Editora Jangada lança no Brasil “O Livro de Algum Outro Lugar”, nova obra do universo criado por Keanu Reeves

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A Editora Jangada acaba de colocar no mercado brasileiro o livro de algum outro lugar, título grafado inteiramente em letras minúsculas por escolha estética e conceitual. A obra marca uma nova etapa do universo ficcional idealizado por Keanu Reeves, conhecido mundialmente por sua carreira no cinema, e pelo roteirista de quadrinhos Matt Kindt, agora expandido para o campo literário com ainda mais densidade temática e ambição narrativa. Trata-se de um romance que cruza gêneros e provoca reflexões profundas ao unir ficção científica, fantasia, mitologia e elementos históricos sob um forte viés existencialista.

No centro da história está Unute, também chamado apenas de B, um personagem que transita entre o arquétipo do herói e a figura do anti-herói. Imortal há cerca de 80 mil anos, ele atravessa eras, civilizações e guerras carregando o peso de uma existência interminável. Longe de glorificar a imortalidade, o livro a trata como um fardo. O protagonista não busca poder, fama ou redenção, mas algo muito mais simples e, ao mesmo tempo, impossível: a chance de morrer e encerrar um ciclo que parece não ter fim.

O romance se passa em um universo paralelo ao da série de quadrinhos BRZRKR, criação lançada pela BOOM! Studios que rapidamente se tornou um fenômeno editorial. Inspirado nos berserkers da mitologia nórdica, guerreiros conhecidos por sua violência extrema e estados de fúria em batalha, o projeto conquistou números expressivos. Apenas o primeiro volume da HQ ultrapassou a marca de 615 mil cópias vendidas em 2021, consolidando-se como o maior sucesso do mercado desde o lançamento de Star Wars #1 em 2015.

Embora compartilhe o mesmo universo conceitual, o livro de algum outro lugar não funciona como uma adaptação direta nem exige conhecimento prévio das HQs. Pelo contrário, a obra foi pensada para ser lida de forma independente, oferecendo uma experiência completa por si só. O texto é fruto da colaboração entre Keanu Reeves e o escritor britânico China Miéville, parceria que chama atenção tanto pela diferença de trajetórias quanto pela força criativa do resultado final.

A narrativa se desenvolve por meio de uma estrutura pouco convencional, organizada em três eixos narrativos que se alternam e se complementam. Em um deles, acompanha-se um guerreiro imortal que aceita servir como objeto de estudo do exército dos Estados Unidos, interessado em reproduzir suas habilidades físicas extraordinárias. Em outro, surgem relatos em terceira pessoa que acompanham personagens comuns, de diferentes épocas, cujas vidas foram direta ou indiretamente marcadas pela presença de Unute ao longo dos séculos. Há ainda capítulos escritos em segunda pessoa, nos quais o próprio protagonista se dirige a si mesmo, revelando pensamentos, memórias fragmentadas e reflexões íntimas sobre culpa, violência e solidão.

A participação de China Miéville imprime ao livro um tom mais denso e perturbador. Autor premiado e referência da ficção especulativa contemporânea, Miéville é um dos nomes centrais do movimento conhecido como New Weird, que se caracteriza por narrativas híbridas, atmosferas estranhas e forte carga política e filosófica. Sua escrita se entrelaça às ideias de Reeves, resultando em um texto que desafia classificações fáceis e convida o leitor a sair da zona de conforto.

O lançamento do romance acontece em um momento estratégico, acompanhando a expansão de BRZRKR para outras mídias. Já está em desenvolvimento uma adaptação cinematográfica da HQ, que será dirigida por Justin Lin, responsável por comandar grandes produções como Velozes & Furiosos e Star Trek: Sem Fronteiras. Além do filme, o universo também ganhará uma série animada na Netflix, planejada para duas temporadas, ampliando ainda mais o alcance da história para novos públicos.

Sessão da Tarde exibe “Operação Presente” nesta terça (23) e aquece o coração de toda a família

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Na Sessão da Tarde desta terça, 23 de dezembro de 2025, a TV Globo apresenta o longa-metragem de animação “Operação Presente” (Arthur Christmas), uma produção que já se tornou figurinha carimbada na programação natalina e que segue conquistando públicos de todas as idades com uma mensagem simples, porém poderosa: o Natal só faz sentido quando ninguém é deixado para trás.

Lançado em 2011, o longa é uma coprodução britânico-americana assinada pelo consagrado estúdio Aardman Animations, conhecido mundialmente por obras criativas, carismáticas e com forte identidade autoral. Diferente de seus filmes mais clássicos em stop motion, “Operação Presente” marcou um momento importante na história do estúdio ao se tornar o segundo longa totalmente produzido em computação gráfica (CGI), após “Por Água Abaixo” (2006), sem perder o humor inteligente e o olhar humano que são marcas registradas da Aardman.

