Dexter ganha donut (sangrento e delicioso) em collab inédita com a Good Cop

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Se existe algo que Dexter Morgan ama mais do que controlar impulsos sombrios, talvez seja… donuts. E se forem glaceados, com recheio de frutas vermelhas que lembram sangue? Melhor ainda. Brincadeiras à parte, a nova collab entre o Paramount+ e a confeitaria Good Cop é o tipo de parceria que os fãs da série Dexter: Ressurreição não sabiam que precisavam — mas vão devorar com gosto.

Para marcar o retorno do icônico anti-herói às telas, a partir de sexta-feira, 11 de julho, com dois episódios lançados em sequência no Paramount+, a Good Cop lança uma edição limitada de donuts inspirada no universo da série, disponível em todas as unidades e quiosques da marca até o dia 31 de julho.

O protagonista da vez? Um donut batizado de Dexter — uma bomba de sabor glaceada e recheada com uma geleia de frutas vermelhas intensa e provocadora, que homenageia o visual clássico e sangrento da série. Ao preço de R$ 17,90, a guloseima é perfeita para acompanhar uma maratona de episódios ou simplesmente alimentar o lado sombrio do seu paladar.

Mas a parceria vai além do cardápio. A partir do dia 11, a unidade Good Cop do Itaim Bibi, em São Paulo, ganha uma ambientação especial inspirada no mundo de Dexter. O espaço terá decoração temática, elementos visuais do laboratório forense e referências ao universo do serial killer justiceiro — tudo pensado para criar experiências imersivas, gerar cliques estilosos e, claro, encantar fãs obcecados por detalhes.

E não para por aí: o famoso personagem Pandinha, símbolo da Good Cop, também entrou no jogo. Para o mês da collab, ele assume um alter ego sombrio, enigmático e silencioso, com visual reimaginado para combinar com o clima tenso da série. Até ele está tentando esconder alguma coisa…

🍿 A volta do serial killer mais amado do streaming

Dexter: Ressurreição marca a tão esperada continuação do fenômeno que conquistou fãs no mundo todo. E, se depender do clima da nova temporada, Dexter está mais vivo do que nunca — e talvez mais perigoso também. A série estreia com exclusividade no Paramount+, e o melhor acompanhamento para essa maratona é, sem dúvida, um donut com cara de crime perfeito.

“Outras versões de nós”: romance interativo espanhol chega ao Brasil e convida o leitor a reescrever o próprio destino

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E se o amor não fosse uma única história, mas várias versões possíveis do mesmo sentimento? E se o coração partido ganhasse novas chances, não por mágica, mas por escolha? Esses são os fios condutores de “Outras versões de nós”, romance interativo da autora espanhola Esperanza Luque, que acaba de ser lançado no Brasil pelo selo Mood, do Grupo Ciranda Cultural.

Muito além de um livro comum, a obra apresenta uma proposta ousada: colocar o leitor no centro das decisões afetivas da protagonista, como num espelho emocional onde cada escolha revela algo íntimo de quem está lendo.

Charlotte e as mil possibilidades do amor

A história gira em torno de Charlotte, uma artista jovem e sensível que se vê diante de uma nova chance após uma reviravolta misteriosa: ela conhece uma vidente enigmática que oferece a possibilidade de voltar no tempo e alterar decisões que marcaram sua vida amorosa. Mas o que poderia soar como um roteiro mágico se transforma em algo mais profundo: um mergulho em versões alternativas de si mesma.

A partir dessa virada, o leitor se torna responsável por definir qual caminho Charlotte deve seguir. A obra permite que se transite entre seis narrativas diferentes, interligadas por sentimentos universais como saudade, esperança, insegurança e desejo.

Do drama à comédia, do passado ao presente — tudo em um só livro

Esperanza Luque usa o romance como palco para brincar com os gêneros narrativos e períodos históricos. Cada trajetória de Charlotte pode levar o leitor a uma época distinta — da Era Vitoriana à Segunda Guerra Mundial, de um colégio moderno a uma noite de Natal melancólica. Em cada linha do tempo, o cenário muda, os personagens mudam, mas o dilema central permanece: quem ser, e com quem dividir esse caminho?

É como se a autora dissesse: “o amor pode ter muitas formas, e nenhuma delas é errada”. Em tempos em que tudo exige certezas e finais perfeitos, “Outras versões de nós” rompe com a rigidez das fórmulas românticas e aposta na multiplicidade dos afetos.

Romance ou espelho emocional?

A principal força do livro está justamente na forma como ele espelha o leitor. Em vez de apenas acompanhar a história de Charlotte, somos convidados a fazer escolhas que refletem nossas próprias dúvidas e desejos. E, no fim, a pergunta fica no ar: que história cada um escreveria se pudesse voltar atrás?

Mais do que uma leitura interativa, o livro funciona como uma ferramenta de introspecção leve e profunda ao mesmo tempo. Ao humanizar o tropeço, a dúvida e o arrependimento, Luque constrói um espaço de conforto para quem já se sentiu fora de rumo. Charlotte não é uma heroína idealizada — ela é frágil, contraditória e, por isso mesmo, real.

