Novo trailer de Beast of War mostra tubarão gigante ameaçando soldados australianos

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O novo trailer de Beast of War, dirigido pelo australiano Kiah Roache-Turner, já está disponível e promete deixar os fãs de suspense e terror em alerta. Nas cenas divulgadas, um grupo de jovens soldados australianos luta pela sobrevivência no meio do oceano Pacífico, após seu navio ser destruído em um ataque aéreo japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Mas além de enfrentar fome, sede e o clima hostil, eles precisam encarar um inimigo ainda mais mortal: um tubarão branco de proporções gigantescas, que se mostra obstinado em caçá-los. Abaixo, confira o vídeo:

O trailer revela a atmosfera tensa do longa, com sequências de alto impacto que combinam efeitos visuais e ação em alto-mar. A mistura de animatrônico de meia tonelada com computação gráfica torna o predador extremamente realista, aumentando a sensação de perigo iminente e suspense constante. Cada movimento do tubarão, desde a aproximação silenciosa até o ataque devastador, é mostrado com detalhes que prometem fazer o público prender a respiração.

O filme se passa em 1942, e explora não apenas a luta contra a natureza, mas também a pressão psicológica e o medo enfrentados pelos soldados isolados. Os protagonistas precisam encontrar força e estratégia para sobreviver, enquanto o oceano se torna um campo de batalha onde cada decisão pode ser fatal.

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema australiano, como Mark Coles Smith, Joel Nankervis, Sam Delich, Lee Tiger Halley, Sam Parsonson, Maximillian Johnson e Steve Le Marquand. A presença de Masa Yamaguchi como o comandante japonês Tetsuo Harada e Lauren Grimson como Hazel acrescenta profundidade ao drama humano que se desenrola em meio ao horror do ataque do tubarão.

Nos bastidores, a equipe técnica mostra cuidado extremo com a ambientação e realismo. A direção de fotografia é assinada por Mark Wareham, o design de produção por Esther Rosenberg, e a direção de arte por Meiko Wong, garantindo que tanto o ambiente quanto os efeitos do tubarão sejam convincentes e imersivos. A maquiagem e o figurino, liderados por Natalie Stanfield e Tracey Rose Sparke, completam a recriação histórica do período da Segunda Guerra Mundial.

Beast of War marca mais uma aposta de Kiah Roache-Turner em gêneros de tensão e criaturas ameaçadoras, seguindo o estilo que ele já demonstrou em produções anteriores, como Wyrmwood: Road of the Dead. O filme combina thriller psicológico, drama de guerra e terror marítimo, criando uma experiência única para os amantes do suspense e da ação.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa tem estreia confirmada nos Estados Unidos em 10 de outubro de 2025, mas ainda não há previsão de lançamento nos cinemas brasileiros. Com o trailer já circulando, o público internacional já começa a se preparar para um filme que promete suspense co

“Roda Viva” desta segunda (28/07) recebe Miguel Nicolelis para debate sobre ciência, tecnologia e futuro

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Foto: Reprodução/ Internet

“Nem inteligente, nem artificial.” A frase, carregada de sarcasmo e ceticismo, resume em poucas palavras a visão provocadora de Miguel Nicolelis sobre o que hoje é considerado uma das maiores revoluções tecnológicas do século: a Inteligência Artificial. Mas, para ele, não passa de um nome pomposo dado a um conjunto de estatísticas sofisticadas. Essa crítica, direta e desconcertante, já dá o tom do que promete ser uma das edições mais incendiárias do Roda Viva em 2025.

Na próxima segunda-feira, 28 de julho, às 22h, a TV Cultura transmite ao vivo a entrevista com um dos neurocientistas mais renomados — e controversos — do mundo. Conhecido por romper fronteiras entre ciência, filosofia e política, Nicolelis não mede palavras quando o assunto é o futuro da humanidade, a ética na tecnologia ou o papel da ciência na transformação social. Seu retorno ao centro da roda acontece em um momento crucial de debates sobre o avanço da IA, o papel do cérebro humano no século digital e o lugar do pensamento crítico em um mundo hiperconectado, mas nem sempre lúcido. As informações são da TV Cultura.

A entrevista poderá ser acompanhada também pelo app Cultura Play e nas redes sociais oficiais da emissora — YouTube, X (antigo Twitter), TikTok e Facebook. E, como manda a tradição do programa, o cartunista Luciano Veronezi estará ao vivo registrando em traços os momentos mais emblemáticos da conversa.

Um brasileiro que ouviu o cérebro

Miguel Ângelo Laporta Nicolelis nasceu em São Paulo, em 27 de março de 1961. Filho da escritora Giselda Laporta Nicolelis e do juiz Ângelo Nicolelis, cresceu em um ambiente que valorizava o conhecimento e o pensamento crítico. Desde cedo, aprendeu a questionar verdades prontas — uma postura que carregaria consigo ao longo da vida.

