Matrix 5 | Diretor evita confirmar retorno de Keanu Reeves e mantém detalhes sob sigilo

O desenvolvimento de Matrix 5 segue envolto em discrição e poucas confirmações oficiais. Em entrevista recente, o roteirista e diretor Drew Goddard comentou pela primeira vez sobre o novo capítulo da franquia, mas adotou cautela ao abordar pontos centrais do projeto, incluindo a possível volta de Keanu Reeves e de outros nomes associados à saga original.

Ao ser questionado sobre o elenco, Goddard evitou qualquer confirmação. “Não posso falar sobre isso”, afirmou, sem indicar se há negociações em curso. A resposta reforça a estratégia de confidencialidade adotada nesta fase inicial, comum em produções de grande porte que ainda estão em desenvolvimento criativo.

O diretor também preferiu não detalhar o enredo ou o estágio avançado do roteiro. Segundo ele, o projeto ainda se encontra em fase de escrita, o que exige liberdade para construção narrativa. “Preciso de espaço para encontrar a melhor história”, explicou. Apesar da ausência de informações concretas, Goddard destacou que pretende preservar os elementos que consolidaram a identidade da franquia, partindo de uma conexão pessoal com o material original.

Durante a entrevista, o cineasta ressaltou a influência das criadoras da saga, Lana Wachowski e Lilly Wachowski. Responsáveis pela concepção e direção dos primeiros filmes, as irmãs estabeleceram um padrão narrativo e estético que redefiniu o gênero da ficção científica no cinema. Goddard afirmou que o impacto dessas obras foi determinante em sua formação criativa e que encara o novo projeto como uma responsabilidade significativa.

O diretor também comentou a recepção de Matrix Resurrections, quarto longa da franquia. Lançado em um contexto marcado pela pandemia de COVID-19, o filme apresentou desempenho abaixo do esperado nas bilheterias e dividiu a crítica. Na avaliação de Goddard, fatores externos contribuíram diretamente para esse resultado, incluindo o modelo de lançamento simultâneo adotado pela Warner Bros., que disponibilizou o título nos cinemas e no streaming ao mesmo tempo.

Apesar da recepção mista, o diretor defendeu o longa e destacou seu caráter mais introspectivo. Para ele, a produção se diferencia dos demais capítulos ao investir em uma abordagem emocional, com foco nos personagens e em suas relações. Essa leitura reforça a diversidade de tons que a franquia assumiu ao longo dos anos.

Até o momento, não há definição oficial sobre o formato de Matrix 5. O projeto pode seguir como continuação direta dos eventos anteriores, explorar histórias paralelas dentro do mesmo universo ou até propor uma reinterpretação da narrativa original. A ausência de detalhes mantém o interesse do público e da indústria, especialmente diante da relevância histórica da franquia.

Lançado em 1999, Matrix se tornou um marco ao combinar ação estilizada, conceitos filosóficos e efeitos visuais inovadores. O filme influenciou gerações de cineastas e consolidou uma base de fãs global, dando origem a sequências que expandiram o universo narrativo, ainda que com recepção irregular ao longo do tempo.

Após Matrix Revolutions (2003), considerado o encerramento inicial da trilogia, a franquia permaneceu em hiato por quase duas décadas. Durante esse período, as próprias Wachowski demonstraram resistência à ideia de novas continuações, criticando a tendência da indústria em investir em reboots e sequências. Ainda assim, o interesse do estúdio em expandir a marca se manteve ativo.

Em 2017, surgiram as primeiras movimentações concretas para um novo projeto, com o roteirista Zak Penn envolvido em propostas que exploravam histórias paralelas dentro do universo já estabelecido. Entre as ideias discutidas estavam narrativas centradas em personagens conhecidos, como Morpheus, além da possibilidade de um universo expandido. Essas iniciativas indicavam o interesse da Warner Bros. em manter a franquia relevante para novas gerações.

O retorno efetivo aconteceu com Matrix Resurrections, lançado em 2021 com direção de Lana Wachowski e o retorno de nomes como Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss. O filme buscou revisitar os personagens clássicos sob uma nova perspectiva, abordando temas como memória, identidade e reinvenção. Apesar das críticas divididas, a produção reacendeu o debate sobre o futuro da franquia.

Agora, com Matrix 5 em desenvolvimento, o desafio será equilibrar legado e inovação. As declarações de Drew Goddard indicam um processo cuidadoso, focado na construção de uma narrativa que respeite a essência da saga ao mesmo tempo em que apresente novos caminhos.

O Morro dos Ventos Uivantes | Saiba quando o romance estrelado por Margot Robbie chega as plataformas digitais

A nova versão de “O Morro dos Ventos Uivantes” já tem data para chegar ao público fora das salas de cinema. O longa dirigido por Emerald Fennell será disponibilizado para compra e aluguel em plataformas digitais a partir de 29 de março de 2026, ampliando o alcance de uma das adaptações mais comentadas do ano.