Literatura interativa em tempos de escolhas rápidas

Num mundo em que tudo parece acelerado, Esperanza propõe o oposto: parar, escolher, refletir. O formato “escolha sua própria aventura”, popularizado em livros infantojuvenis, aqui ganha uma nova roupagem — madura, emocional e afetuosa. É um lembrete de que a vida é feita de bifurcações e que até o amor mais improvável pode ser uma versão legítima da felicidade.

Uma leitura para quem carrega perguntas não respondidas

“Outras versões de nós” é indicado para quem se emociona com histórias de amor, mas também para quem vive no terreno das dúvidas. Para quem já pensou “e se eu tivesse feito diferente?”, para quem sente saudade do que não foi ou deseja reencontrar a si mesmo num outro tempo.

Esperanza Luque entrega uma experiência literária fora do comum — com narrativa fluida, estrutura inovadora e um convite silencioso para olharmos com mais carinho para a nossa própria trajetória.

Porque talvez, no fim das contas, não exista só uma versão da felicidade. E sim, muitas formas de ser verdadeiro consigo mesmo.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel recebe José Loreto e Carol Castro neste domingo (13)

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Imagine ligar a TV num domingo à noite e dar de cara com um ator que já foi segurança da Gisele Bündchen, se transformou em Jesus no teatro e agora quer virar Chorão no cinema. Ao lado dele, uma atriz que cresceu nos bastidores do teatro e já brilhou em novelas, séries e streamings. Agora coloque isso dentro de um game show maluco de três pistas. Pronto, você nem começou a assistir o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel e já está hipnotizado.

Neste domingo, 13 de julho, o programa não entrega apenas entretenimento — entrega um roteiro de comédia, emoção e surpresa com gostinho de TV brasileira raiz, com toques de modernidade que só o SBT sabe equilibrar.

🧩 Quando um ex-segurança vira Jesus e uma atriz de novela revive o início

No Jogo das 3 Pistas, a coisa vai além do jogo. José Loreto, entre uma dica e outra, compartilha o impacto espiritual de interpretar Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Pernambuco em 2025, fala sobre viver com diabetes e revela como foi sair das ruas de Los Angeles — onde já cuidou da segurança de celebridades — até virar galã de novelas como Avenida Brasil e Pantanal.

Ao lado dele, Carol Castro reativa memórias da infância no teatro com o pai, reflete sobre a fama precoce em Mulheres Apaixonadas e mostra como é crescer sob os holofotes, mantendo a elegância e o talento em alta por mais de três décadas. É mais que jogo: é uma sessão de memórias com plateia.

⏱️ 60 segundos de caos e um prêmio que muda tudo

O Nada Além de 1 Minuto volta com fôlego novo e um cenário onde a tensão tem cronômetro. Um minuto parece pouco? Para o competidor Kayo, é o tempo exato entre sair com nada ou sair com R$ 300 mil no bolso. A nova temporada chega mais frenética, mais difícil e com a mesma promessa: você vai segurar a respiração por 60 segundos sem perceber.

E o sucesso é tanto que agora tem versão de tabuleiro — sim, você pode errar em casa também e ainda ser julgado pela família.

🎪 Show de Calouros ou reality de talentos surreais?

E quando você acha que já viu tudo, o Show de Calouros entrega o que ninguém espera: freiras fazendo beatbox, dupla de acroyoga, drag queens empoderando o palco e até senhorinhas com coreografia ensaiada.

Avaliação? Fica por conta do painel de personalidades que une irreverência e faro de talento: Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Gaby Cabrini, Victor Sarro, Felipeh Campos e o eterno Xaropinho.

É o tipo de segmento que mistura show de talentos, programa de auditório e viral do TikTok — tudo ao mesmo tempo agora.

💰 Show do Milhão: quem ousa sonhar, responde com calma

Patricia Abravanel comanda o Show do Milhão EMS com aquele sorriso calmo de quem sabe que uma simples pergunta pode deixar alguém milionário. A tensão aumenta a cada rodada, o auditório segura a respiração e o público em casa tenta responder como se valesse também. Será que neste domingo alguém chega até o final?

🧊 Pegadinha com bug no tempo: o humor no modo congelado

E pra fechar com chave de ouro (e boas gargalhadas), a Câmera Escondida da semana vai brincar com o inesperado. Na pegadinha “Pedir Informação e Congelar”, o ator Adriano Arbool para o tempo — literalmente. Ele pede uma informação e, no meio da conversa, simplesmente… trava. Fica parado como estátua no meio da CCXP 2024, deixando os fãs nerds tentando entender se aquilo é cosplay, performance ou um bug da realidade.

Resultado? Reações hilárias, confusão e a certeza de que o humor simples ainda é o mais eficaz.

📺 Muito além da nostalgia: um domingo onde tudo pode acontecer

O Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel deste domingo não é apenas uma sequência de quadros. É um show à moda antiga com fôlego de streaming, onde o improviso encontra o roteiro, o clássico abraça o viral e a plateia se torna cúmplice de um espetáculo que só a televisão brasileira sabe entregar.

Então, fica o convite: domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT. Porque se tem freira no beatbox, Jesus no game show e prêmio de R$ 300 mil em 60 segundos… você sabe que não é só um programa — é um evento.

