Globo pode reprisar “Salve Jorge” no “Vale a Pena Ver de Novo” — novela polêmica pode voltar às tardes

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Foto: Reprodução/ Internet

A guerra de Morena pode estar prestes a recomeçar — e não nas ruas do Complexo do Alemão ou nos becos de Istambul, mas nas tardes nostálgicas da TV Globo. Longe de ser apenas uma reprise, a possível volta de Salve Jorge no Vale a Pena Ver de Novo representa a ressurreição de um grito abafado que, em 2012, ecoou mais alto do que muitos esperavam: o grito contra o tráfico internacional de mulheres. As informações são do Portal F5, da Folha de São Paulo.

E o que era para ser “só mais uma novela das nove” se tornou, com o tempo, um marco da teledramaturgia brasileira. Com seus altos e baixos, seus excessos e acertos, Salve Jorge sobreviveu às críticas iniciais e se transformou numa produção que pulsa com urgência até hoje.

Uma trama com DNA de denúncia

O mérito não é pequeno: a trama da TV Globo ousou dramatizar uma das formas mais cruéis de violação dos direitos humanos, ainda pouco explorada pela ficção brasileira até então. Ao colocar Morena — mulher, jovem, mãe solo, moradora de favela — como protagonista de uma rede de tráfico humano, Glória Perez não só deu rosto a um drama silenciado, como também desafiou o horário nobre a se olhar no espelho.

A novela é ficção, mas a realidade que a inspirou é mais crua do que qualquer capítulo. A personagem Jéssica, por exemplo, interpretada por Carolina Dieckmann, foi baseada em histórias reais como a de Fernanda Kelly Martins, assassinada na Europa após ser traficada. Outro caso emblemático citado pela autora foi o de Ana Lúcia Furtado, sobrevivente da mesma rede. A linha entre novela e denúncia social se embaralhou — e essa era justamente a intenção.

Morena: a protagonista que nasceu do povo

Quando Nanda Costa foi escalada para viver Morena, muitos torceram o nariz. Acostumados com rostos mais “glamourizados”, parte do público e da crítica não enxergou, de imediato, o que a atriz poderia entregar. Mas foi com entrega, suor, feridas expostas e olhos em brasa que Nanda transformou Morena em uma das protagonistas mais viscerais da década.

Filha de Lucimar (Dira Paes), mulher de fibra e coração, Morena surge como uma representação da juventude periférica brasileira: sonhadora, resiliente, vulnerável às armadilhas de um mundo que promete, mas cobra caro. A proposta de trabalhar na Turquia — vendida como um sonho — se revela um pesadelo que não é apenas dela, mas de milhares de mulheres brasileiras que desaparecem todos os anos em redes de tráfico.

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Lívia Marini: o rosto frio do horror

Toda heroína precisa de um antagonista à altura. E Lívia Marini, vivida com precisão cirúrgica por Cláudia Raia, entrou para o hall das vilãs inesquecíveis. Nada nela gritava “vilania”: elegante, bem-vestida, articulada, ela transitava por festas e bastidores de shows como se fosse uma executiva moderna. Mas por trás do batom vermelho e dos vestidos sofisticados, escondia-se uma mulher capaz de matar com um beijo.

A cena em que Lívia assassina Jéssica com uma seringa foi um dos momentos mais chocantes da novela — e permanece até hoje como símbolo da perversidade silenciosa que ronda esse crime. Ao lado dela, outros nomes como Wanda (Totia Meireles), Irina (Vera Fischer) e Russo (Adriano Garib) completavam a engrenagem do mal. Um sistema sem rosto definido — e, por isso mesmo, ainda mais assustador.

Helô: a delegada que virou fenômeno

Do outro lado da lei, a delegada Helô (Giovanna Antonelli) chegou como furacão. Não bastasse sua inteligência e tenacidade, ela também ditava moda. Seus brincos, bolsas, batons e vestidos renderam recordes de ligações para a Central de Atendimento da Globo. Mas o apelo da personagem ia além da estética.

Helô era a figura feminina no poder. Uma mulher que enfrentava quadrilhas internacionais, enquanto lidava com traições, maternidade e dilemas pessoais. Ao humanizar a autoridade, Glória Perez criou mais do que uma investigadora — criou um ícone. Tanto que, anos depois, a autora a reutilizou em Travessia, provando que alguns personagens não pertencem a uma só história.

Da favela à Capadócia: um enredo em contraste

A geografia de Salve Jorge também conta história. A novela alternava entre a realidade intensa e pulsante do Complexo do Alemão e a estética onírica das paisagens turcas. A Capadócia, com seus vales e balões, e a vibrante Istambul, se tornaram personagens coadjuvantes que ajudavam a contar os contrastes da trama.

Essa decisão estética reforçava a sensação de que Morena, ao sair do Brasil, mergulhava em um universo aparentemente mágico, mas profundamente hostil. A fotografia da novela, com tons quentes e contrastes fortes, acompanhava esse deslocamento físico e emocional.

Uma novela que virou utilidade pública

Salve Jorge pode não ter estourado de audiência no começo — ainda mais ao ser exibida na esteira de Avenida Brasil, um fenômeno sem precedentes. Mas recuperou fôlego. Ganhou o público aos poucos. E quando chegou ao fim, já havia cumprido um papel que ia além da televisão.

Casos como o da mãe que salvou a filha do tráfico ao reconhecer sinais exibidos na novela não são mitos urbanos: foram noticiados pela imprensa, discutidos em ONGs e reconhecidos por órgãos públicos. Salve Jorge entrou no Congresso, em debates sobre tráfico de pessoas. Entrou em salas de aula, em palestras. Saiu da tela para tocar o mundo real.

Reencontro com o público: por que agora?

A possível reapresentação da trama no Vale a Pena Ver de Novo não vem por acaso. O GloboPlay já vinha indicando um apetite crescente do público por tramas com fundo social. O streaming trouxe nova vida à novela, que aparece com frequência entre os títulos mais buscados da plataforma.

Além disso, a Globo aposta em reprises que vão além da nostalgia. A emissora reconhece que há espaço para reapresentar histórias que ainda têm algo a dizer — especialmente em tempos de retrocessos nos direitos das mulheres e aumento de casos de tráfico humano.

Uma obra imperfeita, mas necessária

Sim, a novela teve seus tropeços. A superpopulação de personagens, os núcleos paralelos que nem sempre se conectavam à trama principal e a caricatura em certos momentos foram alvo de crítica. Mas poucos duvidam da coragem da autora em colocar um tema tão espinhoso no horário nobre.

Glória Perez, ela mesma marcada por uma tragédia pessoal — o assassinato da filha, Daniella Perez, em 1992 —, sempre usou suas obras para ressignificar a dor e dar voz às vítimas. Em O Clone, abordou drogas. Em Caminho das Índias, a esquizofrenia e o sistema de castas. Em Salve Jorge, transformou a dor coletiva do tráfico de mulheres em uma saga de superação.

