“A História de Mahalia Jackson” é destaque emocionante da “Sessão da Tarde” desta quarta (23/07)

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Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, a Sessão da Tarde reserva um daqueles filmes que não apenas ocupam a tela — eles a transcendem. A História de Mahalia Jackson é mais que um drama biográfico. É um convite à alma. Um retrato poderoso de uma mulher que usou sua voz para muito além da música, se tornando símbolo de fé, resistência e esperança em meio à dura realidade da segregação racial nos Estados Unidos.

Estrelado pela multipremiada cantora Ledisi, vencedora do GRAMMY, o filme não só emociona pela música, mas também pela força de sua protagonista. Mahalia Jackson não cantava apenas com a garganta — cantava com a alma, com cicatrizes e com sonhos.

Uma infância entre a dor e o destino

Nascida em Nova Orleans, Mahalia Jackson cresceu em uma América ainda profundamente marcada pela escravidão e racismo institucional. Órfã de mãe ainda criança, ela foi criada por sua tia Mahala (ou “Tia Duke”, como era chamada), uma mulher rígida, amarga e muitas vezes violenta. O filme mergulha nessa relação delicada, dando ao público um retrato honesto das dores que moldaram o coração e o canto de Mahalia.

Mas o que poderia ter sido o fim de muitos, foi o combustível dela. As feridas da infância não a destruíram — elas temperaram sua fé, fortaleceram sua identidade e inspiraram sua missão. A dor, para Mahalia, se transformava em hino. E a igreja foi o palco onde ela começou a espalhar sua luz.

Muito além da música: ativismo, fé e coragem

Ao longo da vida, Mahalia não se contentou em ser apenas uma cantora. Em tempos em que mulheres negras eram silenciadas, ela fez o contrário: cantou mais alto. Em um país dividido, sua música uniu. Sua amizade com o Dr. Martin Luther King Jr. não foi apenas simbólica. Ela esteve ao lado dele em alguns dos momentos mais cruciais do movimento pelos direitos civis nos EUA.

Na Marcha sobre Washington, em 1963, foi Mahalia quem, com sua voz, preparou o palco espiritual para o célebre discurso “I Have a Dream”. Sua fé não era só religiosa, era uma fé social, política e profundamente transformadora.

O filme retrata de forma emocionante essa jornada ao lado do líder ativista, com destaque para a atuação comovente de Columbus Short como Dr. King. A relação dos dois era construída sobre confiança, cumplicidade e esperança. Ela não era apenas uma voz de fundo. Era protagonista na luta pela dignidade do povo negro.


Ledisi: quando a intérprete se torna Mahalia

Se há uma escolha que eleva ainda mais o filme, é a escalação de Ledisi como Mahalia. A cantora não apenas interpreta — ela incorpora a essência da artista. Ledisi já havia vivido Mahalia no filme Selma (2014), mas aqui ela entrega uma performance completa, íntima, poderosa e comovente. É impossível não se emocionar quando sua voz toma conta da tela e atinge o coração do espectador.

Não é só atuação. É verdade. E talvez por isso ela tenha sido indicada ao NAACP Image Awards como Melhor Desempenho Inovador — uma indicação mais que justa. Quando canta “Precious Lord”, por exemplo, é impossível não sentir um arrepio que atravessa gerações.

Denise Dowse: um legado por trás das câmeras

A direção é de Denise Dowse, atriz veterana que aqui faz sua estreia e também seu último trabalho como diretora antes de falecer, em 2022. Há algo profundamente sensível na maneira como Dowse conduz a narrativa. Ela não dramatiza a dor gratuita, mas nos oferece momentos de humanidade, doçura e fé, mesmo nas situações mais amargas.

A diretora tem a sabedoria de dar espaço para que a música seja personagem principal. Em vez de interromper com discursos expositivos, ela permite que os hinos falem por si. E como falam! Cada performance é uma oração, um ato de resistência.

Do gospel às telas: um filme que ecoa esperança

Com participações de peso como Keith David, Janet Hubert, Corbin Bleu e Vanessa Williams, o filme também acerta ao retratar uma época complexa e dolorosa sem perder a poesia. A reconstituição de época, os figurinos e o cuidado com os diálogos nos transportam para uma América onde cantar era, para muitos, a única forma de sobreviver e afirmar sua existência.

Mahalia Jackson quebrou barreiras — não apenas musicais, mas raciais e espirituais. Ela abriu caminho para artistas como Aretha Franklin, Whitney Houston, e tantas outras vozes negras femininas que continuam a inspirar o mundo.

O que torna Mahalia eterna

Mais do que uma biografia, A História de Mahalia Jackson é um testemunho. Uma lembrança de que arte é instrumento de cura e que fé, quando aliada à coragem, pode mudar a história.

Mahalia Jackson faleceu em 1972, mas sua voz ainda ecoa. Ecoa em igrejas, em movimentos sociais, em playlists, e agora, nesta quarta-feira, na tela da TV Globo. Em tempos difíceis, revisitar sua trajetória é também um ato de reconexão com o que há de mais puro na humanidade: a capacidade de lutar por amor, justiça e dignidade com a força de uma canção.

Por que você não pode perder

Se você procura uma história que emociona, que inspira e que te faz levantar da poltrona acreditando em algo maior, A História de Mahalia Jackson é o filme certo. Ele toca, sim, em feridas — mas também oferece cura. E talvez seja exatamente disso que o mundo precise agora: lembrar que, mesmo diante do caos, ainda existem vozes como a de Mahalia que cantam esperança.

Redragon e Baly apostam no universo mobile com o lançamento do jogo gratuito “Dragondash”

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Em tempos em que jogar virou mais que um hobby — tornou-se cultura, mercado e comunidade —, a Redragon e a Baly resolveram dar um passo ousado, mas natural: transformar uma simples lata de energético em um portal para um novo universo de aventura. O resultado dessa ideia? “Dragondash”, jogo mobile gratuito lançado nesta semana e que já começa a despertar o interesse de quem vive conectado à energia do mundo gamer.

Disponível para Android e iOS, o game é uma colaboração entre a Redragon, uma das marcas de periféricos gamers mais queridas do Brasil, e a Baly, líder nacional no mercado de energéticos. Com desenvolvimento assinado pela Vneta Games Inc — mesma criadora de “Flunkey Farm” —, o título já ultrapassa a marca de 500 downloads na Play Store, e tudo indica que essa corrida mal começou.

Draquinho na pista: jogabilidade simples, carisma explosivo

A premissa do jogo é simples e viciante: o jogador assume o controle de Draquinho, o mascote oficial da Redragon, em uma corrida cheia de obstáculos, pulos, desvios e… latinhas de Baly Energy Drink. A cada 200 latinhas coletadas, uma nova skin do personagem é desbloqueada, criando um ciclo de recompensa que fala diretamente ao espírito competitivo e explorador dos gamers.

Mas o jogo vai além do entretenimento. Ele foi pensado para estreitar laços com a comunidade gamer, aproveitando o apelo dos dispositivos móveis e oferecendo uma experiência leve, divertida e gratuita. E o detalhe mais criativo da estratégia está na embalagem: o game pode ser acessado por QR Code estampado na lata do Baly Gamer Redragon, o energético lançado especialmente para a colaboração entre as duas marcas.

