Resumo da novela A Viagem de terça (07/10) – Ismael ameaça Regina durante o plano de fuga

No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta terça-feira, 7 de outubro, Diná pede a Téo que a deixe em paz, tentando se afastar das complicações que envolvem os dois. Enquanto isso, Igor vai à pousada à procura de Lisa, que finalmente se lembra de onde o conhece: ele é o renomado escultor Igor Teles, que ela já havia visto na televisão. Durante a conversa, Lisa revela que possui uma escultura feita por ele, e os dois acabam passeando juntos, fortalecendo uma conexão que desperta sentimentos em Igor.

No mesmo momento, Otávio escuta Diná pedindo que ele volte para ela, aumentando ainda mais o clima de tensão entre os personagens. Já Ismael consegue se soltar e agride Regina pelo pescoço, afirmando que só não a mata porque precisa dela para executar seu plano de fuga.

Na vila, Bia comenta com Igor que Lisa tem namorado, enquanto os moradores se preparam para o coquetel de inauguração da nova academia de Fátima. Andrezza e Antônio retornam de viagem, mostrando a Guiomar o troféu de primeiro lugar conquistado no rodeio. Andrezza encontra uma calcinha no bolso de Raul, deixada propositalmente por Guiomar, e reage com indignação. Raul, por sua vez, ofende Guiomar, e Andrezza dá um tapa em seu rosto.

Mais tarde, Raul instrui Andrezza a ligar para Diná para confirmar que ele esteve na casa da irmã na noite anterior. Diná confirma os fatos, e Andrezza constata que o marido falou a verdade, encerrando a desconfiança momentaneamente. Enquanto isso, Zeca tenta se aproximar de Sofia, sugerindo que novos conflitos e relacionamentos estão prestes a se desenrolar na vila.

Confira o que vai acontecer nos próximos capítulos da novela A Viagem

A tensão aumenta na vila com Alexandre perseguindo Tato na boate, enquanto Naná se destaca no coquetel da academia de Fátima, deixando Mauro surpreso. Tato chega bêbado em casa, e Diná se mostra determinada a protegê-lo para que não repita os erros do passado. Igor e Lisa se aproximam e selam seu romance com um beijo na praia, enquanto Ismael e Regina tentam fugir de helicóptero, mas o piloto morre, e Ismael assume o comando, conseguindo escapar da polícia.

Diná enfrenta Tato após a influência de Alexandre, e Estela delira revelando parte dos crimes de Ismael. Raul e Andrezza investigam Tainá, tentando descobrir a verdade sobre os acontecimentos. Agenor surpreende ao anunciar que vai pedir Fátima em casamento. A fuga de Ismael e Regina chega ao fim quando a polícia intercepta o ônibus em que estão, aumentando ainda mais o clima de tensão e perigo na história.

Téo segue o conselho de Estela, indo à casa de Lisa para conversar e tentar justificar suas atitudes. Apesar do pedido de perdão, Lisa se mantém em silêncio, e Téo se mostra decidido a reconquistar a confiança da ex. Agenor revela a Téo que Lisa está namorando Igor, reforçando os obstáculos em seu caminho. Paralelamente, Tibério garante apoio ao Mascarado durante sua cirurgia, enquanto Andrezza descobre que está grávida de Raul e decide deixar o Brasil, provocando um conflito com o marido antes de sair com Antônio.

Fátima aceita o pedido de casamento de Agenor, e o casal anuncia a notícia a Tibério. Alexandre continua manipulando Diná, tentando convencê-la a tomar comprimidos, mas ela se mantém firme, descartando-os e prometendo nunca abandonar Maroca. Carmem recebe permissão para assistir à cirurgia do Mascarado e o incentiva a reagir. Ismael ordena o sequestro de Patty, mas Regina escuta a conversa, e Diná consegue impedir o rapto da filha ao chegar a tempo. Entre encontros e reconciliações, Téo tenta se redimir com Lisa, enquanto Zeca convida Sofia para sair, mostrando que a vida na vila continua cheia de tensão, romance e desafios.

Resumo da novela A Viagem de hoje (10) – Téo pede perdão a Lisa e Andrezza revela gravidez de Raul antes de deixar o país

No capítulo da novela A Viagem que vai ao ar hoje, 10 de outubro, o policial não reconhece Téo e Lisa, e o casal evita complicações maiores. Seguindo o conselho de Estela, Téo decide enfrentar o passado e vai até a casa de Lisa. O reencontro é tenso, marcado por sentimentos ainda confusos. Durante a conversa, Téo tenta justificar sua atitude e explicar os motivos que o afastaram, mas Lisa ouve em silêncio. Agenor surge e, em tom provocador, revela que a filha está namorando Igor. A notícia desestabiliza Téo, que pergunta a Lisa se ela o esqueceu. Ela, porém, não responde — o silêncio diz mais do que qualquer palavra.

Enquanto isso, Tibério (Ary Fontoura) demonstra sua lealdade ao Mascarado, prometendo estar ao seu lado no dia da cirurgia, um gesto que reforça a amizade entre eles. Em outro núcleo, Andrezza procura Tainá e faz uma revelação bombástica: está grávida de Raul e pretende deixar o Brasil. A notícia muda o rumo de sua vida e aumenta a tensão com o marido, com quem ela acaba discutindo mais uma vez antes de sair.

Depois da briga, Andrezza decide esfriar a cabeça e sai acompanhada de Antônio (Jorge Pontual). O clima entre os dois é de cumplicidade e fuga. Enquanto isso, Alexandre vibra com o caos que provoca ao seu redor, manipulando as situações com frieza. Fátima, em contrapartida, vive um momento de felicidade e aceita o pedido de casamento de Agenor, acreditando em um novo começo.

Andrezza e Antônio aproveitam o dia para levar Dudu (Daniel Ávila) e Nori para passear, tentando criar um instante de paz em meio às turbulências. No entanto, a tranquilidade é ilusória. Alberto, preocupado, pede a Alexandre que deixe Tato em paz, mas ele propõe um trato perverso: promete não atormentar mais ninguém se Diná ficar com ele. A proposta é cruel e revela a profundidade de sua obsessão.