Marina Dutra lança Sonho e Pesadelo, uma fantasia lírica sobre amor proibido e destino divino

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Imagine um universo onde o amor é uma ameaça à ordem cósmica, e a simples troca de olhares pode estremecer as fundações do mundo. Assim nasce Sonho e Pesadelo, o novo romance da escritora Marina Dutra, que chega às prateleiras como uma das obras mais sensíveis e ousadas da nova geração da fantasia brasileira.

Misturando elementos de mitologia própria, linguagem poética e uma narrativa marcada por dualidades, o livro apresenta dois deuses destinados a nunca se encontrar — e que, ao desafiar essa regra, colocam em xeque tudo aquilo que conhecem sobre si mesmos, sobre o mundo e sobre o amor.

Um amor dividido entre luz e sombra

Na história, acompanhamos Sonho, divindade nascida da luz do luar, criada sob os cuidados de Esperança e Vontade, e responsável por inspirar os devaneios mais puros dos mortais. Do outro lado da realidade, separado por uma barreira sagrada, está Pesadelo, moldado pelas emoções de Angústia e Medo, solitário guardião das sombras que habitam o inconsciente coletivo.

Ambos vivem isolados em reinos opostos, proibidos de se encontrar pelos Criadores, figuras míticas que estabeleceram uma única lei imutável: luz e trevas não devem jamais se unir. Mas quando uma pequena brecha se abre nessa muralha milenar, o improvável acontece: Sonho e Pesadelo se veem. E nada mais será como antes.

Fábula romântica com DNA pop

Embora a estrutura remeta a clássicos trágicos como Romeu e Julieta, o romance de Marina evita o tom fatalista. Inspirada em obras como Castelo Animado, do Studio Ghibli, e influenciada pela estética das grandes animações japonesas, a autora combina drama existencial com lirismo visual e emoção contida.

A narrativa alterna entre os dois protagonistas, revelando camadas emocionais profundas e construindo aos poucos uma mitologia original, repleta de simbolismos celestes, paisagens oníricas e figuras arquetípicas. É uma história que fala sobre amor, mas também sobre medo, identidade, escolhas e revolta contra um destino pré-escrito.

Mais do que fantasia: um comentário sobre liberdade

Além da beleza da escrita e do romance central, Sonho e Pesadelo provoca reflexões sobre temas contemporâneos. Em suas entrelinhas, o livro discute o poder da emoção reprimida, o impacto de sistemas que separam e o preço de viver uma vida que não é sua.

“O que mais me atrai em histórias fantásticas é a possibilidade de abordar questões reais sob uma ótica metafórica. Neste livro, falo sobre liberdade, sobre o direito de sentir e sobre quebrar estruturas que nos foram impostas antes mesmo de nascermos”, explica Marina.

Fernando Scherer, o Xuxa, fala sobre paternidade, legado e recomeços em entrevista comovente no Sensacional de hoje (14)

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(Foto: Divulgação/RedeTV!)

Na noite desta segunda-feira, 14, o Sensacional, da RedeTV!, abre espaço para uma das conversas mais comoventes do ano. O ex-nadador Fernando Scherer, conhecido nacionalmente como Xuxa, senta diante de Daniela Albuquerque não para repetir feitos olímpicos ou medalhas históricas, mas para escancarar o que não coube nos pódios: a culpa da ausência, o esforço para reaprender a ser pai e o luto silencioso de quem deixou o esporte para não perder a si mesmo.

“Ganhei uma medalha e perdi o colo”

Em 1996, enquanto o Brasil celebrava o bronze olímpico conquistado por Scherer nos Jogos de Atlanta, ele vivia um conflito íntimo: a recém-nascida Isabella, sua primeira filha, crescia longe de seus braços. O nadador, então treinando em Porto Alegre, escolheu a disciplina do cronômetro, mas carregou a ausência como fardo.

“Eu abri mão do colo, da rotina, da primeira infância dela para perseguir um sonho. E conquistei. Mas a que custo?”, revela Xuxa, em tom de arrependimento contido, mas não derrotado.

Pai em construção

Anos depois, com o nascimento de Brenda, Scherer tomou o caminho oposto: fez questão de estar presente em tudo — nas refeições, nas conversas, nos silêncios. Mas, como ele mesmo admite, acabou indo longe demais na permissividade.

“Cometi um novo erro tentando consertar o antigo. Fui pai demais, amigo demais, e isso também cobra um preço. Precisei entender que educar não é agradar — é formar.”

Essa reflexão veio com o tempo, com a terapia e com as dores que ele deixou de ignorar. Hoje, diz estar num ponto de equilíbrio. “Me sinto, enfim, preparado para ser o pai que eu não consegui ser lá atrás. E talvez isso seja a maior medalha da minha vida.”

A piscina ficou para trás — e tudo bem

Aos 32 anos, quando ainda era competitivo, Fernando Scherer optou por parar. Seu corpo dava sinais claros de esgotamento: lesões acumuladas, dores crônicas e, o mais grave, um comprometimento na coluna que poderia afetar sua mobilidade definitiva.

