Dan Cândido & Matheus lançam “Para de Me Dar Moral” ao lado de Rayane & Rafaela — O hit que mistura humor e verdade do sertanejo universitário

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Depois de agitar o cenário musical com o projeto Open Mé, Dan Cândido & Matheus voltam a se destacar com uma novidade quente: o lançamento do single “Para de Me Dar Moral”, em colaboração com a dupla Rayane & Rafaela. O que chama atenção na música é a forma como ela fala sobre os desencontros amorosos, mas sem drama, com leveza e uma boa dose de bom humor.

Quando a parceria vira papo de amigo

Essa música nasceu de um encontro descontraído entre os quatro artistas, que logo perceberam ter algo a mais para criar juntos. Entre conversas e brincadeiras, surgiu uma faixa que soa como aquela conversa franca entre exs que tentam colocar um ponto final nas voltas e recaídas. “Foi um processo natural, sem pressão, onde cada ideia ganhou espaço para crescer”, contam Dan e Matheus, animados com o resultado.

Sertanejo com alma jovem e uma pitada de malícia

O diferencial da canção está justamente nessa mistura de autenticidade com um toque de ironia — nada pesado, só aquele deboche que faz a gente sorrir de si mesmo. Rayane & Rafaela refletem essa pegada com sua voz firme e o estilo que conquistou fãs pelo Brasil afora. “É uma música que tem a nossa cara: direta, forte e cheia de personalidade”, destacam as meninas.

Da caneta ao palco: quem são Dan Cândido & Matheus

Mais do que intérpretes, eles são nomes importantes na composição de hits para grandes nomes do sertanejo nacional. Com um olhar fresco para o gênero, eles investem numa mistura de letras autorais, melodias contemporâneas e uma vontade de manter o sertanejo conectado com o público jovem. O single “Grudou” foi só o começo de uma trajetória que promete muita inovação.

Open Mé: conectando a música ao lifestyle universitário

O lançamento faz parte de um movimento que vai além da música. O Open Mé, que já conta com mais de 110 grupos universitários pelo Brasil, cria experiências que juntam música, festa e cultura jovem, ressignificando o jeito de ouvir sertanejo. Goiânia foi o palco escolhido para dar vida a essa nova fase, com participações especiais que mostram a força dessa geração.

“Para de Me Dar Moral”: um convite para rir dos próprios tropeços

No fim das contas, a nova música é um reflexo do cotidiano da juventude, que encara as relações com sinceridade e leveza, mesmo quando o coração insiste em dar voltas. Com “Para de Me Dar Moral”, Dan Cândido & Matheus e Rayane & Rafaela entregam um som que vai fazer muita gente se identificar e, claro, cantar junto.

Olhe pra cima! Superman voa alto nas bilheterias dos Estados Unidos com US$ 122 milhões

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Quando a Warner anunciou que James Gunn comandaria o novo Superman, muita gente ficou com um pé atrás. Afinal, recontar a história do herói mais clássico dos quadrinhos não é exatamente tarefa fácil — e o histórico recente da DC nos cinemas só aumentava o peso da responsabilidade. Mas, ao que tudo indica, a aposta deu certo. Deu muito certo.

Logo em seu primeiro fim de semana, o novo Superman voou direto para o topo das bilheteiras dos EUA, arrecadando US$ 122 milhões e mostrando que o público está mais do que pronto para dar uma nova chance ao Filho de Krypton.

A melhor estreia solo do herói — e com sobra

Não foi só um bom desempenho. Foi histórico. A nova versão do personagem já conquistou o título de maior abertura solo de um filme do Superman até hoje, superando todas as encarnações anteriores do herói. Além disso, garantiu o posto de terceira maior estreia de 2025 até agora, ficando atrás apenas do fenômeno inesperado Um Filme Minecraft e da nostalgia encantadora do live-action de Lilo & Stitch.

No acumulado global, o novo Superman já ultrapassa US$ 217 milhões, em apenas alguns dias. Para um universo cinematográfico que está sendo reestruturado do zero, esse é o tipo de pontapé inicial que qualquer estúdio sonha.

Enquanto isso, no mundo dos dinossauros…

Na segunda posição do fim de semana aparece outro colosso dos cinemas: Jurassic World: Recomeço. Mesmo sofrendo uma queda de 57% em relação à semana anterior — o impacto natural da estreia de um blockbuster como Superman — o filme não saiu de cena em silêncio.

