Vale a pena assistir A Longa Marcha: Caminhe ou Morra? Distopia, violência e crítica social na adaptação do clássico de Stephen King

Em um futuro alternativo dos Estados Unidos, onde a obediência e a produtividade são impostas a qualquer custo, parar significa a morte. Essa é a premissa central de A Longa Marcha: Caminhe ou Morra, adaptação cinematográfica do clássico homônimo de Stephen King, publicado em 1979 sob o pseudônimo Richard Bachman. Lançado nos cinemas brasileiros em 18 de setembro de 2025, o filme não apenas transporta o espectador para uma competição mortal, mas também transforma o horror em uma ferramenta de crítica social, expondo como regimes autoritários podem reduzir vidas humanas a meras peças de espetáculo.

A narrativa acompanha cinquenta adolescentes, um representante de cada estado, selecionados anualmente para participar da chamada Longa Marcha. O desafio é cruel em sua simplicidade: caminhar sem parar. Qualquer desaceleração ou interrupção é punida com a morte, monitorada por soldados armados e transmitida ao vivo para toda a nação. O prêmio para o último sobrevivente não é apenas a sobrevivência, mas a realização de um desejo pessoal, capaz de justificar a dor extrema e o desgaste físico quase insuportável que cada caminhante enfrenta. Entre eles está Ray Garraty (Cooper Hoffman), jovem que enfrenta não apenas a prova física, mas o impacto psicológico de testemunhar a morte de seus colegas, enquanto tenta manter sua humanidade intacta.

A brutalidade como metáfora social

O filme estabelece desde os primeiros minutos sua crítica central: a vida humana transformada em mercadoria e a dor transformada em espetáculo. Cada passo dado pelos jovens caminhantes simboliza não apenas esforço físico, mas também resistência a um sistema que legitima o sofrimento e a competição extrema como entretenimento. Diferentemente de narrativas que romantizam a violência, A Longa Marcha força o espectador a reconhecer o valor de cada vida perdida, subvertendo a lógica de consumo imediato do horror.

Ray Garraty funciona como ponto de identificação do público. Sua trajetória oferece uma visão emocional da competição, mostrando medo, dúvida e determinação. Entretanto, Peter McVries (David Jonsson) se destaca ao equilibrar momentos de alívio e reflexão moral. Suas falas e atitudes apresentam um otimismo que contrasta com a brutalidade da marcha, embora em alguns momentos soem deslocadas frente ao clima de desespero coletivo. Ainda assim, a atuação de Jonsson imprime profundidade ao personagem, que se torna um contraponto necessário à violência e à desesperança que permeiam o longa.

O roteiro, de JT Mollner, mantém a tensão constante, mas por vezes recorre a diálogos didáticos para reforçar a crítica social. Essa escolha narrativa poderia prejudicar o ritmo, mas o impacto visual e a intensidade das cenas de ação e sofrimento compensam qualquer fragilidade verbal, garantindo que o público permaneça envolvido do início ao fim.

Entre violência explícita e horror psicológico

No conto original de King, a brutalidade física é sugerida mais do que mostrada: o leitor acompanha dores, cãibras, pés em carne viva e exaustão extrema, sem a exploração gráfica detalhada típica de adaptações cinematográficas de horror. A intenção é que o sofrimento simbolize a obediência cega ao sistema e a pressão sobre os jovens participantes.

A adaptação cinematográfica, porém, opta por um retrato mais direto do horror físico. Tornozelos quebrados, desmaios, defecações involuntárias e execuções são mostrados de maneira intensa, mas estrategicamente fragmentada, evitando que o choque visual se torne gratuito. Essa abordagem cria um equilíbrio entre impacto sensorial e reflexão crítica, permitindo que o público perceba a dimensão social do sofrimento sem perder a imersão na história. Cada ferida, cada passo doloroso e cada morte carregam peso simbólico, lembrando que a violência da Longa Marcha é também uma alegoria do abuso de poder e da exploração da juventude.

Crítica social e atualidade

O que diferencia A Longa Marcha de outras distopias é seu foco no espetáculo da violência. A transmissão da competição ao vivo reflete a forma como a sociedade contemporânea consome tragédias e sofrimento alheio como entretenimento. Reality shows extremos, redes sociais e cobertura midiática de desastres funcionam como ecos modernos da Longa Marcha, onde dor e medo se tornam produtos para o consumo.

O filme critica não apenas o regime fictício que organiza a marcha, mas também a indiferença do público que assiste passivamente, consumindo vidas humanas como se fossem números ou atrações esportivas. Essa dimensão ética e social é reforçada pelas escolhas narrativas que humanizam cada caminhante, permitindo que o espectador sinta empatia por suas esperanças, medos e perdas.

Personagens e performances

Cooper Hoffman entrega uma performance sensível e realista como Ray Garraty. O jovem ator traduz de forma convincente o impacto da violência, a pressão psicológica da competição e a luta interna para manter valores éticos em meio ao caos. David Jonsson, como Peter McVries, traz carisma e complexidade, funcionando como alívio moral e emocional, ao mesmo tempo em que desafia Ray e o público a refletir sobre escolhas e consequências.

