Fantástico de hoje (10) mostra três casos de violência no mesmo posto de saúde e a apreensão de 103 kg de ouro em uma caminhonete

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O Fantástico deste domingo, 10 de agosto, prepara uma edição que passeia por diferentes realidades: da rotina interrompida pela violência em um posto de saúde, à caçada ao criminoso mais procurado do Rio Grande do Norte; do mistério de mais de cem quilos de ouro encontrados numa estrada, à delicada cirurgia que separou duas irmãs que nasceram unidas. São histórias que revelam o quanto o Brasil pode ser, ao mesmo tempo, duro e surpreendente.

Quando o posto de saúde vira cenário de medo

Para quem precisa de atendimento médico, um posto de saúde deveria ser sinônimo de cuidado, paciência e acolhimento. Mas, em uma cidade brasileira, esse conceito foi virado de cabeça para baixo. Em apenas uma semana, três episódios de violência transformaram um local de cura em um espaço de tensão. No primeiro caso, um paciente, irritado com a espera, empurrou uma enfermeira contra a parede. Dias depois, um homem armado ameaçou destruir equipamentos e intimidou a equipe. O terceiro episódio envolveu uma tentativa de invasão, com gritos e ameaças.

Para médicos e enfermeiros, a sensação é de vulnerabilidade. “A gente está aqui para salvar vidas, mas ultimamente é a nossa vida que corre risco”, disse, com a voz embargada, uma funcionária que pediu para não ser identificada. As ocorrências já estão registradas na polícia. Enquanto autoridades prometem reforçar a segurança, o Fantástico traz relatos de quem continua trabalhando no local, movido por vocação, mas marcado pelo medo.

A perseguição que durou quase um dia inteiro

No interior do Rio Grande do Norte, a tranquilidade de uma madrugada foi substituída pelo som de helicópteros, sirenes e tiros. Foram 22 horas de cerco ao homem que a polícia considera o mais perigoso e procurado do estado. O suspeito é apontado como líder de uma facção envolvida em tráfico, assaltos e homicídios. Localizado em uma área rural, ele foi cercado por dezenas de policiais. A operação contou com apoio de drones, helicópteros e barreiras montadas em estradas vicinais.

Os moradores da região sentiram o peso da operação. Muitos tiveram que deixar suas casas ou se trancar por medo de se tornarem vítimas do confronto. “A gente nunca viu nada assim por aqui. Parecia cena de filme, só que de verdade”, contou um agricultor. O Fantástico exibirá imagens inéditas dessa caçada e mostrará como, cada vez mais, o crime organizado se infiltra em regiões distantes dos grandes centros, exigindo operações de alto risco.

Ouro escondido sob o banco de uma caminhonete

No meio de uma blitz de rotina, um achado que surpreendeu até policiais experientes: 103 quilos de ouro, embalados de forma discreta, estavam escondidos sob o banco traseiro de uma caminhonete. O valor da carga ultrapassa a casa dos milhões de reais. Mas o maior mistério não é o destino final e sim a origem.

A Polícia Federal suspeita que o metal tenha saído de garimpos ilegais na Amazônia, onde a extração descontrolada provoca danos ambientais e conflitos com comunidades indígenas. Segundo investigadores, o transporte do ouro ilegal envolve uma cadeia organizada que vai de pequenas pistas de pouso improvisadas até empresas de fachada que “esquentam” o material. O Fantástico vai acompanhar o caminho dessa riqueza, da extração clandestina até a tentativa de inseri-la no mercado formal, revelando o impacto humano e ambiental desse comércio.

Duas irmãs, um só corpo e uma jornada pela vida

Nem só de tensão e denúncia será feita a edição deste domingo. Uma das histórias mais emocionantes vem de uma comunidade isolada da Amazônia, onde nasceram duas irmãs unidas pelo tórax e pelo abdômen. Para chegar até a cirurgia que mudaria suas vidas, a família atravessou rios, enfrentou chuvas e se despediu temporariamente de casa. Foram horas de viagem em barco e depois em avião até alcançar um hospital especializado.

A operação mobilizou uma equipe médica numerosa e exigiu planejamento de meses. O procedimento foi longo e delicado, mas terminou com o que os pais mais sonhavam: ver as filhas respirando e se mexendo de forma independente. O reencontro das meninas com a família, já em recuperação, promete ser um dos momentos mais comoventes da noite.

Entre o choque e a esperança

Cada reportagem dessa edição revela um pedaço do Brasil. A violência no posto de saúde mostra o esgotamento de quem deveria ter paz para trabalhar. O cerco policial no Rio Grande do Norte revela a força e os riscos do combate ao crime organizado. O ouro apreendido escancara a riqueza ilegal que atravessa estradas e fronteiras. E a cirurgia das gêmeas reforça que, mesmo em meio a tantas dificuldades, ainda existem histórias que nos lembram da capacidade de superação e cuidado.

“A Noiva!” estreia em 4 de março nos cinemas e se consolida como uma das apostas mais ousadas do ano

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A Warner Bros. Pictures inicia a contagem regressiva para a estreia de A Noiva!, um dos lançamentos mais comentados e curiosos de 2026. O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 5 de março e promete ir muito além de uma simples releitura da clássica Noiva de Frankenstein. Aqui, a proposta é ousada: transformar um ícone do terror em uma história intensa sobre identidade, desejo, exclusão social e liberdade, tudo isso embalado por romance, suspense e uma estética que flerta com o musical.

