Netflix divulga trailer de “Se Desejos Matassem…” e confirma estreia do k-drama de terror psicológico em 24 de abril

A Netflix divulgou o trailer oficial de “Se Desejos Matassem…”, novo k-drama de terror psicológico que chega ao catálogo da plataforma no dia 24 de abril. A produção sul-coreana apresenta uma narrativa centrada em estudantes de uma escola de uma pequena cidade que passam a lidar com um aplicativo misterioso capaz de realizar desejos em troca de consequências graves.

As cenas divulgadas indicam que a série trabalha com a escalada de eventos dentro do ambiente escolar, mostrando como o aplicativo se espalha entre os alunos e altera a dinâmica entre eles. A produção utiliza esse cenário para desenvolver conflitos progressivos, com foco nas consequências diretas de cada escolha feita pelos personagens. Abaixo, veja o vídeo:

Na história, o aplicativo chamado Girigo se espalha entre os alunos como uma novidade digital. Inicialmente utilizado por curiosidade, o sistema rapidamente passa a interferir na rotina dos personagens ao atender pedidos que, à primeira vista, parecem vantajosos. Com o avanço dos episódios, cada desejo concretizado desencadeia efeitos diretos na vida dos envolvidos, alterando relações pessoais, rotina escolar e equilíbrio emocional do grupo.

O material promocional divulgado pela plataforma destaca o impacto progressivo do uso da ferramenta entre os estudantes. À medida que os pedidos aumentam, surgem situações de conflito, desconfiança e isolamento dentro da escola. O enredo se estrutura a partir da relação entre decisão e consequência, com foco nas escolhas individuais que afetam o coletivo.

A direção é assinada pelo mesmo cineasta de “Em Movimento” (2023), produção anterior também sul-coreana. O trabalho indica continuidade na abordagem voltada para narrativas de tensão psicológica e construção de conflitos a partir de situações cotidianas.

O elenco reúne Baek Sun-ho (Entre ele e ela, Kick Kick Kick Kick), Hyun Woo-seok (A Home from Home, Time to Be Strong), Jeon So-yeon, Kang Mi-na (Amor Enrolado, Twelve, Moonshine, Hotel Del Luna) e Lee Hyo-je (Vanishing Time: A Boy Who Returned, Good Person). Os personagens interpretados pelo grupo de atores fazem parte do núcleo central da história e estão diretamente envolvidos com o uso do aplicativo. A trama acompanha como cada um reage diante da possibilidade de ter seus desejos atendidos, além das consequências que surgem a partir dessas decisões.

“Se Desejos Matassem…” integra o catálogo de produções sul-coreanas da Netflix, que seguem em expansão no serviço de streaming. A série chega ao público em um momento de crescimento da demanda por conteúdos do país dentro da plataforma, especialmente em gêneros voltados ao suspense e ao terror psicológico.

O Diabo Veste Prada 2 ganha projeção forte de estreia e pode ultrapassar US$ 66 milhões nos cinemas

Quase vinte anos depois de se tornar um fenômeno da cultura pop e redefinir o imaginário sobre o universo da moda no cinema, “O Diabo Veste Prada” retorna aos holofotes com uma sequência que já desperta grandes expectativas da indústria e do público. “O Diabo Veste Prada 2”, produção da 20th Century Studios, tem estreia prevista para o fim de abril de 2026 e chega oficialmente aos cinemas norte-americanos em 1º de maio do mesmo ano, cercado por projeções que indicam uma abertura bastante expressiva nas bilheterias.

Segundo estimativas iniciais do mercado, o longa pode arrecadar mais de 66 milhões de dólares apenas em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. O número chama atenção não apenas pelo potencial comercial, mas também pelo contexto em que ele surge. Estamos falando de uma sequência lançada quase duas décadas após o filme original, algo que reforça o peso da nostalgia e a força contínua da obra no imaginário popular.

Em um cenário atual dominado por grandes franquias e universos cinematográficos consolidados, o retorno dessa história evidencia como certos títulos conseguem atravessar gerações. O interesse em torno do novo filme não se limita à curiosidade, mas também ao vínculo afetivo que o público criou com os personagens e com o universo apresentado no longa de 2006.

Esse movimento já aparece nas pré-vendas. Desde a abertura da venda de ingressos em 12 de março, a procura tem sido intensa e constante. Em muitos mercados, os números já superam o desempenho de lançamentos recentes no mesmo período de pré-lançamento, o que indica uma demanda acumulada significativa. Mais do que um simples retorno, o filme surge como um reencontro esperado por uma base de fãs que manteve viva a memória da produção ao longo dos anos.

