Lumena, Babi Xavier, D’Black e outros famosos se enfrentam no “Acerte ou Caia!” deste domingo (03/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Todo domingo à tarde, a tela da Record vira palco de risadas, adrenalina e muita torcida com o “Acerte ou Caia!”. O game show, apresentado com muito carisma e aquele toque de tensão dramática, desafia celebridades a manterem o equilíbrio – literal e metafórico – para escapar dos buracos do palco e garantir um prêmio que pode chegar a impressionantes R$ 300 mil. Neste domingo, 3 de agosto, o elenco promete agitar o programa com carisma, histórias curiosas, quedas inesperadas e aquela vibe de “meu Deus, ela vai cair?!”.

Entre veteranos da televisão, astros da música, influenciadores digitais e até ex-participantes de realities da própria emissora, o time de estrelas foi escolhido a dedo para garantir bons momentos diante das câmeras – e também nas redes sociais, onde o programa costuma render memes instantâneos e muitos comentários divertidos. Agora, vamos conhecer os competidores da vez, com suas trajetórias, seus desafios e as apostas do público. Será que alguém vai surpreender e escapar de todas as armadilhas do palco?

Adriana Ferrari – do interior de SP para o palco… e agora para a prova do buraco?

Começamos com Adriana Ferrari, atriz que ganhou projeção nacional após vencer um concurso de beleza em um programa dominical em 1994. Natural de Capivari, no interior paulista, Adriana trocou os números da contabilidade pelos roteiros de humor e as novelas. Desde então, coleciona participações em programas e se firmou como um rosto conhecido da TV. Com seu jeitinho cativante e experiência nos palcos, ela entra no jogo como uma das apostas do público mais saudosista. Mas será que a vivência artística vai ajudar quando a plataforma tremer?

Babi Xavier – veterana dos palcos, dos realities e agora dos buracos

Quem também promete dar o que falar é Babi Xavier. A atriz e apresentadora, que começou nos anos 90 e fez de tudo um pouco – de novela a rádio, passando por reality rural e podcast –, carrega no currículo produções como “Os Mutantes”, “José do Egito” e “Os Dez Mandamentos”. Hoje, comanda o podcast Dejavi, onde entrevista celebridades com leveza e profundidade. Carismática, elegante e com uma longa jornada na TV, Babi chega no “Acerte ou Caia!” com a confiança de quem já passou por muita coisa. Mas… será que ela está pronta para esse tipo de tombo?

Bolachinha – o humor cearense na mira do buraco

Você ouviu o nome Bolachinha e já sorriu? Então está no time dos que lembram com carinho dos tempos de Show do Tom. Paulo Sérgio Miranda, o eterno Bolachinha, foi parceiro de cena de Tom Cavalcante em momentos inesquecíveis do humor televisivo. Hoje, com uma base fiel de fãs nas redes sociais e vídeos que viralizam com facilidade, ele carrega o espírito leve e brincalhão da comédia cearense. A pergunta que fica: quem ri por último escapa do buraco? Estamos prestes a descobrir!

Daniel Saullo – pai de quatro, influenciador e guerreiro dos realities

De um reality a outro: Daniel Saullo é um rosto conhecido de quem acompanha competições televisivas. Ele ficou famoso ao participar, em 2006, de um dos realities mais famosos do Brasil, onde conheceu Mariana Felício, com quem está junto até hoje. O casal retornou às telinhas no Power Couple Brasil 4, ficando com o segundo lugar. Hoje, Daniel é pai dedicado e influenciador de lifestyle familiar. Vai encarar o “Acerte ou Caia!” com a mesma garra de sempre? E mais importante: vai se manter em pé até o fim?

D’Black – o veterano dos realities em busca de mais uma vitória

Se existe alguém versado em reality show, esse alguém é D’Black. O cantor de voz potente e carisma inegável já venceu o Dancing Brasil 5, participou do Power Couple 3 e também esteve em A Fazenda 16. Agora, ele troca os palcos musicais e os realities de convivência pela disputa acirrada do “Acerte ou Caia!”. Com hits como “Sem Ar” e “1 Minuto”, D’Black conquistou corações pelo Brasil. Resta saber se vai conquistar também a vitória no game show mais escorregadio da TV.

Éder Miguel – o pagodeiro do Doce Encontro também quer os R$ 300 mil

Com mais de 15 milhões de ouvintes nas plataformas digitais, o Doce Encontro já tem lugar cativo nas playlists dos fãs de pagode. E quem representa a banda nesse desafio é Éder Miguel, vocalista talentoso e carismático. Seu estilo musical envolvente já provou que conquista corações – agora, será que também conquista os jurados, a plateia e escapa do buraco? Quem sabe o swing do pagode ajude a manter o equilíbrio!

Lumena Aleluia – a psicóloga mais comentada dos realities volta ao jogo

Polêmica, intensa e inteligente, Lumena Aleluia ficou famosa após sua passagem marcante em um grande reality show em 2021. Depois, ainda teve uma rápida (e controversa) participação no Paiol de A Fazenda 15, sem conseguir vaga na sede. Psicóloga de formação e influenciadora com mais de 1 milhão de seguidores, Lumena volta ao jogo com a chance de mostrar uma nova faceta – quem sabe, mais leve, mais divertida… e mais equilibrada, literalmente. Será que desta vez ela vai “autorizar” o próprio sucesso?

Márcia Freire – o axé no comando da adrenalina

Prepare-se para muito axé e energia contagiante com Márcia Freire, que fez história como vocalista da banda Cheiro de Amor por 13 anos. Com hits como “Vai sacudir, vai abalar”, Márcia tem molejo de sobra – o que pode ser uma vantagem na hora de manter o equilíbrio no palco do “Acerte ou Caia!”. Dona de uma presença de palco poderosa e carisma que atravessa gerações, ela pode ser uma surpresa muito positiva na disputa. Será que o gingado do carnaval vai funcionar em pleno domingo à tarde?

