Marshals: Uma História de Yellowstone estreia em 2026 na CBS e inaugura um novo momento na trajetória dos Dutton

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Depois de meses de rumores, expectativas e especulações nas redes sociais, a CBS finalmente tornou oficial a data de estreia de Marshals: Uma História de Yellowstone. O spin-off, que nasce diretamente do final de Yellowstone, chega em 1º de março de 2026, marcando um momento especial para os fãs: pela primeira vez, uma produção desse universo será exibida em TV aberta nos Estados Unidos. No Brasil, a série será disponibilizada pelo Paramount+, garantindo que o público latino-americano acompanhe essa nova fase quase simultaneamente.

A notícia reacende o entusiasmo em torno da franquia criada por Taylor Sheridan, responsável por transformar o neofaroeste moderno em um dos gêneros televisivos mais prestigiados da última década. E agora, Sheridan retorna com mais uma ramificação dessa árvore narrativa que parece não parar de crescer.

Um spin-off que nasce grande — e emocionalmente carregado

Criada por Taylor Sheridan, David C. Glasser e Spencer Hudnut, Marshals não é apenas um derivado. É uma continuação direta da jornada dos Dutton, um capítulo que se abre justamente quando parecia que não havia mais caminhos a explorar. Mas Sheridan nunca acreditou em silêncio emocional — ele acredita em evolução.

E é essa evolução que move Kayce Dutton.

Interpretado novamente por Luke Grimes, Kayce surge em um ponto de virada muito particular: depois de carregar traumas da vida militar e enfrentar dilemas familiares profundos, ele agora se junta a um grupo especializado de U.S. Marshals. Sua missão? Proteger o território de Montana de ameaças externas, internas e — como toda boa história ambientada nesse universo — de conflitos que não respeitam fronteiras entre lei, lealdade e sangue.

É uma nova etapa para um personagem que sempre caminhou com um pé na violência e outro no dever moral. Um homem dividido entre o rancho e o instinto de defesa, entre a família que tenta preservar e os fantasmas que insistem em retornar.

Reencontros, novos rostos e histórias que se entrelaçam

O elenco da série equilibra o afeto do público com a empolgação do novo. Velhos conhecidos retornam para reforçar o vínculo emocional com a franquia: Gil Birmingham (de Crepúsculo, Wind River e A Chegada) revive o imponente Thomas Rainwater, líder cuja força política e espiritual segue sendo um pilar da trama; Mo Brings Plenty (conhecido por trabalhos em The Revenant e Hell on Wheels) retorna como Mo, presença silenciosa, firme e essencial ao lado de Rainwater; e Brecken Merrill (que também participou de This Is Us) volta, agora mais maduro, como Tate Dutton, preservando o núcleo sensível que sempre conectou Kayce ao lado mais humano da família.

Ao mesmo tempo, a série apresenta novos rostos que prometem sacudir o equilíbrio desse universo já complexo: Arielle Kebbel (O Segredo da Cabana, The Vampire Diaries, Lincoln Rhyme) surge como Bela; Ash Santos (American Horror Story, Raven’s Home) interpreta Andrea; Tatanka Means (Killers of the Flower Moon, The Son) entra no elenco em papel mantido sob sigilo; e Logan Marshall-Green (Upgrade, Prometheus, The Invitation) assume o papel de Pete Calvin.

A primeira estreia da franquia na TV aberta — e por que isso importa

Marcar a estreia para o domingo, às 20h, em plena programação da CBS, não é um gesto qualquer. É uma declaração. A emissora coloca o spin-off em um dos horários mais competitivos e prestigiados da televisão norte-americana.

É, também, um reconhecimento da força popular de Yellowstone — uma franquia que já se provou capaz de dialogar com diferentes públicos, idades e regiões. Do público urbano ao rural, do assinante de streaming ao espectador tradicional da TV, a narrativa criada por Sheridan conseguiu atravessar fronteiras culturais sem perder o DNA.

E agora, ao chegar na TV aberta, Marshals pode transformar o que antes era um sucesso massivo em um fenômeno cultural ainda maior.

No Brasil, o Paramount+ será o responsável por levar essa história ao público. Com a base de fãs crescente e a força internacional da franquia, a expectativa é que a série se torne rapidamente uma das mais assistidas do catálogo.

Uma nova fase para o universo Yellowstone

A franquia Yellowstone já provou que sabe contar histórias sobre poder, território, herança e perda. Também já provou que suas narrativas conversam com o presente sem abandonar a estética do velho oeste.

