Roberta Miranda, Anastácia, César Menotti & Fabiano e Calcinha Preta se encontram no Altas Horas deste sábado (19/07)

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, a partir das 23h35, a TV Globo exibe uma edição especial do Altas Horas que promete entrar para a história do programa. Em clima de celebração, memória e troca musical, Serginho Groisman recebe no palco artistas consagrados do forró e do sertanejo — dois gêneros que, apesar de diferentes em sonoridade, compartilham origens populares, afetos do povo e um repertório marcado por emoção e pertencimento.

Com apresentações inéditas, colaborações improváveis e depoimentos comoventes, o programa coloca lado a lado nomes clássicos e expoentes da nova geração, propondo um verdadeiro encontro entre tempos, estilos e vivências.

Vozes femininas que abriram caminhos

Um dos destaques da noite é a presença de Roberta Miranda, uma das figuras mais importantes da história da música sertaneja. A cantora interpreta os sucessos “Vá com Deus” e “Corajosa” em performances que reafirmam sua força vocal e sua trajetória pioneira como mulher em um gênero dominado por homens. Em conversa com Serginho, Roberta compartilha lembranças de sua carreira e a importância da resistência feminina na música.

Na mesma linha de reverência, o programa recebe Anastácia, referência absoluta do forró e parceira de Dominguinhos em mais de 260 composições. Ao cantar “Eu Só Quero um Xodó”, ela revive um dos maiores clássicos da música brasileira. Com mais de 800 canções no currículo, Anastácia fala sobre seu legado e o orgulho de representar a cultura nordestina com autenticidade e paixão.

Encontros musicais inéditos e emocionantes

A edição também marca o retorno da dupla Matogrosso & Mathias, que relembra momentos marcantes da carreira ao interpretar “O Matuto”. Eles se unem a César Menotti & Fabiano para uma versão especial do clássico “Frente a Frente”, selando uma parceria musical rara e potente. A dupla mineira também canta “Leilão” e divide o palco com Mari Fernandez em “Prepara o Teu Psicológico”, promovendo um diálogo direto entre a tradição e a nova linguagem do piseiro.

Mari, que começou a compor aos 15 anos, relata sua trajetória de crescimento artístico e o impacto de ver suas músicas ganharem o país na voz de ídolos como Vitor Fernandes, outro convidado da noite. O cantor interpreta “Pode Chorar”, sucesso composto por Dorgival Dantas, e comenta sobre a importância de manter vivas as raízes nordestinas em sua obra.

Forró em destaque: entre superações e celebrações

A força do forró ganha ainda mais espaço com a presença de Taty Girl, que compartilha sua emocionante história de vida — dos dias como empregada doméstica até se tornar uma das vozes mais marcantes do forró romântico. Sua presença no programa é um símbolo de superação e reconhecimento artístico.

A noite se completa com a participação especial da banda Calcinha Preta, que comemora três décadas de estrada. Interpretando hits como “Você Não Vale Nada” e uma versão energética de “Frevo Mulher”, o grupo fala sobre sua origem, as mudanças ao longo dos anos e a mistura bem-sucedida entre forró e sertanejo — que deu origem ao chamado forronejo, subgênero que ganhou força nos anos 2000.

Tributos e memórias

Outro momento marcante da edição será a homenagem ao mestre Dominguinhos no quadro Memória Altas Horas, em celebração aos 25 anos do programa. A produção resgata imagens emblemáticas do artista em diversas participações no palco de Serginho, reforçando o legado do músico como ponte entre tradição e modernidade no forró.

O cantor Ralf, com sua voz inconfundível, retorna ao programa com o clássico “Nova York”, enquanto Chambinho do Acordeon, que interpretou Luiz Gonzaga no cinema, apresenta “Qui Nem Jiló” e relembra sua experiência de dar vida ao Rei do Baião nas telonas.

