Ariana Grande terá música inédita em “Wicked: Parte 2”, sequência do musical de sucesso

0
Foto: Reprodução/ Internet

A magia da Terra de Oz está longe de acabar. A sequência do musical que conquistou o mundo, Wicked, promete trazer uma novidade especial para os fãs: uma canção inédita interpretada por Ariana Grande, que retorna ao papel de Glinda, a Bruxa Boa do Sul. A informação veio de quem conhece os bastidores da produção — o decorador Lee Sandales e o designer de produção Nathan Crowley, em entrevista ao portal Set Decor. As informações são da CNN.

Um momento só para Glinda

A nova música, intitulada “Girl in The Bubble”, será cantada por Ariana Grande em uma cena íntima, ambientada na luxuosa suíte de Glinda na famosa Cidade das Esmeraldas. A composição é assinada por Stephen Schwartz, compositor responsável pela trilha original do musical da Broadway. A canção promete revelar um lado mais profundo e talvez até vulnerável da personagem que, até agora, encantou plateias com sua energia vibrante e presença magnética.

O diretor Jon M. Chu já havia dado pistas sobre a inclusão de faixas inéditas na sequência, confirmando que, além da música para Glinda, haveria também uma para Elphaba, personagem interpretada por Cynthia Erivo. A expectativa agora é para conhecer como esses novos momentos musicais vão se encaixar na história que ainda está por vir.

Clássicos que emocionam e novas melodias que surpreendem

Quem assistiu à primeira parte de Wicked sabe que a trilha sonora é uma peça-chave para o sucesso do filme. E Wicked: Parte 2 manterá a tradição de trazer de volta as canções que já são hinos para os fãs, como:

  • “For Good”, a música que celebra a amizade e a transformação pessoal;
  • “No Good Deed”, que entrega toda a força e o drama da personagem Elphaba;
  • “Thank Goodness”, que mistura leveza e crítica social.

Junto com essas canções, as novidades prometem refrescar o espetáculo e dar novas camadas emocionais à trama.

O primeiro filme que conquistou corações

Lançado em novembro de 2024, Wicked: Parte Um já deixou uma marca profunda. A história de Elphaba e Glinda, interpretadas por Cynthia Erivo e Ariana Grande, conquistou público e crítica, combinando fantasia, emoção e um olhar atual sobre temas como identidade e aceitação.

Com uma bilheteria que ultrapassou os US$ 700 milhões, o filme se tornou um dos maiores sucessos do ano, abrindo caminho para a tão aguardada continuação. O carisma da dupla protagonista, a riqueza dos cenários e a força das músicas foram alguns dos ingredientes que fizeram o público querer mais.

O que vem por aí em Wicked: Parte 2?

A continuação promete mergulhar mais fundo na trajetória de Elphaba, mostrando como ela se torna a temida Bruxa Má do Oeste, enquanto a amizade entre ela e Glinda enfrenta provações e escolhas difíceis. A nova música de Ariana, situada em sua suíte na Cidade das Esmeraldas, será um momento para o público enxergar além do brilho e da alegria que a personagem costuma mostrar.

A estreia está marcada para 20 de novembro de 2025 no Brasil — um dia antes do lançamento nos Estados Unidos — e os fãs já contam os dias para voltar a esse universo mágico.

Um elenco e produção de excelência

Além de Ariana Grande e Cynthia Erivo, o filme conta com nomes como Michelle Yeoh, Jeff Goldblum e Jonathan Bailey, entre outros, em papéis de apoio que enriquecem a narrativa. Os cenários assinados por Lee Sandales e Nathan Crowley prometem transportar o público para uma Oz ainda mais vibrante e encantadora, reforçando o cuidado com cada detalhe visual.

Por que Wicked ressoa tanto com o público?

Desde o início nos palcos da Broadway, Wicked chamou atenção por seu olhar humano sobre personagens que antes eram vistos apenas como “vilões”. A narrativa mostra as camadas de Elphaba e Glinda, suas vulnerabilidades, escolhas e a complexidade das relações humanas. Isso gera identificação e empatia, especialmente para quem já se sentiu diferente ou à margem.

A entrada de Ariana Grande, com sua voz poderosa e influência pop, ampliou o alcance da história para uma nova geração, que encontrou nela uma representante da coragem e da autenticidade.

A música que já nasceu especial

A expectativa para “Girl in The Bubble” é grande. A colaboração com Stephen Schwartz, que ajudou a criar os clássicos originais, garante que a nova faixa terá a mesma qualidade e sensibilidade que conquistaram milhões. Para Ariana, a música é uma oportunidade de mostrar novas facetas de Glinda, e para os fãs, um presente que une tradição e inovação.

Contagem regressiva

Com tudo isso, Wicked: Parte 2 promete não apenas continuar a história, mas aprofundar sentimentos e ampliar o universo mágico que tantos amam. Em novembro de 2025, será hora de voltar a Oz, se emocionar e cantar junto — agora com uma canção inédita que deve ficar para sempre na memória.

Blade Runner 2099 | Série da Amazon Prime Video chega em 2026 e fãs já estão ansiosos

0

Os fãs de Blade Runner finalmente têm uma data para marcar no calendário. A minissérie Blade Runner 2099, continuação oficial dos filmes Blade Runner (1982) e Blade Runner 2049 (2017), está confirmada para estrear no Amazon Prime Video em 2026. A informação foi divulgada por Laura Lancaster, Chefe de Desenvolvimento e Séries de TV SVOD nos EUA – Coproduções na Amazon MGM Studios, durante a confirmação da promoção de dois executivos do estúdio. O anúncio foi recebido com entusiasmo pela comunidade de fãs, que há anos especulava sobre a continuidade do universo distópico criado por Philip K. Dick no clássico romance Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?.

