Resenha – Sedução e Morte no Judiciário é um retrato incômodo da justiça quando o poder corrompe o silêncio

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Sedução e Morte no Judiciário se impõe como um thriller jurídico que vai além da trama criminal e assume, de forma clara, uma posição crítica diante das estruturas do sistema de justiça brasileiro. Wadih Habib, advogado baiano com longa trajetória profissional, estreia na ficção apostando menos no espetáculo do crime e mais na exposição das zonas cinzentas onde ética, ambição e sobrevivência se confundem. O resultado é um romance inquietante, que desafia o leitor a abandonar visões idealizadas sobre o Judiciário.

O cuidado editorial da Editora Farol da Barra reforça essa proposta desde o primeiro contato. A capa com acabamento em foil brilhante cria um contraste simbólico entre o brilho institucional e a obscuridade moral que atravessa a narrativa. A diagramação é limpa, funcional e respeita o ritmo do texto, favorecendo uma leitura fluida e contínua. Trata-se de um projeto gráfico que entende o livro como objeto narrativo e não apenas como suporte físico.

No centro da história está Severino, personagem construído com densidade e contradições. Oriundo do sertão baiano, ele representa a promessa da ascensão social por meio do estudo e da disciplina. No entanto, Habib evita qualquer romantização dessa trajetória. Severino carrega marcas do passado, inseguranças e uma ambição silenciosa que o coloca, progressivamente, em rota de colisão com os próprios princípios. Sua jornada não é heroica, mas profundamente humana.

O ponto de ruptura da narrativa ocorre em uma noite no Rio Vermelho, em Salvador. Um encontro aparentemente banal se transforma no estopim de uma cadeia de acontecimentos marcada por um segredo inconfessável e decisões irreversíveis. A partir desse momento, o romance mergulha em um território de tensão crescente, onde cada escolha carrega consequências éticas e jurídicas cada vez mais graves.

Um dos aspectos mais fortes do livro está na forma como ele retrata o Judiciário como um espaço de disputas simbólicas e políticas. Magistrados, agentes federais e figuras de poder não surgem como vilões caricatos, mas como indivíduos moldados por um sistema que privilegia conveniências, silêncios estratégicos e acordos implícitos. Habib constrói uma crítica firme sem recorrer ao maniqueísmo, expondo um ambiente onde a retórica da justiça frequentemente convive com práticas que a esvaziam.

A sedução presente no título extrapola o campo do desejo pessoal e se manifesta como fascínio pelo poder, pela influência e pela sensação de impunidade. Já a morte assume um caráter simbólico, representando a erosão gradual da ética, da inocência e da confiança nas instituições. Nesse sentido, o romance funciona como uma reflexão amarga sobre os custos morais de se manter dentro de um sistema que exige concessões constantes.

Do ponto de vista literário, a escrita de Wadih Habib é sóbria e direta. A opção por uma narrativa clássica e linear contribui para a clareza da trama, embora em alguns momentos limite um aprofundamento mais intenso de personagens secundários. Ainda assim, essa contenção estilística dialoga com o universo jurídico retratado, reforçando o tom realista e evitando excessos dramáticos artificiais.

Em determinados trechos, a proximidade do autor com o meio jurídico se torna evidente, especialmente na exposição de procedimentos e bastidores institucionais. Para alguns leitores, isso pode soar excessivamente técnico. Por outro lado, é justamente essa familiaridade que confere ao romance sua credibilidade e sua força crítica, sustentando a sensação de que a ficção se ancora em experiências concretas.

Sedução e Morte no Judiciário não busca oferecer respostas fáceis nem finais confortáveis. Ao contrário, encerra sua trajetória deixando o leitor diante de questionamentos incômodos sobre ética, poder e responsabilidade individual. Trata-se de uma estreia literária madura e consciente de seu papel, que utiliza o suspense como ferramenta para provocar reflexão e expor as fragilidades de um dos pilares mais sensíveis da sociedade brasileira.

Editora Jangada lança no Brasil “O Livro de Algum Outro Lugar”, nova obra do universo criado por Keanu Reeves

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A Editora Jangada acaba de colocar no mercado brasileiro o livro de algum outro lugar, título grafado inteiramente em letras minúsculas por escolha estética e conceitual. A obra marca uma nova etapa do universo ficcional idealizado por Keanu Reeves, conhecido mundialmente por sua carreira no cinema, e pelo roteirista de quadrinhos Matt Kindt, agora expandido para o campo literário com ainda mais densidade temática e ambição narrativa. Trata-se de um romance que cruza gêneros e provoca reflexões profundas ao unir ficção científica, fantasia, mitologia e elementos históricos sob um forte viés existencialista.

No centro da história está Unute, também chamado apenas de B, um personagem que transita entre o arquétipo do herói e a figura do anti-herói. Imortal há cerca de 80 mil anos, ele atravessa eras, civilizações e guerras carregando o peso de uma existência interminável. Longe de glorificar a imortalidade, o livro a trata como um fardo. O protagonista não busca poder, fama ou redenção, mas algo muito mais simples e, ao mesmo tempo, impossível: a chance de morrer e encerrar um ciclo que parece não ter fim.