O retorno do elenco reforça a força da sequência

Grande parte da expectativa em torno da continuação está diretamente ligada ao retorno do elenco original. Meryl Streep volta ao papel de Miranda Priestly, a icônica editora-chefe da revista Runway, cuja presença se tornou uma das interpretações mais marcantes de sua carreira. A personagem segue sendo lembrada como um símbolo de poder, rigor e influência no universo da moda.

Anne Hathaway também retorna como Andrea Sachs, agora em um novo momento de vida, o que abre espaço para uma abordagem diferente da personagem apresentada no primeiro filme. A trajetória de Andy, que começou como uma jovem jornalista em busca de oportunidades, deve ganhar novas camadas após os acontecimentos da obra original.

Emily Blunt reprisa o papel de Emily Charlton, personagem que conquistou o público com sua ambição, ironia e momentos de humor ácido. Já Stanley Tucci retorna como Nigel Kipling, uma das figuras mais queridas do bastidor editorial retratado na história.

O elenco ainda conta com o retorno de Tracie Thoms e Tibor Feldman, reforçando a continuidade do universo original. Entre as novidades estão nomes de destaque como Kenneth Branagh, que interpreta o marido de Miranda, além de Lucy Liu, Justin Theroux, Simone Ashley, Patrick Brammall e Caleb Hearon, ampliando o alcance da narrativa e introduzindo novas dinâmicas à trama.

Um projeto que levou anos para acontecer

Apesar do entusiasmo atual, a sequência não foi um projeto simples de ser concretizado. Durante anos, a possibilidade de uma continuação foi tratada com cautela pelos próprios envolvidos. Meryl Streep, em diferentes momentos, demonstrou resistência à ideia de revisitar a personagem, enquanto Anne Hathaway já declarou anteriormente que só retornaria caso houvesse uma história realmente relevante para justificar a continuação.

A mudança de cenário aconteceu em julho de 2024, quando a Walt Disney Studios iniciou o desenvolvimento oficial do projeto por meio da 20th Century Studios. A partir desse momento, o retorno de nomes fundamentais foi decisivo para dar forma à produção, incluindo a roteirista Aline Brosh McKenna e o diretor David Frankel, ambos ligados ao filme original.

O roteiro tem como base o livro “A Vingança Veste Prada”, lançado em 2013 por Lauren Weisberger. A obra amplia o universo das personagens e apresenta novos conflitos em um cenário completamente transformado pelo tempo e pelas mudanças da indústria da moda.

Resumo da novela A Nobreza do Amor de sexta (10/04) – Alika enfrenta Virgínia e desconfia de plano contra ela

No resumo da novela A Nobreza do Amor desta sexta, 10 de abril de 2026, Lúcia, também conhecida como Alika, confronta Virgínia ao questionar as histórias falsas criadas por ela. Enquanto isso, Ana Maria demonstra entusiasmo ao dançar com Manoel. Salma observa a aproximação entre Tonho e Lúcia/Alika e identifica um possível envolvimento amoroso. Após escutar uma conversa de Virgínia com seus familiares, Mirinho passa a acreditar que Lúcia/Alika tem interesse nele. Ao vê-la dançando com Tonho, ele reage com ciúmes e decide agir contra o rival.

Jendal é perturbado por um sonho envolvendo Alika. Em outro momento, Alika enfrenta Mirinho com indignação. Determinado a obter respostas, Jendal ordena a prisão de Soliman, esperando que o paxá revele o paradeiro de Alika. Graça e Virgínia recorrem ao suborno de Botelho para influenciar o inspetor, buscando confirmar a versão de que Lúcia/Alika e Vera, também chamada de Niara, participaram do roubo das joias em São Paulo.

Próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor

Graça e Virgínia conseguem que Botelho aceite o acordo proposto. A presença do inspetor ao lado das duas chama a atenção de Adônis, que passa a desconfiar da situação. Em seguida, ele vai até a casa de José para levar Lúcia, também chamada de Alika, e Vera, conhecida como Niara, à delegacia, onde será realizada a acareação sobre o roubo das joias. Paralelamente, Soliman é preso e afirma a Chinua que está ao lado da revolução em Batanga. Kênia e Jendal buscam informações com Çinar sobre o estado de saúde de Omar, enquanto Mundica revela que Mirinho foi o responsável por sabotar a carroça de Tonho.