“Eu não saí da natação por fracasso. Saí porque meu corpo implorou. E eu ouvi. Encerrar foi um ato de respeito a mim mesmo.”

Hoje, ao falar da natação, Scherer não se emociona pelo passado glorioso. Se emociona por ter sobrevivido a ele. “A natação foi o grande amor da minha vida, mas também minha prisão. Fui feliz, fui forte, fui reconhecido — mas também fui sozinho, machucado, exausto. Eu já fechei esse livro. E sigo em paz.”

Reinvenção fora d’água

Longe das raias há quase duas décadas, Fernando se reconstruiu. Empresário, palestrante e presença constante em rodas de conversa sobre paternidade e saúde emocional, ele encontrou uma nova vocação: inspirar por quem é, não apenas pelo que conquistou.

Prime Video anuncia seis novos nomes no elenco de Bloodaxe, nova série dos criadores de Vikings

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo brutal e fascinante dos vikings está prestes a ganhar um novo capítulo. O Prime Video anunciou seis novos nomes no elenco principal de Bloodaxe, nova série dos renomados Michael Hirst e Horatio Hirst — responsáveis por sucessos como Vikings e The Tudors. A produção, que estreia em 2025, promete mergulhar de cabeça nas disputas sangrentas pelo poder no Norte da Europa, e já chama atenção pelos talentos envolvidos.

Entre os recém-confirmados estão atores com carreiras sólidas no cinema europeu, na televisão escandinava e em produções internacionais aclamadas. São eles: Karlis Arnolds Avots (Natural Light, January, The Sign Painter), Rod Hallett (The Last Kingdom, The Terror), Alina Tomnikov (Cold Courage, Deadwind), Sisse Marie (Twisted Metal, Bodom), Rune Temte (Captain Marvel, The Innocents) e Jesper Christensen (Melancholia, Spectre), este último em participação recorrente.

E os personagens? Já dá para ter um gostinho do que vem por aí.

Karlis Arnolds Avots interpretará Egil — uma figura tão enigmática quanto ameaçadora. Poeta e fazendeiro à primeira vista, Egil esconde um lado sombrio: ele é também assassino, feiticeiro e conquistador. Movido pelo desejo de vingança, volta-se contra Erik Bloodaxe (papel de Frank Blake Molyneux), depois que sua família foi exilada na Islândia por ordens do pai de Erik, o lendário Rei Harald Fairhair.

Rod Hallett assume o papel do Rei Athelstan, soberano de Wessex, estrategista nato e peça-chave nas alianças entre reinos. Com um olhar afiado para o futuro da Escandinávia e da Inglaterra, ele aposta todas as fichas no jovem Haakon, um guerreiro promissor.

Alina Tomnikov, uma das atrizes finlandesas mais prestigiadas da nova geração, também entra no jogo, embora os detalhes de sua personagem estejam guardados a sete chaves. O mesmo vale para Sisse Marie, cantora e atriz dinamarquesa que vem ganhando espaço em projetos de ação e suspense ao redor do mundo.

Já Rune Temte — rosto conhecido dos fãs de The Last Kingdom e do universo Marvel — retorna às sagas nórdicas em mais um papel que promete intensidade. Com passagem marcante pelo teatro europeu, Temte é daqueles atores que entregam presença mesmo em silêncio.

E fechando o pacote de reforços, Jesper Christensen, veterano do cinema europeu e eterno Sr. White da franquia 007, traz peso dramático ao elenco em um papel misterioso, descrito nos bastidores como “essencial para as reviravoltas políticas” da trama.

Com produção da MGM Television (parte da Amazon MGM Studios), Bloodaxe será rodada entre Irlanda e Islândia. A série acompanha a jornada de Erik Bloodaxe e sua esposa Gunnhild, conhecida como a “Mãe dos Reis”, em meio a alianças instáveis, traições familiares, guerras sangrentas e a ameaça constante de invasões — tudo com a pegada épica e sombria que fez de Vikings um fenômeno global.

Nos bastidores, a série também ostenta um time de peso na produção executiva, incluindo Morgan O’Sullivan (Vikings, The Borgias), Steve Stark (The Handmaid’s Tale, Fargo) e Fred Toye (Watchmen, Person of Interest). Um trio que não brinca em serviço.

Influenciadora literária Vitória Souza lança o livro “Círculos Não São Infinitos”

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O fim do amor. A pausa forçada. O silêncio criativo. Trinta dias afastada do trabalho e tudo o que Maeve Lee tem é um vazio — no papel, no peito, no casamento. Mas é justamente desse espaço de dor que nasce a trama de Círculos não são infinitos, novo romance da paraense Vitória Souza, que chega às livrarias em agosto e promete conversar diretamente com os leitores que já se perguntaram como (re)começar.

Com uma carreira consolidada como influenciadora literária e uma escrita marcada pela sensibilidade emocional, Vitória entrega aqui sua obra mais íntima. Um livro que, embora não seja autobiográfico, carrega a vivência de quem já passou pela sensação de estar longe de si mesma — e precisou voltar.

