Tela de Sucessos desta sexta (11) traz ação e humor com Jackie Chan em Fora do Rumo

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Foto: Reprodução/ Internet

Se a sua sexta-feira pede um filme que mistura muita ação, adrenalina e humor na medida certa, já pode preparar a pipoca! Nesta sexta, 11 de julho de 2025, a Tela de Sucessos do SBT traz Fora do Rumo, um longa que une o melhor de dois mundos: o estilo marcante do mestre das artes marciais Jackie Chan e as trapalhadas irreverentes do ator e comediante Johnny Knoxville.

Leia a sinopse do filme

No filme, Jackie Chan vive Bennie Black, um detetive durão de Hong Kong que está numa missão pessoal. Depois da morte do parceiro, ele faz de tudo para encontrar o responsável. A situação fica ainda mais tensa quando a jovem que ele criou, filha de um amigo próximo, é sequestrada por criminosos. Para salvar essa garota e colocar um fim na ameaça que ronda sua vida e sua carreira, Bennie precisa formar uma dupla nada convencional com Connor Watts — interpretado por Johnny Knoxville, o famoso do reality Jackass. Connor é um apostador norte-americano atrapalhado e nada confiável, o tipo de parceiro que coloca ainda mais fogo no parquinho.

Direção e elenco

Dirigido por Renny Harlin, conhecido por filmes de ação como Duro de Matar 2, o longa traz cenas eletrizantes de luta, perseguições de tirar o fôlego e uma boa dose de humor que quebra a tensão, garantindo um ritmo leve e divertido do começo ao fim.

Além dos protagonistas, o elenco conta com a presença de Fan Bingbing, que interpreta Samantha, uma personagem fundamental na trama; Eric Tsang no papel de Yung, e Eve Torres como Dasha. A história ainda é enriquecida com atuações de Winston Chao, Yeon Jung-hoon, Michael Wong e outros nomes que completam essa aventura cheia de perigos, emoção e algumas surpresas.

Para quem gosta de ação misturada com comédia, Fora do Rumo é um prato cheio. A dinâmica entre o durão Jackie e o atrapalhado Johnny cria momentos hilários e inesperados, enquanto o enredo entrega aquela boa dose de adrenalina típica dos filmes de perseguição e investigação.

Onde posso assistir?

E se você não quiser esperar a exibição na TV, pode assistir Fora do Rumo quando quiser nas plataformas de streaming Amazon Prime Video e Max — basta ser assinante para entrar nessa jornada cheia de reviravoltas e tiroteios.

Suzana Pires vai protagonizar e roteirizar nova adaptação de “Tieta do Agreste” para o cinema

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O clássico “Tieta do Agreste”, de Jorge Amado, vai ganhar uma nova adaptação cinematográfica com uma proposta ousada: repensar a trajetória da protagonista sob um olhar genuinamente feminino. A atriz, roteirista e produtora Suzana Pires foi escalada para viver Tieta nas telonas, além de assinar o roteiro do projeto, que será dirigido por Joana Mariani (“Todas as Canções de Amor”) e produzido por Eliane Ferreira, da Muiraquitã Filmes.

Conhecida por seu trabalho em filmes como “Tropa de Elite”, “Casa Grande” e pela dramaturgia autoral de “Câncer com Ascendente em Virgem”, Suzana Pires assume o desafio de dar nova vida a uma personagem já eternizada por Sonia Braga (no cinema) e Betty Faria (na televisão). Em nota, a atriz afirmou que encara o papel com responsabilidade e desejo de aprofundar a personagem sob outra perspectiva. “É uma responsabilidade profunda”, declarou. “Tieta é um símbolo de resiliência e liberdade, e essa versão vai ressaltar isso de forma inédita.”

Uma Tieta do nosso tempo

A nova leitura de Tieta tem como proposta central atualizar o olhar sobre a personagem, explorando com mais profundidade os conflitos femininos, familiares e sociais que atravessam sua trajetória. Segundo Suzana, o roteiro vai destacar a oposição entre Tieta, representante da liberdade e da transgressão, e sua irmã Perpétua, símbolo da repressão e do moralismo — dualidade que, para a autora, reflete “a divisão de pensamento que o mundo ainda enfrenta”.

A adaptação será ambientada no Nordeste brasileiro, mantendo a essência da obra original, mas com um tratamento narrativo voltado para o público contemporâneo, em especial para mulheres que reconhecem em Tieta um reflexo de suas lutas cotidianas por autonomia, afeto e pertencimento.

Produção com alcance internacional

A produção está a cargo da Muiraquitã Filmes, responsável por títulos como “Querência” (Berlinale, 2019) e “Retrato de um Certo Oriente” (Festival de Roterdã, 2024). A expectativa é de que o novo longa tenha circulação internacional em festivais de prestígio, repetindo o caminho de outras adaptações da obra de Jorge Amado que conquistaram crítica e público fora do Brasil.

A pré-produção já foi iniciada, e as filmagens devem acontecer ao longo de 2026, com locações previstas no interior da Bahia. O elenco de apoio ainda será anunciado.

