Redragon e Baly apostam no universo mobile com o lançamento do jogo gratuito “Dragondash”

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Em tempos em que jogar virou mais que um hobby — tornou-se cultura, mercado e comunidade —, a Redragon e a Baly resolveram dar um passo ousado, mas natural: transformar uma simples lata de energético em um portal para um novo universo de aventura. O resultado dessa ideia? “Dragondash”, jogo mobile gratuito lançado nesta semana e que já começa a despertar o interesse de quem vive conectado à energia do mundo gamer.

Disponível para Android e iOS, o game é uma colaboração entre a Redragon, uma das marcas de periféricos gamers mais queridas do Brasil, e a Baly, líder nacional no mercado de energéticos. Com desenvolvimento assinado pela Vneta Games Inc — mesma criadora de “Flunkey Farm” —, o título já ultrapassa a marca de 500 downloads na Play Store, e tudo indica que essa corrida mal começou.

Draquinho na pista: jogabilidade simples, carisma explosivo

A premissa do jogo é simples e viciante: o jogador assume o controle de Draquinho, o mascote oficial da Redragon, em uma corrida cheia de obstáculos, pulos, desvios e… latinhas de Baly Energy Drink. A cada 200 latinhas coletadas, uma nova skin do personagem é desbloqueada, criando um ciclo de recompensa que fala diretamente ao espírito competitivo e explorador dos gamers.

Mas o jogo vai além do entretenimento. Ele foi pensado para estreitar laços com a comunidade gamer, aproveitando o apelo dos dispositivos móveis e oferecendo uma experiência leve, divertida e gratuita. E o detalhe mais criativo da estratégia está na embalagem: o game pode ser acessado por QR Code estampado na lata do Baly Gamer Redragon, o energético lançado especialmente para a colaboração entre as duas marcas.

Um game na lata: marketing que joga junto

Quem vê o lançamento como apenas mais uma ação de marketing pode estar perdendo de vista algo maior. Segundo Michelle Uemura, gerente de branding e marketing da Redragon, a ideia é mais profunda: reforçar identidade, criar vínculos e entregar valor emocional aos consumidores.

“A Redragon e a Baly são líderes de vendas em seus ramos, sendo referência no mercado. O lançamento do Dragondash é uma forma de celebrar essa parceria de sucesso e de proporcionar uma experiência divertida para os nossos consumidores”, afirma Michelle.

O mascote Draquinho, antes presente apenas em embalagens e produtos, agora ganha vida própria no ambiente mobile. “A ideia do Dragondash surgiu como forma de ampliar a presença do nosso mascote em diferentes universos. Queríamos oferecer uma experiência divertida que conectasse os fãs do energético e da Redragon em um ambiente que já faz parte do nosso dia a dia, o mobile”, explica Michelle.

Entre latas e telas: uma jogada de aproximação

A proposta de unir a linguagem lúdica dos jogos com a presença consolidada das marcas entre os jovens é uma das tendências mais interessantes da atualidade. Grandes empresas têm buscado novas formas de se conectar com o público, e iniciativas como o Dragondash apontam para um futuro onde entretenimento e branding caminham juntos — e literalmente correm lado a lado.

Nesse cenário, a Baly leva vantagem por já ter presença consolidada em festas, eventos e academias. Agora, ela entra com força total em um universo onde o consumo é digital, e a fidelização passa por interações criativas. O QR Code na lata é mais do que uma ponte para o jogo: é um convite direto ao consumidor para mergulhar em um universo onde o produto deixa de ser apenas uma bebida e passa a ser experiência.

Comunidade em construção: pequenos passos, grandes conexões

Mesmo com números ainda tímidos, como os 500 downloads iniciais, a aposta é de longo prazo. O game não se propõe a competir com gigantes do mobile, mas a criar reconhecimento e estreitar vínculos com quem já é fã — ou pode vir a ser. Ao dar protagonismo ao mascote, a Redragon amplia sua narrativa, e a Baly passa a habitar um novo tipo de consumo, mais simbólico e interativo.

É o tipo de movimento que não se mede apenas por métricas frias de cliques ou tempo de tela, mas por engajamento afetivo. Quando o consumidor se vê jogando com um personagem que já conhece, coletando latinhas que ele mesmo bebe, a relação entre marca e público se transforma.

Mais do que um jogo: o início de um novo capítulo

O Dragondash não é apenas um game. É um gesto. Uma forma de dizer: “Ei, a gente te entende, gamer. E estamos aqui, lado a lado, com diversão e energia.”

Ao apostar em uma estratégia que mistura produto físico, universo mobile e storytelling, Redragon e Baly não apenas acompanham uma tendência de mercado — elas ajudam a escrevê-la. E, se depender da energia de Draquinho e da comunidade que começa a se formar ao seu redor, essa corrida está apenas no começo.

Para baixar o jogo:
📱 Dragondash está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. Para acessar direto, basta escanear o QR Code nas latas do energético Baly Gamer Redragon.

Jogue. Corra. Colete. E divirta-se.

“A História de Mahalia Jackson” é destaque emocionante da “Sessão da Tarde” desta quarta (23/07)

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Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, a Sessão da Tarde reserva um daqueles filmes que não apenas ocupam a tela — eles a transcendem. A História de Mahalia Jackson é mais que um drama biográfico. É um convite à alma. Um retrato poderoso de uma mulher que usou sua voz para muito além da música, se tornando símbolo de fé, resistência e esperança em meio à dura realidade da segregação racial nos Estados Unidos.

Estrelado pela multipremiada cantora Ledisi, vencedora do GRAMMY, o filme não só emociona pela música, mas também pela força de sua protagonista. Mahalia Jackson não cantava apenas com a garganta — cantava com a alma, com cicatrizes e com sonhos.

Uma infância entre a dor e o destino

Nascida em Nova Orleans, Mahalia Jackson cresceu em uma América ainda profundamente marcada pela escravidão e racismo institucional. Órfã de mãe ainda criança, ela foi criada por sua tia Mahala (ou “Tia Duke”, como era chamada), uma mulher rígida, amarga e muitas vezes violenta. O filme mergulha nessa relação delicada, dando ao público um retrato honesto das dores que moldaram o coração e o canto de Mahalia.

Mas o que poderia ter sido o fim de muitos, foi o combustível dela. As feridas da infância não a destruíram — elas temperaram sua fé, fortaleceram sua identidade e inspiraram sua missão. A dor, para Mahalia, se transformava em hino. E a igreja foi o palco onde ela começou a espalhar sua luz.

Muito além da música: ativismo, fé e coragem

Ao longo da vida, Mahalia não se contentou em ser apenas uma cantora. Em tempos em que mulheres negras eram silenciadas, ela fez o contrário: cantou mais alto. Em um país dividido, sua música uniu. Sua amizade com o Dr. Martin Luther King Jr. não foi apenas simbólica. Ela esteve ao lado dele em alguns dos momentos mais cruciais do movimento pelos direitos civis nos EUA.

