Irmãos Duffer deixam o mundo invertido e embarcam em nova série criminal com toques de misticismo e vingança

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Depois de nos fazer temer luzes piscando, demogorgons e um tal de Vecna, os irmãos Matt e Ross Duffer estão prontos para dar um novo passo (nada pequeno) na Netflix. A dupla criadora de Stranger Things firmou uma nova parceria com o streaming para produzir uma série inédita — e, dessa vez, a coisa promete ser ainda mais sombria.

O projeto é uma adaptação de The Savage, Noble Death of Babs Dionne, romance escrito por Ron Currie e lançado nos Estados Unidos em março deste ano. Ainda pouco conhecido do público brasileiro, o livro já nasceu com cara de série: tem uma protagonista magnética, uma cidadezinha cheia de segredos e um roteiro que mistura drama familiar, violência e uma pitada sobrenatural.

Quem é Babs Dionne?

Esqueça o estereótipo da vovó de casa de bonecas. Babs Dionne pode até parecer uma senhora simpática — e é, com seus netos — mas também comanda, com punho de ferro, um império de drogas no interior do Maine. Ela é a matriarca de uma rede de tráfico que movimenta Little Canada, seu território, ao lado de suas amigas de juventude (hoje suas tenentes leais) e de Lori, sua filha mais velha, uma veterana militar que trava uma guerra pessoal contra o vício.

Mas tudo muda quando a filha mais nova de Babs é encontrada morta. A partir daí, começa a verdadeira história: uma busca implacável por respostas — e, se preciso for, por vingança. Como diz o trecho mais forte da sinopse: “Seus ancestrais respiram através de você. Às vezes, eles clamam por vingança.” E, no caso de Babs, é melhor não ignorar esse chamado.

Os Duffer por trás das câmeras, Currie no roteiro

A adaptação de Babs Dionne marca um novo tipo de colaboração para os irmãos Duffer. Embora eles assinem como produtores executivos e estejam envolvidos criativamente, o roteiro ficará a cargo do próprio autor do livro, Ron Currie, que estreia como roteirista de TV, ao lado de seu parceiro criativo Joshua Mohr. A Netflix aposta alto nesse modelo de adaptação mais autoral — e, considerando o potencial da trama, faz todo sentido.

De Stranger Things para o submundo do crime

Quem espera algo na linha de Stranger Things pode se surpreender. Aqui, o tom é mais próximo de Ozark , Breaking Bad ou mesmo Mare of Easttown . Em comum, temos personagens femininas complexas, feridas abertas, cidadezinhas que escondem muito mais do que mostram — e um certo senso de destino inescapável.

Mas não se preocupe: os Duffer devem manter alguns dos elementos que tornaram sua marca tão única, como tensão crescente, traumas intergeracionais e toques sutis de algo que foge ao nosso controle racional. Em outras palavras: não vai faltar intensidade.

Expectativas (e rumores)

Ainda sem data oficial de estreia, a série está em fase de pré-produção, e os rumores sobre o elenco já começaram a circular nos bastidores. Nomes de peso estão sendo sondados para dar vida a Babs, personagem que deve roubar a cena e, quem sabe, garantir prêmios por aí. A promessa é de uma protagonista feminina poderosa, contraditória e inesquecível — daquelas que nos fazem torcer e temer ao mesmo tempo.

Se tudo correr como planejado, as filmagens devem começar entre o final de 2025 e o início de 2026. A julgar pela sinopse e pelos nomes envolvidos, a série tem tudo para se tornar o novo vício sombrio da Netflix.

Resumindo:

  • The Savage, Noble Death of Babs Dionne será a nova série produzida pelos irmãos Duffer para a Netflix.
  • A trama gira em torno de Babs, uma avó que comanda o tráfico local e parte em busca de vingança após a morte de sua filha mais nova.
  • O livro original é de Ron Currie, que também assina o roteiro da série.
  • Espere uma mistura de drama, crime, ancestralidade e muito suspense.

