Rodriguinho presta homenagem a Jorge Ben Jor com releitura intimista em projeto acústico

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Rodriguinho, um dos principais nomes do pagode contemporâneo brasileiro, lança uma versão especial do medley “Por Causa de Você e Chove Chuva”, clássicos de Jorge Ben Jor de 1963. Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube, a faixa integra o projeto Rodriguinho Acústico, gravado ao vivo no Teatro Bradesco, em São Paulo, em uma apresentação marcada pela proximidade com o público e o resgate das raízes musicais.

Medley une gerações e estilos com arranjos sofisticados

Com arranjos cuidadosamente elaborados, Rodriguinho imprime sua identidade artística ao medley, trazendo uma roupagem acústica que respeita a essência original das canções de Jorge Ben Jor. O resultado é uma fusão entre o samba-rock característico do icônico músico e o pagode romântico que consolidou Rodriguinho como um dos principais nomes do gênero nas últimas décadas. A releitura traz uma sonoridade que conecta diferentes públicos e gerações, reforçando a perenidade da música brasileira.

Projeto Rodriguinho Acústico: mais que um show, uma celebração

Gravado em um dos palcos mais prestigiados do país, o Teatro Bradesco, o Rodriguinho Acústico representa um momento especial de renovação e maturidade musical para o artista. O projeto reúne versões intimistas de seus grandes sucessos e homenagens a artistas que marcaram sua trajetória, como Jorge Ben Jor. A escolha pelo formato acústico permite um contato mais direto e verdadeiro com o público, aproximando o espectador da essência da música.

Rodriguinho fala sobre a homenagem e seu processo criativo

“Esse projeto é muito especial para mim. Sempre sonhei em fazer algo nesse formato, mais próximo, mais intimista, mais verdadeiro. Homenagear o Jorge Ben Jor foi uma forma de agradecer por tudo que ele representa na nossa música”, declarou Rodriguinho, destacando o peso e a importância da influência do mestre Jorge Ben Jor em sua carreira. O cantor também ressaltou o desafio e a satisfação de reinventar clássicos que fazem parte do patrimônio cultural brasileiro.

Além do lançamento nas plataformas de áudio, o medley está disponível no canal oficial de Rodriguinho no YouTube, ampliando o alcance da homenagem. A divulgação digital é parte estratégica do projeto, que aposta na aproximação com o público por meio de conteúdo audiovisual de qualidade. O formato acústico também se adapta bem às tendências atuais, valorizando a autenticidade e a simplicidade na experiência musical.

Maluma lança “Bronceador” e embala o verão com batida latina quente

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Foto: Reprodução/ Internet

Maluma está de volta. E como só ele sabe fazer: em grande estilo, com calor tropical, romance e ritmo que hipnotiza. Sua nova faixa, “Bronceador”, é mais do que um lançamento musical — é um convite ao prazer, ao sol e ao reencontro com suas origens caribenhas.

Produzida pelos renomados Mad Musick, Ily Wonder e Los Jaycobz, a música é uma explosão de energia latina. Tem sabor de brisa salgada, cheiro de pele bronzeada e o som das ruas quentes de Cartagena, onde o clipe foi filmado — um cartão-postal vivo da alma colombiana. Acompanhado pela modelo internacional Ariadna Gutiérrez, Maluma encena um flerte intenso e visualmente deslumbrante, sob a direção cinematográfica de Cesar Pimienta, o “Tes”.

Mas o que mais chama atenção não é só o ritmo dançante ou o visual de tirar o fôlego. É a vontade de se reconectar com a própria essência. Maluma olha para o mar e enxerga nele não apenas um cenário, mas um espelho. “Bronceador” não é só sobre o verão. É sobre pertencimento.

Juan Luis antes de Maluma

Antes do glamour, dos clipes milionários e dos prêmios internacionais, existia Juan Luis Londoño Arias — um menino de Medellín, nascido em 28 de janeiro de 1994, que dividia seu tempo entre a bola de futebol e o violão.

Durante a infância e adolescência, o futebol era seu primeiro amor. Passou pelas categorias de base do Atlético Nacional e La Equidad, clubes tradicionais da Colômbia. Mas, paralelamente, escrevia músicas, participava de concursos e se emocionava com as reações das pessoas às suas letras.

Aos 15 anos, ao gravar a canção “No Quiero” como presente de aniversário, percebeu que havia algo ali. Algo maior que o esporte. Algo que tocava os outros e a si mesmo de forma profunda. Foi quando nasceu Maluma — um nome criado a partir da combinação dos nomes de sua mãe (Marlli), pai (Luis) e irmã (Manuela). Um tributo silencioso à base de tudo: a família.

A partir de 2010, Maluma começou a dar passos firmes na indústria. O single “Farandulera” ganhou as rádios locais e logo chamou a atenção da Sony Music Colômbia. Em pouco tempo, vieram “Loco”, “Obsesión”, e hits como “La Temperatura”, com Eli Palacios, que abriu as portas da América Latina.

O primeiro álbum, Magia (2012), consolidou sua imagem de galã latino de voz suave e ritmo envolvente. Já Pretty Boy, Dirty Boy (2015) foi o divisor de águas: um trabalho onde Maluma assumia sem pudores sua dualidade — o lado romântico e o sedutor. Foi ali que o mundo passou a reconhecê-lo como um dos principais nomes da nova música latina.

Da glória às críticas — e o amadurecimento

Nem só de aplausos se faz uma carreira. Em meio ao sucesso estrondoso, vieram também as polêmicas. A letra de “Cuatro Babys” (2016) foi duramente criticada por associações feministas e setores da mídia por seu conteúdo sexual e supostamente misógino. Maluma, embora tenha defendido sua liberdade artística, passou a demonstrar maior cuidado nas mensagens de suas canções.

Ao mesmo tempo, ele amadurecia como artista e homem. Canções como “Felices los 4” e “HP” misturam ousadia com camadas mais densas. As colaborações também se tornaram mais frequentes — de Shakira a Madonna, de Ricky Martin a J Balvin, e até mesmo com Anitta, em uma parceria que consolidou sua conexão com o Brasil.

Um artista de múltiplas telas

Além de dominar os palcos e estúdios, Maluma soube explorar outras linguagens. Foi coach em The Voice Kids, lançou o documentário Lo Que Era, Lo Que Soy, Lo Que Seré, e deu um passo ousado rumo a Hollywood ao atuar no filme Marry Me (2022), ao lado de Jennifer Lopez.

No cinema, revelou carisma e versatilidade. No documentário, abriu as portas da própria intimidade: suas dúvidas, angústias e fé. Mostrou que por trás da estética impecável do pop star, há um ser humano em permanente construção.

