Nesta segunda-feira, 4 de agosto de 2025, a TV Globo quebra o padrão leve da tradicional Sessão da Tarde para exibir um drama profundo e sensível. “Paternidade” (Fatherhood), filme estrelado por Kevin Hart, mergulha em uma história real sobre perda, superação e o amor incondicional entre um pai e sua filha recém-nascida.
Segundo o AdoroCinema, o filme é inspirado no livro de memórias Two Kisses for Maddy, de Matthew Logelin, e acompanha a comovente trajetória de um homem que, apenas um dia após se tornar pai, perde sua esposa de forma inesperada. Em meio ao luto profundo e à insegurança, ele se vê diante do maior desafio de sua vida: criar a filha sozinho — uma missão para a qual nenhum manual, conselho ou preparação emocional seria suficiente.
Um novo Kevin Hart — mais humano, mais vulnerável
Conhecido mundialmente por seu humor acelerado e papéis cômicos, Kevin Hart surpreende ao mostrar um lado mais contido e emocional. No papel de Matthew, ele abandona as piadas fáceis para entregar uma atuação comovente, sincera e profundamente humana. Seu olhar diz tanto quanto suas falas, e cada gesto revela um homem tentando ser forte quando tudo ao seu redor desaba.
Ao seu lado, a pequena Melody Hurd (Maddy) conquista o público com naturalidade. A química entre os dois — pai e filha na tela — é o coração do filme. Já a veterana Alfre Woodard, no papel da sogra de Matthew, entrega uma atuação poderosa, representando o outro lado da dor: o da mãe que perde a filha e teme que a neta não tenha o cuidado necessário.
Da dor à reconstrução: uma história que nasceu da vida real
O longa vai além da ficção. A história de Matthew Logelin é real — e por isso, tão potente. Em 2008, um dia após o nascimento da filha, Liz, sua esposa, faleceu de uma embolia pulmonar. Sem chão, Matthew encontrou força na própria filha para continuar. E decidiu contar essa história ao mundo. Primeiro, por meio de um blog. Depois, em um livro. Agora, nas telas.
A versão cinematográfica, dirigida por Paul Weitz (de “Um Grande Garoto”), trata esse enredo com a sensibilidade que ele exige. O roteiro, assinado por Weitz em parceria com Dana Stevens, evita exageros ou fórmulas prontas. Aqui, o drama está nos detalhes do cotidiano: a troca de fraldas feita entre lágrimas, as madrugadas solitárias, o primeiro dia de escola. E, principalmente, os silêncios — aqueles que só quem já perdeu alguém conhece.
Foto: Reprodução/ Internet
Da Netflix para a Globo
Mas não é só a trama que chama atenção. A exibição do filme na emissora da família Marinho também marca um momento inédito na história da Globo: o longa, lançado originalmente pela Netflix em 2021, chega à emissora mesmo com exclusividade da plataforma de streaming.
Produzido pela Columbia Pictures, o filme teve sua distribuição negociada diretamente com a Globo — com o aval da própria Netflix. É mais um passo no movimento crescente de integração entre televisão aberta e plataformas digitais. E uma nova forma de levar histórias emocionantes para públicos que, muitas vezes, não têm acesso fácil ao streaming.
Antes dele, produções como “Cabras da Peste” já haviam seguido um caminho semelhante. Mas o filme é uma das primeiras obras internacionais da Netflix exibidas na maior emissora do Brasil. Um marco simbólico da nova era de consumo de conteúdo audiovisual — onde as barreiras entre plataformas se tornam cada vez mais fluidas.
O retrato possível (e real) da paternidade solo
Em “Paternidade”, não há super-heróis. Não há soluções mágicas. O que vemos é um homem tentando fazer o seu melhor todos os dias. Errando, aprendendo, tentando de novo. E isso é o que o torna tão comovente. Matthew não sabe amarrar o laço do vestido da filha. Não entende de cólicas, brinquedos ou penteados. Mas sabe acolher, ouvir, estar presente. Sabe transformar a ausência em presença. E isso, por si só, já é um ato de heroísmo. Em um mundo onde a responsabilidade pelos filhos ainda recai, em sua maioria, sobre as mães, filmes como esse mostram que o afeto paterno pode — e deve — ser ativo, sensível e fundamental.
Representatividade importa — e emociona
Mais do que uma história de superação, a trama é um filme sobre presença. E é poderoso ver um homem negro ocupando esse lugar de protagonista amoroso, vulnerável e comprometido com a filha. Kevin Hart falou sobre isso em diversas entrevistas: “Eu queria mostrar um pai real. Alguém que ama, que falha, que insiste. Mostrar que homens também sentem, também choram, também educam.” Essa representação é importante. E necessária. Em um cenário cinematográfico onde a masculinidade ainda é, muitas vezes, retratada como fria ou distante, filmes como “Paternidade” ajudam a reconfigurar imaginários — e, quem sabe, inspirar novas formas de ser pai.
Crítica e recepção
Lançado em junho de 2021, o longa-metragem recebeu críticas positivas por sua sensibilidade e pelo bom equilíbrio entre emoção e humor leve. No Rotten Tomatoes, mantém 67% de aprovação da crítica e 71% do público. O consenso é de que, embora não traga grandes surpresas narrativas, o longa emociona com honestidade e atuações sólidas.
Nesta quinta, 14 de agosto, o público brasileiro terá a chance de vivenciar uma experiência de cinema intensa e perturbadora com a estreia nacional de Juntos, distribuído pela Diamond Films. Mais do que um filme de terror tradicional, a produção dirigida e roteirizada por Michael Shanks mergulha na complexidade das relações humanas, explorando como o amor pode se tornar sufocante, visceral e, às vezes, assustador.
Protagonizado por Alison Brie, estrela de Bela Vingança, e Dave Franco, conhecido por Anjos da Lei, o filme se diferencia pelo fato de os atores serem casados na vida real. Essa relação fora das telas acrescenta uma química genuína às performances, tornando cada cena de conflito e intimidade ainda mais intensa. A história acompanha Millie (Brie) e Tim (Franco), um casal em crise que enfrenta a codependência emocional e os limites do amor. Conforme os personagens tentam se reconectar, pequenas frustrações do dia a dia se transformam em manifestações grotescas de horror corporal, criando uma narrativa única, que mistura drama, humor ácido e terror físico.
Desde sua estreia mundial no Festival de Sundance, o filme vem chamando atenção por seu formato original. Críticos internacionais destacam o talento de Shanks e sua habilidade de equilibrar elementos extremos do gênero sem perder a humanidade dos personagens. David Rooney, do Hollywood Reporter, descreveu o diretor como “um talento promissor a ser observado” e chamou JUNTOS de “um filme ideal para um encontro à meia-noite, desde que nenhum dos dois seja sensível demais”. Já Benjamin Lee, do The Guardian, elogiou a forma como o filme utiliza o som e a escuridão, transformando cada deformação corporal dos protagonistas em uma experiência auditiva e visual que deixa o público inquieto.
