Moana | Novo cartaz destaca a conexão entre heroína e oceano na versão live-action da Disney

A Disney divulgou um novo cartaz do live-action de Moana, oferecendo mais detalhes visuais sobre a proposta da adaptação. A imagem aposta em movimento e intensidade: a protagonista surge na proa da embarcação, com o oceano agitado ao redor, enquanto a vela tradicional ganha destaque ao fundo. A composição não é estática, pelo contrário, transmite a sensação de que a jornada já está em curso.

O mar ocupa grande parte do enquadramento, com ondas altas e textura realista, indicando que o filme deve investir em uma abordagem visual mais imersiva. A iluminação natural e os tons vibrantes reforçam o clima de aventura, sem perder a identidade ligada à cultura polinésia. Não se trata apenas de um retrato dos personagens, mas de uma prévia do tipo de experiência que o público pode esperar nas telas.

Quem aparece na imagem?

O cartaz reúne Catherine Laga’aia como Moana, assumindo o papel da jovem navegadora que conduz a narrativa. Sua expressão transmite confiança, mas também curiosidade diante do desconhecido, algo que sempre definiu a personagem desde sua primeira versão.

Ao lado dela está Dwayne Johnson, que retorna como Maui. O personagem mantém características marcantes, como o físico imponente, as tatuagens e o figurino inspirado em elementos culturais. A presença dele no cartaz reforça a dinâmica entre os dois protagonistas, que deve continuar sendo um dos pilares da história.

Também aparecem figuras conhecidas do público, como o galo Hei Hei e o porquinho Pua, posicionados na embarcação. A inclusão desses personagens indica que o live-action não abre mão de elementos mais leves e afetivos, mesmo com uma estética mais realista.

O que a imagem indica sobre o tom do filme?

O material divulgado sugere um filme que valoriza a dimensão da natureza e o impacto visual das paisagens. O oceano não aparece apenas como cenário, mas como força ativa dentro da narrativa. A forma como as ondas são retratadas indica que o ambiente terá papel direto nos desafios enfrentados pelos personagens.

Ao mesmo tempo, o cartaz reforça a ideia de deslocamento constante. A embarcação inclinada sobre a água e o vento na vela apontam para uma jornada que exige adaptação e coragem. Essa escolha visual dialoga com o arco da protagonista, que precisa sair de um espaço conhecido para enfrentar algo muito maior.

A relação entre Moana e Maui também é sugerida pela proximidade entre os dois na imagem. Não há distanciamento, mas sim uma parceria construída na prática, diante de situações imprevisíveis.

Como o filme se conecta à animação original?

O live-action parte diretamente da animação Moana, lançada em 2016, preservando a base narrativa que conquistou o público. A história continua centrada na jovem escolhida pelo oceano para restaurar o equilíbrio de seu povo, em uma jornada que envolve identidade, responsabilidade e pertencimento.

A diferença está na forma de apresentação. Com atores em cena e cenários realistas, o filme busca ampliar a escala visual da história. Ainda assim, a presença de elementos reconhecíveis no cartaz indica que a adaptação não pretende se distanciar da obra original, mas reinterpretá-la.

A produção conta com direção de Thomas Kail e roteiro assinado por Jared Bush e Dana Ledoux Miller, nomes que já possuem ligação com o universo da história.

Quando o live-action estreia?

O lançamento do live-action de Moana está previsto para julho de 2026. No Brasil, a estreia acontece no dia 9 de julho, com distribuição da Walt Disney Studios Motion Pictures.

Resumo da novela Apocalipse de 28/08/2024, quarta-feira

Foto: Divulgação/ Record TV

No resumo do capítulo 066 da novela Apocalipse desta quarta-feira, 28 de agosto de 2024, Dudu e César estão imersos em uma discussão acalorada, instigada pelas provocações incessantes de Dudu. O clima entre eles fica cada vez mais tenso, culminando em um confronto intenso e emocional. Enquanto isso, Robinson se vê profundamente abalado pelas palavras de Tião, que o forçam a refletir sobre suas escolhas de vida e o futuro que o aguarda.

No cenário paralelo, Susana revela a Bárbara que Adriano também está a par da verdade sobre Ricardo, o que intensifica a preocupação e o nervosismo de todos em relação à situação tumultuada. Bárbara e Chico retornam ao telejornal, reassumindo suas funções e voltando à rotina diária, enquanto a redação se aquece com as últimas atualizações e notícias. Alguns dias depois, Ricardo surge publicamente com o olho completamente recuperado após a cirurgia, e prepara-se para fazer um anúncio significativo ao mundo. Arthur compartilha informações sobre o discurso iminente de Ricardo, gerando uma onda de ansiedade e apreensão entre todos que aguardam o que está por vir. Uri oferece suporte a Susana, que se prepara para enfrentar essa nova etapa de sua missão com coragem e determinação.

Adriano busca apoio e orientação ao lado de Benjamin e Zoe, tentando encontrar uma maneira de lidar com o caos crescente. Ricardo utiliza hologramas para fazer um discurso global impactante, no qual se proclama como uma divindade e surpreende o mundo com suas declarações. Ele anuncia que a partir daquele momento, apenas uma única religião será permitida e que todos os livros sagrados estarão proibidos. A multidão se curva em adoração diante de Ricardo, que é aclamado como o Anticristo. Benjamin sente um profundo pesar por ter contribuído para a ascensão de Ricardo e o fortalecimento de sua marca. Saulo e Noah se posicionam fortemente contra as novas ordens impostas por Ricardo, enquanto Stefano o adora fervorosamente como uma divindade.

Jonas recebe uma visita inesperada e, na redação do telejornal, a nova fase de Ricardo é amplamente discutida e analisada com fervor. Em uma conversa com Uri, Susana expressa que sua missão será extremamente desafiadora. Estela e Felipe estão apreensivos com a escalada da situação, e Saulo afirma a Oziel que Ricardo definitivamente não pode ser o Messias. Tamar se recusa a aceitar a verdade sobre Ricardo, e Zoe tenta confortar Glória, que está emocionalmente devastada. Jonas conversa com Adriano, que se sente atormentado pela culpa das escolhas feitas por seu filho. Ricardo se encontra com Ariela e admite estar ciente da resistência que enfrentará.

André e Brenda tentam retomar a normalidade em sua empresa de tecnologia, enquanto Jonas adverte que quem aceitar a marca de Ricardo não terá salvação. Adriano é profundamente tocado pelas palavras de Jonas sobre o Senhor, e Dylan recebe Natália em Nova Iorque.Débora adota uma postura sedutora com Alan, criando tensão e complexidade na relação entre eles. Stefano recebe Vittorio na Nova Babilônia, e Tiatira alerta Susana sobre a resistência que Israel opõe à imposição de Ricardo. Wallace se surpreende com a rápida recuperação de Tião, que o adverte sobre os perigos representados por Ricardo. Robinson manifesta seu desejo de abandonar a vida criminosa, mas é ameaçado por Dudu, que não está disposto a abrir mão do controle que exerce sobre ele.

