Nesta quarta (30), GNT exibe conversa profunda de Tati Machado no “Fantástico Entrevista”

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Nesta quarta, 30 de julho, o GNT exibe, logo após o “Saia Justa”, uma edição especial do quadro “Fantástico Entrevista”, conduzido por Renata Capucci. A jornalista visita a casa da apresentadora Tati Machado e do cineasta Bruno Monteiro para uma conversa íntima e tocante, marcada pela coragem de falar sobre o luto, o amor e a reconstrução.

Uma conversa para além das câmeras

Desta vez, o “Fantástico Entrevista” deixa os estúdios e ganha novos contornos ao entrar na casa de Tati Machado, em um cenário repleto de afeto, silêncio e memórias. Ali, longe do burburinho dos palcos e dos holofotes, a apresentadora divide, pela primeira vez com o público, um dos momentos mais difíceis de sua vida: a perda do filho Rael, ainda na gestação, após 33 semanas.

O episódio, que já emocionou o público da TV Globo no último domingo, ganha reapresentação no GNT, levando ao canal de TV por assinatura uma das entrevistas mais sinceras e emocionantes já realizadas pela jornalista Renata Capucci. A conversa é conduzida com delicadeza, respeito e empatia, mas, sobretudo, com humanidade — aquela que transforma a dor em algo partilhável.

Luto, amor e reconstrução

Ao lado do marido, o cineasta e diretor de fotografia Bruno Monteiro, Tati Machado abre o coração. Fala sobre o luto que ainda pulsa no cotidiano, da ausência física que contrasta com o amor que não deixou de existir. “A gente esperava o Rael com todo o nosso ser. E quando ele foi embora, a gente precisou reaprender a respirar”, confessa Tati com os olhos marejados, em um dos momentos mais intensos da conversa.

O casal fala sem subterfúgios sobre a dor que atravessa a experiência de perder um filho ainda na barriga. É um relato que rompe o silêncio que muitas famílias enfrentam — um silêncio muitas vezes imposto pela sociedade, pelo medo de não saber o que dizer, pelo receio de parecer invasivo, ou pela incapacidade de compreender tamanha dor.

Um lar marcado pela esperança

Durante a entrevista, as câmeras não registram apenas palavras. Elas revelam a atmosfera da casa de Tati e Bruno: um lar que ainda carrega sinais da espera por Rael. O quartinho do bebê, a parede decorada, os brinquedos… tudo ali permanece como memória viva da presença que não se concretizou fisicamente, mas que jamais será esquecida.

É nesse espaço de saudade e ternura que o casal reflete sobre maternidade e paternidade, sobre como reconstruir sonhos e seguir vivendo. “O amor pelo Rael não foi embora com ele. Ele continua aqui, na gente, nos detalhes da nossa casa, nas nossas conversas antes de dormir. O amor fica”, diz Bruno, emocionado.

Tati além da TV: uma trajetória de afeto com o público

Embora conhecida por seu carisma, talento e alto astral, a apresentadora revela nessa entrevista uma dimensão que muitos ainda não conheciam tão de perto: a da mulher forte que não tem medo de se vulnerabilizar. Seu sorriso, que tantas vezes iluminou as manhãs do público da Globo, convive com as lágrimas que agora ela não tem mais receio de mostrar.

A carreira dela é marcada por uma trajetória de esforço, leveza e paixão pela comunicação. Da infância nos bastidores do “Gente Inocente” ao sucesso na “Dança dos Famosos”, sua presença sempre foi sinônimo de empatia. E é essa mesma Tati — agora mais madura, atravessada por uma dor profunda — que continua conquistando o público, não com performances, mas com verdade.

Da dança ao silêncio: o outro lado do palco

Vencedora da “Dança dos Famosos” em 2024, ao lado do bailarino Diego Maia, Tati virou fenômeno nas redes sociais ao esbanjar talento, energia e bom humor. No entanto, poucos sabiam que, fora do palco, ela vivia uma montanha-russa emocional, acompanhando com amor cada etapa da gestação de Rael.

“Foi tudo muito planejado, muito amado. Quando a notícia da perda chegou, foi como se o chão tivesse sumido. Mas a gente decidiu não guardar isso só pra gente. Porque sabemos que muitas mulheres, muitos casais, passam por isso em silêncio”, conta Tati. Com essa decisão, ela transforma sua dor em gesto coletivo, abrindo espaço para que outras histórias também possam ser contadas.

Renata Capucci: empatia como condutora

A sensibilidade da entrevista também é mérito da jornalista Renata Capucci, que atua não apenas como entrevistadora, mas como interlocutora sensível, presente e respeitosa. Renata guia a conversa com delicadeza, permitindo que os silêncios também falem. “A dor precisa ser ouvida. E, às vezes, o silêncio é o que diz mais”, comenta ela nos bastidores.

Com produção de Marcela Amodio e edição de Daniel Targueta e Rafael Medeiros, o quadro ganha um tom quase documental, preservando a espontaneidade das respostas e os detalhes do ambiente, como o sofá em que o casal se apoia, os quadros na parede e até o cachorro que, em alguns momentos, surge no enquadramento, como um respiro carinhoso entre temas tão intensos.

Quando o pessoal é também coletivo

Ao se abrir sobre o luto, a comunicadora faz algo que vai além da exposição pessoal: ela politiza a dor. Traz à tona um tema que, embora íntimo, é profundamente coletivo. Abortos espontâneos, perdas gestacionais e a dor das mães que não seguram seus filhos nos braços são realidades invisibilizadas por muito tempo. Tati, ao compartilhar sua história, oferece acolhimento a outras mulheres — celebridades ou anônimas — que já passaram pelo mesmo.

“Se minha fala puder consolar alguém, já valeu a pena. Eu não queria que fosse necessário passar por isso para falar desse assunto, mas agora que aconteceu, eu me sinto no dever de ser voz”, diz ela.

Um futuro com outras possibilidades

Apesar da dor, a entrevista também carrega esperança. Tati e Bruno falam sobre a possibilidade de novos caminhos, de reconstruir sonhos e continuar a acreditar na vida. Não há promessas nem planos imediatos, mas há um sentimento de continuidade que se impõe. “A gente está reaprendendo a viver com leveza. E vamos vivendo dia após dia, com carinho, com respeito pela nossa dor, mas também com fé no que virá”, afirma Bruno.

