Mega Sonho 08/03: Programa recebe Biel e Tays Reis

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Se tem uma coisa que Biel e Tays Reis sabem fazer bem é agitar qualquer lugar por onde passam. E neste sábado (8), o casal promete movimentar o Mega Sonho, comandado por Marcelo de Carvalho, na RedeTV!. A partir das 23h10, os dois colocam suas habilidades à prova e mostram que além de sintonia no amor, também podem ter sorte no jogo.

No divertido game show, Biel prova que está afiado quando o assunto é agilidade e comunicação. Durante uma das provas, o cantor surpreende ao mandar bem na fase das mímicas, conseguindo fazer com que os competidores acertem palavras difíceis apenas com gestos. Mas claro que ele não ficaria só no jogo – como bom artista, Biel também coloca todo mundo para cantar ao som de Química, seu hit que já passou dos 130 milhões de visualizações.

Ao lado do noivo, Tays Reis também entra na brincadeira e mostra que tem estratégia para os desafios. Mas nem tudo sai como planejado! Em um momento descontraído da fase “Bomba”, onde os participantes precisam responder perguntas rapidamente, ela se enrola em um cálculo simples e solta que “18 – 7” é igual a “16”. O erro logo vira motivo de gargalhadas entre os competidores e até Marcelo de Carvalho entra na brincadeira.

E o que está em jogo? Nada menos que um prêmio de até R$ 1 milhão! A cada sábado, o Mega Sonho coloca seis participantes para enfrentar desafios eliminatórios até sobrar apenas um para encarar o temido Desafio do Milhão. E para ajudar na missão, o programa sempre recebe convidados especiais que entram na disputa com os competidores, garantindo momentos de pura diversão.

Quer ver Biel e Tays mostrando todo o carisma (e errando contas de cabeça)? Então já marca na agenda: Mega Sonho vai ao ar neste sábado (8), às 23h10, na RedeTV!.

Selton Mello mostra bastidores de Anaconda e revela clima irreverente do reboot hollywoodiano ao lado de Jack Black e Paul Rudd

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta semana, Selton Mello deu aquele presente que os fãs adoram: um vídeo íntimo, descontraído e cheio de momentos engraçados dos bastidores de Anaconda, o novo reboot da franquia que marcou gerações e agora renasce em Hollywood com uma mistura improvável de humor, terror e ação. O ator brasileiro, que estrela o longa ao lado de Jack Black, Paul Rudd, Steve Zahn, Thandiwe Newton e Daniela Melchior, mostrou o clima de irreverência que tomou conta da produção desde o início das filmagens.

Meu momento favorito: mostrar o que acontece por trás das câmeras. Com Anaconda, não foi diferente”, escreveu Selton na legenda. O vídeo, claro, viralizou em minutos. Não só pela curiosidade natural em torno de uma superprodução hollywoodiana, mas pelo carisma e pelo olhar genuíno que Selton imprime ao gravar esse tipo de conteúdo. Ele não mostra apenas o set — mostra a energia das pessoas que constroem aquele universo.

E energia, ali, é o que não falta.

Um reboot que não tenta ser sério — e é justamente aí que mora o charme

Dirigido por Tom Gormican e escrito por ele ao lado de Kevin Etten, o novo filme já nasce com uma proposta assumida: é uma comédia de terror escrachada, que abraça o exagero do original de 1997 e se diverte com isso. Esqueça o suspense sombrio ou a tensão constante. Aqui, o espírito é outro, quase como se o filme desse uma piscada para o público o tempo todo, lembrando que ninguém precisa levar nada tão a sério.

O enredo gira em torno de Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos que, enfrentando crises típicas da meia-idade, decidem viajar até a Amazônia para recriar o longa que marcou a juventude deles. A ideia já seria absurda por si só, mas fica ainda mais caótica quando uma anaconda gigantesca — dessa vez real — aparece, transformando o sonho de fazer cinema num pesadelo hilário.

O próprio trailer, lançado pela Sony no fim de setembro de 2025, já mostrava o tom: piadas autorreferenciais, escorregões, sustos inesperados e uma cobra gigante que parece tão interessada em devorar quanto em provocar reações cômicas. É autossátira na veia, um tipo de humor que só funciona quando todos os envolvidos estão no mesmo espírito. E, pelo vídeo de Selton, estão.

Nos bastidores, Selton vira o “elo de ligação” entre caos e camaradagem

No vídeo postado nas redes, Selton aparece totalmente integrado à equipe e, principalmente, ao elenco. A troca dele com Paul Rudd chama atenção: os dois riem de improvisos, conversam como se fossem amigos de longa data e parecem ter encontrado um ritmo próprio. Rudd, com seu humor leve e eterno ar de surpresa, funciona quase como uma dupla de comédia com Selton, que responde com uma naturalidade impressionante para quem está filmando seu maior projeto internacional.

Com Jack Black, o clima é ainda mais escrachado. Em vários trechos, Jack brinca com Selton, tenta fazer o brasileiro repetir palavras e frases gringas com sotaque perfeito e, claro, esbarra em expressões cariocas que ele não consegue pronunciar por nada. Selton, por sua vez, tenta ensinar — mas desiste rápido ao perceber que a gargalhada é mais eficiente do que a aula.