Influenciada pelo domínio psicológico de Alexandre, Diná começa a perder o equilíbrio e acaba tomando comprimidos, fragilizada pela pressão e pela culpa. Enquanto o caos se espalha, Téo tenta uma última chance de redenção. Ele sai com Lisa novamente, olha nos olhos da ex e pede perdão, mostrando que, apesar dos erros e da distância, o sentimento entre eles ainda resiste — mesmo quando as palavras parecem insuficientes para consertar o passado.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A Viagem?

Diná toma uma decisão de força e esperança: joga os comprimidos fora e promete à mãe, Maroca (Yara Cortes), que vai lutar para viver. Tocada pelas palavras da filha, Maroca pede que ela nunca desista da vida, e Diná reafirma o laço de amor e gratidão que as une. Enquanto isso, Carmem recebe autorização para acompanhar a cirurgia do Mascarado, e Fátima e Agenor anunciam a Tibério que já estão de casamento marcado, celebrando um novo capítulo em suas vidas.

Em outro ponto da trama, a tensão aumenta quando Ismael ordena que um comparsa sequestre Patty (Viviane Pinheiro). O plano, porém, é escutado por Regina, que se desespera. Sem imaginar o perigo que corre, Patty sai do balé e é abordada pelos criminosos. No mesmo instante, Diná sonha com Otávio (Antonio Fagundes), que lhe alerta sobre o perigo envolvendo a filha. Ela desperta em pânico e corre para o local, chegando no exato momento em que os sequestradores se aproximam do carro. Movida pelo instinto de mãe, Diná consegue impedir o sequestro e salva Patty.

A tentativa frustrada enfurece Ismael, que acusa Regina de traição. Já Téo, mesmo impressionado com o que aconteceu, não acredita que Otávio tenha sido o responsável por alertar Diná. O reencontro entre o sobrenatural e o real deixa todos atônitos. Paralelamente, Estela deixa escapar que Bia está desaparecida, o que preocupa Maroca. Diná, ao ouvir o relato, desconfia que Ismael possa estar por trás do sumiço da irmã.

Longe dali, Bia confessa a Igor que sente falta de casa. O rapaz, sensato, aconselha que talvez já seja hora dela retornar à família. Enquanto isso, Queiroz (Ricardo Petraglia) comunica a Tato que seus cartões de crédito e cheques especiais foram cancelados, deixando o jovem furioso. A discussão com Alberto é inevitável e intensa.

Bia tenta ligar para a mãe, mas, nervosa, não consegue dizer nada. Mesmo assim, Estela sente que é a filha e se desespera. Já Raul tenta reconquistar a confiança de Andrezza, jurando que provará a mentira de Tainá. Porém, tomada pela raiva e pela confusão, Andrezza acaba passando a noite com Antônio (Jorge Pontual). Na manhã seguinte, ela se arrepende e pede que ele esqueça o que aconteceu. Sentindo o peso da culpa, Andrezza retorna para casa, enquanto Raul garante que juntos vão descobrir toda a verdade. Ele pede perdão e promete que nada mais os separará.

Na casa de Alberto, uma reunião é marcada. Alexandre, cada vez mais instável, pede ajuda, mas insiste em manter seu desejo de vingança, deixando todos preocupados com seu comportamento.

Carmem, observadora, comenta com Lisa que acredita que Téo ainda a ama e só a procurou porque não consegue esquecê-la. Lisa, contudo, tenta disfarçar os sentimentos e afirma que não quer mais saber dele. Diná, percebendo o sofrimento de ambos, repreende o irmão por sua atitude e o incentiva a procurar Carmem para pedir conselhos. Disposto a reconquistar o amor perdido, Téo aceita a sugestão.

Determinando-se a reconquistar Lisa, Téo pede ajuda a Carmem e prepara uma surpresa romântica: espalha faixas pela vila e entrega à amada um balão em formato de estrela, símbolo do recomeço dos dois. O gesto toca profundamente Lisa, que começa a ceder.

Lisa e Téo finalmente se reconciliam, encerrando um ciclo de mágoas e abrindo espaço para o perdão. Téo confessa que foi incentivado por Diná a procurá-la e a lutar pelo que sente. Em meio à emoção, os dois se entregam a um novo começo.

Enquanto isso, Alberto promete a Diná que protegerá Dudu de qualquer tentativa de manipulação de Tato, que segue descontrolado após perder seus privilégios. No hospital, o médico de Adonay comunica que ele precisará passar por uma nova cirurgia, deixando Carmem aflita. O Mascarado, por sua vez, confessa sentir ciúmes da equipe médica que a cerca, revelando o quanto está apaixonado.

O clima de tensão retorna quando Glória recebe um telefonema urgente informando que Tato invadiu a igreja. Desesperada, ela liga para Alberto, temendo o pior. A notícia encerra o dia com apreensão — enquanto amores se reencontram e novos laços se fortalecem, a ameaça do passado volta a rondar todos, deixando no ar a sensação de que a paz ainda está longe de chegar.

Vale a pena assistir Se Não Fosse Você? Drama familiar de Colleen Hoover chega às telonas com emoção e suspense

O cinema tem o poder de transformar histórias escritas em experiências emocionais intensas, e Se Não Fosse Você?, adaptação do romance homônimo de Colleen Hoover, é um exemplo claro disso. Dirigido por Josh Boone (A Culpa É das Estrelas) e roteirizado por Susan McMartin, o filme estreia em 23 de outubro de 2025 no Brasil, Alemanha e Portugal, prometendo tocar o público com drama, suspense e reflexões sobre luto, perdão e segredos familiares.