O latino que o mundo aprendeu a ouvir

Com mais de 40 milhões de ouvintes mensais no Spotify e clipes com bilhões de visualizações, Maluma é hoje um símbolo da globalização da música latina. Sua mistura de reggaeton, pop, dancehall e romantismo conquistou mercados antes difíceis para artistas latinos — como Europa e Ásia.

Ele se apresentou nas maiores premiações do mundo, venceu Latin Grammy, Billboard e MTV Awards, e fez turnês internacionais com ingressos esgotados. Em 2018, foi a voz latina oficial da Copa do Mundo com “Colors”, em parceria com Jason Derulo. Maluma não é mais apenas colombiano. É global.

A alma por trás do artista

Mesmo com tanto sucesso, Maluma nunca escondeu sua conexão com as raízes. Ele ainda fala com orgulho de Medellín, da educação que recebeu, da fé que carrega. Seu Instagram está cheio de registros com a mãe, o pai, a irmã — e mais recentemente, com sua filha recém-nascida, fruto do relacionamento com a arquiteta Susana Gomez.

A paternidade, aliás, parece ter despertado uma nova sensibilidade. Em entrevistas recentes, ele fala sobre a importância de dar o exemplo, sobre criar uma filha em um mundo mais justo e igualitário. Sobre ser melhor como homem e como artista.

“Bronceador” como rito de passagem

“Bronceador” chega em um momento simbólico. Após mais de uma década de carreira, Maluma retorna à fonte de onde tudo surgiu: o ritmo quente da costa caribenha. Mas com um olhar diferente — mais maduro, mais consciente, mais inteiro.

A música traz influências do reggaeton raiz, mas com uma produção moderna e refinada. As letras falam de desejo, claro, mas também de entrega, de conexão com o presente. É como se Maluma estivesse dizendo: “ainda sou aquele menino de Medellín, mas agora sei exatamente quem sou e para onde vou”.

Um futuro com sabor tropical

Enquanto “Bronceador” invade playlists, rádios e pistas de dança, o mundo percebe que o verão latino está longe de acabar. E Maluma continua como um de seus maiores embaixadores.

O futuro da música latina passa por nomes que sabem se reinventar, que honram suas raízes e ousam no presente. E Maluma faz isso como poucos. Seu legado vai além dos charts. Está no modo como tornou a sensualidade latina uma linguagem universal. No jeito como conectou Medellín a Tóquio, Cartagena a Paris, com uma batida.

Antes mesmo da estreia da 2ª temporada, “Wandinha” é renovada para a 3ª — e prova que o gótico nunca sai de moda

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Foto: Reprodução/ Internet

Diga o que quiser sobre tendências passageiras da cultura pop. Pode falar dos hits que explodem num dia e evaporam no outro, das séries que lotam as timelines e desaparecem na semana seguinte. Mas há algo em Wandinha que escapou disso tudo — como se ela, com seu olhar gelado e passos calculados, tivesse atravessado a bagunça ruidosa do streaming e nos lembrado de algo essencial: o estranho, quando é verdadeiro, toca fundo.

Essa é, talvez, a melhor explicação para o anúncio inesperado (ou não tanto assim) feito pela Netflix: Wandinha foi renovada para sua terceira temporada antes mesmo da estreia da segunda, marcada para os dias 6 de agosto e 3 de setembro de 2025, em duas partes.

E quer saber? Essa renovação precoce nem soa como aposta — soa como consequência. Porque o fenômeno Wandinha não é hype. É identidade.

Uma garota sombria e um espelho invertido da cultura pop

Lá em 2022, quando a primeira temporada estreou, poucos previam que uma adolescente gótica, que raramente sorri, se tornaria uma das figuras mais reconhecíveis e queridas do entretenimento mundial.

Mas bastaram algumas semanas — e um punhado de frases afiadas — para que a personagem, vivida por Jenna Ortega, invadisse nossas telas, nossos feeds, nossas playlists, nosso guarda-roupa.

Sim, estamos falando de uma série que acumula mais de 1 bilhão de horas assistidas em menos de um mês, que liderou por semanas os rankings globais da Netflix, que superou até Stranger Things e Bridgerton. Mas mais do que um sucesso numérico, Wandinha se tornou um símbolo cultural. Um desses momentos em que a arte encontra o espírito do tempo — e o traduz em preto e branco (com um toque de sangue).

A anti-heroína que todos queriam, mas ninguém esperava

Há algo de profundamente libertador em assistir alguém como Wandinha ocupar o centro da narrativa. Ela não está interessada em ser boazinha. Não quer se apaixonar. Não precisa da aprovação de ninguém. E ainda assim (ou por causa disso), ela se conecta com milhões.

É como se, ao recusarmos os sorrisos forçados, a empatia automática e os finais felizes enlatados, estivéssemos abrindo espaço para uma verdade mais crua, mais autêntica. Wandinha é essa verdade. Ela é o incômodo necessário. A contradição viva. O silêncio eloquente.

E nesse silêncio, muita gente se viu. Gente que sempre se sentiu “demais” — ou “de menos”. Gente que aprendeu a sobreviver nas margens. Gente que nunca foi convidada pro baile da escola, mas que dançou sozinha no quarto até tarde da noite.


O DNA sombrio da série: Burton, Elfman e uma estética que é personagem

Parte do fascínio de Wandinha vem da sua atmosfera — que não é só visual, é sensorial. Quando os créditos sobem, a gente sente que respirou o mesmo ar gelado da Escola Nunca Mais. Que caminhou pelas florestas da Romênia. Que ouviu os estalos dos corredores antigos e o ranger de portões enferrujados.

O toque de Tim Burton, que dirigiu os quatro primeiros episódios e assinou a produção, é mais do que reconhecível — é visceral. A estética gótica, os enquadramentos excêntricos, o humor desconcertante… tudo remete àquele universo burtoniano que brinca com o macabro como quem serve chá.

A trilha sonora, claro, fica por conta de Danny Elfman. E ela não só embala, como assombra. A música de Wandinha é quase um feitiço — daquelas melodias que você ouve e já sente a temperatura cair uns três graus.

Enid, Thornhill, Tio Chico: por que o elenco também é uma dança de opostos

Se Wandinha é o núcleo, o elenco ao redor dela é a órbita. E cada personagem contribui com camadas que enriquecem o universo da série.

Temos Enid, a colega de quarto colorida e expansiva, interpretada com doçura por Emma Myers. O contraste entre as duas — o preto-e-branco versus o arco-íris — gera uma das dinâmicas mais cativantes da série. É quase como se fossem duas metades de uma mesma inquietação adolescente.

Christina Ricci, que viveu Wandinha nos anos 90, retorna agora como a misteriosa professora Thornhill. É mais do que uma participação especial: é uma ponte entre gerações. Um aceno afetuoso aos fãs mais antigos, sem depender da nostalgia fácil.