A data de lançamento, embora ainda sem mês definido, coloca a série como um dos grandes eventos televisivos do próximo ano. O produtor David Zucker comentou recentemente que a exibição depende da estratégia da Amazon: “É quando a Amazon quer que a série vá ao ar. Estamos no auge da pós-produção e provavelmente só veremos isso nas telas no final do próximo ano.” A declaração deixou claro que, embora o cronograma esteja praticamente pronto, a gigante do streaming quer garantir que a estreia seja no momento certo para causar o máximo impacto entre o público.

O que esperar da série?

Blade Runner 2099 promete manter o clima noir e futurista característico da franquia, trazendo novamente à tona questões filosóficas e éticas sobre inteligência artificial, replicantes e a coexistência entre humanos e máquinas. A série será ambientada em 2099, seguindo os eventos de Blade Runner 2049, e explorará dilemas de identidade, memória e moralidade. Michelle Yeoh lidera o elenco como Olwen, uma replicante enfrentando o fim de sua vida, enquanto Hunter Schafer dá vida à co-protagonista Cora.

O elenco ainda inclui Dimitri Abold, Lewis Gribben, Katelyn Rose Downey, Tom Burke, Maurizio Lombardi e Daniel Rigby, com participações especiais de Johnny Harris, Amy Lennox, Sheila Atim e Mateus Needham. A combinação de atores consagrados e talentos emergentes sugere que a série terá uma mistura equilibrada entre experiência e inovação, prometendo performances intensas que elevem o nível da narrativa.

Bastidores: produção, atrasos e desafios

O desenvolvimento da série começou em novembro de 2021, quando Ridley Scott anunciou a escrita do piloto e a elaboração de uma bíblia completa para a série, com planos iniciais de dez episódios. Ao longo de 2022, Blade Runner 2099 foi oficialmente encomendado pelo Amazon Prime Video como minissérie, com Silka Luisa como criadora e produtora executiva, e Tom Spezialy atuando na produção executiva de escrita.

A produção enfrentou alguns desafios, incluindo mudanças na direção executiva. Jeremy Podeswa foi contratado para dirigir o episódio piloto, mas precisou se afastar em fevereiro de 2024 devido a conflitos de agenda, e Jonathan Van Tulleken assumiu a direção dos dois primeiros episódios. A pandemia e as questões logísticas também afetaram a produção, exigindo ajustes nos cronogramas e locais de filmagem.

Inicialmente, a série estava programada para filmar em Belfast, na Irlanda do Norte, mas a greve da WGA em 2023 e outros contratempos levaram ao adiamento das gravações para 2024. Parte do financiamento local, cerca de £1,5 milhão do fundo Northern Ireland Screen, acabou sendo devolvida quando a produção deixou o país. Posteriormente, as filmagens começaram em Praga, na República Tcheca, em junho de 2024, com Rob Hardy e Ula Pontikos como diretores de fotografia. As gravações se estenderam até o final de dezembro do mesmo ano, permitindo que a equipe trabalhasse com detalhes de cenografia, efeitos visuais e direção de arte para capturar a estética icônica de Blade Runner.

Por que a estreia em 2026 é tão aguardada

A data de 2026 não é apenas um marco no calendário da Amazon Prime Video; ela representa o momento em que a franquia completa quase quatro décadas de história desde o filme original. A série chega para saciar a curiosidade de fãs antigos e novos, oferecendo uma narrativa que se conecta diretamente aos acontecimentos de Blade Runner 2049. Com a expectativa alta, o público se pergunta como a trama explorará a evolução da sociedade distópica, o destino dos replicantes e quais novos dilemas éticos serão apresentados.

Além disso, a estreia em 2026 permitirá que a Amazon lance a série em um período estratégico, aproveitando o crescimento global da plataforma e o interesse crescente por conteúdo de ficção científica de alta qualidade. O timing perfeito pode transformar Blade Runner 2099 em um fenômeno cultural, atraindo não apenas fãs da franquia, mas também espectadores interessados em histórias complexas, visuais futuristas e personagens emocionalmente profundos.

A importância do elenco

Um dos grandes atrativos da série é o elenco diversificado e talentoso. Michelle Yeoh, conhecida por sua versatilidade e intensidade em papéis dramáticos e de ação, assume o papel de Olwen, uma replicante cuja história promete explorar questões de mortalidade e identidade. Hunter Schafer, uma das estrelas emergentes mais comentadas da atualidade, entra como Cora, trazendo ao público uma personagem co-protagonista com força emocional e complexidade.

Outros nomes, como Dimitri Abold, Lewis Gribben, Katelyn Rose Downey, Daniel Rigby, Tom Burke e Maurizio Lombardi, completam o núcleo principal, enquanto participações especiais de Johnny Harris, Amy Lennox, Sheila Atim e Mateus Needham adicionam camadas dramáticas e intrigantes à narrativa. A escolha cuidadosa do elenco sugere que a série será tão forte em atuações quanto em visual e efeitos especiais.