A trama gira em torno de Morgan Grant (Allison Williams) e sua filha Clara (Mckenna Grace), que precisam reconstruir suas vidas após um acidente devastador. A perda simultânea do marido/pai Chris Grant (Scott Eastwood) e da irmã/tia Jenny Davidson (Willa Fitzgerald) expõe uma traição que abala profundamente a família. A narrativa explora o impacto emocional desses acontecimentos, equilibrando drama e momentos de esperança, sem cair em exageros melodramáticos.

Um enredo cheio de tensão e emoção

Se Não Fosse Você mergulha o espectador em um drama psicológico intenso, mostrando como a perda e os segredos podem alterar profundamente os relacionamentos familiares. Morgan, lidando com a dor e a responsabilidade de proteger Clara, precisa enfrentar não apenas o luto, mas também as revelações sobre traições que mudam a dinâmica da família Grant.

Clara, interpretada por Mckenna Grace, vive a transição entre a infância e a maturidade forçada pelas circunstâncias, oferecendo cenas carregadas de emoção e sinceridade. O filme explora o amor, a raiva, a culpa e a necessidade de perdão, criando uma narrativa que é tanto íntima quanto universal.

Narrativa não linear: passado e presente em constante diálogo

Uma das escolhas mais interessantes da produção é a narrativa não linear, alternando entre passado e presente. Esse recurso permite que o público compreenda gradualmente os segredos da família e vivencie as revelações de forma natural e envolvente. Cada memória e flashback adiciona camadas à compreensão dos personagens, tornando a experiência cinematográfica mais rica e emocionalmente impactante.

Embora exija atenção do espectador, essa técnica aumenta o suspense e o engajamento, permitindo que cada detalhe do passado se conecte com o presente, oferecendo um efeito de descoberta que mantém o público preso à tela.

Um elenco de peso e talento reconhecido

O sucesso do filme também se apoia em um elenco sólido e diversificado. Allison Williams (Get Out, Girls) transmite com maestria a vulnerabilidade e a força de Morgan. Mckenna Grace (A Menina que Matou os Pais, Capitã Marvel) dá vida a Clara com naturalidade e intensidade, mostrando a complexidade emocional de uma jovem marcada pelo luto.

Dave Franco (Olhos de Serpente, Agora e Para Sempre) interpreta Jonah Sullivan, adicionando camadas de tensão e ambiguidade ao enredo. Mason Thames (Eli) contribui com uma performance sensível que equilibra drama e esperança. Willa Fitzgerald (You, Dopesick) e Scott Eastwood (Corações de Ferro, Esquadrão Suicida) completam o núcleo familiar, enquanto Clancy Brown (Highlander, The Shawshank Redemption) interpreta o avô de Miller, trazendo presença e autoridade à narrativa.

Outros membros do elenco, como Sam Morelos e Ethan Costanilla, adicionam profundidade à história, representando personagens secundários que conectam os acontecimentos principais e enriquecem a construção do mundo emocional do filme.

Produção e bastidores

O desenvolvimento da adaptação começou em agosto de 2024, com Josh Boone confirmado como diretor e Allison Williams, Mckenna Grace, Dave Franco e Mason Thames como protagonistas. Em março de 2025, Willa Fitzgerald, Scott Eastwood, Clancy Brown, Sam Morelos e Ethan Costanilla se juntaram ao elenco, consolidando o time de talentos que daria vida à história.

As filmagens ocorreram em Atlanta a partir de março de 2025, aproveitando cenários urbanos e residenciais para criar um ambiente realista e autêntico. A direção de Boone privilegia closes e composições que capturam emoções sutis, tornando cada momento do drama ainda mais palpável.

Temas centrais e reflexão sobre o luto

O filme não se limita a narrar uma tragédia familiar: ele é uma exploração profunda sobre como a perda e os segredos afetam os vínculos humanos. Morgan e Clara enfrentam dilemas éticos, emocionais e morais, enquanto cada personagem precisa lidar com escolhas que reverberam em suas vidas.

Se Não Fosse Você? aborda o luto de maneira sensível, mostrando que a dor e a culpa podem coexistir com o amor e a esperança. A narrativa enfatiza a importância do perdão, da reconciliação e do entendimento entre familiares, oferecendo ao público uma experiência emocional que vai além do simples entretenimento.

Adaptação fiel e emocionante do livro de Colleen Hoover

Colleen Hoover, autora do romance de 2019, é conhecida por explorar relações humanas complexas e emoções intensas. A adaptação cinematográfica mantém o coração da obra, mas expande a experiência para o público através de elementos visuais e narrativa cinematográfica, tornando a história acessível tanto para fãs do livro quanto para novos espectadores.

A alternância entre passado e presente, aliada a performances convincentes, cria uma sensação de imersão no drama familiar, permitindo que cada segredo e cada decisão emocional seja vivenciada pelo público de forma intensa.

Vale a pena assistir?

Sem dúvida. Se Não Fosse Você combina uma narrativa envolvente, elenco talentoso e direção sensível para criar um drama familiar que emociona e faz refletir. O filme consegue equilibrar suspense psicológico e momentos de ternura, mantendo o espectador conectado do início ao fim.

Para quem aprecia histórias sobre família, perda, perdão e redenção, o longa oferece uma experiência cinematográfica completa. A combinação de performances fortes, narrativa bem estruturada e exploração profunda das emoções humanas torna Se Não Fosse Você um filme imperdível neste final de 2025.

Temperatura Máxima | Globo exibe “Fúria em Alto-Mar” com ação submarina e tensão geopolítica neste domingo (05)

Na Temperatura Máxima deste domingo, 5 de abril de 2026, a TV Globo exibe o longa-metragem “Fúria em Alto-Mar”, título nacional de Hunter Killer, produção que mergulha em uma crise internacional com desdobramentos que colocam potências mundiais em alerta.

Dirigido por Donovan Marsh, o longa chegou aos cinemas em 2018, com estreia nos Estados Unidos em outubro daquele ano. A produção enfrentou um caminho longo até sua conclusão, passando por diferentes versões de roteiro e mudanças na direção antes de finalmente ser lançada ao público.

