Izabella Camargo participa do programa Companhia Certa deste sábado (12)

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Na madrugada deste sábado (12) para domingo (13), às 0h30, a RedeTV! exibe uma conversa íntima e inspiradora no Companhia Certa. Ronnie Von recebe Izabella Camargo, jornalista admirada pelo público e hoje uma referência quando o assunto é saúde mental e equilíbrio emocional. Longe dos telejornais desde 2018, ela fala com franqueza sobre sua transformação após um episódio de burnout — e sobre como a pausa forçada virou uma nova missão de vida.

“Fui escolhida por aquilo que vivi”

Com a serenidade de quem atravessou o caos e voltou com novas ferramentas, Izabella conta como o burnout que a afastou da televisão acabou se tornando um ponto de virada. “Fui escolhida em uma situação que vivi para levar essa pauta adiante”, diz, referindo-se à defesa da saúde mental nos ambientes de trabalho. Hoje, ela atua como consultora e produz o podcast Interioriza, onde fala sobre bem-estar, propósito e reconstrução.

Mesmo após ter sofrido um “apagão” ao vivo durante a previsão do tempo — cena que rodou o país —, Izabella optou por não se prender à dor. “Poderia ter ficado muito mal, mas consegui ressignificar”, afirma, com a convicção de quem transformou vulnerabilidade em força.

Entre microfones e fraldas: o despertar da maternidade

Outro capítulo marcante da entrevista é a maternidade. Mãe de Angelina, de 4 anos, e grávida de Antônio, Izabella compartilha que o desejo de ter filhos só surgiu depois da reconexão consigo mesma. “Nunca imaginei que seria mãe. No ritmo do hard news, não cabia um filho na minha vida. Mas depois que cuidei da minha saúde e experimentei o amor próprio… gerei o amor.”

A chegada de Antônio está prevista para o dia 17 de julho — data que, curiosamente, é também o aniversário de Ronnie Von. “É a previsão máxima… e é muito simbólico estar aqui com você hoje. Estou feliz com essa coincidência”, conta ela, em tom leve e afetuoso.

Um pé no agora e outro no futuro

Apesar do afastamento da TV aberta, Izabella não descarta um retorno. E se depender dela, o reencontro com as câmeras pode vir com um novo propósito: “Nunca quis sair. Se eu pudesse levar essa comunicação sobre saúde para a TV aberta, alcançaria pessoas que não estão na internet.”

A fala reforça que a comunicação continua sendo sua essência — só mudou a pauta. Hoje, ela prefere os silêncios entre as frases, a pausa consciente, o tempo do corpo. E é justamente essa mudança de ritmo que torna sua trajetória tão atual.

Neymar Jr. adquire réplica exclusiva do Batmóvel de Batman Begins por R$ 8,3 milhões — mas não poderá dirigir o veículo em Santos

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O atacante Neymar Jr. ampliou sua coleção de itens de luxo com uma aquisição inusitada: uma réplica fiel do Batmóvel utilizado no filme Batman Begins (2005), dirigido por Christopher Nolan. O veículo, conhecido como Tumbler, custou ao jogador do Santos cerca de R$ 8,3 milhões, conforme revelou o portal Metrópoles.

Projetado e construído pelo designer brasileiro Adhemar Cabral, o carro levou três anos para ser finalizado e já integrou uma exposição no Museu do Automóvel de São Roque, no interior de São Paulo. Inspirado no design bélico e robusto da trilogia estrelada por Christian Bale, o modelo chama atenção não apenas pelo visual cinematográfico, mas também pelo cuidado com os detalhes, que o torna uma das réplicas mais impressionantes do veículo já feitas fora de Hollywood.

Apesar do investimento milionário, Neymar não poderá dirigir o Batmóvel pelas ruas de Santos. O motivo é simples: a réplica não possui placa nacional nem documentação para circulação em vias públicas, o que limita seu uso a fins expositivos ou colecionismo. Na prática, o Tumbler se torna um símbolo de exclusividade — mais escultura automotiva do que veículo funcional.

A compra reforça o perfil do jogador como colecionador de peças de alto valor e apelo estético. Entre carros de luxo, joias e itens ligados à cultura pop, o jogador reafirma seu estilo pessoal: uma combinação de sofisticação, entretenimento e fascínio por ícones da mídia. Com o Batmóvel em sua garagem, Neymar incorpora mais do que um item de colecionador — ele adiciona um fragmento do imaginário cinematográfico à sua trajetória de estrela global.