Superman pode dar as caras em Supergirl antes do esperado — e foi o próprio James Gunn quem deixou escapar

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Nem sempre é preciso uma confirmação oficial para deixar os fãs em alerta máximo. Às vezes, uma frase meio solta, um comentário aparentemente despretensioso… e pronto: o hype está formado. Foi mais ou menos isso que aconteceu quando James Gunn, arquiteto do novo universo cinematográfico da DC, deixou escapar um detalhe curioso durante uma entrevista recente.

Em conversa com o jornalista Brandon Davis, Gunn comentou que o novo Superman pode aparecer novamente em “menos de dois anos”. Mas logo se corrigiu: “Na verdade, antes disso.”

Foi o suficiente para colocar um nome no centro das apostas: Supergirl. Afinal, o longa estrelado pela prima kryptoniana de Clark Kent será o próximo grande capítulo da nova fase da DC Films. E agora, tudo indica que o Azulão pode não só dar uma passada pelo espaço — como pode também ajudar a moldar essa nova heroína em seu próprio caminho.

Um reencontro de órbitas kryptonianas

Com estreia prevista para 2026, Supergirl é descrito como um épico de ficção científica e vingança. Esqueça a versão solar e ingênua da prima do Superman — o que vem aí é uma heroína com traumas profundos, marcada pela dor e forjada em um ambiente hostil, longe da Terra.

Baseado na aclamada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely, o filme acompanha Kara Zor-El vagando pelo cosmos ao lado de Ruthye, uma garotinha que perdeu o pai assassinado por um vilão chamado Krem. A missão das duas: justiça — ou algo mais parecido com vingança.

E não será uma jornada solitária: segundo rumores, Krypto, o fiel supercão, também deve integrar a missão, trazendo alívio cômico, fofura e lealdade — três coisas que o universo da DC sempre pode usar mais.

“Duas infâncias. Dois mundos. Dois destinos.”

James Gunn, como sempre, foi direto ao ponto ao explicar por que essa história é tão importante para o futuro da DC: “Vamos ver a diferença entre o Superman, que cresceu amado por pais humanos na Terra, e a Supergirl, que passou os primeiros 14 anos de vida presa num fragmento de Krypton, vendo gente morrer de formas horríveis. Ela não teve a mesma sorte. Ela é mais dura, mais desconfiada, mais bruta.”

Esse contraste de origens e vivências promete ser o coração emocional do filme — e pode abrir caminho para que Clark Kent, agora interpretado por David Corenswet, sirva de espelho, contraponto ou até guia para a Supergirl. Um reencontro de órbitas kryptonianas, cada uma carregando seus próprios fantasmas e esperanças.

A construção cuidadosa de um novo universo

Desde que assumiu o comando criativo da DC Studios, James Gunn deixou claro que quer construir um universo interligado, mas com alma. Nada de apenas conectar filmes por obrigação. A ideia é criar pontes orgânicas, encontros que façam sentido emocional e narrativamente.

E a possível aparição do Superman em Supergirl pode ser exatamente isso: não uma ponta vazia, mas um gesto de acolhimento, uma linha de empatia, um momento que ajude Kara a encontrar sua identidade no meio do caos galáctico — e que, claro, fortaleça os laços entre os dois maiores sobreviventes de Krypton.


O novo DCU está ganhando forma — mais rápido do que esperávamos

Com Superman estreando em julho de 2025 e Supergirl já em fase avançada de desenvolvimento, tudo indica que o novo universo da DC não vai demorar a engrenar. E a estratégia parece clara: começar pelas figuras centrais, dar tempo para cada uma brilhar, mas também mostrar como elas se conectam — em espírito, valores e coração.

Se James Gunn conseguir equilibrar ação, emoção e coerência entre essas histórias, o novo DCU pode, enfim, se tornar o universo que os fãs esperam há tanto tempo.