O romance se passa em um universo paralelo ao da série de quadrinhos BRZRKR, criação lançada pela BOOM! Studios que rapidamente se tornou um fenômeno editorial. Inspirado nos berserkers da mitologia nórdica, guerreiros conhecidos por sua violência extrema e estados de fúria em batalha, o projeto conquistou números expressivos. Apenas o primeiro volume da HQ ultrapassou a marca de 615 mil cópias vendidas em 2021, consolidando-se como o maior sucesso do mercado desde o lançamento de Star Wars #1 em 2015.

Embora compartilhe o mesmo universo conceitual, o livro de algum outro lugar não funciona como uma adaptação direta nem exige conhecimento prévio das HQs. Pelo contrário, a obra foi pensada para ser lida de forma independente, oferecendo uma experiência completa por si só. O texto é fruto da colaboração entre Keanu Reeves e o escritor britânico China Miéville, parceria que chama atenção tanto pela diferença de trajetórias quanto pela força criativa do resultado final.

A narrativa se desenvolve por meio de uma estrutura pouco convencional, organizada em três eixos narrativos que se alternam e se complementam. Em um deles, acompanha-se um guerreiro imortal que aceita servir como objeto de estudo do exército dos Estados Unidos, interessado em reproduzir suas habilidades físicas extraordinárias. Em outro, surgem relatos em terceira pessoa que acompanham personagens comuns, de diferentes épocas, cujas vidas foram direta ou indiretamente marcadas pela presença de Unute ao longo dos séculos. Há ainda capítulos escritos em segunda pessoa, nos quais o próprio protagonista se dirige a si mesmo, revelando pensamentos, memórias fragmentadas e reflexões íntimas sobre culpa, violência e solidão.

A participação de China Miéville imprime ao livro um tom mais denso e perturbador. Autor premiado e referência da ficção especulativa contemporânea, Miéville é um dos nomes centrais do movimento conhecido como New Weird, que se caracteriza por narrativas híbridas, atmosferas estranhas e forte carga política e filosófica. Sua escrita se entrelaça às ideias de Reeves, resultando em um texto que desafia classificações fáceis e convida o leitor a sair da zona de conforto.

O lançamento do romance acontece em um momento estratégico, acompanhando a expansão de BRZRKR para outras mídias. Já está em desenvolvimento uma adaptação cinematográfica da HQ, que será dirigida por Justin Lin, responsável por comandar grandes produções como Velozes & Furiosos e Star Trek: Sem Fronteiras. Além do filme, o universo também ganhará uma série animada na Netflix, planejada para duas temporadas, ampliando ainda mais o alcance da história para novos públicos.

Sessão da Tarde encerra o ano com romance e encontros improváveis em “Destinos Traçados” nesta quarta (31)

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A última Sessão da Tarde do ano promete aquecer os corações e arrancar sorrisos do público. Nesta quarta-feira, 31 de dezembro, a TV Globo exibe “Destinos Traçados” (About Fate), uma comédia romântica que aposta no poder das coincidências, nos tropeços do amor e na velha — e sempre encantadora — ideia de que algumas pessoas simplesmente estavam destinadas a se encontrar. Leve, divertida e com aquele clima acolhedor típico das tardes da Globo, o filme surge como a escolha perfeita para acompanhar o público em um dia marcado por despedidas, reflexões e novos começos.

A história acompanha Margot e Griffin, dois românticos assumidos que acreditam fielmente no amor verdadeiro, mesmo quando a realidade insiste em provar o contrário. Margot trabalha como corretora de imóveis e vive pressionada por expectativas pessoais e familiares. Às vésperas do casamento da irmã, ela sonha em estar noiva de seu namorado Kip, como se isso fosse a confirmação de que sua vida está no caminho certo. Já Griffin é um advogado gentil e sensível, que planeja pedir sua namorada Clementine, uma influenciadora e modelo, em casamento. Ambos têm planos, certezas e uma visão bem definida do futuro — ou pelo menos acham que têm.

O que eles não esperavam era que seus pedidos de noivado se transformassem em momentos constrangedores e frustrantes. Em vez de lágrimas de alegria e alianças brilhando, surgem dúvidas, silêncios desconfortáveis e a dolorosa percepção de que nem sempre o amor corresponde às nossas expectativas. Esses fracassos, que acontecem praticamente ao mesmo tempo, funcionam como o ponto de partida para a reviravolta da história.

Abalado e decidido a esquecer a noite desastrosa, Griffin sai para beber com os amigos na véspera de Ano-Novo. Entre um copo e outro, completamente perdido emocionalmente — e também no sentido literal — ele acaba indo parar no endereço errado. O destino, ou talvez apenas uma grande ironia do universo, faz com que ele chegue justamente à casa de Margot. O encontro entre os dois é tão inesperado quanto embaraçoso, rendendo situações caóticas, diálogos rápidos e um clima de estranhamento que logo se transforma em curiosidade.

