Valor Sentimental | O novo drama de Joachim Trier chega aos cinemas brasileiros em 25 de dezembro

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Foto: Reprodução/ Internet

Há diretores que fazem do cinema uma confissão. Joachim Trier é um deles. O cineasta norueguês, indicado ao Oscar por A Pior Pessoa do Mundo, retorna agora com um novo mergulho nas relações humanas em Valor Sentimental — filme que estreia nos cinemas brasileiros no dia 25 de dezembro, em distribuição da MUBI e Retrato Filmes.

Selecionado para representar a Noruega no Oscar® 2026, o longa foi aplaudido em sua estreia mundial no Festival de Cannes 2025, onde conquistou o Grande Prêmio do Júri. Mais uma vez, Trier e seu parceiro de roteiro, Eskil Vogt, exploram os pequenos abismos que se formam entre pais e filhos, entre o passado e o presente — e entre o que se vive e o que se encena.

No longa-metragem, acompanhamos Nora (Renate Reinsve), uma atriz de teatro consagrada que tenta manter distância do pai, Gustav Borg (Stellan Skarsgård), um diretor de cinema lendário que desapareceu da vida das filhas e do próprio ofício. Quando ele decide voltar aos holofotes com um filme baseado na própria família, a ferida volta a sangrar.

Gustav convida Nora para o papel principal — um convite que ela recusa de imediato. O vazio deixado pela recusa é preenchido por Rachel (Elle Fanning), uma jovem atriz americana fascinada pela ideia de interpretar uma história tão pessoal. O reencontro entre Nora, Gustav e Agnes (Inga Ibsdotter Lilleaas), a outra filha, desencadeia uma série de confrontos e silêncios que atravessam gerações.

O resultado é um retrato comovente sobre as fronteiras entre arte e vida, sobre o que se escolhe esquecer — e o que insiste em permanecer.

Um elenco de ressonâncias emocionais

A protagonista Renate Reinsve volta a trabalhar com Trier depois de conquistar o mundo em A Pior Pessoa do Mundo (2021). Desde então, a atriz norueguesa tem se destacado em produções como Handling the Undead (2024), onde também explora os limites da dor e da ausência.

Stellan Skarsgård, um dos grandes nomes do cinema europeu, dá vida ao complexo Gustav. Conhecido por papéis em Chernobyl, Good Will Hunting e Nymphomaniac, ele traz uma mistura única de dureza e melancolia — perfeita para o papel de um homem que tenta reescrever sua própria história.

Já Elle Fanning, em um de seus trabalhos mais desafiadores, deixa de lado o glamour de The Great e a vulnerabilidade de All the Bright Places para dar vida a uma atriz que busca sentido entre ambição e empatia. Sua personagem é o espelho de uma geração que tenta se encontrar em meio ao ruído da fama.

A promissora Inga Ibsdotter Lilleaas, lembrada por sua atuação em Disco (2019), oferece uma performance de rara sutileza como Agnes — a filha que ficou, a que tentou manter a família de pé quando todos os outros se foram. E Anders Danielsen Lie, parceiro frequente de Trier, aparece novamente em um papel decisivo, após trabalhos memoráveis em 22 de Julho e Bergman Island.

A força de um cinema que olha para dentro

Joachim Trier sempre filmou o íntimo com uma delicadeza quase literária. Em Oslo, 31 de Agosto, ele transformou um dia comum em um retrato devastador sobre o sentido da existência. Em A Pior Pessoa do Mundo, capturou a solidão e a beleza das escolhas que definem uma vida.

Agora, em Valor Sentimental, ele volta a um tema recorrente em sua obra: a tentativa de se reconciliar com o tempo e com quem fomos. É um filme sobre a impossibilidade de se desligar das memórias — e sobre o poder da arte como último fio de comunicação entre pessoas que já não sabem mais como conversar.

A direção de Trier é sutil, mas firme. Os enquadramentos se aproximam dos rostos, como se buscassem neles uma verdade que as palavras não conseguem alcançar. Cada silêncio, cada respiração, parece dizer mais do que qualquer diálogo. É cinema que confia no olhar, na pausa, no não-dito.

O filme é uma coprodução entre Noruega, França, Alemanha, Dinamarca e Suécia, reunindo alguns dos principais nomes da indústria europeia. A produção é assinada por Maria Ekerhovd (Mer Film) e Andrea Berentsen Ottmar (Eye Eye Pictures), com coprodutores de peso como Nathanael Karmitz (MK Productions), Janine Jackowski (Komplizen Film) e Sisse Graum Jørgensen (Zentropa).

Adeus, Preta Gil: a cantora morre aos 50 anos em Nova York após longa luta contra o câncer

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No domingo, 20 de julho de 2025, o Brasil vai dormir mais silencioso. O país perdeu uma de suas artistas mais espontâneas, combativas e amorosas: Preta Gil. A cantora, atriz, apresentadora e empresária faleceu aos 50 anos, em Nova York, após uma longa e corajosa batalha contra o câncer no intestino. A notícia foi confirmada por seu pai, Gilberto Gil, através de uma nota emocionada publicada nas redes sociais. A família agora se mobiliza para trazer o corpo de volta ao Brasil, onde será velada e homenageada com o afeto que ela sempre ofereceu ao mundo.

A despedida de Preta não é apenas o adeus a uma artista. É a perda de uma mulher que nunca teve medo de ser quem era. Uma figura que transformava vulnerabilidades em força, dor em arte, e escândalo em acolhimento. Uma voz que rompeu tabus, ampliou conversas e jamais se escondeu. O luto é nacional — e pessoal para milhares que se viam refletidos nela.

