Sobrenatural | Trailer de novo capítulo revela terror com viagem ao Além e ameaça que atravessa o mundo dos mortos

O universo de Sobrenatural está de volta aos holofotes com um novo capítulo que promete levar o terror psicológico da saga para um nível ainda mais intenso. A Sony Pictures revelou o trailer oficial de Agora Entre Nós durante seu painel na CinemaCon, apresentando uma nova história ambientada dentro da mitologia da franquia.

O material mostrou pela primeira vez a nova protagonista da trama, que agora assume o centro do terror envolvendo o chamado “Além”, o reino espiritual que já faz parte da construção narrativa da série desde o primeiro filme. Abaixo, confira o vídeo oficial:

Uma nova protagonista presa entre dois mundos

A história acompanha Gemma, interpretada por Amelia Eve, uma jovem mãe que vive com a filha na casa onde cresceu. O que começa como um retorno emocional ao passado rapidamente se transforma em pesadelo quando ela descobre que tem a capacidade de atravessar para o Além, uma dimensão habitada por almas perdidas dentro do universo de Sobrenatural.

O conceito já conhecido pelos fãs ganha uma nova camada: além de entrar nesse plano espiritual, Gemma descobre que também consegue trazer entidades de volta para o mundo real. Essa habilidade muda completamente o equilíbrio entre os dois lados e acaba atraindo forças que começam a persegui-la.

Segundo a sinopse revelada no evento, quando entidades malignas percebem esse poder, o mundo real se transforma em um campo aberto para manifestações cada vez mais perigosas.

Terror psicológico com nova direção

A direção deste novo capítulo da franquia Sobrenatural fica por conta de Jacob Chase, conhecido pelo filme Vem Brincar. A escolha indica uma tentativa de renovar o estilo da saga, mantendo o terror sobrenatural como base, mas explorando novas formas de suspense e tensão.

A franquia, iniciada por James Wan e Leigh Whannell em 2010, se consolidou como uma das mais reconhecidas do terror moderno, combinando sustos clássicos com uma mitologia própria sobre o mundo espiritual.

A origem da franquia Sobrenatural

O primeiro filme chegou aos cinemas em 2010, dirigido por James Wan e escrito por Leigh Whannell. O longa apresentou ao público a história da família Lambert, que passa a enfrentar eventos sobrenaturais quando um dos filhos entra em coma inexplicável.

Com orçamento baixo e grande retorno nas bilheterias, o filme rapidamente se tornou um sucesso, arrecadando mais de 100 milhões de dólares no mundo todo e dando início a uma franquia que se expandiu ao longo dos anos com novas histórias e personagens.

O que esperar de Agora Entre Nós

Agora, com Agora Entre Nós, a ideia do universo de Sobrenatual parece ser ir ainda mais longe no conceito do Além. A grande sacada do filme está justamente nessa quebra de regra: não é só visitar o outro lado, é trazer algo de lá para cá. E isso muda tudo.

Com estreia prevista para 2026, o longa chega com a promessa de manter o clima de tensão constante, daqueles que não dependem só de susto fácil, mas também de uma sensação crescente de que algo muito errado está prestes a acontecer.

Resumo da novela A Nobreza do Amor de hoje (14/04) – Reencontro de Omar com Soliman termina em tragédia com morte do Paxá

No capítulo da novela A Nobreza do Amor de hoje, 14 de abril, Lúcia, que também é chamada de Alika, conta a Tonho que Salma tem sentimentos por ele. Diante disso, Tonho questiona por que ela insiste em não revelar seu segredo. Enquanto isso, Fátima consola Salma, que tenta lidar com a situação. Omar pergunta pelo pai, e Dumi avisa a Soliman que o filho finalmente despertou. Em outro núcleo, Casemiro e Ana Maria repreendem Graça por ter furtado dinheiro para tentar subornar Botelho. Já Mirinho afirma a Manoel que não deixará Lúcia/Alika se aproximar de Tonho.

Lúcia/Alika conversa com Salma e explica por que não pode ficar com Tonho. As duas reforçam a amizade entre elas. Mirinho tenta se desculpar com Lúcia/Alika, mas José intervém na situação. Dumi percebe que Soliman não está bem, mas ainda assim promove o reencontro entre pai e filho. Omar e Soliman conseguem se ver com a ajuda dele, mas o momento é interrompido quando um soldado informa a Dumi que Soliman morreu logo depois do encontro.

Próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor

Alika afirma que irá se vingar de Jendal e limpar o nome de Cayman. Enquanto isso, Adalgisa e Mirinho conseguem despistar Virgínia. Omar desperta chamando por Alika, o que deixa Jendal profundamente irritado. Em outro momento, Adalgisa se aproxima de Mirinho com intenções de seduzi-lo.