Georgie e Mandy retornam em outubro com novos episódios do spin-off de Young Sheldon

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Enquanto a família Cooper se despede oficialmente de Young Sheldon, uma nova fase ganha fôlego com o spin-off focado em Georgie e Mandy. A série, que se propõe a explorar os dilemas reais da vida adulta — longe das salas de aula e da infância retratada na série original —, retorna para seu segundo ano no dia 15 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, os episódios devem chegar à HBO Max, mas a plataforma ainda não anunciou a data exata.

Um novo começo com muitas contas para acertar

Na série, Georgie Cooper Jr. (Montana Jordan) e Mandy McAllister (Emily Osment) assumem o protagonismo narrativo em uma jornada que mistura afeto, tropeços e amadurecimento. Depois do impacto emocional causado pela morte de George Sr., pai de Georgie, o casal decide recomeçar a vida com o bebê recém-nascido — e esse recomeço não é nada romântico.

O cenário? O Texas. O pano de fundo? Uma vida que exige decisões grandes demais para pessoas ainda tentando entender quem são. A série mergulha nesse turbilhão sem perder o senso de humor característico do universo Cooper, mas aposta em um tom mais maduro, com foco em relacionamentos frágeis, responsabilidades inesperadas e a difícil arte de crescer quando não há mais ninguém para guiar o caminho.

Nem tudo é piada — e isso é um acerto

Ao contrário do que muitos spin-offs fazem, Georgie e Mandy: Seu Primeiro Casamento não tenta repetir fórmulas. A série entende que seu público cresceu — e os personagens também. Aqui, as piadas dividem espaço com incertezas emocionais, erros reais e conversas sérias sobre dinheiro, futuro e frustração. Ainda há leveza, mas com outra densidade.

Sob a supervisão criativa de Chuck Lorre, Steven Molaro e Steve Holland, a série assume um olhar mais empático sobre seus protagonistas. Mandy, por exemplo, está longe de ser apenas a “mãe jovem” — ela é complexa, direta, engraçada e ambiciosa. Georgie, que em Young Sheldon era retratado como impulsivo e meio perdido, agora precisa se provar como pai, marido e adulto.

Influenciadora literária Vitória Souza lança o livro “Círculos Não São Infinitos”

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O fim do amor. A pausa forçada. O silêncio criativo. Trinta dias afastada do trabalho e tudo o que Maeve Lee tem é um vazio — no papel, no peito, no casamento. Mas é justamente desse espaço de dor que nasce a trama de Círculos não são infinitos, novo romance da paraense Vitória Souza, que chega às livrarias em agosto e promete conversar diretamente com os leitores que já se perguntaram como (re)começar.

Com uma carreira consolidada como influenciadora literária e uma escrita marcada pela sensibilidade emocional, Vitória entrega aqui sua obra mais íntima. Um livro que, embora não seja autobiográfico, carrega a vivência de quem já passou pela sensação de estar longe de si mesma — e precisou voltar.

Uma protagonista quebrada (e profundamente real)

Maeve, a protagonista, é uma jovem escritora no auge do sucesso editorial e no limite do colapso emocional. Casada, premiada e aparentemente no controle, ela se vê desmoronando por dentro. Tudo o que ela tenta esconder — as dúvidas, o cansaço, a desconexão espiritual — transborda de repente. E é nesse vórtice que um pequeno objeto muda tudo: um caderno antigo encontrado ao acaso em um sebo silencioso de bairro.

O caderno, com páginas rabiscadas e capa azul desbotada, não carrega fórmulas nem profecias, mas provoca nela algo ainda mais incômodo: memórias. Fragmentos do passado. Instantes que ela tentou esquecer ou romantizar. Reencontros com versões suas que ficaram para trás. Aos poucos, ela entende que talvez não esteja sendo “levada de volta no tempo”, mas sim convocada a olhar para sua história com outros olhos — com verdade.

Fé como reencontro, não como pregação

Ao contrário de muitas narrativas que abordam espiritualidade com rigidez, Vitória opta por um caminho mais sutil e sensível. Aqui, a fé cristã não é uma bandeira ou um discurso pronto — é um lugar de retorno. Um espaço de silêncio, de escuta, de rendição.