O elenco de apoio contribui significativamente para o equilíbrio da narrativa. Garrett Wareing, Tut Nyuot, Charlie Plummer, Roman Griffin Davis e outros oferecem diversidade de perfis, garantindo que a marcha não se torne uma sequência monótona de sofrimento, mas um microcosmo da juventude americana, com suas contradições, ambições e fragilidades. O vínculo entre os personagens — alianças temporárias, rivalidades e gestos de solidariedade — humaniza ainda mais a história e reforça o peso de cada perda.

Produção e direção

Dirigido por Francis Lawrence e produzido pela Lionsgate Films, o longa é visualmente impactante e narrativamente coerente. A decisão de filmar a produção em ordem cronológica permitiu que os atores experimentassem o desgaste físico e emocional de seus personagens de forma progressiva, aumentando a verossimilhança das performances. A direção enfatiza planos longos, closes intensos e tomadas panorâmicas que ampliam a sensação de cansaço, claustrofobia e inevitabilidade.

A trilha sonora, composta por Jeremiah Fraites, reforça a tensão e a melancolia da narrativa. A canção country “Took a Walk”, interpretada por Shaboozey e Stephen Wilson Jr., contrapõe a brutalidade da marcha com uma sensibilidade sonora que remete às raízes culturais da América, criando uma camada adicional de interpretação e simbolismo. A cinematografia, cuidadosamente planejada, equilibra a exposição gráfica do horror com momentos de contemplação, permitindo ao público refletir sobre o significado mais profundo da narrativa.

O legado de Stephen King e a adaptação cinematográfica

O romance de 1979 já havia despertado interesse em Hollywood por décadas. George A. Romero foi considerado para dirigir em 1988, mas o projeto não avançou. Em 2007, Frank Darabont garantiu os direitos, planejando uma adaptação contida e introspectiva, mas sem concretização. Somente em 2023, a Lionsgate consolidou a produção com Francis Lawrence à frente, entregando uma versão que consegue traduzir para a tela a tensão psicológica, o horror físico e a crítica social presentes na obra original.

A adaptação respeita a essência do texto de King ao mostrar que o medo e a violência, mesmo em contextos extremos, são também construções sociais. Cada morte, cada passo forçado e cada gesto de solidariedade ou conflito entre os caminhantes reforçam a crítica à alienação, à espetacularização da dor e à pressão sobre os jovens. O filme amplia a narrativa original sem perder o simbolismo, conectando a história de 1979 a reflexões contemporâneas sobre poder, mídia e consumo da violência.

Trama e acontecimentos

Ao longo de cinco dias de marcha, os personagens enfrentam desafios físicos extremos e dilemas éticos complexos. Thomas Curley é o primeiro a morrer após cãibras incapacitantes. Barkovitch, responsável indireto pela morte de outro caminhante, sofre colapso mental e termina sua jornada tragicamente. Outros, como Collie e Art, enfrentam deterioração física e psicológica até suas mortes inevitáveis. Ray e Peter permanecem como protagonistas centrais, representando a luta entre sobrevivência, ética e desejo de justiça.

A jornada é também uma crítica ao autoritarismo e à guerra, ambientada em um Estados Unidos devastado por uma segunda guerra civil e governado por um regime militar totalitário. O Major, líder da competição, simboliza o controle absoluto, enquanto o público que assiste à marcha encarna a indiferença social diante da exploração da vida humana. A tensão cresce até o clímax, quando Peter executa o Major com o rifle concedido pelo prêmio, encerrando a marcha de forma simbólica e dramática.

Fernanda Baronne empresta voz à destemida Smurf francesa em nova aventura dos Smurfs nos cinemas

Nesta quinta-feira (17), os cinemas brasileiros recebem um convite para redescobrir o universo mágico dos Smurfs — mas desta vez, com uma novidade que amplia o horizonte azul: a Smurf Coragem, uma personagem destemida, cheia de personalidade, que chega para inspirar e desafiar os pequenos heróis.

Por trás dessa voz forte e vibrante está a talentosa Fernanda Baronne, atriz e diretora de dublagem que mergulha de corpo e alma na interpretação da francesa Smurf Coragem. Com uma trajetória que passeia por grandes nomes do cinema e da animação, Fernanda traz para o papel uma autenticidade rara — fruto não só da experiência profissional, mas de uma relação pessoal profunda com a cultura que a personagem representa.

Após cinco anos vivendo em Paris, Fernanda carrega em si a essência da França, o que transborda em cada entonação, emoção e sutileza vocal que imprime à Smurf Coragem. É como se a personagem tivesse ganhado vida em português com um toque genuíno do charme e da força franceses.

O filme, dirigido por Chris Miller — figura por trás de sucessos como Shrek Terceiro e Gato de Botas —, lança os Smurfs numa aventura inédita: com Papai Smurf capturado pelos perigosos bruxos Razamel e Gargamel, a turma precisa sair do vilarejo e enfrentar o mundo real para salvá-lo. Em meio a esse cenário, a Smurf Coragem não é apenas um rosto novo; é um símbolo da determinação que move cada passo do grupo.

Fernanda transforma essa personagem em mais que uma voz, conferindo-lhe alma e energia, e ajuda a renovar a magia da franquia que conquistou gerações. Sua atuação reforça que, por trás de cada personagem animado, existe uma história humana, feita de vivências, emoções e paixões.

Com essa combinação de tradição e inovação, a nova produção dos Smurfs promete encantar o público, trazendo para as telonas o encontro perfeito entre o antigo e o novo — e com Baronne como uma das vozes que mantém viva essa chama.