Inspirado no romance publicado em 1847 por Emily Brontë, o filme aposta em uma abordagem contemporânea e assume uma leitura autoral da obra. Em vez de seguir fielmente a estrutura literária, a produção reorganiza eventos e intensifica conflitos para destacar o caráter emocional e psicológico da narrativa. A proposta é apresentar uma história marcada por desejo, ressentimento e impulsos contraditórios, afastando-se do romantismo clássico que consagrou o livro.

O protagonismo fica por conta de Margot Robbie, no papel de Catherine Earnshaw, e Jacob Elordi, que interpreta Heathcliff. A relação entre os personagens estrutura a trama e é conduzida por uma dinâmica instável, que transita entre afeto intenso e conflitos constantes. A história acompanha o vínculo construído desde a juventude até a vida adulta, quando diferenças sociais e escolhas pessoais ampliam tensões e consequências.

A adaptação se distingue pela ênfase em uma atmosfera mais densa e sensorial. A direção de Fennell investe em uma narrativa que prioriza estados emocionais, explorando o comportamento dos personagens em situações limite. Essa abordagem aproxima o longa de um drama psicológico, no qual os conflitos internos têm peso determinante no desenvolvimento da trama.

A estética visual também contribui para a construção do filme. A fotografia assinada por Linus Sandgren utiliza película e formatos clássicos para criar imagens que valorizam textura e profundidade. As locações no Reino Unido, especialmente na região de Yorkshire, reforçam o clima melancólico e ajudam a traduzir visualmente o isolamento e a tensão presentes na história.

Outro elemento que diferencia a produção é a trilha sonora. A participação da cantora Charli XCX introduz músicas inéditas que dialogam com o público contemporâneo. A inserção de sonoridade pop em uma narrativa de época cria um contraste deliberado e reforça o caráter moderno da adaptação.

O desempenho comercial do longa também chama atenção. Desde a estreia nos cinemas, a produção acumulou mais de US$ 230 milhões em bilheteria mundial, posicionando-se entre os títulos de maior arrecadação de 2026. O resultado confirma o interesse do público por releituras de obras clássicas, especialmente quando apresentadas com linguagem atualizada e forte apelo visual.

A recepção crítica, por outro lado, foi heterogênea. Parte da imprensa destacou a ousadia estética e a proposta autoral da diretora, enquanto outra parcela apontou o distanciamento em relação ao texto original como um fator controverso. Ainda assim, o filme conseguiu se consolidar como um dos lançamentos mais debatidos do período, gerando discussões sobre os limites entre adaptação e reinvenção.

A chegada às plataformas digitais representa uma nova etapa na estratégia de distribuição da Warner Bros. Pictures, permitindo que o público tenha acesso ao longa em ambiente doméstico, com maior flexibilidade de consumo. O modelo de compra e aluguel sob demanda atende a uma demanda crescente por lançamentos recentes disponíveis fora do circuito tradicional de exibição.

Emergência Radioativa | Descubra o que é história real e o que é ficção na série da Netflix

A minissérie Emergência Radioativa, lançada em 18 de março de 2026 pela Netflix em parceria com a Gullane, revisita o acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia em 1987. A produção brasileira combina drama histórico e narrativa ficcional para mostrar a gravidade de um dos episódios mais marcantes da história recente do país. Com direção geral de Fernando Coimbra e roteiros de Gustavo Lipsztein, Rafael Spínola, Stephanie Degreas e Fernando Garrido, a obra acompanha a disseminação da radiação e o esforço de profissionais e cidadãos para salvar vidas.

A trama começa quando dois catadores de recicláveis, Wagner Pereira e Roberto Alves, encontram uma máquina de radioterapia abandonada em uma clínica. Ao remover a cápsula de chumbo que continha 19 gramas de Césio-137, expõem a substância altamente radioativa, que brilhava em azul no escuro. O material atrai a atenção de moradores e acaba sendo levado para um ferro-velho, espalhando contaminação por diferentes pontos da cidade. Os primeiros sintomas nas vítimas, como vômitos e tontura, foram confundidos inicialmente com intoxicação alimentar.

Para conter a crise, autoridades isolaram áreas e realizaram exames em mais de 110 mil pessoas, identificando 249 com níveis críticos de radiação. Centenas de moradores permaneceram em abrigos temporários. Sueli de Moraes, vice-presidente da associação de vítimas, relembra que era necessário tomar banho com água, vinagre e sabão de coco e trocar de roupa a cada meia hora durante os meses de quarentena. O balanço oficial apontou quatro mortes imediatas, enquanto a série menciona 16 vítimas fatais ao longo dos anos. A limpeza envolveu a demolição de dezenas de casas e a contenção de toneladas de lixo radioativo, tornando o episódio o maior acidente radiológico do mundo fora de usinas nucleares.