“Eu não quis escrever sobre religião, mas sobre o que acontece dentro da gente quando a fé parece ter sumido. O livro é sobre o momento em que a gente para de fingir que está bem e começa, finalmente, a procurar a cura”, diz a autora, em entrevista.

Ao invés de oferecer respostas, Círculos não são infinitos oferece espaço: para dúvidas, para orações tímidas, para tentativas imperfeitas de perdão — inclusive do perdão a si mesma. A escrita de Vitória caminha nesse fio delicado entre o drama e a esperança, sem nunca soar artificial.

Quando o passado não é um lugar, mas uma chave

Entre as memórias que Maeve revê estão o início da faculdade, a paixão por Liam (o marido de quem ela se afasta), o sucesso precoce que a isolou, e o afastamento doloroso dos pais. Cada episódio surge como uma chance de fazer as pazes com alguma versão esquecida de si — não para consertar o que foi, mas para entender onde ela deixou de se ouvir.

E é aí que mora a potência do livro: não há viagem no tempo literal, mas há deslocamento emocional real. Um mergulho que confronta, sim, mas também limpa. Cicatriza. E aponta caminhos.

Círculos não são infinitos chega ao mercado como uma das apostas mais sensíveis do ano no gênero healing fiction, trazendo representatividade emocional para jovens e adultos que convivem com a sensação de falhar consigo mesmos. A estética minimalista da narrativa, os capítulos breves e a linguagem afetiva criam uma experiência quase confessional.

Com influências que vão de Taylor Jenkins Reid a Henri Nouwen, Vitória constrói uma protagonista vulnerável sem torná-la frágil, religiosa sem ser doutrinária, e corajosa sem ser heroína. Maeve apenas tenta. Cai. Levanta. Ora. Silencia. E volta.

Mesmo antes do lançamento oficial, leitores vêm se mobilizando online para discutir os temas do livro — como culpa, reconciliação, reconexão familiar e espiritualidade contemporânea. Clubes de leitura começam a se formar de forma espontânea e sessões de autógrafos já estão marcadas para São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

A expectativa é que o romance dialogue não apenas com o público jovem adulto, mas com qualquer leitor que já sentiu que algo dentro de si precisava de atenção — e não sabia por onde começar.

O título do livro já antecipa o que Maeve (e muitos de nós) precisa entender: nem todo ciclo precisa ser eterno. Nem toda dor precisa se repetir. Há tempo para refazer, redizer, refazer. Porque os círculos só parecem infinitos quando a gente anda em círculos dentro de si.

Encuentros en Brasil estreia na TV Cultura unindo música latina e turismo em jornada afetiva pelo país

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Nesta sexta-feira, 18 de julho, às 23h, a TV Cultura estreia Encuentros en Brasil, uma série documental que transforma a experiência turística em processo criativo. Ao longo de 12 episódios, seis artistas consagrados da cena latino-americana percorrem cidades brasileiras que sediaram a Copa do Mundo de 2014, com uma missão tão poética quanto desafiadora: compor uma música inédita inspirada no território, nas pessoas e nas histórias que encontram pelo caminho.

Com direção musical do brasileiro Paulinho Moska, a produção une música, viagem e identidade cultural, revelando o Brasil a partir de olhares estrangeiros — mas profundamente sensíveis. Os convidados desta temporada são nomes de peso na música latino-americana: o uruguaio Jorge Drexler, o argentino Kevin Johansen, a chilena Francisca Valenzuela, a colombiana Andrea Echeverri, a mexicana Natalia Lafourcade, e o duo peruano Alejandro y Maria Laura. Cada artista protagoniza dois episódios de 30 minutos, em que vivenciam o Brasil de forma imersiva.

Em vez de roteiros tradicionais ou passeios turísticos prontos, o que guia cada jornada é a escuta: do ambiente, das pessoas, dos sotaques, dos sons naturais e urbanos. A cada parada, os músicos se deparam com experiências autênticas — um samba numa praça, uma conversa com artesãos locais, uma caminhada por ruas históricas, um encontro culinário inesperado — que os levam a criar composições originais como resposta afetiva ao que viveram. Essas canções são, ao fim de cada episódio, transformadas em videoclipes exclusivos, gravados nos próprios destinos visitados.

Para Moska, que assina a curadoria musical do projeto, o que diferencia Encuentros en Brasil de outras séries sobre viagem e música é a relação emocional construída entre os artistas e o país. “Mais do que mostrar paisagens bonitas ou lugares conhecidos, a série mergulha no afeto. Ela revela como o Brasil toca o coração de quem o vive por dentro, ainda que por poucos dias. E a música é o resultado mais honesto dessa vivência”, destaca.