Literatura, cinema e representatividade

Lançado originalmente em 1977, o romance “Tieta do Agreste” é uma das obras mais populares de Jorge Amado, com temática centrada na repressão sexual, no moralismo social e no retorno da mulher expulsa de casa por “conduta imprópria”. Na nova adaptação, a intenção é atualizar essas discussões, ressaltando a atualidade da personagem e a força simbólica que ela ainda representa no debate sobre os direitos e o lugar da mulher na sociedade brasileira.

Karatê Kid – Lendas tem trecho inicial divulgado e já pode ser comprado no Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

A clássica franquia de artes marciais que atravessou décadas acaba de ganhar um novo capítulo. “Karatê Kid: Lendas”, produção que conecta passado e presente, já está disponível para compra digital no Brasil, com exclusividade por três semanas. Para marcar a estreia, a Sony Pictures Home Entertainment liberou os dez minutos iniciais do longa, que podem ser assistidos online. O trecho apresenta o novo protagonista, Li Fong, e oferece um gostinho da jornada que ele está prestes a viver.

O jovem é interpretado por Ben Wang, conhecido por papéis em American Born Chinese (Disney+), Chang Can Dunk e MacGyver. Ele vive um adolescente chinês que, após uma tragédia pessoal, precisa deixar sua vida em Pequim e recomeçar em Nova York com a mãe. Em meio à adaptação a uma cultura completamente nova, Li conhece Mia, personagem de Sadie Stanley (Kim Possible, Cruel Summer, The Goldbergs), e tenta se reinventar — mas, mesmo querendo evitar conflitos, logo se vê envolvido em algo maior do que esperava.

Uma ponte entre mestres e discípulos

Para os fãs antigos da saga, a grande surpresa é o encontro de Jackie Chan (A Hora do Rush, O Medalhão, Bater ou Correr, Kung Fu Panda) e Ralph Macchio (Cobra Kai, Os Garotos Perdidos, Crossroads) em cena. Chan retoma o papel de Sr. Han, o mestre que já guiou outro “karatê kid” nas telonas em 2010, enquanto Macchio retorna como Daniel LaRusso, figura central da trilogia original dos anos 1980 e da série Cobra Kai.

Na trama, Sr. Han percebe que as habilidades de Li não serão suficientes para enfrentar o novo desafio que surge em seu caminho — e, para isso, convida Daniel para ajudar a treinar o garoto. É nesse momento que duas filosofias marciais se cruzam: kung fu e caratê se unem em um novo estilo que define não apenas a técnica, mas também o amadurecimento emocional do protagonista.

Uma nova história com raízes profundas

Dirigido por Jonathan Entwistle, conhecido por seu trabalho em The End of the F*ing World e I Am Not Okay With This, e roteirizado por Rob Lieber (Pedro Coelho, Goosebumps 2), o filme aposta em uma narrativa que mescla tradição, emoção e ação. Com locações entre a China e Nova York, o longa mergulha nas dificuldades do exílio, nas crises de identidade e na luta silenciosa de quem precisa se reinventar longe de casa. Li não quer ser um herói. Ele só quer pertencer. Mas quando um amigo está em perigo, ele é forçado a revisitar tudo o que aprendeu — e aquilo que recusava — para proteger quem ama.

Orçamento e bilheteria

Com um orçamento estimado em 45 milhões de dólares, Karatê Kid: Lendas teve um desempenho sólido nas bilheteiras mundiais, arrecadando cerca de 105 milhões de dólares. Embora os números não representem um fenômeno comercial, eles confirmam o apelo duradouro da franquia, capaz de atravessar gerações e se renovar com um elenco multicultural e uma trama emocionalmente envolvente. O resultado reforça o interesse do público por histórias de superação com raízes culturais profundas — e pode abrir espaço para novos desdobramentos no universo da saga.

Disponível sob demanda

O longa-metragem pode ser adquirido por R$39,90 em plataformas como Apple TV (iTunes), Amazon Prime Video, Google Play, Microsoft Filmes & TV (Xbox) e Claro TV+. Durante o período inicial, o título estará disponível apenas para compra — com acesso vitalício ao conteúdo adquirido. A opção de aluguel será liberada posteriormente.

Casimiro Miguel encerra Tá Feito com Fernanda Torres com uma história sobre coragem, humildade e reinvenção digital

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O último episódio da série Tá Feito com Fernanda Torres estreia nesta terça-feira, 15 de julho, com um convidado que personifica como poucos a potência da transformação digital no Brasil: Casimiro Miguel, o Cazé. Apresentador, streamer e criador da influente CazéTV, ele compartilha com Fernanda um lado mais íntimo de sua jornada — muito além dos memes e das lives que conquistaram milhões. Abaixo, confira o episódio completo:

Entre lembranças da juventude, escolhas difíceis e reviravoltas inesperadas, Casimiro abre o coração. Conta sobre a infância sem mesada, a decisão de trocar a faculdade pelo trabalho e o momento em que, durante a pandemia, percebeu que precisava agir para ajudar os pais. Foi ali, num quarto simples e com uma câmera ligada na madrugada, que começou a desenhar uma nova trajetória. “Eu era o cara que fazia Pix pros amigos comprarem camisa pra mim, e de repente me vi famoso, recebendo do exterior e podendo aposentar meu pai e minha mãe”, diz, emocionado.