O que vem aí nos próximos capítulos

César expressa seu medo da presença ameaçadora de Adriano, temendo as consequências que isso possa trazer. Em uma conversa tensa, Stefano informa a Vittorio que, no momento, Ricardo é o único deus que deve ser reverenciado e temido. Enquanto isso, Natália se diverte com as peculiaridades e o jeito inusitado de Uri, achando-o peculiarmente encantador. Benjamin e Adriano unem forças na luta contra as forças do mal, tentando fazer frente às ameaças que surgem.

Wallace, preocupado com o rumo que sua vida está tomando, aconselha Robinson a abandonar o mundo do crime e buscar uma vida mais honesta. No entanto, a relação de Alan e Susana está se deteriorando rapidamente; após uma discussão intensa, Alan expulsa Susana de seu apartamento, resultando na separação oficial do casal. Tião, com sua lealdade a Ricardo em questão, avisa que Wallace não pode continuar a servir ao vilão, causando uma reviravolta em suas alianças.

Susana, devastada pela separação, procura consolo em Uri, que oferece seu apoio durante este momento difícil. Em uma conversa com Zoe, Bárbara se arrepende de ter tratado Zoe mal e se desculpa. Zoe, por sua vez, revela o próximo selo do Apocalipse: o Cavaleiro Negro, que simboliza a fome que assola o mundo. Jonas lê um trecho da Bíblia que descreve a abertura do Quarto Selo, mencionando o Cavalo Amarelo e seu Cavaleiro, chamado Morte. Ele observa um mendigo implorando por comida e conclui que a fome, representada pelo Cavaleiro Negro, já começou a manifestar-se.

Adriano, em um momento de reflexão, lembra-se angustiado do passado com Débora. Susana, em busca de apoio, se volta para Uri, enquanto Zoe afirma que Alan está sendo possuído pelo mal. Tamar tenta confortar Gideon, que está angustiado com a situação, enquanto Noah conversa com as Duas Testemunhas sobre os eventos atuais.

Enquanto passeiam por Nova Iorque, Natália e Dylan testemunham a realidade cruel da fome, ao verem uma pessoa garimpando restos de comida. No hospital, Estela entra em pânico com a crescente crise. Wallace descobre que Benjamin está no Brasil e começa a planejar suas próximas ações. César decide usar Robinson como um peão para capturar um policial corrupto, intensificando a trama de intrigas. Chico aconselha Celeste a terminar seu relacionamento com Dudu, que está em apuros.

Benjamin alerta Wallace sobre a necessidade de se afastar de Ricardo, enquanto Bárbara e Arthur reportam o caos e a fome que se espalham pelo mundo. Na Nova Babilônia, Ricardo celebra com seus aliados – Ariela, Alan, Isabela, Stefano e Débora – enquanto Adriano e Vittorio tentam disfarçar seu desconforto com a situação. Jonas, por sua vez, abre a Bíblia no livro do Apocalipse e lê sobre a abertura do Quarto Selo, descrevendo o Cavalo Amarelo e o Cavaleiro Morte.

Bárbara e Arthur continuam a relatar surtos de doenças e epidemias pelo planeta. Ricardo concede uma entrevista sobre sua Marca, enquanto Benjamin e Wallace lamentam sua participação na criação da Marca do Anticristo, refletindo sobre suas escolhas passadas.

Saulo tenta evitar que alguns judeus ataquem Moisés e Elias, enquanto Isabela e Débora celebram o sucesso de Ricardo. Ariela afirma que Israel é o maior foco de resistência contra Ricardo. Novos países se rendem à liderança de Ricardo, enquanto Arthur destaca que Israel é a única exceção. Noah confronta Gideon e critica a postura de Ricardo, com Ariela advertindo que Israel não aceitará os ideais de Ricardo. Ricardo ameaça invadir Jerusalém para esmagar qualquer resistência.

Ricardo revela sua estratégia para a invasão de Jerusalém, e Tamar e Gideon decidem apoiar Ricardo, enquanto Noah decide sair de casa devido às discordâncias. Adriano avisa a Benjamin sobre a iminente invasão planejada por Ricardo. César e Guido preparam uma armadilha para capturar Dudu. Susana alerta Tiatira sobre a invasão que Ricardo está planejando, enquanto Ariela consegue uma caneta espiã para Stefano. Jonas tenta acalmar Tião e HD, enquanto Adriano tenta convencer Débora de que a decisão de Ricardo é um erro. No entanto, Débora reafirma seu apoio à invasão de Jerusalém. César e Guido descobrem a verdade sobre Dudu e conseguem prender o policial corrupto.

Tião começa uma nova vida ao lado de Robinson e Wallace, enquanto Uri lamenta a teimosia de Oziel. Natália expressa sua frustração com Ângela, e Isabela desabafa com Débora, que a aconselha a esquecer o que viu. Noah demonstra sua disposição para defender Jerusalém, enquanto militares israelenses trabalham na construção de uma barreira de proteção. Ricardo faz um discurso inflamado para seus soldados, anunciando que é hora de invadir Jerusalém. Ao lado de Stefano, Ricardo declara que Jerusalém deve ser destruída, e o exército da Nova Babilônia se prepara para a invasão iminente. Oziel tenta alertar Gideon sobre os perigos, mas não é ouvido. Celeste visita Dudu na prisão e termina seu relacionamento com ele. Isabela informa Susana que não deseja mais contato. Noah lamenta a decisão de Gideon e Tamar, enquanto Oziel e Marta abandonam suas casas, buscando um novo começo.

Saiba mais sobre a novela

A novela bíblica da Record TV mergulha na complexidade das relações humanas e nas profecias apocalípticas através de uma narrativa que se desdobra em três fases distintas, cada uma refletindo uma época crucial tanto na vida dos personagens quanto na iminência do fim dos tempos.

A história começa na década de 80, em Nova York, onde quatro jovens universitários se encontram: Alan, um americano; Susana, uma brasileira; Adriano, um italiano; e Débora, uma israelense. A trama inicial gira em torno da amizade que floresce entre eles, rapidamente evoluindo para relacionamentos amorosos e complicados. Alan e Susana embarcam em um romance intenso e desafiador, enquanto Adriano e Débora enfrentam as tensões de um casamento marcado por descontentamento. A inclusão de outros personagens secundários enriquece a narrativa, introduzindo perspectivas e conflitos adicionais que aprofundam a trama.

Em 1996, a narrativa se desloca para o Brasil, onde os personagens enfrentam novas realidades e desafios. Débora, consumida pela inveja de Susana, considera seu casamento com Adriano uma farsa. Alan e Susana, agora pais do pequeno Benjamin, lutam para manter a estabilidade familiar, enquanto Adriano e Débora cuidam de Ricardo. O reencontro dos antigos amigos revela uma amizade transformada e repleta de tensões, à medida que eventos apocalípticos começam a se manifestar em cidades-chave como Rio de Janeiro, Roma, Jerusalém e Nova York, incluindo o infame atentado de 11 de novembro. Esses eventos apocalípticos servem como um pano de fundo para a evolução dos personagens e a crescente sensação de que o fim dos tempos está próximo.