É nesse momento que Margot tem uma ideia impulsiva: convida Griffin para fingir ser seu namorado e acompanhá-la ao casamento da irmã. A proposta nasce quase como uma solução prática para evitar explicações desconfortáveis à família, mas rapidamente se transforma em algo maior. O que era para ser apenas um acordo temporário dá início a uma sequência de acontecimentos divertidos, cheios de confusões, mal-entendidos e momentos de aproximação genuína.

À medida que convivem mais de perto, Margot e Griffin passam a se conhecer de verdade. Eles compartilham frustrações, sonhos não realizados, inseguranças e expectativas que nunca tiveram coragem de admitir. O filme acerta ao mostrar que a conexão entre eles não surge de forma instantânea ou idealizada, mas cresce aos poucos, em meio a conversas sinceras e situações absurdas que só a vida — ou uma boa comédia romântica — é capaz de proporcionar.

“Destinos Traçados” não tenta fugir dos clichês do gênero, e esse é justamente um de seus maiores acertos. O longa abraça os elementos clássicos das comédias românticas: encontros por acaso, fingimento que vira sentimento, famílias curiosas, momentos de dúvida e aquela sensação constante de que o amor verdadeiro pode estar mais perto do que imaginamos. Tudo isso é apresentado com leveza e bom humor, sem a pretensão de reinventar o romance, mas com a intenção clara de entreter e emocionar.

O elenco contribui bastante para o charme do filme. Emma Roberts entrega uma Margot carismática, vulnerável e fácil de se identificar, especialmente para quem já se sentiu pressionado pelo tempo ou pelas expectativas alheias. Thomas Mann, no papel de Griffin, foge do estereótipo do galã perfeito e constrói um personagem sensível, gentil e cheio de falhas, o que o torna ainda mais real. Britt Robertson, como Clementine, traz camadas interessantes à história, evitando que sua personagem seja apenas uma vilã romântica. Já Wendie Malick acrescenta experiência e timing cômico, garantindo alguns dos momentos mais espirituosos da trama.

A direção de Marius Vaysberg mantém o ritmo leve e fluido, ideal para uma exibição vespertina. O filme não se arrasta nem tenta aprofundar excessivamente os conflitos, respeitando a proposta de ser um entretenimento confortável, daqueles que podem ser assistidos sem grandes expectativas, mas que acabam surpreendendo pela doçura e pelo clima acolhedor.

Para o público brasileiro, a dublagem também merece destaque. Com vozes conhecidas como Rodrigo Andreatto, Cecília Lemes, Priscila Franco, Thiago Zambrano e Andressa Andreatto, a versão dublada torna a experiência ainda mais acessível e agradável, algo fundamental para o sucesso de um filme exibido na Sessão da Tarde.

Na Sessão da Tarde desta sexta (2), Globo exibe Cinderela em versão musical moderna

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A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 2 de janeiro, convida o público da TV Globo a revisitar um dos contos de fadas mais conhecidos de todos os tempos, mas sob uma perspectiva atualizada, colorida e musical. O filme escolhido é Cinderela (2021), produção norte-americana que reimagina a clássica história criada por Charles Perrault, trazendo novas camadas de significado, protagonismo feminino e uma trilha sonora marcada por releituras pop.

Longe de ser apenas mais uma adaptação tradicional, o longa aposta em uma abordagem contemporânea, dialogando com temas como independência, realização profissional e liberdade de escolha. A proposta é clara: apresentar uma Cinderela que não espera ser salva, mas que luta para construir o próprio futuro.

Interpretada por Camila Cabello, em sua estreia como atriz no cinema, Cinderela é retratada como uma jovem criativa, talentosa e determinada. Vivendo sob as imposições da madrasta e das meias-irmãs, ela encontra pouco espaço para sonhar, mas nunca abandona seu desejo de crescer e mostrar ao mundo suas habilidades como estilista.

Ao contrário das versões clássicas, o foco da narrativa não está apenas no romance, mas na jornada pessoal da protagonista. O baile, o príncipe e a magia continuam presentes, mas funcionam como partes de um caminho maior: o de uma jovem que quer ser ouvida, respeitada e dona de suas próprias escolhas.

A fantasia ganha um toque especial com a presença do Fado Madrinho, vivido por Billy Porter, que traz carisma, humor e uma representação que foge dos padrões tradicionais. Sua participação adiciona leveza à trama e reforça a proposta do filme de atualizar símbolos clássicos para dialogar com o público atual.

Os famosos ratinhos também marcam presença, garantindo momentos de descontração e mantendo viva a essência do conto de fadas. A magia surge não apenas como um recurso visual, mas como metáfora para transformação, coragem e autoconfiança.

