Descubra qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta quarta-feira (21) na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, aposta em uma história tocante para conquistar o público da TV Globo. O filme escolhido é “A Vida em Um Ano”, um drama romântico que fala sobre juventude, escolhas difíceis e a urgência de viver intensamente quando o tempo se torna um bem precioso.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o longa acompanha Daryn, um jovem atleta promissor do colégio, inteligente, focado e com um futuro aparentemente bem definido. Sua vida muda completamente quando ele conhece Isabelle, uma garota de espírito livre, enigmática e dona de uma visão única sobre o mundo. O romance entre os dois nasce de forma espontânea, mas logo é atravessado por uma revelação devastadora: Isabelle sofre de uma doença grave e pode não ter muito tempo de vida.

Diante dessa realidade, Daryn decide abandonar planos rígidos e expectativas externas para se dedicar totalmente a Isabelle. Seu objetivo é ousado e profundamente romântico: fazer com que ela viva, em apenas um ano, experiências suficientes para equivaler a uma vida inteira. A partir dessa decisão, o filme se transforma em uma jornada emocional que mistura amor, amadurecimento e a dor de aceitar aquilo que não pode ser controlado.

O protagonista é interpretado por Jaden Smith (À Procura da Felicidade, Depois da Terra), que entrega um personagem sensível, dividido entre a responsabilidade com o futuro e o desejo de viver o presente ao máximo. Já Isabelle ganha vida na atuação de Cara Delevingne (Esquadrão Suicida, Cidades de Papel), que constrói uma personagem intensa, doce e ao mesmo tempo marcada por uma melancolia silenciosa, resultado de quem já convive com a ideia da despedida.

O elenco de apoio reforça a carga dramática do filme com atuações sólidas e conhecidas do público. Nia Long (As Panteras, Boyz n the Hood) interpreta a mãe de Daryn, trazendo para a história o olhar de quem tenta proteger o filho mesmo sem compreender totalmente suas escolhas. Cuba Gooding Jr. (Jerry Maguire, Homens de Honra) aparece em um papel que adiciona maturidade e experiência emocional ao enredo. O elenco ainda conta com RZA (O Homem com Punhos de Ferro, Californication), Alex Minei (The Affair) e Kandy Kathy Ricci (Power), que ajudam a construir o universo emocional ao redor do casal.

A direção é assinada por Mitja Okorn (Cartas para Julieta, Plano Imperfeito), que conduz a narrativa com um olhar sensível e acessível, equilibrando momentos de leveza juvenil com cenas mais densas e reflexivas. O roteiro foi escrito por Jeffrey Addiss e Will Matthews, dupla conhecida por trabalhos que exploram emoções intensas e relações humanas complexas. A produção executiva ficou sob responsabilidade de Will Smith (Um Maluco no Pedaço, Eu Sou a Lenda) e Jada Pinkett Smith (Matrix Reloaded, Girls Trip), por meio da produtora Overbrook Entertainment.

O projeto começou a tomar forma em março de 2017, quando Jaden Smith e Cara Delevingne foram anunciados como protagonistas. Nos meses seguintes, o elenco foi sendo ampliado com nomes de peso, consolidando a produção. O filme teve seu lançamento oficial em 27 de novembro de 2020, distribuído pela Amazon Studios, e desde então passou a alcançar novos públicos por meio da televisão aberta.

Promoções de LEGO Batman antecipam retorno do herói e aquecem mercado para novo jogo em maio

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A proximidade de um novo capítulo da franquia LEGO Batman começa a ser sentida bem antes do lançamento oficial. Para celebrar o Dia do LEGO, comemorado em 28 de janeiro, a Warner Bros. Games Brasil deu início a uma campanha promocional que resgata os principais jogos do herói feitos de blocos, oferecendo descontos que chegam a 85% em lojas digitais. A iniciativa funciona como uma ponte entre o legado da trilogia clássica e a estreia de LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas, prevista para maio de 2026.

Mais do que uma simples ação comercial, a campanha aposta na memória afetiva dos fãs e no potencial de atrair novos jogadores. Ao reunir títulos lançados ao longo de quase duas décadas, a Warner reforça a importância da série LEGO Batman dentro do universo dos videogames e prepara o terreno para uma nova fase da franquia.

O ponto de partida dessa trajetória foi LEGO Batman: The Videogame, lançado em 2008. Ambientado em uma Gotham City estilizada e bem-humorada, o jogo apresentou uma proposta que combinava ação, quebra-cabeças e cooperação local. Batman e Robin enfrentavam vilões clássicos em fases que valorizavam a exploração e o uso criativo dos personagens. O sucesso do título ajudou a consolidar o modelo dos jogos LEGO baseados em grandes licenças e definiu um estilo que se tornaria referência. Durante a campanha atual, o jogo pode ser adquirido com até 85% de desconto na Steam até o dia 29 de janeiro.

