Premonição 6 – Laços de Sangue quebra recorde e faz história nos cinemas brasileiros!

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Se você curte um bom filme de terror, prepare-se para conhecer o novo campeão das estreias: Premonição 6: Laços de Sangue. Desde que chegou aos cinemas, no dia 15 de maio, ele vem colecionando sustos — e recordes! Com mais de 700 mil ingressos vendidos e uma bilheteria monstruosa de R$ 15 milhões só no fim de semana de lançamento, o filme bateu o maior recorde de estreia para um terror 18+ no Brasil.

Recorde de bilheteria? temos!

Não é todo dia que um filme de terror consegue lotar as salas de cinema e conquistar multidões, né? Premonição 6 provou que o brasileiro está pronto para o suspense que mistura medo com aquela adrenalina que só um bom susto proporciona. O público não decepcionou, e a crítica também ficou de olho — aprovando a vibe aterrorizante que a franquia sempre entregou, agora com um toque fresquinho.

Direção de peso e trama cheia de reviravolta

Por trás das câmeras, temos Adam Stein e Zach Lipovsky, que comandaram o longa com maestria para manter a essência do terror clássico, mas sem deixar o público de lado. A trama é cheia de surpresas, armadilhas e aquelas mortes criativas que fazem a gente pensar duas vezes antes de abrir uma porta ou pegar um elevador. A tensão cresce do início ao fim, e o clima de “quem será o próximo?” é constante.

Quem pensa que só o roteiro sustenta o filme, está enganado! O elenco é um show à parte. Kaitlyn Santa Juana (que você viu em The Flash), Teo Briones (Chucky), Richard Harmon (The 100), Owen Patrick Joyner (Julie and the Phantoms) e, claro, o lendário Tony Todd, que volta para dar aquele toque nostálgico que os fãs amam, formam o time perfeito para encarar a morte de frente — ou pelo menos tentar.

A experiência nas telonas continua

Se você ainda não foi assistir, tá esperando o quê? Premonição 6 segue em cartaz nos cinemas de todo o país, inclusive com versões acessíveis para garantir que ninguém fique de fora dessa aventura arrepiante. Chame os amigos, prepare a pipoca e se prepare para uma sessão que vai fazer seu coração acelerar.

E lembre-se: no universo de Premonição, a morte não perdoa — então fica esperto e aproveita o filme antes que seja tarde demais

3ª temporada de Alice in Borderland estreia em setembro e promete mergulho mais sombrio na alma dos sobreviventes

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Depois de tudo o que viveram — mortes, perdas, jogos cruéis, dor e superação —, parecia que Arisu e Usagi finalmente tinham alcançado aquilo que qualquer sobrevivente deseja: um pouco de paz. Mas se Alice in Borderland nos ensinou algo ao longo de suas duas temporadas, é que a tranquilidade sempre vem com prazo de validade.

A Netflix acaba de anunciar a estreia da 3ª temporada da série japonesa para o dia 25 de setembro, e trouxe também uma prévia que deixou os fãs em alerta: Usagi desapareceu. E o passado que eles acreditavam ter deixado para trás pode não ter acabado.

Amor, trauma e uma nova travessia

Diferente das temporadas anteriores, a nova fase de Alice in Borderland começa com Arisu e Usagi vivendo juntos, agora como casal. Eles construíram uma vida, mas ainda carregam consigo os traumas do que enfrentaram na Terra da Fronteira — aquele universo entre o sonho e o pesadelo, onde a sobrevivência dependia de lógica, coragem e, muitas vezes, sacrifícios impossíveis.

Mas tudo muda quando Usagi desaparece, supostamente guiada por Ryuji (Kento Kaku), um enigmático estudioso da vida após a morte. Abalado, Arisu se vê forçado a voltar ao lugar que quase o destruiu. E é justamente lá que ele reencontra Banda, um rosto conhecido — e perigoso — que traz revelações sobre o paradeiro de Usagi. Para salvá-la, Arisu terá que se reconectar com uma parte dele que tentou enterrar: o jogador, o estrategista, o sobrevivente.

