Resenha – Todo Pirata Quer Uma Colher de Chá é uma aventura caótica e deliciosamente divertida

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Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

Nem toda aventura precisa de tesouros ou batalhas épicas — algumas só precisam de um bule de chá e um pouco de caos romântico. Todo Pirata Quer Uma Colher de Chá é uma daquelas histórias que parecem ter nascido de uma conversa entre fãs de Our Flag Means Death e Café & Lendas, que se perguntaram: “E se piratas lésbicas também tivessem direito a uma comédia romântica de respeito?” O resultado é uma fantasia queer vibrante, engraçada e, por vezes, mais emotiva do que parece à primeira vista.

A trama acompanha Kianthe e Reyna, duas mulheres com uma missão aparentemente simples: encontrar ovos de dragão para garantir a paz na cidade de Tawney. Mas, como toda boa jornada literária, o destino decide complicar as coisas. Para conseguir as pistas que precisam, elas acabam envolvidas em uma caça completamente inesperada — atrás de Serina, uma ex-agricultora que virou pirata por pura teimosia (e fome de aventura, claro).

Ao lado delas está Bobbie, guarda leal e amiga de infância de Serina, que talvez ainda carregue um sentimento mal resolvido pela pirata. O trio improvável acaba preso em uma trama que mistura ação, romance e muitas trapalhadas emocionais. Enquanto o grupo tenta cumprir a missão original, o que realmente se desenrola é um naufrágio amoroso em câmera lenta, daqueles que a gente observa torcendo para que o barco (ou o coração) não afunde de vez.

O grande trunfo do livro está no tom espirituoso e afetuoso da narrativa. A autora não se leva tão a sério — e isso é ótimo. Os diálogos são rápidos, cheios de ironia e com aquele humor afiado que transforma até as situações mais absurdas em momentos de pura diversão. Mas, por trás das piadas e da estética “caótica e gay”, há uma história sincera sobre amizade, vulnerabilidade e autodescoberta.

Outro ponto forte é o ritmo cinematográfico. A narrativa flui como uma série de aventuras episódicas, repletas de criaturas mágicas, feitiços e confusões marítimas. É fácil imaginar cada cena em uma adaptação para streaming — entre duelos espirituosos e olhares que valem mais do que mil confissões.

Ainda assim, nem tudo é perfeito. O livro às vezes se perde nas próprias piadas, sacrificando a profundidade emocional em troca de um riso rápido. Algumas subtramas surgem e desaparecem antes de causar impacto, e há momentos em que o enredo parece mais preocupado em ser engraçado do que em desenvolver suas personagens. Mas nada disso impede que a leitura seja envolvente e, acima de tudo, divertida.

No fim, Todo Pirata Quer Uma Colher de Chá é sobre como o amor pode florescer mesmo em alto-mar, entre um saque mal planejado e uma xícara quente. É sobre tropeçar, rir e tentar de novo — porque, no fundo, o que as personagens procuram não é só dragões ou tesouros, mas um pouco de paz e pertencimento.

Com representatividade natural, carisma de sobra e um humor que desarma, o livro se destaca entre as fantasias românticas atuais por lembrar que o romance também pode ser bagunçado, leve e imperfeito — e ainda assim, profundamente humano.

Wicked: Parte 2 deve dominar bilheterias globais com previsão de estreia acima de US$ 200 milhões

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A contagem regressiva chegou ao fim. Estamos em 18 de novembro e faltam apenas dois dias para que Wicked: Parte 2 aterrisse oficialmente nos cinemas brasileiros, em 20 de novembro, enquanto as sessões de pré-estreia acontecem já nesta quarta-feira, 19. E, como se não bastasse o clima de euforia dos fãs, as previsões de bilheteria indicam que a nova produção da Universal deve quebrar recordes logo no primeiro fim de semana.

Segundo dados divulgados pelo Deadline, as estimativas globais apontam para uma arrecadação inicial superior a US$ 200 milhões. O número, que por si só já impressiona, coloca o filme entre os maiores lançamentos do ano e reforça o fenômeno em que a franquia Wicked se transformou após a bem-sucedida primeira parte lançada em 2024.

Um fenômeno global em ascensão

Das projeções totais, cerca de US$ 70 milhões devem vir do mercado internacional, onde o filme estreia simultaneamente em 78 territórios. Essa distribuição robusta amplia o alcance e mantém o interesse aquecido, especialmente após as reações extremamente positivas registradas nas últimas semanas em exibições especiais.

Nos Estados Unidos e no Canadá, as projeções estão ainda mais elevadas. A expectativa é que o filme atinja entre US$ 125 milhões e US$ 150 milhões apenas no mercado norte-americano, exibido em aproximadamente 4.000 salas. Esse número supera de maneira confortável a abertura da Parte 1, que arrecadou US$ 112,5 milhões na América do Norte.

Com tanta atenção internacional e uma base de fãs mais engajada do que nunca, o cenário está preparado para uma estreia histórica.