“Criaturas da Mente” | Documentário de Marcelo Gomes ultrapassa 10 mil ingressos e se firma como um dos mais vistos de 2025

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Foto: Reprodução/ Internet

Existe um tipo de filme que a gente não apenas assiste — a gente atravessa. “Criaturas da Mente”, novo documentário dirigido por Marcelo Gomes, é exatamente isso: uma travessia. De telas para dentro da pele. Do visível para o simbólico. Da lógica científica para a sabedoria esquecida. Um filme que caminha com os pés no chão da floresta, mas com os olhos voltados para o que mora do lado de dentro: nossos sonhos.

Nas últimas treze semanas, o longa já foi visto por mais de 10 mil pessoas, conquistando espaço entre os documentários mais assistidos do ano, segundo a Comscore Brasil. Em vez de cifras explosivas ou campanhas massivas, a força de “Criaturas da Mente” se espalha de boca em boca, como quem compartilha um segredo antigo que finalmente voltou à superfície.

A mente que sonha é também corpo que lembra

A jornada começa com Sidarta Ribeiro, neurocientista de fala mansa e pensamento expansivo, conhecido por seu trabalho sobre sono e sonhos. Mas não é ele quem carrega o filme — é o sonho em si. O longa nos leva por caminhos inesperados: não há apenas dados, experimentos ou estatísticas, mas sim encontros, saberes, escutas. É a ciência estendendo a mão para tradições ancestrais e dizendo: “eu também quero entender”.

As conversas com Mãe Beth de Oxum, Ailton Krenak, Mizziara de Paiva, Marcelo Leite, Ana Flávia Mendonça, entre outras vozes, ampliam esse terreno. Em vez de substituir uma lógica por outra, o filme constrói pontes. E em cada uma delas, o sonho aparece como bússola — uma linguagem que não precisa ser traduzida, apenas sentida.

Um filme que não tem pressa

Marcelo Gomes nunca foi um diretor de respostas fáceis. E aqui ele vai ainda mais fundo. Em “Criaturas da Mente”, há silêncio, pausa, contemplação. A narrativa se desenrola com o tempo das coisas vivas — o tempo da memória, da intuição, da escuta.

Com imagens densas, mas delicadas, e uma trilha sonora que se insinua mais do que se impõe, a obra convida o espectador a não apenas olhar, mas a estar presente. Há momentos em que a imagem simplesmente respira. E essa escolha de deixar o tempo fluir é o que transforma o filme em uma experiência quase meditativa.

Um país que pensa com o coração

Mais do que tratar do inconsciente, o documentário fala de um Brasil profundo. Um Brasil que sonha com tambor, que conversa com as águas, que dança enquanto pensa. Um país que por muito tempo foi retratado como folclórico, mas que aqui ganha voz com a autoridade que lhe é devida.

Ao colocar a espiritualidade como parte legítima do conhecimento, o filme escancara uma ferida: por que sempre fomos ensinados a desconfiar de tudo que não vem da Europa ou dos livros acadêmicos? “Criaturas da Mente” não responde — mas também não se cala. Ele mostra. E o que se vê é um mosaico de saberes que pulsa, que sangra, que sonha junto.

Resistência nas entrelinhas

Em meio a tantas camadas, há também o gesto político de filmar. Marcelo Gomes, em entrevistas, lembra que tanto a ciência quanto o cinema sofreram duros ataques nos últimos anos. Financiamentos cortados, pesquisadores desacreditados, artistas silenciados. “Esse documentário é uma resposta. É o cinema dizendo: a gente não parou”, afirmou o diretor.

E ele tem razão. O filme se afirma não apenas como obra de arte, mas como testemunho de um tempo em que sonhar foi visto como fraqueza. Agora, é reerguido como potência.

A produção é assinada por João Moreira Salles e Maria Carlota Bruno, pela VideoFilmes, em parceria com Globo Filmes, GloboNews e Carnaval Filmes — uma união que mistura o afeto do cinema autoral com a estrutura de grandes distribuidoras.

Sessões como rituais

Talvez por tocar algo tão íntimo e ao mesmo tempo tão coletivo, “Criaturas da Mente” tenha conquistado seu público de forma quase silenciosa. Esgotando sessões pontuais, como um culto delicado à memória onírica que o filme desperta.

Entre 31 de julho e 7 de agosto, segue em cartaz em três cidades:

  • São Paulo: Espaço Petrobras de Cinema Augusta, todos os dias às 18h
  • Salvador: Cinema do Museu (Circuito Saladearte), dias 3/8 (14h) e 4/8 (13h)
  • João Pessoa: Cine Bangüê, sessão única no dia 31/7, às 20h30

Nova temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place ganha teaser e revela novos personagens

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Foto: Reprodução/ Internet

No universo da televisão infantojuvenil, poucas séries conseguiram deixar uma marca tão sólida quanto Os Feiticeiros de Waverly Place. Lançada em 2007, a produção da Disney conquistou fãs ao redor do mundo por sua mistura inteligente de humor, fantasia e histórias de família. Mais de uma década após o fim da série original, chega agora Os Feiticeiros Além de Waverly Place, que retoma a magia, os mistérios e os personagens que conquistaram gerações — mas com uma abordagem atualizada para os desafios do século 21.

A segunda temporada acaba de ganhar um teaser inédito, que você pode conferir logo abaixo, e está deixando os fãs curiosos, oferecendo um gostinho do que está por vir. Para aumentar ainda mais a expectativa, o elenco foi reforçado com novos personagens cheios de carisma e energia, que prometem agitar o universo mágico dos Russo.

A nova temporada, que estreia no Disney+ em 8 de outubro de 2025, traz um olhar mais maduro, com novos personagens que expandem o universo mágico dos Russo, ao mesmo tempo em que oferece reencontros com os rostos queridos da série original, como Alex e Justin Russo, interpretados novamente por Selena Gomez e David Henrie.

A série original sempre se destacou por sua capacidade de equilibrar elementos fantásticos e cotidianos. Os protagonistas não eram apenas jovens feiticeiros poderosos, mas também adolescentes lidando com as complicações da escola, amizades, primeiros amores e conflitos familiares. Isso criou uma conexão genuína com o público jovem que cresceu acompanhando suas histórias.

A nova temporada mantém essa essência, mas também a amplia para refletir as complexidades de uma geração que vive em um mundo digitalizado, globalizado e repleto de novas perspectivas sobre identidade, diversidade e responsabilidades. Além disso, o amadurecimento dos personagens originais, agora adultos, adiciona camadas emocionais e dramáticas que enriquecem o enredo.

Reencontros que emocionam

Para os fãs de longa data, rever Alex e Justin Russo em cena é uma oportunidade para relembrar a jornada de crescimento deles, agora em novos estágios da vida. Alex, que na série original era a feiticeira rebelde e destemida, retorna com sua energia vibrante, porém mais sábia, pronta para enfrentar os novos desafios e ajudar uma nova geração a descobrir seus poderes.