O elenco principal inclui Johnny Massaro, Paulo Gorgulho, Tuca Andrada, Bukassa Kabengele, Ana Costa, Alan Rocha, Antonio Saboia, Clarissa Kiste e Leandra Leal. Massaro interpreta Márcio, personagem fictício que sintetiza o trabalho de dezenas de médicos, cientistas e agentes públicos que atuaram na contenção do desastre. A série concentra esforços de várias pessoas reais em poucos personagens centrais para criar narrativa mais coesa e dramática. Personagens inspirados em vítimas, como Celeste, remetem a histórias reais, mas foram dramatizados e reorganizados cronologicamente para intensificar o impacto emocional.

As filmagens começaram em maio de 2025 em São Paulo e cidades da Grande São Paulo, como Osasco e Santo André. Apesar de a história se passar em Goiânia, a escolha de locações fora da cidade gerou críticas do Conselho Municipal de Cultura local por não valorizar a região onde o acidente aconteceu. A produção buscou criar cenários que transmitissem a gravidade da tragédia sem perder a sensibilidade em relação às vítimas.

A minissérie não apenas dramatiza o acidente, mas também destaca o lado humano e emocional das pessoas afetadas. Ela mostra famílias que perderam entes queridos, moradores que lidaram com medo e incerteza e profissionais que trabalharam sem reconhecimento. A dramatização torna visível o esforço coletivo, mas ao mesmo tempo personaliza a narrativa, permitindo que o público compreenda a dimensão humana da tragédia.

Além de retratar a contaminação e o trabalho de emergência, a produção aborda o impacto social e político do acidente. Atualmente, cerca de 600 sobreviventes recebem pensões do governo. Projetos recentes propõem reajustes significativos nos auxílios, reconhecendo os danos contínuos causados pela radiação. Essa contextualização social reforça a importância da obra como registro histórico e reflexão sobre responsabilidade pública.

A série equilibra fatos históricos com dramatização. O acidente, que mobilizou dezenas de profissionais e deixou um legado duradouro de cuidados médicos e sociais, é apresentado de forma condensada em poucos personagens e cenas-chave. Essa escolha narrativa permite que o público compreenda o alcance do desastre sem se perder em detalhes técnicos, ao mesmo tempo que mantém a tensão e o engajamento emocional.

O livro “37 anos – Césio-137, A História do Acidente Radioativo em Goiânia”, publicado pelo governo de Goiás em 2024, serviu como referência para a produção. Fotografias reais documentam o ferro-velho, a contaminação e as medidas de contenção, enquanto a série dramatiza o cotidiano das vítimas e dos profissionais, aproximando a narrativa do espectador.

Emergência Radioativa também evidencia a coragem e a dedicação daqueles que enfrentaram a radiação. O protagonista Márcio, embora fictício, representa a determinação dos cientistas e médicos que trabalharam para conter o desastre, muitas vezes em condições precárias e sem reconhecimento imediato. A produção reforça a ideia de que cada ação individual fez diferença no resultado final, mesmo em um evento de proporções históricas.

A dramatização estende-se às histórias das vítimas, buscando humanizar o episódio sem perder a seriedade do acontecimento. A minissérie consegue transformar números e estatísticas em relatos palpáveis, mostrando o impacto da radiação nas vidas das pessoas. A narrativa enfatiza a resiliência e a luta pela sobrevivência, tornando a série ao mesmo tempo educativa e emocionalmente envolvente.

Supergirl | Filme da DC com Milly Alcock terá orçamento contido de US$ 100 milhões

A DC Studios prepara o lançamento de Supergirl, longa-metragem centrado na heroína da DC Comics, com estreia prevista para 26 de junho de 2026. Produzido por James Gunn e Peter Safran, com roteiro assinado por Ana Nogueira e direção de Craig Gillespie, o projeto propõe uma abordagem contemporânea de Kara Zor-El, explorando sua trajetória como protagonista, os dilemas da responsabilidade heroica e a construção da identidade em um universo cinematográfico em renovação. A obra será distribuída pela Warner Bros. Pictures e marca o início do capítulo Deuses e Monstros, o primeiro do novo DCU.

O desenvolvimento da produção teve início em 2018, após a personagem ganhar destaque em The Flash (2023), interpretada por Sasha Calle. Na época, a companhia buscava novas direções após resultados financeiros e críticas mistos de outras produções da franquia. Com a chegada de Gunn e Safran à liderança em outubro de 2022, o projeto passou por ajustes estratégicos dentro de um plano de “soft reboot”. Inicialmente anunciado como Supergirl: Woman of Tomorrow, o subtítulo foi removido em junho de 2025, sinalizando uma reformulação na apresentação da personagem.

Fontes do site Puck indicam que o custo da produção será de US$ 100 milhões, considerado contido para padrões de superproduções de heróis. Em comparação, o longa Cara-de-Barro, outro título do estúdio, terá orçamento estimado em US$ 40 milhões. Apesar do valor moderado, a expectativa é de que o filme combine tecnologia de ponta e efeitos visuais sofisticados com narrativa intimista, focando na evolução emocional da protagonista.

O elenco principal traz Milly Alcock no papel da protagonista, refletindo a renovação do casting do DCU. A trama acompanha a jovem durante seu 23º aniversário, quando parte em uma missão pelo espaço ao lado de seu cão Krypto e conhece Ruthye Marye Knoll. Um evento traumático desencadeia uma série de desafios que testam tanto sua força física quanto a resiliência psicológica.

