Tyane Aline transforma sua história de superação em inspiração no Retratos Femininos deste sábado (16/08)

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Na correria das ruas estreitas do Brás, em São Paulo, onde lojistas disputam olhares e consumidores se perdem entre vitrines coloridas e preços tentadores, há um rosto que se tornou sinônimo de confiança e credibilidade. Esse rosto é o de Tyane Aline, a mulher que fez do comércio popular um palco de oportunidades e que, neste sábado, 16 de agosto, às 13h, terá sua história contada no programa Retratos Femininos, da TV Aparecida, apresentado por Abiane Souza.

Mais do que divulgar lojas, Tyane construiu uma ponte entre pequenos empresários e clientes de todo o país. Com uma linguagem simples, próxima e envolvente, ela transformou a divulgação em arte e hoje é considerada a maior divulgadora do Brás. Mas o que nem todos sabem é que, por trás dos números expressivos — mais de dois milhões de seguidores em suas redes sociais —, existe uma mulher que enfrentou dores profundas, desafiou preconceitos e aprendeu a se reinventar.

Do anonimato ao destaque no Brás

A trajetória de Tyane poderia ser confundida com a de tantas outras mulheres batalhadoras que frequentam o Brás. No entanto, o que a diferenciou foi a maneira como olhou para aquele espaço. Em vez de apenas consumir, ela decidiu contar histórias: das costureiras que trabalham madrugada adentro, dos lojistas que apostam tudo em uma coleção, das famílias que dependem das vendas para sobreviver.

Com o tempo, seu talento para comunicar atraiu olhares de comerciantes que buscavam maior visibilidade. Tyane começou divulgando pequenas lojas, muitas vezes sem estrutura para publicidade. Aos poucos, seu carisma e sua forma genuína de apresentar os produtos se espalharam como boca a boca digital. O Brás, que já era conhecido como um dos maiores polos comerciais da América Latina, passou a ter em Tyane uma embaixadora.

Persistência como marca registrada

O caminho, no entanto, não foi livre de tropeços. Tyane enfrentou momentos de dúvida, resistência e até desconfiança. Muitos não acreditavam que a divulgação digital pudesse transformar negócios tradicionais. Outros, simplesmente, não levavam a sério o trabalho de uma mulher que, com celular em mãos, circulava pelas ruas do bairro entrevistando vendedores e mostrando peças de roupas.

Ela seguiu em frente. A cada dificuldade, encontrava um jeito de reinventar suas estratégias. Investiu tempo, energia e, principalmente, emoção. A confiança que construiu com os lojistas fez com que seu trabalho se consolidasse. Hoje, ela é referência em marketing digital para o comércio popular, inspirando outras mulheres a enxergarem oportunidades no universo das redes sociais.

Luta pessoal contra a compulsão alimentar

Mas o programa vai além do lado profissional. Ao caminhar pelas ruas do Brás ao lado da apresentadora Abiane Souza, Tyane também abre seu coração para falar sobre batalhas mais íntimas — aquelas que não aparecem nos bastidores de suas lives ou nos posts que alcançam milhares de curtidas.

Durante anos, Tyane enfrentou a obesidade e a compulsão alimentar. Uma luta silenciosa, muitas vezes invisível para quem acompanhava apenas seu sucesso. Foram momentos de insegurança, baixa autoestima e enfrentamento diário com padrões de beleza impostos pela sociedade.

Com coragem, ela buscou ajuda e iniciou um processo de transformação que foi muito além da perda de peso. Aprendeu a cuidar do corpo, mas também da mente. O resultado é visível não apenas em sua saúde, mas na forma como transmite hoje uma mensagem de amor próprio e superação.

Tyane Aline é, sobretudo, um retrato de persistência. Sua história mostra que é possível transformar vulnerabilidades em força e obstáculos em degraus. Mais do que números nas redes sociais, ela representa esperança para quem acredita que é possível recomeçar, seja na vida pessoal ou profissional.

Avatar: Fogo e Cinzas libera trailer final e prepara o terreno para a fase mais sombria da saga de James Cameron

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo de Pandora voltou a estremecer — e não apenas pela força das montanhas flutuantes ou pelo rugido das criaturas bioluminescentes. Com a divulgação do trailer final de Avatar: Fogo e Cinzas, o terceiro capítulo da franquia de James Cameron, a sensação é de que estamos diante de uma experiência cinematográfica que promete expandir, aprofundar e agitar tudo o que os fãs conhecem sobre esse mundo extraordinário. O vídeo, liberado pela 20th Century Studios, rapidamente tomou conta das redes sociais, alimentando debates, teorias e reações emocionadas. Não é exagero dizer que a expectativa atingiu seu auge. Afinal, estamos falando de uma das sagas mais ambiciosas e tecnicamente impecáveis da história do cinema.

Com estreia prevista para 19 de dezembro de 2025, Fogo e Cinzas assume a responsabilidade de dar continuidade aos eventos de O Caminho da Água (2022), ao mesmo tempo em que prepara o terreno para as duas sequências já anunciadas para 2029 e 2031. A julgar pelas imagens reveladas no trailer, o novo filme não se limita a dar sequência à trama: ele propõe uma virada emocional, estética e narrativa que pode redefinir o rumo da franquia pelos próximos anos.