Marlon & Maicon – sertanejo em dose dupla, desafio em dose tripla

Uma das duplas sertanejas mais queridas dos anos 2000, Marlon e Maicon fizeram história com seus sucessos românticos e parcerias musicais. Marlon, inclusive, é figura carimbada da RECORD: participou de A Fazenda 4 e do Power Couple 3. Apesar da pausa oficial da dupla em 2018, eles seguem com o carisma de sempre – e a química dos irmãos, que promete render momentos hilários (e talvez desastrosos) no palco do game show. Será que a harmonia dos palcos musicais se repete no campo das perguntas e respostas?

Tatiane Melo – beleza, presença digital e coragem para cair… ou vencer

Fechando a lista com chave de ouro, temos Tatiane Melo, influenciadora, atriz e apresentadora com mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Alagoana de coração, ela integrou o elenco da segunda edição de A Grande Conquista, mas acabou deixando o reality logo na primeira fase. Agora, tem a chance de brilhar novamente diante das câmeras e provar que sabe muito mais do que posar para fotos: ela quer mostrar agilidade, raciocínio rápido e coragem para encarar o jogo.

Com esse elenco diverso e recheado de histórias marcantes, o “Acerte ou Caia!” promete mais uma edição recheada de emoção e bom humor. A cada rodada, os participantes enfrentam perguntas de conhecimentos gerais – e, caso errem, já sabem o destino: o famoso buraco do palco, que não perdoa nem os mais famosos.

Além da disputa pelo prêmio em dinheiro, o grande atrativo do programa está na mistura de personalidades, nos reencontros inesperados de ex-colegas de reality e, claro, nas reações espontâneas que só um game show ao vivo pode proporcionar.


Super Tela 15/03/2025: Saiba qual filme vai passar hoje!

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Na noite deste sábado, 15 de março, a Record TV vai exibir na Super Tela o emocionante filme 22 Milhas, que promete uma noite de pura adrenalina para quem adora uma boa história de ação e suspense. Lançado nos cinemas no dia 20 de setembro de 2018, o longa tem 1h35min de duração e é dirigido por Peter Berg, o mestre por trás de grandes filmes de ação.

Quem faz parte do elenco?

O elenco conta com Mark Wahlberg (conhecido por Transformers: A Era da Extinção e Ted), Lauren Cohan (de The Walking Dead e Batman v Superman: A Origem Da Justiça) e Iko Uwais (estrela de Operação Invasão e Ameaça Profunda), que entregam performances intensas e cheias de emoção.

Conheça a sinopse do filme:

A trama acompanha um agente da CIA, interpretado por Mark Wahlberg, que precisa transportar um informante de uma cidade na Indonésia para um refúgio em um aeroporto distante 22 milhas. Mas a missão não será fácil: com a ajuda de uma unidade de comando tático ultrassecreta, ele se vê cercado por inimigos implacáveis, enquanto tenta garantir que as informações vitais do informante não caiam em mãos erradas.

Opinião da crítica

Com uma avaliação de 2,1 de 5 nas críticas da imprensa e uma média de 3,6 nas notas dos usuários, 22 Milhas divide opiniões, mas é uma ótima opção para quem curte filmes cheios de tensão, ação e reviravoltas. O título original é Mile 22, e é recomendado para maiores de 14 anos, garantindo uma trama bem intensa.

Posso assistir de outra forma?

Para quem não puder acompanhar a exibição ao vivo, o filme está disponível em streaming: você pode assistir na Amazon Prime Video ou na Max, por meio de assinatura. A Super Tela começa a exibir 22 Milhas a partir das 23h00, logo após o Cidade Alerta, então já se prepara para uma noite de muita emoção e cenas eletrizantes. Não perca!

O Testemunho | Romance de Santiago Delgado expõe as raízes do nazismo sob o verniz da ciência no final do século XIX

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Era uma vez um império elegante por fora e apodrecido por dentro. Berlim, 1898. A capital da jovem Alemanha Imperial vibra com a promessa de um futuro glorioso: ciência de ponta, universidades prestigiadas, salões aristocráticos onde o saber é servido junto ao vinho e ao prestígio de sobrenomes antigos. Mas há algo que não se vê nos bailes nem nas capas dos jornais: uma semente sendo plantada — metódica, fria, disfarçada de progresso. E é nessa fresta de sombra que nasce O Testemunho, o novo romance de Santiago Delgado, historiador e escritor estreante na ficção, mas já um profundo conhecedor do período que retrata.

Em vez de entregar uma tese, Delgado nos oferece uma história que pulsa: um jovem nobre, uma descoberta perturbadora, um amor proibido e uma conspiração científica tão realista quanto assustadora. Mais do que um romance histórico, o livro é uma advertência — e, ao mesmo tempo, um convite à coragem.

Um império refinado, uma juventude perdida

Wilhelm von Richthofen é jovem, rico, promissor. Estuda em um respeitado internato da elite, onde se formam os futuros líderes do império. Mas, por trás da fachada impecável, Wilhelm vive sob a sombra de seu irmão desaparecido e carrega uma rivalidade com o brilhante e reservado Alois Schneider. Movido por ciúmes e orgulho, ele decide investigar o passado do colega — e o que descobre muda tudo.

Ao lado de Helga, irmã gêmea de Alois, Wilhelm entra num labirinto de segredos. Eles descobrem documentos confidenciais, registros médicos escondidos e pistas de um projeto eugênico financiado por figuras influentes da aristocracia e da ciência alemã. Um nome volta à tona: Joseph, irmão de Wilhelm, supostamente morto. Mas ele está vivo — e profundamente envolvido no programa.