Com LEGO Batman 2: DC Super Heroes, a franquia deu um passo além. O segundo jogo expandiu o universo ao introduzir diálogos dublados, cenários mais abertos e um elenco muito maior de personagens. Além de Batman e Robin, heróis como Superman, Mulher-Maravilha e outros membros da Liga da Justiça passaram a dividir o protagonismo. Essa mudança transformou a série em uma experiência mais ampla, conectada a todo o universo DC, e marcou um salto significativo em ambição e escala. Atualmente, o título está disponível com 80% de desconto na Steam até 29 de janeiro e com 75% de desconto na Microsoft Store entre 12 e 25 de fevereiro.

A trilogia foi concluída com LEGO Batman 3: Além de Gotham, que levou a ação para fora da cidade e apostou em uma narrativa de alcance cósmico. Envolvendo Brainiac e ameaças interplanetárias, o jogo apresentou cenários variados e um foco maior em habilidades especiais dos personagens. Mesmo com o aumento do escopo, o humor característico da franquia permaneceu como elemento central. O título pode ser encontrado com 75% de desconto na Steam até 29 de janeiro e também na PlayStation Store até 4 de fevereiro.

Com promoções distribuídas entre Steam, Microsoft Store e PlayStation Store, a campanha surge como uma oportunidade estratégica para revisitar a trilogia ou conhecê-la pela primeira vez. A acessibilidade da jogabilidade, aliada ao tom leve e familiar, mantém os jogos relevantes mesmo anos após seus lançamentos originais, funcionando como porta de entrada para públicos de todas as idades.

Ao mesmo tempo em que celebra o passado, a ação aponta claramente para o futuro da franquia. LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas tem lançamento mundial confirmado para 29 de maio de 2026, com versões para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. O novo título promete uma experiência mais ambiciosa, apostando em mundo aberto e em uma Gotham City mais viva e expansiva.

Na nova aventura, Batman dividirá o protagonismo com aliados conhecidos, como Robin, Asa Noturna, Batgirl e Mulher-Gato. Cada personagem contará com habilidades próprias, sistemas de progressão, gadgets exclusivos e combos diferenciados, incentivando estilos variados de jogo. A narrativa também trará uma galeria robusta de vilões, reunindo figuras como Duas-Caras, Hera Venenosa, Vagalume e Sr. Frio, além de antagonistas clássicos como Coringa, Pinguim, Ra’s al Ghul e Bane.

Os veículos também terão papel de destaque. O Batmóvel inspirado em Batman: A Série Animada e o Batpod, conhecido dos filmes O Cavaleiro das Trevas e O Cavaleiro das Trevas Ressurge, poderão ser utilizados para explorar a cidade, ampliando as possibilidades de deslocamento e ação.

Fundada na Dinamarca, a LEGO construiu ao longo das décadas uma presença cultural que vai muito além dos brinquedos de montar. Filmes, jogos, parques temáticos e colaborações com grandes ícones da cultura pop ajudaram a consolidar a marca como um fenômeno global. A parceria com Batman é um exemplo claro dessa capacidade de reinventar personagens consagrados sem perder identidade.

Curta brasileiro ‘FrutaFizz’ ganha destaque internacional no Festival de Clermont-Ferrand, na França

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O curta-metragem brasileiro FrutaFizz segue em exibição no Festival Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, na França, consolidando-se como um dos principais representantes do cinema nacional no cenário internacional em 2026. Considerado o maior festival de cinema do mundo dedicado exclusivamente a curtas-metragens e o segundo maior evento cinematográfico francês, atrás apenas do Festival de Cannes, Clermont-Ferrand reúne anualmente produções de diversos países e atrai olhares atentos de críticos, programadores e profissionais da indústria audiovisual.

Dirigido por Kauan Okuma Bueno, FrutaFizz integra a competição internacional do festival, feito conquistado por apenas 62 obras selecionadas entre 8.900 filmes inscritos nesta edição. A estreia internacional do curta aconteceu no dia 31 de janeiro, e o filme permanece em cartaz com oito sessões programadas até o próximo sábado, dia 7, ampliando seu alcance junto ao público estrangeiro e ao mercado cinematográfico global.

A presença do filme no festival reforça o momento de visibilidade do cinema brasileiro, que volta a ocupar espaços de destaque em grandes eventos internacionais. Kauan Okuma Bueno acompanha a programação presencialmente na França, com viagem viabilizada pelo Kinoforum, em parceria com o Instituto Guimarães Rosa, instituições fundamentais no incentivo à circulação internacional de produções nacionais.