Justin, por sua vez, escolheu abrir mão da magia para levar uma vida normal, dedicando-se à família. Essa escolha traz um contraste fascinante entre os irmãos: um abraçando o mundo mágico, o outro preferindo o ordinário. Essa dinâmica familiar, construída em torno de decisões e consequências, aproxima o público ao mostrar que cada escolha tem seus prós e contras, especialmente quando se trata de equilibrar dons especiais com responsabilidades pessoais.

Outro momento que aquece o coração dos fãs é o retorno de Jerry Russo, o patriarca e mentor da família, interpretado por David DeLuise. Sua presença reafirma a importância da herança e das raízes na construção do mundo mágico dos Russo, ao mesmo tempo em que oferece humor e sabedoria.

Personagens novos

A nova geração de feiticeiros chega para dar continuidade à saga, mas também para renovar a trama com suas próprias histórias e conflitos. Billie, interpretada por Janice LeAnn Brown, é o grande destaque — uma jovem feiticeira rebelde que desafia as regras e os costumes do mundo mágico. Sua chegada ao universo dos Russo coloca em movimento uma série de acontecimentos que prometem balançar as estruturas estabelecidas.

Billie representa a inquietude e o desejo de liberdade que muitos jovens sentem, e a série utiliza sua jornada para abordar temas importantes como autodescoberta, identidade e pertencimento. Sua relação com Winter (Taylor Cora), melhor amiga e confidente, reforça a importância da amizade e do apoio em tempos de transformação.

Os filhos de Justin, Roman (Alkaio Thiele) e Milo (Max Matenko), também trazem uma visão fresca sobre crescer entre o mundo mágico e o mundano. Suas experiências mostram as dúvidas e alegrias de crescer num lar onde a magia faz parte da rotina, mas onde as responsabilidades comuns também têm seu espaço.

A produção por trás da magia

O retorno dos Feiticeiros de Waverly Place não aconteceu por acaso. Os criadores Jed Elinoff e Scott Thomas foram cuidadosos para que a série mantivesse o espírito original, ao mesmo tempo em que se adaptasse às demandas atuais do público e do mercado.

Dirigido por Andy Fickman no piloto, o projeto ganhou uma equipe diversa e experiente, incluindo a presença de nomes como Raven-Symoné e Danielle Fishel na direção de alguns episódios, trazendo experiências variadas que enriquecem o universo da série.

A produção, filmada em Los Angeles, contou com cuidados especiais na criação dos efeitos visuais e na ambientação, para oferecer um espetáculo que agrade tanto aos fãs antigos quanto às novas gerações. A diversidade no elenco é outra conquista importante, refletindo um mundo mais plural e inclusivo.

Temas que atravessam gerações

Embora a magia seja o elemento central, a produção não se limita ao fantástico. A série aborda temas universais como a importância da família, o valor da amizade, o desafio de crescer e fazer escolhas, além de questões contemporâneas, como a busca por identidade, a aceitação das diferenças e o equilíbrio entre o tradicional e o moderno.

A trama também explora o dilema de viver entre dois mundos: o mágico e o comum. Muitos personagens se veem divididos entre aceitar seus dons ou tentar levar uma vida “normal”, tema que ecoa as dúvidas reais de jovens que enfrentam pressões para se conformar ou se destacar.

Invocação do Mal ganha maratona exclusiva nos cinemas antes do lançamento do grande desfecho

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Foto: Reprodução/ Internet

Há histórias que nascem para entreter, outras para provocar reflexões — e algumas, como Invocação do Mal, para assombrar gerações inteiras. Mais de uma década depois de estrear nas telonas, a franquia que colocou o casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren no imaginário popular está prestes a se despedir do público.

E, para tornar esse adeus ainda mais memorável, a Warner Bros. Pictures Brasil anunciou uma maratona especial com os três primeiros filmes da série, que será exibida entre os dias 21 e 27 de agosto, pouco antes da estreia de Invocação do Mal: O Último Ritual, marcada para 4 de setembro.

Não é apenas um evento para assistir filmes — é uma celebração do legado de uma das maiores sagas de terror do cinema moderno, que conquistou milhões de espectadores ao redor do mundo com histórias baseadas em investigações reais e um suspense capaz de provocar frio na espinha até no mais cético dos espectadores.

Um retorno à origem do medo

Quando Invocação do Mal chegou aos cinemas em 2013, dirigido por James Wan, o público não estava preparado para a intensidade da experiência. Inspirado nos arquivos reais dos Warrens, o filme contava o caso da família Perron, que vivia em uma casa no interior de Rhode Island e passou a ser aterrorizada por uma presença demoníaca.

A mistura de narrativa bem construída, atmosfera sufocante e personagens cativantes fez com que o longa se tornasse um fenômeno de bilheteria e crítica. Agora, a maratona especial vai permitir que o público reviva — ou conheça pela primeira vez — esse ponto de partida.

Entre sustos inesperados e momentos de tensão quase insuportável, o primeiro filme não só apresentou o casal Warren como construiu a base para um universo cinematográfico que se expandiria muito além do previsto.

O encerramento da jornada

O Último Ritual não chega apenas como mais uma sequência dentro de uma franquia de sucesso — ele carrega o peso de ser o capítulo derradeiro de uma das sagas de terror mais marcantes do cinema recente. Nesta despedida, Ed e Lorraine Warren não estão apenas diante de uma nova assombração; eles encaram um desafio que coloca à prova tudo o que aprenderam ao longo de décadas de investigações paranormais. A ameaça é mais imprevisível, mais violenta e, acima de tudo, mais pessoal.

Vera Farmiga e Patrick Wilson voltam aos papéis que se tornaram icônicos, agora interpretando um casal que sente o peso do tempo, das cicatrizes emocionais e das perdas acumuladas. O caso que investigam não é apenas um quebra-cabeça sobrenatural: é um espelho sombrio que reflete traumas antigos e fragilidades que jamais imaginaram expor. Cada passo da investigação os conduz a um território onde o mal não está apenas nos corredores escuros, mas também nos recantos mais íntimos da mente.

O tom do filme é claustrofóbico, com uma fotografia que parece comprimir o ar à volta dos personagens, aumentando a sensação de que não há fuga possível. O roteiro aposta na tensão psicológica tanto quanto no terror físico, embaralhando a fronteira entre o que é real e o que é fruto da influência maligna. A cada nova visão, o público é arrastado junto, sentindo a mesma dúvida que consome os Warren: será que estão realmente enfrentando uma entidade… ou suas próprias memórias estão sendo distorcidas para se tornarem armas contra eles?

