Vem aí Super Mario World! Continuação de Super Mario Bros. promete trazer personagens clássicos (e uns bem inusitados)

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Agora é oficial: a sequência de Super Mario Bros. – O Filme já tem nome e data no radar. O título escolhido foi Super Mario World, e a revelação aconteceu durante o evento de upfront da NBCUniversal — aquele momento em que a galera da empresa mostra o que vem por aí nos cinemas e na TV.

O anúncio veio acompanhado de uma lista caprichada com os principais lançamentos da Universal para o próximo ano. Entre eles, estão M3GAN 2.0, o tão esperado live-action de Como Treinar o Seu Dragão e, claro, o retorno do encanador mais famoso do mundo dos games.

Mas a parte mais empolgante pra quem cresceu (ou ainda vive) jogando Nintendo é que Super Mario World promete expandir de vez o universo que a gente viu no primeiro filme. E quem deu uma prévia dessa novidade foi ninguém menos que Keegan-Michael Key, que dubla o Toad na animação. Em entrevista à Men’s Journal, ele deixou escapar que o segundo longa vai trazer muita coisa nova — inclusive rostos que os fãs vão reconhecer rapidinho:

“Eles realmente ampliaram o mundo onde esses personagens vivem. Vamos conhecer algumas pessoas novas — que, na verdade, são velhos favoritos dos fãs — e outras que são tipo ‘corte profundo’, sabe? Personagens mais obscuros, mas que se encaixam super bem na história. Vai ser muito legal!”

Ou seja, pode se preparar: vem aí um desfile de personagens que vai agradar quem jogou desde o Super Mario Bros. lá dos anos 80 até quem se apaixonou por Super Mario Odyssey no Nintendo Switch.

E dá pra entender o motivo de tanta expectativa. O primeiro filme, lançado em 2023, foi um fenômeno absoluto, arrecadando mais de US$ 1,35 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Um sucesso que ninguém esperava tão grande — e que abriu portas pra novas aventuras animadas da Nintendo.

Pra completar, o time criativo continua o mesmo: Aaron Horvath e Michael Jelenic voltam na direção e o roteiro fica por conta de Matthew Fogel, que já mostrou que entende direitinho a essência dos jogos.

Se o primeiro filme foi uma carta de amor aos fãs, Super Mario World promete ser uma verdadeira viagem nostálgica (e divertida!) pelo Reino dos Cogumelos — com direito a surpresas, personagens icônicos e, claro, muita correria em canos verdes.

Peter Stormare revela bastidores da sequência de Constantine — e Keanu Reeves estaria insatisfeito com o rumo do roteiro

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Quase 20 anos após o lançamento de Constantine, os fãs do cultuado filme estrelado por Keanu Reeves continuam na expectativa por uma sequência. Mas, ao que tudo indica, a jornada para tirar o projeto do papel está longe de ser fácil — e quem trouxe novas luzes (ou melhor, sombras) sobre o assunto foi Peter Stormare, o icônico Lúcifer do longa original.

Durante entrevista ao site The Direct, para divulgar seu novo filme Stand Your Ground, Stormare comentou abertamente sobre os bastidores do tão falado Constantine 2, e deixou escapar que Keanu Reeves estaria insatisfeito com os rumos criativos da continuação.

“É muita troca de ideias, porque… acho que o Keanu, que eu conheço muito bem, não está muito satisfeito com os roteiros e, geralmente, com o que sai dos estúdios”, revelou Stormare. “O primeiro [filme] não fez tanto sucesso no começo, virou um filme cult, e agora é um dos maiores filmes cult de todos os tempos. Mas, para fazer uma sequência, os estúdios querem ter, sabe, carros voando. Eles querem pessoas dando mortais e lutando em cenas de ação”.

“Já fiz John Wick

O ator foi além, afirmando que Reeves deseja preservar o tom sombrio e espiritual que tornou o primeiro Constantine tão único. “Acho que o Keanu diz: ‘Já fiz John Wick. Este filme é espiritual. É sobre demônios e pessoas comuns. E eu queria que continuasse assim’”, contou Stormare.

E ele parece estar do lado do colega de elenco. “Conversamos sobre isso. Quero fazer Deus descendo exatamente da mesma forma, mas de terno preto e parecendo mais ou menos com o Lúcifer do primeiro filme”, brincou. “Sou 12 anos mais velho, então vai ser difícil, sabe, imitar completamente o primeiro filme. Mas acho que o Keanu quer fazer uma sequência muito próxima do original.”