Além de Camila Cabello, o filme reúne nomes de peso. Idina Menzel interpreta a madrasta, entregando uma personagem ambiciosa e rígida, enquanto Minnie Driver e Pierce Brosnan dão vida à rainha e ao rei do reino. Já Nicholas Galitzine assume o papel do príncipe Robert, um jovem que também enfrenta conflitos internos e pressões familiares.

O relacionamento entre Cinderela e o príncipe é construído de forma mais equilibrada, fugindo da ideia de dependência emocional e apostando em parceria e diálogo. Essa escolha narrativa reforça o tom moderno da produção.

Escrito e dirigido por Kay Cannon, o filme é uma comédia musical romântica que mistura elementos clássicos com referências atuais. A trilha sonora aposta em versões modernas de canções conhecidas, criando um contraste interessante entre o universo de conto de fadas e a linguagem pop.

O projeto começou a ser desenvolvido em 2019, com produção de James Corden ao lado do estúdio Fulwell 73. As gravações aconteceram no Pinewood Studios, no Reino Unido, mas enfrentaram interrupções devido à pandemia de COVID-19, sendo retomadas meses depois até a conclusão do filme.

Cinderela foi lançado em setembro de 2021, com exibição em cinemas selecionados e distribuição digital. A recepção da crítica foi dividida, com elogios ao visual e às performances musicais, mas também questionamentos sobre algumas escolhas narrativas. Ainda assim, o filme encontrou seu público, especialmente entre espectadores que apreciam releituras modernas e musicais leves.

Mais do que um conto de fadas, o filme propõe uma mensagem simples e direta: acreditar em si mesmo pode ser o primeiro passo para mudar qualquer destino. Uma proposta que dialoga bem com o início do ano e com o espírito leve que a Sessão da Tarde costuma levar ao público brasileiro.

Dinheiro Suspeito | Novo thriller da Netflix reúne Matt Damon e Ben Affleck em jogo perigoso de corrupção e desconfiança

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A Netflix divulgou nesta segunda-feira, 5 de janeiro, o trailer oficial e o pôster de Dinheiro Suspeito, novo filme original da plataforma que marca mais uma colaboração de peso entre Matt Damon (Perdido em Marte, Jason Bourne) e Ben Affleck (Argo, Garota Exemplar), agora não apenas como protagonistas, mas também como produtores. O longa tem estreia global marcada para 16 de janeiro e promete entregar um thriller policial intenso, marcado por tensão, dilemas morais e jogos de confiança.

Dirigido e roteirizado por Joe Carnahan (A Perseguição, Esquadrão Classe A), o filme mergulha no submundo da corrupção e da ambição a partir de uma situação aparentemente simples, mas cheia de consequências. Ambientada em Miami, a história acompanha um grupo de policiais que se depara com milhões de dólares escondidos em um local abandonado. O que poderia ser tratado como uma grande apreensão logo se transforma em um gatilho para suspeitas, mentiras e disputas internas.

À medida que a quantia encontrada chama a atenção de outras forças e autoridades, a versão oficial dos fatos começa a ruir. A confiança entre os integrantes da equipe entra em colapso, e o filme passa a explorar até que ponto cada personagem está disposto a ir para proteger seus próprios interesses. Em um cenário onde todos parecem ter algo a esconder, a pergunta central se impõe: em quem é possível confiar quando o dinheiro fala mais alto?

Além de Damon e Affleck, Dinheiro Suspeito conta com um elenco de destaque. Steven Yeun (The Walking Dead, Treta), Teyana Taylor (Creed II, Um Príncipe em Nova York 2), Sasha Calle (The Flash, On My Block) e Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça, The Affair) integram o time principal. O elenco ainda traz Scott Adkins (John Wick 4, Os Mercenários 2) e Kyle Chandler (Friday Night Lights, Godzilla vs. Kong), ampliando o peso dramático e a intensidade da produção.

Nos bastidores, o projeto também chama atenção. A produção fica a cargo de Ben Affleck (Argo, Air: A História por Trás do Logo), Matt Damon (Ford vs Ferrari, O Talentoso Ripley), Dani Bernfeld (Air, Instinto Assassino) e Luciana Damon (Manchester à Beira-Mar, Stillwater). A produção executiva é assinada por Kevin Halloran (Air, Argo) e Michael Joe (The Big Cigar, Air), nomes ligados à Artists Equity, empresa fundada por Affleck e Damon.

A história do filme foi desenvolvida por Joe Carnahan (Smokin’ Aces, Stretch) em parceria com Michael McGrale (A Perseguição, Narc), reforçando a assinatura autoral do diretor, conhecido por explorar personagens moralmente ambíguos e narrativas onde o perigo não está apenas nas ruas, mas dentro dos próprios protagonistas.