O vídeo também mostra momentos técnicos que sempre fascinam o público: a gigante cabeça animatrônica da cobra descansando ao lado de uma mesa de almoço, ensaios com tela verde, operadores de efeitos especiais manipulando estruturas enormes e cenas caóticas gravadas no meio de uma “Amazônia hollywoodiana”. Selton observa tudo com aquele humor fino que o público brasileiro conhece bem — e isso dá ao material um toque de brasilidade no meio do caos.

Um brasileiro no centro da ação — e sem perder a essência

A escalação de Selton Mello sempre chamou atenção, principalmente por ser algo raro na carreira dele, que é marcada por escolhas cuidadosas e personagens densos. No filme, ele interpreta Santiago Braga, um guia local que tenta conduzir Doug, Griff e seus amigos com alguma sensatez, mas rapidamente percebe que está lidando com um grupo que atrai confusão como ninguém.

Santiago é um personagem que permite a Selton explorar tanto o humor quanto a emoção — e o ator parece confortável demais nessa mistura. Ele transita entre a ironia fina e momentos de vulnerabilidade, dando um toque humano a um filme que, na maior parte do tempo, flerta com o absurdo planejado.

Para os brasileiros, ver Selton nesse contexto é mais que representatividade. É uma confirmação de que seu talento atravessa fronteiras sem perder identidade. Ele fala português nos bastidores, brinca com a equipe, improvisa e mantém um tom que só ele tem. É o Brasil dentro da floresta hollywoodiana — e isso dá ao reboot uma camada inesperada de autenticidade.

A equipe abraça o absurdo e o transforma em virtude

Produzido pela Columbia Pictures e pela Fully Formed Entertainment, o reboot foi pensado como uma grande carta de amor — e de zoeira — ao original. Brad Fuller e Andrew Form, responsáveis por franquias clássicas do terror, mergulharam fundo no tom de comédia metalinguística que Gormican queria.

Nos bastidores, Fuller chegou a comentar que a intenção jamais foi competir com o filme de 1997, mas “rir com ele, não dele”. E isso se reflete em tudo: da atuação exagerada ao design da anaconda, que mistura terror e humor de forma quase caricata.

Parte desse charme também vem dos efeitos práticos. Mesmo com CGI de ponta, o filme usa bonecos gigantescos que exigem cinco, seis operadores ao mesmo tempo. No vídeo de Selton, há um momento tão espontâneo quanto revelador: a equipe tentando ajustar uma das presas da anaconda mecânica enquanto o ator comenta, rindo, que “o glamour de Hollywood é muito superestimado”.

Primeiras imagens e trailer só aumentaram a expectativa

Quando a revista People publicou as primeiras fotos oficiais em 16 de setembro de 2025, o público mergulhou na nostalgia. Ver Jack Black coberto de lama, Paul Rudd fugindo de uma câmera que parece ter vontade própria e Selton Mello com expressão de quem perdeu a paciência antes do café da manhã criou um imediatismo raro: todos já queriam assistir ao filme.

No dia seguinte, a Sony divulgou o trailer. A recepção foi explosiva. O público entendeu imediatamente a proposta — não é terror puro, não é apenas comédia, e definitivamente não é algo que precise ser levado a sério. É entretenimento puro. É exagero com propósito.

E no meio de tudo isso, Selton aparece firme, divertido e totalmente encaixado naquele universo caótico.

Um lançamento para fechar 2025 com leveza e risadas

O filme estreia no Brasil em 25 de dezembro de 2025, chegando como uma opção divertida para o fim de ano — exatamente quando o público busca leveza, humor e aquela sensação de “vamos aproveitar o momento”. A Sony aposta alto no projeto e deve investir em campanhas globais, entrevistas conjuntas e, claro, mais vídeos de bastidores que mostram a alma da produção.

Se depender do que Selton Mello mostrou — e da sintonia evidente entre o elenco — o longa-metragme tem tudo para ser um dos títulos mais comentados do período. Não apenas pelo absurdo calculado, mas pela forma carinhosa como a equipe parece abraçar esse absurdo.

Três hits no Top 15 e show em Barretos: Léo Foguete confirma o posto de fenômeno nacional

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Foto: Reprodução/ Internet

Pouco tempo atrás, Léo Foguete era apenas mais um nome em playlists regionais. Hoje, com menos de 12 meses de carreira, o artista já pode dizer — sem modéstia — que está entre os nomes mais tocados do país. E não é força de expressão: três das suas faixas estão entre as 15 mais ouvidas do Brasil, segundo ranking da Pró-Música Brasil, que compila os dados de streaming das principais plataformas.

Com vocais que transitam entre o melódico e o dançante, letras de afeto com pitada de vingança emocional e uma estética que combina o pop nordestino com identidade própria, Léo é o tipo de fenômeno que não pede licença pra acontecer — simplesmente chega e toma o espaço.

Três faixas no topo — e um pé firme nos palcos

As músicas “Cópia Proibida” (11º) e “Última Noite” (12º), além da versão em parceria com Nattan (13º), não apenas invadiram os charts: elas resistiram ao tempo de rotação, permanecendo nas listas semanais com estabilidade rara para artistas iniciantes. Nas plataformas como Spotify, YouTube, Deezer, Apple Music, Amazon Music e Napster, Léo virou figura constante em playlists populares — de virais românticos a sets de festas.

Mas o sucesso não se limita ao digital. Seu primeiro São João foi uma maratona de aclamação, com passagens por festas icônicas no interior nordestino e palcos que exigem muito mais do que um hit em alta: carisma, entrega e presença de palco.

