Luciana comanda debate intenso sobre Mentes Criminosas no SuperPop desta quarta, 05/02

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Nesta quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025, o ‘SuperPop‘ promete uma edição impactante, trazendo à tona um tema que sempre provoca reflexões e fascina o público: os bastidores das mentes criminosas. Sob o comando de Luciana Gimenez, a atração vai ao ar às 22h45 na RedeTV! e reúne especialistas e convidados para uma análise profunda sobre casos que marcaram a história criminal brasileira.

O jornalista e escritor Ulisses Campbell é um dos destaques da noite. Autor de livros investigativos que narram crimes de grande repercussão, como os envolvendo o Maníaco do Parque, Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, Campbell oferece um olhar detalhado sobre os fatos que chocaram o país. Com acesso a bastidores e entrevistas exclusivas, ele explicará como se deu a construção desses retratos criminais em suas obras e abordará as estratégias narrativas que utiliza para capturar a complexidade das histórias.

A conversa será enriquecida com a presença do criminólogo e psicanalista Rubens Correia Junior, que mergulha no perfil psicológico dos criminosos e explica as motivações por trás de comportamentos violentos e antissociais. Correia Junior também fará uma reflexão sobre os padrões comuns encontrados em muitos desses casos e discutirá o impacto psicológico gerado por crimes violentos na sociedade.

Complementando o debate, o jornalista Beto Ribeiro, com vasta experiência na cobertura de casos policiais, trará um panorama das investigações jornalísticas e a forma como a imprensa desempenha um papel crucial para manter a sociedade informada, muitas vezes lidando com situações emocionais intensas.

Entre os momentos mais aguardados da edição está a participação de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, vítima de um dos casos mais emblemáticos do país. Em uma conversa franca e emocionante, Ana Carolina falará sobre os desafios de seguir em frente após a perda de sua filha e como tem transformado a dor em uma missão de conscientização sobre a importância da justiça e da resiliência. Sua presença promete tocar o público com uma mensagem de força e superação.

Com uma abordagem que une jornalismo investigativo, análises psicológicas e depoimentos emocionantes, o ‘SuperPop’ desta semana se apresenta como uma edição imperdível para aqueles que buscam entender mais sobre a complexidade das mentes criminosas e os impactos sociais e emocionais deixados por crimes violentos.

Conversa com Bial (29/04/2025) entrevista Ben Stiller e recebe especialistas para refletir sobre os 60 anos da TV Globo

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Na terça-feira, 29 de abril, Pedro Bial recebe no Conversa com Bial o premiado ator, comediante e diretor Ben Stiller, conhecido por protagonizar e dirigir clássicos da comédia como Zoolander e Entrando Numa Fria. Em um bate-papo descontraído e revelador, Stiller compartilha sua experiência por trás das câmeras, os desafios de equilibrar o humor com a crítica social em seus projetos e os rumos de sua carreira como cineasta. O artista, que também assinou a direção da aclamada minissérie Ruptura (Severance), reflete sobre o processo criativo na televisão contemporânea e sua evolução como contador de histórias, dentro e fora dos sets de filmagem.

A conversa revisita marcos históricos da emissora, seu impacto cultural e político ao longo das décadas e sua capacidade de se reinventar diante das transformações tecnológicas e comportamentais do público. Além disso, Bucci e Tas traçam um panorama dos desafios enfrentados pela televisão aberta no Brasil, como a concorrência com o streaming, a fragmentação da audiência e as novas formas de engajamento digital, apontando caminhos possíveis para o fortalecimento do conteúdo audiovisual nacional.

Combinando leveza, profundidade e informação, o Conversa com Bial desta semana oferece ao público dois episódios imperdíveis que unem entretenimento, análise crítica e celebração da arte de comunicar.

📺 Conversa com Bial vai ao ar de segunda a sexta, nas noites da TV Globo.

O Deserto de Akin estreia em 31 de julho e ganha cartaz oficial, imagens inéditas e nova versão do trailer

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Com estreia marcada para 31 de julho, o novo filme de Bernard Lessa mistura política, afeto e pertencimento ao contar a jornada de um médico cubano deslocado no Brasil. O longa teve sua estreia na abertura do Festival de Vitória e já deixou claro: é um daqueles filmes que ficam ecoando depois dos créditos finais.

Por trás de cada deserto existe uma travessia — geográfica, emocional ou política. Em O Deserto de Akin, o que se atravessa é o Brasil, mas também os afetos, os silêncios e as fronteiras entre quem chega e quem já está à deriva. Com direção do capixaba Bernard Lessa, o filme chega aos cinemas em 31 de julho, depois de uma estreia de prestígio na abertura do 32º Festival de Vitória, onde concorre na categoria de Melhor Longa Nacional.