Na fase final, ambientada nos dias atuais, a novela explora o cumprimento das profecias bíblicas com a ascensão do anticristo Ricardo, que busca dominar o planeta. Ricardo se aproveita dos avanços científicos de Benjamin, agora um renomado cientista casado com Zoe, para alcançar seus objetivos sombrios. O conflito entre o bem e o mal atinge seu clímax, com personagens do passado arrependendo-se e aceitando Jesus, enquanto outros, com a fé enfraquecida, se voltam para cultos e adorações sombrias. A narrativa culmina em um confronto épico entre as forças do bem e do mal, refletindo os temas centrais da novela e proporcionando um desfecho dramático e impactante.

Aaron Pierre, Margaret Qualley e Patrick Schwarzenegger juntos no novo romance misterioso da Amazon MGM

Segurem esse trio de talentos: Aaron Pierre, Margaret Qualley e Patrick Schwarzenegger vão dividir as telas no novo longa Love of Your Life, produção do Amazon MGM Studios que já está dando o que falar — mesmo sem ninguém saber direito sobre o que se trata. O projeto é dirigido por ninguém menos que Rachel Morrison, a diretora de fotografia indicada ao Oscar por Mudbound e que agora assume mais uma vez a cadeira de direção.

O roteiro está nas mãos de Julia Cox, mas, até agora, a trama segue envolta em um véu de mistério mais denso que final de novela das nove. Só sabemos que vem romance por aí — ou pelo menos o título promete: Love of Your Life. Vai ser fofo? Tenso? Trágico? Um pouco de tudo? A gente ainda não sabe, mas com esse elenco, vale ficar de olho.

E o elenco? É puro brilho ✨

Aaron Pierre está numa fase que só melhora: depois de mostrar talento em Rebel Ridge da Netflix e ser a voz (e alma) de Mufasa em Mufasa: O Rei Leão — filme que já passou da casa dos US$ 700 milhões de bilheteria —, o ator ainda mergulha no universo da DC como o icônico Lanterna Verde John Stewart na série Lanternas Verdes. Ou seja: ele está basicamente em todas as telas, gêneros e franquias possíveis. Não tem como ignorar.

Patrick Schwarzenegger, por sua vez, anda roubando a cena desde sua participação marcante como o riquíssimo e nem um pouco confiável Saxon Ratliff na terceira temporada de The White Lotus. Playboy com cara de bom moço é com ele mesmo — e o público comprou.

E Margaret Qualley, claro, dispensa apresentações. Desde Maid, a atriz tem mostrado uma versatilidade impressionante e já se firmou como uma das queridinhas da crítica. Com ela, emoção e intensidade estão garantidas.

Quando estreia?

Boa pergunta! Ainda não há previsão de lançamento, mas com esse nível de talento reunido, dá pra apostar que Love of Your Life vai chegar com força, seja no streaming ou direto nas premiações.

Enquanto isso, vamos acompanhando cada passo desse projeto promissor — e cruzando os dedos pra que o tal “amor da sua vida” não vire só mais um problema dramático entre os protagonistas. Ou vire, né? Porque a gente adora um bom drama romântico.

Opinião – Até que ponto os relançamentos no cinema fazem sentido?

O cinema sempre teve uma relação íntima com a nostalgia. Rever um clássico na tela grande pode ser uma experiência poderosa — uma ponte entre gerações, uma chance de ver o que antes só existia em fitas VHS ou nos catálogos de streaming. No entanto, nos últimos anos, o que antes era um gesto de celebração à história do cinema vem ganhando contornos cada vez mais comerciais. Relançamentos tornaram-se parte da estratégia de marketing das distribuidoras, mas nem sempre com propósito real.

Quando o relançamento faz sentido

Há casos em que o relançamento é justificado, e até bem-vindo. Quando uma franquia está prestes a ganhar uma continuação ou uma nova adaptação, revisitar o filme original pode servir como aquecimento e reforço de contexto. É o caso, por exemplo, de Wicked, que terá seu segundo capítulo lançado em 19 de novembro e, dias antes, verá o primeiro filme retornar aos cinemas. Essa é uma decisão estratégica e compreensível: além de refrescar a memória do público, cria-se uma atmosfera de expectativa e pertencimento, especialmente para os fãs que desejam reviver a experiência no cinema antes da estreia da sequência.

Esse tipo de relançamento cumpre uma função narrativa e comercial legítima — conecta o público com o universo da história, fortalece a marca e valoriza a jornada dos personagens. É diferente de simplesmente empurrar um filme antigo de volta às salas para “preencher” uma janela de programação ou tentar arrancar mais alguns milhões de bilheteria em nome da nostalgia.

O problema da banalização

O que causa incômodo — e até cansaço — é o uso indiscriminado dos relançamentos como ferramenta de lucro rápido. Muitas vezes, o público é convidado a pagar o mesmo preço de um ingresso atual para ver um filme que está disponível em alta definição nas plataformas de streaming, sem qualquer conteúdo adicional ou nova experiência que justifique o retorno à tela grande.

Quando o relançamento perde o sentido artístico e se transforma em produto reciclado, o cinema deixa de ser um espaço de celebração da arte e se torna apenas mais uma vitrine comercial. É o mesmo fenômeno que vemos em outros setores culturais: remakes e reboots feitos às pressas, versões “definitivas” de álbuns e relançamentos de games que, na prática, pouco oferecem de novo.

O público percebe quando há sinceridade e quando há oportunismo. E isso afeta diretamente a credibilidade das distribuidoras — porque o cinema, mesmo sendo uma indústria, ainda é um espaço de emoção, memória e pertencimento. Quando a nostalgia é usada de forma forçada, ela perde a magia.

O impacto sobre o público e o mercado

Outro ponto relevante é o impacto dos relançamentos sobre o calendário cinematográfico. Com cada vez mais estúdios disputando espaço nas salas, o relançamento de títulos antigos pode acabar reduzindo as chances de exibição de produções independentes ou de filmes novos que poderiam conquistar seu público se tivessem mais tempo de tela.

Além disso, a repetição de títulos conhecidos tende a criar uma falsa sensação de sucesso nas bilheteiras, mascarando o fato de que o cinema precisa de renovação — de histórias novas, de vozes diferentes. Relançar ad infinitum o que já deu certo pode até garantir lucro momentâneo, mas não constrói futuro.

Há uma diferença entre celebrar a história do cinema e viver dela. Os grandes clássicos merecem ser revistos, sim — mas dentro de um contexto especial, como aniversários de lançamento, restaurações cuidadosas ou eventos comemorativos. Fora disso, o relançamento perde o caráter de homenagem e se torna apenas uma manobra para “encher sala”.

Quando a nostalgia é bem usada

Existem exemplos inspiradores de relançamentos feitos com propósito. O retorno de “Titanic” aos cinemas, em 2023, por exemplo, marcou o aniversário de 25 anos do filme, com nova remasterização e exibição em 3D. O resultado foi uma experiência aprimorada que respeitou o público e valorizou a obra. Casos assim mostram que o relançamento pode, sim, ter mérito — quando existe um motivo artístico, técnico ou histórico por trás.

Da mesma forma, reexibir clássicos de animação da Disney ou filmes icônicos como “O Senhor dos Anéis” em versões restauradas pode aproximar novas gerações dessas obras, algo que tem valor cultural genuíno. Mas isso é diferente de simplesmente “relançar por relançar”.