Barretos vem aí — e a consagração também

A próxima parada promete ser um divisor de águas na curta (mas intensa) trajetória do cantor: em agosto, Léo Foguete sobe ao palco principal da Festa do Peão de Barretos, um dos maiores e mais respeitados eventos de música do Brasil. Para muitos artistas, esse é o selo informal de entrada no circuito nacional de elite.

A escolha do nome dele para essa vitrine não é à toa. O público já respondeu, os números consolidaram e os bastidores já o tratam como nome certo entre os grandes. É a confirmação de que o novo está chegando — e rápido.

Um artista em combustão criativa

O sucesso meteórico de Léo não se apoia apenas na viralização. Há um trabalho estético e narrativo que o diferencia da multidão. Ele evita os vícios do forró pasteurizado, aposta em arranjos mais lapidados, e seu discurso — tanto nas músicas quanto nas redes — é direto, bem-humorado e afiado, como pede a nova geração de artistas que não se separam do público nem por um segundo.

Se seguir nesse ritmo, Léo Foguete não será apenas uma promessa explosiva de 2025, mas um nome fixo nas manchetes dos próximos anos.

Lotofácil de Hoje | Resultado do concurso 3516 de sábado (18/10) – Prêmio estimado em R$ 5 milhões

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Neste sábado, 18 de outubro de 2025, o Brasil inteiro volta seus olhos e corações para um dos momentos mais esperados da semana: o sorteio do concurso 3516 da Lotofácil, promovido pela Caixa Econômica Federal. O evento acontece às 20h (horário de Brasília), diretamente do Espaço da Sorte, localizado na movimentada Avenida Paulista, em São Paulo, e promete mais uma noite de pura emoção. A cada novo concurso, cresce a expectativa entre os apostadores, que acompanham ansiosos a revelação das quinze dezenas que podem mudar destinos — e fazer novos milionários. O prêmio estimado é de R$ 5 milhões, valor que reacende a esperança de quem acredita que a sorte pode bater à porta a qualquer momento.

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🎯 Lotofácil: o sucesso da simplicidade

Desde sua criação, em 29 de setembro de 2003, a Lotofácil se tornou uma das loterias mais populares e queridas do Brasil. O próprio nome resume seu conceito: ela é fácil de jogar, acessível a qualquer pessoa e oferece boas probabilidades de ganho. Diferente de outras modalidades com regras complexas, a Lotofácil conquistou apostadores de todos os perfis — dos veteranos que analisam padrões matemáticos aos jogadores ocasionais, movidos apenas por intuição e esperança.

O mecanismo é direto e sem mistérios: o jogador escolhe de 15 a 20 números entre os 25 disponíveis no volante. Quanto mais dezenas marcadas, maiores as chances de acerto — e também o custo da aposta. O diferencial está na ampla distribuição de prêmios: além da faixa principal para quem acerta os 15 números, há recompensas para quem acerta de 11 a 14. Isso cria uma sensação de inclusão, fazendo da Lotofácil uma loteria “democrática”, onde o sonho é acessível a todos.

A combinação de regras simples, custo baixo e sorteios frequentes transformou a Lotofácil em uma verdadeira tradição nacional. É comum ouvir conversas sobre ela em bares, filas de supermercado, grupos de WhatsApp e reuniões de família — sempre acompanhadas do clássico comentário: “Dessa vez, vai sair pra mim!”

💰 Como apostar na Lotofácil

Participar da Lotofácil é simples e prático. O apostador pode preencher o volante físico em qualquer casa lotérica credenciada ou optar por apostar online, no site oficial da Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa (disponível para Android e iOS).

O valor mínimo da aposta é de R$ 3,50, correspondente à marcação de 15 números. É possível selecionar mais dezenas (até 20), o que aumenta as chances de acerto, mas também o valor do bilhete.

Para facilitar a vida dos jogadores, a Caixa oferece duas modalidades bastante populares:

Surpresinha – O sistema escolhe os números de forma aleatória, ideal para quem acredita que o destino deve decidir.

Teimosinha – Permite repetir a mesma combinação de números por até 24 concursos consecutivos, sem precisar preencher o volante novamente.

Essas opções democratizam o acesso ao jogo, permitindo que cada apostador escolha o estilo que mais combina com sua personalidade: seja o supersticioso que confia em datas especiais, seja o espontâneo que prefere deixar a sorte agir sozinha.

🤝 Bolões: mais chances e mais emoção

Poucas coisas unem tanto os brasileiros quanto o espírito coletivo dos bolões. E na Lotofácil, essa prática se tornou quase uma instituição. Em grupos de amigos, empresas, condomínios e até famílias, o bolão representa a união entre fé e diversão.

O valor mínimo de um bolão é de R$ 12, com cotas a partir de R$ 4, o que permite participar sem comprometer o orçamento. Além de aumentar as chances de vitória, o bolão cria um sentimento de cumplicidade e parceria: todos torcem juntos, vibram com cada número revelado e, em caso de vitória, celebram como um time campeão.

Histórias de sucesso não faltam. Há grupos que começaram apenas como brincadeira e acabaram dividindo prêmios milionários, fortalecendo amizades e até mudando vidas. Para muitos, o verdadeiro encanto do bolão está nisso — no sonho compartilhado e na alegria coletiva que ele proporciona.