A Terra Média de volta às telonas! O Senhor dos Anéis retorna aos cinemas e comemora 25 anos de uma das maiores sagas da cultura pop

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A Terra Média está prestes a ganhar vida novamente nas telonas brasileiras. A Warner Bros. Pictures anunciou o relançamento da trilogia completa de O Senhor dos Anéis em versão estendida nos cinemas, em comemoração aos 25 anos de lançamento de A Sociedade do Anel. Entre os dias 22 e 24 de janeiro, o público poderá acompanhar um filme por dia, revivendo uma das jornadas mais marcantes da história do cinema ou descobrindo esse universo pela primeira vez. A pré-venda de ingressos começa no dia 8 de janeiro, pelo Ingresso.com.

A programação especial segue a ordem cronológica da saga. No dia 22, A Sociedade do Anel retorna às telas apresentando o início da missão que mudaria o destino da Terra Média. No dia 23, As Duas Torres aprofunda os conflitos e expande o campo de batalha. Já no dia 24, O Retorno do Rei encerra a trilogia de forma épica, coroando a saga que conquistou o Oscar de Melhor Filme e entrou para a história do cinema. Todas as sessões serão exibidas na versão legendada.

Dirigida por Peter Jackson, a trilogia acompanha a trajetória de Frodo Bolseiro, interpretado por Elijah Wood, um hobbit do pacato Condado que se vê responsável por uma missão maior do que ele mesmo. Em suas mãos está o Um Anel, um artefato criado pelo Senhor Sombrio Sauron e capaz de dominar toda a Terra Média. Para impedir que o mal volte a se espalhar, Frodo parte em uma jornada perigosa ao lado de aliados que representam diferentes povos, culturas e ideais.

A força de O Senhor dos Anéis no cinema está diretamente ligada à riqueza do material original. A saga literária foi escrita por J.R.R. Tolkien entre 1937 e 1949, em um período marcado por profundas transformações históricas, incluindo a Segunda Guerra Mundial. Concebida como uma continuação de O Hobbit, a obra acabou sendo publicada em três volumes entre 1954 e 1955, tornando-se rapidamente um fenômeno literário. Ao longo das décadas, os livros foram traduzidos para mais de 40 idiomas e ultrapassaram a marca de 160 milhões de cópias vendidas, consolidando-se como um dos maiores sucessos da literatura do século XX.

No centro de toda a narrativa está o Um Anel, símbolo máximo do poder e da corrupção. Gravada em sua superfície, a inscrição que promete dominar todos os povos resume o perigo que ele representa. Ao longo da história, fica claro que o verdadeiro inimigo não é apenas Sauron, mas a sedução exercida pelo poder absoluto, capaz de destruir até mesmo aqueles que acreditam ser fortes o suficiente para resistir.

No Brasil, O Senhor dos Anéis teve uma trajetória editorial marcante. A primeira edição em português foi lançada na década de 1970, dividida em seis volumes, o que gerou debates entre leitores e estudiosos. Com o passar dos anos, novas traduções surgiram até que a HarperCollins Brasil assumiu os direitos de publicação da obra. A editora optou por uma tradução mais fiel às escolhas linguísticas de Tolkien, adotando termos como Anãos, Orques, Gobelins e Trevamata, alinhados à sonoridade e à intenção original do autor. Embora essas mudanças tenham causado estranhamento em parte do público, elas reforçam o cuidado em preservar a essência do universo criado por Tolkien.

Ambientada na Terceira Era da Terra Média, a saga se passa em um mundo fictício inspirado em mitologias europeias, especialmente nas tradições nórdicas e germânicas. Humanos, elfos, anãos, hobbits, ents e outras criaturas coexistem em um cenário que mistura fantasia, história e filosofia. Tolkien chegou a afirmar que imaginava a Terra Média como uma versão mitológica do nosso próprio mundo, situada milhares de anos no passado.

Mais do que uma aventura épica, O Senhor dos Anéis aborda temas universais como amizade, sacrifício, esperança e resistência diante da escuridão. A narrativa acompanha a Guerra do Anel sob diferentes perspectivas, mostrando como decisões individuais podem impactar o destino de todo um mundo. Os apêndices que acompanham os livros ampliam ainda mais esse universo, oferecendo detalhes históricos, linguísticos e culturais que ajudam a explicar a complexidade da Terra Média.

O impacto da obra ultrapassa os limites da literatura e do cinema. O Senhor dos Anéis influenciou gerações de artistas e criadores, deixando marcas profundas na cultura pop. George Lucas já declarou que Star Wars bebeu diretamente da fonte criada por Tolkien, enquanto sagas como As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, e Harry Potter carregam elementos claros dessa herança. Jogos, séries, músicas e produções audiovisuais continuam se inspirando nesse universo até hoje.

O lançamento da trilogia cinematográfica entre 2001 e 2003 foi responsável por apresentar a obra de Tolkien a um público ainda maior, arrecadando bilhões de dólares em bilheteria e conquistando uma legião de novos fãs. Esse retorno aos cinemas, agora em versão estendida, reforça o caráter atemporal da saga e celebra sua relevância cultural mesmo após 25 anos de sua estreia nas telas.

