emocional e narrativa para os eventos que culminam em O Último Ritual.

A maratona representa uma oportunidade única para fãs novos e antigos. Quem acompanha a saga desde o início pode reviver os momentos icônicos, enquanto novos espectadores terão uma introdução completa aos horrores enfrentados pelos investigadores paranormais. O cuidado com a continuidade narrativa demonstra o compromisso da Warner Bros. em oferecer uma experiência completa e envolvente, tornando o lançamento do capítulo final ainda mais significativo.

Wallace & Gromit invadem a Matinê Cultura deste sábado (26/07) com quatro aventuras premiadas e irresistíveis

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Neste sábado (26), o clima é de diversão, nostalgia e massinha na TV Cultura. A emissora exibe, a partir das 14h15, uma seleção pra lá de especial na Matinê Cultura: quatro curtas-metragens clássicos de Wallace & Gromit, a dupla britânica mais querida do stop-motion. Prepare a pipoca — e quem sabe um pouco de queijo — porque vem aí uma maratona de criatividade, humor refinado e aventuras surreais.

Os títulos escolhidos são verdadeiras joias da animação mundial: “Dia de Folga”, “As Calças Erradas”, “Tosa Completa” e “Uma Questão de Pão e Morte”. Todos já foram reconhecidos com o prestigiado BAFTA, e dois deles — “As Calças Erradas” e “Tosa Completa” — ainda levaram o Oscar de Melhor Curta de Animação nos anos 1994 e 1996, respectivamente. Criados pelo mestre da animação Nick Park, da lendária Aardman Animations, os curtas têm cerca de 30 minutos cada e encantam crianças e adultos com o mesmo charme britânico desde a década de 1980.

Wallace & Gromit: uma amizade que moldou (literalmente) a história da animação

Se você ainda não conhece Wallace e Gromit, está mais do que na hora de ser apresentado. Wallace é um inventor um tanto atrapalhado, mas de coração enorme — e de apetite ainda maior por queijo. Já Gromit, seu fiel cão, é o cérebro silencioso por trás das soluções que salvam o dia quando tudo desanda (o que, com Wallace, acontece com frequência).

Com expressões marcantes — Gromit sequer fala, mas comunica tudo com o olhar —, a dupla ganhou o mundo ao mostrar que, com massinha, talento e bom humor, é possível conquistar gerações. As animações usam a técnica tradicional de stop-motion, feita com personagens esculpidos à mão, quadro a quadro. Um trabalho meticuloso, quase artesanal, que se tornou a assinatura da Aardman Studios.

A seleção da TV Cultura: aventuras para rir, se emocionar e se encantar

A escolha da Matinê Cultura para este sábado é um presente para quem valoriza a animação como arte — e também para quem quer simplesmente se divertir com histórias envolventes e um toque de nonsense britânico. Confira abaixo os destaques:

🧀 Dia de Folga

A estreia da dupla nas telas! Neste curta, Wallace e Gromit decidem tirar férias… na lua. Afinal, segundo as lendas, ela é feita de queijo — e isso é razão mais do que suficiente para construir um foguete e partir rumo ao desconhecido. Uma aventura simples, genial e cheia de charme.

🤖 As Calças Erradas

O aniversário de Gromit ganha um presente inusitado: um par de calças robóticas inventadas por Wallace. Só que o mimo acaba sendo parte de um plano criminoso de um inquilino misterioso, o pinguim Feathers McGraw. Uma trama digna de filme de assalto, com humor impecável e reviravoltas hilárias.

🐑 Tosa Completa

Wallace se apaixona por Wendolene, dona de uma loja de lã, enquanto Gromit é injustamente acusado de crimes contra ovelhas. O curta mistura romance, investigação e ação, com direito a perseguição em fábrica e um carneirinho muito esperto. Oscar merecido e risadas garantidas.

🍞 Uma Questão de Pão e Morte

Na produção mais recente da lista, a dupla abre uma padaria de sucesso — mas o clima azeda quando Gromit percebe que os padeiros da cidade estão desaparecendo. Será que há uma assassina em série à solta? Uma sátira leve dos filmes de suspense, com massa fermentada e mistério na medida certa.

