TurmaTube ganha vida: série live-action “A Primeira Aventura” marca nova fase do universo criado por Viih Tube

0

Imagina só trocar os desenhos animados por rostos reais, a tela fria por uma floresta viva, e dar à infância o palco que ela merece. Esse é o espírito por trás de “TurmaTube – A Primeira Aventura”, nova série live-action inspirada na animação criada por Viih Tube, que conquistou as famílias brasileiras com histórias doces, visuais cativantes e um compromisso inabalável com valores como empatia, diversidade e respeito.

Agora, os animaizinhos da TurmaTube — antes saltitantes nas telas em forma de desenhos — ganham carne, osso e muita personalidade em um projeto ousado, sensível e cheio de vida, gravado em pleno mato, entre árvores, barracas e risadas de verdade. É nesse cenário que o universo idealizado por Viih cresce, amadurece e, ao mesmo tempo, mantém sua essência: ser feito por e para crianças, sem perder a conexão com o coração dos adultos.

Do YouTube à floresta: o poder de sonhar grande

A história da TurmaTube começa com uma ideia aparentemente simples: criar uma animação infantil que conversasse com as emoções dos pequenos. Mas Viih Tube — influenciadora, atriz, empresária e mãe — sabia que queria mais. Não bastava entreter, era preciso ensinar com carinho, acolher sem julgamento e celebrar as diferenças com naturalidade.

Depois do sucesso da animação lançada em 2023, que rapidamente virou febre entre crianças de 2 a 4 anos, a criadora deu o próximo passo. Agora, com um público um pouco mais crescido — crianças de 5 a 7 anos — nasce a primeira série live-action da TurmaTube, um projeto que coloca crianças reais no centro da narrativa, vivendo aventuras que misturam fantasia, música e descobertas emocionais.

“Sempre sonhei com algo que fosse além do desenho. Queria ver essas crianças vivendo aquilo de verdade, correndo na floresta, se sujando, se abraçando. Queria que o público se visse nelas”, diz Viih, emocionada nos bastidores da gravação.

Criança brincando é criança aprendendo

Gravada em Sapucaí-Mirim, no interior de Minas Gerais, dentro da tradicional colônia NR Acampamentos, a série traz como cenário a própria natureza — e isso muda tudo. Não há efeitos especiais grandiosos ou cenários artificiais: aqui, o mato é real, o vento bagunça o cabelo, e as experiências acontecem com cheiro de terra molhada.

É nesse espaço que o grupo de amigos formado por Mari Yumi (Lara), Lorena Candido (Valentina), Theo Radicchi (Ruan), Diego Laumar (Nino), Vitinho Lima (Tião), Helena Vilhena (Nina) e Davi Damin (Hugo) vai se conhecendo, criando laços, enfrentando medos e celebrando conquistas pequenas — mas profundamente significativas.

Entre uma brincadeira e outra, a série planta sementes importantes: o cuidado com o outro, o respeito ao tempo de cada um, a escuta atenta e a beleza do coletivo. E faz isso de forma leve, com música, cor e simplicidade.

No centro dessa dinâmica está a Prô Júlia, interpretada pela própria Viih Tube, uma figura adulta que não controla, mas acompanha. “Ela é como aquela professora que a gente lembra com carinho, que não gritava, que olhava no olho. A Prô Júlia está lá, mas quem resolve os conflitos são as crianças”, explica Viih

Representatividade que nasce da convivência

Em um país tão plural como o Brasil, ver uma série infantil com elenco diverso, sem estereótipos ou caricaturas, ainda é raro — mas absolutamente necessário. Em TurmaTube – A Primeira Aventura, as diferenças de origem, tom de pele, personalidade e modos de pensar não são discutidas, são vividas. Estão ali, presentes e integradas, como devem ser na vida real.

As crianças se expressam com liberdade, sem filtros adultos, e constroem uma convivência que valoriza as singularidades sem forçar lições de moral. Cada personagem tem sua maneira de lidar com o mundo — e é isso que faz da série um espaço tão rico e acolhedor.

“As crianças entendem muito mais do que a gente imagina. Elas não precisam de discursos longos sobre inclusão, elas precisam ver isso na prática. E foi isso que a gente fez”, conta Clara Ramos, diretora geral do projeto.

Por trás das câmeras: um time que acredita no afeto

Além da direção sensível de Clara, o projeto reúne nomes como Plinio Scambora (diretor e diretor de fotografia), Raquel Tejada (direção de arte), Fernanda Melo (figurinos), Ricardo Feliciano (montagem) e uma produção assinada por Viih Tube ao lado de Tomás Darcyl, Ricardo Costianovsky e Clara Ramos. Um time experiente que entendeu desde o início que o maior efeito especial da série seria algo simples, porém raro: a verdade nos olhos de uma criança.

Toda a equipe técnica trabalhou com foco no conforto, segurança e bem-estar dos pequenos atores, respeitando seus ritmos e suas emoções. Nada era forçado: se alguém estava triste, a gravação parava. Se a cena virava brincadeira, melhor ainda. Foi dessa liberdade que nasceram os momentos mais bonitos.

Viih Tube: de fenômeno digital à construtora de futuros possíveis

Com apenas 24 anos, Viih Tube tem uma trajetória que impressiona. De youtuber adolescente a influenciadora de milhões, ela se reinventou diversas vezes — como atriz, escritora, empresária e agora como produtora de conteúdo infantil. Mas talvez seu maior mérito esteja em entender o valor da infância como território sagrado.

Depois de sua participação no BBB 21, Viih decidiu usar sua visibilidade para falar de temas mais profundos — como saúde mental, redes sociais e, agora, infância com propósito. Com a TurmaTube, ela não entrega apenas um produto: entrega uma experiência feita com escuta, sensibilidade e intenção.

“Quero que as crianças cresçam com afeto, com referências positivas, com personagens que se parecem com elas. E quero que os pais saibam que existe conteúdo em que podem confiar”, diz Viih.

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” conquista aprovação de 89% dos críticos no Rotten Tomatoes

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta-feira, os fãs brasileiros de super-heróis têm um encontro marcado com a icônica “Primeira Família” da Marvel. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos desembarca oficialmente nas telonas do país, antecedendo em apenas um dia o lançamento nos Estados Unidos, marcado para sexta-feira, 25 de julho de 2025. A estreia já vem acompanhada de uma expectativa imensa e de uma aprovação surpreendente: o site agregador Rotten Tomatoes revelou que 89% dos críticos que participaram das prévias oficiais consideram o filme uma produção positiva.

Um Recomeço para o Quarteto Fantástico

Desde sua criação, em 1961, pelo lendário quadrinista Stan Lee e pelo artista Jack Kirby, o Quarteto Fantástico se consolidou como um dos pilares do universo Marvel. Porém, apesar da popularidade nos quadrinhos, a trajetória da equipe nas telonas tem sido repleta de altos e baixos. Após um filme de 2015 que não atendeu às expectativas — tanto de público quanto da crítica —, o icônico grupo superou um período nebuloso e se prepara para brilhar novamente, desta vez sob a tutela da Marvel Studios e da Walt Disney Studios Motion Pictures.

Este novo longa é o 37º filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) e, segundo os responsáveis, marca o início de uma nova fase para o estúdio, chamada de Fase Seis. Com o subtítulo Primeiros Passos, o título já traz um sinal claro: não será um simples reboot, mas um novo capítulo, com uma visão renovada para Reed Richards, Sue Storm, Johnny Storm e Ben Grimm.