Mortal Kombat II ganha primeiro trailer explosivo e pôsteres inéditos com Karl Urban como Johnny Cage

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A escuridão avança sobre o Plano Terreno — e os guerreiros estão de volta ao campo de batalha. Nesta semana, a Warner Bros. Pictures Brasil revelou com exclusividade o primeiro trailer oficial de “Mortal Kombat II”, sequência do longa lançado em 2021, acompanhado de pôsteres individuais inéditos que destacam personagens icônicos da franquia, agora sob uma nova ameaça: o domínio do impiedoso Shao Kahn.

Com direção novamente a cargo de Simon McQuoid, a produção mergulha de vez nas entranhas místicas e violentas do universo criado por Ed Boon e John Tobias, levando às telonas o que promete ser um dos confrontos mais viscerais da temporada cinematográfica. Se o primeiro filme foi uma introdução eletrizante, o segundo chega para elevar a aposta — e o risco.

Johnny Cage entra em cena

Entre as novidades mais aguardadas está a estreia do astro Karl Urban como Johnny Cage, astro de ação, provocador nato e combatente surpreendentemente letal. O personagem, ausente no primeiro longa, agora surge como peça-chave numa trama marcada por alianças perigosas e confrontos decisivos.

No novo filme, Cage se junta aos defensores do Plano Terreno numa missão urgente: frear o avanço das forças de Shao Kahn e impedir a queda definitiva do reino dos humanos. A balança entre mundos está prestes a ruir, e cada lutador terá de fazer escolhas que podem custar sua vida — ou sua alma.

O elenco de volta à luta

Reforçando a atmosfera de fidelidade aos jogos, o elenco retorna com nomes já familiares ao público. Chin Han vive novamente o ardiloso Shang Tsung, senhor de almas e aliado traiçoeiro da Exoterra. Joe Taslim retoma seu papel como o gélido e impiedoso Sub-Zero, enquanto Tadanobu Asano retorna como o sereno e enigmático Raiden. Hiroyuki Sanada, por sua vez, encarna mais uma vez o espírito vingativo de Hanzo Hasashi, o lendário Scorpion.

A presença desses personagens, agora mais densos e testados por perdas e desafios, fortalece a narrativa e promete confrontos de tirar o fôlego. O novo roteiro, assinado por Jeremy Slater (Moon Knight, The Umbrella Academy), busca aprofundar os vínculos entre mundos e os dilemas morais dos guerreiros — sem abrir mão do que a franquia faz de melhor: combates brutais e icônicos.

Entre o épico e o visceral

“Mortal Kombat II” é produzido por Todd Garner, James Wan, Toby Emmerich, E. Bennett Walsh e Simon McQuoid, com produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Jeremy Slater e Lawrence Kasanoff — nome histórico na trajetória de Mortal Kombat no cinema desde os anos 1990.

O jogo que chocou o mundo e se tornou lenda

Antes de se tornar uma franquia multimilionária no cinema, Mortal Kombat era apenas uma ideia ousada nas mãos de dois desenvolvedores da Midway Games: Ed Boon e John Tobias. O ano era 1992, e o mercado de jogos eletrônicos vivia sob a sombra de Street Fighter II. Mas foi com sangue, magia negra e artes marciais brutais que Mortal Kombat rompeu todas as expectativas — e deu início a uma das franquias mais controversas, influentes e duradouras da história dos videogames.

Hoje, com o segundo filme a caminho e personagens como Johnny Cage, Scorpion, Sub-Zero e Raiden novamente em evidência, vale voltar ao início e entender por que o primeiro Mortal Kombat não foi apenas um jogo: foi um divisor de águas cultural.

Personagens lendários e rivalidades eternas

Ao contrário de muitos jogos da época, Mortal Kombat não se limitou à pancadaria: ele criou um universo próprio, com mitologia e conflitos épicos entre reinos paralelos. A narrativa misturava torneios místicos, tradições orientais e guerra interdimensional — uma base rica que se desdobrou em continuações, séries animadas, HQs e filmes.

Personagens como o espectral Scorpion, o ninja gelado Sub-Zero, o deus do trovão Raiden e o irreverente astro de cinema Johnny Cage rapidamente ganharam status de ícones da cultura pop. Cada um tinha um estilo de luta, uma história de fundo e um fatality próprio — fórmula que ampliava o apelo do jogo para diferentes públicos.