Um game na lata: marketing que joga junto

Quem vê o lançamento como apenas mais uma ação de marketing pode estar perdendo de vista algo maior. Segundo Michelle Uemura, gerente de branding e marketing da Redragon, a ideia é mais profunda: reforçar identidade, criar vínculos e entregar valor emocional aos consumidores.

“A Redragon e a Baly são líderes de vendas em seus ramos, sendo referência no mercado. O lançamento do Dragondash é uma forma de celebrar essa parceria de sucesso e de proporcionar uma experiência divertida para os nossos consumidores”, afirma Michelle.

O mascote Draquinho, antes presente apenas em embalagens e produtos, agora ganha vida própria no ambiente mobile. “A ideia do Dragondash surgiu como forma de ampliar a presença do nosso mascote em diferentes universos. Queríamos oferecer uma experiência divertida que conectasse os fãs do energético e da Redragon em um ambiente que já faz parte do nosso dia a dia, o mobile”, explica Michelle.

Entre latas e telas: uma jogada de aproximação

A proposta de unir a linguagem lúdica dos jogos com a presença consolidada das marcas entre os jovens é uma das tendências mais interessantes da atualidade. Grandes empresas têm buscado novas formas de se conectar com o público, e iniciativas como o Dragondash apontam para um futuro onde entretenimento e branding caminham juntos — e literalmente correm lado a lado.

Nesse cenário, a Baly leva vantagem por já ter presença consolidada em festas, eventos e academias. Agora, ela entra com força total em um universo onde o consumo é digital, e a fidelização passa por interações criativas. O QR Code na lata é mais do que uma ponte para o jogo: é um convite direto ao consumidor para mergulhar em um universo onde o produto deixa de ser apenas uma bebida e passa a ser experiência.

Comunidade em construção: pequenos passos, grandes conexões

Mesmo com números ainda tímidos, como os 500 downloads iniciais, a aposta é de longo prazo. O game não se propõe a competir com gigantes do mobile, mas a criar reconhecimento e estreitar vínculos com quem já é fã — ou pode vir a ser. Ao dar protagonismo ao mascote, a Redragon amplia sua narrativa, e a Baly passa a habitar um novo tipo de consumo, mais simbólico e interativo.

É o tipo de movimento que não se mede apenas por métricas frias de cliques ou tempo de tela, mas por engajamento afetivo. Quando o consumidor se vê jogando com um personagem que já conhece, coletando latinhas que ele mesmo bebe, a relação entre marca e público se transforma.

Mais do que um jogo: o início de um novo capítulo

O Dragondash não é apenas um game. É um gesto. Uma forma de dizer: “Ei, a gente te entende, gamer. E estamos aqui, lado a lado, com diversão e energia.”

Ao apostar em uma estratégia que mistura produto físico, universo mobile e storytelling, Redragon e Baly não apenas acompanham uma tendência de mercado — elas ajudam a escrevê-la. E, se depender da energia de Draquinho e da comunidade que começa a se formar ao seu redor, essa corrida está apenas no começo.

Para baixar o jogo:
📱 Dragondash está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. Para acessar direto, basta escanear o QR Code nas latas do energético Baly Gamer Redragon.

Jogue. Corra. Colete. E divirta-se.

Antes mesmo da estreia da 2ª temporada, “Wandinha” é renovada para a 3ª — e prova que o gótico nunca sai de moda

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Foto: Reprodução/ Internet

Diga o que quiser sobre tendências passageiras da cultura pop. Pode falar dos hits que explodem num dia e evaporam no outro, das séries que lotam as timelines e desaparecem na semana seguinte. Mas há algo em Wandinha que escapou disso tudo — como se ela, com seu olhar gelado e passos calculados, tivesse atravessado a bagunça ruidosa do streaming e nos lembrado de algo essencial: o estranho, quando é verdadeiro, toca fundo.

Essa é, talvez, a melhor explicação para o anúncio inesperado (ou não tanto assim) feito pela Netflix: Wandinha foi renovada para sua terceira temporada antes mesmo da estreia da segunda, marcada para os dias 6 de agosto e 3 de setembro de 2025, em duas partes.

E quer saber? Essa renovação precoce nem soa como aposta — soa como consequência. Porque o fenômeno Wandinha não é hype. É identidade.

Uma garota sombria e um espelho invertido da cultura pop

Lá em 2022, quando a primeira temporada estreou, poucos previam que uma adolescente gótica, que raramente sorri, se tornaria uma das figuras mais reconhecíveis e queridas do entretenimento mundial.

Mas bastaram algumas semanas — e um punhado de frases afiadas — para que a personagem, vivida por Jenna Ortega, invadisse nossas telas, nossos feeds, nossas playlists, nosso guarda-roupa.

Sim, estamos falando de uma série que acumula mais de 1 bilhão de horas assistidas em menos de um mês, que liderou por semanas os rankings globais da Netflix, que superou até Stranger Things e Bridgerton. Mas mais do que um sucesso numérico, Wandinha se tornou um símbolo cultural. Um desses momentos em que a arte encontra o espírito do tempo — e o traduz em preto e branco (com um toque de sangue).

A anti-heroína que todos queriam, mas ninguém esperava

Há algo de profundamente libertador em assistir alguém como Wandinha ocupar o centro da narrativa. Ela não está interessada em ser boazinha. Não quer se apaixonar. Não precisa da aprovação de ninguém. E ainda assim (ou por causa disso), ela se conecta com milhões.

É como se, ao recusarmos os sorrisos forçados, a empatia automática e os finais felizes enlatados, estivéssemos abrindo espaço para uma verdade mais crua, mais autêntica. Wandinha é essa verdade. Ela é o incômodo necessário. A contradição viva. O silêncio eloquente.

E nesse silêncio, muita gente se viu. Gente que sempre se sentiu “demais” — ou “de menos”. Gente que aprendeu a sobreviver nas margens. Gente que nunca foi convidada pro baile da escola, mas que dançou sozinha no quarto até tarde da noite.


O DNA sombrio da série: Burton, Elfman e uma estética que é personagem

Parte do fascínio de Wandinha vem da sua atmosfera — que não é só visual, é sensorial. Quando os créditos sobem, a gente sente que respirou o mesmo ar gelado da Escola Nunca Mais. Que caminhou pelas florestas da Romênia. Que ouviu os estalos dos corredores antigos e o ranger de portões enferrujados.

O toque de Tim Burton, que dirigiu os quatro primeiros episódios e assinou a produção, é mais do que reconhecível — é visceral. A estética gótica, os enquadramentos excêntricos, o humor desconcertante… tudo remete àquele universo burtoniano que brinca com o macabro como quem serve chá.

A trilha sonora, claro, fica por conta de Danny Elfman. E ela não só embala, como assombra. A música de Wandinha é quase um feitiço — daquelas melodias que você ouve e já sente a temperatura cair uns três graus.

Enid, Thornhill, Tio Chico: por que o elenco também é uma dança de opostos

Se Wandinha é o núcleo, o elenco ao redor dela é a órbita. E cada personagem contribui com camadas que enriquecem o universo da série.

Temos Enid, a colega de quarto colorida e expansiva, interpretada com doçura por Emma Myers. O contraste entre as duas — o preto-e-branco versus o arco-íris — gera uma das dinâmicas mais cativantes da série. É quase como se fossem duas metades de uma mesma inquietação adolescente.