Uma guerreira diante da doença

Desde o diagnóstico de câncer no intestino em janeiro de 2023, Preta enfrentou a doença com uma transparência rara, mas sem perder a ternura. Compartilhou parte do tratamento nas redes sociais, entre sessões de quimioterapia e radioterapia, dividindo também momentos de introspecção e fé. Em agosto de 2024, passou por uma cirurgia delicada para remoção de tumores. O procedimento trouxe esperança, mas o câncer retornou, mais agressivo e em outras partes do corpo.

No início de 2025, Preta decidiu buscar um tratamento experimental nos Estados Unidos. Instalou-se em Nova York, onde ficou sob os cuidados de uma equipe especializada, realizando protocolos de terapia em Washington. Ela manteve o sigilo sobre os detalhes, mas sempre recebia manifestações de carinho, inclusive de fãs que organizavam orações e correntes de energia positiva. Foi uma luta digna, silenciosa e cercada de amor — como tudo o que ela fazia.

A voz que não queria pedir licença

Preta Maria Gadelha Gil Moreira nasceu no Rio de Janeiro em 8 de agosto de 1974. Filha de Gilberto Gil e da empresária Sandra Gadelha, já nasceu cercada de música, cultura e um nome que carregava cor e ancestralidade. Seu batismo gerou polêmica no cartório: o funcionário se recusou a registrar apenas “Preta”, obrigando os pais a adicionarem o “Maria”. Gil transformou o episódio em canção e bandeira. A filha, mais tarde, faria o mesmo com sua própria trajetória.

Demorou a se lançar profissionalmente na música. Seu primeiro álbum, Prêt-à-Porter, foi lançado em 2003, quando ela já tinha quase 30 anos. A capa do disco, com Preta nua, causou frisson na imprensa. Mais do que sensualidade, era um grito de independência — uma mulher fora dos padrões estéticos impostos pela indústria mostrando o corpo com orgulho. Mas o conservadorismo reagiu mal. “Me chamavam para entrevistas mais por causa do meu corpo do que da minha voz”, disse ela, anos depois, à Forbes Brasil.

Apesar das críticas e reduções, Preta seguiu em frente. Ampliou sua atuação como atriz — esteve no elenco da novela Agora É Que São Elas — e também como apresentadora. Em Caixa Preta, na Band, abriu espaço para debates sobre identidade, sexualidade, autoestima e representatividade.

No teatro, brilhou em 2006 com o espetáculo Um Homem Chamado Lee, em que interpretava uma travesti apaixonada por Rita Lee. Era provocação e afeto ao mesmo tempo. Música, performance, humor e denúncia. A síntese perfeita de tudo o que ela acreditava.

Uma artista que se fazia plural

Seu segundo álbum, Preta (2005), seguiu mostrando sua versatilidade. Mas foi com a turnê Noite Preta, em 2008, que ela fincou os pés no pop nacional. Os shows, sempre lotados, misturavam axé, funk, samba, tecnobrega e covers improváveis, como “Like a Virgin”, de Madonna. Ela subia ao palco de collant, salto e brilho, afirmando com o corpo e a música que ser quem se é pode — e deve — ser celebrado.

O DVD da turnê, gravado em 2009 no The Week Rio, é considerado um marco. Era o retrato de uma artista madura, com público cativo e muito mais a dizer do que se ouvia nas rádios.

Rainha do Carnaval e do amor livre

Se havia um lugar onde Preta Gil reinava absoluta, esse lugar era o Carnaval. O Bloco da Preta, criado por ela em 2009, virou um dos maiores do Rio de Janeiro. Em seus desfiles, a rua era tomada por diversidade, afeto, brilho e liberdade. Milhões de pessoas foram às ruas para dançar, cantar e se libertar ao som de sua voz.

Em 2013, o DVD comemorativo de 10 anos de carreira trouxe participações especiais de artistas como Ivete Sangalo, Anitta, Lulu Santos e Thiaguinho. Era um tributo à sua trajetória — e também um reflexo do quanto era querida por seus pares.

Preta sempre defendeu o direito de amar sem rótulos. Falava abertamente sobre sua bissexualidade e, mais tarde, pansexualidade. Era uma das poucas figuras públicas que abordavam essas questões sem medo, com empatia e escuta. Tornou-se porta-voz informal da comunidade LGBTQIA+, abrindo caminhos com palavras e ações.

Intensidade no palco e na vida

Na vida pessoal, Preta foi generosa e intensa. Casou-se três vezes, sendo mãe de Francisco — nascido em 1995, fruto do relacionamento com o ator Otávio Müller. Depois, viveu casamentos com Carlos Henrique Lima e Rodrigo Godoy. Em 2015, ganhou sua neta, Sol de Maria, e mergulhou em uma nova fase: a de avó moderna, divertida e amorosa.

Teve relacionamentos com Caio Blat, Paulo Vilhena, Marcos Mion — mas nunca permitiu que sua vida íntima se tornasse espetáculo. Sabia proteger seus afetos, sem abrir mão da verdade. Era amiga fiel, conselheira firme, e presença constante nas festas e nas dores de quem amava.

Muito além do microfone: a empresária visionária

Nos últimos anos, Preta também se destacou como uma figura de bastidor. Fundadora da Music2Mynd, empresa de agenciamento artístico e marketing de influência, ela foi mentora e ponte para uma nova geração de artistas.

Ajudou a construir carreiras, lapidar talentos e transformar digital em presença real. Sabia ler o momento cultural como poucas, e entendia que autenticidade era o diferencial. Acreditava em narrativas com propósito — e é isso que fazia brilhar seu trabalho com influenciadores, músicos e comunicadores.