Fuzil, o irreverente ‘Herói do Brasil’, é o convidado do “The Noite com Danilo Gentili” desta quarta (23/07)

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Foto: Divulgação/ SBT

Na noite desta quarta-feira, 23 de julho de 2025, o palco do The Noite com Danilo Gentili recebe um convidado que carrega não apenas anos de estrada no rádio e na TV, mas também uma trajetória marcada por reinvenções, tropeços, afetos e a rara habilidade de rir de si mesmo. Fuzil, o “herói do Brasil” — como ficou conhecido entre os fãs do Pânico —, retorna ao centro das atenções para uma conversa que promete ser tão hilária quanto tocante. As informações são do SBT.

Mais do que uma figura popular entre os ouvintes e telespectadores brasileiros, Fuzil é símbolo de um tipo de comunicador que nasce da rua, cresce entre o povo e constrói sua força com carisma e vulnerabilidade. A entrevista, gravada nos estúdios do SBT, irá ao ar à meia-noite e promete trazer à tona lembranças do passado, detalhes de sua vida longe dos holofotes e os bastidores de seu aguardado retorno à televisão. Mas quem é o homem por trás do apelido? E por que sua presença no The Noite gera tanta expectativa?

O radialista que virou personagem – e depois virou pai, filho e sobrevivente

Para muitos, Fuzil é aquele repórter irreverente que corria pelas ruas com um microfone na mão, distribuía perguntas provocativas e arrancava gargalhadas com situações inusitadas. Mas por trás da persona sempre esteve um comunicador de alma popular, formado na escola da observação direta, da escuta e do improviso. Natural de São Paulo, ele iniciou a carreira no rádio ainda jovem, em meio à efervescência dos anos 1990. Passou por diversos programas e emissoras até ganhar projeção nacional como repórter de rua do Pânico, tanto no rádio quanto na TV. Era o tempo da zoeira desmedida, do humor físico, dos quadros em que ele se jogava — muitas vezes literalmente — de paraquedas, no chão, no ridículo.

Fuzil virou personagem. E como acontece com tantos personagens cômicos, sua dor pessoal era muitas vezes invisível por trás da máscara. “Quando você trabalha com humor, muita gente acha que sua vida é leve. Mas não é. Às vezes, é exatamente o oposto. Você precisa ser forte pra continuar fazendo os outros rirem quando você mesmo tá em pedaços”, já declarou em entrevistas anteriores.

Um tempo de silêncio: o luto que mudou tudo

Nos últimos anos, Fuzil esteve mais recluso, longe das câmeras. O que poucos sabiam é que esse afastamento foi provocado por uma perda devastadora: a morte de seu pai. O luto o tirou de cena por algum tempo. Não por falta de trabalho ou talento, mas por necessidade emocional. “Era como se o mundo tivesse ficado sem cor”, contou recentemente nas redes sociais. “Você perde o chão. E quando você vive do riso, fica difícil achar qualquer graça nas coisas.”

Essa fase marcou um ponto de virada em sua vida. Foi quando, segundo pessoas próximas, ele passou a rever sua relação com a fama, com o corpo, com o tempo e, principalmente, com sua filha. Fuzil se redescobriu como pai e entendeu que a presença afetiva precisava ser mais forte do que a presença pública. Essa redescoberta também incluiu cuidar de si — física e emocionalmente. “Eu passei a me olhar com mais carinho. Não só por fora, com estética, mas por dentro também. Era hora de me dar um novo começo”, confidenciou.

O convite de Emílio Surita: um bilhete para o recomeço

Foi em meio a esse redemoinho emocional que chegou o convite que mudaria o rumo de sua trajetória. Emílio Surita, apresentador e um dos idealizadores do Pânico, o chamou para retornar à nova versão do programa — agora no YouTube e nas redes sociais, com o frescor de um novo formato e a essência de sempre.

“Eu nem estava esperando. Tinha acabado de enterrar meu pai. Estava num dos momentos mais tristes da minha vida. E aí, dois dias depois, chega a mensagem do Emílio. Achei que era brincadeira”, revelou em entrevista a um podcast recente.

O reencontro com os antigos colegas de bancada não foi apenas profissional. Foi emocional. Foi o resgate de uma identidade, de uma voz que parecia ter sido engolida pela dor e pelo tempo. O retorno também o colocou diante de um público renovado, jovem, ávido por humor — mas também por verdade.

“Hoje eu não tenho mais vergonha de mostrar meu lado humano. Antes, eu achava que precisava ser o piadista o tempo todo. Agora não. Agora eu sou o Fuzil por inteiro.”

O Herói do Brasil: por que esse apelido continua fazendo sentido

Durante os anos em que participou do Pânico, Fuzil ganhou o apelido de “Herói do Brasil”. O nome nasceu do humor — um herói atrapalhado, quase uma paródia —, mas, com o tempo, passou a carregar outro significado. Ser herói, no caso de Fuzil, nunca foi sobre força física, nem sobre superpoderes. Era sobre coragem emocional. Sobre acordar no meio do caos e ainda assim tentar fazer alguém sorrir. Sobre não desistir quando tudo diz que sim. Sobre viver de improviso — como tantos brasileiros fazem.

E é por isso que, mesmo depois de tantos anos, ele continua sendo chamado assim. “Eu acho que virei herói porque sobrevivi”, brinca. “E sobrevivi com humor. Que é a maior arma que a gente tem.”

Expectativas para a entrevista no The Noite

O programa promete ser mais do que uma simples entrevista. Será um reencontro. Não só de Fuzil com a TV aberta, mas do público com uma figura que, mesmo longe das telas, permaneceu no imaginário afetivo de gerações. Segundo a produção, a conversa trará bastidores da carreira, histórias inéditas do rádio e da TV, curiosidades sobre sua rotina e, claro, momentos de puro humor — marca registrada de ambos os lados da bancada.

Gentili, conhecido por conduzir entrevistas com leveza e ironia, teria se emocionado em alguns trechos, especialmente ao tocar em temas como paternidade e saúde mental. “É uma honra conversar com alguém que representa tanto a resistência da comunicação popular brasileira”, adiantou o apresentador nos bastidores.

Além do programa: os próximos passos de Fuzil

A volta aos holofotes não se resume ao The Noite. Fuzil já está envolvido em novos projetos: conteúdos no TikTok e YouTube, participação em podcasts, possíveis quadros no novo Pânico e até um documentário sobre sua trajetória. Além disso, há planos de um livro, no qual ele pretende contar os bastidores da fama, os momentos de escuridão e os aprendizados de quem aprendeu a rir mesmo quando tudo parecia desabar. “A vida nunca me deu nada fácil. Mas eu também nunca pedi moleza. Só pedi pra não ser esquecido. E acho que, de algum jeito, o público nunca me esqueceu.”

Wallace & Gromit invadem a Matinê Cultura deste sábado (26/07) com quatro aventuras premiadas e irresistíveis

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Neste sábado (26), o clima é de diversão, nostalgia e massinha na TV Cultura. A emissora exibe, a partir das 14h15, uma seleção pra lá de especial na Matinê Cultura: quatro curtas-metragens clássicos de Wallace & Gromit, a dupla britânica mais querida do stop-motion. Prepare a pipoca — e quem sabe um pouco de queijo — porque vem aí uma maratona de criatividade, humor refinado e aventuras surreais.