Por que (re)ver Wallace & Gromit hoje?

Em tempos de efeitos visuais mirabolantes e produções digitais reluzentes, Wallace & Gromit continuam sendo um lembrete carinhoso do poder da simplicidade. Cada movimento artesanal, cada cenário em miniatura e cada piada pontual são frutos de um cuidado raro — algo que transborda da tela e toca quem assiste.

Além disso, os curtas são atemporais: não importa se você tem 7 ou 70 anos, é impossível não se identificar com a ternura de Gromit ou com os devaneios de Wallace. São histórias que não subestimam a inteligência do público infantil e, ao mesmo tempo, arrancam gargalhadas genuínas dos adultos.

Matinê Cultura: um espaço para redescobrir clássicos com afeto

A TV Cultura tem investido cada vez mais em programações que equilibram conteúdo de qualidade, memória afetiva e curadoria criativa. A Matinê Cultura se tornou uma ótima vitrine para isso, trazendo curtas, filmes e animações que marcaram época — e que merecem novas audiências.

Seja para apresentar Wallace & Gromit às novas gerações ou para rever essas pérolas com olhos de saudade, a sessão deste sábado é imperdível. Entre o queijo lunar e o pão misterioso, prepare-se para uma tarde de histórias bem contadas, animações cuidadosamente produzidas e muito, muito coração.

Anote aí:
Sábado, 26 de julho
🕒 A partir das 14h15
📺 Matinê Cultura – TV Cultura
🎬 Curtas exibidos: Dia de Folga, As Calças Erradas, Tosa Completa e Uma Questão de Pão e Morte

Demon Slayer: Castelo Infinito | Shinobu desafia Dōma em teaser que promete emoção e ação

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A espera está chegando ao fim. Faltando apenas algumas semanas para a estreia de Demon Slayer: Castelo Infinito, o primeiro filme da trilogia que encerrará a adaptação em anime do mangá de Koyoharu Gotōge, fãs do mundo inteiro já sentem o coração acelerar. O mais recente teaser divulgado revelou um momento que promete ser tão emocionante quanto impactante: o confronto entre Shinobu Kocho, a Pilar do Inseto, e Dōma, um dos onis mais poderosos da série.

O material trouxe imagens impressionantes, tanto em animação quanto em arte estática, capturando a intensidade do embate e a tensão que se constrói há anos na narrativa de Demon Slayer. Para quem acompanha a série desde o mangá, esse duelo não é apenas uma batalha de força: é o confronto entre dor, perda, determinação e justiça.

Uma franquia que conquistou o mundo

Demon Slayer, conhecido internacionalmente como Kimetsu no Yaiba, começou sua trajetória como mangá em fevereiro de 2016. Ao longo de quatro anos, a obra conquistou leitores de todas as idades, com uma história que combina ação, emoção e personagens complexos. O mangá foi concluído em maio de 2020, somando 23 volumes que registram o crescimento e o amadurecimento de Tanjirō Kamado e de seus companheiros.

O sucesso da série foi rapidamente ampliado com a adaptação em anime pelo estúdio ufotable, famoso por seu alto padrão de animação. A primeira temporada estreou em 2019, seguida da segunda entre 2021 e 2022. Cada episódio não apenas trouxe a história à vida, mas também elevou o padrão de qualidade do anime, conquistando críticos e fãs internacionais. O resultado é uma obra que se tornou fenômeno cultural, com impacto na música, moda, eventos e até mesmo na forma como o público consome anime.

A narrativa que cativa

Ambientada no Japão do Período Taishō (1912-1926), a história acompanha Tanjirō Kamado, um jovem que perde sua família em um ataque brutal de onis. Nezuko, sua irmã mais nova, sobrevive, mas é transformada em um oni. Apesar disso, mantém traços de humanidade, e Tanjirō decide se tornar um caçador de onis para proteger outras pessoas e buscar uma forma de devolver a humanidade à irmã.

O conceito das “respirações”, técnicas que aumentam a força, velocidade e resistência dos caçadores, é uma das marcas da série. Cada respiração é inspirada em elementos da natureza ou estilos de combate, como a Respiração da Água utilizada por Tanjirō, ou a Respiração da Fera, desenvolvida por Inosuke Hashibira. Essas habilidades não apenas dão dinamismo às lutas, mas também refletem a personalidade e o crescimento de cada personagem.