Formado em Medicina pela USP, Nicolelis escolheu um caminho pouco convencional: queria ouvir o cérebro, entender como os neurônios se comunicavam em tempo real, e, mais ousadamente, como essa comunicação poderia ser decodificada e traduzida em ação física. Na virada dos anos 1990, seu trabalho com neuroengenharia começou a ganhar visibilidade nos Estados Unidos, onde se estabeleceu como pesquisador e professor na Duke University.

Foi pioneiro no desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina, tecnologia que permite a pacientes com paralisia movimentarem membros robóticos ou próteses a partir da leitura da atividade elétrica cerebral. Um feito que rompeu com paradigmas científicos e colocou seu nome entre os mais citados da neurociência global.

O chute que o mundo nunca esqueceu

Se há um momento que sintetiza a ousadia de Nicolelis e sua visão de futuro, ele aconteceu em 12 de junho de 2014. Na abertura da Copa do Mundo, no estádio do Corinthians, em São Paulo, um jovem paraplégico deu o chute simbólico inicial da partida com o auxílio de um exoesqueleto robótico controlado por sinais do próprio cérebro.

Foi a concretização do projeto Andar de Novo, coordenado por Nicolelis no Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra, em Natal (RN). A imagem correu o mundo: um brasileiro, usando um aparato futurista, demonstrando que era possível caminhar — ainda que simbolicamente — sem movimentar os próprios músculos.

Mas a comunidade científica, como de costume, dividiu-se. Algumas revistas classificaram a demonstração como “limitada” ou “publicitária”. Houve quem aplaudisse o avanço da interface, e quem a visse como sensacionalismo. Nicolelis, no entanto, permaneceu fiel ao seu objetivo: “Foi um passo simbólico para milhões de pessoas no mundo que precisam saber que a ciência pode oferecer esperança.”

A política da ciência

Não é de hoje que Miguel ultrapassa as barreiras do laboratório. Durante a pandemia de Covid-19, foi uma das vozes mais ativas na imprensa, em redes sociais e em artigos de opinião. Seu posicionamento crítico frente às políticas públicas negacionistas do governo Bolsonaro o transformou em alvo de ataques, mas também em referência para setores que defendiam a ciência como pilar das decisões emergenciais.

Nicolelis coordenou, junto a outros pesquisadores, estudos epidemiológicos no Brasil e ofereceu alternativas ao colapso do sistema de saúde, propondo lockdowns regionais e testagens em massa. Em muitos momentos, sentiu que sua voz foi ignorada — algo que, segundo ele, custou vidas. “Fomos preteridos por um governo que escolheu o caos como política”, declarou em entrevistas à época.

Essa atuação reforçou uma faceta pouco explorada da ciência brasileira: a de cientistas que não se escondem em publicações técnicas, mas que falam à sociedade com clareza, assumindo os custos e riscos da exposição pública.

A entrada na ficção: “Nada Mais Será Como Antes”

Em 2025, Nicolelis surpreendeu ao lançar seu primeiro romance de ficção: Nada Mais Será Como Antes. A obra, um thriller distópico recheado de reflexões filosóficas e críticas sociais, mostra um futuro no qual a humanidade se vê refém de uma tecnocracia global controlada por algoritmos.

Inspirado em experiências reais e em sua leitura crítica do presente, o livro propõe uma reflexão inquietante: e se estivermos entregando nosso destino a máquinas que não pensam, mas decidem? O título, emprestado da canção de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, é um manifesto: não há retorno possível quando cruzamos certos limiares éticos e tecnológicos.

A recepção foi positiva. Além de garantir uma adaptação cinematográfica em fase inicial, a obra consolidou Nicolelis como um intelectual multifacetado, que transita entre ciência, política e arte com fluidez — algo cada vez mais raro em um mundo de especialistas isolados.

Uma crítica à inteligência que não pensa

Um dos pontos mais controversos — e mais aguardados — da entrevista no Roda Viva será o debate sobre Inteligência Artificial. Nicolelis tem sido uma das vozes mais contundentes contra o “fetichismo tecnológico” em torno da IA. Para ele, atribuir inteligência a algoritmos é um erro conceitual grave.

“Não há nada de artificial na inteligência, e muito menos inteligência nesses sistemas”, afirma. “Eles apenas identificam padrões estatísticos. Não têm consciência, não têm emoção, não sabem que existem. Nós, humanos, sabemos. Essa é a diferença fundamental.”

Ele reconhece os avanços da IA em tarefas específicas, como diagnósticos por imagem ou previsões de tráfego. Mas alerta para o risco de projetarmos nesses sistemas capacidades que eles não possuem. “O problema não é o que a IA pode fazer. É o que as pessoas acreditam que ela possa fazer. Esse descompasso pode custar caro.”

A participação de Nina da Hora, pesquisadora de tecnologia com foco em ética e inclusão, promete tensionar e enriquecer essa discussão. Nina tem pautado o debate sobre racismo algorítmico e governança digital no Brasil e no exterior, e deve trazer contrapontos à visão de Nicolelis, ainda que ambos partam de preocupações semelhantes sobre os rumos da tecnologia.