Os títulos escolhidos são verdadeiras joias da animação mundial: “Dia de Folga”, “As Calças Erradas”, “Tosa Completa” e “Uma Questão de Pão e Morte”. Todos já foram reconhecidos com o prestigiado BAFTA, e dois deles — “As Calças Erradas” e “Tosa Completa” — ainda levaram o Oscar de Melhor Curta de Animação nos anos 1994 e 1996, respectivamente. Criados pelo mestre da animação Nick Park, da lendária Aardman Animations, os curtas têm cerca de 30 minutos cada e encantam crianças e adultos com o mesmo charme britânico desde a década de 1980.

Wallace & Gromit: uma amizade que moldou (literalmente) a história da animação

Se você ainda não conhece Wallace e Gromit, está mais do que na hora de ser apresentado. Wallace é um inventor um tanto atrapalhado, mas de coração enorme — e de apetite ainda maior por queijo. Já Gromit, seu fiel cão, é o cérebro silencioso por trás das soluções que salvam o dia quando tudo desanda (o que, com Wallace, acontece com frequência).

Com expressões marcantes — Gromit sequer fala, mas comunica tudo com o olhar —, a dupla ganhou o mundo ao mostrar que, com massinha, talento e bom humor, é possível conquistar gerações. As animações usam a técnica tradicional de stop-motion, feita com personagens esculpidos à mão, quadro a quadro. Um trabalho meticuloso, quase artesanal, que se tornou a assinatura da Aardman Studios.

A seleção da TV Cultura: aventuras para rir, se emocionar e se encantar

A escolha da Matinê Cultura para este sábado é um presente para quem valoriza a animação como arte — e também para quem quer simplesmente se divertir com histórias envolventes e um toque de nonsense britânico. Confira abaixo os destaques:

🧀 Dia de Folga

A estreia da dupla nas telas! Neste curta, Wallace e Gromit decidem tirar férias… na lua. Afinal, segundo as lendas, ela é feita de queijo — e isso é razão mais do que suficiente para construir um foguete e partir rumo ao desconhecido. Uma aventura simples, genial e cheia de charme.

🤖 As Calças Erradas

O aniversário de Gromit ganha um presente inusitado: um par de calças robóticas inventadas por Wallace. Só que o mimo acaba sendo parte de um plano criminoso de um inquilino misterioso, o pinguim Feathers McGraw. Uma trama digna de filme de assalto, com humor impecável e reviravoltas hilárias.

🐑 Tosa Completa

Wallace se apaixona por Wendolene, dona de uma loja de lã, enquanto Gromit é injustamente acusado de crimes contra ovelhas. O curta mistura romance, investigação e ação, com direito a perseguição em fábrica e um carneirinho muito esperto. Oscar merecido e risadas garantidas.

🍞 Uma Questão de Pão e Morte

Na produção mais recente da lista, a dupla abre uma padaria de sucesso — mas o clima azeda quando Gromit percebe que os padeiros da cidade estão desaparecendo. Será que há uma assassina em série à solta? Uma sátira leve dos filmes de suspense, com massa fermentada e mistério na medida certa.

Por que (re)ver Wallace & Gromit hoje?

Em tempos de efeitos visuais mirabolantes e produções digitais reluzentes, Wallace & Gromit continuam sendo um lembrete carinhoso do poder da simplicidade. Cada movimento artesanal, cada cenário em miniatura e cada piada pontual são frutos de um cuidado raro — algo que transborda da tela e toca quem assiste.

Além disso, os curtas são atemporais: não importa se você tem 7 ou 70 anos, é impossível não se identificar com a ternura de Gromit ou com os devaneios de Wallace. São histórias que não subestimam a inteligência do público infantil e, ao mesmo tempo, arrancam gargalhadas genuínas dos adultos.

Matinê Cultura: um espaço para redescobrir clássicos com afeto

A TV Cultura tem investido cada vez mais em programações que equilibram conteúdo de qualidade, memória afetiva e curadoria criativa. A Matinê Cultura se tornou uma ótima vitrine para isso, trazendo curtas, filmes e animações que marcaram época — e que merecem novas audiências.

Seja para apresentar Wallace & Gromit às novas gerações ou para rever essas pérolas com olhos de saudade, a sessão deste sábado é imperdível. Entre o queijo lunar e o pão misterioso, prepare-se para uma tarde de histórias bem contadas, animações cuidadosamente produzidas e muito, muito coração.

Anote aí:
Sábado, 26 de julho
🕒 A partir das 14h15
📺 Matinê Cultura – TV Cultura
🎬 Curtas exibidos: Dia de Folga, As Calças Erradas, Tosa Completa e Uma Questão de Pão e Morte

Hirayasumi | Mangá aclamado será adaptado para anime e série live-action em 2025

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Em meio à pressa constante que marca nossas vidas modernas, raramente nos damos a chance de simplesmente parar e respirar. É nesse espaço de pausa que Hirayasumi: Uma Pausa Relaxante em uma Casa Térrea, mangá delicadamente criado por Keigo Shinzo, encontra sua força. E, agora, essa história de tranquilidade e simplicidade está pronta para ganhar novas vozes: uma adaptação em anime e uma série live-action, ambas previstas para o fim de 2025. As informações são do Crunchyroll.

Um refúgio em forma de mangá

Hirayasumi não é uma história sobre batalhas épicas ou reviravoltas dramáticas. Seu poder está na quietude, no calor humano e na beleza do cotidiano. Hiroto Ikuta, o protagonista, é um jovem de 29 anos, dono de uma vida que muitos chamariam de simples, mas que está cheia de camadas invisíveis de emoções e encontros significativos.

Após perder uma amiga muito especial, uma senhora chamada Hanae, Hiroto herda a casa dela — um espaço modesto, porém cheio de significado. Com a chegada de sua prima Natsumi, uma jovem artista em formação, essa casa se transforma no cenário de pequenas descobertas, aprendizado mútuo e reconstrução de vínculos.

O retrato da vida real

A força de Hirayasumi está na sua capacidade de fazer o leitor sentir o cheiro da comida, ouvir o silêncio confortável entre personagens e perceber o conforto que só um lar pode oferecer. Keigo Shinzo não pinta apenas cenas; ele cria atmosferas que abraçam quem lê, mesmo nos momentos mais simples — um café compartilhado, um olhar gentil, uma conversa despretensiosa. Esse olhar atento ao cotidiano é o que tornou o mangá um sucesso crescente desde seu lançamento em 2021, conquistando leitores que buscam histórias que falem ao coração sem apelar para excessos.

Do papel para as telas: um passo natural

A notícia de que Hirayasumi será adaptado em duas mídias distintas — anime e live-action — foi recebida com entusiasmo por quem já conhece e também pelos que ainda vão descobrir essa joia. A produção do anime ficará por conta do estúdio Production +h., que tem experiência em dar vida a narrativas delicadas e atmosféricas, enquanto a NHK trará o drama ao formato live-action, apostando no horário nobre para levar a história a um público amplo. Essa dupla abordagem promete captar a essência da obra: o anime trará a poesia visual que o mangá inspira, e o live-action aprofundará a experiência humana, com interpretações que refletem as nuances do dia a dia.