Shinobu Kocho: delicadeza e força em equilíbrio

Entre os pilares que guiam os caçadores, Shinobu Kocho se destaca. Conhecida como Pilar do Inseto, ela combina gentileza, inteligência e uma habilidade letal no combate. Sua história pessoal, marcada por perdas familiares, é um dos elementos que tornam seu confronto com Dōma tão carregado de emoção.

O teaser mostra Shinobu em plena ação, utilizando suas técnicas de precisão e veneno para enfrentar Dōma, que se apresenta como uma força quase imbatível. A cena não é apenas visualmente impressionante: é também uma narrativa sobre coragem, sacrifício e justiça, temas que ressoam profundamente com os fãs da franquia.

Dōma: um vilão inesquecível

Dōma, um dos onis mais poderosos, é a personificação da ameaça silenciosa e calculista. Sua aparência serena e comportamento aparentemente calmo escondem uma crueldade implacável, tornando cada confronto imprevisível e perigoso. A luta contra Shinobu não é apenas física: é um duelo de vontades e emoções, onde a força não é suficiente, e estratégia, coragem e determinação fazem toda a diferença.

Para os fãs, Dōma representa o ápice do desafio que Tanjirō e seus aliados enfrentam ao longo da série. Sua presença reforça o peso da história, mostrando que nem todos os obstáculos podem ser superados apenas com força bruta.

A trilogia que encerra a história

Castelo Infinito é o primeiro de três filmes que concluirão a adaptação em anime do mangá. A divisão do final da série em três partes permite que cada momento seja explorado com cuidado, garantindo que a emoção, a ação e os detalhes da história sejam preservados.

A expectativa é que os filmes não apenas tragam lutas memoráveis, mas também aprofundem a narrativa emocional dos personagens, mostrando suas motivações, medos e crescimento. É uma oportunidade para os fãs reviverem cenas icônicas do mangá e se emocionarem com momentos inéditos na tela.

Animação e técnica impecáveis

O estúdio ufotable é conhecido por seu cuidado extremo com a animação. Cada cena do filme é pensada para transmitir não apenas ação, mas também emoção e intensidade. No teaser de Shinobu versus Dōma, é possível notar o detalhamento nos movimentos, efeitos de luz, expressões faciais e fluidez das sequências de combate.

A qualidade técnica é um dos principais fatores que diferenciam Demon Slayer no cenário do anime contemporâneo, elevando a experiência do espectador e criando cenas que ficam gravadas na memória.

Pedro Pascal finaliza gravações como Senhor Fantástico em Vingadores: Doomsday

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As filmagens de Vingadores: Doomsday começaram em abril de 2025, no renomado Pinewood Studios, localizado na Inglaterra, e continuam a se expandir para locações deslumbrantes como o Bahrein e o Windsor Great Park. Este projeto grandioso representa um dos maiores desafios já enfrentados pela Marvel Studios, tanto em escala quanto em complexidade narrativa.

Recentemente, uma notícia que empolgou os fãs ao redor do mundo foi confirmada: Pedro Pascal, o talentoso ator que interpreta Reed Richards — o icônico Senhor Fantástico — já concluiu todas as suas cenas no set. Isso indica que as sequências envolvendo o Quarteto Fantástico, um dos grupos mais esperados pelos fãs, estão praticamente finalizadas, mesmo que as filmagens devam continuar até agosto para garantir que cada detalhe esteja perfeito. As informações são do Deadline.

Mas Doomsday vai muito além da simples reunião de personagens. Trata-se de um marco histórico na indústria do entretenimento, abrindo as portas para uma nova era no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), repleta de surpresas, emoção e desafios inéditos.

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O impacto do MCU e o que Doomsday representa

Desde que os Vingadores se uniram pela primeira vez em 2012, a Marvel revolucionou a forma de contar histórias de super-heróis no cinema. A combinação de ação espetacular com dramas pessoais profundos conquistou uma legião de fãs. Filmes como Infinity War e Endgame não foram apenas sucessos comerciais, mas fenômenos culturais que influenciaram gerações.