O dilema: alma ou espetáculo?

O impasse criativo escancarado por Stormare reflete uma velha tensão entre arte e indústria. Enquanto os estúdios parecem querer transformar Constantine em mais um blockbuster com cenas de ação estilizadas, Keanu Reeves — assim como muitos fãs — enxerga a saga do detetive sobrenatural como uma narrativa mais introspectiva, focada em temas espirituais, fé, redenção e o eterno embate entre céu e inferno.

O Constantine original (2005), embora subestimado em seu lançamento, conquistou um status cult ao longo dos anos graças à sua estética noir, subtexto religioso e à atuação carismática de Reeves. A personificação elegante e sinistra de Lúcifer feita por Stormare também se tornou memorável, contribuindo para o fascínio duradouro pelo universo sombrio do filme.

Vai sair ou não vai?

Apesar do entusiasmo de fãs e elenco, o futuro da sequência ainda é incerto. O projeto já foi anunciado oficialmente diversas vezes, com o diretor Francis Lawrence (também responsável pelo primeiro filme) frequentemente ligado ao retorno. Mas os conflitos criativos e a pressão dos estúdios parecem atrasar — ou até ameaçar — o andamento da produção.

O que é certo, por ora, é que Keanu Reeves só deve voltar se o tom do filme respeitar a essência do original. E, cá entre nós, não tem como imaginar um Constantine 2 com carros voadores e tiroteios acrobáticos. Esse lugar já é de John Wick.

E os fãs?

Se depender dos fãs, a sequência não precisa de pirotecnia. Só queremos mais inferno, mais dilemas morais, e Keanu Reeves de sobretudo enfrentando criaturas das sombras com aquele olhar melancólico que só ele sabe fazer. E claro, Peter Stormare descendo dos céus de terno preto, como o diabo (literalmente) gosta.

Tom Cruise quer acelerar de novo: Dias de Trovão 2 está nos planos, confirma Jeff Gordon

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Trinta e quatro anos após cruzar a linha de chegada nas telonas com fumaça, suor e drama, Dias de Trovão está oficialmente com o motor ligado para uma possível sequência. E não é boato de paddock: segundo o lendário piloto da NASCAR Jeff Gordon, Tom Cruise confirmou pessoalmente que Dias de Trovão 2 vai acontecer. A revelação veio em entrevista ao site Road & Track e rapidamente se espalhou entre fãs de velocidade e cinema.

Ainda não há detalhes sobre roteiro, data ou direção, mas o entusiasmo está vivo — e partiu diretamente do próprio Cruise.

“Vamos fazer isso”

Jeff Gordon, que é amigo de longa data de Tom Cruise e já viveu de perto os bastidores da NASCAR e de Hollywood, contou que encontrou o astro recentemente durante as gravações e estreia de Missão: Impossível 7. Segundo ele, Cruise foi direto ao ponto: “As primeiras palavras que ele disse foram: ‘Vamos fazer isso. Vamos fazer Dias de Trovão 2′”, contou Gordon, sem esconder a empolgação.

A frase, embora simples, carrega o peso de um compromisso emocional — afinal, Dias de Trovão não é apenas mais um título na filmografia de Cruise. É um marco dos anos 90, um filme que misturava ação, romance, rivalidade e aquela estética inconfundível do diretor Tony Scott, falecido em 2012, cuja ausência inevitavelmente levantará discussões sobre o tom da sequência.

Uma volta à pista cheia de nostalgia

Lançado em 1990, Dias de Trovão (Days of Thunder) acompanhava Cole Trickle, um jovem e promissor piloto vivido por Cruise, determinado a conquistar a glória na NASCAR. O filme colocou a cultura das corridas americanas sob os holofotes e misturava velocidade com dilemas humanos: orgulho, superação, lealdade e, claro, romance — quem não se lembra da personagem de Nicole Kidman, que conheceu Cruise durante as filmagens e viria a se casar com ele pouco depois?

Além da trama clássica de ascensão, o longa contava com cenas de corrida coreografadas com realismo e intensidade, além de uma trilha sonora que virou hit da época.

O que esperar de Dias de Trovão 2?

Ainda não há confirmação oficial da Paramount ou de Cruise Productions, mas se o próprio protagonista está verbalizando o desejo, é bem provável que conversas mais concretas já estejam nos bastidores.