🌍 Superman chega aos cinemas em julho de 2025.
🚀 Supergirl: Woman of Tomorrow está prevista para 2026.
🐶 E se Krypto realmente aparecer, o universo DC pode até não estar salvo… mas com certeza ficará mais fofo.

O Gatola da Cartola ganha trailer e promete conquistar crianças, adultos e amantes da imaginação

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Foto: Reprodução/ Internet

A Warner Bros. Pictures acaba de abrir as portas de um novo universo animado — e a estreia já tem cara (e bigodes) de clássico. Foi divulgado o primeiro trailer de O Gatola da Cartola, longa que marca o lançamento da recém-criada Warner Bros. Pictures Animation nos cinemas. A produção chega às telonas em fevereiro de 2026 e promete encantar todas as idades com uma aventura recheada de magia, nonsense e afeto.

Inspirado na obra imortal de Dr. Seuss, o filme apresenta uma abordagem inédita do personagem icônico, com direção de Alessandro Carloni (Kung Fu Panda 3) e Erica Rivinoja (Trolls). A história se passa em um cenário totalmente original, onde o Gatola encara talvez seu maior desafio: provar que ainda é relevante em um mundo cada vez mais cético — ou correr o risco de perder sua cartola mágica para sempre.

Uma missão para salvar a imaginação (e o coração)

No trailer, conhecemos o excêntrico I.I.I.I. — Instituto para Instituir a Imaginação e a Inspiração, onde o Gatola trabalha ajudando crianças a redescobrirem sua criatividade. Mas algo não vai bem: sua capacidade de inspirar está em queda, e ele precisa de uma última chance para provar seu valor.

É então que entram em cena os irmãos Gabby e Sebastian, recém-chegados a uma cidade apagada e sem graça. Tudo muda quando o Gatola aparece — com sua cartola mágica e uma série de ideias improváveis — e leva os pequenos a uma jornada que mistura realidade, fantasia e muita confusão divertida.

Bill Hader lidera um elenco estelar

A voz do Gatola é interpretada por ninguém menos que Bill Hader, conhecido por seu humor afiado e versatilidade. Ele é acompanhado por um elenco de dubladores de primeira, que promete dar ainda mais carisma à produção.

Entre os nomes confirmados estão Xochitl Gomez, Matt Berry, Quinta Brunson, Paula Pell, Tiago Martinez, Giancarlo Esposito, America Ferrera, Bowen Yang e Tituss Burgess. Juntos, eles dão vida a personagens vibrantes, engraçados e tocantes, como manda o bom e velho estilo Seuss.

Magia com acessibilidade e representatividade

Mais do que uma nova aventura animada, O Gatola da Cartola é um convite à imaginação coletiva. Com roteiro original e foco em temas como empatia, criatividade e aceitação, o longa se posiciona como uma história atemporal — com coração de criança e consciência de adulto.

Além disso, o filme será lançado também em versões acessíveis, com audiodescrição, legendas e interpretação em Libras. É um passo importante para garantir que todas as crianças — e todos os públicos — possam viver essa experiência mágica.

Reinventar um personagem tão querido quanto o Gatola não é tarefa fácil, mas tudo indica que a Warner Bros. Animation acertou em cheio ao apostar em uma narrativa original, com identidade própria e respeito à essência do autor.

O Gatola da Cartola chega aos cinemas em fevereiro de 2026 com a promessa de se tornar um novo favorito das famílias, daqueles filmes que fazem você rir alto, se emocionar e sair da sala querendo inventar seu próprio mundo mágico.

Afinal, às vezes, tudo o que a gente precisa para transformar um dia cinza é uma boa história, um bom amigo… e uma cartola.