A história acompanha Akin, médico cubano vivido pelo premiado Reynier Morales (vencedor de Melhor Ator no Festival do Rio 2024), que desembarca em uma comunidade indígena no Espírito Santo como parte do (agora extinto) programa Mais Médicos. Mas o filme não se limita à função profissional. Akin é um estrangeiro num país à beira do colapso político e afetivo — e o que ele encontra aqui não são só pacientes, mas um espelho: do próprio deslocamento, da solidão e do desejo de se enraizar.O Deserto de Akin

Um filme sobre acolhimento — e suas rachaduras

Durante sua permanência, Akin é acolhido por Érica (Ana Flavia Cavalcanti) e Sérgio (Guga Patriota), dois brasileiros que também carregam suas próprias lacunas, memórias partidas e zonas de silêncio. Não é romance, necessariamente. É algo mais tênue, mais humano. Talvez amizade, talvez afeto suspenso, talvez uma tentativa de pertencimento compartilhado entre quem já não sabe onde — ou com quem — está.

O filme, no fundo, é sobre isso: sobre encontros possíveis em tempos difíceis. E sobre como, às vezes, o gesto de permanecer é um ato de resistência. Entre consultas médicas, caminhadas na mata e conversas atravessadas pelo idioma e pela hesitação, O Deserto de Akin constrói um retrato silencioso e delicado de uma experiência real vivida por centenas de profissionais estrangeiros que atuaram no Brasil — e que, com a mudança de governo em 2018, viram seus contratos encerrados de forma abrupta, em um cenário que flertava com xenofobia institucional.

Do Espírito Santo para o mundo: paisagens, corpos e política

Rodado entre Nova Almeida, Aracruz, Vitória e Vila Velha, o filme valoriza os cenários capixabas com uma fotografia que mistura rusticidade e lirismo. Mas, acima de tudo, valoriza os rostos. Os corpos em trânsito. As vozes contidas. A atuação de Morales impressiona justamente pela contenção — ele diz muito com o olhar, com a hesitação no português, com o desconforto de quem precisa se adaptar sem ser convidado.

Ana Flavia Cavalcanti entrega mais uma performance potente e ao mesmo tempo terna. Érica é uma mulher com dores acumuladas, mas que oferece espaço. E esse gesto, no filme, tem um peso enorme: acolher alguém, mesmo com medo, é também se permitir ser transformado.

No elenco ainda estão Welket Bungué (A Viagem de Pedro) e Patricia Galleto, ampliando a dimensão humana da narrativa com presenças igualmente marcantes.

A estética de um cinema que observa mais do que grita

Bernard Lessa já vinha se destacando por filmes como A Mulher e o Rio (2019) e A Matéria Noturna (2021), premiado no Festival de Brasília. Mas em O Deserto de Akin, ele talvez tenha encontrado seu filme mais maduro. Há uma calma no olhar — mas uma calma inquieta, que observa as rachaduras das instituições, a falência das promessas políticas, e a força dos pequenos gestos de cuidado.

Caldeirão com Mion 31/05/2025 – Bruno & Marrone são homenageados com edição especial do ‘Sobe o Som’

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Neste sábado, dia 31 de maio de 2025, o Caldeirão com Mion promete fortes emoções e muita música boa com uma edição especial do quadro ‘Sobe o Som’ dedicada a uma das duplas mais amadas do sertanejo brasileiro: Bruno & Marrone. Com uma trajetória marcada por sucessos, parcerias e milhões de fãs ao redor do país, os cantores participam pela primeira vez do programa, celebrando quase quatro décadas de carreira em um clima de festa, nostalgia e competição.

Jogo, memória e hits inesquecíveis

Sob o comando de Marcos Mion, o game musical ganha contornos emocionantes ao reunir nomes que, além de fãs, também fazem parte do universo musical da dupla. De um lado da disputa, os cantores Henrique e Diego, que além de mostrarem seu conhecimento sobre os clássicos de Bruno & Marrone, também aproveitam o palco do Caldeirão para lançar, em primeira mão, a nova parceria com os ídolos: a canção ‘Esqueci de Você’.

Do outro lado, o influenciador e ex-BBB Caio Afiune se junta ao cantor Luan Pereira em uma tentativa animada e divertida de adivinhar os sucessos da dupla com base nos primeiros acordes tocados pela banda Lúcio Mauro e Filhos. O jogo traz rodadas recheadas de clássicos como ‘Ai que Vontade’, ‘Por um Minuto’, ‘Choram as Rosas’ e ‘Por um Gole a Mais’, músicas que marcaram época e continuam presentes nas playlists dos fãs.

Revelações e momentos de bastidores

Entre uma rodada e outra, o público é presenteado com histórias curiosas e bastidores da carreira da dupla. Logo no início da atração, Mion revela uma curiosidade que nem todos conhecem: foi Leonardo, cantor e amigo de longa data, quem apresentou Bruno e Marrone, dando início à parceria que viria a se consolidar como uma das mais sólidas da música brasileira.