Uma protagonista quebrada (e profundamente real)

Maeve, a protagonista, é uma jovem escritora no auge do sucesso editorial e no limite do colapso emocional. Casada, premiada e aparentemente no controle, ela se vê desmoronando por dentro. Tudo o que ela tenta esconder — as dúvidas, o cansaço, a desconexão espiritual — transborda de repente. E é nesse vórtice que um pequeno objeto muda tudo: um caderno antigo encontrado ao acaso em um sebo silencioso de bairro.

O caderno, com páginas rabiscadas e capa azul desbotada, não carrega fórmulas nem profecias, mas provoca nela algo ainda mais incômodo: memórias. Fragmentos do passado. Instantes que ela tentou esquecer ou romantizar. Reencontros com versões suas que ficaram para trás. Aos poucos, ela entende que talvez não esteja sendo “levada de volta no tempo”, mas sim convocada a olhar para sua história com outros olhos — com verdade.

Fé como reencontro, não como pregação

Ao contrário de muitas narrativas que abordam espiritualidade com rigidez, Vitória opta por um caminho mais sutil e sensível. Aqui, a fé cristã não é uma bandeira ou um discurso pronto — é um lugar de retorno. Um espaço de silêncio, de escuta, de rendição.

“Eu não quis escrever sobre religião, mas sobre o que acontece dentro da gente quando a fé parece ter sumido. O livro é sobre o momento em que a gente para de fingir que está bem e começa, finalmente, a procurar a cura”, diz a autora, em entrevista.

Ao invés de oferecer respostas, Círculos não são infinitos oferece espaço: para dúvidas, para orações tímidas, para tentativas imperfeitas de perdão — inclusive do perdão a si mesma. A escrita de Vitória caminha nesse fio delicado entre o drama e a esperança, sem nunca soar artificial.

Quando o passado não é um lugar, mas uma chave

Entre as memórias que Maeve revê estão o início da faculdade, a paixão por Liam (o marido de quem ela se afasta), o sucesso precoce que a isolou, e o afastamento doloroso dos pais. Cada episódio surge como uma chance de fazer as pazes com alguma versão esquecida de si — não para consertar o que foi, mas para entender onde ela deixou de se ouvir.

E é aí que mora a potência do livro: não há viagem no tempo literal, mas há deslocamento emocional real. Um mergulho que confronta, sim, mas também limpa. Cicatriza. E aponta caminhos.

Círculos não são infinitos chega ao mercado como uma das apostas mais sensíveis do ano no gênero healing fiction, trazendo representatividade emocional para jovens e adultos que convivem com a sensação de falhar consigo mesmos. A estética minimalista da narrativa, os capítulos breves e a linguagem afetiva criam uma experiência quase confessional.

Com influências que vão de Taylor Jenkins Reid a Henri Nouwen, Vitória constrói uma protagonista vulnerável sem torná-la frágil, religiosa sem ser doutrinária, e corajosa sem ser heroína. Maeve apenas tenta. Cai. Levanta. Ora. Silencia. E volta.

Mesmo antes do lançamento oficial, leitores vêm se mobilizando online para discutir os temas do livro — como culpa, reconciliação, reconexão familiar e espiritualidade contemporânea. Clubes de leitura começam a se formar de forma espontânea e sessões de autógrafos já estão marcadas para São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

A expectativa é que o romance dialogue não apenas com o público jovem adulto, mas com qualquer leitor que já sentiu que algo dentro de si precisava de atenção — e não sabia por onde começar.

O título do livro já antecipa o que Maeve (e muitos de nós) precisa entender: nem todo ciclo precisa ser eterno. Nem toda dor precisa se repetir. Há tempo para refazer, redizer, refazer. Porque os círculos só parecem infinitos quando a gente anda em círculos dentro de si.

Brasil lidera audiência global de Twin Peaks na MUBI e celebra 35 anos da série com ativações imersivas em São Paulo

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Trinta e cinco anos após sua estreia, Twin Peaks segue desafiando o tempo e reafirmando seu status de obra-prima cult. Mas, em 2024, uma nova revelação coloca o Brasil no centro desse fenômeno: segundo dados da MUBI, plataforma global de streaming, produção e distribuição cinematográfica, o país lidera a audiência mundial da série — ultrapassando todos os outros territórios em que o conteúdo está disponível.

O marco chega em um momento estratégico para a MUBI, que não apenas incluiu as séries Twin Peaks (1990) e Twin Peaks: A Limited Event Series (2017) em seu catálogo, como também disponibilizou os filmes Os Últimos Dias de Laura Palmer e The Missing Pieces. A movimentação vem acompanhada de uma campanha robusta de comunicação e ações imersivas, que transformaram São Paulo em uma espécie de versão expandida da cidade fictícia criada por David Lynch e Mark Frost.

Entre as iniciativas mais comentadas, o mural vermelho instalado na Rua Augusta, nº 615, logo se tornou ponto turístico entre fãs da série e curiosos. Criado pelo artista brasileiro Pina em parceria com o coletivo Instagrafite, o trabalho dialoga com a estética icônica de Twin Peaks, remetendo às montanhas que cercam a cidade fictícia e ao universo visual surreal da série. A obra é inspirada na arte original do chileno Francisco Uzabeaga, e também foi levada para outras capitais latino-americanas, como Buenos Aires, Cidade do México, Bogotá e Santiago — um movimento que reforça o esforço da MUBI em dialogar com a cena cultural da região.