Para o diretor, a seleção já representa uma conquista simbólica e afetiva. Segundo ele, FrutaFizz nasce de um processo profundamente ligado à memória e à experiência coletiva da equipe. “Toda história contada é um resgate a partir da memória de alguém. Me sinto extremamente privilegiado pela oportunidade do nosso filme ter sua estreia internacional em um festival tão importante como Clermont-Ferrand. Saber que pessoas de todo o mundo vão poder assistir ao nosso filme simboliza não apenas apresentar um recorte da cultura brasileira, mas também levar junto uma equipe inteira que ofereceu um pouco da própria memória para fabular este filme”, afirma Kauan.

A narrativa acompanha Mauro, personagem vivido pelo ator Renato Novaes, que embarca em uma jornada introspectiva em busca de suas raízes e lembranças de infância. Convencido de que sua história está ligada à cidade de Gonçalves, em Minas Gerais, Mauro revisita lugares marcantes de seu passado ao lado de João, um colega de trabalho. Ao longo do percurso, o filme constrói um delicado jogo entre o que é lembrança real e aquilo que foi reconstruído pelo tempo, pela emoção e pelas lacunas da memória.

O curta propõe uma reflexão sensível sobre identidade, pertencimento e o modo como as memórias pessoais são moldadas — tanto por experiências verdadeiras quanto por invenções involuntárias. Essa abordagem intimista é um dos elementos que tem chamado a atenção do público e da crítica, especialmente em um festival conhecido por valorizar narrativas autorais e propostas estéticas singulares.

Para Renato Novaes, interpretar Mauro foi uma experiência marcada pelo cuidado coletivo envolvido na produção. “O filme é uma jornada emocionante pelas memórias mais queridas de Mauro, o personagem que tive o prazer de interpretar. Foi um processo criativo marcado por carinho, atenção e acolhimento por parte de toda a equipe, em especial do diretor, resultando em uma experiência verdadeiramente incrível”, comenta o ator.

Outro destaque de FrutaFizz está no encontro entre diferentes gerações, tanto diante quanto atrás das câmeras. O elenco reúne o ator Alvim Silva e Tia Neide, que faz sua estreia no cinema aos 83 anos, reforçando a proposta do filme de dialogar com o tempo, a memória e a vivência acumulada. Essa diversidade geracional contribui para a riqueza emocional da obra e para a autenticidade das relações apresentadas em cena.

Na equipe técnica, a produção também se beneficia da experiência de grandes nomes do cinema nacional. A direção de fotografia é assinada por Rodolfo Sanchéz, veterano consagrado e responsável por clássicos como Pixote – A Lei do Mais Fraco (1979) e O Beijo da Mulher-Aranha (1983). Aos 81 anos, Sanchéz imprime maturidade e rigor estético ao curta, em diálogo direto com o olhar contemporâneo e sensível de Kauan Okuma Bueno.

“Trabalhar com o Kauan foi um exercício revigorante. Unir a minha trajetória na fotografia com esse novo olhar e o frescor da direção dele permitiu criar uma estética que equilibra maturidade e inovação de uma forma muito especial”, destaca o diretor de fotografia.

Antes de chegar a Clermont-Ferrand, FrutaFizz já havia sido amplamente reconhecido no Brasil. O curta venceu o prêmio de Melhor Curta-Metragem Brasileiro no 54º Festival de Cinema de Gramado, no Rio Grande do Sul, e também conquistou o Melhor Curta de Ficção pelo Voto Popular no Festival Curta Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, consolidando sua trajetória de sucesso no circuito nacional.

O filme é uma realização da Livre Cine Produções, com produção associada da Digital 35, Cinecidade Locações, SpecLight, DOT Cine e Mark II Audio Crew, além de produção executiva de Josmar Bueno Junior e Adriana Okuma. FrutaFizz foi viabilizado por meio da Lei de Incentivo PROAC, do Governo de São Paulo, através da Secretaria Estadual de Cultura (CultSP), contando com patrocínio da West Cargo e apoio de diversas instituições culturais e empresas parceiras.

Park Min-young surge ensanguentada em trailer e marca virada de tom no k-drama “O Beijo da Sereia”

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O Prime Video divulgou nesta semana o primeiro trailer oficial de O Beijo da Sereia, novo k-drama que estreia na plataforma em 2 de março, e a prévia rapidamente chamou atenção do público. O motivo principal é uma cena impactante envolvendo Park Min-young, uma das atrizes mais populares da dramaturgia sul-coreana, que aparece com o rosto ensanguentado em meio a uma atmosfera de tensão e mistério.

A série acompanha Cha Wooseok, personagem vivido por Wi Ha-joon (Round 6), um investigador de elite da Unidade de Investigação de Fraudes de Seguros (SIU). Conhecido por seus instintos aguçados e capacidade analítica acima da média, Wooseok se envolve em um caso complexo que liga um esquema de fraudes de seguros a uma sequência de mortes consideradas suspeitas. Conforme a investigação avança, todas as evidências passam a apontar para Han Seol-ah, interpretada por Park Min-young, uma sofisticada leiloeira de arte que se torna a principal suspeita dos crimes.