Christina Ricci, que viveu Wandinha nos anos 90, retorna agora como a misteriosa professora Thornhill. É mais do que uma participação especial: é uma ponte entre gerações. Um aceno afetuoso aos fãs mais antigos, sem depender da nostalgia fácil.

No papel de Tio Chico, Fred Armisen rouba a cena com uma mistura deliciosa de esquisitice e afeto. Catherine Zeta-Jones como Morticia e Luis Guzmán como Gomez reimaginam o casal icônico com uma latinidade calorosa e um humor sinistro, mas sempre apaixonado.

E não dá para esquecer dos estudantes da Escola Nunca Mais: Xavier, Bianca, Tyler… todos habitando um mundo onde o estranho é norma, e a normalidade, uma aberração.

Segunda temporada: o que esperar de Wandinha versão 2025?

A nova temporada já nasce com a responsabilidade de manter (ou superar) o padrão altíssimo da anterior. Mas ao que tudo indica, não faltam planos ambiciosos.

A segunda temporada será dividida em duas partes. Uma estreia no dia 6 de agosto, a outra, no 3 de setembro. A estratégia visa prolongar o envolvimento do público e, claro, gerar mais teorias, fanarts e especulações.

Nas palavras dos criadores Al Gough e Miles Millar, a nova leva de episódios mergulhará ainda mais fundo nos segredos da Escola Nunca Mais, nas catacumbas da família Addams, e nos conflitos internos de Wandinha. Mais mistério, menos romance — como a própria Jenna Ortega já havia sugerido.

E por falar nela…

Jenna Ortega: a atriz que virou ícone — e que carrega Wandinha com a alma

A escolha de Jenna Ortega para o papel principal pode ter parecido ousada num primeiro momento. Mas hoje, soa como destino.

Com sua entrega milimétrica, seu olhar penetrante e sua postura que mistura vulnerabilidade e dureza, Jenna construiu uma Wandinha tridimensional. Não é uma caricatura. É uma adolescente complexa, com feridas, intuições e um senso de justiça próprio.

O fato de a atriz ter feito questão de participar ativamente da construção da personagem — inclusive coreografando a icônica dança do episódio 4 — diz muito sobre sua conexão com o papel.

Jenna não está apenas interpretando Wandinha. Ela é Wandinha. E o mundo, ao que tudo indica, está feliz com isso.

Terceira temporada confirmada: o que ainda pode ser contado?

A Netflix anunciou a renovação da série para a 3ª temporada mesmo antes de a segunda ir ao ar. É o tipo de decisão rara — e reveladora. Porque não se trata apenas de audiência. É uma aposta na longevidade de um universo narrativo que ainda tem muito a oferecer.

O que vem por aí? Ninguém sabe ao certo. Mas as pistas apontam para mais segredos da família Addams, novos vilões sobrenaturais e dilemas emocionais que vão testar os limites de Wandinha — inclusive os dela consigo mesma.

Fala-se em novos parentes, em novos professores, em mais lendas sinistras escondidas nas sombras da Escola Nunca Mais. E, claro, em mais sarcasmo, mais silêncio e mais frases cortantes que nos farão rir sem culpa.

Muito além do entretenimento: o impacto cultural de Wandinha

Você pode ver Wandinha como uma série de mistério adolescente. Ou como uma sátira gótica. Ou até como uma homenagem a Tim Burton. Mas o que talvez a torne tão especial é que ela também é um sinal dos tempos.

Em um mundo em que ser diferente ainda é motivo de exclusão, Wandinha representa a coragem de ser quem se é — mesmo que isso assuste os outros. Ou talvez, justamente por isso.

Ela virou figurinha de WhatsApp. Tema de festa. Look de Halloween. Letra de música indie. Página de diário. Referência fashion. Inspiração para quem achava que não pertencia.

E tudo isso sem nunca forçar a barra. Sem lição de moral. Sem discurso pronto. Só sendo… ela mesma.

A força do estranho — e por que precisamos disso agora

Vivemos numa época de ruído constante, onde tudo parece urgência, polidez ensaiada e sorrisos de filtro. E então surge Wandinha: quieta, firme, afiada.

Ela nos lembra que o silêncio também fala. Que o estranho pode ser belo. Que não precisamos nos encaixar em nada para merecer estar aqui.

Talvez por isso, essa série tenha se tornado um fenômeno global. Não porque agrada a todos. Mas porque acolhe quem nunca se sentiu agradado por ninguém.

Enquanto a nova temporada não chega…

Reveja aquela cena da dança. Repare nos detalhes da Escola Nunca Mais. Ouça a trilha sonora num dia nublado. Vista preto com mais convicção. Escreva uma carta com sarcasmo afetuoso. Ou apenas sinta-se à vontade na sua própria esquisitice.

Porque Wandinha não é só uma série que assistimos. É um lugar simbólico para onde fugimos quando o mundo parece idiota demais. É um lembrete de que somos muitos — e estamos acordando.

E agora que sabemos que ela volta para uma terceira temporada, podemos respirar aliviados.

Mesmo que Wandinha não o faça.

Metal Slug Tactics estreia no mobile com exclusividade no Crunchyroll Game Vault

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Se você cresceu nos fliperamas dos anos 90 ou passou horas em consoles enfrentando hordas inimigas em “Metal Slug”, sabe que aquela experiência tinha um sabor único: explosões estilizadas, personagens carismáticos, e um humor que tornava a guerra quase cartunesca. Agora, imagine pegar toda essa essência e embarcar numa jornada totalmente diferente — uma que exige mais cérebro do que reflexo.

Foi exatamente essa a aposta da Leikir Studio, em parceria com a Dotemu, ao desenvolver “Metal Slug Tactics”. Lançado oficialmente em 5 de novembro de 2024, o jogo chegou para PC, consoles da atual e antiga geração, e mais recentemente, no dia 23 de julho, para dispositivos móveis através do Crunchyroll Game Vault, com legendas em português do Brasil.

Reinvenção com respeito e ousadia

“Metal Slug Tactics” não é só um spin-off. É um recomeço. E, ao mesmo tempo, um abraço caloroso na memória dos fãs. Aquele jogo frenético, side-scrolling, cheio de granadas, tanques e soldados bufões, agora se transforma em um desafio meticuloso de estratégia por turnos. Para muitos, pode soar como um risco. Mas para quem mergulha, revela-se uma proposta surpreendentemente coesa e viciante.

Ao invés do clássico correr e atirar, o jogador agora gerencia um esquadrão tático em batalhas em grid isométrico. Marco, Tarma, Fio e Eri retornam, não como caricaturas pixeladas de ação, mas como peças-chave de um tabuleiro de guerra onde cada passo conta. É como se o caos tivesse ganhado ordem — sem perder a graça.

A lógica substitui o gatilho

A essência do jogo se sustenta em batalhas baseadas em turnos, com dois pontos de ação por personagem: um para se mover, outro para atacar ou ativar habilidades. Parece simples? Não se engane. A cada nova missão, o jogo cobra do jogador inteligência, percepção de cenário e domínio das possibilidades.

É necessário considerar cobertura, sinergia entre personagens, posicionamento no terreno e o momento certo para acionar habilidades especiais. Tudo isso em meio a emboscadas, tanques ocasionais e chefes que exigem estratégia pura.

Essa mudança não apenas ressignifica a franquia, como também a aproxima de um novo público. Quem nunca jogou Metal Slug, mas ama jogos como “XCOM” ou “Into the Breach”, vai se sentir em casa.