Maria Helena recorre a Dôra pedindo ajuda para intervir junto a Bartô na questão da reconstrução da escola. Onildo passa a desconfiar de Vera. Paralelamente, Alika e Niara cogitam viajar ao Rio de Janeiro em busca de apoio para a causa em Batanga. Na estação de trem, Virgínia encontra Lúcia, que na verdade é Alika, e se irrita ao descobrir que viajará no mesmo trem que ela. Mirinho provoca Tonho, enquanto Alika garante à família que só retornará a Barro Preto após conversar com Nilo Peçanha.

Chinua informa a Omar que Alika e Niara estão em segurança, mas orienta o rapaz a fingir para Jendal que ainda permanece desacordado. Virgínia e Marta aprovam o vestido de noiva de Adalgisa, e Mirinho marca um encontro com ela. Eugênia passa mal ao ficar presa no elevador e é ajudada por Lúcia/Alika. Em seguida, Mirinho se declara, tenta beijá-la e acaba sendo rejeitado com agressividade. Tonho passa a acreditar que Alika está envolvida com outro homem.

Lúcia/Alika e sua família chegam para um jantar com Eugênia e Eustáquio, causando desconforto em Virgínia e Marta. Ladisa afirma a Akin que jamais esquecerá que Dumi tentou contra seu marido. Jendal sugere aos ingleses que precisa casar sua filha, e Mr. Campbell indica Mr. Jones como pretendente de Kênia. Eustáquio elogia a habilidade de negócios de Alika. Niara percebe que Alika demonstra ciúmes de Tonho.

Homem-Aranha: Além do Aranhaverso | Sony mostra cenas inéditas na CinemaCon e aumenta hype do filme

O terceiro capítulo da saga de Miles Morales está cada vez mais próximo de ganhar forma final. Spider-Man: Beyond the Spider-Verse, conhecido no Brasil como Homem-Aranha: Além do Aranhaverso, teve novas imagens e cenas inéditas exibidas durante o painel da Sony Pictures na CinemaCon, deixando fãs ainda mais animados com o desfecho da trilogia. Segundo relatos do evento, a Sony também exibiu a sequência de abertura do filme, mas o material não foi divulgado online.

O que foi mostrado na CinemaCon?

As imagens apresentadas de Spider-Man: Beyond the Spider-Verse reforçam que o longa vai manter o estilo visual extremamente dinâmico que marcou os filmes anteriores. A sequência exibida teria servido como uma espécie de “retomada direta” dos eventos de Across the Spider-Verse, deixando claro que o clima agora é de conclusão definitiva.

A conclusão da trilogia de Miles Morales

Spider-Man: Beyond the Spider-Verse encerra a história iniciada em Into the Spider-Verse e expandida em Across the Spider-Verse, acompanhando a jornada de Miles Morales no multiverso.

A produção é da Sony Pictures Animation em parceria com a Marvel Entertainment, mantendo o foco no Aranhaverso, um conceito que reúne diferentes versões do Homem-Aranha em realidades alternativas. O filme continua explorando esse caos interdimensional enquanto Miles tenta entender seu próprio papel dentro desse universo expandido.

Quem está por trás da animação

A direção de Spider-Man: Beyond the Spider-Verse fica por conta de Joaquim Dos Santos, Kemp Powers e Justin K. Thompson, trio que já esteve envolvido diretamente na construção estética e narrativa do Aranhaverso.

A produção mantém o padrão visual que virou marca registrada da franquia, com mistura de estilos de animação, cores vibrantes e um ritmo que simula histórias em quadrinhos em movimento.

Quem volta para o elenco de vozes

O filme traz de volta nomes importantes do elenco original. Shameik Moore retorna como Miles Morales, enquanto Hailee Steinfeld reprisa o papel de Gwen Stacy.

Jason Schwartzman também retorna como o vilão O Mancha, um dos antagonistas centrais da trilogia. Já Karan Soni volta como Pavitr Prabhakar, versão alternativa do Homem-Aranha conhecido como Homem-Aranha Índia.

Além disso, Jharrel Jerome reprisa sua participação como uma versão alternativa de Miles Morales, ampliando ainda mais o peso do multiverso na história.

Produção marcada por adiamentos e expectativa alta

O caminho de Spider-Man: Beyond the Spider-Verse até aqui não foi simples. O projeto passou por adiamentos e ajustes de cronograma, principalmente após a greve da SAG-AFTRA em 2023, que impactou diretamente a gravação de vozes.

Originalmente previsto para chegar antes, o filme acabou sendo reorganizado dentro do calendário da Sony e agora tem estreia marcada para 25 de junho de 2027 nos Estados Unidos.

The Boys | Qual personagem pode morrer na reta final da quinta temporada?

A quinta temporada de The Boys já está em exibição no Prime Video e deixou claro logo de início que essa fase final não vai seguir o mesmo ritmo das anteriores. A série, que começou em 2019, agora entra em sua reta de encerramento com um tom mais pesado, mais direto e com aquela sensação constante de que qualquer personagem pode estar com os dias contados.