Outro destaque foi a The DineRR Experience, uma ativação que recriou o lendário RR Diner, ponto de encontro emblemático na trama da série. Instalado no Deli’ Market™, no bairro de Pinheiros, o espaço ofereceu uma vivência sensorial com direito ao famoso combo de café com torta de cereja — símbolo da obsessão do agente Dale Cooper. Ao todo, foram vendidos mais de 2.600 combos, e a ação rendeu mais de 26 mil interações nas redes sociais, alimentadas por fotos, vídeos e relatos espontâneos dos visitantes.

“Essas ativações ultrapassaram os limites da tela. Elas conectaram o universo de Twin Peaks a novos públicos e a diferentes áreas criativas, como moda, astrologia, música e estética urbana”, afirma Nathalia Montecristo, gerente sênior de marketing da MUBI. “Estabelecemos parcerias com influenciadores que compartilham dessa linguagem, tornando a experiência ainda mais autêntica e ampla.”

Além do mural e da experiência gastronômica, a MUBI promoveu uma sessão especial no Cine Marquise, em São Paulo, no dia 4 de junho. O cinema foi ambientado como a enigmática Red Room, e os espectadores puderam assistir aos dois primeiros episódios da série original de 1990, saboreando coquetéis temáticos como o Espresso Martini, homenagem ao apreço do personagem principal por café forte e boas conversas.

Segundo Nathalia, as ações reforçam a proposta da MUBI de “ressignificar o ato de assistir”, transformando o consumo de séries e filmes em experiências mais sensoriais, coletivas e afetivas. “Twin Peaks tem essa potência: ela instiga o espectador, mas também o envolve em uma estética única. Conectar isso ao mundo real é uma forma de prolongar o impacto da obra e criar novas possibilidades de engajamento”, completa.

Em meio a um universo de streaming cada vez mais competitivo, a estratégia da MUBI se diferencia justamente por transformar curadoria em vivência. E Twin Peaks, com toda sua atmosfera onírica, personagens intrigantes e narrativa não linear, é o veículo ideal para esse tipo de imersão.

No Brasil, o sucesso da série reafirma que, mesmo 35 anos depois, o mistério ainda nos atrai. A cidade fictícia pode estar nos Estados Unidos, mas o coração dos fãs — ao que tudo indica — bate aqui, entre cafés fortes, cerejas vermelhas e cortinas de veludo.

Memória e Justiça: HBO Max lança trailer do documentário exclusivo “O Assassinato do Ator Rafael Miguel”

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Na noite de 9 de junho de 2019, o Brasil parou diante de uma notícia que ninguém queria acreditar: o jovem ator Rafael Miguel, de apenas 22 anos, foi brutalmente assassinado junto com os seus pais, em um crime marcado pela violência e pelo controle autoritário dentro da família da namorada dele. Agora, quase seis anos depois, a HBO Max lança uma série documental que resgata essa história com todo o cuidado, a sensibilidade e o olhar investigativo que ela merece.

“O Assassinato do Ator Rafael Miguel”, que estreia na plataforma em 31 de julho, não é só mais um programa sobre um crime chocante. É um convite para mergulharmos em uma trama de emoções, relações familiares complexas e, principalmente, uma reflexão urgente sobre os efeitos devastadores do abuso e da violência dentro de casa — algo que muitas vezes fica invisível até que seja tarde demais.

Um jovem talento e uma vida interrompida

Rafael Miguel não era apenas um rosto conhecido da televisão. Ele era um jovem com sonhos, talentos e uma história de vida que inspirava muita gente. Criado na periferia de São Paulo, ele conquistou o público com seu jeito carismático e doce na novela “Chiquititas”, onde interpretou o personagem Paçoca — um papel que marcou a infância de milhares de crianças.

Mas a vida, que tantas vezes reserva surpresas boas, também pode ser cruel. Aos 22 anos, Rafael foi vítima da violência que ainda assola muitas famílias brasileiras. Sua morte não foi um acidente, não foi algo isolado: foi o resultado de um ciclo de controle, agressão e medo que se instalou dentro da casa da família de sua namorada, Isabela Tibcherani.

A face oculta do abuso: quando o lar vira prisão

A série documental da HBO Max vai fundo nesse ponto delicado: como a dinâmica familiar tóxica, marcada pela rigidez e pelo autoritarismo de Paulo Cupertino, pai de Isabela, criou um ambiente de medo e opressão. Paulo não aceitava o namoro da filha com Rafael e usava de violência para tentar controlar a situação.

Essa postura não era apenas uma questão de ciúmes, mas sim de um comportamento abusivo, que dominava a vida da jovem e que acabou levando a uma tragédia irreparável. Ao dar voz a Isabela, a série mostra a vulnerabilidade de uma menina presa em um ambiente onde o amor se confundia com o medo e onde a possibilidade de escolhas era negada.