Um roguelike com coração

“Metal Slug Tactics” também abraça com firmeza a estrutura roguelike. Isso significa que o fracasso é parte do caminho — e não um fim. Ao ser derrotado, você volta ao posto avançado, mas leva consigo aprendizados, upgrades e novas estratégias.

Esse ciclo de tentativa e erro não frustra; pelo contrário, incentiva. A cada retorno ao campo de batalha, há uma sensação clara de progresso. E isso se intensifica com o leque de missões variadas, mapas proceduralmente gerados e possibilidade de montar combinações distintas de esquadrão. Em outras palavras: cada partida é única.

Um projeto feito com paixão

O que faz um remake ou spin-off funcionar? A resposta talvez esteja no cuidado. E “Metal Slug Tactics” exala esse cuidado em cada canto.

A Dotemu, conhecida por resgatar clássicos com respeito, como “Wonder Boy: The Dragon’s Trap” e “Streets of Rage 4”, foi fundamental na mediação com a SNK. A gigante japonesa, detentora da franquia original, liberou total acesso ao seu acervo. Embora os assets antigos não pudessem ser usados diretamente (pela mudança de perspectiva), o espírito da série foi mantido.

A arte em pixel é uma carta de amor ao passado, só que refinada. Os ambientes continuam cartunescos e exagerados, mas com um frescor visual que mostra como o antigo e o novo podem coexistir. Os personagens têm animações expressivas, os tiros têm peso, e os detalhes — como explosões, diálogos e trilha sonora — remetem à velha guarda sem parecer antiquados.

O projeto, desenvolvido em Paris desde 2019, passou por um longo processo de polimento. A equipe da Leikir Studio buscou uma fórmula que equilibrasse desafio e acessibilidade, e isso se reflete nas opções de dificuldade, design intuitivo e curva de aprendizado generosa.

Metal Slug em qualquer lugar

Uma das decisões mais acertadas foi tornar o jogo acessível também em dispositivos móveis, através do Crunchyroll Game Vault. A iniciativa da plataforma de streaming de animes surpreendeu positivamente: ao abrir espaço para jogos premium entre os benefícios dos assinantes Mega Fan, a Crunchyroll criou uma ponte entre os fãs de cultura pop e o universo gamer.

A versão mobile de “Metal Slug Tactics” mantém a fidelidade visual e funcional da experiência dos consoles. Com comandos bem adaptados, boa fluidez e legendas em português, é possível encarar uma missão entre um episódio e outro do seu anime favorito — e ainda sentir que a experiência continua sendo completa.

Para os nostálgicos… e para quem nunca ouviu falar

O grande trunfo de “Metal Slug Tactics” é que ele não exige um passado com a franquia para ser compreendido. Claro, quem conhece os personagens desde os tempos do Neo Geo vai se emocionar ao ver Fio lançar uma granada com aquele mesmo estilo animado de décadas atrás. Mas quem está chegando agora, encontrará um jogo robusto, desafiador e divertido, independente de vínculos afetivos.

Ao equilibrar homenagem e inovação, o jogo se posiciona como uma nova referência entre os títulos táticos. Em vez de simplesmente repetir fórmulas, ele mostra como é possível evoluir — e, quem sabe, reiniciar uma franquia inteira por novos caminhos.

Um desafio que vale a pena

“Metal Slug Tactics” é, acima de tudo, um jogo que respeita a inteligência do jogador. Ele não entrega vitórias fáceis, mas também não pune de forma desleal. Cada combate vencido dá uma sensação autêntica de conquista. Cada combinação bem pensada entre personagens abre novas possibilidades. E cada nova tentativa é uma chance de fazer melhor.

No fim das contas, ele não substitui o clássico Metal Slug. Nem pretende. Mas cria algo paralelo — e igualmente especial.

Disponível para:
🖥️ Microsoft Windows
🎮 Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S
📱 Crunchyroll Game Vault (mobile, para assinantes Mega Fan)

Fuzil, o irreverente ‘Herói do Brasil’, é o convidado do “The Noite com Danilo Gentili” desta quarta (23/07)

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Foto: Divulgação/ SBT

Na noite desta quarta-feira, 23 de julho de 2025, o palco do The Noite com Danilo Gentili recebe um convidado que carrega não apenas anos de estrada no rádio e na TV, mas também uma trajetória marcada por reinvenções, tropeços, afetos e a rara habilidade de rir de si mesmo. Fuzil, o “herói do Brasil” — como ficou conhecido entre os fãs do Pânico —, retorna ao centro das atenções para uma conversa que promete ser tão hilária quanto tocante. As informações são do SBT.

Mais do que uma figura popular entre os ouvintes e telespectadores brasileiros, Fuzil é símbolo de um tipo de comunicador que nasce da rua, cresce entre o povo e constrói sua força com carisma e vulnerabilidade. A entrevista, gravada nos estúdios do SBT, irá ao ar à meia-noite e promete trazer à tona lembranças do passado, detalhes de sua vida longe dos holofotes e os bastidores de seu aguardado retorno à televisão. Mas quem é o homem por trás do apelido? E por que sua presença no The Noite gera tanta expectativa?

O radialista que virou personagem – e depois virou pai, filho e sobrevivente

Para muitos, Fuzil é aquele repórter irreverente que corria pelas ruas com um microfone na mão, distribuía perguntas provocativas e arrancava gargalhadas com situações inusitadas. Mas por trás da persona sempre esteve um comunicador de alma popular, formado na escola da observação direta, da escuta e do improviso. Natural de São Paulo, ele iniciou a carreira no rádio ainda jovem, em meio à efervescência dos anos 1990. Passou por diversos programas e emissoras até ganhar projeção nacional como repórter de rua do Pânico, tanto no rádio quanto na TV. Era o tempo da zoeira desmedida, do humor físico, dos quadros em que ele se jogava — muitas vezes literalmente — de paraquedas, no chão, no ridículo.

Fuzil virou personagem. E como acontece com tantos personagens cômicos, sua dor pessoal era muitas vezes invisível por trás da máscara. “Quando você trabalha com humor, muita gente acha que sua vida é leve. Mas não é. Às vezes, é exatamente o oposto. Você precisa ser forte pra continuar fazendo os outros rirem quando você mesmo tá em pedaços”, já declarou em entrevistas anteriores.

Um tempo de silêncio: o luto que mudou tudo

Nos últimos anos, Fuzil esteve mais recluso, longe das câmeras. O que poucos sabiam é que esse afastamento foi provocado por uma perda devastadora: a morte de seu pai. O luto o tirou de cena por algum tempo. Não por falta de trabalho ou talento, mas por necessidade emocional. “Era como se o mundo tivesse ficado sem cor”, contou recentemente nas redes sociais. “Você perde o chão. E quando você vive do riso, fica difícil achar qualquer graça nas coisas.”

Essa fase marcou um ponto de virada em sua vida. Foi quando, segundo pessoas próximas, ele passou a rever sua relação com a fama, com o corpo, com o tempo e, principalmente, com sua filha. Fuzil se redescobriu como pai e entendeu que a presença afetiva precisava ser mais forte do que a presença pública. Essa redescoberta também incluiu cuidar de si — física e emocionalmente. “Eu passei a me olhar com mais carinho. Não só por fora, com estética, mas por dentro também. Era hora de me dar um novo começo”, confidenciou.