Logo de início, o trailer apresenta um clima mais pesado e introspectivo. Um ano se passou desde que a família Sully se estabeleceu no clã Metkayina, mas a dor da perda de Neteyam continua viva. A ausência do primogênito paira como uma nuvem espessa sobre Jake, Neytiri e seus filhos. Há uma ferida aberta que nenhum mergulho nas águas cristalinas de Pandora é capaz de suavizar. Essa atmosfera de luto e revolta é perceptível não apenas nas expressões dos personagens, mas também na fotografia, mais contrastada e repleta de sombras, como se o planeta refletisse o emocional de sua família mais conhecida.

É nesse contexto que surge a grande novidade do trailer: a introdução do misterioso e temido Povo das Cinzas, uma tribo Na’vi que vive em regiões dominadas por vulcões e ambientes hostis. Diferente dos Omatikaya e dos Metkayina, cujo visual remete à natureza exuberante de florestas e oceanos, o novo clã apresenta uma estética marcada por tons escuros, pinturas agressivas e um estilo de vida moldado pelo fogo — um contraste arrebatador com tudo o que Pandora mostrou até agora. A líder dos Ash People, a imponente Varang, surge como uma figura de presença magnética. Seu semblante firme, seus movimentos calculados e sua postura de guerreira experiente deixam claro que ela não é uma antagonista tradicional: é alguém guiada por convicções profundas, por perdas passadas e por uma visão própria de justiça.

O mais impactante, porém, é vê-la aliada a Miles Quaritch, ainda mais adaptado à sua nova forma Na’vi. A parceria entre ambos deixa evidente que a guerra pela sobrevivência de Pandora está prestes a atingir um patamar sem precedentes. No trailer, Quaritch exibe uma mistura perturbadora de ódio e confusão existencial. Ele é uma figura dividida entre a memória de sua vida humana e as emoções despertadas pelo corpo que agora habita. Esse conflito interno, que já se insinuava em O Caminho da Água, parece ganhar proporções muito maiores no terceiro longa.

Jake e Neytiri, por sua vez, aparecem mais maduros, mas também mais quebrados. O luto pela morte de Neteyam se reflete na forma como eles se movimentam, falam e interagem com o restante da família. Neytiri, especialmente, surge tomada por uma intensidade quase selvagem. Em uma das cenas mais marcantes do trailer, ela afirma, com a voz embargada e olhar de fúria, que eles “já perderam demais”. Há uma energia crua nessa fala que indica que a personagem, que sempre equilibrou espiritualidade e força, pode estar prestes a romper alguns limites.

Kiri, interpretada novamente por Sigourney Weaver, também ganha destaque nos novos trechos. Sua ligação com Eywa se manifesta de forma mais poderosa, com cenas que sugerem habilidades sensoriais ampliadas e uma sensibilidade que a coloca no centro de acontecimentos decisivos. A jovem, ainda envolta em mistério, parece ser um dos pilares emocionais e narrativos de Fogo e Cinzas. Seus conflitos, suas descobertas e sua conexão com o planeta podem ser fundamentais no desfecho da história.

Lo’ak, que já vivia sob o peso da expectativa após a morte do irmão, também surge como alguém que enfrenta uma jornada pessoal intensa. Seu vínculo com o tulkun Payakan reaparece brevemente no trailer, indicando que essa relação continuará a ser um dos elementos mais sensíveis e simbólicos da trama. Cameron tem habilidade especial para transformar laços entre personagens e criaturas em metáforas profundas — e tudo indica que isso se repetirá aqui, só que de forma ainda mais dramática.

Para que tudo isso ganhasse corpo e verdade, Cameron contou novamente com o retorno de atores que já se tornaram sinônimo da franquia. Sam Worthington retoma o papel de Jake Sully com uma postura mais cansada e reflexiva, carregando no olhar todas as batalhas que já enfrentou e aquelas que sabe que ainda virão. Zoe Saldaña, sempre intensa, entrega uma Neytiri visceral, movida pela dor, pela raiva e pela vontade de proteger o que lhe resta. Stephen Lang, mais uma vez, se destaca como um antagonista multifacetado, enquanto Sigourney Weaver transforma Kiri em um dos personagens mais fascinantes dessa nova fase da franquia. Joel David Moore, CCH Pounder e Matt Gerald completam o elenco de retorno.

A grandiosidade de Fogo e Cinzas se deve, em grande parte, ao processo de produção que começou há muito tempo. As filmagens tiveram início em 2017, acontecendo paralelamente às de O Caminho da Água. Isso significa que Cameron não vê a saga como filmes isolados, mas como capítulos de uma história contínua, planejada com antecedência e construída como uma verdadeira epopeia cinematográfica. Enquanto trabalhava nesses dois longas, ele já preparava terreno para The Tulkun Rider e The Quest for Eywa, que devem chegar aos cinemas nos próximos anos e fechar o ciclo iniciado em 2009.

Marcelo Mansfield relembra trajetória no humor e anuncia peça comemorativa no programa “Companhia Certa” desta segunda (28/07)

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Foto: Reprodução/ Internet

Sabe aquele cara que você talvez não lembre o nome de primeira, mas assim que ele aparece na tela você pensa “pô, esse aí marcou minha infância”? Pois é. Esse cara é Marcelo Mansfield, e ele vai estar na madrugada desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a partir da meia-noite, batendo um papo dos bons com Ronnie Von, no programa “Companhia Certa”, da RedeTV!.