No papel de Tio Chico, Fred Armisen rouba a cena com uma mistura deliciosa de esquisitice e afeto. Catherine Zeta-Jones como Morticia e Luis Guzmán como Gomez reimaginam o casal icônico com uma latinidade calorosa e um humor sinistro, mas sempre apaixonado.

E não dá para esquecer dos estudantes da Escola Nunca Mais: Xavier, Bianca, Tyler… todos habitando um mundo onde o estranho é norma, e a normalidade, uma aberração.

Segunda temporada: o que esperar de Wandinha versão 2025?

A nova temporada já nasce com a responsabilidade de manter (ou superar) o padrão altíssimo da anterior. Mas ao que tudo indica, não faltam planos ambiciosos.

A segunda temporada será dividida em duas partes. Uma estreia no dia 6 de agosto, a outra, no 3 de setembro. A estratégia visa prolongar o envolvimento do público e, claro, gerar mais teorias, fanarts e especulações.

Nas palavras dos criadores Al Gough e Miles Millar, a nova leva de episódios mergulhará ainda mais fundo nos segredos da Escola Nunca Mais, nas catacumbas da família Addams, e nos conflitos internos de Wandinha. Mais mistério, menos romance — como a própria Jenna Ortega já havia sugerido.

E por falar nela…

Jenna Ortega: a atriz que virou ícone — e que carrega Wandinha com a alma

A escolha de Jenna Ortega para o papel principal pode ter parecido ousada num primeiro momento. Mas hoje, soa como destino.

Com sua entrega milimétrica, seu olhar penetrante e sua postura que mistura vulnerabilidade e dureza, Jenna construiu uma Wandinha tridimensional. Não é uma caricatura. É uma adolescente complexa, com feridas, intuições e um senso de justiça próprio.

O fato de a atriz ter feito questão de participar ativamente da construção da personagem — inclusive coreografando a icônica dança do episódio 4 — diz muito sobre sua conexão com o papel.

Jenna não está apenas interpretando Wandinha. Ela é Wandinha. E o mundo, ao que tudo indica, está feliz com isso.

Terceira temporada confirmada: o que ainda pode ser contado?

A Netflix anunciou a renovação da série para a 3ª temporada mesmo antes de a segunda ir ao ar. É o tipo de decisão rara — e reveladora. Porque não se trata apenas de audiência. É uma aposta na longevidade de um universo narrativo que ainda tem muito a oferecer.

O que vem por aí? Ninguém sabe ao certo. Mas as pistas apontam para mais segredos da família Addams, novos vilões sobrenaturais e dilemas emocionais que vão testar os limites de Wandinha — inclusive os dela consigo mesma.

Fala-se em novos parentes, em novos professores, em mais lendas sinistras escondidas nas sombras da Escola Nunca Mais. E, claro, em mais sarcasmo, mais silêncio e mais frases cortantes que nos farão rir sem culpa.

Muito além do entretenimento: o impacto cultural de Wandinha

Você pode ver Wandinha como uma série de mistério adolescente. Ou como uma sátira gótica. Ou até como uma homenagem a Tim Burton. Mas o que talvez a torne tão especial é que ela também é um sinal dos tempos.

Em um mundo em que ser diferente ainda é motivo de exclusão, Wandinha representa a coragem de ser quem se é — mesmo que isso assuste os outros. Ou talvez, justamente por isso.

Ela virou figurinha de WhatsApp. Tema de festa. Look de Halloween. Letra de música indie. Página de diário. Referência fashion. Inspiração para quem achava que não pertencia.

E tudo isso sem nunca forçar a barra. Sem lição de moral. Sem discurso pronto. Só sendo… ela mesma.

A força do estranho — e por que precisamos disso agora

Vivemos numa época de ruído constante, onde tudo parece urgência, polidez ensaiada e sorrisos de filtro. E então surge Wandinha: quieta, firme, afiada.

Ela nos lembra que o silêncio também fala. Que o estranho pode ser belo. Que não precisamos nos encaixar em nada para merecer estar aqui.

Talvez por isso, essa série tenha se tornado um fenômeno global. Não porque agrada a todos. Mas porque acolhe quem nunca se sentiu agradado por ninguém.

Enquanto a nova temporada não chega…

Reveja aquela cena da dança. Repare nos detalhes da Escola Nunca Mais. Ouça a trilha sonora num dia nublado. Vista preto com mais convicção. Escreva uma carta com sarcasmo afetuoso. Ou apenas sinta-se à vontade na sua própria esquisitice.

Porque Wandinha não é só uma série que assistimos. É um lugar simbólico para onde fugimos quando o mundo parece idiota demais. É um lembrete de que somos muitos — e estamos acordando.

E agora que sabemos que ela volta para uma terceira temporada, podemos respirar aliviados.

Mesmo que Wandinha não o faça.

Fuzil, o irreverente ‘Herói do Brasil’, é o convidado do “The Noite com Danilo Gentili” desta quarta (23/07)

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Foto: Divulgação/ SBT

Na noite desta quarta-feira, 23 de julho de 2025, o palco do The Noite com Danilo Gentili recebe um convidado que carrega não apenas anos de estrada no rádio e na TV, mas também uma trajetória marcada por reinvenções, tropeços, afetos e a rara habilidade de rir de si mesmo. Fuzil, o “herói do Brasil” — como ficou conhecido entre os fãs do Pânico —, retorna ao centro das atenções para uma conversa que promete ser tão hilária quanto tocante. As informações são do SBT.

Mais do que uma figura popular entre os ouvintes e telespectadores brasileiros, Fuzil é símbolo de um tipo de comunicador que nasce da rua, cresce entre o povo e constrói sua força com carisma e vulnerabilidade. A entrevista, gravada nos estúdios do SBT, irá ao ar à meia-noite e promete trazer à tona lembranças do passado, detalhes de sua vida longe dos holofotes e os bastidores de seu aguardado retorno à televisão. Mas quem é o homem por trás do apelido? E por que sua presença no The Noite gera tanta expectativa?

O radialista que virou personagem – e depois virou pai, filho e sobrevivente

Para muitos, Fuzil é aquele repórter irreverente que corria pelas ruas com um microfone na mão, distribuía perguntas provocativas e arrancava gargalhadas com situações inusitadas. Mas por trás da persona sempre esteve um comunicador de alma popular, formado na escola da observação direta, da escuta e do improviso. Natural de São Paulo, ele iniciou a carreira no rádio ainda jovem, em meio à efervescência dos anos 1990. Passou por diversos programas e emissoras até ganhar projeção nacional como repórter de rua do Pânico, tanto no rádio quanto na TV. Era o tempo da zoeira desmedida, do humor físico, dos quadros em que ele se jogava — muitas vezes literalmente — de paraquedas, no chão, no ridículo.