Sabadou com Virginia deste sábado (16) recebe Diego e Daniele Hypólito, Pixote e Mayana Neiva

Neste sábado, 16 de agosto, o Sabadou com Virginia promete uma noite marcada por emoção, inspiração e talento. Virginia Fonseca recebe no palco nomes que atravessam gerações e histórias de vida: o grupo Pixote, os ex-ginastas Diego e Daniele Hypólito, a atriz e cantora Mayana Neiva, além da apresentadora Margareth Serrão e do inseparável Lucas Guedez. O encontro mistura memórias afetivas, desafios pessoais e manifestações artísticas que mostram como o talento e a resiliência podem transformar vidas.

Daniele Hypólito e Diego Hypólito são exemplos de dedicação e força de vontade. Desde a infância, ambos encontraram na ginástica artística uma forma de expressar sonhos e emoções. Daniele relembra que tudo começou em casa, de maneira lúdica e simples: “O braço do sofá era o salto, o colchão dos meus pais era o solo, e eu usava o meio-fio como trave. Sempre amei ginástica e comecei brincando.” A paixão pela modalidade se tornou profissional, mas não sem sacrifícios.

Diego, irmão mais velho, destaca a importância da mãe na formação de ambos: “O meu maior exemplo, depois de Deus, é a Dona Geni. Ela abriu mão de muitas coisas para nos incentivar e nos dar a chance de seguir nossos sonhos.” Ele lembra, emocionado, da fase difícil em que a família enfrentou dificuldades financeiras: “No Rio de Janeiro, passamos meses sem luz e sem comida suficiente. Só não fomos despejados porque morávamos em um prédio do Flamengo. Foi uma época muito dura, mas que nos ensinou a valorizar cada conquista.”

Um episódio simples, mas marcante, revela a força de vontade de Diego: “Lembro de um dia em que derramei uma lata de leite condensado no fogão antes do treino. Aquele instante me fez prometer que mudaria a realidade da minha família. Hoje, meus maiores louros não são medalhas, mas saber que consegui dar orgulho e segurança aos meus pais.”

Além da superação pessoal, os irmãos falam sobre o papel da ginástica em transformar vidas. Daniele observa: “A ginástica nos ensinou disciplina, paciência e resiliência. Cada queda, cada treino exaustivo, cada medalha tem uma história que vai muito além do esporte.” Para Diego, compartilhar essas experiências é fundamental: “Embora as pessoas nos vejam como campeões, nossa vida foi marcada por dificuldades e superações que todos podem enfrentar e vencer.”

Pixote: a música que conecta gerações

O grupo Pixote também marca presença no programa, trazendo a alegria e a energia do pagode. Dodô, vocalista do grupo, recorda os primeiros passos na música: “Cantava no coral da igreja, mas o pagode sempre foi minha paixão. Meu tio me levava para rodas de samba quando eu era pequeno, e já cantava junto.” O início da carreira profissional foi precoce, aos 14 anos, e rapidamente o grupo conquistou reconhecimento: “Em 1995 gravamos a primeira música, ‘Brilho de Cristal’. A partir daí, tudo aconteceu muito rápido, mas sempre com muito trabalho e dedicação.”

O impacto do Pixote vai além da música. O grupo se tornou referência para jovens que buscam inspiração na cultura popular, mostrando que talento e esforço podem gerar reconhecimento. Dodô reforça: “Nosso objetivo é levar alegria e mensagens positivas. A música tem esse poder de transformar ambientes e vidas.” A presença no Sabadou com Virginia permite que o público conheça não apenas o artista, mas o ser humano por trás do palco, com histórias de superação, amizade e perseverança.

Mayana Neiva: a arte como expressão de identidade

Mayana Neiva traz uma perspectiva diferente ao programa, unindo teatro, música e raízes culturais. A atriz e cantora compartilha como a infância influenciou sua trajetória: “Meu pai chegava em casa e eu pintava bigodes nele. Minha mãe era dentista, vestia branco e salto, e eu vestia junto. Era minha forma de brincar, de me relacionar com o mundo e de expressar criatividade.”

Durante a pandemia, Mayana encontrou no isolamento uma oportunidade de aprofundar sua arte: “Resolvi gravar um disco inspirado nas sonoridades do sertão nordestino e latino-americanas. Foi um mergulho nas minhas raízes, uma forma de resgatar tradições e mostrar ao público algo autêntico e sensível.” O álbum é resultado de pesquisa, experimentação e vivência, trazendo canções que refletem identidade, memória e emoção.

Mayana destaca que a arte também é uma forma de dialogar com as emoções humanas: “Cada canção é uma história, cada performance é um encontro com o público. Quero que as pessoas sintam e se conectem com a mensagem, entendendo que a cultura e a tradição podem ser fonte de força e inspiração.”

Margareth Serrão e Lucas Guedez: a condução do entretenimento

Ao lado de Virginia Fonseca, Margareth Serrão e Lucas Guedez garantem a leveza e o dinamismo do programa. Margareth, conhecida por sua sensibilidade em entrevistas, atua como ponte entre o público e os convidados, destacando histórias de superação e curiosidades que muitas vezes ficam fora dos holofotes. Lucas, por sua vez, acrescenta humor e interação, equilibrando emoção e descontração.

O entrosamento da equipe contribui para uma experiência mais próxima e humana para os espectadores: “Nosso objetivo é mostrar que por trás de cada história, de cada talento, existe um ser humano com desafios, sonhos e conquistas. Queremos que o público se emocione, mas também se divirta e se inspire”, explica Virginia Fonseca.

Histórias que emocionam e inspiram

Uma das marcas do programa é a capacidade de emocionar o público. Ao ouvir relatos de Diego e Daniele, de Dodô e do grupo Pixote, e de Mayana Neiva, é possível perceber que a superação e a dedicação têm formas múltiplas: seja no esporte, na música ou na arte. Cada trajetória traz aprendizados que vão além do palco, mostrando a importância da resiliência, do apoio familiar e da fé nos próprios sonhos.

Daniele reforça: “Cada desafio que enfrentamos nos ensinou a valorizar cada conquista. Não existe vitória sem esforço, e compartilhar isso é uma forma de inspirar outras pessoas.” Diego completa: “Queremos mostrar que mesmo vindo de situações difíceis, é possível construir algo grande, reinventar-se e seguir em frente com propósito.”

Diversão e entretenimento garantidos

Apesar da profundidade das histórias, o programa mantém seu tom descontraído e divertido. Quadros como Sabadou Tem Que Beijar e Se Beber Não Fale garantem momentos de leveza, risadas e interação com o público. A combinação de emoção e entretenimento torna o Sabadou com Virginia um programa completo, capaz de conquistar diferentes perfis de espectadores.

A música ao vivo do Pixote e a performance de Mayana Neiva criam um ambiente envolvente, no qual público e artistas compartilham energia e alegria. Diego e Daniele também participam de brincadeiras e atividades lúdicas, mostrando que a vida de campeões pode ser leve e divertida, mesmo diante dos desafios.