A Terra da Fronteira muda, mas continua viva

Os jogos podem ter acabado, mas a Terra da Fronteira continua existindo. E talvez ela nunca tenha sido apenas um lugar — mas um estado de alma. A nova temporada promete mergulhar em questões mais densas: o que significa realmente voltar à vida depois de um trauma? O que acontece quando sobrevivemos ao impossível, mas seguimos presos ao que perdemos?

Mais do que novas provas físicas, a temporada deve explorar o jogo interno — aquele que se trava dentro dos personagens. A série, que sempre flertou com elementos psicológicos e existenciais, agora parece disposta a encarar de frente o que ficou mal resolvido. E, se conhecemos bem esse universo, sabemos que nada volta igual.

Um fenômeno global com alma japonesa

Lançada em 2020 e baseada no mangá de Haro Aso, Alice in Borderland começou como uma surpresa e se consolidou como um fenômeno de alcance mundial. Misturando ficção científica, ação, filosofia e emoção crua, a série conquistou não apenas pelo espetáculo visual, mas pela profundidade de seus personagens.

No centro da história, Arisu e Usagi formaram um elo raro: duas pessoas marcadas pela dor que encontraram uma espécie de redenção mútua. Agora, com o novo arco dramático, o público poderá vê-los enfrentando uma travessia ainda mais íntima — onde não há cartas na mesa, apenas o coração exposto.

Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nos cinemas com reencontro emocionante e um retrato profundo da resistência indígena

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Após emocionar o público em uma sessão lotada no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, no Rio de Janeiro, o documentário Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá estreia nesta quinta-feira (11) nos cinemas brasileiros. Mais do que um filme, ele é um reencontro histórico, uma cura familiar e um poderoso gesto de cinema feito por e para povos originários.

A produção entra em cartaz em 13 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Vitória, Brasília, João Pessoa, Fortaleza, Maceió, Poços de Caldas, Balneário Camboriú e outras, com distribuição da Embaúba Filmes. E chega cercada de afeto, memória e ancestralidade.

Uma história interrompida pela ditadura — e religada pelo afeto

Nos anos 1960, em pleno regime militar, Luiz Kaiowá, indígena guarani kaiowá, deixou sua terra natal em Mato Grosso do Sul com outros parentes. Passaram por São Paulo, Rio de Janeiro… até que foram levados à força por agentes da Funai até Minas Gerais. Lá, Luiz viveu mais de 15 anos entre os Tikmũ’ũn (Maxakali), onde teve duas filhas: Maiza e Sueli.

Mas a história tomou um rumo abrupto quando, ainda com Sueli nos braços, Luiz foi transferido de volta ao Mato Grosso do Sul. Ele nunca mais voltou. Sueli cresceu sem o pai — e com perguntas que só o tempo, a política e a força da ancestralidade poderiam responder.

Décadas depois, em tempos de internet nas aldeias e articulação indígena crescente, Sueli reencontra o pai. E decide transformar esse gesto em algo maior: um filme ritual, um documento afetivo, uma travessia entre povos e tempos.

Quando o cinema vira reencontro — e também resistência

Co-dirigido por Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna, o filme acompanha os preparativos, trocas e emoções de Sueli antes de finalmente reencontrar o pai, hoje um dos mais respeitados xamãs guarani kaiowá.

Não se trata apenas de uma biografia. O filme é tecido com línguas indígenas, cantos cerimoniais, silêncios cheios de sentido e imagens que respeitam o tempo da escuta. Filmado em territórios maxakali e guarani kaiowá, o longa traz o cotidiano das aldeias, suas lutas, seus encantados e suas formas de resistir ao apagamento histórico.

A diretora Sueli resume: “Não é só um filme. São nossos encantados, nossos rituais, que dão a força para chegar até aqui.”

Uma produção coletiva, viva e ancestral

O filme não se faz apenas com câmeras: ele se constrói com coletividade, fé e tempo. A equipe envolve outros cineastas indígenas como Alexandre Maxakali, responsável pela fotografia, e as guarani kaiowá Michele e Daniela Kaiowá, que assinam direção assistente e direção de fotografia.