Fuzil virou personagem. E como acontece com tantos personagens cômicos, sua dor pessoal era muitas vezes invisível por trás da máscara. “Quando você trabalha com humor, muita gente acha que sua vida é leve. Mas não é. Às vezes, é exatamente o oposto. Você precisa ser forte pra continuar fazendo os outros rirem quando você mesmo tá em pedaços”, já declarou em entrevistas anteriores.

Um tempo de silêncio: o luto que mudou tudo

Nos últimos anos, Fuzil esteve mais recluso, longe das câmeras. O que poucos sabiam é que esse afastamento foi provocado por uma perda devastadora: a morte de seu pai. O luto o tirou de cena por algum tempo. Não por falta de trabalho ou talento, mas por necessidade emocional. “Era como se o mundo tivesse ficado sem cor”, contou recentemente nas redes sociais. “Você perde o chão. E quando você vive do riso, fica difícil achar qualquer graça nas coisas.”

Essa fase marcou um ponto de virada em sua vida. Foi quando, segundo pessoas próximas, ele passou a rever sua relação com a fama, com o corpo, com o tempo e, principalmente, com sua filha. Fuzil se redescobriu como pai e entendeu que a presença afetiva precisava ser mais forte do que a presença pública. Essa redescoberta também incluiu cuidar de si — física e emocionalmente. “Eu passei a me olhar com mais carinho. Não só por fora, com estética, mas por dentro também. Era hora de me dar um novo começo”, confidenciou.

O convite de Emílio Surita: um bilhete para o recomeço

Foi em meio a esse redemoinho emocional que chegou o convite que mudaria o rumo de sua trajetória. Emílio Surita, apresentador e um dos idealizadores do Pânico, o chamou para retornar à nova versão do programa — agora no YouTube e nas redes sociais, com o frescor de um novo formato e a essência de sempre.

“Eu nem estava esperando. Tinha acabado de enterrar meu pai. Estava num dos momentos mais tristes da minha vida. E aí, dois dias depois, chega a mensagem do Emílio. Achei que era brincadeira”, revelou em entrevista a um podcast recente.

O reencontro com os antigos colegas de bancada não foi apenas profissional. Foi emocional. Foi o resgate de uma identidade, de uma voz que parecia ter sido engolida pela dor e pelo tempo. O retorno também o colocou diante de um público renovado, jovem, ávido por humor — mas também por verdade.

“Hoje eu não tenho mais vergonha de mostrar meu lado humano. Antes, eu achava que precisava ser o piadista o tempo todo. Agora não. Agora eu sou o Fuzil por inteiro.”

O Herói do Brasil: por que esse apelido continua fazendo sentido

Durante os anos em que participou do Pânico, Fuzil ganhou o apelido de “Herói do Brasil”. O nome nasceu do humor — um herói atrapalhado, quase uma paródia —, mas, com o tempo, passou a carregar outro significado. Ser herói, no caso de Fuzil, nunca foi sobre força física, nem sobre superpoderes. Era sobre coragem emocional. Sobre acordar no meio do caos e ainda assim tentar fazer alguém sorrir. Sobre não desistir quando tudo diz que sim. Sobre viver de improviso — como tantos brasileiros fazem.

E é por isso que, mesmo depois de tantos anos, ele continua sendo chamado assim. “Eu acho que virei herói porque sobrevivi”, brinca. “E sobrevivi com humor. Que é a maior arma que a gente tem.”

Expectativas para a entrevista no The Noite

O programa promete ser mais do que uma simples entrevista. Será um reencontro. Não só de Fuzil com a TV aberta, mas do público com uma figura que, mesmo longe das telas, permaneceu no imaginário afetivo de gerações. Segundo a produção, a conversa trará bastidores da carreira, histórias inéditas do rádio e da TV, curiosidades sobre sua rotina e, claro, momentos de puro humor — marca registrada de ambos os lados da bancada.

Gentili, conhecido por conduzir entrevistas com leveza e ironia, teria se emocionado em alguns trechos, especialmente ao tocar em temas como paternidade e saúde mental. “É uma honra conversar com alguém que representa tanto a resistência da comunicação popular brasileira”, adiantou o apresentador nos bastidores.

Além do programa: os próximos passos de Fuzil

A volta aos holofotes não se resume ao The Noite. Fuzil já está envolvido em novos projetos: conteúdos no TikTok e YouTube, participação em podcasts, possíveis quadros no novo Pânico e até um documentário sobre sua trajetória. Além disso, há planos de um livro, no qual ele pretende contar os bastidores da fama, os momentos de escuridão e os aprendizados de quem aprendeu a rir mesmo quando tudo parecia desabar. “A vida nunca me deu nada fácil. Mas eu também nunca pedi moleza. Só pedi pra não ser esquecido. E acho que, de algum jeito, o público nunca me esqueceu.”

Uma Boa Notícia | Documentário brasileiro sobre Cuidados Paliativos chega gratuitamente ao Globoplay

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Em meio a uma rotina médica tantas vezes marcada por diagnósticos difíceis e decisões complexas, surge uma narrativa diferente — feita de escuta, acolhimento e presença. O documentário brasileiro Uma Boa Notícia – o conforto sob a tempestade acaba de chegar ao catálogo do Globoplay, oferecendo ao público uma rara e tocante imersão no universo dos Cuidados Paliativos no Brasil.

Fruto de uma colaboração entre o A.C.Camargo Cancer Center, o Instituto Ana Michelle Soares e o canal Futura, o filme é o primeiro sobre o tema a ser disponibilizado de forma gratuita na plataforma de streaming da Globo. Mais do que um conteúdo informativo, a produção se propõe a provocar reflexão — e, acima de tudo, humanidade.

Quando o cuidado é mais que tratamento

Durante seus pouco mais de 50 minutos, o documentário acompanha profissionais da saúde, pacientes e familiares que convivem diariamente com o câncer e com outras doenças graves. Mas engana-se quem espera uma narrativa centrada na dor ou na despedida. O que “Uma Boa Notícia” mostra é justamente o contrário: o poder do cuidado ativo, sensível e contínuo, que busca aliviar sofrimentos e valorizar o tempo de vida com dignidade e escuta atenta.

No centro do filme está a rotina dos profissionais do A.C.Camargo Cancer Center, referência nacional em oncologia, e um dos primeiros no país a adotar a abordagem dos Cuidados Paliativos de forma integrada ao tratamento desde o início da jornada do paciente.

“Cuidados Paliativos não são o fim”

A frase escolhida como slogan do filme – “Cuidados Paliativos não são o fim, são apenas o começo” – resume bem a proposta da obra. Muito além do estigma da terminalidade, o documentário reforça que esse tipo de cuidado não significa desistência, mas sim uma virada de chave no modo como a medicina e a sociedade enxergam o sofrimento humano.