A força de quem inventou o próprio caminho

Para Fernanda, que conduziu todas as conversas da temporada, Casimiro representa um caso raro de timing, talento e autenticidade. “O Casimiro é um caso incrível. Começou no quarto dos pais fazendo react na madrugada e hoje comanda uma potência de comunicação que compra jogos, negocia campeonatos e influencia milhões de pessoas. A era digital permitiu que ele existisse, mas ele também inventou uma nova forma de se comportar na era digital.”

Ao longo do episódio, o público acompanha não apenas a ascensão de um comunicador carismático, mas também o impacto real das escolhas conscientes. Cazé fala sobre família, sobre pressão, sobre estar à frente de algo maior do que ele mesmo. E tudo isso com o humor e a sinceridade que o tornaram um dos nomes mais queridos da internet brasileira.

Quando tecnologia e educação financeira andam juntas

É dentro desse contexto — de reinvenção e responsabilidade — que o programa apresenta o Pix Parcelado, funcionalidade que permite fazer um Pix e pagar depois, de forma planejada. A ferramenta é apresentada como mais do que uma comodidade: trata-se de uma solução pensada para ampliar a autonomia financeira das pessoas, especialmente em tempos de mudanças rápidas.

Para Thaiza Akemi, superintendente de Comunicação e Conteúdo do Itaú Unibanco, a escolha de Casimiro para o episódio final foi natural: “O Casimiro é um símbolo dessa nova geração que encontrou formas de transformar sua realidade com criatividade, consistência e escolhas bem planejadas. A história dele inspira porque mostra como caminhos alternativos podem levar a mais bem-estar financeiro, estabilidade para a família e liberdade de construir a própria trajetória.”

Uma parceria que ultrapassa a tela

O episódio também celebra a crescente conexão entre o Itaú e o universo digital. Em abril, o banco anunciou uma parceria de três anos com a LiveMode, empresa responsável pela CazéTV, marcando uma nova fase de atuação no cenário esportivo — agora mais focada em inovação, interatividade e formatos nativos das redes.

Ao lado de um dos maiores fenômenos da mídia contemporânea, o Itaú busca não apenas falar com novas gerações, mas fazer parte da rotina delas. Seja patrocinando transmissões esportivas, seja criando conteúdos originais como Tá Feito, o objetivo é o mesmo: estar presente de forma relevante, acessível e transformadora.

Embaúba Filmes lança trailer oficial de “Nada”, suspense poético dirigido por Adriano Guimarães

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A produtora Embaúba Filmes acaba de revelar o trailer oficial de Nada, um filme brasileiro que já está mexendo com as expectativas do público e da crítica, graças a sua proposta única e sensorial. Sob a direção de Adriano Guimarães, conhecido pelo elogiado Temporada, Nada promete transformar a experiência cinematográfica, unindo mistério, poesia e uma reflexão sobre a presença invisível da tecnologia em nossas vidas.

Um mergulho no silêncio e na memória

Diferente dos thrillers tradicionais, Nada é um convite ao silêncio e à contemplação. A narrativa acompanha uma comunidade comum que começa a sentir os efeitos de uma tecnologia invisível e inquietante, capaz de alterar a percepção do tempo e da realidade — um tema que desperta mais perguntas do que respostas, evocando a sutileza poética de Manoel de Barros e o minimalismo dramático de Samuel Beckett.

Com uma fotografia intimista assinada por André Carvalheira, o filme utiliza uma paleta de cores que enfatiza a tensão contida. O design de som, conduzido por Guile Martins, vai além da ambientação: os ruídos do passado ganham voz e tornam-se parte da narrativa, ampliando a sensação de estranhamento e imersão.

Reconhecimento no Brasil e no mundo

Desde a sua produção, Nada tem circulado por importantes festivais internacionais — da Espanha à Índia, da Rússia ao México — conquistando prêmios que ressaltam sua direção, arte e sonoridade. No Festival de Brasília, por exemplo, levou para casa os troféus de Melhor Direção, Direção de Arte e Edição de Som. O longa também recebeu apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, do Ministério da Cultura e do Fundo Setorial do Audiovisual, destacando o papel fundamental do investimento público em obras que desafiam o convencional.

Elenco e equipe que dão voz ao silêncio

Além de Adriano Guimarães na direção, o roteiro de Emanuel Aragão — que também escreveu o sucesso Que Horas Ela Volta? — confere ao filme uma profundidade rara. No elenco, nomes experientes como Bel Kowarick (Babilônia), Denise Stutz (Amores Roubados) e Thais Puello (3%) trazem a intensidade necessária para dar vida a esse universo enigmático. A edição de Sergio Azevedo fecha o time, garantindo ritmo e atmosfera à obra que, mesmo marcada pela lentidão e pelo silêncio, mantém o espectador atento e imerso.