Nas entrelinhas da alta sociedade, escondem-se campos de experimentos ilegais, onde crianças judias, ciganas, doentes mentais e indigentes são usados como cobaias. Tudo isso sob a justificativa da “melhoria racial”.

A frieza dos salões e o calor do perigo

Santiago Delgado poderia ter escrito um livro frio, acadêmico. Mas escolheu o caminho mais difícil: criar personagens de carne e osso, que erram, sentem medo, se apaixonam e resistem. Wilhelm e Helga não são heróis clássicos. São jovens assombrados, impulsivos, mas movidos por uma crescente consciência do horror que os cerca.

A atmosfera que Delgado constrói é sufocante. Os corredores das escolas são vigiados. Um padre é assassinado e pendurado de cabeça para baixo. Um crânio humano aparece com uma ameaça: “você é o próximo”. Os arquivos são queimados, testemunhas desaparecem, e o medo cresce em cada página. Não é mais uma investigação. É uma luta por sobrevivência.

Entre a paixão e o abismo

Mas há beleza também. O romance entre Wilhelm e Helga floresce em meio ao caos. Não como alívio, mas como resistência. Em tempos de crueldade institucionalizada, amar alguém é, em si, um ato político. Há ternura nas noites de fuga, nos sussurros trocados antes de uma nova investida, na partilha silenciosa de culpas.

Delgado não idealiza esse amor. Ele o apresenta com dúvidas e dilemas. Até onde vale ir? O que se arrisca por justiça? Pode-se lutar contra o próprio sangue? Essas são perguntas que o livro não responde com fórmulas, mas com escolhas difíceis — e lágrimas.

Ecos de um futuro que já conhecemos

O grande trunfo de “O Testemunho” é o desconforto que provoca. Afinal, o livro termina muito antes de Hitler chegar ao poder. E, no entanto, cada cena parece um prelúdio do que viria: os discursos sobre pureza racial em jantares sofisticados, os médicos que falam de “eficiência biológica” com frieza, as elites que preferem ignorar os abusos em nome da ciência e do avanço.

A mensagem é clara, ainda que sutil: o nazismo não começou com tanques e suásticas. Começou com ideias. Com omissões. Com salões refinados e conversas bem articuladas.

Uma leitura para quem quer sentir — e entender

Se você se emocionou com “O Leitor”, de Bernhard Schlink, ou ficou impactado com “A Menina que Roubava Livros”, de Markus Zusak, prepare-se: “O Testemunho” toca as mesmas feridas, mas com uma lupa voltada para o momento anterior à tragédia. É um livro para quem quer se apaixonar, se indignar, se perguntar — e, talvez, sair diferente depois da última página.

Não é um romance fácil. Mas é necessário.

Um historiador que escolheu contar o passado em voz alta

Santiago Delgado poderia ter mantido suas pesquisas nas estantes das universidades. Mas escolheu outro caminho. Formado em História pela PUC-SP, ele passou anos estudando os bastidores do Segundo Reich, o período entre a unificação alemã e o fim da Primeira Guerra. Ao transformar dados e documentos em literatura, Delgado torna o passado acessível — e, acima de tudo, vivo.

A escrita é minuciosa, mas fluida. Carregada de imagens vívidas, diálogos potentes e um senso de urgência. “O Testemunho” não é só um livro: é um aviso. Um lembrete de que o horror se constrói em silêncio — e de que resistir pode começar com algo tão simples quanto uma pergunta feita na hora certa.

Landman | Trailer da 2ª temporada traz Demi Moore no centro da trama e promete novas tensões no universo do petróleo

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Quando o Paramount+ divulgou na última quinta, 04 de setembro, o trailer da segunda temporada de Landman, ficou claro que a série vai dar um salto em intensidade e emoção. A produção, que já havia conquistado público e crítica em 2024, agora retorna com um elemento ainda mais intrigante: Demi Moore.

A atriz assume o protagonismo da nova fase ao interpretar uma mulher que herda os negócios da família após a saída definitiva do personagem de Jon Hamm. Esse ponto de virada não só muda os rumos da história, mas também amplia a discussão sobre poder, lealdade e sobrevivência dentro de um universo marcado pela exploração do petróleo no Texas. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Criada por Taylor Sheridan, o mesmo responsável por fenômenos como Yellowstone e Mayor of Kingstown, e por Christian Wallace, Landman é inspirada no podcast jornalístico Boomtown, que retratava as contradições do boom petrolífero no oeste do Texas. A série bebe dessa fonte para construir um drama que vai muito além da indústria energética: mostra vidas em choque, famílias em disputa e comunidades inteiras transformadas por uma riqueza que, ao mesmo tempo em que ergue fortunas, também cobra seu preço em desigualdade, tragédias e destruição ambiental.

O vídeo revelou cenas intensas de Demi em um papel que exige equilíbrio entre firmeza e fragilidade. Sua personagem não apenas assume os negócios da família, mas também enfrenta um ambiente dominado por homens poderosos, interesses escusos e pressões políticas que podem colocá-la contra sua própria consciência. Moore surge como alguém que precisa aprender rapidamente a jogar um jogo cruel, sem perder sua humanidade no processo.

Um elenco que equilibra veteranos e novos rostos

Ao lado de Demi, a série mantém um elenco já conhecido do público, que ajudou a conquistar a base de fãs na primeira temporada. Billy Bob Thornton (conhecido por Goliath e Sling Blade) retorna como Tommy Norris, um homem marcado por dilemas éticos e pela tentativa constante de preservar sua integridade em meio a um sistema corrompido. Michelle Randolph (1923), Kayla Wallace (When Calls the Heart) e James Jordan (Yellowstone, Mayor of Kingstown) também continuam na trama, representando diferentes faces da vida no Texas — desde jovens ambiciosos em busca de ascensão rápida até trabalhadores que arriscam a vida diariamente nos campos de petróleo.