A trama parte de uma pergunta que atravessa gerações e sempre desperta curiosidade, especialmente nas crianças: como Papai Noel consegue entregar todos os presentes do mundo inteiro em uma única noite? A resposta apresentada pelo filme é criativa e divertida. Em um complexo ultrassecreto localizado no Polo Norte, funciona uma gigantesca central de operações altamente tecnológica, conhecida como a Operação Presente, responsável por garantir que milhões de lares recebam seus presentes com precisão quase militar.

No comando dessa engrenagem perfeita está o Papai Noel atual, auxiliado por milhares de elfos e por seus dois filhos, que representam visões completamente diferentes sobre o Natal. De um lado está Steve, dublado por Hugh Laurie, um personagem extremamente racional, eficiente e focado em números, estatísticas e desempenho. Do outro, surge Arthur, interpretado por James McAvoy, o filho mais novo, sensível, gentil e movido por uma crença genuína no espírito natalino.

O conflito central do filme nasce quando, apesar de toda a tecnologia e organização, uma criança acaba ficando sem receber seu presente. Para o sistema, trata-se de uma falha mínima, estatisticamente irrelevante. Para Arthur, no entanto, o erro é inaceitável. Em sua visão, se uma única criança for esquecida, então o Natal simplesmente não aconteceu como deveria. É essa empatia quase ingênua, mas profundamente humana, que transforma Arthur no coração da história.

Determinado a corrigir o erro antes do amanhecer do dia 25, Arthur assume uma missão aparentemente impossível: entregar pessoalmente o presente esquecido. Para isso, ele conta com a ajuda improvável do excêntrico Vovô Noel, dublado por Bill Nighy, uma figura que representa os tempos antigos, quando o Natal era feito com improviso, emoção e menos tecnologia. Juntos, eles embarcam em uma aventura caótica, divertida e emocionante a bordo de um trenó antigo, em total contraste com a moderna nave utilizada pela Operação Presente.

Dirigido por Sarah Smith, com codireção de Barry Cook, o filme equilibra com habilidade o humor afiado com momentos de pura emoção. O roteiro, escrito por Sarah Smith e Peter Baynham, constrói personagens carismáticos e situações cômicas sem abrir mão de reflexões importantes sobre responsabilidade, empatia e o impacto dos pequenos gestos. A mensagem é clara e acessível: eficiência é importante, mas nunca pode substituir o cuidado individual e o olhar atento ao outro.

O elenco de vozes reforça a força do filme. Além de James McAvoy e Hugh Laurie, o longa conta com Jim Broadbent como o Papai Noel, Imelda Staunton como a Mamãe Noel e Bill Nighy como o memorável Vovô Noel. Cada personagem adiciona camadas à narrativa, tornando a experiência envolvente tanto para crianças quanto para adultos, que conseguem captar as nuances emocionais e simbólicas da história.

O sucesso de “Operação Presente” não se limitou à recepção do público. O filme teve uma trajetória sólida nas bilheteiras mundiais, arrecadando cerca de US$ 147,4 milhões globalmente. Foram US$ 46,4 milhões na América do Norte, US$ 33,3 milhões no Reino Unido e US$ 67,6 milhões em outros mercados, números expressivos para uma animação com proposta mais afetiva do que grandiosa. No Reino Unido, o longa chegou ao topo das bilheteiras durante a semana do Natal, consolidando-se como um dos títulos mais populares da temporada.

Nos Estados Unidos e no Canadá, o filme estreou em quarto lugar, atrás de grandes produções da época, mas manteve um desempenho considerado positivo, arrecadando quase US$ 50 milhões no mercado interno, mesmo com um orçamento estimado em US$ 100 milhões. Já no Brasil, onde estreou em 2 de dezembro de 2011, “Operação Presente” rapidamente encontrou seu público, ocupando o segundo lugar nas bilheteiras e sendo exibido em 241 salas, muitas delas em 3D.

Yuri Higa estreia com single romântico, conquista as redes sociais e desponta como nova aposta do sertanejo pop

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O amor sempre foi uma das grandes forças da música brasileira, e é justamente por meio dele que Yuri Higa dá os primeiros passos oficiais em sua carreira. Com o lançamento de “Deus Desenhou”, o jovem cantor e compositor apresenta ao público uma canção que traduz sentimentos simples, verdadeiros e universais, marcando sua chegada ao cenário musical com identidade, sensibilidade e personalidade própria.

Mais do que um single de estreia, Deus Desenhou funciona como um cartão de visitas. A música revela quem é Yuri Higa artisticamente: um intérprete romântico, conectado às emoções do cotidiano e atento às sonoridades que dialogam com o público atual. A faixa se apoia na base do sertanejo contemporâneo, mas vai além, ao incorporar elementos do forró — como o triângulo bem marcado — e nuances do pop, resultando em um arranjo leve, dançante e acolhedor.