A abordagem paliativista se concentra em aliviar sintomas físicos, dores emocionais, angústias existenciais e até questões sociais que afetam o bem-estar do paciente e de quem está ao seu lado. Trata-se de uma prática que reconhece a pessoa em sua integralidade — e não apenas a doença que a acomete.

Histórias que tocam, vidas que inspiram

Com um olhar sensível e respeitoso, a produção se aproxima de histórias reais de pacientes que enfrentam o câncer com coragem, vulnerabilidade e, muitas vezes, bom humor. Através de depoimentos comoventes e momentos de acolhimento, o documentário revela que o cuidado paliativo também pode ser sinônimo de esperança, mesmo em cenários complexos.

Ao lado desses relatos, o público também conhece o dia a dia de médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e assistentes sociais que atuam como pontes entre o sofrimento e o alívio possível. Profissionais que, mesmo diante de situações difíceis, oferecem conforto — físico, emocional e até espiritual.

Da ideia ao streaming: uma construção coletiva

Dirigido por Flávio Vieira, que também assina o roteiro ao lado de Tom Almeida e da jornalista Juliana Dantas, o projeto nasceu da vontade de ampliar o debate público sobre um tema ainda cercado de tabus. Com o apoio do canal Futura e o envolvimento direto do Instituto Ana Michelle Soares — criado em homenagem à médica paliativista que se tornou símbolo da humanização no cuidado —, o documentário ganha força não só como conteúdo audiovisual, mas como ferramenta de conscientização.

Segundo os realizadores, a ideia foi mostrar que, mesmo em contextos adversos, é possível construir uma jornada de cuidado marcada por sentido, presença e autonomia.

Acesso gratuito e necessário

O documentário já está disponível gratuitamente para todos os assinantes do Globoplay, incluindo no plano aberto com login. É uma oportunidade rara de conhecer uma parte fundamental da medicina que, muitas vezes, permanece invisível para o grande público.

Fica Com a Gente | Edu Guedes volta à TV com Ana Hickmann após cirurgia

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Foto: Reprodução/ Internet

Algumas presenças na televisão atravessam os anos como velhos amigos que nunca deixam de fazer parte da nossa rotina. Edu Guedes é uma dessas figuras. Seu sorriso sereno, sua voz tranquila, o jeito de ensinar receitas como quem oferece um abraço. Na próxima terça-feira, 5, esse reencontro com o público ganha um novo significado: o chef está de volta ao “Fica Com a Gente”, na RedeTV!, após um delicado período de recuperação. E não estará sozinho.

Ao seu lado, no estúdio, estará Ana Hickmann. Não só colega de profissão e ex-companheira de bancada nos tempos do Hoje em Dia, mas agora, oficialmente, sua companheira de vida. Os dois vão cozinhar juntos, sim — mas, mais do que isso, vão dividir o momento com quem sempre esteve com eles, mesmo de longe: o público.

“Eu senti cada palavra que me mandaram”

Nos últimos meses, quem acompanha Edu pelas redes sociais percebeu um silêncio respeitoso. Um silêncio que dizia muito: ele estava se cuidando, enfrentando, respirando fundo. E, aos poucos, dividiu com os fãs a razão de seu afastamento: um câncer no pâncreas, descoberto após uma crise renal. As informações são da BBC.

Foi um susto. Para ele, para a família, para todos que o acompanham há tantos anos. Mas mesmo em meio à incerteza, Edu fez o que sempre soube fazer bem: acolheu o momento com leveza, gratidão e esperança. “Cada palavra de carinho, força e apoio chegou aqui com muita intensidade e fez toda a diferença”, escreveu, em uma de suas mensagens mais tocantes.

Houve dor, claro. Houve medo. Mas também houve amor — muito amor. Nas mensagens, nas orações, nos comentários cheios de fé. Edu não enfrentou a doença sozinho. E talvez seja isso que torne seu retorno tão especial.

Um reencontro que vai além da tela

Na terça-feira, o estúdio da RedeTV! será mais do que um cenário. Será quase um lar. Porque, ao lado de Edu, estará Ana — mulher que entrou em sua vida primeiro como parceira de trabalho, depois como amiga, e hoje, como amor e alicerce. Juntos, eles superaram feridas antigas, reencontraram um no outro o que a vida tem de mais bonito: recomeços. O pedido de casamento aconteceu há poucos meses, durante uma viagem a Portugal. Foi discreto, íntimo, como tudo que é verdadeiro costuma ser. E agora, esse amor amadurecido ganha espaço também diante das câmeras. No programa, eles vão cozinhar juntos. Mas os ingredientes principais serão outros: cumplicidade, afeto, superação.

A cozinha como lugar de cura

Para Edu, a cozinha nunca foi apenas trabalho. Sempre foi lar, memória, saudade de vó, cheiro de infância. Foi onde aprendeu a escutar o mundo em silêncio, mexendo panelas, observando a reação das pessoas diante de um prato bem feito. É ali, com as mãos nos temperos e o coração nos detalhes, que ele se sente inteiro. Por isso, voltar à TV tem tanto peso emocional. Não é sobre audiência. É sobre vida. Depois da cirurgia, depois da cicatriz, depois do susto, ele está de volta ao seu lugar. E leva com ele tudo o que viveu nesse tempo de ausência. Não para esconder — mas para dividir.

Uma jornada feita de quedas e recomeços

Edu Guedes nunca escondeu suas fragilidades. Em 2020, um acidente grave o fez perder, temporariamente, o movimento do braço esquerdo. Canhoto, precisou reaprender a cozinhar com a mão direita. Um desafio que ele enfrentou com calma e determinação. Agora, mais uma vez, a vida lhe pede força. E ele entrega. Não como herói, mas como ser humano. Com dúvidas, com medo, mas também com coragem e fé. Entre idas e vindas na TV, mudanças de emissora e reinvenções, Edu sempre manteve a essência: alguém que olha no olho, que não tem medo do simples, que trata o público como gente da casa.

Um gesto de amor diante das câmeras

A edição especial do programa não é apenas o retorno de um apresentador. É um rito de passagem. Um reencontro entre quem já passou pelo vale e agora enxerga o topo da montanha. Um agradecimento coletivo, silencioso e emocionado. Ana e Edu vão cozinhar, sim. Mas vão também celebrar a vida. E convidar o público a fazer o mesmo.

The Rose se reconecta com fãs brasileiros em show exclusivo da turnê “Once Upon a WRLD”

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Foto: Reprodução/ Internet

Nem todo mundo entende o amor que se sente por uma banda. E tudo bem — porque quem sente, sabe. É aquele arrepio quando os primeiros acordes soam. A lágrima que escapa sem pedir licença. O peito que aperta quando a letra parece ter sido escrita exatamente para aquele momento da sua vida. E é justamente esse tipo de laço que une os fãs brasileiros ao The Rose, um dos grupos mais sensíveis, talentosos e emocionais que a Coreia do Sul já revelou.