A bancada que pensa

O programa desta segunda reunirá uma bancada plural e qualificada para entrevistar Nicolelis. Além de Nina da Hora, estarão presentes:

  • Denis Russo Burgierman, jornalista e escritor, conhecido por traduzir ciência com linguagem acessível;
  • Pedro Teixeira, repórter da Folha de S.Paulo especializado em tecnologia e inovação;
  • Petria Chaves, da CBN, com uma abordagem mais sensível e humanizada;
  • Rafael Garcia, jornalista de ciência do jornal O Globo, com olhar técnico e preciso.

A presença desses nomes sugere uma entrevista que deve ir além do factual. Espera-se que temas como espiritualidade, paternidade, desigualdade social e o papel do Brasil na ciência global também estejam na pauta.

O cérebro coletivo como modelo de civilização

Entre as contribuições mais ousadas de Nicolelis está a ideia do “cérebro coletivo”. Ele propõe que, assim como neurônios operam em conjunto para formar pensamentos, emoções e ações, sociedades humanas deveriam aprender a agir como redes neurais complexas, em sincronia.

Essa teoria, que extrapola a biologia e entra no campo da filosofia política, defende a cooperação como elemento central da evolução humana. Em tempos de hiperindividualismo e tribalismo digital, sua proposta soa quase utópica — mas profundamente necessária.

“O futuro da humanidade depende da nossa capacidade de pensar em conjunto, não de competir uns com os outros. A natureza do cérebro é coletiva. E nós esquecemos disso”, afirma.

Um legado que inspira

Nicolelis é um cientista, mas também é um educador. Em Natal, no Instituto Santos Dumont, ele investe há mais de uma década na formação de jovens de comunidades periféricas. Lá, ciência é também afeto, inclusão e cidadania. O Instituto oferece desde atendimento em reabilitação até cursos técnicos e oficinas de robótica.

Esse lado menos visível de sua atuação talvez seja o mais transformador. Ele não quer apenas construir máquinas comandadas por pensamento — quer construir uma sociedade em que todos tenham acesso ao pensamento crítico. E, para isso, aposta na educação, na ciência cidadã e na autonomia local.

Série Adultos é renovada para 2ª temporada no Disney+ e promete explorar ainda mais a comédia da vida adulta

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O Disney+ acaba de confirmar a renovação da série Adultos para sua segunda temporada. A informação foi divulgada pelo site TVLine e marca a continuidade de uma das comédias mais comentadas da plataforma, que conquistou fãs pelo retrato sincero e bem-humorado da vida dos jovens adultos em Nova York.

“Ben [Kronengold] e Rebecca [Shaw] são roteiristas incrivelmente talentosos e capturaram com maestria e muito humor a experiência de ser um jovem adulto no mundo de hoje”, afirmou Kate Lambert, vice-presidente executiva de desenvolvimento da FX. “Todo o elenco — Malik, Lucy, Jack, Amita e Owen — é excepcional em dar vida à série de uma forma que realmente conquistou o público”, completou.

Criada por Ben Kronengold e Rebecca Shaw, a série acompanha um grupo de amigos de vinte e poucos anos tentando, sem grande sucesso, se tornar pessoas melhores. No centro da trama estão Samir (Malik Elassal), Billie (Lucy Freyer), Paul Baker (Jack Innanen), Issa (Amita Rao) e Anton (Owen Thiele). Morando juntos na antiga casa de infância de Samir, eles compartilham não apenas o espaço físico, mas também refeições improvisadas, crises existenciais e até, em momentos críticos, escovas de dentes.

A força da série está justamente em seu olhar irônico e ácido sobre os desafios da vida adulta. Entre situações absurdas, conflitos do cotidiano e relações codependentes, “Adultos” explora de forma cômica a pressão para amadurecer, a constante sensação de não pertencimento e os pequenos fracassos que marcam essa fase da vida. Mais do que uma simples comédia, a produção oferece um retrato honesto de uma geração em busca de si mesma, mostrando que, às vezes, apenas sobreviver à própria juventude já é uma vitória.

O elenco conta ainda com Rachel Marsh, Charlie Cox, Julia Fox e Tala Ashe, que se juntam ao núcleo principal para enriquecer a dinâmica entre os personagens. Cada ator traz nuances únicas, tornando cada episódio uma experiência que combina humor, exagero e momentos de introspecção, garantindo identificação com o público jovem adulto.

Desde sua estreia, “Adultos” recebeu elogios por sua abordagem original e contemporânea. A crítica destaca o equilíbrio entre comédia e drama, mostrando que os protagonistas, embora imperfeitos e muitas vezes desastrosos, refletem de forma divertida os dilemas da geração millennial e da Geração Z. A química entre o elenco e o roteiro sagaz de Kronengold e Shaw criam cenas memoráveis que permanecem na mente do público muito depois do fim de cada episódio.

Sessão da Tarde desta segunda (2) leva aventura e nostalgia à tela com Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

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A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, promete levar o público a uma viagem repleta de mistério, ação e nostalgia. A TV Globo exibe “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, quarto capítulo da icônica franquia estrelada por Harrison Ford, que marcou gerações ao transformar arqueologia em sinônimo de aventura cinematográfica. Lançado originalmente em 2008, o filme representa o retorno do personagem aos cinemas após quase duas décadas de ausência, reacendendo a chama de um herói que atravessou décadas sem perder o charme.