Expectativa para um lançamento que foge do óbvio

Ainda sem data oficial para estreia comercial, o lançamento do trailer já intensifica a curiosidade em torno de Nada. Para quem busca um cinema brasileiro que se arrisca, que provoca e que desperta emoções pela sutileza, este filme surge como um dos lançamentos mais instigantes dos últimos tempos. Uma obra que promete ampliar os horizontes do que é possível no audiovisual nacional, deixando claro que o silêncio também fala — e muito.

Capitão Planeta vai ganhar série live-action na Netflix com produção de Leonardo DiCaprio e Greg Berlanti

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Em um momento em que o mundo pede — ou melhor, grita — por narrativas conscientes e engajadas, um velho conhecido da televisão está prestes a ressurgir das memórias afetivas com nova roupagem e fôlego renovado. O clássico desenho animado Capitão Planeta e os Protetores da Natureza vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, em parceria com dois nomes de peso: Leonardo DiCaprio, pela Appian Way, e Greg Berlanti, produtor por trás de diversos sucessos da DC na TV.

A informação foi revelada com exclusividade pelo site Deadline e já movimenta fãs nostálgicos e curiosos da cultura pop. O projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas já tem como roteirista confirmada Tara Hernandez, conhecida pelo trabalho em A Senhora Davis. A série será produzida pela Berlanti Productions e pela Warner Bros. Television, que detém os direitos da animação original.

Do desenho ao discurso: uma missão que nunca envelhece

Criado no início da década de 1990 pelo empresário e ativista Ted Turner, Capitão Planeta sempre foi mais do que um desenho. Era, na verdade, uma tentativa sincera — e pioneira — de usar o entretenimento como instrumento de transformação social. Em meio a aventuras cheias de ação, vilões caricatos e bordões inesquecíveis, havia uma mensagem clara: cuidar do planeta é uma missão coletiva, e cada gesto importa.

Na trama, cinco jovens de diferentes partes do mundo recebem anéis com poderes ligados aos elementos da natureza — Terra, Fogo, Água, Vento e Coração. Juntos, eles invocam o Capitão Planeta, super-herói ecológico que surge para combater ameaças ambientais e inspirar atitudes sustentáveis. Mas o mais simbólico era o bordão ao final de cada episódio: “O poder é de vocês!” — um lembrete direto para o público jovem de que mudança real começa com pequenas escolhas.

Um herói que retorna em tempos de urgência climática

Não é difícil entender por que Leonardo DiCaprio está envolvido nesse projeto. Ativista ambiental assumido e engajado, o ator já produziu documentários, discursou na ONU e lidera uma fundação voltada à preservação da biodiversidade. Ao lado de Berlanti — mestre em construir universos heroicos que dialogam com temas sociais —, DiCaprio aposta na força simbólica do Capitão Planeta para reacender o debate sobre meio ambiente com linguagem atual e narrativa envolvente.

A roteirista Tara Hernandez tem o desafio de atualizar a história sem perder o coração da proposta original: um equilíbrio delicado entre entretenimento e educação. Em tempos de colapso climático, fake news ambientais e jovens ativistas sendo criminalizados, a série pode tocar em temas urgentes, mostrando que o ativismo pode ser acessível, empático e, sim, emocionante.

Da TV Colosso ao streaming

Para muitos brasileiros, o Capitão Planeta chegou junto com a infância. A série estreou por aqui em julho de 1991, dentro do Xou da Xuxa, na Rede Globo, e depois passou por outros programas icônicos como TV Colosso, Angel Mix e Festival de Desenhos. Também foi exibida em canais pagos como Cartoon Network, Tooncast, Boomerang e até no Canal Futura — reforçando seu caráter educativo.

A estética colorida, as lições diretas e a representatividade global dos Planeteers marcaram uma geração que cresceu ouvindo sobre buraco na camada de ozônio, poluição dos mares e desmatamento — e que, agora adultos, assistem a essas ameaças se concretizando. O retorno da série, portanto, tem tudo para unir gerações em torno de uma mesma causa.

Sem data, mas com propósito

Ainda não há elenco confirmado nem previsão de estreia, mas a expectativa é grande. Especialmente porque este não é o primeiro esforço para adaptar o herói ao live-action. Em 2016, um filme chegou a ser desenvolvido pela Paramount, com Glen Powell envolvido no roteiro e cogitado como protagonista — projeto que acabou engavetado.

Agora, com o apoio criativo da Netflix, a expertise narrativa de Berlanti, o engajamento ambiental de DiCaprio e o talento provocador de Tara Hernandez, o Capitão Planeta tem a chance real de voltar ao centro do debate — não só como símbolo de nostalgia, mas como um espelho necessário para tempos que pedem urgência, empatia e transformação.