Entre a batina e o amor proibido: O romance A Voz do Tempo revela escândalo envolvendo ex-padre nos anos 40

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Por trás de muitas histórias de família repousam segredos silenciados por décadas. Às vezes, eles estão escondidos em cartas antigas, fotografias desbotadas ou em peças de roupa guardadas em baús. No caso da escritora Lenah Oswaldo Cruz, o segredo estava em uma batina branca com detalhes dourados e em três cadernos manuscritos encontrados entre os pertences do pai. A descoberta, ao mesmo tempo íntima e perturbadora, deu origem ao romance A Voz do Tempo (Leitura Coletiva), que narra o amor proibido entre um padre beneditino e uma jovem da elite carioca, nos anos 1930 e 40.

Misturando memória pessoal, pesquisa histórica e reconstrução ficcional, o livro parte da trajetória real de Dom Xavier, um respeitado professor de filosofia e sacerdote da ordem beneditina que, em determinado momento de sua vida, decide abandonar o sacerdócio ao se apaixonar por Dora, uma jovem de beleza marcante, pertencente a uma família tradicional do Rio de Janeiro. O relacionamento, vivido em segredo até a ruptura definitiva com a Igreja, logo se tornaria público — e escandaloso.

“Quando encontrei os diários, percebi que precisava contar essa história. Não só pela minha família, mas pelo que ela dizia sobre fé, desejo e o peso das escolhas em tempos mais duros”, conta a autora, em entrevista.

Amor, culpa e silêncio: as consequências de uma decisão radical

A união entre Xavier e Dora, selada sob o impulso de um sentimento arrebatador, não trouxe apenas o alívio da libertação. A renúncia de Xavier à vida religiosa foi duramente julgada pela comunidade católica e pela própria família, e o casamento, idealizado como fuga e recomeço, logo revelou rachaduras profundas.

“Eles pagaram um preço alto por terem escolhido o amor. Só que o amor, às vezes, não basta.” Essa é uma das frases recorrentes no romance, que acompanha a evolução da relação do casal ao longo das décadas — da paixão inicial aos conflitos conjugais, das expectativas frustradas à violência doméstica, do sonho romântico à dor cotidiana.

Ao contar a história de seus pais, Lenah não tenta redimi-los. O que ela oferece ao leitor é uma narrativa profundamente humana, em que a coragem de romper com as estruturas tradicionais também abre espaço para o desencanto. Dora, antes musa inspiradora de uma mudança de vida radical, torna-se uma mulher ressentida e melancólica. Xavier, por sua vez, vê-se prisioneiro de uma decisão que o distancia da fé e da vocação, mas não lhe oferece a paz que imaginava encontrar fora da batina.

A memória como reconstrução do que foi (e do que poderia ter sido)

Escrito em primeira pessoa, o romance oscila entre o relato memorialístico e a ficção histórica. Ao longo das páginas, Lenah costura trechos dos diários paternos com lembranças da infância, cenas reconstruídas a partir de relatos familiares e referências ao contexto político e cultural da época. A narrativa atravessa cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Washington e Lisboa, acompanhando os deslocamentos e transformações do casal e de seus descendentes.

Eventos históricos como a Revolução Constitucionalista de 1932, o surgimento de movimentos intelectuais católicos no Brasil e a vida universitária nos anos 50 servem de pano de fundo para a trama. Mas é na dimensão afetiva que o livro encontra sua força. Ao relatar os impactos do casamento conturbado dos pais em sua própria formação emocional, Lenah revela também o esforço de reconstrução — da memória, da identidade e, sobretudo, da escuta.

“Durante anos, essa história foi tratada como tabu na minha família. Escrevê-la foi uma forma de escavar não só o passado, mas o silêncio que ele impôs.”

O poder do romance como lugar de revelação

A Voz do Tempo chega aos leitores não apenas como uma história de amor impossível, mas como um retrato sensível das consequências emocionais de decisões radicais em uma sociedade ainda profundamente marcada pela moral religiosa. Ao dar voz a personagens reais — com todas as suas imperfeições, falhas e contradições —, Lenah Oswaldo Cruz propõe uma reflexão sobre os limites entre vocação e desejo, fé e liberdade, família e ferida.