Com Marshals, o que se vê é a construção de uma ponte entre passado e futuro: o velho espírito Dutton continua vivo, mas agora dividido com o peso e o rigor da lei federal. É como se Kayce fosse obrigado a enfrentar não apenas inimigos, mas versões diferentes de si mesmo — o soldado, o fazendeiro, o pai e o homem que luta para encontrar um lugar no mundo.

E é justamente essa tensão humana que deve mover a série.

O público não volta a este universo apenas por tiros, perseguições ou paisagens de tirar o fôlego. Volta porque os personagens carregam dores reais, vínculos complexos e escolhas impossíveis. Volta porque, em cada trama, há sempre algo profundamente humano — algo que diz respeito a pertencimento, a legado, a proteção.

Crítica – Wicked: Parte 2 entrega grandiosidade e emoção, mas perde força frente ao impacto do primeiro filme

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Depois do fenômeno cinematográfico que foi a Parte 1, o segundo capítulo da adaptação dirigida por Jon M. Chu chega aos cinemas sob expectativas quase míticas — e sem a mesma capacidade de sustentá-las. Se o primeiro filme conquistou o público pela força emocional, pelo apuro estético e pela fidelidade arrebatadora ao musical da Broadway, Wicked: Parte 2 tenta expandir o universo de Oz e concluir a jornada de Elphaba e Glinda com espetáculo, cor e densidade dramática. No entanto, o que deveria ser um desfecho épico assume um caráter mais irregular: visualmente exuberante, narrativamente relevante, mas dramaticamente menos necessário do que se imaginava.

Um espetáculo maior e paradoxalmente mais frágil

O novo longa é maior, mais ambicioso e, curiosamente, mais frágil. É inegável que esta Parte 2 é mais segura de si do que seu antecessor. Chu dirige com firmeza o gigantesco aparato visual, construindo cenários grandiosos, figurinos elaborados e efeitos digitais mais polidos, que ajudam a moldar uma Oz ainda mais viva — e mais ameaçada pela tirania, pelo medo e pelos jogos políticos do Mágico.

Porém, apesar desse rigor estético, a narrativa se esvazia em vários momentos, transmitindo a sensação de uma trama secundária, quase protocolar, como se existisse apenas para conectar o fim da Parte 1 ao arco clássico já conhecido de O Mágico de Oz. Com isso, o impacto dramático se dilui, e a transformação de Elphaba na temida “Bruxa Má” frequentemente parece mais uma sequência de episódios do que um clímax emocional genuíno.

A trilha sonora perde vibração e derruba parte da magia

A trilha sonora representa o primeiro grande tropeço. Se na Parte 1 as canções eram memoráveis e emocionalmente carregadas, aqui elas soam menos marcantes e, em muitos momentos, burocráticas. A montagem musical raramente alcança o mesmo vigor; números que deveriam ser catárticos acabam em técnica sem transcendência. É uma perda sentida, sobretudo considerando a potência vocal de Cynthia Erivo e o salto impressionante de Ariana Grande desde o filme anterior.

Grandes momentos icônicos, mas tratados como notas de rodapé

Ainda assim, Wicked: Parte 2 entrega algumas das passagens mais icônicas do universo da franquia. A falsa morte de Elphaba é construída com força visual e tensão legítima. A transformação de Boq no Homem de Lata ganha contornos sombrios e finalmente confere ao personagem uma importância que sempre lhe faltou. A introdução de Dorothy, Espantalho e Totó funciona como ponte eficiente para o mito original — embora a aparição seja mais apressada do que o ideal.

O problema é que todas essas tramas parecem existir mais para cumprir o destino já conhecido de Elphaba do que para impulsionar a narrativa, funcionando como pequenos marcadores obrigatórios, não como motores dramáticos de fato.

O Mágico perde força e a crítica política também

Outro ponto frágil é a figura do Mágico. Embora a obra sempre o tenha retratado como manipulador, aqui o personagem surge diminuído, quase irrelevante. Falta presença, falta ameaça, falta convicção. Para um antagonista que deveria simbolizar o colapso moral de Oz, a construção é tímida e superficial. É uma escolha que enfraquece a crítica ao autoritarismo — um dos pilares ideológicos que sustentam o universo Wicked.

Ariana Grande dá um show e carrega o filme nas costas

Se há, porém, um elemento que realmente eleva este segundo filme, esse elemento é Ariana Grande. Sua Glinda surge mais contraditória, vulnerável e politizada, ganhando profundidade que ultrapassa a versão tradicionalmente dócil do musical. Grande entrega uma performance madura, tecnicamente precisa e emocionalmente consistente, transformando diálogos simples em momentos de impacto.