Com mais US$ 40 milhões arrecadados só nos EUA no fim de semana, a produção segue sólida. E os números totais não mentem: são US$ 232 milhões arrecadados domesticamente e um acumulado global que já passou da marca dos US$ 500 milhões. É um sinal claro de que o apelo jurássico ainda está vivo e feroz nas salas de cinema.

Um novo herói e uma velha força: o que os números revelam?

A disputa entre Superman e dinossauros pode até parecer uma batalha fictícia, mas nas bilheteiras ela é bem real — e mostra que o cinema comercial está longe de estar em crise. Pelo contrário, o público continua aparecendo em peso quando a promessa é clara: emoção, espetáculo e entretenimento de qualidade.

O sucesso do novo Superman também sinaliza um sopro de renovação para o DCU, que inicia sua nova fase com um pé firme no chão (e outro voando bem alto). Já Jurassic World reforça que, mesmo com novas caras e rumos diferentes, franquias clássicas ainda têm muito a oferecer — especialmente quando conseguem se reinventar sem perder o DNA original.

Criada por Dick Wolf, 8ª temporada da série americana FBI estreia em 12 de outubro

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Foto: Reprodução/ Internet

A premiada série F.B.I., criada por Dick Wolf, retorna às telas americanas em 12 de outubro de 2025 com sua aguardada oitava temporada. Reconhecida por retratar com intensidade o cotidiano dos agentes especiais do FBI em Nova York, a produção segue conquistando público ao mesclar investigação rigorosa com nuances humanas, consolidando-se como um dos principais dramas policiais da atualidade.

Nesta nova fase, a trama se aprofunda a partir de um ataque a bomba que abala a cidade, desencadeando uma complexa teia de conspirações. O caso não só desafia a capacidade técnica e estratégica dos agentes liderados por Maggie Bell (Missy Peregrym) e Omar Adom “OA” Zidan (Zeeko Zaki), mas também expõe seus limites emocionais e éticos. A série acerta ao humanizar seus protagonistas, mostrando que, por trás do uniforme, existem pessoas sujeitas a dúvidas, falhas e conflitos.

Contudo, apesar do sucesso contínuo e da fórmula eficiente, F.B.I. precisa enfrentar o desafio de evitar a repetição de clichês típicos do gênero policial, oferecendo frescor em roteiros e personagens. A expectativa é que essa temporada traga uma narrativa mais robusta e crítica, capaz de ir além da adrenalina das operações para discutir questões institucionais e sociais pertinentes à realidade contemporânea.

No Brasil, ainda sem data oficial para a estreia, a série mantém uma base sólida de fãs, ávidos por acompanhar o desenrolar das investigações que já viraram referência em entretenimento televisivo. Se a oitava temporada conseguir manter o equilíbrio entre ação e profundidade emocional, F.B.I. reafirmará sua posição no concorrido universo dos dramas policiais.

Reboot de Resident Evil estreia em 2026 com direção de Zach Cregger e abordagem inédita

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Foto: Reprodução/ Internet

A saga Resident Evil ganhará uma nova versão nos cinemas — e, desta vez, com uma proposta bastante distinta do que os fãs dos games estão acostumados. Em entrevista à revista SFX Magazine, o diretor e roteirista Zach Cregger (A Hora do Mal, Acompanhante Perfeita e Saindo do Armário) confirmou que o reboot cinematográfico não será completamente fiel aos jogos originais, optando por um caminho mais autoral, com foco em um terror psicológico enraizado em isolamento e tensão crescente.

Quando o filme chega nos cinemas?

Com estreia prevista para o dia 18 de setembro de 2026, o novo longa marca uma nova fase da franquia nas telonas. O roteiro é assinado por Cregger em parceria com Shay Hatten (Exército de Ladrões: Invasão da Europa e Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes), o que sinaliza uma narrativa que equilibra ação estilizada e atmosfera opressiva — características cada vez mais valorizadas nas produções contemporâneas de horror.

Uma história inédita no universo

Ainda sem título oficial divulgado, o novo filme não será uma reencenação direta dos eventos clássicos de Raccoon City. Segundo informações não confirmadas oficialmente, a trama será centrada em um entregador comum que, ao realizar uma entrega em um hospital remoto, acaba isolado no local após o surto de uma infecção letal. Sozinho e cercado por criaturas mutantes, o personagem precisa enfrentar horrores que desafiam tanto sua sobrevivência quanto sua sanidade.