Desde os primeiros episódios, o público já percebeu que o roteiro não está economizando impacto. Situações importantes acontecem cedo, mudanças de rumo são mais bruscas e algumas decisões narrativas dão a entender que a história está acelerando para chegar ao desfecho.

Quem pode morrer?

É a pergunta que tomou conta das discussões entre os fãs. E não é à toa. Em The Boys, a ideia de segurança nunca foi uma certeza, mas agora, com a temporada final em andamento, isso ficou ainda mais evidente.

Entre os nomes mais comentados está Marvin T. Milk, o Leitinho, interpretado por Laz Alonso. O personagem sempre teve um papel importante dentro do grupo dos Rapazes, funcionando como uma espécie de equilíbrio moral e estratégico dentro das missões. As informações são do Observátorio do Cinema.

O que chama atenção nesta temporada é que o arco dele começa a ganhar sinais de encerramento. A resolução de conflitos antigos, como o embate com Love Sausage, passou para muita gente aquela sensação de “capítulo final”. Não é uma confirmação de saída, mas dentro da lógica da série, isso acende o alerta dos fãs.

Por que ninguém está seguro?

O grande diferencial da série sempre foi a imprevisibilidade. A produção, baseada nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, construiu uma narrativa onde poder não significa proteção e protagonismo não garante sobrevivência.

Isso significa que até personagens centrais podem sair da história de forma repentina. Ao longo das temporadas, isso já aconteceu mais de uma vez, o que reforça a sensação de risco constante.

No núcleo principal, nomes como Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr e Erin Moriarty seguem no centro da narrativa, mas isso não impede que a série trabalhe com a ideia de que qualquer um pode ser atingido pelo caos.

O que muda na temporada final?

O fato de ser a última temporada de The Boys muda completamente o clima da história. Agora não existe mais a preocupação em manter personagens para o futuro. Tudo está sendo conduzido para um encerramento definitivo.

Isso faz com que cada cena tenha um peso diferente. Conversas mais emocionais, decisões arriscadas e até pequenos detalhes passam a ser interpretados como possíveis sinais de despedida.

Além disso, o conflito entre Billy Butcher e Capitão Pátria segue como o eixo central da trama. Dois personagens extremamente instáveis, interpretados por Karl Urban e Antony Starr, caminham para um confronto final que deve impactar todos ao redor.

Leitinho está em risco?

Dentro desse cenário, o nome de Marvin T. Milk volta a ganhar destaque. O personagem sempre foi um dos pilares do grupo, mas nesta temporada começa a ter arcos que soam mais conclusivos.

A resolução do conflito com Love Sausage é um dos pontos mais comentados. Para parte do público, isso funciona como um fechamento simbólico de trajetória, algo que a série já utilizou antes com outros personagens que depois tiveram destinos importantes ou trágicos.

Ainda assim, nada está confirmado. E em The Boys, essa incerteza é exatamente o que mantém tudo imprevisível.

Por que o final pode ser o mais brutal?

Como essa é a temporada que encerra a série, a tendência natural é que a história elimine pontas soltas. Isso inclui não só vilões, mas também personagens queridos pelo público.

A lógica da narrativa indica que ninguém está totalmente protegido. E quanto mais próximo do fim, maior a chance de decisões difíceis e despedidas inesperadas.

O peso do confronto final

O embate entre Billy Butcher e Capitão Pátria é o coração da temporada. Butcher, interpretado por Karl Urban, sempre foi movido por vingança. Já Capitão Pátria, vivido por Antony Starr, representa o extremo oposto da moralidade.

Quando esses dois finalmente colidem de forma definitiva, é esperado que o impacto vá além deles. E isso coloca todos os personagens próximos em situação de risco.

Ataque Brutal | Filme de sobrevivência da Netflix com tubarões tem inspiração em fatos reais?

O filme Ataque Brutal chega chamando atenção justamente por misturar duas coisas que, juntas, dão aquele desconforto bom de assistir: desastre climático e ataque de tubarões no meio de uma cidade completamente alagada. A direção é de Tommy Wirkola (Sangue e Neve, Hansel & Gretel: Caçadores de Bruxas, Dead Snow) e a produção leva a assinatura de Adam McKay (A Grande Aposta, Não Olhe Para Cima, Succession), o que já entrega que não é um filme qualquer de criatura.

E mesmo que a premissa pareça exagerada à primeira vista, a conversa em torno do filme acabou ficando mais séria por um motivo específico: até que ponto essa história pode ter alguma conexão, ainda que indireta, com o mundo real.