Qual é a história do filme?

A trama se inicia com o desaparecimento de um submarino em águas russas, o que leva a Marinha dos Estados Unidos a iniciar uma missão de investigação. O comando da operação fica nas mãos de Joe Glass, personagem de Gerard Butler, que lidera uma tripulação experiente em uma jornada marcada por riscos constantes.

Durante a missão, a equipe descobre que o desaparecimento está ligado a um golpe militar em andamento na Rússia. O presidente do país foi sequestrado por um general insurgente, criando um cenário de instabilidade que pode desencadear um conflito internacional. Diante disso, a missão muda de rumo e passa a envolver o resgate do líder russo, em uma operação conjunta com forças especiais.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, decisões estratégicas são tomadas para evitar que a situação evolua para uma guerra. O almirante Charles Donnegan, interpretado por Gary Oldman, acompanha cada movimento com cautela, sabendo que qualquer erro pode ter consequências graves.

Quem faz parte do elenco?

Além de Gerard Butler (300, Invasão à Casa Branca, Tempestade: Planeta em Fúria) e Gary Oldman (O Destino de uma Nação, Trilogia Batman – O Cavaleiro das Trevas, Drácula de Bram Stoker), o elenco conta com Common (John Wick 2: Um Novo Dia para Matar, Esquadrão Suicida, Selma: Uma Luta pela Igualdade), que integra a equipe de comando militar, e Michael Nyqvist (Missão: Impossível – Protocolo Fantasma, John Wick: De Volta ao Jogo, Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres), em uma de suas últimas atuações no cinema.

Também participam Linda Cardellini (Green Book: O Guia, Vingadores: Era de Ultron, Scooby-Doo) ligada ao Conselho de Segurança Nacional, e Toby Stephens (007 – Um Novo Dia para Morrer, Perdidos no Espaço, Black Sails), responsável por liderar a equipe envolvida diretamente na operação de resgate.

Como foi a produção do filme?

A produção enfrentou um processo longo até sair do papel. O projeto passou por diferentes fases de desenvolvimento e contou, em momentos distintos, com nomes como Phillip Noyce e Antoine Fuqua ligados à direção, antes da definição final.

As filmagens começaram em 2016, com locações no Reino Unido e na Bulgária. Os cenários internos do submarino foram construídos com base em referências reais, com adaptações para facilitar a movimentação de câmeras e intensificar as cenas. Estruturas móveis ajudaram a simular o movimento das embarcações, enquanto tanques de grande porte foram utilizados nas sequências subaquáticas.

Como foi a recepção?

Lançado em 2018, o filme teve desempenho discreto nas bilheterias e dividiu opiniões entre críticos. Parte das avaliações destacou a previsibilidade da narrativa, enquanto outra parcela valorizou o ritmo e as sequências de ação.

Entre o público, a recepção foi mais positiva, principalmente entre quem aprecia histórias militares e missões de resgate. A ambientação em um submarino e o clima de tensão constante ajudam a sustentar o interesse ao longo da trama.

Onde assistir?

Além da exibição na Temperatura Máxima, na TV Globo, o público também pode conferir “Fúria em Alto-Mar” em plataformas digitais. O longa está disponível no catálogo do Telecine e do Adrenalina Pura, ambos por meio de assinatura. Para quem prefere aluguel ou compra, o filme pode ser encontrado no Prime Video, com opção em alta definição e valores a partir de R$ 29,90, oferecendo flexibilidade para assistir no momento mais conveniente.

Vale a pena asssistir Maldição da Múmia? Terror transforma reencontro familiar em um pesadelo brutal

O terror recente tem buscado se reinventar ao trazer emoção e violência gráfica, e Maldição da Múmia surge exatamente nesse ponto de encontro. Dirigido por Lee Cronin, o longa constrói uma narrativa que começa com drama familiar e evolui para um horror físico intenso, levantando uma dúvida comum entre o público: o filme realmente entrega algo que valha a experiência?

Diferente de produções que apostam apenas em sustos rápidos, aqui o foco está na construção de um clima progressivo. O roteiro trabalha primeiro o impacto emocional de uma perda irreparável para, só depois, mergulhar em uma escalada de acontecimentos perturbadores. Essa escolha dá ao filme um ritmo particular e influencia diretamente a forma como o terror é percebido.

Qual é a história do filme?

A trama acompanha um casal que tenta reconstruir a vida após o desaparecimento da filha durante uma viagem ao Egito. Sem respostas e sem qualquer pista concreta, os anos passam marcados por luto e incerteza.

Tudo muda quando, de forma inesperada, a jovem reaparece oito anos depois. O retorno, que poderia simbolizar um recomeço, rapidamente revela sinais de que algo está fora do lugar. A garota é encontrada em condições físicas preocupantes, com marcas incomuns e um comportamento cada vez mais inquietante.

À medida que a convivência avança, fica claro que o problema vai além do trauma. A narrativa introduz a presença de uma entidade antiga, associada a rituais milenares, que transforma o ambiente familiar em um espaço de tensão constante. O que começa como um drama se converte em um cenário de ameaça crescente.

O filme é realmente assustador?

Maldição da Múmia aposta em um tipo de terror que incomoda mais do que assusta de forma imediata. O longa evita depender exclusivamente de sustos e constrói uma sensação contínua de desconforto.

Quando decide intensificar o horror, o filme adota uma abordagem mais explícita. Elementos de body horror ganham destaque, com cenas que exploram transformações físicas e situações perturbadoras. Esse estilo aproxima a produção de referências como Evil Dead, especialmente pela combinação entre violência gráfica e momentos de humor ácido.

Esse equilíbrio pode funcionar bem para quem busca algo mais extremo, mas também pode afastar espectadores que preferem um terror mais contido.

O que diferencia o filme de outras histórias de possessão?

Apesar de utilizar uma base conhecida, envolvendo uma entidade que assume o controle de um corpo humano, o longa tenta se diferenciar ao priorizar o impacto emocional da situação.