Diógenes confronta Virgínia e Graça ao perceber que ambas já conheciam o inspetor Botelho. Ao mesmo tempo, Jendal descobre que o navio de Soliman foi saqueado. Entre a população, Akin e outros comemoram o apoio do paxá à revolução, após a doação de bens valiosos. No desfecho da investigação, Botelho anuncia sua decisão e declara que as joias apresentadas por Alika e Niara não correspondem às peças roubadas em São Paulo, inocentando as duas. A reação de Virgínia é de revolta, enquanto Diógenes passa a suspeitar ainda mais da situação. Lúcia/Alika exige que Virgínia peça desculpas diante das acusações. Em paralelo, Burak mente para Jendal ao afirmar que o navio de Soliman foi atacado por piratas, e Dumi confidencia a Akin seu receio quanto à permanência de Soliman na prisão.

Mirinho resolve cobrar o valor do suborno que havia sido acertado com Botelho. Miguel muda de posição e decide alugar sua casa para que Lúcia/Alika dê início a um novo negócio. Diógenes repreende Virgínia por sua conduta. Geralda percebe o interesse de Onildo por Vera/Niara, o que causa frustração em Belmira. Omar recobra a consciência, levando Chinua e Çinar a comemorarem. Salma observa Tonho ao lado de Lúcia/Alika, e esta revela ao rapaz que Salma nutre sentimentos por ele. Tonho questiona Lúcia/Alika sobre a falta de confiança para compartilhar seu segredo. Fátima oferece apoio a Salma. Ao despertar, Omar pergunta por Soliman, e Dumi informa ao paxá que o filho está consciente. Casemiro e Ana Maria repreendem Graça ao descobrirem que ela desviou dinheiro para subornar Botelho. Mirinho assegura a Manoel que não permitirá perder Lúcia/Alika para Tonho.

Lúcia/Alika conversa com Salma sobre a impossibilidade de se envolver com Tonho, reforçando o vínculo de amizade entre as duas. Mirinho tenta se retratar com Lúcia/Alika, mas José intervém na situação. Dumi percebe que Soliman apresenta sinais de mal-estar. Com sua ajuda, Omar consegue se encontrar com o pai. Pouco depois, um soldado comunica a Dumi que Soliman morreu, notícia que deixa Jendal em desespero. Burak realiza uma oração em homenagem ao paxá. Enquanto isso, Tonho e Dona Menina auxiliam Isaura durante o parto de seu filho. Jendal determina que a tripulação de Soliman continue trabalhando em Batanga. Çinar demonstra insatisfação ao saber que terá de deixar Omar sob os cuidados de Chinua na região. Por fim, Vera/Niara e Maria Helena entregam a Bartô um abaixo-assinado solicitando a reconstrução da escola em Barro Preto.

Pat Müller lança “Quando todas as estrelas se apagarem”, romance juvenil que mistura viagem no tempo e reflexão sobre fé

A escritora Pat Müller apresenta ao público seu mais novo livro, Quando todas as estrelas se apagarem, uma obra que aposta na combinação entre fantasia e drama emocional para discutir escolhas, identidade e espiritualidade. Voltado ao público jovem, o lançamento chega como uma continuação do universo iniciado em As estrelas sempre brilham acima das nuvens escuras, ampliando temas já explorados pela autora em sua trajetória na ficção cristã.

A narrativa acompanha Rafael, um adolescente que enfrenta conflitos internos marcados por insegurança e baixa autoestima. Na véspera de Natal, ele decide colocar um ponto final em seu relacionamento com Amanda, acreditando que não é digno de viver aquela história. Influenciado pelas frustrações familiares, especialmente pela relação com o pai, o jovem acredita que está destinado a repetir erros do passado.

No entanto, o que parecia ser apenas uma decisão difícil ganha contornos inesperados após um acidente que altera completamente o rumo da trama. Rafael é transportado para uma realidade que desafia o tempo e o espaço, iniciando uma jornada que o leva a confrontar versões de si mesmo em diferentes momentos da vida.

O elemento central da história é um cubo mágico que funciona como portal para essa experiência fora da realidade convencional. Por meio dele, o protagonista acessa memórias e possíveis desdobramentos do futuro, observando como suas escolhas impactam diretamente o caminho que constrói ao longo dos anos. A partir dessa estrutura narrativa, o livro desenvolve uma reflexão sobre responsabilidade, amadurecimento e as consequências de decisões aparentemente simples.

Escrito em primeira pessoa, o romance aposta na imersão emocional para aproximar o leitor dos conflitos de Rafael. Questões como culpa, medo do fracasso, busca por propósito e dificuldade de reconhecer o próprio valor são trabalhadas de forma acessível, dialogando diretamente com o público infantojuvenil. Ao mesmo tempo, a obra amplia seu alcance ao abordar temas universais que também ressoam com leitores adultos.