O que torna o longa-metragem tão envolvente é a forma como combina horror físico e psicológico. A maquiagem e os efeitos visuais exageram as transformações dos corpos de Tim e Millie, mas cada detalhe é carregado de simbolismo. A deterioração física dos personagens funciona como uma metáfora para os efeitos da codependência emocional e do desgaste nas relações. Ao mesmo tempo, a narrativa não perde seu toque de humor negro, oferecendo momentos de leveza cínica que equilibram o clima intenso e permitem que o público respire entre uma cena e outra de tensão.
A direção de Shanks também se destaca pelo cuidado com a experiência sensorial. O design de som, aliado à fotografia sombria e ao uso estratégico de espaços claustrofóbicos, faz com que o espectador se sinta dentro da relação disfuncional do casal. Cada suspiro, cada batida ou estalo é ampliado, transformando momentos cotidianos em cenas carregadas de suspense e desconforto. É um filme que exige atenção, mas que recompensa quem se entrega à sua proposta.
As atuações de Brie e Franco são outro ponto alto. Alison Brie interpreta Millie com uma intensidade que vai da ternura à agressividade, mostrando a complexidade de uma mulher que ama profundamente, mas sofre com a própria dependência emocional. Dave Franco dá vida a Tim de forma convincente, revelando fragilidade, frustração e desespero em meio às transformações grotescas do corpo e da mente. Juntos, os dois criam uma relação crível e emocionante, capaz de prender o espectador do início ao fim.
O roteiro também merece destaque por fugir de clichês do gênero. Shanks constrói a história de maneira a envolver o público antes de entregar o horror explícito. O cotidiano do casal, com suas pequenas discussões e momentos de ternura, cria um contraste que torna os momentos de terror ainda mais impactantes. É um equilíbrio delicado entre drama, suspense e grotesco que transforma o filme em algo muito além de sustos superficiais: é uma análise do que significa se perder em um relacionamento e, ao mesmo tempo, tentar se reencontrar.
Além de sua força narrativa, o filme provoca reflexões sobre o papel do horror no cinema contemporâneo. O filme mostra que o terror não precisa se limitar a sustos repentinos ou cenas sangrentas. Ele pode ser uma ferramenta para explorar emoções humanas complexas, medos internos e dinâmicas afetivas. Ao transformar conflitos emocionais em horror corporal e psicológico, Shanks entrega uma obra que provoca, incomoda e emociona, deixando uma marca duradoura na memória do espectador.
A Diamond Films aposta alto ao trazer o filme para o público brasileiro. Reconhecida por seu catálogo de filmes de terror inovadores, a distribuidora aposta em obras que desafiam expectativas e oferecem experiências sensoriais e emocionais completas. Com Juntos, não é diferente: o filme promete movimentar as salas de cinema, gerar debates sobre intimidade e dependência emocional e conquistar fãs do gênero em todo o país.
A estética visual do filme é outro destaque. A fotografia e o design de produção criam um clima de tensão constante, utilizando luzes contrastantes, cores saturadas e cenários claustrofóbicos que reforçam a sensação de desconforto e inquietação. Cada cena é cuidadosamente planejada para amplificar o impacto emocional e sensorial da narrativa, fazendo do filme uma experiência cinematográfica completa.
Por fim, o longa-metragem é uma obra que fala sobre amor, fragilidade e os limites das relações humanas, mas faz isso por meio do horror, do grotesco e do humor ácido. É um filme que desafia o espectador a confrontar sentimentos reais, transformando medo e desconforto em reflexão e empatia. Para quem busca uma experiência de cinema diferente, intensa e provocadora, o horror surge como uma obra essencial, capaz de emocionar e inquietar ao mesmo tempo.
Nesta quarta-feira,13 de agosto, a partir das 22h45, o programa Patrulha das Fronteiras, exibido pela Record TV e apresentado por Reinaldo Gottino, mergulha no universo das alfândegas internacionais, mostrando como agentes ao redor do mundo lidam com situações inusitadas, arriscadas e, por vezes, surpreendentes. Com um olhar atento à fiscalização de portos e aeroportos, o programa revela histórias curiosas que vão muito além do que o passageiro comum imagina ser possível levar na bagagem.
O episódio desta semana promete prender a atenção do público com uma sequência de casos que desafiam a lógica e, ao mesmo tempo, evidenciam o trabalho detalhista dos agentes na prevenção de crimes transnacionais. Entre os itens apreendidos estão uma pele de urso, um colete com drogas escondidas, passaportes de pessoas já falecidas, chifres de cervo e até líquidos suspeitos, além de plantas medicinais proibidas e passageiros com histórias pessoais que despertam a atenção das autoridades.
O trabalho diário das fronteiras
As fronteiras internacionais são muito mais do que simples pontos de passagem de viajantes e mercadorias. Elas funcionam como barreiras estratégicas para impedir a circulação de itens ilícitos, proteger a saúde pública e garantir que leis nacionais e internacionais sejam respeitadas. Nesse cenário, a rotina dos agentes é intensa, exigindo atenção aos detalhes e uma intuição apurada para identificar irregularidades.
Reinaldo Gottino, ao apresentar Patrulha das Fronteiras, leva o público para dentro desse universo, mostrando não apenas a técnica dos profissionais, mas também a pressão emocional que acompanha cada decisão. Entre scanners de bagagens, interrogatórios e procedimentos legais, cada apreensão pode representar desde uma pequena irregularidade até a interrupção de um esquema de tráfico internacional.
O episódio desta quarta ilustra bem a diversidade de situações enfrentadas pelos agentes, revelando que a rotina na fronteira vai muito além da fiscalização convencional.
Casos curiosos e apreensões surpreendentes
Um dos casos mais impactantes do episódio envolve a apreensão de pele de urso na bagagem de um viajante. A situação chamou atenção não apenas pela ilegalidade do transporte de espécies protegidas, mas também pela forma como o item foi disfarçado entre roupas e objetos pessoais. O episódio evidencia a importância da fiscalização rigorosa e do conhecimento sobre legislações ambientais, mostrando que agentes precisam estar preparados para identificar desde pequenos produtos proibidos até animais exóticos escondidos.
Outro caso que surpreendeu os profissionais foi a descoberta de um colete contendo drogas escondidas. Disfarçado de equipamento pessoal, o item era aparentemente inofensivo, mas a inspeção minuciosa revelou substâncias ilícitas dentro de compartimentos ocultos. Esse tipo de apreensão ilustra o nível de criatividade dos criminosos e a necessidade de agentes altamente treinados para detectar tentativas sofisticadas de transporte de drogas.
Além dessas apreensões, o episódio mostra situações peculiares envolvendo passaportes de pessoas já falecidas. Em alguns casos, indivíduos tentaram utilizar documentos inválidos para contornar sistemas de controle de imigração. Embora possa parecer um caso estranho, a ação dos agentes é fundamental para impedir fraudes e garantir a segurança de fronteiras nacionais e internacionais.