Agora, o próximo filme dos Vingadores chega para fechar a chamada “Saga do Multiverso”, um arco narrativo que tem sido construído cuidadosamente nas últimas fases do MCU, explorando realidades paralelas, universos alternativos e as complexidades que surgem quando essas dimensões se cruzam.

A particularidade de Doomsday está em sua escala épica. Este filme não reúne apenas os Vingadores tradicionais, mas também incorpora o Quarteto Fantástico, os X-Men originais, os Novos Vingadores — também conhecidos como Thunderbolts — e os heróis de Wakanda. Essa mistura inédita de universos cria uma teia de relações e conflitos complexos, algo que nunca foi visto na história do cinema de super-heróis.

Elenco confirmado do filme

Chris Hemsworth retorna como Thor, trazendo seu carisma e força ao papel do Deus do Trovão. Vanessa Kirby faz sua estreia como a Mulher Invisível, personagem fundamental do Quarteto Fantástico, cuja habilidade de se tornar invisível e gerar campos de força adiciona uma nova dimensão à equipe.

Pedro Pascal, conhecido por papéis marcantes em séries como The Mandalorian e Narcos, empresta sua versatilidade para o papel de Reed Richards, o brilhante cientista cuja elasticidade desafia as leis da física e da imaginação.

Um dos grandes choques para os fãs foi a confirmação da participação de Robert Downey Jr., que não retorna como Tony Stark — seu personagem histórico —, mas assume o papel do enigmático e temido Doutor Destino, um dos vilões mais complexos e carismáticos dos quadrinhos da Marvel. A expectativa é alta para ver como Downey irá dar vida a esse personagem tão multifacetado.

Além disso, o elenco traz de volta nomes lendários como Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente. Essa escolha consolida a integração dos X-Men ao MCU, uma notícia que vem sendo aguardada ansiosamente por fãs de longa data.

Completam o time estrelas como Florence Pugh, Simu Liu, Tenoch Huerta Mejía, Anthony Mackie, Sebastian Stan, James Marsden e Rebecca Romijn, criando uma mistura de rostos familiares e novos talentos que enriquecem ainda mais o universo de Doomsday.

Desafios, mudanças e bastidores

A jornada para o filme não foi isenta de percalços. Inicialmente, a Marvel Studios planejava encerrar a Fase Seis com dois filmes: The Kang Dynasty e Secret Wars. Contudo, um imprevisto envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão Kang, levou a uma reestruturação da narrativa.

Com os irmãos Russo — que já haviam comandado os épicos Infinity War e Endgame — retornando à direção, o projeto foi renomeado para Doomsday. Essa mudança trouxe uma nova perspectiva e frescor para o roteiro, que ficou a cargo de Stephen McFeely e Michael Waldron, ambos roteiristas renomados com trabalhos que exploram tanto ação quanto profundidade emocional.

Os irmãos Russo também adotaram um método de trabalho flexível, muitas vezes gravando cenas mesmo sem o roteiro finalizado. Essa abordagem permite que a narrativa evolua organicamente, incorporando ideias dos atores e da equipe técnica, enriquecendo o filme com nuances inesperadas e momentos genuinamente emocionantes.

Por trás das câmeras, profissionais de destaque contribuem para o resultado visual impressionante. Newton Thomas Sigel, diretor de fotografia conhecido por seu trabalho em filmes com forte apelo visual, e Gavin Bocquet, designer de produção responsável por criar ambientes memoráveis, garantem que cada cenário e cada tomada sejam uma experiência visual única para o público.

Entenda a sinopse do filme

O enredo de Doomsday se passa 14 meses após os eventos de Thunderbolts (2025). A história acompanha uma aliança sem precedentes entre Vingadores, heróis de Wakanda, o Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e X-Men, todos unindo forças para enfrentar uma ameaça global — e multiversal — encarnada pelo Doutor Destino.

Este desafio exige que heróis de realidades distintas deixem suas diferenças e conflitos de lado para proteger não só o planeta Terra, mas todo o multiverso, um conceito que expande o escopo da narrativa para além do tradicional. Essa dinâmica promete cenas carregadas de emoção, tensão e momentos épicos de ação.