A grande dúvida é: qual será o ponto de partida da nova história? Veremos Cole Trickle mais velho, mentorando um novo talento? Ou o personagem voltará às pistas em uma última corrida, estilo “O Último Desafio”? A sequência pode explorar o legado do personagem no universo da NASCAR, ou até fazer críticas ao mundo esportivo atual — repleto de tecnologia, contratos bilionários e mídia digital.

Riscos e recompensas

Trazer de volta um título icônico como Dias de Trovão pode ser um movimento ousado. O público dos anos 90 já mudou, e novos espectadores podem não ter o mesmo apego emocional à história original. Por outro lado, a cultura das revivals tem mostrado que nostalgia, quando bem trabalhada, ainda acelera corações. E com Cruise no comando — atualmente mais relevante do que nunca graças ao sucesso contínuo de Missão: Impossível e Top Gun: Maverick — a aposta pode ser mais certeira do que parece.

Aliás, vale lembrar: quando todos achavam que Top Gun havia ficado no passado, Cruise entregou uma sequência elogiada pela crítica e pelo público, arrecadando bilhões mundialmente e reacendendo a paixão por um clássico.

A pergunta que fica

Com o anúncio informal vindo de um nome tão respeitado quanto Jeff Gordon, agora os holofotes estão voltados para Tom Cruise. O ator sempre foi conhecido por sua obsessão com realismo, por fazer suas próprias cenas de ação e por buscar autenticidade nos projetos que lidera. Se Dias de Trovão 2 realmente acontecer, é bem possível que tenhamos cenas de corrida reais, mergulho profundo na cultura da NASCAR atual e, claro, Cruise ao volante — sem dublês.

James Gunn revela a importância de Superman e Pacificador no novo Universo DC

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Enquanto os motores do novo Universo DC começam a esquentar sob a liderança criativa de James Gunn, a curiosidade dos fãs sobre como tudo se conectará ganha cada vez mais força. Mas se você esperava que cada novo lançamento fosse uma peça indispensável no grande quebra-cabeça da DC, talvez seja hora de ajustar as expectativas — e celebrar a liberdade narrativa que vem aí.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Gunn falou com franqueza sobre o que realmente importa nesta primeira fase do novo DCU. E, para surpresa de muitos, deixou claro que nem todo projeto será essencial na construção da narrativa principal — pelo menos não de imediato.

“Superman é um pilar. Ele é fundamental para o que estamos construindo. O Pacificador também tem um papel importante nesse contexto maior. Já Comando das Criaturas… é divertido, tem seu valor, mas não é essencial para o arco central da história”, afirmou o diretor, sem rodeios.

A fala deixa evidente que, embora esteja construindo uma narrativa interconectada, Gunn está longe de adotar o modelo rígido que marcou a Fase 3 da Marvel. Em vez disso, seu plano é permitir que cada obra respire por si — com começo, meio e fim próprios — ao mesmo tempo em que algumas delas se entrelaçam sutilmente para quem estiver atento aos detalhes.

“Quero que qualquer pessoa possa chegar e assistir ao próximo capítulo sem sentir que precisa fazer uma maratona antes. Claro, se você viu tudo, ganha uma camada a mais de significado. Mas a ideia é que nenhuma história dependa completamente da outra. Pelo menos por enquanto”, explicou Gunn.

Ele ainda revelou que essa abordagem poderá mudar à medida que o universo crescer e se tornar mais complexo. E, como todo bom contador de histórias, usou uma analogia direta com o cinema de super-heróis que moldou a última década:

“Pode ser que no futuro tenhamos algo como Guerra Infinita e Ultimato, onde você realmente precisa ter visto o primeiro para entender o segundo. Mas neste momento, estamos priorizando acessibilidade. Você não precisa ver Superman para curtir Supergirl, por exemplo.”

Essa filosofia reflete um cuidado não apenas com a narrativa, mas também com o público. Ao invés de criar uma teia de interdependência sufocante, Gunn está oferecendo uma nova chance para os fãs — veteranos ou novatos — de entrarem nesse universo sem medo de se perder.

E falando em Superman, o novo filme protagonizado por David Corenswet (Pearl) promete ser mais do que apenas mais uma origem do herói: ele será o coração emocional e moral do novo DCU. O elenco já chama atenção: Rachel Brosnahan (A Maravilhosa Sra. Maisel) como Lois Lane, Nicholas Hoult (Nosferatu) como o carismático e ameaçador Lex Luthor, Skyler Gisondo (Licorice Pizza) como o fiel Jimmy Olsen e Wendell Pierce como o lendário editor Perry White, do Planeta Diário.