Entre as novidades, Jacob Lofland (Maze Runner, Mud) e Paulina Chávez (The Expanding Universe of Ashley Garcia) chegam para dar frescor e contestação à narrativa, trazendo o olhar de uma geração que já não aceita viver sob as mesmas regras do passado. E, mesmo afastado do centro dos negócios, Jon Hamm (Mad Men, Fargo) deve aparecer em participações especiais que ajudam a costurar a transição de poder, mantendo viva a tensão emocional que sustenta o enredo.

Do podcast à TV: um retrato humano do boom do petróleo

O DNA da série vem diretamente de Boomtown, podcast que investigou como o petróleo molda vidas e economias no Texas. Sheridan transformou esse material em ficção sem perder a essência: o contraste entre trabalhadores braçais, que enfrentam riscos diários em busca de sustento, e bilionários que lucram com o suor alheio.

Esse olhar híbrido — parte ficção, parte realidade — faz da série algo maior do que um simples drama. Ela mostra como o petróleo pode ser tanto a promessa de uma vida melhor quanto a raiz de desigualdades profundas. O público encontra no enredo histórias de ambição, de traição e de lealdade familiar, mas também reconhece, em cada conflito, dilemas que atravessam fronteiras e se conectam com o mundo atual, seja no debate sobre mudanças climáticas, seja na discussão sobre até onde alguém está disposto a ir para garantir poder e riqueza.

A autenticidade como marca registrada

Um dos diferenciais da trama americana é a maneira como Sheridan prioriza autenticidade. As filmagens da primeira temporada ocorreram em locais icônicos do Texas, como o Fort Worth Petroleum Club e a sede da American Association of Professional Landmen. Para a segunda temporada, a equipe foi ainda mais fundo, rodando em áreas próximas às zonas de extração e captando não apenas as paisagens grandiosas, mas também o cotidiano de quem vive e trabalha no coração da indústria petrolífera.

Uma série sobre muito mais do que petróleo

Embora o petróleo seja o fio condutor da história, Landman conquista porque fala de temas universais. O enredo trata de ambição, desigualdade, corrupção, sobrevivência e, acima de tudo, das escolhas que cada pessoa precisa fazer diante das pressões da vida. É um drama humano disfarçado de história sobre negócios, onde as grandes corporações e os campos de petróleo funcionam apenas como palco para conflitos emocionais e sociais.

Capitão Planeta vai ganhar série live-action na Netflix com produção de Leonardo DiCaprio e Greg Berlanti

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Em um momento em que o mundo pede — ou melhor, grita — por narrativas conscientes e engajadas, um velho conhecido da televisão está prestes a ressurgir das memórias afetivas com nova roupagem e fôlego renovado. O clássico desenho animado Capitão Planeta e os Protetores da Natureza vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, em parceria com dois nomes de peso: Leonardo DiCaprio, pela Appian Way, e Greg Berlanti, produtor por trás de diversos sucessos da DC na TV.

A informação foi revelada com exclusividade pelo site Deadline e já movimenta fãs nostálgicos e curiosos da cultura pop. O projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas já tem como roteirista confirmada Tara Hernandez, conhecida pelo trabalho em A Senhora Davis. A série será produzida pela Berlanti Productions e pela Warner Bros. Television, que detém os direitos da animação original.

Do desenho ao discurso: uma missão que nunca envelhece

Criado no início da década de 1990 pelo empresário e ativista Ted Turner, Capitão Planeta sempre foi mais do que um desenho. Era, na verdade, uma tentativa sincera — e pioneira — de usar o entretenimento como instrumento de transformação social. Em meio a aventuras cheias de ação, vilões caricatos e bordões inesquecíveis, havia uma mensagem clara: cuidar do planeta é uma missão coletiva, e cada gesto importa.

Na trama, cinco jovens de diferentes partes do mundo recebem anéis com poderes ligados aos elementos da natureza — Terra, Fogo, Água, Vento e Coração. Juntos, eles invocam o Capitão Planeta, super-herói ecológico que surge para combater ameaças ambientais e inspirar atitudes sustentáveis. Mas o mais simbólico era o bordão ao final de cada episódio: “O poder é de vocês!” — um lembrete direto para o público jovem de que mudança real começa com pequenas escolhas.

Um herói que retorna em tempos de urgência climática

Não é difícil entender por que Leonardo DiCaprio está envolvido nesse projeto. Ativista ambiental assumido e engajado, o ator já produziu documentários, discursou na ONU e lidera uma fundação voltada à preservação da biodiversidade. Ao lado de Berlanti — mestre em construir universos heroicos que dialogam com temas sociais —, DiCaprio aposta na força simbólica do Capitão Planeta para reacender o debate sobre meio ambiente com linguagem atual e narrativa envolvente.

A roteirista Tara Hernandez tem o desafio de atualizar a história sem perder o coração da proposta original: um equilíbrio delicado entre entretenimento e educação. Em tempos de colapso climático, fake news ambientais e jovens ativistas sendo criminalizados, a série pode tocar em temas urgentes, mostrando que o ativismo pode ser acessível, empático e, sim, emocionante.

Da TV Colosso ao streaming

Para muitos brasileiros, o Capitão Planeta chegou junto com a infância. A série estreou por aqui em julho de 1991, dentro do Xou da Xuxa, na Rede Globo, e depois passou por outros programas icônicos como TV Colosso, Angel Mix e Festival de Desenhos. Também foi exibida em canais pagos como Cartoon Network, Tooncast, Boomerang e até no Canal Futura — reforçando seu caráter educativo.