Outros itens curiosos também chamam a atenção no episódio: chifres de cervo, frascos com líquidos suspeitos e plantas medicinais. Cada um desses casos revela uma faceta diferente da fiscalização, seja na proteção de espécies ameaçadas, na prevenção de transporte de substâncias perigosas ou na garantia de cumprimento de regras sanitárias e fitossanitárias.
Pessoas e histórias por trás das bagagens
Mais do que objetos, a Patrulha das Fronteiras também registra histórias humanas surpreendentes. Entre os episódios exibidos nesta quarta, um caso chamou atenção: um estudante que viajava para estudar na Alemanha, mas não falava alemão. A situação gerou estranhamento nos agentes, levantando questionamentos sobre planejamento, imigração e intenções de viagem. Esses momentos humanizam o programa, mostrando que, por trás das bagagens e das apreensões, existem pessoas com trajetórias, escolhas e, às vezes, contradições inesperadas.
A apresentação de Gottino ressalta a dimensão humana dessas situações. Não se trata apenas de mostrar objetos ilícitos, mas de contextualizar cada caso, trazendo à tona a realidade de viajantes, agentes e familiares. A narrativa destaca a responsabilidade social da fiscalização, que protege não só a lei, mas também a integridade de pessoas e do meio ambiente.
A tecnologia a serviço da segurança
Outro ponto destacado pelo programa é o uso de tecnologia avançada na fiscalização. Scanners corporais, máquinas de raio-X, sensores químicos e inteligência artificial são apenas algumas das ferramentas utilizadas pelos agentes para identificar irregularidades. A combinação entre tecnologia e experiência humana aumenta significativamente a eficiência da fiscalização, permitindo apreensões precisas e minimizando riscos.
O episódio mostra como essas ferramentas são aplicadas em tempo real, com agentes realizando inspeções detalhadas e cruzando informações para garantir que nada passe despercebido. Em muitos casos, a tecnologia permite detectar itens escondidos de maneira engenhosa, como o colete com drogas ou os líquidos suspeitos, reforçando a importância do investimento contínuo em inovação.
Na manhã da última terça, 2 de agosto, uma notícia fez barulho no mundo dos games e do cinema: a Paramount confirmou oficialmente a produção de um filme live-action inspirado em Call of Duty, franquia que se tornou sinônimo de adrenalina, guerras históricas e ação cinematográfica desde 2003.
Segundo comunicado, o longa será “projetado para empolgar sua enorme base global de fãs ao entregar as características que tornaram a franquia icônica, ao mesmo tempo em que expande ousadamente a saga para públicos totalmente novos”. É a primeira vez que a promessa de um longa baseado em Call of Duty ganha contornos oficiais e, desta vez, parece que não há volta: Hollywood decidiu entrar de vez nesse campo de batalha.
Uma franquia que definiu gerações
Lançado em 2003, o primeiro Call of Duty nasceu como um jogo de tiro em primeira pessoa ambientado na Segunda Guerra Mundial. À época, os jogadores foram surpreendidos pelo realismo das missões e pela intensidade das batalhas. Não se tratava apenas de mirar e atirar: havia uma sensação de imersão, de estar dentro do front, lado a lado com outros soldados.
Esse diferencial logo destacou Call of Duty de seus concorrentes. Enquanto Medal of Honor ainda reinava, a nova franquia mostrou ousadia ao oferecer narrativas paralelas em diferentes perspectivas – do exército americano, britânico e soviético. Foi o início de um legado que, ao longo dos anos, expandiria horizontes.
Hoje, com mais de 400 milhões de cópias vendidas e faturamento acima de US$ 15 bilhões, a série não é apenas um game: é parte da cultura pop global. Personagens como o capitão Price ou Alex Mason se tornaram símbolos para gerações, tão icônicos quanto protagonistas de filmes de ação clássicos. Para muitos jovens, Call of Duty foi a primeira porta de entrada para histórias de guerra, política internacional e até mesmo dilemas éticos sobre o que significa estar em combate.
A jornada até Hollywood
Não é de hoje que Call of Duty é visto como material perfeito para cinema. Desde 2015, quando a Activision Blizzard criou uma divisão dedicada a filmes e TV, circulavam boatos sobre um possível universo cinematográfico inspirado na franquia. Chegou-se a falar em algo semelhante ao modelo da Marvel, com múltiplos filmes interconectados.
Mas o tempo passou, os planos ficaram engavetados, e muitos acreditaram que o projeto não sairia do papel. Agora, quase uma década depois, a Paramount assumiu a missão de transformar esse sonho em realidade.
A escolha do estúdio também faz sentido. A Paramount busca reforçar seu catálogo de grandes franquias globais, e Call of Duty traz justamente isso: uma marca consolidada, com alcance mundial e um público jovem extremamente engajado. Para Hollywood, é uma equação perfeita – desde que o resultado nas telas esteja à altura da expectativa.
O que esperar da adaptação?
Ainda não há informações sobre o enredo, direção ou elenco, mas os jogos oferecem um cardápio riquíssimo de possibilidades narrativas. O desafio será escolher qual caminho seguir – e como transportá-lo para um formato de duas horas de cinema.
Uma opção natural seria voltar às origens e explorar a Segunda Guerra Mundial. Imagine cenas recriando a Batalha de Stalingrado ou o Dia D, com a grandiosidade de produções como O Resgate do Soldado Ryan. Seria um aceno à nostalgia dos fãs mais antigos.
Outra possibilidade é apostar na série Modern Warfare, a mais popular da franquia. Com terrorismo, espionagem e personagens queridos, essa linha narrativa já nasceu com espírito cinematográfico. Uma adaptação desse arco teria forte apelo tanto para fãs quanto para o público leigo.
A franquia Black Ops, com seu clima sombrio de Guerra Fria, conspirações e missões secretas, também se mostra promissora. A mistura de mistério e ação renderia um thriller eletrizante.
Há ainda a chance de criar uma história inédita, inspirada nos elementos que tornaram Call of Duty tão marcante: camaradagem entre soldados, missões impossíveis e ação ininterrupta. Essa escolha daria liberdade criativa e evitaria comparações diretas com os jogos.
O peso da expectativa dos fãs
Se há algo certo é que os fãs de Call of Duty estarão atentos a cada detalhe do longa. Essa comunidade é apaixonada, mas também exigente. Para eles, não basta ver explosões ou batalhas: é preciso sentir que o filme traduz a intensidade e a emoção que os jogos entregam.
Esse nível de cobrança pode ser tanto uma vantagem quanto uma ameaça. A vantagem é que há um público garantido, pronto para lotar as salas de cinema. O risco é que qualquer deslize – seja na caracterização de personagens, na escolha de armas ou até na condução da narrativa – pode gerar críticas virulentas nas redes sociais.
Hollywood tem aprendido a lidar com esse desafio. Filmes como Sonic ou Uncharted mostraram que adaptações de games podem sim conquistar tanto fãs quanto espectadores casuais. A expectativa é que Call of Duty siga esse mesmo caminho.