Uma Produção de Grandes Expectativas e Riqueza de Detalhes

Dirigido por Matt Shakman, conhecido pelo sucesso da minissérie WandaVision, o filme contou com um time robusto de roteiristas — Jeff Kaplan, Ian Springer, Josh Friedman, Cameron Squires, Eric Pearson e Peter Cameron — que trabalharam juntos para criar uma trama que foge da repetição. Shakman optou por uma narrativa que não reconta a origem do Quarteto, mas os mostra já estabelecidos, vivendo em um universo alternativo com um forte toque retro-futurista dos anos 1960.

A ambientação é um dos aspectos mais encantadores do filme. Inspirado no otimismo da Corrida Espacial e na imaginação de futuros espaciais da época, o cenário do filme remete a uma estética que mistura o clássico com o futurista, criando uma atmosfera visual única, que tem encantado até mesmo os especialistas em design de produção. Segundo o diretor, o público verá “parte do que conhecemos dos anos 60, mas também parte do que nunca vimos antes”.

Um Elenco de Estrelas para uma Família Icônica

O elenco principal é um dos grandes trunfos desta nova produção. Pedro Pascal — que vem conquistando audiências em séries como The Mandalorian — assume o papel do líder e cérebro do grupo, Reed Richards, também conhecido como Senhor Fantástico. Pascal descreveu seu personagem não apenas como um super-herói, mas como um brilhante cientista, uma mente inquieta que mais parece “o brilho de um polvo” quando em ação. Esta profundidade intelectual é o foco da construção do personagem, um reflexo do quanto o filme quer fugir de clichês e explorar a humanidade por trás dos poderes.

Vanessa Kirby interpreta Sue Storm, a Mulher Invisível, que nesta versão é mãe grávida, o que adiciona uma camada emocional poderosa à trama. Kirby enfatizou que sua personagem é “a pessoa mais emocionalmente inteligente” do planeta, e buscou trazer nuances que vão além do estereótipo da heroína maternal, incluindo referências a momentos sombrios e conflitantes da história em quadrinhos, onde Sue assume a persona “Malice”.

Joseph Quinn, conhecido por sua participação na série Game of Thrones, dá vida a Johnny Storm, o irreverente e carismático Tocha Humana. Ele traz uma nova dimensão ao personagem, deixando de lado o papel de mulherengo insensível das versões anteriores para apresentar um jovem mais consciente, embora ainda cheio de bravata e humor, equilíbrio perfeito para o tom do filme.

Já Ebon Moss-Bachrach interpreta Ben Grimm, o Coisa, com uma abordagem que mescla captura de movimento e CGI para dar vida ao personagem rochoso. Moss-Bachrach comentou sobre as semelhanças entre Ben e seu personagem em The Bear, ressaltando o forte senso de lealdade e moralidade do Coisa, que humaniza a criatura por trás da pedra.

O elenco conta ainda com Julia Garner como a enigmática Surfista Prateada, que traz uma presença misteriosa e elegante, e Ralph Ineson como o colossal Galactus, o ser cósmico devorador de planetas que traz uma ameaça palpável ao Quarteto.

Inovação Técnica e Narrativa: O Futuro do MCU

A Marvel Studios não poupou esforços para garantir um espetáculo visual e emocional. As filmagens aconteceram no renomado Pinewood Studios, em Londres, e em locações da Inglaterra e Espanha, com uma produção que buscou misturar tecnologia de ponta em efeitos visuais com cenários e adereços práticos, para dar mais vida e autenticidade ao universo dos heróis.

O design de produção teve como base referências como o filme 2001: Uma Odisseia no Espaço e o trabalho do designer Syd Mead, criando um laboratório futurista que é ao mesmo tempo aconchegante e funcional. Os trajes da equipe trazem uma mistura de azul-claro e branco, inspirados em versões clássicas dos quadrinhos dos anos 80, mas com uma pegada moderna e elegante.

Além disso, a trilha sonora, assinada por Michael Giacchino, já vem conquistando fãs com seu tom otimista e heroico, combinando com a proposta de “primeiros passos” e descobertas que o filme propõe.

A Complexa Jornada da Produção: Entre Greves e Escolhas de Elenco

O caminho para este filme não foi simples. O projeto passou por diversas fases, começando quando a 20th Century Fox tentava reviver a franquia após o fracasso de 2015. Com a aquisição da Fox pela Disney em 2019, o controle do Quarteto Fantástico passou para a Marvel Studios, que decidiu recomeçar do zero.

Vários diretores estiveram envolvidos na negociação, até que Matt Shakman assumiu o comando em 2022. O processo de escolha do elenco foi delicado e cuidadoso, enfrentando greves trabalhistas e recusas de atores como Adam Driver e Emma Stone, que estavam entre os cotados para Reed e Sue.

A Marvel Studios também buscou diversidade e autenticidade, especialmente no papel de Ben Grimm, que na nova versão é interpretado por um ator judeu, alinhando-se à representação dos quadrinhos. Essa busca por precisão e representatividade foi um diferencial nesta fase de desenvolvimento.

Uma História que Olha para o Passado e o Futuro

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não é apenas mais um filme de super-heróis; é uma celebração da família, da ciência e da coragem diante do desconhecido. Ao optar por um universo alternativo, ambientado em uma década marcada por grandes avanços e sonhos espaciais, o filme conecta a nostalgia com a inovação.

A trama promete levar o espectador a uma aventura cósmica, onde a equipe enfrentará o poderoso Galactus, enquanto lida com desafios pessoais e a complexidade das relações familiares. Esta dualidade entre o macro — salvar o planeta — e o micro — o crescimento pessoal e familiar — é o coração do filme.

O Que Podemos Esperar nas Telonas?

Com 89% de aprovação nas prévias, o filme já mostra que está conquistando críticos e fãs. É importante lembrar que essa taxa não é uma nota, mas uma indicação de quantos espectadores viram o filme positivamente — um índice alto que sinaliza qualidade e potencial de sucesso.

“Lutando por Você” – Uma série que une ação, suspense e emoção disponível no Viki

0
Foto: Reprodução/ Internet

No cenário cada vez mais diversificado das produções asiáticas para streaming, “Lutando por Você” destaca-se como um drama que combina ação, suspense e uma profunda carga emocional. Disponível na plataforma Viki, a série vem conquistando o público com uma trama que transcende o mero entretenimento, oferecendo uma reflexão sobre escolhas difíceis, relações humanas e o preço da sobrevivência.

Uma trama envolvente em meio a dilemas morais

A narrativa acompanha Da Hei, interpretado por Andy Ko, um jovem que enfrenta graves dificuldades financeiras em decorrência de despesas médicas. Para garantir sua subsistência, ele ingressa em uma organização misteriosa que oferece trabalhos de toda natureza, que vão desde tarefas corriqueiras, como encontrar animais perdidos, até atividades perigosas e moralmente ambíguas, incluindo ações violentas.

Neste ambiente repleto de incertezas, Da Hei conhece Xiao Bai (Nelson Ji), seu colega de quarto e parceiro nas missões. Porém, há um segredo por trás dessa convivência: Xiao Bai é, na verdade, um agente secreto infiltrado com a missão de desmantelar a organização da qual Da Hei faz parte.