Com quase quatro décadas de carreira, Mansfield é uma daquelas figuras que seguram a marra do riso sem forçar a barra. Ele transita do teatro à TV com a mesma naturalidade com que muda de personagem no palco. E agora, num momento pra lá de especial, ele anuncia um novo espetáculo solo, “O Show do Mansfield”, que estreia em agosto, em São Paulo, pra celebrar suas quatro décadas de estrada.

Mas não espere uma entrevista certinha, com roteiro fechado e frases prontas. O que vai ao ar é mais parecido com uma conversa de bar entre dois amigos que se admiram de verdade — recheada de lembranças, piadas e até uns desabafos sobre a arte de fazer humor no Brasil.

Quem é esse tal de Mansfield?

Se você cresceu nos anos 90 e assistia TV Cultura, é bem provável que tenha visto um sujeito de jaleco, meio doido e totalmente carismático chamado Dr. Barbatana, no programa “Rá-Tim-Bum”. Adivinha quem era? Sim, ele mesmo, Marcelo Mansfield.

Mas a história dele vai muito além disso. O cara foi um dos primeiros a apostar no tal do stand-up comedy por aqui, quando ainda era novidade e ninguém entendia direito o formato. Lá por 2005, ele fundou o Clube da Comédia Stand-Up, e trouxe junto uma galera que depois ficou gigante, tipo Danilo Gentili, Oscar Filho e Marcelo Adnet.

“Eu só queria rir das coisas e fazer os outros rirem também”, conta Mansfield durante o programa. E não é modéstia. A verdade é que ele ajudou a desenhar um novo jeito de fazer humor no país — mais direto, mais cru, mais verdadeiro.

Dos palcos ao sofá da sala

Se você ainda acha que não conhece Mansfield, talvez tenha cruzado com outro personagem icônico dele: o impagável “Seu Merda”, figura ácida, debochada e um tanto revoltada, nascida no projeto “Terça Insana” e que depois foi parar no “Agora É Tarde”, da Band. Politicamente incorreto no melhor dos sentidos, o personagem fazia graça justamente por ser um retrato do absurdo da sociedade.

Mansfield sempre teve essa pegada: humor com conteúdo, com um pé no teatro e outro no cotidiano. Ele não tem medo de cutucar a ferida, mas faz isso com tanta inteligência que até quem se sente atingido, ri. E isso, convenhamos, é uma arte.

O novo espetáculo: Mansfield por ele mesmo

E é justamente isso que ele traz de volta com “O Show do Mansfield”. A peça não é só um show de stand-up, nem uma coletânea de personagens — é quase uma autobiografia cômica no palco, onde ele revisita momentos marcantes, personagens inesquecíveis e situações bizarras da vida de um artista brasileiro que nunca quis ser celebridade, mas acabou virando referência.

“É como se eu estivesse abrindo meu baú de memórias e deixando o público brincar com tudo”, brinca Mansfield. E esse “baú” vem cheio: tem história de bastidores, cenas de teatro, trechos da infância, encontros e desencontros com a fama, reflexões sobre a TV e, claro, aquelas piadas que só quem viveu o palco entende.

Para quem já acompanhava, é um reencontro. Para quem não conhece, é um convite. E para quem ama comédia com alma, é um prato cheio.

O começo da caminhada: de Boston a Barbatana

Nem todo mundo sabe, mas a carreira artística de Mansfield começou longe do Brasil. Nos anos 80, ele morou nos Estados Unidos, passou por Boston e Los Angeles, participou de grupos de teatro, estudou sitcoms e absorveu muito da comédia americana — o que, mais tarde, moldou sua visão sobre o stand-up.

Quando voltou ao Brasil, ele já era um artista com pegada internacional, mas com alma paulistana. Entrou para o grupo Harpias, fez teatro alternativo, criou e apresentou programas de humor na TV Gazeta, foi roteirista de filme cult, escreveu colunas em jornais, e ainda arrumou tempo pra fazer mais de 500 comerciais de TV.

E mesmo com esse currículo de fazer inveja, ele nunca perdeu o jeito simples e o olhar aguçado pra vida. “Acho que só continuei porque me diverti fazendo tudo isso. Se não fosse pra rir, nem teria graça”, ele diz.

Humor, coração e crítica

Durante o papo com Ronnie Von, Mansfield deixa claro que nunca viu o humor só como “entretenimento por entretenimento”. Pra ele, rir também é resistir, é pensar, é se conectar com o outro. “A piada pode te derrubar, mas também pode te levantar”, filosofa.

Essa sensibilidade atravessa toda a conversa. Entre risadas e histórias, ele fala dos amigos que fez (e perdeu), dos perrengues da profissão, da relação com o público e da importância de continuar criando, mesmo depois de tanto tempo de estrada.

“Eu nunca quis ser o mais famoso, só queria continuar sendo eu mesmo. Se isso tocou alguém, então valeu a pena”, resume Mansfield, num dos momentos mais sinceros da entrevista.