Na Marcha sobre Washington, em 1963, foi Mahalia quem, com sua voz, preparou o palco espiritual para o célebre discurso “I Have a Dream”. Sua fé não era só religiosa, era uma fé social, política e profundamente transformadora.

O filme retrata de forma emocionante essa jornada ao lado do líder ativista, com destaque para a atuação comovente de Columbus Short como Dr. King. A relação dos dois era construída sobre confiança, cumplicidade e esperança. Ela não era apenas uma voz de fundo. Era protagonista na luta pela dignidade do povo negro.


Ledisi: quando a intérprete se torna Mahalia

Se há uma escolha que eleva ainda mais o filme, é a escalação de Ledisi como Mahalia. A cantora não apenas interpreta — ela incorpora a essência da artista. Ledisi já havia vivido Mahalia no filme Selma (2014), mas aqui ela entrega uma performance completa, íntima, poderosa e comovente. É impossível não se emocionar quando sua voz toma conta da tela e atinge o coração do espectador.

Não é só atuação. É verdade. E talvez por isso ela tenha sido indicada ao NAACP Image Awards como Melhor Desempenho Inovador — uma indicação mais que justa. Quando canta “Precious Lord”, por exemplo, é impossível não sentir um arrepio que atravessa gerações.

Denise Dowse: um legado por trás das câmeras

A direção é de Denise Dowse, atriz veterana que aqui faz sua estreia e também seu último trabalho como diretora antes de falecer, em 2022. Há algo profundamente sensível na maneira como Dowse conduz a narrativa. Ela não dramatiza a dor gratuita, mas nos oferece momentos de humanidade, doçura e fé, mesmo nas situações mais amargas.

A diretora tem a sabedoria de dar espaço para que a música seja personagem principal. Em vez de interromper com discursos expositivos, ela permite que os hinos falem por si. E como falam! Cada performance é uma oração, um ato de resistência.

Do gospel às telas: um filme que ecoa esperança

Com participações de peso como Keith David, Janet Hubert, Corbin Bleu e Vanessa Williams, o filme também acerta ao retratar uma época complexa e dolorosa sem perder a poesia. A reconstituição de época, os figurinos e o cuidado com os diálogos nos transportam para uma América onde cantar era, para muitos, a única forma de sobreviver e afirmar sua existência.

Mahalia Jackson quebrou barreiras — não apenas musicais, mas raciais e espirituais. Ela abriu caminho para artistas como Aretha Franklin, Whitney Houston, e tantas outras vozes negras femininas que continuam a inspirar o mundo.

O que torna Mahalia eterna

Mais do que uma biografia, A História de Mahalia Jackson é um testemunho. Uma lembrança de que arte é instrumento de cura e que fé, quando aliada à coragem, pode mudar a história.

Mahalia Jackson faleceu em 1972, mas sua voz ainda ecoa. Ecoa em igrejas, em movimentos sociais, em playlists, e agora, nesta quarta-feira, na tela da TV Globo. Em tempos difíceis, revisitar sua trajetória é também um ato de reconexão com o que há de mais puro na humanidade: a capacidade de lutar por amor, justiça e dignidade com a força de uma canção.

Por que você não pode perder

Se você procura uma história que emociona, que inspira e que te faz levantar da poltrona acreditando em algo maior, A História de Mahalia Jackson é o filme certo. Ele toca, sim, em feridas — mas também oferece cura. E talvez seja exatamente disso que o mundo precise agora: lembrar que, mesmo diante do caos, ainda existem vozes como a de Mahalia que cantam esperança.

Dica no Reserva Imovision: “Você é o Universo” é um romance cósmico sobre solidão, amor e sobrevivência

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No meio de tantas estreias barulhentas, continuações de franquias e produções de bilheteria, existe um outro cinema que sussurra. Um cinema que fala com o coração apertado, com olhos úmidos e com a coragem de encarar o silêncio. “Você é o Universo” (U Are The Universe), dirigido por Pavlo Ostrikov, é exatamente isso: uma ficção científica que, sob a superfície de uma missão espacial, esconde uma profunda e tocante reflexão sobre o que significa ser humano — especialmente quando já não existe mais ninguém.

O longa de 2024 é uma co-produção entre Ucrânia e Bélgica, com 101 minutos de duração que parecem condensar não só os últimos suspiros da humanidade, mas também a última história de amor do universo.

Uma ficção científica de alma ucraniana

O filme nos transporta para um futuro não tão distante, mas claramente distópico. O protagonista, Andriy Melnyk, é um astronauta ucraniano encarregado de uma tarefa bastante simbólica: transportar lixo nuclear até Calisto, uma das luas de Júpiter. A solidão do personagem já é latente desde os primeiros minutos — ele não é um herói intergaláctico, nem um aventureiro destemido. Andriy é um homem comum, perdido em sua própria rotina mecânica, aprisionado dentro de um cargueiro que atravessa o espaço frio e indiferente.

E é justamente quando a Terra explode que a ficção científica de “Você é o Universo” atinge sua primeira curva emocional. O que poderia ser apenas mais uma jornada tecnológica se transforma num luto cósmico. Andriy não perdeu apenas seu planeta, mas também qualquer referência de lar, família, propósito.

É nesse contexto que ele capta uma transmissão vinda de uma estação espacial distante. Do outro lado da comunicação está Catherine, uma mulher francesa igualmente isolada — não apenas no espaço, mas também em seus próprios traumas e fragilidades. A conexão entre os dois, no início, é tênue, quase casual. Mas rapidamente cresce em intensidade e beleza. Porque quando o universo inteiro silencia, qualquer voz que escapa do vazio se torna indispensável.

Amor em tempos de extinção

Dizer que “Você é o Universo” é uma história de amor seria, ao mesmo tempo, uma simplificação e uma precisão. O que vemos se desenvolver entre Andriy e Catherine é mais do que um romance. É uma necessidade vital, uma âncora diante do colapso. Não há corpos que se tocam, não há encontros físicos. O amor aqui nasce da escuta, da troca de palavras, da esperança frágil de que, talvez, ainda valha a pena acreditar em algo — mesmo que esse algo seja tão etéreo quanto um sinal de rádio vindo do outro lado da galáxia.

O diretor Pavlo Ostrikov conduz essa aproximação com uma sensibilidade notável. Não há pressa, não há exageros. Tudo se constrói no tempo do silêncio, das hesitações, dos monólogos sussurrados para si mesmo. A relação dos dois se torna a própria resistência diante do absurdo — como se amar, mesmo sem garantias, fosse o último ato possível de humanidade.