A série constrói, ao longo dos episódios, uma dinâmica complexa entre os dois protagonistas, que desenvolvem uma relação de confiança e cumplicidade que desafia suas obrigações profissionais e pessoais, conduzindo a uma narrativa carregada de tensão e emoção.

Personagens que vão além dos estereótipos

Um dos pontos fortes de “Lutando por Você” está na construção dos personagens centrais. Da Hei é um personagem profundamente humano, que enfrenta dilemas cotidianos com coragem e vulnerabilidade. Andy Ko entrega uma atuação convincente, retratando o conflito interno de um jovem que precisa se reinventar em um ambiente hostil sem perder sua essência.

Já Xiao Bai, interpretado por Nelson Ji, traz a complexidade do agente infiltrado dividido entre seu dever e os laços que cria. Sua jornada mostra que, mesmo aqueles com missões claras, podem ser movidos por sentimentos e questionamentos pessoais.

Essa dualidade dos protagonistas é o que dá ritmo à série, mantendo o público engajado e interessado em seus destinos.

Qualidade técnica e narrativa

Sob a direção de Cai Fei Qiao, a série apresenta uma produção que alia qualidade técnica a um roteiro inteligente. A ambientação reforça a atmosfera de suspense e perigo, enquanto a edição equilibra cenas de ação com momentos introspectivos.

A trilha sonora é utilizada com precisão, ressaltando as tensões dramáticas e acentuando os vínculos emocionais entre os personagens. O roteiro evita clichês e oferece reviravoltas que enriquecem a narrativa, além de abordar questões sociais relevantes, como desigualdade e os desafios das camadas mais vulneráveis.

A relevância da série no panorama atual

A obra dialoga com uma audiência global que busca produções que misturem entretenimento de qualidade com temas profundos. Em um momento em que as plataformas de streaming investem em conteúdo diversificado, esta série asiática oferece uma perspectiva autêntica sobre a realidade de muitos jovens, suas batalhas internas e externas.

A série também contribui para ampliar a representatividade no gênero de dramas de ação, ao dar voz a personagens que refletem nuances reais, longe do maniqueísmo tradicional.

Disponibilidade e como assistir

A série está disponível no Viki, plataforma especializada em conteúdo asiático, que oferece legendas em diversos idiomas. O público pode optar por assistir gratuitamente com anúncios ou assinar o serviço VIP para acesso antecipado e sem interrupções.

No “Sensacional” de segunda (28), Buchecha relembra Claudinho, fala sobre depressão e emociona ao contar como o carinho dos fãs o salvou

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, o programa “Sensacional”, apresentado por Daniela Albuquerque na RedeTV!, promoveu mais que uma simples entrevista. A atração foi o cenário de um reencontro íntimo entre o cantor Buchecha e suas memórias, dores e conquistas. Com uma trajetória marcada por sucessos que embalaram a juventude dos anos 1990, Buchecha abriu o coração e falou, com rara franqueza, sobre a ausência do amigo e parceiro musical Claudinho, morto há mais de duas décadas. O encontro com Daniela foi delicado, sensível e profundamente humano.

“O buraco que ele deixou nunca será preenchido”, diz Buchecha, ainda com os olhos marejados de lembranças. “A saudade é irreparável e é impossível esse lugar ser ocupado.” O artista, cujo nome verdadeiro é Claucirlei Jovêncio de Souza, fala com o tom de quem ainda revive cada detalhe da história que mudou para sempre sua vida.

O dia que parou tudo: A tragédia que mudou os rumos da música brasileira

Era 13 de julho de 2002 quando um acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro, tirou a vida de Claudinho. A notícia chocou o Brasil e interrompeu, de forma abrupta, a carreira de uma das duplas mais amadas da música popular brasileira. Claudinho & Buchecha haviam conquistado o país com o estilo inédito do funk melody — romântico, dançante, positivo. Sucessos como “Só Love”, “Conquista”, “Nosso Sonho” e “Fico Assim Sem Você” estavam entre as músicas mais tocadas nas rádios, bailes, festas de rua e programas de TV.

Na entrevista, Buchecha relembra o exato instante em que recebeu a notícia e como o luto se abateu sobre ele. “Eu só olhei para o céu e falei: ‘Deus, por quê?’”, confidencia, com a voz embargada. “Você começa a se culpar. Por que eu não orei? Por que eu não estava com ele naquele dia? Vêm essas perguntas todas, que a gente nunca consegue responder.”

A premonição de um pai: o pedido inusitado de Claudinho

Em um dos momentos mais tocantes da conversa com Daniela Albuquerque, Buchecha compartilhou um episódio que, à época, parecia apenas curioso. “Ele estava no estúdio e começou a autografar vários CDs nossos para a filha dele, que tinha só três aninhos”, recorda. “Ele me pediu que eu entregasse aqueles CDs no dia em que ela completasse 15 anos.”

Buchecha diz que só anos depois entendeu a dimensão daquele gesto, quase como se Claudinho, de alguma maneira, pressentisse que sua jornada seria interrompida cedo demais. A filha, hoje já adulta, guarda as relíquias como lembrança eterna do pai.

A escuridão da depressão: “Eu não queria nem tomar banho”

A perda de Claudinho não foi apenas pessoal. Ela mexeu com a identidade profissional, emocional e espiritual de Buchecha. A parceria musical não era uma sociedade artística qualquer — era uma irmandade. E o luto, como ele conta sem rodeios, veio acompanhado de uma forte depressão.

“Eu morava na beira da rua, numa casa de esquina na Ilha do Governador. As crianças paravam a van escolar em frente à minha casa e gritavam: ‘Buchecha, cadê você?’. Eu estava trancado no quarto, sem querer ver a luz do dia”, relata, com franqueza comovente. “Confesso que tinha até dificuldade para tomar banho. Não tenho vergonha de falar.”

Esses pequenos gestos — os gritos das crianças, a lembrança viva dos fãs — foram, aos poucos, empurrando Buchecha de volta à vida. O carinho popular se mostrou um antídoto contra a solidão e a dor.

De camelô a ídolo nacional: a origem humilde do artista

A história de Buchecha é, por si só, um retrato da luta de milhões de brasileiros. Nascido em 1º de abril de 1975, em São Gonçalo, no estado do Rio de Janeiro, ele cresceu na comunidade de Coronel Leôncio, em Niterói. Filho de Claudino de Souza Filho, compositor que também enfrentou a dureza da vida, Buchecha precisou abandonar os estudos aos 13 anos para ajudar a família. Trabalhou como camelô, servente de obras e office boy — funções que marcaram sua adolescência.

Foi ainda adolescente que conheceu o amigo Claudinho, com quem viria a formar a dupla que revolucionaria o funk carioca. Em 1992, incentivado pelo parceiro, participou do 1º Festival de Rap do Clube Mauá, no Rio. Venceram com a música “Rap da Bandeira Branca”. Em 1995, venceram outro festival com “Rap do Salgueiro”. Estava selada a parceria que encantaria o país.

Um sucesso meteórico: dos bailes ao topo das paradas

Logo no disco de estreia, lançado em 1996, Claudinho & Buchecha venderam mais de 1,2 milhão de cópias. A música “Conquista” dominou as paradas. Vieram outros hits: “Xereta”, “Quero Te Encontrar”, “Coisa de Cinema”. A mistura de romantismo, batidas envolventes e letras acessíveis tornaram a dupla um fenômeno não só no Brasil, mas também em países como Japão, Portugal, Argentina e EUA.