A direção é assinada por Maggie Gyllenhaal (A Filha Perdida, O Sorriso de Mona Lisa), que consolida seu estilo autoral ao apostar em personagens complexos e narrativas emocionalmente desafiadoras. Em A Noiva!, ela conduz o público por uma Chicago dos anos 1930 marcada por contrastes: glamour e decadência, progresso e repressão, beleza e monstruosidade. É nesse cenário que nasce uma história de amor improvável — e perigosa.

A trama acompanha a Noiva, vivida por Jessie Buckley (Estou Pensando em Acabar com Tudo, Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos). Ressuscitada após uma morte violenta, ela desperta sem memórias do passado e sem qualquer manual para entender quem é ou quem deveria ser. Sua existência, por si só, já representa um erro para a sociedade que a observa com medo e desprezo. A partir desse vazio, a personagem inicia uma jornada de autoconhecimento marcada por rebeldia, curiosidade e uma crescente recusa em aceitar os limites impostos a ela.

Ao seu lado está Frankenstein, interpretado por Christian Bale (Batman: O Cavaleiro das Trevas, O Vencedor). Diferente de outras versões do mito, este Frankenstein não é apenas um criador arrependido ou um monstro incompreendido: ele é um homem solitário, cansado de viver à margem, que encontra na Noiva não só companhia, mas também um espelho de suas próprias fraturas. Juntos, eles constroem uma relação intensa, caótica e profundamente humana.

O romance entre os dois rapidamente os transforma em amantes fora da lei. Perseguidos pela polícia, julgados pela sociedade e usados como símbolos de medo, eles passam a desafiar a ordem estabelecida, provocando reações que vão muito além do horror. A presença da Noiva desperta discussões sobre moral, ciência, religião e controle social, funcionando como um catalisador de mudanças em uma cidade que não sabe lidar com aquilo que foge do padrão.

A Noiva! também se destaca como uma experiência cinematográfica ambiciosa. A fotografia é assinada por Lawrence Sher (Coringa, Godzilla: Rei dos Monstros), que filmou o longa inteiramente com câmeras digitais certificadas para IMAX. O resultado é uma estética grandiosa, com enquadramentos que valorizam tanto a intimidade dos personagens quanto a imponência dos cenários urbanos. Cada cena parece pensada para ser sentida, não apenas assistida.

Outro elemento que chama atenção é a presença de grandes números de dança, algo pouco comum em narrativas de terror. Essa escolha reforça o tom híbrido do filme, que mistura gêneros sem medo de arriscar. A dança surge como forma de expressão, libertação e até provocação, ampliando o impacto emocional da história e dando ao filme uma identidade própria.

Na pós-produção, a edição ficou sob responsabilidade de Dylan Tichenor (Moonlight, Trama Fantasma), garantindo ritmo e fluidez a uma narrativa que transita entre o drama íntimo e o espetáculo visual. Já a trilha sonora é assinada por Hildur Guðnadóttir (Coringa, Tár), cuja música densa e melancólica contribui para criar uma atmosfera ao mesmo tempo sombria e emocionalmente envolvente. O músico Fever Ray (The Knife, Radical Romantics) também participa do projeto, compondo duas músicas originais e fazendo uma aparição especial no filme, reforçando o clima experimental da produção.

Com orçamento estimado em US$ 80 milhões, A Noiva! passou por um processo de produção cuidadoso, iniciado em março de 2024, em Nova York. O valor, considerado alto para um filme autoral, reflete a confiança do estúdio na visão de Maggie Gyllenhaal e no potencial da obra de dialogar tanto com o grande público quanto com a crítica.

Lanterns | Nova série do DCU ganha reforço no elenco com Cary Christopher

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Em meio a um cenário de saturação criativa nos blockbusters de super-heróis, surge uma aposta promissora com potencial para virar o jogo. Lanterns, nova produção da DC Studios com a HBO, propõe um olhar mais sombrio e sensível sobre os personagens intergalácticos que, até hoje, enfrentaram dificuldades para encontrar um lugar sólido nas telas. Ainda em fase de pós-produção, a série está prevista para chegar apenas em 2026, mas já dá sinais de que será mais do que uma aventura espacial — e a confirmação do ator Cary Christopher no elenco reforça essa expectativa.

Conhecido por seu desempenho tocante no terror psicológico A Hora do Mal, o jovem Christopher dará vida a Noah, um garoto sensível e talentoso, morador de uma pequena cidade americana e apaixonado por futebol. A descrição, divulgada pelo site Deadline, é breve, mas revela uma faceta intimista da série. Em vez de explosões e batalhas cósmicas a cada episódio, o que veremos são camadas emocionais, dramas humanos e uma atmosfera de mistério que remete mais a True Detective do que aos antigos filmes de capa e espada do estúdio.

Uma proposta com mais densidade e alma

Desde que James Gunn e Peter Safran assumiram o controle da DC Studios, deixaram claro que o foco não seria mais em projetos grandiosos sem substância. Queriam tramas com profundidade emocional, reflexões morais e vínculos reais com o público. Lanterns é, até agora, o projeto que mais parece abraçar essa filosofia.

A série acompanhará Hal Jordan e John Stewart, dois dos nomes mais emblemáticos da chamada Tropa dos Lanternas, agora colocados no centro de uma investigação misteriosa com consequências globais. A ideia, segundo Gunn, é utilizar o mistério como fio condutor de uma trama que pode alterar os rumos do recém-reformulado Universo DC.

Kyle Chandler, reconhecido por papéis intensos em séries como Friday Night Lights e Bloodline, assume o papel de Hal Jordan, um veterano marcado por decisões difíceis e traumas não resolvidos. Já Aaron Pierre, britânico em ascensão com uma pegada mais introspectiva e empática, interpretará John Stewart, ex-militar com vocação artística e um senso de justiça aguçado.