Filmagem e pós-produção: o cuidado nos detalhes

Após iniciar a produção em Praga, a equipe se dedicou à criação de ambientes que reproduzem a estética de Blade Runner, combinando cidades futuristas decadentes, iluminação neon e efeitos visuais de última geração. A direção de fotografia ficou a cargo de Rob Hardy e Ula Pontikos, que conseguiram capturar o clima noir da franquia, mesclando cenas de ação com momentos introspectivos dos personagens.

A pós-produção também é um ponto crucial da série, com Fiona Colbeck, Leo Trombetta e Henk Van Eeghen na edição, garantindo que narrativa, ritmo e estética visual conversem de forma harmônica. A atenção aos detalhes é essencial, considerando a base de fãs exigente e a importância da série dentro do legado da franquia.

O que sabemos até agora sobre o enredo

Apesar da Amazon e da produção manterem o suspense, já foi confirmado que Olwen enfrentará seu fim, explorando a fragilidade e os dilemas de uma replicante. A série deve apresentar conflitos complexos, alianças inesperadas e reviravoltas emocionantes, mantendo o público atento a cada detalhe. A expectativa é que a narrativa combine ação, drama e suspense psicológico, elementos que sempre fizeram parte do DNA da franquia.

Crítica – Anora é uma poderosa releitura sobre amor e identidade

0

“Eu amo meu marido e vou ficar com ele para sempre.” Com essa frase enigmática, Anora abre caminho para um mergulho profundo nas complexidades da vida e da identidade. Sob a direção brilhante de Sean Baker, conhecido por capturar com maestria a essência humana, o filme transcende o comum, entregando uma experiência repleta de performances emocionantes e um roteiro que equilibra humor e tragédia com precisão quase cirúrgica.

O enredo é uma releitura contemporânea e nada convencional da história da Cinderela. No entanto, em vez de sapatinhos de cristal e bailes luxuosos, encontramos uma narrativa moldada pelas nuances do cotidiano e das emoções humanas. Baker troca os estereótipos e cria um mundo autêntico, habitado por personagens peculiares e multidimensionais que desafiam expectativas.

No centro da história está Ani (interpretada de forma magnética por Mikey Madison), uma jovem que vive subjugada pelas expectativas alheias. Resignada a uma vida de conformismo, ela encontra em um gesto inesperado de carinho a centelha para sonhar com algo maior. Mas o filme não oferece respostas fáceis: enquanto Ani anseia por uma conexão genuína, sua experiência de vida a condicionou a desconfiar de toda bondade desinteressada.

A chegada de Igor, um personagem que personifica gentileza autêntica, intensifica o conflito interno de Ani. Em um mundo onde cada gesto parece ter um preço, ela luta para discernir entre sinceridade e manipulação. É um comentário poderoso sobre a maneira como traumas moldam percepções e sobre como a sociedade pode sufocar a pureza de um gesto altruísta.

No clímax emocional do filme, Ani desaparece, dando lugar à nova identidade de Anora. A transformação simboliza não apenas um renascimento, mas também a luta constante para acreditar que a felicidade é algo que ela pode, sim, merecer. É um momento silencioso, mas avassalador, em que Anora começa a sonhar com um futuro diferente — não como um reflexo das expectativas dos outros, mas como a arquiteta de sua própria vida.

Mikey Madison entrega uma atuação extraordinária. Sua interpretação é crua, vulnerável e absolutamente cativante, evocando comparações com grandes performances do cinema contemporâneo. Madison dá vida a Ani/Anora de uma forma que nos faz sentir cada dor, dúvida e esperança da personagem. É uma atuação que certamente será lembrada por anos.

Sean Baker, por sua vez, demonstra mais uma vez por que é um dos diretores mais talentosos de sua geração. Ele constrói um universo que respira autenticidade e que continua a nos intrigar mesmo após os créditos finais. Com Anora, Baker entrega uma obra que é sensual, engraçada, devastadora e profundamente humana.

Anora não é apenas um filme; é uma experiência. Ele nos desafia a refletir sobre nossas próprias vidas, nossos preconceitos e a maneira como enxergamos os outros. É um lembrete poderoso de que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, a capacidade de sonhar e de se reinventar permanece viva.

Um brinde a Sean Baker por nos oferecer uma obra-prima que ficará gravada na memória e no coração.

Intervalos, de Cléo Busatto, convida o leitor a redescobrir o silêncio e a beleza das pequenas pausas

0
Foto: Reprodução/ Internet

Em meio ao ritmo acelerado da vida contemporânea, onde a pressa parece dominar até os gestos mais simples, a escritora Cléo Busatto lança Intervalos, um livro que se propõe a desacelerar o olhar e restaurar o encanto pelas miudezas do cotidiano. Longe de grandes acontecimentos, a obra é uma celebração das pausas, dos silêncios e das emoções que se escondem nas frestas do tempo.

Desde as primeiras páginas, o leitor é conduzido a um território de delicadeza e introspecção. Os textos de Busatto são curtos, mas densos; fragmentos que traduzem sentimentos universais com a precisão de quem enxerga poesia onde a maioria só vê rotina. O livro é um convite à contemplação — à escuta da própria alma e ao reencontro com o que é essencial.

Com essa passagem, Cléo sintetiza o espírito da obra: a busca por uma alma viva, alimentada por experiências simples e genuínas. Sua escrita mistura lirismo e reflexão, revelando uma autora que se dedica a capturar o invisível — as nuances do sentir, os gestos que escapam, os instantes que parecem insignificantes, mas que guardam profundidade.