Foram seis álbuns de estúdio lançados até 2002. Em pouco tempo, os dois jovens de São Gonçalo se tornaram ícones da juventude, frequentando programas como Domingão do Faustão, Planeta Xuxa e H.

Vida solo, homenagens e reinvenção

A morte de Claudinho quase levou Buchecha a abandonar a música. Mas, incentivado por amigos e fãs, ele decidiu seguir. “Eu percebi que aquilo que a gente construiu não podia morrer com ele”, explica.

Em 2006, lançou o álbum Buchecha Acústico, relembrando os grandes sucessos da dupla com participações de MC Marcinho, Latino e Lulu Santos. Em 2012, realizou o sonho de gravar seu primeiro DVD solo, comemorando 15 anos de carreira, com participações de Jorge Vercillo e Belo.

Buchecha também viu sua música ser regravada por ícones da MPB, como Adriana Calcanhoto e Kid Abelha. Em 2010, viu mais uma tragédia atingir sua vida: o assassinato de seu pai, Claudino, em São Gonçalo. Mas, mais uma vez, escolheu resistir.

“Funk é poesia, é emoção, é realidade”

Em uma época em que o funk ainda era marginalizado, Claudinho & Buchecha ajudaram a mudar essa percepção. “O funk melody mostrou que o gênero também é poesia, é emoção, é realidade vivida com alegria”, reflete Buchecha.

Hoje, mesmo com o passar dos anos, ele segue sendo referência no gênero. Seu álbum mais recente, Funk Pop (2015), apostou na mistura de ritmos, sem abandonar a essência que o consagrou.

A música “Hot Dog”, lançada em 2012, ganhou destaque nacional ao ser trilha sonora da novela Avenida Brasil, um dos maiores sucessos da dramaturgia brasileira da TV Globo.

O legado vivo de Claudinho & Buchecha

Mais do que uma história de sucesso e superação, Buchecha carrega em si um compromisso com o passado e com os fãs. “Eu preferia tê-lo aqui, mesmo que não estivéssemos mais cantando juntos”, diz, com sinceridade. “Mas Deus quis assim. Eu sigo por nós dois.”

Em cada show, cada batida, cada verso entoado, Claudinho continua presente. Seja na lembrança viva dos que cresceram ouvindo suas canções ou nos novos fãs que redescobrem a dupla pelas plataformas digitais. Buchecha é, hoje, o guardião de uma história que continua viva.

E, como ele mesmo canta em um de seus maiores sucessos: “Nosso sonho não acabou”.

“Tijolo por Tijolo” | Uma história de força, afeto e reconstrução estreia nos cinemas em agosto

0
Foto: Reprodução/ Internet

Por trás de cada parede construída com esforço e cada post compartilhado nas redes sociais, existe uma história que precisa ser contada. E é exatamente isso que faz o documentário “Tijolo por Tijolo”, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 14 de agosto: transforma a luta cotidiana de uma mulher periférica em um potente retrato de resiliência, amor, maternidade e reconstrução.

Dirigido pela dupla Victória Álvares e Quentin Delaroche, o filme não se contenta em apenas observar de fora. Ele mergulha, com sensibilidade e intimidade, no cotidiano de Cris Martins, moradora do Ibura, periferia do Recife, que viu sua vida virar de cabeça para baixo durante a pandemia. Desemprego, uma nova gravidez, a casa em risco de desabamento e a incerteza sobre o futuro forçaram Cris a se reinventar. E foi justamente nesse momento de caos que ela começou a construir, literalmente e simbolicamente, uma nova vida — tijolo por tijolo.

Uma câmera na mão e o coração no peito

Não espere encontrar uma narrativa distante ou um olhar estereotipado sobre a periferia. Aqui, o que move a lente dos diretores é o respeito e o afeto. O filme acompanha Cris no seu cotidiano com a câmera quase como parte da família. Há cenas de intimidade, de humor, de cansaço, de superação. Há momentos em que a câmera parece até respirar junto com ela, tamanha é a proximidade com a protagonista.

A história de Cris Martins é, ao mesmo tempo, muito singular e absolutamente coletiva. Quando ela começa a compartilhar sua rotina nas redes sociais, dando dicas sobre maternidade, cuidados com a casa e desabafando sobre as dificuldades de criar filhos em um país tão desigual, ela se torna uma espécie de porta-voz de tantas outras mulheres como ela: mães solo, empreendedoras improvisadas, cuidadoras, batalhadoras.

E não é por acaso que o título do filme evoca a ideia de construção. Enquanto Cris grava vídeos e se engaja em projetos comunitários voltados ao empoderamento feminino, seu marido assume o desafio de ampliar a casa da família sozinho, aprendendo técnicas de construção civil por tutoriais do YouTube. Tudo isso com o cenário real e brutal da pandemia ao fundo, somando medos, privações e sonhos suspensos.

Quando o pessoal é político

O filme também não foge dos debates mais profundos que atravessam a vida de Cris. O longa se debruça sobre o direito à moradia, o acesso à saúde reprodutiva, o racismo ambiental e as violências institucionais que silenciam tantas famílias negras e periféricas no Brasil.

Um dos pontos mais marcantes é o desejo de Cris de realizar uma laqueadura, decisão pessoal e voluntária que, no entanto, encontra uma série de barreiras burocráticas e preconceituosas no sistema de saúde. Esse recorte, tão íntimo e corriqueiro na vida de milhares de mulheres, é tratado com um cuidado raro no cinema nacional — sem didatismo, sem voyeurismo. Apenas com verdade.

Aos poucos, o espectador percebe que a luta de Cris não é apenas por um teto. É pela dignidade de poder escolher, criar, sonhar. E é aí que o documentário brilha: ao mostrar que as transformações sociais nascem dos gestos miúdos e da coragem cotidiana.

Um filme que nasce do afeto

Victória Álvares e Quentin Delaroche assinam não apenas a direção, mas também o roteiro e a produção do longa. A relação dos cineastas com Cris e sua família vai muito além da câmera. “O filme é resultado de uma troca de afeto, confiança e cumplicidade. Não se trata apenas de contar uma história, mas de construir juntos um espaço de escuta e pertencimento”, afirmam eles.

E essa construção também teve seus desafios práticos: o processo de filmagem só começou após a vacinação contra a COVID-19, quando foi possível acompanhar a família de maneira mais segura. A pandemia, inclusive, não é pano de fundo — ela é parte ativa da trama, moldando comportamentos, decisões e sonhos interrompidos.

Cris: uma protagonista que não pede licença para brilhar

Se existe algo que torna “Tijolo por Tijolo” realmente inesquecível, é a força da sua protagonista. Cris Martins não é atriz, não é celebridade, mas rouba a cena como se fosse. Seu carisma, sua lucidez diante das adversidades e sua forma direta de se comunicar tocam o espectador profundamente.

Cris entende como usar as redes sociais a seu favor, não para criar uma imagem idealizada, mas para fazer barulho, dialogar e criar pontes. Sua conta no Instagram, @crismartinsventura, virou uma ferramenta de luta, visibilidade e afeto. Ela se fotografa, ensina, denuncia, agradece, aconselha — sempre com uma generosidade que transborda.

No filme, a maternidade aparece como centro, mas não de maneira romantizada. É uma maternidade real, exausta, cheia de sobrecargas e ao mesmo tempo profundamente amorosa. É nesse equilíbrio delicado entre dor e beleza que o documentário encontra sua força.