A estética colorida, as lições diretas e a representatividade global dos Planeteers marcaram uma geração que cresceu ouvindo sobre buraco na camada de ozônio, poluição dos mares e desmatamento — e que, agora adultos, assistem a essas ameaças se concretizando. O retorno da série, portanto, tem tudo para unir gerações em torno de uma mesma causa.

Sem data, mas com propósito

Ainda não há elenco confirmado nem previsão de estreia, mas a expectativa é grande. Especialmente porque este não é o primeiro esforço para adaptar o herói ao live-action. Em 2016, um filme chegou a ser desenvolvido pela Paramount, com Glen Powell envolvido no roteiro e cogitado como protagonista — projeto que acabou engavetado.

Agora, com o apoio criativo da Netflix, a expertise narrativa de Berlanti, o engajamento ambiental de DiCaprio e o talento provocador de Tara Hernandez, o Capitão Planeta tem a chance real de voltar ao centro do debate — não só como símbolo de nostalgia, mas como um espelho necessário para tempos que pedem urgência, empatia e transformação.

Novas temporadas da franquia FBI chegam ao Universal TV em estreia tripla

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Foto: Reprodução/ Internet

Na próxima quinta-feira, 24, os fãs de séries policiais têm um convite irrecusável: uma maratona especial com a estreia simultânea das novas temporadas das três séries da franquia FBI no Universal TV. Prepare-se para uma noite intensa, que começa às 21h30 e só termina perto da meia-noite, repleta de mistérios, investigações perigosas e personagens que enfrentam não só criminosos, mas também seus próprios conflitos.

Essa é uma chance rara de acompanhar, em sequência, os episódios que abrem a sétima temporada de FBI, a quarta de FBI: Internacional e a sexta de FBI: Most Wanted. Cada uma delas traz seu tempero especial — do drama nas ruas de Nova York à tensão de missões internacionais e às caçadas implacáveis aos mais procurados.

Começo eletrizante: a sétima temporada de FBI coloca a equipe frente a um protesto que sai do controle

O ponto de partida da noite é o episódio “Abandonado”, que lança o público direto no meio de uma situação que rapidamente foge do controle. Um protesto pacífico termina em violência e uma morte, e a equipe do FBI é convocada para evitar que a situação piore ainda mais.

Além do suspense pelo crime em si, há um toque pessoal na trama: o agente Jubal Valentine se depara com alguém do seu passado no meio do tumulto, reacendendo velhas lembranças e criando uma tensão que vai muito além do trabalho. É esse equilíbrio entre ação e emoção que mantém a série tão conectada com o público, fazendo da sétima temporada uma das mais aguardadas.

Território estrangeiro e novos líderes: o desafio da quarta temporada de FBI: Internacional

Logo depois, às 22h20, a ação ganha escala global com o episódio “Um líder, não um turista”. A equipe de agentes que atua fora dos Estados Unidos enfrenta novos desafios — não apenas no campo, mas também dentro do próprio time.

A saída do antigo líder deixa um vazio difícil de preencher, e o novo comandante, Wesley Mitchell, chega com personalidade forte e estilo próprio, que inicialmente gera resistência, mas promete conquistar a confiança dos colegas com seu jeito determinado. A temporada reserva muito trabalho de campo, suspense e o impacto real das investigações em diferentes países, mostrando o FBI numa versão globalizada e ainda mais perigosa.

A caçada continua: FBI: Most Wanted retoma histórias de altos riscos com episódios eletrizantes

Para fechar a noite, às 23h10, FBI: Most Wanted retoma a sua missão mais intensa: encontrar e capturar os criminosos que estão sempre um passo à frente da lei. O episódio “Bebedouro” traz a equipe lidando com as consequências da bomba que quase explodiu em Nova York, mostrando que o trabalho deles nunca para — mesmo quando o perigo parece ter sido contido.

Essa temporada promete manter o público na ponta da cadeira, com casos que testam a inteligência e coragem dos agentes, além de explorar o lado humano desses profissionais dedicados que enfrentam riscos constantes para manter a segurança de todos.

Uma experiência imersiva que vai além da ação

O que torna essa noite de estreia algo especial não é apenas a quantidade de episódios, mas o modo como cada série constrói sua narrativa. A franquia FBI, criada por Dick Wolf, se destaca por mostrar que por trás das investigações existem pessoas com histórias, dúvidas e emoções.

Ao assistir, o público não apenas acompanha perseguições e revelações — mas também se conecta com personagens que vivem dilemas reais, dentro e fora do trabalho, trazendo um frescor humano que torna as histórias ainda mais cativantes.

Por que acompanhar a franquia FBI?

Seja você fã de séries policiais ou alguém que busca uma narrativa bem construída com personagens complexos, as séries FBI, FBI: Internacional e FBI: Most Wanted oferecem um panorama rico e diversificado do universo das forças especiais.

A combinação de roteiros inteligentes, suspense bem dosado e uma direção que privilegia o realismo faz com que cada episódio seja uma pequena aula de investigação — e também de humanidade.

“Eita, Lucas!” deste sábado (26/07) desembarca em Governador Valadares com MC Daniel

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Foto: Divulgação/SBT

Não tem tempo ruim quando a energia é boa e o povo é caloroso. E é com essa vibe que o “Eita, Lucas!” segue sua caravana pelos quatro cantos do Brasil, levando alegria, desafios inusitados e histórias emocionantes para a televisão aberta. Neste sábado, 26 de julho de 2025, a Arena do programa estaciona em Governador Valadares, no coração de Minas Gerais, antes de seguir rumo à ensolarada Itabuna, na Bahia. E como já virou marca registrada, o público pode esperar muito mais do que risadas: tem talento, música, superação e, claro, prêmios em dinheiro!