O papel principal será vivido por Austin Abrams (O Estado das Coisas, A Química que Há Entre Nós, Euphoria e This Is Us), em um raro protagonismo que se distancia dos soldados e agentes especiais das adaptações anteriores. A escolha de Abrams reforça a proposta de Cregger de colocar o espectador na pele de um indivíduo comum, exposto a uma situação extraordinária — e absolutamente aterradora.

Responsável por um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos, Noites Brutais, Zach Cregger é conhecido por seu domínio de atmosfera, construção de tensão e reviravoltas narrativas inesperadas. Agora, à frente de uma das maiores franquias do gênero, o cineasta promete uma releitura ousada, que dialoga com os temas clássicos de isolamento, mutação e desespero, mas sem depender de personagens icônicos ou fan service excessivo.

“A fidelidade total ao jogo não é o nosso foco. Estamos interessados em contar uma boa história — com identidade própria”, afirmou Cregger à SFX.

O que podemos esperar?

Após anos de diferentes abordagens cinematográficas — da ação exagerada da saga com Milla Jovovich ao revival nostálgico de Bem-Vindo a Raccoon City — o novo Resident Evil busca reposicionar a franquia no cenário do terror moderno. Ao invés de repetir fórmulas, o projeto investe em personagens inéditos, ambientação claustrofóbica e suspense psicológico, num esforço de reconexão com a essência do horror que consagrou os primeiros games.

Encuentros en Brasil estreia na TV Cultura unindo música latina e turismo em jornada afetiva pelo país

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Nesta sexta-feira, 18 de julho, às 23h, a TV Cultura estreia Encuentros en Brasil, uma série documental que transforma a experiência turística em processo criativo. Ao longo de 12 episódios, seis artistas consagrados da cena latino-americana percorrem cidades brasileiras que sediaram a Copa do Mundo de 2014, com uma missão tão poética quanto desafiadora: compor uma música inédita inspirada no território, nas pessoas e nas histórias que encontram pelo caminho.

Com direção musical do brasileiro Paulinho Moska, a produção une música, viagem e identidade cultural, revelando o Brasil a partir de olhares estrangeiros — mas profundamente sensíveis. Os convidados desta temporada são nomes de peso na música latino-americana: o uruguaio Jorge Drexler, o argentino Kevin Johansen, a chilena Francisca Valenzuela, a colombiana Andrea Echeverri, a mexicana Natalia Lafourcade, e o duo peruano Alejandro y Maria Laura. Cada artista protagoniza dois episódios de 30 minutos, em que vivenciam o Brasil de forma imersiva.

Em vez de roteiros tradicionais ou passeios turísticos prontos, o que guia cada jornada é a escuta: do ambiente, das pessoas, dos sotaques, dos sons naturais e urbanos. A cada parada, os músicos se deparam com experiências autênticas — um samba numa praça, uma conversa com artesãos locais, uma caminhada por ruas históricas, um encontro culinário inesperado — que os levam a criar composições originais como resposta afetiva ao que viveram. Essas canções são, ao fim de cada episódio, transformadas em videoclipes exclusivos, gravados nos próprios destinos visitados.

Para Moska, que assina a curadoria musical do projeto, o que diferencia Encuentros en Brasil de outras séries sobre viagem e música é a relação emocional construída entre os artistas e o país. “Mais do que mostrar paisagens bonitas ou lugares conhecidos, a série mergulha no afeto. Ela revela como o Brasil toca o coração de quem o vive por dentro, ainda que por poucos dias. E a música é o resultado mais honesto dessa vivência”, destaca.

Com uma proposta estética intimista e narrativa documental, a série também cumpre o papel de resgatar os legados culturais e sociais das cidades que, em 2014, estiveram sob os holofotes globais. Agora, dez anos depois, esses territórios voltam ao centro da atenção, mas sob uma nova ótica: a da sensibilidade artística e da troca latino-americana.

A produção é fruto de uma coprodução entre a Santa Rita Filmes e a BeGiant Advertainment, e surge como exemplo de como é possível unir promoção turística, valorização cultural e entretenimento de qualidade. Em tempos em que a América Latina busca reafirmar seus vínculos culturais para além das fronteiras geográficas, Encuentros en Brasil soa como um gesto de reconexão — com o território, com a arte e com a potência dos encontros.