🌟 Um símbolo de esperança e renovação

Mais do que uma simples loteria, a Lotofácil é um símbolo da esperança brasileira. Em um país onde milhões enfrentam desafios econômicos e sonham com um recomeço, o ato de preencher um volante vai muito além do jogo: é um gesto simbólico de fé no futuro.

A cada sorteio, pessoas de todas as idades e classes sociais se permitem imaginar um novo capítulo de vida: pagar dívidas, comprar uma casa, abrir um negócio, ajudar os pais, viajar ou simplesmente viver com tranquilidade. É essa fantasia, profundamente humana, que mantém viva a chama da Lotofácil há mais de duas décadas.

No fim das contas, a verdadeira magia da Lotofácil não está apenas nos números sorteados, mas no que eles representam: a eterna capacidade do brasileiro de sonhar, acreditar e, acima de tudo, nunca desistir da sorte.

Cinemaço deste domingo (27/07) exibe “Golpe de Mestre” – Suspense coreano eletrizante sobre corrupção, traição e inteligência policial

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite deste domingo, 27 de julho, o Cinemaço da TV Globo traz um thriller sul-coreano de tirar o fôlego: “Golpe de Mestre” (Master), um filme que mescla ação, drama e investigação em uma trama complexa sobre redes de corrupção, poder e manipulação. Lançado originalmente em 2016, o longa dirigido por Jo Ui-seok conquistou o público coreano e se espalhou para mais de 30 países, consolidando-se como um dos maiores sucessos do cinema asiático recente. As informações são do AdoroCinema.

O filme será exibido logo após o Domingo Maior, e promete uma madrugada de tensão e reviravoltas para os amantes de histórias de crime corporativo e investigações implacáveis.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma teia de poder, fraudes e perseguições

A história gira em torno de Jin Hyun-pil, interpretado com frieza cirúrgica por Lee Byung-hun (conhecido por filmes como “G.I. Joe” e “O Contratado”). Jin é o CEO da One Network Inc., uma empresa de fachada que, sob o pretexto de ser um negócio multinível promissor, funciona como um esquema bilionário de fraude financeira envolvendo empresários influentes, políticos e membros do alto escalão coreano.

Do outro lado da lei, temos o incansável detetive Kim Jae-myung (vivido por Gang Dong-won), chefe da unidade de crimes intelectuais da polícia, que suspeita das operações da One Network. O que começa como uma investigação silenciosa, logo se transforma em um jogo perigoso de espionagem corporativa, manipulação digital e caçadas internacionais.

O ponto de virada ocorre com a entrada de Park Jang-gun (Kim Woo-bin), o cérebro da arquitetura digital da empresa. Jovem, brilhante e levemente arrogante, Park é convencido a colaborar com Kim em troca de um acordo judicial. Mas ele tem seus próprios planos: trair Jin, roubar o fundo secreto da empresa e desaparecer com uma fortuna.

A partir daí, “Golpe de Mestre” se torna uma batalha de estratégias onde ninguém é exatamente o que parece — e cada movimento pode ser fatal.

Elenco afiado e direção precisa

Parte do charme de “Golpe de Mestre” está na atuação estelar de seu trio principal. Lee Byung-hun oferece um vilão carismático e ameaçador, que mistura charme empresarial com brutalidade silenciosa. Gang Dong-won incorpora o investigador com seriedade e empatia, equilibrando a rigidez do cargo com convicções morais fortes. Já Kim Woo-bin brilha como o hacker duplo, ambíguo e essencial para o desenrolar da trama.

A direção de Jo Ui-seok é dinâmica, elegante e muitas vezes surpreendente. Conhecido por seu trabalho em “Cold Eyes” (2013), Ui-seok constrói o filme com tensão crescente, bons planos de câmera e cortes que mantêm o espectador preso. A montagem é rápida sem ser confusa, e os momentos de ação são bem coreografados, sem perder o tom realista.

Impacto internacional e sucesso de bilheteria

O sucesso de “Golpe de Mestre” não se restringiu à Coreia do Sul. Antes mesmo da estreia nos cinemas coreanos, o longa já havia sido vendido para 31 países durante o American Film Market de 2016 — o que mostra o crescente interesse global por thrillers asiáticos com alto nível de produção.

Logo no lançamento, o filme ocupou 1.448 salas e liderou as bilheteiras com quase 400 mil ingressos vendidos no primeiro dia. Ao longo das semanas, “Golpe de Mestre” atingiu mais de 7 milhões de ingressos vendidos e arrecadou quase 50 milhões de dólares, entrando para o top 15 dos maiores sucessos coreanos daquele ano.

Um suspense que espelha realidades

O roteiro de “Golpe de Mestre” é mais do que entretenimento. Ele dialoga diretamente com escândalos políticos e financeiros que têm assolado governos e empresas em todo o mundo — inclusive no Brasil. Ao mostrar como uma empresa fraudulenta se infiltra no poder político, manipula a mídia e intimida seus opositores, o filme coloca o espectador diante de um espelho social incômodo.

A tensão aumenta quando percebemos que a justiça, mesmo quando bem-intencionada, enfrenta uma máquina muito mais bem equipada, rica e articulada. A figura do detetive Kim Jae-myung se torna quase simbólica: um herói realista, movido mais pela persistência do que pela força bruta.

Um desfecho imprevisível

Sem dar spoilers, vale dizer que o final de “Golpe de Mestre” quebra expectativas e adiciona uma camada extra à complexidade da história. O que parecia resolvido se transforma novamente — num gesto que honra os grandes thrillers políticos, onde a verdade é muitas vezes mais ambígua do que se deseja.