Embora profundamente japonês em seu cenário e costumes, Hirayasumi fala uma linguagem universal. Quem nunca precisou de um espaço para respirar, de um momento para se sentir acolhido? É exatamente essa sensação que a história de Hiroto e Natsumi transmite. A trama nos lembra que um lar não é apenas um endereço, mas um lugar de encontros — com os outros e consigo mesmo.

Reconhecimento e impacto

Com mais de um milhão de cópias vendidas e diversos prêmios ao longo dos últimos anos, Hirayasumi ganhou seu merecido lugar entre os mangás que não apenas entretêm, mas também tocam profundamente o público. O reconhecimento que recebe, desde premiações no Japão até o sucesso no Lucca Comics & Games na Europa, atesta seu apelo global e sua capacidade de tocar almas em diferentes culturas.

Vivemos uma época em que o barulho é constante — das redes sociais, das demandas profissionais, das vidas digitais. É nesse contexto que histórias como Hirayasumi se tornam essenciais: elas nos oferecem uma pausa consciente, uma chance de redescobrir o valor da calma e da presença. Ao apresentar personagens que buscam sentido em suas relações e no espaço que habitam, o mangá propõe uma reflexão sobre o que realmente importa.

O que esperar das adaptações?

As produções que chegam em 2025 têm o desafio e a oportunidade de traduzir essa delicadeza para as telas. O anime, com sua capacidade de brincar com cores, luzes e silêncio, promete mergulhar o espectador em um universo sensorial. O live-action, por sua vez, deverá privilegiar a intimidade das interpretações, revelando as emoções contidas e as sutilezas do convívio. Se bem-sucedidas, as adaptações poderão ampliar o alcance da obra, permitindo que mais pessoas encontrem nesse refúgio narrativo um espaço para descansar a alma.

No Brasil e no mundo

Por aqui, a Panini publica o mangá, abrindo as portas para leitores brasileiros se conectarem com essa história que, apesar de simples, carrega uma profundidade rara. Além disso, a parceria internacional para a produção do anime, envolvendo a VIZ Media, sinaliza que Hirayasumi tem tudo para conquistar públicos além das fronteiras japonesas, reafirmando a força de narrativas que valorizam o humano e o cotidiano.

Francisco Galvão estreia como protagonista em “O Gênio do Crime” e promete emocionar uma nova geração com clássico da literatura infantil

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Foto: Reprodução/ Internet

Francisco Galvão ainda mal completou 11 anos, mas já carrega no currículo um feito que muitos atores mirins sonham alcançar: o papel principal em uma grande produção nacional. Ele será o protagonista de “O Gênio do Crime”, longa-metragem baseado no clássico infantojuvenil homônimo de João Carlos Marinho, um dos livros mais marcantes da literatura brasileira para crianças e jovens.

A produção — que está atualmente em fase de filmagens em São Paulo — marca não apenas uma nova adaptação do best-seller lançado em 1969, como também apresenta ao grande público uma nova geração de talentos mirins. E, entre eles, Francisco se destaca ao interpretar João, mais conhecido como “Gordo”, o carismático e corajoso líder da famosa Turma do Gordo. A história, que mistura humor, aventura e mistério, gira em torno de uma série de investigações feitas por um grupo de crianças diante de uma onda de falsificação de figurinhas.

Com mais de um milhão de cópias vendidas ao longo de 62 edições, o livro se tornou um marco na formação de leitores brasileiros e agora ganha vida sob direção de Lipe Binder, conhecido por trabalhos como a série Arcanjo Renegado. O roteiro é assinado por Ana Reber, e a produção é da Boutique Filmes em coprodução com a Globo Filmes. A estreia está prevista para 2026.

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“Sempre gostei de imaginar que era os personagens”

Natural de São Paulo, Francisco Galvão teve seus primeiros contatos com a atuação de forma lúdica. “Desde bem pequeno, eu adoro me sentir dentro das histórias e imaginar que sou os personagens. Comecei brincando de atuar e percebi que isso é o que quero fazer para o resto da vida”, revela o jovem ator, em tom sereno, porém decidido.

Hoje, Francisco divide seus dias entre a rotina escolar e as longas jornadas no set de filmagem. É um desafio para qualquer criança, mas ele encara a responsabilidade com alegria. “Mesmo com a rotina puxada, estou adorando essa experiência. Aprendo muito com todo mundo do elenco e também me divirto muito nos sets”, conta, sorridente, ao lado dos colegas de cena.

Uma nova geração para um clássico brasileiro

Na adaptação, Francisco lidera um elenco infantil formado por Bella Alelaf, Samuel Estevam e Breno Kaneto, todos novatos promissores, com energia vibrante e naturalidade cativante. O grupo foi cuidadosamente escolhido para refletir a diversidade e o espírito da juventude atual, mantendo o charme da obra original de Marinho.

O filme também conta com nomes consagrados do audiovisual brasileiro, como Ailton Graça, Marcos Veras e Douglas Silva, que assumem os papéis dos adultos envolvidos nas confusões e reviravoltas da trama. A química entre as gerações no set tem sido um dos pontos altos da produção, segundo membros da equipe.

“É emocionante ver atores tão jovens assumindo papéis tão importantes com tanta seriedade e entusiasmo”, comenta o diretor Lipe Binder. “Francisco, em especial, tem uma escuta incrível e um talento que vai muito além da idade. Ele entrega emoção com verdade.”

Estreia no cinema, mas não na atuação

Embora seja a primeira vez que Francisco assume um papel protagonista em um longa-metragem, ele já tem familiaridade com as câmeras. O jovem integra o elenco de “Álibi”, comédia estrelada por Leandro Hassum e Maurício Destri, com previsão de estreia para 2025. No filme, ele interpreta Miguel, sobrinho do personagem de Destri, um empresário especializado em criar desculpas mirabolantes para seus clientes escaparem de situações embaraçosas.

O elenco de “Álibi” também conta com Letícia Isnard, Giulia Buscacio, Miá Mello e Dudu Azevedo, e foi outro passo importante para o amadurecimento artístico de Francisco. “Foi um set mais leve, divertido, cheio de comédia. Já no Gênio do Crime, tem ação, tem tensão, é outro tipo de desafio”, explica ele, que transita com naturalidade entre gêneros diferentes.

Aposta do cinema nacional infantojuvenil

“O Gênio do Crime” chega em um momento importante para o cinema brasileiro voltado ao público jovem. O mercado carece de obras que dialoguem diretamente com crianças e pré-adolescentes sem subestimá-los. Nesse sentido, adaptar um clássico da literatura com uma linguagem atualizada e apelo cinematográfico é uma oportunidade rara — e ambiciosa.

A diretora de produção da Boutique Filmes, Carla Affonso, destaca que o projeto foi pensado com um carinho especial. “Queríamos que as crianças de hoje se vissem na tela, mas também que os adultos que cresceram com o livro pudessem reencontrar sua infância”, afirma. “A escolha de Francisco foi certeira. Ele tem o carisma e a energia que o Gordo exige, mas também carrega um olhar curioso e sensível.”