Samara Weaving retorna em Casamento Sangrento 2, que estreia no Brasil em abril de 2026

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A 20th Century Studios confirmou: “Casamento Sangrento 2” (título oficial ainda provisório) tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 9 de abril de 2026. A aguardada continuação do aclamado terror de 2019 traz de volta Samara Weaving no papel de Grace Le Domas, em uma trama que promete expandir o universo sangrento e satírico do primeiro longa.

Sob direção da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, do coletivo Radio Silence, a produção resgata os elementos que consagraram o original: tensão crescente, humor ácido e reviravoltas chocantes. Com roteiro assinado por Guy Busick e Ryan Murphy — sim, o mesmo criador de American Horror Story — a sequência promete levar a mitologia da franquia a novos patamares.

Grace está de volta — e nada será como antes

Depois de escapar com vida (e fúria) da família Le Domas, Grace agora se vê diante de uma nova caçada, cujos detalhes seguem sob sigilo. A personagem que se tornou símbolo de resistência no terror contemporâneo volta com feridas abertas — físicas e emocionais — e pode ter se tornado alvo de forças ainda mais sombrias ligadas à seita da família.

Com um roteiro que deve explorar as origens do pacto demoníaco por trás do jogo de caça, Casamento Sangrento 2 se posiciona não apenas como uma continuação, mas como uma ampliação do universo criado no primeiro filme. Fontes ligadas à produção indicam que o tom será mais sombrio e psicológico, sem abrir mão da violência gráfica estilizada que marcou a obra original.

Elenco de peso e novas camadas de horror

Além do retorno de Samara Weaving (A Babá, Três Anúncios Para um Crime), o filme contará com Kathryn Newton (Freaky – No Corpo de um Assassino, The Society), Sarah Michelle Gellar (Buffy: A Caça-Vampiros, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado), Shawn Hatosy (Southland, Animal Kingdom), Néstor Carbonell (Lost, Bates Motel), Kevin Durand (The Strain, Legião), Olivia Cheng (Warrior, Marco Polo), Josh Lucas (Ford vs Ferrari, Poseidon), e ninguém menos que David Cronenberg (A Mosca, Crimes of the Future) e Elijah Wood (O Senhor dos Anéis, Maniac) — dois nomes reverenciados no cinema de gênero, agora atuando lado a lado em um projeto que promete ser tão imprevisível quanto brutal.

A presença de Cronenberg, mestre do horror corporal, levanta especulações sobre a abordagem estética e simbólica do novo capítulo. Elijah Wood, por sua vez, reforça a tendência de atores consagrados que migram para produções de gênero com propostas ousadas e inteligentes.

Do cult ao fenômeno: o legado de Casamento Sangrento

Lançado em 2019, Casamento Sangrento foi um dos maiores acertos do terror moderno ao unir crítica social, ironia afiada e uma protagonista marcante. A combinação de narrativa ágil, direção inventiva e uma estética visual refinada transformou o longa em um sucesso cult instantâneo. Agora, sete anos depois, a sequência surge como uma resposta ao apetite do público por histórias com personalidade e sangue pulsante.

A nova produção da 20th Century Studios busca não apenas atender às expectativas, mas superá-las, ampliando as discussões e a tensão de forma mais ambiciosa. A julgar pelo histórico da equipe criativa e do elenco, há todos os ingredientes para que Casamento Sangrento 2 entre para a lista das continuações de terror que realmente valem a pena.

Sessão da Tarde desta sexta (18) exibe Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, estrelado por Harrison Ford

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Foto: Reprodução/ Internet

A TV Globo exibe nesta sexta-feira, 18 de julho, o longa Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal na Sessão da Tarde. Quarto filme da icônica franquia, a produção marca o retorno de Harrison Ford ao papel do arqueólogo mais famoso do cinema, desta vez envolvido em uma trama repleta de conspirações, enigmas históricos e rivalidades no auge da Guerra Fria. Dirigido por Steven Spielberg, o filme combina ação clássica, humor e doses ousadas de ficção científica.