Para os fãs, ver personagens que antes pertenciam a universos separados interagindo e trabalhando juntos é um sonho que finalmente se torna realidade, abrindo possibilidades criativas quase ilimitadas para a Marvel.

O futuro do MCU começa agora

Com estreia marcada para 18 de dezembro de 2026, o longa-metragem é aguardado como um dos maiores lançamentos do cinema mundial. Mas o que acontece após esse filme já está sendo planejado: a sequência, intitulada Avengers: Secret Wars, prevista para dezembro de 2027, promete aprofundar ainda mais os mistérios do multiverso e as consequências dos eventos que irão impactar profundamente o universo Marvel.

Essa nova fase da Marvel aposta em narrativas mais densas, personagens complexos e uma maior diversidade, refletindo o público global cada vez mais atento e exigente. O MCU caminha para histórias que combinam ação e emoção, com personagens cheios de camadas e dilemas reais, tornando a experiência mais humana e acessível.

Temperatura Máxima 02/03: Mulan é grande destaque de domingo

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No próximo domingo, dia 2 de março, a Temperatura Máxima traz uma superprodução repleta de ação, emoção e heroísmo para as telas da TV Globo. A partir das 13h55, os telespectadores poderão conferir a versão live-action de “Mulan” (2020), uma das adaptações mais ambiciosas da Disney nos últimos anos.

Uma história de coragem e honra

Baseado na lenda chinesa de Hua Mulan, o filme acompanha a trajetória de uma jovem destemida (interpretada por Liu Yifei) que decide se disfarçar de homem e assumir o lugar de seu pai doente no exército imperial. Com o reino sob ameaça de invasores liderados pelo guerreiro Bori Khan (Jason Scott Lee), Mulan adota o nome de Hua Jun e parte para um rigoroso treinamento, onde precisa provar seu valor e esconder sua verdadeira identidade.

Diferente da animação lançada em 1998, esta versão dirigida por Niki Caro adota um tom mais realista, trazendo intensas sequências de batalha, cenários grandiosos e uma abordagem mais séria da história. Embora alguns elementos icônicos da animação, como o dragão Mushu e as músicas cantadas, tenham ficado de fora, o filme compensa com coreografias de luta impressionantes e efeitos visuais deslumbrantes.

O elenco do longa-metragem conta com grandes nomes do cinema asiático, incluindo Donnie Yen (Rogue One: Uma História Star Wars, O Grande Mestre) como o comandante Tung, Jet Li (O Templo Shaolin, Máquina Mortífera 4) no papel do Imperador, Gong Li (Memórias de uma Gueixa, Lanterna Vermelha) como a enigmática vilã Xian Lang e Tzi Ma (O Preço da Verdade, A Chegada) interpretando o pai de Mulan.

Onde assistir?

Para quem deseja embarcar nessa jornada épica, além da exibição na TV Globo, o filme também está disponível para streaming no Disney+, permitindo que os fãs revivam a história dessa guerreira sempre que quiserem.

Dirigido por Chris Stuckmann, “A Maldição de Shelby Oaks” ganha novo pôster

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Quando o passado bate à porta, nem sempre é com boas lembranças. Às vezes, ele vem com olhos escuros, sombras nos cantos e uma pergunta sem resposta: e se aquilo que você acreditava ser fruto da imaginação… fosse real?

É essa tensão entre memória e realidade que guia “A Maldição de Shelby Oaks” (The Haunting of Shelby Oaks), o novo longa de terror da NEON que chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de outubro, em plena temporada de Halloween. Com direção de Chris Stuckmann — crítico de cinema que estreia atrás das câmeras em um projeto autoral — e um elenco que mistura nomes consagrados como Keith David (Eles Vivem, O Enigma de Outro Mundo, Crash – Estranhos Prazeres, Requiem para um Sonho), Camille Sullivan (Hunter Hunter, Inteligência Artificial: Acesso Restrito, The Disappearance) e Robin Bartlett (Uma Babá Quase Perfeita, Requiem para um Sonho, Contágio), o filme já chega cercado de expectativas, especialmente após o lançamento do novo pôster e a promessa do primeiro trailer para esta sexta-feira (1º de agosto).