O espectador é levado a refletir sobre os limites da justiça, a facilidade com que o dinheiro compra silêncio e a fragilidade das instituições diante do crime de colarinho branco.

Por que assistir hoje no Cinemaço?

Para quem gosta de thrillers inteligentes, “Golpe de Mestre” é uma verdadeira aula de como contar uma história envolvente com temas atuais, personagens bem construídos e um ritmo alucinante. A exibição na TV Globo é uma ótima oportunidade para conhecer (ou rever) um dos maiores acertos do cinema coreano moderno — numa madrugada que promete prender até os mais sonolentos.

Sessão da Tarde 21/04: Fé nas Alturas é o destaque desta segunda-feira

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você é do time que adora um drama de tirar o fôlego, daqueles que fazem o coração bater mais forte e os olhos darem aquela marejada básica, pode preparar o sofá e o lencinho: nesta segunda-feira, 21 de abril de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo traz um voo turbulento… mas cheio de fé! O filme da vez é o emocionante “Fé nas Alturas” (On a Wing and a Prayer), protagonizado pelo sempre carismático Dennis Quaid, e baseado numa história real que parece coisa de cinema — e é mesmo!

Lançado originalmente em 2023 no Prime Video, o longa é dirigido por Sean McNamara e roteirizado por Brian Egeston. Com seus 102 minutos de tensão, fé e uma pitada de milagre, o filme mostra como o improvável pode acontecer — principalmente quando a força da esperança entra na cabine de comando.

A trama acompanha Doug White, um farmacêutico como qualquer outro, lidando com o luto pela perda do irmão. Mas a calmaria termina quando, durante um voo em família, o piloto do avião sofre um infarto fulminante e… adivinha quem precisa assumir o manche? Sim, o próprio Doug — que, vale dizer, nunca pilotou uma aeronave na vida.

Ao lado da esposa Terri (vivida pela encantadora Heather Graham) e das duas filhas, ele se vê em um pesadelo em pleno céu. Sem saber o que fazer, Doug recorre ao rádio, à fé, e a um batalhão de anjos da guarda disfarçados de controladores de voo, além de contar com sua companheira de vida se transformando em copilota improvisada.

E como se o enredo já não fosse simbólico o suficiente, tudo isso acontece num Domingo de Páscoa, adicionando uma camada extra de emoção e espiritualidade à jornada. Não tem como não se arrepiar.

“Fé nas Alturas” não é só um filme sobre um pouso impossível — é sobre não perder a fé quando tudo parece prestes a desabar (ou cair do céu, literalmente). Com uma performance sensível de Dennis Quaid, o longa entrega uma boa dose de adrenalina, emoção sincera e aquela mensagem que a gente sempre precisa ouvir: a esperança pode estar a um rádio de distância.

E o elenco vai além! Selena Anduze também aparece em um papel marcante, ajudando a dar aquele toque mais humano e real à trama.

No fim das contas, é aquele tipo de filme que abraça a gente no meio da tarde, com jeitinho de oração feita entre uma turbulência e outra. A escolha da Globo para esta segunda-feira é certeira: uma história que inspira, emociona e — por que não? — nos faz olhar pro céu com um pouco mais de fé.

Então anota aí: “Fé nas Alturas”, na Sessão da Tarde, nesta segunda, logo após o Jornal Hoje. Prepare-se para voar alto — e pousar direto no coração.

Domingão com Huck de hoje (03/08) revela elenco da Dança dos Famosos e homenageia Taís Araújo no Linha do Tempo

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Foto: Reprodução/ Internets

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o Domingão com Huck marca a estreia oficial da nova temporada da Dança dos Famosos 2025, em um programa recheado de reencontros, emoção e celebração da arte. Taís Araújo será a grande homenageada do quadro Linha do Tempo.

A temporada 2025 da Dança dos Famosos começa com a promessa de manter o alto nível de entretenimento e emoção que consagrou o quadro ao longo dos anos. No palco do Domingão com Huck, os 16 novos competidores serão apresentados ao público neste domingo (4), ao lado de seus professores. A cerimônia de revelação do elenco ocorre ao vivo, com direito a torcida, música e clima de festa.

Nas redes sociais, os primeiros nomes já foram confirmados: a cantora Wanessa Camargo e o influenciador Álvaro, que agora enfrentam o desafio de mostrar talento e resistência também na pista de dança. Outros nomes serão divulgados durante a transmissão, o que aumenta a expectativa dos fãs.

Além dos novos participantes, a atração também celebra o legado da competição. Estarão presentes no palco artistas que marcaram edições anteriores, como Gil do Vigor, Rafa Kalimann, Xande de Pilares, Carla Diaz, Lucy Alves, Thalita Morete, Lexa, Barbara Reis, Juliano Floss, MC Daniel, Samuel de Assis e Klara Castanho. O reencontro entre gerações promete uma das aberturas mais emocionantes dos últimos anos.

Campeãs recentes do reality também retornam ao palco: Tati Machado (vencedora de 2024), Priscila Fantin (2023) e Vitória Strada (2022) participarão da apresentação especial. A ideia é inspirar os novos competidores com histórias de superação, dedicação e conexão com o público.