“Sandman” vai ter 3ª temporada? Criador fala sobre o fim da série e o futuro dos sonhos na Netflix

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Foto: Reprodução/ Internet

Após a estreia da segunda temporada de Sandman na Netflix, dividida em duas partes lançadas em julho de 2025, com um episódio bônus previsto para 31 de julho, os fãs ficaram com aquela sensação familiar de quem acorda de um sonho vívido demais: e agora? A história acabou mesmo?

A série, baseada na aclamada HQ criada por Neil Gaiman e publicada entre 1989 e 1996 pela DC Comics, se destacou desde o início por não se parecer com nada do que já se viu em adaptações de quadrinhos. Não é uma produção cheia de explosões, nem um festival de nostalgia. Sandman é denso, poético, estranho — e absolutamente fascinante para quem embarca na viagem.

Com o encerramento desse segundo ciclo, surge a pergunta inevitável: teremos uma terceira temporada? A resposta, até agora, está suspensa no ar. Não há confirmação oficial da Netflix. Mas o showrunner da série, Allan Heinberg, resolveu abrir o jogo sobre o futuro da produção e trouxe tanto honestidade quanto carinho em suas palavras.

Um “emprego dos sonhos” — e uma despedida difícil

Em entrevista ao site Screen Rant, Heinberg falou sobre o que significou trabalhar em Sandman, e como a experiência de adaptar os contos oníricos de Gaiman impactou sua vida criativa. Segundo ele, escrever essa série foi uma oportunidade rara, quase mágica:

“Nunca tive um emprego em que cada episódio fosse como um pequeno filme, e onde você pudesse escrever sobre as coisas mais importantes da vida — não só da vida humana, mas da vida dos deuses. Foi literalmente um emprego dos sonhos.”

A frase não é apenas uma metáfora simpática. Para Heinberg e boa parte da equipe envolvida, Sandman é uma obra de amor. Uma série feita com cuidado, sensibilidade e atenção aos detalhes — ainda que isso significasse desafios técnicos e orçamentários complexos. E aí está o problema: Sandman não é uma série barata.

Alta qualidade, alto custo

Cada episódio da série envolve uma combinação de efeitos visuais intensos, cenários fabulosos, figurinos intricados e longas horas de pós-produção. Visualmente, a série entrega algo próximo ao cinema. E isso tem um preço.

“Não é uma série barata de se fazer”, confessou Heinberg. “E se tivéssemos uma audiência que realmente exigisse — e fizesse sentido financeiro para a Netflix —, eu poderia continuar escrevendo Sandman para sempre. Você pode contar qualquer tipo de história nesse universo.”

A declaração é clara: o futuro da série depende da audiência. Diferentemente de outras produções mais “pop”, como Wandinha ou Stranger Things, Sandman nunca teve apelo de massa. É uma série de nicho — e orgulhosamente assim.

O encanto do estranho

Esse talvez seja o maior charme de Sandman: ela não tenta agradar a todos. A série mistura fantasia sombria, mitologia, filosofia, horror psicológico e até comédia, muitas vezes dentro de um mesmo episódio. Há cenas delicadas sobre o luto e a morte, outras que retratam amores impossíveis e encontros improváveis. Em uma delas, por exemplo, a personagem Lady Johanna Constantine se apaixona por uma cabeça sem corpo.

É o tipo de história que beira o surreal. Que não se encaixa em fórmulas. E, por isso mesmo, cria uma conexão única com seu público. Um público fiel, engajado e emocionalmente envolvido.

“É um milagre que nos tenham permitido fazer isso. Sandman é estranho. E me sinto muito sortudo por termos tido essas duas temporadas. É um milagre que isso tenha acontecido”, completou Heinberg.

A jornada até aqui

Antes mesmo da série sair do papel, adaptar Sandman era considerado um desafio quase impossível. Por mais de 30 anos, o universo criado por Gaiman foi alvo de tentativas frustradas de adaptação, seja para o cinema ou para a TV. Nomes como Joseph Gordon-Levitt estiveram ligados ao projeto, que acabou naufragando em conflitos criativos.

Foi só em 2019 que a Netflix topou o desafio de adaptar a obra com seriedade e liberdade artística. Com Gaiman como produtor executivo, e Allan Heinberg à frente da criação, a primeira temporada estreou em 2022, com boas críticas e uma base de fãs crescente. A segunda temporada, lançada em 2025, mergulhou ainda mais fundo nas complexidades emocionais de Morpheus e trouxe novos personagens dos quadrinhos — como Delírio, Destruição, Loki, Cluracan, e Nada, o antigo amor de Morpheus.

E o público, o que pode fazer?

Hoje, mais do que nunca, o destino da série depende de quem a assiste. A Netflix avalia cuidadosamente os números de audiência, especialmente nas primeiras semanas após o lançamento. Não é só sobre quantas pessoas assistem — é também sobre quantas terminam, comentam, compartilham. E nesse ponto, os fãs têm um papel vital.

Criada por Dick Wolf, 8ª temporada da série americana FBI estreia em 12 de outubro

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Foto: Reprodução/ Internet

A premiada série F.B.I., criada por Dick Wolf, retorna às telas americanas em 12 de outubro de 2025 com sua aguardada oitava temporada. Reconhecida por retratar com intensidade o cotidiano dos agentes especiais do FBI em Nova York, a produção segue conquistando público ao mesclar investigação rigorosa com nuances humanas, consolidando-se como um dos principais dramas policiais da atualidade.