Dirigido por Steven Spielberg, com argumento e produção de George Lucas, o longa mantém a essência clássica da saga, mas atualiza o tom ao inserir a história no contexto da Guerra Fria, período de tensões políticas, paranoia nuclear e disputa ideológica entre Estados Unidos e União Soviética. É nesse cenário que Indiana Jones, agora mais experiente e marcado pelo tempo, se vê envolvido em uma nova e perigosa jornada, desta vez contra agentes soviéticos dispostos a tudo para conquistar um artefato de poder inimaginável.

A trama começa em 1957, quando Indiana e seu antigo parceiro George “Mac” McHale são sequestrados por soviéticos liderados pela implacável Irina Spalko, vivida por Cate Blanchett em uma atuação fria e calculista. O objetivo do grupo é usar o conhecimento de Indy para localizar uma misteriosa caixa guardada em um armazém secreto do governo americano, ligada a um suposto evento extraterrestre ocorrido em Roswell. A sequência inicial já deixa claro o tom do filme: misturando conspiração, ficção científica e o espírito aventureiro que consagrou a franquia.

Após escapar de uma emboscada e sobreviver a uma explosão nuclear em uma das cenas mais comentadas do filme, Indiana passa a ser investigado pelo FBI, o que o afasta temporariamente de sua carreira acadêmica. É nesse momento que surge Mutt Williams (interpretado por Shia LaBeouf), um jovem rebelde que o envolve em uma nova missão: encontrar o professor Harold Oxley, desaparecido após descobrir uma lendária caveira de cristal no Brasil. Segundo antigas lendas, o artefato pertence à mítica cidade de Akator e concede poderes sobrenaturais àqueles que o devolverem ao seu local de origem.

A busca leva Indiana e Mutt ao Peru, passando pelas famosas Linhas de Nasca, por sanatórios abandonados e pela selva amazônica, onde o filme assume um ritmo de aventura clássica, com perseguições, armadilhas e enigmas históricos. Aos poucos, a jornada ganha um tom mais pessoal quando surge Marion Ravenwood (Karen Allen), antigo amor de Indiana, cuja presença não apenas reacende sentimentos do passado, mas também revela um segredo que muda para sempre a vida do arqueólogo: Mutt é seu filho.

Esse aspecto emocional é um dos diferenciais de “O Reino da Caveira de Cristal”. Ao invés de apenas repetir a fórmula de ação, o filme explora o envelhecimento do herói, suas perdas e a ideia de legado. Harrison Ford entrega um Indiana Jones mais humano, irônico e consciente de seus limites, sem jamais abandonar a coragem que o tornou lendário. A química entre Ford e Karen Allen é outro ponto alto, trazendo de volta a dinâmica espirituosa que conquistou o público em “Os Caçadores da Arca Perdida”.

No campo dos antagonistas, Cate Blanchett se destaca como Irina Spalko, uma vilã que foge do estereótipo tradicional ao unir inteligência, frieza e obsessão pelo conhecimento absoluto. Sua crença de que a caveira de cristal é um artefato interdimensional capaz de garantir supremacia psíquica aos soviéticos conduz o filme a um desfecho que mistura mitologia, ciência e ficção científica, homenageando os chamados filmes B dos anos 1950.

Visualmente, o longa aposta em grandes cenários e efeitos especiais, o que gerou debates na época do lançamento. Embora parte da crítica tenha apontado o uso excessivo de CGI, muitos elogios recaíram sobre as sequências de ação, o figurino e, principalmente, a trilha sonora inconfundível de John Williams, que reforça a identidade épica da saga. Financeiramente, o filme foi um sucesso absoluto: arrecadou mais de 786 milhões de dólares em todo o mundo, tornando-se, à época, o maior êxito comercial da franquia sem ajuste por inflação.

No Brasil, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” também teve forte impacto, atraindo centenas de milhares de espectadores aos cinemas e consolidando-se como um dos grandes lançamentos de 2008. Sua exibição na Sessão da Tarde reacende a memória afetiva de quem acompanhou a saga ao longo dos anos e apresenta o personagem a novas gerações, que talvez nunca tenham visto Indiana Jones em ação na televisão aberta.

Trilha sonora de Peaky Blinders: The Immortal Man aprofunda o lado mais sombrio da saga e acompanha estreia do filme nos cinemas

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A Sony Music confirmou que a trilha sonora oficial de Peaky Blinders: The Immortal Man será lançada em 6 de março de 2026, mesma data em que o aguardado longa chega aos cinemas. Para abrir os trabalhos, o primeiro single, “Puppet”, já está disponível nas plataformas digitais.

A faixa é assinada por Grian Chatten, vocalista da banda Fontaines D.C., em colaboração com os compositores Antony Genn e Martin Slattery, parceiros criativos de longa data do universo da série. Densa, melancólica e carregada de tensão, “Puppet” traduz em som o peso psicológico que sempre marcou a trajetória de Tommy Shelby. Guitarras cruas, atmosfera opressiva e a interpretação intensa de Chatten mergulham o ouvinte no conflito interno que move os personagens da história.

