“Absolum” estreia no Xbox e Game Pass e consolida expansão de um dos indies mais elogiados do beat ‘em up moderno”

A Dotemu oficializou o lançamento de Absolum para Xbox, incluindo sua chegada ao catálogo do Xbox Game Pass. O título representa um movimento estratégico importante para a empresa, conhecida por revitalizar clássicos do gênero beat ‘em up, ao apostar agora em sua primeira propriedade intelectual totalmente original.

Desenvolvido em parceria com a Guard Crush Games e o estúdio de animação Supamonks, o jogo combina elementos tradicionais do estilo “briga de rua” com mecânicas modernas, oferecendo uma experiência que equilibra combate direto, progressão contínua e narrativa ambientada em um universo de fantasia.

A proposta do jogo é atualizar o gênero sem abandonar suas raízes. O sistema de combate prioriza fluidez e estratégia, com uso de combos, habilidades especiais e poderes mágicos que exigem precisão e domínio por parte do jogador. Ao mesmo tempo, o título aposta em alto valor de replay, incentivando diferentes abordagens a cada nova partida por meio de melhorias progressivas e personalização de habilidades.

O elenco jogável é um dos pilares da experiência. O game apresenta quatro personagens principais, cada um com características próprias de combate e estilo. Entre eles estão a guerreira Galandra, o anão Karl, o ágil Cider e o mago Brome. A diversidade de habilidades permite ao jogador explorar diferentes estratégias, ampliando a dinâmica das batalhas e reforçando a rejogabilidade.

Além do modo solo, Absolum investe no cooperativo local e online como parte central da proposta. A funcionalidade permite que jogadores se unam para enfrentar desafios em conjunto, fortalecendo o aspecto social da experiência. A narrativa acompanha um grupo de rebeldes que se levanta contra o domínio do Rei Sol Azra, figura central do conflito que governa as terras de Talamh após um evento catastrófico que tornou a magia um elemento temido.

O universo do jogo também se destaca pela construção de mundo. Ambientado em cenários variados, como minas, florestas e regiões repletas de segredos, Absolum combina exploração com progressão narrativa, oferecendo missões, encontros com chefes e caminhos alternativos que ampliam o escopo da jornada.

No campo audiovisual, a produção reforça sua identidade com uma direção artística assinada pela Supamonks, responsável por criar um visual estilizado e coerente com o tom fantasioso da história. A trilha sonora, por sua vez, é liderada por Gareth Coker e conta com colaborações de nomes reconhecidos como Yuka Kitamura, Mick Gordon e Motoi Sakuraba, agregando valor à ambientação e ao ritmo da experiência.

Com o lançamento no Xbox e no Game Pass, Absolum amplia significativamente seu alcance, posicionando-se como uma das apostas recentes dentro do catálogo de jogos independentes.

Anora, vencedor do Oscar 2025, estreia no Prime Video em julho

Depois de conquistar Hollywood e emocionar plateias ao redor do mundo, “Anora”, o grande vencedor do Oscar 2025, tem data marcada para chegar ao streaming. A partir de 23 de julho, o longa estará disponível no Prime Video, sem custo adicional para os assinantes. Basta abrir o aplicativo e dar play. Nenhuma compra, nenhum aluguel, só uma história potente esperando para ser vivida — ou revivida — em casa.

Aclamado pela crítica e pelo público, o filme levou cinco estatuetas da Academia: Melhor Filme, Melhor Direção (Sean Baker), Melhor Atriz (Mikey Madison), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição. Com sua estética crua, ritmo envolvente e narrativa surpreendentemente delicada, Anora é mais que um filme — é uma experiência humana.

Uma fábula moderna com os dois pés na realidade

Dirigido e roteirizado por Sean Baker (conhecido por obras como The Florida Project), o filme nos leva ao coração do Brooklyn, Nova York, para contar a história de Anora, interpretada com brilho pela atriz Mikey Madison. Jovem, perspicaz e trabalhadora do sexo, ela vê sua rotina ganhar contornos de conto de fadas moderno ao se envolver com Ivan (Mark Eydelshteyn), um herdeiro russo que cruza seu caminho numa noite comum — e com quem ela se casa impulsivamente.

Mas o que começa como um romance improvável logo mergulha em conflito e ironia quando os poderosos pais de Ivan tomam conhecimento da união. A partir daí, a relação entre os dois é colocada à prova em uma sucessão de decisões difíceis, encontros desconfortáveis e descobertas emocionais.

Será que o amor sobrevive quando o mundo inteiro está contra você?” — essa parece ser a pergunta que paira ao longo de cada cena, ao passo que Anora, entre ingenuidade e pragmatismo, tenta encontrar um espaço para existir sem abrir mão de si mesma.