Obsessão | Final do terror psicológico explica por que o desejo de Bear destruiu tudo ao seu redor

Poucos filmes recentes conseguiram transformar uma história de amor frustrada em algo tão desconfortável quanto Obsessão. O longa escrito, dirigido e editado por Curry Barker começa quase como um romance alternativo sobre dois amigos emocionalmente confusos, mas aos poucos abandona qualquer sensação de segurança para mergulhar em manipulação e horror psicológico.

A trama acompanha Bear, personagem vivido por Michael Johnston, um funcionário introvertido de uma loja de música que alimenta sentimentos antigos por Nikki Freeman, interpretada por Inde Navarrette. Sem coragem para admitir o que sente, Bear acaba recorrendo a uma solução sobrenatural depois de encontrar um estranho objeto chamado One Wish Willow em uma loja mística.

O brinquedo promete realizar um único desejo quando quebrado. Movido pela frustração e pela esperança de finalmente ser correspondido, Bear deseja que Nikki o ame mais do que qualquer outra pessoa no mundo. O que parecia apenas uma decisão impulsiva rapidamente se transforma em uma tragédia emocional marcada por violência crescente e perda total de controle.

Como o filme transforma romance em terror psicológico?

O aspecto mais inquietante do longa-metragem é justamente a maneira gradual como a história abandona o clima de romance estranho para assumir um tom sufocante. Depois que o desejo é realizado, Nikki muda de comportamento quase instantaneamente.

Ela passa a demonstrar uma devoção intensa por Bear, como se toda a sua identidade tivesse sido substituída por uma necessidade constante de atenção, proximidade e aprovação. Em vez de criar cenas românticas tradicionais, o filme transforma esses momentos em situações desconfortáveis, carregadas de tensão silenciosa.

Nikki observa Bear dormir durante a madrugada, demonstra ciúmes desproporcionais e reage de forma agressiva diante de qualquer possibilidade de rejeição. Em vários momentos, a personagem parece alternar entre paixão extrema e colapso psicológico.

O longa constrói essa transformação de forma particularmente perturbadora porque nunca apresenta a obsessão como algo bonito ou desejável. Quanto mais Nikki tenta provar amor, mais assustadora ela se torna.

A situação piora drasticamente quando Bear começa a perceber que o desejo não criou sentimentos reais. O One Wish Willow não faz alguém amar de verdade. Ele apenas força uma dependência emocional absoluta.

O que a morte da gata representa?

Um dos momentos mais desconfortáveis do filme envolve Sandy, a gata de Bear. O animal morre acidentalmente após ingerir oxicodona, mas a situação ganha um significado muito mais pesado quando Nikki decide usar os restos mortais da gata para preparar comida para Bear.

A sequência funciona quase como uma quebra definitiva da realidade emocional do protagonista. Até aquele ponto, Bear ainda tentava acreditar que poderia controlar os efeitos da maldição ou transformar a situação em algo administrável. Depois dessa cena, o filme deixa claro que Nikki já não consegue diferenciar afeto de violência.

Existe também um simbolismo importante envolvendo Sandy. A gata representa a última conexão de Bear com uma vida emocional normal. Quando Nikki transforma a morte do animal em parte de sua demonstração distorcida de amor, o relacionamento entre os dois ultrapassa qualquer limite psicológico saudável.

A partir daí, Obsessão assume de vez uma atmosfera paranoica. O apartamento de Bear se transforma em um espaço claustrofóbico onde ele nunca sabe se Nikki está apaixonada, emocionalmente destruída ou prestes a atacar alguém.

Por que Nikki parece consciente da própria obsessão?

Diferente de muitos filmes sobrenaturais tradicionais, o filme não transforma Nikki apenas em uma figura monstruosa sem consciência. Em vários momentos, ela demonstra entender parcialmente o que está acontecendo consigo mesma.

Isso se torna mais evidente na sequência da festa organizada por Ian. Depois de alternar entre surtos agressivos, comportamentos humilhantes e ataques de ciúmes, Nikki recupera brevemente a lucidez e implora para que Bear a mate antes que a obsessão volte a dominar sua mente.

A cena muda completamente a interpretação da personagem. Em vez de funcionar apenas como antagonista, Nikki passa a ser vista também como vítima da própria maldição. Ela percebe que perdeu o controle sobre os próprios impulsos, mas não consegue impedir que a obsessão continue crescendo.

Bear, porém, reage da pior maneira possível. Mesmo testemunhando o sofrimento dela, ele continua emocionalmente preso à fantasia criada pelo desejo. O personagem se ofende com a ideia de Nikki preferir morrer a continuar vivendo daquela forma, revelando que ele próprio nunca compreendeu totalmente o peso de suas ações.

O que realmente significa o final do filme?

O terceiro ato transforma a história em uma sequência de tragédias inevitáveis. Conforme a influência do One Wish Willow aumenta, pessoas próximas de Bear acabam envolvidas diretamente na espiral de violência criada pela obsessão sobrenatural.

Sarah é assassinada brutalmente por Nikki depois de insinuar que sente atração por Bear. Pouco depois, Ian também acaba morto durante o confronto final na casa do protagonista.

Essas mortes deixam claro que a maldição não afeta apenas o casal principal. O desejo começa a consumir tudo ao redor deles, destruindo amizades, relações pessoais e qualquer possibilidade de retorno à normalidade.

Na reta final, Bear entende que não existe maneira simples de desfazer o que fez. A própria empresa ligada ao One Wish Willow revela anteriormente que o desejo só desaparece quando uma das pessoas envolvidas morre.

Desesperado, Bear tenta usar outro objeto para reverter a situação, mas já é tarde demais. Sem encontrar saída, ele decide ingerir a mesma oxicodona responsável pela morte de Sandy, aceitando a própria destruição como única maneira de interromper o ciclo.

O detalhe mais perturbador acontece segundos antes da overdose. Nikki utiliza o último One Wish Willow, e Bear imediatamente muda de comportamento, surgindo quase vazio emocionalmente enquanto se aproxima dela para um último beijo.

O filme nunca revela explicitamente qual foi o novo desejo feito por Nikki. Ainda assim, a cena sugere que ela tentou recuperar a versão verdadeira de Bear antes da corrupção causada pela obsessão sobrenatural.

O que o filme tenta dizer sobre amor e controle?

Por trás dos elementos sobrenaturais, o terror funciona como uma história sobre manipulação emocional e necessidade de controle afetivo. O verdadeiro horror do filme não está apenas na violência física, mas na maneira como Bear tenta transformar sentimentos em algo que possa possuir completamente.

O One Wish Willow apenas materializa um desejo que já existia dentro dele. Bear não queria conquistar Nikki naturalmente. Ele queria garantir que ela jamais pudesse deixá-lo ou rejeitá-lo.

A maldição amplifica exatamente esse impulso até transformá-lo em destruição absoluta. Nikki deixa de existir como indivíduo e passa a viver apenas em função da obsessão criada artificialmente.

No fim, o filme sugere que sentimentos forçados inevitavelmente se tornam algo monstruoso. Quanto mais Bear tenta controlar o amor, mais distante ele fica de qualquer conexão humana real.