Com uma proposta estética intimista e narrativa documental, a série também cumpre o papel de resgatar os legados culturais e sociais das cidades que, em 2014, estiveram sob os holofotes globais. Agora, dez anos depois, esses territórios voltam ao centro da atenção, mas sob uma nova ótica: a da sensibilidade artística e da troca latino-americana.

A produção é fruto de uma coprodução entre a Santa Rita Filmes e a BeGiant Advertainment, e surge como exemplo de como é possível unir promoção turística, valorização cultural e entretenimento de qualidade. Em tempos em que a América Latina busca reafirmar seus vínculos culturais para além das fronteiras geográficas, Encuentros en Brasil soa como um gesto de reconexão — com o território, com a arte e com a potência dos encontros.

Sessão da Tarde desta sexta (18) exibe Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, estrelado por Harrison Ford

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A TV Globo exibe nesta sexta-feira, 18 de julho, o longa Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal na Sessão da Tarde. Quarto filme da icônica franquia, a produção marca o retorno de Harrison Ford ao papel do arqueólogo mais famoso do cinema, desta vez envolvido em uma trama repleta de conspirações, enigmas históricos e rivalidades no auge da Guerra Fria. Dirigido por Steven Spielberg, o filme combina ação clássica, humor e doses ousadas de ficção científica.

Ambientado em 1957, a narrativa começa com Indiana e seu parceiro Mac (Ray Winstone) escapando de um grupo de agentes soviéticos em uma base militar americana. De volta à universidade onde leciona, Jones descobre que sua reputação está em jogo, sendo forçado a deixar o cargo. Tudo muda quando ele cruza o caminho do jovem rebelde Mutt Williams, interpretado por Shia LaBeouf, que o convence a embarcar em uma jornada em busca da lendária Caveira de Cristal de Akator, um artefato misterioso e de poder incalculável.

Mas a missão está longe de ser tranquila. Os soviéticos também estão atrás da caveira, e à frente deles está a enigmática e implacável Irina Spalko, vivida por Cate Blanchett. Disposta a tudo para capturar o artefato e usá-lo como uma arma psíquica em nome da União Soviética, Spalko se torna uma das antagonistas mais marcantes da franquia, com sua presença fria e visual imponente.

Ao longo do filme, a dupla Jones e Mutt percorre selvas, cidades perdidas e locais sagrados da América do Sul, enfrentando armadilhas mortais, inimigos implacáveis e dilemas entre razão e misticismo. É uma aventura que reflete a maturidade de Indiana Jones, agora mais experiente, mas ainda impulsionado por sua paixão pelo desconhecido — e por uma certa teimosia.

Lançado em 2008, O Reino da Caveira de Cristal foi recebido com entusiasmo e controvérsia. Parte do público estranhou a virada mais sobrenatural do roteiro, com elementos que se distanciam da arqueologia clássica presente nos filmes anteriores. No entanto, o longa representa um capítulo importante da saga, especialmente por trazer de volta personagens queridos e expandir o universo criado por George Lucas e Spielberg.

Além de Harrison Ford e Shia LaBeouf, o elenco conta com Karen Allen, que reprisa o papel de Marion Ravenwood, além de John Hurt e Jim Broadbent em participações importantes. A produção mantém a assinatura visual e narrativa dos filmes anteriores, com cenas de ação práticas, perseguições explosivas e uma trilha sonora clássica de John Williams.

Para quem quiser rever ou assistir pela primeira vez, o filme vai ao ar na Globo a partir das 15h30. Fora da TV, ele também está disponível por streaming no Telecine e Paramount+, além de opções de aluguel e compra digital no Prime Video.

Rodriguinho presta homenagem a Jorge Ben Jor com releitura intimista em projeto acústico

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Rodriguinho, um dos principais nomes do pagode contemporâneo brasileiro, lança uma versão especial do medley “Por Causa de Você e Chove Chuva”, clássicos de Jorge Ben Jor de 1963. Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube, a faixa integra o projeto Rodriguinho Acústico, gravado ao vivo no Teatro Bradesco, em São Paulo, em uma apresentação marcada pela proximidade com o público e o resgate das raízes musicais.