Saiba qual filme vai passar na Tela de Sucessos 06/10/2023

O SBT preparou uma atração imperdível para a próxima sexta-feira, 06/10/2023, na Tela de Sucessos. O filme escolhido para a noite é Rota de Fuga, uma emocionante obra cinematográfica originalmente lançada em 2012. Este longa-metragem é estrelado por um elenco de peso, incluindo nomes renomados como Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Jim Caviezel, Vinnie Jones, Amy Ryan, Vincent D’Onofrio, 50 Cent e Sam Neill, sob a direção talentosa de Mikael Håfström. A exibição do Cine Espetacular começa logo após o Programa do Ratinho, então esteja preparado para uma noite repleta de ação e suspense.

A trama do filme gira em torno de Ray Breslin, interpretado por Stallone, um ex-procurador da justiça dos Estados Unidos que agora atua como sócio na Breslin-Clark, uma empresa de segurança sediada em Los Angeles, especializada em testar a segurança de prisões de alta tecnologia. A tarefa de Ray é única e perigosa: ele se infiltra em prisões em todo o país e, em seguida, executa uma fuga, identificando todas as falhas de segurança encontradas no processo. Sua motivação para entrar nesse mundo perigoso está relacionada a uma tragédia não especificada que envolveu sua falecida esposa e filho.

Tudo muda quando Ray e seu parceiro Lester Clark fecham um acordo lucrativo com a agente Jessica Miller da CIA. Em troca de uma quantia substancial de dinheiro, Ray concorda em testar uma prisão de segurança máxima desenvolvida pela agência para abrigar presos extremamente perigosos, incluindo suspeitos de terrorismo. Esta prisão é projetada para manter esses indivíduos virtualmente invisíveis para o mundo exterior. Ray aceita o desafio e se faz passar por um terrorista espanhol chamado Portos em Nova Orleans. No entanto, a situação rapidamente sai de controle quando seus captores removem o microchip de rastreamento de sua pele e o sedam, deixando-o inconsciente.

Ray acorda mais tarde em um local sinistro, um complexo de celas de vidro em um galpão sem janelas para o mundo exterior. A prisão é vigiada por guardas brutais e mascarados. É aqui que ele faz amizade com Emil Rottmayer, interpretado por Schwarzenegger, um criminoso alemão. Juntos, eles elaboram um plano audacioso para escapar. Os dois provocam uma briga propositalmente para serem enviados para celas solitárias, onde Ray começa a estudar o local em busca de qualquer oportunidade de fuga.

O ambiente é constantemente iluminado por potentes refletores que desorientam e desidratam os presos. Ray percebe uma pista crucial: o chão é de alumínio, mas os rebites são de aço. Usando outra briga como distração, Ray, Emil e um prisioneiro turco chamado Javed são novamente colocados em celas solitárias. É então que Ray utiliza uma peça de metal que havia obtido anteriormente de Emil para direcionar a luz dos refletores para os rebites, aquecendo-os e, finalmente, dilatando-os o suficiente para abrir uma rota de fuga.

Curiosidades do filme Rota de Fuga

“Rota de Fuga” é um filme de ação de 2013 que marcou um momento especial na história do cinema, pois trouxe pela primeira vez dois dos maiores astros de ação de todos os tempos, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, compartilhando o tempo de tela como co-protagonistas. Esta colaboração de estrelas lendárias gerou grande entusiasmo entre os fãs do gênero e do cinema como um todo.

Uma das características mais marcantes do filme é o treinamento intenso que Stallone e Schwarzenegger passaram para preparar suas cenas de luta. Ambos os atores são conhecidos por suas proezas físicas e sua dedicação à forma física, mas eles levaram isso a um novo nível para “Rota de Fuga”. Eles passaram horas ensaiando cada movimento, garantindo que as cenas de luta fossem tão autênticas e impactantes quanto possível.

A trama do filme se desenrola em uma prisão de segurança máxima fictícia chamada “A Tumba”. Embora seja uma criação da ficção, essa prisão foi projetada com base em conceitos de prisões de alta segurança da vida real, o que adiciona um elemento de realismo à história.

Além de Stallone e Schwarzenegger, o filme conta com um elenco de apoio notável, incluindo Jim Caviezel como o vilão Warden Hobbes, Sam Neill, Vinnie Jones e Vincent D’Onofrio. Esses atores talentosos contribuem para a riqueza da trama e a complexidade dos personagens.

O filme também é conhecido por suas cenas de ação espetaculares, muitas das quais foram realizadas pelos próprios Stallone e Schwarzenegger. Eles não hesitaram em se envolver diretamente em cenas perigosas e fisicamente exigentes, o que adicionou uma camada adicional de autenticidade e emoção ao filme.

Durante as filmagens, Stallone e Schwarzenegger formaram uma equipe unida, apoiando-se mutuamente em todas as etapas do processo. Sua dinâmica de trabalho positiva no set não apenas contribuiu para o sucesso do filme, mas também trouxe uma sensação de camaradagem entre eles que ressoa na tela.

“Rota de Fuga” foi lançado em alguns países com o título “Escape Plan”, uma tradução direta do título original em inglês. No entanto, em outros lugares, o título foi adaptado de maneiras diferentes para atrair o público local.