Toda a obra é falada em maxakali, guarani kaiowá e português, costurando línguas como se fossem fios de um tecido que reconecta histórias e culturas separadas à força. Antes do reencontro físico, vieram vídeo-cartas, telefonemas e trocas digitais entre Sueli e Luiz. Só em 2022 uma delegação pôde percorrer os mais de 1800 km até as terras indígenas no Mato Grosso do Sul para esse abraço que virou cinema.

Reconhecimento da crítica e dos festivais

O longa-metragem teve estreia consagrada no 57º Festival de Cinema de Brasília, onde levou o prêmio de Melhor Direção. Também passou pela Mostra de Cinema de Tiradentes, pelo Festival de Cachoeira e pela Mostra Ecofalante, onde recebeu menção honrosa do júri.

A crítica especializada tem elogiado não só a potência do tema, mas também a forma como ele é tratado. O Coletivo Crítico chamou o filme de “porta-retrato de uma história familiar construído diante de nossos olhos”, enquanto o Papo de Cinema destacou que o longa marca “uma tendência positiva do cinema brasileiro recente: histórias de alto valor contadas por quem as viveu, com sensibilidade e autonomia.”

Um abraço filmado, um ato de cura

Em tempos em que o Brasil redescute sua memória e o cinema brasileiro busca narrativas mais diversas e honestas, Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá surge como uma joia rara. Ele não fala por povos indígenas — ele fala com e a partir deles.

Entre encontros adiados, câmeras ligadas e cantos ancestrais, o que vemos é mais do que um filme: é um abraço que resistiu ao tempo, à política e ao esquecimento. E que agora pode ser compartilhado com o mundo inteiro.

Airbnb leva fãs para viver como Smurfs por um dia na floresta belga!

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Se você cresceu sonhando em morar numa casa de cogumelo, usar um chapéu branco engraçado e dançar com a Smurfette no meio da floresta… esse sonho azul está prestes a se tornar realidade! Em comemoração ao novo filme dos Smurfs, a Paramount Animation e o Airbnb resolveram abrir as portas da Aldeia Smurf para o mundo real — e, olha, tem vaga pra você (se for rápido no clique)!

No dia 3 de agosto de 2025, duas famílias sortudas vão embarcar numa jornada mágica no coração da floresta belga, terra natal dos nossos azuizinhos favoritos, pra viver como um Smurf de verdade. É isso mesmo: roupa, comida, música, dança e até tiro com arco — tudo no estilo Smurf.

🍄 Aventura começa na casa do Papai Smurf (mas shhh, ele tá viajando)

Assim que os convidados chegam na floresta, são recebidos por um anfitrião pra lá de especial: Nicolas Tytgat, nada menos que neto de Peyo, o criador dos Smurfs! Com o Papai Smurf fora da vila em missão (coisas do novo filme 👀), Nicolas assume o comando e guia as famílias por um dia recheado de atividades e surpresas mágicas.

O ponto de partida é a famosa casa-cogumelo do Papai Smurf, onde todo mundo recebe uma bebida de smurfberry geladinha — um suquinho roxo cheio de energia, sabor e, quem sabe, um toque de magia.

🎨👒 Faça seu próprio chapéu (afinal, cada Smurf tem seu estilo)

Antes de se jogar na floresta, é hora de entrar no look azul. Os participantes vão colocar a criatividade pra funcionar personalizando seus próprios chapéus de Smurf na mesa do Papai Smurf. Valem penas, adesivos, desenhos e até purpurina! E claro… quem for curioso pode tentar espiar os segredos da casa do Papai enquanto ele não volta. 👀

🏹 Tiro ao alvo, bolinhos azuis e dança na floresta

Com os chapéus prontos, começa a parte mais aventureira: explorar a floresta, praticar tiro com arco (sem acertar nenhum gnomo, por favor!) e se conectar com a natureza do jeitinho que os Smurfs amam.

Depois, todo mundo se junta pra um piquenique smurfístico, com bolinhos de smurfberry, batatinhas crocantes (a favorita da Smurfette!) e outras delícias inspiradas nos personagens.