As primeiras reações empolgaram — e muito

As primeiras impressões que circularam nas redes e na imprensa especializada mostram um consenso incomum: Wicked: Parte 2 é maior, mais emotivo e mais ousado do que sua antecessora. Os críticos destacam que o filme aprofunda os conflitos de poder em Oz, amplia a relação entre as protagonistas e entrega números musicais ainda mais elaborados.

Enquanto a Parte 1 apresentou o universo, a Parte 2 promete expandi-lo com novas nuances políticas, dramáticas e emocionais. Essa combinação de espetáculo e densidade narrativa é um dos grandes impulsionadores da atenção global — e, consequentemente, da bilheteria.

Quem são as estrelas do filme?

Cynthia Erivo (Harriet, Bad Times at the El Royale, Widows) indicada ao Oscar e amplamente reconhecida por seu talento vocal e dramático, lidera a narrativa como Elphaba, em uma performance frequentemente descrita como poderosa e visceral. Sua interpretação explora o lado mais vulnerável e combativo da personagem, o que já está emocionando quem teve acesso antecipado ao filme.

Ao lado dela está Ariana Grande (Victorious, Sam & Cat, Não Olhe Para Cima), que retorna como Glinda. Se na primeira parte o público se surpreendeu com sua entrega dramática, na continuação a atriz e cantora demonstra ainda mais maturidade, transitando entre momentos de leveza, conflito e autodescoberta. A química entre as duas protagonistas é apontada como um dos pilares narrativos do filme.

Entre os demais destaques estão Jonathan Bailey (Bridgerton, Broadchurch) como Fiyero, ganhando um papel mais decisivo no desfecho da história; Michelle Yeoh (Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, A Lenda do Anel dos Dragões, 007 – O Amanhã Nunca Morre) como a imponente Madame Morrible; e Jeff Goldblum (Jurassic Park, Independence Day, A Mosca) como o carismático e manipulador Mágico de Oz. O elenco é complementado por Marissa Bode, Ethan Slater (SpongeBob SquarePants: The Musical), Bowen Yang (Saturday Night Live, Fire Island), Bronwyn James (Harlots) e Keala Settle (O Rei do Show), todos responsáveis por dar vida ao lado mais humano — e às vezes caótico — de Oz.

A Parte 2 também introduz novos personagens, incluindo Aaron Teoh como Averic, Grecia de la Paz como Gilligan, Colin Michael Carmichael (Good Omens, Belfast) como o Professor Nikidik e Adam James (Vigil, Peep Show) como o pai de Galinda. Além disso, a chegada de Dorothy Gale conecta a trama diretamente ao clássico O Mágico de Oz, ampliando ainda mais o alcance da história.

Um mundo mais sombrio — e ainda mais mágico

Sob direção de Jon M. Chu e roteiro de Winnie Holzman, a segunda parte explora camadas mais profundas da política e da moralidade em Oz. Agora reconhecida como a “Bruxa Má do Oeste”, Elphaba se vê no centro de uma disputa que coloca em xeque sua integridade e sua relação com Glinda. É uma história sobre injustiça, poder, amizade e a eterna questão: quem decide quem é o vilão?

O filme também expande visualmente o universo, trazendo cenários inéditos e sequências musicais que prometem ficar marcadas na cultura pop. A expectativa é que algumas canções da primeira parte, que viralizaram no TikTok, encontrem agora sua resposta temática e emocional na nova leva de números musicais.

Pré-estreia no Brasil: expectativa de salas lotadas

Com as sessões de pré-estreia marcadas para 19 de novembro, redes de cinema em todo o país registram alta procura, especialmente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Em muitos locais, horários nobres já apresentam sessões esgotadas — um indicativo claro de que o público brasileiro está tão ansioso quanto o internacional.

Crítica – Five Nights at Freddy’s 2 é um avanço divertido, nostálgico e limitado por suas próprias escolhas

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“Quero ver o que tem dentro da sua cabeça.” A frase ecoa no escuro e sintetiza bem o espírito de Five Nights at Freddy’s 2, um filme que busca acessar o imaginário de quem cresceu com a franquia, explorando memórias, sustos e aquela combinação inconfundível de pânico e fascínio que marcou milhões de jogadores. Dentro dessa proposta, o longa dirigido por Emma Tammi dá um passo mais seguro em relação ao filme anterior. Não é mais ousado, mas é mais consciente do material que tem em mãos.

O grande mérito desta continuação é sua habilidade de transformar referências em atmosfera. A produção não insere apenas easter eggs; ela recria sensações. Os sons metálicos dos animatrônicos, os movimentos bruscos, as luzes defeituosas e os enquadramentos que remetem diretamente às câmeras do jogo ajudam a construir um ambiente que parece genuinamente pertencente ao universo de FNAF. Para quem considera o segundo jogo o ponto alto da franquia, existe uma nostalgia palpável. Cada detalhe visual e sonoro parece projetado para provocar aquele frio familiar na espinha, como se a infância – ou adolescência – retornasse por alguns instantes.