A dinâmica entre os dois lembra o bom e velho “buddy cop drama”, mas com uma espessura emocional mais forte: um confronto geracional entre diferentes visões de heroísmo, responsabilidade e moralidade.

Parte do motivo pelo qual Lanterns já gera tanta expectativa está nos nomes por trás das câmeras. O comando do roteiro está nas mãos de Chris Mundy, aclamado por seu trabalho em Ozark, com apoio de Damon Lindelof (Watchmen, The Leftovers) e do escritor de quadrinhos Tom King, que já transformou o Lanterna Verde em figura melancólica e complexa nas páginas da DC.

Essa equipe, além de escrever o episódio piloto, construiu a chamada “bíblia” da série: um guia criativo que define o tom, os temas e os caminhos dramáticos da temporada. Em outras palavras, não estamos diante de um produto episódico comum, mas de um arco narrativo cuidadosamente estruturado, com começo, meio e consequências.

Com oito episódios encomendados, a produção foi rodada entre fevereiro e julho de 2025 em Los Angeles, com direção inicial de James Hawes, veterano de títulos como Black Mirror e Slow Horses. Tudo indica que a HBO está empenhada em fazer da série um drama com cara e alma de prestígio — não apenas mais uma entrada no gênero super-heroico.

Cary Christopher: a presença que conecta mundos

A presença de Cary pode parecer discreta, mas carrega simbolismos. Ele interpretará Noah, um menino “brilhante, amável e criativo”, que vive longe dos centros urbanos e dos confrontos interplanetários. Ainda não se sabe qual o papel exato de Noah na investigação liderada por Jordan e Stewart, mas o fato de sua história estar ambientada no interior dos EUA já indica um esforço da produção em equilibrar o épico com o cotidiano.

Christopher, que vem ganhando destaque por sua entrega emocional em papéis intensos, deve funcionar como a âncora afetiva da série — uma representação da vida comum em contraste com o universo dos anéis de poder. É também um reflexo da proposta de James para o novo DCU: heróis que sentimos como reais antes de vermos como ícones.

Conflito, legado e redenção

Na mitologia dos Lanternas Verdes, os anéis escolhem indivíduos dotados de extrema força de vontade, responsáveis por proteger regiões inteiras do cosmos. Mas essa força, quando colocada em confronto com a fragilidade humana, gera conflitos internos fascinantes.

Hal Jordan, com sua impulsividade e senso de dever inabalável, representa a velha guarda: o herói tradicional, cheio de cicatrizes e culpas. Já John Stewart, mais introspectivo, carrega o peso da perda, mas também uma visão mais crítica e sensível do que significa ser justo.

Ao unir essas figuras, a série constrói não apenas uma investigação — mas um embate entre diferentes formas de encarar o heroísmo. Como resume o showrunner Chris Mundy: “Eles são como espelhos. Um representa o que já foi, o outro, o que está por vir. E o que eles descobrem muda tudo que pensam sobre o certo e o errado.”

A série estreia na HBO e no streaming Max no início de 2026, com uma temporada de oito episódios que pode iluminar, de vez, o novo rumo da DC.

Roda a Roda Jequiti 13/04/2025: Programa apresenta novos ganhadores

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RODA A RODA

O próximo domingo, 13 de abril de 2025, promete ser daqueles que grudam o público na frente da TV. O “Roda a Roda Jequiti”, que vai ao ar às 19h no SBT, logo depois do “Programa Eliana”, vem com um episódio especial que mistura emoção, grandes prêmios e a presença sempre marcante de Patricia Abravanel e Rebeca Abravanel no comando da atração.

Nesta edição, o estúdio se transforma em um verdadeiro palco de adrenalina e sonhos realizados. Os participantes disputarão barras de ouro em rodadas de tirar o fôlego, recheadas de suspense, desafios e muita torcida. A cada giro da roda, o clima esquenta — e a plateia vibra junto, acompanhando cada reviravolta com empolgação.

Além de assistir a tudo isso, o público de casa também pode participar dessa aventura de forma bem simples. Consultores da Jequiti recebem automaticamente cupons ao realizarem pedidos, enquanto clientes encontram os cupons nas embalagens dos produtos da marca. Basta preencher com seus dados e enviar para a Caixa Postal 05947-960. E quem sabe? Você pode ser o próximo a girar a roda e mudar de vida com prêmios incríveis.

Os sortudos selecionados ganham uma viagem com tudo pago para São Paulo, com direito a viver de perto toda a emoção do programa, participar ao vivo e se jogar nessa disputa cheia de surpresas. Uma experiência imperdível, em uma das cidades mais vibrantes do país.

Então já sabe: domingo é dia de se reunir com a família, torcer, rir e se emocionar com mais um capítulo marcante do “Roda a Roda Jequiti”. Prepare seu coração — e seus cupons! — porque a sorte pode estar a um giro de distância.

Confira o resumo semanal da novela Dona de Mim (29 de outubro a 8 de novembro)

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Capítulo 157 da novela Dona de Mim de quarta, 29 de outubro – Filipa acalma Sofia, oferecendo conforto e fortalecendo o vínculo de amizade entre as duas. Jaques sofre com mais um pesadelo envolvendo Abel, aumentando sua angústia e insegurança. Davi se aproxima de Bárbara, e os dois se beijam, estreitando sua relação, enquanto Nina confessa a Filipa seu interesse por Danilo. Davi observa a sintonia entre Bárbara e Marlon, prometendo a Ivy que não desistirá de conquistá-la. Sofia acusa Jaques de prejudicar Abel, e ele recorre a Filipa pedindo ajuda para retornar à Boaz. Leo visita Sofia, e Filipa garante que não competirá pelo amor da menina. Ricardo anuncia que Jaques convocou uma reunião de acionistas, despertando suspeitas em Samuel. Pam e Danilo trocam gentilezas, e Filipa surpreende Jaques ao votar pela permanência de Samuel na presidência, resultando na demissão de Ricardo, que reage ameaçando Jaques e acionando Samuel.