O convite de Emílio Surita: um bilhete para o recomeço

Foi em meio a esse redemoinho emocional que chegou o convite que mudaria o rumo de sua trajetória. Emílio Surita, apresentador e um dos idealizadores do Pânico, o chamou para retornar à nova versão do programa — agora no YouTube e nas redes sociais, com o frescor de um novo formato e a essência de sempre.

“Eu nem estava esperando. Tinha acabado de enterrar meu pai. Estava num dos momentos mais tristes da minha vida. E aí, dois dias depois, chega a mensagem do Emílio. Achei que era brincadeira”, revelou em entrevista a um podcast recente.

O reencontro com os antigos colegas de bancada não foi apenas profissional. Foi emocional. Foi o resgate de uma identidade, de uma voz que parecia ter sido engolida pela dor e pelo tempo. O retorno também o colocou diante de um público renovado, jovem, ávido por humor — mas também por verdade.

“Hoje eu não tenho mais vergonha de mostrar meu lado humano. Antes, eu achava que precisava ser o piadista o tempo todo. Agora não. Agora eu sou o Fuzil por inteiro.”

O Herói do Brasil: por que esse apelido continua fazendo sentido

Durante os anos em que participou do Pânico, Fuzil ganhou o apelido de “Herói do Brasil”. O nome nasceu do humor — um herói atrapalhado, quase uma paródia —, mas, com o tempo, passou a carregar outro significado. Ser herói, no caso de Fuzil, nunca foi sobre força física, nem sobre superpoderes. Era sobre coragem emocional. Sobre acordar no meio do caos e ainda assim tentar fazer alguém sorrir. Sobre não desistir quando tudo diz que sim. Sobre viver de improviso — como tantos brasileiros fazem.

E é por isso que, mesmo depois de tantos anos, ele continua sendo chamado assim. “Eu acho que virei herói porque sobrevivi”, brinca. “E sobrevivi com humor. Que é a maior arma que a gente tem.”

Expectativas para a entrevista no The Noite

O programa promete ser mais do que uma simples entrevista. Será um reencontro. Não só de Fuzil com a TV aberta, mas do público com uma figura que, mesmo longe das telas, permaneceu no imaginário afetivo de gerações. Segundo a produção, a conversa trará bastidores da carreira, histórias inéditas do rádio e da TV, curiosidades sobre sua rotina e, claro, momentos de puro humor — marca registrada de ambos os lados da bancada.

Gentili, conhecido por conduzir entrevistas com leveza e ironia, teria se emocionado em alguns trechos, especialmente ao tocar em temas como paternidade e saúde mental. “É uma honra conversar com alguém que representa tanto a resistência da comunicação popular brasileira”, adiantou o apresentador nos bastidores.

Além do programa: os próximos passos de Fuzil

A volta aos holofotes não se resume ao The Noite. Fuzil já está envolvido em novos projetos: conteúdos no TikTok e YouTube, participação em podcasts, possíveis quadros no novo Pânico e até um documentário sobre sua trajetória. Além disso, há planos de um livro, no qual ele pretende contar os bastidores da fama, os momentos de escuridão e os aprendizados de quem aprendeu a rir mesmo quando tudo parecia desabar. “A vida nunca me deu nada fácil. Mas eu também nunca pedi moleza. Só pedi pra não ser esquecido. E acho que, de algum jeito, o público nunca me esqueceu.”

“A Rede Social – Parte II” | Jeremy Strong pode viver Mark Zuckerberg em nova trama sobre poder

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de mais de uma década, a história do Facebook está pronta para ganhar um novo capítulo nas telas. Aaron Sorkin, roteirista brilhante responsável pelo primeiro filme, está de volta — mas agora também na direção. E o que chama atenção é a escolha provável do ator Jeremy Strong para interpretar Mark Zuckerberg, o homem que transformou uma ideia de dormitório em um império global, com todos os seus acertos e sombras. As informações são do The Hollywood Reporter.

Jeremy Strong, conhecido por sua atuação intensa como Kendall Roy em “Succession”, parece ter o perfil ideal para encarnar o Zuckerberg de hoje: alguém que não é apenas um gênio da tecnologia, mas um executivo às voltas com uma série de desafios éticos, políticas controversas e crises públicas.

Uma nova história para um novo momento

Se o primeiro longa-metragem, lançado em 2010, contava a fundação do Facebook com sua dose de traições, ambição juvenil e disputas judiciais, a continuação parece querer ir além da origem. Desta vez, o foco será o momento em que o Facebook, já gigante, passa por sua maior crise de imagem — quando surgem os chamados “Facebook Files”. Esse é o terreno fértil onde o novo filme deve se situar — um retrato contemporâneo do que significa administrar uma das maiores empresas do mundo digital e encarar as consequências disso.

O novo Zuckerberg

Jeremy não é uma escolha qualquer para interpretar Mark. A complexidade do personagem exige alguém capaz de mostrar tanto a frieza calculista quanto os conflitos internos, as dúvidas e o peso da responsabilidade. Em “Succession”, Strong entregou uma performance cheia de nuances, retratando um herdeiro empresarial marcado por crises pessoais e familiares. Essa experiência deve agregar muito à interpretação do bilionário que, embora poderoso, vive sob constante pressão de defender um império controverso.

Sorkin assume as rédeas

Aaron Sorkin, que escreveu o roteiro do primeiro filme, agora também dirige a sequência. Isso pode ser uma grande vantagem para o projeto. Sorkin é especialista em criar diálogos vivos, personagens intensos e histórias que exploram temas contemporâneos com inteligência e emoção. O diretor mostrou em trabalhos anteriores, como “Os 7 de Chicago”, que sabe conduzir narrativas políticas e dramas corporativos sem perder a humanidade dos personagens. É exatamente isso que o filme precisa para contar uma história tão delicada e atual.

Do campus de Harvard ao Congresso dos EUA

Se no filme original o cenário principal era a universidade, as festas estudantis e os escritórios improvisados, desta vez a narrativa provavelmente vai transitar por salas de audiências no Congresso, escritórios luxuosos da Meta e até reuniões de crise que definem o futuro das redes sociais. É um salto de escala e também de tom — da história pessoal para o impacto global. A Meta não é só uma empresa de tecnologia, mas uma força que influencia vidas, opiniões e decisões em todo o mundo.

Um desafio narrativo

Produzir um filme baseado em eventos recentes e ainda em andamento não é tarefa simples. É preciso equilibrar fatos, narrativas múltiplas e personagens reais, alguns dos quais ainda estão ativos e acompanhando os desdobramentos. Mas o fato de Sorkin assumir o roteiro e a direção sugere que o projeto vai buscar esse equilíbrio com responsabilidade. Afinal, o tema é urgente: as redes sociais já fazem parte do cotidiano e entender seus bastidores é essencial para a nossa era.

Expectativas do público

Muitos espectadores que assistiram ao primeiro filme cresceram e hoje lidam diretamente com os efeitos da cultura digital, do vício em redes sociais e da polarização nas redes. Por isso, “A Rede Social – Parte II” pode ressoar ainda mais forte, oferecendo não só um entretenimento, mas um convite à reflexão.

O que está em jogo é grande: o filme pode ajudar a entender melhor o poder e os limites das plataformas que dominam nossas vidas, além de mostrar os dilemas éticos de quem as controla.