O futuro promissor de um pequeno gigante

Com poucos anos de carreira, Francisco Galvão já prova que veio para ficar. Inteligente, bem-humorado e dedicado, ele está apenas começando a construir uma trajetória que, ao que tudo indica, será longa. Perguntado sobre o que sonha fazer depois de “O Gênio do Crime”, ele responde sem titubear: “Quero continuar atuando. Gosto de drama, de comédia, de tudo. Só quero continuar vivendo muitas vidas nas telas”.

“He-Man e os Mestres do Universo” ganha primeiro teaser e revela tom épico da nova adaptação

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Foto: Reprodução/ Internet

Existe algo de sagrado naquilo que nos moldou. Uma frase, uma imagem, uma voz. Para muitos, nos anos 80 e 90, essa fagulha veio com um grito que rasgava as manhãs diante da TV: “Pelo poder de Grayskull… eu tenho a força!” Mais que slogan de brinquedo, essas palavras se tornaram amuleto emocional de uma geração inteira.

Quarenta anos depois, essa voz retorna — mais madura, mais densa, mais atual. Em 2026, “He-Man e os Mestres do Universo” ganhará seu tão aguardado filme em live-action. Mas o que poderia ser apenas mais uma aposta nostálgica de Hollywood se transformou em algo maior. Com direção de Travis Knight (Kubo, Bumblebee) e produção da Amazon MGM Studios, o projeto resgata não só o mito de He-Man — resgata também um tipo de heroísmo que parecia esquecido: aquele que nasce da vulnerabilidade.

Do Desenho ao Cinema: Uma Jornada de Persistência

É quase poético que um personagem cujo poder vem da fé em si mesmo tenha enfrentado tantos anos de rejeição em Hollywood. Desde os anos 2000, o retorno de He-Man foi anunciado inúmeras vezes — e tantas outras engavetado. Diretores entraram e saíram. Estúdios hesitaram. A Netflix investiu milhões e recuou. A Sony chegou a marcar data. Nada vingou.

Mas, como nas melhores sagas, a força resistiu. Em 2024, a Amazon MGM assumiu as rédeas. E ao invés de tentar capitalizar apenas em cima da nostalgia, a ideia foi construir algo que honrasse os sentimentos de quem cresceu com a série, ao mesmo tempo em que convidasse novos públicos a se emocionar com um herói que, antes de ser forte, precisa se encontrar.

Adam Glenn: Um Príncipe Exilado em Busca de Si Mesmo

Esqueça o herói que já nasce pronto. No novo filme, Adam Glenn, ainda criança, é arrancado de Eternia e lançado à Terra. Cresce sem memória do que foi ou do que poderia ter sido. Quando adulto, interpretado por Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul), ele se vê dividido entre dois mundos: o real, onde nunca se encaixou, e o mítico, que exige dele uma coragem que ele não sabe se possui. A proposta não é apenas grandiosa — é emocionalmente íntima. He-Man não surge como um semideus. Ele precisa descobrir seu valor, sua origem, suas falhas. É um herói que sangra, que duvida, que carrega ausências. E por isso mesmo, é um herói que importa.

Um Elenco que Respira os Personagens

Para dar vida a essa Eternia renovada, o filme reuniu um elenco que vai além da beleza física ou da fama. Nicholas Galitzine, com sua mistura de vulnerabilidade e carisma, promete um He-Man diferente — menos pose, mais alma. Ao seu lado, Camila Mendes interpreta uma Teela vibrante, questionadora, que representa uma nova força feminina: não à sombra do herói, mas ao seu lado — e muitas vezes à sua frente. O vilão Keldor, que se tornará o temido Esqueleto, é vivido por Jared Leto, numa interpretação que promete fugir do maniqueísmo. Ele não é apenas o mal encarnado. É um homem quebrado, marcado por rejeições, com sede de pertencimento.

Idris Elba traz gravidade e nobreza ao papel de Duncan, o lendário Homem de Armas, enquanto Alison Brie rouba cenas como a manipuladora e magnética Evil-Lyn. Morena Baccarin, Hafthor Bjornsson, James Purefoy e Charlotte Riley completam o elenco com personagens que, mesmo secundários, foram escritos com profundidade, dando ao filme uma densidade rara em blockbusters do gênero.

Grayskull Não É Apenas Um Castelo — É Um Símbolo

As filmagens, encerradas em junho de 2025, aconteceram nos estúdios de Londres e envolveram seis meses de produção intensa. A direção de fotografia de Fabian Wagner (Game of Thrones) imprime ao filme um tom épico, mas contido. Não há excesso visual: há reverência ao mito. O Castelo de Grayskull foi reconstruído com efeitos práticos e digitais, mantendo o equilíbrio entre o antigo e o novo. O design é ancestral, carregado de história, mas também inovador. Um reflexo do próprio filme, que olha para o passado com gratidão e para o futuro com ambição.

Mais do que Batalhas, Um Filme Sobre Pertencimento

Se há algo que diferencia esse He-Man das versões anteriores, é o tom. O roteiro de Chris Butler aposta em diálogos introspectivos, relações quebradas, memórias perdidas. Fala-se de abandono, de paternidade, de sacrifício. He-Man é um épico, sim. Mas é também um drama — e isso é seu maior trunfo. Mattel, co-produtora do filme, entendeu que não se trata de vender bonecos. Trata-se de resgatar valores. E, acima de tudo, reconectar o público com uma ideia que nunca deveria ter saído de moda: o bem é possível. O bem é necessário. O bem é transformador.

Uma Frase Que Nunca Deixou de Fazer Sentido

“Eu tenho a força.” Tantas vezes repetida, tantas vezes transformada em bordão, essa frase ganhou camadas novas no roteiro. Não é mais apenas um grito de guerra. É um grito de identidade. Quando Adam a diz, ele não está apenas convocando poderes místicos. Ele está afirmando quem é. Está aceitando sua jornada, suas dores, sua missão. E é isso que transforma o filme em algo maior do que um produto de entretenimento: transforma em catarse.

Travis Knight

Em entrevistas recentes, Travis Knight compartilhou que assistia ao desenho de He-Man quando criança. E que aquilo moldou seu senso de justiça. “Ele era o cara que sempre acreditava que o bem venceria. Mesmo quando estava sozinho. Mesmo quando parecia impossível. Isso ficou comigo”, disse o diretor. Para ele, o desafio era fazer um filme que fosse visualmente arrebatador, sim — mas que também emocionasse. Que fizesse pais chorarem ao lado de seus filhos, não por nostalgia, mas por se verem ali. E tudo indica que ele conseguiu.

South Park renova contrato por cinco anos e reforça sua presença global com exclusividade no Paramount+

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Após quase três décadas provocando risos e reflexões ao redor do mundo, South Park escreve mais um capítulo em sua trajetória com a renovação de contrato por cinco anos entre os co-criadores Trey Parker e Matt Stone, a Paramount Global, Park County e South Park Digital Studios. Além de garantir 50 episódios inéditos, o acordo leva toda a série — 26 temporadas que documentam uma verdadeira revolução do humor — para uma plataforma inédita: o Paramount+, que se tornará o único lugar a abrigar esse vasto universo de personagens e histórias, acompanhando a estreia da nova temporada marcada para julho.