No trailer, Han Seol-ah é apresentada como uma mulher elegante, confiante e provocante, inserida em um ambiente de luxo e exclusividade. No entanto, a narrativa rapidamente desconstrói essa imagem inicial ao sugerir que a personagem pode estar diretamente ligada aos eventos trágicos investigados pela SIU. A cena em que Park Min-young aparece com o rosto coberto de sangue é um dos momentos mais comentados da prévia, não apenas pelo impacto visual, mas pelo simbolismo que carrega.

A sequência indica uma ruptura com a imagem pública da personagem e reforça a proposta da série de trabalhar com camadas psicológicas complexas, nas quais culpa, sobrevivência e manipulação podem coexistir. O roteiro, ao que tudo indica, evita respostas simples e convida o espectador a questionar constantemente as motivações de Han Seol-ah.

Para Park Min-young, O Beijo da Sereia representa um projeto que se distancia de seus papéis mais conhecidos em comédias românticas e dramas sentimentais. Desta vez, a atriz assume uma personagem que transita entre o charme e a ameaça, explorando uma faceta mais obscura de sua atuação.

Diferente de muitos k-dramas que utilizam o romance como motor principal da narrativa, O Beijo da Sereia parece estruturar sua história a partir de um thriller investigativo. A escolha de abordar fraudes de seguros como pano de fundo do enredo chama atenção por fugir de temas mais recorrentes no gênero e acrescenta um componente de realismo à trama.

Cha Wooseok, interpretado por Wi Ha-joon, surge como um investigador metódico, mas guiado também pela intuição. O trailer sugere que ele não apenas analisa dados e provas, mas se deixa afetar emocionalmente pelo caso — especialmente quando passa a interagir de forma mais próxima com Han Seol-ah. A relação entre os dois se constrói em um terreno instável, marcado pela desconfiança, pela atração e pela constante sensação de perigo.

Wi Ha-joon, que ganhou projeção internacional após Round 6, consolida sua presença em produções de suspense ao assumir um papel que exige intensidade emocional e contenção. Seu personagem parece dividido entre o dever profissional e a dúvida crescente sobre a real participação de Seol-ah nos crimes.

O próprio título da série, O Beijo da Sereia, reforça essa ideia. Na mitologia, sereias são figuras associadas à sedução e ao perigo, capazes de atrair suas vítimas com beleza e encanto antes de conduzi-las à perdição. A metáfora parece dialogar diretamente com a personalidade de Han Seol-ah e com o risco que Wooseok corre ao se envolver emocionalmente com alguém que pode estar no centro de uma rede criminosa.

Virgin River entra para a história da Netflix com trailer da 7ª temporada e consolida seu lugar como a série mais longeva da plataforma

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Nem toda série nasce como um fenômeno imediato. Algumas chegam discretas, conquistam espaço aos poucos e, quando percebemos, já fazem parte da nossa rotina emocional. Virgin River é exatamente assim. Com a divulgação do trailer da sétima temporada, a Netflix não apenas anuncia novos episódios, marcados para estrear em 12 de março, como também celebra uma trajetória rara no universo do streaming: a de uma produção que cresceu com o tempo, com o público e com seus personagens.

Ao confirmar que a série já está renovada para a oitava temporada, a plataforma crava um feito histórico. A série se torna oficialmente a série roteirizada mais longa da Netflix, superando produções queridas como Orange Is the New Black, Grace and Frankie e Elite. São 84 episódios, um número expressivo em um mercado onde histórias são constantemente interrompidas antes de amadurecerem. Mas talvez o mais interessante desse recorde seja o fato de ele não ter sido construído com barulho, polêmicas ou grandes reviravoltas. Virgin River chegou onde chegou porque escolheu falar de sentimentos reais, no tempo certo, sem pressa.

Uma série que entende que cura não acontece da noite para o dia

Desde a estreia, em dezembro de 2019, Virgin River deixa claro que seu foco não está em choques narrativos, mas em processos emocionais. A história acompanha Melinda Monroe, uma enfermeira e parteira que aceita trabalhar em uma pequena cidade da Califórnia como forma de tentar reconstruir a própria vida após perdas profundas.

O que Mel encontra em Virgin River não é uma solução mágica para sua dor. Pelo contrário. A cidade, apesar de acolhedora, a obriga a encarar sentimentos que ela ainda não sabe nomear. E talvez seja justamente isso que torne a série tão próxima de quem assiste. Não existe fuga fácil do sofrimento, nem atalhos para o recomeço.

A jornada de Mel é feita de avanços pequenos, recaídas emocionais e momentos de silêncio. Ela aprende, assim como o público, que recomeçar não significa apagar o passado, mas aprender a conviver com ele.