Foto: Divulgação/SBT

Governador Valadares: quando a voz vale 5 mil reais (ou um banho gelado)

Em solo mineiro, o quadro “Chuveiro ou Dinheiro” promete arrancar gargalhadas e aplausos em medidas iguais. A proposta é simples, mas o nervosismo é real: subir ao palco, cantar com garra e tentar convencer o público – e os jurados – de que merece embolsar até 5 mil reais. Mas se desafinar… o castigo vem de cima: um banho de chuveiro na frente da plateia lotada!

“Tem que ter coragem e carisma. Aqui a gente valoriza quem se arrisca, quem coloca o coração na voz, mesmo que desafine um pouquinho”, brinca Lucas Guimarães, apresentador da atração, que se mostra cada vez mais à vontade nesse papel que mistura comunicador, parceiro e incentivador do povo.

E para deixar tudo ainda mais animado, o convidado especial da semana é ninguém menos que MC Daniel. O funkeiro, que tem arrastado multidões por onde passa, chega com o sorriso largo e uma playlist cheia de sucessos. Ele também entra na dança do quadro, ajudando Lucas a decidir quem leva o prêmio e quem vai sair de banho tomado.

“Adoro estar perto do povo. Esse programa tem uma vibe boa demais. É leve, engraçado, mas também tem histórias que tocam a gente”, comentou Daniel, que aproveita para cantar os hits que o consagraram como um dos nomes mais populares do funk atual.

De Minas à Bahia: emoção na estrada com o “Gaga de Itamotinga”

Após a folia mineira, a equipe do “Eita, Lucas!” ruma para o sul da Bahia. Em Itabuna, o público acompanha uma verdadeira jornada de superação e carisma com o quadro “Carona da Sorte”. Nele, Felipe – mais conhecido como “Gaga de Itamotinga” – embarca em uma carona especial com Lucas Guimarães pelas ruas da cidade, enfrentando provas, conversando com moradores e revelando sua história de vida com bom humor e autenticidade.

Felipe se tornou um fenômeno local não só por sua forma divertida de se expressar, mas por sua capacidade de rir de si mesmo e inspirar os outros com leveza e simpatia. Ao lado de Lucas, ele encara o desafio de vencer a inteligência artificial Áurea em uma série de perguntas e missões que testam memória, agilidade e sensibilidade.

O ápice da carona acontece em uma plantação de cacau, cenário típico da região cacaueira baiana. Lá, Felipe precisa cumprir um desafio envolvendo a colheita e o processamento do fruto, valendo até 10 mil reais em prêmios. Entre suor e risadas, o momento rende imagens lindas e uma conexão direta com a cultura local.

Um programa que é cara do Brasil

Mais do que um programa de auditório, “Eita, Lucas!” tem se consolidado como um verdadeiro retrato do Brasil profundo. Com linguagem popular, locações reais e histórias que misturam humor e emoção, o programa busca dar visibilidade a personagens comuns que, de repente, se tornam protagonistas em rede nacional.

Lucas Guimarães, que ficou conhecido nas redes sociais, mostra no palco da televisão que tem carisma e empatia de sobra. Ele escuta, vibra, brinca, abraça e se envolve com cada participante de forma genuína. Não à toa, a atração tem conquistado cada vez mais público e elogios pela abordagem humanizada.

“É muito mais do que um programa de prêmios. A gente quer levar alegria, autoestima e mostrar que o povo brasileiro é cheio de histórias lindas. E também sabe se divertir como ninguém!”, resume Lucas.

Convidados especiais que somam à festa

A cada edição, o “Eita, Lucas!” recebe artistas e personalidades que, além de entreter, também compartilham um pouco da própria trajetória. No palco, eles se misturam à plateia, participam dos quadros e cantam seus sucessos.

MC Daniel, por exemplo, não poupou elogios à experiência. “Ver a alegria desse povo, cantar junto, dar risada com Lucas… é tudo de bom. O Brasil precisa de mais coisas assim”, comentou o artista, que aproveitou para divulgar sua nova música e ainda surpreender um fã que estava na plateia.

Cultura local valorizada

O “Eita, Lucas!” também se destaca por integrar elementos regionais em cada cidade por onde passa. Seja numa plantação de cacau, em uma feira popular, ou em rodas de conversa com moradores antigos, o programa respeita as tradições locais e as transforma em cenários vivos de afeto e reconhecimento.

Em Itabuna, por exemplo, a produção destacou a importância histórica da cultura cacaueira na economia e na memória da cidade. Já em Governador Valadares, a música mineira e o jeitinho acolhedor dos valadarenses foram o pano de fundo perfeito para os quadros.

Prêmios, mas também autoestima

Ao fim de cada episódio, o saldo vai além dos valores distribuídos. Participantes saem transformados, cheios de histórias para contar e com um brilho diferente nos olhos. O público também se sente representado, vendo pessoas parecidas consigo ocupando o centro do palco, com dignidade e humor.

Felipe, o “Gaga de Itamotinga”, resumiu o sentimento com um sorriso largo e olhos marejados: “Nunca pensei que ia aparecer na televisão assim, sendo eu mesmo, com meu jeito, minhas falas… E ainda sair com um prêmio! Mas o melhor foi o carinho das pessoas”.

Em Fortaleza, Shopping Iguatemi Bosque recebe Bob Esponja – A Experiência pela primeira vez

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Um abacaxi no fundo do mar agora também tem endereço em Fortaleza. Pela primeira vez na capital cearense, Bob Esponja – A Experiência convida o público a mergulhar — literalmente — no mundo encantado da Fenda do Biquíni. A mostra interativa ocupa o piso L1 do Shopping Iguatemi Bosque até o dia 24 de agosto e transforma as férias em um passeio repleto de cor, memória afetiva e descoberta para toda a família.