Outro eixo importante da narrativa é a relação familiar. A influência do passado e dos traumas herdados aparece como um dos principais desafios enfrentados pelo protagonista. Ao revisitar momentos marcantes de sua trajetória, Rafael precisa lidar com feridas emocionais e compreender até que ponto está disposto a romper ciclos que parecem inevitáveis.

Inserido no segmento da literatura cristã, o livro também traz uma abordagem espiritual que se desenvolve ao longo da história. A mensagem central gira em torno da ideia de graça e redenção, destacando que o futuro não está completamente definido e que há sempre a possibilidade de recomeçar. A autora constrói essa dimensão sem recorrer a discursos excessivamente didáticos, priorizando a experiência do personagem como ponto de conexão com o leitor.

Com linguagem simples e narrativa fluida, Pat Müller reforça sua proposta de escrever histórias que dialogam com os dilemas da juventude contemporânea. Quando todas as estrelas se apagarem se destaca por utilizar a fantasia como ferramenta para explorar emoções reais, criando uma ponte entre o imaginário e os desafios do cotidiano.

Estreias de hoje nos cinemas (09/04): de “Os Estranhos – Capítulo Final” ao premiado “Cinco Tipos de Medo”

A quinta, 9 de abril de 2026, chega com uma programação variada nas salas de cinema, reunindo produções que transitam entre o terror de franquia, o suspense político internacional, o drama social brasileiro e narrativas mais sensíveis. Entre continuações aguardadas, adaptações literárias e títulos premiados em festivais, a semana oferece opções para diferentes perfis de público, ainda que nem todas as estreias cheguem cercadas de unanimidade.

O principal destaque comercial é Os Estranhos: Capítulo Final, que encerra a trilogia iniciada em 2024 sob a direção de Renny Harlin. Ao lado dele, produções como O Mago do Kremlin, Cinco Tipos de Medo e A Mulher Que Chora ampliam o leque de gêneros e propostas que chegam às telonas nesta semana.

Encerrando uma trilogia pensada como reinvenção da franquia original, Os Estranhos: Capítulo Final aposta em respostas para os mistérios construídos ao longo dos capítulos anteriores. Estrelado por Madelaine Petsch, Gabriel Basso, Ema Horvath e Richard Brake, o longa acompanha Maya, sobrevivente dos ataques dos assassinos mascarados, agora movida por vingança e pela necessidade de encerrar um ciclo de violência.

A narrativa mergulha no passado dos criminosos e tenta explicar suas motivações, algo que sempre foi tratado com mais mistério nos filmes anteriores. Ambientado na fictícia cidade de Venus, no Oregon, o longa alterna entre presente e flashbacks para revelar conexões que envolvem manipulação, violência e cumplicidade institucional. Ao mesmo tempo, acompanha a jornada de Maya em busca de justiça, que culmina em um confronto direto com o principal antagonista. Mesmo com essa ambição, a recepção crítica foi negativa nos Estados Unidos, repetindo o desempenho dos capítulos anteriores, principalmente por substituir o terror psicológico por uma abordagem mais explicativa e próxima do suspense investigativo.

Entre as estreias mais prestigiadas da semana está O Mago do Kremlin, dirigido por Olivier Assayas e baseado na obra de Giuliano da Empoli. O filme propõe uma leitura ficcional dos bastidores do poder na Rússia, acompanhando Vadim Baranov, interpretado por Paul Dano, um personagem que transita de artista a estrategista político durante a transição da União Soviética para a Federação Russa.

Ao seu redor, figuras inspiradas em personagens reais ganham destaque, incluindo uma versão jovem de Vladimir Putin, interpretado por Jude Law. Com um tom que mistura humor ácido e crítica política, o longa examina como narrativas são construídas para sustentar o poder. A presença de nomes como Alicia Vikander e Jeffrey Wright reforça o alcance internacional da produção, que foi exibida na competição principal do Festival de Veneza e indicada ao Leão de Ouro. Trata-se de um filme mais denso, voltado a um público interessado em política e história recente.

Representando o cinema nacional, Cinco Tipos de Medo chega com força após conquistar o principal prêmio do Festival de Gramado. Dirigido por Bruno Bini, o longa combina drama e ação em uma narrativa ambientada na periferia urbana. A história acompanha Murilo, vivido por João Vitor Silva, que, após sobreviver a uma internação grave, desenvolve sentimentos pela enfermeira Marlene, interpretada por Bella Campos.