Ainda assim, o filme permanece preso a uma limitação importante. Five Nights at Freddy’s sempre foi conhecido pela combinação de tensão psicológica com violência explícita. Aqui, novamente, o gore é evitado de forma evidente. Cenas que deveriam atingir um impacto mais duro são interrompidas antes do auge, e a estética permanece cuidadosamente controlada para não ultrapassar uma classificação indicativa acessível ao público mais jovem. Essa escolha, embora compreensível do ponto de vista comercial, reduz parte do potencial do terror. Falta peso ao que deveria ser aterrorizante.

Apesar disso, FNAF 2 apresenta avanços narrativos em relação ao primeiro filme. O roteiro é mais coeso, a mitologia é desenvolvida com maior clareza e há mais atenção à lógica interna da história. O percurso dramático ainda é previsível, mas funciona melhor justamente porque a obra abandona qualquer timidez e assume sua vocação de fan service. Em vez de tentar agradar a todos, o filme se concentra em agradar quem realmente importa: o fã que conhece os jogos, acompanha teorias e aguarda há anos para ver determinadas cenas ganharem vida.

Essa honestidade acaba sendo um dos pontos altos. Five Nights at Freddy’s 2 não tenta reinventar o terror. Não pretende ser mais profundo do que realmente é. Sua intenção é divertir, provocar sustos moderados e alimentar o entusiasmo da base de fãs. Para quem nunca teve contato com os jogos, o longa pode soar como um terror adolescente convencional, com criaturas bizarras e enredo por vezes confuso. Para quem jogou, porém, é como revisitar um espaço temido, mas curiosamente acolhedor.

O elenco também funciona melhor nesta continuação, beneficiado por um roteiro que permite mais tensão e interação entre os personagens. Os animatrônicos continuam sendo o grande chamariz visual da franquia e, aqui, parecem ainda mais presentes, expressivos e ameaçadores.

Corujão aposta em aventura e fantasia com “Didi, O Caçador de Tesouros” neste sábado (20)

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Na madrugada deste sábado, 20 de dezembro, a TV Globo exibe no Corujão o filme “Didi, O Caçador de Tesouros”, uma produção brasileira que aposta na combinação clássica de aventura, fantasia e humor para conquistar públicos de todas as idades. Estrelado por Renato Aragão, o longa resgata o espírito aventureiro do eterno Didi Mocó e apresenta uma história envolvente, repleta de mistério, emoção e mensagens sobre amizade, justiça e coragem.

Lançado nos cinemas em 2006 e dirigido por Marcus Figueiredo, o filme levou aproximadamente 1,1 milhão de espectadores às salas de exibição, consolidando-se como um dos projetos cinematográficos de maior alcance da carreira solo de Renato Aragão. Agora, na TV aberta, a produção retorna como uma opção leve e nostálgica para quem aprecia histórias cheias de imaginação e bom humor.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama gira em torno de Didi, um homem simples e sonhador que trabalha como mordomo do Dr. Samuel Walker. Mais do que um funcionário, ele é um verdadeiro amigo da família, especialmente de Pedro, o filho de 10 anos do patrão. A relação entre Didi e o garoto é marcada por cumplicidade, carinho e um espírito aventureiro que transforma situações comuns em grandes descobertas.

O ponto de virada da história acontece quando Didi e Pedro encontram, escondido em meio a um antigo álbum de fotografias, um mapa misterioso. A descoberta desperta a curiosidade dos dois e os leva a investigar a origem daquele objeto, dando início a uma jornada que os conduz até um hotel abandonado, cercado por lendas e segredos do passado. O local guarda pistas importantes sobre uma história esquecida que envolve a família de Pedro.

À medida que a aventura avança, o filme revela a trajetória do tenente Lucas Walker, avô do menino. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1945, Lucas estava entre os militares britânicos que fugiram para o Brasil em um avião carregado de ouro roubado dos nazistas. O voo, no entanto, terminou em tragédia ao cair em uma região próxima a São Paulo. Após o acidente, Lucas passou a ser visto como desertor e ladrão, manchando sua memória e deixando uma ferida aberta na história da família.

O que poucos sabiam é que, desde então, as almas de Lucas, de outros soldados e de pessoas ligadas ao carregamento de ouro ficaram presas entre a Terra e o céu. Esses espíritos aguardam alguém de coração puro, capaz de encontrar o tesouro perdido, devolvê-lo e, assim, libertá-los dessa prisão espiritual. É nesse contexto que Didi, com sua ingenuidade e bondade, surge como a figura central capaz de mudar o destino dessas almas.