Justiça tardia, mas necessária

Depois de quase três anos foragido, Paulo Cupertino foi finalmente preso e julgado pelo triplo homicídio. A condenação a 98 anos de prisão não apaga a dor, mas representa um passo fundamental para que a justiça seja feita. A série acompanha os dois dias de julgamento, mostrando os depoimentos, as provas e as emoções de quem acompanhou de perto todo esse processo.

Esse momento é importante porque nos lembra que, por trás das notícias e dos números, existem pessoas que sofrem, que lutam e que esperam por respostas.

Uma produção feita com respeito e empatia

A sensibilidade com que “O Assassinato do Ator Rafael Miguel” foi produzida também merece destaque. A Grifa Filmes, responsável pela série, investiu em entrevistas inéditas e no acesso aos bastidores da investigação para apresentar uma narrativa que respeita as vítimas e o impacto que o crime causou em tantas vidas.

Fernando Dias e Kiko Ribeiro, produtores executivos, e o diretor Mauricio Dias conseguiram equilibrar a rigorosidade jornalística com o cuidado humano, evitando sensacionalismos e focando na verdade, na memória e na reflexão.

Por que essa história importa para todos nós?

Mais do que contar um crime, a série documental coloca em evidência um problema social que precisa ser debatido com urgência: a violência doméstica e os abusos dentro do ambiente familiar. Muitas vezes, o que acontece dentro de casa é invisível para a sociedade, abafado pelo silêncio e pelo medo.

O caso de Rafael Miguel, infelizmente, não é isolado. Através dele, podemos entender como padrões autoritários e abusivos — enraizados em muitos lares — podem causar sofrimento, limitar vidas e, em casos extremos, levar à tragédia.

Assistir à série é um convite para olhar com mais atenção para a realidade de tantas famílias e para refletir sobre como podemos contribuir para um ambiente mais seguro e respeitoso para todos, especialmente para jovens e mulheres.

A memória que transforma

A produção da HBO Max não é apenas uma recordação dolorosa, mas uma forma de preservar a memória de Rafael Miguel e de seus pais, honrando suas vidas e trazendo à tona a necessidade de mudança.

É também um alerta para que a sociedade, as instituições e cada um de nós fiquemos atentos aos sinais do abuso e da violência, para que histórias como essa não se repitam.

Conectando passado e presente

Para os fãs, para a família e para todos que acompanharam a trajetória de Rafael, essa série é uma oportunidade de revisitar momentos que ficaram marcados na história da televisão brasileira e na vida de muitas pessoas. Mas é também um lembrete do quanto ainda há para avançar na luta contra a violência.

Com depoimentos emocionados, reconstituições e análises, “O Assassinato do Ator Rafael Miguel” cria uma ponte entre passado e presente, entre a dor e a esperança por justiça e transformação.

Um convite para o diálogo e a conscientização

Em tempos em que o debate sobre violência doméstica ganha mais espaço na mídia e na sociedade, obras como essa cumprem um papel fundamental. Elas ajudam a dar visibilidade ao que, muitas vezes, está oculto, estimulam o diálogo e incentivam a busca por soluções.

Magia do mundo bruxo ganha vida com a nova coleção Harry Potter da Riachuelo e FANLAB

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Em 31 de julho, fãs de Harry Potter celebram o aniversário do bruxo mais querido da história da literatura e do cinema. Este ano, essa data ganha um significado especial com o lançamento da nova coleção inspirada no universo mágico da saga, idealizada pela Riachuelo em parceria com a FANLAB — marca de cultura pop da gigante do varejo. Além das peças licenciadas, o projeto traz de volta o Store in Store, espaços temáticos que prometem encantar os fãs com cenografias imersivas em lojas selecionadas, levando a magia para dentro do cotidiano e aproximando ainda mais esse universo fascinante do público brasileiro.

Harry Potter: mais que uma saga, um fenômeno cultural

Desde sua criação nos anos 1990 pela autora J.K. Rowling, Harry Potter transcendeu as páginas dos livros para se transformar em um fenômeno global, moldando a cultura pop de diversas gerações. O universo mágico criado por Rowling inspira histórias, produtos, parques temáticos, eventos e, claro, fãs apaixonados que mantêm viva a chama do bruxo que conquistou o mundo.

No Brasil, a saga encontrou terreno fértil para se tornar um marco cultural, com comunidades engajadas, eventos temáticos e uma base crescente de seguidores nas redes sociais. A cada aniversário do personagem, a magia parece se renovar, conectando jovens, adultos e famílias em uma experiência coletiva de nostalgia, encantamento e pertencimento.

É neste contexto que a Riachuelo e a FANLAB atuam, entendendo que não vendem apenas produtos, mas proporcionam experiências que tocam o emocional dos fãs e ampliam a relação afetiva com o universo Harry Potter.

O que a nova coleção traz de especial?

A coleção Harry Potter que estreia em julho na Riachuelo vai muito além do tradicional merchandising. Ela oferece uma curadoria pensada para englobar os diferentes públicos da saga — de crianças a adultos, de fãs casuais a colecionadores dedicados.

Entre as peças, estão camisetas estampadas que homenageiam personagens icônicos e as quatro casas de Hogwarts — Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa — símbolos que carregam histórias, valores e identificação para cada fã. Além disso, a linha inclui pijamas temáticos, moletons, tricôs e uma seleção especial de itens de moda casa, que trazem conforto aliado à magia da estética do mundo bruxo.