A decisão de desenvolver o trauma da família antes de explorar o sobrenatural fortalece a narrativa. Quando os elementos de horror entram em cena, eles carregam um peso maior, já que o espectador entende o que está em jogo para os personagens.

Outro ponto é a ambientação. A ligação com o Egito e a ideia de um mal antigo associado a um sarcófago traz uma identidade visual interessante, ainda que não seja suficiente para transformar completamente a proposta em algo inovador.

Quem faz parte do elenco?

O núcleo principal é formado por Jack Reynor (Midsommar, Transformers: A Era da Extinção) e Laia Costa (Victoria, Cinco Lobitos), que interpretam os pais da jovem. As atuações são centradas na carga emocional dos personagens, refletindo o desgaste psicológico causado pelos acontecimentos. May Calamawy (Cavaleiro da Lua, Ramy) também integra o elenco e contribui para o avanço da trama.

Vale a pena assistir?

A resposta passa diretamente pelo perfil de quem vai assistir. Maldição da Múmia não busca reinventar o gênero, mas se destaca pela forma como executa sua proposta.

Para fãs de terror mais intenso, com cenas fortes e atmosfera pesada, o filme pode entregar exatamente o que se espera. A combinação entre drama familiar e horror físico cria momentos de grande impacto.

Por outro lado, quem procura uma história inovadora ou um terror mais clássico pode sentir que a narrativa segue caminhos já conhecidos. Ainda assim, a produção encontra sua força ao assumir um tom mais sombrio e desconfortável, sem tentar suavizar sua proposta.

Crítica – Ataque Brutal tenta ser realista, mas se afoga no próprio absurdo com tubarões

Tem filmes que abraçam o absurdo e funcionam justamente por isso. Outros tentam ser sérios, realistas, quase documentais… e acabam tropeçando quando exageram na dose. Ataque Brutal, novo título da Netflix, fica preso exatamente nesse limbo desconfortável. Ele quer parecer um retrato cru de uma tragédia climática, mas ao mesmo tempo joga tubarões gigantes no meio da história como se isso fosse a coisa mais natural do mundo.

A premissa até chama atenção. Uma cidade litorânea é atingida por um furacão de categoria máxima, daqueles que deixam um rastro de destruição difícil de ignorar. Casas alagadas, ruas virando rios, pessoas isoladas, energia cortada. O início funciona. Existe uma sensação de caos real, de perigo iminente, de que algo sério está acontecendo. Por alguns minutos, o filme parece que vai seguir um caminho mais tenso, quase angustiante.

Só que essa expectativa dura pouco.

Quando o realismo afunda e o absurdo assume o controle

Quando os tubarões começam a aparecer nas águas da cidade, Ataque Brutal muda completamente de tom e parece não perceber isso. O problema não é nem a ideia em si. O cinema já mostrou várias vezes que conceitos absurdos podem render ótimos filmes quando existe consciência do próprio exagero. Aqui, no entanto, falta essa noção.

O longa continua tentando se levar a sério, mesmo quando a situação já passou do ponto do plausível. E isso quebra a experiência. Em vez de gerar tensão, muitos momentos acabam soando involuntariamente cômicos. Não porque sejam engraçados de propósito, mas porque é difícil comprar a lógica do que está acontecendo.

O espetáculo do exagero que prende, mas também cansa

Ao mesmo tempo, existe algo curioso. Mesmo com todos os problemas, o filme consegue prender a atenção. E isso acontece por um motivo bem simples: o espetáculo do absurdo. Cada novo ataque de tubarão vira quase um evento. Você sabe que vai exagerar, sabe que provavelmente não faz muito sentido, mas ainda assim quer ver até onde o filme vai.

E ele vai longe.

As cenas de ataque apostam em um nível de violência que, em vários momentos, beira o desnecessário. Não é aquele tipo de brutalidade que serve à história ou aos personagens. É mais um recurso para chocar, para causar impacto imediato. Funciona em partes, mas também cansa. Chega uma hora em que parece repetitivo, como se o filme dependesse disso para se manter interessante.

Efeitos visuais irregulares que revelam mais do que escondem

Tecnicamente, o filme também oscila bastante. O uso de efeitos visuais é inconsistente. Em algumas cenas, os tubarões até convencem, especialmente quando aparecem de forma mais sugerida, escondidos na água turva. Nessas horas, o suspense cresce e o filme mostra que poderia ter seguido um caminho mais eficiente.

Mas quando resolve mostrar demais, tudo perde força. O CGI entrega o jogo, e o perigo deixa de ser assustador para virar apenas barulho visual.

Personagens esquecíveis em meio ao caos

Outro ponto que pesa é a falta de conexão com os personagens. Em um cenário tão extremo, seria natural se importar com quem está tentando sobreviver. Só que o filme não dedica tempo suficiente para desenvolver essas pessoas. Elas estão ali mais para reagir ao caos do que para viver de fato a história.

Isso faz diferença. Sem envolvimento emocional, as cenas de perigo perdem impacto. Não importa tanto quem vai escapar ou quem não vai, porque o filme não constrói esse vínculo com o público.

Comparações inevitáveis que escancaram as falhas

Inevitavelmente, surgem comparações com produções como Águas Rasas e Predadores Assassinos, que conseguem equilibrar tensão, entretenimento e uma certa lógica interna. “Ataque Brutal” tenta seguir essa linha, mas não alcança o mesmo resultado. Falta controle, falta identidade e, principalmente, falta decidir que tipo de filme quer ser.

No fim, o problema não são os tubarões

No fim das contas, a sensação é de uma oportunidade mal aproveitada. Havia espaço para um thriller de sobrevivência intenso, talvez até angustiante, usando o desastre natural como base. Também havia espaço para um filme assumidamente exagerado, quase divertido no seu absurdo.

Mas ao tentar ser os dois ao mesmo tempo, o longa-metragem acaba não sendo nenhum deles por completo.