Capítulo 158 – Quinta-feira, 30 de outubro
Samuel percebe movimentações suspeitas na conversa de Ricardo, despertando desconfiança sobre seus próximos passos. Jaques provoca um acidente com Ricardo e descobre que Patrícia possui uma cópia do vídeo que o incrimina pela morte de Abel. Danilo ajuda Jaques a despistar Patrícia, enquanto Bárbara convida Davi para sair, admitindo que está apenas se aproveitando da situação. Samuel acusa Jaques pelo atropelamento de Ricardo, e Sofia se assusta com a reação do pai, encontrando consolo em Leo. Kami demonstra orgulho de Ryan para Pam, e Sofia observa a proximidade de Filipa e Jaques, percebendo os conflitos e interesses que permeiam a família.

Capítulo 159 da novela Dona de Mim de sexta-feira, 31 de outubro
Rosa explica a Sofia os conflitos entre Filipa e Jaques, e a menina busca ajuda em Leo. Samir alerta Samuel sobre a reunião de acionistas convocada por Jaques, enquanto Filipa entrega uma procuração a ele para votar em seu nome na compra de ações da Boaz. Vespa e Durval informam Ryan sobre um carregamento durante a gravação de seu clipe com Azzy, e Alan avisa Marlon sobre a presença da polícia no evento da barreira. Filipa desmaia, e Nina alerta Jaques, enquanto Danilo suspeita de sua participação no ocorrido. Rosa passa por um novo episódio de confusão, e Sofia a convida para brincar na casa de Leo, reforçando o cuidado e a amizade entre elas.

Capítulo 160 – Sábado, 1º de novembro
Sofia planeja uma pequena aventura com Rosa e consegue escapar, iniciando uma fuga que preocupa Filipa. Filipa descobre a ausência das meninas e liga para Leo, que aciona Marlon para encontrá-las. Sofia consegue se comunicar com Leo, e Marlon vai ao encontro delas, enquanto Filipa repreende Sofia pela atitude e as leva de volta para casa com Rosa. Jaques ameaça retirar a autonomia da menina, e Filipa reclama dos efeitos dos remédios em sua saúde. Rosa recupera a consciência, e Leo solicita retomar seu cargo de babá de Sofia, provocando desaprovação em Samuel. Caco, Breno, Ayla e Gisele lamentam que Leo tenha interrompido sua coleção para cuidar da menina. O capítulo termina com Samuel surpreendendo a todos ao pedir Leo em casamento, encerrando a semana com emoção, reconciliação e novos começos.

Resumo da novela Dona de Mim de 3 de novembro a 7 de novembro

Capítulo 161 – Segunda-feira, 3 de novembro
Leo se decepciona com Samuel, mas reafirma que continuará como babá de Sofia, priorizando o bem-estar da menina acima de tudo. Marlon se emociona ao dizer a Leo que ela nasceu para ser mãe, enquanto Yara e Stephany lamentam a interrupção da coleção. Davi se envolve em uma briga com Bárbara, irritando a jovem, e Leo demonstra preocupação com Filipa. Começa a festa de Ryan e Azzy na barreira, acompanhada por Marlon e pela polícia, enquanto Durval orienta Vespa a cancelar uma entrega de mercadoria. Jaques sabota novamente os remédios de Filipa, e Samuel pede que a filha lhe passe a guarda de Sofia, sendo confrontado por Leo. A tensão atinge o ápice quando um tiro ecoa no meio da festa, deixando todos em alerta.

Capítulo 162 – Terça-feira, 4 de novembro
Marlon solicita reforço policial para controlar a confusão na barreira, enquanto Maxwell observa a chegada de Marlon carregando Castro desacordado até Pompeu e Castanho. Vespa ameaça Ryan, exigindo que ele se alie ao grupo, e Alan informa a Marlon que a polícia realizará um contra-ataque. Ryan se desculpa com Azzy pelo tumulto, e Filipa reclama com Jaques sobre os remédios sabotados. Samuel e Jaques trocam farpas acaloradas, e Marlon recebe apoio de Alan diante da situação tensa. Leo decide a Samuel que quer terminar o relacionamento, estabelecendo limites claros em sua vida pessoal e buscando proteger sua própria estabilidade emocional.

Capítulo 163 – Quarta-feira, 5 de novembro
Leo declara seu amor por Samuel, mas insiste em se afastar para priorizar os cuidados com Sofia. Samuel conversa com Vivian sobre a situação delicada de Filipa, que sonha com Abel. Rangel reconhece a coragem de Marlon durante o confronto na barreira. Leo confirma que Davi está envolvido com Bárbara, enquanto ele e Marlon ajudam em um parto realizado em um ônibus, sem perceber que estão sendo fotografados por um jornalista. Surpreendidos, recebem convite para dar entrevista em um programa de TV, e Samuel descobre que a situação está sendo interpretada erroneamente, confundindo-os com um casal. Jaques investiga Elias sobre uma possível interdição judicial de Ricardo, com Danilo escutando a conversa. Tânia reaparece disfarçada de enfermeira, monitorando Ricardo no hospital.