Oitava temporada de The Rookie já tem data para estrear no Brasil pelo Universal+

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A espera dos fãs brasileiros de The Rookie está chegando ao fim. A oitava temporada da série policial estrelada por Nathan Fillion estreia no Brasil no dia 11 de fevereiro, com exclusividade no Universal+. A confirmação foi feita pelo próprio serviço de streaming, que também informou que os episódios inéditos serão disponibilizados semanalmente, sempre às quartas-feiras, seguindo o padrão adotado para as temporadas mais recentes. As informações são do Omelete.

Criada por Alexi Hawley e produzida pela ABC Signature em parceria com a Entertainment One, The Rookie é inspirada em uma história real pouco comum no universo policial. A série tem como base a trajetória de Bill Norcross, que ingressou no Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) aos 40 anos, desafiando os padrões etários da corporação. Amigo de faculdade do produtor executivo Jon Steinberg, Norcross não apenas inspirou a narrativa como também atua como produtor executivo da série até hoje.

Na trama, acompanhamos John Nolan, um homem recém-divorciado, oriundo da pequena cidade de Foxburg, na Pensilvânia, que decide recomeçar a vida após auxiliar a polícia durante um assalto a banco. Movido pelo desejo de propósito e mudança, ele se muda para Los Angeles para ingressar no LAPD, tornando-se o recruta mais velho da academia. A partir daí, Nolan precisa lidar com o ceticismo dos colegas, a pressão dos superiores e os riscos constantes da profissão, provando que determinação e experiência de vida podem ser tão valiosas quanto juventude e força física.

Ao longo de suas temporadas, The Rookie se consolidou como um dos dramas policiais mais populares da televisão norte-americana ao equilibrar ação, drama humano e comentários sociais. A série aborda não apenas o combate ao crime, mas também temas como envelhecimento, ética policial, relações interpessoais, saúde mental e os dilemas morais enfrentados por quem atua na linha de frente da segurança pública.

O elenco principal reúne nomes como Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil, Mekia Cox, Shawn Ashmore, Eric Winter, Titus Makin Jr. e Afton Williamson, que, ao longo dos anos, ajudaram a construir um universo narrativo consistente e personagens com forte identificação junto ao público. As dinâmicas entre recrutas, oficiais experientes e comandantes são um dos pontos altos da produção.

Desde sua estreia, em 16 de outubro de 2018, The Rookie manteve uma trajetória de crescimento e estabilidade. A série foi renovada para a quinta temporada em março de 2022, que estreou em setembro do mesmo ano. A sexta temporada chegou em fevereiro de 2024, enquanto a sétima teve seu primeiro episódio exibido nos Estados Unidos em 7 de janeiro de 2025, ainda sem data confirmada para o Brasil. O anúncio da oitava temporada reforça a força da produção junto à audiência e à emissora.

Nos bastidores, a série também passou por transformações significativas. Após o acidente fatal que vitimou a diretora de fotografia Halyna Hutchins, durante as filmagens do filme Rust em 2021, The Rookie adotou uma política rigorosa de segurança. O uso de armas reais foi completamente banido dos sets, sendo substituído por réplicas de airsoft, com efeitos de disparo adicionados posteriormente por computação gráfica. Segundo o showrunner Alexi Hawley, a decisão reflete o compromisso da produção com a segurança absoluta da equipe e do elenco.

Entre fantasmas e silêncios, Paolla Oliveira encara o terror íntimo de “Herança de Narcisa” em Tiradentes

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O terror brasileiro ganha contornos raros e profundamente pessoais em “Herança de Narcisa”, longa-metragem estrelado por Paolla Oliveira que integra a programação da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Longe de sustos fáceis ou fórmulas consagradas, o filme aposta em um medo que nasce da memória, do afeto mal resolvido e das marcas deixadas pelas relações familiares. A exibição acontece no dia 29 de janeiro, às 21h, no Cine Petrobras na Praça, dentro da Mostra Praça, com entrada gratuita.

Dirigido por Clarissa Appelt e Daniel Dias, o filme chega ao festival após uma trajetória expressiva no circuito nacional. A passagem pelo Festival do Rio, onde foi consagrado com o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular, ajudou a consolidar o longa como uma das produções mais comentadas do terror brasileiro recente, justamente por subverter expectativas e tensionar os limites entre o gênero e o drama psicológico.

Na história, Paolla Oliveira interpreta Ana, uma mulher que retorna ao casarão onde cresceu após a morte da mãe, Narcisa, uma ex-vedete cuja presença continua a dominar o espaço mesmo após sua ausência física. A casa, localizada no Rio de Janeiro, é o único bem deixado aos filhos e precisa ser organizada para venda. Ao lado do irmão Diego, vivido por Pedro Henrique Müller, Ana acredita que o retorno será breve e prático. O que ela não prevê é que o imóvel guarda muito mais do que objetos antigos.