Mesmo sem grandes habilidades ou preparo, Didi se mostra determinado a seguir adiante. Seu sonho de se tornar um caçador de tesouros acaba se transformando em uma missão muito maior, na qual ele precisa enfrentar medos, enigmas e situações sobrenaturais para fazer justiça ao passado. Ao lado de Pedro, ele descobre que a verdadeira coragem não está na força física, mas na honestidade e na disposição de fazer o bem.

O filme equilibra elementos de fantasia e aventura com o humor característico de Renato Aragão, criando uma narrativa acessível ao público infantil, mas que também conversa com os adultos. Os fantasmas, longe de serem assustadores, são apresentados de forma sensível, reforçando a ideia de redenção e de que erros do passado podem ser corrigidos quando há boas intenções.

O elenco reúne nomes conhecidos da televisão brasileira, como Eduardo Galvão, Grazielli Massafera, Francisco Cuoco, Cecil Thiré e Miguel Thiré, que ajudam a enriquecer a história e dar profundidade aos personagens. Cada um contribui para construir o clima de mistério e emoção que envolve o hotel abandonado e os acontecimentos ligados ao tesouro perdido.

Saiba qual filme vai passar no Campeões de Bilheteria deste domingo (4)

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Na tarde deste domingo, 4 de janeiro, a Globo aposta alto na faixa Campeões de Bilheteria e exibe Avatar, um daqueles filmes que quase todo mundo já ouviu falar — e que, mesmo anos depois, ainda impressiona. Lançado em 2009 e dirigido por James Cameron, o longa virou um verdadeiro divisor de águas no cinema, tanto pela história quanto pelo espetáculo visual que entregou ao público.

A trama nos leva até Pandora, um planeta (ou melhor, uma lua) completamente fora do comum, cheio de cores vibrantes, criaturas exóticas e uma natureza que parece viva o tempo todo. É lá que vivem os Na’vi, um povo que mantém uma ligação profunda com o ambiente ao redor e encara a vida de forma totalmente diferente dos humanos. O problema começa quando a humanidade decide explorar Pandora em busca de recursos valiosos, pouco se importando com quem já vive ali.

Para conseguir circular pelo planeta sem morrer por causa da atmosfera tóxica, os humanos criam os chamados avatares: corpos híbridos, controlados à distância. É assim que Jake Sully entra em cena. Ex-fuzileiro naval e paraplégico, ele aceita a missão achando que será apenas mais um trabalho. Só que tudo muda quando ele passa a conviver com os Na’vi e conhece Neytiri, que o apresenta à cultura, às crenças e à força daquele povo.

O que começa como uma missão militar logo vira um grande conflito interno. Jake se vê dividido entre cumprir ordens ou proteger Pandora, um lugar que passa a significar liberdade, pertencimento e até amor. A jornada do personagem é um dos pontos altos do filme, misturando ação, romance e uma boa dose de reflexão sobre ganância, colonialismo e respeito à natureza.

Mas Avatar não ficou famoso só pela história. O filme chocou o mundo pelo visual. James Cameron esperou anos até ter tecnologia suficiente para fazer tudo do jeito que imaginava, e o resultado foi um espetáculo que popularizou o 3D no cinema e elevou o nível dos efeitos visuais. Na época, parecia que o público estava realmente “entrando” em Pandora.

O sucesso foi gigantesco. O filme quebrou recordes de bilheteria, se tornou o mais lucrativo da história por anos e ainda voltou ao topo com relançamentos. Ganhou prêmios importantes, foi indicado ao Oscar e até hoje é lembrado como um marco da cultura pop. Claro, também surgiram polêmicas e acusações de plágio, mas nada disso diminuiu o impacto que Avatar teve — e ainda tem.

Avatar: Fogo e Cinzas amplia o universo de Pandora e eleva a franquia a um novo patamar

Depois de anos de espera, tecnologia inédita e expectativas altíssimas, Avatar: Fogo e Cinzas finalmente chegou aos cinemas e prova que James Cameron continua disposto a ir além dos limites do cinema. Lançado em dezembro de 2025, o longa é o terceiro capítulo da franquia Avatar e dá sequência direta aos eventos de Avatar: O Caminho da Água (2022), aprofundando ainda mais o mundo de Pandora — agora com tons mais sombrios, intensos e emocionalmente complexos.

Dirigido por James Cameron, que também assina o roteiro ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver, o filme traz uma história construída ao longo de anos, pensada em conjunto com Josh Friedman e Shane Salerno. Produzido pela Lightstorm Entertainment e distribuído pela 20th Century Studios, Fogo e Cinzas deixa claro que essa saga sempre foi planejada como algo grandioso, tanto em escala quanto em ambição narrativa.

No elenco, o público reencontra rostos já conhecidos e queridos da franquia. Sam Worthington volta como Jake Sully, enquanto Zoë Saldaña retoma o papel de Neytiri. Também retornam Stephen Lang, Sigourney Weaver, Kate Winslet, Cliff Curtis e Giovanni Ribisi, entre outros. A novidade fica por conta da entrada de Oona Chaplin, que adiciona uma nova camada de mistério e tensão à trama. A química entre os personagens continua sendo um dos pontos fortes do filme, equilibrando bem ação, drama e emoção.