De Hollywood ao Brasil: Mikey Madison e Fernanda Torres

Durante a temporada de premiações, a protagonista Mikey Madison emocionou plateias com sua entrega visceral e, ao subir ao palco do Oscar para receber sua estatueta, tornou-se um dos rostos mais lembrados da cerimônia. Em entrevista recente, Madison revelou que conheceu a atriz Fernanda Torres após a cerimônia, e que se encantou com o trabalho da brasileira: “Ela é uma força. Uma mulher que entende a comédia, o drama, o tempo certo das coisas. Me senti inspirada conversando com ela.”

O encontro inesperado entre duas gerações de atrizes — de lados opostos do continente — simboliza bem a forma como Anora atravessa barreiras e encontra ressonância universal. A história de uma mulher em busca de dignidade e afeto, em meio a desigualdades, expectativas e julgamentos, poderia se passar no Brooklyn, em São Paulo ou em Moscou.

Uma estreia imperdível

Se você perdeu Anora nas telonas, o streaming te dá agora uma segunda chance. E, para quem já assistiu, talvez seja a hora de reviver a trama com mais calma, reparando nas sutilezas, nos silêncios e nos olhares que fizeram do filme um dos mais premiados do ano.

Filmagens de Superman: O Homem do Amanhã começam em abril, confirma Nicholas Hoult

Foto: Reprodução/ Internet

O universo cinematográfico da DC voltou a ganhar força entre os fãs após uma revelação direta de Nicholas Hoult, intérprete de Lex Luthor. Durante a Peru Con 25, o ator contou, em tom bem-humorado, que as filmagens de O Homem do Amanhã começam em abril. Sem adiantar detalhes para evitar problemas com o estúdio, Hoult apenas confirmou o essencial: a produção engrena em poucos meses. O longa está previsto para chegar aos cinemas em 2027, depois das estreias de Supergirl e da série Lanternas, que devem preparar o terreno para a nova fase do DCU. As informações são do Omelete.

A sequência se inspira na HQ Superman: Man of Tomorrow, uma das versões mais modernas da origem do herói. A trama do quadrinho acompanha um Clark Kent ainda em construção, dividido entre sua vida simples em Smallville, seus primeiros passos como estagiário no Planeta Diário e a responsabilidade crescente de ser alguém capaz de salvar o mundo. Conhecido inicialmente pela imprensa como “Homem Voador”, Clark vive essa fase de descobertas e erros enquanto tenta entender seu papel na Terra.

O ponto de virada acontece quando Clark acompanha o lançamento de um telescópio espacial criado pela LexCorp. Lois Lane, sempre incisiva, expõe falhas gravíssimas no projeto, acusando Lex Luthor de negligência. A revelação coloca Metrópolis em perigo e termina com o empresário sendo preso, consolidando o início da rivalidade entre os dois. Paralelamente, Clark faz amizade com Rudy Jones, zelador dos Laboratórios STAR, que lhe revela pesquisas envolvendo tecnologia alienígena, informações que acabarão tendo consequências desastrosas.

O rumo da história muda de vez quando os Laboratórios STAR detectam um objeto extraterrestre. Clark investiga o caso e acaba enfrentando Lobo, um caçador de recompensas intergaláctico que aparece disposto a capturá-lo. Ele revela que há uma recompensa pela cabeça do “último kryptoniano”. No confronto, Clark descobre sua fraqueza à kryptonita enquanto Rudy acaba exposto a uma substância alienígena que altera completamente seu corpo e destino. A luta também desperta a atenção de uma figura misteriosa, observando tudo à distância.

Essa figura logo se revela como J’onn J’onzz, o Caçador de Marte. Ele se apresenta aos Kents e conta a Clark sua versão sobre a destruição de Krypton, oferecendo respostas que o jovem kryptoniano jamais teve. J’onn acredita que a humanidade ainda não está pronta para um herói tão poderoso, um conflito que coloca os dois em lados opostos quanto ao futuro da Terra e ao papel de Clark no mundo.

Enquanto tenta entender quem é e o que representa, Clark recebe de Martha Kent o traje que se tornaria icônico. É nesse momento que a imprensa passa a chamá-lo oficialmente de Superman. Mas antes que ele possa assumir plenamente esse título, Rudy Jones desperta transformado em uma criatura capaz de absorver energia vital. O acidente o transforma no temido Parasita, um vilão poderoso o bastante para enfrentar Superman e ameaçar toda Metrópolis.

A batalha com o Parasita é devastadora. J’onn aparentemente morre queimado após tentar impedir o vilão, e Superman, enfraquecido, precisa buscar ajuda de quem menos esperava: Lex Luthor, ainda preso. A improvável aliança que também envolve Lobo monta um plano arriscado para deter o Parasita, explorando sua vulnerabilidade à kryptonita. Porém, quase tudo sai do controle, culminando em sacrifícios, mortes aparentes e uma destruição quase total da cidade.

No final, J’onn revela que fingiu sua morte usando seus poderes psíquicos, e Rudy, em um último gesto de humanidade, se sacrifica para impedir uma explosão na usina de Metrópolis, salvando milhares de vidas. A história se encerra com Superman finalmente se apresentando ao mundo como Kal-El, enquanto Lobo insinua que outros kryptonianos e marcianos podem estar vivos em algum lugar do universo. J’onn parte para buscá-los, deixando Clark diante de novas possibilidades e responsabilidades.