Um terror que nasce da obsessão

A história gira em torno de Mia, uma mulher que nunca superou o desaparecimento misterioso da irmã anos atrás. O tempo passou, mas a dor ficou. E mais do que isso: se transformou em um tipo peculiar de compulsão. À medida que ela revisita os lugares da infância, relê cartas, assiste a vídeos antigos e se reconecta com pessoas do passado, Mia começa a reconstruir uma narrativa que parecia enterrada — e encontra algo que não esperava: indícios de que o “amigo imaginário” demoníaco da infância talvez nunca tenha sido só imaginação.

Stuckmann, que se inspirou em vídeos virais, relatos de desaparecimentos reais e registros de fenômenos paranormais para construir o roteiro, aposta num terror atmosférico, psicológico, quase paranoico. A dúvida que conduz o espectador não é apenas “o que aconteceu com a irmã?”, mas “em que ponto a sanidade de Mia começa a desmoronar?”. O diretor propõe um jogo mental constante, onde o espectador se vê preso à mesma armadilha que a protagonista: entre querer descobrir a verdade e temer que ela seja pior do que qualquer suposição.

O nascimento de uma maldição moderna

O projeto de Shelby Oaks começou como uma proposta ousada de cinema independente. Financiado inicialmente via crowdfunding, o filme chamou a atenção não apenas pela mobilização dos fãs de terror na internet, mas pelo estilo narrativo que prometia algo diferente do susto fácil e das fórmulas convencionais. Foi aí que a NEON entrou na jogada, assumindo a produção e garantindo um lançamento internacional.

O diretor Chris Stuckmann, que durante anos acumulou milhões de visualizações em seu canal do YouTube comentando filmes de todos os gêneros, queria fazer mais do que homenagear os clássicos. Ele queria construir algo próprio. E para isso, mergulhou em uma narrativa que mistura as tensões da perda com o horror do desconhecido. Segundo ele, “o filme não é sobre monstros debaixo da cama. É sobre os monstros que criamos para sobreviver à dor.”

Com um orçamento de US$ 5 milhões, A Maldição de Shelby Oaks é modesto em escala, mas ambicioso em proposta. As locações foram escolhidas a dedo para evocar uma sensação de decadência suburbana, onde o tempo parece parado e as casas guardam mais segredos do que histórias felizes. Os elementos sobrenaturais surgem aos poucos, sempre sob o véu da dúvida, nunca completamente explícitos — o que contribui para a atmosfera sufocante e tensa do filme.

Elenco afiado e tensão constante

No papel principal, Camille Sullivan entrega uma performance intensa e contida como Mia. Sua atuação carrega o peso do luto, da inquietação e da gradual descida à obsessão com uma sutileza rara no gênero. Não é uma “final girl” típica: é uma mulher madura, marcada, em pedaços, mas com uma fúria interior que beira o desespero. Keith David, por sua vez, interpreta um enigmático personagem do passado da irmã desaparecida — e rouba cada cena em que aparece. Robin Bartlett, veterana de teatro e televisão, encarna uma figura ambígua, que pode ou não ser chave na trama do desaparecimento.

Com 99 minutos de duração, o filme evita o excesso e não se rende a soluções fáceis. Nada de sustos gratuitos ou efeitos digitais espalhafatosos: Shelby Oaks aposta na sugestão, na trilha sonora incômoda, nos ruídos fora do quadro e nos silêncios densos. O medo vem daquilo que não se vê, daquilo que não se sabe — e daquilo que se sente quando se está sozinho num quarto escuro e há algo olhando de volta.

Um Halloween com cara de trauma

A estreia marcada para 30 de outubro não é coincidência. Em meio ao circuito de Halloween, onde longas como Jogos Mortais: Renascimento e A Entidade 3 disputarão atenção nas salas, o novo filme pode surpreender como a alternativa mais psicológica e angustiante da temporada. Um filme que não aposta na quantidade de sangue, mas na profundidade das feridas.

A Diamond Films, responsável pela distribuição no Brasil, promete uma campanha voltada aos fãs de suspense e mistério, além de sessões especiais com debates sobre saúde mental, luto e a tênue linha entre realidade e delírio. Não à toa: embora o filme se enquadre no gênero de terror, sua alma é essencialmente dramática.