Mas o ponto alto vem depois do lanche: um palco ao ar livre no meio da floresta vai ser cenário para a grande performance. Um coreógrafo — treinado diretamente pelos Smurfs da nova geração — vai ensinar os passinhos da coreografia viral do novo filme, pra todo mundo dançar junto. Spoiler: vai ter reboladinha azul, sim.

🍦 Sorvete + despedida + lembranças eternas

E pra fechar o dia com chave de ouro (e sabor de fruta roxa), rola um momento doce com sorvete de smurfberry, abraços no anfitrião e um “até logo” daqueles que deixam saudade.

Cada família vai embora com seu chapéu personalizado, fotos, sorrisos e memórias que nem o Gargamel vai conseguir apagar.

💙 Quer viver isso? Fica de olho no Airbnb!

Essa experiência exclusiva estará disponível para reserva no Airbnb em breve, e a dica é simples: se você piscar, pode perder. Então ativa o lembrete, chama a família e já vai ensaiando a dancinha!

Rita Lee é celebrada em Os Ímpares com releituras que resgatam seu álbum pioneiro

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Mais de 50 anos depois de lançar seu primeiro álbum solo, Rita Lee volta aos holofotes em grande estilo na série original do Curta!, “Os Ímpares”. A produção celebra o disco “Build Up” (1970), obra pouco reconhecida na época, mas fundamental para consolidar a artista como a rainha do rock brasileiro.

Um álbum à frente do seu tempo

Quando Rita Lee lançou “Build Up”, tinha apenas 22 anos e muita coragem. O disco, inicialmente pensado como musical, trazia uma sonoridade experimental que misturava gêneros e letras carregadas de ironia, política e sensibilidade. O público e a crítica, no entanto, não estavam preparados para essa ousadia — e o álbum acabou ignorado comercialmente.

Mas, como toda obra de arte verdadeira, “Build Up” envelheceu como um vinho raro, ganhando status de cult e influência para gerações futuras.

“Viagem ao fundo de mim” e “Tempo Nublado” ganham nova vida

No episódio dedicado à Rita Lee, duas faixas do álbum são regravadas por nomes da nova geração musical. Juliana Linhares, cantora potiguar, empresta sua voz a “Viagem ao fundo de mim”, trazendo uma interpretação que dialoga com a originalidade e rebeldia de Rita.

“Rita Lee é uma referência essencial para minha trajetória artística. A forma como ela constrói imagens e usa o deboche para tratar de temas políticos me inspira profundamente”, afirma Juliana.

Já Nina Becker, fã declarada desde criança, revisita “Tempo Nublado” com uma emoção especial. Ela guarda até hoje um molde do vinil original de “Build Up” que nunca foi prensado — uma relíquia que simboliza seu amor pelo disco.

“O álbum é quase uma peça teatral, com personagens e narrativas que cativam desde a infância”, lembra Nina.

O legado tropicalista de Rita Lee em foco

O episódio também conta com a participação do jornalista e escritor Guilherme Samora, que reforça a importância histórica do álbum:

“‘Build Up’ revela o quanto Rita Lee é tropicalista em essência. O disco era rebelde demais para a época, e talvez por isso não tenha sido compreendido à primeira vista. Mas essa mistura de delicadeza e provocação é o que torna a obra tão poderosa até hoje.”

“Os Ímpares”: um resgate cultural de álbuns esquecidos

Produzida pela Das Minas Produções e financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), a série “Os Ímpares” tem uma proposta original e relevante: revisitar discos brasileiros que não receberam o reconhecimento merecido na época de seus lançamentos, mas que hoje são pilares da música nacional.

Com direção musical de Felipe Pinaud e participação de artistas como Clara Buarque, Roberta Sá e BNegão, a série é um encontro entre passado e presente, mostrando os bastidores das releituras e contando histórias pouco conhecidas desses álbuns.

Quando e onde assistir

O episódio sobre Rita Lee estreia no dia 14 de julho, às 21h, no CurtaOn – Clube de Documentários, disponível no Prime Video Channels, Claro tv+ e no site oficial CurtaOn.com.br.

Para quem gosta de música, história e arte, é uma oportunidade imperdível de revisitar um clássico e entender a força de uma artista que mudou para sempre a cara da música brasileira.