Um retrato do Brasil que a gente precisa ver

Produzido pela Revoada Filmes e distribuído pela Olhar Filmes, a produção já passou por diversos festivais no Brasil e no exterior, conquistando não só o público, mas também a crítica especializada. Não por ser “bonito”, mas por ser urgente. Por mostrar o que, muitas vezes, é invisibilizado nas grandes narrativas midiáticas: a potência da periferia, o protagonismo feminino e a complexidade de quem luta para existir com dignidade.

Amores à Parte | Sucesso em Cannes, comédia estreia no Brasil em 21 de agosto

0
Foto: Reprodução/ Internet

Se relacionar nunca foi tão confuso — e, ao mesmo tempo, tão necessário.
É entre silêncios incômodos, risadas fora de hora e tentativas falhas de reconexão que se desenrola Amores à Parte, comédia dramática escrita, dirigida e estrelada por Michael Angelo Covino e Kyle Marvin. A estreia nos cinemas brasileiros acontece no próximo dia 21 de agosto, com distribuição da Diamond Films — e promete abalar (com charme e desconforto) a forma como enxergamos nossos vínculos mais íntimos.

Depois de uma passagem elogiadíssima pelo Festival de Cannes, onde arrancou risadas, suspiros e até algumas lágrimas silenciosas da plateia, o longa chega por aqui carregando não apenas credenciais de prestígio, mas um tema que ecoa com cada vez mais força no mundo contemporâneo: o que acontece quando o amor não é mais suficiente para manter uma relação de pé?

Do casamento ao caos em poucos minutos

A história gira em torno de Carey (Kyle Marvin), um homem na casa dos 40 anos, que tem a vida desmoronada num piscar de olhos. Sua esposa, Ashley (Adria Arjona), comunica de forma direta, quase prática, que quer o divórcio. Sem escândalos ou explicações longas. Apenas a constatação de que acabou. Carey, ainda preso ao ideal de que o amor deve durar para sempre, mergulha num mar de negação, buscando amparo emocional no casal de amigos aparentemente mais bem resolvido que conhece: Paul (Michael Covino) e Julie (Dakota Johnson).

Mas logo descobre que nem tudo ali é tão sólido quanto parece. Paul e Julie vivem um relacionamento aberto, com suas próprias regras e flexibilidades. Uma decisão que, longe de parecer libertadora, mais parece uma gambiarra emocional para adiar o inevitável: a necessidade de encarar suas insatisfações.

A delicadeza do riso amargo

O que poderia facilmente escorregar para a caricatura ou para o moralismo barato se transforma, nas mãos da dupla Covino e Marvin, num retrato sutil e honesto das contradições humanas.
A comédia aqui é desconfortável. Ela surge nos momentos em que a personagem diz o que não deveria, ou quando tenta parecer controlada mas sua voz treme. É o riso que vem depois da dor — ou com ela.

Em uma das cenas mais emblemáticas, Carey tenta um encontro amoroso com uma desconhecida em um bar, mas termina chorando no banheiro antes do jantar começar. É engraçado. E devastador. E é exatamente isso que torna o filme tão especial: ele sabe que o amor, mesmo falido, ainda nos importa.

Michael Covino e Kyle Marvin: o bromance por trás da câmera

Amigos de longa data e parceiros criativos desde A Subida (The Climb, 2019), Covino e Marvin sabem construir personagens masculinos que escapam do arquétipo do “homem que sofre em silêncio”. Eles sofrem, sim — mas falam disso. Riem disso. E se olham com compaixão.

Em entrevistas recentes, os dois revelaram que a ideia de Amores à Parte surgiu de conversas pessoais sobre suas próprias inseguranças e fracassos amorosos. “A gente não queria fazer um filme sobre o ‘casamento que deu errado’, mas sim sobre a tentativa desesperada de entender o que sentimos quando tudo que idealizamos se desfaz”, contou Covino ao site IndieWire.

Essa autenticidade se reflete na tela. A química entre os atores, especialmente entre Covino e Marvin, é o motor da narrativa. Eles não precisam de diálogos rebuscados para expressar a intimidade emocional que compartilham — basta um olhar, um silêncio constrangedor ou uma piada mal colocada para dizer tudo.

Dakota Johnson, Adria Arjona e os vínculos femininos na crise

Enquanto os homens se debatem tentando entender seus sentimentos, as mulheres do filme já estão um passo à frente — ainda que também perdidas. Dakota Johnson, como Julie, é o grande contraponto emocional da trama. Sua personagem é perspicaz, contida, e ao mesmo tempo vulnerável. Uma mulher que topou abrir o relacionamento, mas que não sabe ao certo se isso a libertou ou a silenciou.

Adria Arjona, por sua vez, interpreta Ashley com uma maturidade rara. Ao pedir o divórcio, ela não explode. Apenas reconhece, com dor contida, que não pode continuar fingindo. Sua personagem é menos sobre a ruptura, e mais sobre o resgate de si mesma.

Ambas as atrizes escapam de estereótipos fáceis e entregam interpretações delicadas, carregadas de subtexto. São mulheres reais, lidando com homens que não sabem como lidar com suas próprias emoções — um espelho que, infelizmente, segue atual.

Relações modernas ou desculpas velhas?

Um dos méritos de Amores à Parte está em não tomar partido. O filme não vende a ideia de que relacionamentos abertos são a solução, nem que o casamento tradicional está falido. Ele apenas observa. E isso, hoje em dia, já é revolucionário.

Na era dos aplicativos, dos vínculos descartáveis e das conversas por mensagens, o longa mostra que, independentemente do formato do relacionamento, as questões fundamentais continuam as mesmas: como lidar com o ego, o medo de rejeição, a solidão, a culpa, o desejo por controle e a dificuldade de escutar o outro.

Não há lições de moral. Mas há muitos espelhos — e talvez essa seja a melhor forma de provocar o público.

Do riso ao reconhecimento: o impacto emocional

É impossível sair do cinema sem se identificar com pelo menos um dos personagens. Quem nunca tentou parecer forte diante de uma separação? Quem nunca se questionou se estava fazendo tudo errado? Quem nunca quis apertar o botão de reiniciar na vida amorosa?

Amores à Parte toca fundo porque não quer ser genial — quer ser humano. E isso é raro.

A trilha sonora discreta, a fotografia naturalista, a direção sensível e os diálogos que parecem retirados de conversas reais criam um ambiente íntimo, quase confessional. Em certos momentos, parece que estamos assistindo a um documentário sobre gente comum tentando seguir em frente.

De Cannes ao Brasil: uma estreia que vale o ingresso

Com estreia agendada para 21 de agosto nos cinemas brasileiros, o longa chega ao país após boa repercussão internacional. Sua participação no Festival de Cannes garantiu não só elogios da crítica especializada, mas também um burburinho espontâneo nas redes sociais, onde internautas compartilharam trechos do trailer com comentários como: “é assim que meus amigos lidam com o divórcio” ou “finalmente uma comédia romântica sem romance idealizado”.

Fica Com a Gente | Edu Guedes volta à TV com Ana Hickmann após cirurgia

0
Foto: Reprodução/ Internet

Algumas presenças na televisão atravessam os anos como velhos amigos que nunca deixam de fazer parte da nossa rotina. Edu Guedes é uma dessas figuras. Seu sorriso sereno, sua voz tranquila, o jeito de ensinar receitas como quem oferece um abraço. Na próxima terça-feira, 5, esse reencontro com o público ganha um novo significado: o chef está de volta ao “Fica Com a Gente”, na RedeTV!, após um delicado período de recuperação. E não estará sozinho.