Virgin River é sobre pessoas, não apenas histórias

Com o passar das temporadas, fica evidente que a série nunca foi apenas sobre sua protagonista. A série é uma cidade viva, habitada por pessoas comuns, cheias de falhas, medos e esperanças. Cada personagem carrega sua própria bagagem emocional, e a série dedica tempo para que essas histórias sejam contadas com cuidado.

É uma narrativa que respeita o espectador. Não subestima sua sensibilidade nem tenta acelerar conflitos apenas para manter atenção. Aqui, o drama nasce das relações, das escolhas difíceis e das consequências que elas trazem. Esse olhar humano transforma a série em algo maior do que entretenimento. Para muitos espectadores, a série virou um espaço de conforto, quase um refúgio emocional. Um lugar para voltar quando o mundo real parece barulhento demais.

Uma relação construída com o público ao longo dos anos

O crescimento da série foi constante e sólido. Logo após a estreia da primeira temporada, a Netflix renovou Virgin River para um segundo ano, lançado em novembro de 2020. O carinho do público garantiu a terceira temporada, que chegou em julho de 2021, e pouco depois vieram as confirmações da quarta e da quinta temporadas.

A quarta temporada estreou em julho de 2022, consolidando a série como uma das produções mais estáveis do catálogo. Diferente de muitos títulos que sofrem quedas bruscas de audiência, a trama manteve sua base fiel justamente por nunca trair sua essência.

Agora, ao alcançar a sétima temporada com uma oitava já confirmada, a série prova que ainda existe espaço para histórias que crescem devagar, mas permanecem.

Um cenário que conversa com o emocional da história

Embora ambientada na Califórnia, a série é gravada no Canadá, principalmente na região de Vancouver, na Colúmbia Britânica. Desde o início das filmagens, em 2018, a produção utiliza locações naturais que ajudam a construir a identidade visual da série.

As paisagens amplas, silenciosas e muitas vezes melancólicas funcionam como um espelho do estado emocional dos personagens. A natureza não está ali apenas como pano de fundo, mas como parte da narrativa. Ela acolhe, isola, conforta e, em alguns momentos, também confronta.

LYKN confirma show no Brasil e promete noite histórica com a Dusk & Dawn World Tour 2026

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A espera finalmente chegou ao fim. Depois de meses de expectativa e pedidos constantes nas redes sociais, o grupo tailandês LYKN confirmou sua primeira apresentação no Brasil. A boy band desembarca no país com a aguardada LYKN Dusk & Dawn World Tour 2026, marcando um encontro que promete ser histórico para os fãs brasileiros. A data já está marcada: 9 de agosto. Mais informações sobre ingressos e local serão divulgadas em breve, mas uma coisa já é certa — essa será uma noite para ficar na memória.

A vinda do LYKN ao Brasil representa não apenas mais um show internacional, mas um momento simbólico para o crescimento da música pop tailandesa no cenário global. Nos últimos anos, o T-Pop tem conquistado espaço fora da Ásia, impulsionado por produções sofisticadas, identidade visual marcante e forte presença digital. O LYKN é um dos principais nomes dessa nova geração que atravessa fronteiras e constrói uma base de fãs fiel em diferentes partes do mundo — incluindo o Brasil.

Formado a partir do reality show de sobrevivência Project Alpha, exibido entre dezembro de 2022 e março de 2023, o grupo nasceu sob os olhares atentos do público. A competição revelou não apenas talento vocal e habilidade de dança, mas também carisma e personalidade. Cada integrante precisou provar seu potencial em desafios intensos até conquistar seu lugar na formação final.

O debut oficial aconteceu em 5 de maio de 2023, sob o selo da RISER MUSIC. Desde então, o grupo não parou mais. Com uma proposta moderna, conceito bem definido e performances energéticas, o LYKN rapidamente se destacou no competitivo mercado asiático. Agora, em menos de três anos de carreira, eles já embarcam em uma turnê mundial, consolidando sua expansão internacional.

O grupo é formado por cinco integrantes que trazem diferentes nuances para a identidade do LYKN. Thanat Danjesda, conhecido como Nut, se destaca pelo carisma e presença de palco marcante. Pichetpong Chiradatesakunvong, ou Hong, chama atenção pela versatilidade e conexão natural com o público. Chayatorn Trairattanapradit, o Tui, imprime intensidade nas performances. Jakrapatr Kaewpanpong, conhecido como William, acrescenta potência e segurança vocal. Já Rapeepong Supatineekitdecha, apelidado de Lego, completa o time com energia contagiante e talento expressivo.

O nome LYKN é um dos elementos mais simbólicos da identidade do grupo. A palavra funciona como um homófono de “Lycan”, termo associado a criaturas capazes de se transformar em algo mais forte a qualquer momento, como os lobisomens. A escolha não é por acaso. A ideia de transformação, força e evolução constante está no centro da narrativa do grupo. Em cada comeback, em cada performance, há uma busca por superar limites e apresentar uma versão ainda mais poderosa de si mesmos.