A queda de relevância de Madame Morrible — reduzida quase a um adereço — abre espaço para que Glinda se torne protagonista de fato no destino político e afetivo de Oz. Se a indicação ao Oscar era apenas uma possibilidade na Parte 1, aqui se torna uma expectativa real.

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Cynthia Erivo mantém a intensidade — mas recebe menos do que merece

Cynthia Erivo, por sua vez, mantém a força interpretativa que a consagrou, oferecendo uma Elphaba intensa, ferida e politicamente marcada. No entanto, o roteiro limita seu alcance emocional. Falta densidade interna, falta conflito, falta a queda dramática que deveria sustentar a mitologia da personagem. A produção confia demais no conhecimento prévio do público — recurso sempre perigoso — e entrega menos do que Erivo tem potencial para realizar.

Um final grandioso, mas com gosto de “poderia ser mais”

No desfecho, Wicked: Parte 2 é grandioso e emocional, honra a mitologia criada há décadas e entrega o espetáculo que os fãs esperam. Mas também deixa uma sensação persistente de frustração. É um filme lindamente filmado, tecnicamente impecável, cheio de momentos poderosos, mas que não sustenta por si só a própria importância. Depende demais da Parte 1, e ainda mais do imaginário coletivo moldado por O Mágico de Oz.

“É um tributo aos filmes dos anos 80”, diz Leigh Whannell sobre Lobisomem

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(from left) Charlotte (Julia Garner), Ginger (Matilda Firth) and Blake (Christopher Abbott) in Wolf Man, directed by Leigh Whannell.

Faltam poucos dias para a estreia de Lobisomem, o novo filme de terror que promete deixar os fãs do gênero com os nervos à flor da pele. Com estreia marcada para 16 de janeiro, a Universal Pictures soltou um vídeo de bastidores que dá aquele gostinho de ansiedade – e revela um pouco do que inspirou o diretor Leigh Whannell (O Homem Invisível).

No vídeo, Leigh abre o coração e fala sobre suas maiores referências: “É um tributo aos longas dos anos 80 que eu adorava na adolescência, como O Enigma de Outro Mundo, de John Carpenter, e A Mosca, do Cronenberg.” Ou seja, quem curte aquele clima retrô cheio de suspense e monstros icônicos pode preparar a pipoca!

Mas não é só nostalgia. Leigh também contou que a pandemia teve um impacto enorme na criação do roteiro. “Depois dos últimos anos agitados que o mundo vivenciou, temas como pavor, ansiedade e isolamento surgiram naturalmente na história”, diz ele. Quem não se sentiu meio “lobisomem” lidando com tudo isso, né?

Se o visual e a atmosfera do filme já te deixaram empolgado no trailer, tem uma razão. Leigh trouxe uma galera de peso pra trabalhar com ele. O diretor de fotografia Stefan Duscio, que já mandou muito bem em O Homem Invisível, está de volta. A designer de produção Ruby Mathers e a figurinista Sarah Voon também entraram no time, garantindo que cada detalhe do filme entregue a vibe sombria que a gente adora.

E o elenco? Só nomes incríveis: Christopher Abbott (Possessor), Julia Garner, que brilhou em Ozark, Matilda Firth e Sam Jaeger, de The Handmaid’s Tale. Dá pra esperar atuações de arrepiar e personagens que vão ficar na memória.

A mistura de terror psicológico, aquela estética retrô que bate forte na nostalgia, e temas super atuais fazem de Lobisomem um dos filmes mais esperados do ano. É o tipo de produção que vai te fazer grudar na cadeira e, ao mesmo tempo, te deixar pensando depois que as luzes do cinema acenderem.

Agora é só contar os dias. O longa-metragem estreia dia 16 de janeiro, e, pelo que já vimos, tem tudo pra ser um daqueles filmes que todo mundo vai comentar. Te vejo no cinema?

Resumo da novela O Rico e Lázaro de sexta, 25/04/2025 (Record TV)

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Capítulo 140 – Sexta-feira, 25 de abril de 2025

O clima em Babilônia é de tensão e incerteza. O desaparecimento repentino do rei Nabucodonosor abala os alicerces do palácio e provoca um efeito dominó entre nobres e servos. Beroso, inquieto e desconfiado, questiona Daniel sobre o paradeiro do monarca, mas suas palavras são cautelosas. Daniel, por sua vez, mantém a serenidade, mas carrega no olhar a preocupação com o que está por vir.