Programa do Ratinho desta sexta (18/07) recebe as duplas Matogrosso & Mathias e Maria Cecília & Rodolfo

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Um dos quadros mais carismáticos da televisão brasileira retorna à tela do SBT. Nesta sexta-feira, 18 de julho de 2025, às 22h20, o Programa do Ratinho marca a estreia da nova temporada do “Boteco do Ratinho”, resgatando a descontração e o clima festivo que o tornaram um dos pilares da atração nas noites de sexta-feira.

Com formato leve e acolhedor, o quadro une apresentações musicais, humor e conversas informais em um cenário totalmente reformulado, pensado para aproximar ainda mais o público da essência do programa. A nova fase do “Boteco” aposta na nostalgia e na autenticidade, duas marcas cada vez mais valorizadas na programação da TV aberta.

Um palco para todas as gerações do sertanejo

Na edição de estreia, o “Boteco do Ratinho” celebra o encontro de duas gerações da música sertaneja: de um lado, a consagrada dupla Matogrosso & Mathias, e do outro, os representantes da nova safra do gênero, Maria Cecília & Rodolfo.

Com mais de 50 anos de carreira, Matogrosso & Mathias são considerados referências no sertanejo romântico. Clássicos como “Pele de Maçã”, “Idas e Voltas” e “Frente a Frente” embalam gerações e continuam emocionando plateias por todo o Brasil. Hoje, Matogrosso divide os vocais com Rafael Belchior, herdeiro artístico de Anísio (o Mathias original), mantendo viva a trajetória da dupla com nova vitalidade.

Já Maria Cecília & Rodolfo surgiram de forma despretensiosa nos corredores da universidade em Campo Grande (MS), onde cursavam zootecnia. Desde então, se firmaram como um dos nomes mais populares do sertanejo universitário, com hits como “Você de Volta” e “O Troco”. Além de casal na vida pessoal, eles traduzem no palco a conexão genuína que os fãs tanto apreciam.

Humor e irreverência com Rodrigo Capella

O humor também marca presença na nova fase do “Boteco”. O comediante Rodrigo Capella, conhecido por seu improviso afiado e passagem por programas de humor e realities, integra a bancada da atração trazendo comentários bem-humorados e interação direta com os convidados. Sua participação promete adicionar leveza e espontaneidade às entrevistas e apresentações musicais.

Franquia Assassin’s Creed retorna ao audiovisual com série da Netflix sob comando dos criadores de Westworld e Halo

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A Ubisoft confirmou que a popular franquia Assassin’s Creed ganhará uma nova adaptação para o audiovisual, desta vez em formato de série para a Netflix. Após o longa-metragem lançado em 2016, estrelado por Michael Fassbender, a saga que estreou nos videogames em 2007 retorna para explorar seu rico universo em um projeto televisivo ambicioso.

O desenvolvimento da série está a cargo de Roberto Patino e David Wiener, que assumem os papéis de criadores, showrunners e produtores executivos. Patino é reconhecido por seu trabalho em Westworld, enquanto Wiener é um dos nomes por trás da série de sucesso Halo. Essa dupla traz experiência na condução de narrativas complexas e de grande apelo para o público fã de ficção científica e fantasia.

Além dos criadores, a produção executiva inclui Gerard Guillemot, Margaret Boykin e Austin Dill pela Ubisoft Film & Television, bem como Matt O’Toole, conforme divulgado pelo site Deadline. Em declaração oficial, Patino e Wiener expressaram entusiasmo pelo projeto:
“Somos fãs de Assassin’s Creed desde seu lançamento em 2007. A cada dia que trabalhamos nesta série, ficamos animados e honrados com as possibilidades que Assassin’s Creed nos abre. Por trás do escopo, do espetáculo, do parkour e das emoções está a base para o tipo mais essencial de história humana — sobre pessoas em busca de propósito, lutando com questões de identidade, destino e fé. É sobre poder, violência, sexo, ganância e vingança.”

Apesar do anúncio, detalhes sobre o elenco, datas de início das filmagens ou lançamento ainda não foram divulgados, mantendo em sigilo as informações que possam antecipar a produção.