A canção fala sobre o impacto do amor verdadeiro na vida de alguém. Não se trata de uma transformação que apaga identidades, mas de um sentimento que amplia horizontes. Em Deus Desenhou, o eu lírico descobre o prazer de dividir a vida, de pensar em conjunto e de construir um “nós” sem perder a essência do “eu”. É uma narrativa delicada, que se reflete em versos simples e eficazes, capazes de criar identificação imediata com quem escuta.

Trechos como “cê me amarrou sem nem dar nó” e “o te amo é mais bonito na sua voz” demonstram a força da composição ao apostar em imagens cotidianas e afetivas. São frases que soam espontâneas, quase como uma conversa íntima, e que ajudam a explicar por que a música tem encontrado tanto eco entre os ouvintes. A combinação entre letra sensível e melodia envolvente transforma Deus Desenhou em uma daquelas canções feitas para ouvir, cantar junto e dedicar.

Além da música, Yuri Higa também chama atenção pela forma como constrói sua relação com o público. Em um cenário cada vez mais impulsionado pelas redes sociais, o artista tem se destacado pela proximidade e autenticidade. Em menos de 30 dias de trabalho intenso, Yuri já ultrapassou a marca de 40 mil seguidores no Instagram e soma mais de 21 mil no TikTok, números expressivos para um artista em início de carreira.

Nas plataformas digitais, ele compartilha trechos de suas músicas, bastidores de gravações, momentos simples do dia a dia e reflexões pessoais, criando uma conexão direta com os fãs. Essa presença constante e verdadeira ajuda a fortalecer sua imagem como um artista acessível, que divide não apenas o resultado final, mas também o processo e os sonhos por trás da carreira musical.

Carisma, presença e verdade parecem ser os principais pilares dessa estreia. Yuri Higa não surge como alguém que tenta seguir fórmulas prontas, mas como um artista que entende seu tempo e seu público, apostando em sentimentos reais e em uma estética musical que conversa com diferentes influências. Deus Desenhou nasce com clima de hit romântico, daqueles que atravessam playlists, viralizam em vídeos curtos e embalam histórias de amor reais.

Disponível em todas as plataformas digitais, a música também ganhou um clipe oficial no YouTube, ampliando ainda mais o alcance do lançamento e reforçando a identidade visual do artista. Com essa estreia promissora, Yuri Higa deixa claro que Deus Desenhou é apenas o começo de uma trajetória que tem tudo para render novos capítulos, novas canções e muitos refrões cantados em coro.

Hollywood nas Ruas | Série documental revela a Los Angeles além dos estúdios e estreia em janeiro no YouTube

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Los Angeles é conhecida mundialmente como a cidade onde sonhos ganham forma diante das câmeras. É o endereço dos grandes estúdios, das estreias milionárias e de narrativas que moldaram o imaginário coletivo ao longo de décadas. Mas o que existe quando o foco se afasta dos holofotes e se volta para as calçadas, avenidas e pessoas comuns que circulam pela cidade todos os dias? Essa é a pergunta que guia Hollywood nas Ruas, uma série documental independente que propõe um olhar sensível, direto e profundamente humano sobre a capital do entretenimento.

O projeto foi filmado ao longo de um ano inteiro e reúne entre 40 e 50 horas de material bruto, captado sem encenação, sem falas ensaiadas e sem filtros artificiais. A câmera acompanha o cotidiano de Los Angeles em tempo real, registrando encontros espontâneos e situações que revelam a cidade como ela realmente é. A estreia acontece no dia 12 de janeiro, às 21h, no canal do YouTube da Multitalentos.

A narrativa se desenvolve a partir da chegada da atriz brasileira Gabriella Vergani aos Estados Unidos. Em seus primeiros passos no país, ela vive o impacto de estar em uma cidade que simboliza oportunidades, mas que também impõe desafios constantes. Sua jornada funciona como ponto de partida para apresentar Los Angeles não apenas como cenário, mas como personagem central da série. A cidade aparece viva, contraditória e em constante transformação.

Filmada majoritariamente em locações reais, Hollywood nas Ruas constrói um retrato íntimo de regiões centrais e áreas turísticas que passaram por mudanças visíveis nos últimos anos. O projeto não busca o choque fácil nem a exploração sensacionalista das dificuldades urbanas. Pelo contrário, aposta na observação atenta, na escuta e na convivência direta com o espaço público para contextualizar fenômenos sociais de forma respeitosa e honesta.

Após a pandemia de COVID-19, Los Angeles enfrentou um agravamento de crises sociais que se tornaram cada vez mais evidentes nas ruas. Questões ligadas à saúde pública, moradia e uso de substâncias químicas passaram a fazer parte do cotidiano urbano. Dados nacionais do Centers for Disease Control and Prevention apontam os opioides sintéticos, especialmente o fentanil, como um dos principais fatores relacionados às mortes por overdose nos Estados Unidos.