Esse vínculo se complica pela presença de Sapinho, personagem de Xamã, um traficante cuja prisão desencadeia tensões dentro da comunidade. A narrativa também inclui a policial Luciana, interpretada por Bárbara Colen, e um advogado que se envolve no caso a pedido de lideranças locais. O filme constrói um retrato de disputas territoriais e dilemas morais, evitando simplificações e apostando em personagens com motivações conflitantes. O reconhecimento em Gramado reforça seu potencial de repercussão junto ao público brasileiro.

Fechando a lista, A Mulher Que Chora apresenta uma proposta mais delicada e introspectiva. Dirigido por George Walker Torres, o longa acompanha Miguel, um menino de sete anos que vive em uma casa isolada com três gerações de mulheres. Em meio ao distanciamento emocional da mãe, que enfrenta as consequências de um divórcio, ele encontra em Carmen, uma imigrante venezuelana que trabalha como empregada doméstica, uma figura de afeto e também de mistério.

A relação entre os dois conduz a narrativa por um caminho que mistura realidade e imaginação, explorando temas como abandono, pertencimento e construção de vínculos. Com duração mais enxuta e abordagem sensível, o filme se posiciona como uma alternativa para quem busca histórias mais intimistas e menos guiadas pelo ritmo comercial.

Crítica – Os Estranhos: O Capítulo Final troca o medo por explicações e perde impacto no desfecho

A decisão de transformar The Strangers em uma trilogia estruturada por “capítulos” sempre pareceu mais alinhada a uma estratégia de mercado do que a uma necessidade narrativa. Em “Os Estranhos – O Capítulo Final”, essa percepção se intensifica. Dirigido por Renny Harlin, o longa não se sustenta como obra independente e soa mais como um fragmento deslocado de uma história maior — um epílogo que carece de identidade própria.

A concepção do projeto ajuda a entender essa fragilidade. A proposta de uma versão estendida, posteriormente fragmentada, resulta aqui em uma narrativa irregular, que chega às telas sem a coesão necessária. Embora o filme apresente ideias que poderiam render bons desdobramentos, falta organização dramática para transformá-las em uma progressão consistente. O enredo avança sem firmeza, com lacunas evidentes de desenvolvimento e uma sensação constante de que a história nunca se completa.

Nesse cenário, Madelaine Petsch surge como o principal elemento de sustentação. Sua performance confere densidade emocional à protagonista, transmitindo o desgaste psicológico de alguém em estado de sobrevivência contínua. Ainda assim, trata-se de um esforço que esbarra nas limitações do roteiro, que não oferece base suficiente para aprofundar a personagem. Em comparação com o capítulo anterior, percebe-se uma mudança de tom: a tensão mais direta e crua dá lugar a uma condução apática, que compromete o impacto do desfecho.

O principal problema, no entanto, reside na própria proposta da trilogia. Ao tentar explicar em excesso aquilo que originalmente funcionava pelo mistério, a franquia enfraquece seu elemento mais eficaz. A construção do medo, antes sustentada pelo desconhecido, perde força à medida que os antagonistas ganham justificativas. O resultado é um terror mais previsível, que troca inquietação por exposição.

Essa fragilidade se evidencia ao observar o conjunto da obra. O primeiro capítulo pouco acrescentava à premissa original, enquanto o segundo ampliava a sensação de repetição. Já este terceiro reforça a impressão de que não havia, de fato, uma revelação relevante a ser entregue — apenas a expansão de uma ideia que funcionava melhor quando mantida em aberto.

“Os Estranhos – O Capítulo Final” se aproxima mais de uma experiência frustrante do que envolvente. O filme provoca reação, mas não pela eficácia de sua tensão ou pela força de sua narrativa, e sim por escolhas questionáveis e uma condução sem direção clara. É uma produção que cansa mais do que instiga.

Ainda assim, há um valor curioso nesse resultado. A trilogia encontra espaço como um tipo de entretenimento involuntário, alimentado por reações coletivas e debates nas redes. Não é o legado pretendido, mas talvez seja o único que, de fato, permanece.