Ao seu lado, no estúdio, estará Ana Hickmann. Não só colega de profissão e ex-companheira de bancada nos tempos do Hoje em Dia, mas agora, oficialmente, sua companheira de vida. Os dois vão cozinhar juntos, sim — mas, mais do que isso, vão dividir o momento com quem sempre esteve com eles, mesmo de longe: o público.

“Eu senti cada palavra que me mandaram”

Nos últimos meses, quem acompanha Edu pelas redes sociais percebeu um silêncio respeitoso. Um silêncio que dizia muito: ele estava se cuidando, enfrentando, respirando fundo. E, aos poucos, dividiu com os fãs a razão de seu afastamento: um câncer no pâncreas, descoberto após uma crise renal. As informações são da BBC.

Foi um susto. Para ele, para a família, para todos que o acompanham há tantos anos. Mas mesmo em meio à incerteza, Edu fez o que sempre soube fazer bem: acolheu o momento com leveza, gratidão e esperança. “Cada palavra de carinho, força e apoio chegou aqui com muita intensidade e fez toda a diferença”, escreveu, em uma de suas mensagens mais tocantes.

Houve dor, claro. Houve medo. Mas também houve amor — muito amor. Nas mensagens, nas orações, nos comentários cheios de fé. Edu não enfrentou a doença sozinho. E talvez seja isso que torne seu retorno tão especial.

Um reencontro que vai além da tela

Na terça-feira, o estúdio da RedeTV! será mais do que um cenário. Será quase um lar. Porque, ao lado de Edu, estará Ana — mulher que entrou em sua vida primeiro como parceira de trabalho, depois como amiga, e hoje, como amor e alicerce. Juntos, eles superaram feridas antigas, reencontraram um no outro o que a vida tem de mais bonito: recomeços. O pedido de casamento aconteceu há poucos meses, durante uma viagem a Portugal. Foi discreto, íntimo, como tudo que é verdadeiro costuma ser. E agora, esse amor amadurecido ganha espaço também diante das câmeras. No programa, eles vão cozinhar juntos. Mas os ingredientes principais serão outros: cumplicidade, afeto, superação.

A cozinha como lugar de cura

Para Edu, a cozinha nunca foi apenas trabalho. Sempre foi lar, memória, saudade de vó, cheiro de infância. Foi onde aprendeu a escutar o mundo em silêncio, mexendo panelas, observando a reação das pessoas diante de um prato bem feito. É ali, com as mãos nos temperos e o coração nos detalhes, que ele se sente inteiro. Por isso, voltar à TV tem tanto peso emocional. Não é sobre audiência. É sobre vida. Depois da cirurgia, depois da cicatriz, depois do susto, ele está de volta ao seu lugar. E leva com ele tudo o que viveu nesse tempo de ausência. Não para esconder — mas para dividir.

Uma jornada feita de quedas e recomeços

Edu Guedes nunca escondeu suas fragilidades. Em 2020, um acidente grave o fez perder, temporariamente, o movimento do braço esquerdo. Canhoto, precisou reaprender a cozinhar com a mão direita. Um desafio que ele enfrentou com calma e determinação. Agora, mais uma vez, a vida lhe pede força. E ele entrega. Não como herói, mas como ser humano. Com dúvidas, com medo, mas também com coragem e fé. Entre idas e vindas na TV, mudanças de emissora e reinvenções, Edu sempre manteve a essência: alguém que olha no olho, que não tem medo do simples, que trata o público como gente da casa.

Um gesto de amor diante das câmeras

A edição especial do programa não é apenas o retorno de um apresentador. É um rito de passagem. Um reencontro entre quem já passou pelo vale e agora enxerga o topo da montanha. Um agradecimento coletivo, silencioso e emocionado. Ana e Edu vão cozinhar, sim. Mas vão também celebrar a vida. E convidar o público a fazer o mesmo.

The Rose se reconecta com fãs brasileiros em show exclusivo da turnê “Once Upon a WRLD”

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nem todo mundo entende o amor que se sente por uma banda. E tudo bem — porque quem sente, sabe. É aquele arrepio quando os primeiros acordes soam. A lágrima que escapa sem pedir licença. O peito que aperta quando a letra parece ter sido escrita exatamente para aquele momento da sua vida. E é justamente esse tipo de laço que une os fãs brasileiros ao The Rose, um dos grupos mais sensíveis, talentosos e emocionais que a Coreia do Sul já revelou.

No próximo dia 8 de agosto, esse vínculo se materializa em forma de música no palco da Vibra São Paulo. Em uma apresentação única no Brasil, a banda dá sequência à sua turnê mundial “Once Upon a WRLD”, celebrando não apenas um novo capítulo em sua carreira, mas também o reencontro com um público que nunca deixou de acreditar — mesmo nos silêncios.

Mais que uma turnê: um conto sobre resistir, recomeçar e florescer

The Rose nunca foi só uma banda. Sempre soou mais como uma carta aberta, um abraço em forma de som, uma conversa entre almas que se entendem mesmo sem falar a mesma língua. Desde os primeiros dias, ainda em 2017, quando gravavam vídeos simples e despretensiosos, o grupo chamava atenção não apenas pela estética, mas pela entrega emocional rara.

Agora, após um hiato de um ano e meio sem lançamentos inéditos, eles voltam com o EP “WRLD” — um trabalho que carrega mais do que novas músicas. Carrega vivências, processos de cura, experimentações com gêneros como o country e reflexões profundas sobre o tempo, os encontros e o que significa, de fato, estar presente.

E é exatamente isso que a turnê “Once Upon a WRLD” propõe: não só um show, mas uma jornada. Cada canção é uma página, cada performance uma nova paisagem desse universo íntimo que a banda convida o público a explorar. Não à toa, o nome evoca uma fábula. Um conto de recomeços — onde cada um que ouve se reconhece como parte da história.

A noite do dia 8 de agosto será sobre memória afetiva

Woosung (vocal e guitarra), Dojoon (vocal e multi-instrumentista), Jaehyeong (baixo) e Hajoon (bateria) já passaram por altos e baixos. O serviço militar obrigatório interrompeu a trajetória da banda em 2019, e por um tempo, parecia que aquele silêncio poderia durar mais do que o necessário.

Mas o destino — e o amor dos fãs — tinham outros planos.

Foi durante um show solo de Woosung, em 2022, que a fagulha reacendeu. O reencontro dos quatro no palco emocionou quem estava lá, mas também acendeu uma chama global. Logo veio o álbum HEAL, um verdadeiro manifesto emocional, que alcançou a quarta posição na Billboard Heatseekers Chart e embalou uma turnê de tirar o fôlego: mais de 90 mil pessoas ao redor do mundo se conectaram com aquele som que parecia saber exatamente onde doía — e como aliviar.

Do Coachella para a Vibra: The Rose em nova fase

Nos últimos dois anos, a banda não parou. Se apresentou no Lollapalooza Chicago em 2023, fez história no Coachella 2024, e lançou o álbum DUAL, que estreou na Billboard 200 e se debruça sobre o tema do “equilíbrio”: entre o que fomos e o que nos tornamos. Entre a luz e a sombra. Entre a dor e o alívio.