No recorte local, o Departamento de Saúde Pública do Condado de Los Angeles registrou uma redução de 22 por cento nas mortes por overdose em 2024 em comparação a 2023, incluindo uma queda significativa de 37 por cento nos casos associados ao fentanil. Ainda assim, reportagens do Los Angeles Times indicam que a substância continua presente na dinâmica da cidade, influenciando diretamente a vida nas ruas e o funcionamento dos espaços urbanos.

É dentro desse contexto que Hollywood nas Ruas encontra sua força narrativa. A série expõe o contraste entre a imagem global de Los Angeles, construída ao longo de décadas pelo cinema e pela indústria cultural, e as realidades humanas que coexistem no mesmo território. Ao mesmo tempo, o projeto reconhece que a cidade segue sendo um dos maiores polos criativos do planeta, movimentando bilhões de dólares todos os anos e atraindo artistas de diferentes países em busca de oportunidades.

A câmera acompanha conversas casuais, deslocamentos urbanos e situações inesperadas, revelando histórias que dificilmente chegam às telas tradicionais. Gabriella Vergani surge como mediadora desse olhar, alguém que observa, escuta e aprende enquanto percorre uma cidade tão fascinante quanto desafiadora. Sua experiência pessoal se mistura ao retrato coletivo de uma metrópole que acolhe sonhos, mas também exige resiliência.

Com linguagem acessível e estética documental, Hollywood nas Ruas se posiciona como uma obra que valoriza o tempo e a presença. Em vez de respostas prontas, a série oferece reflexão e empatia, convidando o público a enxergar Los Angeles além dos estereótipos. A escolha pelo YouTube como plataforma de estreia reforça o caráter democrático do projeto e amplia seu alcance, conectando diferentes públicos a uma narrativa construída a partir da realidade.

Natal em risco! Tela Quente aposta em superprodução de ação com “Operação Natal” nesta segunda (22)

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A Tela Quente desta segunda-feira, 22 de dezembro de 2025, leva ao ar uma das produções mais ambiciosas já ambientadas no universo natalino. A TV Globo exibe Operação Natal, título brasileiro do filme Red One, uma comédia de ação que combina fantasia, aventura e espetáculo cinematográfico em uma narrativa que transforma o Natal em uma missão de escala global.

Lançado originalmente nos cinemas em 2024, o longa-metragem propõe uma releitura moderna e ousada dos símbolos clássicos natalinos. Em vez de trenós, apenas renas e presentes, o público é apresentado a uma estrutura secreta altamente tecnológica responsável por garantir que o Natal aconteça todos os anos sem falhas. Quando essa engrenagem perfeita entra em colapso, o mundo inteiro corre o risco de viver um fim de ano sem celebração.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama tem início com um evento inesperado que abala profundamente o Polo Norte: o sequestro do Papai Noel. A situação gera um estado de emergência máxima dentro da Força-Tarefa ELF, uma organização internacional e sigilosa criada para proteger o Natal e tudo o que ele representa. À frente dessa operação está Callum Drift, comandante experiente e extremamente disciplinado, interpretado por Dwayne Johnson.

Conhecido por sua postura rígida e comprometimento absoluto com a missão, Callum vê-se diante de um desafio que exige mais do que força física e estratégia militar. Para localizar o Papai Noel e evitar o colapso das festividades ao redor do mundo, ele precisa recorrer a uma ajuda nada convencional: Jack O’Malley, o caçador de recompensas mais famoso do planeta. Vivido por Chris Evans, Jack é irreverente, imprevisível e guiado por regras próprias, características que entram em choque direto com o estilo metódico do comandante da ELF.

A parceria entre os dois protagonistas se torna o eixo central da narrativa. A diferença de personalidades cria conflitos constantes, mas também estabelece uma dinâmica envolvente, que equilibra humor e ação. Enquanto Callum representa a ordem e a responsabilidade, Jack personifica o improviso e a ousadia. Juntos, eles percorrem diferentes cenários em uma corrida contra o tempo para resgatar o símbolo máximo do Natal antes que seja tarde demais.

O Papai Noel, interpretado por J. K. Simmons, surge em uma versão menos idealizada e mais contemporânea, reforçando a proposta do filme de atualizar figuras tradicionais para o público atual. Sua ausência não afeta apenas a entrega de presentes, mas ameaça o próprio espírito natalino, afetando crianças e adultos em todas as partes do mundo. A narrativa, assim, amplia o alcance emocional da história, transformando a missão em algo que vai além de uma simples operação de resgate.

O elenco de Operação Natal é um dos grandes atrativos da produção. Além de Dwayne Johnson e Chris Evans, o filme conta com Lucy Liu, Kiernan Shipka, Mary Elizabeth Ellis, Nick Kroll e Kristofer Hivju. Cada personagem desempenha um papel estratégico dentro da trama, contribuindo para a construção de um universo rico e repleto de possibilidades narrativas.