A aposta da Netflix em Assassin’s Creed acompanha uma tendência crescente da plataforma em investir em adaptações de videogames, visando capitalizar o público cativo desses universos e ampliar a oferta de conteúdos originais para seu catálogo.

A franquia de sucesso

Desde sua estreia em 2007, Assassin’s Creed tornou-se um dos títulos mais influentes da indústria dos videogames. Desenvolvida pela Ubisoft, a série se destaca por combinar aventura, ação e narrativas históricas que transportam o jogador a diferentes épocas, como o Renascimento, a Revolução Americana e o Egito Antigo.

O jogo gira em torno da eterna batalha entre Assassinos e Templários, duas facções com ideais opostos sobre liberdade e controle. Através da tecnologia fictícia do Animus, que permite acessar memórias genéticas, o jogador revive as vidas dos ancestrais em cenários detalhados e fiéis à história.

Com gráficos cada vez mais sofisticados, mundo aberto expansivo e mecânicas de gameplay refinadas, a franquia conquistou uma base fiel de fãs e continua atraindo novos jogadores. Além dos jogos, a obra também ganhou adaptações para outras mídias, como o filme de 2016 estrelado por Michael Fassbender. Agora, a Netflix aposta em uma série original que promete aprofundar os temas centrais da franquia, sob o comando dos criadores de Westworld e Halo.

Flavio de Souza, criador de “Castelo Rá-Tim-Bum”, reflete sobre legado da TV Cultura no “Provoca” desta terça (22/07)

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Na próxima terça-feira, 22 de julho de 2025, o “Provoca”, apresentado por Marcelo Tas na TV Cultura, recebe Flavio de Souza, um dos grandes nomes por trás da magia que encantou crianças e adultos com programas como Castelo Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e Rá Tim Bum. Em uma conversa que mistura memórias, curiosidades e reflexões, Flavio revela os ingredientes que fizeram desses programas eternos na memória do público, além de debater a importância da arte como experiência coletiva e transformadora.

Quando questionado sobre por que os programas da TV Cultura resistem ao tempo e continuam queridos, Flavio é direto: o sucesso veio do esforço apaixonado de equipes cheias de talento e entusiasmo. “Não foi sorte. Foi uma soma de pessoas dedicadas que queriam fazer o melhor, cada uma no seu papel”, explica. Essa combinação, segundo ele, resultou em um conteúdo que ultrapassou gerações e segue vivo graças à autenticidade e ao cuidado.

Flavio resgata uma história pouco conhecida: a criação do Castelo Rá-Tim-Bum surgiu a partir de uma dificuldade técnica enfrentada no Rá Tim Bum. Após o programa ganhar um prêmio internacional em Nova York e atrair olhares do mundo, a impossibilidade de dublar a atração — devido à mistura inseparável entre música e diálogo — levou Flavio e Cao Hamburger a criar algo novo. “Essa limitação virou oportunidade”, conta ele, “e assim nasceu o Castelo, com sua identidade própria, que encanta até hoje.”

Versatilidade em cena: do universo infantil ao humor da TV Globo

Poucos sabem que Flavio também atuou nos bastidores de um dos maiores sucessos do humor brasileiro: Sai de Baixo. Ele lembra o desafio de escrever para um gênero tão diferente do seu universo original. “Tive que aprender a fazer piada do zero, foi uma aventura louca”, admite. O resultado, surpreendentemente, foi um sucesso que o fez descobrir novas facetas como roteirista.

A arte além da função: alimento para o espírito coletivo

No diálogo final com Marcelo Tas, Flavio reflete sobre a arte como fenômeno que, mesmo sem função clara, tem um poder único de transformação. “Às vezes, parece um gasto inútil, algo que não serve para nada prático. Mas, quando é boa, ela nos alimenta de uma forma que não dá para medir”, diz. Para ele, a arte cria laços invisíveis entre pessoas desconhecidas, formando uma comunidade efêmera que enriquece a existência.