Para quem quer mais do que roupa, a coleção oferece acessórios exclusivos: capas das casas, bolsas com inscrições que remetem aos feitiços e à escrita mágica, garrafas personalizadas, canecas e bonés, tornando possível carregar um pouco do encanto no dia a dia.

Essa diversidade de produtos revela o cuidado da Riachuelo e FANLAB em atender às expectativas de um público exigente, que valoriza a qualidade, o design e a autenticidade da marca oficial Harry Potter.

Store in Store: mergulhando na magia

O projeto Store in Store, que volta a acontecer pelo segundo ano consecutivo, é uma das grandes apostas para transformar a experiência de compra em uma verdadeira viagem ao universo de Hogwarts.

Em lojas selecionadas, os fãs poderão entrar em ambientes temáticos que recriam locais emblemáticos da saga, com cenografias cuidadosamente elaboradas para encantar e envolver o público. Esses espaços são muito mais do que pontos de venda; são verdadeiros pontos de encontro para fãs que desejam vivenciar a magia.

Em 2023, o projeto Store in Store foi reconhecido com o prêmio da Warner Bros Discovery na categoria “Melhor execução de varejo”, evidenciando o alto padrão e o impacto positivo da iniciativa.

Onde encontrar a magia?

A cenografia das lojas temáticas estará disponível em locais estratégicos, abrangendo as principais regiões do país para alcançar um público diverso.

No dia 22 de julho, o Shopping Tietê Plaza, em São Paulo, inaugura o Expresso de Hogwarts, com uma réplica da famosa locomotiva que transporta os alunos para a escola de magia e bruxaria. No dia seguinte, o Shopping Aricanduva, também em São Paulo, reabre o Salão Comunal, espaço que promete despertar memórias afetivas e encantar os visitantes com sua atmosfera acolhedora.

Em Sorocaba, no Esplanada Shopping, o dia 24 marca a chegada do Beco Diagonal, local mágico conhecido por suas lojas e peculiaridades — uma das passagens mais icônicas para o mundo bruxo.

No dia 26 de julho, o Palladium Shopping em Curitiba recebe a Plataforma 9¾, espaço que se destaca pela novidade em seu visual e promete ser um ponto de visita obrigatório para os fãs da saga no sul do país. Já em Belo Horizonte, o Minas Shopping inaugura sua versão da mesma plataforma no dia 30 de julho.

Esses corners temáticos estarão disponíveis até janeiro de 2026, garantindo uma experiência contínua e renovada para os visitantes ao longo de seis meses.

O poder das experiências para marcas e fãs

A estratégia de criar espaços temáticos e coleções oficiais vai muito além da simples comercialização. É uma forma de criar conexão, fidelizar clientes e fortalecer a relação emocional entre marcas e consumidores.

Para a Riachuelo e a FANLAB, que já possuem expertise em cultura pop, o universo Harry Potter representa uma oportunidade única de ampliar seu alcance e se posicionar como referência na oferta de produtos e experiências ligadas à cultura geek e pop.

Por outro lado, para os fãs, essas iniciativas trazem a possibilidade de vivenciar o universo mágico de forma tangível, participar de eventos temáticos e colecionar itens que reforçam sua identidade enquanto parte da comunidade global de seguidores da saga.

O cenário do varejo e cultura pop

A aposta em coleções licenciadas e experiências imersivas tem se mostrado uma tendência consolidada no varejo, principalmente no segmento jovem e geek. Consumidores buscam cada vez mais experiências que dialoguem com seus interesses pessoais e proporcionem momentos memoráveis.

Além disso, a cultura pop, especialmente franquias como Harry Potter, Marvel, Star Wars e outras, tem se consolidado como um dos principais motores de engajamento para marcas que desejam se conectar com públicos diversos.

Nesse sentido, a Riachuelo e a FANLAB atuam de forma estratégica ao investir em coleções que aliem moda, cultura e entretenimento, criando um diferencial competitivo importante no mercado brasileiro.

O que esperar para os próximos meses?

Com duração até janeiro de 2026, a coleção e as lojas temáticas terão ações especiais ao longo do período para manter o interesse e o encantamento dos consumidores.

Eventos, promoções, lançamentos de produtos exclusivos e até mesmo experiências interativas estão previstos para reforçar o vínculo dos fãs com a marca e com o universo Harry Potter.

Assim, a magia continuará presente não apenas no vestuário e acessórios, mas em toda a experiência de compra e relacionamento com a marca.

Para fãs de todas as idades

Um dos grandes méritos dessa coleção e dos espaços temáticos é a capacidade de reunir públicos de diferentes faixas etárias e perfis. Crianças encantadas pelo mundo mágico, jovens que cresceram lendo os livros, adultos que compartilham memórias afetivas e colecionadores ávidos encontram ali motivos para celebrar.

A experiência se torna, portanto, uma oportunidade para famílias se conectarem, para amigos compartilharem interesses comuns e para fãs expressarem sua paixão pelo universo Harry Potter de maneira autêntica.

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