No próximo dia 8 de agosto, esse vínculo se materializa em forma de música no palco da Vibra São Paulo. Em uma apresentação única no Brasil, a banda dá sequência à sua turnê mundial “Once Upon a WRLD”, celebrando não apenas um novo capítulo em sua carreira, mas também o reencontro com um público que nunca deixou de acreditar — mesmo nos silêncios.

Mais que uma turnê: um conto sobre resistir, recomeçar e florescer

The Rose nunca foi só uma banda. Sempre soou mais como uma carta aberta, um abraço em forma de som, uma conversa entre almas que se entendem mesmo sem falar a mesma língua. Desde os primeiros dias, ainda em 2017, quando gravavam vídeos simples e despretensiosos, o grupo chamava atenção não apenas pela estética, mas pela entrega emocional rara.

Agora, após um hiato de um ano e meio sem lançamentos inéditos, eles voltam com o EP “WRLD” — um trabalho que carrega mais do que novas músicas. Carrega vivências, processos de cura, experimentações com gêneros como o country e reflexões profundas sobre o tempo, os encontros e o que significa, de fato, estar presente.

E é exatamente isso que a turnê “Once Upon a WRLD” propõe: não só um show, mas uma jornada. Cada canção é uma página, cada performance uma nova paisagem desse universo íntimo que a banda convida o público a explorar. Não à toa, o nome evoca uma fábula. Um conto de recomeços — onde cada um que ouve se reconhece como parte da história.

A noite do dia 8 de agosto será sobre memória afetiva

Woosung (vocal e guitarra), Dojoon (vocal e multi-instrumentista), Jaehyeong (baixo) e Hajoon (bateria) já passaram por altos e baixos. O serviço militar obrigatório interrompeu a trajetória da banda em 2019, e por um tempo, parecia que aquele silêncio poderia durar mais do que o necessário.

Mas o destino — e o amor dos fãs — tinham outros planos.

Foi durante um show solo de Woosung, em 2022, que a fagulha reacendeu. O reencontro dos quatro no palco emocionou quem estava lá, mas também acendeu uma chama global. Logo veio o álbum HEAL, um verdadeiro manifesto emocional, que alcançou a quarta posição na Billboard Heatseekers Chart e embalou uma turnê de tirar o fôlego: mais de 90 mil pessoas ao redor do mundo se conectaram com aquele som que parecia saber exatamente onde doía — e como aliviar.

Do Coachella para a Vibra: The Rose em nova fase

Nos últimos dois anos, a banda não parou. Se apresentou no Lollapalooza Chicago em 2023, fez história no Coachella 2024, e lançou o álbum DUAL, que estreou na Billboard 200 e se debruça sobre o tema do “equilíbrio”: entre o que fomos e o que nos tornamos. Entre a luz e a sombra. Entre a dor e o alívio.

Mas agora é tempo de olhar adiante. WRLD traz novas texturas, sons inesperados e letras que não têm medo de se despir. The Rose parece mais livre, mais à vontade em ser quem é — e essa leveza se transforma em potência nos palcos.

Em São Paulo, o repertório promete um passeio por todas essas fases, mas com uma atmosfera especialmente brasileira. Os fãs por aqui são conhecidos por cantar em coro, por preparar homenagens, por transformar um show em algo quase sagrado. E com certeza não será diferente na Vibra, uma das casas de espetáculo mais completas do país, que vai virar um verdadeiro jardim de emoções por uma noite.

Mais do que fãs, cúmplices de uma jornada

Para quem acompanha o The Rose desde o início, cada música tem uma lembrança. “Sorry”, talvez, tenha sido trilha de um fim de relacionamento. “She’s in the Rain” pode ter embalado dias nublados da alma. Já “Sour” serviu como um desabafo silencioso. Não importa qual seja a faixa: há sempre um sentimento ali.

E o curioso é que mesmo quem conheceu a banda recentemente sente o mesmo impacto. Porque a arte do The Rose é atemporal. Tem algo na forma como eles olham para a câmera, como seguram os instrumentos, como silenciam entre um acorde e outro, que nos convence de que tudo o que está sendo dito vem de um lugar muito real.

Esse show em São Paulo, então, não será apenas para os fãs de longa data. Será também para aqueles que acabaram de descobrir a banda. Para quem vai sozinho, mas sabe que estará em meio a centenas de corações que batem no mesmo ritmo. Para quem quer, por algumas horas, simplesmente se permitir sentir.

Um show, muitos significados

É possível que a apresentação do dia 8 de agosto dure cerca de duas horas. Mas, para muitos, será lembrada por uma vida inteira. Porque noites assim ficam — e não apenas nos vídeos gravados no celular. Ficam no olhar trocado com quem estava ao lado, no sorriso emocionado de um dos integrantes ao ouvir o público cantando em coreano, na certeza de que a música é, sim, capaz de curar.

E quando as luzes se apagarem, quando o último acorde ecoar e os gritos se transformarem em suspiros, ficará a memória de um show que foi mais do que entretenimento: foi um respiro. Uma pausa bonita do mundo lá fora.

Serviço

📍 Local: Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida – São Paulo – SP
📅 Data: 8 de agosto de 2025 (sexta-feira)
🕕 Abertura da casa: 18h
🎤 Início do show: 20h
🎫 Ingressos: De R$210 (meia-entrada Plateia 3) a R$990 (inteira Pista Premium)
👥 Capacidade: 5.455 pessoas
🔞 Classificação etária: 15 anos
🎟 Realização: Time For Fun (T4F)

Megalópolis | Obra-prima de Francis Ford Coppola chega ao Telecine com Adam Driver no papel principal

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Foto: Courtesy/ Lionsgate

O universo do streaming ganha nesta sexta-feira, 15 de agosto, uma obra que promete desafiar a imaginação do público: Megalópolis, o mais recente filme de Francis Ford Coppola, chega ao catálogo do Telecine. Após sua estreia nos cinemas em setembro de 2024, o longa desembarca agora na televisão brasileira, com exibição no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, oferecendo ao público a chance de mergulhar em uma experiência cinematográfica grandiosa, futurista e, acima de tudo, profundamente humana.

A produção marca o retorno do cineasta a um estilo épico que mistura ficção científica, política, arquitetura e dilemas éticos, uma combinação que reflete décadas de amadurecimento artístico e pessoal. No centro dessa narrativa está Cesar Catilina, interpretado por Adam Driver, um arquiteto visionário cuja obsessão por perfeição transforma sua jornada em algo maior do que ele próprio: a reconstrução de Nova York, agora renomeada como “Nova Roma”, em uma metrópole que une tecnologia, sustentabilidade e justiça social.