O sucesso do filme levou à criação de uma sequência, “Rota de Fuga 2: Hades”, lançada em 2018. Nessa sequência, Sylvester Stallone reprisou seu papel como Ray Breslin e teve a companhia de Dave Bautista no elenco, expandindo ainda mais o universo do filme.

Em resumo, “Rota de Fuga” não é apenas um filme de ação empolgante, mas também um marco na história do cinema, graças à reunião de dois ícones de ação, sua dedicação ao treinamento e à autenticidade das cenas de ação, além de uma trama cheia de reviravoltas e um elenco talentoso que eleva a experiência cinematográfica.

Que horas vai passar a Tela de Sucessos?

Prepare-se para uma noite cheia de adrenalina e reviravoltas enquanto você acompanha Ray e Emil em sua jornada para escapar desta prisão aparentemente impenetrável. Rota de Fuga promete uma mistura emocionante de ação, suspense e estratégia que manterá você grudado na tela do seu televisor durante a Tela de Sucessos desta sexta-feira, a partir das 23h15, na tela do SBT. Não perca esta oportunidade de assistir a um dos filmes mais empolgantes do cinema com um elenco de estrelas.

“Blindado” | Sylvester Stallone assume papel de vilão em ação tensa que estreia no Telecine nesta sexta (01)

Acostumado a vestir a armadura do herói indestrutível, Sylvester Stallone agora cruza a linha. EmBlindado, o ator que virou sinônimo de bravura nas telonas encara um papel sombrio e inusitado: o de vilão implacável. O filme, dirigido por Justin Routt, chega ao catálogo do Telecine no streaming nesta sexta-feira (1º de agosto) e estreia na TV no sábado (2), às 22h, no Telecine Premium.

Pai, filho e um caminhão cheio de tensão

A história acompanha James Brody (Jason Patric), um veterano guarda de segurança de carro-forte, que vê a oportunidade de se reaproximar do filho adolescente, Casey (Josh Wiggins), durante uma missão aparentemente rotineira: transportar uma carga de valor entre bancos. O que era para ser um dia tranquilo vira um jogo brutal de vida ou morte.

Encurralados em uma ponte deserta, eles descobrem que estão carregando milhões em barras de ouro, tornando-se alvos de uma gangue liderada por um criminoso frio e calculista: Rook, interpretado por Stallone. A partir daí, o filme mergulha em um clima de tensão crescente, com reviravoltas e violência visceral.

James e Casey precisam aprender a confiar um no outro no momento mais extremo de suas vidas — e, no processo, descobrem o que realmente significa ser uma família.

Stallone, vilão — e convincente como nunca

Ver Sylvester Stallone no papel de um vilão não é só inusitado. É perturbador — e, em certo ponto, brilhante. Famoso por interpretar heróis com códigos morais quase inflexíveis, o ator agora incorpora Rook, um bandido impiedoso, sem empatia, que coloca pai e filho contra a parede.

O que mais chama atenção é como Stallone abraça essa nova faceta com convicção. Rook não grita, não exagera, não tem uma risada maligna. Ele é metódico, silencioso e letal. O tipo de cara que não hesita em ameaçar a vida de um adolescente se isso significar conseguir o que quer. O resultado é desconcertante: um vilão com peso dramático, interpretado por alguém que sempre esteve do outro lado da trincheira.

Essa guinada narrativa é o grande trunfo de Blindado, que, mesmo com uma estrutura clássica de ação, ganha camadas graças a essa escolha de elenco ousada.

Drama familiar em ritmo de ação

Embora tenha cenas de tiroteio, perseguições e explosões na medida certa, Blindado não é apenas um espetáculo de pólvora. O longa investe pesado na relação entre pai e filho — e é aí que mora seu coração.

Jason Patric entrega um James Brody contido, mas cheio de rachaduras emocionais. Um homem marcado por ausências, que tenta recuperar o tempo perdido com o filho no momento mais inapropriado possível: quando suas vidas estão em risco. Já Josh Wiggins, como Casey, representa a juventude que ainda busca um lugar no mundo — e que, de repente, se vê forçada a amadurecer às pressas.

A química entre os dois carrega boa parte da narrativa. E mesmo nas cenas mais silenciosas — um olhar, um gesto, um pedido de desculpas mal formulado —, o roteiro encontra espaço para construir tensão com humanidade.

Um cenário, um inferno

Grande parte do filme se passa em uma única locação: uma ponte fechada ao tráfego, onde o caminhão blindado é cercado. E isso é um mérito, não uma limitação. A direção de Justin Routt sabe explorar ao máximo esse confinamento, criando uma sensação constante de claustrofobia.

A ponte vira uma arena. Não há para onde correr. Os tiros ressoam com mais força. Os diálogos se tornam mais íntimos. Cada decisão parece pesar mais. O isolamento amplifica o desespero e transforma o espaço limitado em campo fértil para o suspense.

Bastidores polêmicos

Mas nem tudo em Blindado correu de forma tranquila fora das câmeras. O filme foi rodado em setembro de 2023 no Mississippi, durante o auge da greve da SAG-AFTRA, que paralisou boa parte de Hollywood. A produção obteve acordos especiais para continuar filmando — e mesmo assim, foi envolvida em disputas internas.