Um diretor que conhece o medo — por dentro

O nome Chris Stuckmann ainda pode não ser familiar para quem não acompanha os bastidores do cinema online, mas o americano tem se tornado uma voz relevante. Depois de anos como crítico, ele decidiu aplicar seu conhecimento em prática — e o resultado, pelo que os primeiros comentários apontam, é um terror maduro, íntimo e surpreendente.

Em entrevistas recentes, Stuckmann revelou que muitas das ideias de Shelby Oaks surgiram de seus próprios pesadelos e de experiências de infância que ele costumava ignorar. “Não é uma história autobiográfica, mas os medos são meus”, disse ele.

Essa proximidade com o tema ajuda a explicar o tom sincero e desconcertante do longa. Ao invés de se esconder atrás de máscaras ou criaturas sobrenaturais elaboradas, Shelby Oaks escancara um tipo de terror mais raro: o medo de não saber se estamos perdendo alguém — ou a nós mesmos.

O que podemos esperar?

Com estreia confirmada no Brasil para o dia 30 de outubro, o longa-metragem promete ser um dos destaques do terror em 2025, sobretudo para quem prefere sustos que fiquem na cabeça por dias, não apenas no corpo por segundos. E o trailer, que chega nesta sexta-feira, 1º de agosto, deve dar as primeiras pistas da jornada sinistra de Mia e da escuridão que habita a cidade (e a mente) de Shelby Oaks.

Profissão Repórter de terça (12/08) revela como pequenos conflitos de vizinhança viram grandes batalhas em São Paulo

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Na noite desta terça-feira, dia 12, o Profissão Repórter coloca em pauta um tema que, para muitos, é quase invisível até se tornar um problema pessoal: as desavenças entre vizinhos. A proposta é simples, mas carregada de complexidade — mostrar como a convivência diária em uma cidade como São Paulo pode passar, num piscar de olhos, da cordialidade ao confronto.

Embora as imagens mais clássicas de brigas de vizinhança envolvam disputas em filmes ou novelas, na vida real, esses conflitos são bem mais frequentes e, muitas vezes, mais graves do que imaginamos. E é justamente isso que a equipe do programa foi investigar, mergulhando em histórias que revelam muito mais sobre nós, como sociedade, do que sobre o simples incômodo com barulhos ou vagas de estacionamento.

O início de tudo: o incômodo que não se apaga

Conflitos de vizinhança quase sempre começam de forma sutil. É o cachorro que late à noite, a música alta que não respeita o horário de silêncio, o carro parado na vaga errada. Pequenos desconfortos que, acumulados, vão construindo um muro invisível entre pessoas que dividem o mesmo teto, a mesma rua ou o mesmo quintal.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) tem sentido esse aumento na pele. O serviço de mediação da corporação, criado para evitar que casos simples cheguem ao tribunal, hoje recebe, com frequência, chamados que começam como reclamações e terminam como boletins de ocorrência. Segundo os dados acompanhados pelo programa, desentendimentos entre vizinhos já figuram entre as demandas mais constantes.

Para a repórter que acompanha o tema, não é difícil entender o motivo: “A cidade está cada vez mais adensada, os prédios mais cheios e as casas mais próximas. Isso aumenta a chance de contato… e de atrito.”

Pirituba: o condomínio que é quase uma cidade

O programa decidiu começar a investigação por Pirituba, na zona norte de São Paulo, onde fica o maior conjunto residencial do Brasil. São 50 prédios, 20 mil moradores e um desafio diário: fazer tanta gente conviver em harmonia.

Nas áreas comuns, há de tudo — playgrounds, quadras, estacionamentos, corredores e, claro, uma lista quase infinita de regras. Mas, como mostram as câmeras, regras nem sempre garantem paz. Barulho fora de hora, lixo deixado em locais impróprios e mau cheiro vindo de animais de estimação são reclamações quase diárias.