Linha do Tempo homenageia Taís Araújo

A atriz Taís Araújo será a grande homenageada deste domingo no quadro Linha do Tempo, que revisita momentos marcantes da trajetória de personalidades brasileiras. Em cartaz atualmente na reprise de Vale Tudo como Raquel, e com mais de 30 anos de carreira, Taís fará uma viagem por suas conquistas pessoais e profissionais, desde os primeiros papéis na infância até se consolidar como uma das principais atrizes do país.

Imagens de arquivo, depoimentos de colegas de trabalho e familiares, e momentos marcantes da TV e do cinema irão compor a homenagem. Mais do que uma retrospectiva, o Linha do Tempo com Taís Araújo será um tributo à representatividade, ao talento e à força de uma artista que atravessa gerações.

Pequenos Gênios: talento que impressiona

O programa ainda exibe mais uma rodada do Pequenos Gênios, quadro que reúne crianças com altas habilidades cognitivas em desafios de memória, lógica e raciocínio. Em um país onde a educação é um tema sensível, o sucesso do quadro evidencia o interesse do público por histórias de jovens talentos que impressionam tanto pela inteligência quanto pelo carisma.

Arquivo A desta quinta (24/07) traz um olhar aprofundado sobre os avanços e impactos da inteligência artificial

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Nesta quinta-feira, 24 de julho de 2025, às 21h, o programa Arquivo A, da TV Aparecida, convida o público para uma viagem ao fascinante universo da inteligência artificial (IA). Com reportagem assinada pelo jornalista Leandro Oliveira, a produção oferece uma análise detalhada sobre a evolução desta tecnologia que vem transformando nosso cotidiano, expondo suas múltiplas aplicações, desafios éticos e o debate atual sobre a relação entre a inteligência humana e a artificial.

A inteligência artificial, que até pouco tempo parecia ficção científica, já é uma realidade presente em nossas vidas — muitas vezes de forma sutil e silenciosa. Por trás dos assistentes virtuais que respondem perguntas, dos sistemas que recomendam filmes e músicas, e das máquinas que auxiliam médicos em diagnósticos, está a força de uma tecnologia em constante aprimoramento, que desafia não apenas a engenharia, mas também a filosofia, a ética e a forma como enxergamos o próprio ser humano.

A história e a evolução da inteligência artificial

O episódio começa com uma contextualização histórica da inteligência artificial, resgatando as origens da ideia de máquinas pensantes que remontam à antiguidade, passando por conceitos fundamentais da ciência da computação e inteligência cognitiva.

A reportagem destaca o ano de 2010 como um marco para o desenvolvimento da IA, quando algoritmos de aprendizado de máquina e redes neurais começaram a mostrar resultados expressivos e aplicações práticas. Antes disso, a IA era mais um campo teórico, cercado de expectativas e desafios técnicos.

Desde então, a inteligência artificial se aprimorou rapidamente, impulsionada pelo aumento da capacidade computacional, a disponibilidade de grandes volumes de dados (o chamado Big Data) e avanços em algoritmos que permitiram às máquinas “aprenderem” por conta própria, reconhecendo padrões e tomando decisões com um nível de autonomia antes inimaginável.

As múltiplas faces da inteligência artificial no cotidiano

Um dos grandes destaques da reportagem é mostrar que a inteligência artificial está longe de ser uma tecnologia restrita a laboratórios ou grandes empresas de tecnologia. Ela está inserida em diversas áreas da sociedade, muitas vezes de forma invisível, mas fundamental.

Inclusão e acessibilidade

No campo da inclusão social, a IA tem sido uma ferramenta poderosa para derrubar barreiras. Tecnologias de reconhecimento de voz e imagem ajudam pessoas com deficiência visual ou auditiva a acessar informação e se comunicar com mais facilidade. Sistemas de tradução automática aproximam culturas e idiomas, enquanto softwares adaptativos oferecem apoio personalizado para alunos com dificuldades de aprendizagem.

Educação

Na educação, a inteligência artificial permite a criação de ambientes de ensino mais dinâmicos e personalizados. Plataformas inteligentes adaptam o conteúdo de acordo com o ritmo e estilo de aprendizado de cada aluno, oferecendo feedback em tempo real e possibilitando um acompanhamento mais eficaz dos professores.

Saúde

Na área da saúde, a IA é um aliado essencial no diagnóstico precoce de doenças, na análise de imagens médicas e na pesquisa de novos medicamentos. Ferramentas inteligentes auxiliam médicos a interpretar exames complexos, identificar padrões e prever riscos, aumentando a precisão dos tratamentos e salvando vidas.

Segurança

A segurança pública também tem se beneficiado da inteligência artificial, com sistemas que analisam grandes volumes de dados para identificar comportamentos suspeitos e prevenir crimes. Câmeras inteligentes, reconhecimento facial e análise preditiva ajudam as autoridades a agir de forma mais rápida e eficaz.

Evangelização e vida cotidiana

Outro ponto curioso abordado pela reportagem é a forma como a inteligência artificial tem sido incorporada em práticas de evangelização e na rotina religiosa. Chatbots e aplicativos baseados em IA facilitam o acesso a conteúdos espirituais, promovem diálogos e auxiliam comunidades a manterem contato, especialmente em tempos de isolamento social.

O olhar do Vaticano: “Antiqua et Nova” e a ética da inteligência artificial

Em janeiro de 2025, o Vaticano lançou a nota pastoral “Antiqua et Nova”, um documento que estabelece princípios para a convivência harmoniosa entre a inteligência artificial e a inteligência humana. A reportagem explica que a iniciativa é um convite à reflexão ética sobre o uso da tecnologia, reforçando a importância do respeito à dignidade humana e à promoção do bem comum.