Capítulo 164 – Quinta-feira, 6 de novembro
Tânia informa a Vanderson que Ricardo está em coma e o orienta a localizar Patrícia. Danilo confronta Jaques sobre os remédios sabotados de Filipa, enquanto Walkíria comunica a Samuel que a investigação sobre a morte de Abel aponta Vanderson como responsável. Samuel desconfia de Danilo e visita Ricardo, e Jaques ameaça o rapaz. Tânia observa a movimentação de Jaques no hospital, e Danilo vai ao quarto de Filipa, sendo flagrado por Nina. Leo e Samuel têm um desentendimento, enquanto Bárbara convida Marlon para sair, fortalecendo o vínculo entre eles. Leo e Marlon se aproximam, e Danilo revela a Nina que Jaques está dopando Filipa, aumentando a tensão e a preocupação de todos.

Capítulo 165 – Sexta-feira, 7 de novembro
Nina não acredita em Danilo e exige que ele se afaste de Filipa, enquanto Marlon pensa em Leo. Danilo pede a Leo que administre novos remédios para Filipa, e Ryan solicita a Lucas que investigue a nova operação policial na barreira. Sofia torce pela reconciliação de Samuel e Leo, e, sem que Filipa perceba, Leo aplica o remédio comprado por Danilo, observando melhora no estado da menina. Leo conversa com Danilo sobre a situação, e Davi revela que viu Marlon com Bárbara, aumentando a curiosidade sobre o casal. Jaques descobre a iniciativa de Danilo e se irrita, enquanto Yara, Stephany e as costureiras surpreendem Leo, garantindo que a coleção continuará apesar de todos os imprevistos e adversidades.

Capítulo 168 – Sábado, 8 de novembro
Nina não acredita em Danilo e exige que ele se afaste de Filipa, enquanto Marlon continua pensando em Leo. Danilo pede que Leo administre novos remédios para Filipa, e Ryan solicita a Lucas que investigue a nova operação policial na barreira. Sofia torce pela união de Samuel e Leo, e, sem que Filipa perceba, Leo aplica o remédio comprado por Danilo. Leo percebe a melhora de Filipa e conversa com Danilo sobre a situação. Davi revela a Leo que viu Marlon com Bárbara, e Jaques descobre a iniciativa de Danilo ao providenciar os remédios. Para animar Leo, Yara, Stephany e as costureiras fazem uma surpresa, garantindo que a coleção continuará apesar de todos os imprevistos e desafios.

MasterChef Brasil desta terça (05/08) exibe prova criativa com menu monocromático e recebe Paola Carosella como jurada convidada

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Nesta terça-feira, 5 de agosto de 2025, a cozinha mais famosa do país promete fortes emoções e muita criatividade culinária. No 11º episódio do MasterChef Brasil, os nove cozinheiros ainda na competição enfrentarão uma das provas mais desafiadoras da temporada: cozinhar em trios, elaborando pratos com menus monocromáticos, ou seja, que mantenham a mesma paleta de cor do início ao fim. E como se não bastasse a exigência estética e técnica, os participantes ainda terão que se revezar na cozinha, testando o entrosamento e a capacidade de trabalhar sob pressão.

Para tornar a noite ainda mais especial — e nostálgica —, o programa contará com a presença da querida Paola Carosella como jurada convidada. A chef argentina, que marcou época no MasterChef com seu olhar sensível e exigente, retorna ao balcão dos jurados ao lado de Helena Rizzo e Henrique Fogaça, emocionando os competidores e fãs do programa.

Desafio criativo: quando cor e sabor precisam andar juntos

Na prova principal do episódio, os participantes serão divididos em trios e sorteados para cozinhar pratos de uma única cor predominante — como branco, vermelho, verde, amarelo ou roxo. O objetivo não é apenas criar um prato saboroso, mas também harmonioso e visualmente coerente com a proposta cromática.

O desafio exige domínio técnico, paladar apurado e uma boa dose de inventividade. Afinal, limitar-se a ingredientes de uma mesma cor impõe barreiras, mas também abre caminho para combinações inusitadas e para o uso de ingredientes menos comuns.

E para deixar tudo ainda mais imprevisível, a dinâmica de revezamento entre os membros da equipe exigirá comunicação eficaz e confiança mútua. Cada trio terá que se organizar estrategicamente, pois apenas um cozinheiro poderá estar na bancada por vez, enquanto os outros observam da “caixinha do tempo”.

O retorno emocionante de Paola Carosella

A presença de Paola no episódio promete momentos de emoção para os competidores e para os fãs de longa data do MasterChef. Jurada original do programa por várias temporadas, Paola volta ao estúdio onde se consagrou como uma das figuras mais carismáticas e influentes da gastronomia na televisão brasileira.

Com seu olhar crítico, mas também humano, ela oferecerá comentários precisos e sugestões técnicas valiosas, além de compartilhar suas impressões com os colegas jurados Helena Rizzo e Henrique Fogaça, que têm conduzido a temporada com equilíbrio e exigência.

A interação entre os três promete ser um dos pontos altos do episódio, especialmente para os fãs nostálgicos que acompanham o programa desde suas primeiras edições.

Onde assistir

O 11º episódio do MasterChef Brasil vai ao ar nesta terça-feira (05), às 22h20, na Band, com transmissão simultânea pelo site oficial Band.com.br e pela plataforma Bandplay. Para quem perder a exibição inédita, haverá reprise no domingo, às 16h, também na tela da Band.