Entre conchas, hambúrgueres de siri e muita nostalgia

Quem passar pelo espaço vai se deparar com ambientes cenográficos que parecem saídos diretamente da tela da televisão. Do restaurante Siri Cascudo à casa de Patrick Estrela, da autoescola da exigente Sra. Puff ao guarda-roupa excêntrico de Bob Esponja, a exposição transporta o visitante para dentro da série que marcou gerações.

Com mais de mil metros quadrados de área, a experiência vai além da contemplação. O público pode tocar, explorar e interagir com cada cenário. Há também figurinos originais usados em musicais e até peças desfiladas pela grife Moschino em Milão, além de roteiros autografados por Wendel Bezerra — voz oficial de Bob Esponja no Brasil.

A origem de tudo: do laboratório à TV

Entre as surpresas da exposição está a versão digital da HQ educativa “The Intertidal Zone”, criada por Stephen Hillenburg antes mesmo do nascimento oficial do personagem. O material, raramente visto pelo público, revela como o criador misturou sua formação em biologia marinha com sua paixão pela animação para dar vida a uma das esponjas mais famosas do mundo.

E sim, a famigerada fórmula secreta do hambúrguer de siri também está lá. Mas, como era de se esperar, continua envolta em mistério.

Sucesso nacional chega ao Ceará com estrutura inédita

Depois de passar por São Paulo e Recife, onde conquistou multidões, a maior mostra imersiva já feita sobre Bob Esponja estreia em Fortaleza com toda sua estrutura original. Desenvolvida pela YDreams Global em parceria com a Paramount, a exposição propõe uma leitura contemporânea e artística do universo do personagem, misturando humor, tecnologia e cultura pop.

Para os organizadores, trazer o projeto ao Nordeste é também uma forma de democratizar o acesso a grandes experiências interativas, tornando a arte e a diversão acessíveis a diferentes públicos.

Diversão para todas as idades — e sentidos

Com classificação livre e uma ambientação pensada para encantar crianças, jovens e adultos, “Bob Esponja – A Experiência” é mais do que uma simples homenagem a um ícone da TV. É uma celebração sensorial, onde o tato, a visão e a imaginação caminham juntos. É também um espaço de encontro entre pais e filhos, onde histórias se cruzam e lembranças ganham novas formas.

Love Alert estreia dia 28 e apresenta novo BL tailandês com romance marcado por tensão e provocações

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O cenário dos dramas BL ganha um novo título em 2025 com a estreia de Love Alert, marcada para o dia 28. Adaptada do romance Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang, de Nottakorn, a série aposta em uma narrativa onde interesses pessoais, disputas de ego e convivência forçada dão origem a um romance silencioso e inesperado.

Criada por Nottakorn, que também assina a obra literária original, a produção segue uma linha mais realista dentro do gênero BL, valorizando o desenvolvimento psicológico dos personagens e as transformações que ocorrem a partir do contato humano. Em vez de grandes declarações, Love Alert constrói sua força nos detalhes e na tensão emocional constante.

Em Love Alert, os personagens se aproximam inicialmente movidos por conveniência e objetivos pessoais. Nenhum deles busca, de fato, um envolvimento emocional, mas a convivência diária acaba quebrando defesas e revelando sentimentos que surgem de forma gradual. A série aposta em olhares, silêncios e confrontos verbais para desenvolver seus romances, evitando soluções rápidas ou idealizadas.

A produção conta com um quarteto protagonista, formado por James Hayward Prescott (Cara mau, meu chefe, 14 Novamente, Episódio especial do Bad Guy My Boss), Kad Ploysupa (Grande Dragão: O Seriado, Geração Y 2, Colega de quarto ruim), David Matthew Roberts (A Lua Oculta, Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang) e Fam Thanuphat Poungsuwan (Tritão Amante), que conduzem os principais conflitos e relações da história. A dinâmica entre os personagens se constrói a partir de provocações constantes, jogos de poder e aproximações calculadas, criando um clima de tensão emocional que se transforma ao longo dos episódios.

Inserida no momento de forte expansão dos BLs tailandeses no mercado internacional, a série chega como uma aposta promissora para o público que busca histórias mais maduras, com conflitos bem definidos e relações construídas passo a passo. Com estreia marcada para o dia 28, Love Alert promete conquistar fãs ao mostrar que, às vezes, o amor nasce exatamente onde ninguém está preparado para sentir.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho ganha edição em quadrinhos pela Editora Seguinte em 2026 e renova o alcance de sua história marcante

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Poucas histórias brasileiras conseguiram atravessar o tempo com tanta delicadeza quanto Hoje Eu Quero Voltar Sozinho. O longa, lançado em 2014, marcou jovens e adultos com sua abordagem sensível sobre amadurecimento, amizade, amor e descoberta da própria identidade. Agora, mais de uma década depois, a narrativa renasce em um novo formato: uma versão em quadrinhos que será publicada pela Editora Seguinte em maio de 2026. A adaptação reúne o diretor e roteirista Daniel Ribeiro, autor do texto original, e o ilustrador Bruno Freire, que assume a missão de traduzir para imagens uma história que vive até hoje no imaginário de milhares de fãs.

A notícia do lançamento mexeu com a memória afetiva de muita gente que viu o filme ainda adolescente e hoje, mais velha, reconhece o quanto a obra ajudou a abrir portas para conversas sobre diversidade, acessibilidade e afetos juvenis. Há algo profundamente simbólico no fato de a história retornar pelas mãos de seu próprio criador: é como se Daniel Ribeiro revisitasse uma parte importante de sua trajetória artística e emocional, agora com o desafio de recriar Leo, Gabriel e Giovana para uma nova geração.