Cesar Catilina não é apenas um arquiteto genial; ele é um sonhador determinado, capaz de transformar ideias grandiosas em realidade concreta. A catástrofe que atinge Nova York serve como catalisador para a criação de sua visão: uma cidade que transcenda o caos urbano, promovendo equilíbrio entre inovação, arte e convivência humana. O material revolucionário que Catilina descobre para a construção das novas estruturas se torna um símbolo de esperança, mas também de obsessão — afinal, seu ideal de perfeição é tão inspirador quanto perigoso.

O caminho de Catilina, porém, não é solitário. Ele enfrenta Franklin Cicero, prefeito da cidade e interpretado por Giancarlo Esposito, cuja visão de poder está enraizada na corrupção e nos interesses políticos estabelecidos. A tensão entre esses dois mundos — idealismo versus pragmatismo, sonho versus poder — é amplificada pela presença de Julia Cicero (Nathalie Emmanuel), filha do prefeito, que se vê dividida entre a lealdade à família e o amor por Cesar. Esse triângulo cria não apenas drama, mas também reflexões sobre ética, lealdade e os limites da ambição humana.

Além do trio principal, o filme conta com nomes de peso como Forest Whitaker, Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne, Talia Shire e Dustin Hoffman, reunindo uma geração de atores que combina talento, diversidade e experiência para dar vida a personagens complexos, humanos e memoráveis.

A gênese de um sonho cinematográfico

O filme é um projeto que acompanha Coppola há mais de quatro décadas. A ideia surgiu nos anos 1980, quando o diretor começou a desenhar o conceito de uma cidade utópica que refletisse suas preocupações com sociedade, poder e arquitetura. Ao longo dos anos, Coppola trabalhou em outros filmes, incluindo Drácula (1992), Jack (1996) e The Rainmaker (1997), muitas vezes com o objetivo de financiar seu grande sonho: criar uma narrativa grandiosa e pessoal, livre de limitações comerciais.

O diretor trabalhou lado a lado com o artista de quadrinhos Jim Steranko, responsável por dar forma visual às ideias de Nova Roma antes mesmo das filmagens. Cada detalhe da cidade, desde arranha-céus flutuantes até avenidas projetadas para o transporte sustentável, passou por esboços detalhados, refletindo o cuidado de Coppola em criar um universo coerente e esteticamente impactante.

Essa atenção aos detalhes e a busca por excelência visual evocam lembranças de Apocalypse Now, não apenas pela escala e ambição da produção, mas também pelos desafios enfrentados durante a realização do projeto. Megalópolis é, em muitos sentidos, um testamento da perseverança artística de Coppola e da sua capacidade de sonhar grande, mesmo diante de adversidades.

Filmagens e desafios da produção

As filmagens começaram oficialmente em 1º de novembro de 2022, nos Trilith Studios, na Geórgia, com a intenção de explorar tecnologias inovadoras de efeitos visuais. Inicialmente, Coppola pretendia usar a tecnologia OSVP no Prysm Stage para criar efeitos de grande escala de maneira revolucionária. No entanto, desafios técnicos e aumento de custos levaram a produção a adotar uma abordagem mais tradicional com tela verde, sem comprometer a ambição estética do filme.

O orçamento do projeto ultrapassou os US$120 milhões iniciais, provocando comparações inevitáveis com os problemas enfrentados por Coppola em Apocalypse Now. Algumas mudanças na equipe, incluindo saídas da designer de produção Beth Mickle e do diretor de arte David Scott, não abalaram a determinação do cineasta. Adam Driver descreveu a experiência como “uma das mais intensas e enriquecedoras de sua carreira”, destacando a complexidade emocional exigida pelos personagens e a grandiosidade do cenário futurista.

O diretor Mike Figgis registrou os bastidores, documentando a magnitude do projeto e oferecendo ao público uma perspectiva única sobre o processo de criação de um filme de tamanha ambição. As filmagens foram concluídas em 30 de março de 2023, após cinco meses de dedicação intensa de toda a equipe.

Um futuro imaginado

Visualmente, o filme é uma obra de tirar o fôlego. Nova Roma surge como uma cidade que mistura futurismo, classicismo e utopia arquitetônica. Arranha-céus verticais e horizontais, avenidas com transporte sustentável, praças que unem arte e tecnologia: cada elemento foi concebido para impressionar e criar uma narrativa visual que dialogue com a complexidade humana dos personagens.

A cinematografia privilegia planos amplos que revelam a escala monumental da cidade, enquanto o drama humano permanece no centro da história. A equipe internacional de efeitos visuais trabalhou para transformar ideias impossíveis em realidade plausível, garantindo que cada cena transmitisse emoção, grandiosidade e verossimilhança. O resultado é uma experiência cinematográfica que prende o espectador e o convida a refletir sobre o futuro das cidades e da sociedade.

Ficção científica no Telecine

O lançamento do filme no Telecine chega em um momento em que o gênero de ficção científica está em alta. O catálogo da plataforma, integrado ao Globoplay, reúne clássicos como Metrópolis, de Fritz Lang, trilogias icônicas como De Volta para o Futuro, e produções contemporâneas como Lucy e a franquia Jurassic World. Ao entrar nesse contexto, Megalópolis dialoga com questões universais: sustentabilidade, responsabilidade social e os desafios éticos de um mundo cada vez mais tecnológico.

O elenco e a densidade emocional

O elenco do filme combina veterania e jovens talentos. Adam Driver entrega uma performance intensa e complexa, equilibrando idealismo, ambição e vulnerabilidade. Giancarlo Esposito dá profundidade ao antagonista Franklin Cicero, um político astuto e implacável. Nathalie Emmanuel representa Julia Cicero, o elo emocional entre os dois mundos, mostrando o peso da lealdade familiar versus a busca pelo amor e pelo sonho. A presença de atores como Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne e Dustin Hoffman fortalece a narrativa, garantindo momentos de introspecção e emoção mesmo diante de cenários grandiosos e futuristas.

Disponibilidade na TV e streaming

Para quem prefere assistir em casa, o longa-metragem estreia no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, e terá nova exibição no Pipoca no domingo, 17, às 20h. Além disso, estará disponível no catálogo de streaming do Telecine via Globoplay, garantindo acesso em diferentes dispositivos e horários, permitindo que cada espectador escolha a forma de se conectar com a cidade dos sonhos de Catilina.