Christian Chávez anuncia retorno ao Brasil em 2026 com turnê que celebra a conexão eterna com fãs brasileiros

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Christian Chávez, cantor e ator mexicano que conquistou o mundo como parte do fenômeno RBD, acaba de anunciar seu tão aguardado retorno ao Brasil em 2026 com a turnê “Christian Chávez Para Siempre Tour”. O projeto celebra a relação profunda e duradoura do artista com um dos públicos mais fiéis da sua carreira.

A nova série de apresentações passará por 12 cidades brasileiras, incluindo quatro datas exclusivas produzidas pela Opus Entretenimento: Recife (27 de janeiro, Teatro RioMar Recife), Fortaleza (28 de janeiro, Teatro RioMar Fortaleza), São Paulo (6 de fevereiro, Teatro Bradesco) e Rio de Janeiro (7 de fevereiro, Teatro Opus Città). Os ingressos estarão disponíveis a partir desta quinta-feira, às 10h, pelo site uhuu.com e pontos autorizados.

Uma turnê que une passado e presente

“Christian Chávez Para Siempre Tour” é mais que uma sequência de shows: é um reencontro emotivo com os fãs que o acompanharam desde a era Rebelde, agora com uma proposta renovada. O espetáculo traz uma produção pensada para teatros, criando uma atmosfera intimista que valoriza a emoção e a conexão entre artista e público.

O repertório traz um equilíbrio cuidadoso entre os grandes sucessos do RBD e as faixas da carreira solo, além de surpresas que reforçam a autenticidade e o crescimento artístico de Christian. A turnê promete momentos visuais impactantes e emocionantes do começo ao fim.

“Para Siempre”: o elo musical da turnê

O título da turnê é também o nome da nova música que Christian lançará cerca de dois meses antes dos shows. A canção resgata a energia e o romantismo que marcaram sua trajetória na banda, mas com uma identidade própria, refletindo a evolução do artista. Esse novo single será o fio condutor da experiência, conectando passado e presente em uma narrativa musical envolvente.

Chávez sempre ressaltou o carinho especial que sente pelo Brasil, definindo o país como uma verdadeira “segunda casa”. Para ele, essa turnê é uma forma de retribuir o amor e a fidelidade dos fãs brasileiros, oferecendo um espetáculo que é uma verdadeira declaração de afeto e gratidão.

Da explosão do RBD à carreira solo

De garoto que conquistou o mundo como parte do fenômeno RBD a artista solo que constrói sua própria identidade, sua trajetória é marcada por evolução e por um compromisso sincero com a arte e a autenticidade.

Foi como integrante do RBD, grupo que explodiu na América Latina e no mundo nos anos 2000, que Christian conquistou o público. A série Rebelde e a banda que dela surgiu foram fenômenos culturais que marcaram uma geração. Com sua voz marcante e presença cativante, Christian personificou o espírito de uma juventude cheia de sonhos, desejos e conflitos reais.

Sua interpretação como Giovanni Méndez na novela trouxe não só fama, mas também a oportunidade de impactar fãs que se viam refletidos nas histórias e emoções que o grupo transmitia.

Após o fim do grupo, o cantor enfrentou o desafio de se reinventar. Essa fase foi marcada por uma busca profunda por identidade artística e pessoal. Com coragem, ele compartilhou sua verdade e abraçou temas importantes, incluindo sua representatividade LGBTQIA+, tornando-se uma voz inspiradora para muitos.

Sua música solo reflete uma maturidade conquistada com experiências, que mistura elementos do pop latino com letras que falam de amor, resistência e esperança. A relação próxima com os fãs se mantém viva, graças a uma autenticidade que ultrapassa o palco.

Christian sempre destacou o Brasil como um país que acolhe seu coração. Considerado por ele um “lugar seguro”, o Brasil é palco de uma ligação afetuosa que se traduz em shows memoráveis e uma base de fãs extremamente dedicada. Essa conexão ganha nova expressão com a turnê “Para Siempre”, que celebra essa história construída lado a lado.