A produção de Avatar: Fogo e Cinzas é, por si só, uma história impressionante. Cameron já falava em sequências desde 2006, mas o projeto só ganhou forma após o sucesso estrondoso do primeiro Avatar. O que parecia um plano simples acabou se transformando em uma jornada épica: atrasos, reestruturações de roteiro e o desenvolvimento de tecnologias inéditas — especialmente para cenas de captura de movimento subaquática — fizeram com que o filme levasse anos para sair do papel.

As filmagens começaram em 2017, na Nova Zelândia, e se estenderam até o fim de 2020, somando mais de três anos de trabalho intenso. O resultado é um espetáculo visual que justifica o orçamento estimado em cerca de US$ 400 milhões, colocando o longa entre os filmes mais caros já produzidos na história do cinema.

Estreando mundialmente no Dolby Theatre, em Hollywood, em 1º de dezembro de 2025, Avatar: Fogo e Cinzas chegou aos cinemas brasileiros no dia 18 do mesmo mês. Desde então, vem acumulando elogios da crítica e do público, sendo incluído nas listas de melhores filmes do ano pelo American Film Institute e pelo National Board of Review. O longa também recebeu indicações importantes ao Globo de Ouro, incluindo a categoria de Conquista Cinematográfica e de Bilheteria.

Falando em bilheteria, o desempenho do filme é sólido: mais de US$ 760 milhões arrecadados mundialmente, garantindo um lugar entre as maiores bilheterias de 2025. Embora os números ainda estejam abaixo do fenômeno absoluto que foi o primeiro Avatar, o resultado confirma que o interesse pelo universo de Pandora segue muito vivo.


Crime 101 ganha novo trailer e reforça clima tenso do thriller policial estrelado por Chris Hemsworth e Mark Ruffalo

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O suspense criminal Crime 101 acaba de ganhar um novo trailer, aumentando a expectativa para um dos thrillers policiais mais aguardados do ano. Dirigido por Bart Layton (American Animals), o filme reúne um elenco de peso liderado por Chris Hemsworth (Thor, Resgate), Mark Ruffalo (Spotlight, Vingadores), Halle Berry (A Última Ceia, A Mulher-Gato) e Barry Keoghan (Os Banshees de Inisherin, Eternos), e tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros em 12 de fevereiro.

O trailer recém-divulgado aprofunda o tom sombrio e urbano da narrativa, destacando uma trama marcada por jogos de poder, investigações complexas e personagens moralmente ambíguos. Com uma edição ágil e atmosfera carregada de tensão, a prévia sugere um filme que aposta mais no suspense psicológico e no embate entre seus protagonistas do que em ação explosiva gratuita.

Inspirado no conto homônimo de Don Winslow, Crime 101 se passa em Los Angeles e acompanha uma série de assaltos aparentemente simples, mas que seguem regras rígidas — o chamado “crime 101”. À medida que a investigação avança, o que parecia ser um esquema controlado começa a revelar rachaduras perigosas, colocando criminosos e autoridades em um jogo cada vez mais arriscado.

Chris Hemsworth surge em um papel diferente do que o público está acostumado, deixando de lado o heroísmo clássico para viver um personagem envolto em mistério e tensão constante. Já Mark Ruffalo interpreta um investigador experiente, determinado a quebrar o padrão dos crimes e chegar ao responsável por trás da operação. Halle Berry e Barry Keoghan completam o núcleo central com personagens que prometem surpreender e adicionar camadas dramáticas à história.

Bart Layton, conhecido por seu olhar detalhista e abordagem realista, imprime ao filme um estilo mais contido e inquietante, reforçado pela fotografia noturna e pela trilha sonora discreta, mas ameaçadora. O novo trailer deixa claro que Crime 101 pretende conquistar o público não apenas pela força de seu elenco, mas pela construção gradual do suspense e pelas reviravoltas morais ao longo da narrativa.

Maldição da Múmia | Lee Cronin retorna ao horror com um filme que promete tirar o fôlego do público em 2026

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Os amantes do cinema de terror já têm um novo motivo para contar os dias no calendário. A Warner Bros. Pictures divulgou nesta domingo, 12, o primeiro teaser trailer de “Maldição da Múmia”, novo longa de horror dirigido por Lee Cronin, cineasta que vem se consolidando como um dos nomes mais interessantes do gênero contemporâneo. Com estreia marcada para 15 de abril de 2026 nos Estados Unidos e 16 de abril de 2026 no Brasil, o filme chegará aos cinemas nacionais também em salas IMAX, prometendo uma experiência intensa, sombria e profundamente inquietante.