E o que vem pela frente?

Por enquanto, pouco se sabe sobre a data de estreia ou se veremos algum retorno do elenco original. O que está claro é que “A Rede Social – Parte II” vai se diferenciar da produção de 2010, trazendo uma narrativa mais madura, crítica e alinhada com os debates atuais.

Saiba qual filme vai passar no Supercine deste sábado (02/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

É difícil assistir a Queen & Slim – Os Perseguidos e sair ileso. O filme, que vai ao ar neste sábado, 2 de agosto de 2025, no Supercine da TV Globo, é o tipo de obra que te agarra pelo colarinho, sacode as emoções e te obriga a encarar o espelho da realidade – mesmo quando o que se vê ali incomoda.

Sob a direção vibrante de Melina Matsoukas (a mesma mente criativa por trás de clipes icônicos de Beyoncé), e com roteiro assinado por Lena Waithe, o longa-metragem mistura romance, crítica social e tensão de thriller em um combo emocional de tirar o fôlego. Tudo começa com um encontro – um date despretensioso, como tantos outros. Mas basta uma única noite para virar a vida do casal do avesso. As informações são do AdoroCinema.

Um encontro como qualquer outro. Até que não é mais.

Angela (interpretada com intensidade por Jodie Turner-Smith) é uma advogada criminal, direta, séria, calejada. Ernest, ou simplesmente Slim (Daniel Kaluuya, no melhor estilo silenciosamente magnético), é um cara tranquilo, religioso, quase introspectivo. Eles se encontram por um aplicativo e saem para jantar. A química não explode de imediato. São dois desconhecidos, cada um com sua bagagem, suas feridas e suas formas de resistir ao mundo.

Na volta para casa, o inesperado: eles são parados por um policial branco por uma infração de trânsito banal. O que deveria ser só mais uma abordagem vira um momento tenso, violento – e trágico. Em legítima defesa, Slim mata o policial. A cena é gravada por um celular, viraliza na internet, e, em questão de horas, Queen e Slim se tornam alvos da polícia e símbolos involuntários da luta contra a violência racial nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução/ Internet

Fuga, amor e identidade

A partir daí, o filme se transforma em uma jornada de fuga – mas também de descoberta. Sem saber exatamente para onde ir, o casal embarca em uma espécie de road trip pela América profunda, cruzando cidades, encontrando aliados e enfrentando perigos. Aos poucos, o que era uma relação marcada pelo estranhamento vai se transformando em algo maior: um amor nascido da urgência, da vulnerabilidade e da conexão diante do abismo.

Mas Queen & Slim nunca deixa o espectador esquecer: esse não é só um romance. É um retrato cru da experiência negra em um país onde o simples ato de existir pode ser uma ameaça. A perseguição que o casal sofre não é apenas literal — ela representa séculos de opressão, silenciamento e medo.

Um filme com algo a dizer — e que diz com força

A beleza do filme está na forma como ele combina poesia e brutalidade. A fotografia é deslumbrante: estradas vazias, pores do sol quentes, silhuetas recortadas contra o horizonte — tudo embalado por uma trilha sonora arrebatadora, que vai de hip hop a soul, passando por momentos de absoluto silêncio que falam mais do que mil diálogos.

A diretora Melina Matsoukas, em seu primeiro longa-metragem, não economiza em estilo, mas também não sacrifica o conteúdo. O filme tem uma estética que lembra videoclipes — cortes rápidos, cenas coreografadas com precisão, uma atenção quase religiosa à luz e à textura da imagem. Mas essa beleza nunca suaviza o que está sendo contado: o peso da violência policial, a herança do racismo estrutural, o poder das redes sociais em moldar narrativas e o risco de ser transformado em símbolo quando só se quer sobreviver.

Daniel Kaluuya e Jodie Turner-Smith: química sob pressão

Grande parte da força do filme vem da atuação do casal protagonista. Daniel Kaluuya, que já havia impressionado o mundo com seu papel em Corra!, entrega aqui um personagem contido, mas profundo. Seu Slim é gentil, quase passivo, até que o mundo exige outra postura. Já Jodie Turner-Smith estreia com força: sua Queen é dura, estratégica, mas não menos sensível. Juntos, eles formam uma dupla que cresce a cada cena — e carrega o filme nas costas.

A química entre os dois vai surgindo aos poucos, sem pressa. Eles não se apaixonam “à primeira vista” — e talvez nem tenham tempo de se apaixonar como gostaríamos. Mas há algo entre eles que é real: um laço forjado sob pressão, que se torna íntimo porque é urgente. Porque não há garantias de um amanhã.

Símbolos, heróis e sacrifícios

É interessante perceber como o filme joga com a ideia de “mártires” e “heróis”. Queen e Slim não queriam ser ícones. Eles não tinham um plano político. Apenas queriam voltar para casa vivos. Mas a internet, a mídia, os protestos — tudo isso os transforma. Vemos cenas de pessoas celebrando o casal, fazendo grafites com seus rostos, tratando-os como símbolos da resistência negra. Mas também vemos o peso que isso impõe: ser transformado em símbolo é, muitas vezes, deixar de ser humano.

O roteiro de Lena Waithe acerta ao mostrar a dualidade disso tudo. Há beleza no levante popular, nos atos de solidariedade, no orgulho comunitário. Mas há também tristeza — porque essa idolatria vem sempre depois da dor. Depois da perda. Depois da violência.

Não é um final feliz. Mas é necessário.

Sem dar spoilers, vale dizer que a trama não entrega um desfecho típico de Hollywood. Não há final amarrado, nem promessas de redenção fácil. O filme termina como começou: com um retrato honesto e, às vezes, duro da realidade. Mas essa honestidade é o que torna o filme tão necessário.

É impossível não se emocionar. É impossível não refletir. E, talvez, seja justamente essa a proposta: fazer a gente parar, nem que por duas horas, e pensar sobre o que significa existir em um mundo onde o racismo ainda mata — direta ou indiretamente.

Uma obra atual, mesmo anos depois

Lançado em 2019, o longa não perdeu a força — pelo contrário. Em 2025, com os debates sobre justiça racial, inteligência artificial e responsabilidade social ganhando novos contornos, a produção americana continua sendo um lembrete do que está em jogo. É um filme sobre escolhas difíceis, sobre amor em tempos sombrios, e sobre como, às vezes, a simples decisão de seguir em frente pode ser um ato revolucionário.

Onde posso assistir?

Além da exibição na TV aberta, o filme também está disponível em plataformas digitais. No Prime Video, você pode alugá-lo a partir de R$ 6,90, oferecendo uma opção acessível para quem prefere assistir no conforto de casa, no horário que quiser. Basta acessar o serviço, buscar pelo título e iniciar a reprodução com poucos cliques.

Family Law | Drama canadense retorna com exclusividade ao Universal+ no Brasil a partir de 6 de agosto

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Foto: Reprodução/ Internet

Um escritório de advocacia administrado por uma família disfuncional, onde os processos mais complicados são, na verdade, os internos. É com essa mistura de afeto mal resolvido, ressentimentos acumulados e laços inquebrantáveis que Family Law retorna para sua aguardada quarta temporada. A série canadense, criada por Susin Nielsen, volta ao ar em 6 de agosto no Universal+ com 10 episódios inéditos que prometem levar os personagens — e o público — a um novo patamar de emoção.