Ao lado dele, o Pacificador de John Cena segue firme como uma das figuras mais importantes dessa nova fase — trazendo não só o humor e a ação, mas também a complexidade moral que Gunn tanto gosta de explorar.

E o que dizer de Comando das Criaturas? Segundo Gunn, o projeto funciona como uma janela criativa, quase como um experimento paralelo — onde novos personagens e tons podem ser testados, sem a pressão de mover a narrativa principal adiante. Pense nele como um livro de contos dentro de um universo em construção.

O recado está dado: o novo DCU será uma mistura de liberdade criativa com planejamento estratégico. E se James Gunn cumprir o que promete, teremos um universo rico, acessível, surpreendente — onde cada história pode ser aproveitada individualmente, mas que, vistas em conjunto, revelarão algo muito maior.

Nosso Lar 3: Vida Eterna confirma Fábio Assunção e Carol Castro como protagonistas de nova missão espiritual

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A emocionante jornada espiritual iniciada em Nosso Lar ganhará um novo e promissor capítulo. A Disney confirmou, na última sexta-feira (4), que Fábio Assunção e Carol Castro serão os protagonistas de Nosso Lar 3: Vida Eterna. O anúncio veio através de um vídeo especial divulgado nas redes sociais da produtora, celebrando o início das gravações do novo longa.

🎬 Filmagens começam neste domingo no Rio com direção de Wagner de Assis

Sob a batuta do diretor e roteirista Wagner de Assis, que comandou os dois filmes anteriores (Nosso Lar e Nosso Lar 2: Os Mensageiros), as filmagens de Vida Eterna começam neste domingo (6), no Rio de Janeiro. A produção é da Cinética Filmes, com coprodução e distribuição da Star Original Productions.

O terceiro longa da franquia é uma adaptação do livro Obreiros da Vida Eterna, ditado pelo espírito André Luiz e psicografado por Chico Xavier — uma das obras mais conhecidas e profundas da literatura espírita.

Uma missão de amor, recomeços e perdão

Na nova história, acompanhamos a trajetória dos personagens Zenóbia (Carol Castro) e Domênico (Fábio Assunção), dois espíritos dedicados a missões de socorro espiritual. Unidos por um laço antigo e por sentimentos que atravessaram encarnações, os dois embarcam em uma missão cheia de desafios, amparando almas em sofrimento e oferecendo uma nova chance àqueles que desejam recomeçar.

Os protagonistas foram impedidos de viver um amor na juventude por conta de uma decisão do pai de Zenóbia. Anos depois, seus caminhos se reencontram em outro plano, onde a compaixão e o trabalho pelo próximo se tornam os pilares de suas jornadas.


👥 Elenco repleto de nomes conhecidos e novos rostos

O elenco de Nosso Lar 3: Vida Eterna reúne veteranos e novos talentos do cinema e da TV brasileira. Além de Fábio Assunção (Sob Pressão, A Magia de Aruna) e Carol Castro (Irmão do Jorel, Mulheres Apaixonadas), o filme conta com Othon Bastos (O Pagador de Promessas, Assalto ao Banco Central), Renato Prieto (Nosso Lar, Kardec), Anna Kutner (A Diarista, Se Eu Fosse Você), Dandara Albuquerque (Nosso Lar 2: Os Mensageiros, A Força do Querer), Caio Scot (Pureza, Sessão de Terapia), Gerson Barreto (Malhação: Toda Forma de Amar, Aruanas), Vandré Silveira (Império, O Doutrinador), Alex Brasil (A Vida Invisível, Desalma), Gustavo Pace (Sintonia, Brother), Cadu Libonati (Nos Tempos do Imperador, Vai na Fé), Rod Carvalho (Amor Perfeito, Segunda Chamada), Talita Castro (Sob Pressão, Onde Está Meu Coração), Alle Franco (Filhas de Eva, Psi), Will Anderson (Impuros, Dom), Márcio Vito (A Noite Amarela, O Banquete), Cynthia Aparecida (Nosso Lar 2, Falas Negras), Helga Nemetik (Salve-se Quem Puder, A Força do Querer), Manu Duarte (Malhação: Vidas Brasileiras, Mãe Só Há Uma), Renata Tobelem (Bom Dia, Verônica, Carcereiros), Beatriz Alcântara (Desalma, Sessão de Terapia) e Antônio Zeni (O Auto da Boa Mentira, O Vendedor de Sonhos). A diversidade de experiências dos atores reforça a proposta do longa de unir emoção, espiritualidade e profundidade dramática em mais um capítulo da consagrada franquia.