Integrantes da equipe técnica alegam que Justin Routt, o diretor creditado, não comandou efetivamente o set. Segundo declarações do assistente de adereços Michael Castro, Randall Emmett, conhecido por atuar como produtor em outras produções controversas, teria dirigido diversas cenas de forma não oficial. “Ele (Routt) só fingia que estava dirigindo. Randall coordenava tudo nos bastidores, mas não aparecia”, afirmou Castro em entrevista.

Até o momento, os produtores não comentaram publicamente a acusação. Mas os bastidores turbulentos acabaram ofuscando um pouco a recepção do longa.

Da frieza da crítica ao calor do público

Lançado nos EUA e em outros países no final de 2024, Armor foi recebido com indiferença pela crítica especializada. No site Rotten Tomatoes, o filme amarga um 0% de aprovação entre os críticos (com base em 25 resenhas), com nota média de 3,4/10. Os principais alvos de crítica foram a direção pouco inspirada, o roteiro previsível e a falta de profundidade narrativa.

Mas o público parece ter outra opinião. No boca a boca, o filme conquistou uma base fiel de admiradores — muitos deles atraídos pela curiosidade de ver Stallone como antagonista. Em fóruns e redes sociais, o filme é descrito como “subestimado”, “intenso” e até mesmo “um retorno à velha ação tensa dos anos 90”.

A Gente Tenta | Quando estreiam os episódios 6 e 7 do drama que revela os bastidores do cinema?

Screenshot

A série sul-coreana A Gente Tenta vem chamando atenção por apostar em uma narrativa mais intimista sobre os bastidores da indústria audiovisual. Disponível na Netflix, a trama acompanha personagens que vivem entre expectativas não cumpridas e decisões difíceis, criando uma história que mistura drama e reflexão sobre o próprio processo criativo.

Em vez de focar apenas no glamour do cinema, o k-drama romântico destaca as dificuldades reais enfrentadas por quem tenta transformar ideias em projetos concretos, explorando frustrações, pressões profissionais e as relações pessoais que se constroem nesse ambiente competitivo.

Do que se trata A Gente Tenta?

No centro da narrativa está Hwang Dong-man, um diretor que há anos tenta viabilizar um projeto cinematográfico, mas enfrenta uma sequência de obstáculos que o impedem de chegar à estreia. Esse acúmulo de frustrações acaba colocando o personagem em um estado constante de desgaste emocional, onde insistir ou desistir se torna uma decisão igualmente difícil.

Sua trajetória muda quando ele conhece Byeon Eun-ah, uma produtora conhecida por sua postura rigorosa e pelo olhar crítico em relação a roteiros e projetos. Esse encontro não se limita ao profissional: ele marca o início de uma relação que leva ambos a repensarem suas próprias escolhas, limites e expectativas dentro da indústria.

A partir dessa conexão, a série desenvolve uma narrativa que vai além do romance, explorando também o impacto psicológico de trabalhar em um ambiente onde o sucesso é incerto e a pressão é constante.

Quem faz parte do elenco?

Os protagonistas são interpretados por Koo Kyo-hwan e Go Youn-jung, que constroem uma dinâmica baseada em diálogos mais naturais e uma evolução emocional gradual. Em vez de grandes reviravoltas dramáticas, a série aposta em pequenos gestos e conflitos internos para desenvolver a relação entre os personagens.

Nos bastidores, o roteiro é assinado por Park Hae-young, enquanto a direção fica sob responsabilidade de Cha Young-hoon. A combinação entre os dois resulta em uma abordagem mais contida, com foco no desenvolvimento psicológico dos personagens e em um ritmo narrativo mais reflexivo.

Qual é o foco da história?

A trama não se limita a mostrar o processo de produção de filmes. A série utiliza o universo do cinema como pano de fundo para discutir frustrações profissionais, inseguranças pessoais e o impacto das expectativas na vida de quem trabalha com arte.

Além de Hwang Dong-man e Byeon Eun-ah, outros personagens também ajudam a ampliar essa discussão. Park Gyeong-se, por exemplo, lida com a pressão de um fracasso recente, enquanto Ko Hye-jin tenta equilibrar decisões racionais e emocionais em sua posição de liderança.

O enredo também inclui Hwang Jin-man, irmão do protagonista e ex-poeta, que representa um olhar mais melancólico sobre a vida e sobre os próprios limites da criatividade.

Quando estreiam os episódios 6 e 7?

O episódio 6 estreia neste domingo, 3 de maio e o episódio 7 chega no próximo sábado, 9 de maio de 2026, conforme a agenda já disponível nos episódios já disponíveis na tabela abaixo.

Completa de episódios

EpisódioData de estreia
Episódio 1Já disponível
Episódio 2Já disponível
Episódio 3Já disponível
Episódio 4Já disponível
Episódio 5Já disponível
Episódio 63 de maio de 2026
Episódio 79 de maio de 2026
Episódio 810 de maio de 2026
Episódio 916 de maio de 2026
Episódio 1017 de maio de 2026
Episódio 1123 de maio de 2026
Episódio 1224 de maio de 2026

A Amizade e o Tempo | Romance de José Eduardo Medeiros mistura paixão, mistério e memórias incertas

Foto: Reprodução/ Internet

Em seu novo livro, o engenheiro e escritor José Eduardo Medeiros propõe um instigante jogo literário no qual paixão, mistério e traição se entrelaçam às lembranças — nem sempre confiáveis — de seus personagens. A Amizade e o Tempo parte de uma premissa aparentemente simples, mas que logo se revela complexa: a fronteira entre a verdade e a ficção nas histórias que contamos sobre nós mesmos.