É nesse ponto que entra uma curiosidade interessante. Tubarões como o cabeça-chata, conhecidos por se adaptarem bem a águas turvas e ambientes menos previsíveis, tendem a se aproximar mais de áreas costeiras durante eventos extremos como enchentes. Adam McKay chegou a citar relatos reais de ataques em sequência em períodos de inundação, o que ajuda a dar um certo “pé no chão” à história, mesmo o filme sendo totalmente fictício.

Um furacão que vira caos total em Annieville

Na história, tudo acontece na cidade costeira de Annieville, que é atingida por um furacão de categoria 5 chamado Henry. E aqui não tem aquela destruição distante não, é caos em nível de rua mesmo: casas inundadas, ruas virando correnteza e a cidade simplesmente perdendo o controle.

No meio disso, a água invade áreas contaminadas e cria um cenário ainda mais perigoso, já que tubarões começam a circular livremente pela cidade alagada. É aquele tipo de situação em que o perigo não está só na tempestade, mas em tudo que vem depois dela.

Entre os personagens, temos Dakota, uma jovem que sofre de agorafobia e já está emocionalmente abalada pela morte recente da mãe, ficando presa dentro de casa sem conseguir sair. Também temos Lisa, que está grávida e acaba ficando encurralada pela enchente bem no momento em que mais precisava evacuar.

Sobreviver aqui não é só fugir da água

O filme não fica só no “tubarão atacando pessoas”, ele tenta construir um clima de tensão constante entre quem está tentando sobreviver. À medida que a água sobe, os personagens precisam tomar decisões bem difíceis, muitas vezes sem tempo para pensar.

O interessante é que o perigo vem de todos os lados: da enchente, dos tubarões e até das relações entre as pessoas, que começam a se desgastar em meio ao desespero. É aquele tipo de situação limite em que ninguém reage de forma perfeita, todo mundo só tenta sair vivo.

Do set na Austrália até a tela da Netflix

A produção foi anunciada pela Sony Pictures em 2024 e começou a ser filmada em Melbourne no mesmo ano. Depois de algumas mudanças de planejamento, o filme acabou indo para a Netflix, o que garantiu o lançamento direto no streaming.

Além da direção de Tommy Wirkola, o projeto também tem fotografia de Matthew Weston (The Babysitter, Freaks, Afterlife of the Party), reforçando o visual mais caótico e imersivo da história.

No elenco, nomes como Phoebe Dynevor (Bridgerton, Fair Play, The Colour Room), Whitney Peak (Gossip Girl, Chilling Adventures of Sabrina, Hocus Pocus 2) e Djimon Hounsou (Gladiador, Blood Diamond, Guardiões da Galáxia) ajudam a dar peso emocional ao desastre.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita | Novo cartaz e trailer revelam retorno ao universo de Panem em prequela aguardada da franquia

A Paris Filmes revelou um novo cartaz e o primeiro trailer completo de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, reforçando o retorno do público ao universo distópico de Panem. O longa tem estreia marcada para 19 de novembro de 2026 nos cinemas brasileiros, enquanto nos Estados Unidos chega um dia depois, em 20 de novembro, via Lionsgate.

Dirigido por Francis Lawrence (Em Chamas, A Esperança – Parte 1 e 2, Constantine), o filme adapta o novo livro de Suzanne Collins (Jogos Vorazes, Em Chamas, A Esperança), lançado em 2025, e expande ainda mais a linha do tempo da franquia. O roteiro é assinado por Billy Ray (Capitão Phillips, Jogos Vorazes, A Hora Mais Escura), responsável por trazer a história para as telas com foco em política, poder e origem dos Jogos.

O novo trailer destaca um tom mais político e sombrio, reforçando o lado institucional dos Jogos Vorazes e a forma como eles moldam a sociedade de Panem. As imagens sugerem uma narrativa focada em poder, manipulação e nas origens das figuras que mais tarde se tornariam conhecidas dentro da franquia. Abaixo, confira o vídeo:

O retorno ao passado de Panem

A nova produção funciona como uma prequela de Jogos Vorazes e também como continuação independente de Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, sendo o sexto capítulo da franquia nos cinemas. A trama mergulha em um período anterior à história de Katniss Everdeen, explorando como os Jogos Vorazes se consolidaram como ferramenta de controle da Capital e parte central da sociedade de Panem.

Quem são os novos rostos de Panem

O elenco reúne uma combinação de nomes já conhecidos e novos talentos em ascensão. Entre os principais estão Joseph Zada como Haymitch Abernathy (participações em produções como Total Control, Bilched), Whitney Peak como Lenore Dove Baird (Chilling Adventures of Sabrina, Gossip Girl, Hocus Pocus 2), Mckenna Grace como Maysilee Donner (Ghostbusters: Mais Além, Annabelle 3: De Volta para Casa, Captain Marvel), Jesse Plemons como Plutarch Heavensbee (Ataque dos Cães, Breaking Bad, Black Mirror), Kelvin Harrison Jr. como Beetee Latier (O Ódio que Você Semeia, Luce, Elvis), Maya Hawke como Wiress (Stranger Things, Era Uma Vez em… Hollywood, Do Revenge) e Lili Taylor como Mags (The Conjuring, Six Feet Under, American Crime).