Redragon e Baly apostam no universo mobile com o lançamento do jogo gratuito “Dragondash”

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Em tempos em que jogar virou mais que um hobby — tornou-se cultura, mercado e comunidade —, a Redragon e a Baly resolveram dar um passo ousado, mas natural: transformar uma simples lata de energético em um portal para um novo universo de aventura. O resultado dessa ideia? “Dragondash”, jogo mobile gratuito lançado nesta semana e que já começa a despertar o interesse de quem vive conectado à energia do mundo gamer.

Disponível para Android e iOS, o game é uma colaboração entre a Redragon, uma das marcas de periféricos gamers mais queridas do Brasil, e a Baly, líder nacional no mercado de energéticos. Com desenvolvimento assinado pela Vneta Games Inc — mesma criadora de “Flunkey Farm” —, o título já ultrapassa a marca de 500 downloads na Play Store, e tudo indica que essa corrida mal começou.

Draquinho na pista: jogabilidade simples, carisma explosivo

A premissa do jogo é simples e viciante: o jogador assume o controle de Draquinho, o mascote oficial da Redragon, em uma corrida cheia de obstáculos, pulos, desvios e… latinhas de Baly Energy Drink. A cada 200 latinhas coletadas, uma nova skin do personagem é desbloqueada, criando um ciclo de recompensa que fala diretamente ao espírito competitivo e explorador dos gamers.

Mas o jogo vai além do entretenimento. Ele foi pensado para estreitar laços com a comunidade gamer, aproveitando o apelo dos dispositivos móveis e oferecendo uma experiência leve, divertida e gratuita. E o detalhe mais criativo da estratégia está na embalagem: o game pode ser acessado por QR Code estampado na lata do Baly Gamer Redragon, o energético lançado especialmente para a colaboração entre as duas marcas.

Um game na lata: marketing que joga junto

Quem vê o lançamento como apenas mais uma ação de marketing pode estar perdendo de vista algo maior. Segundo Michelle Uemura, gerente de branding e marketing da Redragon, a ideia é mais profunda: reforçar identidade, criar vínculos e entregar valor emocional aos consumidores.

“A Redragon e a Baly são líderes de vendas em seus ramos, sendo referência no mercado. O lançamento do Dragondash é uma forma de celebrar essa parceria de sucesso e de proporcionar uma experiência divertida para os nossos consumidores”, afirma Michelle.

O mascote Draquinho, antes presente apenas em embalagens e produtos, agora ganha vida própria no ambiente mobile. “A ideia do Dragondash surgiu como forma de ampliar a presença do nosso mascote em diferentes universos. Queríamos oferecer uma experiência divertida que conectasse os fãs do energético e da Redragon em um ambiente que já faz parte do nosso dia a dia, o mobile”, explica Michelle.

Entre latas e telas: uma jogada de aproximação

A proposta de unir a linguagem lúdica dos jogos com a presença consolidada das marcas entre os jovens é uma das tendências mais interessantes da atualidade. Grandes empresas têm buscado novas formas de se conectar com o público, e iniciativas como o Dragondash apontam para um futuro onde entretenimento e branding caminham juntos — e literalmente correm lado a lado.

Nesse cenário, a Baly leva vantagem por já ter presença consolidada em festas, eventos e academias. Agora, ela entra com força total em um universo onde o consumo é digital, e a fidelização passa por interações criativas. O QR Code na lata é mais do que uma ponte para o jogo: é um convite direto ao consumidor para mergulhar em um universo onde o produto deixa de ser apenas uma bebida e passa a ser experiência.

Comunidade em construção: pequenos passos, grandes conexões

Mesmo com números ainda tímidos, como os 500 downloads iniciais, a aposta é de longo prazo. O game não se propõe a competir com gigantes do mobile, mas a criar reconhecimento e estreitar vínculos com quem já é fã — ou pode vir a ser. Ao dar protagonismo ao mascote, a Redragon amplia sua narrativa, e a Baly passa a habitar um novo tipo de consumo, mais simbólico e interativo.

É o tipo de movimento que não se mede apenas por métricas frias de cliques ou tempo de tela, mas por engajamento afetivo. Quando o consumidor se vê jogando com um personagem que já conhece, coletando latinhas que ele mesmo bebe, a relação entre marca e público se transforma.

Mais do que um jogo: o início de um novo capítulo

O Dragondash não é apenas um game. É um gesto. Uma forma de dizer: “Ei, a gente te entende, gamer. E estamos aqui, lado a lado, com diversão e energia.”

Ao apostar em uma estratégia que mistura produto físico, universo mobile e storytelling, Redragon e Baly não apenas acompanham uma tendência de mercado — elas ajudam a escrevê-la. E, se depender da energia de Draquinho e da comunidade que começa a se formar ao seu redor, essa corrida está apenas no começo.

Para baixar o jogo:
📱 Dragondash está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. Para acessar direto, basta escanear o QR Code nas latas do energético Baly Gamer Redragon.

Jogue. Corra. Colete. E divirta-se.

“No Céu da Pátria Nesse Instante” | Documentário de Sandra Kogut sobre a tensão da democracia brasileira lança pôster oficial

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Em 8 de janeiro de 2023, o Brasil viveu um daqueles dias que entram para a história e para a memória coletiva, um momento que marcou o país e o mundo: a invasão do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal — os símbolos máximos da democracia nacional — por uma multidão movida por raiva, desinformação e polarização extrema. Um episódio tão tenso que colocou em xeque os pilares da convivência democrática e expôs as fissuras de um Brasil dividido.