As filmagens foram realizadas entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, com locações na Inglaterra e Escócia, além de cenas adicionais previstas na Islândia. O diretor de fotografia Rob Hardy explorou cenários grandiosos e tecnologia de ponta, mesclando elementos de fantasia para construir uma estética fiel à mitologia da personagem. David Krumholtz e Emily Beecham interpretam Zor-El e Alura In-Ze, pais da protagonista, reforçando o núcleo familiar do longa.

O projeto enfrentou obstáculos significativos ao longo do tempo. A produção, inicialmente anunciada em 2018, foi temporariamente suspensa em razão da pandemia de COVID-19. Mudanças estratégicas e a transição na liderança do estúdio alteraram o cronograma até que Gunn e Safran consolidaram um plano coeso, garantindo que o longa se integrasse ao arco do DCU. Em janeiro de 2023, os executivos revelaram os primeiros títulos do capítulo inaugural, entre eles a adaptação da minissérie Supergirl: A Mulher do Amanhã (2021-22), escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely.

O projeto também gerou impacto no mercado editorial: após o anúncio, as edições da minissérie esgotaram rapidamente em lojas físicas e plataformas digitais. Gunn trabalhou diretamente com Jim Lee, diretor de criação da DC Comics, para garantir reposição de cópias. Durante a divulgação de The Flash, Sasha Calle expressou interesse em retornar ao papel, mas Gunn optou por seguir nova direção, abrindo espaço para Alcock assumir o protagonismo.

O roteiro de Ana Nogueira foi determinante para o posicionamento do filme dentro do DCU, sendo considerado suficientemente sólido para colocá-lo como o segundo título do novo capítulo, depois de Superman (2025). Entre os elementos confirmados, o longa inclui o cão superpoderoso Krypto, e a narrativa conecta-se à cena pós-créditos de Superman, com pôster oficial lançado em julho de 2025 exibindo o slogan “Look Up”, grafitado como “Look Out”, simbolizando a mudança de tom e abordagem mais ousada da história.

Cinemaço deste domingo (22) exibe “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”, estrelado por Keanu Reeves

Neste domingo, 22 de março, a TV Globo exibe o Cinemaço com o filme “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”, sequência do sucesso que consagrou Keanu Reeves como um dos protagonistas mais emblemáticos do cinema de ação contemporâneo. O longa, lançado em 2017, combina suspense, violência estilizada e narrativas de vingança, mantendo a tradição da franquia de apresentar um herói implacável enfrentando um mundo de criminosos perigosos.

O enredo acompanha John Wick, ex-assassino a soldo que se vê forçado a voltar à ativa quando é cobrado por uma dívida. Sua missão é eliminar uma poderosa mafiosa italiana, mas rapidamente ele descobre que sua vida está em jogo, com um contrato milionário sendo aberto contra sua própria cabeça. O filme constrói uma narrativa de sobrevivência e estratégia, na qual Wick precisa usar toda sua habilidade para superar adversários e proteger sua própria vida.

O elenco do longa reúne grandes nomes do cinema internacional, reforçando o caráter épico da produção. Keanu Reeves retorna ao papel do protagonista, enquanto Ian McShane vive Winston, proprietário do icônico Continental Hotel. Laurence Fishburne, Common como Cassian, chefe da segurança de uma influente senhora do crime, Claudia Gerini, Riccardo Scamarcio, Bridget Moynahan e John Leguizamo completam o time, oferecendo performances que equilibram ação intensa com nuances dramáticas.

A produção do filme teve início em outubro de 2015, com gravações realizadas em Nova Iorque, Itália e Montreal, Canadá. Locais emblemáticos como Manhattan e a Station Place des Arts foram utilizados para criar uma ambientação que reforça o clima urbano e internacional da narrativa. Dirigido por Chad Stahelski e escrito por Derek Kolstad, o filme mantém a estética neo-noir e o estilo de ação coreografada que transformaram a franquia em referência no gênero.

“Um Novo Dia Para Matar” também aprofunda o universo do Continental Hotel, espaço que funciona como refúgio para assassinos profissionais. O local é regido por regras rigorosas e códigos de conduta, e se torna parte central da narrativa, adicionando tensão e complexidade à trama. Os espectadores acompanham Wick navegando por esse sistema, enfrentando inimigos implacáveis e testando limites físicos e emocionais.

Desde o anúncio da sequência, a expectativa foi alta. Em fevereiro de 2015, a Lionsgate confirmou a produção do longa e garantiu o retorno de Reeves e da equipe técnica. A produção teve um orçamento estimado em US$ 40 milhões e arrecadou cerca de US$ 171,5 milhões mundialmente, consolidando o sucesso da sequência e confirmando a popularidade do personagem.