Ambientado em 1957, a narrativa começa com Indiana e seu parceiro Mac (Ray Winstone) escapando de um grupo de agentes soviéticos em uma base militar americana. De volta à universidade onde leciona, Jones descobre que sua reputação está em jogo, sendo forçado a deixar o cargo. Tudo muda quando ele cruza o caminho do jovem rebelde Mutt Williams, interpretado por Shia LaBeouf, que o convence a embarcar em uma jornada em busca da lendária Caveira de Cristal de Akator, um artefato misterioso e de poder incalculável.

Mas a missão está longe de ser tranquila. Os soviéticos também estão atrás da caveira, e à frente deles está a enigmática e implacável Irina Spalko, vivida por Cate Blanchett. Disposta a tudo para capturar o artefato e usá-lo como uma arma psíquica em nome da União Soviética, Spalko se torna uma das antagonistas mais marcantes da franquia, com sua presença fria e visual imponente.

Ao longo do filme, a dupla Jones e Mutt percorre selvas, cidades perdidas e locais sagrados da América do Sul, enfrentando armadilhas mortais, inimigos implacáveis e dilemas entre razão e misticismo. É uma aventura que reflete a maturidade de Indiana Jones, agora mais experiente, mas ainda impulsionado por sua paixão pelo desconhecido — e por uma certa teimosia.

Lançado em 2008, O Reino da Caveira de Cristal foi recebido com entusiasmo e controvérsia. Parte do público estranhou a virada mais sobrenatural do roteiro, com elementos que se distanciam da arqueologia clássica presente nos filmes anteriores. No entanto, o longa representa um capítulo importante da saga, especialmente por trazer de volta personagens queridos e expandir o universo criado por George Lucas e Spielberg.

Além de Harrison Ford e Shia LaBeouf, o elenco conta com Karen Allen, que reprisa o papel de Marion Ravenwood, além de John Hurt e Jim Broadbent em participações importantes. A produção mantém a assinatura visual e narrativa dos filmes anteriores, com cenas de ação práticas, perseguições explosivas e uma trilha sonora clássica de John Williams.

Para quem quiser rever ou assistir pela primeira vez, o filme vai ao ar na Globo a partir das 15h30. Fora da TV, ele também está disponível por streaming no Telecine e Paramount+, além de opções de aluguel e compra digital no Prime Video.

Reserva Imovision adiciona “Um Pombo Pousou num Galho refletindo sobre a Existência” e o sci-fi “Você é o Universo” em seu catálogo

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A Reserva Imovision reafirma seu compromisso em apresentar ao público uma curadoria que ultrapassa o entretenimento convencional. Em seu catálogo mais recente, duas produções inéditas ganham destaque por sua singularidade estética e temática: “Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência”, do aclamado cineasta sueco Roy Andersson, e “Você É o Universo”, uma ficção científica contemplativa que revisita a solidão e a esperança em meio à imensidão cósmica.

Roy Andersson e a arte de capturar o extraordinário no cotidiano

Conhecido por sua abordagem única e visualmente distinta, Roy Andersson convida o espectador a mergulhar em uma experiência cinematográfica longe das narrativas tradicionais. Em “Um Pombo Pousou num Galho…”, a rotina banal é transformada em um cenário de profunda reflexão sobre a existência humana.

O filme acompanha Sam e Jonathan, personagens quase arquetípicos, que transitam por uma série de cenas estáticas, onde o tempo parece suspenso. Cada quadro é carregado de ironia e melancolia, temperados por um humor sutil que provoca o espectador a contemplar a fragilidade e o absurdo da condição humana. A narrativa fragmentada se assemelha a uma colagem de momentos — ora trágicos, ora cômicos — que juntos formam uma meditação sobre o desespero e, ao mesmo tempo, a beleza inerente às imperfeições da vida.

Mais do que um filme, é uma obra para ser revisitada e discutida, um convite à contemplação do que muitas vezes passa despercebido em nosso cotidiano apressado.

“Você É o Universo”: uma jornada sensível no silêncio do espaço

Distante dos clichês habituais da ficção científica, “Você É o Universo” apresenta uma trama intimista e visualmente impressionante. Dirigido com sensibilidade, o filme acompanha Andriy Melnyk, um coletor de lixo espacial que vive isolado após uma catástrofe que devastou a Terra.