Outro elemento que torna o último filme especial é a forma como ele conversa com toda a franquia. Pequenos gestos, objetos e diálogos funcionam como elos invisíveis com investigações passadas, criando um clima de despedida para quem acompanhou essa jornada desde 2013. Não é apenas um terror sobre casas assombradas ou possessões; é também uma história sobre parceria, fé e a capacidade humana de resistir, mesmo quando o inimigo se infiltra no que há de mais sagrado: o vínculo entre duas pessoas.

Dirigido por Michael Chaves, que já esteve à frente de Invocação do Mal 3 e A Freira II, o filme traz novamente Patrick Wilson e Vera Farmiga nos papéis de Ed e Lorraine, agora envolvidos em um caso que ameaça não apenas sua integridade física, mas também seus laços familiares e espirituais.

Além dos protagonistas, o elenco conta com Mia Tomlinson como Judy Warren, filha do casal, e Ben Hardy como Tony Spera, seu namorado. É a primeira vez que a história explora mais profundamente o envolvimento da filha dos Warrens, o que promete acrescentar emoção e vulnerabilidade à narrativa.

Por que a franquia virou fenômeno?

Uma das principais razões para o sucesso da franquia está na habilidade de equilibrar sustos e emoção. Diferente de muitas produções do gênero, Invocação do Mal não se apoia apenas em efeitos visuais ou sons repentinos para assustar. Os filmes constroem seus momentos de terror a partir de um enredo sólido, personagens críveis e um trabalho cuidadoso de atmosfera.

A química entre Patrick Wilson e Vera Farmiga também é um ponto central. O público acredita no relacionamento de Ed e Lorraine — não apenas como parceiros de investigação, mas como marido e mulher que se apoiam incondicionalmente, mesmo diante do desconhecido.

Como participar da maratona?

A pré-venda para as sessões especiais já está aberta e, considerando a base de fãs da franquia no Brasil, a recomendação é garantir os ingressos o quanto antes. As exibições acontecerão em diferentes redes de cinema pelo país, com horários variados para atender tanto quem quer maratonar tudo em um único dia quanto quem prefere assistir um filme por vez.

Juntos | Novo horror de Michael Shanks chega aos cinemas nesta quinta, 14

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta, 14 de agosto, o público brasileiro terá a chance de vivenciar uma experiência de cinema intensa e perturbadora com a estreia nacional de Juntos, distribuído pela Diamond Films. Mais do que um filme de terror tradicional, a produção dirigida e roteirizada por Michael Shanks mergulha na complexidade das relações humanas, explorando como o amor pode se tornar sufocante, visceral e, às vezes, assustador.

Protagonizado por Alison Brie, estrela de Bela Vingança, e Dave Franco, conhecido por Anjos da Lei, o filme se diferencia pelo fato de os atores serem casados na vida real. Essa relação fora das telas acrescenta uma química genuína às performances, tornando cada cena de conflito e intimidade ainda mais intensa. A história acompanha Millie (Brie) e Tim (Franco), um casal em crise que enfrenta a codependência emocional e os limites do amor. Conforme os personagens tentam se reconectar, pequenas frustrações do dia a dia se transformam em manifestações grotescas de horror corporal, criando uma narrativa única, que mistura drama, humor ácido e terror físico.

Desde sua estreia mundial no Festival de Sundance, o filme vem chamando atenção por seu formato original. Críticos internacionais destacam o talento de Shanks e sua habilidade de equilibrar elementos extremos do gênero sem perder a humanidade dos personagens. David Rooney, do Hollywood Reporter, descreveu o diretor como “um talento promissor a ser observado” e chamou JUNTOS de “um filme ideal para um encontro à meia-noite, desde que nenhum dos dois seja sensível demais”. Já Benjamin Lee, do The Guardian, elogiou a forma como o filme utiliza o som e a escuridão, transformando cada deformação corporal dos protagonistas em uma experiência auditiva e visual que deixa o público inquieto.

O que torna o longa-metragem tão envolvente é a forma como combina horror físico e psicológico. A maquiagem e os efeitos visuais exageram as transformações dos corpos de Tim e Millie, mas cada detalhe é carregado de simbolismo. A deterioração física dos personagens funciona como uma metáfora para os efeitos da codependência emocional e do desgaste nas relações. Ao mesmo tempo, a narrativa não perde seu toque de humor negro, oferecendo momentos de leveza cínica que equilibram o clima intenso e permitem que o público respire entre uma cena e outra de tensão.

A direção de Shanks também se destaca pelo cuidado com a experiência sensorial. O design de som, aliado à fotografia sombria e ao uso estratégico de espaços claustrofóbicos, faz com que o espectador se sinta dentro da relação disfuncional do casal. Cada suspiro, cada batida ou estalo é ampliado, transformando momentos cotidianos em cenas carregadas de suspense e desconforto. É um filme que exige atenção, mas que recompensa quem se entrega à sua proposta.

As atuações de Brie e Franco são outro ponto alto. Alison Brie interpreta Millie com uma intensidade que vai da ternura à agressividade, mostrando a complexidade de uma mulher que ama profundamente, mas sofre com a própria dependência emocional. Dave Franco dá vida a Tim de forma convincente, revelando fragilidade, frustração e desespero em meio às transformações grotescas do corpo e da mente. Juntos, os dois criam uma relação crível e emocionante, capaz de prender o espectador do início ao fim.

O roteiro também merece destaque por fugir de clichês do gênero. Shanks constrói a história de maneira a envolver o público antes de entregar o horror explícito. O cotidiano do casal, com suas pequenas discussões e momentos de ternura, cria um contraste que torna os momentos de terror ainda mais impactantes. É um equilíbrio delicado entre drama, suspense e grotesco que transforma o filme em algo muito além de sustos superficiais: é uma análise do que significa se perder em um relacionamento e, ao mesmo tempo, tentar se reencontrar.

Além de sua força narrativa, o filme provoca reflexões sobre o papel do horror no cinema contemporâneo. O filme mostra que o terror não precisa se limitar a sustos repentinos ou cenas sangrentas. Ele pode ser uma ferramenta para explorar emoções humanas complexas, medos internos e dinâmicas afetivas. Ao transformar conflitos emocionais em horror corporal e psicológico, Shanks entrega uma obra que provoca, incomoda e emociona, deixando uma marca duradoura na memória do espectador.

A Diamond Films aposta alto ao trazer o filme para o público brasileiro. Reconhecida por seu catálogo de filmes de terror inovadores, a distribuidora aposta em obras que desafiam expectativas e oferecem experiências sensoriais e emocionais completas. Com Juntos, não é diferente: o filme promete movimentar as salas de cinema, gerar debates sobre intimidade e dependência emocional e conquistar fãs do gênero em todo o país.