Dirigido por Jake Kasdan e escrito por Chris Morgan, a partir de uma história idealizada por Hiram Garcia, o filme é uma produção canadense e norte-americana que aposta em uma estrutura típica de grandes blockbusters. A proposta é clara: entregar entretenimento de alto impacto, com cenas de ação elaboradas, efeitos visuais de ponta e uma narrativa acessível a diferentes faixas etárias.

As filmagens aconteceram entre outubro de 2022 e fevereiro de 2023, em Atlanta, e envolveram uma complexa logística de produção. O projeto enfrentou desafios nos bastidores, incluindo atrasos que impactaram diretamente o orçamento, elevando os custos para cerca de 250 milhões de dólares. O valor expressivo reflete a escala da produção, que investe pesado em cenários grandiosos, tecnologia avançada e sequências de ação que reforçam o caráter espetacular do filme.

O filme estreou nos cinemas do Brasil, Portugal, Timor-Leste e Macau em 7 de novembro de 2024, chegando posteriormente a outros mercados internacionais. Desde então, o longa se consolidou como uma opção diferenciada dentro do gênero natalino, ao fugir do tom excessivamente sentimental e apostar em uma abordagem mais dinâmica e contemporânea.

A Odisseia | Novo filme de Christopher Nolan ganha primeiro trailer e promete redefinir o épico mitológico no cinema

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Foto: Reprodução/ Internet

O aguardado novo projeto de Christopher Nolan finalmente começou a tomar forma pública. A Odisseia, adaptação cinematográfica do clássico poema épico de Homero, teve seu primeiro trailer divulgado e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre cinéfilos e fãs de grandes produções. A prévia apresenta imagens grandiosas e impactantes, revelando vislumbres de Odisseu, do icônico cavalo de Troia, do temido Ciclope e de outros elementos fundamentais da mitologia grega, deixando claro que Nolan pretende entregar uma experiência cinematográfica épica, ambiciosa e visualmente arrebatadora. Abaixo, confira o vídeo:

Conhecido por sua abordagem autoral, narrativas complexas e domínio técnico incomparável, Christopher Nolan assume o desafio de adaptar uma das histórias mais antigas e influentes da humanidade. Escrita há quase três mil anos, A Odisseia, de Homero, é considerada um dos pilares da literatura ocidental e já inspirou inúmeras releituras em diferentes mídias. No entanto, esta será a primeira vez que a jornada de Odisseu ganhará uma superprodução contemporânea assinada por um dos cineastas mais respeitados do cinema moderno.

O filme é escrito e dirigido por Nolan e traz Matt Damon no papel principal, interpretando Odisseu, o astuto rei de Ítaca. A trama acompanha sua longa e perigosa jornada de retorno ao lar após o fim da Guerra de Troia. Enquanto tenta reencontrar sua esposa, Penélope, Odisseu enfrenta desafios que vão muito além dos campos de batalha, lidando com deuses, monstros e forças sobrenaturais que colocam à prova sua inteligência, resistência e humanidade.

Além de Matt Damon, o elenco de A Odisseia chama atenção pelo peso e diversidade de talentos. O filme conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Zendaya, Lupita Nyong’o, Robert Pattinson, Charlize Theron e Jon Bernthal, entre outros nomes de destaque. Embora os detalhes sobre os personagens interpretados por cada ator ainda estejam sendo mantidos em sigilo, a expectativa é de que o elenco dê vida a figuras centrais da mitologia, como deuses, aliados e antagonistas que cruzam o caminho de Odisseu ao longo de sua jornada.

A produção é assinada por Christopher Nolan e sua esposa e parceira de longa data, Emma Thomas, por meio da produtora Syncopy. A distribuição ficará a cargo da Universal Pictures, estúdio com o qual Nolan já colaborou anteriormente em Oppenheimer (2023), filme que se tornou um enorme sucesso de crítica e público, além de conquistar importantes prêmios da indústria cinematográfica.

O desenvolvimento de A Odisseia começou a ser comentado em outubro de 2024, quando foi revelado que Nolan estava trabalhando em um novo projeto para a Universal. Nos meses seguintes, rumores sobre o elenco e o escopo da produção aumentaram a curiosidade do público. Em dezembro de 2024, a confirmação de que se tratava de uma adaptação direta do poema de Homero consolidou o interesse global em torno do filme.

As filmagens ocorreram entre fevereiro e agosto de 2025 e se destacam pela escala internacional. A equipe passou por diversos países e paisagens impressionantes, incluindo Marrocos, Grécia, Itália, Escócia, Islândia e o Saara Ocidental. Essa diversidade de locações reforça a proposta de criar um mundo visualmente autêntico e grandioso, capaz de traduzir a sensação de uma jornada épica que atravessa mares desconhecidos, ilhas misteriosas e territórios hostis.