Quando um chamado inesperado irrompe sua rotina solitária, Andriy embarca em uma missão que transcende o físico e alcança uma dimensão existencial profunda. A vastidão do cosmos torna-se o cenário para explorar temas universais como a conexão humana, a memória e o desejo resiliente de preservar a vida e a esperança diante da iminência do fim.

Indicado ao People’s Choice Award no Festival de Toronto, “Você É o Universo” se destaca por sua narrativa humana e emotiva, rompendo com as convenções do gênero e oferecendo uma experiência que toca a alma, ao mesmo tempo em que expande a visão sobre o que a ficção científica pode representar.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan trocam de corpos — de novo — em “Sexta-Feira Ainda Mais Louca”

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Em uma espécie de reencontro afetuoso com o passado — tanto para o público quanto para suas protagonistas —, “Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas no dia 7 de agosto de 2025, prometendo mais do que apenas uma nova comédia sobre troca de corpos: é também uma jornada emocional sobre amadurecimento, reconciliação e as complexidades da família moderna.

A continuação do filme de 2003, estrelado por Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis, apresenta um roteiro atualizado e afetivo, que dialoga com os desafios contemporâneos da maternidade, dos relacionamentos e da convivência entre gerações. A direção é de Nisha Ganatra, com roteiro de Jordan Weiss, conhecida pela série “Dollface”.

O retorno de um clássico com nova camada emocional

O longa da Disney lançado há mais de 20 anos tornou-se um queridinho entre o público ao mostrar uma adolescente rebelde e sua mãe controladora que, após um misterioso incidente, acabam trocando de corpos e vivenciando o cotidiano uma da outra. A experiência, claro, termina com lições valiosas e um novo olhar sobre suas diferenças.

Na nova trama, essa estrutura é resgatada, mas atualizada. Anna, vivida novamente por Lindsay Lohan, agora é uma mulher adulta, mãe solo de uma adolescente, e prestes a se tornar madrasta da filha do novo companheiro (interpretado por Manny Jacinto, de “The Good Place”). Já Tess, personagem de Jamie Lee Curtis, agora é avó, realizada profissionalmente, e continua cheia de energia, mas com novas responsabilidades e dilemas próprios da terceira idade.

Dessa vez, a troca de corpos não acontece apenas entre mãe e filha. O novo clipe divulgado pela IGN revela que Anna troca de corpo com sua filha, enquanto Tess troca de corpo com a enteada da neta — um espelhamento de gerações que amplia os conflitos, a comédia e, sobretudo, o potencial dramático da história.

A química imbatível entre Lohan e Curtis

Se havia alguma dúvida de que o tempo pudesse ter esfriado a conexão entre as atrizes, essa ideia foi rapidamente descartada. Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan demonstram não apenas entrosamento em cena, mas também afeição real fora das câmeras. Ambas falaram publicamente sobre o quanto o reencontro foi emocional e significativo.

Curtis, que conquistou um Oscar em 2023 por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, tem explorado papéis cada vez mais ousados e multifacetados. “Voltar à Tess foi como visitar uma velha amiga, mas agora com outra bagagem, outra maturidade”, comentou a atriz em entrevistas recentes. “Essa história sempre foi sobre empatia, e acho que precisamos ainda mais disso hoje.”

Já Lindsay Lohan, após alguns anos afastada dos grandes estúdios e um discreto retorno à atuação, parece reviver com este filme um de seus papéis mais icônicos. “Anna cresceu. Eu cresci. E revisitar esse universo foi um presente. É uma comédia, sim, mas há verdade emocional nela. Muita verdade”, revelou a atriz.

Um olhar atual sobre os laços familiares

O roteiro de Jordan Weiss propõe não apenas repetir a fórmula do primeiro filme, mas atualizá-la com um olhar sensível sobre os novos arranjos familiares. O filme trata, com leveza e empatia, de questões como madrastidade, famílias recompostas, os desafios de ser mãe solo e os conflitos típicos da adolescência moderna.

Anna, agora no papel de mãe, se vê às voltas com uma filha em plena ebulição emocional e ainda precisa construir laços com uma enteada que não a aceita de imediato. Tess, por sua vez, tenta manter seu espaço como avó, sem invadir o território da filha, mas ainda exercendo influência — muitas vezes indesejada — sobre a criação da neta.