Medley une gerações e estilos com arranjos sofisticados

Com arranjos cuidadosamente elaborados, Rodriguinho imprime sua identidade artística ao medley, trazendo uma roupagem acústica que respeita a essência original das canções de Jorge Ben Jor. O resultado é uma fusão entre o samba-rock característico do icônico músico e o pagode romântico que consolidou Rodriguinho como um dos principais nomes do gênero nas últimas décadas. A releitura traz uma sonoridade que conecta diferentes públicos e gerações, reforçando a perenidade da música brasileira.

Projeto Rodriguinho Acústico: mais que um show, uma celebração

Gravado em um dos palcos mais prestigiados do país, o Teatro Bradesco, o Rodriguinho Acústico representa um momento especial de renovação e maturidade musical para o artista. O projeto reúne versões intimistas de seus grandes sucessos e homenagens a artistas que marcaram sua trajetória, como Jorge Ben Jor. A escolha pelo formato acústico permite um contato mais direto e verdadeiro com o público, aproximando o espectador da essência da música.

Rodriguinho fala sobre a homenagem e seu processo criativo

“Esse projeto é muito especial para mim. Sempre sonhei em fazer algo nesse formato, mais próximo, mais intimista, mais verdadeiro. Homenagear o Jorge Ben Jor foi uma forma de agradecer por tudo que ele representa na nossa música”, declarou Rodriguinho, destacando o peso e a importância da influência do mestre Jorge Ben Jor em sua carreira. O cantor também ressaltou o desafio e a satisfação de reinventar clássicos que fazem parte do patrimônio cultural brasileiro.

Além do lançamento nas plataformas de áudio, o medley está disponível no canal oficial de Rodriguinho no YouTube, ampliando o alcance da homenagem. A divulgação digital é parte estratégica do projeto, que aposta na aproximação com o público por meio de conteúdo audiovisual de qualidade. O formato acústico também se adapta bem às tendências atuais, valorizando a autenticidade e a simplicidade na experiência musical.

Novo filme do Juiz Dredd com Taika Waititi promete renovar a franquia com visão ousada

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A famosa Mega-City One, aquela cidade caótica onde a lei é feita e aplicada por um único homem, está prestes a ganhar uma nova versão nas telonas. O icônico personagem Juiz Dredd vai voltar aos cinemas com um filme dirigido por ninguém menos que Taika Waititi, o nome por trás de sucessos como Thor: Ragnarok e Jojo Rabbit. A notícia vem animando fãs de quadrinhos e cinema, mesmo que o projeto ainda esteja no início, sem elenco confirmado ou data de estreia.

Segundo informações do site The Hollywood Reporter, o roteiro está sendo desenvolvido por Drew Pearce, roteirista de Hobbs & Shaw e O Dublê, enquanto Waititi ficará responsável pela direção. Embora o longa-metragem ainda não tenha um estúdio confirmado, só a presença desses dois nomes já coloca a produção entre as apostas mais quentes de Hollywood para os próximos anos.

Quem é Taika Waititi e por que isso importa?

Se você já assistiu a algum filme do Taika Waititi, sabe que ele tem uma mistura única de humor, emoção e estilo visual que conquista o público. Ele é conhecido por dar um toque irreverente e sensível às histórias, o que pode ser um sopro de frescor para a franquia do Juiz Dredd, que tem um tom bastante sombrio e violento. Mas vale lembrar que nem todos os projetos que ele abraçou deram certo — como o live-action de Akira, que foi cancelado, ou um filme de Star Wars que está engatilhado há anos. Então, apesar do entusiasmo, fica aquela curiosidade: será que dessa vez vai?

Juiz Dredd: uma lenda dos quadrinhos britânicos

O Juiz Dredd nasceu lá na revista britânica 2000 AD, em 1977, criado por John Wagner e Carlos Ezquerra. O personagem vive em um futuro distópico, onde Mega-City One é uma cidade cheia de crimes e caos, e Dredd é quem mantém a ordem — mas com uma justiça bastante severa. Dredd não é só um policial; ele é juiz, júri e executor, tudo ao mesmo tempo. Essa combinação de autoridade total faz dele um personagem complexo, que levanta discussões sobre poder, justiça e moralidade.