O programa também resgata imagens raras, como a primeira entrevista da dupla para a TV, exibida pela TV Anhanguera, afiliada da Globo em Goiás, no ano de 1997. A matéria relembra os tempos em que Bruno & Marrone percorriam o interior do país com voz e violão, conquistando o público em shows pequenos até ganharem espaço nos maiores palcos do Brasil.

Fãs que fazem parte da história

A homenagem se torna ainda mais emocionante com a participação de fãs selecionados pela produção, como o casal Maria Luiza e João Pedro, de João Pessoa, na Paraíba. Durante o programa, eles compartilham com o público como as músicas de Bruno & Marrone fazem parte da história do relacionamento dos dois — das serenatas aos momentos marcantes a dois.

“A nossa trilha sonora tem nome e sobrenome: Bruno & Marrone”, revela João Pedro.

Uma celebração à música sertaneja

Com direção musical afinada, clima descontraído e momentos de pura emoção, o Caldeirão com Mion deste sábado se transforma em uma verdadeira celebração à música sertaneja, homenageando uma dupla que faz parte do imaginário afetivo de gerações. Bruno & Marrone não apenas relembram sua trajetória, como também reafirmam o carinho do público e a força de sua obra.

Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima deste domingo, 18 de janeiro, na Globo

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Neste domingo, 18 de janeiro, a Temperatura Máxima da TV Globo traz para os telespectadores o spin-off de uma das franquias de ação mais populares do cinema: Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw. Dirigido por David Leitch, conhecido por seu trabalho em Deadpool 2, e escrito por Chris Morgan, o filme é uma expansão da saga The Fast and the Furious, destacando dois personagens que conquistaram fãs ao longo de vários filmes: Luke Hobbs, interpretado por Dwayne Johnson, e Deckard Shaw, interpretado por Jason Statham.

A narrativa acompanha a improvável aliança entre Hobbs e Shaw. Desde o primeiro encontro, os dois estiveram em lados opostos, com personalidades completamente diferentes e uma relação marcada por rivalidade e desconfiança. No entanto, o mundo enfrenta uma ameaça maior do que qualquer briga pessoal: Brixton, interpretado por Idris Elba, um homem geneticamente modificado, possui um vírus mortal e planeja espalhá-lo para matar milhões de pessoas, justificando seu ato como um passo necessário para a evolução da humanidade. Para impedir que essa catástrofe aconteça, Hobbs e Shaw precisam colocar de lado suas diferenças e trabalhar em equipe. Ao lado deles está Hattie Shaw, irmã de Deckard e agente do MI6, que oferece inteligência, habilidade e estratégia para a missão.

O filme mistura ação intensa, humor e cenas de tirar o fôlego, mantendo a essência da franquia que conquistou milhões de fãs ao redor do mundo. A química entre Johnson e Statham é um dos pontos altos da produção, criando momentos cômicos e tensos que equilibram a adrenalina das perseguições e lutas espetaculares. O elenco ainda conta com Vanessa Kirby, Helen Mirren e Eiza González, que acrescentam camadas de emoção e complexidade às cenas, tornando o filme mais que uma sequência de explosões e acrobacias.

Hobbs & Shaw é também conhecido por sua dublagem no Brasil, com vozes de Armando Tiraboschi, Flavia Fontenelle, Guilherme Briggs, Luísa Viotti, Mariangela Cantú e Ronaldo Júlio, garantindo que o público brasileiro possa aproveitar toda a intensidade das cenas sem perder a emoção original do filme.

O longa teve sua pré-estreia no Dolby Theatre, em Hollywood, no dia 13 de julho de 2019, e estreou oficialmente no Brasil e em Portugal em 1º de agosto de 2019. Nos Estados Unidos, a estreia ocorreu no dia 2 de agosto, nos formatos convencional, Dolby Cinema e IMAX. O filme rapidamente se tornou um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 760 milhões em todo o mundo. Esse desempenho consolidou Hobbs & Shaw como um dos spin-offs mais bem-sucedidos da franquia Velozes e Furiosos, mostrando que a combinação de ação, humor e química entre protagonistas pode conquistar públicos de diferentes idades e nacionalidades.

A ideia de criar um spin-off centrado em Hobbs e Shaw surgiu em 2015, quando Vin Diesel anunciou que a franquia The Fast and the Furious estava considerando expandir o universo com histórias focadas em personagens específicos. Em outubro de 2017, a Universal Pictures confirmou oficialmente o projeto, e Chris Morgan retornou como roteirista. Durante o processo de pré-produção, nomes como Shane Black foram cogitados para dirigir o filme, mas em fevereiro de 2018, David Leitch entrou em negociações e foi confirmado no cargo em abril. Ao longo desse período, a equipe de produção trabalhou para garantir que o filme mantivesse a identidade da franquia, mas explorasse novas possibilidades narrativas e visuais.