Uma despedida que ecoa em milhões de corações

Com a confirmação da morte, o Brasil se cobriu de homenagens. Figuras como Ivete Sangalo, Caetano Veloso, Pabllo Vittar, Anitta, Gilberto Gil e fãs anônimos usaram as redes para agradecer a Preta pela coragem, generosidade e arte. A comoção não é apenas pela ausência, mas pelo reconhecimento da grandeza de alguém que transformou sua existência em farol para os outros.

O Ministério da Cultura emitiu nota oficial exaltando sua contribuição à cultura brasileira. Nas ruas do Rio, o Bloco da Preta deve se transformar em cortejo-homenagem em 2026. A despedida será pública, como sempre foi sua entrega: coletiva, vibrante, emocionada.

Preta para sempre: uma mulher que não cabia em moldes

Preta Gil não era só filha de Gilberto. Não era só a cantora do bloco. Nem só a empresária por trás das câmeras. Ela era tudo isso — e muito mais. Uma mulher que viveu de peito aberto, com erros e acertos, com dores e conquistas, com arte e afeto.

Seu legado é um convite: a viver sem pedir desculpas. A amar sem rótulo. A ocupar o espaço com o corpo que se tem. A transformar traumas em potência. A rir alto. A chorar junto. A dançar até o fim.

Na sua última entrevista antes de viajar para os EUA, ela deixou uma frase que hoje soa como testamento: “Se eu for embora amanhã, que saibam que eu fui muito amada. E que amei também. Muito. Com tudo que eu tinha.”

Você foi, Preta. Você é. E sempre será.

Obrigado, Preta Gil, por tudo que foi — e por tudo que nos ensinou a ser.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel recebe José Loreto e Carol Castro neste domingo (13)

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Imagine ligar a TV num domingo à noite e dar de cara com um ator que já foi segurança da Gisele Bündchen, se transformou em Jesus no teatro e agora quer virar Chorão no cinema. Ao lado dele, uma atriz que cresceu nos bastidores do teatro e já brilhou em novelas, séries e streamings. Agora coloque isso dentro de um game show maluco de três pistas. Pronto, você nem começou a assistir o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel e já está hipnotizado.

Neste domingo, 13 de julho, o programa não entrega apenas entretenimento — entrega um roteiro de comédia, emoção e surpresa com gostinho de TV brasileira raiz, com toques de modernidade que só o SBT sabe equilibrar.

🧩 Quando um ex-segurança vira Jesus e uma atriz de novela revive o início

No Jogo das 3 Pistas, a coisa vai além do jogo. José Loreto, entre uma dica e outra, compartilha o impacto espiritual de interpretar Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Pernambuco em 2025, fala sobre viver com diabetes e revela como foi sair das ruas de Los Angeles — onde já cuidou da segurança de celebridades — até virar galã de novelas como Avenida Brasil e Pantanal.

Ao lado dele, Carol Castro reativa memórias da infância no teatro com o pai, reflete sobre a fama precoce em Mulheres Apaixonadas e mostra como é crescer sob os holofotes, mantendo a elegância e o talento em alta por mais de três décadas. É mais que jogo: é uma sessão de memórias com plateia.

⏱️ 60 segundos de caos e um prêmio que muda tudo

O Nada Além de 1 Minuto volta com fôlego novo e um cenário onde a tensão tem cronômetro. Um minuto parece pouco? Para o competidor Kayo, é o tempo exato entre sair com nada ou sair com R$ 300 mil no bolso. A nova temporada chega mais frenética, mais difícil e com a mesma promessa: você vai segurar a respiração por 60 segundos sem perceber.

E o sucesso é tanto que agora tem versão de tabuleiro — sim, você pode errar em casa também e ainda ser julgado pela família.

🎪 Show de Calouros ou reality de talentos surreais?

E quando você acha que já viu tudo, o Show de Calouros entrega o que ninguém espera: freiras fazendo beatbox, dupla de acroyoga, drag queens empoderando o palco e até senhorinhas com coreografia ensaiada.

Avaliação? Fica por conta do painel de personalidades que une irreverência e faro de talento: Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Gaby Cabrini, Victor Sarro, Felipeh Campos e o eterno Xaropinho.

É o tipo de segmento que mistura show de talentos, programa de auditório e viral do TikTok — tudo ao mesmo tempo agora.

💰 Show do Milhão: quem ousa sonhar, responde com calma

Patricia Abravanel comanda o Show do Milhão EMS com aquele sorriso calmo de quem sabe que uma simples pergunta pode deixar alguém milionário. A tensão aumenta a cada rodada, o auditório segura a respiração e o público em casa tenta responder como se valesse também. Será que neste domingo alguém chega até o final?

🧊 Pegadinha com bug no tempo: o humor no modo congelado

E pra fechar com chave de ouro (e boas gargalhadas), a Câmera Escondida da semana vai brincar com o inesperado. Na pegadinha “Pedir Informação e Congelar”, o ator Adriano Arbool para o tempo — literalmente. Ele pede uma informação e, no meio da conversa, simplesmente… trava. Fica parado como estátua no meio da CCXP 2024, deixando os fãs nerds tentando entender se aquilo é cosplay, performance ou um bug da realidade.

Resultado? Reações hilárias, confusão e a certeza de que o humor simples ainda é o mais eficaz.

📺 Muito além da nostalgia: um domingo onde tudo pode acontecer

O Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel deste domingo não é apenas uma sequência de quadros. É um show à moda antiga com fôlego de streaming, onde o improviso encontra o roteiro, o clássico abraça o viral e a plateia se torna cúmplice de um espetáculo que só a televisão brasileira sabe entregar.