Um pouco da história no cinema

Até agora, Dredd já foi interpretado por dois grandes atores. Em 1995, Sylvester Stallone tentou trazer o personagem para o grande público, mas o filme acabou não agradando muito, tanto os fãs quanto a crítica. Já em 2012, Karl Urban ganhou elogios pela sua versão mais fiel e intensa, conquistando uma legião de fãs — apesar da bilheteria modesta. Agora, com Taika Waititi no comando, a expectativa é de uma mistura de ação, humor e crítica social, que pode renovar a forma como esse universo é apresentado.

O que esperar daqui para frente?

Ainda não há muitos detalhes sobre elenco ou estreia, mas a movimentação já deixa claro que a Marvel e os produtores estão interessados em fazer deste filme um destaque no calendário. Com o roteiro de Drew Pearce e o olhar criativo de Waititi, a nova versão de Juiz Dredd pode ser um marco, equilibrando o peso do personagem com uma pegada contemporânea e criativa.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan trocam de corpos — de novo — em “Sexta-Feira Ainda Mais Louca”

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Em uma espécie de reencontro afetuoso com o passado — tanto para o público quanto para suas protagonistas —, “Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas no dia 7 de agosto de 2025, prometendo mais do que apenas uma nova comédia sobre troca de corpos: é também uma jornada emocional sobre amadurecimento, reconciliação e as complexidades da família moderna.

A continuação do filme de 2003, estrelado por Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis, apresenta um roteiro atualizado e afetivo, que dialoga com os desafios contemporâneos da maternidade, dos relacionamentos e da convivência entre gerações. A direção é de Nisha Ganatra, com roteiro de Jordan Weiss, conhecida pela série “Dollface”.

O retorno de um clássico com nova camada emocional

O longa da Disney lançado há mais de 20 anos tornou-se um queridinho entre o público ao mostrar uma adolescente rebelde e sua mãe controladora que, após um misterioso incidente, acabam trocando de corpos e vivenciando o cotidiano uma da outra. A experiência, claro, termina com lições valiosas e um novo olhar sobre suas diferenças.

Na nova trama, essa estrutura é resgatada, mas atualizada. Anna, vivida novamente por Lindsay Lohan, agora é uma mulher adulta, mãe solo de uma adolescente, e prestes a se tornar madrasta da filha do novo companheiro (interpretado por Manny Jacinto, de “The Good Place”). Já Tess, personagem de Jamie Lee Curtis, agora é avó, realizada profissionalmente, e continua cheia de energia, mas com novas responsabilidades e dilemas próprios da terceira idade.

Dessa vez, a troca de corpos não acontece apenas entre mãe e filha. O novo clipe divulgado pela IGN revela que Anna troca de corpo com sua filha, enquanto Tess troca de corpo com a enteada da neta — um espelhamento de gerações que amplia os conflitos, a comédia e, sobretudo, o potencial dramático da história.

A química imbatível entre Lohan e Curtis

Se havia alguma dúvida de que o tempo pudesse ter esfriado a conexão entre as atrizes, essa ideia foi rapidamente descartada. Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan demonstram não apenas entrosamento em cena, mas também afeição real fora das câmeras. Ambas falaram publicamente sobre o quanto o reencontro foi emocional e significativo.

Curtis, que conquistou um Oscar em 2023 por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, tem explorado papéis cada vez mais ousados e multifacetados. “Voltar à Tess foi como visitar uma velha amiga, mas agora com outra bagagem, outra maturidade”, comentou a atriz em entrevistas recentes. “Essa história sempre foi sobre empatia, e acho que precisamos ainda mais disso hoje.”

Já Lindsay Lohan, após alguns anos afastada dos grandes estúdios e um discreto retorno à atuação, parece reviver com este filme um de seus papéis mais icônicos. “Anna cresceu. Eu cresci. E revisitar esse universo foi um presente. É uma comédia, sim, mas há verdade emocional nela. Muita verdade”, revelou a atriz.

Um olhar atual sobre os laços familiares

O roteiro de Jordan Weiss propõe não apenas repetir a fórmula do primeiro filme, mas atualizá-la com um olhar sensível sobre os novos arranjos familiares. O filme trata, com leveza e empatia, de questões como madrastidade, famílias recompostas, os desafios de ser mãe solo e os conflitos típicos da adolescência moderna.

Anna, agora no papel de mãe, se vê às voltas com uma filha em plena ebulição emocional e ainda precisa construir laços com uma enteada que não a aceita de imediato. Tess, por sua vez, tenta manter seu espaço como avó, sem invadir o território da filha, mas ainda exercendo influência — muitas vezes indesejada — sobre a criação da neta.