O reencontro com Leo, um personagem que nunca deixou de existir no coração do público

Uma das razões pelas quais Hoje Eu Quero Voltar Sozinho se tornou tão especial está na humanidade de Leo. Ele é um adolescente cego que deseja as mesmas coisas que qualquer jovem: autonomia, liberdade, pequenas aventuras e, claro, a chance de viver o primeiro amor. Mas a grande força da narrativa sempre foi o fato de que Leo não é definido por sua deficiência. Ele é curioso, às vezes inseguro, um pouco tímido, teimoso e cheio de sonhos. Seu mundo é feito de sensações, sons, amizades verdadeiras e medos comuns a qualquer pessoa que está tentando encontrar seu lugar no mundo.

Na versão em quadrinhos, essa sensibilidade ganha contornos novos. Bruno Freire ilustra a história com um olhar que não tenta substituir o cinema, mas sim expandi-lo. As páginas prometem mostrar o cotidiano de Leo com delicadeza, priorizando o gestual dos personagens, a atmosfera das ruas, a forma como a luz atravessa os momentos e a textura emocional de cada cena. Há algo de profundamente íntimo no ritmo dos quadrinhos: o leitor percorre cada quadro no seu tempo, guarda detalhes, revisita páginas e vive pequenas pausas que ampliam o significado da narrativa.

Uma história que continua necessária, dez anos depois

O filme de Daniel Ribeiro foi um marco, não apenas para o cinema brasileiro, mas para a representação LGBTQIA+ na juventude. Na época, poucas produções tratavam o amor entre dois garotos com tanta autenticidade, sem espetacularizar o conflito nem transformar o romance em uma tragédia. Hoje Eu Quero Voltar Sozinho fala sobre amor com inocência, poesia e verdade — e esse tipo de representação sempre foi escassa.

A decisão de trazer a obra para o universo dos quadrinhos reforça a importância de continuidade dessa discussão. Em um mercado editorial que tem aberto cada vez mais espaço para histórias com protagonistas diversos, a HQ chega como um gesto de carinho e também como um convite: é hora de relembrar o que nos tocou lá atrás, mas também é tempo de apresentar a história a quem não viveu aquele lançamento em 2014.

Em um período em que redes sociais moldam comportamentos, em que jovens convivem com medos e expectativas diferentes das gerações anteriores, a história de Leo, Gabriel e Giovana permanece atual. Ela fala sobre coragem de se descobrir, sobre o medo de não ser aceito e sobre o valor de ser visto por quem realmente importa — e isso é universal.

A força dos quadrinhos na reinvenção da narrativa

Transformar um filme tão sensorial em quadrinhos é um desafio artístico e emocional. Mas é exatamente aqui que a união entre Daniel Ribeiro e Bruno Freire se torna especial. O diretor conhece intimamente cada detalhe da história, enquanto o ilustrador acrescenta um olhar contemporâneo, mais próximo da linguagem visual consumida pelos jovens de hoje.

Os primeiros materiais divulgados mostram um trabalho cuidadoso, com personagens expressivos, paleta acolhedora e cenas que misturam simplicidade e profundidade. A HQ não pretende apenas adaptar, mas ressignificar. Como se Leo, dessa vez, estivesse contando sua história com outras palavras, outros gestos, outras cores — mas com o mesmo coração.

O formato permite ainda brincar com a subjetividade. Passagens que no filme são rápidas, como toques, silêncios e risadas contidas, podem ganhar páginas inteiras. A relação entre Leo e Gabriel pode ser vista com mais calma, mais detalhes, mais intimidade. A amizade com Giovana também encontra mais espaço para revelar nuances que talvez no longa tenham ficado apenas sugeridas.

Há, portanto, uma chance real de esta HQ ampliar o que o filme começou.

Uma sinopse que toca fundo sem precisar exagerar

A nova edição acompanha as férias de Leo, que parecem iguais a todas as outras: ele divide o tempo entre a piscina da vizinhança e conversas com Giovana, que vive acreditando que algo grandioso vai acontecer a qualquer momento. Leo, por sua vez, sonha com a ideia de fazer um intercâmbio, mas duvida que seja possível viajar sozinho, considerando o excesso de proteção da mãe e as dificuldades que enfrenta para conquistar autonomia.

A volta às aulas traz antigos problemas — o bullying dos colegas, o incômodo de ser visto apenas como “o menino cego”, a pressão da família — mas também traz Gabriel, o novo aluno, dono de um sorriso tranquilo e de uma curiosidade sincera. A aproximação entre os dois surge de forma espontânea. São conversas no caminho da escola, tardes compartilhadas e pequenas revelações que fazem Leo perceber um sentimento que nunca tinha experimentado antes.

É nesse percurso que a história encontra seu tom mais doce: a sensação de descobrir o mundo através do afeto, de ser reconhecido para além das expectativas e limitações que os outros projetam.

O legado do filme

Embora Hoje Eu Quero Voltar Sozinho tenha conquistado diversos prêmios internacionais, incluindo o FIPRESCI no Festival de Berlim, e tenha sido o escolhido para representar o Brasil na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, seu impacto vai além dos troféus. O que realmente permaneceu foi o carinho do público, os relatos de jovens que se viram pela primeira vez numa narrativa assim, o afeto que a obra despertou em pessoas que precisavam daquela história para entender a si mesmas.

O filme ocupou um espaço que até então estava vazio. E por isso ele não parou no tempo: circula em escolas, clubes de leitura, cineclubes universitários, grupos LGBTQIA+, salas de aula e até hoje é recomendado como referência nas discussões sobre inclusão.

A chegada da HQ reforça essa permanência.

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