Com um orçamento estimado em US$ 250 milhões, o longa se torna o filme mais caro da carreira de Christopher Nolan. O investimento elevado reflete não apenas a ambição narrativa, mas também a aposta em inovação técnica. A produção marca a primeira vez que Nolan realiza um longa-metragem filmado inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm, garantindo imagens de altíssima resolução e uma experiência imersiva sem precedentes nas salas de cinema.

Narrativamente, o filme promete respeitar a essência do poema original, acompanhando os encontros de Odisseu com figuras míticas como as Sereias, a feiticeira-deusa Circe e outros seres que representam tentações, perigos e desafios morais. Mais do que uma simples aventura, o filme é uma história sobre perseverança, identidade, saudade e o desejo humano de retornar ao lar, temas que permanecem universais mesmo após milênios.

Love Alert estreia dia 28 e apresenta novo BL tailandês com romance marcado por tensão e provocações

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O cenário dos dramas BL ganha um novo título em 2025 com a estreia de Love Alert, marcada para o dia 28. Adaptada do romance Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang, de Nottakorn, a série aposta em uma narrativa onde interesses pessoais, disputas de ego e convivência forçada dão origem a um romance silencioso e inesperado.

Criada por Nottakorn, que também assina a obra literária original, a produção segue uma linha mais realista dentro do gênero BL, valorizando o desenvolvimento psicológico dos personagens e as transformações que ocorrem a partir do contato humano. Em vez de grandes declarações, Love Alert constrói sua força nos detalhes e na tensão emocional constante.

Em Love Alert, os personagens se aproximam inicialmente movidos por conveniência e objetivos pessoais. Nenhum deles busca, de fato, um envolvimento emocional, mas a convivência diária acaba quebrando defesas e revelando sentimentos que surgem de forma gradual. A série aposta em olhares, silêncios e confrontos verbais para desenvolver seus romances, evitando soluções rápidas ou idealizadas.

A produção conta com um quarteto protagonista, formado por James Hayward Prescott (Cara mau, meu chefe, 14 Novamente, Episódio especial do Bad Guy My Boss), Kad Ploysupa (Grande Dragão: O Seriado, Geração Y 2, Colega de quarto ruim), David Matthew Roberts (A Lua Oculta, Mi Kham Tuean Prot Ramatrawang) e Fam Thanuphat Poungsuwan (Tritão Amante), que conduzem os principais conflitos e relações da história. A dinâmica entre os personagens se constrói a partir de provocações constantes, jogos de poder e aproximações calculadas, criando um clima de tensão emocional que se transforma ao longo dos episódios.

Inserida no momento de forte expansão dos BLs tailandeses no mercado internacional, a série chega como uma aposta promissora para o público que busca histórias mais maduras, com conflitos bem definidos e relações construídas passo a passo. Com estreia marcada para o dia 28, Love Alert promete conquistar fãs ao mostrar que, às vezes, o amor nasce exatamente onde ninguém está preparado para sentir.

Gachiakuta vai além do mangá e do anime e anuncia adaptação em live-action para os palcos japoneses

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A jornada de Gachiakuta continua se expandindo para além das páginas do mangá e das telas da televisão. Neste domingo, dia 21, foi anunciado que a obra criada por Kei Urana ganhará uma adaptação em live-action em um formato pouco convencional para produções do gênero: uma peça de teatro. O espetáculo terá apresentações programadas entre maio e junho de 2026, passando por Tóquio e Kyoto, duas das cidades mais importantes do cenário cultural japonês.

A novidade reforça o crescimento constante da franquia, que vem conquistando público desde sua estreia na Weekly Shōnen Magazine, da Kodansha, em fevereiro de 2022. Escrita e ilustrada por Kei Urana, com colaboração visual de Ando Hideyoshi, responsável pelos marcantes grafites que definem a identidade estética da obra, Gachiakuta rapidamente se destacou por sua proposta ousada, tanto em narrativa quanto em estilo artístico. Até novembro de 2025, a série teve seus capítulos reunidos em 17 volumes tankōbon, consolidando sua presença no mercado editorial.

O reconhecimento da obra ultrapassou as páginas do mangá. Entre julho e dezembro de 2025, a história ganhou uma adaptação em anime produzida pelo estúdio Bones Film, conhecida por trabalhos de grande impacto visual e narrativo. A boa recepção do público e da crítica levou ao anúncio de uma segunda temporada, confirmando o interesse contínuo pela história e por seu universo sombrio e provocador.

No centro da narrativa está Rudo, um jovem que vive nas favelas de uma sociedade extremamente desigual. Ele pertence aos chamados “tribais”, descendentes de criminosos e pessoas banidas da cidade principal, a Esfera. Desde cedo, Rudo convive com o desprezo da elite, que trata tudo o que considera inútil como lixo, incluindo vidas humanas. Esses descartes são lançados em um gigantesco abismo conhecido como Poço, um local cercado por medo e estigmas.