Desde os primeiros segundos do teaser, fica claro que “Maldição da Múmia” não pretende seguir caminhos óbvios. O vídeo aposta mais na sugestão do que na exposição direta do horror, criando uma atmosfera de angústia crescente, marcada por silêncios incômodos, imagens fragmentadas e uma sensação constante de ameaça invisível. É um convite para o espectador mergulhar em um terror psicológico que, aos poucos, se transforma em algo muito mais visceral.

O filme parte de um dos arquétipos mais clássicos do terror, o mito da múmia, mas o reinventa sob uma ótica moderna e emocional. A história acompanha uma família marcada por uma perda irreparável: a filha desapareceu misteriosamente no deserto há oito anos e foi dada como morta. Quando ela retorna de forma inesperada, trazendo consigo marcas físicas e emocionais difíceis de explicar, o que deveria ser um reencontro milagroso rapidamente se transforma em um pesadelo. Aos poucos, os familiares percebem que algo profundamente errado voltou junto com ela — algo antigo, violento e impossível de controlar.

Lee Cronin, conhecido por seu domínio da tensão e pelo uso criativo do espaço e do silêncio, descreve o longa como uma mistura improvável, porém instigante, de “Poltergeist” e “Se7en – Os Sete Crimes Capitais”. Essa combinação sugere um terror que não se limita a sustos pontuais, mas que constrói um clima opressivo, explorando tanto o sobrenatural quanto o horror psicológico e moral. O foco não está apenas na criatura ou na maldição em si, mas no impacto que ela causa nas relações humanas, nos segredos familiares e na fragilidade emocional dos personagens.

O elenco reforça a ambição do projeto. Jack Reynor, que chamou atenção internacional em Midsommar, interpreta o pai da família, um homem consumido pela culpa e pela esperança contraditória de ter a filha de volta. Laia Costa, elogiada por performances intensas em produções europeias como Un Amor, vive a mãe, dividida entre o instinto de proteção e o medo crescente de que aquela jovem não seja mais a criança que perdeu. May Calamawy, conhecida do grande público por Cavaleiro da Lua, assume um papel central na trama, trazendo força emocional e complexidade a uma personagem envolvida diretamente nos mistérios da maldição.

O elenco ainda conta com Veronica Falcón (A Milhões de Quilômetros), Natalie Grace (1923), May Elghety, Shylo Molina e Billie Roy, formando um grupo diverso que ajuda a dar profundidade à narrativa. A presença de atores com experiências tão distintas sugere um filme que dialoga com diferentes culturas e referências, algo que combina com a própria origem do mito da múmia, tradicionalmente associado a histórias ancestrais e maldições antigas.

Nos bastidores, “Maldição da Múmia” reúne alguns dos nomes mais influentes do terror atual. James Wan (Invocação do Mal, Jogos Mortais) e Jason Blum (Corra!, Atividade Paranormal) assinam a produção, ao lado de John Keville, garantindo um equilíbrio entre terror autoral e apelo comercial. A supervisão criativa fica por conta de Atomic Monster, com Alayna Glasthal acompanhando o projeto, o que reforça a expectativa de um filme tecnicamente sofisticado e narrativamente ousado. Como produtores executivos, estão Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher, nomes já associados a projetos de grande impacto no gênero.

Diferente das versões clássicas da múmia no cinema, marcadas por aventuras grandiosas ou monstros mais explícitos, o novo longa parece apostar em uma abordagem mais íntima e perturbadora. O terror surge do desconhecido, da quebra da lógica natural e da sensação de que forças antigas não deveriam ser despertadas. A maldição, aqui, não é apenas física ou sobrenatural, mas também emocional, corroendo lentamente a confiança, o amor e a sanidade dos personagens.

Outro ponto que chama atenção é a escolha do deserto como elemento central da narrativa. O cenário, tradicionalmente associado ao isolamento, à morte e ao esquecimento, funciona como uma extensão do estado emocional da família. O retorno da filha não simboliza apenas a quebra de uma ordem natural, mas também o desenterrar de traumas que nunca foram realmente superados. O filme parece explorar com sensibilidade essa linha tênue entre luto, esperança e negação.

Com estreia marcada para abril de 2026, “Maldição da Múmia” já desponta como um dos títulos de terror mais aguardados do ano. A decisão de lançá-lo também em IMAX reforça a confiança do estúdio na força visual e sonora da produção, apostando em uma experiência imersiva que potencializa o medo e a tensão.

Kromaki produzirá “Vambora”, nova novela da TV Brasil ambientada entre Brasil e Portugal

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A produtora Kromaki foi anunciada como responsável pela nova novela da TV Brasil. Intitulada “Vambora”, a trama será ambientada entre Brasil e Portugal e marca a estreia da empresa no formato de teledramaturgia. O projeto integra a lista de produções selecionadas pelo edital Seleção TV Brasil, promovido pela Empresa Brasil de Comunicação, que contemplou ao todo 38 iniciativas.