Vingadores: Doomsday pode ter primeiro trailer lançado ainda em 2025, junto com Avatar: Fogo e Cinzas

Os fãs da Marvel podem se preparar: o primeiro trailer de Vingadores: Doomsday deve ser revelado ainda este ano. Segundo o site americano Collider, a prévia do aguardado longa será exibida junto às cópias de Avatar: Fogo e Cinzas, que chega aos cinemas em 18 de dezembro de 2025. Embora a Disney ainda não tenha confirmado oficialmente a informação, a estratégia faz sentido — afinal, o terceiro capítulo da franquia de James Cameron promete repetir o sucesso dos anteriores e garantir que o trailer dos novos Vingadores seja visto por milhões de espectadores ao redor do mundo.

Ambientado catorze meses após os eventos de Thunderbolts (2025), o novo filme reunirá algumas das maiores equipes do Universo Cinematográfico da Marvel — incluindo os Vingadores, os Wakandanos, o Quarteto Fantástico, os Novos Vingadores e os X-Men originais — em uma batalha épica contra Doutor Destino, personagem que será interpretado por Robert Downey Jr. Dirigido pelos Irmãos Russo (Vingadores: Ultimato, Capitão América: O Soldado Invernal) e escrito por Michael Waldron (Loki, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura) e Stephen McFeely (Capitão América: Guerra Civil), Doomsday promete ser um dos maiores eventos cinematográficos da Fase Seis do MCU. Produzido pela Marvel Studios em parceria com a AGBO e distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures, o longa será o quinto filme dos Vingadores, sucedendo Vingadores: Ultimato (2019), e o trigésimo nono título do universo compartilhado da Marvel.

O elenco é um verdadeiro encontro de gerações, reunindo Chris Hemsworth (Thor: Amor e Trovão, Resgate), Anthony Mackie (Falcão e o Soldado Invernal, Altered Carbon), Sebastian Stan (Pam & Tommy, Capitão América: O Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, Black Mirror), Paul Rudd (Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, Friends), Florence Pugh (Viúva Negra, Não Se Preocupe, Querida), Simu Liu (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Barbie), Tenoch Huerta Mejía (Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, Narcos: México), Winston Duke (Nós, Pantera Negra), David Harbour (Stranger Things, Viúva Negra), Vanessa Kirby (Missão: Impossível – Acerto de Contas, Pieces of a Woman), Pedro Pascal (The Last of Us, The Mandalorian), Channing Tatum (Magic Mike, Anjos da Lei), Joseph Quinn (Stranger Things, Gladiador II), Kelsey Grammer (Frasier, X-Men: O Confronto Final), Patrick Stewart (Logan, Star Trek: A Nova Geração), Ian McKellen (O Senhor dos Anéis, X-Men), Alan Cumming (X2: X-Men United, The Good Wife), Rebecca Romijn (X-Men, Star Trek: Strange New Worlds), James Marsden (Westworld, Sonic: O Filme), Ebon Moss-Bachrach (The Bear, Andor), Wyatt Russell (Falcão e o Soldado Invernal, Monarch: Legacy of Monsters), Lewis Pullman (Top Gun: Maverick, Bad Times at the El Royale), Hannah John-Kamen (Homem-Formiga e a Vespa, Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City) e Danny Ramirez (Top Gun: Maverick, Falcão e o Soldado Invernal).

Quando o filme chega nos cinemas?

Originalmente previsto para maio de 2025, o longa sofreu sucessivos adiamentos devido à greve dos roteiristas de 2023 e à complexidade da produção. Agora, o lançamento de Doomsday está marcado para 18 de dezembro de 2026, ocupando a cobiçada janela natalina — o que indica que a Marvel quer transformar o retorno dos heróis em um verdadeiro evento global.

Resumo semanal de Alma Gêmea 07/10/2024 a 11/10/2024

Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 110 – Segunda, 7 de outubro

Serena enfrenta Rafael e exige que ele desista da disputa pela casa e abandone Cristina, mas ele se recusa firmemente. Serena adverte que, se ele se apegar demais às coisas materiais, pode acabar perdendo tudo. Por sua vez, Adelaide expressa a Cristina sua profunda decepção, e Cristina responde com frieza, revelando que nunca teve afeição pela avó, o que deixa Adelaide devastada.

Olívia assegura a Vitório que não teve intenção de beijar Raul, mas Vitório, enfurecido, expulsa Raul da casa. Raul, então, jura se vingar. Jorge, ao procurar desculpas com Mirna, se depara com Alaor, o que complica ainda mais a situação. Kátia se abre para Crispim e admite que nunca foi a jovem delicada que ele imaginava. Mirna, ressentida, diz a Jorge que nunca o perdoará, e ele, em um ato de desespero, pede a aliança de volta, intensificando a raiva de Mirna.

Bernardo presenteia Ofélia com galinhas, mas Ofélia deixa claro que não está interessada nele. Bernardo, no entanto, está determinado a não desistir. Crispim, por sua vez, tenta roubar um beijo de Kátia, e Elias expressa sua decepção com Crispim, que acreditava que ele se casaria com Kátia. Crispim, desdenhoso, afirma que Kátia não é digna de se casar com ele. Vera suplica o perdão de Alexandra, enquanto Cristina exige que Ivan expulse Serena de sua vida. Rafael faz um pedido surpresa de casamento a Serena, que aceita com alegria.

Serena pede a Rafael que cuide do roseiral, que está em péssimas condições. Alexandra perdoa Vera e as duas se abraçam emocionadas. Crispim, ao ver Alaor conversando com Mirna, fica furioso e ameaça jogá-lo no chiqueiro. Mirna, determinada, impede Crispim de interferir em sua vida. Adelaide sugere a Rafael que ele deixe a casa para Cristina e vá ser feliz com Serena, mas Rafael se recusa a abandonar sua casa. Um advogado chamado Santos aconselha Rafael a considerar um acordo com Cristina, alertando-o sobre a possibilidade de Cristina acusá-lo de ser amante de Serena.

Olívia revela a Abílio que pretende pegar dinheiro emprestado com Rafael para quitar suas dívidas antes da audiência, e Jorge, ouvindo a conversa, fica preocupado. Ofélia anuncia a Dalila e Roberval que irá morar com eles em seu novo apartamento. Kátia exige um compromisso sério de Jorge e deixa claro que pretende se casar com ele. Zulmira, por sua vez, recusa obedecer às ordens de Débora. Rafael solicita a fatura da compra de veneno que Raul fez para eliminar formigas do roseiral. Serena e Terê vão nadar no rio, e Ivan, com o rosto coberto por uma máscara, tenta assustar Serena.

Capítulo 111 – Terça, 8 de outubro

Terê, alarmada, busca ajuda de José Aristides, e Ivan acaba fugindo. Bernardo e José Aristides resgatam Serena, desacordada, da água. Luna, em um ato de desespero, guia o espírito de Serena de volta ao corpo. Débora, enfurecida com a tentativa de Cristina de afastar Serena do roseiral, teme que a suspeita pelo desaparecimento recaia sobre ela. Ela ordena que Ivan elimine Rafael do caminho de Cristina, para que sua filha possa herdar a fortuna dele. Raul informa a Rafael que vai solicitar mais veneno para as formigas, mas não envia o pedido.