Enquanto isso, os sábios se reúnem em segredo, trocando suposições e temendo que a ausência do rei represente mais do que um simples desaparecimento. Nitócris, tomada por um pressentimento sombrio, não consegue disfarçar a angústia diante do sumiço do pai. Sua inquietação cresce à medida que as horas passam sem qualquer notícia.

Do lado de fora do palácio, Joana, Rebeca e Hurzabum seguem com sua missão de solidariedade. Movidos pela compaixão, deixam os muros da cidade para levar ajuda aos necessitados, mesmo em tempos tão conturbados. A fé e a esperança são suas armas silenciosas contra a dor que paira no ar.

Nebuzaradã, por sua vez, assume uma postura implacável. Ele ordena uma varredura total em toda a cidade. Os oficiais, sob sua liderança e também de Rabe-Sáris, espalham-se por todos os cantos, determinados a encontrar o rei a qualquer custo. Portas são abertas, casas reviradas, e o pânico começa a se espalhar entre os cidadãos.

No palácio, a situação de Sammu-Ramat se agrava. A sacerdotisa volta a sangrar, e Darice, já profundamente abalada, entra em estado de alerta. Quando Sammu começa a tossir sangue, o desespero toma conta. Darice tenta manter o controle, mas o medo de perder sua senhora a consome.

Enquanto isso, Nabonido dá sinais de apoio a Evil-Merodaque, o que pode indicar movimentos políticos silenciosos em meio à crise — alianças se formam nas sombras, e o trono, sem rei, torna-se cada vez mais vulnerável.

Joana, Rebeca e Hurzabum seguem sua missão além dos portões da cidade, levando conforto e alimentos a quem mais precisa. Em um momento de pausa, compartilham palavras de fé e lembranças dos profetas, fortalecendo uns aos outros.

Dalila e Raquel, em conversas íntimas, demonstram o desejo de deixar Babilônia ao lado dos maridos. O peso da opressão e os ventos de guerra despertam nelas o sonho de um recomeço longe da corrupção e do sofrimento.

Ebede, introspectivo, relembra as profecias de Jeremias, como se buscasse respostas no passado para compreender os sinais do presente. Cada palavra do profeta ressoa como um alerta silencioso sobre o futuro da cidade.

Na busca incessante pelo rei, os oficiais invadem a casa de Elga, provocando medo e indignação. Nada é poupado. Em outro ponto da cidade, Zac reencontra Malca na rua. O rapaz se oferece para ajudá-la e, em meio ao caos, um laço de gentileza começa a se formar entre eles.

Enquanto isso, na Casa da Lua, os soldados chegam sem aviso. O local é revistado com rigor, e Zabaia entra em pânico ao perceber que sua produção clandestina de cerveja corre o risco de ser descoberta. Seu segredo, se revelado, pode levá-lo à ruína.

Entre buscas frenéticas, alianças veladas e corações aflitos, o capítulo mostra que, em tempos de crise, cada escolha carrega o peso do destino. A cidade treme, o trono está vazio, e o futuro de Babilônia parece mais incerto do que nunca.

Resumo da novela Roque Santeiro de sexta-feira, 02/05 (Viva)

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Capítulo 165 de Roque Santeiro – Sexta, 02 de maio de 2025

Em um momento inesperado e cheio de emoção, Malta, tomado por seus sentimentos, se declara a Porcina. A tensão entre os dois é palpável, e o que parecia ser uma relação cheia de incertezas ganha novos contornos. Malta, com o coração na mão, finalmente expressa tudo o que sente, deixando Porcina surpresa e tocada. Mas será que ela está pronta para corresponder a esse amor? O futuro deles agora parece ainda mais incerto, mas, ao mesmo tempo, cheio de possibilidades.

Enquanto isso, Zé e Pombinha começam a se estranhar, e a razão para essa tensão surge com a candidatura de Zé a prefeito. A decisão de Zé em seguir com a candidatura coloca ambos em lados opostos, criando uma divisão na relação deles. Pombinha, com seu olhar crítico e atento, não vê com bons olhos as escolhas políticas de Zé, e isso gera um desconforto crescente entre os dois. O que parecia ser uma parceria sólida começa a ser minada por divergências de ideais, e o que parecia simples, agora se complica.