Ainda assim, não dá para dizer que é uma experiência totalmente descartável. Existe um certo entretenimento ali, principalmente para quem gosta de filmes caóticos, exagerados e sem muito compromisso com a lógica. É aquele tipo de produção que você assiste mais pela curiosidade do que pela qualidade.

Só não espere coerência.

Porque, no fim, o maior problema de Ataque Brutal não são os tubarões. É a falta de direção clara.

Crítica – Maldição da Múmia tenta ressuscitar o terror clássico, mas entrega um filme sem alma e sem impacto

O longa-metragem Maldição da Múmia tinha tudo para funcionar. Terror clássico, uma entidade antiga, drama familiar e um diretor que já mostrou que sabe brincar com o gênero. Mas, no fim das contas, o filme disponível na Warner Bros. Pictures acaba sendo mais uma daquelas produções que parecem promissoras no papel, mas não conseguem transformar isso em algo realmente marcante na tela.

Dirigido por Lee Cronin, o longa tenta equilibrar emoção e horror, mas tropeça justamente nessa mistura. A sensação constante é de que o filme segura o freio quando deveria pisar fundo.

Começa bem… e depois se perde sem saber para onde ir

O início até engana. O desaparecimento de Katie cria um impacto interessante, dá peso emocional e faz você pensar que vem algo mais denso por aí. Quando a menina reaparece anos depois, claramente diferente, o clima muda e o suspense cresce.

Só que esse crescimento não se sustenta.

O filme começa a repetir ideias, alongar situações e, pior, não aprofunda o que realmente importa. A tensão que parecia promissora vai se diluindo aos poucos, até virar algo previsível.

Terror morno para quem esperava mais coragem

Se tem uma coisa que chama atenção aqui é como o filme parece tímido. Ainda mais vindo de alguém que dirigiu Evil Dead Rise, que não tinha medo de exagerar e ir longe no horror.

Em Maldição da Múmia, o gore até aparece, mas nunca impressiona de verdade. Tem cenas desconfortáveis, sim, mas nada que faça você realmente reagir. Parece tudo controlado demais, seguro demais.

E isso é um problema para um filme que deveria causar impacto.

Personagens que não ajudam a sustentar a história

O elenco, com nomes como Jack Reynor e Laia Costa, até faz o que pode. Mas o roteiro não ajuda muito. Falta profundidade, falta construção e, principalmente, falta fazer o público se importar de verdade.

A relação familiar, que deveria ser o coração da história, nunca atinge o nível emocional que promete. Você entende o drama, mas não chega a sentir.

Boas ideias jogadas no meio do caminho

O mais frustrante é perceber que o filme até tem boas sacadas. Elementos como o uso de código morse ou algumas situações envolvendo a transformação da Katie mostram que havia criatividade ali.

Mas tudo parece mal aproveitado. As ideias surgem e desaparecem sem grande impacto, como se o roteiro não soubesse o que fazer com elas.

Longo demais para o que entrega

Com mais de duas horas de duração, o filme até mantém um ritmo aceitável, mas não justifica esse tempo todo. Falta conteúdo para sustentar a duração.

Não chega a ser arrastado, mas também não empolga. É aquele tipo de filme que você acompanha até o final mais por curiosidade do que por envolvimento.

Vale a pena assistir?

Depende muito da expectativa.

Se você gosta de terror mais leve, com clima sobrenatural e sem grandes ousadias, talvez funcione. Agora, se a ideia é ver algo impactante, marcante ou minimamente inovador, a chance de decepção é grande.

No fim, Maldição da Múmia não é um desastre, mas também passa longe de ser memorável. É um filme que tinha potencial para ser muito mais, mas escolhe o caminho mais seguro possível.

Mestres do Universo | Novo vídeo de bastidores revela vilões e detalhes do live-action de He-Man

O novo material de bastidores de Mestres do Universo trouxe um panorama mais claro do tom que o filme pretende seguir. Divulgado recentemente, o vídeo reúne depoimentos do diretor Travis Knight (Bumblebee) e de integrantes do elenco, além de apresentar novas imagens dos principais antagonistas da história. Abaixo, confira o vídeo:

A prévia dá atenção especial a personagens clássicos como Esqueleto, Maligna, Homem-Fera e Mandíbula, indicando que o núcleo dos vilões terá papel central na narrativa. O material também evidencia o cuidado com figurinos e caracterização, apostando em visuais marcantes para reforçar o clima de fantasia.

Qual é a história do filme?

A nova versão de Mestres do Universo começa com um retorno que muda tudo. Depois de anos longe, o Príncipe Adam, vivido por Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul), é puxado de volta para Eternia por um chamado da lendária Espada do Poder. Só que o que ele encontra não tem nada a ver com o lugar que deixou.

O planeta está destruído, dominado pelas forças de Esqueleto, e praticamente irreconhecível. Sem muita escolha, Adam precisa encarar de vez aquilo que sempre evitou: o papel que nasceu para cumprir. E isso significa assumir a identidade de He-Man.

Para enfrentar essa ameaça, ele não estará sozinho. Personagens como Teela e Mentor entram em cena como aliados fundamentais, ajudando a reorganizar a resistência e enfrentar o domínio do vilão. A missão vai muito além de recuperar um trono ou vencer uma batalha, envolve proteger tudo o que ainda resta.

Ao longo da história, o foco não fica só na ação. Existe também um conflito mais pessoal, com Adam tentando entender quem ele realmente é e o que está disposto a sacrificar. Entre decisões difíceis e confrontos diretos, o filme constrói uma jornada que mistura destino, responsabilidade e sobrevivência em um mundo à beira do colapso.

Quem faz parte do elenco?

O filme reúne um elenco com nomes conhecidos do público. Além de Galitzine no papel principal, Camila Mendes (Riverdale) interpreta Teela, enquanto Alison Brie (GLOW) assume o papel da vilã Maligna. Entre os antagonistas, Jared Leto (Morbius) dá vida ao icônico Esqueleto. O elenco ainda conta com Idris Elba (Luther) como Homem-de-Armas, além de Morena Baccarin (Deadpool), James Purefoy (Roma) e Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento).