Guto tenta mostrar a Alexandra onde as joias estão escondidas, mas ela não consegue reconhecer o local. Roberval e Dalila, contrariados, não permitem que Ofélia se junte a eles. Jorge conta a Raul que Olívia pretende quitar suas dívidas antes da audiência, e Rafael concorda em emprestar o dinheiro a ela. Sabina revela a Hélio que seu ex-noivo deseja se casar com ela. Felipe implora para que Mirella volte para ele. Santos pergunta a Cristina o valor que ela deseja para assinar o divórcio, e Cristina exige uma fortuna. Julian inicia uma sessão de regressão com Serena, pedindo-lhe para se concentrar em Cristina.

Serena recorda o momento em que Luna recebeu as joias e percebe que Cristina sempre as desejou. Mirella deixa claro para Felipe que não está interessada em retomar o relacionamento. Sabina explica a Hélio que gosta dele, mas só aceitará um possível pedido de casamento de seu ex-noivo se ele esclarecer suas intenções. Hélio se vê perdido, sem saber se poderá sustentar uma família. Jorge afirma a Kátia que não tem interesse nela, deixando-a devastada. Cristina sugere a Rafael que, se ele vender o roseiral, poderá obter o dinheiro que ela exige. Rafael se recusa.

Cristina pede que Rafael passe mais uma noite com ela, afirmando que isso pode fazer com que ela esqueça sua vingança. Rafael lembra que nunca passou a noite com Cristina e, enfurecido, manda que ela se afaste. Ofélia fica agitada ao encontrar um mendigo. Rafael decide pagar as dívidas de Olívia e Felipe pergunta a Nina se ela gostaria de namorá-lo. Alexandra decide sair em busca das joias, perturbada pelos constantes tormentos de Guto. Raul sugere a Rafael que ele venda o roseiral para arrecadar o dinheiro necessário para satisfazer as exigências de Cristina. Rafael questiona Raul sobre seu interesse na venda do roseiral.

Capítulo 112 – Quarta, 9 de outubro

Ofélia se mostra extremamente nervosa ao ver um mendigo na porta da igreja, parecendo reconhecer o homem de algum lugar. Rafael, ainda decidido, manifesta sua intenção de pagar as dívidas de Olívia. Raul sugere novamente a Rafael que venda o roseiral para conseguir o dinheiro necessário para satisfazer as exigências de Cristina, e Rafael decide contratar um profissional para auditar seus livros-caixa e entender a baixa lucratividade de seus negócios. Ermelino aconselha Raul a desobedecer a ordem de Rafael e a não pagar as dívidas de Olívia até depois da audiência. Nina aceita o convite de Felipe para namorá-lo, enquanto Alexandra continua à procura das joias, atormentada por Guto.

Zulmira observa Ivan e Cristina conversando e questiona se eles não têm vergonha. Yolanda comenta com Osvaldo que um mendigo fez perguntas sobre Ofélia. Nina conta a Mirella que ela e Felipe estão namorando. Zulmira acusa Cristina de se aproveitar de Ivan e manda que ela o deixe em paz. Serena revela a Rafael que Cristina sempre desejou as joias de Luna, o que leva Rafael a agredir Cristina e exigir que ela e sua mãe deixem sua casa imediatamente.

Capítulo 113 – Quinta, 10 de outubro

Felipe, em desespero, tenta apagar um incêndio enquanto Ivan entra no atelier e resgata Cristina das chamas. Rafael, atingido por um lustre que cai, desmaia. Serena, pressentindo que algo está acontecendo com Rafael, corre para sua casa. A polícia apaga o incêndio, e Serena, desesperada, encontra Rafael ferido e implora para que ele não a deixe. Ivan descobre, entre os destroços do atelier, um galão de gasolina usado por Cristina para provocar o incêndio. Cristina, com raiva, expulsa Serena da casa de Rafael e a humilha.

Serena pede a Roberval que a leve ao roseiral. Eduardo descobre que o fogo afetou as córneas de Rafael, e ele pode não recuperar a visão. Débora aproveita o momento e demite Eurico e Zulmira enquanto Rafael está no hospital. Ivan, após esconder o galão de gasolina, revela a Cristina que viu Serena e José Aristides no hospital. Cristina planeja assumir os negócios de Rafael enquanto ele estiver incapacitado e fará tudo para prejudicá-lo. Serena solicita a ajuda de José Aristides para salvar Rafael.

Felipe convence Eduardo a permitir que José Aristides trate de Rafael. José Aristides utiliza argila para tratar os ferimentos de Rafael e aliviar sua febre. Cristina tenta entrar no quarto de Rafael, mas Felipe e Eduardo a impedem. José Aristides conclui o tratamento e se retira. Serena implora para Eduardo deixá-la permanecer ao lado de Rafael. Cristina, ao entrar no quarto, não reconhece Serena disfarçada de enfermeira. O mendigo pergunta a Generosa sobre o paradeiro de Ofélia, mas se recusa a revelar seus motivos. Ivan pede a Débora que reconsidere a demissão de Eurico e Zulmira. O delegado questiona Cristina sobre o incêndio, que parece ter sido intencional, e pede explicações sobre seu envolvimento. Rafael, finalmente, abre os olhos.

Capítulo 114 – Sexta, 11 de outubro

Serena tenta conversar com Rafael, mas, vendo que ele não responde, fica alarmada. Cristina, ao ser questionada pelo delegado, afirma que o incêndio foi um acidente e declara seu amor por Rafael. Olívia chega atrasada à audiência de conciliação, vestindo uma roupa chamativa, o que irrita o juiz. Generosa, sem revelar suas intenções, se recusa a dizer ao mendigo onde Ofélia mora. José Aristides, em sua busca por folhas de babosa para tratar Rafael, se veste como enfermeiro e se infiltra no hospital.

Cristina, ao tentar entrar no quarto de Rafael, é interceptada e acusada de incitar o incêndio. Rafael, ao recuperar os sentidos, se lembra do incêndio e de Cristina. Olívia, sem dinheiro e desesperada, tenta encontrar um meio de pagar suas dívidas. Rafael, consciente de sua situação, pede a Serena que vá embora para não sofrer mais. Serena, devastada, se despede de Rafael e decide deixar o hospital.

Roberval enfrenta Débora e exige a reintegração de Eurico e Zulmira. Rafael, embora fraco, é informado por José Aristides sobre a verdadeira causa do incêndio e a intenção de Cristina de prejudicá-lo. Serena, com o coração partido, decide buscar justiça para Rafael e planeja reunir provas contra Cristina. A audiência de Olívia é marcada para o próximo mês, e o juiz, após ouvir as partes envolvidas, marca a data final para a decisão sobre a dívida.

Jumanji 3 já está em jogo! Primeira foto do elenco esquenta a sequência mais maluca do cinema recente

Foto: Reprodução/ Internet

Tem franquia que a gente acompanha como quem acompanha amigo em rede social: some um tempinho, mas basta uma foto nova pra todo mundo voltar a comentar, teorizar, mandar print no grupo.
É exatamente isso que está acontecendo com Jumanji 3.

A produção do novo filme já começou oficialmente e, como prova de vida, a Sony divulgou a primeira imagem do elenco principal reunido. Na foto, lá estão eles: Dwayne Johnson, Kevin Hart, Karen Gillan e Jack Black, de volta aos seus avatares de sempre, prontos para encarar novamente o jogo mais perigoso (e divertido) do cinema.