A produção também promete apresentar novos personagens espirituais, que terão papel essencial nas questões de perdão, escolhas do passado e transformação.

🌍 Franquia de sucesso retorna com mais maturidade e profundidade

Nosso Lar, lançado em 2010, e Nosso Lar 2: Os Mensageiros, em 2023, emocionaram o público ao retratar com sensibilidade os bastidores do plano espiritual. Vida Eterna surge como a continuação natural dessa trajetória, com foco em temas como reconciliação, amor incondicional, missões espirituais e a complexidade das relações que transcendem a vida física.

A nova produção ainda não tem data de estreia confirmada, mas já é aguardada com ansiedade por fãs da doutrina espírita, admiradores do cinema nacional e todos que buscam histórias que toquem a alma.

Crítica – Shadow Force decepciona com narrativa previsível e produção sem brilho

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Quando um filme de ação chega às telas, as expectativas naturalmente envolvem adrenalina, sequências eletrizantes e personagens que cativam o público. Infelizmente, Shadow Force não consegue cumprir essa promessa e acaba se tornando uma experiência decepcionante, mesmo contando com um elenco talentoso.

Logo no início, o filme já apresenta um problema básico que dificulta a imersão do espectador: um erro de continuidade que passa despercebido apenas por quem não está atento. Uma assassina de aluguel executa um tiro perfeito a longa distância, e o homem cai morto. Porém, segundos depois, a mesma cena é contraditada por um enquadramento que não faz sentido dentro da lógica apresentada. Pequenos detalhes como esse parecem simples, mas refletem uma falta de cuidado que se repete ao longo do filme.

Omar Sy, que carrega no nome o peso de seu talento e carisma, interpreta mais uma vez um personagem americano de origem senegalesa — uma escolha que, apesar de trazer representatividade, não se aprofunda em camadas ou singularidades. O roteiro, infelizmente, não oferece a complexidade necessária para que o ator explore seu potencial, deixando-o preso a um papel que se encaixa no molde padrão de heróis de ação contemporâneos.

A trama parte de uma premissa com potencial: um casal de agentes secretos, traídos por sua própria agência, foge com o filho para sobreviver. No entanto, a narrativa rapidamente se perde em clichês batidos — o “último trabalho antes da aposentadoria”, o “mentor corrompido”, a “fuga em família” — fórmulas já vistas inúmeras vezes e que pouco acrescentam ao gênero. O roteiro não surpreende, tampouco emociona, entregando reviravoltas previsíveis e diálogos genéricos.

Visualmente, Shadow Force também decepciona. A direção, que deveria conduzir o ritmo frenético típico do gênero, tropeça em cenas confusas e mal iluminadas, onde o espectador acaba por perder a noção dos movimentos e da ação. Um exemplo é a tentativa de coreografar uma luta entre o casal protagonista — a sequência é tão escura e desordenada que se torna praticamente ilegível. A fotografia opaca e os cenários genéricos — galpões, florestas e motéis — colaboram para a sensação de que o filme poderia se passar em qualquer lugar do mundo, sem deixar qualquer marca.

Outro ponto que chama a atenção — e gera desconforto — é uma sequência de violência em uma igreja. O ataque, brutal e gratuito, parece deslocado da trama e levanta questões importantes sobre representatividade e as escolhas narrativas feitas pelo filme. A violência ali parece mais uma decisão calculada do que uma necessidade para o desenvolvimento da história.

No elenco de apoio, os personagens secundários funcionam mais como elementos utilitários para movimentar a trama do que figuras com personalidade ou complexidade. O vilão principal, por sua vez, se apresenta como uma caricatura, o que diminui o peso do conflito e a tensão que deveria carregar.

Apesar das limitações do filme, Omar Sy mostra comprometimento e entrega uma atuação sólida — especialmente em uma cena de confronto verbal, onde seu talento brilha com mais intensidade e autenticidade, oferecendo um raro momento de verdade em meio à produção.