O documento discute questões fundamentais como a privacidade, a responsabilidade pelos atos das máquinas, o impacto no trabalho humano e a necessidade de transparência e controle sobre os sistemas de IA. Para o Vaticano, a tecnologia deve ser uma ferramenta a serviço da humanidade, não um fim em si mesma.

Os riscos e desafios da inteligência artificial

Apesar dos avanços e benefícios, a reportagem destaca que a inteligência artificial também traz consigo riscos e desafios que precisam ser enfrentados com seriedade.

Entre os principais perigos estão a automação que pode levar à perda de empregos, a possibilidade de viés e discriminação embutidos nos algoritmos, o uso da IA para vigilância excessiva e a manipulação da informação.

Por isso, a Recod.AI, iniciativa do Instituto de Computação da Unicamp, surge como uma luz no fim do túnel. Com o objetivo de garantir o uso responsável da tecnologia, a Recod.AI atua em parceria com o Ministério Público, prestando suporte técnico em investigações que envolvem o uso da inteligência artificial.

A reportagem detalha como o grupo trabalha para criar normas, desenvolver ferramentas de auditoria de algoritmos e promover a conscientização pública sobre os impactos da IA, defendendo uma aplicação ética, transparente e segura.

Reflexões para o futuro: tecnologia e humanidade caminhando juntas

Ao longo do episódio, o jornalista Leandro Oliveira conduz o público a refletir sobre o futuro da inteligência artificial e sua relação intrínseca com a inteligência humana.

A reportagem levanta questões importantes, como: de que forma a IA pode potencializar o desenvolvimento humano? Como podemos garantir que o avanço tecnológico respeite valores éticos e sociais? E, acima de tudo, como manter o equilíbrio entre automação e humanidade?

Esses temas ressoam em todas as áreas da sociedade e são essenciais para construirmos um futuro onde tecnologia e ser humano coexistam de maneira harmoniosa e produtiva.

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Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan trocam de corpos — de novo — em “Sexta-Feira Ainda Mais Louca”

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Em uma espécie de reencontro afetuoso com o passado — tanto para o público quanto para suas protagonistas —, “Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas no dia 7 de agosto de 2025, prometendo mais do que apenas uma nova comédia sobre troca de corpos: é também uma jornada emocional sobre amadurecimento, reconciliação e as complexidades da família moderna.

A continuação do filme de 2003, estrelado por Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis, apresenta um roteiro atualizado e afetivo, que dialoga com os desafios contemporâneos da maternidade, dos relacionamentos e da convivência entre gerações. A direção é de Nisha Ganatra, com roteiro de Jordan Weiss, conhecida pela série “Dollface”.

O retorno de um clássico com nova camada emocional

O longa da Disney lançado há mais de 20 anos tornou-se um queridinho entre o público ao mostrar uma adolescente rebelde e sua mãe controladora que, após um misterioso incidente, acabam trocando de corpos e vivenciando o cotidiano uma da outra. A experiência, claro, termina com lições valiosas e um novo olhar sobre suas diferenças.

Na nova trama, essa estrutura é resgatada, mas atualizada. Anna, vivida novamente por Lindsay Lohan, agora é uma mulher adulta, mãe solo de uma adolescente, e prestes a se tornar madrasta da filha do novo companheiro (interpretado por Manny Jacinto, de “The Good Place”). Já Tess, personagem de Jamie Lee Curtis, agora é avó, realizada profissionalmente, e continua cheia de energia, mas com novas responsabilidades e dilemas próprios da terceira idade.

Dessa vez, a troca de corpos não acontece apenas entre mãe e filha. O novo clipe divulgado pela IGN revela que Anna troca de corpo com sua filha, enquanto Tess troca de corpo com a enteada da neta — um espelhamento de gerações que amplia os conflitos, a comédia e, sobretudo, o potencial dramático da história.

A química imbatível entre Lohan e Curtis

Se havia alguma dúvida de que o tempo pudesse ter esfriado a conexão entre as atrizes, essa ideia foi rapidamente descartada. Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan demonstram não apenas entrosamento em cena, mas também afeição real fora das câmeras. Ambas falaram publicamente sobre o quanto o reencontro foi emocional e significativo.

Curtis, que conquistou um Oscar em 2023 por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, tem explorado papéis cada vez mais ousados e multifacetados. “Voltar à Tess foi como visitar uma velha amiga, mas agora com outra bagagem, outra maturidade”, comentou a atriz em entrevistas recentes. “Essa história sempre foi sobre empatia, e acho que precisamos ainda mais disso hoje.”

Já Lindsay Lohan, após alguns anos afastada dos grandes estúdios e um discreto retorno à atuação, parece reviver com este filme um de seus papéis mais icônicos. “Anna cresceu. Eu cresci. E revisitar esse universo foi um presente. É uma comédia, sim, mas há verdade emocional nela. Muita verdade”, revelou a atriz.

Um olhar atual sobre os laços familiares

O roteiro de Jordan Weiss propõe não apenas repetir a fórmula do primeiro filme, mas atualizá-la com um olhar sensível sobre os novos arranjos familiares. O filme trata, com leveza e empatia, de questões como madrastidade, famílias recompostas, os desafios de ser mãe solo e os conflitos típicos da adolescência moderna.