A imagem é simples, mas cheia de recado: figurino repaginado, clima de aventura estampado no rosto dos quatro e aquele cenário de selva que a gente já reconhece de longe. É como se o filme dissesse: “relaxa, o caos está de volta”.

A sensação de reencontro que vai além da nostalgia

Olhar para essa primeira foto de Jumanji 3 não é só lembrar dos filmes anteriores; é lembrar de como a franquia conseguiu se reinventar sem perder o encanto.

Quem viu Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017) no cinema lembra bem da surpresa: parecia só mais um reboot, e acabou virando um dos filmes de aventura mais carismáticos da década. Depois veio Jumanji: Próxima Fase (2019), que misturou ainda mais as peças, trocando as personalidades dos avatares entre os personagens e deixando tudo deliciosamente confuso.

Agora, com a foto do elenco reunido de novo, dá uma sensação de reencontro mesmo. Tipo esbarrar com colegas de escola depois de anos e perceber que a energia continua a mesma. Dwayne Johnson com aquela postura de herói exagerado, Kevin Hart com cara de quem vai reclamar da missão inteira, Karen Gillan pronta pra liderar e Jack Black com aquele olhar de “eu vou aprontar”.

Mais do que promover filme, a foto acende uma memória afetiva recente. Jumanji virou, em pouco tempo, aquele tipo de franquia que as famílias assistem juntas, que os amigos maratonam e que sempre rende meme novo.

Jake Kasdan no comando de novo: quando o diretor vira “dono do jogo”

Se tem alguém que já pode pedir chave do jogo emprestada, é Jake Kasdan. O diretor volta para comandar Jumanji 3, depois de ter dirigido os dois longas que relançaram a franquia nos cinemas: Bem-Vindo à Selva e Próxima Fase.

Kasdan entendeu uma coisa que fez toda a diferença: Jumanji não é só sobre monstros, selva e dados amaldiçoados. É sobre gente problemática tentando sobreviver a uma situação absurda. E ele sempre filma esse absurdo com um pé no humor e outro na emoção.

Ao lado dele, retornam nomes já familiares nos bastidores: Matt Tolmach, Dany Garcia, Hiram Garcia, o próprio The Rock, entre outros produtores que ajudaram a transformar Jumanji numa máquina de bilheteria sem perder a graça.

É aquela sensação boa de ver que ninguém está “testando fórmula” do zero. É o mesmo time criativo, com mais experiência, mais confiança e, provavelmente, mais liberdade pra ousar.

O mistério da trama: o que o jogo vai aprontar agora?

Até agora, o estúdio joga no modo silencioso: a sinopse oficial ainda não foi divulgada. Nenhuma linha. Nada. Zero.

Isso pode ser frustrante pra quem quer spoiler, mas faz todo o sentido pra uma franquia que usa o fator surpresa como combustível. Se nos filmes anteriores a graça estava em descobrir as novas regras do jogo durante a sessão, a expectativa é que Jumanji 3 siga o mesmo caminho.

O final de Jumanji: Próxima Fase deixou uma pista importante: o jogo parecia estar “vazando” para o mundo real — algo muito próximo do que vimos lá atrás, em 1995, com o filme original estrelado por Robin Williams. Se essa ideia for levada adiante, a franquia pode entrar numa fase ainda mais caótica: não é mais só entrar no jogo; é lidar com o jogo invadindo a nossa realidade.

Um jogo que sempre revela quem a gente é

Uma das razões de Jumanji ter atravessado gerações é bem simples: por trás de toda correria, piada e CGI, a franquia sempre fala sobre identidade.

Lá em 1995, com o primeiro Jumanji, Alan Parrish enfrentava traumas da infância, abandono, medo de crescer. Em Bem-Vindo à Selva e Próxima Fase, o foco se deslocou para um grupo de adolescentes e adultos em crise, inseguros com o próprio corpo, com a vida, com o futuro. Dentro do jogo, cada um deles vira uma versão exagerada de si mesmo. Ou o oposto.

O garoto tímido vira montanha de músculos.
A popular bonita vira professor desajeitado.
A insegura descobre uma lutadora dentro de si.
O cara popular precisa aprender a ser mais do que só aparência.

Lançamento marcado e ansiedade em contagem regressiva

Antes mesmo de qualquer trailer, cartaz ou sinopse, a sequência já tem algo muito claro: é um dos títulos grandes do calendário de estreia de 2026. A previsão é que o filme chegue aos cinemas em 10 de dezembro de 2026, ou seja, bem naquela época do ano em que o público procura algo divertido, leve, grandioso e com cara de evento.

Minions & Monstros estreia com US$ 62,6 milhões e mantém franquia Meu Malvado Favorito entre as maiores do cinema de animação

Os Minions continuam mostrando que estão longe de perder espaço nas telonas. Segundo o Deadline, Minions & Monstros arrecadou US$ 62,6 milhões em seu fim de semana de estreia, resultado que mantém a franquia Meu Malvado Favorito entre as propriedades mais lucrativas da animação mundial.

Produzido pela Illumination e distribuído pela Universal Pictures, o longa é o terceiro filme protagonizado exclusivamente pelos personagens amarelos e o sétimo capítulo da franquia iniciada em 2010. Ao longo dos últimos anos, a série se consolidou como um dos maiores sucessos comerciais do estúdio, acumulando bilhões de dólares em bilheteria e presença constante entre as animações de maior público.

Desta vez, a narrativa leva os Minions para 1927, período de transição entre o cinema mudo e a chegada dos filmes sonoros. Em vez de acompanhar Gru, a história apresenta uma nova tribo dos personagens vivendo em Hollywood, onde James, um Minion apaixonado por desenho e produção cinematográfica, tenta realizar o sonho de filmar sua própria aventura de monstros.

Ao lado de Henry e Ed, ele reúne criaturas inusitadas para o projeto. O que começa como uma homenagem aos clássicos do terror rapidamente foge do controle quando forças sobrenaturais entram em cena e transformam as gravações em uma ameaça real. O roteiro mistura humor característico da série com referências aos primeiros anos da indústria cinematográfica e aos antigos filmes de monstros.

A direção é assinada por Pierre Coffin, voz oficial dos Minions desde o primeiro filme, com roteiro de Brian Lynch, que já trabalhou em produções anteriores da franquia. A produção reúne novamente Chris Meledandri, fundador da Illumination, e Bill Ryan.

O elenco de vozes inclui Trey Parker, Allison Janney, Christoph Waltz, Jesse Eisenberg, Jeff Bridges, Zoey Deutch, Bobby Moynihan e Phil LaMarr, ampliando a lista de atores que já passaram pelo universo criado pelo estúdio.

Outro detalhe marca uma mudança importante nos bastidores. A trilha sonora foi composta por John Powell, conhecido por trabalhos em O Lorax e Migração. Este é o primeiro longa da franquia Meu Malvado Favorito sem a participação do compositor brasileiro Heitor Pereira, responsável pela identidade musical da série desde seus primeiros capítulos.

Com orçamento estimado em US$ 85 milhões, o desempenho inicial coloca o filme em uma posição favorável para recuperar rapidamente os custos de produção.

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