Além das cenas de ação impressionantes, o filme aposta em efeitos visuais detalhados, coreografias complexas e sequências de combate que se tornaram marcas registradas da série. Cada confronto de Wick é coreografado para combinar agilidade, precisão e impacto visual, criando momentos de grande tensão e emoção para o espectador.

A exibição no Cinemaço oferece ao público a oportunidade de acompanhar um dos filmes mais emblemáticos da franquia, ideal para quem busca entretenimento intenso e envolvente. A narrativa de Wick, marcada pela vingança e pela luta pela sobrevivência, mantém a atenção do público, enquanto o desenvolvimento do universo dos assassinos adiciona camadas de drama e suspense.

Domingão com Huck destaca duelo de Lip Sync entre Melody e Pedro Sampaio e antecipa categoria Revelação do Melhores do Ano 2025

Neste domingo, 22 de março, o Domingão com Huck, apresentado por Luciano Huck, entra no clima do Melhores do Ano 2025, antecipando um dos momentos mais aguardados da premiação: a categoria Revelação. O programa receberá os indicados que se destacaram na televisão ao longo do último ano, proporcionando ao público uma prévia do que será a grande noite de premiação, marcada para o dia 29 de março.

A categoria Revelação reúne cinco nomes que chamaram a atenção com atuações marcantes em novelas e séries recentes: Alana Cabral, intérprete de Joélly em Três Graças; Belo, que vive Misael na mesma produção; Gabriela Loran, como Viviane em Três Graças; L7nnon, no papel de Ryan em Dona de Mim; e Ricardo Teodoro, interpretando Olavinho em Vale Tudo. A votação popular permanece aberta até o programa especial ao vivo, permitindo que o público tenha papel ativo na escolha do vencedor.

Além da categoria Revelação, o Melhores do Ano 2025 conta com outras 12 premiações, que contemplam destaques em atuação, jornalismo, humor e música. A premiação ao vivo mantém a tradição de engajar o público, aproximando telespectadores e artistas e transformando o evento em uma experiência colaborativa e interativa.

Outro ponto alto da edição deste domingo será a Batalha do Lip Sync, um dos quadros mais tradicionais do programa. Nesta semana, Melody e Pedro Sampaio se enfrentarão em performances que prometem criatividade, impacto visual e homenagens a ícones da música. Antes da disputa, os artistas se apresentam com seus sucessos, incluindo a música “Jetski”, com participação de MC Meno K, aquecendo o público para a competição.

Na primeira rodada, Melody aposta na memória afetiva ao surgir como Fada Bela, um personagem icônico da TV, enquanto Pedro Sampaio responde com uma performance inspirada em Ricky Martin, destacando coreografia, presença de palco e energia cênica. O contraste entre os estilos promete prender a atenção da plateia e gerar comentários nas redes sociais.

O segundo momento da batalha deve elevar ainda mais a disputa. Melody pretende se transformar em Ariana Grande, apresentando uma performance pop moderna, enquanto Pedro Sampaio planeja recriar um momento icônico de Bad Bunny, com figurino impactante, coreografia precisa e grande energia de show. O público em casa e na plateia será o juiz dessa competição, e a expectativa é que o vencedor seja revelado ao final do programa.

O Domingão com Huck também antecipa a importância da votação da categoria Revelação, permitindo que o público participe diretamente do reconhecimento de talentos emergentes na televisão brasileira. A interação entre artistas e telespectadores fortalece o engajamento e garante que o prêmio tenha um caráter democrático, refletindo a preferência popular.

No Fantástico deste domingo (22), Felca estreia quadro “Sobre Nós” e discute saúde mental e relações sociais

Neste domingo, 22 de março, o Fantástico, da TV Globo, apresenta a estreia do quadro “Sobre Nós”, conduzido pelo influenciador digital Felca. A novidade marca o início de uma série de seis episódios que traz à tona discussões sobre saúde mental, emoções e relações sociais, temas que afetam diretamente milhões de famílias brasileiras.

A cada episódio, Felca se aproxima do público de maneira íntima e acessível, misturando entrevistas com especialistas, simulações de situações cotidianas e cenas dramatizadas que ilustram os desafios enfrentados por pessoas que lidam com questões emocionais. A proposta é criar um diálogo que seja ao mesmo tempo educativo e acolhedor, permitindo que o espectador se identifique com os relatos apresentados.

No episódio de estreia, o foco é a ansiedade social. Felca se coloca em cenários nos quais se sente observado e julgado, reproduzindo experiências comuns a quem enfrenta essa condição. A partir dessas dramatizações, especialistas explicam os sinais, causas e formas de tratamento da ansiedade social, oferecendo ferramentas práticas para que os espectadores possam reconhecer e lidar com a situação no dia a dia.

O influenciador explica que o quadro tem forte ligação com sua própria trajetória pessoal. “Esse projeto surgiu da minha experiência. Ele reflete o que senti e consegui superar com ajuda da terapia. Foi quase como revisitar minha própria vida e compartilhar aprendizados com os outros”, afirma Felca. Ele também destaca que escolheu tratar apenas de temas com os quais se identifica profundamente, para que o conteúdo seja verdadeiro e relevante.