Call of Duty e a cultura pop
Mais do que números impressionantes de vendas, Call of Duty moldou a forma como a cultura pop enxerga guerras e batalhas virtuais. Seus gráficos realistas, campanhas emocionantes e missões históricas colocaram jogadores dentro de narrativas dignas de cinema.
Não é exagero dizer que muitos fãs sentem que já “viram” um filme de Call of Duty ao jogar. Cenas como a invasão ao Rio de Janeiro em Modern Warfare 2 ou os conflitos secretos de Black Ops são lembradas como se fossem trechos de grandes produções de Hollywood.
Essa natureza cinematográfica é justamente o que torna a adaptação tão promissora. O DNA da franquia sempre esteve próximo da linguagem do cinema. A diferença é que, agora, essa experiência ganhará uma tela muito maior.
Desafios de produção
Apesar do entusiasmo, a tarefa não será simples. Produzir um filme à altura da franquia exigirá um orçamento milionário. Grandes batalhas, efeitos especiais de ponta e locações ao redor do mundo demandam investimentos pesados.
Outro dilema será a classificação indicativa. Os jogos são conhecidos pela violência explícita e pela abordagem crua da guerra. A Paramount terá de decidir se mantém esse tom adulto ou se suaviza para atingir um público mais amplo.
Há também o desafio narrativo: como recriar no cinema a sensação de imersão que só um jogo consegue oferecer? Jogar Call of Duty é interagir, decidir, estar no centro da ação. Já assistir a um filme é uma experiência passiva. Encontrar o equilíbrio entre fidelidade e linguagem cinematográfica será talvez a prova mais difícil do projeto.
A Universal Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer e o cartaz oficial do longa A História do Som, dirigido pelo renomado cineasta Oliver Hermanus. Ovacionado em sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes, em maio de 2025, o filme chega aos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro de 2026, prometendo uma experiência sensorial única que mistura romance, música e memória.
Um encontro que transforma vidas
O enredo acompanha Lionel, interpretado por Paul Mescal, talentoso ator indicado ao Oscar de Melhor Ator em 2023 por Aftersun. Lionel é um jovem estudante de música no Conservatório de Boston, onde conhece David, vivido por Josh O’Connor, vencedor do Emmy de Melhor Ator em Série Dramática em 2021. A amizade entre os dois nasce de um profundo amor compartilhado pela música folk, um vínculo que se transforma gradualmente em romance.
A narrativa se desenrola entre 1917 e o verão de 1920, período em que os protagonistas se conhecem, se separam devido à Primeira Guerra Mundial e se reencontram para uma viagem transformadora pelo interior do Maine. Juntos, eles registram e preservam canções tradicionais, mergulhando na riqueza cultural da música folk americana. Cada melodia coletada é mais do que uma canção: é um fragmento de memória, uma história de vida preservada para gerações futuras.
Direção sensível e roteiro envolvente
Oliver Hermanus, conhecido por sua abordagem intimista e sensível, consegue equilibrar romance e drama com maestria. O roteiro, assinado por Ben Shattuck, é baseado em dois contos de sua coleção The History of Sound, que exploram temas como memória, identidade e a intensidade das relações humanas. Hermanus transforma esses contos em imagens e sons que emocionam, transportando o espectador para o início do século XX com autenticidade e poesia.
A direção se destaca pelo cuidado nos detalhes: desde os figurinos e cenários até a escolha de instrumentos e locações no Maine, tudo contribui para a imersão do público. Cada tomada reflete a beleza do período, criando uma experiência quase sensorial em que a música não é apenas trilha sonora, mas personagem central da história.
Elenco de excelência
Além de Paul Mescal e Josh O’Connor, o filme conta com a participação de Chris Cooper, ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, que acrescenta profundidade e presença à narrativa. A combinação desses talentos cria um elenco capaz de transmitir emoções complexas e sutis, tornando cada cena memorável.
A química entre Mescal e O’Connor é um dos pontos mais comentados do filme. Os dois atores conseguem capturar a intimidade, a vulnerabilidade e a paixão de Lionel e David de forma convincente, transformando um romance histórico em uma história universal sobre amor, arte e conexão humana.
Uma viagem pela música e pela memória
O núcleo central do filme é a viagem de Lionel e David pelo interior do Maine, na qual coletam canções folk que refletem a vida e as tradições locais. Esse roteiro não é apenas geográfico, mas emocional. A jornada permite que os protagonistas explorem suas próprias memórias e sentimentos, além de preservar culturalmente histórias que poderiam se perder com o tempo.
A música, nesse contexto, funciona como ponte entre passado e presente. Cada melodia traz à tona lembranças, emoções e histórias das pessoas que a cantam. Hermanus consegue transmitir a importância desses momentos, fazendo o público sentir que a arte pode ser uma forma de imortalizar experiências humanas.
Recepção internacional
O filme estreou mundialmente no 78º Festival de Cinema de Cannes, na competição principal, em 21 de maio de 2025, sendo ovacionado pelo público e pela crítica. A produção foi indicada à Palma de Ouro, reconhecimento que destaca a qualidade artística e narrativa do longa.
Após Cannes, o filme teve lançamento nos Estados Unidos pela plataforma Mubi em 12 de setembro de 2025, ampliando sua visibilidade internacional e consolidando sua reputação como obra sensível e poética. Especialistas elogiaram a direção de Hermanus, o roteiro de Shattuck e, principalmente, as performances de Mescal e O’Connor, considerando o filme uma das melhores produções cinematográficas de 2025.
Temas universais e contemporâneos
Embora ambientado em uma época histórica específica, A História do Som aborda questões universais que dialogam com o público contemporâneo. O filme reflete sobre a importância da memória, a preservação da cultura e o poder transformador do amor e da arte. A relação de Lionel e David, marcada por delicadeza, paixão e desafios emocionais, permite que o público se conecte com sentimentos e experiências universais, tornando a história atemporal.
Além disso, o longa provoca reflexões sobre identidade e legado: como as experiências e emoções de cada pessoa podem influenciar gerações futuras? Como a arte é capaz de capturar e preservar vidas e histórias? Essas questões percorrem toda a narrativa, conferindo profundidade e relevância à produção.
Expectativa no Brasil
Com estreia prevista para 19 de fevereiro de 2026, o filme deve atrair tanto cinéfilos quanto o público que aprecia histórias emocionantes sobre música, amor e memória. A divulgação do trailer já indica uma produção visualmente impressionante e sensorialmente rica, capaz de emocionar e envolver espectadores de diferentes idades e interesses.
Nesta quinta-feira, 18 de setembro, os cinemas brasileiros recebem uma programação repleta de diversidade, emoção e experiências únicas. Dos documentários que exploram memórias e tradições às aventuras fantásticas, passando por dramas intensos, comédias românticas e produções de terror, a variedade de gêneros promete conquistar todos os públicos. Entre estreias nacionais e relançamentos de clássicos, o destaque vai para filmes que trazem narrativas profundas e personagens inesquecíveis.