Universal divulga trailer de “A Morte de Um Unicórnio”, sátira fantástica estrelada por Paul Rudd e Jenna Ortega

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Imagine estar a caminho de um fim de semana tranquilo com sua filha… e, de repente, atropelar um unicórnio. É com esse ponto de partida tão improvável quanto instigante que A Morte de Um Unicórnio nos convida a mergulhar em uma fábula moderna recheada de crítica social, humor sombrio e fantasia. O trailer e o cartaz do filme foram divulgados nesta quinta-feira (17) pela Universal Pictures, que também confirmou a estreia nos cinemas brasileiros para o dia 31 de julho, com versões acessíveis ao público.

O longa é produzido pela A24 — estúdio conhecido por apostar em histórias fora do comum, como O Farol, X e Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo. Com direção e roteiro de Alex Scharfman, o filme estreou em março no festival SXSW e desde então tem chamado atenção pelo tom satírico e visual marcante.

No centro da trama estão Paul Rudd (Homem-Formiga, Bem-vindo aos 40 e Ghostbusters – Mais Além) e Jenna Ortega (Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice e X – A Marca da Morte), interpretando pai e filha que se veem em apuros após atropelarem acidentalmente uma criatura mística no meio da estrada. O que poderia ser apenas um incidente bizarro ganha contornos ainda mais insanos quando o chefe bilionário do pai — vivido por Richard E. Grant — decide transformar o unicórnio em um “ativo” corporativo, explorando suas misteriosas propriedades de cura para fins lucrativos.

Completam o elenco nomes como Will Poulter e Téa Leoni, em um roteiro que mistura humor ácido, drama familiar e uma crítica nada sutil ao universo empresarial, ao culto ao lucro e à banalização do extraordinário.

Apesar do tom surreal, o longa-metragem, levanta questões muito reais: até onde a ambição humana é capaz de ir? Qual o custo ético de explorar aquilo que não compreendemos? E o que sobra da conexão entre pais e filhos quando tudo ao redor parece estar em colapso?

A estreia brasileira está marcada para 31 de julho, com cópias legendadas, dubladas e versões acessíveis — incluindo audiodescrição e Libras. Se você gosta de filmes que fogem do óbvio, provocam e ainda divertem, esse lançamento pode ser uma grata (e estranha) surpresa.

Fernanda Baronne empresta voz à destemida Smurf francesa em nova aventura dos Smurfs nos cinemas

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Nesta quinta-feira (17), os cinemas brasileiros recebem um convite para redescobrir o universo mágico dos Smurfs — mas desta vez, com uma novidade que amplia o horizonte azul: a Smurf Coragem, uma personagem destemida, cheia de personalidade, que chega para inspirar e desafiar os pequenos heróis.

Por trás dessa voz forte e vibrante está a talentosa Fernanda Baronne, atriz e diretora de dublagem que mergulha de corpo e alma na interpretação da francesa Smurf Coragem. Com uma trajetória que passeia por grandes nomes do cinema e da animação, Fernanda traz para o papel uma autenticidade rara — fruto não só da experiência profissional, mas de uma relação pessoal profunda com a cultura que a personagem representa.

Após cinco anos vivendo em Paris, Fernanda carrega em si a essência da França, o que transborda em cada entonação, emoção e sutileza vocal que imprime à Smurf Coragem. É como se a personagem tivesse ganhado vida em português com um toque genuíno do charme e da força franceses.

O filme, dirigido por Chris Miller — figura por trás de sucessos como Shrek Terceiro e Gato de Botas —, lança os Smurfs numa aventura inédita: com Papai Smurf capturado pelos perigosos bruxos Razamel e Gargamel, a turma precisa sair do vilarejo e enfrentar o mundo real para salvá-lo. Em meio a esse cenário, a Smurf Coragem não é apenas um rosto novo; é um símbolo da determinação que move cada passo do grupo.

Fernanda transforma essa personagem em mais que uma voz, conferindo-lhe alma e energia, e ajuda a renovar a magia da franquia que conquistou gerações. Sua atuação reforça que, por trás de cada personagem animado, existe uma história humana, feita de vivências, emoções e paixões.