Com a excelente recepção do primeiro filme de Superman, que ultrapassou a marca de 610 milhões de dólares mundialmente, a expectativa para O Homem do Amanhã é alta. James Gunn retorna na direção e no roteiro, trazendo de volta David Corenswet como Clark Kent, Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult como Lex Luthor. Além deles, a Gangue da Justiça também deve retornar, com Nathan Fillion, Isabela Merced, Edi Gathegi e Anthony Carrigan reprisando seus papéis.

Love Alert estreia dia 28 e apresenta novo BL tailandês com romance marcado por tensão e provocações

O cenário dos dramas BL ganha um novo título em 2025 com a estreia de Love Alert, marcada para o dia 28. Adaptada do romance Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang, de Nottakorn, a série aposta em uma narrativa onde interesses pessoais, disputas de ego e convivência forçada dão origem a um romance silencioso e inesperado.

Criada por Nottakorn, que também assina a obra literária original, a produção segue uma linha mais realista dentro do gênero BL, valorizando o desenvolvimento psicológico dos personagens e as transformações que ocorrem a partir do contato humano. Em vez de grandes declarações, Love Alert constrói sua força nos detalhes e na tensão emocional constante.

Em Love Alert, os personagens se aproximam inicialmente movidos por conveniência e objetivos pessoais. Nenhum deles busca, de fato, um envolvimento emocional, mas a convivência diária acaba quebrando defesas e revelando sentimentos que surgem de forma gradual. A série aposta em olhares, silêncios e confrontos verbais para desenvolver seus romances, evitando soluções rápidas ou idealizadas.

A produção conta com um quarteto protagonista, formado por James Hayward Prescott (Cara mau, meu chefe, 14 Novamente, Episódio especial do Bad Guy My Boss), Kad Ploysupa (Grande Dragão: O Seriado, Geração Y 2, Colega de quarto ruim), David Matthew Roberts (A Lua Oculta, Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang) e Fam Thanuphat Poungsuwan (Tritão Amante), que conduzem os principais conflitos e relações da história. A dinâmica entre os personagens se constrói a partir de provocações constantes, jogos de poder e aproximações calculadas, criando um clima de tensão emocional que se transforma ao longo dos episódios.

Inserida no momento de forte expansão dos BLs tailandeses no mercado internacional, a série chega como uma aposta promissora para o público que busca histórias mais maduras, com conflitos bem definidos e relações construídas passo a passo. Com estreia marcada para o dia 28, Love Alert promete conquistar fãs ao mostrar que, às vezes, o amor nasce exatamente onde ninguém está preparado para sentir.

Crepúsculo volta às salas de cinema em evento especial pelo aniversário da franquia

Foto: Reprodução/ Internet

A saga Crepúsculo retorna ao coração dos fãs com um novo capítulo em sua história cinematográfica. A Lionsgate revelou recentemente um trailer inédito que anuncia o relançamento do primeiro filme da franquia nas salas de cinema dos Estados Unidos, entre os dias 29 de outubro e 2 de novembro, em comemoração ao 20º aniversário da série literária de Stephenie Meyer. Esta celebração marca não apenas a nostalgia de quem cresceu acompanhando Isabella Swan e Edward Cullen, mas também a oportunidade para uma nova geração se encantar com a história que revolucionou o universo dos romances sobrenaturais no cinema.

Lançado originalmente em 21 de novembro de 2008, o filme “Crepúsculo”, dirigido por Catherine Hardwicke e com roteiro de Melissa Rosenberg, rapidamente se tornou um fenômeno cultural. Com Kristen Stewart no papel de Bella Swan e Robert Pattinson como Edward Cullen, a história de amor entre a jovem humana e o vampiro misterioso cativou públicos de todas as idades. A química entre os protagonistas e a tensão sobrenatural presente em cada cena transformou o filme em um ícone do cinema adolescente, consolidando a saga como referência no gênero.

A produção começou sob a batuta da Paramount Pictures, mas, após três anos de desenvolvimento, os direitos foram adquiridos pela Summit Entertainment, que iniciou a pré-produção com foco na fidelidade ao romance de Meyer. As filmagens ocorreram nos estados de Washington e Oregon, capturando a atmosfera chuvosa e melancólica de Forks, cidade que se tornaria tão emblemática quanto os próprios personagens. Cada enquadramento e cada detalhe de cenário foram pensados para criar uma imersão completa no universo sombrio e romântico da saga.

A história que transformou a vida de Bella Swan

A narrativa gira em torno de Isabella Swan, uma jovem de 17 anos que se muda de Phoenix para Forks para morar com seu pai, o chefe de polícia Charlie Swan. De início, Bella é uma adolescente introspectiva e reservada, mas sua vida muda radicalmente ao conhecer os Cullen: Edward, Alice, Emmett, Rosalie e Jasper. A princípio, Edward demonstra comportamento distante e hostil, despertando a curiosidade e o fascínio de Bella. Aos poucos, ela descobre, através de lendas contadas pelo amigo de infância Jacob Black, que a família Cullen são vampiros “vegetarianos”, ou seja, que se alimentam apenas de sangue de animais.