Nesta nova fase, a trama se aprofunda a partir de um ataque a bomba que abala a cidade, desencadeando uma complexa teia de conspirações. O caso não só desafia a capacidade técnica e estratégica dos agentes liderados por Maggie Bell (Missy Peregrym) e Omar Adom “OA” Zidan (Zeeko Zaki), mas também expõe seus limites emocionais e éticos. A série acerta ao humanizar seus protagonistas, mostrando que, por trás do uniforme, existem pessoas sujeitas a dúvidas, falhas e conflitos.

Contudo, apesar do sucesso contínuo e da fórmula eficiente, F.B.I. precisa enfrentar o desafio de evitar a repetição de clichês típicos do gênero policial, oferecendo frescor em roteiros e personagens. A expectativa é que essa temporada traga uma narrativa mais robusta e crítica, capaz de ir além da adrenalina das operações para discutir questões institucionais e sociais pertinentes à realidade contemporânea.

No Brasil, ainda sem data oficial para a estreia, a série mantém uma base sólida de fãs, ávidos por acompanhar o desenrolar das investigações que já viraram referência em entretenimento televisivo. Se a oitava temporada conseguir manter o equilíbrio entre ação e profundidade emocional, F.B.I. reafirmará sua posição no concorrido universo dos dramas policiais.

Street Fighter | Reboot ganha primeiro trailer oficial e promete reinventar a franquia nos cinemas

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O aguardado reboot de Street Fighter finalmente revelou seu primeiro trailer oficial durante o TGA 2025, deixando fãs e curiosos em clima de euforia. A nova adaptação, dirigida por Kitao Sakurai (Bad Trip) e roteirizada por Dalan Musson (Falcão e o Soldado Invernal), marca a terceira incursão da franquia em live-action e representa o quarto longa-metragem inspirado na icônica série de videogames da Capcom. Desta vez, a proposta é clara: revisitar as raízes, modernizar o universo e entregar uma experiência cinematográfica que traduza a grandiosidade e o impacto cultural que Street Fighter conquistou ao longo das últimas décadas.

No elenco, Andrew Koji (Warrior) interpreta Ryu, trazendo para o papel uma mistura de precisão em artes marciais, presença cênica e profundidade dramática. Ao seu lado está Noah Centineo (Adão Negro), que surpreende na pele de Ken Masters. Longe do estilo leve e romântico que marcou boa parte de sua carreira, o ator surge mais maduro e emocionalmente complexo. Callina Liang (Avatar: A Lenda de Aang, Netflix) vive Chun-Li, que no trailer aparece como a figura determinante para reunir os protagonistas e impulsionar a narrativa.

Além do trio central, o elenco conta com nomes de peso como Jason Momoa (Aquaman), Joe “Roman Reigns” Anoa’i (Velozes & Furiosos 10), Vidyut Jammwal (Commando), David Dastmalchian (O Esquadrão Suicida), Curtis “50 Cent” Jackson (Power), Cody Rhodes (WWE), Andrew Schulz (You People) e Eric André (The Eric André Show). A variedade de estilos, talentos e presenças físicas reflete o compromisso do filme em celebrar a diversidade dos lutadores que sempre fez parte da essência da franquia. Cada ator parece ocupar um papel essencial no mosaico narrativo, aumentando ainda mais as expectativas do público.

A história é ambientada em 1993 e acompanha Ryu e Ken, lutadores afastados por motivos ainda mantidos em segredo. A aparição de Chun-Li os puxa de volta a um mundo que acreditavam ter deixado para trás. A partir desse reencontro, ambos são conduzidos ao Torneio Mundial de Guerreiros, uma competição marcada por confrontos brutais e histórias individuais carregadas de dor, orgulho e esperança. O trailer deixa claro que o torneio será o eixo principal do filme, mas também dá indícios de que existe uma ameaça maior atuando nas sombras, capaz de levar os lutadores ao limite físico e emocional.

O percurso da produção foi cheio de reviravoltas. Desde abril de 2023, quando a Legendary Entertainment assumiu os direitos de adaptação, as expectativas se tornaram cada vez maiores. Danny e Michael Philippou (Fale Comigo) foram anunciados como diretores iniciais, mas deixaram o projeto em junho de 2024 por conflitos de agenda e visão criativa. Em fevereiro de 2025, Kitao Sakurai assumiu o comando, trazendo uma nova perspectiva que uniu estética, intensidade e humanidade.

A escolha do elenco foi realizada entre maio e julho de 2025. Noah Centineo, Andrew Koji, Jason Momoa e Roman Reigns iniciaram as negociações logo nas primeiras semanas, sendo posteriormente confirmados junto a novos nomes que também se somaram ao longa. Callina Liang, David Dastmalchian e Curtis Jackson reforçaram a lista, enquanto Vidyut Jammwal e Cody Rhodes concluíram o grupo ao longo de julho.