Nos textos, emergem temas como amor, solidão, envelhecimento, espiritualidade, desejo, memória e pertencimento. Cada fragmento carrega um pedaço de humanidade: o cheiro do pão recém-assado, a lembrança da avó, o toque da água num banho ritual, o silêncio de um Ano-Novo introspectivo. São momentos aparentemente comuns, mas que, sob o olhar da autora, ganham força simbólica e emocional.

O livro é ilustrado por Karina Busquets, cuja arte visual dialoga com a prosa de forma orgânica e sensível. Os desenhos, delicados e minimalistas, não apenas acompanham os textos — eles os expandem. As ilustrações criam pausas visuais que reforçam a proposta de desaceleração e contemplação, tornando a leitura uma experiência estética completa.

Mais do que um conjunto de contos, a obra literária é uma jornada poética sobre o tempo e o autoconhecimento. Cléo Busatto escreve como quem oferece um abrigo: suas palavras acolhem e convidam à escuta, lembrando que há beleza no simples ato de existir. Em um mundo cada vez mais barulhento, seu livro surge como um gesto de resistência — uma pausa necessária para ouvir o sussurro da vida.

Sessão da Tarde – Saiba qual filme vai passar nesta quarta-feira (13)

0

Nesta quarta, 13 de agosto, a TV Globo exibe na tradicional Sessão da Tarde o filme brasileiro Um Tio Quase Perfeito 2, sequência da comédia familiar que conquistou o público em 2017. Com direção de Pedro Antônio Paes e roteiro de Sabrina Garcia, Rodrigo Goulart e Leandro Muniz, o longa retoma a história de Tony, um tio carismático e atrapalhado que, após abandonar a vida de trambiqueiro, tenta se transformar no herói da família e ganhar o coração dos sobrinhos Patricia, Valentina e João.

Mas a chegada de Beto, novo namorado da irmã Ângela, traz uma reviravolta à rotina pacata da casa e acende a chama da disputa por atenção e carinho, especialmente entre Tony e o intruso. Repleto de confusões, situações engraçadas e uma dose de drama familiar, o filme traz à tona questões universais como ciúmes, amor, aceitação e os desafios do convívio entre gerações diferentes.

O longa-metragem é mais que uma comédia leve e divertida. Ele reflete o jeito brasileiro de lidar com as relações familiares, misturando humor com temas cotidianos. Em um cenário onde o tio figura como um personagem quase lendário dentro do núcleo familiar, Tony representa o familiar imperfeito, mas com um coração gigante, que tenta ao máximo se redimir das falhas do passado para ser alguém digno da confiança e do afeto dos sobrinhos.

O filme é uma sequência que soube aproveitar a fórmula do sucesso do primeiro longa, de 2017, sem perder sua essência. A repetição do elenco principal e da equipe de produção trouxe naturalidade e coesão, elementos que ajudam o espectador a se conectar emocionalmente com os personagens e suas histórias.

Personagens que encantam e divertem

O grande destaque é, claro, Marcus Majella, que retorna ao papel de Tony com seu carisma único, trazendo uma mistura de ingenuidade, teimosia e bom humor. Tony é aquele tio quase perfeito, pois erra muito, se mete em confusões e não sabe como agir diante das mudanças da família, mas que se esforça para fazer o melhor por aqueles que ama.

Os sobrinhos, interpretados por Julia Svacinna (Patrícia), Sofia Barros (Valentina) e João Barreto (João), dão frescor e autenticidade ao filme, com personagens que transitam entre a inocência da infância e as primeiras descobertas da adolescência, criando cenas que os adultos reconhecem do seu próprio cotidiano familiar.

Letícia Isnard interpreta Ângela, a irmã de Tony, que, ao encontrar um novo amor em Beto (Danton Mello), vê seu mundo e o da família se transformar. Beto, por sua vez, surge como um personagem amável, mas que acaba despertando o ciúme do tio, gerando uma série de planos e estratégias cômicas para desmascará-lo, o que rende momentos hilários.

Ana Lúcia Torre, como a matriarca Cecília, imprime um tom de sabedoria e equilíbrio, sendo o alicerce que ajuda a amenizar os conflitos familiares, sempre com doses de humor e ternura.

Uma produção que valoriza o Brasil

As filmagens foram realizadas no Rio de Janeiro e região serrana, locais que não apenas servem de cenário, mas valorizam a identidade brasileira da produção. Locais como Petrópolis, Lagoa Rodrigo de Freitas, Laranjeiras e Ipanema são palco para cenas que mostram uma diversidade de ambientes, do urbano ao mais tranquilo, criando um panorama que o público local reconhece e o público de outras regiões admira.

A parceria entre Arpoador Audiovisual, Globo Filmes, Sony Pictures e Morena Filmes garantiu um trabalho com produção caprichada e qualidade técnica compatível com as melhores comédias familiares nacionais. Sob a direção experiente de Pedro Antônio Paes, conhecido por seu talento em comédias, o filme mantém um ritmo ágil e equilibrado, com piadas que funcionam para crianças e adultos.

Desafios do lançamento em meio à pandemia

Lançado em janeiro de 2021, o filme teve sua estreia marcada por um cenário desafiador: o fechamento temporário dos cinemas e as restrições causadas pela pandemia da COVID-19. Mesmo assim, o filme conseguiu atrair mais de 78 mil espectadores e arrecadar mais de R$ 1 milhão, números expressivos para uma produção nacional em tempos tão difíceis.