A trilha completa reúne 36 faixas e apresenta cinco gravações originais inéditas, além de uma trilha instrumental expansiva composta por Genn e Slattery. O projeto amplia a identidade sonora construída ao longo das seis temporadas da série exibida entre 2013 e 2022, consolidando a música como um dos pilares narrativos da franquia criada por Steven Knight.

O álbum também traz participações especiais que reforçam o peso artístico da produção. Amy Taylor, vocalista da banda Amyl & the Sniffers, contribui com uma nova gravação, enquanto integrantes do Fontaines D.C., como Carlos O’Connell e Tom Coll, ampliam a presença da banda no projeto.

Entre os destaques está uma nova versão de “Red Right Hand”, clássico de Nick Cave que se tornou praticamente um hino da série desde sua estreia. A trilha ainda inclui “Hunting The Wren (The Immortal Man Version)”, colaboração com o grupo irlandês Lankum, e releituras impactantes de “Teardrop”, do Massive Attack, incluindo uma versão assinada por Girl In The Year Above.

A continuação da história de Tommy Shelby

O filme marca a continuidade direta da série e traz de volta o vencedor do Oscar Cillian Murphy no papel de Tommy Shelby. Também retornam aos seus personagens Sophie Rundle, Ned Dennehy, Packy Lee, Ian Peck e Stephen Graham. O elenco ganha reforços de peso com Rebecca Ferguson, Tim Roth, Jay Lycurgo e Barry Keoghan.

Dirigido por Tom Harper e escrito por Knight, o longa se passa em Birmingham, em 1940, em pleno caos da Segunda Guerra Mundial. Forçado a sair de um autoexílio, Tommy Shelby enfrenta o confronto mais devastador de sua trajetória. Com o futuro da família e do próprio país ameaçado, ele precisa decidir se encara de vez o peso do próprio legado ou se está disposto a destruí-lo para sobreviver.

A ideia de levar a história para o cinema começou a ganhar força ainda antes do encerramento da sexta temporada. Em 2021, Knight já sinalizava a intenção de concluir a saga em formato de longa-metragem. Em entrevistas posteriores, Murphy deixou claro que só retornaria ao papel se o projeto tivesse um propósito narrativo legítimo. O roteiro foi finalizado em 2023, e as filmagens ocorreram entre setembro e dezembro de 2024, principalmente no Digbeth Loc Studios, em Birmingham, além de locações em West Midlands e Merseyside.

Jujutsu Kaisen: Execução ganha trailer eletrizante e promete levar o caos (e as maldições) para o cinema

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Foto: Reprodução/ Internet

Os fãs de Jujutsu Kaisen já podem começar a surtar com razão: o filme Jujutsu Kaisen: Execução acaba de ganhar um novo trailer — e tá simplesmente insano! A prévia mostra cenas inéditas, lutas absurdas e um clima pesado que promete abalar as estruturas. A estreia no Brasil está marcada para o dia 20 de novembro, e o hype não para de crescer. Abaixo, veja o vídeo:

O longa chega como uma espécie de “filme de transição”: ele compila os acontecimentos mais marcantes da segunda temporada do anime e ainda traz os dois primeiros capítulos do aguardado terceiro ano. Ou seja — é aquele combo perfeito pra quem quer relembrar o caos de Shibuya e já ter um gostinho do que vem pela frente.

E se tem uma coisa que o estúdio MAPPA sabe fazer bem, é entregar tudo no quesito animação. O trailer mostra cenas de tirar o fôlego, com o traço impecável e a energia sombria que virou marca registrada da série.

De mangá cult a fenômeno mundial

Criado por Gege Akutami, Jujutsu Kaisen começou lá em 2018, nas páginas da Weekly Shōnen Jump, e em pouco tempo virou um dos maiores sucessos do Japão. Hoje, o mangá soma mais de 80 milhões de cópias vendidas — e isso sem contar as reimpressões e o spin-off Jujutsu Kaisen 0, que também virou filme.

Pra quem ainda não conhece (o que é quase impossível neste ponto): a história gira em torno de Yuji Itadori, um estudante que acaba se tornando o hospedeiro do poderoso espírito amaldiçoado Ryomen Sukuna. A partir daí, ele entra na Escola Técnica de Feiticeiros Jujutsu e passa a lutar contra criaturas sombrias que se alimentam das emoções negativas humanas.

Mas, o grande charme da obra vai além das lutas — está nos dilemas, nas perdas, e na forma como cada personagem enfrenta a dor à sua maneira.

O sucesso do anime e o legado da primeira adaptação

Quando o anime estreou em 2020, o estúdio MAPPA já vinha em alta por trabalhos como Attack on Titan: The Final Season e Chainsaw Man. Mas Jujutsu Kaisen foi o verdadeiro ponto de virada. As lutas coreografadas, o ritmo frenético e a trilha sonora viciante transformaram o anime em um fenômeno global.