The Legend of Kitchen Soldier ganha trailer e traz combinação inusitada de comédia militar e culinária

A indústria de dramas sul-coreanos segue apostando em propostas criativas, e a vez agora é de The Legend of Kitchen Soldier, que acaba de ganhar um trailer oficial destacando seu tom leve e bem-humorado. A produção apresenta uma combinação pouco convencional entre vida militar e culinária, colocando um cozinheiro no centro de uma narrativa marcada por desafios, disciplina e situações inusitadas dentro do exército. Abaixo, confira o vídeo:

Estrelada por Park Ji-hoon, conhecido por seu trabalho em Weak Hero Class 1, a série acompanha Kang Seong-jae, um jovem de origem humilde que decide se alistar aos 20 anos como forma de escapar das dificuldades da vida civil. No entanto, o que parecia ser apenas mais uma jornada militar se transforma em algo completamente inesperado quando ele passa a vivenciar um misterioso sistema de “missões” dentro do quartel.

A partir desse momento, a rotina rígida das Forças Armadas da Coreia do Sul ganha contornos quase fantásticos. Kang Seong-jae começa a cumprir tarefas que vão muito além do treinamento convencional, transitando entre a cozinha e os campos de instrução, enquanto evolui gradualmente até se tornar um cozinheiro lendário dentro da unidade. Munido de utensílios culinários e uma abordagem nada tradicional, o personagem enfrenta desafios que misturam humor, superação e críticas sutis à hierarquia militar.

Além de Park Ji-hoon, o elenco conta com nomes como Yoon Kyung-ho, Han Dong-hee e Lee Hong-nae, que completam o núcleo principal e ajudam a construir a dinâmica dentro da base militar. A interação entre os personagens promete ser um dos pontos fortes da produção, explorando tanto rivalidades quanto laços de amizade formados em meio à rotina do exército.

A série é inspirada no webtoon homônimo criado por J Robin e publicado na plataforma Naver, refletindo o crescimento das adaptações de obras digitais para a televisão sul-coreana. A história original conquistou leitores ao unir humor a uma trajetória de superação, características que agora são ampliadas na versão audiovisual.

Na equipe criativa, a direção fica por conta de Jo Nam-hyung, que já trabalhou em produções como Tale of the Nine Tailed e Tale of the Nine Tailed 1938. O roteiro é assinado por Choi Ryong, responsável por Sorry Not Sorry, garantindo uma abordagem que equilibra humor e desenvolvimento dramático. A produção é conduzida pelos estúdios Studio Dragon e Studio N, dois nomes consolidados no mercado de entretenimento coreano.

As gravações principais começaram em julho de 2025 e foram concluídas após cerca de oito meses de trabalho, indicando um cronograma robusto para dar vida à proposta visual da série. A ambientação militar, aliada aos elementos fantásticos e cômicos, exigiu uma produção detalhada, especialmente para equilibrar realismo e exagero narrativo.

A estreia está marcada para o dia 11 de maio de 2026, com exibição no canal tvN e também na plataforma TVING, sempre às segundas e terças-feiras, às 20h50 no horário local da Coreia do Sul. Para o público brasileiro, a série será distribuída pelo Rakuten Viki, ampliando o alcance da produção fora da Ásia.

Netflix divulga primeiras fotos de Ray Gunn, nova animação de Brad Bird com Sam Rockwell e Scarlett Johansson

A Netflix revelou as primeiras imagens de Ray Gunn, a aguardada animação dirigida por Brad Bird, responsável por sucessos como Os Incríveis e O Gigante de Ferro. A produção mistura elementos de filme policial e ficção científica, apresentando o detetive Raymond Gunn como protagonista de uma história cheia de mistério, ação e cenários futuristas. Ambientada em Metropia, uma cidade retrô-futurista habitada por humanos e alienígenas, a trama acompanha Gunn enquanto ele investiga um assassinato envolvendo a enigmática estrela Venus Nova, em uma narrativa que promete suspense e reviravoltas.

Com vozes de Sam Rockwell, Scarlett Johansson e Tom Waits, o longa traz personagens complexos e diálogos afiados, mantendo o estilo único de Bird, que combina humor, tensão e referências ao cinema noir clássico. O diretor descreveu o projeto como “uma espécie de filme policial em um futuro alternativo”, comparando a atmosfera da obra a uma mistura entre O Falcão Maltês e Buck Rogers, mas com mais ação e elementos cômicos.

A trajetória de Ray Gunn é marcada por décadas de desenvolvimento. O projeto começou na década de 1990, planejado para ser produzido pela Turner Feature Animation, mas foi arquivado quando Bird passou a dirigir O Gigante de Ferro, após a fusão da Turner com a Time Warner. Mesmo assim, o diretor manteve o projeto vivo, negociando os direitos e afirmando à Warner Bros.: “Ou vamos fazer o filme ou me deixem tentar fazê-lo em outro lugar”. Durante seu período na Pixar, ele ofereceu Ray Gunn, mas o estúdio optou por produzir Os Incríveis, deixando o projeto em pausa por muitos anos.