Uma amizade que virou revolução

Trey Parker e Matt Stone não criaram apenas um desenho animado; eles construíram uma voz singular, que mistura irreverência, crítica social e uma dose pesada de ousadia. De uma parceria que começou na juventude, nasceu um universo que descontrói tabus e expõe as contradições humanas com uma honestidade brutal — e hilária.

É impressionante pensar que o que começou como uma produção artesanal, cheia de limitações técnicas e muita criatividade, hoje é um dos maiores patrimônios da cultura pop mundial. O sucesso, porém, não os acomodou. Pelo contrário: a dupla segue comprometida com a evolução da série e com seu papel de espelho da sociedade.

Humor com propósito: provocando pensamentos, não apenas risadas

O que diferencia South Park não é apenas o estilo de animação ou as piadas rápidas, mas sua capacidade incomum de abordar temas espinhosos sem perder o tom. Políticas, religião, cultura, comportamento — nenhum assunto escapa da lente crítica da série, que consegue entreter e fazer pensar ao mesmo tempo.

Essa abordagem, que pode ser desconcertante para alguns, é o que mantém a série viva e relevante para novas gerações. É um convite constante para questionar, rir e refletir, mesmo que isso signifique incomodar.

O momento de mudança: do canal para o streaming com exclusividade

O anúncio de que todo o conteúdo de South Park — incluindo o catálogo completo de 26 temporadas e os novos episódios — será exclusivo do Paramount+ representa mais que uma simples mudança de endereço digital. É um movimento estratégico que reconhece as transformações no consumo de mídia, onde o público busca acesso fácil, flexível e personalizado.

Para os fãs, isso significa ter tudo o que amam em um só lugar, pronto para maratonar, revisitar clássicos e acompanhar as novidades assim que saem do forno. Para a Paramount, é uma oportunidade de fortalecer sua plataforma e criar experiências mais ricas e interativas para os usuários.

A equipe por trás do sucesso: uma fábrica de talento e inovação

Por trás de toda essa revolução criativa, existe uma equipe dedicada e apaixonada. Além de Trey e Matt, a produção conta com executivos como Anne Garefino e Frank C. Agnone II, que ajudam a manter o ritmo e a qualidade da série. Profissionais como Eric Stough, Adrien Beard, Bruce Howell e Vernon Chatman dão vida às histórias com seu trabalho árduo e talento.

Christopher Brion, diretor criativo da South Park Digital Studios, assume o papel de guardião da identidade visual da série, garantindo que a estética simples, mas marcante, permaneça intacta e continue conectando fãs ao redor do mundo.

O impacto global de uma pequena cidade fictícia

Embora situada em uma pequena cidade do Colorado, South Park exerce uma influência global. A série é um espelho das contradições humanas, capaz de abordar temas universais que ultrapassam culturas e idiomas. O Brasil, por exemplo, tem uma legião fiel de fãs que enxergam na série não apenas humor, mas uma forma de crítica social que dialoga com a realidade local.

Um compromisso para os próximos cinco anos e além

Trey Parker e Matt Stone expressam com clareza o que a renovação significa para eles. Mais do que um contrato, é um compromisso com a equipe, os fãs e a cultura que construíram ao longo de anos.

“Continuamos animados para criar histórias que desafiam e divertem ao mesmo tempo. É uma responsabilidade que levamos a sério, pois sabemos o quanto South Park significa para as pessoas,” afirma Parker.

Stone acrescenta: “Essa série é um reflexo do mundo em que vivemos — e pretendemos continuar usando essa plataforma para provocar, debater e, claro, fazer rir.”

O futuro da série: mais do que episódios, uma experiência

O Paramount+ não será apenas um repositório para episódios; a expectativa é que o streaming ofereça novas formas de interação, conteúdos extras, bastidores e até formatos inovadores que ampliem o universo de South Park. É uma nova etapa que combina tradição e inovação.

Por que South Park é essencial até hoje?

Saber envelhecer com graça — e relevância — é uma arte, e South Park a domina com maestria. A série nunca teve medo de se reinventar, de abraçar o novo sem perder sua identidade.

Enquanto outras produções desaparecem ou se tornam datadas, South Park segue firme porque faz o que poucos conseguem: ser um termômetro cultural, refletindo nossos tempos com sinceridade, coragem e humor.

Com cinco novos anos de histórias garantidas e uma presença digital robusta, South Park se consolida como um fenômeno que transcende entretenimento, transformando-se em parte da conversa cultural global.

Para Trey, Matt e toda a equipe, o desafio é claro: continuar surpreendendo, provocando e entretendo um público cada vez mais diverso e exigente — tudo isso sem perder a essência que conquistou o mundo.

No “Companhia Certa” desta quarta (23/07), Glória Vanique revisita 30 anos de jornalismo e revela novos sonhos

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Foto: Divulgação RedeTV!

Por mais de três décadas, Glória Vanique foi um rosto familiar nas manhãs paulistanas. A voz segura, o olhar acolhedor e a presença firme nas reportagens a tornaram uma das figuras mais confiáveis do jornalismo brasileiro. Mas, por trás da imagem sempre pronta para a câmera, havia também uma mulher em busca de equilíbrio — entre a entrega à profissão e a escuta do próprio corpo e da alma.

Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, à meia-noite, Glória é a entrevistada do programa Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, na RedeTV!. A conversa promete ir além dos títulos e feitos: é um mergulho sensível nos bastidores da televisão, nas escolhas difíceis e no recomeço possível após uma trajetória de sucesso na maior emissora do país.

Uma despedida corajosa: o adeus à TV Globo

“Eu sabia que precisava mudar.”

A frase de Glória, dita com serenidade durante a entrevista, marca um dos momentos mais decisivos de sua trajetória. Foram 13 anos de dedicação intensa à TV Globo, com longos períodos acordando ainda no escuro para apresentar o Bom Dia São Paulo, um dos principais jornais locais da emissora.

“O corpo avisa. A mente também”, relembra. “Eu já não via perspectiva de crescimento, e a rotina começava a me cobrar de maneiras silenciosas, mas persistentes.”

Em 2020, no auge da pandemia, quando o mundo todo vivia um colapso de certezas, ela tomou a decisão que muitos hesitariam: pedir demissão e abrir espaço para o novo. A proposta da CNN Brasil chegou logo depois — quase como uma confirmação de que a escolha estava certa.

“Não foi impulso. Foi certeza. Conversei com a CNN numa segunda e pedi demissão na quarta. Era a minha hora.”

Reinvenção com leveza: da notícia ao diálogo

Na nova emissora, Glória encontrou algo que há muito tempo desejava: a liberdade de experimentar. Longe do modelo tradicional de telejornal, ela passou a apresentar programas com pegada mais leve, voltados ao comportamento, entrevistas e atualidades — um espaço onde jornalismo e entretenimento se encontram com menos rigidez e mais escuta.

“Eu não queria mais estar sempre em modo alerta. Queria respirar entre uma notícia e outra, rir, refletir, ouvir de verdade. Não era sobre abandonar o jornalismo, mas transformá-lo num território mais humano.”

Essa transição, que poderia ser arriscada, tornou-se um marco de sua autenticidade. Afinal, depois de tantos anos traduzindo o mundo para milhões de telespectadores, Glória Vanique resolveu ouvir a si mesma.