O enredo se intensifica com a ameaça de James, um vampiro rastreador que caça Bella, motivando Edward e sua família a protegerem a jovem. O confronto final ocorre em um estúdio de balé, onde Bella é atacada, mas salva por Edward, reforçando a dimensão romântica e protetora do amor que une os Cullen. A narrativa, carregada de suspense e emoção, explora a complexidade dos sentimentos de Bella e a tensão entre o desejo e o perigo, tornando a saga um marco na cultura pop.

Um elenco que fez história

O sucesso de Crepúsculo se deve em grande parte à força de seu elenco. Kristen Stewart trouxe à Bella Swan uma combinação de vulnerabilidade e determinação, criando uma personagem complexa que ressoou com milhões de fãs. Robert Pattinson, no papel de Edward Cullen, equilibrou o mistério do vampiro com uma intensidade emocional que consolidou sua imagem como ícone romântico.

Além dos protagonistas, o elenco de apoio contribuiu para a construção de uma família de vampiros singular: Peter Facinelli (Carlisle), Elizabeth Reaser (Esme), Ashley Greene (Alice), Jackson Rathbone (Jasper), Nikki Reed (Rosalie) e Kellan Lutz (Emmett). Cada personagem possuía habilidades e personalidades distintas, enriquecendo o universo da saga e permitindo que os espectadores mergulhassem em uma mitologia vampírica inovadora e detalhada.

Desafios e bastidores da produção

O caminho para a tela grande não foi simples. Inicialmente, o roteiro desenvolvido pela Paramount era significativamente diferente do livro, o que gerou discussões sobre a adaptação. Quando a Summit Entertainment assumiu o projeto, a meta passou a ser uma fidelidade maior à obra de Meyer, capturando a perspectiva de Bella e a essência emocional da narrativa. A colaboração entre Hardwicke e Rosenberg foi essencial para manter o equilíbrio entre ação, romance e suspense, garantindo que o filme falasse diretamente aos fãs do livro.

As filmagens enfrentaram desafios logísticos e climáticos, já que a cidade de Forks é conhecida por seu clima chuvoso constante, fator que contribuiu para a atmosfera melancólica do filme, mas também exigiu adaptabilidade da equipe técnica. A atenção aos detalhes – desde o design de produção até a iluminação – reforçou a imersão, tornando Forks quase um personagem por si só, com sua névoa, chuva e florestas densas, elementos essenciais para o tom da história.

Impacto cultural e financeiro

O sucesso de Crepúsculo transcendeu as telas. No primeiro dia de exibição, o filme faturou US$ 35,7 milhões, atingindo US$ 69,6 milhões no fim de semana de estreia, quase dobrando seu orçamento inicial de US$ 37 milhões. Mundialmente, arrecadou US$ 393 milhões, consolidando-se como um dos maiores sucessos de filmes de vampiros da época. A venda de DVDs adicionou US$ 191 milhões, enquanto a trilha sonora se tornou icônica, com músicas que ainda evocam a emoção e a nostalgia do filme.

O impacto cultural vai além das finanças: a saga influenciou moda, comportamento adolescente e até mesmo a forma como histórias de vampiros são contadas no cinema. O conceito dos vampiros “vegetarianos” e a mitologia envolvendo a tribo Quileute trouxeram inovação ao gênero, estabelecendo um universo rico que seria explorado nas sequências e garantindo a fidelidade dos fãs à franquia.

O trailer inédito e a experiência cinematográfica atual

O trailer inédito do relançamento de 2025 traz uma combinação de cenas clássicas e imagens recém-editadas, recriando momentos emblemáticos com uma perspectiva renovada. O público poderá revisitar a primeira vez que Bella e Edward se encontram, os instantes de tensão com James, e a construção gradual do romance que se tornaria referência para várias gerações. A expectativa é que a experiência nas telonas supere a nostalgia, permitindo que novos fãs se apaixonem por Forks e seus moradores sobrenaturais.

A mitologia que conquistou gerações

Um dos grandes diferenciais da saga é a construção de um universo detalhado e coerente. Os vampiros Cullen, com suas regras e códigos de conduta, contrastam com o mito tradicional de vampiros perigosos, enquanto a tribo Quileute introduz a mitologia de metamorfos, ampliando o imaginário dos espectadores. Esses elementos criam uma narrativa rica, que combina romance, aventura e fantasia de forma única, permitindo que a história continue a cativar novas gerações mesmo décadas após seu lançamento.

Além disso, a saga trata de temas universais, como amor, coragem, lealdade e escolhas pessoais, ressoando com públicos de diferentes idades. A jornada de Bella, de uma adolescente insegura a alguém capaz de enfrentar desafios sobrenaturais, inspira identificação e empatia, tornando o filme mais do que uma história de vampiros, mas uma narrativa sobre crescimento e autodescoberta.