O filme ainda conta com participações de Ben Wang (Karate Kid: Legends, American Born Chinese, Chang Can Dunk), Ralph Fiennes (Conclave, Harry Potter, A Lista de Schindler), Elle Fanning (The Great, Malévola, Predadores Assassinos) e Kieran Culkin (Succession, A Verdadeira Dor, Scott Pilgrim Contra o Mundo), reforçando o peso do elenco.

Bastidores e construção do novo capítulo

O projeto foi oficialmente anunciado em junho de 2024, junto com a confirmação do livro de Suzanne Collins, já indicando a expansão planejada do universo cinematográfico. Francis Lawrence retornou rapidamente à direção, garantindo continuidade estética e narrativa dentro da franquia.

Entre abril e maio de 2025, o elenco começou a ser revelado gradualmente, aumentando a expectativa dos fãs com uma mistura de rostos conhecidos e novos nomes de destaque em Hollywood. Essa estratégia ajudou a manter o interesse constante do público durante o desenvolvimento da produção.

The Beloved | Teaser do novo filme de Rodrigo Sorogoyen mostra drama familiar intenso com Javier Bardem e Victoria Luengo

O primeiro teaser de The Beloved foi divulgado nesta segunda-feira, 13 de abril, apresentando ao público o novo trabalho do diretor espanhol Rodrigo Sorogoyen (As Bestas, El Reino, Madre). O longa já nasce cercado de expectativa e prestígio, após ser selecionado para a competição oficial da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2026, que acontece entre 12 e 23 de maio de 2026, um dos espaços mais disputados do cinema mundial.

Estrelado por Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez, Skyfall, Mar Adentro) e Victoria Luengo (Antidisturbios, La Mesías, Riot Police), o filme se apresenta como um drama familiar carregado de tensão emocional, em que passado, carreira e relações pessoais se misturam de forma quase inevitável. A história gira em torno de Esteban Martínez (Bardem), um cineasta renomado, mas marcado por um histórico de excessos, comportamentos autodestrutivos e uma vida pessoal cheia de rupturas.

Ao seu lado está Emilia (Luengo), sua filha e também atriz, que construiu a própria trajetória longe da sombra do pai e do peso de sua fama. O ponto central da narrativa acontece quando Esteban decide convidá-la para atuar em seu novo projeto cinematográfico, um drama de amor que será rodado nas Ilhas Canárias. O convite, que à primeira vista parece apenas profissional, rapidamente se transforma em um gatilho emocional que obriga os dois a revisitar anos de silêncio, distância e feridas que nunca foram resolvidas.

Um set de filmagem que vira campo de confronto emocional

Mais do que um simples reencontro familiar, The Beloved constrói sua narrativa dentro de outra narrativa. O filme acompanha não apenas a relação entre pai e filha, mas também a produção de um longa fictício chamado Desierto, que está sendo filmado dentro da própria história. Essa camada adicional cria um jogo de espelhos entre ficção e realidade, onde as emoções dos personagens acabam contaminando o set de filmagem e vice-versa.

A trama dentro da trama se passa no Saara Ocidental da década de 1930, ampliando ainda mais o alcance simbólico do projeto. Enquanto a equipe tenta concluir o filme, os conflitos pessoais de Esteban e Emilia começam a interferir diretamente no processo criativo, transformando o set em um espaço de tensão constante, onde arte e vida pessoal deixam de ser separadas.

Elenco reúne nomes fortes do cinema europeu

Além de Bardem e Luengo, o elenco conta com uma seleção de nomes de peso do cinema europeu. Entre eles estão Raúl Arévalo (La Isla Mínima, El Buen Patrón, Cien Años de Perdón), Marina Foïs (As Bestas, Polisse, Une Nuit), Raúl Prieto (Antidisturbios, El Reino, La Casa de Papel), Melina Matthews (La Casa de Papel, The Head, Matadero) e Núria Prims (Isabel, El Inocente, El Bosc), reforçando o caráter internacional da produção.

O roteiro é assinado por Sorogoyen em parceria com Isabel Peña (As Bestas, El Reino, Madre), sua colaboradora de longa data, conhecida por construir personagens complexos e narrativas densas, sempre focadas em relações humanas e conflitos morais.

Bastidores e construção do filme

As filmagens de The Beloved aconteceram ao longo de dez semanas, com locações principais em Fuerteventura e Madri. A escolha dos cenários não é aleatória: enquanto as Ilhas Canárias trazem uma sensação de isolamento e amplitude emocional, Madri reforça o peso urbano e psicológico da história.