À medida que a personagem percorre os cômodos da casa, o filme constrói uma atmosfera sufocante, na qual lembranças, ressentimentos e traumas emergem de forma quase orgânica. O terror não se manifesta apenas por ruídos ou aparições, mas pela sensação constante de que o passado se recusa a permanecer enterrado. A limpeza do espaço se transforma em um confronto direto com uma herança emocional marcada por abandono, culpa e violência simbólica.

É nesse ponto que “Herança de Narcisa” se distancia do terror convencional. Em vez de entidades demoníacas ou possessões tradicionais, o longa apresenta uma maldição ancestral que opera como metáfora para os vínculos tóxicos entre mãe e filha. O sobrenatural surge como extensão do trauma, revelando como relações não elaboradas podem atravessar gerações e se manifestar como fantasmas íntimos.

A diretora Clarissa Appelt, que assina o roteiro ao lado de Daniel Dias, define o filme como uma obra sobre exorcismo emocional. Para ela, a narrativa propõe a ideia de que romper ciclos de dor exige um reconhecimento mútuo entre aqueles que os perpetuaram, mesmo quando essa relação já foi interrompida pela morte. A influência do sincretismo religioso brasileiro aparece de forma simbólica, reforçando a noção de que só ao nomear os fantasmas é possível libertá-los.

A atuação de Paolla Oliveira é um dos pilares do filme. Conhecida por personagens populares e carismáticos, a atriz surge aqui em um registro contido e intenso, explorando fragilidades, silêncios e explosões emocionais com precisão. Sua estreia no terror marca um deslocamento significativo em sua carreira e revela uma disposição clara para enfrentar personagens menos confortáveis e mais ambíguos.

A presença do longa em Tiradentes também marca o retorno de Clarissa Appelt ao festival. Em 2015, a cineasta apresentou “A Casa de Cecília” na Mostra Aurora. Uma década depois, ela retorna com um filme mais radical em sua proposta estética e temática, reafirmando sua pesquisa sobre memória, espaço e subjetividade feminina.

Produzido pela Camisa Preta Filmes, com coprodução da Urca Filmes e do Telecine, “Herança de Narcisa” tem distribuição da Olhar Filmes. Após a circulação por festivais, o longa tem estreia comercial prevista para maio, ampliando o acesso do público a uma obra que desafia classificações fáceis.

Netflix aposta alto em Gundam e prepara primeiro filme live-action da icônica franquia japonesa com Noah Centineo e Sydney Sweeney

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A Netflix deu um passo decisivo para expandir ainda mais seu catálogo de adaptações de grandes propriedades da cultura pop ao fechar um acordo com a Legendary Pictures para a distribuição mundial do primeiro filme live-action de Gundam. O projeto, que ainda está em desenvolvimento, marca um momento histórico para a franquia japonesa e reforça a estratégia da plataforma de investir em universos consagrados com forte apelo global.

Segundo informações divulgadas pelo portal Deadline, o longa será dirigido por Jim Mickle, conhecido pelo trabalho à frente da série Sweet Tooth, também da Netflix. O elenco principal contará com Noah Centineo, que ganhou projeção internacional com Para Todos os Garotos Que Já Amei, e Sydney Sweeney, um dos nomes mais requisitados da nova geração de Hollywood, vista recentemente em produções como A Empregada e Euphoria. (Via Omelete)

A produção será realizada em parceria com a Bandai Namco Filmworks, detentora dos direitos da franquia, garantindo envolvimento direto do estúdio japonês responsável por preservar o legado de Gundam ao longo de mais de quatro décadas. A colaboração busca assegurar fidelidade ao material original, ao mesmo tempo em que adapta a história para um público mais amplo e para a linguagem do cinema ocidental.

O filme será inspirado em Mobile Suit Gundam: The 08th MS Team, série derivada lançada em 1996 que se destacou dentro da franquia por adotar uma abordagem mais realista e intimista. Diferente das narrativas mais épicas e espaciais de outros títulos, o spin-off foca nos impactos humanos da guerra, explorando o cotidiano de soldados comuns e as consequências físicas e emocionais dos conflitos armados. Essa escolha indica que o longa deve priorizar o drama e a tensão militar, sem abrir mão do espetáculo visual característico dos mechas.

Ainda sem data de estreia definida, o projeto carrega grandes expectativas por representar a primeira incursão de Gundam no formato live-action. A franquia, criada por Yoshiyuki Tomino e Hajime Yatate pelo estúdio Sunrise, estreou originalmente em 1979 com Mobile Suit Gundam e rapidamente se consolidou como um dos pilares da ficção científica japonesa.

Desde o início, Gundam se diferenciou de outras séries do gênero mecha ao tratar os robôs gigantes não como entidades quase místicas ou heróicas, mas como armas militares, sujeitas a falhas, limitações técnicas e decisões políticas. Essa visão mais pragmática e madura deu origem ao subgênero conhecido como “Real Robot”, que ajudou a atrair um público adulto e redefiniu os rumos da animação japonesa de ficção científica.