As filmagens começaram em 10 de setembro de 2018, em Londres, Inglaterra. Dwayne Johnson se juntou à produção algumas semanas depois, em 24 de setembro, após concluir suas gravações em Jungle Cruise. Para criar a atmosfera de Londres, algumas cenas foram filmadas em Glasgow, recriando ruas e edifícios históricos, enquanto outras sequências de ação foram gravadas na Usina Elétrica Eggborough, em North Yorkshire. Essa escolha de locações contribuiu para dar ao filme uma estética realista e épica, com cenários que reforçam a grandiosidade das cenas de perseguição e combate.

O roteiro de Chris Morgan explora temas que vão além da simples ação. A relação entre Hobbs e Shaw é o coração emocional do filme, mostrando como a rivalidade pode se transformar em parceria quando há um objetivo maior. Ao mesmo tempo, a história levanta questões sobre ética e responsabilidade, já que os protagonistas precisam lidar com um inimigo que representa uma ameaça global e uma visão distorcida do futuro da humanidade.

Além das cenas de ação, o filme também investe em momentos de humor e interação entre personagens. A dinâmica entre Hobbs e Shaw, que passa de hostilidade a colaboração forçada, cria situações cômicas que aliviam a tensão, mas sem comprometer o ritmo acelerado da narrativa. A participação de Hattie Shaw adiciona ainda mais complexidade à trama, mostrando que, mesmo em um mundo dominado por ação e violência, a inteligência, estratégia e coragem feminina são fundamentais.

A produção de Hobbs & Shaw também se destacou pelo cuidado técnico. A direção de David Leitch garantiu sequências de ação fluidas e inovadoras, enquanto o design de produção, coreografias de luta e efeitos visuais contribuíram para criar um filme que combina realismo com espetáculo cinematográfico. Cada perseguição, explosão ou combate foi cuidadosamente planejado para manter a tensão constante e envolver o público do início ao fim.

Cine Aventura deste sábado (20) exibe “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”, produção australiana cheia de emoção

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A Record TV aposta em emoção, aventura e consciência ambiental para a programação deste sábado, 20 de dezembro, ao exibir no Cine Aventura Especial o filme “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”. A produção australiana de 2013 convida o público a revisitar um universo repleto de paisagens exuberantes, desafios intensos e uma protagonista determinada a proteger tudo aquilo que ama. Mais do que uma simples continuação, o longa apresenta uma Nim mais madura, consciente e pronta para enfrentar ameaças reais ao seu mundo particular.

Nesta nova fase da história, Nim, agora com 14 anos, não é mais apenas a menina curiosa que explorava a ilha guiada pela imaginação. Ela se tornou uma jovem firme, responsável e profundamente conectada ao ambiente em que vive. A ilha deixou de ser apenas um refúgio encantado e passou a representar um território ameaçado pela ganância humana. É nesse contexto que o filme constrói sua narrativa, equilibrando entretenimento e reflexão de forma acessível para toda a família. (Via AdoroCinema)

O conflito central surge quando empreendedores implacáveis e caçadores ambiciosos passam a enxergar a ilha como uma oportunidade de lucro. A exploração ilegal e a destruição iminente colocam em risco não apenas o ecossistema local, mas também os animais que Nim considera sua família. Diante desse cenário, a jovem percebe que sua coragem, embora essencial, não será suficiente para enfrentar sozinha forças tão poderosas e organizadas.

É nesse momento que entra em cena Edmund, um jovem que fugiu do continente buscando isolamento e uma nova chance de recomeçar. Diferente de Nim, Edmund carrega suas próprias dores e conflitos internos, o que inicialmente gera desconfiança entre os dois. No entanto, ao longo da trama, a relação se transforma em uma parceria baseada na confiança, no respeito e no objetivo comum de proteger a ilha. A união dos dois personagens reforça uma das principais mensagens do filme: grandes batalhas só podem ser vencidas quando há colaboração e empatia.

“De Volta à Ilha da Imaginação Nim” se destaca por ir além da aventura tradicional. Embora traga cenas de ação, perseguições e momentos de tensão, o longa aposta fortemente em uma mensagem ambiental clara e necessária. A preservação da natureza, o respeito aos animais e a responsabilidade humana diante dos recursos naturais são temas abordados de forma direta, porém sensível, tornando o filme educativo sem ser didático demais.

A ambientação é um dos grandes trunfos da produção. Gravado na Austrália, país conhecido por sua biodiversidade única, o filme utiliza cenários naturais exuberantes que ajudam a construir uma atmosfera envolvente e autêntica. As paisagens não funcionam apenas como pano de fundo, mas como parte essencial da narrativa, reforçando a importância da ilha como personagem viva dentro da história.