Mas o que torna a série diferente de tantos outros dramas jurídicos disponíveis no streaming? Talvez a resposta esteja no fato de que, antes de qualquer audiência no tribunal, as batalhas mais intensas acontecem entre quatro paredes, nas conversas atravessadas entre pai e filha, nas decisões impensadas entre irmãos, nos olhares que carregam décadas de mágoas e, principalmente, na difícil arte de se perdoar.

Abigail Bianchi: uma mulher tentando reconstruir a vida — e a confiança

Interpretada com vulnerabilidade e força por Jewel Staite (Firefly, The Killing), Abigail Bianchi não é apenas uma advogada talentosa. Ela é uma mulher em reconstrução. Sua jornada começou lá na primeira temporada, quando, após ser flagrada em uma situação comprometida por conta de seu vício em álcool, sua carreira desmoronou. A saída? Voltar às origens, ainda que essas origens significassem trabalhar no escritório do pai com dois irmãos que ela mal conhecia.

Na quarta temporada, Abigail está mais centrada — ou tenta estar. Ainda em processo de recuperação e buscando manter sua sobriedade, ela se vê diante de novos dilemas: um namorado que recai no álcool, uma filha adolescente que cobra atitudes e uma rotina de trabalho que exige equilíbrio emocional que nem sempre ela tem.

O arco de Abigail é dolorosamente humano. Não se trata apenas de recomeçar, mas de encarar os próprios erros e tentar, todos os dias, ser alguém melhor — por si mesma e por quem ama. Em tempos de séries com protagonistas perfeitos ou completamente autodestrutivos, é revigorante acompanhar alguém real, cheia de nuances, tropeços e coragem.

Os Svensson: onde amor e tensão dividem a mesma sala

Victor Garber (Alias, Titanic) vive Harry Svensson, o patriarca da família e figura central dessa trama. Dono do escritório de advocacia e de uma visão pragmática do mundo, Harry não é o tipo de pai que oferece abraços, mas o tipo que cobra resultados. Ainda assim, ao longo das temporadas, ele se mostra vulnerável, especialmente quando confrontado com as fragilidades dos filhos e os próprios limites.

Na nova temporada, Harry arrisca tudo em uma tentativa de fusão com um escritório rival. É um movimento ousado, que promete estabilidade financeira, mas que esconde armadilhas emocionais e profissionais. Afinal, será que vale a pena perder o controle em nome do crescimento?

Enquanto isso, Daniel (Zach Smadu), o irmão mais racional, e Lucy (Genelle Williams), a irmã mais empática, tentam encontrar seu lugar dentro da família e do escritório. E o que antes parecia apenas uma história sobre advogados se torna, episódio a episódio, uma saga sobre identidade, pertencimento e cicatrizes.

Rir também é preciso: o humor que emerge do caos

Apesar da carga emocional densa, a produção não se leva excessivamente a sério. É justamente nos momentos de alívio cômico que a série encontra sua humanidade. Uma piada dita fora de hora, um olhar cúmplice entre irmãos, um silêncio constrangedor na sala de reuniões — todos esses elementos constroem uma atmosfera que flerta com o drama, mas também acolhe a leveza.

Victor Garber ressalta esse equilíbrio como um dos maiores trunfos da série. “O que me encantou em Family Law desde o início foi a chance de interpretar alguém que pode ser sério e engraçado ao mesmo tempo. A vida é assim, não é? Rimos no meio do caos, fazemos piada para não chorar. E a série capta isso muito bem”, disse o ator ao Universal+.

Família é tribunal sem juiz

Family Law funciona porque, no fundo, todos nós já estivemos ali — em maior ou menor escala. Quem nunca enfrentou uma conversa difícil com os pais? Quem nunca sentiu que era o elo frágil de uma relação? A série mostra que não existe tribunal mais complexo do que uma mesa de jantar com segredos guardados por anos. O roteiro de Susin Nielsen evita soluções fáceis. A cada temporada, as reconciliações são construídas com cuidado, com tropeços e recaídas, com tentativas falhas e acertos inesperados. Não há vilões nem heróis — só pessoas tentando fazer o melhor com o que têm.

O que esperar da nova temporada?

A quarta temporada promete ser a mais intensa até agora. Além da tensão familiar, novos casos jurídicos colocam à prova a ética dos personagens, seu senso de justiça e, claro, os limites do amor fraternal. Abigail viverá um triângulo amoroso inesperado e terá que rever suas prioridades afetivas. Lucy enfrentará dilemas sobre maternidade e identidade. E Daniel será desafiado a sair da zona de conforto e rever sua postura dentro da empresa — e da família. O escritório dos Svensson, sempre à beira de um colapso, também enfrentará momentos decisivos. A possível fusão com o escritório rival abrirá velhas feridas e trará novas rivalidades. É o tipo de temporada que promete transformar a série — e seus personagens — de forma definitiva.

James Marsden comenta a volta ao papel icônico de Ciclope em Vingadores: Doomsday

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É curioso como certos personagens conseguem, ao longo do tempo, entrar na nossa vida e permanecer ali, quase como velhos amigos que a gente não vê há anos, mas que sabemos que sempre estarão lá quando precisarmos. Para James Marsden, esse personagem é Scott Summers — o Ciclope dos X-Men, que há mais de duas décadas marcou o início de uma nova era dos filmes de super-heróis.

Em uma entrevista recente para o Vanity Fair, Marsden falou com uma mistura de nostalgia, alegria e um toque de humor sobre o retorno ao papel que o consagrou. “Eu estou ficando meio velho para o uniforme de super-herói”, disse ele rindo, mas também com aquela sinceridade que só quem já viveu muita coisa pode ter. Afinal, são mais de vinte anos ouvindo perguntas, esperanças e pedidos dos fãs para que ele voltasse a vestir o icônico visor vermelho e liderar os X-Men.

Mas o que significa, afinal, voltar a um papel que mudou uma vida? Para Marsden, é uma experiência que vai muito além da roupa ou da maquiagem. É reencontrar uma parte de si mesmo, revisitar uma história que, de certa forma, também faz parte da história de muita gente. “Foi o primeiro projeto real de que fiz parte,” ele conta, “e é um personagem que eu realmente amo. Voltar a ele é como voltar para casa.” Esse “voltar para casa” acontece agora dentro de um dos momentos mais ambiciosos e aguardados do Universo Cinematográfico Marvel: Avengers: Doomsday.

O filme Vingadores: Doomsday promete reunir um elenco épico — Vingadores, X-Men, Quarteto Fantástico, Wakandanos e muitos outros — em uma batalha que vai mexer com o destino de todos. E Marsden, que deu vida ao líder dos X-Men pela primeira vez no filme que ajudou a abrir o caminho para esse universo cinematográfico, está lá para recordar os tempos em que tudo começou, mas também para fazer parte do que vem por aí.

“Eu teria mais problemas para caber no uniforme se esperassem mais uns anos para me chamar de volta,” ele brinca, mostrando uma humildade adorável. Mas por trás da brincadeira, há um orgulho sincero. Um orgulho de fazer parte de algo que ultrapassou gerações e que conquistou corações mundo afora. Essa sensação de pertencimento é algo que muitos atores raramente conseguem expressar tão abertamente. Mas para Marsden, Ciclope não é só um personagem, é um pedaço da sua própria jornada, um símbolo do que ele construiu como artista.