Louise França canta “Risoflora” e reencontra Chico Science em estreia emocionante no Replay Da Lama ao Caos

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Há músicas que são raízes. Que se enterram fundo na alma e florescem mesmo depois de décadas. Assim é “Risoflora”, e assim é a estreia da cantora Louise França, filha de Chico Science, no projeto Replay Da Lama ao Caos, que celebra os 30 anos do álbum que fundou o movimento manguebeat.

Louise tinha apenas seis anos quando perdeu o pai. Cresceu ouvindo sua voz nas caixas de som, nos discos empoeirados, nas ruas do Recife. Mas agora é a vez dela. De abrir a própria voz. De cantar — e encantar — com uma versão de Risoflora que não tenta copiar Chico, mas que dialoga com ele num abraço sonoro de gerações.

“Essa música sempre me chamou”, conta Louise. “Era como se ela me esperasse.”

Herança e leveza nos bastidores

Nos bastidores da gravação, um momento carinhoso entre colegas quase virou disputa: Marcelo D2, um dos primeiros a mergulhar no projeto, também queria gravar “Risoflora”. Mas Louise foi direta: “Tive que dizer nananinanão, essa é minha!”, lembra ela, rindo. D2 entendeu — e ficou tudo em casa. O clima? De celebração, troca e muito afeto.

Uma estreia com alma e história

Louise transforma “Risoflora” em um rito pessoal, íntimo e político. Não há exageros. Só entrega. Sua interpretação é marcada por um timbre doce, mas firme — uma artista que não carrega o peso do legado, e sim o honra com naturalidade.

“Cantar essa música é me conectar com meu pai, mas também com o que ele acreditava: arte como arma, música como resistência, som como ponte.”

Replay: um mergulho no mangue que ainda pulsa

O Replay Da Lama ao Caos é mais do que uma releitura de um disco histórico. É uma travessia musical feita de memória, identidade e reinvenção. Cada faixa do clássico de 1994 ganha nova roupagem nas mãos (e vozes) de artistas que bebem da lama fértil do manguebeat, mas seguem em seus próprios caminhos.

Além de Louise e D2, nomes como Duda Beat, Jup do Bairro, Sofia Freire, Chinaina, Mago de Tarso e Zegon fazem parte do projeto, que está disponível nas plataformas de streaming e virou também uma série documental exibida no Canal Bis e no Globoplay.

O episódio com Louise vai ao ar nesta sexta (11), às 21h, no Canal Bis.

Na mesma edição, Marcelo D2 e Zegon revisitam “Banditismo por uma Questão de Classe” com a urgência de quem ainda tem muito a dizer, e Jup do Bairro entrega uma performance visceral de “Monólogo ao Pé do Ouvido”.

Uma nova voz, uma velha força

A estreia de Louise França é mais do que um “começo de carreira”. É um reencontro simbólico com Chico Science, com o Recife, com o mangue que nunca deixou de florescer. Uma nova voz se junta ao coro — não para repetir o que já foi dito, mas para continuar dizendo.

Guy Ritchie se afasta da direção de Matador de Aluguel 2; produção segue com Jake Gyllenhaal

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Na última quinta-feira (10), os fãs de ação receberam uma notícia inesperada: Guy Ritchie, diretor renomado por sucessos como Snatch: Porcos e Diamantes e Aladdin (2019), decidiu deixar o comando de Matador de Aluguel 2. Embora os motivos não tenham sido divulgados, a produção segue firme, com Jake Gyllenhaal confirmado para retomar seu papel de ex-lutador do UFC em uma jornada de sobrevivência intensa.

Roteiro e elenco promissores mantêm as expectativas altas

Responsável pelo roteiro, Will Beall — conhecido pelo trabalho em Um Tira da Pesada 4: Axel Foley — prepara a trama para uma produção que tem estreia marcada para setembro. Além de Gyllenhaal, o elenco é um dos pontos altos do projeto, reunindo talentos como Billy Magnussen (007: Sem Tempo Para Morrer), Daniela Melchior (O Esquadrão Suicida), Lukas Gage (The White Lotus) e Arturo Castro (Broad City).