Ricky Martin reinventa “Vuelve” ao lado de Los Ángeles Azules e TINI em versão que une diferente gerações

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Um dos maiores clássicos da carreira de Ricky Martin, “Vuelve”, ganha uma nova vida quase 25 anos após seu lançamento original em 1998. Desta vez, o porto-riquenho se une à cumbia inconfundível de Los Ángeles Azules e ao frescor pop de TINI, criando uma releitura que conecta gerações sem perder a essência romântica que tornou a música um sucesso mundial.

A nova versão mantém a melodia que marcou fãs de longa data, mas acrescenta camadas de sonoridade que a tornam contemporânea. A batida característica da cumbia de Los Ángeles Azules se encontra com a sensibilidade moderna de TINI, resultando em um encontro musical que dialoga tanto com quem viveu a estreia da música quanto com o público mais jovem.

O lançamento faz parte de um projeto especial da Sony Music Latin, que inclui recentes singles de Martin, como “Fuego de Noche, Nieve de Día” com Christian Nodal e “A Medio Vivir” com Carín León. O objetivo é reconectar os fãs com os clássicos, oferecendo novas versões e interpretando hits de formas inéditas. Para complementar, “Vuelve” chega acompanhada de um videoclipe dirigido por Andrés Ibañez, filmado entre Miami e Los Angeles, que reforça a energia da releitura.

Enquanto isso, Ricky segue com a turnê Ricky Martin Live, atualmente percorrendo cidades do México, com datas programadas para Uruguai, Paraguai, Argentina, além de apresentações na Europa, incluindo Sérvia, Croácia, Suíça, Polônia e Hungria. A turnê reforça a capacidade de Martin de se conectar com diferentes públicos, mostrando que sua música transcende gerações e fronteiras.

O álbum original Vuelve, lançado em 12 de fevereiro de 1998 pela Sony Music e Columbia Records, marcou o quarto disco de estúdio do cantor. Trabalhando com os produtores KC Porter, Robi Draco Rosa e Desmond Child, Martin trouxe um álbum de dance music latina e baladas pop, consolidando sua fama mundial após o sucesso de “María”, de A Medio Vivir (1995). A canção “La Copa de la Vida”, escrita para a Copa do Mundo FIFA de 1998, também faz parte do álbum e se tornou um fenômeno internacional.

Vuelve gerou seis singles que se tornaram clássicos: a faixa-título “Vuelve”, “La Copa de la Vida”, “La Bomba”, “Perdido Sin Ti”, “Por Arriba, Por Abajo” e “Casi un Bolero”. Entre eles, “Vuelve” e “Perdido Sin Ti” chegaram ao topo da Billboard Hot Latin Songs nos Estados Unidos, enquanto “La Copa de la Vida” conquistou o público europeu e latino-americano. Para promover o álbum, Martin embarcou na turnê mundial Vuelve, visitando Ásia, Austrália, Europa, América Latina e Estados Unidos, consolidando seu status de estrela global.

O álbum foi bem recebido pela crítica: suas faixas uptempo e produção foram elogiadas, embora alguns críticos tenham apontado excesso de baladas. Martin ainda recebeu o Grammy de Melhor Álbum Pop Latino no 41º Grammy Awards em 1999. Comercialmente, Vuelve estreou em primeiro lugar na parada de álbuns latinos da Billboard e chegou ao 40º lugar na Billboard 200. Nos Estados Unidos, as vendas superaram 888 mil cópias, enquanto no mercado internacional, incluindo Noruega, Portugal, Espanha, Austrália e Itália, o disco alcançou posições de destaque nas paradas, totalizando mais de seis milhões de cópias vendidas mundialmente até 2008.

Saiba qual filme vai passar no Domingo Maior 07/01/2024

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No próximo Domingo Maior deste domingo, 07/01/2024, em uma noite repleta de emoções intensas e adrenalina pulsante, reserve um momento especial para mergulhar em uma explosão de ação e sentimentos! A partir das 23h30, imediatamente após o encerramento do Fantástico, a TV Globo apresentará o filme “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”, dirigido magistralmente por Chad Stahelski e lançado em 2019. Este emocionante longa-metragem conta com um elenco estelar liderado por Keanu Reeves, Riccardo Scamarcio e Ian McShane, distribuído pela renomada Paris Filmes.

A narrativa envolvente desenrola-se quando John Wick, interpretado de forma brilhante por Reeves, se vê obrigado a abandonar sua aposentadoria tranquila devido a uma dívida pendente. A trama ganha ainda mais intensidade quando ele se torna alvo de um contrato milionário ao eliminar uma mafiosa italiana, colocando sua vida em risco iminente.

A reviravolta emocionante acontece quando Wick decide não apenas confrontar seus inimigos, mas também embarcar em uma jornada até Roma. Lá, ele se compromete a auxiliar um antigo amigo na missão de desmantelar uma organização secreta de assassinos perigosos, cuja reputação transcende fronteiras.