Um espelho da nossa época

Embora situado no espaço e com uma premissa futurista, “Você é o Universo” reflete com potência o nosso presente. A solidão de Andriy é a solidão de tantos em meio à hiperconectividade. A perda da Terra ecoa o medo coletivo da crise climática, das guerras, da instabilidade global. E o desejo de encontrar alguém, mesmo quando tudo parece perdido, é o fio que nos une enquanto espécie.

É impossível assistir ao filme sem pensar na guerra que assola a Ucrânia desde 2022. A destruição literal do planeta no filme se torna uma metáfora para o colapso que tantas pessoas vivem em seu dia a dia. A dor da separação, da perda, da reconstrução incerta — tudo isso está ali, embutido nas camadas mais sutis da narrativa.

O longa, por isso, também é político. Não no sentido panfletário, mas no seu gesto de afirmar que vidas ucranianas (e, por extensão, de qualquer canto do mundo) têm valor, têm histórias, têm direito a amor — mesmo nos momentos mais extremos.

Um cinema que emociona pelo detalhe

Esteticamente, o filme opta por uma fotografia limpa, fria, com tonalidades metálicas que reforçam a sensação de isolamento. Os interiores do cargueiro onde Andriy vive são minimalistas, claustrofóbicos. A câmera, muitas vezes estática, captura a repetição dos gestos, o esvaziamento dos dias, o peso da espera.

Mas é nos pequenos detalhes que o filme floresce. Uma música antiga que toca no fundo. Um diário de bordo que se transforma em confissão. Um olhar perdido na tela de um monitor. Tudo isso compõe uma atmosfera delicada e profundamente tocante. Ostrikov entende que a ficção científica não precisa de explosões para emocionar — às vezes, basta uma única voz dizendo “estou aqui”.

A atuação de [ator de Andriy, não informado na sinopse] é contida, quase silenciosa, mas cheia de nuances. A voz, muitas vezes mais importante que a expressão facial, carrega o peso de um homem que viu o fim do mundo, mas ainda se permite esperar o recomeço.

Catherine: a luz no fim do espaço

A personagem de Catherine, interpretada por [atriz não informada na sinopse], é tão crucial quanto Andriy para o equilíbrio do filme. Ela representa o outro lado da existência — não menos solitário, mas talvez mais consciente do absurdo de tudo. Sua maneira de lidar com a situação é diferente, mais irônica, mais filosófica.

A química entre os dois se dá pela diferença de perspectivas. Catherine questiona, provoca, ri quando Andriy quer chorar. Ela o força a sair do piloto automático, a sentir. E, no fim das contas, talvez seja ela quem mais precisa ser ouvida, mesmo que não admita.

Festival de Toronto e reconhecimento internacional

“Você é o Universo” fez parte da seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Toronto, um dos mais prestigiados do mundo, e também do Festival de Cinema Europeu Imovision. Essa trajetória não é por acaso. O filme, apesar de sua origem modesta, tem uma força universal que dialoga com espectadores de diferentes culturas e gerações.

Ele pertence a uma linhagem de filmes de ficção científica intimistas, como “Moon” (2009), “Aniquilação” (2018), “O Primeiro Homem” (2018) e “Ela” (2013). Obras que usam o espaço não como espetáculo visual, mas como metáfora existencial. Em “Você é o Universo”, a pergunta não é “para onde vamos?”, mas “o que somos quando tudo acaba?”.

Para quem é esse filme?

Se você está em busca de um filme acelerado, cheio de reviravoltas e efeitos visuais explosivos, talvez “Você é o Universo” não seja sua primeira opção. Mas se você se interessa por histórias que tocam fundo, que exploram sentimentos humanos em situações-limite, esse filme é uma joia rara.

É um convite ao silêncio, à escuta, à contemplação. É um lembrete de que, mesmo no vazio do espaço, o amor pode ser o último planeta habitável.

Onde assistir?

“Você é o Universo” está disponível na plataforma Reserva Imovision, especializada em cinema autoral, europeu e independente. Se você ainda não conhece, vale explorar o catálogo — é um verdadeiro tesouro para quem busca experiências cinematográficas fora do eixo hollywoodiano.

O longa tem classificação indicativa de 14 anos, por conter linguagem imprópria, temas sensíveis e cenas de violência. Nada gráfico ou gratuito, mas ainda assim importante para o contexto emocional da trama.

Mulher-Maravilha | Novo longa da heroína avança no DC Studios com roteirista de Supergirl e Jovens Titãs

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Depois do lançamento de Superman sob o comando de James Gunn, o universo cinematográfico da DC está ganhando forma — e a Mulher-Maravilha, uma das heroínas mais icônicas dos quadrinhos, finalmente começa a ter seu lugar garantido nessa nova fase. Agora, o longa solo da amazona deu um passo importante: já tem roteirista confirmada!

Quem assume o desafio é Ana Nogueira, roteirista que já está bem familiarizada com o universo da DC. Ela foi a responsável pelo roteiro de Supergirl, previsto para chegar aos cinemas em 26 de junho de 2026, e também estava envolvida no desenvolvimento de Jovens Titãs — ainda que esse projeto específico nunca tenha sido oficialmente anunciado.

A informação sobre Ana ter sido escolhida para comandar a história da Mulher-Maravilha foi divulgada primeiro por Umberto Gonzalez, do The Wrap, jornalista conhecido por adiantar novidades confiáveis do mundo da DC. Logo depois, a própria DC confirmou a notícia, reforçando que o projeto realmente está caminhando.

Segunda peça do novo DCU

Esse novo filme da Mulher-Maravilha será o segundo longa oficial da chamada “primeira leva” do DCU (Universo DC), que começou com o Superman de James Gunn, lançado em 2025. A direção ficará nas mãos de Craig Gillespie, conhecido por trabalhos como Cruella e Eu, Tonya — ou seja, pode-se esperar uma visão estilosa, intensa e com uma protagonista poderosa.

Ana Nogueira foi inicialmente contratada pela Warner para escrever um filme da Supergirl estrelado por Sasha Calle, que deu vida à heroína em The Flash (2023). Apesar de essa versão da personagem ter vindo de um “mundo alternativo”, Nogueira parece ter conquistado o estúdio com sua abordagem, garantindo novos desafios dentro do DC Studios.

Quem é Supergirl, afinal?

Pra quem ainda está se familiarizando com esse universo, vale um parêntese rápido: Supergirl (ou Super-Moça, como muitos brasileiros ainda chamam) é um codinome usado por várias personagens da DC ao longo dos anos. Mas a versão mais conhecida é Kara Zor-El, prima do Superman, que chegou à Terra após passar um bom tempo na misteriosa Zona Fantasma.

Por causa dessa passagem pela Zona Fantasma, Kara teve uma exposição diferente à luz do sol amarelo da Terra — o que, acredite se quiser, faz com que ela tenha potencialmente mais força do que seu primo, Clark Kent.