A narrativa começa quando Sampaio, um renomado cientista que acredita estar próximo da morte, contrata Fernanda, uma jornalista, para escrever sua biografia. O que deveria ser apenas um registro de memórias se transforma em uma investigação sobre o passado, repleto de revelações inesperadas, contradições e segredos. Aos poucos, Fernanda percebe que a versão oficial sobre a vida do cientista — e sobre o acidente que o deixou paraplégico — pode não corresponder aos fatos.

Determinada a descobrir o que realmente aconteceu, a jornalista mergulha em uma série de depoimentos que apontam para um plano criminoso elaborado por Sampaio e um amigo de infância. A partir daí, o livro conduz o leitor por uma jornada que atravessa Minas Gerais, São Paulo e até a Grécia, entre lembranças fragmentadas, paixões antigas e reencontros marcados pelo arrependimento.

A memória como labirinto

Mais do que uma trama policial, a obra é uma reflexão sobre a instabilidade da memória. Medeiros constrói uma narrativa em que os fatos se misturam às versões subjetivas dos personagens, desafiando o leitor a distinguir o que é lembrança, invenção ou delírio.

O próprio livro insere metalinguagem em seu enredo: em determinado ponto, um dos personagens decide transformar sua vida em romance, reconhecendo que toda memória é, por natureza, imperfeita. A frase “esta história é livremente inspirada em fatos reais” ganha, então, um duplo sentido — não apenas como aviso literário, mas como um espelho da própria incapacidade humana de narrar a verdade absoluta.

Com isso, Medeiros aprofunda o tema do “narrador não confiável”, uma técnica pouco explorada na literatura brasileira contemporânea. O leitor é levado a duvidar do que lê, a questionar as intenções de quem narra e, sobretudo, a perceber que talvez a verdade seja múltipla — ou simplesmente inalcançável.

Entre amizade, paixão e crime

Embora a investigação sobre o passado de Sampaio impulsione a trama, o livro também se dedica a explorar as relações humanas. O vínculo entre o cientista e seu amigo de juventude serve de eixo para discutir lealdade, ambição e culpa. A amizade, que no início parece um porto seguro, vai se revelando um terreno movediço, onde o afeto e a traição coexistem.

Fernanda, por sua vez, assume o papel de mediadora entre o leitor e o narrador. É através de suas entrevistas e de suas dúvidas que as camadas do enredo se revelam. A jornalista representa o olhar racional, investigativo — mas também o humano, que se comove com a dor e com as contradições de seu biografado.

Com um ritmo que alterna introspecção e suspense, Medeiros constrói cenas de grande densidade emocional. O romance se move entre recordações e descobertas, até conduzir o leitor a um desfecho surpreendente, no qual o passado e o presente finalmente se cruzam de forma definitiva.

Um romance sobre as verdades que o tempo apaga

Com prosa precisa e estrutura sofisticada, “A Amizade e o Tempo” reflete sobre o modo como o tempo transforma — e às vezes distorce — nossas percepções. A cada lembrança narrada, a história se reescreve, revelando que a verdade pode ser tão volátil quanto as emoções humanas.

A ambientação cuidadosa, que passa por paisagens mineiras, ruas paulistas e cenários gregos, reforça o tom de jornada e introspecção. As referências culturais e geográficas funcionam como espelhos dos estados de espírito dos personagens, aproximando o leitor das atmosferas de nostalgia, solidão e reencontro.

No centro de tudo, está a pergunta que move a trama: quem realmente foi Sampaio? Um homem arrependido, um cientista genial ou um manipulador habilidoso? A resposta, como o próprio autor sugere, talvez resida na subjetividade de quem tenta recordar.

Resumo semanal A Infância de Romeu e Julieta 21/08/2023 a 25/08/2023

Foto: Reprodução/ Internet

Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta entre os dias 21/08/2023 a 25/08/2023. A exibição da novela está prevista para acontecer às 21h, na tela do SBT.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de segunda-feira, 21/08/2023 –

Os tumultuosos eventos provocados pela insurreição de Absalão compeliram o rei Davi a deixar Jerusalém, sua antiga morada real. Na sombra do iminente conflito, Maaca, sua esposa, fez uma decisão surpreendente: permanecer na cidade que outrora abrigara sua vida. O momento de separação forçada entre o casal também foi marcado por uma revelação impactante que Maaca compartilhou com seu marido. Enquanto Absalão celebrava sua conquista com um regozijo efusivo, Aitofel, seu conselheiro, foi tomado de choque ao ouvir as intenções proclamadas pelo jovem usurpador.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de terça-feira, 22/08/2023 –

Em meio ao emaranhado de intrigas, Davi descobriu que Aitofel estava entre os conspiradores que tramavam contra ele. A atmosfera de incerteza se aprofundou quando Tamar, filha de Davi, fugiu do domínio de Absalão. Enquanto isso, Maaca, após sua decisão de permanecer na cidade, retornou ao palácio como informante. Agur, em uma tentativa desesperada, procurou convencer Evelyn de sua lealdade, lutando para restaurar a confiança perdida.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quarta-feira, 23/08/2023 –