É justamente esse capítulo intenso e doloroso que a cineasta Sandra Kogut escolheu filmar, com a sensibilidade de quem entende que a história não se limita a fatos frios, mas se constrói em emoções, medos e nuances humanas. No Céu da Pátria Nesse Instante, seu mais recente documentário, não apenas narra o que aconteceu, mas revela as camadas de tensão, incerteza e angústia que permearam aquele período.

Um mergulho na tensão e no medo do presente

O filme acompanha diversos personagens, de diferentes pontos do espectro político brasileiro, durante os meses turbulentos que antecederam e envolveram o episódio do dia 8 de janeiro. A narrativa foge do registro tradicional para explorar o ambiente emocional — aquele medo difuso, a ansiedade crescente e as “realidades paralelas” criadas por fake news que tornaram o momento ainda mais explosivo.

Para Sandra Kogut, o filme é “também sobre todo o medo e tensão que estavam contidos naquele momento”. É um convite a olhar para o Brasil não apenas como um cenário político, mas como um país de gente real, com dúvidas, paixões e fragilidades.

Esse olhar empático transforma a obra em um documento vivo, capaz de ajudar o público a compreender o presente para refletir sobre o futuro.

O poder do documentário para dar sentido à confusão

Num mundo saturado por informações imediatas e muitas vezes conflitantes, documentários como esse cumprem uma função essencial: desacelerar o olhar, abrir espaço para a escuta e o entendimento.

No Céu da Pátria Nesse Instante não é apenas um registro do que aconteceu — é um esforço para decifrar o caos, mostrando que, por trás de atos extremos, existem pessoas com histórias, medos e motivações complexas.

Esse processo de humanização é fundamental para evitar simplificações perigosas que alimentam ainda mais a polarização. Ao dar voz a diferentes lados, o filme constrói uma narrativa rica, que resiste à tentação de transformar tudo em preto e branco.

Um legado para o futuro

A diretora lembra que sabia da importância do momento para o Brasil, e da necessidade de um registro que pudesse ser revisitado por gerações futuras.

“Era um momento sério, que a gente ia querer olhar de novo com o tempo, para tentar entender, explicar para os nossos filhos”, afirma Kogut, ressaltando o papel do cinema como uma ferramenta para a memória histórica e a educação.

Essa consciência do valor histórico e educativo do documentário reforça seu impacto, tornando-o uma peça chave na reflexão sobre a democracia brasileira contemporânea.

Um filme que cruzou fronteiras

No Céu da Pátria Nesse Instante foi recebido com reconhecimento internacional, ganhando espaço em festivais renomados como o Festival de Málaga, Dok.fest München, Festival du Cinéma Brésilien de Paris, IDFA em Amsterdã — o maior festival de documentários do mundo — e o Festival de Cinema de Jeonju, na Coreia do Sul, entre outros.

O interesse global pelo filme demonstra como os temas de polarização, crise democrática e desinformação têm ressonância mundial, e como o Brasil virou um espelho para questões que desafiam democracias em todo o planeta.

No Brasil, a obra foi premiada no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, conquistando o Troféu de Melhor Montagem e o Prêmio Especial do Júri — merecidos reconhecimentos à qualidade artística e à relevância do tema.

Produção colaborativa que reflete o compromisso cultural

O documentário conta com o apoio do ProAC, por meio da Política Nacional Aldir Blanc, e foi produzido pela Ocean Films em parceria com Marola Filmes, Kiwi Filmes, GloboNews, Globo Filmes e Canal Brasil. A distribuição fica por conta da O2 Play e Lira Filmes.

Essa rede de colaboração mostra a força do audiovisual brasileiro e o interesse conjunto em dar voz a histórias que ajudam a entender a complexidade do país.

Por que esse filme importa — hoje e sempre

Em tempos em que o espaço para o diálogo é estreito, e as fake news ameaçam corroer a confiança nas instituições, entender a raiz dos conflitos é essencial.

No Céu da Pátria Nesse Instante surge como um convite a esse entendimento. Ao acompanhar os acontecimentos de perto, com humanidade e profundidade, o filme reforça a importância da democracia — não como uma abstração, mas como algo que impacta diretamente a vida das pessoas.

É uma obra que provoca reflexões, que inquieta, que emociona, e que, acima de tudo, chama à responsabilidade coletiva.

O pôster oficial: uma imagem que fala por si

A arte do pôster, que retrata a invasão ao Congresso Nacional, é emblemática e potente. Ela sintetiza a gravidade do episódio e serve como um chamado à vigilância e à preservação dos valores democráticos.

Assistir para lembrar e agir

Mais do que um filme para ser visto, No Céu da Pátria Nesse Instante é um convite para o debate, para a conscientização e para a defesa da democracia.