Kara nasceu em Argo City, uma cidade fictícia do planeta Krypton, criada nos quadrinhos como uma das últimas sobreviventes da tragédia que destruiu o mundo natal do Superman. Desde então, a personagem teve várias adaptações nos quadrinhos, animações e até séries de TV.

Mulher-Maravilha: uma nova fase

A escolha de Ana Nogueira como roteirista para o novo filme da Mulher-Maravilha mostra que o estúdio está apostando em nomes com uma pegada criativa forte, mas também já inseridos no universo que estão tentando construir. Não se sabe ainda qual será o tom desse novo filme da amazona — se ele vai se aproximar mais do estilo aventuresco e mitológico do primeiro longa estrelado por Gal Gadot, ou se terá uma proposta completamente diferente, mais pé no chão, moderna ou até mais sombria.

Aliás, por enquanto, nem a atriz que vai interpretar Diana Prince foi anunciada. Com Gal Gadot aparentemente fora do projeto — e com James Gunn reformulando toda a linha de heróis — tudo indica que teremos uma nova Mulher-Maravilha nos cinemas.

O que esperar daqui pra frente?

O que dá pra saber é que a DC quer mesmo trazer uma nova energia para seus filmes. Depois de muitos altos e baixos nos últimos anos, parece que o estúdio está aprendendo com os erros do passado e buscando formas de construir um universo coeso, com histórias bem amarradas e personagens marcantes.

Se Superman abriu com um fôlego novo, Supergirl deve expandir ainda mais esse universo cósmico e cheio de dilemas familiares e existenciais. Já o filme da Mulher-Maravilha pode ser a peça que une tudo isso com o legado das amazonas, da mitologia e de uma heroína que simboliza força, justiça e compaixão.

Predador: Terras Selvagens | Elle Fanning lidera nova era da franquia em um filme emocionante e brutal

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Quase quatro décadas após a primeira aparição do lendário caçador alienígena nas telonas, a saga Predador ganha um novo fôlego com Terras Selvagens, que estreia em 6 de novembro de 2025. No centro da nova trama está Elle Fanning, uma escolha ousada, interpretando Thia — uma sintética da Weyland-Yutani Corporation que, ao lado de um jovem Predador exilado, luta para sobreviver em um planeta tão hostil quanto enigmático. Abaixo, confira o trailer do filme:

O novo trailer, que você pode conferir logo abaixo, deixou fãs e críticos em alerta: o que parecia mais uma continuação, talvez seja, de fato, o ponto de reinvenção mais corajoso da franquia até agora.

De monstros a aliados: uma nova narrativa nasce

A história se passa em um futuro distante, em um planeta remoto, onde Thia desperta após um pouso forçado. Ela é uma androide criada para servir — mas com falhas de sistema que a tornaram “demasiado humana”. É nesse mundo inóspito que ela conhece um jovem Predador (interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi), que, como ela, foi rejeitado por aqueles que o criaram.

Essa premissa, que mistura ficção científica, ação e drama psicológico, é conduzida com sensibilidade pelo diretor Dan Trachtenberg (Rua Cloverfield, 10), conhecido por extrair tensão com poucas palavras e muito ambiente. Ao contrário dos filmes anteriores, onde o Predador era o inimigo, aqui ele se torna um espelho — e isso muda tudo.

Elle Fanning: vulnerável, intensa, inesperada

Ao longo da carreira, Elle Fanning tem provado que é capaz de habitar personagens com uma força silenciosa, como em The Neon Demon ou The Great. Em Terras Selvagens, ela se despede dos papéis clássicos de princesas ou vítimas e mergulha numa figura complexa: uma inteligência artificial em busca de propósito, empatia e sobrevivência.

Thia não luta como uma soldado. Ela pensa, hesita, observa. E quando age, o faz com uma mistura de instinto e cálculo. Sua relação com o Predador cresce sem palavras, apenas com gestos, olhares e escolhas compartilhadas. Juntos, eles não enfrentam apenas inimigos externos — mas os próprios sistemas que os consideram descartáveis.

O Predador de Dimitrius: juventude, exílio e dignidade

Dimitrius Schuster-Koloamatangi traz um Predador que carrega uma juventude que nunca vimos antes na franquia. Ele não é o guerreiro lendário, o caçador implacável. Ele é um pária. Frágil, hesitante, mas com sede de honra — e de pertencimento.

Seu traje é menos elaborado, seu corpo mais esguio. O olhar, porém, transmite algo raro para uma criatura até então vista como um monstro: dúvida. É um Predador que aprende. Que escolhe não matar, mas proteger. E essa escolha custa caro — tanto para ele quanto para Thia.

A selva do futuro: estética brutal, beleza decadente

O planeta onde tudo se passa foi construído com uma estética decadente e orgânica, que remete às ruínas de civilizações perdidas misturadas a florestas alienígenas, cavernas de cristais e tempestades ácidas. A fotografia aposta em tons ferrugem, esmeralda e cinza, numa paleta que mistura a decadência de mundos esquecidos com a beleza selvagem do desconhecido.

O som é outro personagem do filme. O silêncio domina, cortado apenas por ruídos naturais ou o zumbido ameaçador de tecnologias alienígenas. A trilha sonora é sutil, mas cresce nos momentos de confronto emocional — mais do que físico.

O passado que moldou o presente: a evolução de uma franquia de culto

1987: o nascimento do mito

Tudo começou em 1987. No auge dos filmes de ação musculosos, Predador foi lançado com Arnold Schwarzenegger liderando uma tropa de elite enviada à selva da América Central para resgatar reféns. O que parecia um thriller militar clássico logo revelou sua verdadeira natureza: um filme de horror e ficção científica sobre a sobrevivência diante do desconhecido.

O monstro, interpretado por Kevin Peter Hall, era algo novo. Com mandíbulas expostas, tecnologia de invisibilidade, visão térmica e um código de honra, o Predador não era apenas uma ameaça. Era um ritualista. Um caçador. Um guerreiro. Diferente de qualquer vilão alienígena que o cinema já tinha visto.

1990: o Predador urbano

Predador 2 levou o monstro para Los Angeles em plena guerra de gangues. Danny Glover substituiu Schwarzenegger como protagonista e a caçada se tornou urbana. O filme foi menos celebrado à época, mas introduziu elementos importantes para o universo expandido, como a nave dos Predadores e a famosa cena em que um crânio de xenomorfo (de Alien) aparece — dando origem aos crossovers futuros.

2004–2007: os crossovers com Alien

Alien vs. Predador (2004) e Aliens vs. Predador: Requiem (2007) dividiram opiniões. Se por um lado eram emocionantes para os fãs que queriam ver essas duas criaturas icônicas em confronto, por outro, sofriam com roteiros frágeis e pouco desenvolvimento de personagens. Ainda assim, foram sucessos de bilheteria e consolidaram a relação entre as duas franquias.