A trama se desdobrou com um novo enfoque quando Ashira, figura importante, foi alvo de um ataque surpresa. Agur, voltando para casa ferido, encontrou-se à mercê das artimanhas de Deanne. Enquanto isso, Aitofel sugeriu a Absalão a ideia de tomar para si todas as concubinas de seu pai, um ato que abalaria ainda mais as fundações do reino. Em um confronto emocionalmente carregado, Simei lançou duras palavras a Davi, humilhando-o perante os olhos da corte.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 24/08/2023 –

Absalão, agora enaltecido como rei, tomou uma medida extrema que alteraria para sempre o curso da história. Enquanto os acontecimentos se desenrolavam, Husai revelou um plano de fuga a Tamar e Maaca, visando protegê-las do crescente tumulto. As concubinas, outrora exiladas, retornaram ao harém real, enquanto o novo monarca justificava seus atos aos olhos da corte e do povo. Agur, em busca de redenção, fez um esforço final para conquistar o perdão de Evelyn.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 25/08/2023 –

O palácio testemunhou a chegada de Ashira, envolvida em circunstâncias misteriosas. Aitofel, Absalão e os anciãos reuniram-se para delinear um plano de perseguição contra o ex-rei Davi. Enquanto isso, Mefibosete, em meio à crescente turbulência, lutava para encontrar uma maneira de conduzir sua família para fora de Jerusalém, em busca de segurança. Os dias turbulentos de intriga e reviravoltas continuaram a moldar o destino de todos os envolvidos.

A emissora é totalmente responsável pelo resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta. O Almanaque Geek não tem controle sobre possíveis alterações na exibição e, portanto, não se responsabiliza por essas modificações. É importante acompanhar a programação da emissora para obter informações atualizadas sobre a novela.

Expectativa em alta! Primeiro teaser de Vingadores – Doomsday deve surpreender fãs com prévia enigmática

A contagem regressiva para o primeiro teaser oficial de Vingadores – Doomsday ganhou força nas últimas semanas e reacendeu um tipo de empolgação que só a Marvel consegue provocar. Depois de mais de uma década acompanhando heróis, perdas, reviravoltas e encontros épicos, o público finalmente se aproxima da primeira prévia do que promete ser um dos maiores eventos cinematográficos da próxima fase do estúdio. A estreia de Avatar Fogo e Cinzas, o novo capítulo da franquia de James Cameron, abrirá espaço para que o trailer seja exibido nos cinemas, e o simples fato de isso acontecer já transformou dezembro em um mês de ansiedade coletiva. As informações são do Omelete.

A novidade, confirmada por um conhecido insider do mercado, é que o vídeo terá cerca de cinquenta segundos. É um material tão breve que não chega a ser realmente um trailer, mas paradoxalmente isso aumentou ainda mais a curiosidade. Quando algo tão grande surge em forma tão pequena, a sensação que fica é a de que cada fração de segundo foi calculada para ter impacto. A Marvel sabe brincar com a imaginação do público e entende que, às vezes, provocar é mais eficiente do que revelar.

Mesmo antes de qualquer imagem oficial, Vingadores – Doomsday já carrega uma trama de mudança. Há um ano de sua estreia, ele desperta aquela expectativa que antecede apenas os filmes realmente decisivos. É o retorno dos irmãos Russo ao comando de um capítulo dos Vingadores e, ao mesmo tempo, o início de um novo arco que se conecta diretamente com o futuro da franquia. São nomes que carregam muita história com o público, e a simples possibilidade de reencontrá-los na direção cria um sentimento de reencontro com algo que marcou profundamente um período do cinema. Agora, a promessa é que Doomsday inaugure uma fase mais madura, emocional e contundente, com um olhar renovado sobre heróis que já passaram por todo tipo de batalha.

Os rumores mais comentados nas últimas semanas dizem que o teaser mostrará uma breve introdução à trajetória de Doutor Destino, dando o tom de tragédia pessoal que molda sua ambição e sua busca por poder. Nada disso foi confirmado, mas a internet transformou essas suposições em combustível para teorias que crescem diariamente. O que se comenta é que a Marvel quer preparar o público não apenas para um vilão poderoso, mas para alguém capaz de misturar dor, genialidade e obsessão em medidas perigosas. A escolha de Robert Downey Jr. para o papel só intensificou o fascínio ao redor do personagem. O ator, que durante anos foi a alma do MCU como Tony Stark, agora retorna em uma posição completamente oposta. É uma virada simbólica, emocional e histórica, capaz de mexer com fãs antigos e novos.

A expectativa ao redor do teaser também reflete um momento particular do MCU. Os últimos anos foram marcados por mudanças estruturais e por um esforço em reorganizar narrativas, personagens e direções criativas. O retorno dos Russo e o envolvimento de roteiristas centrais da história do estúdio sinalizam uma tentativa de reencontrar o equilíbrio e a força emocional que caracterizaram a fase mais celebrada do universo compartilhado. E Doomsday parece ser o projeto que carrega esse senso de reorganização interna. Não se trata apenas de mais um filme com dezenas de personagens, mas de uma narrativa que busca consequência, coerência e impacto real.