Anna, agora no papel de mãe, se vê às voltas com uma filha em plena ebulição emocional e ainda precisa construir laços com uma enteada que não a aceita de imediato. Tess, por sua vez, tenta manter seu espaço como avó, sem invadir o território da filha, mas ainda exercendo influência — muitas vezes indesejada — sobre a criação da neta.

Ao trocar de corpos com suas respectivas filhas, as duas mulheres se deparam com as inseguranças, dores e desafios das adolescentes da geração Z, ao mesmo tempo em que precisam lidar com seus próprios traumas e dilemas mal resolvidos. “O filme fala sobre escuta, sobre não subestimar a vivência do outro só porque ele é mais jovem ou mais velho”, explica Nisha Ganatra.

Expansão do elenco e reforço da representatividade

Além de Curtis e Lohan, o elenco conta com a presença de Julia Butters, que ficou conhecida por seu papel em “Era Uma Vez em… Hollywood”, e de Sophie Hammons, estrela adolescente em ascensão. Elas vivem, respectivamente, a filha de Anna e a filha do novo marido de Anna — que também acabam afetadas pela troca de corpos. O filme traz ainda Manny Jacinto no papel do novo parceiro da protagonista, representando uma visão mais diversa e atual das famílias reconstituídas.

A representatividade, aliás, é uma das preocupações centrais do novo projeto. Em entrevista à Variety, a diretora afirmou que queria mostrar uma família “com muitas camadas, múltiplas experiências e diferentes tipos de vínculo”. “Não são mais só pai, mãe e filho. As famílias mudaram. E a gente precisava contar essa história também.”

A fórmula da comédia com alma

Embora a proposta seja leve e divertida, como se espera de uma produção Disney, o filme aposta também na carga emocional — e em uma boa dose de autocrítica geracional. Em vários momentos, a Tess de Jamie Lee Curtis precisa lidar com o fato de que não entende as gírias da neta, enquanto a Anna de Lindsay Lohan tenta, sem muito sucesso, aplicar os métodos de criação da própria mãe em sua filha.

Essa troca constante de visões e perspectivas gera não apenas situações engraçadas, mas também reflexões tocantes sobre o tempo, a evolução das relações e a necessidade de adaptar-se sem perder a essência. “A comédia está no choque de mundos, mas o coração do filme está no reencontro entre mães e filhas, avós e netas, e até nas falhas que todos cometemos tentando fazer o melhor”, aponta Jordan Weiss.

Aposta da Disney para o verão americano

“Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas com status de grande aposta da Disney para o verão americano de 2025. Com um orçamento confortável, mas sem se apoiar em efeitos mirabolantes, o longa foca no carisma do elenco e na força da narrativa. O marketing também vem apostando no fator nostalgia, com trailers que resgatam cenas do filme original e brincadeiras com o tempo que passou.

Cine Aventura 03/05/2025: O Grande Roubo agita a tarde de sábado da Record!

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Neste sábado, 3 de maio de 2025, a adrenalina vai correr solta na programação da Record. O Cine Aventura exibe o eletrizante filme “O Grande Roubo”, estrelado por Dolph Lundgren, em uma trama de ação e suspense que promete prender a atenção do público do início ao fim. A exibição começa à tarde, no tradicional horário reservado pela emissora para longas repletos de emoção.

Um assalto explosivo dentro da prisão

Lançado originalmente nos cinemas em 28 de março de 2017, o filme — cujo título original é Larceny — tem 1h27min de duração e mistura elementos de espionagem, tiroteios e missões impossíveis. Sob a direção de R. Ellis Frazier, com roteiro de Benjamin Budd, a história gira em torno de um plano altamente arriscado arquitetado pela CIA.

Na trama, a agência americana recruta um ladrão profissional, interpretado por Dolph Lundgren, com uma missão praticamente suicida: invadir um cofre localizado dentro de uma prisão de segurança máxima no México, mais precisamente na polêmica base de Guantánamo, e recuperar informações confidenciais armazenadas no local. Mas o que era para ser uma operação sigilosa acaba se tornando uma verdadeira guerra, pois o cofre também guarda milhões de dólares pertencentes a um cartel local, que não pretende deixar esse dinheiro escapar tão facilmente. Assim, além de enfrentar as barreiras da prisão e os desafios da missão, o protagonista precisa lidar com mercenários sanguinários enviados pelo líder do cartel.

Estrelas da ação e tensão

Conhecido por seus papéis em clássicos como O Grande Dragão Branco e Os Mercenários, Dolph Lundgren entrega mais uma performance robusta, com cenas de luta e tiroteios em ambientes claustrofóbicos e perigosos. No elenco, também estão Corbin Bernsen, que interpreta um agente da CIA ambíguo, e Louis Mandylor, conhecido por suas participações em filmes de ação e drama.

Disponível também no streaming

Para quem perder a exibição na Record ou quiser rever a ação, O Grande Roubo também está disponível no catálogo do Amazon Prime Video, podendo ser assistido por assinatura na plataforma de streaming. É uma boa pedida para fãs de tramas policiais intensas e reviravoltas à la Hollywood.

Ação de tirar o fôlego na tela da Record

Com sua trama tensa e ritmo acelerado, O Grande Roubo é mais uma aposta certeira da faixa Cine Aventura, que tradicionalmente exibe títulos de ação e aventura aos sábados. A exibição na TV aberta é uma oportunidade para quem curte um bom filme de roubo com clima de conspiração internacional e doses generosas de suspense e adrenalina.

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