Dirigido por Brendan Maher, o longa conta com roteiro assinado por Ray Boseley e Cathy Randall, que souberam adaptar a história para um público que cresceu junto com a personagem Nim. A transição da infância para a adolescência é retratada com sensibilidade, mostrando uma protagonista que aprende a lidar com responsabilidades maiores, escolhas difíceis e consequências reais.

O elenco contribui significativamente para a força do filme. Bindi Irwin, filha do lendário ambientalista Steve Irwin, entrega uma atuação natural e carismática, que ganha ainda mais força por sua ligação real com a causa ambiental. Sua presença confere autenticidade à personagem e reforça o discurso de preservação defendido pela narrativa. Ao seu lado, Matthew Lillard acrescenta experiência e versatilidade ao elenco, enquanto Toby Wallace, no papel de Edmund, traz profundidade emocional ao personagem. John Waters completa o time principal, ajudando a sustentar a trama com atuações consistentes.

Lançado oficialmente em 28 de março de 2013, na Austrália, o filme se consolidou como uma continuação que dialoga tanto com o público jovem quanto com adultos. Ele mantém o espírito aventureiro do primeiro longa, mas adiciona camadas mais complexas, tornando a experiência mais rica e reflexiva.

Para quem não conseguir acompanhar a exibição na TV ou desejar rever essa jornada emocionante, o filme também está disponível em Video On Demand. É possível assistir a “De Volta à Ilha da Imaginação Nim” no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 6,90, tornando o acesso fácil e acessível.

Sabadou com Virginia deste sábado (16) recebe Diego e Daniele Hypólito, Pixote e Mayana Neiva

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Neste sábado, 16 de agosto, o Sabadou com Virginia promete uma noite marcada por emoção, inspiração e talento. Virginia Fonseca recebe no palco nomes que atravessam gerações e histórias de vida: o grupo Pixote, os ex-ginastas Diego e Daniele Hypólito, a atriz e cantora Mayana Neiva, além da apresentadora Margareth Serrão e do inseparável Lucas Guedez. O encontro mistura memórias afetivas, desafios pessoais e manifestações artísticas que mostram como o talento e a resiliência podem transformar vidas.

Daniele Hypólito e Diego Hypólito são exemplos de dedicação e força de vontade. Desde a infância, ambos encontraram na ginástica artística uma forma de expressar sonhos e emoções. Daniele relembra que tudo começou em casa, de maneira lúdica e simples: “O braço do sofá era o salto, o colchão dos meus pais era o solo, e eu usava o meio-fio como trave. Sempre amei ginástica e comecei brincando.” A paixão pela modalidade se tornou profissional, mas não sem sacrifícios.

Diego, irmão mais velho, destaca a importância da mãe na formação de ambos: “O meu maior exemplo, depois de Deus, é a Dona Geni. Ela abriu mão de muitas coisas para nos incentivar e nos dar a chance de seguir nossos sonhos.” Ele lembra, emocionado, da fase difícil em que a família enfrentou dificuldades financeiras: “No Rio de Janeiro, passamos meses sem luz e sem comida suficiente. Só não fomos despejados porque morávamos em um prédio do Flamengo. Foi uma época muito dura, mas que nos ensinou a valorizar cada conquista.”

Um episódio simples, mas marcante, revela a força de vontade de Diego: “Lembro de um dia em que derramei uma lata de leite condensado no fogão antes do treino. Aquele instante me fez prometer que mudaria a realidade da minha família. Hoje, meus maiores louros não são medalhas, mas saber que consegui dar orgulho e segurança aos meus pais.”

Além da superação pessoal, os irmãos falam sobre o papel da ginástica em transformar vidas. Daniele observa: “A ginástica nos ensinou disciplina, paciência e resiliência. Cada queda, cada treino exaustivo, cada medalha tem uma história que vai muito além do esporte.” Para Diego, compartilhar essas experiências é fundamental: “Embora as pessoas nos vejam como campeões, nossa vida foi marcada por dificuldades e superações que todos podem enfrentar e vencer.”

Pixote: a música que conecta gerações

O grupo Pixote também marca presença no programa, trazendo a alegria e a energia do pagode. Dodô, vocalista do grupo, recorda os primeiros passos na música: “Cantava no coral da igreja, mas o pagode sempre foi minha paixão. Meu tio me levava para rodas de samba quando eu era pequeno, e já cantava junto.” O início da carreira profissional foi precoce, aos 14 anos, e rapidamente o grupo conquistou reconhecimento: “Em 1995 gravamos a primeira música, ‘Brilho de Cristal’. A partir daí, tudo aconteceu muito rápido, mas sempre com muito trabalho e dedicação.”

O impacto do Pixote vai além da música. O grupo se tornou referência para jovens que buscam inspiração na cultura popular, mostrando que talento e esforço podem gerar reconhecimento. Dodô reforça: “Nosso objetivo é levar alegria e mensagens positivas. A música tem esse poder de transformar ambientes e vidas.” A presença no Sabadou com Virginia permite que o público conheça não apenas o artista, mas o ser humano por trás do palco, com histórias de superação, amizade e perseverança.