Com essa combinação de tradição e inovação, a nova produção dos Smurfs promete encantar o público, trazendo para as telonas o encontro perfeito entre o antigo e o novo — e com Baronne como uma das vozes que mantém viva essa chama.

No Supercine, TV Globo exibe “Baywatch: S.O.S. Malibu” neste sábado (19/07)

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, o Supercine, na TV Globo, traz para as telinhas “Baywatch: S.O.S. Malibu” (2017), uma produção que une ação, aventura e comédia para revisitar a clássica equipe de salva-vidas da ensolarada Emerald Bay. Sob a liderança do destemido tenente Mitch Buchannon, vivido com carisma por Dwayne Johnson, o filme apresenta um elenco de peso, incluindo Zac Efron, Priyanka Chopra e Alexandra Daddario, que renovam a icônica série dos anos 1990 para conquistar uma nova geração. Com efeitos visuais modernos e sequências eletrizantes, o longa traz uma experiência cinematográfica vibrante e envolvente.

Ambientado em uma das praias mais famosas da Califórnia, “Baywatch” acompanha Mitch Buchannon e sua equipe diante do desafio de treinar dois novos recrutas, entre eles Matt Brody (Zac Efron), um ex-nadador olímpico com atitude rebelde que precisa provar seu valor. O que parecia ser apenas mais um verão de rotina na baía se transforma em uma corrida contra o tempo quando a circulação de uma droga sintética, conhecida como flakka, ameaça a segurança local. Entre resgates arriscados e investigações minuciosas, a equipe enfrenta uma conspiração que pode colocar em risco a tranquilidade de Emerald Bay.

Sob a direção de Seth Gordon, reconhecido por títulos como “Quero Matar Meu Chefe” e “Golpe Duplo”, o filme mantém um ritmo acelerado, com cenas de ação meticulosamente coreografadas que valorizam o cenário praiano. A produção investiu em efeitos especiais realistas e sequências aquáticas impressionantes, destacando especialmente a performance física de Dwayne Johnson, cuja presença reforça o apelo popular da obra.

No Brasil, a dublagem conta com nomes renomados, como Guilherme Briggs, que empresta sua voz ao tenente Mitch Buchannon, e Sérgio Cantú, na interpretação de Matt Brody. Além deles, Priscila Amorim, Flávia Fontenelle e João Capelli compõem o time que assegura a qualidade e a identificação do público brasileiro, transmitindo com precisão o humor e a emoção do filme.

Orçamento e produção

As filmagens principais de Baywatch: S.O.S. Malibu tiveram início em 22 de fevereiro de 2016, com locações na Flórida e em Savannah, Geórgia. O projeto contou com um orçamento estimado entre US$ 65 e 69 milhões, destinado à incorporação de efeitos visuais avançados, ambientações realistas e sequências de ação sofisticadas, visando modernizar a narrativa da série clássica para o público contemporâneo.

Desempenho comercial e avaliação crítica

O filme foi lançado nos Estados Unidos em 25 de maio de 2017, sob distribuição da Paramount Pictures. Mundialmente, Baywatch arrecadou aproximadamente US$ 177,9 milhões, dos quais US$ 58,1 milhões correspondem ao mercado norte-americano e canadense, enquanto os demais US$ 119,8 milhões foram obtidos em mercados internacionais. Apesar do desempenho financeiro expressivo, a produção recebeu críticas predominantemente desfavoráveis, sendo apontada pela imprensa especializada por seu humor considerado exagerado, enredo pouco desenvolvido e personagens superficiais. Contudo, o elenco foi reconhecido pela entrega carismática. No âmbito das premiações, o longa foi indicado a cinco categorias na 38ª edição do Framboesa de Ouro, incluindo a de Pior Filme.

Onde assistir além da TV aberta

Para quem prefere assistir em plataformas digitais, “Baywatch: S.O.S. Malibu” está disponível no Telecine (serviço por assinatura) e no Prime Video, onde pode ser alugado a partir de R$ 6,90, garantindo flexibilidade para acompanhar a aventura do jeito que desejar.