O caso mais impressionante registrado no local é o de um morador que, irritado com ruídos, decidiu “resolver” a situação à sua maneira: usando spray de pimenta e até pequenos explosivos nos corredores. A atitude espalhou medo e insegurança. “Eu tenho medo até de abrir a porta”, conta uma vizinha, que pediu para não ser identificada. “Antes, eu conhecia todo mundo do meu bloco. Hoje, evito contato.”

Quando um vaso de planta vira motivo de guerra

Se os prédios gigantes trazem seus próprios desafios, bairros menores não ficam imunes a problemas. Na zona leste, o repórter Everton Lucas acompanhou um dia de mediação da GCM. Na sala, duas moradoras sentadas lado a lado mal se olhavam. O motivo? Um vaso de planta.

Colocado no corredor por uma delas, o vaso teria atrapalhado a passagem e se tornado um incômodo estético para a outra. Ao longo dos meses, a discussão se transformou em troca de ofensas, ameaças veladas e uma recusa absoluta em dialogar sem intermediários.

“Às vezes, o objeto em si deixa de ser o centro da questão. Passa a ser uma disputa de território e poder. O vaso é só o gatilho”, explicou um dos mediadores. O caso, aparentemente pequeno, é um exemplo claro de como relações frágeis podem se romper por detalhes — e, sem cuidado, se transformar em batalhas de longo prazo.

A Mooca e o vizinho mais difícil de todos: o Estado

Se em alguns conflitos o problema é o barulho da festa, em outros é o próprio cenário urbano que muda a vida das pessoas. É o que aconteceu com Gustavo Rodrigues, dentista, pai de três filhos, morador da Mooca, zona leste. Sua casa fica em frente a uma delegacia da Polícia Civil, algo que, por muito tempo, não foi problema. Até que, há seis anos, uma reforma ampliou as instalações e aumentou a movimentação no local.

O resultado foi imediato: viaturas indo e vindo a todo momento, detidos desembarcando na calçada e, o pior para Gustavo, carros de policiais estacionados bloqueando a entrada da sua garagem. As tentativas de reclamar renderam uma escalada de tensão: 11 multas por estacionar em frente à própria casa, duas detenções por suposto desrespeito e até um episódio registrado por câmeras em que um policial sacou a arma contra ele.

O ponto mais dramático aconteceu recentemente, quando Gustavo foi retirado de casa, algemado e levado à delegacia. Passou seis horas detido. “Não é sobre vaga de estacionamento. É sobre respeito e dignidade. Sinto que perdi o direito de viver em paz na minha própria rua”, disse à reportagem, visivelmente abalado.

Por que brigamos tanto?

Especialistas ouvidos pelo programa apontam para um conjunto de fatores que alimentam as desavenças de vizinhança. Em primeiro lugar, a sobreposição de espaços. “Quanto mais gente vivendo perto, maior a chance de choques culturais, de valores e de hábitos”, explica a urbanista Clarissa Gomes.

Além disso, o estresse da vida urbana, o excesso de trabalho e a falta de espaços de lazer comunitário contribuem para um clima de intolerância. Pequenos gestos — como pedir silêncio ou sugerir que um lixo seja colocado no lugar correto — podem ser recebidos como ataques pessoais.

O isolamento também tem um papel importante. Muitos moradores não conhecem sequer o nome do vizinho da porta ao lado. Essa falta de vínculo dificulta a resolução de conflitos, porque reduz a empatia. “É mais fácil brigar com quem é um desconhecido do que com alguém que você conhece e respeita”, completa Clarissa.

O trabalho silencioso da mediação

A GCM mantém equipes treinadas para atuar como mediadoras. Não é um trabalho simples: exige paciência, escuta ativa e neutralidade. Durante as sessões, os mediadores buscam fazer com que cada parte ouça a outra, sem interrupções, para que se possa encontrar um ponto de equilíbrio.

Muitos casos são resolvidos ali mesmo, com acordos simples. Outros, no entanto, acabam voltando às mãos da corporação semanas depois. “Tem gente que não quer resolver. Quer ganhar”, lamenta um mediador veterano.

Apesar disso, o serviço tem sido uma alternativa valiosa para evitar processos longos e custosos. De acordo com a GCM, a maior parte dos casos atendidos não chega a virar ação judicial — uma vitória silenciosa em meio à tensão.

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