Ao trocar de corpos com suas respectivas filhas, as duas mulheres se deparam com as inseguranças, dores e desafios das adolescentes da geração Z, ao mesmo tempo em que precisam lidar com seus próprios traumas e dilemas mal resolvidos. “O filme fala sobre escuta, sobre não subestimar a vivência do outro só porque ele é mais jovem ou mais velho”, explica Nisha Ganatra.

Expansão do elenco e reforço da representatividade

Além de Curtis e Lohan, o elenco conta com a presença de Julia Butters, que ficou conhecida por seu papel em “Era Uma Vez em… Hollywood”, e de Sophie Hammons, estrela adolescente em ascensão. Elas vivem, respectivamente, a filha de Anna e a filha do novo marido de Anna — que também acabam afetadas pela troca de corpos. O filme traz ainda Manny Jacinto no papel do novo parceiro da protagonista, representando uma visão mais diversa e atual das famílias reconstituídas.

A representatividade, aliás, é uma das preocupações centrais do novo projeto. Em entrevista à Variety, a diretora afirmou que queria mostrar uma família “com muitas camadas, múltiplas experiências e diferentes tipos de vínculo”. “Não são mais só pai, mãe e filho. As famílias mudaram. E a gente precisava contar essa história também.”

A fórmula da comédia com alma

Embora a proposta seja leve e divertida, como se espera de uma produção Disney, o filme aposta também na carga emocional — e em uma boa dose de autocrítica geracional. Em vários momentos, a Tess de Jamie Lee Curtis precisa lidar com o fato de que não entende as gírias da neta, enquanto a Anna de Lindsay Lohan tenta, sem muito sucesso, aplicar os métodos de criação da própria mãe em sua filha.

Essa troca constante de visões e perspectivas gera não apenas situações engraçadas, mas também reflexões tocantes sobre o tempo, a evolução das relações e a necessidade de adaptar-se sem perder a essência. “A comédia está no choque de mundos, mas o coração do filme está no reencontro entre mães e filhas, avós e netas, e até nas falhas que todos cometemos tentando fazer o melhor”, aponta Jordan Weiss.

Aposta da Disney para o verão americano

“Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas com status de grande aposta da Disney para o verão americano de 2025. Com um orçamento confortável, mas sem se apoiar em efeitos mirabolantes, o longa foca no carisma do elenco e na força da narrativa. O marketing também vem apostando no fator nostalgia, com trailers que resgatam cenas do filme original e brincadeiras com o tempo que passou.

Caldeirão com Mion aquece o inverno com estreia especial direto de Foz neste sábado (19/07)

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O Brasil tem muitos rostos, sotaques, ritmos e histórias. E quando um programa de entretenimento se propõe a reunir tudo isso sob o mesmo céu — e, neste caso, sob o mesmo véu de névoa das Cataratas do Iguaçu — o resultado é mais do que um show: é um retrato emocional do país real. É com essa proposta que o “Caldeirão de Inverno” estreia sua nova temporada neste sábado, dia 19 de julho de 2025, diretamente de Foz do Iguaçu, no Paraná. Sob o comando carismático de Marcos Mion, o programa ganha uma roupagem especial, com cenário natural impactante, presença de figuras locais, homenagens musicais e aquele toque de emoção que virou marca registrada da atração.

A nova temporada do “Caldeirão” chega com frescor e, ao mesmo tempo, com o calor humano que aquece as tardes de sábado do público da TV Globo. Mas, desta vez, tudo ganha um novo significado. Foz do Iguaçu, cidade símbolo de diversidade cultural, religiosa e linguística, se torna o ponto de partida para uma jornada que pretende revelar mais do que paisagens: quer mostrar a alma dos brasileiros.

O próprio Marcos Mion define a proposta

“A gente adora fazer essas viagens e levar o ‘Caldeirão’ para dentro do Brasil e o Brasil para dentro do ‘Caldeirão’. Mostrar a riqueza de um lugar que vai além da beleza natural. A ideia é emocionar, contar histórias que nos conectam”.

O palco é a natureza

Instalado com vista privilegiada das Cataratas do Iguaçu, o estúdio montado para as gravações mistura o impacto visual das quedas d’água com o dinamismo de um programa que une jogos, convidados famosos e histórias de gente comum. O efeito é cinematográfico. A sensação de grandiosidade da natureza aliada à leveza dos quadros do programa cria uma estética única: espetáculo e intimismo convivem lado a lado.