2010: o respiro de “Predadores”

Produzido por Robert Rodriguez, Predadores (2010) voltou ao conceito original: humanos sendo caçados em um planeta desconhecido. Com Adrien Brody no papel principal, o filme trouxe novas variações da espécie e uma tentativa de retomar a tensão e o mistério do primeiro longa. Foi bem recebido, mas não revitalizou a franquia como esperado.

2018: o tropeço de O Predador

O Predador (2018), dirigido por Shane Black, tentou misturar comédia, ação e ficção científica com uma trama confusa sobre engenharia genética. Apesar do elenco promissor, o tom do filme destoou do legado da franquia e não agradou nem ao público nem à crítica.

2022: a surpresa de Predador: A Caçada

Foi só em 2022, com Predador: A Caçada, que a franquia voltou a surpreender. Situado no século XVIII, o longa acompanhava uma jovem indígena, Naru, enfrentando um Predador com arco, flecha e inteligência. A abordagem intimista, quase artesanal, e o foco na cultura nativa americana renderam elogios e um novo respeito à marca.

Terras Selvagens – o passo mais ousado

Predador: Terras Selvagens é, talvez, o filme mais arriscado da franquia. Não por trazer algo “inédito”, mas por se afastar do confronto violento como única proposta. Aqui, a sobrevivência é emocional, filosófica. É sobre o que nos torna dignos de existir — mesmo que sejamos um robô com falhas ou uma criatura caçada pelo próprio povo.

Dan Trachtenberg entrega um filme que não tem pressa. Ele quer que a floresta seja sentida. Que o perigo seja latente. Que a amizade entre Thia e o jovem Predador surja com dor, hesitação e confiança conquistada com sacrifício.

“Ted Lasso” tá de volta! Nova temporada já tá sendo gravada e traz desafio inédito para o técnico mais gente boa da TV

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de muito suspense, Ted Lasso está oficialmente de volta! A Apple TV+ confirmou que as gravações da 4ª temporada começaram em julho, entre Kansas (EUA) e Londres (Inglaterra). E a novidade que mais chamou atenção? Ted vai comandar um time feminino da segunda divisão do futebol inglês. Isso mesmo, o técnico mais gente boa da TV vai precisar se adaptar a um universo totalmente novo.

Um novo desafio para o técnico mais querido

Se antes Ted era o treinador atrapalhado e otimista de um time masculino, agora ele vai encarar um time feminino com seus próprios desafios, histórias e dinâmicas. A sinopse oficial já avisa: essa é a maior missão que ele já enfrentou. E, claro, com aquele jeitinho leve, engraçado e cheio de coração que a gente já conhece.

Além disso, a série vai falar sobre temas super importantes hoje em dia, como visibilidade no esporte feminino, diversidade e liderança com empatia — tudo isso sem perder a essência divertida e inspiradora.

Filmagens entre dois mundos: Kansas e Londres

As gravações acontecendo tanto em Kansas, a cidade natal do Ted, quanto em Londres, onde muita coisa já rolou, indicam que a temporada pode explorar mais a vida pessoal do treinador. Será que ele vai tentar se reconectar com o filho? Ou vai lidar com dilemas sobre onde realmente se sente em casa? Só esperando pra ver!

Foto: Reprodução/ Internet

De piada publicitária a fenômeno mundial

Você sabia que Ted Lasso nasceu como uma propaganda? Em 2013, Jason Sudeikis criou o personagem para um comercial da NBC Sports que queria promover a Premier League nos Estados Unidos. Mas quem diria que aquele treinador atrapalhado viraria uma série premiada e amada pelo mundo inteiro?

Desde a estreia em 2020, a série conquistou fãs com seu humor inteligente, emoção verdadeira e um jeito único de acreditar no lado bom da vida.

O elenco que a gente ama (e suas histórias)

O elenco querido da série está de volta para a 4ª temporada, reunindo atores que já conquistaram o público em outras produções famosas. Jason Sudeikis, que você pode conhecer de Quero Matar Meu Chefe e Saturday Night Live, volta como Ted Lasso. Hannah Waddingham, que brilhou em Game of Thrones e Sex Education, retorna como Rebecca Welton. Brett Goldstein, de SuperBob e Soulmates, continua como Roy Kent, enquanto Phil Dunster, visto em Strike Back e Humans, segue como Jamie Tartt. Brendan Hunt, conhecido por We’re the Millers e Bless This Mess, interpreta Coach Beard, e Juno Temple, que esteve em O Cavaleiro das Trevas Ressurge e Vinyl, volta como Keeley Jones. Nick Mohammed, famoso por Intelligence e The Martian, é Nathan Shelley, e Jeremy Swift, de Downton Abbey e The Durrells, permanece como Higgins. Também estão de volta Toheeb Jimoh, que participou de The Power e Anthony, no papel de Sam Obisanya, e Cristo Fernández, conhecido por Who Speaks Love e Day of the Dead, como Dani Rojas. Os nomes que vão integrar o elenco feminino ainda não foram divulgados, mas a expectativa é que tragam diversidade e novas histórias fortes para enriquecer ainda mais a trama.

Humor e emoção que vão além do campo

Mesmo sendo uma comédia, Ted Lasso já mostrou que não tem medo de tratar de assuntos sérios, como saúde mental, inseguranças, masculinidade e perdão. Agora, com o foco no futebol feminino, a série tem a chance de falar de igualdade, luta por respeito e protagonismo de forma leve e profunda ao mesmo tempo.

A história que a gente não queria que acabasse

Originalmente, a série foi pensada para ter apenas três temporadas. Jason Sudeikis já tinha falado que a história tinha começo, meio e fim. Mas a galera amou tanto o personagem e o universo criado que acabou sendo impossível dar adeus.

Por isso, a Apple TV+ decidiu dar um “plus” e fazer essa 4ª temporada, que promete surpreender e emocionar a gente mais uma vez.

O que a gente já sabe sobre a 4ª temporada

  • ✅ Confirmada oficialmente desde março de 2025
  • 🎬 Gravações começaram em julho de 2025
  • ⚽ Ted agora treina um time feminino da segunda divisão inglesa
  • 📺 Exclusiva no Apple TV+
  • 👀 Teaser já lançado no canal oficial da Apple TV+
  • ⏳ Estreia prevista para 2026, ainda sem data oficial
  • 🌟 Elenco original volta e novos nomes serão anunciados

Por que ainda precisamos de Ted Lasso?

Em tempos difíceis, lideranças frias e cheias de arrogância, Ted Lasso é aquele sopro de esperança que a gente precisava. Ele mostra que dá para liderar com gentileza, aprender com os erros e continuar acreditando nas pessoas.

“Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito” ganha pôster exclusivo em IMAX e data de estreia no Brasil

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Em um mundo dividido entre luz e sombras, entre humanidade e monstros, entre perda e redenção, chega aos cinemas a tão aguardada primeira parte da trilogia Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito, prometendo ser um marco definitivo na história da animação japonesa. Com lançamento agendado para 11 de setembro de 2025, a produção chegará ao Brasil e a toda a América Latina, incluindo exibições em salas IMAX® e formatos premium, numa experiência cinematográfica que promete ser tão arrebatadora quanto emocional.

A distribuidora Crunchyroll, em parceria com a Sony Pictures Entertainment, prepara um lançamento de peso, digno da legião de fãs que Demon Slayer construiu ao redor do mundo. E, para marcar o início da contagem regressiva, foi revelado um pôster exclusivo IMAX®, exibido no Japão em comemoração à estreia local do filme no último final de semana.

O mundo espera por Tanjiro Kamado

O protagonista Tanjiro Kamado, cuja jornada já inspirou milhões, retorna agora para o momento mais decisivo de sua trajetória. Após enfrentar perdas irreparáveis, inimigos letais e dilemas existenciais, o jovem espadachim se prepara para o embate final contra Muzan Kibutsuji, o demônio primordial. Mas desta vez, não haverá margem para erros. Tudo o que foi vivido — das lágrimas às vitórias, dos companheiros conquistados às feridas abertas — culmina no lugar mais perigoso de todos: o Castelo Infinito, um domínio tão distorcido quanto os sentimentos que o construíram.

Este é mais do que um filme. É o início do fim.

Uma odisseia emocional: muito além da luta entre o bem e o mal

Demon Slayer nunca foi apenas sobre espadas, poderes e combates. Desde sua estreia, a obra de Koyoharu Gotouge se destacou por sua humanidade crua e sensível, revelando a profundidade de um protagonista que carrega o peso do luto e da responsabilidade. A cada arco, vimos Tanjiro se reconstruir diante das adversidades, mantendo uma fé quase sagrada no valor da empatia — mesmo com aqueles que já se perderam para as trevas.

O Castelo Infinito, portanto, não representa apenas o reduto final de Muzan. Ele é, em essência, o espelho das dores, dos traumas e dos medos mais íntimos de cada personagem. Um lugar onde o tempo se distorce, onde a realidade se dobra, e onde a morte espreita em cada esquina.

Direção refinada, produção de excelência

Sob a direção do talentoso Haruo Sotozaki, que já conduziu as temporadas anteriores com maestria, e com a inconfundível qualidade da ufotable na produção de animação e roteiro, o filme promete entregar o melhor da técnica e da arte japonesa contemporânea. Quem já testemunhou a fluidez dos combates, os detalhes viscerais dos quadros e o cuidado estético com cada atmosfera da série sabe o que esperar — e também sabe que será surpreendido.

A trilha sonora, envolvente e dramática, mais uma vez cumpre seu papel como personagem silencioso, capaz de conduzir a emoção com mais força do que qualquer linha de diálogo. A experiência em IMAX® será, sem dúvida, a maneira ideal de mergulhar nesse universo que mistura poesia visual e violência brutal com uma harmonia raramente vista.

Ingressos: hora de se preparar

Se você é fã ou apenas está curioso para entender por que Demon Slayer é considerado um fenômeno global, marque no calendário: a venda oficial de ingressos começa em 15 de agosto de 2025. E não se engane — como tem sido tradição nas estreias anteriores, a disputa por ingressos será intensa. O apelo emocional da série, aliado ao espetáculo visual que se anuncia, faz da ida ao cinema um evento coletivo, onde o silêncio da sala é interrompido por suspiros, lágrimas e aplausos.

As sessões especiais em IMAX® e salas 4DX devem ser as primeiras a esgotar. A recomendação é clara: consulte os cinemas da sua cidade e garanta o seu lugar o quanto antes.

Relembrando a trajetória até aqui

Demon Slayer começou como um sucesso modesto, mas em pouco tempo se transformou em um fenômeno mundial. Com episódios disponíveis na Crunchyroll, a história ganhou força graças à sua narrativa emocionalmente intensa, personagens cativantes e uma estética visual deslumbrante.

Na jornada até o Castelo Infinito, Tanjiro não esteve sozinho. Ao seu lado, construíram-se amizades que beiram a irmandade. Zenitsu Agatsuma, com sua covardia hilária e coragem explosiva; Inosuke Hashibira, selvagem e leal; e a própria Nezuko, cuja presença muda diz mais que palavras — todos cresceram, sofreram e amadureceram sob nossos olhos.

Além deles, os Hashira, espadachins de elite com personalidades e histórias marcantes, também foram fundamentais. De Kyojuro Rengoku, cuja bravura acendeu chamas em corações ao redor do mundo, a Mitsuri Kanroji, que combate com a força do amor, passando por Tengen Uzui, Muichiro Tokito e outros, cada um deixou sua marca nesse épico.

O que esperar de Castelo Infinito?

Mais do que qualquer arco anterior, o Castelo Infinito será uma prova definitiva. A batalha que se anuncia envolve estratégia, sacrifício, fé e redenção. A dimensão misteriosa criada por Muzan será o palco para confrontos psicológicos tão intensos quanto os físicos. Cada Hashira terá seu momento. Cada demônio, seu último ato. E Tanjiro enfrentará não apenas o vilão supremo, mas os limites do seu próprio corpo, alma e convicções.

É impossível sair ileso desse confronto. E é exatamente isso que o público espera — uma catarse coletiva, onde se chora, se vibra, se lamenta e, acima de tudo, se honra os personagens como se fossem reais.

Demon Slayer e seu impacto

Falar de Demon Slayer é falar de um movimento cultural. O anime redefiniu o consumo de animação japonesa no Ocidente. O filme “Mugen Train”, lançado em 2020, bateu recordes de bilheteria e se tornou o longa-metragem japonês mais lucrativo da história, ultrapassando até mesmo obras como “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki.

No Brasil, o impacto também foi profundo. Feiras de anime, eventos de cosplay e lojas geek viram um aumento impressionante na busca por produtos relacionados à obra. A série se transformou em uma porta de entrada para novos fãs do gênero, especialmente entre adolescentes e jovens adultos que encontraram nos personagens representações de suas próprias angústias, esperanças e batalhas internas.

Além do anime: concertos, álbuns e emoção sonora

A experiência Demon Slayer não se limita à tela. Para os apaixonados pela trilha sonora da série — que mistura elementos tradicionais japoneses com orquestrações contemporâneas de tirar o fôlego — a Crunchyroll disponibilizou quatro álbuns oficiais e quatro concertos orquestrais completos em plataformas de streaming musical. É possível reviver cenas marcantes apenas com os acordes que as embalaram.