Dica no MUBI: A Substância – Um corpo, duas versões e o preço da perfeição

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Foto: Reprodução/ Internet

Já parou pra pensar no que faria se pudesse criar uma nova versão de si mesmo? Uma cópia fiel, só que mais jovem, mais bonita, mais “aprimorada”? Em A Substância, essa fantasia vira realidade — mas o preço, como sempre, é mais alto do que parece.

Dirigido e roteirizado pela francesa Coralie Fargeat (Revenge), o filme é uma bomba estética e emocional, com uma performance corajosa de Demi Moore, que entrega aqui um dos papéis mais impactantes (e autoficcionais) da carreira. Ela vive Elisabeth Sparkle, uma ex-estrela do mundo fitness que, depois de décadas sendo símbolo de juventude e disciplina, é descartada pela TV como quem joga fora um pote de creme vencido.

Humilhada, esquecida e à beira de um colapso, Elisabeth aceita experimentar uma droga experimental — uma substância misteriosa que promete “regenerar” sua juventude. Mas essa não é uma fórmula mágica de rejuvenescimento. É outra coisa. A substância cria outra você. Literalmente.

É aí que entra Margaret Qualley, vivendo a nova Elisabeth — mais nova, mais confiante, mais livre. Por contrato, as duas precisam dividir o mesmo corpo em turnos semanais: sete dias para a original, sete dias para a nova. Simples na teoria. Mas no fundo, quem vai querer abrir mão da própria existência assim, tão facilmente?

Um thriller de identidade com sangue, brilho e crítica social

A Substância é grotesco, estiloso, dolorido e brilhante — tudo ao mesmo tempo. Um terror corporal que conversa com filmes como A Mosca ou Cisne Negro, mas com uma linguagem muito própria. É uma fábula feminista sobre envelhecer sob os holofotes, ser descartada pelo sistema, e sobre o desejo desesperado de continuar sendo vista.

Entre cenas que beiram o absurdo e outras que apertam o peito, o longa constrói uma metáfora visceral sobre fama, vaidade, autoimagem e o terror de ser esquecida. E o mais interessante é que nada disso é pregado com discurso — tudo vem pelo corpo, pela imagem, pelo desconforto que a câmera imprime.

Demi Moore se entrega de corpo e alma. Literalmente. Ao lado de Margaret Qualley (em mais uma atuação física e vibrante), as duas constroem um embate tenso, emocional e até melancólico entre a mulher que tenta manter sua identidade e a outra que só quer existir — custe o que custar.

E no meio disso tudo, o espectador assiste à guerra silenciosa (e às vezes sangrenta) entre essas duas versões de uma mesma mulher. Quem vence, afinal? A que já viveu ou a que promete durar para sempre?

🎬 A Substância (The Substance)
Direção e roteiro: Coralie Fargeat
Elenco: Demi Moore, Margaret Qualley, Dennis Quaid
Duração:
Classificação: 18 anos
Disponível agora na MUBI
Também para aluguel no Prime Video

Ingrid Guimarães troca o salto pelo mato na comédia Perrengue Fashion

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Você consegue imaginar uma influencer de moda tentando sobreviver no meio da floresta amazônica? Pois é exatamente isso que promete a nova comédia nacional Perrengue Fashion, estrelada por ninguém menos que Ingrid Guimarães, ícone do humor brasileiro quando o assunto é rir das próprias vaidades.

No longa, Paula Pratta (Ingrid), uma fashionista das redes sociais com milhões de seguidores e zero tempo para assuntos “fora da bolha”, vê sua vida virar do avesso quando o filho, Cadu (Filipe Bragança), abandona uma campanha publicitária para se jogar em uma missão ambiental no coração da Amazônia. Com a carreira em risco e a vaidade em jogo, Paula pega seu assistente fiel — o hilário Taylor (Rafa Chalub) — e vai parar no meio da floresta, tentando resgatar o filho… e o cachê da campanha de Dia das Mães.