O que o vídeo de bastidores revela?

O material divulgado destaca principalmente os vilões e o trabalho de construção visual do filme. As imagens mostram figurinos detalhados, maquiagem elaborada e cenários que reforçam a proposta de um universo mais expansivo. Os depoimentos do elenco e da direção também indicam um foco maior na grandiosidade da narrativa, com ênfase nas batalhas e na construção do mundo de Eternia.

Quando estreia?

Mestres do Universo tem estreia marcada para o dia 5 de junho de 2026 nos Estados Unidos e Canadá. A distribuição será feita pela Amazon MGM Studios, com lançamento internacional sob responsabilidade da Sony Pictures.

The Boys | Capitão Pátria alcança novo nível de poder no 6º episódio da temporada final

A última temporada de The Boys entrou oficialmente em sua fase mais intensa. O sexto episódio, lançado nesta semana, mudou completamente o rumo da história ao entregar mais uma morte importante, ampliar o caos dentro dos Sete e colocar Capitão Pátria em um patamar ainda mais assustador.

Com apenas dois episódios restantes para o encerramento da série, a sensação é de que os Boys estão ficando sem opções. Enquanto Billy Bruto e sua equipe tentam impedir que a V-1 caia nas mãos erradas, o líder dos supers se aproxima cada vez mais de se tornar uma ameaça impossível de deter.

O episódio também mostra como o universo da série continua se expandindo. Além de preparar o terreno para o confronto final entre os protagonistas e a Vought, a trama já começa a conectar elementos que devem aparecer em futuros derivados da franquia.

O que aconteceu com Black Noir 2?

Um dos momentos mais chocantes do episódio envolve Black Noir 2, personagem interpretado por Nathan Mitchell. Desde o início da temporada, ele vinha demonstrando frustração por nunca ser levado realmente a sério dentro dos Sete, especialmente por causa das provocações constantes do Profundo.

A situação piora durante uma campanha da Vought envolvendo um oleoduto. Tentando atrapalhar a gravação, Noir provoca um enorme vazamento de petróleo que acaba destruindo parte da vida marinha da região. O desastre irrita profundamente o Profundo, que decide revidar da forma mais brutal possível.

Em uma das cenas mais violentas da temporada, Black Noir 2 é assassinado pelo antigo companheiro de equipe. A sequência rapidamente repercutiu entre os fãs da série, principalmente porque o personagem vinha recebendo mais destaque nos episódios recentes.

Por que a V-1 se tornou tão importante?

A grande disputa da temporada gira em torno da V-1, a primeira versão do famoso Composto V. Diferente das fórmulas utilizadas atualmente pela Vought, essa substância possui efeitos muito mais perigosos e instáveis.

Segundo as descobertas feitas por Irmã Sage, a V-1 seria capaz de transformar um super em alguém praticamente imortal. A revelação muda completamente o jogo, porque Capitão Pátria passa a enxergar a fórmula como a oportunidade perfeita para consolidar seu domínio absoluto.

Ao mesmo tempo, os Boys entendem que impedir isso pode ser a única chance de derrotá-lo. Por esse motivo, Billy Bruto, Annie e o restante do grupo iniciam uma corrida desesperada atrás de Bombástico, antigo super que conhece o paradeiro da substância.

Como Soldier Boy entrou no confronto?

O plano parecia simples: usar Golden Geisha como isca para atrair Bombástico antes que Capitão Pátria encontrasse a fórmula. Só que tudo sai do controle quando Soldier Boy aparece inesperadamente no local.

Vivido novamente por Jensen Ackles, o personagem entra em confronto com Bombástico, mas a situação toma um rumo diferente do esperado. Em vez de apenas eliminá-lo, Soldier Boy percebe que o antigo rival deseja apenas morrer ao lado da mulher que ama.

A partir disso, os dois fazem um acordo. Soldier Boy remove os poderes de Bombástico em troca da localização da V-1. O momento cria uma rara pausa emocional no meio do caos constante da série e mostra um lado mais humano do personagem.

Capitão Pátria realmente se tornou invencível?

A grande reviravolta acontece nos minutos finais do episódio. Depois de toda a disputa pela substância, Capitão Pátria finalmente consegue colocar as mãos na última dose da V-1.

Diante dos Boys e sem encontrar resistência, ele injeta a fórmula no próprio corpo. A reação é imediata. O personagem sofre uma intensa explosão de poder e demonstra sinais claros de que algo mudou de maneira definitiva.

A cena deixa evidente que a série está preparando a versão mais poderosa do vilão justamente na reta final da história. Se antes Capitão Pátria já parecia impossível de derrotar, agora a ameaça parece ainda maior.

O que aconteceu na temporada até agora?

A quinta temporada começou mostrando um cenário completamente dominado pela influência de Capitão Pátria e da Vought. Annie January tentou expor novamente os crimes da empresa ao divulgar o vídeo do Voo 37, mas a estratégia acabou sendo neutralizada por Irmã Sage, que manipulou a opinião pública para proteger a imagem da corporação.

Enquanto isso, Hughie, Frenchie e Mother’s Milk acabaram presos em um campo de reclusão criado pelo novo regime liderado por Capitão Pátria. Billy Bruto iniciou então uma missão arriscada para resgatar a equipe, marcando o início da guerra definitiva contra os supers.

Desde então, a temporada mergulhou em uma escalada constante de violência. Soldier Boy retornou, Ryan passou a questionar o próprio pai, o vírus capaz de matar supers virou peça central da trama e vários personagens importantes acabaram morrendo ao longo dos episódios.

Agora, com Capitão Pátria aparentemente mais poderoso do que nunca, a série caminha para um desfecho cada vez mais caótico.

Quem faz parte do elenco da temporada final?