Esta trama intricada, repleta de cenas de ação de tirar o fôlego, promete manter os espectadores completamente envolvidos, ansiosos para desvendar o desfecho desta eletrizante saga. Mais uma vez, John Wick é convocado a demonstrar suas habilidades letais, proporcionando uma noite de Domingo Maior repleta de emoção, suspense e reviravoltas surpreendentes.

Curiosidades do filme John Wick: Um Novo Dia Para Matar

“John Wick: Um Novo Dia Para Matar” é o segundo capítulo eletrizante da saga estrelada por Keanu Reeves como o formidável John Wick. Lançado em 2017, o filme é amplamente reconhecido por sua ação intensa, coreografias de luta excepcionais e pela expansão do intrigante universo fictício que circunda o protagonista.

Treinamento Rigoroso de Keanu Reeves: Uma das facetas mais impressionantes do filme é o comprometimento de Keanu Reeves com sua interpretação. O ator submeteu-se a um treinamento intensivo, abrangendo desde aperfeiçoamento no manuseio de armas de fogo até aprimoramento em diversas técnicas de artes marciais. Sua dedicação em realizar a maioria de suas próprias cenas de ação contribuiu significativamente para a autenticidade e impacto visual do filme.

Direção de Chad Stahelski: O filme foi habilmente dirigido por Chad Stahelski, que, além de dirigir o primeiro filme da série, possui uma longa e respeitável trajetória como coordenador de dublês e diretor de cenas de ação. A colaboração entre Stahelski e Reeves é evidente na entrega de um estilo visual único que caracteriza a franquia.

Keanu Reeves como um Verdadeiro Atleta de Ação: A reputação de Keanu Reeves como um verdadeiro atleta de ação é consolidada em “Um Novo Dia Para Matar”. Sua habilidade em executar complexas coreografias de luta e cenas de tiroteio é resultado de seu comprometimento com o treinamento físico e técnico, elevando o nível de autenticidade do personagem John Wick.

Estilo Visual Distinto: A franquia John Wick é marcada por seu estilo visual distintivo, que incorpora uma paleta de cores específica, coreografias de luta meticulosamente elaboradas e uma fusão harmoniosa de ação prática e efeitos visuais. Essa abordagem única contribui para a identidade visual única da saga.

Continuidade Narrativa: “Um Novo Dia Para Matar” não apenas oferece uma continuação direta da história apresentada no primeiro filme, mas também aprofunda a exploração do submundo de assassinos profissionais, enriquecendo o contexto e a complexidade do universo ficcional.

Participação Impactante de Common: O rapper e ator Common desempenha o papel de Cassian, um assassino rival de John Wick. A notável química entre os dois resulta em um confronto físico intenso, elevando a intensidade das cenas de ação e contribuindo para a riqueza da trama.

Locais Icônicos como Cenários de Ação: “Um Novo Dia Para Matar” apresenta cenas de ação empolgantes em locais icônicos, como a Ponte do Brooklyn e o Metrô de Nova Iorque. Esses cenários não apenas proporcionam um pano de fundo visualmente impactante, mas também adicionam camadas de complexidade às sequências de luta.

Treinamento com Operadores Táticos: Keanu Reeves foi além dos padrões habituais de preparação para o papel, treinando com operadores táticos da SWAT. Essa imersão na realidade das operações táticas contribuiu para a autenticidade das cenas de tiroteio e para a precisão técnica do desempenho de Reeves.

“John Wick: Um Novo Dia Para Matar” destaca-se não apenas como um filme de ação, mas como uma obra cinematográfica onde a dedicação dos envolvidos transcende a tela, resultando em uma experiência única para os espectadores.

Que horas vai passar o Domingo Maior?

Prepare-se para mergulhar em um universo onde lealdades são testadas, promessas antigas são cumpridas e a sobrevivência torna-se a única opção viável. Não perca este espetáculo cinematográfico que promete agitar suas emoções e tornar este domingo uma noite verdadeiramente inesquecível.

Diretor israelense confronta o Estado em “Yes”, sátira política que estreia nos cinemas em 12 de fevereiro

Reconhecido por um cinema que desafia consensos e expõe tensões profundas da sociedade israelense, o cineasta Nadav Lapid apresenta ao público brasileiro seu novo longa-metragem, “Yes”, que estreia nos cinemas no dia 12 de fevereiro. A produção reafirma o lugar do diretor como uma das vozes mais inquietas do cinema contemporâneo, ao propor uma reflexão contundente sobre o papel do artista diante das estruturas de poder, da pressão institucional e da sedução exercida pelo sucesso.

Lapid construiu uma carreira marcada por obras que confrontam o nacionalismo, o militarismo e a manipulação simbólica do discurso oficial. Filmes como “Policial” (2011), “A Professora do Jardim de Infância” (2014) e “Sinônimos” (2019) — este último vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim — consolidaram seu prestígio internacional e sua reputação como cineasta disposto a tensionar limites estéticos e políticos. Em “Yes”, esse olhar crítico retorna de forma ainda mais mordaz, envolto em sátira, humor corrosivo e uma narrativa emocionalmente instável.