Mas o que era pra ser uma visita rápida e prática vira um choque de realidade — e de valores. Longe do Wi-Fi, das selfies e do look do dia, Paula vai descobrir um mundo onde a natureza fala mais alto que o algoritmo, e onde salvar uma floresta pode ser mais importante que bombar no engajamento.

🎬 Bastidores, direção e estreia

Filmado entre São Paulo e a Amazônia, Perrengue Fashion tem direção de Flavia Lacerda (de O Auto da Compadecida 2) e roteiro assinado por Ingrid Guimarães ao lado de Marcelo Saback, Célio Porto e Edu Araújo — um time que já mostrou saber misturar humor com crítica social na medida certa.

A produção é da Amazon MGM Studios em parceria com a Morena Filmes, e o lançamento está marcado para o dia 9 de outubro nos cinemas de todo o Brasil.

👠 Da passarela para o barro (com muito humor no caminho)

A ideia do filme é brincar com os contrastes entre o universo das redes sociais e o mundo real — aquele em que a floresta está queimando, a água escasseia e salvar o planeta é mais urgente do que viralizar. Com o carisma afiado de Ingrid e um elenco que mistura leveza e carisma, Perrengue Fashion promete risadas, identificação e até algumas reflexões sobre prioridades, família e o que realmente vale a pena.

Cine Aventura deste sábado (12) mergulha no jogo perigoso de Nerve, com Emma Roberts e Dave Franco

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Imagine um jogo onde quem manda é a audiência. Onde cada curtida é um empurrão rumo ao perigo. Onde a única regra é não parar. Agora pare de imaginar: neste sábado, 12 de julho de 2025, às 15h, o Cine Aventura da Record TV traz para a tela Nerve – Um Jogo Sem Regras, um thriller vibrante que mergulha no lado mais sombrio da cultura digital — e que vai te deixar entre o controle remoto e a beira do colapso.

Estrelado por Emma Roberts e Dave Franco, o filme mistura romance, suspense e uma crítica ácida às redes sociais, entregando uma história que começa como um desafio divertido e termina como um alerta nada sutil sobre o quanto estamos dispostos a fazer… só para sermos vistos.

Você é jogador ou observador?

Vee DeMarco (Emma Roberts) é a típica garota invisível da escola: discreta, sensata, quase entediante. Mas tudo muda quando ela decide provar que pode ser ousada. Um clique e pronto — ela entra no Nerve, um jogo online onde “jogadores” cumprem desafios ao vivo, enquanto “observadores” ditam as regras (e se divertem com o caos).

O que parecia uma brincadeira vira um pesadelo em ritmo acelerado. Afinal, o que você faria por R$ 100? E por 10 mil? E se milhões estivessem assistindo? E se você não pudesse mais sair?

Com uma estética eletrizante, neon por todos os lados e uma trilha sonora pulsante, Nerve é mais do que um filme adolescente: é um espelho incômodo para uma geração obcecada por aprovação.

O jogo é real — e o risco também

Em tempos em que reality shows decidem carreiras, algoritmos ditam opiniões e pessoas arriscam tudo por um viral, Nerve é quase um documentário disfarçado de entretenimento. O enredo pode parecer ficção, mas a sensação de estar sendo observado… bem, essa você conhece muito bem.

A direção da dupla Ariel Schulman e Henry Joost — os mesmos de Catfish, aliás — transforma o filme em um mergulho vertiginoso em um universo onde o entretenimento é alimentado por adrenalina e o limite entre fama e destruição é uma linha muito fina. Quase tão fina quanto a nossa senha do Wi-Fi.