Ao trocar de corpos com suas respectivas filhas, as duas mulheres se deparam com as inseguranças, dores e desafios das adolescentes da geração Z, ao mesmo tempo em que precisam lidar com seus próprios traumas e dilemas mal resolvidos. “O filme fala sobre escuta, sobre não subestimar a vivência do outro só porque ele é mais jovem ou mais velho”, explica Nisha Ganatra.

Expansão do elenco e reforço da representatividade

Além de Curtis e Lohan, o elenco conta com a presença de Julia Butters, que ficou conhecida por seu papel em “Era Uma Vez em… Hollywood”, e de Sophie Hammons, estrela adolescente em ascensão. Elas vivem, respectivamente, a filha de Anna e a filha do novo marido de Anna — que também acabam afetadas pela troca de corpos. O filme traz ainda Manny Jacinto no papel do novo parceiro da protagonista, representando uma visão mais diversa e atual das famílias reconstituídas.

A representatividade, aliás, é uma das preocupações centrais do novo projeto. Em entrevista à Variety, a diretora afirmou que queria mostrar uma família “com muitas camadas, múltiplas experiências e diferentes tipos de vínculo”. “Não são mais só pai, mãe e filho. As famílias mudaram. E a gente precisava contar essa história também.”

A fórmula da comédia com alma

Embora a proposta seja leve e divertida, como se espera de uma produção Disney, o filme aposta também na carga emocional — e em uma boa dose de autocrítica geracional. Em vários momentos, a Tess de Jamie Lee Curtis precisa lidar com o fato de que não entende as gírias da neta, enquanto a Anna de Lindsay Lohan tenta, sem muito sucesso, aplicar os métodos de criação da própria mãe em sua filha.

Essa troca constante de visões e perspectivas gera não apenas situações engraçadas, mas também reflexões tocantes sobre o tempo, a evolução das relações e a necessidade de adaptar-se sem perder a essência. “A comédia está no choque de mundos, mas o coração do filme está no reencontro entre mães e filhas, avós e netas, e até nas falhas que todos cometemos tentando fazer o melhor”, aponta Jordan Weiss.

Aposta da Disney para o verão americano

“Sexta-Feira Ainda Mais Louca” chega aos cinemas com status de grande aposta da Disney para o verão americano de 2025. Com um orçamento confortável, mas sem se apoiar em efeitos mirabolantes, o longa foca no carisma do elenco e na força da narrativa. O marketing também vem apostando no fator nostalgia, com trailers que resgatam cenas do filme original e brincadeiras com o tempo que passou.

Caldeirão com Mion aquece o inverno com estreia especial direto de Foz neste sábado (19/07)

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Foto: Reprodução/ Internet

O Brasil tem muitos rostos, sotaques, ritmos e histórias. E quando um programa de entretenimento se propõe a reunir tudo isso sob o mesmo céu — e, neste caso, sob o mesmo véu de névoa das Cataratas do Iguaçu — o resultado é mais do que um show: é um retrato emocional do país real. É com essa proposta que o “Caldeirão de Inverno” estreia sua nova temporada neste sábado, dia 19 de julho de 2025, diretamente de Foz do Iguaçu, no Paraná. Sob o comando carismático de Marcos Mion, o programa ganha uma roupagem especial, com cenário natural impactante, presença de figuras locais, homenagens musicais e aquele toque de emoção que virou marca registrada da atração.

A nova temporada do “Caldeirão” chega com frescor e, ao mesmo tempo, com o calor humano que aquece as tardes de sábado do público da TV Globo. Mas, desta vez, tudo ganha um novo significado. Foz do Iguaçu, cidade símbolo de diversidade cultural, religiosa e linguística, se torna o ponto de partida para uma jornada que pretende revelar mais do que paisagens: quer mostrar a alma dos brasileiros.

O próprio Marcos Mion define a proposta

“A gente adora fazer essas viagens e levar o ‘Caldeirão’ para dentro do Brasil e o Brasil para dentro do ‘Caldeirão’. Mostrar a riqueza de um lugar que vai além da beleza natural. A ideia é emocionar, contar histórias que nos conectam”.

O palco é a natureza

Instalado com vista privilegiada das Cataratas do Iguaçu, o estúdio montado para as gravações mistura o impacto visual das quedas d’água com o dinamismo de um programa que une jogos, convidados famosos e histórias de gente comum. O efeito é cinematográfico. A sensação de grandiosidade da natureza aliada à leveza dos quadros do programa cria uma estética única: espetáculo e intimismo convivem lado a lado.