“O Jogo de uma Vida” inspira a Sessão da Tarde da próxima segunda (21/07) com história real de superação no esporte

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Na próxima segunda-feira, 21 de julho de 2025, a Sessão da Tarde, da Globo, apresenta um filme que vai muito além do esporte. “O Jogo de uma Vida”, dirigido por Thomas Carter, é uma daquelas histórias que tocam fundo e lembram o espectador do verdadeiro significado da palavra “vitória”. Baseado em uma história real, o longa acompanha a jornada de Bob Ladouceur, treinador de um time colegial que conquistou o impossível: 151 vitórias consecutivas no futebol americano estudantil — um feito que ainda hoje é lembrado como um dos maiores da história esportiva dos Estados Unidos.

Mas se engana quem pensa que o filme se resume a números e troféus. “O Jogo de uma Vida” é, acima de tudo, uma narrativa sobre fé, caráter, empatia e liderança. É sobre como um professor – antes de ser técnico – inspirou jovens a se tornarem mais do que atletas: cidadãos conscientes, resilientes e preparados para os desafios da vida.

Muito além do placar

Interpretado com profundidade por Jim Caviezel (conhecido por seu papel como Jesus em “A Paixão de Cristo”), Bob Ladouceur não é o típico herói hollywoodiano. Ele não grita, não impõe pelo medo, nem transforma seus jogadores com discursos inflamados. Pelo contrário. Sua liderança se manifesta em gestos contidos, na escuta paciente, nas perguntas feitas na hora certa. Ele guia pelo exemplo — e é isso que torna sua história tão poderosa.

Quando assumiu o modesto time dos Spartans de De La Salle High School, na Califórnia, Bob encontrou um grupo de garotos sem perspectiva, desacreditados até por eles mesmos. Em vez de buscar vitórias imediatas, ele plantou valores: humildade, disciplina, espírito coletivo. Os resultados, ironicamente, vieram como consequência — e não como obsessão.

E vieram em grande estilo: mais de uma década sem perder uma única partida. Mas o roteiro do filme, assim como a vida real, é cheio de reveses. Crises familiares, tragédias pessoais, problemas de saúde e pressões externas colocam à prova a fibra moral da equipe e a serenidade do treinador.

Elenco em sintonia revela emoção sem exageros

O elenco é um dos pontos altos do filme. Jim Caviezel constrói um Bob Ladouceur introspectivo, mas com firmeza espiritual impressionante, revelando o tipo de força silenciosa que transforma realidades. Ao seu lado, Laura Dern entrega uma atuação comovente como Bev Ladouceur, a esposa que acompanha de perto os altos e baixos do marido, equilibrando lucidez, amor e preocupação.

Michael Chiklis, no papel do assistente técnico Terry Eidson, funciona como a alma prática da equipe — mais direto, mais duro, mas igualmente apaixonado. Ele é o tipo de aliado que empurra para frente quando o caminho começa a parecer pesado demais.

Já os jovens atores — como Alexander Ludwig (da série “Vikings”) e Stephan James (“Selma”, “Se a Rua Beale Falasse”) — carregam nas costas o peso de representar uma geração pressionada por expectativas e carente de referenciais reais. Com honestidade, eles mostram que nem sempre é fácil ser jovem em um mundo que cobra vitórias, mas não ensina a lidar com derrotas.

Uma direção segura que entende o que realmente importa

A condução do diretor Thomas Carter, que já havia trabalhado no universo esportivo com “Coach Carter”, é sensível e eficiente. Carter não se prende ao clichê do “jogo do século” — embora as cenas de campo sejam empolgantes —, e prefere mergulhar nos bastidores das decisões, nos silêncios entre as jogadas, nos dilemas que se escondem no vestiário ou no jantar em família.

A fotografia é intimista quando precisa ser e enérgica nos momentos certos. A trilha sonora, discreta, colabora para uma narrativa que emociona sem manipular. O resultado é um filme que funciona tanto como entretenimento quanto como reflexão.

Lições para muito além do esporte

A exibição do filme em pleno 2025, na tradicional Sessão da Tarde, é mais do que uma escolha de grade. É um lembrete necessário em tempos de imediatismo e cultura da performance. Num mundo onde a vitória se tornou quase uma obsessão e o fracasso virou sinônimo de fraqueza, o filme vem com a força de uma parábola moderna: o que realmente significa vencer?

Bob Ladouceur ensina, com simplicidade, que a verdadeira vitória não está no placar, mas no crescimento pessoal, na integridade e na coragem de ser fiel aos próprios valores mesmo sob pressão. Não há prêmios para isso. Mas há transformação — e ela é profunda.

O legado que continua vivo

Na vida real, Bob Ladouceur se aposentou do cargo de técnico em 2013, após 34 anos dedicados ao ensino e ao esporte. Seu legado, no entanto, segue vivo. Mais do que títulos, ele deixou uma comunidade marcada por seus ensinamentos. Pais, professores e ex-alunos o reverenciam como um exemplo de ética, humanidade e compromisso com a juventude.

Sua filosofia — baseada na formação de caráter — hoje é estudada em universidades, clínicas esportivas e fóruns de liderança. Ele mostrou que um bom treinador não forma apenas jogadores: forma cidadãos. E que o impacto de um educador vai muito além dos muros da escola.

Um convite para ver (ou rever) com o coração aberto

“O Jogo de uma Vida” é um filme ideal para assistir em família, sozinho ou com amigos, especialmente em momentos em que precisamos reencontrar sentido em meio à correria do dia a dia. Ele emociona sem ser piegas, inspira sem precisar levantar bandeiras, e nos faz lembrar que cada escolha, por menor que pareça, pode transformar vidas.