“Vambora” terá 30 episódios e aposta em uma narrativa contemporânea que combina drama, romance e elementos de suspense. A coprodução internacional será realizada em parceria com a produtora portuguesa SP, reforçando o caráter transatlântico da história. A proposta é refletir os fluxos migratórios atuais entre os dois países, explorando laços familiares, identidade e pertencimento.

A novela é assinada por Daniel Berlinsky, conhecido por trabalhos como “Dona Beja”, em colaboração com Fabricio Santiago, roteirista de “Vai na Fé”, e Chico Amorim, de “O Cangaceiro do Futuro”. A história original é de Pedro Lopes e Alexandre Castro. A direção ficará a cargo de Roberta Richard, profissional com ampla experiência no gênero e participação em produções de destaque, incluindo “Império”, novela vencedora do Emmy Internacional sob direção artística de Rogério Gomes.

A trama acompanha Aline, uma advogada baiana cuja vida sofre uma reviravolta quando sua mãe, já debilitada por uma doença, revela que seu verdadeiro pai pode estar em Portugal. Diante da revelação, mãe e filha embarcam para Cascais em busca de respostas. A jornada, que inicialmente parece ser apenas uma investigação familiar, transforma-se em um percurso emocional complexo, marcado por revelações, versões conflitantes e segredos do passado.

Ao longo dos episódios, a protagonista será confrontada por dilemas éticos e afetivos, enquanto descobre que a verdade pode ser mais desafiadora do que imaginava. A narrativa promete explorar não apenas o suspense em torno da identidade paterna, mas também as transformações pessoais que surgem quando antigas certezas são colocadas em xeque.

Segundo Daniel Berlinsky, “Vambora” nasce com a proposta de dialogar com públicos dos dois lados do Atlântico. Para o autor, o título representa movimento, tanto físico quanto interno. A história não se limita a retratar brasileiros em Portugal ou portugueses no Brasil, mas constrói personagens que transitam entre os dois países, refletindo dinâmicas migratórias contemporâneas e as conexões culturais que aproximam as nações.

A direção de Roberta Richard deverá imprimir ritmo ágil à produção, com ganchos narrativos marcantes entre os capítulos, sem abrir mão de momentos de pausa e introspecção. A proposta estética busca equilibrar intensidade dramática e sensibilidade emocional, valorizando silêncios e olhares tanto quanto grandes revelações.

Para a Kromaki, “Vambora” representa um novo desafio. A produtora consolidou sua trajetória com projetos como a série de ficção “Os Quatro da Candelária”, lançada pela Netflix, e o documentário “Romário: O Cara”, exibido pela HBO. Também prepara uma série documental sobre a cantora Marília Mendonça em parceria com a produtora Chatrone. A entrada no universo das novelas amplia o escopo da empresa e marca um passo estratégico na diversificação de formatos.

Rodrigo Letier, sócio fundador da Kromaki, destacou a responsabilidade de produzir uma novela para uma emissora pública. Segundo ele, desde a abertura do edital, a equipe buscou desenvolver um projeto que respeitasse a tradição do gênero, mas que também trouxesse inovação temática e formal. A intenção é oferecer uma narrativa que dialogue com questões contemporâneas sem perder o apelo popular característico das telenovelas.

Com enredo marcado por reviravoltas, impasses morais e conflitos afetivos, “Vambora” pretende atingir um público amplo, que acompanha melodramas tanto na televisão aberta quanto nas plataformas digitais. A combinação de drama familiar, suspense investigativo e romance reforça a proposta de criar uma novela que transite entre emoção e reflexão.

A produção ainda não teve data de estreia divulgada, mas já se posiciona como uma das apostas da TV Brasil para fortalecer sua programação de dramaturgia original. Ao apostar em uma narrativa internacionalizada e contemporânea, a emissora amplia seu repertório e reforça o compromisso com conteúdos que valorizam diversidade cultural e qualidade artística.

Trilha sonora de Peaky Blinders: The Immortal Man aprofunda o lado mais sombrio da saga e acompanha estreia do filme nos cinemas

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A Sony Music confirmou que a trilha sonora oficial de Peaky Blinders: The Immortal Man será lançada em 6 de março de 2026, mesma data em que o aguardado longa chega aos cinemas. Para abrir os trabalhos, o primeiro single, “Puppet”, já está disponível nas plataformas digitais.

A faixa é assinada por Grian Chatten, vocalista da banda Fontaines D.C., em colaboração com os compositores Antony Genn e Martin Slattery, parceiros criativos de longa data do universo da série. Densa, melancólica e carregada de tensão, “Puppet” traduz em som o peso psicológico que sempre marcou a trajetória de Tommy Shelby. Guitarras cruas, atmosfera opressiva e a interpretação intensa de Chatten mergulham o ouvinte no conflito interno que move os personagens da história.

A trilha completa reúne 36 faixas e apresenta cinco gravações originais inéditas, além de uma trilha instrumental expansiva composta por Genn e Slattery. O projeto amplia a identidade sonora construída ao longo das seis temporadas da série exibida entre 2013 e 2022, consolidando a música como um dos pilares narrativos da franquia criada por Steven Knight.