Ao levar o espectador a revisitar um momento crucial com sensibilidade e coragem, Sandra Kogut entrega uma obra que ficará viva na memória coletiva — um instrumento para que jamais esqueçamos o preço da liberdade e o cuidado que ela exige.

“O Homem de Toronto” agita o Supercine deste sábado (26/07) com a química explosiva de Kevin Hart e Woody Harrelson

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Foto: Reprodução/ Internet

No próximo sábado, 26 de julho de 2025, o Supercine da TV Globo reserva uma noite cheia de adrenalina, risadas e muita confusão com a exibição do filme “O Homem de Toronto”, produção de 2022 que une ação e comédia numa mistura surpreendentemente eficaz. Sob a direção de Patrick Hughes, o longa conta com o talento da dupla Kevin Hart e Woody Harrelson em uma trama onde identidades se confundem, desencadeando uma sequência de eventos inesperados e hilários. As informações são do AdoroCinema.

Um encontro improvável entre o ordinário e o letal

A história começa simples: Teddy (Kevin Hart) é um típico nova-iorquino azarado, cheio de inseguranças, tentando salvar seu casamento e dar um novo rumo para a sua vida. Ao alugar um Airbnb para um fim de semana romântico, ele é confundido com Randy (Woody Harrelson), o temido assassino conhecido como “O Homem de Toronto”. A partir desse erro, a vida de Teddy se transforma em um caos absoluto.

Randy, o verdadeiro “Homem de Toronto”, é um profissional frio, calculista e quase implacável, com um olhar capaz de congelar qualquer ambiente. O contraste entre a vulnerabilidade desastrada de Teddy e a frieza certeira de Randy cria uma dinâmica irresistível, que é ao mesmo tempo engraçada e cheia de tensão.

Essa dupla improvável é o motor que guia o filme. Enquanto Teddy tenta navegar em um mundo que não conhece, cercado por agentes secretos, assassinos rivais e armadilhas, Randy precisa lidar com a invasão de sua vida controlada e solitária.

Humor e ação: a receita do filme

O filme é uma celebração da comédia de ação dos anos 80 e 90, com piadas rápidas, perseguições alucinantes e cenas de luta bem coreografadas. Kevin Hart imprime em Teddy sua assinatura: um personagem nervoso, falho, mas sempre com uma ponta de bom humor e carisma, mesmo quando tudo parece prestes a desmoronar.

Woody Harrelson, por sua vez, equilibra a figura de assassino letal com momentos de leveza e até um toque de ironia. A tensão entre os dois personagens rende diálogos memoráveis e uma química natural que sustenta a narrativa.

O elenco de apoio complementa esse universo. Kaley Cuoco aparece como Maggie, adicionando uma camada emocional e humorística, enquanto Ellen Barkin, Tomohisa Yamashita e outros nomes trazem mais intensidade à trama, expandindo o espectro de personagens e situações.

Por trás das câmeras: desafios e superações

A jornada para a realização de O Homem de Toronto não foi fácil. Originalmente, Jason Statham deveria estrelar ao lado de Kevin Hart, mas sua saída pouco antes das filmagens exigiu uma rápida reestruturação. Woody Harrelson entrou para preencher esse vazio, trazendo uma energia diferente que, no fim, ajudou a definir o tom do filme.

Além disso, a pandemia de COVID-19 interrompeu a produção, que só foi retomada em outubro de 2020, em Toronto — coincidência curiosa com o título do filme. Os atrasos e mudanças exigiram flexibilidade da equipe e reforçaram a resiliência dos envolvidos.

A trilha sonora, composta por Ramin Djawadi, famoso por seu trabalho em Game of Thrones, acrescenta uma camada emocional que equilibra ação e comédia, elevando cenas de perseguição e momentos mais introspectivos.

Recepção e legado

Apesar da recepção crítica dividida — com avaliações negativas no Rotten Tomatoes e Metacritic — o filme conquistou público e fãs por seu humor e pela química dos protagonistas. A estreia na Netflix em 2022 ampliou seu alcance global, permitindo que um público diverso conhecesse a proposta leve e divertida do longa.

O Homem de Toronto não se propõe a ser um filme de ação revolucionário, mas sim uma produção que entretém com eficiência, combinando humor, ritmo e personagens memoráveis.

Reflexões além da comédia

O que diferencia esse filme de outras comédias de ação é sua reflexão sutil sobre identidade e expectativas. Teddy é um homem comum forçado a encarnar uma figura muito maior e mais temida — o que o obriga a confrontar seus medos e limitações. Randy, o assassino, por sua vez, revela desejos humanos inesperados, como o anseio por uma vida mais simples.

Entre tiros e perseguições, o filme fala sobre como, às vezes, somos obrigados a reinventar a nós mesmos, mesmo que isso signifique vestir máscaras desconfortáveis.