As belezas naturais não são só pano de fundo — são protagonistas. A produção fez questão de incluir imagens aéreas captadas por drones e helicópteros, aproveitando o cenário para compor vinhetas, transições e até momentos poéticos entre um quadro e outro.

Diversidade como essência

Foz do Iguaçu é conhecida por abrigar mais de 80 etnias convivendo em harmonia. É uma cidade que respira pluralidade, onde brasileiros, paraguaios, argentinos, muçulmanos, católicos, budistas e tantos outros compartilham o mesmo espaço com respeito e convivência.

Essa pluralidade está refletida no “Caldeirão de Inverno”. A produção mergulhou no cotidiano local e trouxe para a tela personagens que representam essa miscigenação, como Dona Evelina, guia turística há mais de 60 anos, que tem a mesma idade de existência do Parque Nacional do Iguaçu. Ela narra, com doçura e orgulho, a evolução da região, a chegada dos turistas, e, principalmente, o amor pela terra.

“Cada gota das Cataratas conta uma história”, diz Evelina, emocionada em um dos momentos mais tocantes do programa.

Música para aquecer corações

A estreia traz também uma homenagem memorável ao grupo Roupa Nova, ícone da música brasileira. A performance emociona e faz o público cantar junto hits como “Dona”, “Volta pra Mim” e “Sapato Velho”, que atravessam gerações. Para além do entretenimento, é uma forma de reforçar a memória afetiva do público com canções que embalaram amores, festas, despedidas e recomeços.

Os músicos, visivelmente comovidos, celebraram o momento como uma oportunidade rara de unir cenário, público e trajetória:

“Cantar com esse fundo das Cataratas e sentir essa energia é como renovar a fé na música e no Brasil”, disse Nando, um dos integrantes do grupo.

Quadros clássicos com tempero regional

O “Caldeirão de Inverno” também adapta seus quadros tradicionais para o clima local. No “Sobe o Som”, por exemplo, uma onça de pelúcia — símbolo da fauna da região — entra em cena para dar dicas aos participantes, que precisam adivinhar qual música está tocando.

Na estreia, os convidados são Gil do Vigor e Sarah Andrade, que disputam com as atrizes Giovana Cordeiro e Kenya Sade. A brincadeira flui entre risadas, improvisos e memórias musicais. Giovana, por exemplo, se emociona ao lembrar de quando foi a um show do Roupa Nova com a mãe, fã incondicional da banda.

“É impossível ouvir essas músicas e não lembrar da minha infância. Tem cheiro, tem memória, tem carinho”, comentou.

Desde que assumiu o comando do “Caldeirão”, Marcos Mion trouxe uma nova identidade ao programa. Mais do que um apresentador, ele se posiciona como um mediador afetivo entre o público e as histórias contadas ali. Ele escuta, reage, brinca, acolhe. E isso se torna ainda mais visível em uma temporada fora do eixo Rio-São Paulo.

“Fazer o ‘Caldeirão’ em Foz do Iguaçu é valorizar o Brasil fora dos holofotes. É sair da bolha e mostrar que há vida, emoção e talento em todo canto do país”, afirma Mion.

Para que essa conexão entre paisagem, emoção e espetáculo aconteça de maneira fluida, há uma equipe por trás que orquestra cada detalhe. A direção artística é de Geninho Simonetti, a produção é comandada por Tatynne Lauria e Matheus Pereira, enquanto a direção de gênero da TV Globo é assinada por Monica Almeida.

Essa estrutura técnica foi responsável por transformar as gravações em uma experiência imersiva. Cada câmera posicionada nas margens das Cataratas, cada plano sequência entre as árvores e passarelas do parque, foi pensada para fazer o público sentir que também está lá.

A proposta do “Caldeirão de Inverno” vai além da diversão. Ele assume o papel de catalisador de orgulho nacional. Em tempos em que o noticiário pesa, que as redes sociais saturam, que o tempo corre, assistir a um programa que desacelera e celebra o afeto, a cultura e o riso torna-se um gesto de resistência.

É como se o sábado ganhasse um novo significado. Não apenas mais um dia para descansar, mas uma oportunidade de se reconectar com o país, com a música, com as histórias reais. E, quem sabe, até com um pouco da própria esperança.

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