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A vida de Marsden é uma narrativa de persistência e paixão. Natural de Stillwater, Oklahoma, ele começou com pequenos papéis e, com talento e determinação, foi crescendo, até ganhar o mundo com o uniforme vermelho do Ciclope. Passou por dramas, comédias, séries de TV e filmes, sempre levando consigo um compromisso com a autenticidade. Hoje, ele é reconhecido não só pelo papel que o lançou ao estrelato, mas também por trabalhos recentes, como na série Westworld, onde mostrou outra faceta de seu talento. Ainda assim, o convite para revisitar Ciclope veio como um presente inesperado e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de conectar passado e presente.

O MCU, com seu multiverso e suas narrativas complexas, tem feito algo raro: unir diferentes gerações de fãs e personagens, criando um universo rico e cheio de possibilidades. E Marsden sente essa energia. “Ser parte disso é como participar de uma família enorme,” ele diz, “onde cada um traz sua história e seu jeito, mas todo mundo está ali para contar uma coisa maior.” Ao falar do filme, que terá como grande vilão o Doutor Destino, interpretado por ninguém menos que Robert Downey Jr., Marsden demonstra entusiasmo pela chance de fazer parte dessa aventura única. Um filme que vai juntar heróis de todos os cantos, numa luta que é, acima de tudo, sobre união, coragem e esperança.

Para ele, o poder de Scott Summers não está só nos raios que saem dos seus olhos, mas na humanidade que ele carrega. “O que torna o personagem especial são as escolhas que ele faz, os conflitos que vive, as pessoas que ama,” conta Marsden. “É isso que o torna real para o público.” E essa conexão entre ator, personagem e público é o que torna esse retorno tão significativo. É a certeza de que, mesmo com o tempo passando, as histórias que tocamos continuam vivas e pulsantes, prontas para ganhar novos capítulos.

Enquanto as câmeras começam a rodar no Pinewood Studios e as locações pelo mundo se preparam para receber a equipe, os fãs aguardam ansiosos. Não é só um filme — é o reencontro de uma geração, a celebração de uma história que acompanha muitos desde o começo. James sabe que essa jornada é especial.

Saiba mais sobre o filme

O Universo Cinematográfico Marvel segue evoluindo, surpreendendo e, acima de tudo, reunindo histórias e personagens que conquistaram gerações. Avengers: Doomsday surge como um desses encontros especiais — um filme que promete juntar o melhor do MCU, dos X-Men, do Quarteto Fantástico e outras equipes icônicas em uma única missão que pode mudar tudo. Com direção dos Irmãos Russo, responsáveis por alguns dos maiores sucessos da franquia, e um roteiro assinado por Michael Waldron e Stephen McFeely, Doomsday já nasce com o peso de ser um dos filmes mais ambiciosos da saga até agora.

Na história, pouco mais de um ano após os eventos do filme Thunderbolts, várias forças do universo Marvel se juntam para enfrentar uma ameaça que ultrapassa tudo que já vimos: o Doutor Destino. Os Vingadores, os Wakandanos, o Quarteto Fantástico, os Novos Vingadores e os X-Men “originais” precisam aprender a trabalhar juntos, em meio a conflitos, dúvidas e esperanças, para impedir que o multiverso seja destruído.

A produção enfrentou alguns desafios, como mudanças na equipe criativa e no elenco, mas isso só reforça o empenho dos estúdios para entregar um filme à altura das expectativas. As filmagens começaram no famoso Pinewood Studios, na Inglaterra, em 2025, com locações ao redor do mundo, mostrando que o projeto é grande, ambicioso e feito para deixar uma marca inesquecível no MCU.

A chegada do filme está marcada para o final de 2026, e junto com a sequência Avengers: Secret Wars, que estreará em 2027, promete fechar com chave de ouro a Fase Seis do MCU — uma fase que explorou os mistérios do multiverso e preparou o terreno para histórias ainda maiores e mais emocionantes.



Hazbin Hotel | Prime Video divulga trailer da segunda temporada com novas aventuras infernais

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O Prime Video revelou nesta terça-feira, 9, o trailer oficial da segunda temporada da aguardada série de animação para adultos Hazbin Hotel. A prévia já dá uma amostra do tom irreverente, musical e sombrio da produção, prometendo aventuras ainda mais intensas no universo infernal criado por Vivienne “VivziePop” Medrano. A estreia da nova temporada está marcada para 29 de outubro de 2025, consolidando o sucesso da série que conquistou fãs ao redor do mundo.

A prévia oficial já revela sequências musicais mais elaboradas, novas intrigas infernais e a expansão do universo do hotel, mostrando como Charlie e sua equipe tentam equilibrar a administração do local com os desafios impostos por outros demônios e forças do Céu. O tom continua irreverente, misturando humor ácido, críticas sociais e fantasia sombria, característica que tornou a série um fenômeno global.

Uma animação adulta com grande repercussão

Criada por VivziePop, Hazbin Hotel mistura comédia musical e fantasia sombria, acompanhando a história de Charlie Morningstar, princesa do Inferno. Determinada a encontrar uma solução alternativa para a superpopulação infernal, Charlie cria o “Hazbin Hotel”, um local destinado a reabilitar demônios pecadores, permitindo que alguns possam ser aceitos no Céu. Essa proposta surge como uma alternativa ao tradicional extermínio anual promovido pelo Paraíso, que mata pecadores para controlar a população infernal.

A série é produzida pela SpindleHorse Toons, em parceria com A24, Amazon Studios e o estúdio de animação Bento Box Entertainment, unindo talentos de diferentes setores da indústria e garantindo uma produção de alta qualidade visual e narrativa.

Histórico de sucesso e expansão

O piloto de Hazbin Hotel, lançado no YouTube em 28 de outubro de 2019, foi criado inteiramente por animadores freelancers e financiado principalmente por apoiadores de Medrano no Patreon. A repercussão foi imediata: o episódio piloto ultrapassou 100 milhões de visualizações e se tornou um fenômeno global, abrindo caminho para o lançamento oficial da primeira temporada no Prime Video em 19 de janeiro de 2024. O sucesso garantiu também a criação do spin-off Helluva Boss, estreado em 31 de outubro de 2020, que se passa no mesmo universo, mas com um elenco de personagens diferente.

Em janeiro de 2024, Hazbin Hotel registrou a maior estreia global de uma nova série animada no Prime Video, consolidando sua popularidade entre públicos de todas as idades e perfis. A segunda temporada, agora com lançamento confirmado para outubro de 2025, promete ampliar ainda mais esse universo, enquanto a terceira e quarta temporadas já estão em produção.

Premissa da segunda temporada

A história continua a seguir Charlie Morningstar, que sonha em tornar o Hazbin Hotel um lugar funcional e seguro, onde os demônios possam se redimir. Com a ajuda de sua parceira e empresária, Vaggie, e do irreverente Angel Dust, um ex-ator pornô e primeiro hóspede do hotel, Charlie enfrenta desafios cada vez maiores para provar que sua visão de redenção é possível.

O trailer da segunda temporada sugere que os eventos irão se intensificar, com novos personagens e situações que colocam à prova a capacidade de Charlie de lidar com a administração do hotel e com a desconfiança de seres poderosos do Inferno, incluindo Alastor, o Demônio do Rádio, que decide intervir por pura diversão, mantendo o tom sarcástico e sombrio que conquistou os fãs.

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