Criado por seu pai adotivo, Regto, Rudo cresce observando a crueldade do sistema que governa a Esfera. Regto lhe conta que seu pai biológico foi jogado no Poço antes mesmo de seu nascimento, acusado de um crime. Essa revelação molda profundamente a visão de mundo do garoto e fortalece seu sentimento de revolta contra a classe dominante, que vive cercada de privilégios enquanto descarta tudo aquilo que não lhe convém.

A história ganha contornos ainda mais trágicos quando Rudo encontra Regto assassinado ao retornar para casa. Preso no local do crime, ele é imediatamente acusado do homicídio, sem qualquer investigação justa. Por ser um tribal, Rudo é tratado como culpado desde o início. Condenado, ele é lançado no Poço, repetindo o destino de tantas outras pessoas excluídas pela sociedade. Antes de cair, o jovem faz um juramento silencioso de vingança contra aqueles que o condenaram injustamente.

No fundo do Poço, Rudo desperta em um cenário hostil, formado por montanhas de lixo, estruturas abandonadas e criaturas monstruosas criadas a partir dos resíduos descartados pela Esfera. Sua sobrevivência só é possível graças à intervenção de Enjin, um homem misterioso que o resgata e revela uma verdade chocante: o Poço não é o fim do mundo, mas a superfície, onde tudo aquilo que é rejeitado acaba se acumulando.

Enjin apresenta a Rudo os Limpadores, um grupo formado por indivíduos conhecidos como Doadores, capazes de extrair poder emocional de objetos e transformá-los em armas chamadas instrumentos vitais. Esses artefatos são usados para combater as criaturas que infestam o local. Mesmo relutante, Rudo aceita se juntar aos Limpadores, enxergando nessa escolha a única chance de sobreviver e, um dia, retornar à Esfera para confrontar o sistema que o destruiu.

Domingo Maior exibe “Duro de Matar” na noite de hoje (21), um dos maiores clássicos do cinema de ação

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Foto: Reprodução/ Internet

O Domingo Maior de hoje, 21 de dezembro, traz à programação da TV Globo um dos filmes de ação mais emblemáticos da história do cinema. Lançado em 1988, “Duro de Matar” será exibido em rede nacional e promete prender a atenção do público com uma trama intensa, marcada por suspense, ação contínua e um protagonista que se tornou símbolo do gênero.

Estrelado por Bruce Willis, o longa acompanha a história de John McClane, um detetive da polícia de Nova York que viaja a Los Angeles na tentativa de passar o Natal ao lado da esposa, Holly Gennaro, interpretada por Bonnie Bedelia. Ela trabalha em uma grande empresa japonesa instalada em um moderno arranha-céu da cidade. O que deveria ser apenas uma visita familiar se transforma em um pesadelo quando o prédio é invadido por um grupo de criminosos altamente organizados durante uma festa corporativa. (Via AdoroCinema)

Preso dentro do edifício e praticamente sem recursos, McClane se vê obrigado a agir sozinho para enfrentar os invasores e tentar salvar os reféns, incluindo sua própria esposa. Descalço, ferido e em clara desvantagem numérica, o policial usa inteligência, improviso e coragem para atrapalhar os planos do grupo, liderado pelo carismático e calculista Hans Gruber, papel que marcou a carreira de Alan Rickman.

A tensão do filme se constrói a partir do isolamento do protagonista e da sensação constante de perigo. Diferente de outros heróis de ação da época, John McClane não é apresentado como alguém invencível. Ele sente dor, comete erros e demonstra medo, características que ajudaram o personagem a se conectar com o público e a redefinir o arquétipo do herói no cinema de ação dos anos 1980.

Além de Bruce Willis e Alan Rickman, o elenco conta ainda com Bonnie Bedelia, Alexander Godunov, Reginald VelJohnson e Paul Gleason, que ajudam a dar profundidade à trama e sustentação emocional à narrativa. A química entre os personagens e os diálogos bem construídos contribuem para o ritmo ágil do filme, que mantém a tensão do início ao fim.

O longa-metragem foi dirigido por John McTiernan, cineasta que se tornaria referência no gênero após também comandar produções como “Predador” e “Caçada ao Outubro Vermelho”. Sua direção é marcada por cenas de ação bem coreografadas, uso eficiente dos espaços fechados e uma narrativa que equilibra momentos de suspense com explosões e confrontos intensos.

O filme é baseado no romance “Nothing Lasts Forever”, lançado em 1979 pelo escritor Roderick Thorp. A adaptação para o cinema modernizou a história e ampliou seu alcance, transformando-a em um sucesso de bilheteria e crítica. Com o passar dos anos, “Duro de Matar” deixou de ser apenas um filme de ação para se tornar um verdadeiro fenômeno cultural, frequentemente associado às exibições de fim de ano na televisão.