“Apanhador de Almas” invade os cinemas brasileiros com suspense e terror
O cinema nacional tem se destacado cada vez mais em produções de terror que misturam suspense, mistério e elementos sobrenaturais. Nesta semana, uma das estreias mais aguardadas é “Apanhador de Almas”, dirigido por Fernando Alonso e Nelson Botter Jr., que promete levar o público a uma experiência intensa e perturbadora. Com um elenco jovem e talentoso, incluindo Duda Reis e Klara Castanho, o longa mergulha em uma narrativa cheia de reviravoltas, desafios psicológicos e um jogo mortal que coloca a amizade à prova.
O filme acompanha quatro garotas que compartilham um interesse em comum: a bruxaria. Aspirantes a entender e dominar práticas místicas, elas veem a oportunidade de visitar a casa de uma bruxa misteriosa durante um eclipse lunar como a chance perfeita para realizar um ritual sobrenatural. Movidas pela curiosidade e pelo desejo de vivenciar o místico, elas adentram a residência com entusiasmo, sem imaginar os perigos que as aguardam.
Porém, o que parecia ser uma experiência inofensiva rapidamente se transforma em um pesadelo. As garotas percebem que algo deu errado, e logo se encontram presas em um limbo dimensional, um espaço entre o real e o sobrenatural. Nesse cenário, as regras do mundo cotidiano não se aplicam mais, e cada decisão pode significar a diferença entre a vida e a morte. A tensão cresce à medida que o ambiente misterioso e hostil desafia não apenas a coragem das jovens, mas também os laços que as unem.
Um dos aspectos mais marcantes de “Apanhador de Almas” é o modo como o filme combina terror sobrenatural com o drama humano. À medida que as garotas enfrentam situações cada vez mais perigosas, a história explora os limites da amizade e da confiança. Em um jogo mortal, onde apenas uma poderá sobreviver, cada gesto, cada escolha e cada segredo têm consequências imprevisíveis.
A direção de Fernando Alonso e Nelson Botter Jr. é outro destaque do filme. A dupla constrói uma atmosfera sombria e opressiva, que reflete perfeitamente o terror psicológico que permeia o enredo. A ambientação da casa da bruxa, os efeitos visuais e a manipulação de luz e sombra contribuem para criar um ambiente de tensão constante, mantendo o público atento a cada movimento.
“A Grande Viagem da Sua Vida” traz romance e aventura de forma divertida e sensível
Dirigido por Kogonada, A Grande Viagem da Sua Vida é uma comédia romântica que mistura romance, aventura e autodescoberta. Sarah e David se conhecem no casamento de um amigo e, por uma série de acontecimentos inusitados, acabam embarcando juntos em uma jornada que revisita momentos importantes de suas vidas.
O longa aborda com leveza o acaso, a conexão entre as pessoas e a maneira como pequenas escolhas podem gerar grandes mudanças. Com humor, sensibilidade e momentos de encantamento, a produção mostra que encontros inesperados podem se transformar em experiências memoráveis. É um filme que celebra a magia do cotidiano e as surpresas que a vida nos reserva.
“Toque Familiar” explora os desafios da velhice e a transição para a vida assistida
O drama Toque Familiar, dirigido por Sarah Friedland, narra a história de uma mulher de 80 anos que enfrenta o desafio de se adaptar à vida em uma casa de repouso. A protagonista lida com mudanças em sua memória, identidade e desejos, criando conflitos internos e externos com os cuidadores e familiares.
A produção aborda temas universais, como envelhecimento, autonomia e relações humanas, oferecendo uma visão sensível sobre a adaptação às transformações da vida. Toque Familiar é uma obra que toca o espectador ao mostrar a complexidade emocional da velhice, incentivando empatia e reflexão sobre o respeito à história pessoal de cada indivíduo.
“A Longa Marcha: Caminhe ou Morra” desafia limites físicos e mentais
O cinema de suspense e terror distópico ganha uma nova produção impactante com a estreia de “A Longa Marcha: Caminhe ou Morra”, dirigido por Francis Lawrence e com roteiro de J.T. Mollner. Baseado no clássico de Stephen King, o filme apresenta uma história intensa sobre resistência, sobrevivência e sacrifício, colocando o espectador em meio a um cenário autoritário onde cada passo pode significar a vida ou a morte.
A trama se passa nos Estados Unidos, em um futuro próximo marcado por um regime autoritário. Todos os anos, o país organiza uma competição brutal chamada A Longa Marcha, em que cinquenta adolescentes são selecionados para participar de uma prova de resistência extrema. Entre os escolhidos deste ano está Ray Garraty, um jovem que representa a coragem, a determinação e o medo que acompanha cada participante.
As regras da marcha são simples, mas cruéis: os competidores devem caminhar sem parar. A cada passo, suas vidas estão em risco — parar, tropeçar, sentar ou andar abaixo da velocidade mínima resulta em avisos, e após três advertências, o participante é eliminado, geralmente de forma fatal. O objetivo é permanecer em pé até que apenas um sobreviva, que receberá como prêmio a realização de um único desejo pelo resto da vida.
Mais do que força física, A Longa Marcha exige resistência mental. O filme mostra os desafios que Ray e os outros participantes enfrentam enquanto caminham quilômetros sem descanso, enfrentando dor, fadiga extrema e o colapso do corpo humano. Cada instante é uma batalha entre o instinto de sobrevivência e a determinação de seguir em frente.
O longa mergulha profundamente nas consequências psicológicas dessa competição. Ao acompanhar os passos dos jovens, o público testemunha o medo, a ansiedade e a paranoia que surgem quando a pressão é constante. Cada decisão errada pode significar eliminação imediata, e a tensão aumenta a cada momento, transformando a história em um suspense angustiante.
“Animais Perigosos” provoca medo e adrenalina no público
O thriller de terror Animais Perigosos, dirigido por Sean Byrne, coloca o público em uma situação angustiante. A trama acompanha uma surfista sequestrada por um serial killer que pretende usá-la como alimento para tubarões enquanto grava o ataque.
A trama começa de forma aparentemente simples: dois turistas, Greg e Heather, visitam a Tucker’s Experience, uma atração com gaiolas para tubarões administrada pelo excêntrico capitão Tucker. Durante a navegação, Tucker compartilha com os visitantes sua história de sobrevivência a um ataque de tubarão na infância, o que marcou sua vida e moldou sua visão sobre os predadores marinhos.
O que deveria ser uma experiência emocionante rapidamente se transforma em um pesadelo: após participarem de um mergulho em uma gaiola, Greg é assassinado por Tucker, e Heather é sequestrada. Este evento inicial dá o tom do longa: ninguém está seguro, e o perigo pode surgir a qualquer instante, mesmo em um ambiente que aparenta ser controlado e seguro.
Enquanto isso, na Gold Coast, a jovem americana Zephyr ajuda o corretor de imóveis Moses a ligar seu carro, criando uma conexão entre os dois. A química entre eles rapidamente se transforma em um breve romance, mas Zephyr segue seu caminho para surfar, cruzando acidentalmente com Tucker, que a sequestra. A partir desse momento, a narrativa se transforma em uma corrida desesperada pela sobrevivência.