Essa conexão simbólica também se estende ao nome do fandom. Os fãs são chamados de LYKYOU, um jogo sonoro com a expressão “Like You”. A escolha reforça o elo afetivo entre artista e público, destacando a importância da identificação e da reciprocidade nessa relação. Não é apenas sobre música; é sobre pertencimento, crescimento conjunto e construção de uma comunidade global.

A turnê Dusk & Dawn carrega um conceito que dialoga com dualidades — o entardecer e o amanhecer, a transição entre luz e escuridão, intensidade e renovação. Esse tipo de narrativa visual e conceitual tem sido uma das marcas registradas do grupo. Os shows do LYKN são conhecidos por misturar coreografias impactantes, cenários imersivos e momentos mais íntimos com o público, criando uma experiência que vai além de um simples concerto.

Para os fãs brasileiros, a confirmação da data representa a realização de um sonho. O Brasil já demonstrou inúmeras vezes sua força como público apaixonado e engajado. Nas redes sociais, campanhas pedindo a vinda do grupo ganharam força nos últimos meses, com hashtags, mutirões e mensagens constantes direcionadas à produtora e aos integrantes. A resposta veio — e promete ser grandiosa.

Pânico 7 ganha novo trailer e promete o capítulo mais intenso da franquia; Assista agora!

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O terror voltou a tomar conta das redes sociais após a divulgação do novo trailer de Pânico 7, título brasileiro de Scream 7. A prévia, aguardada com ansiedade pelos fãs, oferece pistas sobre o rumo da história e reforça que o sétimo capítulo da franquia pretende equilibrar nostalgia, tensão psicológica e uma nova geração ameaçada pelo icônico Ghostface. Abaixo, confira o vídeo:

Marcado para estrear nos Estados Unidos em 27 de fevereiro de 2026, com distribuição da Paramount Pictures, o longa já é considerado um dos lançamentos mais aguardados do calendário de terror. O novo trailer não apenas reacende o clima de mistério como também deixa claro que a trama terá forte carga emocional, especialmente com o retorno de Sidney Prescott ao centro da narrativa.

Interpretada novamente por Neve Campbell, Sidney surge em uma fase diferente da vida. Longe dos holofotes e das tragédias que marcaram sua juventude, ela construiu uma rotina aparentemente tranquila em Pine Grove, Indiana. No entanto, a paz dura pouco. O trailer revela que sua filha Tatum passa a ser alvo de um novo assassino que assume a identidade de Ghostface, forçando Sidney a encarar, mais uma vez, o terror que tentou deixar no passado.

As primeiras cenas divulgadas exploram um clima mais sombrio e intimista. Em vez de apostar apenas na violência explícita, o trailer sugere uma abordagem que prioriza a tensão psicológica. Há silêncios incômodos, corredores vazios, ligações ameaçadoras e olhares carregados de medo. A sensação é de que o perigo está sempre à espreita, pronto para explodir em momentos inesperados.

O retorno de Sidney não é apenas uma escolha narrativa, mas também estratégica. Depois de mudanças criativas e polêmicas nos bastidores da franquia nos últimos anos, trazer a personagem original de volta ao protagonismo representa um reencontro com as raízes da saga. O envolvimento de Kevin Williamson na direção reforça essa intenção. Criador do roteiro do clássico de 1996, ele agora assume o comando do longa, prometendo recuperar o espírito metalinguístico e provocador que transformou a série em referência no gênero slasher.

O roteiro é assinado por Guy Busick, baseado em uma história desenvolvida ao lado de James Vanderbilt. A dupla já trabalhou em capítulos recentes da franquia, o que sugere uma continuidade temática, ainda que com nova abordagem dramática.

O trailer também confirma o retorno de personagens conhecidos. Courteney Cox aparece novamente como Gale Weathers, reforçando a ligação com os filmes anteriores. A presença de Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown indica que a geração mais recente de sobreviventes ainda terá papel relevante na trama.

Entre as novidades, destaca-se a escalação de Isabel May como Tatum, filha de Sidney. A escolha de dar à protagonista uma herdeira diretamente ameaçada pelo assassino adiciona uma camada dramática poderosa. Se antes Sidney lutava pela própria sobrevivência, agora ela enfrenta o medo de perder aquilo que construiu longe do caos. O trailer deixa claro que essa dimensão materna será essencial para o desenvolvimento da história.

Outro ponto que chamou atenção foi a confirmação de que Roger L. Jackson retorna como a voz de Ghostface. Sua entonação característica, alternando ironia e ameaça, aparece no trailer em diálogos que remetem ao passado da franquia, incluindo perguntas provocativas sobre filmes de terror e sobrevivência.