Além da bilheteria, o longa recebeu indicações importantes na 21ª edição do Grande Otelo, prestigiando sua qualidade nas categorias de Melhor Longa-metragem Infantil e Melhor Ator Coadjuvante para Danton Mello.

Mensagens que ficam para além das risadas

Embora seja uma comédia leve, o filme também traz mensagens valiosas sobre família, perdão e aceitação. Tony, apesar de suas falhas, mostra a importância do esforço para crescer, mudar e valorizar os vínculos afetivos. A convivência entre gerações, com suas desavenças e reconciliações, é representada com sensibilidade e humor, lembrando ao espectador que a família é feita de momentos imperfeitos, mas essenciais.

As crianças no elenco ajudam a transmitir a simplicidade e a pureza do amor familiar, enquanto os adultos mostram como é possível superar as diferenças e inseguranças quando a empatia prevalece.

O legado e a despedida de Eduardo Galvão

O filme também marca um momento especial para o público e para o cinema nacional: é um dos últimos trabalhos do ator Eduardo Galvão, que interpreta Gustavo, o pai ausente na trama. Sua morte em 2020, em decorrência da COVID-19, deixou uma lacuna na produção artística brasileira. A participação dele em Um Tio Quase Perfeito 2 traz um significado afetivo e simbólico, representando o valor da família e a importância de deixar um legado.

Eita, Lucas! deste sábado (13) traz Carona da Sorte com David na feira de São Paulo

0

Neste sábado, 13 de setembro, às 15h, o programa “Eita, Lucas!” volta à tela do SBT com uma edição repleta de emoção, solidariedade e surpresas. Lucas Guimarães conduz o programa em busca de personagens que inspirem e emocionem o público, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, a esperança e a solidariedade podem transformar vidas.

No quadro “Eita Glória”, Lucas percorre uma feira livre na capital paulista, conversando com feirantes, clientes e moradores locais em busca de histórias marcantes. Entre frutas, legumes e interações cheias de afeto, um sortudo terá a chance de ter suas dívidas quitadas, participando de um jogo de envelopes premiados.

A dinâmica exige que o participante confie na própria intuição para escolher os envelopes corretos. Nesta semana, a edição traz uma novidade emocionante: o envelope “Surpresa”, capaz de pagar todas as dívidas do mês, oferecendo um alívio completo para quem enfrenta dificuldades financeiras. A expectativa e a emoção se misturam enquanto os telespectadores acompanham cada decisão e reação dos participantes.

Na sequência, o programa apresenta o quadro “Carona da Sorte”, desta vez com David, um vendedor de tapiocas que luta diariamente para sustentar a família. Endividado e cansado de enfrentar obstáculos, ele chegou a pensar em desistir até o momento em que cruzou o caminho de Lucas.

Durante a carona, David enfrenta desafios valendo R$ 10 mil, respondendo às perguntas da Áurea, a Inteligência Artificial do programa. Entre tensão, entusiasmo e momentos de reflexão, ele precisa mostrar conhecimento e estratégia, enquanto o público acompanha cada instante com emoção. A história de David reforça a missão do programa: inspirar e transformar vidas através da solidariedade e da superação pessoal.

O programa combina diversão, suspense e emoção em um formato que aproxima os telespectadores da realidade dos participantes. Com Lucas Guimarães à frente, o programa valoriza o contato humano, as histórias reais e as reações genuínas daqueles que recebem apoio e reconhecimento.

A interação com o público vai além da tela: cada quadro desperta empatia, torcidas e emoções compartilhadas, mostrando que pequenas ações podem ter impacto profundo na vida de muitas pessoas. Entre sorrisos, lágrimas e momentos de tensão, o programa constrói uma narrativa envolvente que conecta espectadores e participantes.

Love Alert estreia dia 28 e apresenta novo BL tailandês com romance marcado por tensão e provocações

0

O cenário dos dramas BL ganha um novo título em 2025 com a estreia de Love Alert, marcada para o dia 28. Adaptada do romance Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang, de Nottakorn, a série aposta em uma narrativa onde interesses pessoais, disputas de ego e convivência forçada dão origem a um romance silencioso e inesperado.

Criada por Nottakorn, que também assina a obra literária original, a produção segue uma linha mais realista dentro do gênero BL, valorizando o desenvolvimento psicológico dos personagens e as transformações que ocorrem a partir do contato humano. Em vez de grandes declarações, Love Alert constrói sua força nos detalhes e na tensão emocional constante.

Em Love Alert, os personagens se aproximam inicialmente movidos por conveniência e objetivos pessoais. Nenhum deles busca, de fato, um envolvimento emocional, mas a convivência diária acaba quebrando defesas e revelando sentimentos que surgem de forma gradual. A série aposta em olhares, silêncios e confrontos verbais para desenvolver seus romances, evitando soluções rápidas ou idealizadas.

A produção conta com um quarteto protagonista, formado por James Hayward Prescott (Cara mau, meu chefe, 14 Novamente, Episódio especial do Bad Guy My Boss), Kad Ploysupa (Grande Dragão: O Seriado, Geração Y 2, Colega de quarto ruim), David Matthew Roberts (A Lua Oculta, Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang) e Fam Thanuphat Poungsuwan (Tritão Amante), que conduzem os principais conflitos e relações da história. A dinâmica entre os personagens se constrói a partir de provocações constantes, jogos de poder e aproximações calculadas, criando um clima de tensão emocional que se transforma ao longo dos episódios.