Com uma combinação eficiente de humor, ação e suspense, o longa-metragem atualiza com sucesso o legado da franquia para os tempos atuais. É uma excelente opção para quem busca entretenimento leve, dinâmico e cheio de adrenalina, capaz de prender a atenção do público de todas as idades e proporcionar momentos descontraídos para o fim de semana.

“Globo Repórter” desta sexta (18) estreia série especial sobre o centro do Brasil: Uma jornada por raízes, paisagens e recomeços

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Nesta sexta-feira, 18 de julho, o Globo Repórter dá início a uma das mais ambiciosas travessias já feitas pelo programa: uma jornada documental e afetiva pelo centro do Brasil, em três episódios especiais que percorrem 2.300 quilômetros de estradas, trilhas e rios, passando por Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás e Tocantins.

No comando da série está Chico Regueira, jornalista que estreia na atração com uma proposta que vai além da geografia. “Mais do que registrar paisagens, queremos entender o que pulsa por trás delas. O Brasil do meio é também o Brasil profundo — onde as histórias resistem, se transformam e surpreendem”, diz Chico, com a empolgação de quem vive, na prática, a reportagem como experiência de vida.

Um novo olhar sobre o Vale do Jequitinhonha

A expedição começa no Vale do Jequitinhonha, região mineira marcada por um passado de privação, mas que hoje floresce por meio da arte e da ancestralidade. No distrito de Santana do Araçuaí, o barro — antes símbolo de sobrevivência — tornou-se instrumento de expressão, cultura e autonomia.

É ali que Chico conhece o legado da ceramista Dona Izabel, cujas bonecas foram reconhecidas como patrimônio cultural pela Unesco. Mais do que objetos, suas criações contam histórias e abriram caminhos. O repórter encontra Augusto Ribeiro, artista que começou moldando barro e hoje exibe diplomas e passagens aéreas — conquistas que, até poucos anos atrás, pareciam inatingíveis para sua família. “Foi com as bonecas que eu paguei minha faculdade. E foi por elas que a gente voou pela primeira vez. A arte abriu janelas onde só havia paredes”, resume Augusto.

Entre o subsolo e o brilho da superfície

Em Araçuaí, a equipe desce às entranhas da terra para mostrar a exploração do lítio, mineral estratégico que transformou a região no chamado Vale do Lítio — um território de grandes promessas e contradições. A reportagem acompanha o trabalho de Audrey e Adler, pai e filho que dedicaram suas vidas à mineração e que agora veem o futuro bater à porta de forma inédita.

Subindo a serra, em Diamantina, o brilho das pedras dá lugar à sutileza do ofício. Com mãos firmes e olhos treinados, Seu Toninho, lapidador há mais de seis décadas, ensina o que aprendeu com o tempo: que valor nem sempre é o que reluz, mas o que permanece. “A pedra mais rara é a paciência. E essa a gente só aprende vivendo”, diz ele, sentado em sua bancada na joalheria mais antiga em funcionamento no país.

Voando sobre o invisível, navegando pela memória

Na segunda parte do episódio, o programa alça voo sobre a Serra do Espinhaço, única cordilheira do Brasil, e faz um pouso histórico no Pico do Itambé. De lá, a câmera revela cânions, quedas-d’água, matas nativas e rios escondidos — belezas silenciosas que também são alvo da pressão econômica e ambiental. Ao mostrar o território do alto, a reportagem lembra que preservar não é luxo: é urgência.

Em seguida, a equipe navega pelas águas tranquilas da Serra da Lapinha, área remota da Serra do Cipó, onde o tempo parece correr em outro ritmo. O barqueiro Luciano ensina a técnica de “varejar”, conduzindo a embarcação com uma longa vara — gesto que herdou do pai e que espera passar adiante. “A gente aprendeu a escutar a água. Ela mostra o caminho”, diz ele, com naturalidade poética.

O episódio ainda visita uma vila isolada que guarda um tesouro linguístico: o lapinhô, um dialeto local preservado por poucas famílias. Uma educadora da comunidade criou um dicionário artesanal com as palavras e expressões do povoado, na tentativa de manter viva uma identidade que resiste no silêncio das montanhas.

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