No balanço geral, Shadow Force acaba se tornando um filme que não consegue se afirmar nem como entretenimento eficiente nem como uma obra original dentro do gênero. É uma produção que soa desgastada e pouco inspirada, que poderia ter sido melhor com um roteiro mais ousado e uma direção mais atenta.

Para o público que acompanha a carreira de Omar Sy, o filme é um lembrete de que até mesmo grandes atores podem enfrentar projetos que não fazem jus ao seu potencial. Para os fãs do cinema de ação, resta a frustração de assistir a um produto que parece mais um trabalho automático do que uma obra pensada para envolver e emocionar.

Shadow Force pode até preencher algumas horas de tela, mas dificilmente deixará uma marca significativa na memória do público.

Minha Vida com a Família Walter está de volta — e promete abalar corações na 2ª temporada

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A Netflix acaba de atiçar nossos sentimentos adolescentes com o primeiro teaser da 2ª temporada de Minha Vida com a Família Walter, que estreia no catálogo no dia 28 de agosto. Se você riu, chorou e se apegou aos Walter na temporada passada, prepare-se: vem aí mais intensidade, mais dilemas e aquela avalanche de emoções que só uma casa cheia de irmãos (do coração ou não) pode proporcionar.

Relembrando a história: do caos à reconstrução

Jackie Howard (interpretada pela carismática Nikki RodriguezOn My Block, My Life with the Walter Boys) teve sua vida virada do avesso. De adolescente sofisticada em Manhattan, viu-se órfã de uma hora pra outra e foi enviada para viver no interior do Colorado — com um tutor que ela mal conhecia e oito garotos completamente diferentes dela.

Mas foi entre o caos da nova rotina e a confusão emocional do luto que Jackie começou a encontrar algo que nem sabia que estava procurando: um tipo de família completamente inesperado, cheia de barulho, tropeços e amor em construção.

O que esperar da nova temporada?

Se a primeira temporada tratou da dor da perda e da adaptação forçada, os novos episódios parecem mergulhar nos dilemas do coração, amadurecimento e pertencimento real. Afinal, agora Jackie já não é mais apenas a menina nova da casa: ela criou laços, viveu atritos, e talvez… esteja começando a se sentir em casa?

O teaser dá pistas de reencontros intensos, decisões difíceis e uma Jackie mais segura — mas ainda em busca de quem realmente é. O clima é de transição: dos lutos silenciosos para os gritos (e beijos) adolescentes.

Um elenco jovem que amadureceu com seus personagens

Além de Nikki Rodriguez, o elenco da nova temporada conta com Sarah Rafferty (Suits, Grey’s Anatomy), Marc Blucas (Buffy, a Caça-Vampiros), Noah LaLonde (Criminal Minds), Ashby Gentry (Wild Indian), Connor Stanhope (Smallville), Johnny Link (Dear Evan Hansen), Corey Fogelmanis (Girl Meets World, Ma), Jaylan Evans (The Resident), Zoë Soul (The Purge: Anarchy), Isaac Arellanes (Ghostwriter), Myles Perez (One Day at a Time) e Alex Quijano (Station 19, The Good Doctor). Um time afiado, que equilibra emoção, carisma e presença de tela — dando ainda mais vida a esse universo caótico e cheio de afeto.

Família a gente encontra nos lugares mais improváveis

Minha Vida com a Família Walter é daquelas séries que a gente começa achando que vai ser só mais um drama teen, mas acaba sendo surpreendido por afetos sinceros, personagens com alma e reflexões que ficam ecoando mesmo depois dos créditos.

E por mais que oito garotos barulhentos sejam um pesadelo para alguns, para Jackie (e para quem assiste), eles se tornaram algo precioso: uma nova chance de amar — e ser amada.

📅 Anota aí: a 2ª temporada estreia 28 de agosto na Netflix. Até lá, vale maratonar a primeira e preparar o coração para o reencontro com os Walter.

Sonhar com Leões com Denise Fraga vai a Gramado — e traz à tona a coragem de morrer como se vive: com afeto, escolha e algum riso

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Tem filmes que não querem apenas entreter — querem conversar com você. Ou melhor: te provocar com jeitinho, fazer rir enquanto você engole o choro, e te deixar pensando dias depois da sessão. Assim é Sonhar com Leões, nova tragicomédia estrelada por Denise Fraga, que foi oficialmente selecionada para a 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado (de 13 a 23 de agosto) e estreia nos cinemas no dia 11 de setembro.