E não dá pra esquecer do longa Jujutsu Kaisen 0 (2021), que serviu de prelúdio à história principal e conquistou bilheteiras no mundo inteiro — foram mais de US$ 180 milhões arrecadados! Agora, Execução chega com a missão de manter esse legado e preparar o terreno para o arco mais sombrio da série: o Culling Game.

O que vem por aí

O novo filme promete uma mistura de emoção, tragédia e redenção. As cenas mostradas no trailer já deram um spoiler do caos que se aproxima — e os fãs podem esperar momentos de pura adrenalina e muita dor (porque, em Jujutsu Kaisen, ninguém sai inteiro).

Os dois episódios inéditos do terceiro ano devem abrir caminho para novas batalhas e para a reconstrução dos personagens depois do massacre de Shibuya. A direção de Shōta Goshozono segue à frente, garantindo aquele visual cinematográfico com direito a explosões de energia amaldiçoada e trilha sonora épica.

Renovada para a 4ª Temporada: O Poder e a Lei promete muito drama e justiça nos tribunais!

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A Netflix surpreendeu seus assinantes com a notícia da renovação de O Poder e a Lei para uma quarta temporada, que chega rapidinho, apenas três meses após a estreia da terceira. A série, que conquistou uma base fiel de fãs, segue como um dos maiores sucessos da plataforma, com sua mistura de drama jurídico e personagens cativantes. Agora, a produção se prepara para trazer 10 novos episódios que prometem seguir a fórmula vencedora, com uma dose extra de tensão, reviravoltas e disputas legais acirradas. As gravações começam no mês que vem e a expectativa só aumenta, principalmente para ver o retorno do carismático Manuel Garcia-Rulfo, que dá vida ao advogado Mickey Haller, protagonista da trama.

Essa nova temporada vai ser baseada em The Law of Innocence (A Lei da Inocência), o sexto livro da aclamada série The Lincoln Lawyer, de Michael Connelly. Quem acompanha as aventuras de Mickey Haller sabe que cada temporada é uma nova chance para ele se envolver em casos mais complexos e desafiadores, e dessa vez não será diferente. O enredo promete trazer novos dilemas jurídicos e uma série de reviravoltas que vão manter os fãs grudados na tela, enquanto Mickey e sua equipe enfrentam um cenário cheio de complicações legais, onde cada decisão pode significar a diferença entre a liberdade e a prisão.

Os fãs também podem esperar o retorno de personagens queridos, como Lorna (interpretada por Becki Newton), Izzy (Jazz Raycole) e Cisco (Angus Sampson), que estarão novamente ao lado de Mickey em sua jornada por justiça. E, claro, a grande novidade da temporada: a atriz Neve Campbell, que fez uma participação especial na terceira temporada, agora vai ter um papel bem mais amplo. Ela vai interpretar Maggie McPherson em todos os episódios da quarta temporada, trazendo mais complexidade à trama e ampliando seu envolvimento na história.

A temporada anterior, que adaptou o quinto livro da série, The Gods of Guilt (Os Deuses da Culpa), trouxe nomes como Yaya DaCosta, Elliott Gould, Krista Warner, Fiona Rene e Devon Graye ao elenco, além do já mencionado Manuel Garcia-Rulfo e Neve Campbell. A receptividade da crítica e do público foi positiva, consolidando ainda mais a série como uma das mais queridas do catálogo da Netflix. A química entre os personagens e o ritmo acelerado das tramas continuam a ser um dos maiores atrativos da produção, e a quarta temporada promete intensificar tudo o que os fãs mais amam na série.

Além das grandes expectativas sobre os novos episódios, a continuidade de figuras como Lorna, Izzy e Cisco sugere que a temporada vai manter a tradição de equilibrar drama jurídico com o lado mais pessoal e humano dos personagens. Mickey Haller, como sempre, estará no centro de tudo, mas os laços que ele mantém com sua equipe, e as dinâmicas entre eles, devem ganhar ainda mais destaque, trazendo momentos emocionantes para a tela.

Olhe pra cima! Superman voa alto nas bilheterias dos Estados Unidos com US$ 122 milhões

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Quando a Warner anunciou que James Gunn comandaria o novo Superman, muita gente ficou com um pé atrás. Afinal, recontar a história do herói mais clássico dos quadrinhos não é exatamente tarefa fácil — e o histórico recente da DC nos cinemas só aumentava o peso da responsabilidade. Mas, ao que tudo indica, a aposta deu certo. Deu muito certo.

Logo em seu primeiro fim de semana, o novo Superman voou direto para o topo das bilheteiras dos EUA, arrecadando US$ 122 milhões e mostrando que o público está mais do que pronto para dar uma nova chance ao Filho de Krypton.

A melhor estreia solo do herói — e com sobra

Não foi só um bom desempenho. Foi histórico. A nova versão do personagem já conquistou o título de maior abertura solo de um filme do Superman até hoje, superando todas as encarnações anteriores do herói. Além disso, garantiu o posto de terceira maior estreia de 2025 até agora, ficando atrás apenas do fenômeno inesperado Um Filme Minecraft e da nostalgia encantadora do live-action de Lilo & Stitch.