A estética visual do filme é outro destaque. A fotografia e o design de produção criam um clima de tensão constante, utilizando luzes contrastantes, cores saturadas e cenários claustrofóbicos que reforçam a sensação de desconforto e inquietação. Cada cena é cuidadosamente planejada para amplificar o impacto emocional e sensorial da narrativa, fazendo do filme uma experiência cinematográfica completa.

Por fim, o longa-metragem é uma obra que fala sobre amor, fragilidade e os limites das relações humanas, mas faz isso por meio do horror, do grotesco e do humor ácido. É um filme que desafia o espectador a confrontar sentimentos reais, transformando medo e desconforto em reflexão e empatia. Para quem busca uma experiência de cinema diferente, intensa e provocadora, o horror surge como uma obra essencial, capaz de emocionar e inquietar ao mesmo tempo.

O Dono de Kingstown | Paramount+ lança teaser da 4ª temporada com Jeremy Renner e Edie Falco em nova guerra pelo poder

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo sombrio e envolvente de O Dono de Kingstown está prestes a ganhar um novo capítulo. A Paramount+ divulgou recentemente o teaser oficial da quarta temporada da série, confirmando que o público poderá conferir os próximos desdobramentos da história a partir do dia 26 de outubro, domingo, exclusivamente na plataforma de streaming premium. A produção, criada por Taylor Sheridan e Hugh Dillon, é reconhecida por seu tom intenso e realista, que explora os meandros da corrupção, da violência e das complexas relações humanas dentro de uma cidade dominada pelo sistema penitenciário.

A quarta temporada promete elevar ainda mais a tensão. No teaser, vemos que Mike McLusky, interpretado pelo indicado ao Oscar® Jeremy Renner, terá seu controle sobre Kingstown ameaçado por novos oponentes que buscam ocupar o vácuo de poder deixado pelos russos. A situação força o protagonista a enfrentar uma verdadeira guerra de gangues, precisando agir rapidamente para evitar que a cidade caia em caos total. Paralelamente, Mike lida com um novo prefeito obstinado, que representa um desafio adicional para proteger aqueles que ama, enquanto confronta os fantasmas de seu passado, elementos que adicionam camadas de complexidade emocional à narrativa.

L-R: Clayton Cardenas as Torres and Jeremy Renner as Mike McLusky in Mayor of Kingstown season 4, streaming on Paramount+, 2025. Credit: Dennis P. Mong Jr./Paramount+ ©2025 Viacom International Inc. All Rights Reserved. Mayor of Kingstown and all related titles, logos and characters are trademarks of Viacom International Inc.

Além de Renner, a quarta temporada conta com o talento da vencedora do Emmy® e do Globo de Ouro®, Edie Falco, que se junta ao elenco para dar vida à personagem Nina Hobbs. A série também traz Lennie James (vencedor do BAFTA®) e Laura Benanti (vencedora do Tony®), somando forças a um grupo que já inclui nomes como Hugh Dillon, Taylor Handley, Tobi Bamtefa, Derek Webster, Hamish Allan-Headley e Nishi Munshi. A diversidade do elenco, combinada com a força narrativa, garante que cada episódio seja repleto de tensão e surpresas.

A produção executiva continua sob o comando de Taylor Sheridan, Hugh Dillon, Jeremy Renner, Antoine Fuqua e outros nomes de peso, incluindo David C. Glasser, Ron Burkle, David Hutkin, Bob Yari, Michael Friedman, Dave Erickson, Christoph Schrewe, Wendy Riss, Evan Perazzo e Keith Cox. Dave Erickson atua também como showrunner da série, garantindo uma continuidade criativa que mantém a coerência narrativa e a intensidade dramática que conquistou o público desde a estreia.

Uma cidade onde o crime é regra

A cidade de Kingstown, Michigan, embora fictícia, é o cenário perfeito para explorar os dilemas do poder e da justiça. Nela, o negócio é o encarceramento. A família McLusky, central na narrativa, desempenha o papel de mediadora entre gangues de rua, prisioneiros, guardas e policiais. Desde a primeira temporada, o público acompanha como essa família tenta manter a ordem em um ambiente permeado por racismo, corrupção, doenças mentais e violência. A série não apenas retrata os conflitos externos, mas também se aprofunda nos dilemas internos dos personagens, oferecendo uma visão crua e realista da luta por justiça em um lugar que parece não conhecê-la.

Jeremy Renner, como Michael “Mike” McLusky, é o protagonista que carrega a responsabilidade de manter Kingstown sob controle. Inicialmente o braço direito de seu irmão mais velho, Mitch, Mike assume o papel de “Prefeito” da cidade após a morte de Mitch. A trajetória do personagem é marcada por desafios pessoais e profissionais: ele já foi detento na prisão de Kingstown, e agora precisa lidar com as consequências de seu passado, suas relações familiares e a ameaça constante de novos inimigos que surgem na cidade.

Edie Falco, por sua vez, traz profundidade e complexidade à nova personagem Nina Hobbs, que se envolve em uma trama de poder e manipulação política dentro de Kingstown. Sua presença amplia o leque de tensões da narrativa, trazendo novos elementos que prometem alterar as dinâmicas já conhecidas da série. O elenco principal também inclui Lennie James como Frank Moses, um personagem que promete agregar ainda mais intensidade à temporada.

Elenco de apoio e personagens recorrentes

Além do núcleo central, a série conta com um elenco de apoio que se destaca pela força dramática de suas atuações. Hugh Dillon, cocriador da série, interpreta o Tenente Ian Ferguson, um detetive durão e experiente, parceiro de Kyle McLusky, o irmão mais novo de Mike, vivido por Taylor Handley. A relação entre os irmãos McLusky e a polícia local é um dos fios condutores da narrativa, mostrando como a linha entre o bem e o mal pode ser tênue em uma cidade onde todos têm interesses conflitantes.

Outros personagens que retornam ou ganham maior relevância na quarta temporada incluem Tobi Bamtefa como Deverin “Bunny” Washington, líder dos Crips em Kingstown, e Derek Webster como Stevie, detetive aliado da família McLusky. Hamish Allan-Headley assume o papel de Robert Sawyer, sargento da SWAT, trazendo ação e estratégias de confronto que prometem impactar diretamente o equilíbrio de poder na cidade.