Inserida no momento de forte expansão dos BLs tailandeses no mercado internacional, a série chega como uma aposta promissora para o público que busca histórias mais maduras, com conflitos bem definidos e relações construídas passo a passo. Com estreia marcada para o dia 28, Love Alert promete conquistar fãs ao mostrar que, às vezes, o amor nasce exatamente onde ninguém está preparado para sentir.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel de hoje (10): Show do Milhão Celebridades e MC Daniel, Melody, Geraldo Luís, Giba e Reinaldo Nascimento no Jogo das 3 Pistas

0
Foto: Reprodução/ Internet

No próximo domingo, dia 10 de agosto, o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel prepara uma edição especialmente dedicada ao Dia dos Pais, recheada de homenagens, momentos emocionantes e atrações inéditas que vão encantar toda a família. Tradicionalmente um dos programas mais queridos do público brasileiro, o dominical do SBT promete transformar a data em uma celebração de afeto, música e alegria, reunindo artistas renomados, talentos em ascensão e suas famílias para dividir histórias, brincadeiras e muita diversão.

Um dos momentos mais aguardados da noite será o “Jogo das 3 Pistas”, que recebe MC Daniel e Melody ao lado de seus pais, formando duplas para uma disputa repleta de descontração e interação familiar. MC Daniel, apelidado carinhosamente de “Falcão do Funk”, tem uma trajetória marcada por superação. Desde o início da carreira, a música foi seu refúgio para enfrentar momentos difíceis, como a luta contra a depressão. Hoje, um dos artistas mais respeitados do gênero, MC Daniel vive também uma nova fase da vida como pai do pequeno Rás, de cinco meses. Recentemente, ele fez sua estreia como ator na novela “A Caverna Encantada”, produção do próprio SBT na qual interpreta a si mesmo, mostrando seu talento multifacetado. Ao seu lado, o pai Christian Daniel Nicola, empresário e influenciador digital, com um público fiel nas redes sociais, participa ativamente da carreira do filho, formando uma família unida que celebra conquistas e apoia sonhos.

Já Melody, fenômeno da música pop entre os jovens, traz toda sua energia e carisma para o palco ao lado do pai Thiago Abreu, conhecido como MC Belinho. Desde muito cedo, Melody revelou seu talento para o canto e para as redes sociais, conquistando milhões de seguidores e consolidando seu nome no cenário musical brasileiro. O pai, que além de ter sido seu primeiro incentivador, continua a gerir sua carreira e a da irmã mais nova, Bella Angel, mostrando a força da parceria familiar no mundo do entretenimento. A cumplicidade entre Melody, Thiago e o público promete momentos de muita emoção e diversão, reforçando os laços que unem arte e afeto.

Nos bastidores, a família de MC Daniel esteve presente em peso. O pequeno Rás, acompanhado pela mãe, os irmãos e o avô, participaram da gravação, que contou com um clima familiar muito especial. O avô do cantor, emocionado, fez questão de expressar sua admiração pelo apresentador Silvio Santos, lembrando a importância da figura que há décadas marca o cenário televisivo nacional.

Talento e sintonia no quadro Qual é a Música

Em outro quadro que celebra a conexão entre pais e filhos, o “Qual é a Música” traz para o palco três duplas especiais que unem talento e afeto. O jornalista e apresentador Geraldo Luís, conhecido por sua carreira consolidada em programas que tocam o público com histórias emocionantes e linguagem popular, aparece ao lado do filho João Pedro Sacramento. Conhecido como DJ John Sakra, João Pedro conquistou fama nas redes sociais, especialmente ao viralizar por sua incrível semelhança com o próprio Silvio Santos. A dupla oferece um momento de descontração e cumplicidade que emociona o público.

O universo musical também está presente com o cantor Reinaldo Nascimento, que ficou eternizado pelo sucesso do grupo “Terra Samba” e sua carreira solo, que segue firme desde 2014. Ao seu lado, o filho Brunno Zaia dá continuidade ao legado musical, apresentando o projeto “Filhos da Bahia”. Com a proposta de atualizar os clássicos do axé para as novas gerações, Brunno traz uma visão fresca e contemporânea, mostrando que o talento pode atravessar gerações.

Complementando a seleção, o ícone do esporte brasileiro, o ex-jogador de vôlei Giba, aparece com sua filha Nicoll Pirv Godoy, que além de influenciadora digital, segue carreira como modelo. A presença da família reforça o espírito da edição, que celebra não só a música e o entretenimento, mas também a força dos laços familiares em todas as áreas da vida. Em um momento especial, Patrick Godoy, filho caçula de Giba e irmão de Nicoll, é convidado por Patricia Abravanel a subir ao palco para interagir com o público, trazendo ainda mais leveza e alegria ao programa.

Mostrando talentos em família: o Show de Calouros

O “Show de Calouros” traz um time de jurados animados e experientes para receber duplas formadas por pais e filhos que disputam a aprovação do público e da bancada. Com apresentações que vão desde dança, mágica, acrobacias e outras expressões artísticas, o programa reafirma seu compromisso de revelar e incentivar talentos de todas as idades. Sob o olhar atento de Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Lord Vinheteiro, Rodrigo Capella, Thayse Teixeira e Xaropinho, cada apresentação ganha uma avaliação cheia de carinho, profissionalismo e entusiasmo.