Além da ansiedade social, “Sobre Nós” vai abordar outros aspectos do cotidiano emocional e social, como autoestima, comunicação interpessoal, depressão, pressões digitais e isolamento. Cada episódio combina cenas encenadas, depoimentos e orientações de especialistas, criando uma abordagem completa que une informação científica à vivência prática.

A produção destaca a importância de conversar sobre saúde mental e reconhecer quando buscar apoio. Felca reforça: “Falar sobre emoções não é sinal de fraqueza, é uma forma de cuidado. Mostrar nossas dificuldades ajuda a reduzir o estigma e inspira outras pessoas a procurarem ajuda quando necessário.”

O quadro também aposta em recursos audiovisuais que aumentam a empatia do público. As simulações fazem com que os espectadores se coloquem no lugar das situações apresentadas, enquanto os especialistas contextualizam os efeitos emocionais e comportamentais, garantindo que a mensagem seja compreendida de maneira prática e sensível.

Com a estreia de “Sobre Nós”, o Fantástico abre espaço para um debate necessário sobre saúde mental e relações sociais, oferecendo conteúdo educativo que alia entretenimento, reflexão e acolhimento. A série promete inspirar mudanças na forma como famílias e indivíduos lidam com emoções, promovendo autoconhecimento, empatia e cuidado consigo mesmo e com os outros.

Felca se apresenta não apenas como mediador do quadro, mas como alguém que compartilha experiências reais, criando identificação com o público e tornando o programa uma ferramenta de conscientização e aprendizado. Cada episódio pretende reforçar que é possível falar sobre sentimentos, compreender as próprias emoções e buscar ajuda sem medo ou julgamento.

Sessão da Tarde da Globo (23 a 27/3) exibe Quando Encontrei Você, Um Laço de Amor, Os Homens São de Marte… e Max: O Cão Herói

Na segunda-feira, 23 de março, a Globo exibe na Sessão da Tarde o filme estadunidense de comédia romântica “Quando Encontrei Você” (Finding You), dirigido por Brian Baugh e baseado no livro There You’ll Find Me (2011), de Jenny B. Jones. A produção, lançada em 2021, reúne no elenco Rose Reid, Jedidiah Goodacre e Katherine McNamara, trazendo um romance que mistura leveza, música e descobertas pessoais.

O longa estreou nos cinemas com boa recepção para um filme de perfil independente, arrecadando cerca de 1 milhão de dólares no fim de semana de lançamento. Somente no primeiro dia, foram 323 mil dólares em 1.314 salas, chegando a 954 mil dólares durante todo o fim de semana, números que evidenciam o interesse do público por histórias de romance e aventuras leves.

A trama acompanha Finley, uma talentosa aspirante a violinista, que viaja para uma pequena vila costeira na Irlanda como parte de seu programa universitário no exterior. É nesse cenário idílico que ela conhece Beckett, jovem estrela de cinema em ascensão. Entre passeios pela cidade, experiências culturais e desafios pessoais, surge um romance inesperado que mistura encanto e desafios.

O enredo se desenvolve a partir do despertar de Finley para novas oportunidades e experiências, enquanto Beckett, acostumado ao brilho e às pressões do estrelato, se deixa envolver por uma relação que o coloca frente a decisões pessoais importantes. A narrativa equilibra momentos de comédia romântica com a reflexão sobre escolhas de vida, identidade e amor verdadeiro.

Entre os pontos que chamam atenção está o retrato da Irlanda como cenário cinematográfico, que não apenas serve de pano de fundo, mas também influencia o desenvolvimento dos personagens e suas decisões. O romance se constrói de forma natural, com encontros casuais que se transformam em experiências transformadoras, mostrando que, às vezes, os encontros inesperados podem alterar completamente o rumo da vida.

Na terça, 24 de março, a Globo exibe o filme estadunidense de drama Um Laço de Amor, lançado em 2017, dirigido por Marc Webb e escrito por Tom Flynn. O longa é estrelado por Chris Evans, Mckenna Grace, Lindsay Duncan, Jenny Slate e Octavia Spencer, reunindo um elenco que equilibra sensibilidade e intensidade emocional em uma história sobre família, talento e escolhas difíceis.

O filme acompanha Frank Adler (Chris Evans), que cria sozinho sua sobrinha Mary (Mckenna Grace), uma menina de 7 anos com habilidades matemáticas excepcionais. Frank deseja proporcionar a Mary uma vida escolar normal, permitindo que ela tenha uma infância comum e experiências típicas de sua idade. No entanto, a mãe de Frank, Evelyn (Lindsay Duncan), percebe o talento extraordinário da neta e propõe planos que podem separá-la do tio, desencadeando um conflito familiar que mistura amor, ambição e proteção.

O projeto do filme começou em 2015, quando Chris Evans foi escalado como protagonista. Logo depois, Mckenna Grace, Octavia Spencer, Lindsay Duncan e Jenny Slate se juntaram ao elenco, trazendo diferentes perspectivas para a história. O orçamento da produção foi de US$ 7 milhões, enquanto a arrecadação mundial chegou a US$ 43 milhões, refletindo tanto a força do elenco quanto a receptividade do público a dramas familiares com temas emocionantes.