Esqueça os clichês. Aqui, a morte não entra pela porta como vilã. Ela aparece como convite à reflexão, com trilha suave, absurdos poéticos e um pouco de ironia bem colocada. No centro da história está Gilda, uma mulher brasileira vivendo em Lisboa, que recebe a notícia de que tem apenas mais um ano de vida por conta de um câncer. Mas, em vez de se agarrar à esperança, ela toma outra decisão: quer partir com autonomia, lucidez e dignidade — enquanto ainda é ela mesma.

Rir do fim não é falta de respeito — é uma forma de entender a vida

Com direção e roteiro do sensível e irreverente Paolo Marinou-Blanco, Sonhar com Leões aposta num caminho raro: o equilíbrio fino entre a comédia e a dor. Não é um filme sobre morte. É um filme sobre o direito de decidir como viver até o último segundo.

E quem conduz essa travessia é ninguém menos que Denise Fraga, num dos papéis mais potentes e sutis de sua carreira.

“Tratar um tema tão delicado com humor e inteligência foi o maior desafio — e também a maior beleza desse projeto”, conta Denise. “Quando conseguimos rir, conseguimos entender. O riso abre portas para conversar com o que nos assusta.”

Gilda é daquelas personagens que parecem carregar o peso do mundo — e ainda assim, sabem sorrir na hora errada, tropeçar com charme e olhar a própria finitude com a coragem de quem já viveu demais para se contentar com pouco.

O absurdo é real — e nos ensina

Sonhar com Leões não se esconde atrás do drama. Pelo contrário: escancara o cotidiano de quem está diante do fim com situações inesperadas, personagens excêntricos e até uma pitada de surrealismo. Afinal, como lidar com o último ato da vida? Fazendo listas? Cancelando planos? Se despedindo? Ou simplesmente… seguindo até onde dá, com um pouco de vinho e muita honestidade?

A beleza do filme está justamente nessa linguagem híbrida, que une poesia, crítica, imaginação e leveza. E tudo isso costurado com um olhar carinhoso, quase cúmplice, sobre temas que costumam ser evitados — morte, autonomia, liberdade, empatia, medo e afeto.

Um filme que atravessa fronteiras — geográficas e emocionais

Coproduzido entre Brasil, Portugal e Espanha, Sonhar com Leões já passou por importantes festivais internacionais, como:

🌍 Black Nights Film Festival (Estônia)
🎬 Red Sea International Film Festival (Arábia Saudita)
🎞️ Festival Internacional de Cinema de Guadalajara (México)

E agora retorna ao Brasil com pompa, sensibilidade e um público pronto para ouvir o que ele tem a dizer. Ou, melhor dizendo, sentir.

“Mais do que contar uma história, o filme é um convite a conversas sinceras sobre como desejamos viver — e, com coragem, como queremos partir”, explica Eduardo Rezende, diretor da Capuri, uma das produtoras do projeto. “Com Denise no papel de Gilda, encontramos o tom exato entre a força emocional e a delicadeza absurda que essa trama precisava.

Uma fábula urbana sobre a morte — que, no fundo, é sobre o que ainda estamos tentando aprender

Com estreia marcada para 11 de setembro, Sonhar com Leões quer mais do que emocionar. Ele quer mexer na ferida com mãos delicadas, e lembrar que a vida, mesmo quando prestes a terminar, ainda pode ser um espaço para escolher, amar, rir e se reconhecer.

Dica no Imovision: “Monster”, de Hirokazu Kore-eda, é um drama delicado, denso e absolutamente imperdível

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Nem todo monstro grita. Alguns sussurram no corredor da escola, se escondem no silêncio de uma criança ou se disfarçam de mal-entendidos. Em “Monster”, novo filme do mestre Hirokazu Kore-eda, o que parece um simples drama escolar se transforma num delicado mosaico sobre culpa, empatia e as muitas formas de enxergar o outro — e a si mesmo.

Disponível no Imovision+, o longa é vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes e traz de volta o melhor de Kore-eda: a sensibilidade afiada, a paciência narrativa e uma capacidade única de encontrar humanidade nas frestas do cotidiano.

🧩 Um drama contado em três tempos — e nenhum deles é o que parece

Tudo começa quando uma mãe percebe que seu filho mudou. Algo está estranho. Silêncios longos demais, respostas curtas demais. Ela descobre que a causa pode estar dentro da escola — mais precisamente, numa sala de aula com um professor que parece esconder algo.