📺 Cine Aventura | Record TV
🗓 12 de julho | Sábado
🕒 A partir das 15h
🎬 Nerve – Um Jogo Sem Regras
🎭 Com: Emma Roberts, Dave Franco, Emily Meade
🎮 Direção: Ariel Schulman & Henry Joost

Ana Carolina lança EP inédito após seis anos e celebra 25 anos de carreira com Ainda Já – Vol. 1

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Seis anos. Foi esse o tempo que a gente ficou sem ouvir uma música inédita da Ana Carolina. Mas quem disse que ela estava parada? Ela seguiu rodando o Brasil, enchendo teatros, deixando o público arrepiado com cada verso cantado de olhos fechados. Só que agora chegou o momento que os fãs esperavam: ela voltou pro estúdio. E voltou com a alma inteira.

O novo EP “Ainda Já – Vol. 1” não é só um lançamento — é tipo aquela mensagem que chega no fim do dia e muda tudo. São cinco músicas autorais, todas novinhas em folha, lançadas como parte da comemoração dos seus 25 anos de carreira. Mas se engana quem acha que é só nostalgia. Tem cheiro de futuro nesse disco.

“Ainda Já”: um título que nem precisa de explicação (mas que a gente sente)

O nome já entrega o tom: Ainda Já soa como quem tá vivendo o agora com as raízes fincadas no que construiu. Um paradoxo bonito, meio filosófico, bem a cara da Ana. É como se ela dissesse: “eu ainda sou eu, mas já mudei”. E o mais legal? A gente sente isso nas músicas — sem precisar racionalizar muito.

Parceiros novos, voz de sempre

Nesse EP, Ana abre a porta do estúdio pra uma galera nova: Umberto Tavares, Jefferson Júnior, Pedro Breder, Carol Marcílio, entre outros. Gente que vem de outras praias, mas que soube entrar no universo dela com respeito e criatividade. E claro, tem os reencontros que aquecem: Antonio Villeroy, Bruno Caliman, Edu Krieger — nomes que fazem parte da costura emocional de quem cresceu ouvindo Ana Carolina.

Múltiplas Anas num mesmo disco

Sabe aquela Ana do violão e da voz que te desmonta? Ela tá aqui. Mas também tem a Ana que experimenta, que flerta com o pop, que brinca com marchinha, que assopra uma bossa sem pedir licença. Cada faixa é uma faceta — às vezes leve, às vezes densa, sempre honesta. Nada soa forçado. É como se ela dissesse: “não preciso escolher uma versão de mim”.

Produção feita em casa (literalmente)

Não bastasse compor e cantar, Ana também assina a produção e direção artística do EP, ao lado de Iuri Rio Branco. Ou seja: o controle criativo é dela do começo ao fim. É um disco que respira liberdade — desses que não foram feitos pra cumprir contrato ou seguir tendência, mas pra dizer o que precisa ser dito com voz limpa e sem medo.

Travessia. Esse é o nome do jogo.

Em palavras da própria Ana: “Esse trabalho representa uma travessia — uma ponte entre quem eu fui até aqui e a artista que escolho me tornar daqui pra frente.”

E é isso. “Ainda Já – Vol. 1” não vem pra agradar todo mundo. Vem pra quem escuta com o peito. Pra quem sabe que mudança não significa ruptura, mas continuidade com coragem. Um disco que, como ela mesma, não precisa levantar a voz pra ser imenso.

E o melhor? É só o começo

Se tem “Volume 1” no nome, a gente sabe que vem mais por aí. Mas só esse EP já é suficiente pra matar a saudade e lembrar por que a Ana Carolina é, há 25 anos, uma das artistas mais consistentes, sensíveis e relevantes da música brasileira. E se ela demorou pra lançar coisa nova, tudo bem. Porque quando chega, a gente sente que valeu a pena esperar.

Earthion no modo espera: versão para consoles é adiada para setembro, mas ainda vem aí em 16-bits gloriosos

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Se você é fã de shmups retrô, com aquela vibe deliciosa de 16-bits e trilha sonora que bate forte na nostalgia, já deve estar de olho em Earthion — o novo shooter espacial da Ancient Corp. (sim, do lendário Yuzo Koshiro!) que promete reviver os tempos de ouro dos fliperamas diretamente no seu console ou PC.