A equipe técnica também reúne nomes frequentes na filmografia de Sorogoyen. A direção de fotografia fica a cargo de Álex de Pablo (As Bestas, Madre, El Reino), que aposta em uma estética mais intimista e contrastada, enquanto a montagem é assinada por Alberto del Campo (As Bestas, El Reino, Madre), conhecido por construir ritmo emocional preciso nas obras do diretor. A trilha sonora é composta por Olivier Arson (As Bestas, El Reino, Antidisturbios), reforçando a identidade sonora já consolidada da parceria.

Caminho até Cannes e lançamento internacional

O projeto foi inicialmente apresentado em 2024 sob o título El ser querido, quando ainda estava em fase de desenvolvimento pela Movistar Plus+. Na ocasião, Sorogoyen descreveu o filme como uma tentativa de sair da própria zona de conforto, sem revelar elenco ou detalhes da história.

Em 2025, durante o Festival de San Sebastián, o próprio Javier Bardem confirmou sua participação no projeto, seguido pela revelação oficial de Victoria Luengo como protagonista feminina. Pouco depois, o restante do elenco foi anunciado, consolidando o filme como uma das produções europeias mais ambiciosas do período.

A estreia mundial de The Beloved acontecerá no Festival de Cannes 2026, onde concorre à Palma de Ouro. Após o festival, o longa será lançado nos cinemas da Espanha em 28 de agosto de 2026 pela A Contracorriente Films, com distribuição internacional da Goodfellas e posterior chegada ao streaming pela Movistar Plus+.

Colony | Novo filme do diretor de Invasão Zumbi ganha trailer e mostra começo angustiante de um apocalipse

O diretor sul-coreano Yeon Sang-ho (Invasão Zumbi, Peninsula, Hellbound) está de volta ao gênero que o consagrou, mas com uma proposta que parece ainda mais sufocante. O primeiro trailer de Colony foi divulgado e já deixa claro que o filme não pretende apenas repetir fórmulas, mas explorar o início do caos de forma mais direta e intensa.

Diferente de muitas histórias de zumbis que começam quando tudo já está perdido, aqui o foco está justamente no começo. A narrativa acompanha o momento em que um vírus desconhecido começa a se espalhar, transformando um ambiente comum em um espaço de desespero crescente. A sensação é de que tudo sai do controle rápido demais, sem tempo para reação.

Qual é a história de Colony?

No centro da trama está Jun Ji-hyun (Polaris: Conspiração Política, My Love from the Star, Kingdom: Ashin of the North), que interpreta uma professora de biotecnologia. Ela está participando de uma conferência quando o evento é interrompido por um surto misterioso que começa dentro do próprio prédio.

O que parecia um espaço seguro se transforma em uma armadilha. As autoridades isolam o local rapidamente, criando uma zona de quarentena que prende todos lá dentro. A partir daí, o filme mergulha em uma dinâmica de sobrevivência onde o perigo não está apenas nos infectados, mas também no comportamento das pessoas diante do medo.

O vírus, ao que tudo indica, não segue um padrão comum. Os infectados sofrem mutações rápidas, o que torna cada situação imprevisível. Isso aumenta a tensão e impede qualquer sensação de controle, já que ninguém sabe exatamente o que esperar a seguir.

Quem faz parte do elenco?

Além de Jun Ji-hyun, o elenco reúne nomes conhecidos que ajudam a dar peso emocional à história. Ji Chang-wook (O Manipulado, Healer, The K2), Koo Kyo-hwan (D.P.: Dog Day, Escape from Mogadishu, Peninsula) e Shin Hyun-been (Hospital Playlist, Reflection of You, Confession) estão entre os sobreviventes presos no local.

O time ainda conta com Kim Shin-rok (Gostinho de Amor, Hellbound, Reborn Rich) e Go Soo (Oficial da Condicional Lee, The Front Line, Missing: The Other Side), formando um grupo que deve explorar diferentes reações humanas diante da crise.

A proposta parece ir além da ação. O filme busca trabalhar as relações entre os personagens, mostrando como o medo, a desconfiança e o instinto de sobrevivência podem transformar qualquer convivência em algo instável.

Bastidores e produção

Produzido pela Showbox, Colony foi filmado entre março e junho de 2025, em locações na região de Dangjin, na Coreia do Sul. A escolha por ambientes mais fechados reforça o tom claustrofóbico que o trailer já indica.

Outro ponto interessante está na construção dos infectados. A equipe de coreografia, que já trabalhou com Yeon Sang-ho em projetos anteriores, buscou criar movimentos menos previsíveis e mais desconfortáveis de assistir. A ideia é fugir daquele padrão mais “mecânico” dos zumbis tradicionais e trazer algo que cause estranhamento constante.

O que esperar do filme?