No acumulado global, o novo Superman já ultrapassa US$ 217 milhões, em apenas alguns dias. Para um universo cinematográfico que está sendo reestruturado do zero, esse é o tipo de pontapé inicial que qualquer estúdio sonha.

Enquanto isso, no mundo dos dinossauros…

Na segunda posição do fim de semana aparece outro colosso dos cinemas: Jurassic World: Recomeço. Mesmo sofrendo uma queda de 57% em relação à semana anterior — o impacto natural da estreia de um blockbuster como Superman — o filme não saiu de cena em silêncio.

Com mais US$ 40 milhões arrecadados só nos EUA no fim de semana, a produção segue sólida. E os números totais não mentem: são US$ 232 milhões arrecadados domesticamente e um acumulado global que já passou da marca dos US$ 500 milhões. É um sinal claro de que o apelo jurássico ainda está vivo e feroz nas salas de cinema.

Um novo herói e uma velha força: o que os números revelam?

A disputa entre Superman e dinossauros pode até parecer uma batalha fictícia, mas nas bilheteiras ela é bem real — e mostra que o cinema comercial está longe de estar em crise. Pelo contrário, o público continua aparecendo em peso quando a promessa é clara: emoção, espetáculo e entretenimento de qualidade.

O sucesso do novo Superman também sinaliza um sopro de renovação para o DCU, que inicia sua nova fase com um pé firme no chão (e outro voando bem alto). Já Jurassic World reforça que, mesmo com novas caras e rumos diferentes, franquias clássicas ainda têm muito a oferecer — especialmente quando conseguem se reinventar sem perder o DNA original.

Universal Pictures apresenta trailer de Song Sung Blue – Um Sonho a Dois, estrelado por Hugh Jackman e Kate Hudson

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Foto: Sarah Shatz/Focus Features

A Universal Pictures divulgou hoje o primeiro trailer e a primeira imagem de Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, marcando a estreia de uma história emocionante de música, superação e amor nos cinemas. Dirigido por Craig Brewer, responsável por sucessos como “Meu Nome é Dolemite” e “Um Príncipe em Nova York 2”, o longa tem lançamento previsto para 15 de janeiro de 2026 nos cinemas brasileiros.

A trama acompanha a jornada de dois músicos azarados, interpretados por Hugh Jackman e Kate Hudson, que decidem formar uma banda tributo a Neil Diamond. Entre ensaios improvisados, apresentações desastrosas e encontros inesperados, eles descobrem que nunca é tarde para perseguir sonhos e viver uma história de amor. Inspirado em fatos reais, o filme aborda temas como resiliência, amizade e superação pessoal, prometendo emocionar o público.

Hugh Jackman, que já conquistou fãs em produções musicais como “O Rei do Show” e “Os Miseráveis”, dá vida a um personagem apaixonado pela música e determinado a transformar sua vida. Com seu currículo recheado de trabalhos marcantes, incluindo “Logan” e “Os Sete Pecados Capitais”, Jackman combina carisma, dramaticidade e talento musical, tornando seu papel ainda mais envolvente.

Kate Hudson, parceira de Jackman na tela, é conhecida por “Quase Famosos” e “Music”, e aqui entrega uma performance que equilibra humor, leveza e emoção. Com passagens por sucessos como “Como Perder um Homem em 10 Dias” e “Bride Wars”, Hudson confirma seu talento versátil e sua capacidade de criar química memorável com os colegas de cena.

O elenco de apoio reforça a força da produção. Michael Imperioli, consagrado por “Os Sopranos” e “The Many Saints of Newark”, e Fisher Stevens, conhecido por “Curtindo a Vida Adoidado” e “The Grand Budapest Hotel”, trazem experiência e profundidade aos personagens secundários. Jim Belushi, que se destacou em “According to Jim” e “Salve Geral”, adiciona humor e humanidade à narrativa, criando momentos memoráveis no filme.

Entre os jovens talentos, Ella Anderson, conhecida por “Raven’s Home”, entrega uma atuação cativante, enquanto King Princess, sensação da cena pop contemporânea, reforça o ritmo e a energia musical da história. Mustafa Shakir, de “Luke Cage” e “Cowboy Bebop”, e Hudson Hilbert Hensley completam o elenco, trazendo dinâmica e autenticidade à trama que celebra a música e a perseverança.

O roteiro é assinado por Craig Brewer, que também assina a produção ao lado de John Davis e John Fox. A narrativa mergulha na vida de artistas que lutam para manter viva a paixão pela música, mostrando que desafios podem ser superados com coragem e criatividade. A trilha sonora combina clássicos de Neil Diamond com composições originais, prometendo encantar tanto fãs da música quanto novos espectadores.

HBO divulga trailer de Task, minissérie policial que estreia em 7 de setembro

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Foto: Reprodução/ Internet

Em setembro de 2025, a HBO Max prepara o lançamento de Task, uma minissérie original que já nasce com o peso e a expectativa de marcar uma nova era para o gênero dos dramas policiais. Criada por Brad Ingelsby, roteirista aclamado por seu trabalho em Mare of Easttown, a série reúne um elenco de grandes nomes, como Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e promete mergulhar fundo nas complexidades humanas, dilemas éticos e tensões sociais que rondam uma investigação criminal.