Um reboot que honra um clássico dos anos 80

Matador de Aluguel é um reboot do filme cult de 1989 estrelado por Patrick Swayze, que conquistou uma legião de fãs ao misturar ação e drama em um cenário implacável. A nova versão aposta em atualizar essa pegada, trazendo uma abordagem mais contemporânea e visceral para a luta pela sobrevivência no submundo das artes marciais.

O que esperar da ausência de Guy Ritchie?

A saída de Ritchie pode abrir espaço para um novo olhar na direção, possivelmente com uma abordagem diferente da que o público esperava. Com o roteiro em mãos e um elenco sólido, a expectativa é que Matador de Aluguel 2 mantenha a adrenalina e a intensidade, mas com frescor e talvez algumas surpresas criativas.

Paramount+ e Good Cop lançam loja imersiva e doce mortal para celebrar a nova era de Dexter: Ressurreição

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Quem diria que um serial killer daria tanta vontade de tirar selfie e comer donut? Pois é. Dexter Morgan, o assassino mais metódico, calculista e carismático da TV está de volta — e não veio sozinho. A nova fase da franquia, “Dexter: Ressurreição”, chega nesta sexta-feira (11) ao Paramount+ com dois episódios de arrancar o fôlego (e talvez algumas unhas). E, pra marcar o retorno do justiceiro de jaleco ensanguentado, uma parceria no mínimo… deliciosa.

Sim, o Paramount+ se juntou com a Good Cop pra criar uma experiência imersiva que mistura crime, psicologia forense e confeitaria — e o resultado? Um espaço que parece saído direto do laboratório do Dexter, com cheiro de donut e clima de “cuidado onde pisa”.

🍩 Donut de edição limitada: mais viciante que Dexter no modo vigilante

Imagina morder um donut que poderia muito bem estar numa cena do crime — se não fosse tão gostoso. A partir de 11 de julho, todas as lojas e quiosques da Good Cop vão oferecer um donut exclusivo inspirado em Dexter, por R$ 17,90. Vermelho, intenso, com sabor misterioso (a receita é segredo de Estado), ele é perfeito pra comer enquanto você assiste à série tentando adivinhar quem vai ser o próximo da lista.

🧠 Dentro da mente de Dexter: a nova loja imersiva no Itaim Bibi

Agora segura essa: a loja da Good Cop no Itaim Bibi foi completamente transformada em um mergulho na mente do nosso serial killer preferido. Tem espaço imersivo, ambientação sombria, referências da série por todos os cantos, e aquele clima tenso que só Dexter sabe entregar. Spoiler: tem lugar pra tirar selfie e fingir que você também tem um dark passenger (mas sem o peso moral, relaxa).

A ideia é que o fã não só assista — mas viva o universo de Dexter por alguns minutos, com direito a registro nas redes sociais e donut na mão. Uma experiência completa pra quem gosta de um bom suspense servido com açúcar e uma pitada de loucura.

🎬 Dexter: Ressurreição — ele voltou, e continua letal

Na nova produção do Paramount+, Dexter está mais introspectivo, mais sombrio, e mais… você vai ver. “Ressurreição” promete reacender a febre pelo personagem que redefiniu o anti-herói da TV, misturando dilemas morais, justiça com as próprias mãos e muito suspense bem roteirizado.

Raphaela Santos é destaque deste sábado (12) no “Eita, Lucas!”

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Em tempos em que a televisão busca reconexão com o público, “Eita, Lucas!” vem se firmando como um raro exemplo de entretenimento que não abandona o afeto. E neste sábado (12), às 15h30, o SBT exibe uma edição especial do programa diretamente de Recife (PE), cidade onde o calor humano vai além da temperatura e onde histórias ganham voz em meio à música, aos jogos e às surpresas que transformam vidas.

À frente da atração está Lucas Guimarães, apresentador que tem conquistado o Brasil não apenas pelo carisma, mas pela capacidade de escutar, de acolher e de rir junto — um comunicador que compreende que a TV aberta ainda é janela, palco e abraço para milhões de brasileiros.