A estética apresentada na prévia aposta em fotografia mais fria, com cenas noturnas e ambientes urbanos silenciosos. A trilha sonora intensifica o clima de suspense, intercalando momentos de calmaria com explosões sonoras típicas do gênero. Ainda que o vídeo não revele detalhes cruciais da trama, ele cumpre o papel de alimentar teorias e especulações entre os fãs.

Nas redes sociais, o impacto foi imediato. Comentários destacam a emoção de ver Sidney novamente enfrentando Ghostface, além da curiosidade em relação ao destino dos novos personagens. A franquia, que começou em 1996 sob a direção de Wes Craven, consolidou-se como uma das mais duradouras do terror contemporâneo. Ao longo das décadas, manteve relevância ao dialogar com as transformações do próprio cinema de horror.

O grande desafio de Pânico 7 será equilibrar tradição e inovação. A nostalgia é um elemento forte, mas o público atual também exige surpresas e reviravoltas imprevisíveis. O trailer sugere que o filme buscará justamente esse ponto de encontro, oferecendo referências aos capítulos clássicos enquanto amplia o universo da história.

A decisão de colocar a família de Sidney no centro do conflito indica que o longa deve explorar consequências emocionais acumuladas ao longo dos anos. Não se trata apenas de mais uma sequência de assassinatos, mas de um acerto de contas com o legado do terror que acompanha a protagonista desde a adolescência.

“Surda” conquista três prêmios Goya e marca história com Miriam Garlo, primeira mulher surda premiada na maior honraria do cinema espanhol

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O cinema espanhol viveu um momento histórico na mais recente edição do Prêmio Goya. O longa Surda saiu consagrado com três estatuetas e protagonizou um marco de representatividade: Miriam Garlo tornou-se a primeira mulher surda a vencer um Goya, ao receber o prêmio de Melhor Atriz Revelação.

Dirigido por Eva Libertad, irmã da protagonista, o filme também garantiu à cineasta o troféu de Melhor Direção Estreante. Já Álvaro Cervantes, que interpreta Héctor, levou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante. A produção chega aos cinemas brasileiros em 14 de maio, com distribuição da Retrato Filmes.

Mais do que uma vitória artística, “Surda” simboliza um avanço importante na discussão sobre inclusão, identidade e protagonismo de pessoas com deficiência no audiovisual.

Um discurso que ecoou além do teatro

A cerimônia foi marcada por discursos emocionantes. Ao subir ao palco para receber seu prêmio, Miriam Garlo fez uma fala que rapidamente repercutiu nas redes e na imprensa internacional:

“Nenhuma pessoa surda é muda. Somos pessoas surdas, temos nossa própria identidade e nossa própria voz, mas nem sempre é oral.”

A declaração foi recebida com aplausos de pé e reforçou um ponto central do filme: a necessidade de romper estereótipos e ampliar a compreensão sobre a comunidade surda.

Eva Libertad também compartilhou suas inquietações iniciais. Segundo a diretora, havia o receio de que o longa fosse rotulado como um filme “de nicho”, restrito a um público específico. O que aconteceu foi o oposto. “Encontramos um público que nos acolheu de braços abertos”, afirmou. A recepção calorosa confirma que histórias particulares podem, sim, alcançar dimensão universal quando contadas com honestidade e sensibilidade.

Álvaro Cervantes, por sua vez, aproveitou o momento para refletir sobre o capacitismo estrutural presente na sociedade. “As pessoas surdas que conheci nesse filme me fizeram entender que a empatia não pode se basear apenas em boas intenções, mas sim em analisar nossos próprios privilégios”, declarou o ator.

Da vivência pessoal para as telas

Baseado em um curta-metragem homônimo, “Surda” nasce de uma experiência profundamente íntima. A história acompanha Ângela, uma mulher surda que engravida de seu parceiro ouvinte, Héctor. A chegada do bebê, que deveria ser apenas motivo de celebração, revela tensões invisíveis no relacionamento e expõe as barreiras impostas por uma sociedade pouco preparada para acolher pessoas com deficiência.

A maternidade surge como ponto central da narrativa. Ângela precisa lidar com inseguranças, julgamentos externos e o desafio de criar sua filha em um mundo estruturado majoritariamente para ouvintes. O filme não romantiza a situação, mas também não a transforma em um drama excessivamente sombrio. Há delicadeza, contradições e momentos de afeto que equilibram a intensidade do tema.

A escolha de Miriam Garlo para interpretar uma personagem inspirada em sua própria vivência confere autenticidade à produção. A atuação é construída a partir de gestos, olhares e silêncios que comunicam tanto quanto qualquer diálogo falado.

Reconhecimento internacional

Antes mesmo de conquistar o Goya, “Surda” já vinha trilhando uma trajetória consistente em festivais. O filme teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde integrou a Mostra Panorama e conquistou o Prêmio do Público — um indicativo da conexão imediata com espectadores de diferentes culturas.