Para quem quiser assistir além da exibição na TV aberta, “Duro de Matar” também está disponível no catálogo do Disney+, por meio de assinatura. A presença do filme no streaming reforça sua relevância contínua e permite que novas gerações conheçam a obra ou que fãs revisitem um dos títulos mais marcantes do cinema de ação.

De assassino lendário a aluno do ensino fundamental: Kill Blue ganha tom mais maduro e prepara estreia em anime para abril de 2026

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A adaptação em anime de Kill Blue, mangá escrito e ilustrado por Tadatoshi Fujimaki, teve um novo trailer divulgado neste domingo, dia 21, junto com a confirmação oficial de sua data de estreia. A série animada chega à televisão japonesa em abril de 2026, com exibição prevista pela TV Tokyo e emissoras afiliadas. A produção fica a cargo do estúdio Cue e marca mais um passo importante na consolidação da obra como um dos títulos de destaque da nova geração da Weekly Shōnen Jump.

Lançado originalmente em abril de 2023, Kill Blue rapidamente se destacou entre os leitores da revista por apresentar uma proposta diferente do padrão tradicional de ação juvenil. A série acompanhou publicação regular até setembro de 2025, quando foi encerrada com seu capítulo final. Ao longo desse período, os capítulos foram reunidos em treze volumes no formato tankōbon, lançados entre setembro de 2023 e dezembro de 2025. O anúncio do anime ocorreu no mesmo dia da conclusão do mangá, reforçando o sucesso editorial da obra.

A trama acompanha Juzo Ogami, um assassino profissional de 40 anos que atua para o sindicato ZOO, organização criminosa conhecida por reunir os melhores matadores do submundo. Reconhecido como o mais eficiente de seu grupo, Ogami leva uma vida marcada pela violência e pela ausência de vínculos pessoais. Sua rotina muda de forma radical durante uma missão contra criminosos ligados à Mitsuoka Pharmaceuticals, empresa especializada em manipulação genética. Ao ser picado por uma vespa alterada geneticamente, o protagonista sofre uma regressão física e passa a ter o corpo de um garoto de 12 anos.

A mudança inesperada impede Ogami de continuar exercendo sua função como assassino, já que sua nova aparência chama atenção e compromete qualquer operação secreta. Diante disso, o líder do sindicato ZOO decide atribuir ao matador uma missão provisória enquanto pesquisadores tentam desenvolver um antídoto para reverter o efeito da vespa. Ogami deve se matricular em uma escola de ensino fundamental e avaliar se o local é seguro para a filha do chefe, que pretende estudar ali.

O que começa como uma tarefa simples acaba se transformando em um dos principais elementos narrativos de Kill Blue. Sem nunca ter frequentado uma escola na infância, Ogami passa a vivenciar uma rotina completamente diferente daquela que conhecia. A convivência com colegas, professores e atividades escolares desperta no personagem sentimentos até então desconhecidos. O contraste entre sua experiência como assassino e os desafios cotidianos da vida escolar cria situações que equilibram humor e reflexão, sem perder o ritmo da ação.

Mesmo inserido nesse novo ambiente, Ogami continua ligado ao mundo do crime. Ele precisa conciliar sua vida como estudante com missões ocasionais e com as ameaças que surgem a partir da Mitsuoka Pharmaceuticals. Nesse contexto, ganha destaque a personagem Noren Mitsuoka, herdeira da empresa e peça central para compreender os experimentos genéticos que deram origem à vespa responsável pela transformação do protagonista. A presença de Noren adiciona tensão à narrativa e amplia os conflitos relacionados ao uso da ciência sem limites éticos claros.

Do ponto de vista editorial, o anime consolidou seu espaço na Weekly Shōnen Jump ao apostar em um protagonista atípico e em uma abordagem que mistura ação, comédia e desenvolvimento emocional. Tadatoshi Fujimaki construiu uma história que vai além dos confrontos físicos, explorando temas como identidade, amadurecimento e a possibilidade de recomeço. Ao longo de seus treze volumes, a obra manteve uma narrativa coesa e uma recepção positiva por parte do público.

A publicação internacional também contribuiu para a popularidade da série. Plataformas como Manga Plus e Viz Media disponibilizaram Kill Blue em inglês de forma simultânea ao lançamento japonês, permitindo que leitores de diferentes países acompanhassem a história em tempo real. A Viz Media iniciou ainda a publicação digital dos volumes em julho de 2024, ampliando o acesso ao título fora do Japão.

A adaptação em anime será dirigida por Hiro Kaburagi, com design de personagens assinado por Miho Daidōji. A equipe promete manter fidelidade ao material original, preservando o equilíbrio entre cenas de ação, momentos cômicos e passagens mais introspectivas. O trailer divulgado recentemente indica uma produção cuidadosa, com animação fluida e ambientação fiel ao mangá.

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