A plataforma de streaming lançou o trailer oficial da minissérie original, que estreia no próximo dia 7 de setembro. O vídeo apresenta cenas intensas que mostram a investigação de uma série de assaltos violentos na Filadélfia, destacando a tensão crescente entre o agente do FBI Tom (Mark Ruffalo) e o suspeito Robbie (Tom Pelphrey).

Ao contrário das séries policiais tradicionais que apostam em um antagonista claramente definido, a série se destaca por apresentar um conflito mais complexo e instigante. A trama se passa em um dos bairros operários da Filadélfia, cidade que se torna um personagem vivo na narrativa, com seus desafios, tensões e raízes históricas.

Tom (Mark Ruffalo) é um agente do FBI experiente, carregado de cicatrizes emocionais e morais, chamado para liderar uma força-tarefa especial encarregada de investigar uma série de assaltos violentos que vêm aterrorizando a cidade. O que torna seu trabalho mais complicado é o perfil do principal suspeito: Robbie (Tom Pelphrey), um homem aparentemente comum, pai de família, sem histórico criminal, mas que desperta desconfianças e intrigas.

A série aposta em explorar as linhas tênues entre o certo e o errado, o legal e o moral, e como as escolhas pessoais podem se transformar em decisões que alteram destinos. Robbie é um personagem que, à primeira vista, não parece o típico criminoso, e é essa ambiguidade que instiga o público a questionar suas próprias percepções.

Quem é a mente por trás da série?

Para quem conhece a obra de Brad Ingelsby, o nome por trás de Task já é um motivo de confiança. Ingelsby conquistou elogios da crítica e do público com Mare of Easttown (2021), série que combinou investigação policial com um olhar profundo para personagens fragilizados e complexos.

Ingelsby não apenas criou o roteiro, mas também atua como showrunner e produtor executivo, o que lhe confere controle criativo total para garantir que sua visão se mantenha intacta ao longo da produção.

Sua assinatura é clara: personagens multifacetados, trama que privilegia a emoção contida, dilemas éticos e o impacto social do crime. O roteiro da série busca ir além do simples “quem cometeu o crime?”, para focar no “por quê” e “como” — como o crime afeta famílias, comunidades e a própria identidade dos envolvidos.

Talentos que elevam a narrativa

Mark Ruffalo, conhecido mundialmente por interpretar o Hulk na franquia Vingadores, traz para a série sua habitual intensidade e profundidade dramática. Em papéis anteriores, como em Spotlight (2015) e Zodíaco (2007), Ruffalo demonstrou habilidade em equilibrar força e vulnerabilidade, qualidades essenciais para o personagem Tom, um agente marcado pelas pressões do trabalho e pela própria humanidade.

No papel de Robbie, temos Tom Pelphrey, um ator que vem ganhando destaque graças a personagens complexos em séries como Ozark (Netflix) e Iron Fist (Marvel/Netflix). Em Task, Pelphrey interpreta um homem dividido entre os compromissos familiares e um lado sombrio que pode estar ligado aos crimes investigados. Sua performance promete ser um dos pontos altos da série, pois o papel exige nuances e uma transformação sutil.

Personagens secundários

Além do núcleo principal, a produção conta com um time robusto de atores em papéis secundários e recorrentes, que ajudam a construir o universo social onde a trama acontece. Entre eles estão nomes como Silvia Dionicio, Owen Teague, Margarita Levieva, Raphael Sbarge, Mickey Sumner, Elvis Nolasco, Brian Goodman, Colin Bates, Isaach De Bankolé, Phoebe Fox, Coral Peña, Martha Plimpton e Mireille Enos.

Esses personagens ampliam o olhar da série para além do crime e da investigação, mostrando como os acontecimentos reverberam em diferentes setores da comunidade — familiares, amigos, autoridades e cidadãos comuns. A construção dessa rede humana contribui para que Task não seja apenas um suspense, mas um drama social com camadas e nuances.

Por que devemos ficar de olho nessa série?

O mercado de dramas policiais já conta com inúmeras produções de sucesso, mas Task surge com uma proposta diferenciada: priorizar a complexidade dos personagens e o contexto social, sem abrir mão da tensão e do suspense. O cuidado na construção do roteiro, a direção sensível e o elenco talentoso formam uma combinação que promete entregar uma experiência audiovisual densa, emocionalmente rica e instigante. Para os fãs do gênero, é uma oportunidade de acompanhar uma história que foge do óbvio e convida à reflexão — um convite para olhar para o crime e para a justiça com olhos mais humanos e questionadores.

Quando estreia?

Com estreia marcada para 7 de setembro de 2025, a nova série chega à HBO Max como uma das principais apostas da emissora para o segundo semestre do ano. A minissérie tem tudo para se consolidar como um marco do gênero, graças à junção da expertise de Brad Ingelsby, o talento de Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e a força de uma equipe técnica comprometida com a excelência.


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