Por outro lado, Roque e Padre Hipólito, em um momento de reflexão, conversam sobre a situação de Asa Branca. O clima entre os dois é de preocupação, e a situação de Asa Branca parece mais delicada a cada dia. Roque, com seu jeito preocupado, tenta encontrar uma solução, enquanto Padre Hipólito, sempre sábio, oferece suas palavras de consolo e orientação. A amizade e o respeito mútuo entre eles se refletem na busca por respostas para ajudar Asa Branca a superar seus desafios. A conversa entre os dois homens, longe dos olhos curiosos, revela o quanto a situação está afetando a todos ao redor de Asa Branca.

Resumo da novela Vale Tudo de 10 de maio, sábado

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Abaixo, confira o resumo da novela Vale Tudo do próximo sábado, 10 de maio – capítulo 036: Raquel está cada vez mais encurralada pelas pressões de Ivan, que exige a chave do cofre. Com um olhar firme, ela diz que não vai entregar nada — pelo menos, não agora. Pede um tempo para pensar, mas por dentro já sabe que precisa ganhar tempo para se proteger. Ivan sai frustrado, mas deixa claro que está perdendo a paciência.

Do outro lado, Fátima e César se unem num plano silencioso. Eles estão decididos a impedir que Raquel vá atrás de Marco Aurélio e revele qualquer informação. Desconfiados de suas intenções, já começam a armar uma estratégia para controlar seus passos.

Mais tarde, Raquel resolve ir ao banco e leva Gilda com ela, talvez para tentar disfarçar suas intenções. Mas no meio do caminho, o inesperado acontece: Gilda é atropelada por Olavo. A cena é desesperadora. Raquel corre para socorrê-la, o coração disparado, tentando manter a calma enquanto grita por ajuda.

Olavo, aflito, assume a responsabilidade e leva as duas para casa. Gilda está machucada, mas consciente. Raquel, ainda trêmula, agradece com os olhos marejados. Já dentro de casa, ela se apressa em esconder uma sacola — o conteúdo é um mistério, mas o jeito como ela a esconde revela o quanto aquilo é importante.

Enquanto isso, Solange, inquieta e com a cabeça cheia de dúvidas, faz um teste de gravidez. A espera pelo resultado parece uma eternidade. Ela ainda não contou para ninguém, mas seu olhar entrega o medo do que pode estar por vir.

Luciano, atento, percebe que Ivan está mais ansioso do que o normal. Ele tenta puxar conversa, mas Ivan disfarça. Mesmo assim, Luciano sabe que tem algo grande por trás desse nervosismo todo.

À noite, Fátima, determinada a descobrir o que a mãe está escondendo, toma uma atitude extrema: coloca um calmante na bebida de Raquel e Gilda. As duas acabam adormecendo profundamente. Em silêncio, Fátima começa a vasculhar a casa. Cada porta aberta, cada gaveta revirada carrega a tensão de quem procura por algo que pode mudar tudo.


Jhaleil Swaby é escalado como Panache Barker no novo filme Jogos Vorazes: Amanhecer

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A contagem regressiva para o próximo capítulo da saga Jogos Vorazes acaba de ganhar um novo elemento de tensão. O ator Jhaleil Swaby foi confirmado no elenco de Jogos Vorazes: Amanhecer como Panache Barker, tributo do Distrito 1 na 50ª edição dos jogos, também conhecida como o temido Massacre Quaternário — edição em que o dobro de jovens é enviado à arena. A informação foi publicada pelo site Deadline e rapidamente movimentou as redes sociais entre fãs atentos e curiosos.

Um novo rosto para um papel com peso

Ainda pouco conhecido do grande público, Swaby é um rosto em ascensão que já acumula participações pontuais em produções como Supergirl, Shazam! e o musical Zombies, da Disney. Sua trajetória até aqui pode ser discreta, mas o novo papel tem potencial para redefinir sua carreira e inseri-lo definitivamente no radar de Hollywood.

Panache Barker, seu personagem, vem do glamouroso e competitivo Distrito 1, conhecido por enviar tributos treinados desde a infância. O nome “Panache” já carrega uma dose de teatralidade — e isso pode indicar um tributo carismático, talvez arrogante, mas certamente estratégico.

Retorno ao passado e feridas abertas

Jogos Vorazes: Amanhecer será ambientado vinte e quatro anos antes dos eventos com Katniss Everdeen, focando no Massacre Quaternário — uma edição especial dos jogos em que 48 tributos são forçados a lutar até a morte, em vez dos 24 habituais.

É nesse cenário brutal que o público será reintroduzido a um jovem Haymitch Abernathy, ainda muito antes de se tornar o mentor cínico e amargurado que conhecemos. Segundo a sinopse inicial, Haymitch está dividido entre a luta por sobrevivência e um sentimento que insiste em florescer: o amor por uma garota de seu distrito.