Zephyr acorda acorrentada junto a Heather no barco de Tucker, descobrindo que ele mantém várias mulheres presas e usa os tubarões como armas letais. A tensão aumenta quando Tucker força Heather a ser baixada em um arnês sobre as águas repletas de tubarões, enquanto Zephyr observa impotente. Essa sequência inicial estabelece o clima de horror, medo e suspense psicológico que permeia todo o longa.
O capitão Tucker é um antagonista que mistura excentricidade, obsessão e frieza mortal. Ele não apenas sequestra suas vítimas, mas cria um jogo sádico, documentando os ataques com câmeras, como se fosse um ritual macabro. A figura de Tucker é construída de maneira a causar desconforto contínuo, mantendo o público em alerta e ampliando o suspense.
“Os Malditos” revisita a Guerra Civil Americana com drama e reflexão
O drama histórico Os Malditos, dirigido por Roberto Minervini, se passa durante a Guerra Civil Americana e acompanha uma tropa enviada para patrulhar regiões inexploradas do oeste dos Estados Unidos. À medida que a missão avança, os homens começam a questionar os motivos de seus esforços e os valores que os guiam.
O longa combina ambientação rigorosa, personagens complexos e dilemas existenciais, oferecendo uma narrativa profunda sobre o sentido de guerra, dever e humanidade. O filme é uma obra que une história, ética e questionamentos sobre o espírito humano, proporcionando reflexão e envolvimento emocional ao espectador.
“Sr. Blake ao Seu Dispor” mistura romance e comédia com situações inesperadas
Na produção francesa Sr. Blake ao Seu Dispor, dirigida por Gilles Legardinier, o protagonista Andrew Blake decide voltar à França após a morte da esposa para se reconectar com lembranças felizes. Ao chegar à mansão onde viveu momentos importantes, Blake precisa assumir o papel de mordomo, gerando uma série de eventos inesperados.
O filme combina humor, romance e recomeço, mostrando que a vida pode surpreender quando menos se espera. Sr. Blake ao Seu Dispor é leve, encantador e oferece reflexões sobre amor, perda e a importância de valorizar cada experiência.
“Minha Família Muito Louca!” diverte crianças e adultos com magia e aventura
A animação Minha Família Muito Louca!, dirigida por Mark Gravas, acompanha Betty, uma garota prestes a completar 13 anos que deseja adquirir os mesmos poderes mágicos de sua família. Ao longo da história, ela descobre segredos sobre os dons de seus parentes e aprende a valorizar sua própria individualidade. O filme mistura aventura, fantasia e humor, transmitindo mensagens sobre autoconfiança, identidade e o valor da singularidade.
“A Noviça Rebelde – 60 anos” celebra um clássico atemporal
Para celebrar seis décadas de encantamento, A Noviça Rebelde, dirigido por Robert Wise, retorna às telas. Maria, uma jovem cheia de energia, deixa o convento para se tornar governanta dos sete filhos do Capitão Von Trapp. Com alegria, carisma e talento musical, conquista crianças e adultos, enfrentando desafios e a ameaça da guerra. O relançamento oferece a chance de novas gerações vivenciarem a magia de um clássico que combina música, emoção e valores atemporais, como coragem, amor e união familiar.
O rapper Gustavo da Hungria Neves, mais conhecido como Hungria, recebeu alta hospitalar neste domingo, 5 de outubro, após apresentar melhora significativa em seu estado de saúde. Internado desde quinta-feira (2) em um hospital particular de Brasília, o cantor havia dado entrada com sintomas que levantaram suspeita de intoxicação por metanol, substância altamente tóxica encontrada em bebidas alcoólicas adulteradas.
Em comunicado oficial, o Hospital DF Star informou que o artista apresentou “excelente evolução clínica” e destacou a importância de seguir acompanhamento médico ambulatorial. “O Hospital DF Star informa que o paciente Gustavo da Hungria Neves apresentou excelente evolução clínica, recebendo alta hospitalar no dia de hoje. Deverá seguir cuidados clínicos e reavaliação médica ambulatorialmente”, declarou a unidade de saúde.
Nas redes sociais, Hungria compartilhou sua gratidão pelo atendimento recebido e pelo apoio dos fãs. “Hoje é um dia de vitória e gratidão! Obrigado a todos que estiveram comigo nesse momento”, escreveu o artista em sua conta no Instagram. A postagem rapidamente repercutiu, com centenas de comentários de fãs e colegas de profissão demonstrando alívio e carinho.
A suspeita de intoxicação por metanol chamou atenção das autoridades de saúde, já que Hungria se tornou o primeiro caso suspeito registrado no Distrito Federal. Os sintomas apresentados pelo cantor — náusea intensa, tontura, dor abdominal e alterações na visão — são típicos da exposição à substância química, que pode provocar complicações graves, incluindo cegueira e falência de órgãos.
Segundo informações das autoridades de saúde locais, exames laboratoriais foram coletados para confirmar a presença de metanol no organismo do cantor. Os resultados estavam previstos para divulgação nesta segunda-feira (6). Enquanto isso, médicos reforçam que o acompanhamento clínico é essencial, pois efeitos tardios podem surgir mesmo após a alta hospitalar.
Um laudo pericial divulgado recentemente, porém, indicou que as bebidas consumidas por Hungria em Brasília não continham metanol. O exame físico-químico apontou que o teor de álcool anidro estava dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Essa constatação sugere que os sintomas apresentados pelo cantor podem ter origem em outros fatores, como intoxicação leve por consumo excessivo de álcool, desidratação ou uma reação adversa individual.
Apesar disso, o episódio integra uma investigação mais ampla conduzida pelo Ministério da Saúde, que monitora suspeitas de intoxicação por bebidas alcoólicas adulteradas em diferentes regiões do país. Nos últimos anos, casos de contaminação por metanol têm causado preocupação, especialmente entre jovens que frequentam festas e bares, reforçando a necessidade de fiscalização rigorosa e conscientização sobre os riscos do consumo de bebidas de procedência duvidosa.
Outro caso suspeito de intoxicação por metanol também foi registrado no Distrito Federal, envolvendo um paciente que sofreu complicações graves, incluindo um acidente vascular cerebral (AVC). As autoridades seguem investigando a relação entre os casos e a possível origem das substâncias ingeridas, com o objetivo de prevenir novos incidentes.
Especialistas ouvidos pela imprensa alertam que nem todos os sintomas atribuídos à ingestão de metanol são necessariamente causados pela substância. Infecções, problemas gastrointestinais, desidratação ou excesso de álcool podem mimetizar o quadro clínico, tornando fundamental a realização de exames detalhados para diagnóstico preciso.