Mas aqui, nada é entregue de bandeja.

Em vez de um ponto de vista único, o filme rebobina a história três vezes, cada vez por olhos diferentes: a mãe, o professor, o menino. E a cada volta, o que parecia claro vira sombra. O julgamento cede espaço à dúvida. A fúria vira ternura. O monstro muda de forma.

🎬 Kore-eda no modo sutil devastador

Para quem conhece Kore-eda (Assunto de Família, Ninguém Pode Saber), sabe que ele não filma com pressa. Ele espera que a gente escute o não dito, veja o que não está na tela, sinta antes de entender. E Monster é exatamente isso: um filme que parece simples — até que não seja mais.

Com atuações tocantes, fotografia contida e um roteiro que trata o espectador com inteligência, o longa não grita lições de moral — ele convida ao desconforto, ao choro contido, à pausa após os créditos.

💡 Por que ver “Monster” agora?

  • Porque nem todo filme precisa responder — alguns só precisam provocar
  • Porque ver o mundo pelos olhos de uma criança muda tudo
  • Porque o cinema japonês nunca foi tão urgente, delicado e necessário
  • E porque Hirokazu Kore-eda é daqueles diretores que fazem você sair do filme pensando em você mesmo

📌 Ficha do filme:

  • Título original: Kaibutsu
  • Direção: Hirokazu Kore-eda
  • Duração: 126 min
  • Ano: 2023
  • País: Japão
  • Classificação: 12 anos
  • Contém: Drogas lícitas, violência e temas sensíveis
  • Onde ver: Imovision+

Dan Cândido & Matheus lançam “Para de Me Dar Moral” ao lado de Rayane & Rafaela — O hit que mistura humor e verdade do sertanejo universitário

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Depois de agitar o cenário musical com o projeto Open Mé, Dan Cândido & Matheus voltam a se destacar com uma novidade quente: o lançamento do single “Para de Me Dar Moral”, em colaboração com a dupla Rayane & Rafaela. O que chama atenção na música é a forma como ela fala sobre os desencontros amorosos, mas sem drama, com leveza e uma boa dose de bom humor.

Quando a parceria vira papo de amigo

Essa música nasceu de um encontro descontraído entre os quatro artistas, que logo perceberam ter algo a mais para criar juntos. Entre conversas e brincadeiras, surgiu uma faixa que soa como aquela conversa franca entre exs que tentam colocar um ponto final nas voltas e recaídas. “Foi um processo natural, sem pressão, onde cada ideia ganhou espaço para crescer”, contam Dan e Matheus, animados com o resultado.

Sertanejo com alma jovem e uma pitada de malícia

O diferencial da canção está justamente nessa mistura de autenticidade com um toque de ironia — nada pesado, só aquele deboche que faz a gente sorrir de si mesmo. Rayane & Rafaela refletem essa pegada com sua voz firme e o estilo que conquistou fãs pelo Brasil afora. “É uma música que tem a nossa cara: direta, forte e cheia de personalidade”, destacam as meninas.

Da caneta ao palco: quem são Dan Cândido & Matheus

Mais do que intérpretes, eles são nomes importantes na composição de hits para grandes nomes do sertanejo nacional. Com um olhar fresco para o gênero, eles investem numa mistura de letras autorais, melodias contemporâneas e uma vontade de manter o sertanejo conectado com o público jovem. O single “Grudou” foi só o começo de uma trajetória que promete muita inovação.

Open Mé: conectando a música ao lifestyle universitário

O lançamento faz parte de um movimento que vai além da música. O Open Mé, que já conta com mais de 110 grupos universitários pelo Brasil, cria experiências que juntam música, festa e cultura jovem, ressignificando o jeito de ouvir sertanejo. Goiânia foi o palco escolhido para dar vida a essa nova fase, com participações especiais que mostram a força dessa geração.

“Para de Me Dar Moral”: um convite para rir dos próprios tropeços

No fim das contas, a nova música é um reflexo do cotidiano da juventude, que encara as relações com sinceridade e leveza, mesmo quando o coração insiste em dar voltas. Com “Para de Me Dar Moral”, Dan Cândido & Matheus e Rayane & Rafaela entregam um som que vai fazer muita gente se identificar e, claro, cantar junto.

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