Mas agora é tempo de olhar adiante. WRLD traz novas texturas, sons inesperados e letras que não têm medo de se despir. The Rose parece mais livre, mais à vontade em ser quem é — e essa leveza se transforma em potência nos palcos.

Em São Paulo, o repertório promete um passeio por todas essas fases, mas com uma atmosfera especialmente brasileira. Os fãs por aqui são conhecidos por cantar em coro, por preparar homenagens, por transformar um show em algo quase sagrado. E com certeza não será diferente na Vibra, uma das casas de espetáculo mais completas do país, que vai virar um verdadeiro jardim de emoções por uma noite.

Mais do que fãs, cúmplices de uma jornada

Para quem acompanha o The Rose desde o início, cada música tem uma lembrança. “Sorry”, talvez, tenha sido trilha de um fim de relacionamento. “She’s in the Rain” pode ter embalado dias nublados da alma. Já “Sour” serviu como um desabafo silencioso. Não importa qual seja a faixa: há sempre um sentimento ali.

E o curioso é que mesmo quem conheceu a banda recentemente sente o mesmo impacto. Porque a arte do The Rose é atemporal. Tem algo na forma como eles olham para a câmera, como seguram os instrumentos, como silenciam entre um acorde e outro, que nos convence de que tudo o que está sendo dito vem de um lugar muito real.

Esse show em São Paulo, então, não será apenas para os fãs de longa data. Será também para aqueles que acabaram de descobrir a banda. Para quem vai sozinho, mas sabe que estará em meio a centenas de corações que batem no mesmo ritmo. Para quem quer, por algumas horas, simplesmente se permitir sentir.

Um show, muitos significados

É possível que a apresentação do dia 8 de agosto dure cerca de duas horas. Mas, para muitos, será lembrada por uma vida inteira. Porque noites assim ficam — e não apenas nos vídeos gravados no celular. Ficam no olhar trocado com quem estava ao lado, no sorriso emocionado de um dos integrantes ao ouvir o público cantando em coreano, na certeza de que a música é, sim, capaz de curar.

E quando as luzes se apagarem, quando o último acorde ecoar e os gritos se transformarem em suspiros, ficará a memória de um show que foi mais do que entretenimento: foi um respiro. Uma pausa bonita do mundo lá fora.

Serviço

📍 Local: Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida – São Paulo – SP
📅 Data: 8 de agosto de 2025 (sexta-feira)
🕕 Abertura da casa: 18h
🎤 Início do show: 20h
🎫 Ingressos: De R$210 (meia-entrada Plateia 3) a R$990 (inteira Pista Premium)
👥 Capacidade: 5.455 pessoas
🔞 Classificação etária: 15 anos
🎟 Realização: Time For Fun (T4F)

Christopher Nolan encerra filmagens do épico grego A Odisseia, que promete revolucionar o cinema em 2026

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 8 de agosto, a indústria cinematográfica comemorou o encerramento das gravações de um dos projetos mais ambiciosos da última década: A Odisseia, a aguardada adaptação do clássico poema épico grego atribuído a Homero, dirigido por Christopher Nolan. Conhecido por seu estilo autoral, narrativas densas e inovação técnica, Nolan une forças com um elenco estelar e uma equipe técnica de ponta para criar um filme que promete não apenas emocionar, mas transformar o modo como o cinema épico é concebido.

Um sonho antigo, finalmente realizado

Nolan sempre foi fascinado pela complexidade da mente humana e pelas grandes histórias que atravessam o tempo. Após o sucesso estrondoso de Oppenheimer (2023), filme que lhe rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Diretor, Nolan partiu para um desafio ainda maior: adaptar A Odisseia, uma das obras fundadoras da literatura ocidental, e uma narrativa repleta de aventura, magia, sofrimento e triunfo.

Ao anunciar o projeto, Nolan expressou sua ambição: “Quero contar essa história como nunca foi vista, respeitando sua essência mitológica, mas trazendo o público para dentro da jornada de Odisseu de forma visceral e emocional.” E é justamente essa promessa que tem animado fãs de mitologia, amantes do cinema épico e críticos ao redor do mundo.

Produção grandiosa, inovação e riscos

Com um orçamento estimado em impressionantes US$ 250 milhões, o longa-metragem é uma das maiores produções da história recente, e o primeiro grande longa a ser filmado inteiramente com câmeras IMAX de 70mm — um equipamento que, embora consagrado, traz desafios logísticos enormes. As câmeras são volumosas e delicadas, exigindo uma equipe altamente especializada para operar em condições muitas vezes adversas.

As filmagens começaram em fevereiro de 2025 e se estenderam por seis meses, passando por locações globais que buscavam dar autenticidade e grandiosidade à narrativa: o Marrocos, a Grécia, a Itália, a Escócia, a Islândia e até o deserto do Saara Ocidental.

Cada local escolhido não foi aleatório: Aït Benhaddou, no Marrocos, serviu para recriar a cidade de Tróia, enquanto as Ilhas Égadi na Sicília abrigaram as cenas do encontro com o temível Ciclope Polifemo. A majestosa Islândia proporcionou as paisagens para as provas de resistência de Odisseu, e o castelo Findlater na Escócia deu forma a elementos da corte do herói.

A decisão de filmar em cenários naturais, e não em estúdios ou usando CGI em excesso, reforça o compromisso de Nolan com uma estética imersiva e visceral, onde o espectador quase toca a poeira das batalhas e sente o frio cortante dos ventos nórdicos.

Foto: Reprodução/ Internet

Controvérsia no Saara Ocidental: quando arte e política se cruzam

Nem tudo, entretanto, foi tranquilo durante a produção. As filmagens nas Dunas Brancas, região do Saara Ocidental, território marcado por uma longa disputa entre Marrocos e o povo saharaui, despertaram polêmicas.

Ativistas e organizações internacionais denunciaram a produção por, em sua visão, legitimar a ocupação marroquina na região ao escolher filmar ali. A Frente Polisário, representante dos saharauis, emitiu declarações afirmando que a presença da equipe de Nolan poderia ser interpretada como um apoio indireto à controvérsia política.

Por outro lado, o Centro Cinematográfico Marroquino celebrou o filme como uma oportunidade histórica para a indústria local, destacando que a trama é o primeiro longa-metragem americano de grande orçamento a explorar a região, o que poderá abrir portas para outras produções e para o desenvolvimento econômico da área.

Esse embate entre arte e política mostra que o cinema, especialmente em grandes produções globais, não se limita a contar histórias — ele também é um ator na geopolítica, com o poder de influenciar percepções e gerar debates relevantes.

Um elenco para entrar para a história

A escolha do elenco é outro destaque do projeto. Combinando atores veteranos e estrelas em ascensão, Nolan reuniu um time capaz de traduzir a complexidade dos personagens mitológicos em seres humanos com emoções e conflitos reais.

No centro, Matt Damon assume o papel de Odisseu, o rei de Ítaca. Conhecido por sua versatilidade e por interpretar personagens que transmitem força e vulnerabilidade, Damon traz à tela um herói que é menos um guerreiro invencível e mais um homem astuto, marcado pela saudade e pela esperança.

Ao seu lado, Tom Holland interpreta Telêmaco, filho de Odisseu, uma figura jovem e cheia de dúvidas, representando a busca da nova geração por identidade e propósito.