As filmagens aconteceram na Austrália entre 18 de agosto e 12 de novembro de 2025, sob o título provisório de Punch. O diretor de fotografia Ken Seng (Deadpool) foi o responsável pela estética visual do projeto, que combina realismo cru com influências estilizadas dos golpes icônicos da franquia. O visual mistura cenários dos anos 1990 com uma abordagem moderna de iluminação e câmera, equilibrando nostalgia e novos ares.

A recepção ao trailer tem s

Joe Keery, Georgina Campbell e Liam Neeson enfrentam o fim do mundo em Alerta Apocalipse — Veja o trailer

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O cinema adora um bom fim do mundo. Mas, desta vez, a catástrofe vem embalada com risadas, ironia e uma pitada de insanidade científica. Alerta Apocalipse, que estreia em janeiro de 2026, acaba de ganhar trailer e pôster oficiais, prometendo uma das aventuras mais divertidas e tensas do próximo ano.

O longa reúne nomes de peso — Joe Keery, o eterno Steve de Stranger Things (2016–2025), Georgina Campbell, que deixou o público sem fôlego em Noites Brutais (2022), e o lendário Liam Neeson, que retorna ao gênero que o consagrou, o de ação com adrenalina e frases afiadas. Juntos, eles precisam encarar uma ameaça biológica que pode colocar fim à humanidade — e, claro, fazer isso com muito estilo.

Um trio improvável contra o caos

No filme, Joe Keery e Georgina Campbell vivem dois funcionários de uma empresa de armazenamento que têm o azar (ou a sorte) de topar com algo que deveria permanecer trancado para sempre. Quando um fungo mutante escapa de uma instalação militar, o caos se espalha, e a única chance de salvar o mundo é chamar alguém que entende do assunto — mesmo que esse alguém preferisse estar pescando.

Esse é o caso de Robert Quinn, vivido por Liam Neeson, um ex-agente de bioterrorismo aposentado que é puxado de volta para a ação quando o desastre começa. O trio, formado por um veterano cansado e dois jovens completamente despreparados, precisa correr contra o tempo para conter a contaminação. Mas nada é simples quando a ameaça é invisível, mortal e tem vontade própria.

O resultado é um equilíbrio entre o ritmo eletrizante de um filme de ação e o humor ácido de uma comédia de sobrevivência. Há sarcasmo, tensão e uma boa dose de humanidade, especialmente nas interações entre os personagens.

Bastidores de um apocalipse com estilo

O filme é dirigido por Jonny Campbell, nome respeitado da televisão britânica que já comandou episódios de séries cultuadas como Doctor Who (2010) e Westworld (2016), além de ter vencido um BAFTA por In the Flesh (2014). A mistura de ação, humor e crítica social parece perfeita para seu estilo visual dinâmico e narrativa com ritmo afiado.

O roteiro vem de David Koepp, um dos maiores roteiristas de Hollywood, responsável por sucessos como Jurassic Park (1993), Missão: Impossível (1996) e o primeiro Homem-Aranha (2002). Desta vez, ele adapta seu próprio livro, o best-seller Cold Storage (publicado no Brasil como Contágio), e promete expandir o universo da história com mais ironia e cenas de tirar o fôlego.

O elenco de apoio também impressiona. Vanessa Redgrave, vencedora do Oscar por Julia (1977), e Leslie Manville, indicada por Trama Fantasma (2017), completam o time, elevando o tom dramático da produção.

Humor, humanidade e o fim do mundo

O que diferencia “Alerta Apocalipse” de outros filmes do gênero é seu tom humano. O roteiro equilibra o absurdo de um desastre biológico com momentos de vulnerabilidade e empatia. Joe Keery, por exemplo, entrega um personagem que mistura coragem improvisada com um tipo de heroísmo acidental — um trabalhador comum tentando fazer o que é certo, mesmo quando tudo dá errado.

Georgina Campbell, por sua vez, oferece o contraponto racional e corajoso, enquanto Liam Neeson revisita seu arquétipo de herói relutante, mas agora com doses generosas de humor autodepreciativo.

O trailer já mostra que o longa não se leva totalmente a sério: entre explosões, perseguições e piadas sobre protocolos de segurança, fica claro que a produção quer divertir sem abrir mão da tensão.

Uma estreia que promete agitar janeiro

O longa-metragem chega aos cinemas em janeiro de 2026, em meio à temporada de blockbusters do verão norte-americano (e férias no Brasil). A produção da Sony Pictures promete ser um dos primeiros grandes lançamentos do ano, com exibição em IMAX e trilha sonora original assinada por Benjamin Wallfisch, de It: A Coisa e Blade Runner 2049.

Saiba qual filme é destaque no Cine Espetacular desta terça (05/08)

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Se você cresceu acompanhando uma turma destemida que desmascarava vilões disfarçados de monstros e enfrentava o sobrenatural com uma boa dose de coragem (e sanduíches gigantes), então a noite de terça-feira promete um mergulho nostálgico — e divertido. No Cine Espetacular desta terça, 5 de agosto de 2025, será exibido “Scooby-Doo! e a Maldição do Monstro do Lago”, uma aventura live-action recheada de mistério, humor e afeto, ideal para todas as idades.