O álbum também traz participações especiais que reforçam o peso artístico da produção. Amy Taylor, vocalista da banda Amyl & the Sniffers, contribui com uma nova gravação, enquanto integrantes do Fontaines D.C., como Carlos O’Connell e Tom Coll, ampliam a presença da banda no projeto.

Entre os destaques está uma nova versão de “Red Right Hand”, clássico de Nick Cave que se tornou praticamente um hino da série desde sua estreia. A trilha ainda inclui “Hunting The Wren (The Immortal Man Version)”, colaboração com o grupo irlandês Lankum, e releituras impactantes de “Teardrop”, do Massive Attack, incluindo uma versão assinada por Girl In The Year Above.

A continuação da história de Tommy Shelby

O filme marca a continuidade direta da série e traz de volta o vencedor do Oscar Cillian Murphy no papel de Tommy Shelby. Também retornam aos seus personagens Sophie Rundle, Ned Dennehy, Packy Lee, Ian Peck e Stephen Graham. O elenco ganha reforços de peso com Rebecca Ferguson, Tim Roth, Jay Lycurgo e Barry Keoghan.

Dirigido por Tom Harper e escrito por Knight, o longa se passa em Birmingham, em 1940, em pleno caos da Segunda Guerra Mundial. Forçado a sair de um autoexílio, Tommy Shelby enfrenta o confronto mais devastador de sua trajetória. Com o futuro da família e do próprio país ameaçado, ele precisa decidir se encara de vez o peso do próprio legado ou se está disposto a destruí-lo para sobreviver.

A ideia de levar a história para o cinema começou a ganhar força ainda antes do encerramento da sexta temporada. Em 2021, Knight já sinalizava a intenção de concluir a saga em formato de longa-metragem. Em entrevistas posteriores, Murphy deixou claro que só retornaria ao papel se o projeto tivesse um propósito narrativo legítimo. O roteiro foi finalizado em 2023, e as filmagens ocorreram entre setembro e dezembro de 2024, principalmente no Digbeth Loc Studios, em Birmingham, além de locações em West Midlands e Merseyside.

Missão Resgate é destaque na Tela Quente de hoje, 6 de janeiro

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Vem aí muita emoção e adrenalina! Nesta segunda, 6 de janeiro, a Tela Quente da TV Globo exibe o filme “Missão Resgate” (título original: “The Ice Road”), estrelado pelo sempre incrível Liam Neeson. Com direção de Jonathan Hensleigh, a história mistura coragem, sacrifício e ação nas paisagens congelantes do Canadá.

Na emocionante trama, uma mina de diamantes localizada no remoto e inóspito norte canadense sofre um colapso devastador, deixando um grupo de trabalhadores presos sob toneladas de escombros. Com o tempo correndo contra eles e as chances de sobrevivência diminuindo a cada instante, uma ousada missão de resgate é montada.

Para liderar essa operação arriscada, entra em cena Mike McCann, um motorista de caminhão veterano interpretado pelo carismático Liam Neeson. Conhecido por sua habilidade e coragem, McCann é recrutado para enfrentar uma tarefa quase suicida: atravessar um vasto lago congelado durante a primavera, quando o gelo está perigosamente fino e pode ceder a qualquer momento.

À medida que a missão avança, Mike enfrenta uma série de obstáculos implacáveis, desde tempestades de neve traiçoeiras e ventos cortantes até o risco constante de quedas no gelo frágil. No entanto, o maior perigo pode não ser o ambiente hostil, mas forças ocultas que parecem conspirar para sabotar o resgate. Traições, revelações inesperadas e dilemas morais colocam à prova não apenas suas habilidades, mas também seu espírito de liderança e determinação.

Com uma atmosfera tensa e cenários deslumbrantes, o filme combina ação intensa e drama humano, destacando o poder da resiliência e da solidariedade em meio a condições extremas.

O longa-metragem também conta com Laurence Fishburne e Benjamin Walker no elenco, trazendo ainda mais intensidade a essa história emocionante.

Se você é fã de filmes cheios de tensão e superação, essa é a sua chance de assistir! Além de ser exibido na TV Globo, “Missão Resgate” também está disponível para quem prefere o streaming. Você pode assisti-lo na Netflix ou no Telecine, caso seja assinante, ou alugar no Prime Video por preços a partir de R$ 6,90.

Então, anote na agenda: a Tela Quente começa logo depois da novela das 21h. Prepare a pipoca, reúna quem você gosta e embarque nessa aventura gelada que promete tirar o fôlego!

Anote na agenda:

  • Data: Segunda, 6 de janeiro
  • Canal: Globo (TV Aberta)
  • Horário: 22h25, após a novela Mania de Você

Onde assistir online:

  • Netflix: Disponível para assinantes
  • Telecine: Disponível para assinantes
  • Prime Video: Alugue a partir de R$ 6,90

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