Então, fica o convite: domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT. Porque se tem freira no beatbox, Jesus no game show e prêmio de R$ 300 mil em 60 segundos… você sabe que não é só um programa — é um evento.

“Descendentes 3” é destaque da Sessão da Tarde na TV Globo nesta segunda-feira (28/07)

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Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a TV Globo traz para a sua tradicional Sessão da Tarde o filme “Descendentes 3″, um dos títulos mais queridos do universo Disney Channel que conquistou jovens, adolescentes e até adultos ao redor do mundo. Com uma combinação poderosa de fantasia, aventura, música e mensagens inspiradoras, o filme encerra a trilogia que acompanha a saga dos filhos dos vilões e heróis clássicos da Disney, mostrando que, apesar de suas origens, é possível escolher o próprio destino.

O universo mágico de Auradon e a Ilha dos Perdidos: cenário da saga

Para entender a importância de Descendentes 3, é preciso mergulhar no universo criado pela Disney, onde o tradicional encontra o contemporâneo de forma vibrante e cheia de nuances. Auradon é um reino mágico onde os filhos dos heróis vivem com segurança e liberdade, desfrutando de uma vida plena e cheia de oportunidades. Por outro lado, a Ilha dos Perdidos é o lugar onde os filhos dos vilões foram inicialmente confinados, afastados de Auradon por suas origens sombrias.

O filme retrata essa divisão, mas acima de tudo, explora a ideia de que a origem não define quem somos. Mal (Dove Cameron), filha da poderosa Malévola e do temível Hades, é a protagonista dessa história de crescimento e amadurecimento, que luta para encontrar seu lugar entre os dois mundos e mostrar que é possível quebrar ciclos de preconceito e vingança.

Em Descendants 3, o equilíbrio entre esses mundos está ameaçado, e a barreira mágica que protege a Ilha dos Perdidos é rompida. Isso desencadeia uma série de eventos que colocam em risco a paz de Auradon, e cabe a Mal e seus amigos impedir que a escuridão tome conta novamente.

O enredo principal de Descendentes 3 começa com um momento de esperança: o príncipe Ben (Mitchell Hope), herdeiro do reino de Auradon e filho do casal Bela e Fera, pede a mão de Mal em casamento, sinalizando o futuro brilhante e pacífico que eles desejam construir juntos. Mal está prestes a se tornar rainha, um símbolo de que o amor pode vencer todas as diferenças.

Porém, como toda boa história, esse caminho está longe de ser tranquilo. Mal precisa lidar com ameaças do passado e do presente. Audrey (Sarah Jeffery), a filha da Bela Adormecida, surge como uma antagonista inesperada, roubando o cetro e a coroa, e transformando-se numa versão malvada de si mesma. Além disso, Mal encara o desafio de seu pai, Hades (Cheyenne Jackson), o senhor do submundo, que tenta quebrar a barreira mágica da Ilha dos Perdidos para tomar Auradon.

No meio desse turbilhão, Mal, junto com seus fiéis amigos — Evie (Sofia Carson), Carlos (Cameron Boyce) e Jay (Booboo Stewart) — precisa recrutar uma nova geração de descendentes de vilões para ajudar na missão de salvar Auradon e impedir que Audrey destrua tudo.

O filme é uma montanha-russa de emoções: tem aventura, tensão, momentos engraçados e, claro, as famosas canções que fazem os fãs cantarem junto. Mas mais do que isso, ele aborda temas como lealdade, amizade, escolhas e a importância de acreditar em si mesmo, mesmo quando o mundo parece conspirar contra você.

Um elenco talentoso e carismático que conquista gerações

A força do filme está no seu elenco talentoso, que retorna para dar vida a personagens complexos e apaixonantes. Dove Cameron, que interpreta Mal, é o coração da história. Sua atuação transmite tanto a força da personagem quanto sua vulnerabilidade diante dos desafios. Mal é uma jovem que carrega o peso do legado dos vilões, mas que escolhe lutar pelo bem, mostrando que é possível mudar a própria história.

Cameron Boyce, no papel de Carlos, traz uma energia contagiante e representa a diversidade da nova geração. Boyce, infelizmente, faleceu precocemente em 2019, mas seu trabalho como Carlos permanece uma parte querida da franquia, celebrada com carinho pelos fãs.

Sofia Carson, como Evie, filha da Rainha Má, exibe elegância e uma personalidade encantadora, equilibrando confiança com momentos de dúvida e crescimento. Booboo Stewart, interpretando Jay, e Sarah Jeffery, como a antagonista Audrey, completam o grupo principal com performances memoráveis.

Além deles, o elenco de apoio também é fundamental para enriquecer o universo de Auradon e da Ilha dos Perdidos. Personagens como Harry Gancho (Thomas Doherty), Gil (Dylan Playfair), Jane (Brenna D’Amico) e Celia (Jadah Marie) aparecem para agregar ainda mais diversidade e profundidade à trama.

A direção de Kenny Ortega, com vasta experiência em musicais e produções familiares, traz ritmo e emoção para o filme, unindo música, dança e narrativa de forma harmônica e cativante.

Dublagem em português

Para o público brasileiro e português, o sucesso do filme também se deve à qualidade das versões dubladas, que conseguem captar toda a essência dos personagens e trazer emoção às cenas, sem perder a magia da obra original.

No Brasil, nomes como Michelle Giudice (Mal), Lipe Volpato (Carlos), Flora Paulita (Evie), Agatha Paulita (Audrey) e Ítalo Luiz (Jay) dão voz a personagens queridos, ajudando a conectar as crianças e adolescentes com a história de forma natural e envolvente. A dublagem também é acompanhada de canções adaptadas, mantendo a musicalidade que é marca registrada da franquia.