Mas calma aí, piloto interestelar: tem novidade no radar.

A Limited Run Games e a Ancient Corp. anunciaram nesta sexta-feira que a versão digital de Earthion para consoles (Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox Series S|X) foi oficialmente adiada para setembro. A data exata ainda está em segredo, mas já sabemos: vai demorar um pouquinho mais pra gente sair metralhando alienígenas do sofá de casa.

🎮 E no PC, tá tudo certo?

Tá sim! A versão para Steam continua confirmadíssima para o dia 31 de julho, então os jogadores de PC ainda poderão se aventurar pelas galáxias pixeladas sem interrupções. Quem não tiver paciência pra esperar os consoles, já sabe pra onde correr.

🛸 Mas por que o atraso?

Segundo as desenvolvedoras, o adiamento é necessário pra dar aquele polimento final. Afinal, Earthion não é só mais um joguinho retrô — ele é uma carta de amor aos clássicos, e os estúdios querem garantir que o jogo seja entregue do jeitinho certo em todas as plataformas. Em outras palavras: melhor esperar um pouco do que receber com bug.

A LRG e a Ancient Corp. aproveitaram pra agradecer a galera que tá na ansiedade (sim, a gente) e pediram compreensão. E vamos ser sinceros: com o pedigree que esse jogo carrega, a gente aguenta mais um pouquinho, né?

📦 O que esperar de Earthion?

  • Gráficos em 16-bit com aquele charme retrô que aquece o coração
  • Ação frenética de shooter side-scroll
  • Trilha sonora assinada pelo mestre Yuzo Koshiro (o cara por trás de Streets of Rage)
  • Um design old-school, mas com refinamento moderno

Ou seja: tudo o que a gente queria num retorno às raízes do gênero — só que agora com suporte widescreen e save automático.

📅 Recapitulando:

🖥 Versão PC (Steam): chega dia 31 de julho de 2025
🎮 Versões para consoles: adiadas para setembro (data exata a definir)

Omari K. Chancellor entra para o elenco de Love Story, nova série de Ryan Murphy sobre romance trágico dos Kennedy

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O ator Omari K. Chancellor foi oficialmente escalado para a série Love Story, nova aposta antológica de Ryan Murphy para o canal FX, segundo informações exclusivas do Deadline. Chancellor interpretará o estilista Gordon Henderson, figura real do universo da moda e mentor de Carolyn Bessette, cuja influência foi decisiva na construção da imagem pública sofisticada da então consultora da Calvin Klein.

O projeto marca mais um desdobramento do universo de antologias de Murphy, ao lado de títulos como American Crime Story e American Horror Story. Inicialmente anunciada como American Love Story, a produção agora estreia sob o título encurtado e promete lançar um olhar íntimo, dramático e altamente estilizado sobre romances que marcaram a cultura americana contemporânea.

A temporada inaugural será centrada na intensa e trágica trajetória de John F. Kennedy Jr. (Paul Kelly) e Carolyn Bessette (Sarah Pidgeon). Ícones da década de 1990, o casal enfrentou o peso do legado dos Kennedy, a perseguição implacável da imprensa e pressões internas no casamento — até o fatídico acidente aéreo que vitimou os dois, além da irmã de Carolyn, Lauren Bessette, em 1999.

Além de Chancellor, o elenco principal reúne grandes nomes da indústria. Naomi Watts viverá Jacqueline Kennedy Onassis, Grace Gummer interpretará Caroline Kennedy, e Sydney Lemmon será Lauren Bessette.

Com produção do FX e envolvimento criativo direto de Ryan Murphy, Love Story aposta em uma abordagem emocionalmente sofisticada e visualmente marcante para revisitar os bastidores de amores célebres e tragédias modernas. A estreia está prevista para 2025 e deve figurar entre os projetos mais aguardados da próxima temporada de premiações.

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