Entre os personagens recorrentes, destaca-se Nishi Munshi como Tracy McLusky, esposa de Kyle, e Michael Beach como Capitão Kareem Moore, líder dos guardas da prisão. A interação entre esses personagens mostra não apenas os desafios do crime organizado, mas também os dilemas pessoais e familiares que permeiam a vida em Kingstown.

História e evolução da série

O Dono de Kingstown estreou em 14 de novembro de 2021 no Paramount+, rapidamente conquistando o público com seu tom intenso e realista. A primeira temporada apresentou a dinâmica da cidade, os conflitos entre gangues e a ascensão de Mike ao papel de “Prefeito”. Em fevereiro de 2022, a série foi renovada para uma segunda temporada, que estreou em 15 de janeiro de 2023, aprofundando a narrativa e introduzindo novos personagens.

A terceira temporada, lançada em 2 de junho de 2024, manteve o padrão de tensão e violência, explorando ainda mais o passado dos McLusky e os desafios de manter o controle de Kingstown. Em dezembro de 2024, a Paramount+ confirmou a quarta temporada, que promete ser ainda mais intensa, explorando as consequências de decisões passadas e a constante luta pelo poder em uma cidade onde a lei muitas vezes parece inexistente.

Produção e filmagens

A série é marcada por uma produção cuidadosa, que busca retratar Kingstown de forma autêntica. As filmagens da primeira temporada ocorreram em diversas locações no Canadá, incluindo Toronto, Hamilton, Burlington e Kingston, utilizando inclusive a penitenciária local como cenário principal. A segunda temporada expandiu as locações para a Pensilvânia, com cenas gravadas em Erie e seus arredores. A terceira temporada teve como base Pittsburgh, trazendo ainda mais realismo urbano e intensidade visual à narrativa.

A música da série, composta por Andrew Lockington, desempenha papel fundamental na criação da atmosfera sombria e tensa que caracteriza O Dono de Kingstown. A trilha sonora, lançada pela Lakeshore Records, complementa as cenas de ação, suspense e drama, reforçando a imersão do público na cidade fictícia e nos dilemas de seus personagens.

O universo Taylor Sheridan no Paramount+

A série integra a crescente lista de produções de Taylor Sheridan no Paramount+, incluindo títulos como Landman, 1923, Lioness, Tulsa King, 1883, Homens da Lei: Bass Reeves e o próximo Nola King, estrelado por Samuel L. Jackson. A presença de Sheridan garante uma assinatura narrativa marcada por intensidade dramática, personagens complexos e tramas que exploram tanto a violência quanto os dilemas morais.

Expectativas para a quarta temporada

A divulgação do teaser da quarta temporada gerou grande expectativa entre os fãs. A narrativa promete aprofundar ainda mais a tensão em Kingstown, explorando a guerra de gangues, a política local e os desafios pessoais de Mike McLusky. A presença de novos personagens interpretados por Edie Falco, Lennie James e Laura Benanti adiciona camadas de complexidade, oferecendo novas perspectivas sobre os conflitos que já foram explorados nas temporadas anteriores.

Os fãs podem esperar confrontos intensos, estratégias de poder, dilemas morais e reviravoltas inesperadas. A série continua a explorar temas sensíveis, como racismo, corrupção e saúde mental, mantendo-se fiel à sua proposta de retratar a realidade de uma cidade dominada pelo encarceramento e pela luta pelo controle.

A Hora do Mal retorna ao topo das bilheterias e ultrapassa US$ 250 milhões com suspense sobrenatural intenso

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Foto: Reprodução/ Internet

O terror e o suspense continuam dominando as telas de cinema em 2025, e neste final de semana, A Hora do Mal reafirmou seu poder de atração ao retornar à liderança das bilheterias norte-americanas. O longa, dirigido por Zach Cregger, arrecadou impressionantes US$ 12,4 milhões apenas nos Estados Unidos, consolidando um total de US$ 134,6 milhões na bilheteria doméstica. Internacionalmente, o filme já soma cerca de US$ 250 milhões, um desempenho notável especialmente se considerarmos seu orçamento relativamente modesto de US$ 38 milhões. Esses números colocam o longa de terror entre os maiores sucessos de terror do ano e demonstram a força contínua do gênero no público global.

Foto: Reprodução/ Internet

Elenco de peso e atuações envolventes

Um dos pontos fortes do filme é, sem dúvida, seu elenco diversificado e talentoso. Josh Brolin, Julia Garner, Alden Ehrenreich, Cary Christopher, Benedict Wong, Amy Madigan e Austin Abrams se revezam em personagens que transitam entre o cotidiano e o sobrenatural, criando uma atmosfera de tensão constante. Cada ator contribui de forma significativa para a narrativa, tornando os sustos mais eficazes e a trama mais envolvente. A química entre Julia Garner, que interpreta a professora Justine Gandy, e Alden Ehrenreich, no papel de Archer Graff, é particularmente destacada, oferecendo momentos de drama e suspense que prendem o espectador à tela.

Além disso, a direção de Cregger combina elementos de terror psicológico e sobrenatural, construindo um ritmo que alterna tensão e alívio de maneira precisa, mantendo o público atento do começo ao fim. O equilíbrio entre medo, mistério e desenvolvimento de personagens é uma das razões pelas quais o filme tem sido tão bem recebido pela crítica e pelo público.

Um enredo que mistura suspense e sobrenatural

“A Hora do Mal” se passa em Maybrook, Pensilvânia, cidade pequena que se vê abalada pelo desaparecimento de dezessete crianças em uma única noite. O único sobrevivente é Alex Lilly, aluno da professora Justine Gandy, que rapidamente se torna o centro das atenções da investigação. Justine, afastada do cargo após ser suspeita de negligência, enfrenta não apenas a pressão da comunidade, mas também uma crise pessoal, lidando com recaídas no alcoolismo enquanto tenta compreender os eventos misteriosos que cercam os desaparecimentos.

Conforme a narrativa se desenrola, Justine se une a Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, para tentar desvendar o mistério. Eles enfrentam situações cada vez mais perigosas: moradores sob feitiços, sonhos perturbadores e a constante ameaça de Gladys, uma figura misteriosa que se apresenta com maquiagem de palhaço e habilidades sobrenaturais, capaz de manipular adultos e controlar o destino das crianças.

Gladys: a vilã que eleva o terror

O ponto alto do filme é a revelação de Gladys, tia de Alex, que se mostra uma bruxa poderosa. Ela utiliza feitiços para manter as crianças presas em seu porão, ao mesmo tempo em que exerce controle sobre os pais e outros habitantes da cidade, drenando suas energias vitais para aumentar seu poder. Cada aparição de Gladys provoca tensão imediata, e suas interações com Justine e Archer aumentam a adrenalina da trama.