Em Portugal, a responsabilidade fica com talentos como Raquel Ferreira, que dubla Mal, Luís Lobão como Ben, e Catarina Mago na voz de Audrey. A direção de dublagem e a tradução cuidadosa garantem que o filme mantenha seu charme e humor mesmo após a adaptação linguística.

Essa atenção à dublagem reforça o compromisso das produtoras e da TV Globo em oferecer entretenimento acessível e de qualidade para todos, ampliando o alcance da mensagem positiva que Descendentes 3 traz.

Música e coreografia

Uma das características mais marcantes de Descendants 3 são suas músicas originais e números coreográficos que empolgam o público. A trilha sonora combina pop, ritmos modernos e baladas emocionantes que ajudam a contar a história e aprofundar a personalidade dos personagens.

Cada canção é cuidadosamente construída para refletir os conflitos internos, esperanças e sonhos dos protagonistas, tornando-se um verdadeiro convite para cantar e se emocionar junto. A música tem papel fundamental em transmitir as mensagens do filme, muitas vezes falando sobre autoconfiança, união e a importância de fazer escolhas conscientes.

As coreografias, por sua vez, são dinâmicas e cheias de energia, fruto da expertise de Kenny Ortega, que sabe como usar a dança para enriquecer a narrativa sem perder o ritmo da história

Desde o lançamento do primeiro filme, em 2015, a franquia Descendants conquistou uma base sólida de fãs em todo o mundo. A proposta de revisitar o universo dos contos de fada da Disney a partir da perspectiva dos filhos dos vilões foi inovadora e atrativa, abrindo espaço para uma reflexão sobre temas como redenção, diversidade e empoderamento.

Além dos filmes, a franquia se expandiu para outras mídias, como séries animadas, livros, brinquedos e jogos, consolidando-se como um fenômeno do entretenimento jovem.

A importância dessa franquia vai além da diversão: ela cria um espaço onde crianças e adolescentes podem se identificar com personagens que não são perfeitos, que enfrentam dúvidas e dificuldades, mas que escolhem trilhar um caminho de crescimento e amizade. É um exemplo de como as histórias podem educar e inspirar ao mesmo tempo.

O legado de Descendants é também marcado pelo carinho dos fãs que acompanham a trajetória dos personagens e dos atores, especialmente em memória de Cameron Boyce, cuja contribuição para a série permanece viva no coração do público.

Por que assistir Descendentes 3 na Sessão da Tarde?

A Sessão da Tarde da TV Globo é conhecida por oferecer opções de entretenimento que reúnem qualidade, leveza e diversão para toda a família. O filme se encaixa perfeitamente nesse perfil, pois traz uma combinação equilibrada de aventura, emoção e mensagens positivas. Além disso, o filme serve como um excelente ponto de partida para quem ainda não conhece a franquia, despertando curiosidade para assistir os filmes anteriores e o spin-off animado Descendants: The Royal Wedding.

No SuperPop desta quarta (10), Luciana Gimenez discute os riscos da adultização precoce de crianças e adolescentes

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Crédito: Divulgação/RedeTV!

Nesta quarta-feira, 10 de setembro, o programa “SuperPop”, transmitido ao vivo pela RedeTV!, volta a chamar atenção para um tema atual e preocupante: a adultização infantil. Sob a condução da apresentadora Luciana Gimenez, a atração promove um debate sobre os riscos que crianças e adolescentes enfrentam quando são expostos a comportamentos, responsabilidades e pressões típicas do universo adulto, muitas vezes precocemente e sem o suporte adequado.

A adultização infantil é um fenômeno que preocupa especialistas em educação, psicologia e direito. Ele pode se manifestar de diversas formas: desde a sexualização precoce na mídia e redes sociais até a cobrança por desempenho acadêmico ou profissional acima da idade. Especialistas alertam que esse processo impacta o desenvolvimento emocional e psicológico dos menores, aumentando o risco de ansiedade, depressão e dificuldade de lidar com frustrações.

Para enriquecer a discussão, Luciana Gimenez recebe convidados que conhecem a realidade de quem cresceu sob os olhos do público. Entre eles estão a ex-paquita Cátia Paganote, a ex-integrante do grupo “Mulekada” Julyana Lee e o ex-Polegar Rafael Ilha. Todos eles compartilham experiências pessoais sobre os desafios de lidar com a fama e a exposição desde a infância, revelando como a pressão social e profissional pode afetar a construção da identidade e das relações interpessoais.

A edição também traz um convidado especial, que será uma testemunha ocular do caso recente envolvendo o influenciador Hytalo Santos, cujo conteúdo direcionado a crianças gerou polêmica e levantou debates sobre limites na criação e na comunicação digital. Este relato serve para ilustrar como a adultização pode ocorrer mesmo em ambientes virtuais, reforçando a necessidade de atenção constante por parte de pais e responsáveis.

Além das experiências pessoais, o programa inclui a análise técnica de especialistas. O psicólogo e especialista em comportamento adolescente William Borghetti explica os sinais de que uma criança ou adolescente está sendo exposto a situações adultas de forma precoce e orienta sobre como lidar com essas situações de forma preventiva. Já a Dra. Lisandréa Salvariego, delegada e coordenadora do Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil de São Paulo, aborda o papel da família, da escola e da própria sociedade na proteção contra riscos digitais, como o compartilhamento de conteúdos inapropriados e o assédio virtual.