Charlize Theron vive Circe, a poderosa deusa-feiticeira cuja personagem promete cenas de impacto e que reforça a presença feminina forte na narrativa. Anne Hathaway e Zendaya, ambas colaboradoras frequentes de Nolan, dão vida a personagens femininas complexas que serão essenciais para a trama, assim como Lupita Nyong’o, que confere profundidade e força ao elenco.

O elenco ainda conta com Robert Pattinson, Jon Bernthal, Benny Safdie, Elliot Page, John Leguizamo, Mia Goth, Corey Hawkins e Logan Marshall-Green, um time capaz de garantir um equilíbrio entre tradição e inovação, trazendo credibilidade e frescor para os papéis mitológicos.

Música e figurino: cores e sons que transportam o espectador

Para criar o universo sonoro e visual do filme, Nolan voltou a contar com colaboradores de confiança. O compositor Ludwig Göransson, vencedor do Oscar e que já assinou a trilha de “Oppenheimer”, promete uma música que vai além do tradicional épico, incorporando elementos que evocam a atmosfera mítica e os dilemas emocionais dos personagens.

A figurinista Ellen Mirojnick, por sua vez, buscou inspiração tanto em referências históricas quanto em interpretações artísticas contemporâneas para criar trajes que, apesar de algumas críticas por não serem “tradicionalmente” históricos, carregam a ideia de unir passado e presente em uma narrativa visual poderosa.

Cada peça de roupa, cada adereço foi pensado para comunicar a complexidade dos personagens e a grandiosidade da história, tornando o figurino parte integrante da narrativa.

O que esperar de A Odisseia na tela grande?

Com estreia marcada para 17 de julho de 2026 nos Estados Unidos, o filme já vem despertando grande expectativa. Pré-vendas antecipadas de ingressos para sessões IMAX 70mm ultrapassaram US$ 1,5 milhão, um sinal claro do entusiasmo do público.

A promessa é de um filme que une ação, fantasia, drama e aventura, trazendo à tona temas universais como coragem, sacrifício, lealdade, saudade e a busca incessante por um lar e pela identidade.

Mais do que um espetáculo visual, a narrativa pretende fazer o público refletir sobre o preço das escolhas e os desafios das jornadas pessoais, usando a mitologia grega como um espelho para dilemas humanos eternos.

Christopher Nolan e a reinvenção da jornada do herói

Conhecido por seus filmes que desafiam a linearidade do tempo e a percepção da realidade, Nolan propõe com A Odisseia uma releitura que respeita as raízes do mito, mas o coloca em diálogo com o século XXI.

O herói Odisseu não é um ser perfeito; é um homem com medos, dúvidas e uma determinação que vem da humanidade que ele carrega. Essa abordagem torna a história não apenas uma aventura épica, mas uma profunda reflexão sobre o que significa ser humano diante das adversidades.

Primeiro pôster do anime Twisted-Wonderland revela universo sombrio e encantador

0

Quando a gente pensa nos vilões da Disney, vem logo à mente aquelas figuras inesquecíveis — malvadas, poderosas e cheias de personalidade, que marcaram gerações. Mas e se essas figuras ganhassem uma nova chance de contar suas histórias, com mais profundidade e uma pitada de mistério? É exatamente isso que o universo de Twisted-Wonderland propõe, e agora, com o lançamento do primeiro pôster oficial do anime, essa jornada mágica começa a tomar forma diante dos nossos olhos.

Um mundo onde os vilões são protagonistas

Ao contrário do que se imagina, Twisted-Wonderland não é só uma releitura dos vilões clássicos da Disney, mas uma reinvenção. A história nos apresenta a Yuu, um personagem que, assim como o jogador no game original, é transportado para uma escola de magia chamada Faculdade Night Raven. Mas essa não é uma escola qualquer — seus sete dormitórios são inspirados em vilões famosos da Disney, cada um com seu próprio estilo, regras e segredos.

O charme de Twisted-Wonderland está justamente em dar vida a esses personagens sob uma perspectiva inédita. Eles deixam de ser simplesmente antagonistas para se tornarem jovens com desejos, dúvidas e sonhos. O anime, que agora começa a ser produzido, promete explorar essas facetas, dando voz e alma a cada um deles.

O pôster: a primeira porta para esse mundo encantado

O primeiro pôster do anime chegou como um convite visual que já entrega muito sobre o conteúdo série. Com uma paleta de cores que mistura tons sombrios a detalhes vibrantes, ele consegue transmitir o equilíbrio entre magia e mistério, luz e sombra, esperança e conflito.

Os personagens aparecem em poses que refletem suas personalidades complexas — desafiadores, enigmáticos, às vezes até ameaçadores, mas sempre cativantes. Para os fãs do jogo, é emocionante ver os designs que Yana Toboso, a criadora responsável também pelo famoso Black Butler, criou ganhando vida com tanta fidelidade e beleza.

Yana Toboso: a mente por trás da magia

Uma das razões para a qualidade e a profundidade da história é o talento de Yana Toboso. Sua experiência em contar histórias sombrias, ricas em nuances, faz com que o universo criado seja muito mais do que um simples cenário para aventuras — ele se torna um palco onde emoções complexas e conflitos internos ganham destaque.

Toboso está à frente do roteiro, do conceito original e do design dos personagens, garantindo que o anime mantenha a essência que conquistou tantos fãs no jogo e traga um frescor para o público que vai conhecê-lo pela primeira vez.

Do jogo para o anime: uma experiência que vai além

O jogo é conhecido por sua jogabilidade envolvente, que mistura aventura, estratégia e narrativa interativa. Os jogadores acompanham Yuu enquanto ele participa de aulas, enfrenta testes e desvenda mistérios dentro da Faculdade Night Raven, tudo isso enquanto constrói relacionamentos com os outros alunos.

Além disso, o sistema gacha do jogo permite que os jogadores coletem personagens, cada um com habilidades únicas, e desenvolvam suas forças para enfrentar desafios diários. A novidade do “Quarto de Hóspedes”, introduzida em 2022, permite uma interação ainda maior, criando um ambiente onde os fãs podem personalizar seus espaços e se sentir mais próximos dos personagens.

Transformar essa experiência em um anime é uma oportunidade de levar essas histórias a um novo patamar, usando a linguagem da animação para aprofundar sentimentos, destacar nuances de personalidade e tornar as cenas de magia e ação ainda mais impactantes.

A história que prende o coração

No centro da trama, o personagem Yuu se vê perdido em um mundo estranho e mágico, sem lembrar como chegou ali. Recebido pelo diretor da escola, Crowley, ele começa a aprender sobre esse universo fascinante e perigoso. A missão de se adaptar e descobrir um caminho para casa se mistura com os desafios da vida escolar, incluindo incidentes como a quebra de um lustre mágico durante uma briga com outros alunos — um evento que desencadeia uma busca por consertar o erro e evitar a expulsão.

Essa mistura de drama, aventura e humor cria um ambiente onde os personagens se revelam em suas complexidades e contradições, e onde a magia é apenas uma parte da jornada de crescimento e autoconhecimento.

O que podemos esperar do anime?

A produção do anime pelo estúdio Troyca e a colaboração entre Aniplex e Walt Disney Japan são sinais claros do cuidado e investimento nesse projeto. A música tema, já conhecida pelos fãs do jogo, promete trazer ainda mais emoção para a experiência. Com o pôster liberado, os fãs já podem sentir a energia do que está por vir: uma adaptação que respeita o material original, mas que também se permite explorar novas possibilidades narrativas e visuais.

almanaque recomenda