Lançado originalmente em 2010, o filme foi produzido para o Cartoon Network e chegou ao Brasil em 2011, conquistando um público que já estava acostumado às animações do cão medroso mais amado da cultura pop. Com direção de Brian Levant e um elenco jovem, a trama resgata a essência das histórias clássicas de Scooby-Doo, mas com uma roupagem moderna e energética que conquistou toda uma nova geração.

Um verão que prometia descanso… mas acabou em susto!

Férias de verão. Sol, descanso e zero mistérios, certo? Errado.

A história começa com a turma da Mistério S/A — composta por Fred, Daphne, Velma, Salsicha e Scooby-Doo — decidindo passar as férias juntos, longe das investigações e monstros. Mas, como já era de se esperar, o sossego não dura muito. Quando estranhas aparições começam a ocorrer perto de um lago aparentemente tranquilo, o grupo se vê envolvido em mais um enigma.

A lenda local fala de um monstro ancestral, que surge das águas e ameaça a tranquilidade do lugar. A princípio, ninguém acredita. Mas os ataques e aparições começam a se tornar mais frequentes, obrigando os jovens a voltarem à ativa para descobrir quem — ou o que — está por trás disso.

Enquanto isso, os laços entre os personagens são testados: Velma se apaixona por Salsicha, que por sua vez está dividido entre seus sentimentos e sua amizade com Scooby. Fred tenta mostrar liderança, mas também lida com seu relacionamento com Daphne. E Scooby? Entre um petisco e outro, segue sendo o coração do grupo — com seu medo irresistivelmente engraçado.

Elenco jovem, carisma em alta

O filme se destaca por trazer um elenco renovado, com atuações que buscam atualizar os personagens sem perder sua essência. Nick Palatas interpreta Salsicha com a descontração necessária, equilibrando humor e ingenuidade. Kate Melton dá vida à elegante e determinada Daphne, enquanto Robbie Amell entrega um Fred carismático, dividido entre o heroísmo e o charme desajeitado.

Mas quem rouba a cena, sem dúvida, é Hayley Kiyoko no papel de Velma Dinkley. Em um papel que exige um equilíbrio entre lógica, sensibilidade e curiosidade, Hayley mostra por que é considerada uma das jovens atrizes mais promissoras da época. Sua química com Palatas dá à trama uma camada emocional inesperada e bem-vinda.

A dublagem de Frank Welker, lenda viva da voz original de Scooby-Doo, traz uma familiaridade nostálgica que agrada tanto aos fãs antigos quanto aos novos.

Brian Levant e a missão de equilibrar humor, mistério e emoção

Com experiência em comédias familiares como “O Pestinha 2” e “Os Flintstones”, o diretor Brian Levant sabe como criar aventuras leves e envolventes. Em “Scooby-Doo! e a Maldição do Monstro do Lago”, ele aposta em efeitos visuais modestos, mas suficientes para sustentar a tensão, e em momentos de interação sincera entre os personagens, algo nem sempre presente em adaptações anteriores da franquia.

O tom do filme é mais próximo das animações do que das versões cinematográficas estreladas por Matthew Lillard e Sarah Michelle Gellar. Isso faz com que o longa funcione como uma ponte entre o universo clássico dos desenhos e o público jovem da TV.

Apesar do orçamento limitado, Levant acerta ao não exagerar nos sustos ou efeitos digitais — o foco está na investigação, nas relações de amizade e na tradição Scooby-Doo de desmascarar vilões com máscaras de borracha.

Por que vale a pena assistir?

O filme pode não ser uma superprodução cinematográfica, mas oferece exatamente o que propõe: diversão leve, mistério instigante e lições de amizade para todas as idades. Com um ritmo ágil, personagens bem definidos e momentos de emoção sincera, o filme é um lembrete de que o universo Scooby-Doo ainda tem muito a oferecer.

Além disso, é uma ótima oportunidade para apresentar a franquia a novas gerações, em um formato acessível e carismático. Para os fãs de longa data, é um reencontro reconfortante com personagens que marcaram infâncias — e continuam ensinando que, com coragem, uma boa equipe e biscoitos Scooby, é possível enfrentar qualquer monstro.

Resumo da novela Lady, a Vendedora de Rosas 13/03/2025, quinta-feira

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No tão esperado capítulo 49 de Lady, a Vendedora de Rosas, que será exibido nesta quinta-feira, 13 de março de 2025, a vida de Lady toma um novo rumo com a chegada de uma visita inesperada. Fabián, que havia desaparecido por um tempo, surge novamente em sua porta, trazendo consigo uma revelação importante. Ele apresenta a Lady a sua avó, Beatriz, uma mulher carinhosa e acolhedora que rapidamente conquista o coração da vendedora de rosas. Fabián revela que foi Beatriz quem sugeriu que ele procurasse Lady, o que cria uma conexão imediata entre as duas mulheres. A presença de Beatriz traz um alívio e uma sensação de pertencimento para Lady, que encontra nela um apoio inesperado. A senhora não só acolhe Fabián com carinho, mas também se mostra afetuosa com Lady, como se já a considerasse parte da família.

Enquanto isso, em um momento de reflexão e ansiedade, Brigit lida com um dilema pessoal. Sozinha em casa, ela decide fazer um teste de gravidez. O resultado, no entanto, é um grande choque: positivo. A notícia a pega de surpresa e a faz questionar o futuro, criando uma série de sentimentos conflitantes. Brigit agora se vê diante de uma decisão difícil e dolorosa, e suas inseguranças sobre o que fazer a dominam.