O longa teve sua estreia mundial na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, vitrine tradicional para obras autorais e provocadoras, e foi eleito um dos melhores filmes do ano pela revista Cahiers du Cinéma, publicação histórica da crítica francesa. A produção também integrou a programação do Festival do Rio 2025, com sessões acompanhadas pelo próprio diretor no Brasil, ampliando o diálogo com o público latino-americano.

A trama gira em torno de Y., um músico de jazz em decadência, e Jasmine, sua esposa e parceira artística, uma dançarina que compartilha da mesma precariedade profissional. À margem do mercado cultural institucional, o casal encontra formas alternativas de sobrevivência ao oferecer apresentações privadas para clientes dispostos a pagar por experiências artísticas íntimas. Nesse contexto, arte e corpo se misturam, transformando talento em mercadoria e afeto em moeda de troca.

A dinâmica do casal muda radicalmente quando passam a ser requisitados por membros da elite política e econômica do país. O reconhecimento, porém, vem acompanhado de exigências cada vez mais explícitas. O ponto central do conflito surge quando Y. recebe a proposta de compor um novo hino nacional em troca de uma quantia financeira exorbitante. A oferta, sedutora e violenta ao mesmo tempo, coloca o protagonista diante de uma escolha que extrapola o campo profissional e invade sua esfera ética.

Mais do que um comentário sobre a indústria cultural, “Yes” funciona como uma alegoria sobre os mecanismos de cooptação do Estado e sobre o preço cobrado daqueles que aceitam se alinhar ao discurso oficial. Nadav Lapid constrói uma narrativa em que o riso surge do desconforto, da repetição absurda e do choque entre desejo individual e imposição ideológica. A comédia romântica, longe de oferecer alívio, torna-se um campo de batalha onde amor, ambição, ressentimento e oportunismo coexistem.

No papel principal, Ariel Bronz entrega uma atuação intensa, física e profundamente inquietante. Artista multifacetado, Bronz é conhecido em Israel por sua trajetória controversa nas artes performáticas e no teatro, além de trabalhos no cinema como “Out” e “Amnesia”. Sua carreira é marcada por confrontos diretos com instituições culturais e políticas, incluindo episódios de interrogatório, prisão e ameaças, o que confere ao personagem uma camada adicional de autenticidade e tensão.

Com reconhecimento internacional e prêmios importantes, como o Prêmio Rosenblum de 2018, Bronz transforma o corpo de Y. em um espaço de conflito permanente, refletindo as contradições de um artista dividido entre sobrevivência, vaidade e consciência. Sua performance dialoga diretamente com os temas centrais do filme, borrando as fronteiras entre ficção e realidade.

Lançado em um contexto global de crescente polarização política e controle simbólico, “Yes” ganha relevância para além de suas fronteiras nacionais. Embora profundamente enraizado na realidade israelense, o filme propõe questões universais sobre conformismo, censura velada e os limites éticos da criação artística em ambientes hostis à dissidência.

BTS vai voltar com show ao vivo na Netflix — Saiba quando e que horas assistir ao comeback!

Depois de um período longe das atividades em grupo, o BTS prepara um retorno que promete mobilizar fãs ao redor do mundo. O grupo sul-coreano confirmou um show especial com transmissão ao vivo pela Netflix, marcando oficialmente o reencontro dos sete integrantes no palco.

Batizado de BTS: The Comeback Live | ARIRANG, o evento acontece no sábado, 21 de março, a partir das 8h no horário de Brasília. A apresentação chega logo após o lançamento do novo álbum de estúdio, “ARIRANG”, previsto para sexta-feira (20), criando uma dobradinha estratégica que mistura estreia musical e performance ao vivo.

A proposta do especial vai além de um simples show. A expectativa é de um espetáculo que combine grandes sucessos da carreira com faixas inéditas, marcando uma nova fase artística do grupo. O reencontro ganha ainda mais peso por acontecer após o período de pausa necessário para o cumprimento do serviço militar obrigatório na Coreia do Sul, encerrado em 2025.

Formado por Jin, Suga, J-Hope, RM, Jimin, V e Jungkook, o BTS construiu uma trajetória que extrapola os limites do K-pop e alcança o status de fenômeno cultural global. Desde a estreia, em 2013, o grupo se destacou pela forma como equilibra música, narrativa e conexão emocional com o público. Suas letras abordam temas como juventude, identidade, saúde mental e amadurecimento, criando um vínculo direto com fãs de diferentes gerações.

Ao longo dos anos, o som do grupo evoluiu. O que começou com forte influência do hip hop rapidamente se expandiu para uma mistura de pop, R&B e elementos eletrônicos, sempre acompanhada de produções visuais marcantes. Essa versatilidade foi essencial para abrir portas no mercado internacional.