“Sr. Blake ao Seu Dispor” | John Malkovich retorna aos cinemas em drama delicado sobre luto, recomeços e afeto inesperado

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Foto: Reprodução/ Internet

Um novo capítulo na carreira de John Malkovich (Quero Ser John Malkovich, Império do Sol) está prestes a chegar aos cinemas brasileiros. O aclamado ator norte-americano, conhecido por suas performances intensas e marcantes, protagoniza “Sr. Blake ao Seu Dispor”, uma delicada comédia dramática de origem francesa que estreia por aqui no dia 18 de setembro. Com direção de Gilles Legardinier, a produção combina o humor sutil europeu com um olhar profundamente humano sobre a solidão, a perda e a redescoberta do afeto em meio ao inesperado. Confira abaixo o pôster revelado pelo site Omelete.

Uma viagem que vira ponto de virada

A trama gira em torno de Andrew Blake, um empresário britânico viúvo que, desde a morte da esposa, Diane, vive à deriva. Em busca de alguma conexão com o passado, ele decide embarcar para a França — mais precisamente, para a região onde viveu momentos inesquecíveis ao lado dela. A intenção inicial é apenas revisitar memórias e, quem sabe, encontrar algum conforto. No entanto, os planos saem do trilho: ao chegar, Blake acaba assumindo o papel de mordomo numa imponente mansão comandada pela excêntrica Madame Beauvillier (interpretada por Fanny Ardant).

Ali, cercado por uma equipe tão peculiar quanto cativante — a cozinheira Odile (Émilie Dequenne), o teimoso caseiro Philippe (Philippe Bas) e a jovem empregada Manon (Eugénie Anselin) —, o protagonista mergulha em uma rotina completamente fora da sua zona de conforto. O que era para ser uma estadia breve se transforma num aprendizado profundo sobre convivência, empatia e, principalmente, sobre a capacidade de renascer mesmo quando tudo parece perdido.

Um elenco afinado com o tom intimista da narrativa

Além de John, que entrega uma atuação contida e sutilmente melancólica, o elenco reúne nomes expressivos do cinema europeu. Fanny Ardant (8 Mulheres, A Mulher do Lado), uma das figuras mais icônicas do cinema francês, adiciona imponência e elegância à sua personagem. Émilie Dequenne (Rosetta, A Garota no Trem), premiada em Cannes em 1999, traz uma presença calorosa e espirituosa no papel da cozinheira. Completam o time Philippe Bas (Perfume da Memória), Eugénie Anselin (Colônia), Al Ginter (Tenet), Anne Brionne (O Segredo do Lago) e Christel Henon (Além das Palavras), em atuações que ajudam a costurar, com precisão, os tons de drama e leveza propostos pelo roteiro.

Bastidores e cenários que ampliam a experiência

As filmagens aconteceram em locações encantadoras da Bretanha francesa, incluindo o imponente Château du Bois-Cornillé, além de trechos rodados em Londres, o que adiciona à história uma atmosfera entre o clássico e o contemporâneo. O cenário da mansão, com seus jardins e salões majestosos, não é apenas um pano de fundo estético: ele atua como personagem silencioso, carregado de simbolismo — um lugar de memórias e, ao mesmo tempo, de novas possibilidades.

A produção começou a ser rodada no início de 2022 e entrou em pós-produção em maio do mesmo ano. Desde então, tem chamado atenção por onde passa. O filme teve sua première mundial no Festival de Cinema de Newport Beach, nos Estados Unidos, em outubro de 2023, e chegou aos cinemas franceses em novembro do mesmo ano. Em junho de 2024, foi exibido no Festival de Cinema Francês da Polônia, ampliando sua presença em festivais europeus.

Uma história sobre recomeçar, sem alarde

O roteiro, adaptado de um best-seller francês escrito pelo próprio diretor Gilles Legardinier, não busca grandes reviravoltas ou catarse emocional. Ao contrário, a força da narrativa está na simplicidade dos gestos, no afeto que se constrói aos poucos, no humor que nasce do cotidiano. Andrew Blake, ao se ver rodeado por pessoas tão frágeis quanto ele — cada uma com suas dores e dilemas —, reencontra no outro aquilo que pensava ter perdido para sempre: um sentido para seguir em frente.

A dinâmica entre os personagens oferece ao espectador uma paleta de emoções sutis, mas intensas. O filme propõe um olhar generoso sobre as relações humanas, fugindo de fórmulas fáceis e apostando na sensibilidade das interações. É o tipo de história que aquece aos poucos, como uma xícara de chá numa tarde fria — conforto, familiaridade e acolhimento em forma de cinema.

Expectativa para o público brasileiro

O longa chega aos cinemas do Brasil com a promessa de tocar corações de quem já enfrentou o luto, sentiu-se deslocado ou precisou se reinventar diante das adversidades. O carisma de Malkovich, aliado à leveza da produção, deve atrair um público que aprecia narrativas mais introspectivas e humanizadas.

Quem deve assistir o filme?

Para quem busca um filme capaz de emocionar sem ser melodramático, fazer rir com delicadeza e, acima de tudo, inspirar novas formas de enxergar a vida, o novo longa é uma bela pedida. Mais do que um drama sobre perdas, é uma celebração do inesperado, da amizade e da coragem de se abrir para o novo — mesmo quando tudo parece já ter se encerrado.

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