“Tudo com o que ele se importa é passar o dia e estar com a garota que ama”, diz o texto oficial. Em um universo onde o afeto é constantemente sufocado pela violência, essa dimensão íntima promete humanizar o horror da arena — e nos lembrar que até no caos existe espaço para laços profundos.

Bastidores, direção e expectativas

A direção continua nas mãos de Francis Lawrence, que comandou todos os filmes da franquia — exceto o primeiro — e já demonstrou domínio absoluto do universo visual e emocional criado por Suzanne Collins. O roteiro será assinado por Billy Ray, que retorna ao projeto após colaborar em Em Chamas e A Esperança.

As filmagens começam em julho de 2025, mas a produção ainda mantém a data de estreia em sigilo. O mistério, claro, só aumenta o burburinho e faz crescer as expectativas sobre a abordagem desse capítulo que mistura tragédia e origem.

Muito além da arena

Mais do que um novo espetáculo de ação, o filme deve explorar os bastidores políticos de Panem e a transformação silenciosa de seus personagens centrais. A juventude de Haymitch, o peso do trauma coletivo, a opressão da Capital e os rostos que emergem da multidão para se tornar lenda — tudo isso se entrelaça no enredo de Amanhecer.

A escolha de atores como Jhaleil Swaby reforça uma tendência de renovação na franquia, apostando em talentos ainda não cristalizados pela fama, mas capazes de oferecer novas camadas de interpretação. Em um universo em que cada olhar pode ser um desafio e cada palavra pode custar a vida, carisma e intensidade contam mais do que currículo extenso.

O que esperar do futuro?

Com a confirmação do elenco em andamento e a trama centrada em uma das edições mais simbólicas dos jogos, Jogos Vorazes: Amanhecer promete entregar mais do que entretenimento. A nova produção tem tudo para aprofundar os dilemas morais e humanos que sempre estiveram no cerne da franquia — dessa vez com novos rostos, novas feridas e talvez novos heróis.

Enquanto os fãs especulam teorias e aguardam ansiosamente qualquer imagem oficial, uma certeza se firma: Panem ainda tem muito a contar.

Amalia Ulman estreia Magic Farm com exclusividade na MUBI: uma sátira alucinada sobre mídia, autenticidade e o olhar colonial contemporâneo

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Foto: Reprodução/ Internet

A partir desta sexta-feira, 11 de julho, a MUBI — plataforma de streaming, distribuidora e produtora reconhecida por sua curadoria ousada e autoral — disponibiliza com exclusividade o aguardado Magic Farm, novo longa da artista visual e cineasta Amalia Ulman, que explora com humor ácido, estética experimental e um olhar provocativo os bastidores da construção de narrativas na era das mídias performativas.

Mais do que um filme, Magic Farm é uma desconstrução — do olhar branco, da indústria de conteúdo, da fronteira entre ficção e realidade. Inspirado pelo jornalismo “semi-gonzo” popularizado pela Vice News na década de 2010, o filme propõe uma reflexão sobre como o suposto olhar alternativo sobre o “terceiro mundo” muitas vezes perpetua estereótipos sob uma nova roupagem, cool e desencanada.

Satirizando a sede por narrativas exóticas

Na trama, acompanhamos uma equipe de documentaristas outsiders em busca da próxima grande “história estranha” em um país latino-americano não especificado. O grupo, formado por personalidades que flertam com o narcisismo, a ignorância cultural e a falsa empatia, embarca numa jornada que começa como cobertura jornalística e rapidamente se transforma em espetáculo grotesco — uma crítica clara à exploração midiática travestida de engajamento.

O roteiro, escrito pela própria Ulman, é afiado ao expor os mecanismos contemporâneos de criação de conteúdo e de produção de personagens. Magic Farm desmonta o fetiche ocidental por experiências “autênticas” em territórios que são vistos mais como cenário do que como realidade. É um retrato inquietante — e muitas vezes cômico — do privilégio de quem pode entrar, gravar e sair, sem se comprometer com as consequências.

Elenco potente, ironia visual e camadas de desconforto

O filme conta com um elenco de destaque, reunindo Chloë Sevigny (ícone do cinema indie norte-americano), Alex Wolff (Oppenheimer, Um Lugar Silencioso: Dia Um), Simon Rex (Red Rocket), Joe Apollonio, Camila del Campo e a própria Amalia Ulman, que também assume papel central na narrativa. Juntos, eles habitam um universo onde o real e o encenado se misturam em um jogo cínico e escancaradamente desconfortável.