Depois do impacto de Invasão Zumbi, Yeon Sang-ho parece interessado em explorar um outro tipo de tensão. Em vez de grandes deslocamentos e cenários abertos, Colony aposta no confinamento, no medo constante e na sensação de que não existe saída fácil.

A combinação entre um vírus imprevisível, personagens presos em um único espaço e relações sendo colocadas à prova cria um terreno perfeito para uma narrativa mais intensa e emocional. Não se trata apenas de sobreviver, mas de lidar com tudo o que vem junto com essa luta.

Demolidor: Renascido | Nova imagem publicada por Mike Colter reúne heróis e reforça retorno dos Defensores na 3ª temporada

Uma foto de bastidores publicada por Mike Colter (Luke Cage, Evil, The Good Wife) acabou virando assunto entre fãs da Marvel. Na imagem, ele aparece ao lado de Finn Jones (Punho de Ferro, Game of Thrones, Dickinson) e Krysten Ritter (Jessica Jones, Breaking Bad, Don’t Trust the B—- in Apartment 23) após gravações da terceira temporada de Demolidor: Renascido.

O registro mostra o trio dentro de um carro, em um momento aparentemente tranquilo depois das filmagens. Mas o detalhe que mais chamou atenção foi o uso de capas por Colter e Jones, provavelmente para esconder figurinos e evitar vazamentos. Mesmo com esse cuidado, imagens dos bastidores já haviam aparecido online, o que aumenta ainda mais a suspeita de que os personagens estão realmente de volta.

Reencontro que pode ir além da nostalgia

Ver esses três nomes juntos novamente não é algo pequeno. Eles fizeram parte de uma fase marcante da Marvel na TV, quando as histórias tinham um tom mais urbano, direto e com menos interferência do universo cinematográfico.

Agora, tudo indica que esse reencontro pode ter um propósito maior. A imagem surge justamente em um momento em que a Marvel parece mais aberta a resgatar personagens antigos e dar continuidade a histórias que ficaram em aberto.

E não é só teoria de fã. A terceira temporada de Demolidor: Renascido já está confirmada e tem estreia prevista para março de 2027 no Disney+. A nova fase promete seguir um ritmo anual e trazer um “novo capítulo” para a história, com mudanças de tom e foco maior na expansão desse núcleo urbano.

O que é Demolidor: Renascido?

Criada por Dario Scardapane (The Punisher, Jack Ryan, Without a Trace), ao lado de Christopher Ord (Covert Affairs, Containment, The Enemy Within) e Matthew Corman (Covert Affairs, Containment, The Brave), a série funciona como uma continuação direta de Demolidor.

A produção mantém o clima mais sério e pé no chão que marcou a fase anterior, mas agora totalmente integrada ao Universo Cinematográfico Marvel. A ideia é expandir esse lado mais “de rua” da Marvel, com histórias mais focadas em crime, política e vigilantes.

Quem está no elenco principal?

O coração da série continua sendo Charlie Cox (Demolidor, She-Hulk, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa), que retorna como Matt Murdock. Ao lado dele, Vincent D’Onofrio (Demolidor, Gavião Arqueiro, Full Metal Jacket) segue como Wilson Fisk, agora em uma posição ainda mais poderosa.

Também retornam Deborah Ann Woll (True Blood, Demolidor, Escape Room) e Elden Henson (Jogos Vorazes, Demolidor, O Efeito Borboleta), reforçando a ligação direta com a série original. Outro nome importante é Jon Bernthal (The Punisher, The Walking Dead, Corações de Ferro), que volta como Justiceiro e segue sendo peça-chave nesse universo.

Mudanças nos bastidores e nova direção

A série passou por ajustes importantes antes de encontrar seu formato atual. Inicialmente pensada com episódios mais independentes, a produção foi reformulada pela Marvel Studios para seguir uma narrativa mais contínua e conectada.

Essa mudança aproximou ainda mais Demolidor: Renascido do tom da série original, algo que muitos fãs pediam. O resultado é uma história mais densa, com conflitos que se desenvolvem ao longo dos episódios e personagens com mais espaço para evolução.

O que esperar da 3ª temporada?

Com a confirmação da nova temporada, as expectativas aumentam. A ideia é que a série avance para um novo momento da história, com mudanças no tom e uma ampliação do universo.

E é justamente aí que entra o detalhe mais interessante. A terceira temporada deve apostar no retorno de outros heróis urbanos, como Luke Cage e Punho de Ferro. A imagem divulgada por Mike Colter, nesse contexto, deixa de parecer coincidência e passa a soar como um indicativo claro do que está sendo preparado.

Se isso se confirmar, existe a possibilidade de vermos novamente uma dinâmica parecida com a dos Defensores, mas agora dentro de um cenário maior e mais integrado ao MCU.