Durante o programa, Luciana Gimenez reforça a importância do diálogo aberto entre pais e filhos, do acompanhamento de atividades online e da criação de espaços seguros para o desenvolvimento infantil. A apresentadora também incentiva que responsáveis busquem orientação profissional sempre que perceberem mudanças de comportamento ou sinais de estresse emocional em crianças e adolescentes.

A abordagem do “SuperPop” sobre a adultização infantil chega em um momento crítico, em que dados de órgãos de proteção à criança e ao adolescente indicam aumento na exposição de menores a conteúdos adultos, tanto na televisão quanto nas redes sociais. Especialistas destacam que o debate é fundamental não apenas para conscientizar os pais, mas também para pressionar plataformas digitais, escolas e produtores de conteúdo a adotarem práticas mais seguras e responsáveis.

“Profissão Repórter” desta terça (29/07) mostra como Belém está mudando para receber a COP-30: esperança, desafios e cicatrizes de uma transformação acelerada

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, o programa Profissão Repórter estreia uma reportagem especial que vai além dos números e obras, para contar as histórias que estão sendo escritas nas ruas, nas comunidades e nos canteiros de obras de Belém. A cidade se prepara para receber a COP-30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, marcada para novembro deste ano — um evento que colocará a capital do Pará no centro das atenções do planeta. As informações são da TV Globo.

Com a expectativa da chegada de cerca de 50 mil visitantes — entre autoridades, cientistas, ativistas e jornalistas —, Belém vive um momento de pressa, transformação e também de questionamentos. Quais os reais impactos dessa mudança acelerada? Para quem a cidade está sendo preparada?

Obras, promessas e um ritmo frenético

Se você andar pelas ruas de Belém hoje, vai perceber o quanto a cidade está sendo transformada. São dezenas de canteiros de obra espalhados pela capital, obras que envolvem bilhões de reais e que buscam preparar a infraestrutura para o grande evento.

O Parque da Cidade, que será o centro das negociações da COP-30, está passando por uma verdadeira revolução. Centenas de trabalhadores se revezam entre estruturas, equipamentos e instalações, tentando deixar tudo pronto para o mês de novembro. A revitalização da Nova Doca, antiga área portuária, também avança — com a ideia de criar um novo cartão-postal, que traga vida e turistas para a região.

Mas as obras não se limitam ao centro. Novas avenidas estão sendo abertas, ruas reformadas e o sistema de transporte passa por mudanças, numa tentativa de dar conta da demanda que virá com o evento e, de quebra, melhorar o cotidiano dos moradores.

O brilho das obras e o peso da transformação

Para muitos moradores, as obras representam a possibilidade de emprego, de renda e até de mudança de vida. Na construção civil, quem estava há meses desempregado agora encontra uma chance real de trabalhar, receber salário e ter uma rotina mais estável. No comércio e serviços, o movimento já começa a esquentar, com a expectativa da chegada dos visitantes.

Mas, junto com as oportunidades, vêm também as perdas. Em vários bairros, especialmente em áreas ribeirinhas e periféricas, famílias já foram obrigadas a sair de suas casas para que projetos considerados estratégicos sejam realizados. Muitas dessas pessoas vivem da pesca, do extrativismo ou do pequeno comércio e agora enfrentam a difícil tarefa de recomeçar em outro lugar, muitas vezes longe da comunidade e sem garantias sólidas.

Um exemplo emblemático é a construção da Avenida Liberdade, uma via expressa que atravessa reservas ambientais e áreas tradicionais, gerando o deslocamento de centenas de famílias. Esse é um dos pontos mais sensíveis da preparação para a COP-30, pois envolve equilíbrio delicado entre desenvolvimento e respeito à vida das pessoas.

O saneamento básico: um nó que ainda precisa ser desatado

Enquanto a cidade tenta se preparar para o mundo, parte da sua população ainda enfrenta problemas básicos, que a maioria considera direitos fundamentais.

Belém está entre as capitais brasileiras com pior cobertura de saneamento, um dado preocupante diante do discurso ambiental que será protagonista da COP-30. Em áreas como a Vila da Barca — uma das maiores comunidades de palafitas do país — as condições sanitárias são precárias, com esgoto a céu aberto e dificuldade no acesso à água limpa, colocando em risco a saúde e o bem-estar de milhares de pessoas.

Essa situação mostra que sustentabilidade não é só questão de investimento em obras sofisticadas, mas também de garantir qualidade de vida para todos.

A movimentação do turismo e o impacto na cidade

Com a aproximação da COP, a expectativa de receber milhares de turistas movimenta a economia local. Muitos moradores, percebendo essa oportunidade, investem em melhorias em suas casas para oferecer hospedagem. Quartos reformados, imóveis anunciados em plataformas digitais, tudo para captar o movimento que deve chegar.

Esse boom pode significar um alívio financeiro para algumas famílias, mas também acende um alerta: a valorização imobiliária pode afastar moradores antigos das áreas centrais, aumentando a desigualdade e expulsando aqueles que construíram a cidade.

E depois da festa, o que fica?

Um dos grandes questionamentos que surgem é: qual será o legado da COP-30 para Belém? Será que as melhorias serão permanentes e beneficiarão a população mais vulnerável? Ou a cidade vai voltar à rotina de sempre, com os problemas estruturais ignorados depois que as luzes do evento se apagarem?

É comum que grandes eventos tragam avanços pontuais, mas nem sempre consigam transformar de forma duradoura as desigualdades e desafios que já existiam.

O desafio de fazer diferente

Para que a COP-30 deixe um impacto real, é necessário pensar no futuro da cidade de forma inclusiva. Isso significa escutar e atender às necessidades das comunidades ribeirinhas, indígenas e das populações periféricas, garantindo que o desenvolvimento aconteça de forma justa e sustentável.