Mayana Neiva: a arte como expressão de identidade

Mayana Neiva traz uma perspectiva diferente ao programa, unindo teatro, música e raízes culturais. A atriz e cantora compartilha como a infância influenciou sua trajetória: “Meu pai chegava em casa e eu pintava bigodes nele. Minha mãe era dentista, vestia branco e salto, e eu vestia junto. Era minha forma de brincar, de me relacionar com o mundo e de expressar criatividade.”

Durante a pandemia, Mayana encontrou no isolamento uma oportunidade de aprofundar sua arte: “Resolvi gravar um disco inspirado nas sonoridades do sertão nordestino e latino-americanas. Foi um mergulho nas minhas raízes, uma forma de resgatar tradições e mostrar ao público algo autêntico e sensível.” O álbum é resultado de pesquisa, experimentação e vivência, trazendo canções que refletem identidade, memória e emoção.

Mayana destaca que a arte também é uma forma de dialogar com as emoções humanas: “Cada canção é uma história, cada performance é um encontro com o público. Quero que as pessoas sintam e se conectem com a mensagem, entendendo que a cultura e a tradição podem ser fonte de força e inspiração.”

Margareth Serrão e Lucas Guedez: a condução do entretenimento

Ao lado de Virginia Fonseca, Margareth Serrão e Lucas Guedez garantem a leveza e o dinamismo do programa. Margareth, conhecida por sua sensibilidade em entrevistas, atua como ponte entre o público e os convidados, destacando histórias de superação e curiosidades que muitas vezes ficam fora dos holofotes. Lucas, por sua vez, acrescenta humor e interação, equilibrando emoção e descontração.

O entrosamento da equipe contribui para uma experiência mais próxima e humana para os espectadores: “Nosso objetivo é mostrar que por trás de cada história, de cada talento, existe um ser humano com desafios, sonhos e conquistas. Queremos que o público se emocione, mas também se divirta e se inspire”, explica Virginia Fonseca.

Histórias que emocionam e inspiram

Uma das marcas do programa é a capacidade de emocionar o público. Ao ouvir relatos de Diego e Daniele, de Dodô e do grupo Pixote, e de Mayana Neiva, é possível perceber que a superação e a dedicação têm formas múltiplas: seja no esporte, na música ou na arte. Cada trajetória traz aprendizados que vão além do palco, mostrando a importância da resiliência, do apoio familiar e da fé nos próprios sonhos.

Daniele reforça: “Cada desafio que enfrentamos nos ensinou a valorizar cada conquista. Não existe vitória sem esforço, e compartilhar isso é uma forma de inspirar outras pessoas.” Diego completa: “Queremos mostrar que mesmo vindo de situações difíceis, é possível construir algo grande, reinventar-se e seguir em frente com propósito.”

Diversão e entretenimento garantidos

Apesar da profundidade das histórias, o programa mantém seu tom descontraído e divertido. Quadros como Sabadou Tem Que Beijar e Se Beber Não Fale garantem momentos de leveza, risadas e interação com o público. A combinação de emoção e entretenimento torna o Sabadou com Virginia um programa completo, capaz de conquistar diferentes perfis de espectadores.

A música ao vivo do Pixote e a performance de Mayana Neiva criam um ambiente envolvente, no qual público e artistas compartilham energia e alegria. Diego e Daniele também participam de brincadeiras e atividades lúdicas, mostrando que a vida de campeões pode ser leve e divertida, mesmo diante dos desafios.

Mistério, FBI e pomada branca: Série documental A Mulher da Casa Abandonada ganha data de estreia no Prime Video

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O Prime Video acaba de confirmar que “A Mulher da Casa Abandonada”, série documental baseada no podcast que virou obsessão nacional, estreia no dia 15 de agosto. A adaptação promete levar ao público, com novos elementos visuais e ainda mais reviravoltas, a história real de uma mulher que parecia apenas excêntrica, mas carregava um passado digno de thriller internacional.

Narrada e investigada pelo jornalista Chico Felitti, a série parte de uma figura enigmática que assombrava — e ao mesmo tempo despertava curiosidade — dos moradores de Higienópolis, bairro nobre de São Paulo. Ela se apresentava como “Mari”, saía raramente de casa e, quando aparecia, estava sempre com o rosto lambuzado por uma pomada branca. Quem era ela? Uma reclusa excêntrica? Uma senhora com manias estranhas? Ou algo muito mais sombrio?

Bom… a resposta surpreendeu até os mais viciados em true crime.