🔷 Homem do Amanhã | DC Studios confirma elenco completo e início das filmagens da sequência de Superman

Em 2022, Bird anunciou oficialmente o retorno de Ray Gunn, desta vez sob a produção da Skydance Animation, marcando o início de uma nova fase do projeto. O diretor descreveu a animação como mais adulta, explorando o gênero noir com uma abordagem futurista e cheia de detalhes visuais. Em outubro de 2023, foi confirmado que o longa seria produzido em animação por computador, com orçamento superior a US$ 150 milhões, permitindo liberdade criativa para criar cenários complexos e personagens detalhados.

O compromisso de Brad Bird com Ray Gunn foi tão intenso que ele abriu mão de dirigir Os Incríveis 3, transferindo a direção para Peter Sohn, para se concentrar inteiramente na nova animação. A Netflix e a Skydance Animation confirmaram que o lançamento está previsto para 2026, ainda sem data exata, mas já despertando grande expectativa entre fãs de animação e de ficção científica.

A proposta do filme é oferecer uma experiência que combina suspense, ação e humor em um universo visualmente inovador. Metropia, a cidade futurista onde a história se passa, mescla estética retrô com tecnologia avançada e personagens de diferentes espécies, criando um mundo rico em detalhes e atmosfera noir. Para Bird, o projeto representa a oportunidade de explorar temas mais maduros dentro da animação, consolidando Ray Gunn como uma produção ambiciosa e diferenciada.

Resumo da novela A Nobreza do Amor de hoje (09/04) – Alika confronta Virgínia após descoberta de armação

No resumo da novela A Nobreza do Amor de hoje, 9 de abril, Alika percebe que Virgínia armou contra ela, enquanto Mirinho se diverte ao saber que Virgínia sente ciúmes dele. Tonho se posiciona a favor de Lúcia/Alika, e Jendal reconhece a lealdade de Dumi. Chinua consegue salvar Akin, que, junto de Dumi, elabora um plano para enganar Jendal. Alika se emociona com o apoio recebido de Tonho.

Na cidade, Niara e Alika enfrentam rejeição de todos, e Viriato repreende os moradores durante a missa. Salma e Ana Maria demonstram apoio a Lúcia/Alika. Viriato sugere que Virgínia realize sua confissão na igreja, e Alika não hesita em confrontá-la diretamente.

Próximos capítulos da novela A Nobreza do Amor

Lúcia/Alika questiona as falsidades criadas por Virgínia, enquanto Ana Maria se diverte dançando com Manoel. Salma percebe a proximidade romântica entre Tonho e Lúcia/Alika. Mirinho, ao ouvir uma conversa de Virgínia com a família, acredita que Lúcia/Alika está interessada nele, e fica com ciúmes ao vê-la dançando com Tonho, planejando uma armação contra ele.

Jendal tem um pesadelo envolvendo Alika, e a jovem reage com revolta diante das atitudes de Mirinho. Jendal decide prender Soliman para que o paxá revele informações sobre o paradeiro de Alika. Graça e Virgínia subornam o inspetor Botelho, tentando incriminar Lúcia/Alika e Vera/Niara pelo roubo das joias de São Paulo. Botelho aceita o acordo, despertando a desconfiança de Adônis, que depois vai à casa de José buscar as duas para a acareação na delegacia. Soliman, encarcerado, revela a Chinua seu apoio à revolução em Batanga.

Kênia e Jendal investigam a saúde de Omar, e Mundica revela que Mirinho sabotou a carroça de Tonho. Diógenes questiona Virgínia e Graça sobre seu conhecimento prévio do inspetor. Jendal descobre que o navio de Soliman foi saqueado, enquanto Akin e outros populares comemoram a contribuição de Soliman à revolução, com doações de pertences valiosos.

Botelho se prepara para anunciar o veredito sobre as joias, declarando que as de Lúcia/Alika e Niara não são as mesmas roubadas em São Paulo, inocentando ambas. Virgínia se enfurece, e Diógenes mantém suas suspeitas. Lúcia/Alika exige de Diógenes que Virgínia lhe peça desculpas. Burak inventa para Jendal que o navio de Soliman foi atacado por piratas, e Dumi comenta com Akin sua preocupação com a resistência do paxá na prisão.

Mirinho decide cobrar o dinheiro do suborno pago a Botelho. Miguel muda de ideia e concorda em alugar a casa para que Lúcia/Alika inicie seu novo negócio. Diógenes repreende Virgínia publicamente. Geralda percebe o interesse de Onildo por Vera/Niara, enquanto Belmira se decepciona. Omar desperta, e Chinua e Çinar comemoram a notícia. Salma observa Tonho e Lúcia/Alika juntos, reforçando a proximidade entre os dois.