Já na quarta, 25 de março, a emissora traz para a tela o filme brasileiro de comédia “Os Homens São de Marte… e É Pra Lá que Eu Vou”, dirigido por Marcus Baldini e protagonizado por Mônica Martelli, Paulo Gustavo e Daniele Valente. O roteiro é assinado por Martelli, Patricia Corso e Susana Garcia, com colaboração de Herson Capri e Pedro Aguilera, e é baseado no monólogo homônimo da própria Mônica Martelli, que ficou nove anos em cartaz no teatro.

O filme acompanha a história de Fernanda (Mônica Martelli), jornalista de 36 anos, que ainda sonha com um relacionamento duradouro, enquanto trabalha irônica e profissionalmente como organizadora de casamentos. Determinada a mudar sua vida amorosa, ela embarca em uma jornada divertida em busca do parceiro ideal, enfrentando situações inusitadas, encontros inesperados e desafios típicos de quem procura o amor.

Lançado em 29 de maio de 2014, o longa foi um sucesso de bilheteria. No primeiro final de semana, 324.916 espectadores assistiram ao filme nos cinemas, totalizando 378.374 ingressos vendidos ao final da primeira semana. A partir da segunda semana, houve uma queda gradual nas vendas, mas o filme atingiu a marca de 1 milhão de espectadores na terceira semana. Ao longo de onze semanas em cartaz, a produção foi assistida por 1.780.466 pessoas, consolidando-se como um dos grandes sucessos do cinema nacional recente.

O sucesso da produção levou à criação de uma série no GNT, que estreou sua terceira temporada em 2017, além de inspirar uma continuação para o cinema, lançada em 28 de dezembro de 2018, intitulada “Minha Vida em Marte”, que segue a protagonista em novas aventuras amorosas.

Nesta quinta, a Sessão da Tarde não será exibida devido à transmissão de jogos de futebol na programação da Globo.

Na sexta, 27 de março, a Globo apresenta o filme norte-americano “Max: O Cão Herói” (2015), que conta a história de um cão do exército enviado para a família de um soldado da Marinha após o desaparecimento de seu dono em combate. Max, treinado para atuar em regiões de conflito no Afeganistão, desempenha funções essenciais como detecção de minas terrestres.

Após a morte de seu parceiro humano, o cão se torna fechado e agressivo, mantendo distância de qualquer outra pessoa. A narrativa ganha um tom de superação e emoção quando Justin, irmão do soldado falecido, decide se aproximar de Max, iniciando uma amizade que transforma a vida de ambos e mostra a força da lealdade animal.

O sucesso do filme levou à produção de uma sequência, “Max 2: White House Hero”, lançada em 5 de maio de 2017 nos cinemas e posteriormente em formatos digital, Blu-ray e DVD. A continuação traz uma história mais leve e familiar, mantendo a essência de companheirismo que conquistou o público no primeiro longa.

No Domingo Espetacular (22), Roberto Cabrini investiga caso Gisele Santana, Edson & Hudson celebram 30 anos e reportagens impactantes

Neste domingo, 22 de março, o Domingo Espetacular apresenta uma edição marcada por investigações aprofundadas, entrevistas exclusivas e reportagens de forte impacto social. A atração traz novos desdobramentos de um caso que ganhou repercussão nacional, além de histórias que envolvem música, tragédia e disputas judiciais milionárias.

O principal destaque da noite é a continuidade da investigação conduzida por Roberto Cabrini sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana. O caso, que inicialmente era tratado como suicídio, passou por uma reviravolta após o avanço das apurações. A hipótese foi descartada e a linha investigativa passou a considerar feminicídio.

Nos últimos dias, o marido da vítima, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, tornou-se suspeito e foi preso pela Corregedoria da Polícia Militar em São José dos Campos, interior de São Paulo. Na reportagem exibida pelo programa, Cabrini apresenta novas informações sobre o andamento do caso, incluindo detalhes da relação entre o casal, que, segundo as investigações, era marcada por conflitos e episódios de ameaça.

A matéria também recupera a entrevista exibida na edição anterior, quando o oficial negou qualquer envolvimento na morte da esposa. Com os novos elementos reunidos pela investigação, o programa amplia o contexto do caso e apresenta o passo a passo das apurações realizadas pelas autoridades.

Outro destaque da edição é a entrevista especial conduzida por Carolina Ferraz com a dupla Edson & Hudson. Os artistas celebram 30 anos de carreira e relembram momentos importantes de sua trajetória na música sertaneja.

Durante a conversa, os irmãos abordam desafios enfrentados ao longo das décadas, conquistas profissionais e a consolidação de um estilo que combina vocais marcantes com solos de guitarra. A reportagem também acompanha os bastidores de um show comemorativo, destacando a preparação para a apresentação e a relação da dupla com o público.