Por trás da fachada em ruínas de uma mansão tomada por limo e mistério, havia uma mulher que, duas décadas antes, fugiu dos Estados Unidos, onde era procurada por um crime grave — daqueles que envolvem tráfico humano e maus-tratos em condições análogas à escravidão. A investigação de Felitti, contada com maestria no podcast original da Folha de S.Paulo, revelou conexões com a capital norte-americana, o FBI, julgamentos abafados, e até uma empresa ligada à NASA, especializada em construir satélites e foguetes.

Sim, a história é real. E sim, é ainda mais absurda do que parece.

Com seis episódios, a série documental mergulha fundo nesse labirinto de identidade, silêncio, impunidade e choque cultural. E o mais perturbador: tudo isso estava acontecendo bem debaixo dos nossos narizes, em uma das regiões mais caras de São Paulo, onde ninguém desconfia de nada — ou prefere não desconfiar.

O sucesso estrondoso do podcast — que chegou a desbancar produções internacionais nos rankings brasileiros — transformou “A Mulher da Casa Abandonada” em um fenômeno. Agora, com imagens inéditas, entrevistas impactantes e a narração de Chico Felitti guiando os espectadores pelos bastidores da investigação, o mistério promete ganhar novas camadas e muito mais tensão.

Para quem já escutou o podcast, vale o retorno — com cenas reais e ângulos nunca antes vistos. Para quem não conhece, é a chance de embarcar em um dos casos mais bizarros e fascinantes da crônica policial brasileira recente.

“A Mulher da Casa Abandonada” estreia no Prime Video em 15 de agosto. E aí, vai encarar?

Muito além do panda-vermelho! Descubra curiosidades de Red: Crescer é uma Fera, destaque do Cinema 26 desta sexta (2)

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À primeira vista, Red: Crescer é uma Fera pode parecer apenas mais uma animação divertida da Pixar. Mas basta alguns minutos para perceber que o filme vai muito além do humor e das cores vibrantes. Exibido no Cinema 26 desta sexta, 2 de janeiro de 2026, o longa é uma verdadeira carta aberta sobre crescer, mudar e lidar com emoções que parecem grandes demais para caber dentro da gente.

Ambientado no início dos anos 2000, o filme acompanha Meilin Lee, uma garota sino-canadense de 13 anos que vive em Toronto e tenta equilibrar duas versões de si mesma. De um lado, a filha dedicada que quer agradar a mãe em tudo. Do outro, uma adolescente em plena transformação, cercada por novas paixões, conflitos e inseguranças. Como se isso já não fosse complicado, Mei descobre que, sempre que fica muito nervosa ou emocionalmente agitada, se transforma em um panda-vermelho gigante. A metáfora é clara e funciona justamente por isso.

Uma adolescência que virou história de cinema

A origem de Red: Crescer é uma Fera é tão pessoal quanto a história que ele conta. A diretora e roteirista Domee Shi se inspirou em suas próprias experiências para criar o filme. Logo após concluir o curta Bao, ela foi convidada pela Pixar, em 2017, a apresentar ideias para um longa-metragem. Todas as propostas tinham algo em comum: histórias de amadurecimento centradas em adolescentes.

A ideia que se transformaria em Turning Red surgiu da sensação universal de se sentir estranho aos 13 anos. Domee Shi descreveu esse período como uma fase em que todo mundo se sente meio fora de controle, como se estivesse se transformando em algo diferente todos os dias. Foi essa sinceridade emocional que conquistou a Pixar e fez o projeto ganhar vida.

Mãe, filha e sentimentos que não cabem em palavras

Um dos pontos mais fortes do filme é a relação entre Mei e sua mãe, Ming. Essa dinâmica não foi construída por acaso. Segundo a produtora Lindsey Collins, ficou claro desde a apresentação do projeto que Domee Shi tinha uma conexão muito profunda com essas personagens. Elas representam diferentes fases da mesma vida, cheias de amor, cobrança, medo e dificuldade de comunicação.

Essa abordagem mais íntima segue uma nova fase criativa da Pixar, que passou a investir em histórias menores, mais pessoais e emocionalmente honestas, como já havia feito em Luca. Em vez de grandes vilões, o conflito nasce dentro dos próprios personagens.

Toronto, anos 2000 e um visual que parece um sonho adolescente

O filme se passa em Toronto, no Canadá, em 2002, e tudo foi pensado para refletir o olhar de uma adolescente daquela época. A diretora definiu o estilo visual como um “sonho febril adolescente asiático”, cheio de exageros, expressões marcantes e cores vibrantes.

Videogames como Pokémon, EarthBound e The Legend of Zelda: Breath of the Wild serviram de referência para criar um mundo fofo, expressivo e emocionalmente carregado. A febre das boy bands, tão presente no início dos anos 2000, também aparece com força no filme, ajudando a criar identificação imediata com quem viveu aquela fase.

Para dar ainda mais autenticidade, a equipe da Pixar visitou bairros de Chinatown, templos tradicionais e até o Zoológico de São Francisco, onde estudaram o comportamento dos pandas-vermelhos para que a transformação de Mei fosse ao mesmo tempo engraçada, caótica e adorável.