As belezas naturais não são só pano de fundo — são protagonistas. A produção fez questão de incluir imagens aéreas captadas por drones e helicópteros, aproveitando o cenário para compor vinhetas, transições e até momentos poéticos entre um quadro e outro.

Diversidade como essência

Foz do Iguaçu é conhecida por abrigar mais de 80 etnias convivendo em harmonia. É uma cidade que respira pluralidade, onde brasileiros, paraguaios, argentinos, muçulmanos, católicos, budistas e tantos outros compartilham o mesmo espaço com respeito e convivência.

Essa pluralidade está refletida no “Caldeirão de Inverno”. A produção mergulhou no cotidiano local e trouxe para a tela personagens que representam essa miscigenação, como Dona Evelina, guia turística há mais de 60 anos, que tem a mesma idade de existência do Parque Nacional do Iguaçu. Ela narra, com doçura e orgulho, a evolução da região, a chegada dos turistas, e, principalmente, o amor pela terra.

“Cada gota das Cataratas conta uma história”, diz Evelina, emocionada em um dos momentos mais tocantes do programa.

Música para aquecer corações

A estreia traz também uma homenagem memorável ao grupo Roupa Nova, ícone da música brasileira. A performance emociona e faz o público cantar junto hits como “Dona”, “Volta pra Mim” e “Sapato Velho”, que atravessam gerações. Para além do entretenimento, é uma forma de reforçar a memória afetiva do público com canções que embalaram amores, festas, despedidas e recomeços.

Os músicos, visivelmente comovidos, celebraram o momento como uma oportunidade rara de unir cenário, público e trajetória:

“Cantar com esse fundo das Cataratas e sentir essa energia é como renovar a fé na música e no Brasil”, disse Nando, um dos integrantes do grupo.

Quadros clássicos com tempero regional

O “Caldeirão de Inverno” também adapta seus quadros tradicionais para o clima local. No “Sobe o Som”, por exemplo, uma onça de pelúcia — símbolo da fauna da região — entra em cena para dar dicas aos participantes, que precisam adivinhar qual música está tocando.

Na estreia, os convidados são Gil do Vigor e Sarah Andrade, que disputam com as atrizes Giovana Cordeiro e Kenya Sade. A brincadeira flui entre risadas, improvisos e memórias musicais. Giovana, por exemplo, se emociona ao lembrar de quando foi a um show do Roupa Nova com a mãe, fã incondicional da banda.

“É impossível ouvir essas músicas e não lembrar da minha infância. Tem cheiro, tem memória, tem carinho”, comentou.

Desde que assumiu o comando do “Caldeirão”, Marcos Mion trouxe uma nova identidade ao programa. Mais do que um apresentador, ele se posiciona como um mediador afetivo entre o público e as histórias contadas ali. Ele escuta, reage, brinca, acolhe. E isso se torna ainda mais visível em uma temporada fora do eixo Rio-São Paulo.

“Fazer o ‘Caldeirão’ em Foz do Iguaçu é valorizar o Brasil fora dos holofotes. É sair da bolha e mostrar que há vida, emoção e talento em todo canto do país”, afirma Mion.

Para que essa conexão entre paisagem, emoção e espetáculo aconteça de maneira fluida, há uma equipe por trás que orquestra cada detalhe. A direção artística é de Geninho Simonetti, a produção é comandada por Tatynne Lauria e Matheus Pereira, enquanto a direção de gênero da TV Globo é assinada por Monica Almeida.

Essa estrutura técnica foi responsável por transformar as gravações em uma experiência imersiva. Cada câmera posicionada nas margens das Cataratas, cada plano sequência entre as árvores e passarelas do parque, foi pensada para fazer o público sentir que também está lá.

A proposta do “Caldeirão de Inverno” vai além da diversão. Ele assume o papel de catalisador de orgulho nacional. Em tempos em que o noticiário pesa, que as redes sociais saturam, que o tempo corre, assistir a um programa que desacelera e celebra o afeto, a cultura e o riso torna-se um gesto de resistência.

É como se o sábado ganhasse um novo significado. Não apenas mais um dia para descansar, mas uma oportunidade de se reconectar com o país, com a música, com as histórias reais. E, quem sabe, até com um pouco da própria esperança.

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