Visualmente, Magic Farm é vibrante, fragmentado e instável — como um feed de rede social em colapso. A montagem brinca com texturas documentais, vídeos de bastidores, cenas encenadas e imagens de arquivo manipuladas. Tudo se costura como num pesadelo digital, onde nada é confiável e tudo pode ser conteúdo.

De “El Planeta” à crítica da indústria cultural

Ulman, que já havia se destacado com El Planeta (2021), filme sobre sobrevivência feminina na Espanha pós-crise, mostra aqui uma maturidade autoral ainda mais afiada. Enquanto El Planeta era introspectivo e delicado, Magic Farm é expansivo, debochado e profundamente incômodo — um ataque direto à estética do “cool consciente”, ao jornalismo superficial e à fome ocidental por histórias que misturem tragédia e pitadas de exotismo.

Para a diretora, a lógica do “Fake it ‘til you make it” (finja até conseguir) é mais do que uma crítica — é uma lente para compreender como subjetividades são criadas e comercializadas hoje, tanto na arte quanto no jornalismo, na política ou nas redes sociais.

O Silêncio das Ostras: Filme mineiro emociona e denuncia os impactos humanos da mineração

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Foto: Reprodução/ Cred Olhar Filmes

Na tela, a poeira parece não assentar. A lama não seca. As palavras quase não saem — e talvez por isso o silêncio diga tanto. Em O Silêncio das Ostras, primeiro longa de ficção do premiado documentarista Marcos Pimentel, a tragédia de Brumadinho deixa de ser manchete e se transforma em carne, memória e ferida aberta. O filme estreou com aclamação no 26º Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro e chega agora aos cinemas de todo o Brasil como uma das obras mais urgentes, sensíveis e necessárias do nosso tempo.

Narrado pelos olhos da pequena Kaylane (vivida com delicadeza por Lavínia Castelari), o filme não traz heróis nem respostas fáceis. Apenas sobreviventes. Gente comum, como tantas que vivem (ou sobrevivem) nas sombras da mineração em Minas Gerais. Kaylane nasceu e cresceu em um vilarejo de operários onde a paisagem é seca, o tempo é pesado e os sonhos… enterrados. À sua volta, o pai, silenciado por anos de trabalho insalubre; a mãe Cleude (Sinara Telles), exausta de carregar nas costas os cacos de uma vida que a mineração não poupou.

Entre perdas sucessivas, Kaylane aprende cedo a conviver com a despedida. Cresce sozinha, cercada por irmãos que seguem o mesmo destino dos pais, e encontra nos insetos e na natureza — o que ainda resta dela — sua forma de entender o mundo. Há um lirismo estranho e profundo nisso tudo. O filme nos convida a ver pelos olhos dela, a sentir por dentro aquilo que a terra parece gritar, mas ninguém escuta.

“O filme nasceu do desejo de revisitar lugares que foram esvaziados. A mineração não extraiu só o minério — arrancou também a alma dessas comunidades”, conta o diretor Marcos Pimentel. A ficção ganha ainda mais força quando entrelaçada a imagens reais dos rompimentos de barragens, como os de Fundão (2015) e Brumadinho (2019), tragédias que mataram centenas, destruíram ecossistemas e deixaram marcas que seguem pulsando — invisíveis para muitos, mas ainda muito vivas para quem ficou.

O Silêncio das Ostras não é um filme sobre o passado. É sobre o presente que insiste em não mudar. É sobre o cotidiano de quem viu a água virar lama, os vizinhos virarem nomes em placas e os sonhos virarem silêncio. “Retratamos uma dor que ainda é real”, reforça Pimentel.

Mais do que denúncia, o longa é um manifesto poético. Uma tentativa de reocupar os vazios — geográficos e afetivos — deixados pelas mineradoras. A trilha é o silêncio, mas a imagem fala. E como fala.

Foto: Reprodução/ Cred Olhar Filmes

A beleza que resiste

A fotografia do filme aposta em tons ocres, quase sem vida, que contrastam com a imaginação fértil de Kaylane. Ali onde tudo parece morto, ela encontra beleza. Onde muitos já não enxergam saída, ela ainda procura caminhos. Há uma doçura trágica nisso. Uma força que emociona.

Com atuações marcantes de Bárbara Colen, Lavínia Castelari, Sinara Telles e um elenco profundamente comprometido com a verdade da história, o filme transforma um cenário devastado em palco de resistência emocional. É sobre crescer no meio do fim do mundo. E, ainda assim, sonhar.