Bastidores inesperados: o jornalismo ao vivo e seus improvisos

A entrevista com Ronnie Von também é recheada de momentos divertidos — alguns, quase inacreditáveis. Um deles envolve uma cobertura às margens do Rio Tietê que terminou de forma inusitada: com a equipe inteira coberta de carrapatos.

“Estava com o microfone de cabo, vi uns bichinhos subindo e achei que fossem formigas. De repente, ouço no ponto: ‘Tá cheio de carrapato aqui!’ Quando percebi, já estavam entrando pela minha blusa.”

A situação exigiu uma solução emergencial: sabonete antiparasita recomendado por uma amiga veterinária. Havia apenas três unidades na farmácia — e eram doze pessoas na equipe. Resultado: sabonetes cortados e divididos entre colegas, numa cena que mistura improviso, companheirismo e um certo senso de humor que só o jornalismo de rua proporciona.

“É isso. A gente aprende a se virar. E aprende a confiar no outro.”

Maturidade e novos ritmos: escutar a própria voz

Hoje, aos 45 anos, Glória fala com tranquilidade sobre o tempo, as prioridades e a mudança de perspectiva que a idade traz.

“Antes eu era movida por metas: preciso fazer, preciso estar. Agora, me pergunto mais: quero estar ali? Isso me nutre, me faz bem?”

A resposta para essas perguntas tem guiado suas escolhas. Mais seletiva com os projetos que assume, ela busca equilíbrio — entre visibilidade e intimidade, entre a dedicação profissional e o autocuidado.

“Quero continuar me comunicando, mas com mais verdade e menos sacrifício. Não quero mais correr só por correr. Quero ter tempo para ser — e não apenas para fazer.”

O afeto como linguagem

O encontro entre Glória e Ronnie Von é também um encontro de gerações. De um lado, um veterano da televisão brasileira, elegante e sempre curioso. Do outro, uma jornalista que atravessou transformações profundas — tanto no meio televisivo quanto na vida pessoal.

Entre lembranças, risadas e reflexões, a conversa revela o que nem sempre aparece nas câmeras: o afeto que sustenta quem faz TV. O encantamento com as pequenas histórias. A força que vem do coletivo, dos colegas de pauta, dos técnicos, dos motoristas, dos bastidores silenciosos que sustentam o show.

“Tem uma cumplicidade que o público nem imagina. O jornalismo é feito a muitas mãos, e o que a gente leva para o ar é só uma parte do que vivemos.”

Glória Vanique, em essência

O que transparece na entrevista não é apenas uma retrospectiva de carreira. É o retrato de uma mulher que aprendeu a recomeçar sem culpa, a desacelerar sem medo e a redescobrir o prazer de comunicar com afeto. Glória Vanique segue sendo uma profissional de excelência — mas, acima disso, é uma pessoa que decidiu viver com mais coerência, sensibilidade e verdade.

“É sobre isso: coragem para mudar mesmo quando tudo parece certo do lado de fora. Porque o que importa mesmo é como a gente se sente por dentro.”

Onde assistir

A entrevista completa com Glória Vanique vai ao ar nesta quarta-feira, 24 de julho, à meia-noite, no Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, na RedeTV!. Uma conversa íntima, leve e profundamente reveladora, que convida o público a olhar além da tela — e reconhecer a força de quem escolhe se reinventar com o tempo.

“Globo Repórter” desta sexta (25/07) dorme nas alturas e revive histórias no coração do Brasil

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Existe um Brasil que raramente ganha espaço nas manchetes. Um país que não se mede em PIB, que não se traduz em hashtags, nem se resume a planilhas frias nas mesas de Brasília. Esse Brasil pulsa no meio do mapa — entre chapadas, cachoeiras, rios, trilhas, quilombos e igrejas centenárias. É o Brasil que canta sem microfone, reza de joelhos, dança diante do abismo como forma de resistência e expressão.

É esse Brasil profundo, simbólico e visceral que o Globo Repórter explora nesta sexta-feira, 25 de julho de 2025, em uma das jornadas mais sensoriais e emocionantes da televisão brasileira dos últimos anos.

Do rapel ao sagrado: uma jornada de corpo e alma

A reportagem, conduzida pelo jornalista Chico Regueira, não é apenas uma viagem física. É uma travessia existencial por territórios que formam não só o centro geográfico, mas também o cerne da identidade brasileira. De Minas Gerais à Chapada dos Veadeiros, passando por Ouro Preto, Brasília e a Candangolândia, o programa percorre geografias externas e internas — da adrenalina do rapel ao silêncio ancestral de uma senhora de 92 anos.

A aventura se inicia com uma trilha que já foi desbravada por tropeiros, garimpeiros e migrantes. São 24 quilômetros percorridos a pé pela Serra da Lapinha, em Minas, onde o cerrado e a mata atlântica se encontram como se disputassem espaço com o mistério.

O céu que fala: lendas e luzes inexplicáveis

Na Serra, moradores relatam aparições de luzes que cruzam o céu em movimentos inexplicáveis. Para uns, são espíritos. Para outros, fenômenos naturais. Para o Globo Repórter, são parte de um imaginário coletivo que insiste em sobreviver à racionalidade do século XXI.

“Não importa se é verdade ou não. É verdade para quem viu. E isso basta”, diz Chico Regueira, com a delicadeza de quem compreende que, no Brasil profundo, realidade e crença dançam juntas.

Cavalos como companheiros de travessia

No meio da trilha, o que mais impressiona não são os obstáculos naturais, mas a relação entre os moradores e seus cavalos. Esses animais não são apenas meio de transporte — são parceiros, extensão da própria alma dos tropeiros que, no passado, abriram caminhos com os pés no barro e os olhos no infinito. As cenas de cavalgada não têm pressa — e por isso mesmo emocionam.

Dormir no alto da cachoeira: uma experiência transcendental

Se a travessia é poética, o que vem a seguir é quase mítico. Pela primeira vez na televisão brasileira, uma equipe jornalística dorme a quase 200 metros de altura, no platô da Cachoeira do Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro — a maior de Minas e a terceira maior do Brasil.

Mais do que sua altura imponente, a cachoeira impressiona por sua espiritualidade. Ali, a natureza se impõe como uma catedral sem paredes, onde a água canta e a rocha prega. Nesse altar natural, conhecemos Jéssica, uma jovem guarda-parque que dança à beira do abismo como forma de meditação. “A natureza me escuta quando o mundo não escuta mais”, confessa, num dos momentos mais impactantes do programa — sem narração, sem trilha. Só o som do vento e da água.

A força da imagem: quando o corpo também grava

A experiência transforma a equipe. Dormir ali, sob estrelas tão próximas que quase tocam o rosto, altera a percepção. “A câmera grava, mas o corpo também grava. A alma grava”, diz Chico Regueira nos bastidores. O relato é íntimo e revela que, mais do que reportagem, o programa viveu uma imersão espiritual.

Ouro Preto e Mariana: cidades onde o tempo escorre como ouro

Do topo da montanha, o Globo Repórter mergulha para as entranhas da história. Em Ouro Preto e Mariana, o tempo ainda é medido pelo som dos sinos das igrejas, acionados manualmente por sinaleiros e mantidos com esmero por relojoeiros que tratam os mecanismos como filhos. “Isso aqui não é só um relógio. É a respiração da cidade”, diz um deles.