É urgente que saneamento básico, moradia digna e proteção ambiental deixem de ser apenas promessas para se tornarem realidade palpável para todos.

Belém entre o ontem e o amanhã

A COP-30 pode ser um momento histórico para Belém, uma oportunidade para que a cidade se mostre para o mundo e para si mesma. Mas, para que isso aconteça de verdade, é preciso que as mudanças alcancem todos, não só as áreas nobres ou os setores econômicos mais poderosos.

A história que está sendo escrita agora é cheia de desafios, incertezas, mas também de esperança. A decisão que a cidade tomar poderá ser um exemplo de como unir desenvolvimento, justiça social e sustentabilidade, ou um alerta sobre o preço que pagamos quando deixamos muitos para trás.

Sessão da Tarde desta segunda (14) traz “Por Toda a Minha Vida”: um amor que não tem tempo a perder

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Foto: Reprodução/ Internet

Segundas-feiras costumam ser corridas, cheias de compromissos, despertadores e café às pressas. Mas, às vezes, tudo o que a gente precisa é de uma pausa. E de um lembrete: o amor, quando verdadeiro, não espera.

É esse o tom de “Por Toda a Minha Vida” (All My Life), o filme escolhido para a Sessão da Tarde desta segunda-feira, 14 de julho, na TV Globo. Inspirado em uma história real, o longa emociona pela simplicidade com que trata o que é mais precioso: o tempo — e como escolhemos gastá-lo com quem amamos.

Amor em contagem regressiva

O filme acompanha o casal Jenn Carter (Jessica Rothe) e Sol Chau (Harry Shum Jr.), que acabaram de noivar e fazem planos como qualquer outro casal apaixonado: casamento, casa, futuro. Só que o futuro deles muda de rumo de forma brusca. Sol é diagnosticado com um câncer terminal. E tudo o que era para ser feito com calma passa a ter urgência. Entre consultas, incertezas e dor, os dois decidem seguir em frente. Se o tempo é curto, que seja intenso. É quando os amigos do casal entram em cena com um plano corajoso e tocante: organizar o casamento em apenas duas semanas. E, entre lágrimas e risos, todos se envolvem na missão de fazer daquele momento algo memorável.

Quando o amor é mais forte que o fim

Dirigido por Marc Meyers, o filme não apela. Ele emociona justamente porque é real: mostra a força que brota do amor quando a vida insiste em nos testar. Mostra também que família não é só laço de sangue — são as pessoas que correm com a gente até quando o caminho é difícil. Com um elenco afinado (além de Rothe e Shum Jr., o filme conta com Kyle Allen, Chrissie Fit e Jay Pharoah), Por Toda a Minha Vida lembra que nem sempre podemos controlar o tempo — mas podemos fazer cada segundo valer.

Uma tarde para se emocionar

Se você busca um filme que vai tocar o coração sem precisar de efeitos grandiosos, esta é a escolha certa. Prepare um lenço, talvez dois. Mas, mais que isso, prepare-se para lembrar daquilo (e de quem) realmente importa.

Crítica – No deserto da opressão, Quebrando Regras cultiva esperança e liberdade

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Poucos filmes contemporâneos traduzem com tanta precisão o entrelaçamento entre política, educação, gênero e tecnologia quanto Quebrando Regras. A obra dirigida por Bill Guttentag ultrapassa os limites de um drama inspirador para se tornar um documento ficcionalizado de resistência. É um longa que não apenas conta uma história real — a das Afghan Dreamers, equipe de meninas afegãs que ousou competir em um torneio internacional de robótica —, mas questiona o que estamos fazendo, como humanidade, com os sonhos dos mais vulneráveis.

Baseado em eventos reais, o filme se ancora em um paradoxo doloroso: enquanto uma equipe de adolescentes constrói robôs com criatividade, inteligência e paixão, sua própria sociedade insiste em desumanizá-las. Entre fios, sensores e circuitos, o espectador testemunha algo ainda mais urgente sendo costurado: a tentativa desesperada de se afirmar como sujeito em um mundo que nega até o direito de existir com dignidade.

Guttentag não escolhe o caminho fácil. Seu olhar é empático, mas jamais condescendente. A câmera observa mais do que dramatiza. Permite que a indignação nasça não da trilha sonora ou de grandes discursos, mas do cotidiano das protagonistas: um visto negado por “falta de documentação”, a censura do próprio pai, a patrulha do comportamento feminino por parte do Estado e da vizinhança. Cada barreira enfrentada revela mais sobre os mecanismos cruéis de opressão institucionalizada — e, ao mesmo tempo, sobre a força revolucionária da juventude.

O roteiro, coescrito por Jason Brown e Elaha Mahboob (irmã de Roya Mahboob, a fundadora da equipe original), acerta ao não romantizar a jornada. Não há triunfos fáceis, não há redenção completa. A vitória, aqui, não se mede por troféus, mas pela insistência em sonhar, mesmo quando o sonho pode custar tudo.

Visualmente, Quebrando Regras é discreto, quase austero. Mas é justamente essa contenção estética que permite que os sentimentos explodam com mais verdade. A emoção nasce nos detalhes: no olhar de uma mãe que hesita entre o medo e o orgulho; na tensão de uma entrevista de visto; na alegria clandestina de se conectar com o mundo, mesmo que por alguns dias, em solo estrangeiro.

O filme também levanta discussões mais amplas sobre como o Ocidente lida com histórias como essa. A mesma comunidade internacional que aplaude as conquistas das meninas muitas vezes é a que lhes vira as costas quando pedem asilo ou proteção. Quebrando Regras não permite o conforto de se emocionar e seguir em frente — ele cutuca, desafia, cobra.