Estreia nacional

Além de Belo Horizonte, O Silêncio das Ostras entra em cartaz esta semana em diversas capitais e cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Brasília, Manaus, Belém, Vitória, Londrina e Sorocaba.

MC Guimê abre o jogo no SuperPop desta quarta (09): BBB, nova fase na vida pessoal e bastidores da fama

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Foto: Reprodução/ Internet

Ele já foi a cara do funk ostentação, emplacou hits em rádios e baladas de todo o país e até representou o Brasil ao lado de Emicida com “País do Futebol”. Agora, MC Guimê retorna aos holofotes de um jeito diferente: com mais maturidade, novos sonhos e uma nova família a caminho. O cantor é o convidado da vez no “SuperPop”, que vai ao ar nesta quarta, 9 de julho de 2025, às 22h45, na RedeTV! — e promete entregar tudo no quadro Na Mira da Mídia.

Na entrevista com Luciana Gimenez, Guimê fala abertamente sobre sua passagem polêmica pelo BBB 23, os erros e aprendizados da exposição em rede nacional, além de comentar a nova fase ao lado da noiva, Fernanda Stroschein, com quem espera o primeiro filho.

🧢 De Osasco para o topo das paradas

Guilherme Aparecido Dantas Pinho, ou apenas MC Guimê, nasceu em Osasco, na Grande São Paulo, e como muitos jovens periféricos, começou cedo: dos 13 aos 16 anos, trabalhava em uma quitanda para ajudar nas contas de casa. A música entrou na sua vida como respiro e sonho. Ainda adolescente, começou a escrever letras, gravar faixas e circular pelo cenário independente.

O sucesso não demorou a chegar: “Tá Patrão” estourou nas redes e abriu caminho para o funk ostentação tomar conta do Brasil. Vieram então hits como “Na Pista Eu Arraso”, “Plaquê de 100” e, claro, o icônico “País do Futebol”, parceria com Emicida, que virou até tema de Copa do Mundo. Seu bordão “Vai segurando!” virou marca registrada.

Mesmo com letras recheadas de luxo, Guimê nunca escondeu sua origem humilde. Foi criado pelo pai, um eletricista, e sempre demonstrou orgulho da sua trajetória. Entre shows, gravações e cifras milionárias, manteve os pés no chão — ainda que muitas vezes tenha os olhos voltados para o estrelato.

🧨 Realities, recomeços e reconciliações

A participação de MC Guimê no Big Brother Brasil 2023 dividiu opiniões e terminou em polêmica. O funkeiro foi desclassificado do programa, situação que o levou a se recolher e reavaliar seus próximos passos.

No programa, o cantor comenta com franqueza os bastidores do reality, o impacto da eliminação em sua carreira e como tudo isso mexeu com sua vida pessoal. Mais do que um tropeço, ele encara o episódio como parte de um processo de amadurecimento: “Eu tinha que passar por tudo isso pra entender quem eu sou e o que quero ser daqui pra frente”, adianta ele na prévia da entrevista.

👶 Paternidade à vista e amor em nova fase

Se os últimos tempos foram de reconstrução, 2024 chegou com boas novas para Guimê. No programa, ele compartilha a felicidade de estar noivo da empresária Fernanda Stroschein — com quem vive um relacionamento mais reservado — e celebra a chegada do primeiro filho.

“É um momento muito especial, porque tô focado em mim, na minha família e em fazer música com verdade”, diz o cantor. A fase também marca seu retorno gradual aos palcos, com novos projetos, músicas e colaborações que devem ser lançadas ainda neste semestre.

🎶 Entre o funk e o futuro

MC Guimê é daqueles artistas que não param no rótulo. Já flertou com o pop, o rap, a MPB e promete trazer mais experimentações em sua nova fase musical. Em paralelo, se dedica a causas sociais ligadas à juventude e quer ser inspiração para outros jovens de periferia.

“Meu sonho sempre foi viver da música, mas agora meu foco é também deixar um legado. Mostrar que dá pra cair, levantar, e seguir em frente com mais sabedoria”, afirma.

📺 Não perca!

A entrevista completa vai ao ar nesta quarta-feira (9), às 22h45, na RedeTV!, no tradicional SuperPop com Luciana Gimenez. Emoção, revelações, curiosidades e o retrato de um artista em reconstrução — imperdível para fãs do funk, da música brasileira e de boas histórias de superação.

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