Entre o riso e o reconhecimento

O cenário desta semana é a Arena montada na capital pernambucana, que celebra com cores, sotaques e sorrisos a pluralidade nordestina. O quadro Game do Povo, uma das marcas do programa, traz à disputa as assistentes de palco Perlla de Cássia e Walesca Melo, cujas histórias pessoais também ecoam representatividade. Entre provas divertidas e muita interação com o público local, o quadro mostra que a leveza também é forma de resistência.

A convidada musical é Raphaela Santos, uma das vozes mais potentes da nova cena popular, que transforma a chamada “sofrência” em força cênica e artística. Além de cantar seus sucessos ao vivo, ela encara um duelo de dança descontraído com Lucas, num momento que reforça o tom espontâneo e afetivo do programa.

Histórias que merecem ser ouvidas

Mas talvez o ponto alto do programa esteja no quadro Carona da Sorte, que esta semana apresenta a trajetória de Dona Neidinha, moradora de Itabuna (BA). Aos 67 anos, Dona Neidinha carrega cicatrizes profundas — perdeu filhos, marido e passou por períodos de grave dificuldade financeira. Ainda assim, é conhecida na vizinhança pela fé inabalável e pela solidariedade com quem tem menos.

Sem saber, ela é surpreendida por Lucas Guimarães no meio da plateia. Emocionada, participa do quadro onde pode ganhar até R$ 10 mil, respondendo perguntas com o auxílio da inteligência artificial Áurea. Mas, mais do que o valor em dinheiro, o verdadeiro prêmio está na escuta, no respeito à sua história, e no reconhecimento de que vidas comuns merecem visibilidade.

Resumo da notícia

📍 “Eita, Lucas!” – edição especial gravada em Recife (PE)
📅 Sábado, 12 de julho
15h30, no SBT
🎤 Participações: Raphaela Santos, Perlla de Cássia, Walesca Melo e Dona Neidinha (Carona da Sorte)
📺 Quadros: Game do Povo, Duelo de Dança e Carona da Sorte

Sabadou com Virgínia deste sábado (12) entra no ritmo do pagode com Alexandre Pires, Amaral e Duda Nagle

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Se você acha que já sabe o que é um sábado perfeito, segura essa: o Sabadou com Virgínia deste sábado, 12 de julho de 2025, está preparado para redefinir o conceito de “fim de semana ideal”. Com convidados que misturam música, futebol e inspiração, o programa chega chegando e promete fazer você rir, emocionar e até dançar na sua sala.

Alexandre Pires: o cantor que conquistou o Brasil e surpreende com histórias inéditas

A energia contagiante de Alexandre Pires é a primeira a tomar conta do palco. O vocalista que embalou romances e festas ao longo de décadas abre o coração e revela um lado pouco conhecido: o jovem tímido que só decolou na carreira graças a um empurrãozinho especial da mãe. Momentos emocionantes e revelações inéditas vão fazer você ver o artista de um jeito que nem imaginava.

Além disso, Alexandre traz na bagagem o projeto que vem conquistando fãs de todas as idades: o Pagonejo Bão, uma mistura arretada de pagode com sertanejo que une estilos e gerações com uma naturalidade que só a música brasileira sabe fazer.

Amaral e o futebol que faz rir: entre gols e histórias que parecem roteiro de comédia

Quem disse que futebol é só bola na rede? Amaral, ex-jogador e colecionador oficial de causos hilários, promete virar o jogo com seu humor afiado. Prepare-se para rir com histórias que parecem ter saído de um filme, como o famoso “exame médico comédia” e o lendário “cocô congelado” que virou piada interna da turma do campo — sim, você leu certo e não vai querer perder essa!

Duda Nagle: coragem, emoção e a missão de inspirar

Para fechar a noite com chave de ouro, o ator e comunicador Duda Nagle chega com uma conversa inspiradora. Ele vai contar como enfrentou uma luta contra o campeão Popó sem piscar e dividir seu propósito de ajudar as pessoas a superarem a timidez, sempre com uma dose generosa de otimismo e sorrisos. Um papo que vai contagiar você a encarar os próprios medos com mais leveza.

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