A recuperação de Hungria foi acompanhada de perto pelos fãs e pela mídia, evidenciando a preocupação do público com a saúde do artista. O rapper, que tem uma trajetória marcada por sucessos no cenário do rap nacional, conquistou notoriedade com letras que abordam superação, desafios urbanos e experiências de vida. Seus seguidores se mobilizaram rapidamente após a notícia da internação, enviando mensagens de apoio e orações, demonstrando a conexão intensa entre cantor e público.
Agora em casa, Hungria deve seguir orientações médicas que incluem hidratação adequada, alimentação balanceada e monitoramento de sintomas remanescentes. Médicos ressaltam a importância de observar sinais como fadiga intensa, alterações na visão ou tontura persistente, que podem indicar complicações tardias, mesmo após a alta hospitalar.
O caso também reacende debates sobre consumo consciente de bebidas alcoólicas. Autoridades de saúde recomendam atenção à procedência dos produtos, evitando compras em locais informais e preços muito abaixo do mercado, que podem indicar adulteração. Campanhas educativas têm reforçado a importância de consumir álcool com responsabilidade, principalmente em ambientes de festa ou celebrações, onde a ingestão excessiva é mais frequente.
Os fãs de mistério e ação já podem se preparar: Detetive Conan: O Pentagrama de Milhões de Dólares está de volta às telas de cinema, com estreia marcada para quinta-feira, 16 de outubro. O trailer recém-divulgado pelo estúdio Sato promete uma aventura intensa, repleta de enigmas, perseguições e reviravoltas que prendem a atenção do público do início ao fim. Nessa nova produção, a cidade histórica de Hakodate se transforma em um palco de intrigas e mistérios, quando o lendário ladrão Kaito Kid anuncia o roubo de uma espada japonesa carregada de um passado enigmático e de valor inestimável.
O trailer mostra cenas eletrizantes que mesclam ação e suspense: Conan corre contra o tempo enquanto tenta impedir Kaito Kid, perseguições pelas ruas estreitas da cidade se misturam a momentos de tensão dentro de torres e templos antigos, e detalhes de um assassinato misterioso indicam que há muito mais em jogo do que apenas um simples roubo. Além disso, o teaser revela a presença de um espadachim mascarado e pistas históricas que remetem às lendárias seis espadas de Eitatsu Higashikubo, elementos que prometem intrigar tanto fãs antigos quanto novos espectadores.
A franquia que conquistou o mundo
Detetive Conan, criado por Gosho Aoyama, é mais do que um anime ou mangá: é um verdadeiro fenômeno cultural. Com mais de 1.170 episódios e 107 volumes de mangá, a história do jovem detetive Shinichi Kudo, transformado em criança pela misteriosa Organização Negra, conquistou gerações de fãs ao redor do mundo. Sob o pseudônimo de Conan Edogawa, ele mantém uma vida dupla: aparenta ser apenas um garoto de 7 anos, mas possui a mente de um detetive brilhante, capaz de resolver os casos mais complexos.
O sucesso da franquia não se limita ao Japão. Globalmente, Detetive Conan já ultrapassou 38 milhões de visualizações na Netflix, consolidando-se como uma das três franquias de anime mais assistidas da plataforma. No Brasil, os fãs podem acompanhar os filmes no HBO Max e Prime Video, enquanto a série original está disponível no Crunchyroll e na Netflix. No Japão, o filme anterior, lançado em 2024, foi a maior bilheteria do ano, arrecadando cerca de R$500 milhões, superando grandes blockbusters internacionais.
Sinopse: mistério, ação e emoção
Em “O Pentagrama de Milhões de Dólares”, a história se passa em Hakodate, onde Kaito Kid anuncia o roubo de duas espadas que fazem parte do tesouro secreto da família Onoe. A notícia desperta a atenção de Conan Edogawa e seu amigo Heiji Hattori, que estão na cidade para participar de um torneio de kendo. O que parecia ser apenas mais um caso para o detetive infantil se transforma rapidamente em uma teia de mistérios, rivalidades e desafios.
Entre perseguições, confissões amorosas atrapalhadas e competições de kendo, o enredo ganha complexidade quando um assassinato é descoberto e um espadachim mascarado surge. O público acompanha a investigação de Conan enquanto ele desvenda pistas ligadas às lendárias seis espadas de Eitatsu Higashikubo, que escondem um tesouro capaz de mudar o destino de famílias inteiras. A narrativa mistura ação, tensão, enigmas históricos e emoção, oferecendo uma experiência completa para fãs de todas as idades.
Kaito Kid: o charme do ladrão mais famoso
Um dos grandes atrativos do filme é a presença de Kaito Kid, o ladrão de habilidades excepcionais, cuja inteligência rivaliza com a de Conan. Cada aparição de Kid no trailer mostra sua capacidade de transformar qualquer roubo em um verdadeiro espetáculo. Ele desafia não apenas as autoridades, mas também a mente de Conan, criando um embate fascinante entre detetive e criminoso.
A relação entre os dois personagens é marcada por respeito mútuo e uma espécie de jogo de inteligência constante. Conan reconhece a genialidade de Kid, enquanto este parece se divertir com a sagacidade do detetive. Esse embate garante cenas memoráveis e mantém a narrativa dinâmica, equilibrando suspense, humor e emoção.
Produção e qualidade visual
O filme é produzido pelo renomado estúdio Sato Animation Studio, conhecido pela atenção aos detalhes e pela animação de alta qualidade. No trailer, é possível notar a riqueza dos cenários, a fluidez das cenas de ação e o cuidado com os efeitos visuais que tornam a experiência mais imersiva. Cada rua, templo e sala do cenário de Hakodate é recriada com fidelidade, permitindo que o público se sinta parte da investigação.
A trilha sonora complementa a tensão das cenas, alternando entre momentos de suspense, ação e emoção, enquanto a animação destaca cada movimento das espadas, cada salto e cada corrida pelas ruas da cidade. Esses elementos garantem que a experiência cinematográfica seja completa, mantendo o público envolvido do início ao fim.
O legado de Detetive Conan
Mais do que entretenimento, Detetive Conan tem um impacto cultural significativo. A série estimula o raciocínio lógico, a atenção aos detalhes e o espírito investigativo, tornando cada episódio ou filme uma experiência educativa e divertida. Muitos fãs relatam que acompanhar os casos de Conan despertou seu interesse por mistério, lógica e análise crítica.
No Brasil, a série também contribuiu para popularizar o anime, ajudando a consolidar uma base de fãs apaixonada que acompanha não apenas os episódios e filmes, mas também debates, teorias e eventos relacionados à franquia. O lançamento de cada novo filme, portanto, é um momento aguardado por toda a comunidade, reunindo fãs de diferentes idades em torno da mesma paixão.