Homem do Amanhã | DC Studios confirma elenco completo e início das filmagens da sequência de Superman

O universo cinematográfico da DC Studios segue se expandindo com novas confirmações sobre Homem do Amanhã, sequência de Superman (2025), escrita e dirigida por James Gunn. O filme tem estreia marcada para 9 de julho de 2027 nos Estados Unidos e reúne protagonistas conhecidos e novos personagens, fortalecendo a fase inaugural do Capítulo Um: Deuses e Monstros do DCU.

David Corenswet retorna como Clark Kent/Superman e Nicholas Hoult repete o papel de Lex Luthor. Os dois serão obrigados a unir forças diante de Brainiac, interpretado por Lars Eidinger, que assume o papel de antagonista central da trama. Entre os retornos mais comentados está Edi Gathegi como Michael Holt/Sr. Incrível, ao lado de Nathan Fillion como Guy Gardner/Lanterna Verde, completando a formação original da Gangue da Justiça. Isabela Merced também retorna como Kendra Saunders/Mulher-Gavião, garantindo a presença de personagens já conhecidos do público. A informações são do THR.

O filme ainda terá Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Aaron Pierre como Lanterna Verde e Maria Gabriela de Faría como Angela Spica, a Engenheira. Frank Grillo reprisa seu papel como Flag, com participação relevante no desenvolvimento da trama. Uma das novidades é a possível introdução de Maxima, para a qual Adria Arjona, Eva De Dominici, Sydney Chandler e Grace Van Patten realizaram testes de elenco em Atlanta, com Arjona entre as finalistas. A expectativa é que a personagem traga uma presença feminina marcante à narrativa, ainda mantida em sigilo.

As filmagens principais estão programadas para começar em 17 de abril de 2026, principalmente no Trilith Studios, em Fayetteville, Geórgia, sob o título provisório de Exodus. Cinco dias de gravação ocorrerão em Cincinnati, Ohio, de 15 de junho a 21 de agosto, com apoio de incentivos fiscais estaduais. Outras locações incluem Atlanta, Geórgia, a Terminal Station em Macon, que servirá como cenário para a redação do Daily Planet, e o Reino Unido. Sam McCurdy assume a direção de fotografia, repetindo a parceria com Gunn vista em Peacemaker, garantindo continuidade estética ao universo cinematográfico.

James Gunn e Peter Safran assinam a produção do filme, mantendo a visão do diretor alinhada à estratégia de expansão do DCU. Desde junho de 2025, antes mesmo do lançamento do primeiro filme, Gunn já planejava a sequência. O título e detalhes iniciais foram divulgados em setembro, seguidos pela escalação de Lars Eidinger como Brainiac em dezembro. Nos meses seguintes, outros atores do universo DC foram confirmados, consolidando a continuidade da narrativa para os fãs.

Sobre o primeiro filme

David Corenswet assumiu o papel de Clark Kent/Superman, entregando uma interpretação que equilibrou força, humanidade e carisma. Ao seu lado, Nicholas Hoult viveu Lex Luthor, oferecendo uma performance marcada pela intensidade e pelo contraste com o herói. Rachel Brosnahan interpretou Lois Lane, trazendo uma abordagem contemporânea à repórter icônica, com personalidade forte e presença marcante nas cenas centrais. O elenco principal, somado à direção de Gunn e à produção de Peter Safran, criou uma combinação de talentos que reforçou o tom envolvente e acessível do filme.

A produção, realizada pela Troll Court e Safran e distribuída pela Warner Bros., teve orçamento estimado em US$ 225 milhões. As filmagens e efeitos visuais foram planejados para criar sequências de ação impressionantes e momentos de grande impacto visual, mantendo o equilíbrio entre espetáculo e narrativa centrada no personagem. Superman estreou no TCL Chinese Theater em 7 de julho e chegou aos cinemas americanos em 11 de julho, recebendo resposta positiva do público e da crítica.

Os críticos elogiaram o filme por seu tom divertido e sincero, destacando a forma como Gunn conseguiu combinar cenas de ação com desenvolvimento emocional dos personagens. Alguns apontaram excesso de elementos narrativos em certas partes, mas isso não prejudicou a recepção geral. O público respondeu de forma expressiva, refletida em uma bilheteria de US$ 616,8 milhões mundialmente, consolidando o filme como um sucesso de crítica e comercial.

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