Quando a música fala por uma geração

A trilha sonora da animação é parte essencial da experiência. O filme marca a estreia de Ludwig Göransson em uma animação, trazendo uma trilha que acompanha as emoções da protagonista com delicadeza e intensidade.

Além disso, o longa conta com três músicas originais escritas por Billie Eilish e Finneas O’Connell, interpretadas pela boy band fictícia 4*Town. As canções foram criadas para soar exatamente como hits do início dos anos 2000, com letras grudentas e melodias feitas para serem cantadas em coro. A ideia surgiu quando a produtora Lindsey Collins percebeu que o estilo de Billie combinava perfeitamente com o universo do filme.

Sucesso emocional que encontrou seu público

Embora o desempenho do filme nos cinemas internacionais tenha sido abaixo do esperado, com cerca de US$ 20 milhões arrecadados fora dos Estados Unidos e Canadá, Turning Red conquistou algo talvez ainda mais importante: um público fiel e apaixonado. Em casa, o filme ganhou nova vida, sendo amplamente discutido por sua abordagem honesta sobre adolescência, identidade e emoções.

The Mastermind de Kelly Reichardt chega com exclusividade à MUBI em dezembro

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Foto: Reprodução/ Internet

A cineasta norte-americana Kelly Reichardt, aclamada por trabalhos como First Cow e Showing Up, retorna com um novo projeto disponível com exclusividade na MUBI a partir de 12 de dezembro de 2025. Intitulado The Mastermind, o filme transporta o público para um subúrbio pacato de Massachusetts nos anos 1970, onde acompanha o audacioso plano de um ladrão de arte amador, explorando de forma delicada o desejo, a ambição e as falhas humanas por trás de uma fachada de perfeição.

A trama gira em torno de J.B. Mooney, um pai de família desempregado que decide realizar seu primeiro grande assalto. Com o museu meticulosamente estudado e uma equipe de cúmplices recrutada, Mooney acredita controlar todos os detalhes. No entanto, Reichardt constrói a narrativa com sutileza, revelando como pequenos imprevistos e decisões equivocadas podem transformar um plano aparentemente perfeito em uma complexa teia de erros e desilusões. O filme, assim, se torna mais do que um suspense sobre crime: é um retrato sensível do desencanto e das ilusões de uma época marcada por mudanças sociais e culturais.

O elenco reúne talentos consagrados do cinema internacional, incluindo Josh O’Connor (Rivais, La Chimera), Alana Haim (Licorice Pizza), John Magaro (Vidas Passadas, First Cow), Gaby Hoffmann (Transparent, Girls), Bill Camp (12 Anos de Escravidão, Coringa) e Hope Davis (Anti-herói Americano, Synecdoche, New York). A produção estreou na competição oficial do Festival de Cannes 2025, rendendo a Reichardt uma indicação ao Melhor Direção, enquanto O’Connor foi indicado ao prêmio de Melhor Atuação Protagonista no Gotham Awards.

Paralelamente ao lançamento do filme, a MUBI anunciou a publicação do livro The Mastermind – MUBI Editions, previsto para 17 de fevereiro de 2026, com pré-venda já disponível em MUBIeditions.com. O lançamento chega em formato de box set exclusivo, composto por quatro livretos que documentam o processo criativo de Reichardt. Entre fotografias inéditas, reflexões pessoais e fragmentos de bastidores, o livro oferece um olhar privilegiado sobre a atenção aos detalhes e o cuidado artesanal que marcaram a produção do longa.

Dentre os destaques do livro estão um ensaio crítico de Lucy Sante, uma análise sobre o artista Arthur Dove, assinada por Alec MacKaye, da Phillips Collection, além de fotografias exclusivas do set e reproduções das obras de Dove, que inspiraram o design de época do filme. O conjunto permite aos leitores mergulhar não apenas na narrativa da obra, mas também na construção estética e na visão artística da diretora.

The Mastermind também inaugura a série Lights! da MUBI Editions, dedicada a celebrar os lançamentos da plataforma e homenagear cineastas de destaque. A iniciativa sucede a série Projections, lançada em 2025 com o livro Read Frame Type Film, reforçando o compromisso da MUBI em aproximar cinema e literatura em projetos de colecionador.

Com este novo lançamento, Kelly reafirma sua capacidade de transformar histórias aparentemente simples em retratos densos e detalhados da experiência humana, combinando narrativa, estética e personagens memoráveis. A chegada de The Mastermind à MUBI não apenas amplia o alcance do cinema autoral, mas também oferece aos espectadores e leitores uma oportunidade única de vivenciar o processo criativo de forma profunda e imersiva, consolidando mais uma vez o legado da diretora como uma das vozes mais sensíveis e precisas do cinema contemporâneo.

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