A tensão na trama aumenta à medida que outros personagens também enfrentam dilemas e desafios. Marco e Mireya, em uma corrida contra o tempo, tentam alcançar Lucía antes que ela embarque em sua viagem. Eles têm a esperança de que ela aceite sua proposta, algo que poderia mudar a trajetória de todos. Ao mesmo tempo, Lady decide visitar sua irmã no orfanato, mas é surpreendida por uma notícia devastadora: Liliana fugiu. Lady, desesperada para encontrar sua irmã e trazê-la de volta, não sabe como lidar com a ausência de Liliana, especialmente quando ela percebe que não tem ideia de para onde a jovem possa ter ido.

Lucía, por sua vez, analisa cuidadosamente o material enviado por Marco e se encanta com o que vê. Ela decide entrar em contato com ele para comunicar que está disposta a investir no seu filme, mas com uma condição: Marco precisa entregar um roteiro. Com o coração cheio de esperança e a chance de ver seu projeto decolar, Marco aceita o desafio e promete trabalhar com afinco para atender às exigências de Lucía.

Em uma festa organizada na casa de Leuven para celebrar as boas novas, todos se reúnem para brindar ao sucesso de Lucía e Marco. Lady, ainda em busca de respostas sobre o paradeiro de Liliana, encontra a jovem, mas a conversa entre as duas irmãs não vai como ela esperava. Liliana está determinada a seguir seu próprio caminho, recusando a ideia de voltar ao orfanato e desejando manter sua liberdade. Para Liliana, o orfanato é uma prisão, e ela está disposta a lutar pela sua independência, não importa o custo.

Enquanto isso, Pacho, consumido pela raiva e pela frustração, decide sair pelas ruas em busca de alívio para suas necessidades. Ele acaba se encontrando em um bairro de prostitutas, onde sua busca por satisfação não é correspondida. Desiludido, ele recebe um conselho de um estranho: comprar um beijo. Sem pensar muito, Pacho decide seguir a sugestão.

O amanhecer em Medellín traz uma reviravolta inesperada. Pacho, finalmente disposto a pagar por um beijo, vê de longe um vendedor que lhe chama a atenção. Ele se aproxima, mas o que acontece a seguir é algo que ele jamais poderia imaginar. Quando se aproxima do vendedor de beijos, Pacho fica atônito ao descobrir que a pessoa diante dele é ninguém menos que sua própria filha, Lady. O choque e a incredulidade tomam conta de Pacho, que jamais imaginou que um simples beijo pudesse resultar em uma revelação tão impactante.

Flavio de Souza, criador de “Castelo Rá-Tim-Bum”, reflete sobre legado da TV Cultura no “Provoca” desta terça (22/07)

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Na próxima terça-feira, 22 de julho de 2025, o “Provoca”, apresentado por Marcelo Tas na TV Cultura, recebe Flavio de Souza, um dos grandes nomes por trás da magia que encantou crianças e adultos com programas como Castelo Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e Rá Tim Bum. Em uma conversa que mistura memórias, curiosidades e reflexões, Flavio revela os ingredientes que fizeram desses programas eternos na memória do público, além de debater a importância da arte como experiência coletiva e transformadora.

Quando questionado sobre por que os programas da TV Cultura resistem ao tempo e continuam queridos, Flavio é direto: o sucesso veio do esforço apaixonado de equipes cheias de talento e entusiasmo. “Não foi sorte. Foi uma soma de pessoas dedicadas que queriam fazer o melhor, cada uma no seu papel”, explica. Essa combinação, segundo ele, resultou em um conteúdo que ultrapassou gerações e segue vivo graças à autenticidade e ao cuidado.

Flavio resgata uma história pouco conhecida: a criação do Castelo Rá-Tim-Bum surgiu a partir de uma dificuldade técnica enfrentada no Rá Tim Bum. Após o programa ganhar um prêmio internacional em Nova York e atrair olhares do mundo, a impossibilidade de dublar a atração — devido à mistura inseparável entre música e diálogo — levou Flavio e Cao Hamburger a criar algo novo. “Essa limitação virou oportunidade”, conta ele, “e assim nasceu o Castelo, com sua identidade própria, que encanta até hoje.”

Versatilidade em cena: do universo infantil ao humor da TV Globo

Poucos sabem que Flavio também atuou nos bastidores de um dos maiores sucessos do humor brasileiro: Sai de Baixo. Ele lembra o desafio de escrever para um gênero tão diferente do seu universo original. “Tive que aprender a fazer piada do zero, foi uma aventura louca”, admite. O resultado, surpreendentemente, foi um sucesso que o fez descobrir novas facetas como roteirista.

A arte além da função: alimento para o espírito coletivo

No diálogo final com Marcelo Tas, Flavio reflete sobre a arte como fenômeno que, mesmo sem função clara, tem um poder único de transformação. “Às vezes, parece um gasto inútil, algo que não serve para nada prático. Mas, quando é boa, ela nos alimenta de uma forma que não dá para medir”, diz. Para ele, a arte cria laços invisíveis entre pessoas desconhecidas, formando uma comunidade efêmera que enriquece a existência.

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