Ouvir a música tema de Rengoku ou os acordes da batalha no Distrito do Entretenimento é reviver emoções com intensidade pura. É, de certa forma, manter os personagens vivos dentro de nós.

Um fenômeno que ainda não terminou

Se o Castelo Infinito marca o começo do fim, ele também representa a consagração de uma das narrativas mais comoventes da última década. Demon Slayer fala sobre dor, mas também sobre cura. Fala sobre monstros, mas mostra que os verdadeiros inimigos, muitas vezes, estão dentro de nós.

“O Retorno” | Ralph Fiennes e Juliette Binoche vivem drama épico e visceral na releitura sombria da Odisseia

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Imagine Odisseu não como o herói invencível da mitologia grega, mas como um homem esgotado, marcado por duas décadas de guerras, ausências e arrependimentos. Assim é “O Retorno”, drama épico dirigido por Uberto Pasolini, que estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro, com distribuição da O2 Play. Estrelado por Ralph Fiennes e Juliette Binoche, o longa é uma releitura sóbria e profundamente emocional da última parte da Odisseia, clássico de Homero — agora sem criaturas mitológicas, mas com muita humanidade à flor da pele.

Após estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) em 2024, o filme marca o reencontro histórico de Fiennes e Binoche quase três décadas após o clássico “O Paciente Inglês”, vencedor do Oscar. Na nova produção, os dois mergulham em personagens complexos, carregados de perdas, silêncios e escolhas que moldaram o destino de uma família e de um reino.

Um herói despido da mitologia

O longa recusa a grandiosidade típica das adaptações de Homero. O que vemos é um Odisseu envelhecido, irreconhecível até para os seus, que chega à ilha de Ítaca como um náufrago de si mesmo, nu na areia, mais espectro do que homem. A direção de Pasolini opta por retratar o herói sem glória, mas com profundidade — um soldado marcado pelas feridas da guerra e pela dor do tempo perdido.

O roteiro, assinado por Edward Bond e John Collee, opta por uma abordagem intimista: sem deuses, sem monstros, sem milagres. Apenas as consequências humanas de duas décadas de guerra e ausência. A câmera se aproxima mais das expressões do que dos combates, dando protagonismo ao que arde por dentro.

Penélope: a fortaleza silenciosa

Juliette Binoche interpreta Penélope com a gravidade de quem segurou um império em ruínas com as próprias mãos. Pressionada por pretendentes que querem ocupar o trono deixado vago, ela se mantém firme, tecendo a mortalha do sogro como forma de adiar uma decisão inevitável. Sua resistência é feita de gestos sutis, de escolhas simbólicas, de uma fé silenciosa na volta de um homem que o mundo já deu como morto.

A relação entre Penélope e Odisseu, quando finalmente se reencontram, não é marcada por explosões emocionais, mas por camadas de ressentimento, saudade e reconhecimento tardio. Binoche oferece uma atuação contida e poderosa, equilibrando dor e dignidade.

Telêmaco: entre o pai ausente e o presente desmoronando

Charlie Plummer dá vida a Telêmaco, o filho deixado para trás, agora um jovem dividido entre o dever e a mágoa. Ao reencontrar o pai, não há idealização: há confronto, mágoa e cobranças. A juventude de Telêmaco é atravessada pelo peso de um legado que ele não pediu, e por uma ausência que moldou sua identidade.

Sua trajetória no filme é tanto uma busca por pertencimento quanto uma libertação. No fim, é ele quem decide partir, não como fuga, mas como uma afirmação: o ciclo precisa ser quebrado.

Um drama visualmente sóbrio e emocionalmente denso

Rodado em locações na Grécia e na Itália, especialmente em Corfu e no Peloponeso, o filme possui uma fotografia elegante, mas jamais espalhafatosa. O cenário natural dialoga com o tom melancólico da narrativa. Os silêncios pesam, e a trilha sonora composta por Rachel Portman (executada pela Roma Film Orchestra) reforça a carga emocional com delicadeza.

Diferente de outras adaptações que apostam no espetáculo, O Retorno aposta na crueza da experiência humana, em olhares que dizem mais que palavras, em mãos calejadas que carregam o passado como cicatriz.

Sangue, vingança e esgotamento

A sequência do arco — famosa na Odisseia — ganha uma roupagem mais sombria e visceral. Odisseu, disfarçado, vence os pretendentes em um desafio de arco e flecha, revelando sua identidade. Em seguida, o massacre. Flechas voam, portas se fecham, a vingança se cumpre. Mas não há catarse.

O pedido de Penélope para que seu filho poupe Antínoo, o mais violento dos pretendentes, é ignorado. Telêmaco o mata, e sua mãe, horrorizada, percebe que o retorno não trouxe paz — apenas mais morte. A violência que Odisseu tentou deixar para trás o seguiu até em casa.

Bastidores de um projeto sonhado por décadas

O diretor Uberto Pasolini planejava adaptar a Odisseia há mais de 30 anos. Em 2022, finalmente tirou o projeto do papel com produção internacional envolvendo Itália, Grécia, Reino Unido e França. O orçamento de US$ 20 milhões é modesto para um épico, mas usado com precisão e sobriedade. A estreia nos Estados Unidos aconteceu em dezembro de 2024, com lançamento no Reino Unido em abril de 2025.

“Conversa com Bial” presta homenagem a Preta Gil nesta segunda (21/07), celebrando sua trajetória de coragem, arte e afeto

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Nesta segunda-feira, 21 de julho de 2025, o Conversa com Bial exibe uma edição especial que é, ao mesmo tempo, tributo e abraço: uma homenagem afetuosa a Preta Gil, que nos deixou no último domingo (20), aos 50 anos. A cantora, atriz, apresentadora e empresária será lembrada não com silêncio, mas com memória viva — daquelas que não se apagam.

A atração vai ao ar em horário especial, antes do Jornal da Globo, e resgata dois momentos marcantes da artista no programa. Em vez de uma despedida formal, o episódio é um reencontro com a essência vibrante de uma mulher que transformava sua história em palco e sua dor em ponte com o outro.

Uma homenagem feita de memórias, música e emoção

Preta Gil estará presente através de imagens, risos, confidências e canções. O programa revisita sua participação em 2017, quando dividiu o palco com Gal Costa, em um encontro entre duas forças femininas da música brasileira. E também revive a entrevista de 2024, quando, já em tratamento contra o câncer, lançou sua autobiografia e tocou o país com sua lucidez, sinceridade e coragem.

Era Preta em estado puro: inteira, frágil e forte. Numa conversa com Pedro Bial que foi mais confissão do que entrevista, ela falou abertamente sobre o diagnóstico, o término de um casamento público e doloroso, e os novos caminhos que surgiram a partir da dor. Dividir essas vivências não foi um ato de vaidade — foi de generosidade.