As cenas de confronto direto entre os protagonistas e os seguidores enfeitiçados da vilã são cuidadosamente coreografadas, combinando ação, suspense e horror sobrenatural de forma coerente. A direção de Zach Cregger consegue equilibrar o terror explícito com elementos psicológicos, criando momentos em que o medo é tanto visual quanto emocional. Este equilíbrio é um dos fatores que diferencia o terror americano de outros filmes do gênero lançados recentemente.

Produção técnica e efeitos visuais de destaque

Outro elemento que contribui para o sucesso do longa é a produção técnica de alto nível. A fotografia sombria e cuidadosamente planejada intensifica o clima de suspense, enquanto a trilha sonora provoca arrepios nos momentos certos. Os efeitos especiais, apesar de sutis em algumas cenas, são fundamentais para a construção do terror sobrenatural, permitindo que o público sinta a presença ameaçadora de Gladys e a tensão crescente em Maybrook.

A direção de arte também merece destaque: os cenários reforçam o clima de mistério e perigo, desde a escola silenciosa e vazia até a casa de Alex, transformada em um espaço opressor pelo poder de Gladys. A atenção aos detalhes, como objetos aparentemente inofensivos que escondem pistas ou ameaças, contribui para a experiência imersiva e mantém os espectadores envolvidos na trama.

Repercussão internacional e impacto cultural

Desde sua estreia em 7 de agosto no Brasil, com distribuição da Warner Bros. Pictures, o longa-metragem tem conquistado público e crítica. O longa também estreou em Portugal, distribuído pela Cinemundo, ampliando ainda mais seu alcance internacional. Críticos destacam não apenas os sustos inteligentes e a narrativa envolvente, mas também a profundidade emocional dos personagens, que adiciona camadas de drama ao terror.

Por que “A Hora do Mal” é imperdível

O longa-metragem considerado uma experiência cinematográfica completa, equilibrando suspense psicológico, mistério e elementos sobrenaturais. Sustos são entregues de maneira inteligente, evitando clichês do gênero e mantendo o público em constante expectativa. As atuações consistentes do elenco, combinadas com a direção segura de Cregger, resultam em um longa que é ao mesmo tempo aterrorizante e emocionalmente envolvente.

O roteiro bem estruturado permite que cada cena contribua para o desenvolvimento da história, seja revelando informações cruciais sobre o desaparecimento das crianças ou aumentando a tensão em confrontos diretos com Gladys. Esse cuidado narrativo transforma “A Hora do Mal” em uma obra que se destaca em um ano repleto de lançamentos de terror, consolidando-se como referência em qualidade e inovação.

O Primata | Novo terror da Paramount ganha trailer eletrizante com Troy Kotsur e Johnny Sequoyah

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Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

O novo longa de terror O Primata teve seu primeiro trailer divulgado em 16 de outubro nas redes sociais da Paramount Pictures, revelando uma prévia sombria e claustrofóbica que promete prender o público do início ao fim. A trama acompanha Lucy, uma jovem que retorna da faculdade para passar as férias com a família em uma casa tropical isolada. Entre os membros da casa está Ben, o chimpanzé de estimação da família, cuja presença inicialmente parece inofensiva. No entanto, um inesperado surto de raiva transforma o animal em uma ameaça mortal. O que seria um período de descanso e união rapidamente se converte em uma noite de puro terror, na qual Lucy e seus amigos precisam lutar por suas vidas e encontrar maneiras de sobreviver à fúria do animal. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Quem faz parte do elenco?

O elenco reúne nomes de peso e jovens talentos. Troy Kotsur (CODA – No Ritmo do Coração), vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, interpreta Adam, o patriarca da família. Johnny Sequoyah (Dexter: Sangue Novo, Believe) dá vida à protagonista Lucy, enquanto Jessica Alexander (Saltburn, A Pequena Sereia), Kevin McNally (Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra), Victoria Wyant (The White Lotus), Gia Hunter (School Spirits), Benjamin Cheng (Warrior), Charlie Mann (The Power), Tienne Simon (His Dark Materials), Miguel Torres Umba (The Crown), Kae Alexander (Game of Thrones), Amina Abdi (Black Ops) e Alberto Magashi (Silent Witness) completam o elenco. A direção é assinada por Johannes Roberts, cineasta britânico conhecido por filmes como Medo Profundo (2017) e Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City (2021), reforçando o clima de tensão e claustrofobia característico de sua filmografia.

Como foi a produção do longa?

A Paramount Pictures deu sinal verde para o projeto em julho de 2024, com Johannes Roberts e Ernest Riera responsáveis pelo roteiro. A produção ficou sob os cuidados de Walter Hamada, por meio de um acordo de primeira vista com o estúdio. Após a confirmação de Troy Kotsur no elenco, Johnny Sequoyah foi escalada em agosto, seguida pelos demais nomes até o encerramento do casting em outubro. As filmagens principais começaram em 16 de setembro de 2024, conforme revelou o próprio Roberts em suas redes sociais, e foram oficialmente concluídas em 4 de novembro do mesmo ano.

Saiba quando o filme chega aos cinemas

Ainda sem uma data exata de lançamento, “O Primata” deve chegar aos cinemas em 2025, com previsão de estreia mundial pela Paramount Pictures. A expectativa é que o longa se consolide como uma das produções de terror mais intensas do ano, mesclando suspense psicológico, violência instintiva e um estudo sombrio sobre os limites entre a humanidade e a selvageria. Com o retorno de Johannes Roberts ao gênero que o consagrou, a promessa é de uma experiência cinematográfica visceral, repleta de tensão e atmosfera sufocante.

O que podemos esperar do filme?

Mesmo com poucos detalhes revelados, o trailer já indica que “O Primata” seguirá uma linha de terror de sobrevivência com forte apelo psicológico, semelhante a produções como Corra! e Annihilation. O contraste entre o ambiente paradisíaco e a brutalidade dos acontecimentos cria uma tensão constante, enquanto o comportamento imprevisível do chimpanzé funciona como uma metáfora do medo instintivo e da natureza incontrolável que existe tanto nos animais quanto nos humanos. Johannes Roberts, conhecido por explorar espaços confinados e atmosferas opressoras, parece levar essa característica a um novo extremo, transformando a selva tropical em uma verdadeira armadilha emocional.