Soma-se a isso um elenco gigantesco, reunindo personagens de diversas linhas dentro do universo Marvel. Heróis de Wakanda, Vingadores clássicos, membros do Quarteto Fantástico, novos nomes e veteranos das antigas adaptações da Fox estarão lado a lado pela primeira vez. Essa união nunca foi concebida apenas para impressionar, mas para construir um conflito em escala inédita, em que cada personagem tem algo em jogo, algo a perder e algo pelo qual lutar. A presença de tantos rostos conhecidos cria uma sensação familiar e, ao mesmo tempo, um clima de conclusão iminente, como se cada arco individual estivesse prestes a convergir para um único ponto.

As filmagens, realizadas em diferentes países, foram descritas por parte do elenco como intensas e emocionalmente exigentes. Muitos atores comentaram que o roteiro valoriza não apenas as sequências de ação, mas também momentos silenciosos de vulnerabilidade, perdas e escolhas difíceis. Isso reforça a impressão de que Doomsday não deseja apenas ser grandioso, mas também profundamente humano. A Marvel já provou mais de uma vez que seus melhores momentos surgem quando o épico encontra o íntimo. E os Russo sabem trabalhar exatamente nesse meio-termo, equilibrando espetáculo com emoção genuína.

Agora, resta ao público esperar. Quando o teaser finalmente surgir nas telas, será a primeira peça concreta de um quebra-cabeça que ainda está distante de ser completo. Cinquenta segundos parecem insuficientes para tamanha expectativa, mas talvez seja exatamente isso que tornará o momento tão marcante. Um fragmento enigmático pode ser suficiente para incendiar discussões, teorias e sentimentos que estavam adormecidos desde Ultimato. A sensação é de que o público está prestes a reviver aquela emoção de acompanhar um grande evento cinematográfico desde o início.

Quilos Mortais relata luta de Michael para se livrar da compulsão alimentar nesta sexta (31/05)

No próximo dia 31/05/2024, o programa “Quilos Mortais” trará uma emocionante narrativa de vida. Michael, cuja infância foi marcada por medo e emoções reprimidas, encontrou na comida um refúgio que se tornou um vício ao longo dos anos. Aos 32 anos, esse norte-americano viu seu peso disparar para alarmantes 287 quilos, resultado de décadas de maus hábitos alimentares.

As consequências são devastadoras: problemas de saúde sérios, dores constantes e um profundo sentimento de descontentamento com seu próprio corpo. Em um esforço para manter sua família unida, Michael vê na cirurgia bariátrica sua última esperança. No entanto, alcançar esse objetivo exigirá uma força interior monumental e o enfrentamento da compulsão alimentar que o dominou por tanto tempo.

O programa, que vai ao ar nas noites de sexta-feira imediatamente após “A Grande Conquista”, é apresentado por Celso Zucatelli e tem direção-geral de Bruno Gomes e direção artística de Cesar Barreto. “Quilos Mortais” não se limita a expor casos como o de Michael; ele oferece um olhar humano e cheio de esperança sobre a jornada de pessoas que lutam para recuperar sua saúde e qualidade de vida.

Esta história reveladora promete emocionar e inspirar os telespectadores, destacando a importância crucial do apoio familiar e da determinação pessoal na batalha contra a obesidade mórbida.

As informações são da Record.

Série de Jimmy Olsen ganha primeiros detalhes e terá humor no estilo The Office com Gorilla Grodd como vilão

A série de Jimmy Olsen, um dos projetos em desenvolvimento na DC Studios, começou a ganhar forma. Segundo o Nexus Point News, a produção será uma comédia em formato de falso documentário, inspirada em The Office, mas com uma trama centrada em investigações criminais. O principal antagonista será Gorilla Grodd, um dos vilões mais inteligentes da DC Comics.

Embora o estúdio ainda não tenha oficializado essas informações, os detalhes indicam uma proposta bem diferente da maior parte das produções do novo Universo DC. Em vez de acompanhar super-heróis enfrentando ameaças globais, a história deve acompanhar o cotidiano de Jimmy como fotojornalista do Planeta Diário, colocando o personagem no centro de casos que misturam humor e mistério.

Nos quadrinhos, Jimmy é um dos aliados mais antigos do Superman. Desde sua criação, ele aparece como fotógrafo do jornal onde trabalham Clark Kent, Lois Lane e Perry White, geralmente envolvido em situações inesperadas por causa de sua curiosidade. A popularidade do personagem foi suficiente para render uma revista própria durante quase três décadas. Entre 1954 e 1982, Superman’s Pal Jimmy Olsen publicou 222 edições, consolidando o jornalista como um dos coadjuvantes mais conhecidos da editora.

A escolha de Gorilla Grodd também chama atenção. Diferentemente de vilões movidos apenas pela força física, o gorila telepata costuma ser retratado como um estrategista altamente inteligente, capaz de controlar mentes e manipular pessoas para alcançar seus objetivos. Tradicionalmente ligado ao Flash, o personagem raramente divide espaço com Jimmy Olsen, o que sugere uma abordagem inédita para o live-action.

Outro ponto ainda em aberto é se a série utilizará Skyler Gisondo (Licorice Pizza, Booksmart) no papel principal. O ator interpretou Jimmy em Superman (2025), primeiro filme do novo DCU comandado por James Gunn, mas sua participação na série ainda não foi confirmada.

A produção também não recebeu um título oficial nem previsão de estreia. Até o momento, a DC Studios mantém em sigilo detalhes como roteiro, direção e restante do elenco.

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