Preta Gil: a mulher que transformava a vida em poesia

Ao refletir sobre o livro Preta Gil: Os Primeiros 50, ela falou sobre reencontros consigo mesma, os limites do corpo e a urgência da alma. “Eu precisei quase morrer para me reencontrar com a vida”, disse, com a doçura firme de quem aprendeu a sobreviver sem perder a ternura.

Essa era Preta: sem filtros, sem concessões, com uma paixão por viver que transbordava. Em sua trajetória, não se limitou a um único rótulo. Foi artista em muitas frentes, e em todas elas deixou marcas profundas. Foi também filha de Gilberto Gil, neta de Wangry Gadelha, e dona de uma luz própria que não se apagava nem nas horas mais difíceis.

Um legado de alegria, liberdade e resistência

Desde a juventude, Preta desafiou expectativas. Começou nos bastidores, dirigindo videoclipes. Depois, encarou os palcos, a TV, os microfones e as redes sociais com a mesma intensidade. Sucessos como “Sou Como Sou” e “Sinais de Fogo” expressaram sua identidade sem amarras — e abriram caminhos para outras tantas vozes.

O Bloco da Preta, que arrasta multidões no carnaval do Rio, virou símbolo dessa potência alegre e política. No trio elétrico, ela era festa e manifesto. E fora dele, representatividade viva para mulheres gordas, pretas, bissexuais, mães, artistas. Falava sobre tudo: do corpo ao amor, da fé à maternidade, da política ao prazer.

Preta não apenas ocupava espaço. Ela recriava o espaço. Provocava e acolhia. Desafiava e cuidava. Denunciava injustiças com o mesmo fervor com que celebrava encontros.

Um adeus que é também um “obrigada”

A homenagem no Conversa com Bial é atravessada pela emoção de quem conheceu, admirou ou apenas se sentiu tocado por ela. Pedro Bial, visivelmente emocionado, costura o episódio com lembranças e reflexões. “Preta era luz em tempos nublados. Ela nos ensinou que vulnerabilidade não é fraqueza — é força em estado puro”, diz, em uma das passagens mais tocantes da edição.

O programa desta noite convida à reflexão, mas também à gratidão. Ao celebrar a vida de Preta, resgata a importância de sermos verdadeiros, mesmo — ou principalmente — quando isso nos expõe. Ela provou que é possível amar com intensidade, se mostrar com coragem e viver com poesia, mesmo quando tudo parece ruir.

A ausência que deixa presença

O Brasil ainda tenta digerir a partida precoce de uma artista que foi além da arte. Mas sua voz permanece. Permanece na música, nos vídeos, nas palavras, nos corpos que ela inspirou a amar a si mesmos. Preta se foi fisicamente — mas ficou onde sempre quis estar: no coração do povo, na avenida, na TV, no som alto, no choro libertador, no riso sem culpa.

Como ela mesma dizia, “a vida tem que ser celebrada, mesmo com dor”. E ninguém celebrou a vida com tanta entrega, cor, humor e coragem como ela.

Um legado que ecoa

Nesta noite, ao assistirmos Preta Gil no Conversa com Bial, não estaremos apenas relembrando uma artista. Estaremos sendo convidados a viver um pouco mais como ela viveu: com verdade, com intensidade, com coragem de ser.

Estrelado por Christina Ricci, Família à Prova de Balas chega aos cinemas na próxima quinta, 31 de julho

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No próximo dia 31 de julho, o público brasileiro terá a oportunidade de conferir nas telonas uma mistura inédita de ação e comédia com o lançamento de Família à Prova de Balas. Distribuído pela Diamond Films, o longa traz uma trama envolvente, que combina o ritmo acelerado de uma noite cheia de perigos com momentos de leveza e humor familiar.

O filme destaca a versatilidade da atriz Christina Ricci, que conquistou fãs ao dar vida à icônica Wednesday Addams, na clássica Família Addams de Tim Burton. Agora, Ricci se reinventa na pele de Alice, uma esposa determinada e mãe corajosa, que, junto com seu marido Ray Haynes, interpretado por Kevin James, enfrenta uma série de desafios que vão muito além do cotidiano.

Um pai, uma missão e uma vida dupla

Raymond “Ray” Hayes é um homem dividido. Ex-policial, ele tenta construir uma vida pacífica ao lado da família, sonhando com a abertura de um restaurante ao lado da esposa Alice. No entanto, sua rotina escondida como agente ligado à máfia ameaça esse sonho. A promessa de deixar o mundo do crime para trás se torna um desafio quando uma última missão — comandada pelo enigmático Ignatius, vivido por Luis Guzmán — foge do controle, colocando em risco tudo o que Ray mais preza.

A história ganha um ritmo eletrizante quando as duas vidas de Ray — pai dedicado e criminoso — colidem, e sua família se vê no meio de uma perigosa situação. Sem saber dos segredos do marido, Alice precisa encontrar forças para proteger os seus, enquanto Ray luta para manter o equilíbrio entre essas realidades conflitantes.

Christina Ricci: talento e humanidade em novo papel

Reconhecida mundialmente por sua atuação marcante como Wednesday Addams, Christina Ricci desafia-se mais uma vez em um papel que exige equilíbrio entre humor e emoção. Em Família à Prova de Balas, Ricci imprime à personagem Alice uma mistura de vulnerabilidade e força, traduzindo na tela a figura de uma mulher comum que se torna extraordinária quando o amor pela família está em jogo.

A trajetória da atriz inclui filmes como Buffalo 66, Speed Racer e a recente série Wandinha, onde sua capacidade de interpretar personagens complexas ficou ainda mais evidente. Agora, ela mostra que sabe levar a comédia com o mesmo talento e profundidade, trazendo leveza para uma narrativa carregada de ação.

Kevin James e o equilíbrio entre comédia e drama

Do outro lado, Kevin James empresta seu carisma e timing cômico para a figura de Ray Hayes. Conhecido por papéis que transitam entre a comédia e o drama, James consegue humanizar seu personagem, fazendo com que o espectador se identifique com o dilema de um homem que quer proteger sua família a qualquer custo, mesmo quando as circunstâncias parecem conspirar contra ele.

A química entre Ricci e James cria um ritmo dinâmico, repleto de momentos que alternam entre o suspense e o riso, mostrando que uma boa história de ação pode também ser um retrato sensível das relações familiares.

Produção e distribuição

Família à Prova de Balas chega às salas de cinema com o respaldo da Diamond Films, uma das maiores distribuidoras independentes da América Latina. O lançamento promete movimentar o mercado nacional e oferecer uma opção de entretenimento que agrada a diferentes públicos — daqueles que buscam adrenalina nas cenas de ação até os que preferem a leveza de uma comédia bem construída.

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