O avanço global se consolidou especialmente a partir de 2017, quando o BTS passou a dominar rankings importantes da indústria musical. Faixas como Dynamite ajudaram a quebrar recordes e posicionaram o grupo entre os principais nomes da música pop mundial. Em pouco tempo, eles passaram a figurar com frequência no topo da Billboard, alcançando feitos que não eram registrados desde The Beatles.

Além dos números expressivos, o impacto cultural do grupo também se destaca. Com milhões de álbuns vendidos e turnês esgotadas em estádios ao redor do mundo, o BTS se tornou um dos maiores representantes da chamada onda coreana. Fora dos palcos, o grupo também ampliou sua atuação, participando de iniciativas sociais e campanhas globais, como a parceria com a UNICEF.

O retorno agora acontece em um cenário diferente daquele deixado em 2022, quando a pausa foi anunciada. A indústria musical mudou, o consumo de conteúdo se diversificou ainda mais e o público se tornou ainda mais globalizado. Nesse contexto, a escolha da Netflix como plataforma para o show reforça a intenção de atingir uma audiência ampla e simultânea.

Saiba qual filme é exibido na Temperatura Máxima 04/02/2024

No próximo domingo, dia 04/02/2024, prepare-se para uma tarde de cinema repleta de emoções na “Temperatura Máxima” da Rede Globo. Nesta ocasião especial, a emissora apresentará o renomado filme francês de ficção-científica “O Último Suspiro“, dirigido com maestria por Daniel Roby.

Em um enredo que desafia as fronteiras do suspense e da sobrevivência, somos levados a Paris, uma cidade envolta em mistério e perigo. É dentro desse cenário caótico e intrigante que uma pequena família se vê à mercê de um nevoeiro misterioso e mortal, cuja presença se torna sinônimo de ameaça iminente.

Dirigido por Daniel Roby, este filme nos convida a testemunhar as lutas e os sacrifícios de um jovem casal, interpretado por Romain Duris e Olga Kurylenko, enquanto eles enfrentam o desafio de proteger sua família em meio ao caos que se instaura em Paris. Com performances marcantes também de Fantine Harduin e Michel Robin, somos levados a uma jornada de suspense e sobrevivência que mantém os espectadores à beira de seus assentos.

Sob o título original “Just A Breath Away” (ou “Dans La Brume” em francês), o filme nos conduz por uma narrativa intensa e cativante, explorando os limites da resistência humana e os laços familiares que se fortalecem diante da adversidade. Em uma cidade mergulhada na escuridão do nevoeiro mortal, cada suspiro pode significar a diferença entre a vida e a morte.

Curiosidades do filme O Último Suspiro

“Just a Breath Away”, conhecido como “Dans la Brume” em francês, é um cativante filme de ficção científica e suspense que mergulha os espectadores em uma Paris envolta em mistério e perigo. Dirigido por Daniel Roby e produzido por Pierre-Ange Le Pogam, o filme apresenta um elenco estelar liderado por Romain Duris, Olga Kurylenko e Fantine Harduin.

A atmosfera opressiva e claustrofóbica é estabelecida quando uma neblina mortal e misteriosa cobre Paris, transformando a cidade em uma armadilha mortal. As ruas estão vazias, e o ar lá fora é venenoso, forçando as pessoas a se abrigarem em espaços fechados para garantir sua sobrevivência.

No centro da trama estão os protagonistas, um casal interpretado por Duris e Kurylenko, que se vêem separados de sua filha, interpretada por Harduin, do lado de fora da segurança de seu apartamento. Desesperados para reunir sua família, eles enfrentam desafios incríveis, incluindo a natureza implacável da neblina e a pressão do tempo, enquanto lutam para encontrar uma maneira de se reunir e sobreviver.

“Just a Breath Away” é muito mais do que um típico filme de catástrofe. Ele mergulha nas emoções humanas, explorando os laços familiares e os sacrifícios que as pessoas estão dispostas a fazer para proteger aqueles que amam. A tensão é palpável em cada cena, enquanto os personagens lidam com o desconhecido e enfrentam seus medos mais profundos.

A recepção do filme foi mista, com alguns críticos elogiando sua atmosfera sombria e sua abordagem única do gênero, enquanto outros apontaram suas falhas na execução e na previsibilidade da trama.

No entanto, “Just a Breath Away” cativa o público com sua narrativa envolvente e visuais impressionantes, levando os espectadores a uma jornada emocionante e perigosa através das ruas sombrias de Paris, onde cada suspiro pode ser o último.

Que horas vai passar a Temperatura Máxima?

A exibição deste emocionante filme está marcada para iniciar às 12h45, logo após o programa Esporte Espetacular. É uma oportunidade imperdível de se envolver em uma experiência cinematográfica que desafia as convenções e nos convida a refletir sobre o poder da família e da esperança em meio às situações mais extremas. Não perca a chance de embarcar nesta jornada de suspense e descobertas na “Temperatura Máxima” da Globo.

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