A importância da memória cultural na Agenda Cultural

Além das performances e jogos, o programa dedica um momento especial à valorização da cultura. Rodrigo Leal, filho do saudoso Roberto Leal — cantor português que conquistou o Brasil com suas músicas alegres e tradicionais — conduz uma homenagem ao legado do pai. Reinterpretando clássicos com uma nova roupagem, Rodrigo busca transmitir à nova geração o amor pela música e a riqueza cultural deixada por Roberto Leal. Para quem quiser conferir, estão programados shows em São Paulo nos dias 16 e 30 de agosto, além de outras apresentações em setembro, promovendo o encontro entre passado e presente.

Novidade: estreia do Show do Milhão EMS Celebridades

O programa também marca a estreia de uma versão especial do clássico “Show do Milhão” com celebridades, reunindo artistas para uma competição de perguntas e respostas que testam o conhecimento e o carisma dos participantes. Mantendo a essência que consagrou o formato ao longo das décadas, a atração traz nomes como Blogueirinha, Danilo Gentili, Falcão, Marcelo Adnet, Marcelo Tas, Maria Clara Gueiros, Nany People e Ratinho. Monica Iozzi assume a apresentação a partir do segundo episódio, substituindo Danilo Gentili, enquanto Luiz Bacci, Luiza Possi e Rebeca Abravanel compõem a bancada de universitários que ajudam os competidores durante o jogo.

Patricia Abravanel, que assumiu oficialmente a apresentação do programa em 2024, fala com entusiasmo sobre o novo formato: “Aqui não tem moleza, o jogo é para valer! Os artistas vieram prontos para competir de verdade e estão preparados para se divertir, aprender e, claro, para virar meme na internet, porque esse é o espírito do programa. Estou muito feliz com esse time tão especial que aceitou o desafio.”

Risadas garantidas com as Câmeras Escondidas

Para fechar a noite com leveza e bom humor, o programa traz uma pegadinha inédita no quadro “Câmeras Escondidas”. Intitulada “Mosca com Sono”, a brincadeira envolve Ivo Holanda e Adriano Arbool em um cenário simples: uma padaria onde um atendente — interpretado por um dos atores — finge estar perseguindo uma mosca que não para de incomodar. O outro, fazendo o papel de cliente, se envolve na confusão ao testemunhar as tentativas inusitadas de espantar o inseto, que vão desde abanar o ambiente com um pano até usar um pulverizador de talco “venenoso”. O resultado são situações engraçadas e reações espontâneas que prometem arrancar gargalhadas da plateia e dos telespectadores.

Saiba qual filme vai passar no Cinemaço deste domingo, 18 de janeiro, na TV Globo

0

O Cinemaço deste domingo, 18 de janeiro de 2026, promete transportar o público para um futuro tão grandioso quanto devastador. A TV Globo exibe “Máquinas Mortais”, uma superprodução de aventura e ficção científica que imagina um planeta transformado em um enorme campo de batalha sobre rodas. Lançado em 2018, o filme aposta em um universo visualmente impressionante para contar uma história sobre sobrevivência, poder, desigualdade e as consequências extremas das guerras humanas.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama se passa anos após a chamada Guerra dos Sessenta Minutos, um conflito global tão destrutivo que mudou completamente a forma como a humanidade vive. A Terra está devastada, os recursos naturais são escassos e a antiga organização das cidades deixou de existir. Para sobreviver, os seres humanos criaram as chamadas Cidades Tração, enormes metrópoles montadas sobre rodas gigantes, capazes de se locomover pelos continentes em busca de matéria-prima. Nesse novo mundo, as cidades menores são caçadas e “engolidas” pelas maiores, em uma lógica brutal de dominação e sobrevivência.

É nesse cenário caótico que surge Londres, uma das maiores e mais poderosas cidades móveis do planeta. No centro da história está Tom Natsworthy, um jovem historiador vivido por Robert Sheehan, que leva uma vida simples trabalhando nos níveis mais baixos da cidade. Tom é curioso, sonhador e fascinado pelas histórias do mundo antigo, aquele que existia antes da destruição. Sua vida muda radicalmente quando ele se envolve em um ataque que o lança para fora de Londres, jogando-o em um território hostil e desconhecido.

Ao cair no mundo exterior, Tom cruza o caminho de Hester Shaw, interpretada por Hera Hilmar, uma fora-da-lei marcada física e emocionalmente por um passado violento. Hester carrega no rosto cicatrizes que simbolizam muito mais do que feridas de batalha. Elas representam as marcas de um mundo que não teve piedade e de uma infância roubada pela guerra e pela ambição dos poderosos. Inicialmente desconfiados um do outro, Tom e Hester formam uma aliança improvável, unidos pela necessidade de sobreviver.

A jornada dos dois rapidamente deixa de ser apenas uma fuga. Conforme avançam, eles descobrem uma ameaça muito maior do que as cidades predatórias. Um antigo armamento, capaz de destruir o que resta do planeta, ameaça desequilibrar ainda mais esse mundo já frágil. No centro desse perigo está Thaddeus Valentine, vivido por Hugo Weaving, uma figura carismática, elegante e profundamente perigosa. Valentine acredita que o uso dessa arma é a única forma de garantir a supremacia de Londres, mesmo que isso custe milhares de vidas.

Hugo Weaving entrega um vilão complexo, que não se enxerga como mal, mas como necessário. Seu personagem simboliza a lógica do poder extremo, onde fins justificam quaisquer meios. Ao lado dele, a atriz e cantora Jihae interpreta Anna Fang, uma líder rebelde que representa a resistência contra o sistema das Cidades Tração. Forte, determinada e idealista, Anna surge como uma das figuras mais interessantes do filme, trazendo uma visão de mundo que se opõe diretamente à lógica da destruição contínua.