Ao final, o que permanece é a noção de que a robótica, para essas meninas, não é apenas ciência. É linguagem. É resistência. É uma maneira de se projetar no futuro quando o presente tenta apagá-las. Em um mundo que frequentemente apaga vozes femininas, especialmente em regiões de conflito, o simples ato de construir um robô torna-se um gesto revolucionário.

Quebrando Regras é um filme necessário. Não porque traz uma mensagem bonita, mas porque nos obriga a encarar a realidade com olhos menos complacentes. E a entender que, às vezes, os maiores atos de coragem começam com um fio de cobre e uma faísca.

Domingo Legal 11/05/2025: Até Onde Você Chega?, Elaine Mickely e Luciana Cardoso se enfrentam no Passa ou Repassa, e Comprar é Bom, Levar é Melhor

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Nada combina mais com o Dia das Mães do que carinho em família, mesa farta e aquela alegria que só um domingo especial pode trazer. E no Domingo Legal deste dia 11 de maio de 2025, o apresentador Celso Portiolli comanda uma edição pra lá de especial que promete encantar o público com momentos emocionantes, desafios divertidos e homenagens de aquecer o coração.

Logo no início do programa, a tradicional e adorada gincana de tortas na cara entra em clima de celebração materna, reunindo duas famílias queridas do público em um duelo pra lá de animado. De um lado, a atriz Elaine Mickely, conhecida pelo carisma e trajetória na TV, se une aos filhos Luigi e Luma — frutos do casamento com o jornalista Cesar Filho — no time azul. Do outro, a escritora e produtora Luciana Cardoso, esposa do apresentador Fausto Silva, chega acompanhada dos filhos João Silva, que já começa a trilhar seu próprio caminho como comunicador, e Rodrigo Silva, para formar o time rival. É claro que não vai faltar bom humor, tortadas inesperadas e muitas risadas para quem está em casa.

E falando em emoção, prepare o coração: o cantor Gustavo Mioto será uma das grandes atrações do programa. Com seu repertório cheio de sucessos românticos, ele sobe ao palco do Domingo Legal para uma apresentação especial — mas o momento mais marcante será, sem dúvidas, a linda homenagem que faz à sua mãe, Jussara. Em uma conversa cheia de afeto e gratidão, Gustavo compartilha com o público a importância do amor e do apoio materno em sua vida. E para deixar tudo ainda mais leve e divertido, mãe e filho se enfrentam em uma brincadeira descontraída para ver quem conhece melhor o outro. Entre sorrisos, lembranças e surpresas, a emoção toma conta.

Na sequência, os desafios continuam com o quadro “Até Onde Você Chega?”, que traz novos participantes dispostos a encarar uma jornada rumo ao prêmio máximo de até 1 milhão de reais. A cada etapa, a tensão cresce e o público acompanha torcendo por cada decisão e resposta. Já no sucesso “Comprar é Bom, Levar é Melhor”, a protagonista da vez é a família Claro, de Florianópolis (SC). Eles enfrentam sete perguntas capciosas e precisam confiar na memória, no raciocínio rápido e, claro, no espírito de equipe para disputar até 80 mil reais em prêmios. Será que vão levar tudo pra casa?

Combinando alegria, emoção, surpresas e aquela leveza típica dos domingos em família, o Domingo Legal prepara uma edição especial para celebrar todas as mães com o carinho que elas merecem. Uma programação para rir, se emocionar e passar bons momentos ao lado de quem mais importa.

Anote aí:
📺 Domingo Legal
🗓 Domingo, 11 de maio
🕚 A partir das 11h15
📍 Na tela do SBT

TV Aparecida exibe o filme Um Broto Legal nesta sexta, 17

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Sextou com novidade na TV Aparecida! Na próxima sexta, 17 de janeiro, às 21h15, a sessão “Tela de Sexta” traz um filme inédito que promete muita emoção e nostalgia: “Um Broto Legal”. Se você curte música, história e aquela vibe dos anos 50, já pode anotar na agenda porque esse é imperdível!

Sobre o filme

A história é sobre Celly Campello, a primeira cantora de rock do Brasil, que mandou ver com sucessos como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”. Tudo começa no final dos anos 50, em Taubaté, interior de São Paulo. Lá, Célia Campello, uma garota de 16 anos, já é uma sensação local, cantando na rádio da cidade e conquistando um público fiel.

O ponto de virada? O irmão dela, Tony Campello, vai para São Paulo tentar a sorte como cantor e acaba sendo descoberto por um caça-talentos. Não demora muito para Célia também chamar atenção, se transformar em Celly Campello e se tornar a rainha do rock brasileiro!

A trajetória dela mostra os altos e baixos de quem abriu as portas para o rock nacional. Além de ser uma pioneira na música, Celly conquistou corações e deixou um legado que marcou gerações.

Quem tá no elenco?

O filme tem nomes incríveis como Cláudio Fontana, Felipe Folgosi, Paulo Goulart Filho e Petrônio Gontijo. Ah, e a classificação etária é 12 anos, então já pode reunir a galera ou curtir com a família.

Por que assistir?

Se você gosta de filmes que misturam música, emoção e aquela pitada de nostalgia, esse é pra você! Além de ser uma aula de história sobre o rock brasileiro, é uma chance de reviver (ou conhecer) o som que fez tanto sucesso nos anos dourados. Então já sabe: sexta, às 21h15, é só ligar na TV Aparecida e curtir o longa-metragem. Vai ser uma viagem no tempo com muito estilo e música boa!

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