Ao longo do circuito internacional, também foi premiado em festivais como Seattle, Málaga e Guadalajara. No Brasil, a primeira exibição ocorreu no Festival do Rio, onde despertou atenção pela abordagem sensível e pela força da protagonista.

Esse percurso reforça a dimensão global da obra. Ainda que trate de uma realidade específica, o filme dialoga com questões universais: pertencimento, comunicação, preconceito e amor.

Acessibilidade como prioridade

Coerente com sua temática, a estreia brasileira de “Surda” contará com recursos de acessibilidade em todas as sessões. O longa terá legenda descritiva, audiodescrição e interpretação em Libras por meio do aplicativo Conecta (@conectaacessibilidade), que permite o download desses recursos diretamente no celular, dentro da sala de cinema.

A iniciativa amplia o alcance da produção e reforça a importância de tornar o cinema um espaço verdadeiramente inclusivo. Não se trata apenas de contar histórias sobre pessoas com deficiência, mas de garantir que elas também possam acessar plenamente essas narrativas.

Resumo da novela Dona de Mim de sábado, 17/05

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O sábado (17 de maio de 2025) promete fortes emoções em Dona de Mim! Vem aí um capítulo cheio de reencontros, decisões importantes, conflitos e um flagra que pode virar o jogo…

🧳 Leo decide dar mais uma chance ao passado e aceita voltar a trabalhar na mansão de Abel. Os dois firmam um novo acordo, e, apesar das mágoas, a convivência promete ser cheia de tensão (e talvez redenção?). Stephany e Yara vibram com a alegria de Leo por estar mais perto de Sofia — e a gente também torce por esse reencontro cheio de afeto.

⚡ Já Marlon não consegue segurar o incômodo com esse retorno. Ele parte pra cima de Leo e os dois acabam discutindo sobre tudo que ficou mal resolvido entre eles no passado. E o clima só não fica mais pesado porque Marlon também vive um dia marcante: seu primeiro dia na polícia. E quem acompanha tudo com brilho nos olhos é Alan, que não esconde o orgulho.

🤝 Davi, aos poucos, tenta se reaproximar de Leo… mas quem acaba interrompendo o momento é Sofia. Será que ela percebeu algo ou foi só coincidência? 👀

🧵 No mundo da moda, a bomba do dia: Jaques anuncia que a coleção de Filipa foi um verdadeiro fracasso. E Abel não perdoa — diz que vai afastá-la da Boaz! A relação entre Rosa e Jaques também entra em rota de colisão por causa de Abel. E parece que ninguém escapa da confusão…

🚨 Marlon ainda ouve poucas e boas de Castanho, que tenta colocá-lo nos eixos após seu comportamento impulsivo. Mas a cereja do bolo vem no fim do capítulo: Jaques, todo sedutor, se insinua para Filipa… e adivinha quem vê tudo? Tânia, que flagra os dois no flagra!

Resumo da novela Vale Tudo de sábado, 17/05

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Foto: Reprodução/ Internet

O próximo sábado, 17 de maio de 2025, vai ser agitado em Vale Tudo, com personagens se movendo como peças de xadrez – e nem todos os lances são limpos…

🎭 Maria de Fátima, sempre calculista, engole o orgulho e pede desculpas a Odete. Mas será que é sincero? Ou é só mais um movimento estratégico pra continuar no jogo da poderosa?

💼 Enquanto isso, Leila entra de vez no mundo de Renato, acompanhando o jornalista em uma reunião de trabalho. O clima entre os dois esquenta e, mais tarde, eles acabam dormindo juntos. Mas nem tudo vai sair como planejado…

🔥 Solange, por sua vez, vai ser a responsável por um dos momentos mais tensos do capítulo: ela flagra Renato e Leila juntinhos. Eita! A reação dela pode virar o jogo pra todo mundo!

⚡ Cláudia segue sem papas na língua e parte pra cima de Marco Aurélio, acusando o empresário de manipular quem estiver ao seu redor pra conseguir o que quer. A tensão só aumenta.

♟️ Odete continua mexendo as peças do seu tabuleiro: orienta Fátima a chegar mais cedo ao campeonato de xadrez – onde Ivan também confirma presença. Coincidência? Nada é por acaso quando se trata de Odete Roitman.

🎤 E no núcleo musical, vem uma bomba para Vasco: ele descobre que foi cancelado (no sentido literal!) e vai ficar de fora do grupo de pagode. Mais uma rasteira na carreira dele…

🚗 Laís e Cecília seguem para Petrópolis com um objetivo especial: conhecer Sarita. Será que essa visita vai trazer boas surpresas ou mais confusão?

🚨 Já Raquel vive um momento tenso e necessário: ela acusa Freitas de assédio. Uma cena forte que promete levantar debates importantes na trama.

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