Dirigido por Christian Rivers, em sua estreia como diretor de longa-metragem, “Máquinas Mortais” carrega fortemente a influência de Peter Jackson, que assina o roteiro ao lado de Fran Walsh e Philippa Boyens, os mesmos nomes por trás das trilogias O Senhor dos Anéis e O Hobbit. Jackson, inclusive, adquiriu os direitos do livro homônimo de Philip Reeve ainda em 2009. O projeto passou anos em desenvolvimento até ser oficialmente anunciado em 2016.

Rivers, que venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho em “King Kong”, traz para o filme um olhar extremamente técnico e detalhista. As cidades em movimento são o grande espetáculo da produção. Londres sobre rodas, avançando sobre paisagens destruídas, é uma imagem que impressiona pela escala e pelo nível de detalhamento. As sequências de perseguição e captura entre cidades são ambiciosas e visualmente impactantes, criando um verdadeiro espetáculo para quem gosta de mundos fantásticos.

As filmagens ocorreram entre abril e julho de 2017, na Nova Zelândia, aproveitando paisagens naturais que ajudaram a construir a sensação de um planeta devastado e inóspito. O cuidado técnico é evidente em cada cena, desde os figurinos até os cenários digitais, reforçando o caráter épico da obra.

Apesar de todo o investimento visual, “Máquinas Mortais” teve uma recepção dividida. O filme estreou mundialmente em Londres em novembro de 2018 e chegou aos cinemas de vários países em dezembro do mesmo ano. A crítica reconheceu o impacto dos efeitos especiais, mas apontou falhas no desenvolvimento dos personagens, no ritmo da narrativa e em uma certa dificuldade do filme em criar uma identidade própria dentro do gênero pós-apocalíptico.

Esse conjunto de fatores refletiu no desempenho comercial. Com um orçamento estimado entre 100 e 150 milhões de dólares, o longa arrecadou cerca de 82,9 milhões de dólares em bilheteria mundial, sendo considerado um fracasso financeiro. Os prejuízos para o estúdio foram estimados em até 150 milhões de dólares, encerrando as possibilidades de uma continuação cinematográfica direta da saga literária.

Mesmo assim, o universo de “Máquinas Mortais” continuou a despertar interesse. Em 2020, uma série de jogos em primeira pessoa ambientados nesse mesmo mundo foi desenvolvida, ampliando a experiência para outros formatos e mantendo viva a mitologia criada por Philip Reeve.

Me And Thee revela pôster oficial e anuncia estreia do novo BL com Pond Naravit e Phuwin Tangsakyuen

0
Foto: Reprodução/ Internet

O BL tailandês Me And Thee ganhou seu novo pôster oficial, e ele já está dando o que falar entre os fãs! Com estreia marcada para 15 de novembro na GMMTV, a imagem apresenta os protagonistas em um clima intimista e sugestivo, antecipando a química e a tensão romântica que vão marcar a série. O pôster não só reforça a identidade visual da produção, mas também dá pistas sobre o enredo envolvente que mistura romance, descobertas e emoções inesperadas.

A trama acompanha um fotógrafo reservado que se vê envolvido com um jovem rico, confiante e totalmente inexperiente no amor. Quando o rapaz pede sua ajuda para conquistar outra pessoa, o que parecia ser apenas um plano se transforma em um romance inesperado, com momentos de humor, tensão e conexão emocional. O enredo promete explorar de maneira delicada as nuances do amor, a insegurança nos relacionamentos e a intensidade do primeiro afeto.

O elenco principal reúne talentos já conhecidos pelos fãs de BL: Pond Naravit Lertratkosum (Never Let Me Go, Bad Buddy) vive Thee, o fotógrafo introspectivo; Phuwin Tangsakyuen (Not Me, F4 Thailand) interpreta Peach, o jovem confiante que muda a rotina do protagonista; Est Supha Sangaworawong (Love Mechanics) é Mok, trazendo leveza à trama; e Bonnie Pattraphus Borattasuwan (Why R U?) dá vida a Phlab, adicionando momentos de emoção e humor. As informações são do IMDb.

Outros nomes do elenco também se destacam, como Santa Pongsapak Oudompoch (My Gear and Your Gown) no papel de Aran, Perth Tanapon Sukumpantanasan (2gether: The Series, Bad Buddy) como Tawan, JJ Chayakorn Jutamas (Boy For Rent) como Tee, Teeradech Vitheepanich (Until We Meet Again) interpretando Mint, e Thishar Thurachon (I Told Sunset About You) como Godji. Com esse time, Me And Thee combina experiência, carisma e química, fortalecendo ainda mais o apelo da série.

A direção fica a cargo de Nattapong Mongkolsawat, que já tem experiência em projetos de destaque no gênero. Ele promete conduzir a narrativa de forma sensível, equilibrando momentos de romance, tensão e leveza, enquanto aprofunda a relação entre os personagens e explora a evolução do amor de maneira natural e envolvente.

No Brasil, Me And Thee estará disponível com legendas em português pela plataforma iQIYI, que transmite oficialmente a maioria das produções BL da GMMTV. A estreia acontece no dia 15 de novembro, simultaneamente à exibição na Tailândia.

almanaque recomenda