Deadly Class vai ter 2ª temporada? Entenda por que a série foi cancelada e se ainda vale a pena assistir

Foto: Reprodução/ Internet

Se você terminou Deadly Class com aquela sensação de que a história ainda tinha muita coisa para acontecer, isso não é impressão. A série realmente foi encerrada cedo e não terá uma segunda temporada. Exibida originalmente pelo Syfy em 2019, ela acabou ficando pelo caminho mesmo com uma base de fãs fiel e bastante engajada.

O cancelamento não veio por falta de identidade ou de proposta. Pelo contrário. Deadly Class tinha estilo, tinha personalidade e sabia exatamente o tipo de história que queria contar. O problema foi outro, mais comum do que parece na indústria, e que muitas vezes pesa mais do que a qualidade em si.

Por que a série foi cancelada?

A resposta passa, principalmente, pelo dinheiro. A série era uma coprodução com a Sony Pictures Television, o que tornava tudo mais caro e, ao mesmo tempo, mais complicado de manter. Como o Syfy não tinha controle total sobre o projeto, a conta precisava fechar de um jeito mais rígido.

Isso significa que a audiência precisava ser alta o suficiente para justificar o investimento. E aí entra o ponto decisivo. Mesmo com elogios ao visual, às atuações e à proposta, os números não acompanharam o que o canal esperava. Quando isso acontece, a decisão costuma ser rápida.

Não foi exatamente falta de público, mas sim falta de volume. A série encontrou quem gostasse dela, mas não conseguiu alcançar gente suficiente para se sustentar. E, nesse tipo de produção, isso faz toda a diferença.

Sobre o que era a série?

Baseada nos quadrinhos de Rick Remender (Black Science, Tokyo Ghost, Uncanny X-Force) e Wesley Craig (Deadly Class, Batman, Grayson), publicados pela Image Comics, a série se passa no final dos anos 1980, mas não fica presa só à estética da época.

A história acompanha Marcus, um jovem sem rumo, cheio de raiva e completamente deslocado, que acaba sendo recrutado para a King’s Dominion. À primeira vista, parece uma escola como qualquer outra. Só que ali os alunos não estão aprendendo matérias comuns. Eles estão sendo treinados para se tornarem assassinos.

O grande conflito não está só nas missões ou na violência, mas dentro do próprio Marcus. Ele tenta sobreviver naquele ambiente brutal sem perder totalmente quem ele é. E isso, aos poucos, vai ficando cada vez mais difícil.

A série mistura ação com um drama bem mais íntimo, falando sobre identidade, pertencimento e escolhas que cobram um preço alto. Tudo isso com uma estética carregada de personalidade e uma trilha sonora que ajuda a construir o clima.

Quem estava no elenco?

O elenco foi um dos pontos que mais ajudaram a dar vida à série. Benedict Wong (Doutor Estranho, Perdido em Marte, Shang-Chi) trouxe presença para o papel do mestre Lin, enquanto Benjamin Wadsworth (Teen Wolf, Let the Right One In, Dad vs. Lad) segurou o peso do protagonista com um personagem cheio de conflitos.

Lana Condor (Para Todos os Garotos que Já Amei, X-Men: Apocalipse, Moonshot) também teve destaque como Saya, entregando uma personagem intensa e cheia de camadas. Ao lado dela, María Gabriela de Faría (Isa TKM, The Exorcism of God, Animal Control) trouxe uma energia completamente diferente, ajudando a equilibrar o grupo.

O elenco ainda contou com Luke Tennie (Players, Shrinking, Chicago P.D.), Liam James (The Way Way Back, The Killing, 2012) e Michel Duval (Diablero, Señora Acero, Herederos por Accidente), formando um conjunto que funcionava bem justamente por parecer imperfeito e humano.

Quem estava por trás da produção?

A adaptação foi conduzida por Rick Remender e Miles Orion Feldsott (Deadly Class, The Wilderness, Black Science), com produção executiva dos irmãos Anthony Russo e Joe Russo (Vingadores: Ultimato, Capitão América: Guerra Civil, Agente Oculto).

Esse time ajudou a dar à série uma identidade bem própria. Não era só mais uma história sobre jovens em perigo. Existia um cuidado com o tom, com a estética e com a forma como os personagens eram construídos.

Onde assistir?

Mesmo sem continuação, a primeira temporada de Deadly Class está disponível na Netflix. Isso facilita para quem quer conhecer a história hoje ou revisitar os episódios.

Ainda vale a pena assistir?

Essa resposta depende muito do que você espera. Se a ideia for acompanhar uma história com começo, meio e fim bem amarrados, talvez a experiência fique incompleta. A série deixa várias pontas soltas e claramente estava preparando algo maior.

Por outro lado, Deadly Class funciona muito bem no caminho. Os personagens são interessantes, os conflitos são reais e o clima da série prende. Não é sobre grandes reviravoltas o tempo todo, mas sobre escolhas, consequências e o peso de crescer em um ambiente onde errar pode custar tudo.

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