E para quem perder a exibição na televisão, há uma boa notícia: o longa também está disponível para aluguel no Prime Video, com valores a partir de R$ 6,90. Uma ótima oportunidade para conhecer — ou revisitar — essa obra que emociona por dentro, nos lembrando que os melhores jogos da vida são aqueles em que se joga com o coração.

Mestres da Carpintaria | Exposição na Japan House São Paulo revela a alma da carpintaria japonesa

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O Japão é um país onde a natureza e a tradição caminham lado a lado. Com cerca de 67% de seu território coberto por florestas, segundo dados da Embaixada do Japão no Brasil, o respeito pelas árvores e pelo equilíbrio ambiental faz parte do modo de vida japonês há séculos. É desse elo sagrado entre o homem e a natureza que surge uma das expressões mais refinadas da cultura nipônica: a carpintaria tradicional, arte que transforma madeira em arquitetura sem o uso de pregos ou metais, apenas com precisão, sensibilidade e sabedoria ancestral.

É esse universo de técnica e espiritualidade que inspira a exposição “Imbuídos das forças das florestas do Japão – Mestres da carpintaria: habilidade e espírito”, aberta ao público a partir de 11 de novembro, no térreo da Japan House São Paulo (JHSP). A mostra mergulha na filosofia, na estética e no respeito que os carpinteiros japoneses cultivam pela madeira, apresentando como a harmonia com a natureza pode ser o alicerce para construções duradouras e cheias de significado.

O diálogo entre o homem e a floresta

Com curadoria de Marcelo Nishiyama, diretor associado e curador-chefe do Takenaka Carpentry Tools Museum, em Kobe, a exposição convida o público a compreender o olhar quase espiritual que o Japão dedica às florestas. Antes de iniciar qualquer obra, o carpinteiro pede permissão às divindades das montanhas e observa atentamente cada árvore. A escolha da madeira ideal depende do lugar onde ela cresceu, da velocidade do seu desenvolvimento e até da direção dos ventos que moldaram sua forma.

“Assim como as pessoas, as árvores têm personalidades próprias”, explica o curador. “As que crescem nas montanhas são mais firmes e indicadas para pilares e vigas; já as que nascem nos vales, onde o crescimento é mais rápido, servem melhor aos acabamentos e detalhes decorativos.” Essa observação minuciosa revela a delicada relação entre técnica e espiritualidade que sustenta a carpintaria japonesa — uma arte em que cada corte é guiado por respeito e propósito.

Técnica milenar e filosofia estética

Depois de passar pelas Japan Houses de Londres e Los Angeles, a mostra chega a São Paulo com um diferencial: uma segunda etapa prevista para março de 2026, dedicada à técnica kigumi, que consiste em encaixar peças de madeira perfeitamente entalhadas, dispensando o uso de pregos ou parafusos. Essa tradição milenar, símbolo de engenhosidade e durabilidade, também está presente na própria fachada da Japan House São Paulo, construída com mais de seis toneladas de madeira hinoki (cipreste japonês), material nobre e resistente usado há séculos pelos mestres carpinteiros.

A exposição também apresenta os dois principais estilos desse ofício: os dōmiya daiku, responsáveis por templos e santuários, e os sukiya daiku, especializados em casas de chá — espaços de introspecção e harmonia que expressam o ideal de simplicidade japonesa.

A delicadeza da Casa de Chá

Um dos pontos altos da mostra é a réplica em escala real da Casa de Chá Sa-an, pertencente ao templo Daitoku-ji Gyokurin-in, em Quioto. Erguida originalmente em 1742, a casa reflete o refinamento da carpintaria sukiya, caracterizada pelo uso de bambu e madeiras naturais. No modelo apresentado na JHSP, partes do teto e das paredes foram propositalmente abertas para revelar os encaixes invisíveis que sustentam a estrutura — uma oportunidade rara de observar a beleza interna que normalmente fica oculta.

Cada junta, cada entalhe, cada linha da construção expressa o cuidado e a paciência de quem compreende que a arquitetura é também uma forma de meditação.

Ferramentas que contam histórias

A exposição também exibe 87 ferramentas tradicionais utilizadas pelos mestres da madeira. São instrumentos que carregam séculos de conhecimento e uma filosofia que valoriza o toque humano. Para ampliar a experiência, o público poderá acessar QR Codes que disponibilizam vídeos, imagens e descrições detalhadas sobre o uso de cada ferramenta.

“Queremos que o visitante mergulhe completamente nesse universo”, explica Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JHSP. “A carpintaria japonesa desperta admiração não apenas pela precisão técnica, mas pelo modo como ela expressa valores humanos como respeito, paciência e harmonia.”

Uma floresta no coração de São Paulo

A experiência sensorial é outro dos grandes encantos da mostra. Uma instalação imersiva recria a atmosfera das florestas japonesas, permitindo que os visitantes sintam o perfume de oito tipos de madeira — entre elas hinoki (cipreste japonês), sugi (cedro) e sakura (cerejeira). Sons e aromas se misturam para transportar o público ao interior do Japão, despertando o mesmo sentimento de reverência que inspira os mestres carpinteiros.

Durante a semana de abertura, a JHSP promoverá visitas guiadas, palestras com o curador Marcelo Nishiyama e outras atividades educativas voltadas ao diálogo entre tradição, sustentabilidade e arte.