Apesar de um começo marcado por recepção morna durante sua exibição original na televisão, Gundam ganhou força no início da década de 1980 e nunca mais deixou o centro da cultura pop japonesa. Ao longo dos anos, a franquia se expandiu de forma impressionante, acumulando cerca de trinta séries animadas, além de OVAs, filmes, mangás, romances, videogames e produções derivadas.

Um dos pilares fundamentais desse sucesso é o mercado de produtos licenciados, especialmente os famosos Gunpla, modelos plásticos dos robôs Gundam que se tornaram um fenômeno comercial. Atualmente, Gundam é a franquia mais lucrativa da Bandai Namco, gerando aproximadamente 50 bilhões de ienes por ano, o que evidencia sua força econômica e cultural. Essa dimensão comercial, no entanto, também alimenta debates recorrentes entre fãs e críticos sobre o equilíbrio entre criatividade artística e exploração mercadológica.

Narrativamente, Gundam se organiza em diferentes linhas do tempo. A principal é o Universal Century (UC), que reúne séries interligadas como Mobile Suit Gundam, Zeta Gundam e ZZ Gundam. Paralelamente, existem as produções ambientadas em universos alternativos, conhecidas como Alternative Universe (AU), como Gundam Wing, Gundam SEED e Gundam 00, que apresentam histórias independentes, mas preservam os temas centrais da franquia.

Seus Amigos e Vizinhos divulga novo teaser e é renovada para a 3ª temporada antes da estreia do segundo ano

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O Apple TV+ anunciou a renovação de Seus Amigos e Vizinhos para a terceira temporada antes mesmo da estreia de seu segundo ano. A confirmação veio acompanhada da divulgação de um novo teaser, que antecipa uma fase ainda mais tensa para a série estrelada por Jon Hamm. A decisão reforça a confiança da plataforma em uma produção que aposta em suspense psicológico e crítica social para retratar os bastidores de uma comunidade marcada por luxo, segredos e aparências. As informações são do Omelete.

Criada por Jonathan Tropper, a série acompanha a trajetória de Andrew “Coop” Cooper, um gestor de fundos de hedge de Nova Iorque que enfrenta um colapso pessoal e profissional. Após um divórcio recente e a perda do emprego, Coop se vê pressionado a manter o padrão de vida da família e a imagem de sucesso exigida pelo ambiente em que vive. Sem alternativas imediatas, ele passa a cometer roubos nas casas de seus próprios vizinhos, todos moradores da exclusiva e extremamente rica Westmont Village.

O que começa como uma solução desesperada rapidamente se transforma em um caminho perigoso. Ao invadir residências que pareciam seguras e previsíveis, Coop descobre que seus vizinhos escondem segredos muito mais graves do que cofres cheios de dinheiro. Casos extraconjugais, disputas silenciosas e crimes ocultos surgem por trás das fachadas impecáveis, colocando o protagonista em uma espiral de risco que foge completamente de seu controle.

Interpretado por Jon Hamm, Coop é construído como um personagem longe do heroísmo tradicional. A série não tenta justificar suas escolhas, mas convida o espectador a compreender as pressões que o levam a ultrapassar limites éticos. O resultado é um retrato incômodo e atual de um homem que mede seu próprio valor a partir do sucesso financeiro e do olhar dos outros.

O elenco de apoio contribui para aprofundar esse retrato social. Amanda Peet, Olivia Munn, Mark Tallman, Hoon Lee, Lena Hall e Aimee Carrero interpretam personagens que orbitam o cotidiano de Coop e ajudam a revelar as diferentes formas de sobrevivência emocional dentro de um ambiente onde fracassar não é uma opção aceitável. Cada núcleo acrescenta novas camadas à narrativa, ampliando o alcance da crítica proposta pela série.

A segunda temporada promete expandir esse universo. James Marsden se junta ao elenco regular, enquanto Arienne Mandi, Erin Robinson e Bre Blair aparecem em papéis recorrentes. Embora detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos sob sigilo, o teaser divulgado sugere um aumento significativo das tensões e das consequências das ações do protagonista.

Produzida pela Apple Studios, Seus Amigos e Vizinhos estreou no Apple TV+ em 11 de abril de 2025, com o lançamento dos dois primeiros episódios, seguidos por exibições semanais. Ainda antes da estreia, a plataforma demonstrou confiança na produção ao renová-la para a segunda temporada em novembro de 2024. A confirmação antecipada da terceira temporada, anunciada em fevereiro de 2026, indica que a história foi planejada para se desenvolver ao longo de um arco narrativo mais amplo.

A segunda temporada tem estreia marcada para 3 de abril de 2026, exclusivamente no Apple TV+. A expectativa é de que os novos episódios aprofundem os dilemas morais do protagonista e ampliem o retrato crítico da elite retratada na série, explorando até onde alguém pode ir para sustentar uma imagem de sucesso que já não se sustenta.

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