Mina da Passagem: nadar sobre a dor

Em Mariana, a equipe visita a Mina da Passagem, a maior mina de ouro aberta à visitação no mundo. Os túneis, escavados por mãos escravizadas, hoje estão inundados por águas cristalinas. Ali, a equipe mergulha em um cenário de beleza trágica. “É lindo, mas é triste. A gente nada sobre dor”, sussurra Chico. Os guias compartilham ditados populares, causos e assombrações. Um Brasil subterrâneo que ainda reluz — não mais pelo ouro, mas pela memória.

Brasília: o sonho moderno que quase foi sustentável

No Planalto Central, o programa troca a natureza bruta pela utopia urbana. Brasília, conhecida por suas formas geométricas, foi idealizada para o futuro — mas carrega em seus arquivos um passado que poderia ter sido mais ecológico do que jamais imaginamos.

Pesquisadores da UnB descobriram registros de um plano urbano que previa reaproveitamento de água, reflorestamento, hortas comunitárias e bairros autossuficientes — tudo antes de a palavra “sustentabilidade” virar tendência.

Candangolândia: os operários que viram Brasília nascer

Na Candangolândia, vila dos operários que construíram a capital, a equipe conversa com trabalhadores que testemunharam o nascimento da cidade. Dormiam em barracos improvisados, comiam pouco, mas sonhavam alto. “Eu vi Brasília nascer. E ainda acredito que ela pode renascer”, diz seu Raimundo, 85 anos, com os olhos marejados.

Rafting e urgência: navegando sobre o futuro do país

De volta à natureza, a equipe encara o rafting pelo Rio Paranã, o maior em volume do Brasil Central. A aventura embala uma verdade dura: mais da metade das nascentes do Cerrado estão ameaçadas.

O Cerrado é o berço das águas brasileiras. Seus rios abastecem regiões inteiras, mas o desmatamento, a mineração e o avanço da agropecuária seguem devorando silenciosamente o bioma. “Estamos navegando sobre o futuro do Brasil. Se o Cerrado secar, seca o país”, alerta o narrador, em um momento de pura urgência ambiental.

Kalungas: o Brasil que resistiu ao apagamento

A jornada se encerra na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, com o povo Kalunga — o último quilombo a resistir à escravidão. Escondidos nas montanhas por séculos, os Kalungas desenvolveram um modo de vida resiliente, independente e profundo.

Ali vive Dona Procópia, 92 anos, indicada ao Prêmio Nobel da Paz por sua luta na preservação da cultura quilombola. Em sua casa simples, entre cantigas, rezas e plantas medicinais, ela ensina os jovens a se reconectarem com suas raízes. “Minha avó foi escravizada. Minha mãe foi negada. Eu fui esquecida. Mas estou aqui. E ainda falo”, diz, com um sorriso que emociona mais do que qualquer discurso.

Um Brasil que resiste — e quer ser ouvido

O programa acompanha o cotidiano de Dona Procópia: a oração da manhã, o café coado no pano, a conversa com os jovens Kalungas que ela orienta com sabedoria. Ali, entre montanhas e histórias, sobrevive um Brasil que resistiu ao apagamento, mas que agora quer — e precisa — ser escutado.

Only Murders in the Building está de volta! Quinta temporada estreia em setembro no Disney+

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Se você é daqueles que já está ansioso para mergulhar de novo nas investigações de Charles, Oliver e Mabel, pode preparar o sofá: a quinta temporada de Only Murders in the Building chega ao Disney+ no dia 9 de setembro e promete trazer ainda mais reviravoltas, humor afiado e aquela mistura única de mistério com amizade que conquistou o público.

Desde sua estreia em 2021, a série encantou espectadores do mundo todo com um formato que une o melhor dos podcasts de true crime com uma pitada generosa de comédia. E neste novo ano, os três vizinhos mais improváveis do icônico Arconia vão encarar um desafio que mexe com as estruturas da própria cidade onde vivem.

Um mistério pessoal e profundo

O pontapé para essa nova temporada é a morte do querido porteiro Lester — uma figura que, para os moradores do Arconia, era mais que funcionário, era quase parte da família. Quando a tragédia acontece, Charles, Oliver e Mabel não aceitam a versão oficial: um acidente.

Com a curiosidade afiada e aquele faro de detetives amadores, eles começam a cavar fundo e acabam descobrindo que o caso é muito mais complicado do que imaginavam. A investigação os leva a cruzar caminhos com bilionários poderosos, mafiosos tradicionais e moradores enigmáticos do prédio, revelando uma Nova York dividida, cheia de segredos e tensões.

Essa temporada é sobre o passado que se recusa a ficar enterrado e sobre as mudanças que transformam a cidade — e a vida do trio — para sempre.

O charme do Arconia e o trio que amamos

Mais do que um cenário, o Arconia é quase um personagem vivo nesta história. Suas paredes carregam histórias, dramas e segredos, e é nele que as vidas dos protagonistas se entrelaçam. Cada apartamento, cada corredor, tem um mistério à espera de ser descoberto — e os vizinhos não poderiam ser mais diferentes e mais apaixonantes.

Charles, Oliver e Mabel voltam com suas personalidades únicas — o excêntrico, o cético e o sensível — que se complementam e garantem aquele equilíbrio perfeito entre risadas e suspense. A química entre Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez segue sendo o coração da série, fazendo com que a gente torça, ria e se emocione junto a eles.

Novos rostos, novas histórias

A chegada de convidados especiais como Meryl Streep, Zach Galifianakis e Eva Longoria é um presente para os fãs. Cada um deles traz um tempero novo para a trama, com personagens que prometem sacudir o cotidiano do Arconia e desafiar ainda mais o trio.

É sempre uma surpresa boa ver esses atores incríveis entrando na dança dos mistérios, e essa temporada não será diferente.

Por que Only Murders in the Building conquistou tantos corações?

Além do enredo envolvente, a série acertou na forma de contar a história. Ela não se leva tão a sério — e é exatamente por isso que funciona tão bem. É uma paródia inteligente dos podcasts de crime, mas que também entrega emoção e personagens humanos, com suas falhas e peculiaridades.

O equilíbrio entre o mistério e o humor, a forma como a amizade é retratada e a ambientação em uma Nova York que parece palpável fazem a série se destacar num mar de produções.

Não é à toa que, desde o primeiro episódio, a crítica e o público se apaixonaram, elevando a série a recordes de audiência e elogios.

O que vem por aí?

A nova temporada promete não só desvendar o mistério da morte de Lester, mas também aprofundar a vida pessoal dos protagonistas, mostrando seus medos, ambições e laços que os unem.

O que mudou na cidade? Quais segredos estavam escondidos atrás da fachada do Arconia? E, claro, quais surpresas o trio vai encontrar pelo caminho?

Marque na agenda!

A contagem regressiva já começou: Only Murders in the Building retorna no dia 9 de setembro, exclusivamente no Disney+. Prepare a pipoca, reúna os amigos e venha acompanhar essa mistura deliciosa de risadas, mistério e amizade.

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