A temporada reúne novamente os principais nomes da série. Karl Urban retorna como Billy Bruto, líder dos Boys e principal responsável pela caçada contra Capitão Pátria. Ao lado dele está Jack Quaid, que interpreta Hughie Campbell, personagem que continua tentando equilibrar o lado emocional da equipe em meio ao caos.

O grande destaque da temporada segue sendo Antony Starr, que voltou ao papel de Capitão Pátria. A atuação do ator continua sendo um dos pontos mais elogiados da série, especialmente pela forma como consegue transformar o personagem em alguém ao mesmo tempo carismático e aterrorizante.

O elenco ainda conta com Erin Moriarty como Annie January, Karen Fukuhara como Kimiko, Laz Alonso como Mother’s Milk e Chace Crawford interpretando o Profundo.

Já Susan Heyward ganhou ainda mais espaço nesta temporada vivendo Irmã Sage, personagem que se tornou uma das figuras mais perigosas da trama graças à sua inteligência estratégica. Outro nome importante é Jensen Ackles, que voltou como Soldier Boy e segue sendo uma das presenças mais populares entre os fãs.

Quando saem os episódios finais?

A quinta temporada terá oito episódios no total. Depois do lançamento do sexto capítulo, restam apenas dois episódios para encerrar a história principal da série. O episódio 7 estreia em 13 de maio, enquanto o grande final chega em 20 de maio no catálogo do Prime Video.

Mortal Kombat 2 pode ganhar terceiro filme? Roteiro de continuação já está em desenvolvimento nos bastidores

O universo de Mortal Kombat pode estar prestes a crescer em um ritmo mais acelerado do que o inicialmente planejado. Mesmo sem confirmação oficial da Warner Bros. Pictures e da New Line Cinema, o roteirista Jeremy Slater revelou que já trabalha em ideias e versões iniciais de um possível terceiro filme, o que coloca Mortal Kombat 2 em uma posição estratégica dentro de uma possível trilogia ainda não oficialmente aprovada.

A informação foi divulgada em entrevista ao The Hollywood Reporter e indica que, nos bastidores, o estúdio já avalia caminhos para dar continuidade à história, dependendo do desempenho da sequência e da recepção ao novo estágio da saga.

O roteiro de um terceiro filme já está em desenvolvimento?

Segundo Jeremy Slater, ainda não existe sinal verde oficial para o terceiro filme, mas o desenvolvimento inicial começou após as exibições-teste e a resposta positiva recebida por Mortal Kombat 2 antes do lançamento. Esse retorno teria aberto espaço para a equipe avançar no planejamento de uma continuação.

Com isso, Slater afirmou que já trabalha em versões iniciais do roteiro de um possível terceiro filme, atualmente em segunda versão. Ele destaca que o processo envolve ajustes constantes com base no que funcionou e no que precisa ser aprimorado dentro da construção da franquia. Apesar do avanço, o roteirista reforça que o projeto ainda depende de aprovação oficial da Warner Bros. Pictures para seguir adiante.

Mortal Kombat 2 já está em cartaz e amplia o universo da franquia

O longa-metragem já estreou nos cinemas e dá continuidade direta ao reboot de 2021, expandindo a guerra entre reinos e elevando a escala dos confrontos apresentados no primeiro filme. A produção aprofunda o conflito central da franquia, colocando os personagens em um cenário ainda mais instável, onde as consequências das batalhas começam a afetar diretamente o equilíbrio entre dimensões.

Dirigido por Simon McQuoid e escrito por Jeremy Slater, o longa reúne um elenco que mistura retornos importantes e novas adições. Entre os nomes que voltam estão Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks, Lewis Tan, Chin Han, Tadanobu Asano, Joe Taslim e Hiroyuki Sanada. Já as novidades incluem Karl Urban, Adeline Rudolph e Tati Gabrielle, que ampliam o escopo da narrativa e ajudam a introduzir novas camadas ao universo da franquia.

Qual é a história do segundo filme?

A sequência acompanha a escalada do conflito entre os campeões da Terra e forças de outros reinos, com o equilíbrio entre dimensões cada vez mais instável. Nesse cenário, os personagens enfrentam não apenas ameaças externas, mas também decisões internas que impactam diretamente o destino da Terra.

Um dos principais destaques do filme é a chegada de Johnny Cage, que assume papel mais relevante na história e altera a dinâmica do grupo principal. Sua presença adiciona um tom mais irreverente à trama, equilibrando humor e intensidade em meio aos combates.

O diretor Simon McQuoid já havia explicado anteriormente que a ausência do personagem no primeiro filme foi uma escolha criativa para evitar que sua personalidade dominante interferisse na construção inicial do universo.

Por que já se fala em trilogia?

A ideia de uma trilogia não surgiu recentemente. Desde o reboot de 2021, parte da equipe criativa já trabalhava com a possibilidade de dividir a história em três etapas: introdução do universo, evolução do torneio e consequências diretas dos eventos principais.

O produtor Todd Garner e o roteirista Greg Russo já haviam comentado esse planejamento anteriormente, e a chegada de Jeremy Slater reforçou essa visão dentro da franquia. Com o novo longa-metragem já lançado, a possibilidade de expansão voltou a ganhar força nos bastidores da produção.

Qual o papel de Jeremy Slater nesse processo?

Jeremy Slater se tornou uma peça central na nova fase da franquia. Além de assinar o roteiro de Mortal Kombat 2, ele também participou de ajustes durante o processo de produção e pós-produção, algo incomum em grandes filmes de estúdio.

Esse envolvimento mais próximo fez com que sua visão criativa ganhasse mais influência no desenvolvimento da saga. Segundo o roteirista, a proposta agora é aproveitar os aprendizados dos dois primeiros filmes para ajustar o tom e a construção narrativa de futuras produções. Ele também afirma que o retorno de sessões internas e exibições-teste é considerado, mas sempre equilibrado com o planejamento geral da franquia.

notícias em destaque