Na última segunda-feira (13), os fãs de mangá e cultura pop japonesa foram presenteados com uma grande novidade: o lançamento do trailer oficial do live-actionSakamoto Days, adaptação da popular série de ação e comédia criada por Yuto Suzuki. A prévia, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais, trouxe o astro japonês Ren Meguro na pele de Taro Sakamoto, o lendário assassino que abandona a vida de crimes para se tornar um pacato dono de loja de conveniência. Abaixo, confira o vídeo:
O projeto, que já vinha despertando enorme curiosidade desde seu anúncio, ganhou ainda mais destaque após o próprio Ren Meguro comentar sobre sua motivação para integrar o elenco. Segundo o ator, conhecido por papéis em dramas e filmes de sucesso no Japão, a decisão de participar da produção foi pessoal: ele afirmou que aceitou o papel por pura admiração ao mangá, sendo uma realização pessoal poder interpretar um personagem tão complexo e querido pelos fãs.
A direção e o roteiro do longa estão nas mãos de Yuichi Fukuda, cineasta conhecido por seu domínio em equilibrar humor, ação e emoção — como visto em seus trabalhos anteriores, entre eles Gintama e Kyo Kara Ore Wa!!. Fukuda afirmou que o filme já está em estágio avançado de pós-produção. Ele revelou que a edição já está pronta, faltando apenas os efeitos especiais e a trilha sonora, mas garantiu que o resultado atual é suficiente para transmitir a essência da história aos cinemas.
A essência de um assassino que virou homem de família
Baseado na série publicada desde novembro de 2020 na Weekly Shōnen Jump, Sakamoto Days conquistou uma legião de leitores com sua mistura de comédia, ação frenética e drama humano. Até outubro de 2025, o mangá acumula 24 volumes lançados e mais de 8 milhões de cópias em circulação, sendo distribuído oficialmente em português pela plataforma Manga Plus.
O enredo central gira em torno de Taro Sakamoto, um ex-assassino de elite que decide deixar o submundo para viver uma vida comum ao lado da mulher que ama, Aoi, e da filha do casal, Hana. O que parecia uma existência tranquila logo se transforma em um campo de batalha, quando antigos inimigos descobrem seu paradeiro e decidem se vingar.
Mesmo tendo prometido nunca mais matar, Sakamoto precisa usar toda sua habilidade letal para proteger sua família — agora como um homem acima do peso, dono de uma pequena loja e com a responsabilidade de esconder seu passado sombrio.
Um herói improvável com alma de gente comum
Um dos grandes diferenciais de Sakamoto Days está em sua abordagem humanizada. Apesar de ser um personagem com passado violento, Taro Sakamoto é retratado com extrema humanidade: ele é um marido amoroso, um pai dedicado e um homem que luta todos os dias contra sua própria natureza.
Ren Meguro destacou esse aspecto durante as filmagens, explicando que o personagem não busca fama ou glória, apenas quer viver em paz e cuidar de quem ama. Essa dualidade entre o pacato dono de loja e o assassino lendário cria uma profundidade emocional rara em histórias de ação, oferecendo momentos de humor e drama de forma equilibrada.
A narrativa combina comédia leve e cenas de ação coreografadas com precisão, prometendo agradar tanto os fãs de obras de ação quanto o público que busca histórias com coração. As cenas de luta foram planejadas para manter o realismo, mas sem perder a energia e a comicidade que marcam o mangá.
Um elenco promissor e a força da nostalgia
Além de Ren Meguro no papel principal, o live-action conta com um elenco de apoio que vem sendo mantido em sigilo, embora rumores indiquem a presença de atores conhecidos do cinema japonês interpretando personagens como Shin Asakura, o clarividente, e Lu Xiaotang, a jovem herdeira de um império criminoso.
A expectativa é que Fukuda mantenha o espírito do material original, valorizando a química entre os personagens e mostrando como essas pessoas tão diferentes acabam formando uma família improvável. O trailer já revela locações urbanas de Tóquio, lutas em corredores estreitos e momentos de humor cotidiano, capturando a atmosfera vibrante da obra de Yuto Suzuki.
Da página para as telas: um fenômeno em expansão
O sucesso de Sakamoto Days não se limita ao mangá. Em janeiro de 2025, a obra ganhou uma adaptação em anime produzida pelo estúdio TMS Entertainment, com sua primeira parte exibida entre janeiro e março e a segunda temporada programada para julho do mesmo ano. A produção televisiva foi elogiada por sua fidelidade ao estilo visual e pelo carisma dos personagens, aumentando ainda mais a expectativa pelo live-action.
Com o novo filme, a franquia atinge um novo patamar, mirando o público internacional. O Japão vem investindo cada vez mais em adaptações de mangás e animes para o formato live-action, e Sakamoto Days chega para mostrar que é possível unir técnica, humor e emoção sem perder a essência original.
Os fãs de terror têm um motivo a mais para marcar o calendário: a série It: Bem-vindos a Derry, derivada da famosa franquia inspirada na obra de Stephen King, ganhou seu trailer final nesta semana. A prévia revela novas e perturbadoras imagens de Pennywise, o Palhaço Dançante, mostrando que a série pretende mergulhar os espectadores em um universo sombrio e cheio de mistérios. Abaixo, veja o vídeo:
A série foi desenvolvida por Andy Muschietti, Barbara Muschietti e Jason Fuchs, todos já envolvidos nos filmes. Andy Muschietti dirige diversos episódios, incluindo o piloto, enquanto Fuchs atua como roteirista. Bill Skarsgård retorna como Pennywise, não apenas interpretando o palhaço, mas também como produtor executivo, garantindo fidelidade ao tom e à estética dos filmes.
O desenvolvimento da série começou em março de 2022, com sinal verde em fevereiro de 2023. As filmagens ocorreram entre maio de 2023 e agosto de 2024, enfrentando obstáculos como a greve da SAG-AFTRA, mas mantendo o compromisso de entregar uma produção de alta qualidade e intensa em suspense.
A série se passa em 1962, quando um casal e seu filho se mudam para Derry, Maine, pouco depois do desaparecimento de um menino na cidade. Com a chegada da família Hanlon, eventos estranhos e sobrenaturais começam a assombrar a cidade. A narrativa mistura horror psicológico e terror físico, explorando como Pennywise manipula medos humanos e espalha caos entre os moradores.
O elenco da série reúne atores consagrados e jovens talentos promissores, formando um grupo diversificado que traz profundidade à narrativa. Entre eles estão Jovan Adepo como Leroy Hanlon, Taylour Paige como Charlotte Hanlon, Blake Cameron James como Will Hanlon, Chris Chalk como Dick Hallorann, James Remar como General Shaw, Stephen Rider, Madelena Stowe, Rudy Mancuso como Capitão Pauly Russo, e, claro, Bill Skarsgård reprisando seu icônico papel como Pennywise, o Palhaço, garantindo continuidade com os filmes e mantendo o terror característico da franquia.
A produção estreia no domingo, 26 de outubro de 2025, com exibição simultânea no streaming da Warner, via HBO Max, e no canal de TV a cabo HBO, oferecendo opções tanto para quem prefere assistir em casa quanto para assinantes de televisão paga. A expectativa é alta, já que a série funciona como prequela dos filmes It (2017) e It: Capítulo Dois (2019), explorando eventos anteriores aos longas e ampliando o universo de Derry.