Caminhos do Crime | Chris Hemsworth lidera ousado assalto na rodovia 101 em trailer do novo suspense

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A Sony Pictures acaba de liberar o trailer oficial de Caminhos do Crime, filme protagonizado por Chris Hemsworth (Thor: Amor e Trovão, Resgate e Vingadores: Ultimato) e dirigido por Bart Layton (American Animals, O Impostor e Férias na Prisão). O longa combina ação, suspense e drama psicológico, explorando os limites da moralidade em meio a assaltos de alto risco na famosa rodovia 101, em Los Angeles. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

No filme, Hemsworth interpreta um ladrão enigmático que planeja seu último grande golpe antes de se aposentar do crime. Sua trajetória se cruza com a de uma corretora de seguros desiludida, vivida por Halle Berry (Kidnap, John Wick 3), e juntos formam uma aliança inesperada, cheia de tensão e desafios. Enquanto isso, Mark Ruffalo (Os Vingadores, Spotlight) interpreta um detetive determinado a desvendar o esquema, aumentando a pressão sobre o trio principal.

O enredo do filme acompanha o ladrão enquanto ele planeja o que espera ser seu último golpe de carreira. A chegada de Halle Berry na trama adiciona uma dimensão emocional e estratégica: sua personagem enfrenta dilemas pessoais e precisa colaborar com Hemsworth para sobreviver ao risco que se aproxima.

O detetive de Ruffalo entra em cena como uma força implacável, criando um jogo de gato e rato que mantém o suspense até os momentos finais. A narrativa se desenrola em um ambiente urbano e pulsante, onde cada decisão pode mudar o rumo do assalto e da vida dos envolvidos.

Elenco de peso e experiências anteriores

Além do trio principal, o filme também conta com Barry Keoghan (Saltburn, The Batman) adiciona uma camada de imprevisibilidade à trama, enquanto Monica Barbaro (Top Gun: Maverick, Uncharted) traz intensidade e carisma à narrativa. Corey Hawkins (Infiltrado na Klan, Straight Outta Compton) contribui com sua presença dramática, enquanto Jennifer Jason Leigh (Os Oito Odiados, Annihilation) adiciona experiência e sofisticação aos momentos mais tensos. Nick Nolte (Cabo do Medo, Warrior) fecha o grupo com seu estilo clássico e marcante, oferecendo autoridade à história.

Chris Hemsworth se mostra novamente versátil, combinando charme e perigo em seu personagem, enquanto Halle Berry (Kidnap, A Última Ceia) explora uma faceta vulnerável, mas determinada. Mark Ruffalo (Os Vingadores, Foxcatcher) acrescenta profundidade ao papel do detetive obstinado, equilibrando ação e drama psicológico.

O filme é baseado no conto Crime 101, presente no livro A Queda, de Don Winslow, conhecido por suas histórias intensas de crime e moralidade. A adaptação cinematográfica busca transformar a tensão das páginas em ação visual e drama humano, mantendo o suspense e a complexidade da narrativa original.

Direção e estilo visual

Bart traz para Caminhos do Crime sua habilidade em combinar suspense psicológico com narrativa visual intensa. O diretor explora o cenário da rodovia 101 e o calor de Los Angeles como elementos narrativos, aumentando a sensação de urgência e risco em cada assalto. A cinematografia destaca a poeira, o sol escaldante e os veículos em alta velocidade, criando um ambiente realista que faz o espectador sentir a tensão de cada perseguição. Ao mesmo tempo, a direção privilegia closes e detalhes que revelam a complexidade emocional de cada personagem.

Soldado de Chumbo | Trailer revela Robert De Niro e Jamie Foxx em suspense eletrizante que chega ao Brasil em dezembro

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A contagem regressiva para a estreia de Soldado de Chumbo começou. A Diamond Films divulgou nesta semana o trailer oficial do suspense de ação que promete prender o público do início ao fim. Com lançamento previsto para 4 de dezembro em cinemas de todo o Brasil, o longa reúne nomes consagrados de Hollywood, como Robert De Niro, Jamie Foxx e Scott Eastwood, em uma trama marcada por vingança, passado obscuro e conflitos intensos. Abaixo, confira o vídeo:

Sob a direção de Brad Furman, conhecido por trabalhos como O Poder e a Lei, o filme acompanha a trajetória de Nash Cavanaugh (Scott Eastwood), um ex-agente do governo que precisa enfrentar memórias traumáticas do passado. Antigo integrante de um culto liderado por Bokushi (Jamie Foxx), Nash é convocado para uma missão que o leva de volta à fortaleza onde viveu momentos sombrios, agora como parte de uma operação secreta ao lado do experiente agente Emmanuel Ashburn (Robert De Niro).

A narrativa combina ação eletrizante com tensão psicológica, explorando dilemas morais e a luta interna do protagonista. “Queríamos que Soldado de Chumbo fosse mais do que tiroteios e perseguições. É uma história sobre escolhas, arrependimentos e a forma como o passado pode moldar nosso presente”, explica Furman.

Um elenco que chama atenção

Além dos protagonistas Scott Eastwood, Jamie Foxx e Robert De Niro, o elenco conta com nomes de destaque, como John Leguizamo, que interpreta Luke Dunn, e Nora Arnezeder como Evoli Carmichael. Outros talentos incluem Shamier Anderson (Kivon Jackson), Rita Ora (Mama Suki) e Said Taghmaoui (Atlas), compondo um time diversificado que equilibra experiência e juventude.

Jamie Foxx, no papel de Bokushi, se destaca como um vilão carismático e imprevisível, enquanto De Niro empresta toda a sua autoridade e experiência à figura de Emmanuel Ashburn. Para Scott Eastwood, interpretar Nash foi um desafio que exigiu mergulho profundo no lado psicológico do personagem: “Nash é alguém marcado pelo passado, mas que precisa lutar para seguir em frente. Esse conflito interno dá uma dimensão maior à ação do filme”.

Produção e locações deslumbrantes

As filmagens de Soldado de Chumbo ocorreram na Grécia, com início em Tessalônica e continuidade na cidade de Drama, em 2022. A escolha das locações trouxe paisagens únicas que reforçam o clima de suspense e aventura, enquanto o diretor de fotografia Tim Maurice-Jones trabalhou para capturar a atmosfera sombria e intensa da narrativa.

A trilha sonora de Chris Hajian complementa a tensão do filme, alternando momentos de silêncio e suspense com composições eletrizantes que acompanham a ação em cenas-chave. “A ideia era criar música que dialogasse com o psicológico dos personagens e intensificasse cada confronto”, comenta Hajian.

Lançamento internacional

Soldado de Chumbo já passou por estreias em diferentes países, incluindo lançamento limitado na Rússia em maio de 2025, chegada ao Reino Unido em julho e Estados Unidos em setembro, com distribuição digital no final de setembro. A expectativa da Diamond Films é trazer essa experiência completa ao público brasileiro, com sessões em grandes cidades e pré-estreias especiais.

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