Acessibilidade e inclusão

Fiel à sua missão de tornar a cultura japonesa acessível a todos, a Japan House São Paulo integra a mostra ao programa JHSP Acessível, que oferece recursos táteis, audiodescrição e vídeos em Libras. Assim, a experiência poderá ser vivida de forma plena por pessoas com diferentes tipos de deficiência, reforçando a importância da inclusão também no campo da arte e do patrimônio cultural.

Bastidores de Anaconda mostram Daniela Melchior em ação e a aterrorizante cobra gigante do filme

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 1º de novembro, os fãs da franquia Anaconda receberam um novo presente: um vídeo dos bastidores que mostra um pouco do dia de filmagem da atriz Daniela Melchior no longa. Embora Daniela seja a estrela das imagens, é a breve, mas impactante, aparição da enorme cobra que dá título ao filme que captura de imediato a atenção de todos. O material mostra como o elenco e a equipe equilibram humor, ação e suspense em um cenário inspirado na Floresta Amazônica, criando um clima ao mesmo tempo divertido e perigoso. Abaixo, veja o vídeo publicado:

Diferente das produções anteriores, este novo Anaconda se apresenta como um meta-reboot: um filme que homenageia o clássico de 1997, mas que ao mesmo tempo brinca com ele. A história acompanha um grupo de amigos que decide refilmar o filme original em meio à Amazônia. A ideia parecia apenas uma aventura nostálgica, até que a famosa cobra gigante se torna uma ameaça real, transformando as gravações em uma mistura de caos, susto e comédia.

O longa conta com um elenco que chama atenção pelo carisma e diversidade. Paul Rudd interpreta Griff, enquanto Jack Black vive Doug, os dois amigos que, motivados por uma crise de meia-idade, decidem embarcar nessa louca aventura cinematográfica. Steve Zahn interpreta Kenny, enquanto Thandiwe Newton dá vida a Claire, ambos complementando o grupo com equilíbrio entre tensão e humor.

Entre as novidades mais celebradas está a presença de Daniela Melchior, que interpreta Ana Almeida. A atriz portuguesa, conhecida por sua atuação em “The Suicide Squad”, traz energia, charme e uma presença marcante em cenas de ação e suspense. Também vale destacar o brasileiro Selton Mello, como Santiago Braga, que conecta o filme à Amazônia de maneira autêntica, reforçando a sensação de local real e valorizando a cultura brasileira dentro da narrativa.

A trama, mesmo sendo cômica em muitos momentos, coloca os personagens em situações de verdadeiro perigo. A anaconda gigante, cuidadosamente criada com efeitos visuais realistas, surge como antagonista de proporções épicas, transformando momentos que seriam apenas divertidos em cenas cheias de tensão e adrenalina.

Comédia, terror e ação: a fórmula do reboot

O grande diferencial deste novo longa-metragem está na mistura de gêneros. Enquanto o longa original de 1997 focava mais em suspense e aventura, a versão de 2025 aposta na comédia de situações e nos momentos de terror para criar uma experiência única. O timing cômico de Jack Black e a sutileza dramática de Paul Rudd prometem cenas hilárias, mesmo em meio a confrontos com a gigantesca serpente.

Essa combinação permite que o filme dialogue tanto com o público que cresceu assistindo ao clássico, quanto com uma nova geração de espectadores que buscam entretenimento leve, mas cheio de emoção. A presença de atores de diferentes nacionalidades também reforça essa ideia, mostrando que a Amazônia, apesar de ser um cenário desafiador, pode se tornar o palco de histórias globais que valorizam diversidade e cultura.

Um filme para fãs antigos e novos

Para quem cresceu assistindo ao clássico de 1997, o novo filme promete resgatar a nostalgia, ao mesmo tempo em que entrega novas surpresas. Para os espectadores que descobrem a franquia agora, o longa oferece uma narrativa envolvente, cheia de humor e adrenalina, com personagens carismáticos e situações imprevisíveis. A cobra gigante, fiel ao espírito da série, permanece como o elemento central, trazendo suspense e emoção em doses equilibradas.

Cinesystem lança combo exclusivo de Jurassic World: Recomeço com copo personalizado

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Com a estreia de Jurassic World: Recomeço, a rede Cinesystem apresenta um combo exclusivo para os fãs da saga. A novidade inclui uma pipoca grande, refrigerante de 700ml e um copo personalizado de 960ml, estampado com imagens oficiais do novo longa. O item colecionável está disponível por tempo limitado nas bombonieres da rede, enquanto durarem os estoques.

O copo traz artes que remetem aos principais elementos do filme, incluindo as criaturas pré-históricas que são marca registrada da franquia. A ação promocional visa agregar valor à ida ao cinema, ampliando a experiência do público com um produto exclusivo.

Nova fase da franquia

Jurassic World: Recomeço marca uma nova etapa na narrativa da série. Passados cinco anos desde os eventos de Jurassic World: Domínio, os dinossauros sobreviventes agora vivem confinados em zonas equatoriais, onde o ambiente climático se assemelha ao de eras passadas.

Neste cenário, uma equipe embarca em uma missão arriscada: obter amostras de DNA de três das maiores criaturas que já habitaram a Terra, o mar e o céu. O objetivo é desenvolver um medicamento com potencial para salvar milhares de vidas humanas. A tarefa, no entanto, exige atravessar territórios hostis, onde os limites da ciência são constantemente testados diante da força bruta da natureza.

Com a ação promocional, a Cinesystem reforça seu compromisso em oferecer ao público um produto diferenciado, que complementa a programação dos lançamentos mais aguardados do ano. Algumas unidades contarão ainda com ambientações especiais para destacar o universo do filme, como decorações temáticas e ativações no espaço do cinema.

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