No Mega Sonho deste sábado (16/08), Marcelo de Carvalho recebe Maike Cruz e a dupla Julya e Maryana

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Neste sábado, 16 de agosto, o palco do Mega Sonho promete ser palco de emoção, desafios e diversão, com a presença do empresário e atleta Maike Cruz, conhecido do grande público por sua participação no Big Brother Brasil 25 (BBB25), e da dupla musical Julya e Maryana, fenômeno do TikTok e representantes da cultura sertaneja contemporânea. Apresentado por Marcelo de Carvalho, o game show da RedeTV! mantém seu formato dinâmico, reunindo celebridades e participantes comuns em provas que misturam raciocínio, agilidade e momentos de pura descontração, com a grande promessa de um prêmio milionário no final da noite.

O programa, que vai ao ar aos sábados, às 23h10, segue atraindo público fiel graças à sua mistura única de entretenimento, desafios e interação direta entre participantes e celebridades. E neste episódio, a presença de Maike Cruz e da dupla de Lucas do Rio Verde, Julya e Maryana, acrescenta ainda mais brilho e energia ao palco, unindo personalidades de diferentes áreas do entretenimento e reforçando a proposta do show: transformar sonhos em realidade com emoção e leveza.

Maike Allan Cruz, nascido em 7 de maio de 1994, em São Paulo, capital, conquistou notoriedade nacional após sua participação no BBB25, quando integrou o famoso Time Pipoca. Aos 30 anos, o representante comercial e atleta mostrou personalidade, competitividade e carisma que rapidamente cativaram o público. Fora da casa mais vigiada do Brasil, Maike mantém uma rotina ligada ao esporte, aos negócios e ao engajamento digital, com o perfil oficial no Instagram.

No programa, ele promete trazer toda a garra que demonstrou no reality show para as provas, ajudando os participantes a se manterem focados e engajados, além de encarar desafios que testam raciocínio rápido, estratégia e habilidade. Segundo Maike, a experiência de participar do BBB25 o ensinou a lidar com pressão e a valorizar a colaboração, elementos que, sem dúvida, serão importantes para o episódio deste sábado.

Além de sua carreira televisiva, Maike Cruz se destaca como atleta, participando de competições que exigem disciplina e resistência física. Essa combinação de características, aliada à sua simpatia, torna sua participação no programa um ponto de interesse não apenas para fãs do reality show, mas também para o público que acompanha o Mega Sonho em busca de emoção e identificação com histórias de superação.

Completando o time de convidados especiais, a dupla Julya e Maryana traz ritmo, autenticidade e a energia típica do sertanejo contemporâneo. Nativas de Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, elas conquistaram fama nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde acumulam mais de 140 mil seguidores e 1,1 milhão de curtidas. A presença das artistas no palco do “Mega Sonho” representa a fusão entre música, entretenimento e a proximidade com o público jovem, conectado às tendências digitais.

Durante o programa, Julya e Maryana animam a plateia ao som de “Cowboyzona”, música que reflete a ligação da dupla com o campo, suas raízes e seu projeto artístico, que valoriza autenticidade e storytelling musical. Mas a participação delas não se limita à música: ao lado de Maike Cruz, elas encaram provas e desafios que exigem raciocínio ágil e criatividade, interagindo com os participantes de forma leve, divertida e inesperada.

A trajetória de Julya e Maryana é marcada por dedicação, persistência e proximidade com o público. Antes do sucesso nas redes, a dupla trabalhava com projetos regionais, conciliando vida pessoal, shows e gravações caseiras. Hoje, elas se tornaram referência para artistas em início de carreira, mostrando que talento, disciplina e presença digital podem abrir portas no cenário musical brasileiro.

O programa é um game show que combina entretenimento, competição e emoção, apresentado por Marcelo de Carvalho, uma das vozes mais conhecidas da televisão brasileira. A cada episódio, seis participantes comuns disputam fases eliminatórias que testam habilidade mental, rapidez de raciocínio e resistência emocional, com a chance de chegar ao “Desafio do Milhão”, a etapa final que oferece o prêmio milionário da noite.

Terra da Padroeira (07/09) visita Roberta Miranda e recebe Marcelo Costa, Jayne, Maurício & Mauri e Wilson & Soraia

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Neste domingo, 7 de setembro, às 9h, o Terra da Padroeira, programa da TV Aparecida, promete levar os telespectadores a uma experiência única e intimista: uma visita à residência de Roberta Miranda, ícone da música sertaneja, localizada na capital paulista. Apresentado por Kleber Oliveira e Tonho Prado, o programa trará um encontro especial com a cantora, que dividirá histórias inéditas de sua carreira, memórias de grandes shows e momentos marcantes de sua trajetória.

Roberta Miranda, reconhecida por sua voz inconfundível e por sucessos que marcaram gerações, vai revelar detalhes sobre sua vida pessoal e profissional, compartilhando bastidores da carreira que atravessa mais de três décadas. O público terá a oportunidade de conhecer de perto a rotina da artista, suas inspirações e os desafios que enfrentou para se tornar uma das grandes representantes da música sertaneja no Brasil.

Além desse encontro exclusivo, o programa também vai oferecer um verdadeiro festival de música sertaneja no palco. Entre os destaques do dia está Marcelo Costa, cantor, compositor e apresentador natural de Andradas (MG). Com uma trajetória marcada por grandes sucessos como Festa Sertaneja, O Palco Caiu e Meus Tempos de Criança, Marcelo já se apresentou em programas especiais dedicados ao sertanejo e é reconhecido pela versatilidade e energia em suas performances.

Outro grande nome da música que participará do programa é Jayne, cantora de Paranapuã (SP). Desde os seis anos, Jayne já se destacava em apresentações locais e, ao longo do tempo, integrou diversas bandas que ajudaram a consolidar seu talento. Conhecida por suas apresentações em rodeios montada em seu cavalo branco adestrado, Jayne levou o público a se encantar com sucessos como Rainha de Rodeio, Amigos Para Sempre e Estrada da Esperança, tornando-se referência em shows de rodeio pelo país.

A dupla Maurício e Mauri também marcará presença. Irmãos de Chitãozinho e Xororó, ambos trazem a música sertaneja no sangue. Maurício atuou como contrabaixista e backing vocal na banda dos irmãos por dez anos, enquanto Mauri se destacou na produção dos shows. Em 1991, os irmãos lançaram seu primeiro disco, com destaque para as canções Olhos nos Olhos e Paixão ou Loucura. Outros sucessos da dupla, como Namoro Escondido e Xonado Eu Tô, consolidaram o talento da dupla no cenário sertanejo.

Para encerrar a manhã de música, os irmãos Wilson e Soraia prometem uma performance emocionante. Celebrados nos anos 1990 com o hit Mais Uma Noite Sem Você, a dupla permanece relevante graças à qualidade vocal e ao carisma nas apresentações. Além do clássico, o público poderá ouvir Se Não For Por Amor e Pra Sempre Vou Te Amar (Forever by Your Side), esta última que fez parte da trilha sonora da novela Irmãos Coragem, da TV Globo, em 1995.

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