Na área de reportagens especiais, o programa traz um caso de maus-tratos a animais que gerou indignação. Em Goiânia, um cachorro chamado Johnny foi atacado por uma mulher, que lançou um líquido quente sobre o animal. A agressão foi registrada por câmeras de segurança e repercutiu nas redes sociais.

O repórter Paulo Henrique Santos acompanha o caso, mostrando o estado de saúde do cachorro, que sofreu queimaduras, e a mobilização de moradores da região em busca de identificação e responsabilização da agressora. A reportagem também aborda a importância da denúncia em casos de violência contra animais.

O programa ainda revisita o caso da intoxicação por monóxido de carbono que resultou na morte de quatro jovens durante o Réveillon de 2024 em Balneário Camboriú. A reportagem mostra como vive atualmente Geovana Staellen, a única sobrevivente da tragédia.

Segundo as investigações, o gás teria invadido o interior do veículo por meio do sistema de ar-condicionado, após uma falha em uma peça modificada. Geovana não estava no carro no momento e foi responsável por encontrar as vítimas desacordadas. A matéria, assinada por Greici Siezemel, mostra os impactos emocionais do episódio e a forma como a sobrevivente reconstruiu sua rotina.

Fechando a edição, o Domingo Espetacular apresenta os desdobramentos de uma disputa judicial envolvendo uma herança estimada em mais de R$ 100 milhões. Após a morte de um empresário alemão em um acidente de carro na Bahia, uma mulher ingressou na Justiça alegando que ele seria pai de sua filha, reivindicando parte do patrimônio.

No Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel, Luan Pereira, Gustavo Tubarão, Victor Sarro e Renato Albani comandam noite com Jogo das 3 Pistas

Neste domingo, 22 de março de 2026, o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel aposta em uma edição marcada pelo encontro entre música, humor e desafios clássicos da televisão brasileira. Sob o comando de Patricia Abravanel, a atração mantém seu formato tradicional, mas reforça a conexão com o público ao reunir nomes populares das redes sociais, dos palcos e da música em uma mesma noite.

Um dos destaques da programação é o tradicional “Jogo das 3 Pistas”, que coloca frente a frente o cantor Luan Pereira e o influenciador Gustavo Tubarão. Representando universos diferentes, os dois protagonizam uma disputa que exige raciocínio rápido e atenção às dicas apresentadas. Enquanto Luan traz o carisma de quem vive o sucesso nas plataformas musicais, Tubarão aposta no humor e na espontaneidade que o tornaram um fenômeno digital.

A dinâmica do quadro, conhecida do público, segue valorizando tanto o acerto quanto os momentos inesperados. As respostas inusitadas e as reações dos participantes ajudam a construir uma atmosfera leve, onde o entretenimento se sobrepõe à competição.

Na sequência, o programa abre espaço para o “Qual É a Música”, que nesta edição reúne um time de humoristas e criadores de conteúdo. Participam do quadro Victor Sarro, Renato Albani, Júlio Cocielo, Priscila Castello Branco, Jamile Godoy e Tatá Lopes.

O quadro, que desafia os convidados a identificar canções a partir de trechos curtos, ganha um tom ainda mais descontraído com a presença dos humoristas. Entre palpites equivocados, improvisos e momentos musicais espontâneos, a competição se transforma em um espetáculo de interação, mantendo o público engajado do início ao fim.

Outro momento aguardado da noite é o “Nada Além de 1 Minuto Celebridades”, que recebe Denilson Pimpolho. Conhecido por sua trajetória no grupo Art Popular, o artista encara uma série de desafios que precisam ser concluídos em até 60 segundos.

A proposta do quadro é simples, mas exige concentração e precisão. Sob a pressão do tempo, tarefas aparentemente fáceis se tornam mais complexas, criando momentos de tensão e expectativa. O prêmio, que pode chegar a R$ 300 mil, aumenta ainda mais a responsabilidade do participante, que precisa equilibrar habilidade e controle emocional.

O “Show de Calouros” também marca presença na programação, reunindo talentos de diferentes estilos. O júri é formado por Dudu Bertholini, Helen Ganzarolli, Rodrigo Capella, Lord Vinheteiro e o personagem Xaropinho.

Entre as apresentações da noite, o público acompanha performances que vão do modão sertanejo a números com estética drag, além de um cover do grupo Bee Gees. A diversidade de estilos reforça a proposta do quadro de abrir espaço para diferentes formas de expressão artística.

Encerrando a edição, as “Câmeras Escondidas” trazem uma nova pegadinha estrelada por Ivo Holanda e Robin Castro. A produção aposta em um cenário de velório para surpreender participantes convidados a realizar uma tarefa simples de limpeza no local.

A situação, inicialmente comum, ganha contornos inesperados quando fenômenos estranhos começam a acontecer. O ponto alto ocorre quando o personagem interpretado por Robin, fingindo estar morto, passa a levitar, provocando reações intensas de susto e surpresa. A construção gradual do clima e a quebra de expectativa garantem o humor característico do quadro.

notícias em destaque